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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

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ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
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MensagemAssunto: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptyDom 18 Mar 2018, 18:40

Relembrando a primeira mensagem :

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alice Levith. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
West
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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptyQua 18 Abr 2018, 11:25



Narração;
Alice e Gregory


Narração – Alice



Bolinha continuava a pular sobre Alice, mesmo a garota não dando muita bola, enquanto Marco parecia relaxado, o homem não comia a dias, e finalmente havia saciado a sua fome. Não se passou muito tempo, e logo era possível ouvir alguns latidos do lado de fora, o pequeno filhote de lobo se agitava ainda mais dentro da cabana de gelo, enquanto Alice abria um enorme sorriso – Meu Pai chegou, irei contar as novidades – A garota deixava o Iglu, e caminhava para fora, Bolinha continuava dentro. Após alguns minutos, Rina adentrava o local, e sentava-se se enrolando num cobertor que havia no chão.

A pele que cobria a pequena entrada era levantada, e de la surgiu um homem alto, seu corpo era robusto, seu cabelo preto era prendido atrás de sua cabeça, formando um pequeno rabo, vestia roupas largar, e calçava uma bota, que não combinava nada com suas vestimentas – Ohhh, então a Rina não estava mentindo, temos realmente visitas, me chamo Garay, prazer em conhece-los – o homem então se aconchegava num local da redoma, e colocava sua cabeça no chão, era um cumprimento diferente para os que estavam ali presentes, Marco ficava impressionado, enquanto Alice não tinha reação ao que o rapaz estava fazendo.

La fora era possível ouvir latidos de varios animais, provavelmente cachorros, vendo que o barulho estava alto, Garay tranquilizava os presentes – Não se preocupem, são meus cães, tenho 4, eles me ajudam na caça e na pesca, são bem treinados, levei apenas 1 mês para que eles me obedecem hahahaha, não e Rina? – o homem comia enquanto falava, havia trago consigo carne de veado, e algumas ervas, Rina não dava bola para o que seu pai falava, apenas preparava uma fogueira improvisada, colocava duas pedras altas, e uma pequena panela de aço, de forma que ficasse mais alta, embaixo da panela, havia folha secas, a garota batia uma pedra sobre outra, e faísca caiam sobre as folhas, de forma que começava a se formar um pequeno fogo, logo a carne estaria frita.

O homem comia as ervas, e oferecia para os demais, porém, ninguém ousou pegar, Garay devorava as ervas parecendo que um leão comendo suas presas. Enquanto se alimentava, Garay fixava seu olhar em Alice, quando em um ato súbito, o rapaz cuspiu uma pequena quantidade de ervas sobre Marco – Euuuuu te conheço, você não e aquela menina que mata animais? Por favor, não mate o bolinha nem meus cães, eu te imploro – Garay abaixa sua cabeça novamente para Alice, enquanto Rina caia na risada – Eu faço tudo que me pedir, lhe dou comida, posso te ensinar meus truques com meus cães, so não faça nada contra eles – Marco não estava entendendo o que se passava ali, e limpava as migalhas que haviam caído sobre seu rosto, todos fixavam o olhar em Alice, que estava com o controle da situação.



Narração - Gregory



Gregory avaliava todas as opções para tentar derrubar o brutamonte que estava em sua frente, o rapaz estava paralisado, mesmo com os gritos de Jane vindo atrás dele, ele apenas ignorava, o homem a sua frente ria de toda aquela situação, e começava a se preparar para a luta, estralando seus dedos e suas articulações do joelho e pescoço – Ai vou eu sua bichinha.

Gregory saia do seu transe, e estampava um sorriso, avançava contra o loiro, qua ficava surpreso pela atitude do rapaz de tomar a dianteira, e assim como Gregory havia previsto, o homem desferiu um soco com sua mão direita, o jovem Gregory desviava com um movimento na diagonal e desferia um golpe poderoso no queixo do homem que dava alguns passos para tras, mas se mantinha em pé, Gregory vendo uma brecha avançava e desferia um cruzado de direita, porem o homem bloqueava o movimento com seu antebraço, o jovem não esperava tal movimento, num ato súbito, o loiro segurava Greg pela gola do seu casaco, e o levantava no ar, seus pés não tocavam no chão, o homem ria de toda a situação, o fedor de álcool saia da sua boca e era inalada por Gregory, que mesmo com seu nariz obstruído pelo muco nasal, conseguia sentir – Coloca ele no chão seu animal – Ordenava Jane com suas pistolas apontadas para o homem – Seu pedido e uma ordem madame.

O loiro então usava toda a sua força, e jogava Gregory no chão, suas costas batiam contra a neve, porem de nada adiantava, o golpe foi tão poderoso que o rapaz havia atravessado a grossa camada de neve e batia contra o solo seco e duro de terra, seu corpo havia sumido da vista de Jane, o gelo cobria todo o rapaz, seu corpo doía, principalmente sua lombar, parecia ser o fim para o aspirante a detetive.

- Desgraçado, eu vou te matar aqui e agora – Jane mirava a arma para o homem a sua frente, este por sua vez abria os braços, e esperava pelo ataque da Marinheira, todavia, uma voz vinha atrás de Jane – O que está acontecendo Lucius? Você está metido em confusão com esta mocinha? – a voz vinha de uma garotinha, devia estar com seus 10 anos de idade, vestia um casaco amarelo, e ao seu lado andava 2 homens altos e parrudos de ombros largos – Ohhh Natasha, eles vieram pedir comida, então eu lhes dei um desafio hahaha-  A garota não parecia rir daquela situação, seus olhos eram cravados em Jane, que corria para ajudar Greg – De a eles sua comida e sua bebida, deixem quem saiam dessa ilha o mais rápido possível, gêmeos, ajudem eles a carregar o que precisarem.

Nesse instante, Greg era tirado do chão por Jane, seu cabelo estava coberto por neve, assim como seu corpo, Jane averiguava se havia algo quebrado tateando o corpo do rapaz, que guinava por dor em suas costas. Lucius então voltava de dentro da sua cabana, com dois cestos, e colocava em frente a Jane e Greg, ambos estavam em pé novamente – Deram sorte, eu podia acabar com vocês ahhaha, até mais Natasha – Lucius então se despedia de todos, e retornava para dentro do seu Iglu.

Os gêmeos tinha a pele morena, diferente de todos ali, colocavam os cestos em suas costas, e olhavam novamente para Natasha, aguardando suas ordens – Eu sou a líder dessa ilha, onde está seu barco, irei com vocês até la, o tempo está diferente, pode haver alguns animais no caminha, vamos Gêmeos, sigam a linda moça e a irmã dela – Greg estava com o cabelo desgrenhado pela queda e com seu rosto coberto pela neve, a única coisa que Natasha poderia identificar era a vestimenta do rapaz, que por sua vez, usava um casaco de Alice.


Willian West



Garay:
 
Marco:
 
Jane:
 
Homem:
 
Rina:
 
Gemeos (Imagine dois desses):
 

Considerações:
 

Status:
 

Ferimentos:
 
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Civil
Civil
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptySex 20 Abr 2018, 22:46


     
APRENDENDO A DOMAR

Já estaria me perguntando se deveria parar de fazer carinho no filhote já que ele não parecia ficar entediado com minhas caricias quando ouço o barulho de algo chegando. Era possível ouvir vários latidos, por um momento pensei que seríamos atacados por lobos de novo, mas felizmente a criança falou:

– Meu Pai chegou, irei contar as novidades

Apenas ficaria quieta continuando a fazer carinho no filhote enquanto a criança iria de encontro com seu pai. Não demoraria muito para que os dois viessem, o pai da menina era um homem forte e alto, somente pela aparência já dava para  saber que ele não teria muita dificuldade para arranjar comida.

