One Piece RPG
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [MINI - DJ GBR] 01 | Eco
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor DJ GBR Hoje à(s) 20:00

» The Victory Promise
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor Alê Hoje à(s) 18:22

» Escuridão total sem estrelas
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor K1NG Hoje à(s) 18:21

» Garfield Henryford
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 17:19

» O começo do grande catálogo! Aventura na ilha das flores
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor Kiomaro Roshiro Hoje à(s) 15:26

» Contrato de Sangue
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor Coldraz Hoje à(s) 14:47

» Tyrael Silverfang
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 14:13

» Akira Suzuki
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 14:10

» O início de uma aventura. Em busca do topo!
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor Quazer Satiel Hoje à(s) 13:58

» Leon Ari Nefesh
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:52

» Jhonathan Wolf
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:42

» Daniel Fried Hanz Von Joseph
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:35

» O início da pesquisa.
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:22

» Cap.1 - O primeiro passo!
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:17

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 13:12

» II - Eternas Ondas
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor Mephisto Hoje à(s) 12:28

» II - Aliados
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor Hunson Hoje à(s) 09:05

» Vermelho
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor annavitoria Hoje à(s) 08:27

» Saindo das sombras
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor annavitoria Hoje à(s) 08:07

» O Sapo Mágico
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 05:35



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 50
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptyDom 18 Mar 2018, 18:40

Relembrando a primeira mensagem :

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alice Levith. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Magma
Soldado
Soldado


Data de inscrição : 20/09/2014

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptyDom 08 Abr 2018, 21:57

"Bonito, Inteligente e Perigoso." - 07




Bonito, Inteligente e Perigoso. São ótimas palavras para me descrever, mas não para que eu mesmo me descrevesse, eu não sou nenhum narcisista, só um sociopata egocêntrico que acha que consegue descobrir tudo só de olhar. Mas eu não poderia negar que mesmo Fabregas quase me batendo, eu me senti incrivelmente satisfeito com o resultado de minhas descobertas.

" A natureza humana é tão engraçada, ele não negou nada, enquanto algumas coisas ele alegou, outras ele não falou a respeito, mas se formos contar pelo fato de que ele tem habilidades que seu líder Marco não queria que utilizasse, talvez eles tenham um passado mais sombrio do que eu esperava. Talvez seja melhor não me intrometer mais."

Daria alguns passos para a frente e ficaria ao lado de Fabregas, Observaria as tábuas de madeira, observando bem seu tamanho, me agacharia e casualmente tentaria levantar uma com apenas um braço, caso não fosse tão pesado, eu começaria a empilhar uma por uma, toda vez que eu colocasse uma tábua por sobre a outra eu tentaria erguer todas com apenas um braço, se por acaso o peso chegasse a um limite que eu não conseguisse levantar com um braço apenas, eu começaria a retirar as tábuas que coloquei uma por uma até chegar a um peso que não fosse nem tão pesado nem tão leve, o suficiente para que eu pudesse levar sem ter de exercer muita força naquilo. Casualmente durante as ações daria algumas fungadas com o nariz, para puxar o irritante catarro de volta a onde não deveria ter saído. Eu sentia uma vontade incessante de limpar o nariz com aquele agasalho, mas não o fiz, por respeito a jovem que me havia cedido ele.


Durante as ações procuraria por cordas ou objetos que pudessem ser utilizados para amarras as tábuas que eu aguentava levar, caso visse tal objeto, o pegaria e tentaria amarrar as tábuas juntas, daria um nó simples, apenas bom o suficiente para firmar todas as tábuas que ficariam entre meu braço e o meu corpo. Durante as ações, ocasionalmente daria uma olhada para Fabregas.

- Não me leve a mal, eu disse, é um mau bom costume, não faço isso por que eu quero, fui criado assim. Então, a partir de agora seremos amigos tudo bem?.

Eu daria a Fabregas um sorriso sincero e em seguida ergueria o braço direito, sinalizando que queria cumprimentar-lo.


- Só mais uma pergunta, espero não ofender você de novo. Qual a ligação de Marco e a pessoa que vocês estão preocupados? E, você foi o ultimo a se unir a eles? Ou foi o que se uniu mais recentemente?

As perguntas que fiz foram meramente lançadas para que eu desenvolvesse ainda mais a Ciência que eu estava criando, pensando bem, se fossemos parar para relembrar o passado, se aquele maldito tio não tivesse me feito pegar gosto por caçar bandidos/assassinos e outros tipos de foragidos da lei, eu jamais estaria nessa ilha congelando, talvez estivesse jogando xadrez com algum conde chato, não, eu minto. Ele não foi um maldito, foi um salvador, me tirou da vida chata da Burguesia para uma vida mais agitada e divertida, tenho que agradecer a ele qualquer dia.


Independente das repostas de Fabregas eu me levantaria, agora, de pé observaria um pouco melhor a casa em que entramos, notaria o cheiro de hidromel espalhado no ar, não pude deixar de notar também, além da manopla cheia de poeira, as garrafas de hidromel e rum na estante. Minhas lembranças fizeram uma rápida viagem para segundos atrás quando perguntei a moça se ela estava bem, o sangue me indicou que não era um arranhãozinho, e apesar de que ela parecia não se importar com aquilo, existiam amantes da dor em todos os lugares, e eu naturalmente não ligava para isso. No entanto, apesar do desdém mascarado que me foi proposto pela jovem, meu senso de humanidade pesava em toda a balança da minha existência e me tornava suscetível a ajudar-la.


Eu caminharia até a estante e pegaria uma garrafa de hidromel e outra de Rum, a de Rum, colocaria no bolso do agasalho, enquanto a de hidromel eu tentaria abrir com a mão oposta a que estivesse segurando. Finalmente caso conseguisse abrir a garrafa eu iria ingerir o líquido dentro, diziam as lendas que ajudava com o frio.

Sobre as tábuas de madeira, eu pegaria elas com a mão livre, afinal eu havia selecionado o peso suficiente que eu conseguisse levar com apenas um braço, colocaria a madeira entre o braço  e meu corpo, e para finalizar, tomaria metade da garrafa de hidromel numa golada. Colocaria a garrafa sobre a mesa ao lado da que já estava la e em seguida caminharia até onde a manopla empoeirada se encontrava, eu apenas encaixaria a mão livre com cuidado dentro da manopla, e no fim movimentaria os dedos dentro dela, apenas para sentir a firmeza ali.

- Só é velha e está sem o outro par, mas posso utilizar por um tempo.

Finalmente diria - Acho que podemos ir, Fabregas. Caminharia na direção da porta numa velocidade normal, observando com cuidado para não esbarrar em nada ou ninguém. Caso encontrasse a jovem novamente eu levaria a palavra a ela. Pegaria a garrafa de Rum com cuidado do bolso do Agasalho e entregaria a ela.

- Imaginei que você fosse precisar disso, é bom pra feridas, além disso é um ótimo afoga a dor. se é que me entende.

Depois de entregar a bebida, observaria um pouco as ações da moça e então diria.

- A propósito eu me chamo Gregory. Gregory Holmes.

