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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyDom 18 Mar 2018, 18:40

Relembrando a primeira mensagem :

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alice Levith. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyQui 05 Abr 2018, 09:46

Narração – Todos

O bárbaro já estava alguns metros a frente, porem parou para esperar pelo restante do grupo, os dois jovens estavam inseguros em relação a seguir o homem, porem o Marinheiro que mesmo naquele frio, parecia suar, talvez por não nunca ter caminhado num terreno como aquele, ou seria por algum motivo ainda não descoberto pelo grupo? Pouco importa, pois logo veio outro Marinheiro para lhe ajudar.
- Vamos logo com isso, você sabe que não temos tempo a perder

Esse outro Marinheiro parecia ser mais forte, era possível ver que carregava consigo uma katana em suas costas, e duas adagas em sua cintura, levava um cigarro a boca, confundindo fumaça e e respiração toda vez que o homem abria a boca.
- Me chamo Marco, esse e o Fabregas, ele te falou que estamos numa missão certo? – a atenção do novo Marinheiro era voltada principalmente para Gregory, que parecia analisar a situação.

- Me desculpe, eu não havia me apresentado, moça, eu receio que não poderemos reutilizar a madeira da sua casa, pois, com o frio, ela fica rígida, e ira trincar na primeira oportunidade, e se possível, quanto menos pessoas souber que estamos aqui melhor - O Marinheiro finalmente se apresentava, porem, este parecia estar mais receoso que o outro

Enquanto isso, o Bárbaro ainda aguardava a frente, o sangue em seus machados deixava um leve rastro de sangue no caminho, mas não parecia assustar nenhum dos Marinheiros.  Marco olhava fixamente para o homem a frente, e fitava os dois jovens, tentando analisar a situação, foi quando soltou uma risada que pareceu pegar todos de surpresa.
- Vocês estão com medo de seguir aquela cara? Relaxa garotos, somos da Marinha, a força que protege esse mundo, nos ajude com este trabalho, que se não quiserem dinheiro, ficaremos lhe devendo um grande favor, hein, o que acham, posso contar com vocês?

Fabregas apenas fitava a conversa dos seus companheiros, mas sempre olhava para o barco, sua preocupação era visível, talvez tenho algo no barco que ele vacilasse em deixar para trás, ou poderia estar realmente com medo de seguir um homem, numa ilha que não conhece. Mas se rendendo a Marco, ambos começaram a caminhar até o bárbaro, este que já estava ficando impaciente e parecia falar alguma coisa em voz baixa.
- Vamos garotos, querem um cigarro para relaxar? Hahaha – Marco já se distanciava da dupla, deixando Fabregas um pouco para trás.

Bárbaro:
 

Fabregas:
 

Marco:
 

Status:
 

Gregory:
 
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyQui 05 Abr 2018, 22:19


     
Seguir um homem suspeito?

Outro marinheiro apareceu e tomou a frente, esse realmente parecia ser um marinheiro experiente e se encaixava mais no perfil de um líder, infelizmente ele não parecia ser muito esperto, pois recusou minha oferta falando:

- Me desculpe, eu não havia me apresentado, moça, eu receio que não poderemos reutilizar a madeira da sua casa, pois, com o frio, ela fica rígida, e ira trincar na primeira oportunidade, e se possível, quanto menos pessoas souber que estamos aqui melhor -

Não tinha questionamento sobre a primeira parte da linha de raciocínio dele, pois não era carpinteira então não tinha conhecimento o suficiente sobre isso, mas sobre a segunda parte. A ilha é pequena e se nos três vivos o barco da marinha é altamente provável que mais alguém tenha visto, a essa altura todos da ilha devem saber. Então responderia de imediato.

- ALice– Como disse, anteriormente essa é uma ilha pequena, se nós três fomos capazes de ver vocês chegando é altamente provável que outras pessoas também viram. E como não é muito comum chegar barcos da marinha nesse estado aqui, então todos devem estar sabendo, na realidade não seria estranho se nossa líder Natasha estivesse vindo aqui. Então ainda acho que seria muito mais viável comprar do estoque dos moradores, mas a escolha é sua.-

Ao ouvir:

- Vocês estão com medo de seguir aquela cara? Relaxa garotos, somos da Marinha, a força que protege esse mundo, nos ajude com este trabalho, que se não quiserem dinheiro, ficaremos lhe devendo um grande favor, hein, o que acham, posso contar com vocês?

Meu rosto estaria coberto com o capuz de meu sobretudo, não deixando muito para ser visto(coisa já estava desde o primeiro post). Meu lábios formaria um sorriso malicioso e meus olhos se tornaram um pouco avermelhados, deixaria uma enorme sede de sangue escaparia de mim, mas rapidamente tomaria novamente o controle do meu corpo. A vermelha apareceria novamente no meu campo de visão ela estava encarando o homem bárbaro enquanto tava o mesmo sorriso, ela não havia ficado nervosa com o que o marinheiro havia dito, ela apenas havia se excitado com a ideia de lutar contra o mesmo.

Caso ele quisesse seguir para a aldeia após ouvir que provavelmente todos já sabia que eles estão ali, eu iria guiar o mesmo até a aldeia. Iria ter cuidado para não afundar muito na neve, pisando sempre em lugares que eu já conhecia e considerava confiável.

Se realmente ele quisesse seguir o homem eu seguiria, mais sempre seguiria os passos do homem bárbaro três metros atrás nunca sendo a última do grupo, primeiro por que ele era o único que sabia o lugar, segundo por que teria menos complicações com a neve e por último caso fossemos atacado por algum animal ele provavelmente atacaria quem estava na frente ou atrás.

A todo momento estaria atenta a minha volta, embora a líder da ilha tivesse domado vários animais eles não domaram todos, alguns poderiam estar nos vendo como sua próxima refeição. Também ficaria atenta com os que estavam conosco, não podia confiar completamente neles.







historico:
 

Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyQui 05 Abr 2018, 22:32

"Aparentemente, Normais." - 04




Meu olho bateu instantaneamente no outro Marinheiro que havia chegado, sua aparência um pouco fora do comum chamou imediatamente a minha atenção, principalmente para o seu comportamento nada militar, sem falar que ele não possuía o uniforme completo, além disso, observar a aparência dele agora me fez voltar novamente minha atenção ao Marinheiro que já estava ali e me senti estagnado e inútil por não ter percebido isso antes, mas a gritante falta de uniforme era assustadora.

Naquele instante tudo que o primeiro marinheiro falou, estava ressoando na minha cabeça como um eco, e sendo comparado as falas do novo integrante da marinha que havia aparecido. Eu podia ser só um civil, mas eu reconhecia um suspeito quando via um.

"Quanto menos pessoas souberem que estamos aqui melhor? Esse idiota está com medo do que exatamente? Os Ursos polares levarem a informação até um inimigo?"

Sequer perderia meu tempo retrucando esse homem, "Marco". Notaria a sua observação em minha pessoa, não acharia estranho que ele estivesse fazendo o mesmo que eu agora, tentando ler o que eu estivesse fazendo.

Oque mais me pegou de surpresa eram as reações corporais do primeiro marinheiro, aparentemente responde pelo nome de Fabregas. Nada de incomum, exceto pelo fato dele manter essa aparência nervosa e inquieta. Aparentemente lutando para não se mover muito, acredito que se pudesse, já estaria andando de um lado para o outro.

Palavras aleatórias flutuavam na minha mente naquele momento, eu sabia que todas eram essenciais para que eu pudesse chegar a alguma conclusão sobre esses homens.

"Atraso. Ele disse que estavam atrasados e em uma missão, mas a apreensão dele não demonstra isso, ele não parece estar preocupado com o atraso, mas sim com algo no barco, talvez o próprio barco? Improvável, o olhar que ambos dão para a embarcação, da a impressão de que eles são capazes de ver através das paredes, Preciso olhar para suas mãos, tentar definir qual dos dois é a pessoa que irá tentar concertar o navio, se for um carpinteiro ou algo do gênero será fácil reconhecer pelos sinais óbvios em suas mãos."

Olharia durante o tempo que pudesse para as mãos de ambos os Marinheiros, abusaria de minha visão aguçada para tentar obter algum detalhe sobre algum deles, tentar ao menos descobrir se um deles era o rapaz que era capaz de concertar o Barco.

Com resultados ou não, voltaria a pensar.

"E outra, estamos numa ilha desolada e isolada, porém, existem ilhas bem próximas daqui, mesmo que eles estivessem com problemas no barco, após uma tempestade ou algo do gênero, existem locais bem melhores para um marinheiro atracar e concertar o seu barco, exceto que a intenção deles pode não ter sido atracar numa ilha movimentada dês de o inicio, sabe-se la onde eles nos levarão caso nós os acompanhemos, no entanto, vale a pena o risco, para sair desse inferno congelado, eu faria qualquer coisa."