– Ohhh, então a Rina não estava mentindo, temos realmente visitas, me chamo Garay, prazer em conhece-los

O homem falaria  colocando seu rosto no chão para falar conosco. Eu esperaria Marco responder, mas se ele não falasse nada eu simplesmente falaria:

-Alice–Prazer, eu me chamo Alice e ele se chama Marco.-

Era possível ouvir vários latidos vindo de fora, o homem tentou nos tranquilizar quanto a isso.

– Não se preocupem, são meus cães, tenho 4, eles me ajudam na caça e na pesca, são bem treinados, levei apenas 1 mês para que eles me obedecem hahahaha, não e Rina?-

Pelo visto esse homem tinha bastante talento em domar e em treinar animais. Provavelmente não se compararia com Natasha que somente olhando consegue domar os animais, mas ele não deve ser menosprezado, afinal com uma ordem ele pode ordenar que seus animais nos ataque, e nas condições atuais que estamos provavelmente não sobreviveríamos

Infelizmente, embora tenha demorado um pouco para cair a ficha o homem me reconheceu. Novamente encostando seu rosto no chão, mas agora estava implorando:

– Euuuuu te conheço, você não e aquela menina que mata animais? Por favor, não mate o bolinha nem meus cães, eu te imploro,

A menina parecia demonstrar uma reação despreocupada dando risada da reação do pai, ao mesmo tempo que não parecia ter muita fé de que eu fazia isso, afinal se confiança nas palavras do pai ela ficaria preocupada com o filhote no meu colo. Já Marco pareceu acreditar completamente no que o homem dizia. O que não é surpresa já que havia dado motivos para ele acreditar nisso quando deixei a Vermelha no controle com ele perto.

Ainda fazendo carinho no filhote eu falaria sobre meu passado:

-Alice–Eu nunca fui uma criança sociável, mas era obrigado por meus pais a ficar com as outras crianças. Eu acabei sendo motivos de risos para as outras crianças. Quando as brincadeiras deixaram de serem verbais e começaram a me agredir fisicamente isso passou a me incomodar.. -

Enquanto contava Vermelha estava com um sorriso no rosto se deliciando com as memórias daquela época . Já Mary parecia mais preocupada com os latidos lá fora, pois não tirava os olhos da porta.


-Alice– Já que reclamar sobre as agressões não se mostrou efetivo, resolvi assustar as crianças que me agrediram. Matar seus animais de estimação me pareceu o método mais efetivo. Meu plano teve sucesso as crianças pararam de me agredir, mas hoje sei que havia  métodos melhores e menos agressivos para resolver isso, então não planejo fazer mau a nem um animal a não ser que seja por necessidade -


Com isso esperava deixar o homem um pouco mais relaxado, embora Vermelha  teria ficado um um pouco triste ao ouvir isso. Funcionando ou não colocaria o filhote de cachorro no chão parando de agradar o mesmo e olharia para o homem  nos olhos e falaria.

-Alice–Mas no momento realmente precisamos da sua ajuda. Primeiro acho fascinante o modo que você doméstica esses animais. Você poderia me ensinar  como fazer isso?-

Após falar isso olharia para Marco e falalaria.

-Alice–Esse marinheiro precisa da sua ajuda, você poderia ouvir ele por favor?.-


Esperaria Marco tomar a frente, já que a palavras dele passariam mais credibilidade, mas caso ele não demonstrasse que queria tomar a frente eu falaria enquanto perguntava para mim mesmo porque Marco teria vindo se fosse para não fazer nada,

-Alice–Os marinheiros se encontra em condições precárias sem alimentos, no navio, se você puder nos ajudar com isso eles se proporam a  dar em troca o mais rápido possível frutas, verduras ou até mesmo remédios, mas no momento não é  possível terá que confiar nas palavras dele .-

Caso o homem se colocasse disponível para me ensinar eu iria seguir o mesmo.

APRENDENDO A PERICIA DOMA

O homem aceitou o pedido de Alice para aprender um pouco das habilidades dele e falou:

-Me siga-

Dizendo isso ele saiu de casa em direção aos latidos, Alice foi logo atrás seguida por mim e Vermelha. Assim que saímos para fora de casa vi que os lobos que ele tinha estavam puxando um trenó. Todos os lobos ficaram felizes abanando o rabo assim que viram o homem.

–Vamos para um lugar onde podemos encontrar animais selvagens. -
Eu fiquei impressionada com aquilo, com a maneira que os animais eram úteis se fossem bem domesticados e treinados, eu realmente achava essa habilidade bem útil. Talvez Alice tenha percebido isso e me deu o controle do corpo.

Assim que tomei o controle do corpo falei curiosa :

-Mary– E por quê? Não pode me ensinar com os animais que estão aqui?-

O homem olhou para mim com olhos alegres e falava em um tom humorado:

–Então você quer aprender a domar animais já domesticados? -

Vendo que não achei graça ou expressei qualquer reação ele viu que realmente estava com dúvida e resolveu me responder com seriedade:

- Para te ensinar a domar o correto é te ensinar com um animal selvagem, sim posso ensinar você com um animal domesticado, você pode fazer ele facilmente confiar em você e te obedecer, mas animais domesticados já confiam em humanos, então seu comportamento é muito mais fácil de lidar do que um selvagem. Se você quiser domar um animal selvagem tendo só como base um animal domesticado estará correndo vários riscos. Vamos entre no trenó. -

Balancei a cabeça positivamente entendendo a lógica por trás das suas ações e entraria no trenó, ele também tomaria a sua posição no trenó e mandaria os lobos se moverem. Coisa que eles obedientemente obedeceram. Ao meu lado no trenó era possível ver um pequeno saco manchado de sangue, mas não fiz perguntas sobre isso. Normalmente eu não gostava de conversar coisa que tirem o foco do meu objetivo.

Durante o caminho o homem me falou:

–Me fale, qual o caminho mais fácil para um animal selvagem confiar em você? -

Eu realmente não conhecia muito de animais selvagens, mas lembrei do filhote que pareceu muito ligado a mim, então respondi:

-Mary– Fazer carinho nele?-

Um riso de deboche apareceu no rosto do homem, mas logo ele continuou a falar em um tom sério:

–Pense bem, o que um animal selvagem mais quer? -

Meu conhecimento não era muito grande sobre animais selvagens, mas lembrei do ataque que havíamos sofrido e pensei em duas opções para termos sofrido o ataque, a primeira era de que tínhamos invadido o território dos lobos e a seguida era que eles estavam com fome. Entre as duas opções eu achei que a mais provável era a segunda então respondi:

-Mary– Se alimentar?-

O homem sorriu enquanto confirmava com um aceno positivo com a cabeça, após isso falou:

–Muito bem, a maior preocupação de animais selvagens é com o alimento, portanto que você alimente eles e não se mostre como ameaça eles vão pegar confiança em você e logo vão associar você como meio de sobrevivência, agora que falei isso em voz alto me pergunto se não foi assim que minha mulher me agarrou, hahahahahaha. -

O homem fez uma piada e embora eu tenha entendido eu não achei graça, isso pareceu chatear um pouco o homem que ficou calado o resto da viagem. O trenó andou por aproximadamente 30 minutos e os lobos começaram a latir. O homem parou o trenó assim que ouviu os latidos e ficou prestando atenção em volta.