Daria uma piscadela, e em seguida faria uma carranca, afinal aquele é o fatídico momento em que eu dou uma longa fungada para puxar todo o catarro de volta para bem fundo no meu nariz. Eu não era o tipo de pessoa que ficava irritada, mas convenhamos, quem não fica um pouco irritado com gripe? Acho que ninguém.

Esperaria que todos estivessem prontos, para enfim, começarmos nossa caminhada de volta ao barco. Eu tomaria cuidado durante a caminhada, observaria bem o chão para não acabar caindo e me machucando com aquele monte de tábuas de madeira que eu carregava, e também ficaria atento para não bater em nada ao meu redor com as tábuas, tanto poderia danificar as tábuas, quanto machucar alguém. Quando chegássemos no barco eu pediria uma ajuda para embarcar as tábuas e então as embarcaria. E por fim, eu entraria no barco.

Durante o percurso eu não poderia deixar de indagar.

- Eu não me importo com o dinheiro, o pagamento que eu quero é uma carona até a ilha mais próxima, simples, assim. Sem falar que eu sou uma ótima pessoa para se levar consigo em missões, Fabregas é a prova viva disso, não é rapaz?


Daria um sorriso caloroso a Fabregas, e em seguida voltaria minha atenção a caminhada complexa.







Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[] - Perícia, Só em Anatomia Humana mesmo, é o que eu tenho em mente por enquanto.
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..



Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
t4mpa
Civil
Civil
t4mpa

Créditos : Zero
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 3010
Data de inscrição : 30/09/2015

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptyDom 08 Abr 2018, 22:12


     
AINDA BEM QUE TENHO DUAS MÃO

Quando íamos pegar a adaga da cintura de Marco fomos impedidas pelo mesmo  enquanto  ele falava:

- Eu te dou garota, não precisa ficar roubando minhas coisas, que merda de menina esquisita

Ele parecia não gostar da minha atitude, mas nós não poderíamos nos importar menos com isso, iríamos fazer biquinho enquanto pegávamos a adaga que ele nos oferecia e iríamos falar  com uma voz sexy:

- Vermelha–Mas daí não poderia te provocar. -

Marco parecia mais desconfiado  de nós do que do lobo, mas novamente não poderíamos nos importar menos com isso, no momento tudo que nos importava era o lobo branco em nossa frente. Iria tomar a frente e o marco ficaria ao meu lado, ele parecia ter ficado em péssimo estado, talvez isso não tenha sido somente  por essa luta, ele já poderia estar cansado antes mesmo de ter chegado a essa luta.

O lobo correu em nossa direção em  alta velocidade, infelizmente não tivemos tempo  de tirar  nossa mão esquerda a tempo.O lobo a mordeu juntamente com a adaga.  Além  do lobo ser mais rápido do que o normal ele era mais forte também pois  me lançou como se eu não fosse nada.  Mas antes disso consegui rasgar a barriga do mesmo,  o fazendo vacilar e abrindo uma abertura para que Marco o matasse.Uma aura assassina saiu do corpo de Marco, o que fez nosso coração bater mais rápido.

Iríamos ter certa dificuldade em nos levantar, pois o estrago em nossa mão parecia ser feio. Mas não iríamos nos importar com isso, agora não era hora de nos importar com isso. Iria levantar utilizando minha mão boa para auxiliar e iríamos caminhar lentamente em direção a Marco.

Sangue  iria escorrer da minha mão esquerda manchando meu sobretudo e a neve branca, mas isso não nos importava.  Iríamos segurar fortemente  o cabo da adaga com minha mão direita, uma aura assassina vazava do meu corpo.  Nossos olhos iriam estar travados em Marco, ele havia se provado ser um alvo apetitoso e agora  que ele estava enfraquecido seria a oportunidade perfeita de matar ele. De levá-lo ao desespero.

Quando chegássemos a três metros do alvo nosso corpo vacilaria, mas sem chegar a cair, lentamente nossos olhos iriam voltar a ser azul e o sorriso iria desaparecer de meu rosto. Não havia vantagem em matar Marco, então não poderia permitir que a Vermelha fizesse isso. Então expulsaria a mesma de meu corpo

- Vermelha–Droga.... Isso seria tão divertido.-

Vermelha protestaria fazendo beicinho e batendo forte o pé direito contra a neve, eu apenas ignoraria a atitude infantil dela e seguiria até o lobo para tirar a adaga da boca dele. Após pegar as adagas seguiria até Marco. Chegando a três metros de distância do mesmo pegaria as adagas pela lâmina com cuidado para não machucar minha única mão boa e as ofereceria para Marco.

Caso ele não pegasse as adagas guardaria em minha cintura as mesma, mas independente se ele pegasse elas ou não iria oferecer minha mão direita para ele se apoiar para levantar enquanto falava:

-Alice–Vamos, vou te ajudar. Não podemos ficar parados aqui por muito tempo, terá bastante tempo para descansar quando chegar no seu navio. -

Caso ele aceitasse minha ajuda eu iria oferecer meu ombro para que ele se apoiasse e seguiríamos em direção a cabana para ver por que  eles estavam demorando tanto. Com ele aceitando minha ajuda iria deixar minha mala para trás, afinal iria ser carga desnecessária. Caso ele recusasse minha ajuda iria pegar a mesma com minha mão boa e seguir para cabana

A Vermelha iria saltitando na frente, seu período de birra havia passado rápido, pois após um longo tempo ele finalmente havia saído para brincar então seu humor estava excelente, Mary continuava seguindo ao meu lado com os olhos focados em minha mão. Que por sinal estaria doendo muito, poderia sentir a mesma latejando parecendo seguir o ritmo do meu coração, mas não ajudaria ficar reclamando disso. Mas isso não significava que não poderia me aproveitar disso, antes mesmo de chegar na cabana olharia para Marco e falaria:

-Alice– Vou querer o dobro do pagamento-

Se ele olhasse pra mim com olhos descrente, ou reclamasse eu iria mostrar minha mão machucada para o mesmo e falaria novamente:

-Alice–Eu servi como escudo de carne pra você, chamei a atenção dos lobos , mas eu também me contentaria se  você me levasse para a ilha que você está indo, sem falar que vou querer um medico -

Quando chegasse à cabana procuraria algum álcool para jogar em cima das minhas feridas, Sabia que álcool ajudava a não infeccionar as feridas. Iria pegar o hidromel e jogar sobre minhas feridas cerrando meus dentes para não gritar de dor. Meus olhos iriam lacrimejar, mas não poderia fazer nada sobre isso, isso seria uma reação natural do corpo.  Após derramar um pouco de rum em meus machucados iria beber um gole do mesmo, tentando esquentar meu corpo por dentro. Feito isso oferecia para quem tivesse ali. Se ninguém quisesse eu iria deixar a onde eu encontrei.