O pensamento foi interrompido pelo ato de fungar e puxar parte do catarro escorrendo no nariz para dentro novamente, e impedir a situação constrangedora de acontecer. Por via das duvidas, manteria uma pequena brecha aberta entre os lábios para manter a respiração estável. Afinal, não sabia quando ou se meu nariz iria entupir devido a concentração de catarro, sem falar que nessa região, provavelmente eu não teria melhoras tão cedo.

Por fim, finalmente levaria uma palavra ao Marinheiro, depois que ele disse-se tudo aquilo e eu fosse literalmente forçado a acompanhar um Bárbaro com uma aparência nada agradável.

- Marco não é? perdoe-me a petulância, não havia necessidade de dizer que o senhor é da marinha, afinal, você é, e nós sabemos disso, correto? Daria um sorriso fino e e observaria o indivíduo com atenção, na esperança de pegar algum sinal de linguagem corporal, que indicava um súbito aumento de nervosismo, raiva, ou até mesmo medo/susto.


- É claro que, a necessidade faz com que eu e a moça tenhamos de colaborar com vocês, meu único objetivo é sair desta ilha, viajar para a ilha mais próxima seria o ideal, futuramente pretendo me alistar, assim como vocês, me tornar um marinheiro poderoso, como o senhor Fabregas ai. Aparenta ser incrivelmente poderoso, deve ter sido uma incrível batalha não é?

Além do objetivo profundo de tentar despertar alguma reação alheia com as perguntas, eu também tentaria socializar um pouco com ambos, e tentar desenvolver um ambiente que fosse considerado agradável.

Não deixaria de dar um sorriso leve e inocente a ambos, eu não queria esbanjar que sabia demais, e nem que sabia que menos, só que era uma pessoa comum em busca de realizar seus objetivos.

- A propósito, eu aceito o cigarro.

Diria e ergueria o braço direito, em seguida abriria a palma da mão, esperaria que Marco cumprisse com suas palavras e me fornecesse o tão bendito cigarro divino. Certo, sou um viciado, no entanto, um viciado altamente funcional, em condições psicológicas incrivelmente saudáveis e funcionando como um motor, e se minha mente é um motor, prefiro que seja movido a fumaça.


Caso tivéssemos de seguir o Bárbaro, eu o seguiria sem hesitar, e me manteria atento aos seus passos e posturas, ocasionalmente observando tudo ao meu redor, procurando detalhes pequenos, vistos apenas pelos mais observadores, além de ocasionalmente observar Um Marinheiro "Caso nos acompanhasse" Ou observar a jovem, caso só houvesse eu e ela ali, tentaria caminhar numa distância de três metros do Bárbaro e ficar atento aos seus movimentos, não pisaria com muita força na neve, apenas o suficiente para conseguir me sustentar e dar a passada seguinte.

Caso recebesse o cigarro, eu esperaria que ele estivesse aceso e o levaria até a boca dando uma boa tragada. Faria isso em curtos intervalos de tempo, enquanto é claro, continuaria observando os alheios.

Se por acaso, seguissem a opção da moça e decidissem conseguir Madeira dos moradores, eu continuaria acompanhando o grupo. ainda atento e observador.  "Continua muito perspicaz" Pensaria, ao escutar os argumentos inteligentes da moça, caso ela os disse-se.













Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[] - Perícia, Só em Anatomia Humana mesmo, é o que eu tenho em mente por enquanto.
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..



Histórico:
 

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"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

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- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptySex 06 Abr 2018, 10:03

Narração - Todos



O grupo caminhava rumando para a cabana, O barbaro liderava, com Marco caminhando ao lado, sempre buscava informação sobre o clima com o homem, porem, as respostas não podiam ser escutadas pelo retardatários, Gregory se sentia incomodado com o muco que escorria de seu nariz, vez ou outra soltava um espirro, o cigarro lhe parecia dar forças, e quiça um ar de elegante, o cheiro do cigarro se esvaia com vento gelado que poderia estar trazendo chuva.

Alice mesmo caminhando com facilidade pelo terreno, parecia preferir ficar atras da dupla principal, caminhando ao lado de Fabregas e Gregory, a moça era a unica do trio que não aparentava estar incomodada pela neve. Vez ou outra Marco lançava um olhar para tras, talvez tenha deixado algo importante no navio, ou simplesmente estava conferindo a retaguarda.

Gregory com grande esforço, tentava acompanhar o ritmo de Marco, quando finalmente chegou ao seu lado, argumentava que tinha como objetivo sair da ilha, e falava algumas observações a respeito do barco que estava ancorado- Oh, então você que ser um Marinheiro? E um caminho difícil rapaz, julgar o Fabregas por sua aparência não e uma coisa legal, o homem sabe fazer muitas coisas, carpinteiro, navegador, pode não ser um grande lutador, mas a vida dele agora, vale mais que a minha.

Marco ignorava o comentário feito por Gregory a respeito de uma possível batalha, mas era possível notar seu desconforto com estas palavras. Marco já estava impaciente, caminhavam a 15 minutos, e nem sinal de uma cabana, a ilha era pequena, não devia estar muito longe.
- Ei grandão, estamos chegando?

O Bárbaro olhava para trás, e não demonstrava nenhum sinal de preocupação, apenas um olhar assassino emanava daqueles olhos azuis – Estamos perto, eu tive que fazer um contorno, pois estamos num território onde não tem muitos humanos, a garotinha não domou os animais daqui.

A caminhada se seguia, subiam um morro, fazendo com Fabregas reclamasse a todo momento de dor nas pernas, todos ali presente já estavam começando a se incomodar com reclamação do rapaz, foi quando Marco, num subido momento de raiva extravasou.
- FAB, CALA A PORRA DA BOCA, ESTAMOS FAZENDO ISSO POR ELE - Gritava Marco, parecendo tirar todo o peso em seus ombros, porém, o grito ecoou por toda a ilha, o Bárbaro sacava seus machados, e ficava em alerta, Marco talvez pressentindo a presença de alguém, sacava sua katana, Fabregas, portava apenas um martelo, este se escondia atrás de Marco, com um movimento com sua mão, Marco mandava Gregory e Alice ficassem atrás dele, o homem portava duas adagas em sua cintura, porem preferia lutar com sua katana.

Lobo branco:
 

Alcateia:
 



O temor de todos ali eram precisos, do flanco esquerdo aparecia a figura de um grande lobo branco com olhos vermelhos, deixando seus dentes a mostra, em seu lado era possível ver 4 quatro lobos menores, todos de pelugem escura, os lobos se separavam, pareciam forma uma formação para ataque. O bárbaro estava um pouco acima, e o parecia trocar olhares com o lobo branco, Marco tomava a dianteira, deixando Fabregas para trás, o possível campo de batalha era um grande espaço cercado por arvores, o chão com neve ate a altura dos joelhos, um pouco mais acima, era possível ver a sombra de uma cabana, se tentassem fugir, teriam que deixar alguém como isca.
- Algum de vocês sabem lutar?- Perguntava o Barbaro ja pronto para a batalha
Bárbaro:
 

Fabregas:
 

Marco:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

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Última edição por Willian West em Sab 07 Abr 2018, 23:55, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptySex 06 Abr 2018, 14:40


     
É HORA DA TRETA

Eu ouvi o homem que aparentava já estar resfriado falando sobre querer se tornar um marinheiro. Estranhamente ele possuía o mesmo objetivo que o meu, mas não iria expressar minha  vontade de ser marinheira agora, pois na nossa atual situação não teríamos como entrar na marinha agora, então falar que queria me tornar marinheira não teria nem um efeito.

Quanto ao frio dessa ilha eu já estava acostumada com ele, afinal vivo nesta ilha desde que nasci, e  o frio só me dava uma sensação de incômodo, já que deveria tomar cuidado para não sofrer uma hipotermia. Enquanto caminhávamos os rapazes conversavam  e eu não daria nem uma atenção para isso,  estaria prestando mais atenção em nossa volta,  já que os rapazes não falavam nada que pudesse chamar minha atenção . Principalmente o marinheiro que só sabia reclamar de dor nas pernas. Afinal reclamar não iria resolver em nada na situação atual.

Mary estaria logo atrás de mim, também atenta  à nossa volta, tentando se mover sem fazer o mínimo de barulho. Já a vermelha estava tentando esfaquear freneticamente o homem que não parava de reclamar, parecia que ela estava irritada com ele, infelizmente  ela não era a única incomodada com o  reclamão, já que Marco gritou:

- FAB, CALA A PORRA DA BOCA, ESTAMOS FAZENDO ISSO POR ELE-  

Mary levaria a mão direita na testa com uma expressão de decepção enquanto falava:

- Mary– Definitivamente ele não é o tipo de líder inteligente -

Enquanto isso a vermelho voltaria a soltar um sorriso maníaco no rosto enquanto falava(pensa na jinx):

- Vermelha– Parece que finalmente chegou a hora de brincar.... Depois de tanto tempo finalmente vou poder me sujar de sangue novamente....hahahahahaha -

Juntamente com  minhas personalidades eu estaria agindo também, eu iria por minha mala no chão e tiraria meu sobretudo e iria enrolar o mesmo no meu braço esquerdo falaria  assim que Marco acabasse de gritar:

-Alice–Você fez merda.-

Logo lobos apareceriam e Marcos talvez  tentando compensar por ter nos posto em risco ou simplesmente por esse ser o trabalho dele falou  para ficar atrás deles para nos protegermos. Meu rosto até agora estaria sem expressão, mas lentamente um sorriso maníaco se formaria em meu rosto e meus olhos  iriam  se ficar  avermelhados. Deixaria Vermelha tomar conta de meu corpo.