Fiz a mesma coisa tentando procurar alguma coisa. Com meus conhecimentos em furtividade consegui ver o que era antes do homem. Saindo da neve branca a aproximadamente 7 metros a nossa frente um urso branco se levantou da neve e começou a urrar para nós tentando fazer com que nos afastasse. Os lobos rosnaram e latiram em resposta, mas logo o homem fez eles ficarem quietos.

–Tome esse saco e dê para o urso, não se mostre uma ameaça, e faça tudo sem pressa. -

Falando isso o homem me entregou um saco meio pesado, abrindo o mesmo descobrir que era carne. Andando devagar fiquei um metro na frente do homem chamando a atenção do urso para mim. De maneira lenta peguei um pedaço de carne e joguei na frente do urso.

–Converse com ele, seja carinhosa se você mostrar agressividade ele vai te atacar. -

O urso cheirava o pedaço de carne que eu havia jogado se perguntando se deveria comer ou não, então decidi seguir o exemplo de Marco e falar de forma amigável com o mesmo:

-Mary–Vamos se alimente não tem nada de errado com a carne.-

Ainda desconfiado o urso pegou a carne e a comeu, vendo que não tinha de errado com a mesma rugiu para mim mais uma vez. Dessa vez o rugido dele foi menos ameaçador como se tivesse pedido mais carne.

Sem pensar duas vezes jogo mais um pedaço de carne para o urso e me aproximo um passo de forma rápida, o urso ruge novamente para mim, dessa vez de uma maneira mais ameaçadora, mostrando os dentes.

–Cuidado, avance com cuidado de forma lenta, Deixe ele entende que quanto mais próximo de você ele ficar, mais comida vai receber, mas não faça movimentos bruscos, se fizer ele entenderá que você está invadindo o território dele. -

O homem falou logo atrás de mim. O urso comeu o pedaço de carne e antes que ele pudesse pedir mais eu joguei outro pedaço para o mesmo e avancei um passo de forma devagar agora, o Urso não pareceu ligar muito para minha aproximação dessa vez.

-Mary–Muito bem garoto, não vou te fazer mal, confie em mim-

Falei me lembrando que o homem havia falado para me comunicar com o animal. O homem balançou a cabeça de forma positiva enquanto falou:

–Muito bem. Agora jogo a carne um pouco para frente, tente obrigar ele a se mover também em sua direção. -


Escutando o que o homem disse joguei a carne para frente de onde ele estava, o obrigando a se mover um passo, o urso não mostrou resistência e avançou, dessa vez eu me mantive parada, enquanto observava o urso. Vendo o erro que cometi joguei outro pedaço de carne desta vez ambos se aproximaram um pouco.

-Mary–Isso garoto, confie em mim-

Novamente joguei outro pedaço de carne, mas dessa vez muito longe do urso. Ele olhou para o pedaço de carne preocupado, pois dessa vez ele percebeu que estava cada vez mais perto de mim, ele olhou para trás se perguntando se deveria voltar ou não, o homem falou rápido:

–dê para ele outro pedaço de carne -

Sem pensar duas vezes obedeci e joguei outro pedaço de carne mais próximo do urso, vendo os dois pedaços de carne, o urso pareceu acreditar que não era ameaçadora e que seria benéfico para ele se aproximar de mim. Acabaram comendo as duas carnes e ficando apenas a 3 metros de mim.

-Mary–muito bem!-


Joguei outro pedaço de carne fazendo ele ficar apenas um metro perto de mim, fui colocar minha mão em cima do urso enquanto ele tava comendo para fazer carinho no mesmo, mas ouvi um protesto ameaçado assim que tentei me aproximar.

–Deixe ele se aproximar de você, se ele aceitar você, você poderá fazer carinho nele.Dê sua mão para ele cheirar. -

Obedecendo ele deixei o urso cheirar minha mão direita assim que ele acabou de comer o pedaço de carne, a minha única mão boa, se ele atacasse ela teria que contar unicamente com meus dentes e com o homem para sobreviver. Felizmente não foi isso que aconteceu, o Urso cheirou um pouco minha mão e lambeu a mesma, limpando o sangue que tinha na mesma devido a eu ficar jogando carne crua para ele.

Vendo que ele tinha pegado confiança em mim fiz carinho em sua cabeça, Com um sorriso nos rosto falei, feliz por tudo ter dado certo.

-Mary–muito bem, você não vai me morder, né? -

O urso apenas bocejava com o carinho na orelha. Enquanto fazia carinho no mesmo vejo mais três ursos se aproximar, na realidade filhotes de ursos. Vendo isso o homem falou com uma voz alegre.

–Parece que o garoto na realidade é garota, infelizmente não vamos poder ficar com ela, já que teríamos que alimentar 4 ursos, e não acredito que conseguiríamos tanta comida assim. -

Balancei a cabeça positivamente entendendo a situação enquanto ainda fazendo carinho no urso, pararia de fazer carinho no mesmo o que gerou um pequeno protesto do urso em forma de um rugido triste e falaria para o homem.

-Mary–Vamos -

–Bom, pelo menos esse urso não vai ser hostil com os humanos e não vai atacar na primeira oportunidade. -

Olharia para o urso pela última vez e falaria


-Mary–Xau garota talvez algum dia nos encontremos de novo.-

Com isso Deixei de tomar controle do corpo e entregaria o corpo para Alice, que entrou no trenó do homem e foi até a casa do mesmo sem nunca olhar para trás.


FIM DA PERICIA



historico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________


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Última edição por t4mpa em Sab 21 Abr 2018, 11:07, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptySab 21 Abr 2018, 00:23

"N.A.T.A.S.H.A" - 14


Music:
 


O vírus da fúria mais uma vez se instalou em meu corpo, talvez em consequência do rangido de dentes que eu fiz ao me chocar contra o solo frio e rígido daquela maldita ilha, fui lançado como uma bola de carne humana no chão, e tudo isso, por que eu tive preguiça de pensar, um caso inusitado que me dava ainda mais vergonha, caso tivesse algum parente observando aquele meu estado risível.

Entretanto, a respiração tornou-se o remédio da Ira e Ódio que começaram a se instalar na minha existência, e se foram junto a brisa, enquanto eu trocada o grito de raiva que daria pelo gemido de dor a cada dois segundos.

- Ugh.


Se eu disse-se que perdi devido ao meu estado físico, estaria mentindo, e se existe algo que eu odeio em copiar as malditas formigas que vagam pelo mundo exalando seu pedaço de existência medíocre, é que eles constantemente mentem, para o bem e o mau. Transformam a Mentira em moeda de troca com o diabo, para seus malefícios e benefícios.

Entretanto, o que foi mais afundado na neve, não havia sido meu corpo, e sim, meu ego meteórico, que foi simplesmente amassado por pura força bruta, e não, neuronal, algo inadmissível. E mesmo que eu não fosse a favor de devolver algo na mesma moeda, jurei a mim mesmo naquele instante, que se eu pudesse, algum dia, iria retribuir o favor e afundar aquele pedaço de carne e músculos ambulante, na terra, e mais precisamente, abaixo dos meus pés.