Iria enxugar minhas lágrimas com alguma parte da manga de meu sobretudo que estivesse limpa e após isso iria até o homem que estava com um de meus sobretudos e iria falar:

-Alice–Você poderia me dizer seu nome novamente?  Não prestei atenção da primeira vez, e você se provou mais útil do que eu pensei. -

Eu  iria chegar até o marinheiro que eu havia descoberto ser um carpinteiro e falaria para o mesmo:

-Alice–Não pode utilizar essa madeira como um trenó improvisado? Descemos esse morro em cima dele, e depois utilizamos uma corda para puxar a mesmo, vai ser melhor do que ir carregando ela por todo o caminho. Quando chegarmos lá desmontamos o trenó e utilizamos a madeira. -

Caso ele falasse que não tem corda eu falaria:

-Alice–Utilizamos a pele de urso, cortamos em pedaços e depois amarramos eles. -

Caso ele falasse que a ideia de fazer um trenó fosse inviável, acreditaria nele. Afinal ele era o carpinteiro. mas falaria:

-Alice–Mas seria viável botar as madeiras em cima do colchão e amarrar uma corda no mesmo para puxar? -

Com tudo pronto, quer minhas ideias tenham sido ouvidas ou não iria em direção ao navio.  Sempre atenta à minha volta durante o caminho.





historico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 01:24

Narração – Gregory

A cabana na qual Gregory e Fabregas se encontravam estava quente devido ao fogo na lareira, o jovem seguia o Marinheiro até onde as tabuas estavam, após sentir o peso de uma, assim como Fabregas, ambos chegaram a conclusão que não daria para levar todos sozinhos, cada um conseguiria levar 3, sobrando 2. Gregory verificava se havia alguma corda no recinto, para que pudessem amarrar a madeira, para que ficasse mais fácil desce-las até o barco, e durante esse momento para explicar o porquê do interrogatória la fora.
- Não me leve a mal, eu disse, é um mau bom costume, não faço isso por que eu quero, fui criado assim. Então, a partir de agora seremos amigos tudo bem?

Fabregas voltava seu olhar para o rapaz, seus olhos pareciam cansados, sua postura já não era a mesma, o rapaz parecia mais cansado do que antes – Claro, podemos ser amigos sim – Gregory então pedia para entender melhor a situação, perguntando sobre a relação dele com Marco.
- Eu não tenho autorização para falar sobre a missão, mas eu sou apenas um Soldado, me alistei a pouco tempo, o Marco está um cargo acima ele e um Sargento, mas ele já devia ter subido de cargo a muito tempo, não nos unimos ou coisa do tipo, fomos designados para uma missão, apenas isso, você gosta muito de fazer perguntas ne? – Fabregas vasculhava a prateleira, colocando em seu bolso cada coisa que lhe fosse útil.

Gregory também não ficava para trás, vasculhando a casa atrás da corda, todavia, seu olfato o levou a garrafa de hidromel que estava na estante, o rapaz então pegava a garrafa de rum e de hidromel, a de rum ele guardava em seu bolso, e a de hidromel sem muito esforço era aberta, o cheiro invadia o local, mas talvez pelo resfriado Gregory não havia sentido, ao tomar o liquido, pode sentir sua garganta queimando, todo o seu corpo se aqueceu, era como se tivesse uma chama em seu estomago, o liquido parecia dar vida ao futuro marinheiro, Fabregas vendo a situação, tomou o restante da garrafa numa só golada.

Gregory havia também achado a manopla empoeirada que estava na estante, contudo, havia apenas uma, e não se via a outra em local nenhum, mas não importava, o rapaz a vestiu do mesmo jeito.


Narração – Alice

A dor em sua mão esquerda tomava conta do seu corpo, a garota estava com um ferimento aberto na sua mão esquerda, o sangue pingava a cada passo dado pela moça, deixando um leve rastro conforme ela caminhava rumo ao lobo agora morto, quando se aproximou os órgãos internos do lobo estava todos no chão, um cheiro horrível tomava conta do local, a garota se aproximou com cuidado, para que sua mão esquerda não tocasse naquele cadáver, após retirar a adaga, caminhava até Marco.

Ao se aproximar, retiraria a neve que cobria o Marinheiro, este ainda respirava, e ao ver o rosto da garota um sorriso era visto em sua face – Muito bem garota, você mandou bem, pode ficar com as adagas, um presente por me ajudar – Então com a ajuda de Alice, o marinheiro conseguiu ficar de pé novamente, pegando sua katana, o homem retornava a sua postura, verificaria o corpo do lobo, e então voltava seu olhar o topo do morro, onde estava a cabana.

Apoiado no ombro de Alice, o marinheiro caminhava com dificuldade, usando seu katana de bengala, o mesmo caminhava com dificuldade com toda aquele neve, a moça vendo a situação, achava que era a hora de pedir um aumento no que fora prometido – Você e uma garota esperta demais para essa ilha, eu deixo você ficar com minhas adagas, nada de aumento hehe – Vendo a negação do homem, Alice então pedia para que ele a levasse para a próxima ilha – Você está muito ferida hehe, eu te levo pra próxima ilha, só me ajude a conserta o navio, tem uma medica a bordo, quando chegarmos lá, ela cuidara de você.



Narração – Todos

Fabregas após achar uma corda, amarrava as tabuas em 3 peças, fazendo duas amarras com 3 tabuas e uma com 2, com a ajuda de Gregory, começava a levar as tabuas para fora da cabana, quando foi surpreendido por Marco, que chegava com a ajuda de Alice. Assim que Fabregas avistou Marco, correu para o ajudar, deixando Gregory segurar as madeiras amarradas sozinho.
- O que aconteceu? Mataram o lobo? Está machucado? - Fabregas agora tomava o corpo de Marco do ombro de Alice, e o levava para dentro – São muitas perguntas para se fazer, deu tudo certo, a garota ali me salvou, que bom que achou as madeiras, só estou cansado, aquele maldito revolucionário, meu corpo ainda não se curou da batalha.

Fabregas levava Marco para dentro, este agora encontrava sentado apoiado na mesa, enquanto Fabregas o servia um copo de Hidromel. Gregory vendo a situação de Alice, lhe oferecia a garrafa de rum que estava em seu bolso. Logo após se apresentava, a garota pegava a garrafa de bom grado, e num movimento ja adentrava a cabana, procurando um local mais afastado dos demais, a moça derramava o conteúdo em seu pulso, com intuito de limpar o ferimento, a dor logo tomou conta do seu corpo, a menina era forte, mesmo naquela situação não gritava, seus dentes rangiam pela agonia que aquilo causava, seus olhos lagrimejavam, todavia, era preciso, se aquele ferimento infeccionasse poderia ser bem pior, para amenizar a dor, a garota tomava o resto do liquido, fazendo uma careta pelo gosto do rum.

Alice se recompondo daquela situação, verificaria que os rapazes haviam amarrados as tabuas, e pretendiam descer carregando em seus ombros aquele peso, entretanto a garota pareceu ser mais esperta que todos ali presente, e dava a ideia de amarrar todas as tabuas no colchão que estava no canto – E uma ideia bem melhor Fab, eu tenho que guardar minhas forças, pode aparecer mais lobos no caminho, faça o que a garota disse.

Então todos ali, menos Marco, começavam a amarrar as madeiras no colchão – Pelo menos o dono não irá usá-lo mais – Fabregas tentava quebrar o silencio como uma piada, mas não surtiu muito efeito, ou todos simplesmente o ignoravam. Após finalmente terminar de amarrar as tabuas no colchão, Fabregas amarra a ponta da corda em sua cintura, a garota por conhecer melhor aquele terreno descia o morro na frente, Gregory a seguia, enquanto Marco tomava conta da retaguarda.