Iriamos caminhar lentamente em direção a Marcos quando estivesse aproximadamente a 3 metros de distância iríamos  falar tentando fazer uma voz  provocativa.

- Vermelha–Me desculpa gatinho, mas não sou do tipo de mulher que precisa de proteção, se você puder me emprestar isso que está em sua cintura poderei lutar também.-

Enquanto falávamos isso com nossa mão direita pegaria a adaga de Marco sem dar oportunidade para o mesmo responder. Se o mesmo olhar confuso para nós devido a mudança súbita de personalidade,  iriamos dar uma piscadela para o mesmo e enviar um beijinho.

Nós iremos nos posicionar  um pouco a frente de Marco tentando chamar atenção de um lobo. Contando com  ele para evitar que mais de um lobo nos atacasse ao mesmo tempo. Portanto  iríamos falar para Marco tentando novamente fazer uma voz sexy:

- Vermelha–Por favor gatinho, toma conta da minha retaguarda...Posso te recompensar mais tarde...-

O motivo para ter tirado o sobretudo e enrolado no braço eram três. Primeiro para ter mais mobilidade, segundo para ter uma forma de me defender do ataque de um lobo e por último queria que os lobos me vissem melhor. Era nativa da ilha, conhecia um pouco de lobos. Lobos possuem o costume de atacar sempre o mais fraco do grupo. No caso seria provavelmente eu ou o homem que parecia estar doente.  Comigo me expondo na linha de frente o alvo mais provável seria eu.

Não responderemos a pergunta do bárbaro, preferimos mostrar que sabemos lutar do que falar que sabíamos. Esperaria pacientemente que um lobo me atacasse, se percebesse um vindo em nossa direção falaremos enquanto o mesmo se aproximava:

- Vermelha–Isso! Vem pra mamãe, vem!-            

Esperaria com a mão esquerda em guarda , até que o lobo desse o  bote tentando me morder, assim que ele fizesse isso  botaria a  minha mão esquerda na frente da mordida do mesmo, meu pé direito estaria mais recuado que o esquerdo tentando aguentar a força do impacto. Se o lobo  mordesse minha mão protegida com o sobretudo iriamos rir enquanto falávamos:

- Vermelha–HAAHAHA, mamãe tem um presente pra você.....-

Falaremos ao mesmo tempo que levaríamos nossa mão direita rapidamente em direção ao olho direito do lobo enquanto ele  estivesse indefeso mordendo nossa mão esquerda, caso estivesse com a adaga o golpe seria em forma de estocada e após enfiarmos a adaga iríamos girar um pouco a mão em sentido horário, tentando aumentar o estrago. Se estivéssemos sem a adaga iriamos tentar enfiar o dedão no olho do lobo e arrancar seu olho fora.

Tendo sucesso em utilizar uma dessas estratégias e se o lobo morresse nos falaríamos:

- Vermelha– Mais um brinquedo que foi cedo demais.... -

Se o lobo após ter recebido o golpe fugisse  falaremos deprimidas fazendo biquinho:

- Vermelha–Qual é? Não fuja, mamãe quer brincar um pouco mais-

Nem tudo sai de acordo com o planejado. Caso mais de um lobo nos atacasse, iríamos tentar primeiro nos defender do lobo que atacou primeiro com o braço esquerdo, tentando fazer o mesmo ficar grudado no braço, Para logo em seguida utilizar o corpo do primeiro corpo como escudo para o segundo lobo, tentando fazer com que eles se mordesse.

Caso dois atacassem ao mesmo tempo   com as pernas abertas tentando ter mais firmeza me defenderia com a mão esquerda no que estivesse mais próximo dela, tentando fazer ele morder a região protegida com  o sobretudo. Com a mão direita, se eu estivesse com a adaga iríamos dar um golpe em forma de estocada na hora que o lobo tentasse nos morder, mirando a boca aberta do lobo. Caso não estivesse com a adaga esperaria o lobo dar o bote para batermos com a mão em um golpe horizontal na lateral do corpo do lobo aproveitando que meu alcance seria maior do que o dele para desviar o ataque do mesmo.

Caso fossemos mordidas em uma região desprotegida dependendo da região iremos tentar morder  uma das orelhas do lobo que me mordeu com toda minhas forças tentando arrancar a mesma com os dentes. Tendo sucesso iria cuspir a orelha e com os dentes sujos de vermelho falaríamos:

- Vermelha–Mamãe também sabe morder!-

Caso não fosse possível morder o lobo  que estivesse me mordendo e estivessem com a adaga iríamos  tentar afundar a adaga no crânio do lobo. E logo depois tirar a mesma rapidamente admirando a visão do rastro de vermelho que tirar a adaga rapidamente iria deixar. Caso não estivesse com a adaga novamente  iríamos tentar tirar o olho dele com a mão direita.

A região principal que iríamos manter nossa defesas seria o pescoço, acreditando que seria a área  vital que os lobos mais focam. Tentaria me defender mais com as mãos  acreditando que desviar nesse terreno não seria nada fácil. Mas em último caso nos jogaria para a direita tentando me esquivar de algum ataque após cair tentaria me levantar rapidamente antes que seja atacada novamente.



historico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptySab 07 Abr 2018, 00:27

"Os Lobos de Baskerville" - 05




A gama e informações que havia se perpetuado em minha mente naquele momento era enorme, o grito de Marco e o uso do "ELE" Já indicava que eles estavam preocupados, não com algo, mas com alguém, sim era um ser vivente, e como eu sabia disso? nesse mundo as pessoas que chamam os barcos de ele com tanta tonicidade assim estão em hospícios ou a caminho de lá.

Já estava claro o suficiente para mim que havia um homem naquele navio, e muito provavelmente ele estava ferido e precisava de cuidados médicos imediatos, é claro, era uma hipótese, porém, não deixava de haver uma chance daquilo realmente estar acontecendo.


Eu não dei a mínima para as palavras que Marco falou para mim, apesar de tentar tirar alguma palavra chave dali que me pudesse dizer alguma coisa.

Todavia em meio a gama de ações de todas as pessoas eu não pude deixar de notar o desconforto de Marco quando citei uma batalha, ele não negou e muito menos afirmou. apesar do ditado "Quem cala consente" eu não estava disposto a acreditar naquilo. No entanto as coisas começaram a fazer um sentido mais concreto, agora o fato de que eles poderiam ser marinheiros realmente voltou a tona. E sim, as chances deles serem marinheiros realmente aumentou. Não querendo dizer que piratas não dão a mínima para seus companheiros de bando, muito pelo contrário.

No entanto, eu acharia improvável que homens como Marco e Fabregas atacassem uma Escuna da marinha e saíssem impunes facilmente e com a Escuna roubada.

Em meio a meus pensamentos, realmente passou-se que, eles roubaram esse navio no porto de uma das outras ilhas do North Blue, desta forma começaram a fugir e um outro barco da marinha deu perseguição e das duas uma, ou eles acabaram com um vento favorável o que os permitiria despistar os Marinheiros com facilidade, ou até mesmo eles foram capazes de fazer com que o barco adversário tivesse ou uma parada crítica ou afundasse. E em ambas as situações eles são criminosos, logo não seria tão seguro andar com eles caso fossem. Porém, se não fossem, isso indicava que tiveram uma recente batalha sangrenta com Piratas e acabaram tendo um companheiro ferido a tal ponto, que queriam não só parar na ilha mais próxima, como concertar o barco ou então além de só 1, todos os outros membro da tripulação iriam ganhar uma chance de morte através de afogamento.


"Espere, minha cabeça não tem só pensamentos, agora essa secreção nasal fica tomando minha atenção, dessa forma não da para pensar, preciso primeiro eliminar os fatores externos, ou então eu só sigo esses caras mesmo e chego a fundo disso, a propósito.."

Eu não pude notar a sensação ruim que senti, quando lembrei do grito que Marco deu, voltaria minha atenção para os lobos, era uma sensação ruim, de se sentir sendo a caça, na verdade uma sensação que foi suprimida pela minha concentração logo em seguida, algo estranho, como um furo de agulha, uma dor em etapas.