A chegada das outras pessoas me foi um tanto surpreendente. Na verdade, triste, afinal, elas impediram que a bala saísse do revólver de Jane, o que me entristeceu um pouco no começo,  mas então se tornou uma alívio, um segundo de atraso e ela teria ferido ou assassinado alguém que não deveria.  

Ignoraria parte das palavras alheias, principalmente devido a linha de pensamento e silêncio profundo que eu havia caído após a derrota.

Entretanto, as palavras da jovem, que aparentemente se chamava Natasha, afinal, não havia nenhuma outra mulher ali além de Jane, e de acordo com o que notei, O Rolo Compressor humano havia chamado essa pequena Jovem de Natasha.

Eu não me importava com ela, apenas a ajuda que ela me prestava e o que ela havia acabado de falar eram de meu interesse.

– Eu sou a líder dessa ilha, onde está seu barco, irei com vocês até la, o tempo está diferente, pode haver alguns animais no caminha, vamos Gêmeos, sigam a linda moça e a irmã dela

A Ira não se instalou em mim desta vez, eu reconhecia minha situação e sabia que não estava facilmente reconhecível, tanto minhas vestimentas improvisadas quanto minhas longas madeixas loiras que cobriam meu rosto, impossibilitavam a jovem de realizar um reconhecimento mais sensato e lógico.

Apesar das dores na lombar, com cuidado, eu puxaria os cabelos loiros para trás, mesmo que desgrenhados, para deixar a jovem ter uma visão completa do meu rosto,

- Olá, Eu sou Gregory.

Diria num tom indiferente, apenas para que ela pudesse identificar que cometeu um erro, entretanto, não negaria ou confirmaria algo, apenas diria meu nome, de maneira seca e ríspida, não para demonstrar negatividade ao que ela disse, mas para tentar fazer-la sentir um leve calafrio e um peso natural na consciência, por ter feito o que fez.

A maior irritação que eu tive, não foi que minha dedução estivesse errada, foi que ela estava errada por um erro que eu cometi de propósito, isso me deixou incrivelmente chateado.

Afinal, se por acaso eu tivesse prestado mais atenção e avaliado melhor a situação antes do combate, eu teria a mão vencedora facilmente.

"Hoje foi o dia em que eu, literalmente, manchei o nome Holmes."

Pensei comigo mesmo, franzindo as sobrancelhas e relembrando dos momentos que tive com meu Tio, enquanto ele fazia sua consultoria criminal para a Marinha.

Não podia deixar de avaliar o detalhe estranho que eu via todas as vezes nele, o colarinho sujo de café, um café especial  cultivado apenas por nossa família para consumo pessoal. Aquele velho amava o café, e não havia nada mais nesse mundo que ele gostasse, além de tomar xícaras de café, toda manhã, tarde e noite. Apenas três xícaras por dia, ele era o mais metódico que podia ser. Entretanto, seu sorriso era como um pasto sem pastagem. Um mero movimento robótico que não continha um pingo de calor ou química.

O sorriso frio daquele homem não era algo que eu repudiava, entretanto, não apoiava aquele tipo de reação, apesar de seus métodos serem ótimos para se concentrar, "Ignorar tudo que não seja necessário para a solução, é o primeiro passo para obter-la."

Era uma frase muito dita por ele, todavia, irreal. A falta de emoções faz com que a confiança torne-se simples, como um fino pedaço de papiro, facilmente destruído.

Porem, meu pensamento se desenvolveu a um caminho diferente daquele que foi tomado por meu Tio. "Aquele que deseja encontrar a Solução, deve se expressar com emoções para que seja compreendido. Ainda assim, não deve se expressar muito, mas, o suficiente"

Mesmo com a frase que se tornará meu alicerce montada, minha mentalidade ainda era indiferente e altiva, era necessário que eu começasse a moldar aquele pilar de mármore que residia em minha mente, e por fim, transformar-lo numa grande estátua que representaria minha honra e glória no mundo todo. Além disso, me traria o reconhecimento pelos meus feitos, e causaria um impacto jamais sentido por toda a Família Holmes.

"Contudo, tamanha evolução não é possível, caso seja feita apenas por mim, eu preciso daqueles dignos de portar o mesmo futuro que o meu, aqueles dispostos a polir e esculpir a própria estátua. Para que possuam o reconhecimento, glória e valor que merecem no mundo, eles se tornarão os melhores, cada um na sua área, assim como eu. Todos serão, apesar de estrelas, faíscas para as Supernovas do futuro, a ascensão minha e daqueles que merecem estar do meu lado serão o ponto de impulso para nossos descendentes, que trarão o avanço necessário para todos. Trarão a Melhora no seu mais puro sentido. EVOLUÇÃO."


~ Flash Back ~


As luzes do grande salão da família Holmes estavam pouco acesas, apenas algumas, dando uma sensação tanto de escuridão quanto de luminosidade. eu estava sentado sobre uma cadeira de madeira com algumas almofadas, meu pai, sentado a minha frente, do outro lado da pequena mesa de estudos que eu utilizava para desenvolver meu intelecto.


- Lembre-se Greg, o seu sonho, fica no topo da montanha da vida, fortaleça sua mente e prepare o seu coração para a escalada, e quando chegar no topo e lhe perguntarem como conseguiu subir, você deverá dizer. "Eu não tinha força muscular o suficiente para escalar, então, subi com minha mente"


~ Flash Back Fim ~


"Se eu quero me tornar o maior Detetive do mundo, ou algo parecido, preciso da seriedade necessária para isso, chega de brincadeiras, o jogo é sério, e se não jogarmos a favor das regras, nós perdemos para nós mesmos, afinal. "O Homem é o Lobo do Próprio Homem"


Imerso em pensamentos, não diria mais nada a ninguém, a não ser Jane. Caso ela disse-se algo eu apenas diria "Só me ajude a chegar ao Barco, não consigo andar direito"

Eu a acompanharia e esperaria que ela disse-se para os homens a localização do nosso barco. Quando chegássemos no barco eu entraria com dificuldades, e me sentaria encostado no mastro central, enquanto pensava um pouco mais, sobre o meu futuro desenvolvimento.















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MensagemAssunto: sss   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptyDom 22 Abr 2018, 15:10



Narração
Alice e Gregory


Narração – Alice


Marco olhava para a situação e parecia não entender o que se passava, olhava para Alice e tentava entender a infância daquela garota, sabia que ela conseguia se cuidar, mas aquilo era um pouco demais, mas ele não julgava a garota, também tinha seus problemas, e o tempo deles era curto para ficar lembrando do passado.
- Garay, tenho um barco na costa, e precisamos de alguns suprimentos, se o senhor tiver algo sobrando, iremos navegar por alguns dias, e estamos famintos.

O homem ainda olhava para Alice, a garota havia contado sua história, sua infância não foi fácil, a menina tinha sido uma vítima afinal, seus traumas foram profundos, Garay parecia acreditar na garota – Eu tenho uns peixes fresco la fora, podem levar um balde deles, mas apenas um, eu tenho uma matilha para a alimentar, quanto a você Alice, me siga, posso te ensinar o básico hehe.