Fabregas:
 

Marco:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Magma
Soldado
Soldado
Magma

Créditos : Zero
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 010
Data de inscrição : 20/09/2014

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 02:37

"Descendo a montanha de Neve" - 08




Meu pensamento estava meio vago naquele instante, não importava o quão intelectual eu era, o que havia acontecido nesse dia havia sido muito para que eu pudesse processar de uma única vez, no entanto eu senti uma espécie de relaxamento quando ouvi a voz de Marco pronunciando algo sobre um revolucionário.

"Então foi isso? um Revolucionário os atacou, isso já me tira algumas dúvidas anteriores. Bom, seria aterrorizante enfrentar um revolucionário no meu estado atual, não estou no meu melhor estado mental e muito menos físico, preciso tomar cuidado futuramente, não se sabe que tipos de perigos aguardam um homem no mar."

Após o breve diálogo que eu tive com a senhorita e a nossa saída do casebre, além de meus pensamentos vagarem numa estrada longínqua, em busca de uma definição mais concreta para os fatos que tiveram acabado de ocorrer agora pouco, também fiquei estupefato novamente devido a perspicácia da jovem, demonstrada de uma maneira muito inteligente, coisa que eu sequer poderia ter pensado antes ela desenvolveu em um instante.

Claro que se provavelmente eu tivesse meu pensamento totalmente focado nisso eu teria tido uma ideia semelhante a da jovem.

Na nossa jornada de retorno ao barco eu caminharia um pouco mais rápido, apenas para ficar a uma distância em que conseguíssemos conversar num tom de voz calmo, baixo e pacífico.

- Você perguntou meu nome, mas não disse o seu, Qual seria?

Depois de sua resposta eu daria um sorriso caloroso e diria.

- É um prazer senhoria ....... A ideia que você teve la dentro, foi incrível, eu nunca teria pensado naquilo antes, parece ser bem observadora.

Depois dos cumprimentos eu continuaria caminhando próximo a ela, e em seguida perguntaria.

- Você tem uma atitude bem forte quando está em combate, quase me assustei vendo você com aquela cara.

Diria tentando socializar um pouco com a moça e dando uma risadinha no final da frase.

- Ai senhor Marco, se ainda tiver um cigarro, quando chegarmos ao barco eu adoraria dar uma tragada.


Quando chegássemos no barco eu ajudaria a embarcar com a madeira, caso fosse necessária a ajuda, e em seguida ficaria sentado no convés para descansar um pouco, caso ninguém viesse falar comigo, eu continuaria ali por um bom tempo, pegando um ar e colocando os pensamentos em dia.








Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[] - Perícia, Só em Anatomia Humana mesmo, é o que eu tenho em mente por enquanto.
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..



CONSIDERAÇÕES:
 



Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Citação :

- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
Voltar ao Topo Ir em baixo
t4mpa
Civil
Civil
t4mpa

Créditos : Zero
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 3010
Data de inscrição : 30/09/2015

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 10:18


     
INDO PARA O BARCO


Tive sucesso em recuperar a adaga, o cheiro da carnificina que sobrou do corpo do animal morto não me incomodaria. Eu mesmo já havia feito coisas muito piores com animais parecidos com esse. O que me incomodava era o fato de que eu havia  soltado a adaga duas vezes. Futuramente devo ter um aperto mais firme quando segurou  uma arma, perde sua arma pode ser fatal em uma luta.

Após recuperar  as adagas fui em direção de Marco e pela primeira vez em minha vida vi alguém ficar feliz em me ver. O mesmo até recusou a devolução de suas adagas dizendo:

– Muito bem garota, você mandou bem, pode ficar com as adagas, um presente por me ajudar-

Aceitaria o presente de bom grado e as guardaria em um bolso interno do meu sobretudo. Marco aceitou minha ajuda para se levantar. Mas não aceitou meu ombro para se apoiar, talvez por orgulho preferiu se apoiar em sua espada. Sendo assim pegaria minha mala e seguiria até a cabana.

Quando falei sobre o aumento que queria na recompensa Marco respondeu:

– Você e uma garota esperta demais para essa ilha, eu deixo você ficar com minhas adagas, nada de aumento hehe-

Infelizmente para Marco eu tinha um argumento muito bom ao meu favor. Um argumento que atualmente estaria sujando a neve de vermelho.  Meu objetivo nunca foi conseguir dinheiro e sim conseguir uma viagem de graça. Talvez  percebendo isso Marco concordou com meus termos:

– Você está muito ferida hehe, eu te levo pra próxima ilha, só me ajude a conserta o navio, tem uma medica a bordo, quando chegarmos lá, ela cuidara de você

Não tinha conhecimentos em carpintaria e no meu atual estado iria querer atendimento médico urgente. A única ajuda que poderia fornecer para ele era o que eu já estava fazendo então não via mal nem um em aceita os termos dele. Apenas  iria balançar a cabeça positivamente indicando que concordei com os termos.

Ao chegar na cabana, o carpinteiro se mostrou bastante preocupado com Marco, Marco falou que havia salvo a vida dele. Não me recordava disso, tudo que fiz foi chamar a atenção do lobo para que ele pudesse agir mais livremente, mas julgando pelo seu último ataque ele poderia ter lidado com o lobo facilmente, se apenas desse tudo que tinha em um único golpe.

O homem doente me deu um  pouco de rum que derramei sobre minhas feridas e logo após bebi um pouco do líquido. O gosto era desagradável, realmente não via motivo para pessoas gostarem de se embebedar disso. Já que  gosto não era nada agradável, me levando a crer que eles bebiam somente para ficarem bêbados, o que diminuía seu reflexo em lutas.

Após isso  o Homem doente disse seu nome novamente:

- A propósito eu me chamo Gregory. Gregory Holmes.

Apenas  iria novamente balançar positivamente a cabeça ao ouvir isso. Depois disso veria os rapazes planejando  voltar ao navio carregando as tábuas de madeira. Então dei minha ideia de fazer uso do colchão, felizmente a ideia foi bem vinda. O carpinteiro até fez uma piada, mas assim como todas as piadas que eu ouvi em minha vida não achei graça nem uma e iria decidir apenas ignorar. Mary teve a mesma reação que eu, mas a Vermelha estava com um sorriso largo no rosto batendo no ombro do carpinteiro enquanto falava:

- Vermelha–hahaahaha, gostei dele. -                          

Com tudo pronto eu segui em frente guiando o caminho. Tomaria cuidado em onde pisava para não perder o equilíbrio, se possível iria seguir os rastros  deixados de quando nós viemos para a cabana para voltar para onde o navio da marinha. Mas mesmo se o rastro da neve já tivesse sido apagado  como nativa da ilha eu tinha uma ideia parcial de onde estávamos e de como chegar ao navio deles, principalmente por ser a apenas cerca de quinze minutos de caminhada.

Durante a viagem estaria atenta a minha volta, olhando sempre para os lados.  Procuraria qualquer sinal de ataque seja de animal ou não.