~ Preparação Mental ~ (Como já sabe ignorar ações de combate, é meramente uma simulação mental do personagem)


Naquele instante, apenas eu mesmo era capaz de ver o brilho estranho nos meus olhos, era uma luz que me lembrava a sabedoria de meus pais, os fragmentos da janela do passado que havia sido quebrada por mim para me manter longe da vista das emoções agora novamente se uniam de novo, me dando uma sensação nostálgica ao lembrar da ultima vez em que eu havia entrado num confronto, um caso antigo, aos meus quinze anos, em que ajudei meu tio a encontrar um criminoso famoso na região.

A memória tornou ser fragmentos de uma vidraça novamente, e minha atenção ficou completamente voltada aos lobos, por via das dúvidas eu dei um giro de 360º para ver se encontrava algum Empecilho vindo a distância para nos atrapalhar juntamente da alcateia de seres de cérebro minúsculo, apesar de ter um cérebro sub-desenvolvido não os tornava pior que os humanos, na verdade os tornava iguais, afinal, qual é a linha principal de humanos comuns? Sobreviver e Pro criar, ora, parece que temos uma certa semelhança aqui certo? A diferença é que as Emoções dos Lobos são limitadas as mais primitivas possíveis os tornando perfeitas máquinas de matar, diferente dos humanos, que usam os sentimentos para realizar cumprimentos e outros atos fúteis apenas para melhorar suas relações interpessoais e criar máscaras sociais que são tão frágeis quanto papel.


Naquele instante imaginaria uma espécie de mapa do local em minha mente, com alguns círculos nele, círculos esses representados pela localização de cada um de nós, meu perfeccionismo me fez acrescentar até outros em minha estratégia, haviam dois círculos maiores em minha simulação mental, ambos representavam os dois seres de enorme monstruosidade de cada lado. Afinal, é ideal que monstros enfrentem monstros.


O restante dos círculos por coincidência eram perfeitamente iguais, afinal, a quantidade de Lobos aparentemente comuns naquela alcateia era proporcional ao número de pessoas ali comigo, se parássemos para pensar que nós humanos deveríamos ter uma vantagem natural nesse combate, então significa que tínhamos uma chance de vitória muito maior que a dos lobos, isso claro, se eu não estivesse resfriado e meu espirito estivesse entrando em estado sólido.

A localização de todos os membros era nítida, tanto em minha mente quanto em meus olhos, eu sabia que os lobos estavam nos cercando, o que nos deixaria numa perfeita situação de um contra um.

Primeiro passo, o campo de limite de golpe. Naquele instante, o lobo que estivesse vindo na minha direção, imaginaria uma esfera transparente que recobria todo o seu pescoço e cabeça.

Visão:
 


"Independente das qualidades naturais de um animal selvagem como esse, ele ainda tem um limite comum de alcance durante uma luta, e sua principal forma de ataque é a boca, logo ele terá que movimentar muito esse pescoço."


Segundo passo, quando o lobo se aproximasse eu me aproximaria dele a uma velocidade equivalente para que chegássemos um ao outro em velocidades e tempos semelhantes, primeiramente eu enviaria um jab com o braço direito na direção de seu rosto, apenas para pouco depois da metade do caminho tentar puxar o braço para trás, seria apenas uma distração para atrair o lobo, até um de seus limites de alcance com a boca, caso ele chegasse ao limite imaginário criado por mim, provavelmente teria de movimentar o resto do corpo todo para continuar o movimento.


Terceiro passo, um cruzado de esquerda certeiro no pescoço do Lobo, eu continuaria desarmado, no entanto, a não ser que ele fosse um animal invertebrado, as chances de reverter um movimento já feito e com o corpo se movimentando a uma alta velocidade, principalmente em combate eram muito difíceis.


O Sucesso do cruzado resultaria numa provável retaliação do lobo, ou sua morte/desmaio, no entanto eu estaria preparado para ambas as situações, um pulinho para trás seria o suficiente para sair do alcance limite do lobo.

Quarto passo, seria esperar a reação do lobo, se ele reagisse com um ataque igual ao primeiro, utilizando sua boca eu usaria da mesma estratégia, só inverteria a ordem dos braços, afinal, eu não iria subestimar a inteligência de um lobo, apesar de ela obviamente ser inferior a minha. No entanto se ele tentasse por exemplo um ataque com as garras e patas frontais, Eu apenas esperaria ele se erguer, afinal, os lobos não possuem ombros, seus movimentos são bem limitados quando utilizam as quatro patas, o que torna quase impossível um golpe feito por um lobo na Horizontal, então, esperaria um um vindo da vertical, o intervalo seria tempo suficiente para que eu tentasse desferir um Jab com total potência, me aproveitando, é claro de um giro na cintura para favorecer o poder do soco, e assim, atingir o "tórax" do lobo e lançar-lo para trás, ou não.  


~ Preparação Mental  Fim~ (Como já sabe ignorar ações de combate, é meramente uma simulação mental do personagem)

Saí de meu transe momentâneo, o pensamento talvez tivesse me tornado suscetível a ataques, mas eu preferiria me arriscar um pouco e montar a estratégia de combate, antes de colocar-la no papel.

Eu faria o movimento metódico como imaginei, esperaria um lobo vir em minha direção, e por fim, começaria a avançar em sua direção, e a medida que ele se aproximasse eu já começaria a pensar no ângulo e tempo em que deveria atacar para acertar o golpe no pescoço, o espaço de tempo era simplesmente muito curto, deveria ser aproveitado.

Quando nos aproximássemos eu o observaria um pouco, tentaria notar qual o golpe que ele tentaria utilizar, se tentasse uma mordida como esperado, eu seguiria os planos de fazer uma finta com o braço direito, e se por acaso ele viesse com a mordida na direção do braço esquerdo, eu faria o mesmo mas utilizando o braço esquerdo como finta para acertar o pescoço com braço direito.

Caso eu conseguisse com sucesso acertar o soco no pescoço do Lobo, eu observaria a reação do animal, se ele continuasse o sedento ataque eu daria um pulo para trás, na tentativa de me distanciar no mínimo um metro do animal, reformularia parte dos pensamentos que simulei, e em seguida avançaria novamente, desta vez, em passos de uma criancinha, de maneira vagarosa, porém, perigosa. Independente da situação manteria o olhar indiferente em meu rosto, e a respiração, bom, ofegante devido ao esforço físico eu diria.

Caso o lobo tentasse me atacar com as garras, observaria o movimento para definir primeiramente o ângulo de ataque, se viesse, como previsto, na vertical, eu apenas giraria a cintura para a esquerda e enviaria o braço direito com o máximo de poder possível na direção do tórax do animal, e tentaria desferir um Jab contra ele.

Caso em ambas as ações anteriores eu conseguisse desacordar o lobo, ou matá-lo, observaria a situação do combate daqueles que me acompanhavam na jornada. Caso algum deles precisasse de uma mão amiga, eu caminharia na sua direção a passos comuns, no intuito de prestar apoio, mas não é claro, sem antes avaliar a situação.

Porém se o golpe de garra que o lobo desse, viesse da diagonal ou Horizontal, eu realizaria uma técnica de limite de ataque muito conhecida no boxe, afinal, todo boxeador tem como obrigação saber o limite do alcance de seu braço, afinal, quanto mais longo o braço  maior a vantagem. Tentaria me distanciar um pouco do animal durante o seu movimento de me golpear, e em seguida, quando e caso visse uma brecha, tentaria acertar um Jab no limite de alcance de meu braço, A primeira opção seria acertar o tórax novamente, no entanto se não houvesse brecha aparente, ignoraria o golpe e recuaria um pouco, esperando pelas próximas ações do animal.

Em todos os casos eu me manteria atento também ao ambiente ao meu redor, tomaria cuidado para não ser encurralado por algum objeto do cenário, arvore, ou algo do tipo, na verdade as utilizaria de forma mais estratégica, caso tivesse alguma em minhas costas, em ultima opção, caso não conseguisse golpear o Lobo, eu poderia utilizar-la para conseguir tempo, e despistar-lo, correndo entre as arvores, caso fosse necessário, criaria uma rota mental entre as arvores, tentaria desenvolver a melhor rota possível para poder chegar até Marco um dos mais bem armados entre nós. É claro, que também me manteria atento com suas ações, sabe-se la se ele tentará nos ferir do nada por algum motivo, então se ele tentar me atacar e eu estiver encurralado pelo Lobo, saltaria para a esquerda, é claro, prestando atenção no cenário para não me chocar com algum objeto do gênero.


Todavia, tentaria me manter o mais observador possível durante a batalha, dividiria minha atenção entre o lobo e os outros, caso conseguisse, e por fim, tentaria notar algumas diferenças neles, e caso a moça tivesse algum surto estranho, eu não me assustaria, só me sentiria surpreso.





Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
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[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..