Garay deixava o Iglu com Alice em seu encalço, os latidos dos cachorros eram ouvidos la fora, Marco havia ficado dentro da cabana de gelo, e parecia descansar seu corpo. Passado algum tempo a dupla voltava, coberta de neve, Garay suspirava aliviado por estar novamente no aconchego so seu lar – Pronto, o balde com peixes está perto do varal onde está pendurado a pele de foca, pode pegar, tive uma noite cansativa, se não se importarem.

Marco levantava e dava um sinal com a cabeça para que Alice lhe acompanhasse – Muito Obrigado Garay, saiba que a Marinha lhe deve um grande favor, se precisar de algo, pode me procurar em Lvneel Kingdom – Marco se despedia do homem, este por sua vez já roncava, Rina cobria o corpo do seu pai, e despedia da dupla com um sorriso, Bolinha pulava nas pernas de Alice e rosnava para Marco.

A dupla agora voltava para o frio da pequena ilha de gelo, como prometido por Garay, era possível ver dois pedaços de madeira fincado na neve, uma corda ligava os dois, abaixo era possível ver dois baldes e pendurado algumas peles de foca. Marco caminhava e verificava o conteúdo do balde, realmente estava cheio de peixe, o cheiro não era dos melhores, mas era o alimento que tinham, e serviria para matar a fome – Vamos garota, os outros já devem estar no barco.


Narração – Gregory


Os gêmeos caminhavam a frente do grupo, enquanto Gregory e Jane os seguiam, a líder da vila Natasha caminhava um pouco atrás, no dizer da garota, a harmonia da ilha estava diferente, algum líder de matilha poderia ter sido ferido, pois, era comum ouvir vários lobos uivando ao fundo.

A nevasca batia na face dos rostos de todos ali, a caminhada começava a ficar complicada, mas os gêmeos pareciam conhecer bem o local, e com isso Greg e Jane tinham certa dificuldade em acompanhar a velocidade do grupo, a garota tinha uma respiração ofegante, o frio poderia fazer coisas estranhas com o corpo de quem não tinha costume com aquele clima, Greg fungava seu nariz a todo estante, o muco verde teimava em escorrer pelos seus orifícios nasais.

Os gemes paravam sua caminhada bruscamente fazendo com que Jane batesse sua cabeça nas costas de um deles, a garota caminhava com a cabeça baixa e não tinha prestado atenção a sua frente, Greg parava e com isso Natasha passava no meio dos dois e parava no meio dos gêmeos – Aquele devem ser seus amigos.


Narração – Todos


Marco colocava o balde em se ombro, enquanto Alice tinha ficado por conta de mostrar o caminho, a garota nascida ali conhecia bem o terreno, a dupla caminhava lentamente, a nevasca havia ficado mais forte, e Marco tinha dificuldade em caminhar. Após alguns passos, era possível ouvir alguém gritando ao fundo – MARCOOOO!! – A dupla virou, e era possível ver a figura esquia de Jane, com Greg ao seu lado, mas havia algumas figuras que Marco não conseguia identificar, o rapaz levantava sua mão livre, e com isso o grupo começava a caminhar ao encontro da dupla.

Jane caminhava a frente, e ao ver Marco lançava um sorriso, o rapaz cumprimentava a garota com um aceno de cabeça, Greg tomava uma posição ao lado de Alice, está por sua vez parecia tranquila com a situação, não demonstrava reação alguma – Esta e Natasha e seus amigos, ela e a líder da ilha e está nos ajudando – Marco colocava o balde no chão e agachava para olhar nos olhos da menina – Você e a líder dessa ilha? – A menina não entendia o tom de voz de Marco, e estendia o braço impedindo qualquer movimentação dos gêmeos – Sou, e quanto mais rápido saírem da ilha, mais rápido tudo voltara ao normal, vamos rápido até seu barco Marinheiro.

Marco dava de ombros e pegava o balde no chão e continuava atento aos movimentos dos capangas da garota. Alice caminhava a frente, Greg e Jane ficavam mais atrás, a frente já era possível ver a silhueta do barco, Natasha focava sua atenção em Alice, mas nada dizia.

Ao chegarem próximo a praia, Fabregas já aparecia na borda do navio para verificar quem se aproximasse, Marco continuava a caminhar com os Gêmeos a na sua retaguarda, e logo colocaram os baldes no convés, Fabregas ajudava o trio, seus olhos brilhavam pelo alimento em sua frente, enquanto isso, Jane, Alice, Greg e Natasha observavam o trabalho braçal dos homens, sabiam que ali não importava a quantidade, pois eles iriam apenas atrapalhar – Então finalmente vai sair da ilha matadora de animais? Por isso que os lobos uivam de felicidade, que morra no mar- Dito isto, Natasha dava as costas para Alice, e os gêmeos seguiam a menina, na hora de passar por Greg, um deles trombou seu ombro com o dele, o aspirante a detetive não esperava e caiu de bunda no chão, arrancando uma risada de Marco ao fundo.

Finalmente, tudo estava a bordo, Marco e Fabregas já abriam os baldes e começava a ver o que tinham dentro, Jane corria para subir ao barco, e sinalizava para que a dupla a seguisse, Fabregas gritava de felicidade – VAMOS SAIR DESSA ILHA !!



Willian West





Garay:
 
Marco:
 
Jane:
 
Rina:
 
Gemeos (Imagine dois desses):
 



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Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptyQui 26 Abr 2018, 02:25

"Rísivel" - 15


Music:
 


O meu estado atual no chão daquele navio, só não era pior do que minha situação psicológica, por que eu estava constantemente pensando coisas horríveis sobre mim mesmo, o fato de ter sido um fardo a todo momento e ter me limitado apenas a observar, talvez me tivesse trago até este lugar.

Eu apenas me levantaria, apertaria os braços ao redor do corpo para me esquentar mais e iria até a proa do navio, aguardaria a partida enquanto observaria o horizonte, a visão do céu que refletia o azul do mar, e das nuvens que navegavam naquele mundo aéreo, pra mim, eram como pirulitos para crianças. Eu não conseguia deixar de prestar atenção naquilo, Enquanto constantemente matutava comigo mesmo. A maior parte do tempo que eu passaria na proa, enquanto observava o horizonte, simularia diferentes situações e estratégias que eu poderia ter utilizado no dia de hoje, talvez isso demandasse tempo, mas era um tempo necessário, ao folhear todo o dia que eu havia passado, não pude identificar erro sequer em meu avanço, eu não poderia considerar uma decisão diferente da certa como um erro, afinal, cheguei a conclusão de que. - O único erro em viver, é ser humano. Uma realidade que eu não podia deixar repudiar. Na verdade, apesar do ódio que eu sentia por mim mesmo, eu também sentia o meu valor, apesar de inútil e parasita, apenas em existir a raça humana é perfeita, não existe outra raça sequer, capaz de transformar tanto o espaço, quanto a raça humana.

Não era por que eu considerava alguns humanos formigas operárias, que eu queira ser um quadrúpede, muito pelo contrário, é exatamente esse o fato de que eu preciso, entre os operários existe o melhor, aquele que se destaca das massas e se sobressai de todos, torna-se o próximo chefe dos operários então, esse era eu, e as poucas influências que o mundo tinha naquele momento.

No fundo eu sabia que as pessoas que estivessem muito nos holofotes no futuro, iriam mudar o mundo, e quanto mais rápido eu fosse capaz de chegar até lá, mais rápido eu faria parte do grupo que influenciaria o mundo.