Se durante o caminho  Gregory Holmes perguntasse o meu nome eu falaria:

-Alice–Eu me chamo Alice Levith -

Por algum motivo que eu não entendia Gregory iria parecer feliz enquanto falava:

- É um prazer senhoria ....... A ideia que você teve la dentro, foi incrível, eu nunca teria pensado naquilo antes, parece ser bem observadora.

Me perguntando se a sua felicidade era causada pelo mal estar que sua doença dava eu pensaria um pouco na resposta e logo então responderia:

-Alice–Acredito que você conseguiria pensar nisso, sim, afinal na aldeia onde moro até crianças utilizam um sistema parecido para carregar coisas. Acredito que você só não está acostumado com o ambiente por isso uma resposta óbvia não te apareceu. Não subestime sua inteligência -

Quando ele falasse sobre:

- Você tem uma atitude bem forte quando está em combate, quase me assustei vendo você com aquela cara.

Simplesmente iria responder com uma voz sem emoções dando de ombros:

-Alice– Isso é porque não era eu que estava lutando. -

Tendo sucesso em  chegar ao navio dos marinheiros olharia para as madeiras por um minuto me perguntando se deveria ajudar eles de alguma forma no reparo. Mas rapidamente iria decidir que isso seria trabalho demais para alguém que só pode usar uma mão e minha mão esquerda estaria me incomodando faz tempo. Olharia para Marco e falaria:

-Alice–Gostaria de me consultar com a médica agora, minhas feridas estão me incomodando. -

Ao falar isso esperaria que ele falasse onde se encontra a medica para ir atrás do mesmo. Se encontrasse algum pano largado iria pegar o mesmo e por debaixo das minhas feridas. Para não sujar o barco inteiro caso eu entrasse no mesmo.

Ao encontrar com o homem que parecia ser a medica do navio olharia para ele e falaria:

- Alice–Marco falou que poderia me tratar com você -

Enquanto falava mostraria minha mão esquerda para o mesmo.  E logo após iria receber o tratamento da médica sem oferecer nem uma resistência para não dificultar o tratamento.
 


historico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 16:49

Narração – Todos

O grupo avançava com dificuldade, a dupla Gregory e Alice caminhavam a frente, enquanto Fabregas puxava o colchão com as madeiras logo atrás, e Marco ficava na retaguarda, Alice por conhecer melhor o local, comandava a descida, que parecia ser mais fácil que a subida, pois a neve havia parado de cair, porem o frio ainda continuava. A aparência de todos ali era desgastada, Marco caminhava com dificuldade, Fabregas reclamava em voz baixa da dor em suas pernas, Alice vestia o sobretudo que fora mordido pelo Lobo anteriormente, era possível ver vários furos e alguns rasgos maiores, já Gregory mesmo sendo Homem, não se importava de vestir um casado feminino que outrora pertencia a garota.

Aproveitando o tempo precioso que tinham, a dupla se apresentava formalmente, Alice parecia outra garota agora, até mesmo a postura do seu corpo era outra, a garota que fora anteriormente tinha a capacidade de perfurar o glóbulo ocular de uma fera, agora parecia uma simples garota, sem habilidade alguma. O aspirante a detetive elogiava o plano da garota em colocar as madeiras no colchão, além de dizer algo sobre o jeito corajoso de luta da garota, está por sua vez dava respostas que poderia confundir o rapaz, ou não.

O barco já aparecia no horizonte, não havia ninguém na proa, quem visse de longe, poderia imaginar que seria apenas um naufrágio ou algo do tipo. Marco agora acelerava o passo com grande dificuldade, tropeçando sempre que seu pé afundava um pouco na neve, em sua boca era possível ver um cigarro já pela metade, Gregory parecia ter o mesmo vicio do Marinheiro, e pedia um palito de cigarro, Marco entregava o isqueiro e uma unidade para o rapaz – Esperem aqui vocês dois, eu e o Fabregas vamos na frente, quando eu der o sinal vocês podem subir a bordo, e você, não se esqueça de me devolver meu isqueiro depois.

Os marinheiros agora caminhavam rumo ao barco, enquanto a dupla esperava alguns metros atrás. Marco e Fabregas subiam algumas madeiras para a proa do barco, deixando algumas tabuas no colchão, logo após, adentraram na cabine e ficaram la por alguns minutos, depois Marco saiu e fez um sinal para que a dupla o acompanhasse.

A dupla caminhava até o barco que estava ancorado bem próximo a praia, a água gelada dava um pouco acima do joelho, e havia uma escada na lateral, foi por onde os aspirantes a marinheiros subiram, finalmente no convés, era possível ver algumas avarias na lateral direita e várias marca de tiros no chão, o mastro porem estava intacto, mas a vela havia sido rasgada, Fabregas vinha ao encontro da dupla – Garota, só seguir até a cabine, o Marco esta la, a medica também, ela vai dar um jeito na sua mão, você esquisito, vai me ajudar primeiro, depois pode seguir para a cabine.

Alice caminhava rumo a cabine, sem bater na porta a garota já foi entrando, logo de cara um cheiro de podridão adentrou em suas narinas, um cheiro de carne morta tomava conta do local. Marco estava deitado numa cama a esquerda, já estava sem camisa e com um coberto enrolado em suas costas, um pano humedecido estava sobre sua testa, ele parecia estar dormindo, ou desmaiado, sua respiração era curta e fraca. A direita estava um rapaz que anteriormente tinha um físico forte, seu corpo não cabia na cama, deixando seus pés para fora, era possível ver um grande ferimento em seus braços, parecia ser devido ao fogo, pois sua era possível ver várias bolhas no seu antebraço, alem da pele muito avermelhada, sua mão direita já não tinha todos os dedos, faltava o mínimo e o anular, seu rosto estava coberto com uma faixa branca, tampando seu olho esquerdo e sua cabeça também estava enfaixada, o homem mal respirava, estava entre a vida e a morte.

Ao fundo, havia uma pequena mesa, com varios livros, e uma banco onde estava sentada uma moça, sua cabeça estava sobre a mesa, sua postura era de uma pessoa que parecia ter trabalhado a noite toda, suas mãos estavam sujas de sangue, um chapéu comum da Marinha estava pendurado na ponta da mesa, onde também pendia um par de pistolas. Assim que Alice entrou, a moça olhou para a garota, rapidamente se levantou e a puxou pelo braço sem deixar que Alice dissesse alguma palavra, a colocando no banco que ela estava sentada anteriormente – O Marco me avisou dos seus ferimentos, pode ficar tranquila, eu cuidarei deles, so não grite por favor.

Enquanto isso, Gregory ajudava Fabregas a pragas as tabuas na lateral do barco, ambos estavam dentro do mar, a agua gelada batiam em suas cochas, e conforme a onde vinha, fazia com que respingasse em suas costas, fazendo com que Fabregas reclamasse a toda martelada que dava – Malditos Revolucionários, olha o que fizeram com meu barco.
Fabregas:
 

Marco:
 

Medica:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
t4mpa
Civil
Civil
t4mpa

Créditos : Zero
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 3010
Data de inscrição : 30/09/2015

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 17:52


     
FINALMENTE NO BARCO


Finalmente havíamos chegado ao barco da marinha, agora acreditava que faltava pouco para sair dessa ilha e explorar mais o mundo. Infelizmente não tivemos permissão para subir logo a bordo, Marco parecia primeiro querer  informa sobre a situação. Mas felizmente não iria demorar muito para que  tivéssemos permissão para subir.