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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptySab 07 Abr 2018, 15:49

Narração - Todos

O grupo recuava conforme os lobos avançavam, o lobo branco, que parecia ser o líder, começava a rodear o bárbaro, que por sua vez rosnava de volta, mostrando seus dentes amarelos, os demais faziam um quadrado sobre o grupo que ficava para trás, de forma que todos ficassem de costas um para o outro. Marco tomava a frente de Fabregas, focando em dois lobos a sua frente, deixando Gregory e Alice com o restante.

Alice tomava a adaga na cintura de Marco, o homem observa atônico o olhar da garota, que antes parecia ser de uma jovem aventureira para a de uma maníaca sedente por sangue, Alice aparentava falar de forma mais sensual que antes, mas Marco apenas ignora os dois sujeitos, focando em seu colega Marinheiro, este que por sua vez, tinha apenas um martelo em suas mãos, era visível a tremedeira que estava, suas pernas pareciam que iriam ceder a qualquer momento, e o rapaz viria ao chão.

O primeiro lobo a avançar correu em direção a Marco, este por sua vez, sacou sua katana, e tomou a dianteira, o Lobo confiando no seu instinto, pulou com sua boca aberta, pronta para rasgar o pescoço do Marinheiro, mas este, se agachou no momento exato, e passou a ponta da sua katana na barriga do lobo, que caia estripado aos pês de Fabrigas, que por sua vez desferiu um golpe com seu martelo, apenas para ter certeza da morte.

O segundo lobo, avançava contra Alice, a garota que rapidamente enrolava seu agasalho no seu braço esquerdo, o colocava a frente, como uma proteção, deixando sua base no seu pé direito, o lobo avançava rapidamente, saltava sobre a garota, que colocava seu braço encoberto na frente do bote, o lobo mordeu a parte protegida pelo agasalho, porém, o peso do lobo junto com a força do seu salto, fez com que o pé direito da garota afundasse na neve fofa, tirando sua base, levando a garota ao chão.

O impacto com o solo foi suave, todavia, a queda pegou-a de surpresa, suas costas batiam sobre a neve, com isso, seu corpo afundava, e a neve caia sobre seu rosto, dificultando sua visão, Alice tentava perfurar o olho do lobo, porém, a neve a impedia de acertar o alvo, seus ataques acertavam a parte de trás da orelha, o lobo ficava apenas mais enfurecido, balançava a cabeça de um lado para o outro, de forma que seus afiados dentes perfuraram a proteção feita pelo agasalho, e já penetrava na pele de Alice, o sangue quente adentrava sua veste, fazendo com a neve antes branca, começasse  a tomar uma cor avermelhada.

Alice vermelha, mesmo naquela situação, parecia soltar uma gargalhada, e após tentar várias vezes, conseguiu acertar seu alvo, a adaga adentrou no olho direito do lobo, este tomado pela dor, afastava abrindo sua mandíbula, e afastava da garota, caindo de lado, com a adaga ainda cravada em sua face, Alice agora jazia afundada na neve, com seu braço esquerdo perfurado pelas mandíbulas do lobo.

Enquanto tudo isso acontecia, Gregory jazia parado, como se estivesse paralisado, o lobo uivava ao ver a morte do seu aliado, avançando sobre o rapaz, que parecia não se importar, o lobo chegava cada vez mais próximo, e saltava mirando o pescoço do rapaz, este num momento de lucidez, colocou seu braço esquerdo a frente, chamando assim a atenção do lobo, a besta então caiu na armadilha feita pelo rapaz, o lobo saltava na direção do braço esquerdo, entretanto, Gregory já havia arquitetado um plano de ataque, e a fera havia mordido a isca, no momento certo, Gregory recuou seu braço esquerdo, e com seu outro braço efetuou ataque na região do pescoço do lobo, acertando em cheio seu alvo, o lobo caia a alguns metros, e retorcia de dor e parecia ter desistido de avançar sobre Gregory, pois começava a recuar.

Marco parecia ofegante, não era acostumado a lutar num lugar tão frio quanto aquele, seu braço já pendia segurando a espada, o lobo avançava, e tudo que Marco fazia era esquivar para o lado, e tentar um contra-ataque, porém, o lobo era mais rápido que o Marinheiro, que avançava novamente contra Marco, que colocava a espada na frente entre as mandíbulas do lobo, e com a força do impacto, caia de costas, com o lobo sobre seu corpo, a saliva do lobo caia no rosto do Marinheiro, que estava em apuros, o lobo forçava suas presas sobre o rosto do rapaz, este por sua vez usava de toda as suas forças para parar o ataque, foi quando ouviu-se um barulho de algo quebrando, foi o crânio do lobo, Fabregas, usava de seu martelo para acertar em cheio a parte de trás da cabeça do lobo, que sem forças era jogado para o lado por Marco.

Nesse momento era possível ouvir um grande uivado vindo mais acima do morro, era o lobo branco, sua pelugem branca agora era tingida de vermelha, o bárbaro agora já não possuía mais rosto, a neva encoberta de sangue, o lobo agora voltava sua atenção para o grupo mais atrás, avançando lentamente, era possível ver suas presas, era como se a morte avançasse contra eles.
- Não podemos morrer aqui Fab, pegue um desses dois e suba o morro, corram até a cabana do homem, e peguem a madeira, o outro fique comigo, irei precisar de ajuda contra essa besta – Marco agora ficava de pé, respirava com dificuldade, o suor do seu rosto se misturava a saliva do lobo havia babado sobre seu rosto, com a katana a frente de seu corpo, esperando que alguém o acompanhe.
Bárbaro:
 

Fabregas:
 

Marco:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyDom 08 Abr 2018, 01:25

"Altamente Funcional" - 06




Era uma sensação incrível, claro que eu não poderia me vangloriar de colocar um mísero lobo para fugir de mim, no entanto, a sensação de se sentir dominante ainda era enorme, aquele pedaço de linha fino, que quando puxado-do se esvai completamente, é a sensação de estar no controle da vida de alguém? é tentador, e deve ser por isso que esses homens prezam a liberdade, piratas, revolucionários, marinheiros, O governo mundial. Tudo tem seus malefícios e benefícios.  Os piratas tem a sua liberdade e o direito de fazerem o que quiserem, mas tornam-se excluídos da sociedade e repudiados por grande parte das pessoas. Os Revolucionários tentam lançar sua ideia para o céu, para que todos vejam, mas tornam-se fugitivos internacionalmente procurados quando fazem isso, E os marinheiros?, Bom, Estão sujeitos a um controle subjetivo e tornam-se o exército particular de alguém.

"Tudo bem, mas o que importa? eu só quero pegar alguns bandidos, a sensação é ótima"

A pitada de pensamento salgado que eu tive, fez com que as palavras amargas em minha mente se esvaecessem, eu não me preocupava com aqueles que nos observavam, eu sou o tipo de pessoa que prefere saciar todas as suas vontades, então, quando eu estiver satisfeito eu também me torno um observador passivo e apenas assisto o show, das pessoas ao meu redor chegando aos seus objetivos, sabe, tem alguns loucos que dizem, que é bem melhor com uma platéia para assistir.



- Não podemos morrer aqui Fab, pegue um desses dois e suba o morro, corram até a cabana do homem, e peguem a madeira, o outro fique comigo, irei precisar de ajuda contra essa besta –



- Certo, acho que já posso desvanecer esse pensamento filosófico inútil da minha mente, e me focar no mundo real.

Retruquei em voz baixa as palavras de Marco, em seguida, olharia para Fabregas e por ventura para a jovem moça estirada na neve, não deixaria de notar o sangue salpicado na neve, uma visão estranha, mas nada que meu temperamento natural não me tornasse indiferente a situação. Apenas dei um sugestivo grito, para informar que eu me importava com sua situação.

- Ta tudo bem ai senhorita?

Eu não duvidaria que com seu comportamento macabro de anteriormente ela quisesse ter um papo civilizado no momento, talvez quisesse matar?  Não era improvável, e na verdade eu nem me importava com o que ela precisava naquele momento, afinal, se eu parasse para ficar observando o estado em que ela deixou o lobo que a enfrentou, saberíamos quem teve a mão maior no confronto.

- Tudo bem, eu vou com o Fabregas, afinal, eu tô desarmado.

Coloquei as mãos pra cima e ergui os ombros um pouco, demonstrando descontentamento e que estava meio sem jeito com a situação.

Daria uma olhada profunda para Fabregas, franziria as sobrancelhas e começaria a correr na direção da cabana.

- Certo vamos! não seja lento!

Ficaria atento com o solo, para não acabar caindo no meio do caminho, e quando chegasse até a cabana, caso Fabregas não tivesse chegado ainda, eu esperaria um pouco por ele, do contrario eu entraria na cabana juntamente com ele. É claro, em ambos os casos.