Entre o dilúvio de lembranças, não pude deixar de notar, aquele nome que me veio a cabeça entre todo o pensamento. Quando notei, havia perdido o raciocínio completamente, não pro causa do nome, mas minha tosse e o espirro que eu dei em seguida, além de nojentos, eram a única coisa capaz de me tirar do sério naquele instante, porém, apesar daqueles irritantes problemas limparem meu raciocínio, o nome continuou em minha cabeça.

- J-ane, é claro, como poderia esquecer.

Balbuciei em voz baixa olhando para o horizonte, minhas reflexões anteriores me vieram a cabeça e eu fui seguindo a trilha de migalhas do pensamento, até retornar ao que eu disse a mim mesmo quando caminhava na direção do navio.  

Aquele que deseja encontrar a Solução, deve se expressar com emoções para que seja compreendido. Ainda assim, não deve se expressar muito, mas, o suficiente"


- Acho que eu tenho um pedido de desculpas a fazer.


Relutante, caminharia vagarosamente na direção da ala médica do navio, seguiria o caminho que eu já tivera conhecido, no caminho, procuraria por Jane, caso ela estivesse com alguém, aguardaria ela ficar sozinha, e então iria até ela, caso não a encontrasse iria até a ala médica para ver-la, provavelmente ela estaria la.

Em ambos os casos quando me aproximasse, suspiraria, uma chuva de pensamentos caia na minha mente naquele momento, e eu precisava filtrar cada gota, para que enfim, conseguisse o que eu precisava da água.

A vergonha e relutância me fizeram balbuciar um pouco ao falar, entretanto, eu falaria. Eu deveria me expressar um pouco para que conseguisse socializar, ou então, eu não teria sentido ali, além de olhos.

- A-A-Acho que eu lhe devo um pedido de desculpas. Diria com a cabeça inclinada para baixo, deixaria parte dos cabelos loiros caírem sobre o rosto e impedissem que ela visse meu rosto vermelho.

Apesar de frio, a relutância ainda existia, só era inibida pelo meu comportamento indiferente, entretanto, quanto mais eu pensava na quantidade que eu deveria me expressar, se estava exagerando ou sendo pouco.

Talvez uma interação social fosse algo que eu não tivesse muita experiência, talvez estivesse daquela forma, é como cozinhar pela primeira vez, mesmo que você siga tudo a risca, pode ter alguma coisa que saia errado.

Independente da sua resposta, eu diria.

- V-V-Você de bom grado me p-p-passou seu conhecimento, eu sequer agradeci. A Senhorita merecia essas desculpas.

Suspiraria novamente, como uma bomba d'agua, tentaria expulsar parte do nervosismo, todavia ele ainda residia em mim, e eu ainda me sentia desconfortável tendo de fazer aquele pedido de desculpas, era um tapa na cara dos Holmes, e desta vez, de propósito.


Apesar de já ter feito o que devia fazer, ainda havia algo preso em minhas entranhas que eu precisava liberar, Murmuraria um pouco mais calmo desta vez, afinal, não era algo tão sério quanto antes, e eu aproveitaria a frase como um gatilho para tentar me acalmar.

- Desculpe a pergunta mas, a senhorita sentiu medo? Sabe, naquela hora, com aquele homem alto.

Independente da sua resposta, eu diria.

- Sabe, o medo, é uma deficiência que leva a derrota, mas, o problema é que o medo é hereditário, passa de pai para filho como um vírus e você não pode escapar dele, só inibir-lo. E é isso que eu faço, apesar de não funcionar, eu senti muito medo naquela luta, quando ele me jogou na neve.

- Sabe, eu espero que todos nós possamos nos ver de novo quando eu entrar na marinha, seria divertido trabalharmos juntos novamente.

Imaginei que uma frase como essa, deveria vir acompanhada de um sorriso sincero, mas minha tentativa foi falha, pois no momento em que eu iria sorrir, sentiria uma dor aguda na lombar, que me faria congelar o sorriso e me sentar no chão do navio na mesma hora, e em seguida me encostar na parede para cochilar por um breve período.

Caso Jane falasse alguma coisa, eu apenas, sorriria para coisas felizes, franziria as sobrancelhas para coisas tristes que ela disse-se.

A única coisa que havia me deixado incrivelmente satisfeito naquela hora, era o sentimento de finalmente estar deixando, aquele inferno gélido.
















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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptyQui 26 Abr 2018, 15:16


     
Em fim saindo da ilha

Por fim as negociações tinham ocorrido bem, então já era hora de voltar para o navio com o alimento. A menina se mostrava carinhosa com seu pai, o cobrindo quando o mesmo havia apagado. Não  havia reparado que ele estava tão cansado. O Filhote se esfrega em meu pé então descido fazer um ultimo carinho  em sua cabeça, antes de sair falo.

-Alice–Adeus, logo estaremos de volta para honrar o acordo.-

Após isso sairia na frente para guiar o caminho, deixando Marco com o pesado. Não demorou muito para que ouvíssemos uma voz familiar, era a medica que havia tratado minha mão.  Pelo visto ela estava com a líder da vila, ótimo ela se mostrou mais esperto e eficiente que Marco, talvez ele devesse se tornar a líder.  Caminhamos em direção deles.

Após uma breve conversar  ficou claro que Natasha queria que os marinheiros saíssem da ilha o mais rápido possível. Uma decisão esperta, afinal não se sabia se os marinheiros iriam ser atacados novamente, e isso poderia acabar fazendo vitimas na ilha. Ela nos guiou pessoalmente até o barco, no caminho era possível ver ela me  focando, mas simplesmente ignoraria. Mary estaria mais relaxada que o normal, caminhando logo ao meu lado, normalmente ela estaria atenta a sua volta temendo algum ataque, mas agora ela estava mais tranquila. Pois sabia que se alguém se aproximasse os animais de Natasha perceberiam.  Já Vermelha parecia irritada com  a menina nos encarando;

-Vermelha–Quem essa pivete quem chegou a menstrua ainda pensa que é? -

Ao chegar no navio Natasha percebeu que estava  saindo da ilha junto com os marinheiros e falou:

– Então finalmente vai sair da ilha matadora de animais? Por isso que os lobos uivam de felicidade, que morra no mar-

Com isso ela dava as costa para mim, mas simplesmente responderia sem carregar sentimentos na minha voz.

-Aliced–Estão uivando de felicidade?  Ainda tenho muito a aprender então, já que pensei que estavam uivando para procurar seu líder que matamos. -
Após  isso escutaria  falar que estaríamos partido. Embora quisesse sair dessa ilha sem graça por simplesmente me sentir mortalmente entediada aqui, não teria felicidade em  finalmente estar fazendo isso. Mary também parecia indiferente embora possa sentir um pouco de felicidade vindo dela. Já Vermelha estava dando pulos de alegrias vibrando conforme o Barco se movimentava.

Eu simplesmente ficaria perto do timão do navio, atenta a minha volta. Procurando qualquer coisa que pudesse sinalizar uma ameaça no horizonte. Afinal  esse navio já tinha sido atacado quando estava com muito mais pessoas , não seria nada difícil nos atacar quando  ele esta enfraquecido.