Me foi pedido para  ir direto  de encontro com a  Médica  enquanto foi pedido para que Gregory ajudasse  com o conserto do barco. Não tinha nada contra isso,muito pelo contrário, era justamente o que eu estava querendo, tratar das minhas feridas o mais rápido possível.

Assim que entrei no barco a Vermelha assobiou, enquanto falava em uma voz alegre:

-Vermelha–Parece que  andaram se divertindo muito por aqui.-

Falaria a mesma observando sinais claros de combate pelo navio,  Não me importaria com isso, no momento tudo que me importava era chegar até a cabine para que meus machucados fossem curados.

Ao chegar lá um cheiro desagradável iria invadir meu nariz, mas apenas ignoraria o cheiro, reclamar dele não iria me ajudar em nada. Também encontraria Marco descansando e um outro paciente que parecia ter se dedicado muito a uma luta, mas parecia ter saído do lado perdedor.  Também havia ali uma moça de aparência jovem que parecia não ter dormindo bem essa noite, já que não havia mais ninguém na sala julguei que ela era a médica.

Vermelha estaria cutucando as feridas do paciente que estava entre a vida e a morte, triste por não ter nem uma reação em resposta.  Mary continuava ao meu lado olhando com olhos desconfiados  para a médica. Talvez desconfiando de suas capacidades já que ela aparentava ser tão nova. Eu não me importava com isso, já que no momento essa garota era tudo que eu tinha para tratar de meus machucados.

A médica se aproximou de mim já me puxando, não resistiria em ser puxada enquanto ouvia a mesma falar:

– O Marco me avisou dos seus ferimentos, pode ficar tranquila, eu cuidarei deles, so não grite por favor

Talvez ela queria que eu não gritasse para não incomodar os outros pacientes, era algo bem possível principalmente considerando a situação do grandão entre a vida e a morte. Isso também poderia indicar que o estoque de tranquilizante havia acabado então deixaria minha mala em um canto que não  iria atrapalhar e levaria minha mão direita até a boca. Com a boca iria tentar rasgar um pedaço grande da manga do meu sobretudo. Ele já seria descartado logo  devido às péssimas condições que o mesmo se encontrava,  então poderia ser útil uma última vez.

Com o pedaço de pano na boca iria sinalizar com a cabeça positivamente para que ela começasse o tratamento. Iria fechar meus olhos e cerrar bem meus dentes, mordendo com firmeza o pedaço de pano. Os punhos da minha mão direita iriam estar cerrados com firmeza deixando as pontas de meus dedos brancas. Iria me esforçar ao máximo para não emitir nem um som durante o tratamento.

Se após o tratamento A médica me perguntasse  como eu me chamava, eu iria falar em uma voz baixar:

-Alice–Eu me chamo Alice-


Se ela perguntasse o que havia feito isso, eu responderia:
                                                                                                                               
-Alice–Durante a busca por madeira fomos descuidados e acabamos atraindo uma alcateia de lobos. Como resultado da luta uma pessoa morreu e eu fui ferida, mas os membros da alcateia que atacaram foram mortos, mas não sei dizer se a alcateia tinha mais membros. -

Se o tratamento tivesse feito e ela não tivesse mais perguntas iria sair para a o convés do navio ver se havia algo que eu poderia fazer para ajudar a zarpar mais rápido, mas antes de sair iria agradecer a médica dizendo:

-Alice–Obrigado por tudo, devo tomar algum cuidado especial com essa mão? Algo que tenha que tomar ou passar?-

 


historico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Última edição por t4mpa em Seg 09 Abr 2018, 23:18, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Magma
Soldado
Soldado
Magma

Créditos : Zero
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 010
Data de inscrição : 20/09/2014

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 22:58

"Eu fico pensando as vezes, o quão burro uma pessoa é capaz de ser em um único instante " - 09




Claramente meus parentes estariam rindo de mim naquela situação, quem imaginaria que o grande Gregory Holmes, agora estivesse pregando tábuas num navio, na verdade eu nem sei por que estava fazendo aquilo, minha habilidade pregando coisas era pífia, mais errado que me colocar para pregar uma tábua num navio, só transformar o Lula no presidente da petrobras colocar um tigre para fazer o trabalho de um rato.

Ocasionalmente pediria para Fabregas me ajudar a pregar, com instruções, e se possível, tentaria fazer com que ele fizesse a maior parte do trabalho, dando a desculpa de que eu não tinha habilidade alguma pregando tábuas ou coisas assim.

Aquela água gélida do oceano fazia com que eu me sentisse um pouco estranho, na verdade eu esperava que estar ali ajudando Fabregas não piorasse o meu estado físico. Eu não podia deixar de me sentir um pouco ruim devido ao resfriado, por menor que fosse, a sensação ainda era terrível.


Quando terminássemos que eu pudesse finalmente me libertar daquele purgatório de trabalho, eu finalmente me sentiria livre para explorar o convés do navio livremente, daria uma breve caminhada pelo convés e abusaria de minhas capacidades perceptivas para tentar notar detalhes além dos mostrados pelo ambiente em si, e apesar de não ter um olfato tão desenvolvido quanto a visão eu tentaria sentir os tipos diferentes de cheiro no ar, e não poderia deixar de me sentir mal caso sentisse algum cheiro pútrido. Da mesma forma não poderia deixar de relaxar um pouco ao sentir algum tipo de aroma doce e bom para as narinas.

Primeiramente, acenderia o suposto Cigarro, e daria várias tragadas até o fumar completamente, em seguida.

Procuraria eu mesmo pelo local onde ficava a ala médica do navio, e caso não encontrasse pediria para que Fabregas me levasse até la, na procura, utilizaria de minhas habilidades observadoras para tentar detectar vestígios de que haveria uma área médica próxima de onde eu estivesse observando.

Se eu encontrasse o lugar por mim mesmo ou fosse levado, entraria vagarosamente, tentaria fazer o mínimo de barulho possível, a não ser é claro o barulho das fungadas que puxavam o catarro de volta para onde não deveria sair.

Assim que adentrasse o recinto, primeiramente daria olhadas não muito rápidas em todas as direções, com algumas pausas de segundos em cada localidade que eu observasse, instintivamente procuraria por alguns mínimos detalhes no ambiente, fotos, equipamentos cirúrgicos, qualquer coisa.

Em seguida observaria os presentes, reconheceria caso visse a senhorita Alice Levith, estranha jovem que tinha um comportamento meio fora do comum, além disso daria uma olhada rápida para Marco, apenas para ter uma ideia mínima da sua situação atual, observaria cuidadosamente o homem que estava incrivelmente ferido, é claro, sem perder meu auto-controle natural, apesar de sentir uma sensação estranha ao olhar para o corpo chamuscado do homem.