Quando adentrássemos o recinto, caso fosse necessário, afinal poderia haver a lenha necessária ao redor da casa. Eu observaria todo o local com cuidado, abusaria de minha visão aguçada e se por acaso estivesse meio escuro, eu utilizaria apenas a luz das velas ou lamparinas acesas no local, para tentar obter a melhor visão possível e tentar distinguir até os mínimos detalhes da casa, caso visse alguma garrafa de bebida ou algo do gênero, pegaria a garrafa e colocaria num dos bolsos para as mãos que houvessem no agasalho, em seguida, continuaria procurando por alguns detalhes, até encontrar a tão bendita madeira, observaria ela por alguns instantes até que me aproximaria e pegaria o máximo que eu aguentasse, colocaria a madeira entre o braço esquerdo e o meu corpo, e tomaria cuidado para não me furar com alguma farpa ou algo do gênero.

Em meio as ações, não pude resistir a vontade tentadora de questionar o jovem Fabregas que ali comigo estava.

- Sabe, eu tenho um bom mau costume. Eu observo demais, isso me torna suscetível a não ter amigos, só aliados, mas eu faria um esforço, caso encontrasse pessoas que merecessem a minha presença.

Quando terminasse as palavras olharia nos olhos de Fabregas e daria um sorriso sincero, ergueria o queixo um pouco, não conseguindo segurar a sensação de superioridade que eu sentia naquele momento, acabou que, ela passou para o meu corpo.

- Diga-me sinceramente, eu estou errado, quando digo que vocês não vieram de uma tempestade, mas sim de uma batalha, possuem uma pessoa gravemente ferida com vocês, tem medo que ela venha a falecer e por isso estão realizando esse trabalho no máximo de velocidade possível, e além disso, eu diria, que seu medo não é só dele se complicar, mas de que nos encontrem também. Tirando o fato de que você está nervoso ao ponto de falar que tinham um rapaz com vocês capaz de consertar o barco, sendo que era você mesmo capaz de fazer isso. Mas não se preocupe, não tenho intenção antagônica, para com a sua pessoa, nem com seus aliados. Eu só estive observando nos últimos tempos sabe? Essa vontade incessante de ficar lendo as pessoas como livros e montando seus pensamentos como quebra cabeças. Eu posso estar completamente errado, mas isso não me deixa triste, pelo contrário, me sinto feliz em saber que ainda tenho que melhorar. Não ligue em me contar, eu não pretendo fazer nada a respeito, a não ser me surpreender caso esteja certo. Mas me diga, por que dois marinheiros que precisam de ajuda, resolveriam ocultar isso de civis? não que eu me importe, mas que tipo de coisa vocês estiveram fazendo antes de virem a esta ilha?  


Diria tudo numa tonalidade de voz aceitável, para tentar não assustar-lo ou o fazer ficar alarmado com a situação, eu apenas queria aplicar a hipótese e ver se estava correta, a única coisa que eu faria em seguida seria me vangloriar de minha própria capacidade intelectual, depois, é claro, que a hipótese fosse confirmada.

Independente da resposta de Fabregas, eu caminharia até a porta atento, e em seguida diria.

- Tudo bem precisamos ir, quanto mais rápido formos menos vidas perderemos.

Diria, e em seguida sairia da cabana e correria novamente na direção do pequeno grupo, tomaria cuidado no meio do caminho, para não acabar tropeçando e caindo com toda a madeira, quando estivesse próximo o suficiente para não ter que falar numa altura que atraísse outros animais, diria.

- Marco, Senhorita. Pegamos a madeira, é melhor acabarem logo com isso, nos vemos no barco!

Começaria a correr no sentido oposto ao que viemos, no entanto, se eles já tivessem acabado com o animal, eu simplesmente esperaria por eles, para então os acompanhar até o barco.




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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyDom 08 Abr 2018, 10:00


     
É HORA DA TRETA²

Tivemos sucesso em pegar a adaga de  Marco e em chamar a atenção de um lobo, infelizmente meu plano começou a dar errado  logo após isso.  Mesmo tendo nos preparado para receber o bote do lobo não tivemos sucesso em manter o equilíbrio e caímos de costas na neve.Iriamos sentir um frio nas costas e uma dor na mão esquerda onde o lobo estava mordendo.Mas isso não nos assustou, pelo contrário não conseguiríamos conter nossa risada enquanto tentávamos esfaquear freneticamente o olho do lobo.

Após algum tempo tivemos sucesso em esfaquear o olho do lobo que caiu para o lado. Logo após isso iríamos nos levantar e  vestir novamente o sobretudo já que ele se provou inútil como defesa. Embora estivesse com buracos de dentes nele acreditávamos que ele poderia ainda ser útil ao seu papel de nos proteger contra o frio. Agora que estávamos em pé iríamos olhar em volta tentando ver a situação.

Parece que o homem  que  havia quase congelado até a morte havia conseguido lidar com o lobo que  tinha o atacado. Talvez eu devesse decorar o nome dele. Ele já havia falado? Me perguntaria tentando vasculhar nossas memórias,mas  não iríamos ter sucesso, se ele já tivesse informado provavelmente tínhamos considerado essa informação inútil e não ter dado o mínimo de atenção pra ela.  Os marinheiros também se saíram bem, mas o bárbaro  se provava ser uma decepção, ele  teve seu rosto comido pelo lobo, mau podiamos acreditar que ficamos excitadas em pensar em lutar contra ele.

- Não podemos morrer aqui Fab, pegue um desses dois e suba o morro, corram até a cabana do homem, e peguem a madeira, o outro fique comigo, irei precisar de ajuda contra essa besta-

Marco falou o que nos parecia ser um péssimo plano. Se ele quisesse recuar para pegarmos as coisas o melhor plano seria fazer uma formação defensiva e seguir até a cabana. Chegando lá fechamos a porta e pegarmos o necessário. Ou melhor utilizamos a porta para  obrigar os lobos que estavam nos atacando a atacar um por um de maneira que possamos nos livrar deles um  por um não deixando os miseráveis nem passar completamente pela porta.

- Ta tudo bem ai senhorita?

O homem que eu havia tentado lembrar o nome me perguntou, em resposta  apenas iriamos sorrir  para ele enquanto íamos  em direção ao lobo que estava com a adaga ainda alocada em seu olho.   Pisaremos em seu pescoço e estando em pé em cima dele iríamos utilizar o peso do nosso corpo para afundar um pouco mais a adaga em seu olho para garantir que o mesmo esteja morto. Para logo em seguida segurar o cabo da adaga com as duas mãos e utilizar o nosso pé que estava no pescoço do lobo para que quando fossemos puxár a adaga de dentro do lobo  o corpo dele não viesse junto.

Tirando a adaga do lobo iríamos pegar o lobo segurando ele pelo coro do pescoço da parte de trás do pescoço e iríamos andar até Marco  estando perto o suficiente jogaria o corpo entre  o Marco e o lobo tentando chamar a atenção do lobo branco para mim.

- Vermelha–Gatinho, não sou do tipo de mulher que tira tudo de um homem, não no primeiro encontro pelo menos, mas quero sua outra adaga.-

Iríamos falar novamente em voz sexy para Marco e novamente não iríamos dar tempo do mesmo responder, iríamos passar a mão em sua cintura e pegar e pegar a outra adaga. Após isso  com uma adaga em cada mão iria para a frente de Marco e encararia o lobo branco.

- Vermelha–Vem cachorrinho, vem brincar com a mamãe, vou adorar sujar  esse seu lindo pelo branco de vermelho. -

Iriamos falar tentando fazer com que a atenção do lobo ficasse em nos, após isso iríamos em direção ao lobo esperando que Marco fosse esperto o suficiente para atacar o lobo assim que ele me atacasse, nossos braços vão estar abaixados  enquanto caminhava tentando provocar ainda mais o lobo branco.  Quando o lobo viesse correndo em nossa direção levantaria o braço esquerdo de forma defensiva, tentando chamar a atenção do lobo para o mesmo. Mas assim que  ele tentasse morder iríamos tirar o braço esquerdo da frente ao mesmo tempo que com meu braço direito atacava em um golpe horizontal com a adaga tentando acertar a cabeça do lobo. Se não tivesse tempo de afastar completamente meu braço esquerdo iríamos tentar  fazer o lobo morder a adaga que estávamos segurando.

Desviar de um ataque não era uma coisa de se fazer quando se está com neve até o joelho, mas mesmo assim se nosso plano não desse certo iríamos tentar desviar  nos abaixado caso o lobo tivesse pulado tentado morder a parte superior do nosso corpo. Caso o lobo não tivesse pulado iríamos tentar nos jogar para esquerda.  Já que tentar aguentar o bote dos lobos sem cair provou ser mais difícil do que desviar. Se tivessemos caido no chão apos nos desviarmos iríamos tentar nos levantar rapidamente.

Caso não tivesse sucesso nem em me esquivar e em em fazer o lobo morder a adaga, iríamos oferecer novamente meu braço esquerdo como sacrifício acreditando que o sobretudo iria proteger pelo menos um pouco o mesmo. Mas dessa vez não iríamos tentar nos manter em  pé, deixaria que nossas costas encontrasse novamente com a neve fofa deixando o lobo em cima de nós. Com isso com minha mão direita iríamos tentar esfaquear em um golpe em forma de estocada a barriga do lobo para então com toda a força que tínhamos puxar para cima a adaga tentando assim fazer um rasgo na pele do lobo. Com sorte as entranhas do lobo iriam sair para fora, lambuzando meu sobretudo branco mais ainda de sangue. Caso ele mordesse meu outro braço iríamos fazer a mesma coisa, só trocando a mão que iria  golpear o lobo.
Tendo sucesso falaríamos entre risos:

- Vermelha–Isso, você me deixou molhadinha.... hahahaahahaha-
Caso não tivesse sucesso em me defender utilizando os braços e ele mordesse outra parte do meu corpo. Daríamos risada enquanto falávamos:

- Vermelha–Lobinho bobinho, nossas  mãos estão livres,  Hahahahahaha....-

Iriamos continuar rindo enquanto esfaqueávamos o lobo com ambas as mãos a região não importa, faríamos ataques aleatórios, se tivéssemos  sorte de não atingirmos nem uma região vital do lobo enquanto o mesmo era esfaqueado seria melhor, já que ele iria sofrer mais. Assim que percebesse que o mesmo parou de respirar iríamos dar mais 10 facadas, mas o ritmo das facadas iria ir diminuindo juntamente com nossa risada.

A região central onde minhas defesas iriam se  focar seria o pescoço, já que sabia que provavelmente era o lugar mais vital que o lobo pode atacar.

Caso viesse mais lobos iriamos rir e falar  alto e falar alegremente:

- Vermelha–Ótimo! Quanto mais melhor... hahahaahahaha.-

Caso o lobo branco morresse e não tivesse mais lobos vivos a vista eu novamente iria assumir meu corpo, o sorriso  doentio em meu rosto sumiria e meus olhos iriam voltar a ser azul claro.  Olharia para Marco com um rosto sem expressão e falaria com uma voz sem emoção.

- Vermelha–Vamos? -

Dito isso guardaria as adagas em um bolso interno do sobretudo e pegaria minha mala e seguiria para o navio casos os garotos já tivesse voltado com a madeira, caso contrário iria em direção a cabana. Sempre atenta à nossa volta não queria  ser pega de surpresa por um ataque.

Se após a batalha  me encontrasse com o homem doente e visse que ele segurava uma garrafa alcoólica iria falar.

-Alice–Poderia me dar a garrafa por um momento?-

Novamente não iria esperar respostas para pegar o que eu queria, com a garrafa na mão iria arregaçar as mangas do meu sobretudo e jogar o conteúdo alcoólico sobre minhas feridas, tentando aguentar a dor ser fazer cara feia, pois sabia que fazer cara feia não iria ajudar em nada a aliviar a dor. Não era nem uma especialista em medicina, mas sabia que o álcool serve para prevenir infecções. Quanto ao resto do tratamento esperaria para chegar  ao navio dos marinheiros. Lá provavelmente teria um médico que pudesse dar uma olhada melhor nisso.

Após jogar o álcool em minhas feridas eu iria entregar a garrafa novamente para o homem doente e falaria de forma desinteressada, dessa vez tentando guardar o nome dele:

-Alice–Qual é seu nome mesmo?-

Se durante o  caminho Marco pedisse suas adagas de volta eu as entregaria, caso não pedisse eu não as entregaria, confiante  de que ele as havia me dado por recompensa por ter nos exposto a um risco desnecessário.



historico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyDom 08 Abr 2018, 20:00

Narração - Todos


O grupo trocava olhares, em busca de uma resposta para Marco, este que já tomava a frente da situação, o homem tinha uma enorme determinação, mas o cansaço era visível, sua postura já não estava tão ereta, seus braços tremiam com o peso da sua katana, o suor escorria por seu rosto mesmo naquele frio. Gregory perguntava sobre a situação da moça, está por sua vez tinha escoriações em seu braço esquerdo, e era possível ver um fio de sangue escorrendo até seus dedos, que por sua vez faziam gotículas de sangue que pingavam ao chão branco, a moça dava de ombros e buscava sua adaga, que para a surpresa de todos, estava cravada no olho do lobo, a garota que antes parecia ser indefesa, se mostrara uma hábil lutadora.

Gregory então se voluntariava para acompanhar Fabregas, este que ainda tentava tirar seu martelo do crânio do lobo que ele havia abatido, quando finalmente conseguir tirar, a força usada o fez cair de costas, Marco apenas acompanhava a movimentação do grupo, o lobo rosnava a frente com a boca pingando sangue, carne e miolos, aquela fera não matava por fome, parecia que matava por puro prazer.

Rapidamente Gregory contornava o possível campo de batalha acompanhado de Fabregas, ambos caminhavam com dificuldade, porém, o lobo não lhes dava atenção, a fera dirigia seus olhos vermelhos para Marco e Alice, ainda mais quando a garota caminhava com o corpo do lobo que ela havia matado, e jogava entre a dupla e a fera, Marco arregalava seus olhos e parecia temer mais a garota que a besta em seu frente, Alice sem perder tempo, pedia a outra adaga que estava na cintura de Marco, o mesmo prevendo que a moça iria pegar sem pedir, bloqueou o avança de Alice.
- Eu te dou garota, não precisa ficar roubando minhas coisas, que merda de menina esquisita- Marco então entregava a adaga para Alice, que agora portava duas adagas, uma em cada mão, seus olhos vermelhos focavam em seu alvo, o lobo parecia mais enfurecido que antes, dava pequenos passos até o corpo do lobo, e dava um longa uivada que ecoava morro acima.

Alice tomava a frente, enquanto isso, Marco contornava a garota, tomando posição em diagonal no seu lado direito, o lobo então avançava contra a garota, sua velocidade era bem maior que o outro lobo, a garota agora tentava uma abordagem diferente, colocando seu braço esquerdo a frente, tentando chamar a atenção do lobo, enquanto isso, sua mão direita segurava firme a outra adaga, a garota não vacilava, estava confiante em suas habilidades.

O lobo tinha uma velocidade muito acima do normal para sua espécie, quando saltou já estava encima de Alice, que não teve tempo de tirar seu braço esquerdo da frente, a boca da fera fechou em seu punho, cravando seus dentes profundo na pele da moça, entretanto, a adaga que estava em sua mão esquerda, rasgava a boca do lobo, porém, a adaga não adentrou o boca como ela havia previsto, com a mordida a adaga havia desviado para a fora, rasgando a lateral da boca, todavia, o lobo não recuava, fechando suas mandíbulas mais profundo na mão da garota, quando Marco começou a avançar, a fera ignorava o peso da garota, pois com um simples movimento a lançou a vários metros de distância, fazendo com que a adaga da mão esquerda ficasse preso na boca do lobo, mas não antes de Alice rasgar a barriga do lobo com sua outra katana, fazendo com que o lobo vacilasse

Marco aproveitando a brecha, desferiu um golpe com sua katana no corpo do lobo, o golpe foi tão forte, que o lobo se dividiu em dois, caindo uma parte para cada lado, neste momento Alice se levantava para pensar seu próximo ataque, porém, a única coisa que a garota vislumbrou foi uma áurea assassina que Marco emanava, mas durou pouquíssimo tempo, pois, o homem caia sem forças, sua katana saltava de sua mão, a neve havia coberto o corpo do Marinheiro, Alice tentava levantar, porem sua mão esquerda pulsava, o lobo havia feito um grande estrago, era uma mistura de baba, sangue e neve, a dor era sentida em todo seu corpo, o sangue escorria, agora todo o braço da garota estava machucado, Alice precisava de cuidado médicos, ou então aqueles ferimentos poderiam piorar.

Gregory e Fabegras haviam chegado em segurança até a cabana, ambos estavam exaustos, Fabregas agachava, colocando suas mãos em seus joelhos, Gregory vendo a oportunidade puxava assunto com o Marinheiro, que tinha sua respiração pesada pelo cansaço, Gregory usava de sua habilidade para ler a situação, tentava adivinhar o que acontecia com aquele grupo de Marinheiros, enquanto falava, Fabregas retomava sua postura, e a cada palavra do rapaz, ele parecia recuar, tomando uma distância de Gregory, quando por fim, avançou contra o jovem - Você pensa que sabe tudo desgraçado? Olha aqui, eu passei por várias situações de vida ou morte, sabe o que e ver seus companheiros sendo mortos na sua frente? Acha que tudo pode ser resolvido de uma hora para outra, eu sou um Marinheiro, tenho que cumprir missões, e daí que viemos de uma batalha? E daí que tem uma pessoa ferido no barco? Eu vou cumprir essa missão seu desgraçado, não deixarei meus amigos morrerem em vão.

Fabregas terminava aquele discurso com lagrimas em seus olhos, suas mãos já estavam em volta da gola da camisa de Gregory, o rapaz parecia assustado pela reação do Marinheiro, porém, manteve a calma, e tentou acalmar o rapaz com algumas palavras, com isso Fabregas soltava o aspirante a detetive.

- Você está certo, vamos pegar os madeiras e correr para o barco – Soltando o corpo de Gregory, e voltando sua atenção para a cabana, a porta aparentemente estava trancada – Merda, devíamos ter verificado o corpo daquele homem, a porta esta trancada – Fabregas dava um soco na porta – Droga, se afaste, que Marco me perdoe, mas terei que usar minhas habilidades que me falaram pra não usar – O Marinheiro sacava um grampo de seu bolso, e enfiava na fechadura na porta, após alguns minutos, a porta se abria, e o calor emanado de dentro da cabana esquentava rapidamente o corpo dos rapazes.

A cabana era simples, tinha uma mesa no canto, ainda com alguns pratos sujos encima, havia uma caneca com algum tipo de bebido na metade, uma garrafa aberta estava no meio da mesa, pelo cheiro poderia verificar que se tratava de Hidromel, com apenas uma cadeira, havia uma pequena lareira, com o fogo ainda acesso, tudo muito simples, um colchão era visto perto do fogo, na parede via-se uma pele de urso preto pendurada, na prateleira havia algumas ferramentas, serrotes, pregos, alguns papeis com rascunhos, algumas garrafas de Hidromel, e dentre essas garrafas havia uma de Rum, além de algumas armas, havia um machadinho, e um machado de duas mãos escorado no chão, uma manopla empoeirada  era visível embaixo de alguns papeis, e finalmente, no fundo era possível ver tabuas de madeira, Fabregas caminhava até o fundo e contava a quantidade, fazendo um gesto com suas mãos, dizendo que tinham 8 tabuas.
Fabregas:
 

Marco:
 

Status:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" - Página 2 EmptyDom 08 Abr 2018, 21:57

"Bonito, Inteligente e Perigoso." - 07




Bonito, Inteligente e Perigoso. São ótimas palavras para me descrever, mas não para que eu mesmo me descrevesse, eu não sou nenhum narcisista, só um sociopata egocêntrico que acha que consegue descobrir tudo só de olhar. Mas eu não poderia negar que mesmo Fabregas quase me batendo, eu me senti incrivelmente satisfeito com o resultado de minhas descobertas.

" A natureza humana é tão engraçada, ele não negou nada, enquanto algumas coisas ele alegou, outras ele não falou a respeito, mas se formos contar pelo fato de que ele tem habilidades que seu líder Marco não queria que utilizasse, talvez eles tenham um passado mais sombrio do que eu esperava. Talvez seja melhor não me intrometer mais."

Daria alguns passos para a frente e ficaria ao lado de Fabregas, Observaria as tábuas de madeira, observando bem seu tamanho, me agacharia e casualmente tentaria levantar uma com apenas um braço, caso não fosse tão pesado, eu começaria a empilhar uma por uma, toda vez que eu colocasse uma tábua por sobre a outra eu tentaria erguer todas com apenas um braço, se por acaso o peso chegasse a um limite que eu não conseguisse levantar com um braço apenas, eu começaria a retirar as tábuas que coloquei uma por uma até chegar a um peso que não fosse nem tão pesado nem tão leve, o suficiente para que eu pudesse levar sem ter de exercer muita força naquilo. Casualmente durante as ações daria algumas fungadas com o nariz, para puxar o irritante catarro de volta a onde não deveria ter saído. Eu sentia uma vontade incessante de limpar o nariz com aquele agasalho, mas não o fiz, por respeito a jovem que me havia cedido ele.


Durante as ações procuraria por cordas ou objetos que pudessem ser utilizados para amarras as tábuas que eu aguentava levar, caso visse tal objeto, o pegaria e tentaria amarrar as tábuas juntas, daria um nó simples, apenas bom o suficiente para firmar todas as tábuas que ficariam entre meu braço e o meu corpo. Durante as ações, ocasionalmente daria uma olhada para Fabregas.

- Não me leve a mal, eu disse, é um mau bom costume, não faço isso por que eu quero, fui criado assim. Então, a partir de agora seremos amigos tudo bem?.

Eu daria a Fabregas um sorriso sincero e em seguida ergueria o braço direito, sinalizando que queria cumprimentar-lo.


- Só mais uma pergunta, espero não ofender você de novo. Qual a ligação de Marco e a pessoa que vocês estão preocupados? E, você foi o ultimo a se unir a eles? Ou foi o que se uniu mais recentemente?

As perguntas que fiz foram meramente lançadas para que eu desenvolvesse ainda mais a Ciência que eu estava criando, pensando bem, se fossemos parar para relembrar o passado, se aquele maldito tio não tivesse me feito pegar gosto por caçar bandidos/assassinos e outros tipos de foragidos da lei, eu jamais estaria nessa ilha congelando, talvez estivesse jogando xadrez com algum conde chato, não, eu minto. Ele não foi um maldito, foi um salvador, me tirou da vida chata da Burguesia para uma vida mais agitada e divertida, tenho que agradecer a ele qualquer dia.


Independente das repostas de Fabregas eu me levantaria, agora, de pé observaria um pouco melhor a casa em que entramos, notaria o cheiro de hidromel espalhado no ar, não pude deixar de notar também, além da manopla cheia de poeira, as garrafas de hidromel e rum na estante. Minhas lembranças fizeram uma rápida viagem para segundos atrás quando perguntei a moça se ela estava bem, o sangue me indicou que não era um arranhãozinho, e apesar de que ela parecia não se importar com aquilo, existiam amantes da dor em todos os lugares, e eu naturalmente não ligava para isso. No entanto, apesar do desdém mascarado que me foi proposto pela jovem, meu senso de humanidade pesava em toda a balança da minha existência e me tornava suscetível a ajudar-la.


Eu caminharia até a estante e pegaria uma garrafa de hidromel e outra de Rum, a de Rum, colocaria no bolso do agasalho, enquanto a de hidromel eu tentaria abrir com a mão oposta a que estivesse segurando. Finalmente caso conseguisse abrir a garrafa eu iria ingerir o líquido dentro, diziam as lendas que ajudava com o frio.

Sobre as tábuas de madeira, eu pegaria elas com a mão livre, afinal eu havia selecionado o peso suficiente que eu conseguisse levar com apenas um braço, colocaria a madeira entre o braço  e meu corpo, e para finalizar, tomaria metade da garrafa de hidromel numa golada. Colocaria a garrafa sobre a mesa ao lado da que já estava la e em seguida caminharia até onde a manopla empoeirada se encontrava, eu apenas encaixaria a mão livre com cuidado dentro da manopla, e no fim movimentaria os dedos dentro dela, apenas para sentir a firmeza ali.

- Só é velha e está sem o outro par, mas posso utilizar por um tempo.

Finalmente diria - Acho que podemos ir, Fabregas. Caminharia na direção da porta numa velocidade normal, observando com cuidado para não esbarrar em nada ou ninguém. Caso encontrasse a jovem novamente eu levaria a palavra a ela. Pegaria a garrafa de Rum com cuidado do bolso do Agasalho e entregaria a ela.

- Imaginei que você fosse precisar disso, é bom pra feridas, além disso é um ótimo afoga a dor. se é que me entende.

Depois de entregar a bebida, observaria um pouco as ações da moça e então diria.

- A propósito eu me chamo Gregory. Gregory Holmes.

Daria uma piscadela, e em seguida faria uma carranca, afinal aquele é o fatídico momento em que eu dou uma longa fungada para puxar todo o catarro de volta para bem fundo no meu nariz. Eu não era o tipo de pessoa que ficava irritada, mas convenhamos, quem não fica um pouco irritado com gripe? Acho que ninguém.

Esperaria que todos estivessem prontos, para enfim, começarmos nossa caminhada de volta ao barco. Eu tomaria cuidado durante a caminhada, observaria bem o chão para não acabar caindo e me machucando com aquele monte de tábuas de madeira que eu carregava, e também ficaria atento para não bater em nada ao meu redor com as tábuas, tanto poderia danificar as tábuas, quanto machucar alguém. Quando chegássemos no barco eu pediria uma ajuda para embarcar as tábuas e então as embarcaria. E por fim, eu entraria no barco.

Durante o percurso eu não poderia deixar de indagar.

- Eu não me importo com o dinheiro, o pagamento que eu quero é uma carona até a ilha mais próxima, simples, assim. Sem falar que eu sou uma ótima pessoa para se levar consigo em missões, Fabregas é a prova viva disso, não é rapaz?


Daria um sorriso caloroso a Fabregas, e em seguida voltaria minha atenção a caminhada complexa.







Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[] - Perícia, Só em Anatomia Humana mesmo, é o que eu tenho em mente por enquanto.
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..



Histórico:
 

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"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

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- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
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