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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptySab 28 Abr 2018, 23:11



Narração
Alice e Gregory


Narração – Todos

Finalmente o barco zarpava daquela ilha que mais parecia um pedaço de gelo, a temperatura ainda permanecia fria, mas o calor nos corações dos tripulantes aquecia seus corpos, a sensação de finalmente continuar sua missão dava uma revigorada em todos, principalmente em Marco, que estampava um sorriso em seu rosto, Fabregas dava as ordens, mesmo sendo uma patente abaixo, indicava para onde seguir, e Marco fazia o possível no timão, mas era evidente sua falta de intimidade com aquele objeto.

Felizmente, tudo corria bem, o barco avariado começava a pegar velocidade com o vento, o grupo de marinheiros seguiam para Lvneel, e consequentemente seria está o destino de Alice e Gregory. O rapaz observava o horizonte, a gripe ainda lhe atacava, soltando alguns espirros de vez enquanto, mas parecia estar melhorando, Alice caminhava até a borda e parecia preocupada com algo, pois, olhava ao redor do navio, procurando por algo ou alguém, a menina parecia não sentir saudade a sua terra, partia sem deixar receio e seguia rumo a uma nova vida.

Gregory passava seus olhos pelo barco, parecia procurar por Jane, mas esta não se encontrava ali, o rapaz seguia até a enfermaria, e como suspeitava a moça estava la, ela colocava um pano molhado na testa de Gustav, que parecia não ter melhora alguma, o cheiro vindo dos seus machucados ainda incomodava, mas ambos já estavam acostumados – Oh, está se sentido mal? – A moça virava sua atenção para o rapaz, que estava em pé na porta, mas Greg mesmo com o resfriado tinha outras intenções.

O rapaz começava a pedir desculpas a moça, e explicava que era pelo fato de anteriormente ele não ter agradecido por ela ter lhe ensinado sobre anatomia humana, a moça se sentava na cadeira e colocava seu par de pistolas na mesa, dava um sorriso e fazia sinal para que Greg senta-se na cama vazia – Não precisa se desculpar, so use o que lhe ensinei para o bem -o rapaz parecia incomodado com a situação, um pouco nervoso talvez, seja pelo fato da bela moça a sua frente, ou por não ser do seu feitio pedir desculpas a alguém.

Mas posteriormente, o jovem se sentia melhor na presença da moça, e perguntava sobre a situação que havia passado, se ela sentira medo daquele homem loiro – Medo? Acho que sim, mas isso não e uma coisa ruim, faz com que você fique alerta, bem o que eu acho – Greg continuava explicando o que achava do medo para a moça, está apenas balançava a cabeça concordando com o mesmo, e vez o outra passava sua mão no rosto para colocar seus cabelos atrás da orelha – Então você vai entrar pra Marinha mesmo? Acho que você se dará muito bem, tomara que nos ajude em Lvneel, você vai gostar do Capitão Eric

Alice por sua vez, andava pelo barco verificando o perímetro, Marco seguia a garota com seus olhos, o homem começava a se irritar com a menina – Ei, garota, você nasceu nessa ilha ne? Por que você quer sair dela? Bem eu entendo que e o fim do mundo, mas qual seu objetivo? Não vai me dizer que quer virar uma Pirata haha.


Willian West





Fabregas:
 
Marco:
 
Jane:
 



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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptyTer 01 Maio 2018, 10:25


     
EM FIM SAINDO DA ILHA 2

Notei que Gregory assim que entrou no navio seguiu a doutora para dentro da cabine, o que não era surpresa pela aparência acabada dele, ele provavelmente estava buscando algum tratamento com a doutora, embora ele saiba que não tem remédio no navio, então a receita seria a mesma, permanecer em repouso. A vermelha olharia para o Gregory entrando na cabine e falaria com um tom de voz alegre e maldoso:

-Vermelha–Eu acho mais provável que ele esteja querendo paquerar a mesma, Devo dizer que ele tem coragem, afinal tentar paquerar alguém com o nariz escorrendo não é pra qualquer um -

Olharia em direção a Vermelha, que estaria encostada no mastro principal do navio. Eu estaria confusa tentando achar uma lógica por trás disso. A única que eu achei foi que devido a Gregory estar ferido e a Doutora ter tratado dele com um certo carinho Gregory pegou afeto pela mesma. Infelizmente isso gerou outra duvida, Se eu fosse uma pessoa normal com eu também teria pegado algum afeto pela doutora?

Estaria concentrada em meus pensamentos quando ouço Marco falando comigo:

– Ei, garota, você nasceu nessa ilha ne? Por que você quer sair dela? Bem eu entendo que e o fim do mundo, mas qual seu objetivo? Não vai me dizer que quer virar uma Pirata haha.

Marco estava no timão, o que eu achei ridículo. Afinal não era ele que era o navegador, e aparentemente ele estava tendo dificuldades no manejo, então seria mais logico colocar o navegador no controle do barco e acatar o que o navegador pedir para ajudar no controle do mesmo. Mas ele era o superior então iria me focar em apenas responder o que me foi perguntado.

-Alice–Sim eu nasci nessa ilha, O motivo para eu querer sair dela? Ela é simplesmente muito entediante. Todo dia a mesma rotina, procurar algo para comer e tentar não morrer congelada . O que eu tenho como objetivo? Como eu havia dito anteriormente, eu desejo me tornar uma marinheira. Se eu planejo ser uma pirata? Se eu fosse me tornar uma pirata eu seria caçada pela marinha e...-

Enquanto estava respondendo a última pergunta, nossos olhos iriam se tornar vermelhos e um sorriso iria aparecer em nossos lábios enquanto eu respondia olhando nos olhos de Marco deixando uma intenção assassina escapar enquanto falávamos:

-Vermelha– Nós preferimos ser aquelas que caçam -

Tão rápido como surgiu a intenção assassina sumiria e meus olhos voltariam a cor normal juntamente com meu rosto sem expressão. Ainda prestando atenção em nossa volta tentando prevenir qualquer ataque falaria com Marco sem prestar atenção no mesmo.

-Alice–Como é Lvneel?-

Perguntaria tentando obter mais informação de onde íamos, torcendo para que Marco tivesse pego essa missão pelo menos sabendo como era a ilha que ele teria que ir, ou que pelo menos ele já tivesse ido nela.




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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptySex 04 Maio 2018, 00:53

"Olá" - 16


Music:
 


A conversa com Jane foi muito agradável para mim, mas não evitou que eu sucumbisse ao meu cansaço e cochilasse, deitado ou não na cama eu ficaria ali, com a boca levemente aberta para conseguir respirar durante o sono.

Naquele instante eu simplesmente me entreguei aos meus instintos, aproveitaria o sono mesmo que passageiro, e ao mesmo tempo, curtiria a viagem,  naquele instante tudo o que tivera me acontecido naquela ilha passou pela minha cabeça num flash enorme enquanto cochilava.

Eu não pude deixar de focar nos momentos mais risíveis que aconteceram comigo, principalmente a leve surra que eu sofri daquele loiro inútil. O meu pensamento melancólico se dava ao fato de que eu poderia ter vencido aquele brutamontes se tivesse pensando um pouco mais, eu estava somente envergonhando o nome Holmes nos últimos dias.

Depois que cochilasse, me levantaria, ainda um pouco cansado, caso Jane estivesse na salinha eu daria um aceno para ela com a mão direita e um sorriso, o mais caloroso que eu pudesse.


Voltaria ao convés do navio, sem pensar, procuraria pela jovem que nos ajudou em nossa pequena jornada pela ilha gélida, quando me aproximasse eu daria um sorriso fino e diria.

- Você se sente feliz em começar a desbravar o mar agora? Afinal, isso foi só o ponto de impulso para muitas aventuras futuras pra você.


Independente da sua resposta, eu olharia para a jovem com um olhar solene, logo após fungar um pouco, e então perguntaria.


- Qual a sua definição de justiça moça? Estive observando a senhorita um pouco, e gostaria de saber. Não sei se você se tornará uma marinheira assim como eu, mas eu acredito que esse tipo de reflexão filosófica seja bom para o meu auto-desenvolvimento.

Perguntaria e esperaria por sua resposta, atento.
 















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"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

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Citação :

- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
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West
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptySex 04 Maio 2018, 10:31



Narração
Gregory e Alice


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O barco cortava o oceano como uma faca quente passando pela manteiga, Fabregas podia não ser um grande guerreiro, mas tinha outras habilidades que o coroava como o mais importante naquele barco, o rapaz conduzia com maestria o timão do barco, houve uma pequena discussão quanto a isto, tendo em vista que Marco queria guiar o barco, mas não tinha noção de como, e no final rendeu-se e passou o trabalho para seu colega.

Alice parecia meio perdida no convés, o Marinheiro procurava puxar assunto com a garota, já que não havia muito o que fazer, a moça explicava que queria entrar na marinha, queria sair da ilha pela monotonia que continha ali. Alice parecia curiosa com a cidade que iriam, afinal tudo era novo para ela, Marco se encostava na borda do barco e olhava para o fundo do mar, buscando lembranças boas daquele Reino – Vindo do fim do mundo, você irá gostar bastante de lá, e a maior cidade do North Blue creio eu, por ser a mais próxima da Grand Line, tem um Rei que vive la, mas não quero estragar sua surpresa, quando você ver o grande castelo ira ficar de queixo caído hahaha – enquanto terminava sua frase sacava seu maço de cigarro e acendia um em sua boca.

Enquanto isso, Greg adormecia recostado no canto da sala, o cansaço da sua luta anterior ainda era sentido em seu corpo, a lembrança do brutamonte lhe cravando no chão gélido da ilha o atormentava em seus pensamentos, acordado pelo solavanco do barco, o rapaz decidia sair do aconchegante local que se encontrava para respirar um ar mais puro, Jane estava adormecida sobre a mesa, e Gustav estava desacordado na cama, e ainda não demonstrava sinal de melhoras.

Caminhando para fora da sala, o vento gélido apenas agravava o resfriado do rapaz, fazendo com que seu nariz escorresse mais do que antes, mas não lhe atrapalhava em nada que fosse importante, era apenas uma imagem grotesca, aproximando-se da dupla que conversava escutava algo sobre a descrição da ilha que estavam a caminho, Marco notava sua aproximação e resolvia saber mais do rapaz – Apaixonou-se pela Jane? Hahaha ela e uma mulher dura rapaz, não sei se daria conta – o cigarro era colocado novamente em sua boca e a fumaça era expelida por suas narinas – Que raios você estava fazendo nesta ilha? – perguntava Marco enquanto olhava para o horizonte, Fabregas cantarola alguma canção que não era possível escutar com clareza pelo vento que soprava ali.

Willian West


Fabregas:
 
Marco:
 
Jane:
 



Status:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 5 EmptySex 04 Maio 2018, 21:56


     
EM FIM SAINDO DA ILHA 3

Marco pareceu pensativo antes de responder minha pergunta:

– Vindo do fim do mundo, você irá gostar bastante de lá, e a maior cidade do North Blue creio eu, por ser a mais próxima da Grand Line, tem um Rei que vive la, mas não quero estragar sua surpresa, quando você ver o grande castelo ira ficar de queixo caído hahaha-


Mary deu um pequeno sorriso em imaginar me vendo com o queixo caído, já Vermelha parecia. Eu estava mais interessada em ouvir falar mais da Grand line. Minha ilha era um local pequeno as notícias que vinham de eram vindas de mercadores que passavam para negociar, então não tínhamos muita informação sobre a Grand Line. Mas antes que eu pudesse perguntar alguma coisa sobre ela veria Gregory se aproximando de mim.

- Você se sente feliz em começar a desbravar o mar agora? Afinal, isso foi só o ponto de impulso para muitas aventuras futuras pra você.-

A aparência de Gregory não parecia ter melhorado muito,na verdade ele estava lamentável. Realmente como Vermelha havia dito, ele deveria ser corajoso ou burro para tentar cortejar a doutora nesse estado. Mas o que ele falou me deixou pensativo. “Eu estou feliz por ter saído da ilha?“ Iria Pensar comigo mesma, me perguntando. tentando me analisar. Infelizmente só encontraria um enorme vazio, eu não estaria sentindo nada em relação a viagem.

“Então por que eu teria me dedicado tanto a sair daquela ilha?” Olhando para Mary eu notaria que ela aparentava estar feliz. Mas a felicidade dela era por ter cumprindo a missão que eu havia dado para ela. Então ela não seria o motivo para eu querer ter saído da ilha. Olharia para a Vermelha a felicidade dela era evidente, ela estava feliz, na realidade eu não me lembrava de ter algo como tédio da monotonia, mas a Vermelha tinha. Ela queria matar coisas diferentes conhecer outros lugares.” Eu estou deixando a vermelha me influenciar? “ Essa seria a conclusão que iria tirar, mas no fim não me importava com o fato de ser influenciada, os sentimentos que a Vermelha me trazia me eram agradáveis, e isso era tudo que importavam. Após tirar minhas conclusões simplesmente responderia para Gregory com um rosto sem expressão e uma voz sem carregar qualquer sentimento.

-Alice–Eu sou um ser vivo defeituoso, não possuo sentimento como felicidade, mas parte de mim parece estar feliz com o fato de sair da ilha para ir de encontro com novas aventuras.-

Falaria isso notando a vermelha caminha em minha direção vindo por trás de Gregory com um sorriso diabólico no rosto:

-Vermelha–O gatinho disse mais cedo sobre a Grand line, pede pra ele falar mais sobre isso -
Dizendo isso ela iria encostar em Gregory utilizando o ombro direito dele de apoio. Vermelha havia se mostrado curiosa sobre a Grand line, imaginando que ela encontraria novos desafios lá, mas por hora iria ignorar os pedidos dela, pois Gregory parecia querer falar mais.

- Qual a sua definição de justiça moça? Estive observando a senhorita um pouco, e gostaria de saber. Não sei se você se tornará uma marinheira assim como eu, mas eu acredito que esse tipo de reflexão filosófica seja bom para o meu auto-desenvolvimento.

Não esperava por essa pergunta, ele parecia estar me estudando, como se estivesse fazendo um teste, mas realmente não me importava com isso. Julgando pela aparência dele ele não parecia ser ninguém importante então responderia honestamente a pergunta que ele havia me feito.

-Alice–Justiça é feito pelo mais forte, os mais fortes decretam o que é correto e o que é errado, assim como os vencedores das guerras que escrevem a história-

Após isso eu iria querer perguntar o capitão sobre a Grand Line, mas aparentemente o Marco queria falar um pouco com Gregory então esperaria pacientemente a conversa deles acabar.

A todo momento estaria atenta a minha volta, procurando qualquer sinal de perigo. Também tentaria analisar a situação de meu braço tentando ver se o mesmo já estaria melhor.




historico:
 

Objetivos:
 

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