Por fim observaria a jovem médica no recinto, caminharia vagarosamente até ela, e caso estivesse cochilando, me sentaria próximo a ela e a esperaria acordar, eu não estava com pressa, e minha educação era algo que me instigava a esperar um pouco para que ela pudesse me atender, com minhas dádivas observativas eu já teria notado que ela estava bastante cansada, e me colocando em seu lugar, sabia que se eu a acordasse agora a deixaria com um fio de mau humor, e mau humor é uma péssima escolha, caso eu vá acompanhar a moça durante a viagem.

Porém se ela estivesse acordada, eu me aproximaria um pouco, e ficaria cerca de meio metro de distância da moça, então diria a uma altura razoável, não alta o suficiente para acordar aqueles descansando, e nem baixa demais para que ela pudesse me escutar.


- Olá senhorita, eu me chamo Gregory... Gregory Holmes, eu ajudei seus companheiros a lutar contra a Alcateia enquanto buscávamos pela madeira para consertar o barco e eu acabei pegando um resfriado durante toda essa confusão, a senhorita teria algo que pudesse acelerar minha recuperação?

Tentaria ser educado, caso ela me desse algum remédio eu o tomaria e me sentaria no numa cadeira vazia, ou até mesmo no chão caso não houvesse uma, encostaria o corpo contra a cadeira ou a parede do cômodo e em seguida fecharia os olhos, e começaria a descansar um pouco.








Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[][] - Perícia, Só em Anatomia Humana/Psicologia
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..





Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Citação :

- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptyTer 10 Abr 2018, 15:42

Narração – Todos

A neve já não caia na ilha, em vez disso, caia uma garoa fina, como um véu de noiva tampando o horizonte, o barulho das ondas batendo no casco do barco so era quebrado pelas marteladas de Fabregas que após muito esforço parecia estar terminando o concerto. O marinheiro reclamava das dores a cada martelada que dava, o jovem Gregory o ajudava, porém, não parecia ter conhecimento algum sobre o que estava fazendo, entre uma e outra martelada era possível ouvir um grito de dor vindo do rapaz, aparentemente, por não saber manejar corretamente o martelo, o rapaz acabava acertando seu dedo polegar.

A maré começava a subir, deixando a agua agora um pouco acima da cintura dos rapazes, ambos tinham quase a mesma estatura, conforme a agua subia, ficava impossível continuar o trabalho, pois a agua atrapalhava todo o serviço, o jeito seria esperar a maré baixar – Deixa garoto, não vamos nos desgastar atoa, levantarei amanhã cedo, e terminamos o serviço, partiremos com o sol a meio céu – Fabregas recolhia o material, e subia a bordo do barco, em seu encalço estava Gregory, suas roupas estavam molhadas, e seu resfriado que estava começando a melhorar, parecia ter piorado, seu corpo estava gelado, seus lábios já não tinham a cor de antes, por ter ficado muito tempo na água gelada, e não ter o costume com clima gélido, seu corpo estava com uma temperatura anormal.

Fabregas observando que o rapaz não parecia bem, o levou até a cabine, Gregory apoiava no ombro do marinheiro, que também parecia exausto. Ao se aproximarem da cabine, um odor podre já tomava conta das narinas de ambos, Fabregas olhava para baixo, visivelmente incomodado talvez não pelo cheiro, mas pela situação que seus companheiros se encontravam. Abrindo a porta, era possível ver a situação dos seus companheiros, Marco jazia inconsciente na cama a esquerda, seu corpo todo estava molhado, possivelmente por suor, e a direita jazia a fonte do cheiro horrível que tomava conta da sala.
- Dra. Jane, o garoto que lhe falamos, mas acho que ele não está bem.

A moça se levantava, e pegava Gregory pelo braço, o colocando ao chão, escorando suas costas na parede ao fundo da cabine, o banco estava ocupado por Alice, que estava com braço enfaixado, a menina não parecia estar incomodada com a situação, quem entrasse, poderia dizer que a garota não tinha reação alguma, não parecia entender a situação que se encontravam.
- Você está com início de hipotermia, teremos que fazer uma pequena fogueira para ele Fab, ou ele pode piorar

Fabregas observava Marco, os dois ao contraria do que havia citado antes, pareciam ser muitos próximos, Jane observando  o desespero do rapaz, tentava acalma-lo – Ele vai ficar bem, so precisa descansar – Com isso o Marinheiro saia da cabine, era possível ver seus olhos lacrimejando, seus punhos fechados, a raiva misturada com dor era visível em sua face.

Jane pegava seu sobretudo da Marinha e colocava sobre os ombros de Gregory, buscando dar mais calor ao corpo do rapaz, enquanto isso se sentava ao seu lado, enquanto Alice estava sentada no banco com seu braço enfaixado sobre a mesa.
- Alice me contou sobre a alcateia de lobos, que filhos da puta, sorte que vocês apareceram, no meio dessa merda, pelo algo bom saiu dela – A voz suave da Marinheira saia da sua boca, como o canto de uma sereia, seu cabelo caia sobre seus ombros, a beleza da moça poderia se destacar no meio de mil mulheres.

Alice perguntava sobre os cuidados que deveria tomar com seu braço, Jane observava cuidadosamente a menina, parecia não acreditar por completo naquela história, mas o mais importante e todos estavam bem – Procure deixar parado, infelizmente não tenho uma tipoia, so não faça força que logo poderemos tirar a faixa – O olhar da doutora era voltado para o corpo do o homem mais ferido – Não tenho nenhum remédio para dar a vocês, fomos atacado por uns Revolucionários, o Capitão Gustav se esforçou ao máximo, porem perdemos 2 barcos que estavam conosco, sobraram apenas as pessoas que vocês já viram, os remédios estavam no barco que afundou, infelizmente não temos nada, nem comida nem remédio e a agua está acabando – A moça olhava para o teto da cabine, talvez buscando uma fuga para aquilo tudo.

Gregory informava a doutora a sua parte da história, todavia, seria apenas um complemento do que Alice já havia contado, os três ficaram sentados ao chão, observando o nada, Alice parecia extremante entediada, porém, teria que esperar até o dia amanhecer para tirar a faixa do braço, ou não, caso se sentisse bem, a doutora não iria interferir nas escolhas dela.

Após alguns minutos, Fabregas voltava a cabine, estava todo sujo, coberto por musgos e neve, parecia estar cansado, o homem poderia não saber lutar, mas se virara muito bem em outros pontos da sua vida – Já peguei uns gravetos, o isqueiro do Marco está com você Greg? Será mais fácil acender a fogueira com ele – Jane seguiria Fabregas, deixando Alice e Gregory na cabine, o rapaz por sua vez, acendia seu cigarro e entregava o isqueiro para Jane antes dela sair
Fabregas:
 

Marco:
 

Medica:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
t4mpa
Civil
Civil
t4mpa

Créditos : Zero
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 3010
Data de inscrição : 30/09/2015

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptyTer 10 Abr 2018, 18:01


     
Tentando convencer
A médica enfaixou meu braço esquerdo. Embora esteja enfaixado eu ainda deveria estar sentindo dores, já que machucados não param de doer simplesmente por serem enfaixados. Provavelmente também havia tomado alguns pontos devido a gravidade do ferimento, mas pelo visto não deveria ter mostrado grandes reações ao tratamento. Não é que eu não entendia o quão grave era o estado atual da minha mão esquerda, era simplesmente que não tinha lógica ficar reclamando da sua situação atual, nada iria mudar com algumas reclamações poderia aproveitar esse tempo melhor pensando em como conseguir meus objetivos. Minha cabeça estaria focada em ajudar os marinheiros para que conseguisse zarpar dessa ilha o mais rápido possível.

Veria Gregory entrar e ele parecia estar pior do que mais cedo, a médica foi rápida em identificar o caso da piora  e também para pedir para que o carpinteiro preparasse uma fogueira. O carpinteiro saia em busca de madeira, coisa que eu achava difícil dele conseguir já que umidade da ilha provavelmente havia encharcado todos os galhos de árvores que a ilha possuía


Enquanto perguntava como tratar minhas feridas a médica respondeu:

– Não tenho nenhum remédio para dar a vocês, fomos atacado por uns Revolucionários, o Capitão Gustav se esforçou ao máximo, porem perdemos 2 barcos que estavam conosco, sobraram apenas as pessoas que vocês já viram, os remédios estavam no barco que afundou, infelizmente não temos nada, nem comida nem remédio e a agua está acabando-

A situação estava muito pior do que eu havia imaginado, sem água e sem comida não poderíamos sair da ilha.  Olharia para a medica e  falaria  de forma séria meus olhos azuis estavam focados nos olhos dela enquanto eu falava:

-Alice–Quanto ao remédio, não tenho nada a sugerir, já que o bioma dessa ilha não é nada favorável para o cultivo de ervas, mas quanto ao resto posso te ajudar.  Primeiro o mais importante, a Água pode ser facilmente providenciada, pegue neve e esquente a mesma utilizando fogo, nos nativos da  usamos na maioria esse método, pois é muito mais fácil do que cerrar a superfície congelada de um lago para beber água.  Quanto a carne, se tivesse nos informado antes poderíamos ter trazido os animais que abatemos, mas agora  o cheiro deles já devem ter atraído outros animais.-

faria uma pausa para dar uma respiração mais pesada e também para garantir que tinha a atenção da médica e continuaria a falar:

-Alice–A única maneira que vejo de conseguir carne rapidamente é ir até a vila onde nasci e negociar diretamente com a líder. Como  disse anteriormente nessa ilha tem uma dificuldade grande de cultivo, a principal fonte de alimento é carne( estou usando lógica aqui, uma ilha congelada rodeada de animais). Utilizem sua fama como marinheiros como vantagem   para acreditarem em sua palavra e negocie comida em troca de frutas ou até mesmo remédios -

Caso percebesse que  a médica ainda continuava hesitando ou que Marco acordou para negar falaria:

-Alice–francamente, vocês  nem tinham ancorado o navio e três pessoas já o tinham visto, a probabilidade de outros terem visto  é grande. E outra não sei se estão sendo seguidos, mas se estiverem quanto mais tempo ficarem parados mais chances de serem pegos, e como estão não acredito que sobrevivam outra batalha.-

Caso concordassem com o que havia falado falaria:

-Alice–Confesso que não sei quanto tempo fiquei aqui, mas se estiver escurecendo não é seguro andar pela ilha, então pessoalmente amanhã irei levar vocês até a ilha para negociar com a líder-

Caso não concordassem com o que havia falado daria de ombros enquanto falava:

-Alice–há escolha é sua, mas não se esqueça que suas escolhas afetam os que te rodeiam. -

Independente de terem aceitado ou não quando visse o carpinteiro chegar com os galhos falaria:

-Alice–Você teve sorte em encontrar galhos secos,  sugiro que pega mais galhos e coloquem do lado da fogueira para que também fiquem secos e possam ser utilizados.-

Se já estivesse escurecendo iria me deitar no chão e fechar os olhos tentando dormir, por mais que eu estivesse acostumado com o clima da ilha eu ainda iria sentir cansaço se andasse com neves até o joelho e lutasse sobre essas condições.  Com a dor em minha mão latejando, não seria fácil dormir,  provavelmente o cansaço iria ganhar e eu pegaria no sono.
 


historico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Magma
Soldado
Soldado
Magma

Créditos : Zero
Warn : I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 010
Data de inscrição : 20/09/2014

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 EmptyTer 10 Abr 2018, 22:15

"Um escândalo na Boêmia" - 10


Music:
 


A crise gélida infligia não só o desconforto físico de ser congelado, mas eu sentia como se todo meu intelecto estivesse num infinito deserto gélido, e eu estivesse vagando neste deserto, sofrendo com as ventanias gélidas, enquanto procurava pela saída mais próxima.

Como sempre, me mantive indiferente sobre a situação naquele comodo, apenas, por precaução observaria um pouco mais os meus arredores, a procura do máximo de detalhes possíveis que eu pudesse guardar em minha mente. Mesmo naquele estado lastimável em que eu me encontrava, eu mantinha velhos hábitos, maldito Sebastian.

Quando meus olhos notaram a médica, primeiramente eu não tive nenhuma reação, entretanto ao decorrer do tempo em que fiquei na Sala médica, meu pensamento começou a vagar pelas águas do passado, ao decorrer das ações da médica, seu comportamento, sua beleza latente, a maneira como falava, acabavam me lembrando de parte da minha adolescência, e de um pouco da minha vida corrida em Micqueot.

Apesar de perspicazes as idéias de Alice não me interessavam naquela situação, tudo que eu queria era descansar bastante, para não piorar meu estado físico. Entretanto haviam algumas coisas de sua argumentação que eu concordava, mas não salientei isso exatamente pelo motivo anterior.

Eu não pude me conter, então observaria cada detalhe de Jane, dês de o tom de voz, os cabelos, o rosto, o pescoço, torso e por fim as pernas e os pés. Na verdade eu não tinha pensamentos sujos quanto aquilo, mas parecia estar sendo levado pela brisa gélidas as memórias trancafiadas dentro da minha existência, memórias essas que eu geralmente não lembrava, agora foram afloradas pela Médica de beleza nada questionável.

Não pude deixar de observar-la por um grande período de tempo, e escutar sua voz doce sem nem dizer uma palavra além das já ditas anteriormente. Na verdade quando ela se retirou do recinto eu me senti muito aliviado.

- O passado é como um fardo, não importa para onde vá, mesmo que esqueça a existência do fardo, ele estará em suas costas. Murmuraria em voz baixa, com as sobrancelhas franzidas e um olhar caído, olhar esse que foi ficando cada vez mais fraco, minhas pálpebras começariam a se fechar aos poucos, até encher meu mundo de escuridão, e me fazer cair num profundo sono, enquanto encostado na parede do quarto.


Tentaria dormir o melhor possível, para quando acordasse pudesse tentar fazer o que desejar, afinal, aquele dia havia sido muito cansativo.













Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[][] - Perícia, Só em Anatomia Humana/Psicologia
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..





Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Citação :

- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 3 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"
Voltar ao Topo 
Página 3 de 8Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: North Blue :: Minion Island-
Ir para: