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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyDom 18 Mar 2018, 17:40

I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alice Levith. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyTer 20 Mar 2018, 11:13


     
O INICIO DA JORNADA


Eu estaria agora tomando banho, após ter acabado meu treino diário. A agua quente escorrendo em meu corpo era uma sensação agradável.  Após tomar banho iria para meu quarto vestida apenas com uma toalha enquanto usava outra para enxugar meus cabelos. Em cima de meu criado mudo estaria a minha adaga, a qual eu usei durante um ano enquanto treinava. Bom, pelo menos parte dela estava ali, no treino de hoje a Vermelha havia quebrado a lamina, fazendo com que retornássemos somente com o cabo para casa.

Vermelha parecia bem tranquila deitada na cama dormindo. Demoraria um pouco para achar Mary, já que ela era boa em se esconder.  Um pequeno movimento proposital chamaria a atenção de meus olhos,  Mary estava  ao lado de meu guarda roupa utilizando um sobretudo com a mesma cor da parede e escondendo a maior parte de seu corpo atrás do guarda roupa. Com ela totalmente imóvel era difícil identificar ela, era como se ela se mesclasse com a parede.  

-Mary- Qual vai ser nossos próximos passos?-

Vermelha ainda deitada abriria os olhos e olharia para mim, embora seus olhos ainda  carregassem traços de sono seria possível identificar um brilho de curiosidade neles. Mas não daria muita atenção na Vermelha ou para Mary. Na realidade nem olharia para elas, estaria ocupada me vestindo enquanto respondia.

-Alice –  Acredito que não possamos ficar mais forte treinando sozinhas e precisamos de experiência real. Devemos sair dessa ilha. -

Mary não teria reação com essas palavra, a Vermelha por sua vez saltaria da cama toda animada esticando os braços para cima de felicidade.

-Vermelha – Finalmente!!! Não aguentava mais ficar nesse inferno congelado.

Estaria vestida com uma camisa curta que não cobria muito o corpo e um short igualmente curto. Roupas leves  para não atrapalhar meus movimentos seriam útil em combate, mas infelizmente devido ao frio que a ilha fazia não teria condições de sair somente com isso de roupa, era necessário nos vestir com um sobretudo de corpo inteiro se não quiséssemos morrer congeladas.  Mary apontou para um sobretudo  com touca branco que eu tinha e acabei vestindo  botas  brancas de couro grosso também.  Acredito que com isso daria para me camuflar bem na neve.
Guardaria algumas roupas em uma mala que eu tinha e pegaria todo dinheiro que eu tinha. Com isso estaria pronta para sair de casa. Vermelha estaria na porta da casa e pelo modo que ela não parava de se mover de um lado para o outro parecia estar bastante empolgada, Mary por outro lado mal tinha saído do lugar.

-Vermelha – Vamos!!! Vamos!!!

Amarraria meu cabelo e vestiria a touca cobrindo completamente meu rosto após isso andaria lentamente passando pela Vermelha que ainda estaria ao lado da porta, abriria a porta e deixando a mesma aberta após sair. Não planejava mais voltar para casa então não me importava com o que aconteceria com ela. Mary estaria logo atrás de mim Vermelha estaria  na minha frente andando em ritmo acelerado como se não conseguisse me manter sobre controle.  Ela pararia de andar subitamente e olharia para trás, com uma expressão de duvida no rosto ela caminharia até mim e perguntaria.

-Vermelha– Vamos para onde?-

Mary soltou um pequeno riso de deboche pela vermelha estar andando a nossa frente sendo que nem sabia para onde íamos, mas Vermelha não ligou para isso, o humor dele estava ótimo para deixar uma pequena coisa estragar. Responderia sem parar de andar.

-Alice – Vamos primeiramente comprar outra adaga, a viagem pode ser perigosa é bom estarmos preparadas para lutar. -

Antes de falar isso para a vermelha já estaríamos andando em direção a uma loja de armas, encontrar armas mais sofisticadas nessa ilha poderia ser um problema, mas encontrar algo simples como uma adaga provavelmente seria facil.  Se chegasse na loja de armas olharia para as prateleiras tentando procurar alguma adaga com um preço que caberia em nosso orçamento. Caso as armas não estivessem etiquetadas teria que perguntar para o atendente.

-Alice –Quantos custa uma adaga? -

Se encontrasse uma dentro do nosso orçamento pagaria o valor indicado sem falar mais nada, para o vendedor muito menos mostraria meu rosto. Caso não tivesse adagas a vende ali tentaria comprar a adaga em outro lugar utilizando a mesma abordagem
Com a adagas em mãos guardaria a mesma escondida na manga da mão direita do meu sobretudo, tentando deixar ela de maneira que não me machucasse e ao mesmo tempo fácil de ser retirada.  Caso não fosse possível guardaria em um bolso interno do sobretudo.

Estaria andando agora em direção o local da costa onde sabia que navios paravam com mais frequência. Embora nossa ilha não tenha porto, se você é dono de um navio não quer que o mesmo tenha risco de naufragar então se faz viagens frequentemente para uma mesma ilha iria acabar adquirindo o costume de atracar seu navio em um mesmo lugar, onde saberia que não correria risco de naufragar.  Iria para o lugar onde a maioria dos navios atracavam. Chegando lá tentaria observas os mesmo. Caso não encontrasse nem um navio andaria pela costa tentando achar algum.



historico:
 

Objetivos:
 

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Última edição por t4mpa em Qua 21 Mar 2018, 14:26, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyTer 20 Mar 2018, 21:04

"A verdadeira dedução está nos mínimos detalhes." - 01




Caminhar, não existe nada melhor do que isso, quer dizer, talvez exista, mas o fato de que caminhando em silêncio você consegue organizar os seus pensamentos melhor é um fato, mas eu não estava fazendo nem um pingo disto, na verdade com a baixa temperatura desta maldita ilha era quase impossível pensar, enquanto caminhava a única coisa em que eu conseguia pensar eram quatro.  "Encontrar Civilização, Tabaco, Um caso, Marinha" Claro que a Marinha vinha por ultimo, afinal, prioridades existem em todas as pessoas, as minhas duas principais eram caminhar por esse paraíso congelado e não encontrar um urso polar, pulando na minha direção para tentar arrancar minha cabeça com suas garras malditas.


Apesar do pequeno conflito interno dentro de mim, não havia "perdido" a consciência, minha calma inumana conseguia me manter relaxado naquele momento, além de que também me permitia pensar no provável resfriado que eu teria se não encontrasse algo para me esquentar logo, se possível nada que envolva contato físico. uma capa bem fofa para me agasalhar é um ótimo exemplo de objeto que eu almejava, além é claro de meus queridos cachimbos ou charutos de tabaco, talvez um cigarro ou dois contendo a famigerada substância não cairia mal também, apesar de eu achar algo bem rídiculo para uma pessoa de meu porte fumar esse tipo de coisa, Tabaco enrolado em papel tem menos peso mental do que Tabaco  num cachimbo.


- Minha teoria me diz que as pessoas desta ilha sofrem de uma doença rara de sangue frio, isso as permite se fundir com essa temperatura infernal, quer dizer.... Ah dane-se.


Enquanto caminhava eu já estava me comportando de maneira cada vez mais risível, talvez se algum membro de minha família estivesse me observando naquele momento iria rir de minha amargura batalha para sobreviver ao frio, no entanto como eu era um exímio tagarela, eu não conseguia me cansar de falar.

- Certo, recapitulando o plano lendário que eu formulei antes de sair daquela ilha, de onde não deveria ter saído por sinal.

Tentaria dar um chute de leve na neve ou gelo que estivesse abaixo de meus pés, antes no entanto, observaria cautelosamente cada detalhe do solo, na tentativa de descobrir se estivesse sobre a superfície de um lago congelado, e acabar não me suicidando por acidente rachando o gelo, caso fosse um lago com a superfície congelada eu não chutaria, guardaria aquele pico de insatisfação para mim mesmo.


- Enfim. Preciso primeiro de um Charuto, Cachimbo, Que seja. Só preciso inalar aquela maldita fumaça que me matará no futuro. Mas vendo pelo lado bom, morrer por mim mesmo é melhor do que morrer pelos outros. Além disso eu preciso encontrar a droga da Marinha e tentar me alistar. Minha viagem pra essa ilha foi pela pura curiosidade de conhecer o lugar, estou aqui a pouco tempo e já odeio, incrível ilha, incrível!.

Tomaria cuidado ao falar comigo mesmo, não queria ser taxado como louco, apesar de eu me considerar uma espécie de louco. Na verdade eu não sei se existe alguém que ache, que perseguir bandidos por puro prazer é algo normal.

Apesar de estar falando comigo mesmo, meus olhos pareciam scans. Talvez se outra pessoa estivesse caminhando ao meu lado já estaria surpreendida.

Movimentaria o globo ocular em inúmeras direções, apenas para olhar para direções diferentes e tentar observar e notar coisas diferentes, mesmo falando comigo mesmo tentaria me concentrar ao máximo na minha visão abusaria de sua agudeza, para tentar enxergar o máximo de detalhes possíveis no ambiente e notar a menor mudança de ambiente. Ou até mesmo notar um detalhe que não deveria estar ali, uma pista que me levasse a algo mais.

- Além disso, bem. Eu preciso encontrar um escudeiro, eu odeio não ter ninguém pra presenciar o uso das minhas incríveis habilidades. E ter alguém pra conversar e dividir minhas idéias e ideologias é excitante, principalmente se for alguém com o incrível dom do silêncio. Imagine só, ter um discípulo meu, é algo inimaginável de tão divertido. Mentira.... Algo assim só tomaria parte do meu precioso tempo, só o escudeiro seria o suficiente.

Subconscientemente eu sabia que, naquele momento o que poderia me salvar daquele frio irritante era esquentar a mente, afinal, se eu não poderia esquentar o corpo, eu poderia esquentar a mente e me libertar deste purgatório gélido ao meu redor.

Apesar de não parecer, durante todo o tempo em que eu estivera caminhando o meu principal objetivo seria encontrar a existência de vida humana para pedir informações, e principalmente, pedir um agasalho. Eu utilizaria o máximo da minha visão para observar ao meu redor as vezes e procurar pela menor existência de vida, a pegada de um humano por exemplo poderia chamar minha atenção, e eu a seguiria sem hesitar, na minha mente, as chances de que alguma coisa desse errado eram as mesmas de que desse certo, então valia arriscar.

Eu procuraria o máximo que pudesse, até encontrar alguém, me aproximaria com cautela e a cada passo observaria seu corpo de cima a baixo, até os mínimos detalhes, unhas, orelhas, dentes, barba, cabelo, dedos da mão, pés, pernas, postura corporal. Avaliaria cada minucioso detalhe e tentaria notar o que pessoas comuns normalmente não conseguem.

Quando chegasse perto acenaria com a cabeça em cumprimento e diria, provavelmente com a voz afetada pelo frio.

- Com sua licença Senhor(a), eu gostaria de uma informação e uma ajuda sua por favor!.

- Pode me chamar de Greg! sou um viajante de longe, estou aqui para tentar ganhar a vida, mas não conheço nada desta ilha, a propósito você teria algum agasalho antigo para me emprestar? eu acabei esquecendo que esse lugar era assim quando viajei para cá, erro de principiante,  haha.

Eu tentaria abrir o dialogo, ocasionalmente coçando os cabelos loiros da cabeça, dizendo para mim mesmo que eles não estavam congelando naquele momento.

Continuaria, independente da resposta a pergunta anterior, apesar de que ficaria levemente entristecido por não conseguir obter o agasalho.

- A propósito, tem acontecido alguma coisa estranha nas redondezas? que colocou medo nas pessoas? um assassinato ou algo do tipo? é minha área de trabalho entende? Haha.

- Eu também gostaria de saber onde se encontra o Navio ou a Base da Marinha mais próxima, o porto onde atracam também é de meu interesse.

Caso a pessoa me respondesse que algo de estranho estivera acontecendo eu me interessaria no mesmo instante e perguntaria "O que aconteceu exatamente que deixou as pessoas assustadas?" Perguntaria após a pergunta sobre a Marinha, Escutaria atenciosamente a explicação da pessoa.

Caso nada tivesse acontecido, porém a pessoa me desse a informação sobre a Marinha eu avançaria na direção que me foi proposta com cautela e mantendo os mesmo hábitos observativos de antes.

Porém se a pessoa fosse leiga em todos os critérios que eu buscava, apenas me despediria casualmente e continuaria caminhando a procura de alguém, ainda mantendo os hábitos observativos.


Objetivus qrido narrator escreveu:

[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Tentar entrar na marinha nessa ilha. (n sei se pode entrar fora de QG)
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[] - Perícia, Só em Anatomia Humana mesmo, é o que eu tenho em mente por enquanto.
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura "Pré-Marinha" Ai posso até tentar conseguir uma recompensa, sei la. vai de você isso.



Histórico:
 

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"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

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- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptySeg 26 Mar 2018, 23:36

Não é que a ilha era gelada, ela era um bloco de gelo em si, estar acostumado com o frio aqui era normal, mas a temperatura estava tão estremada que nem um Durmstrang aguentaria o frio aqui, muito menos um estrangeiro.

Por causa do frio intenso raras pessoas poderiam ser vistas andando nos pequenos 2 km² que a ilha possuía. A ilha basicamente não tinha nada de nada, não havia lojas, não havia basicamente um governo, apenas uma pequena menina que consegue se comunicar com os animais locais reina na ilha.

Mas algo chamou a atenção dos dois homens que vagavam em busca de coisas diferentes, uma coluna de fumaça preta que subia e logo os olhos se esforçando para enxergar no a origem da fumaça e logo viram um navio da Marinha estava se aproximando da ilha com intenções de ancorar.

Aproximando-se um pouco perceberam que o navio não era grande, na verdade era até pequeno, uma pequena escuna, mas estava bem danificado e possivelmente estavam parando naquela triste ilha para reparar os estragos do barco.

Outra coisa que perceberam é que alem dos dois um homem grande, parecendo um bárbaro usando uma enorme pele de urso como proteção se aproximava do navio. Os dois protagonistas da história também conseguiram se ver pela primeira vez, se acreditarem em amor a primeira vista pode ser o teste.

Logo a pequena embarcação atraca e um soldado sai do navio e caminha na direção dos três.

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyTer 27 Mar 2018, 10:08


     
UM LINDO BARCO!! SQN


Fico decepcionada com o fato de não ter encontrado nem uma loja de armas, deixar a segurança da ilha nas mãos de uma única pessoa, uma criança que fala com animais para mim era demasiadamente um sinal de burrice. Não se sabia se ela realmente era confiável, se ela resolvesse atacar os cidadãos não teríamos qualquer meio de defesa. Felizmente já estava saindo dessa ilha, o que acontecer após minha saída já não é problema meu.

-Mary – Idiotas.... Confiar sua segurança unicamente nas mãos de terceiros é pedir para morrer-

Mary mostraria seu descontentamento em palavras, mas não adiantava chorar o leite derramado, desarmada eu seguiria até a costa para procurar algum barco ou navio. Eu preferiria estar armada já que não posso confiar plenamente em marinheiros, mas não me restava muita escolha.

Notaria uma fumaça no horizonte, logo descobriria que pertencia a um navio da marinha que parecia ter acabado de sair de uma briga, pela aparência do mesmo não saberia dizer se ele saiu do lado ganhador. Também havia notado um homem se aproximando de mim, mas ignoraria sua existência completamente, ele nem agasalhado estava então provavelmente não teria nada para me oferecer, provavelmente ele iria morrer logo, já que hoje fazia mais frio do que normalmente fez.  Se ele me atormentasse me pedindo alguma blusa ou algo para se proteger do frio e se tivesse com minhas malas, daria para o mesmo um sobretudo semelhante ao meu, mas da cor vermelha. Daria sem falar nada o ignorando completamente após dar na esperança que o mesmo não falasse mais comigo.  Mary estaria com um pequeno sorriso no rosto já que não via a hora de se livrar de um sobretudo tão chamativo.

-Vermelha–Então, vamos subir nisso mesmo? -

Vermelha falou para mim apontado para o navio que não estava em seus melhores dias, olharia para o navio durante um tempo enquanto pensava comigo mesmo e então falaria para a vermelha.

-Alice–Na realidade é uma ótima oportunidade. Se o ajudarmos eles podem se sentir gratos e nos levar para o destino deles de graça, sem falar do fato que se virarmos marinheiras teremos moradia alimento e armamento de graça e podemos caçar e  recebermos salários por isso.-

-Vermelha–Isso é demais!!-

Um brilho de alegria estava nos  olhos da vermelha, pelo visto ela  já estava descida a se tornar marinheira. Claro que escondi o lado negativo de ser marinho, como ter que seguir ordens já que não havia motivos para contar.

Mas havia algo que não gostava, havia um homem grande com pele de urso que estava indo em direção ao navio, não sabia se suas ações seriam hostis ou não. A ilha era pequena e eu havia morado nela a vida toda, então conhecia pelo menos de vista todos os moradores. Procuraria em minhas memorias  qualquer informação desse homem.

Um marinheiro sai do navio e vem em nossa direção, tomaria a dianteira ficando na frente do homem bárbaro e falaria assim que o marinheiro se aproximasse o suficiente.

-Alice–Parece que você não teve um bom dia hoje, sou uma nativa dessa ilha tem algo que possa ajudar?-

Não esperava muita coisa do homem que não tinha roupas para combater o frio, já que não conseguia combater o próprio bioma da ilha, mas o homem grande com machado tinha minha atenção, não sabia as intenções dele.  Se ele me atacasse em um golpe horizontal tentaria me afastar dando um pulo para trás para logo utilizar da minha aceleração para me afastar 3 metros do mesmo. Se ele me atacasse em um golpe frontal tentaria me esquivar dando um dash para direita e me afastar 3 metros do mesmo. Caso ele ataca o marinheiro iria me afastar da luta novamente por três metros, mas dessa vez tentaria ficar  nas costas do grandão. De qualquer maneira eu iria me afastar para entender melhor a situação.



historico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyTer 27 Mar 2018, 21:38

"A  humanidade, tão simples, mas tão maravilhosa" - 02




Claro que eu não havia conseguido encontrar ninguém neste local infernal, ou melhor, invernal. No entanto eu não havia perdido as esperanças, e como já era de se esperar, enquanto congelava, fazia o possível para me manter caminhando, até, enfim, avistar aquela moça, sim ela mesmo, quando a avistasse a distância eu daria uma leve observada com meu globo ocular, de cima a baixo, analisaria o máximo que pudesse a distância durante o pequeno período em que eu me aproximaria dela, o possível para que eu pudesse perguntar em uma voz de tom mediano.  - Pois não. A senhorita teria algum agasalho que pudesse me emprestar? Ou me dar, Claro, Eu acabei esquecendo dos detalhes climáticos desse lugar quando decidi vir para cá. Obviamente trêmulo, diria com um olhar de peixe fora d'água.

Apesar do desespero momentâneo, algo me deu uma certa esperança. Até meu batimento cardíaco aumentaria ao ver aquela visão majestosa da escuna de marinheiros se aproximando da ilha, como um hábito, observaria cada traço do barco, o tanto quanto fosse possível para conseguir desdobrar o máximo de informação.

Caso a jovem me desse o que eu necessitava, eu iria me vestir sem hesitar e colocaria o agasalho com uma expressão de alívio logo em seguida, claro que minha situação era desesperadamente humilhante, eu não me sentia mal por estar congelando, eu me sentia mal por que aquilo era um desrespeito a minha família completamente, apesar de eu não me importar muito com os assuntos de nobres comuns, como uma família de respeito ainda era necessário que fosse mantida uma honra principal, não existe família sem honra. E imaginar que a minha estava sendo congelada era angustiante, ao ponto de me fazer querer vomitar em mim mesmo como punição, se não fosse pelo orgulho mergulhado em mim devido a minhas habilidades intelectuais, talvez eu estivesse ajoelhado pedindo desculpas em "público" agora.

Se por acaso a jovem não tivesse o que eu precisasse, eu apenas assentiria com a cabeça com um leve sorriso no rosto, mas levemente emburrado por dentro, afinal, eu poderia ser considerado dando passos largos na direção da morte, se não encontrasse um agasalho logo.

Observaria a movimentação do homem vestido de peles de animais com uma certa estranheza, a primeira impressão me diria que ele não tinha boas intenções e tentaria se aproveitar da situação da marinha para lançar algum tipo de ataque, uma hipótese possível, mas não era o que eu estava procurando. Eu tentaria na distância que estivesse, observar o máximo de detalhes que eu pudesse do homem e então retirar o máximo de pistas possíveis sobre quem e "o que" ele é ou era.

Eu observaria ele nos mínimos detalhes, dês de a cor dos olhos, cicatrizes na testa ou rosto, postura corporal, estado de sua arma (se estivesse danificada, nova, velha, enferrujada, etc) Situação de suas roupas, afinal, é muito bom saber o estado das roupas do inimigo, principalmente aquelas peles de animais.  "Devem ser tão quentinhas"  Pensaria, mas logo apagaria aquele tipo de pensamento de minha mente, eu precisava me concentrar na sobrevivência nesse momento.

Observaria com cautela também o Marinheiro que havia descido do barco, na verdade por necessidade, no caso de eu não ter recebido um agasalho da jovem eu caminharia em passos, nem tão largos e nem tão curtos na direção do marinheiro, controlaria a velocidade do movimento, principalmente para não assustar o marinheiro, já que a situação induzia a pensar que ele estava um pouco agitado.

Caso conseguisse me aproximar com segurança do marinheiro eu diria com uma voz triste. - Então meu senhor, eu preciso de um agasalho, é de extrema urgência, eu posso acabar ficando doente ou coisa do tipo, por favor.

Se por acaso ele disse-se algo do gênero "pegue no navio" eu caminharia até o navio atracado, primeiro gritaria por alguém, indicando que obtive autorização para embarcar, em seguida embarcaria e por fim procuraria pelo agasalho que me havia sido indicado.

No entanto se ele também não tivesse um agasalho, só me restaria uma opção, que eu esperaria não ter a necessidade de realizar. Eu simplesmente caminharia um pouco na direção do homem com machado e as peles de animais, ficaria a uma distância segura dele e diria. - Então, o senhor teria algum agasalho ou algo que pudesse me aquecer com você? Eu preciso de ajuda urgentemente.

Se por acaso o homem tentasse um súbito ataque a minha pessoa eu esperaria um milésimo de segundo necessário para analisar o golpe, e se ele por acaso tentasse um golpe de machado, na vertical, horizontal ou diagonal. Eu daria alguns pulinhos para trás na tentativa de desviar do golpe inicial.

Se ele tentasse lançar o machado em mim, eu saltaria para a direita no momento do movimento do homem na tentativa de desviar do lançamento, claro que se eu notasse que saltar para a direita não era uma opção segura eu daria um pulo para a esquerda.

Entretanto se a jovem moça me entregasse o agasalho, eu vestiria ele aguardaria alguns instantes, para tentar descobrir os acontecimentos seguintes, observaria o Marinheiro e o Homem vestido de peles para ver se notava alguma hostilidade entre os dois. E nesse meio tempo dirigiria a palavra a jovem moça. - Obrigado pela ajuda, qual o seu nome?

Se por acaso o marinheiro conseguisse se aproximar com segurança e eu estivesse agasalhado, perguntaria. - O senhor precisa de ajuda?

Claro que se eu não conseguisse obter o agasalho da moça, depois de perguntar se ele precisava de ajuda e de ouvir suas explicações eu pediria o agasalho, com, URGÊNCIA.








Objetivus qrido narrator escreveu:

[] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
[] - Perícia, Só em Anatomia Humana mesmo, é o que eu tenho em mente por enquanto.
[] - Resolver algum caso de assassinato, ou outro crime nessa fase da aventura..



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"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"

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"Pensamento"
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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyTer 03 Abr 2018, 22:47

Narração – Todos

O marasmo da pequena ilha de inverno, era quebrado quando uma leve cortina de fumaça era vista no horizonte, mesmo com a densa neve que caia, fazendo com que animas e humanos procurassem abrigos. Mesmo estando de dia, não podia se ver o Sol, as nuvens nubladas cobriam todo o céu, não se via sinal de raios solares.

Na costa oeste da ilha, um barco jazia ancorado, ostentava o símbolo da Marinha em suas velas brancas, o casco era possível ver pequenas avarias, mas fazia que o barco não conseguisse navegar, talvez tenha chegado naquela ilha por sorte, ou será destino?

Alice foi a primeira a chegar na costa, a caminhada havia sido difícil, o chão coberto de neve, chegava até sua canela, fazendo que a cada passo, a moça tivesse que levantar sua perna até a altura da barriga. Logo em Seguida, outro rapaz se aproximou, Gregory tremia, seus dentes batiam involuntariamente, de seu nariz escoava um muco verde, pelo que parecia, o rapaz poderia estar ficando resfriado por andar desprotegido naquela ilha, qualquer um que o visse, podia entender que se tratava de um forasteiro.

O terceiro a chegar, foi um homem robusto, vestia uma pele de Urso que cobria suas costas, e lhe caia sobre os ombros, sobre o peito usava um manto feito de lã de ovelha, com calças de couro, usava botas de pelo de raposa, em sua cintura era possível ver dois machados bem afiados, ambos cobertos de sangue fresco, seu cabelo cor de ouro lhe caia sobre seus olhos azuis.

Do pequeno barco era possível ver 3 Marinheiros, nenhum parecia estar machucado, mas apenas um veio de encontro ao Trio. Enquanto o Marinheiro tinha dificuldade para caminhar sobre o terreno coberto de neve, Alice e Gregory trocaram olhares, e o rapaz sem pestanejar, suplicava por um agasalho, a garota por nascer naquela ilha, já era acostuma com o bioma, e por estar vestindo um agasalho extra, deu ao garoto um agasalho vermelho, mesmo sendo claramente um agasalho feminino, o rapaz vestia agradecendo a moça com um sorriso.

O marinheiro tinha finalmente chegado ao encontro do trio, lhe faltava ar, pois ao chegar estendeu a mão, como se tivesse pedindo um tempo para recuperar o folego, ao passar de alguns segundos, o Marinheiro virara para o pequeno grupo.
- Pegamos uma tempestade no caminho, e nosso barco sofreu algumas avarias, temo que não seja possível chegar na próxima ilha no seu estado, mas graças aos céus, temos um rapaz que consegue consertar, ele so disse que precisa de umas tabuas de madeira, poderiam me dizer onde posso encontrar algumas?

O bárbaro finalmente abriu sua boca, era possível ver seus dentes amarelados – Eu tenho madeira na minha cabana, não há lojas nessa ilha, porem minha cabana fica no outro lado da ilha, e não achem que so porque são da maldita Marinha irei lhe ajudar de graça, podem pagar pelo material?

O marinheiro voltava a ter uma postura mais elegante, olhava novamente para seus companheiros buscando talvez uma aprovação – Temos, quando você pode trazer a madeira? Estamos em uma missão, e já estamos alguns dias atrasados do nosso destino.

- Se eu tiver ajuda, creio que até o final do dia posso trazer as madeiras.


E foi então que o Marinheiro voltou seu olhar para a dupla que ficava apenas observando a conversa dos dois homens, que pareciam ignorar a presença dos demais.
- Vocês dois, podem ajudar este homem? Eu darei 500 mil berries para cada se me trouxerem até o final do dia.

Antes mesmo da dupla aceitar, o Bárbaro já virava suas costas e começava a caminhar rumando para sua cabana, foi so então que pode ouvir seu chamado.
- Venham logo, eu não tenho a merda do dia todo
Bárbaro:
 

Status:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyQua 04 Abr 2018, 09:25


     
IGNORANDO OS PLANOS DO NARRADOR


Eu realmente não conhecia o homem que parecia ser um bárbaro. Isso era estranho, já que a população da ilha era muito pequena basicamente todo mundo conhecia todo mundo e eu deveria pelo ter ouvido ou visto falar dele uma vez na vida. Já que era altamente improvável ninguém da ilha conhecer ele. Mas no caso ele deveria viver em um canto muito isolado onde ninguém ia e não teve contato com ninguém.

Dei um agasalho que eu possuía para o homem que já parecia estar mostrando sinais claro de hipotermia para que ele parasse de me atormentar. Infelizmente ao contrário do que eu queria não fui capaz de tomar a frente da conversa, o homem bárbaro que tomou a frente.

-Vermelha – Ele não parece ser muito forte..... -

Diria a Vermelha analisando o marinheiro a nossa frente. Eu era uma nativa da ilha, então provavelmente já estava acostumada a andar com esse clima. Mas um homem forte o suficiente para ser líder de uma frota não deveria ter dificuldades em andar por essa ilha. O que me levava a acreditar que ele subiu de cargo devido a sua inteligência ou que ele não era o líder dessa frota.


- Pegamos uma tempestade no caminho, e nosso barco sofreu algumas avarias, temo que não seja possível chegar na próxima ilha no seu estado, mas graças aos céus, temos um rapaz que consegue consertar, ele so disse que precisa de umas tabuas de madeira, poderiam me dizer onde posso encontrar algumas?-

Disse o marinheiro, infelizmente antes que eu pudesse falar o bárbaro tomaria a minha frente e falaria.

– Eu tenho madeira na minha cabana, não há lojas nessa ilha, porem minha cabana fica no outro lado da ilha, e não achem que so porque são da maldita Marinha irei lhe ajudar de graça, podem pagar pelo material?

O marinheiro olhou para seus companheiros, como se estivesse buscando alguma provação, isso reforçou a minha teoria de que ele não era o líder. Por fim eles entraram em um acordo e os marinheiros prometeram nos recompensar se ajudarmos o bárbaro a carregar as madeiras.

Balançaria a cabeça negativamente, não para a ideia de ser pago ao ajudar ao homem a carregar as madeiras, mas sim por que a ideia toda me parecia absurda, teria outro método muito mais viável.

- ALice– Senhor não acho isso uma boa ideia, sou uma nativa da ilha e nunca vi ou ouvi falar desse homem...-

Ao falar apontaria para o homem que parecia um bárbaro, mas não interromperia o ritimo que falava.

-Alice– O que me leva a crer que ele mora em um lugar muito isolado, já que se morasse por perto eu já o teria visto e saberia onde ele morava ou pelo menos ouvido falar dele. O senhor já viu como é difícil se locomover nessa neve, imagina carregando coisas que te deixam mais pesado, juntando esses dois fato acho que ele falar que conseguiria trazer hoje o que você precisa não é verdade. Se você realmente está com pressa sugiro que peça para seus marinheiros pegar e processar as arvores que ficam perto da costa, ou que vá até a cidade e peça para que os moradores te forneça a madeira. O que ele disse sobre o fato de não ter loja é verdade, mas estamos em cerca de 30 a 50 pessoas, se pedirem para eles, eles devem ter um estoque de madeira o suficiente para restaurar o seu barco. Claro que vão pedir para serem recompensados em troca da madeira, mas isso vai ser muito mais rápido do que ir para sabe se-lá onde atrás de madeira. Sem falar que você poderia pedir para que seus marinheiros carregassem a madeira e assim economizar dinheiro, já que eles ganham para te obedecer não?-

Meu objetivo agora não era ganhar dinheiro e sim fazer o marinheiro me dever um favor, para que pudesse viajar entre as ilhas de graças, então tentei ajudar ele a tomar uma decisão, já que ele parecia ser um líder indeciso.

-Alice– Na realidade eu possuo uma casa aqui perto, vocês poderiam desmontar ela e utilizar a madeira da mesma na construção do navio, em troca só vou querer uma carona para fora desta ilha. Se quiser posso te levar até ela, aposto que ela fica muito mais perto do que a casa desse homem.-

Falaria ao me lembrar que não iria mais utilizar minha casa, esperando que o marinheiro aceitasse essa proposta.

Não sabia como o homem grande com machado iria reagir então ficaria atenta contra o mesmo.Se ele me atacasse em um golpe horizontal tentaria me afastar dando um pulo para trás para logo utilizar da minha aceleração para me afastar 3 metros do mesmo. Se ele me atacasse em um golpe frontal tentaria me esquivar dando um dash para direita e me afastar 3 metros do mesmo. Caso ele ataca o marinheiro iria me afastar da luta novamente por três metros, mas dessa vez tentaria ficar nas costas do grandão. De qualquer maneira eu iria me afastar para entender melhor a situação.


Se ele aceitasse meu pedido iria levar eles até minha casa para que eles desmontassem tudo que tem na mesma.





historico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?"   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyQua 04 Abr 2018, 21:45

"Avaliando a testosterona ambulante" - 03




Agora eu já estava conseguindo pensar muito melhor, a sensação quente que o agasalho me passava era a mesma que a minha mãe me abraçando quando eu tinha dez anos, é claro, que eu não achava algo bom relembrar memórias do passado, apesar do tempo ser relativo, eu que geralmente tento me manter o mais isolado possível de qualquer emoção não devo ou deveria relembrar o passado desta forma. Entendendo como são as emoções, me afetariam como um vírus e iriam corroer minha mente pouco a pouco, tirando por fim o meu ultimo fragmento de sanidade.

Me sentiria surpreso com as palavras da Jovem, caso ela as falasse, é claro.

Fala do T4mpa:
 

"É perspicaz o suficiente para pensar tudo isso, seu objetivo aparentemente não é o valor monetário. Provavelmente ela tem algum objetivo em uma outra ilha, algo que só possa ser feito la, afinal, se pudesse ser feito aqui ela o faria. Talvez só queira viajar e conhecer o Mundo? É possível, porém, se ela tivesse um objetivo assim tentaria obter tanto o dinheiro quanto o favor, e sairia de maneira vantajosa, no entanto escolheu a primeira opção, e além de negar a ajuda a esse homem grande, com essas palavras ela seria capaz de jogar todos os marinheiros do barco contra ele, fazendo-os entender subitamente que o homem tem segundas intenções. Muito, Muito Perspicaz.

Caso a jovem não disse-se nada eu apenas fitaria por alguns instantes o homem alto, e passaria meus globos oculares como scaners através de seu corpo, usaria e abusaria de minha visão aguçada para conseguir notar aquilo que pessoas comuns não notariam, uma postura corporal que indicava nervosismo ou até mesmo que ele tivesse intenções de atacar em breve. Olharia da ponta das orelhas até a ponta dos pés, procurando por detalhes subliminares em sua postura, afinal, é aquela famosa frase. "Nem sempre a boca está em concordância com o corpo" Logo, você fala, mas não demonstra.


Mesmo que ela falasse eu observaria o Homem e tentaria ler-lo como um livro, se notasse que ele tinha alguma intenção escondida de atacar a jovem depois da proposta que ela ofereceu, daria uma olhada rápida para o marinheiro, sua decisão poderia acarretar numa grande confusão ali, talvez até uma morte.

"Baseando-me no local onde estamos, o comportamento deste Homem alto, eu diria que ele não é do tipo paciente, se o marinheiro demorar mais que cinco segundos para dar uma resposta concreta, eu acredito que ele irá retaliar. Ou, Posso estar errado. A propósito, quanto mais rápido isso proceder, mais cedo eu vou poder fumar, se eu puder dar uma acelerada nos acontecimentos."  

~ Preparação Mental ~ (Ignore as ações de combate nesse post, são meramente cálculos mentais do personagem, que assim como os golpes normais, quando aplicados, tem a chance de dar errado)

Usaria o intervalo de tempo que eu mesmo havia imaginado, para pensar na melhor estratégia possível de combate, analisando a fisionomia do alvo, minha altura, sua altura, a diferença de força física e outros fatores importantes para vencer um combate, principalmente desarmado como eu estava.

Claro que eu havia considerado que ambos aqueles próximos a mim tinham total condição de proteção, mas eu acreditaria que a Jovem não iria imaginar que seria atacada, e muito menos imaginaria que o Homem teria coragem de atacar o Marinheiro, E logo o Marinheiro, utilizando da coerção causada pela sua posição social, não acreditaria que seria atacado por um zé ninguém, muito menos, acreditaria que ele ousaria atacar um Civil na sua frente.

Primeiro passo, análise principal, olharia para o homem em velocidade procurando pelo máximo de detalhes possíveis no curto espaço que eu tinha, um ferimento de batalha anterior por exemplo, quem não garantiria que ele havia enfrentado algum urso a um tempo atrás? Não existe perigo numa ilha sem civis, a não ser os animais, que existem em grande número justamente na ilha em que nos encontrávamos, se ele não é uma pessoa que vive em constante confronto contra as feras gélidas do local. Sequer passaria pela minha cabeça o motivo pelo qual ele carregava o armamento se não fosse esse, se a jovem que era moradora do local não carregava nenhuma arma consigo. A não ser que ele morasse num local onde a concentração de animais era maior ele não carregaria aquilo.

Segundo passo. Distrair o alvo, caso notasse que ele que ele estava prestes a realizar um movimento de ataque, lançaria o agasalho na sua direção, apesar de eu estar com bastante frio, e que ele havia acabado de ser neutralizado a certo ponto, casos desesperados exigem medidas desesperadas.

Terceiro Passo. Ao invés de correr, daria um pulo a curta distância, para me aproximar dele enquanto ele estivesse se movendo, e provavelmente coma visão debilitada devido ao agasalho, tentaria acertar os testículos do homem com um jab certeiro, utilizaria o braço direito para isso, é claro, além de estar pensando na visão debilitada do homem estaria pensando no provável movimento que ele faria com o machado. Considerando que era um machado grande, a uma distância relativamente curta eu conseguiria evitar a lâmina, e apenas o cabo pusaria em meu corpo, em caso de colisão, caso ele acabasse errando o movimento ou eu evadindo por sorte, já seria um jackpot.

Quarto passo. Depois de socar-lhe nos testículos, realizaria um movimento com a cintura no sentido horário, no intuito de acelerar/aumentar a impulsão do braço esquerdo, desta vez para tentar realizar um jab certeiro no estômago do Homem.

Quinto passo. Se tudo fosse um sucesso até então, o corpo do homem já estaria envergado um pouco para a frente, após é claro, de acertar em pontos importantes de seu corpo, qualquer um que não esbanjasse nenhum tipo de reação aquilo, sequer poderia ser considerado humano, Por fim, daria um passo para trás com a perna direita e ficaria numa postura de boxeador e em seguida movimentaria a cintura no sentido anti-horário para ajudar a impulsionar o braço direito com total potência, desta vez na direção do rosto do homem, mais precisamente na mandíbula.


" É assim que se derruba um gigante" Pensaria durante o raciocínio e simulação da batalha com o caso de 100% de perfeição na minha mente.


~ Preparação Mental ~ (É como se durante os cinco segundos que o char estipulou eu estivesse simulando uma batalha na minha mente, um esquema em que eu tivesse 100% de chance de vitória, sem imprevistos)


Caso a simulação mental, terminasse exatamente no momento em que o homem pretendia atacar, seguiria o script, e lançaria o agasalho na direção do seu rosto, daria um pulinho em sua direção para cortar parte da distância, até que conseguisse me aproximar dele o suficiente para que eu estivesse num alcance muito estranho para que ele conseguisse me acertar com o Machado.

Giraria a cintura para a esquerda, para ajudar na impulsão do braço direito, e assim tentar executar um Jab com perfeição contra os testículos alheios. E caso conseguisse, já aproveitaria da envergadura mesmo que mínima do corpo do homem para tentar fazer o movimento oposto com a cintura e impulsionar agora um outro Jab, desta vez com o braço direito, na tentativa de acertar o estômago do adversário e assim, fazer-lo se curvar ainda mais, e caso conseguisse, prosseguiria a sequência básica do boxe, e movimentaria a a cintura com o máximo de velocidade possível naquele instante, tentaria acertar desta vez a mandíbula do homem com o Punho direito, com o máximo da capacidade naquele momento, para tentar nocautear aquele homem, e caso conseguisse, imediatamente agarraria o agasalho novamente e o re-colocaria, tremeria um pouco de frio e observaria profundamente a jovem e o marinheiro.

- Ele ficará bem, só vai dormir por alguns minutos.

Diria com um leve sorriso no rosto, e em seguida voltaria a avaliar o marinheiro para observar sua decisão.

Todavia, se eu notasse que o homem tentaria lançar o machado na direção da jovem, o primeiro movimento no caso, seria girar o tronco na direção onde o braço em que ele segurava o machado se encontrava e com o braço do lado oposto ao giro, realizaria um movimento com o braço semi-fechado na horizontal. Tentaria atingir a região "lateral" do cotovelo, para assim impedir o lançamento ou o movimento por um curto período.  Em seguida tentaria me abaixar o mais rápido possível, para tentar realizar os movimentos citados no caso anterior e finalizar o homem com o jab na mandíbula.

Se por acaso ele não demonstrasse nenhuma intenção de cunho agressivo contra nós, eu apenas continuaria observando, até que ele mostrasse alguma intenção inesperada ou se retirasse.

Porem se ele fosse mais rápido que meu pensamento previa e tentasse atacar antes do limite dos cinco segundos, eu analisaria brevemente o ataque, caso fosse uma investida comum e uma tentativa de corte com o machado, ou algo MUITO parecido, eu correria em sua direção, e procuraria uma brecha para tentar acertar um Jab nos seus testículos e em seguida repetir os movimentos clássicos anteriores.

Se mesmo com as palavras da Jovem o marinheiro decidisse pagar a todos e conseguir ajuda do homem eu apenas seguiria suas instruções, e seguiria o homem até onde ele havia indicado a madeira.

Entretanto, é claro, faria tudo enquanto manteria o máximo de atenção ao ambiente ao meu redor, ocasionalmente observaria todas as direções e procuraria por mínimos detalhes ou pistas que pudessem me dar informações importantes sobre os acontecimentos atuais/seguintes.





Objetivus qrido narrator escreveu:

[X] - EU quero um AGASALHO PORRA.
[] - Ser o maior detetive do North Blue Carai.
[] - Preciso de Tabaco. então né.
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MensagemAssunto: aaa   I- O Detetive a Psicopata e a "Justiça?" EmptyQui 05 Abr 2018, 08:46

Narração – Todos

O bárbaro já estava alguns metros a frente, porem parou para esperar pelo restante do grupo, os dois jovens estavam inseguros em relação a seguir o homem, porem o Marinheiro que mesmo naquele frio, parecia suar, talvez por não nunca ter caminhado num terreno como aquele, ou seria por algum motivo ainda não descoberto pelo grupo? Pouco importa, pois logo veio outro Marinheiro para lhe ajudar.
- Vamos logo com isso, você sabe que não temos tempo a perder

Esse outro Marinheiro parecia ser mais forte, era possível ver que carregava consigo uma katana em suas costas, e duas adagas em sua cintura, levava um cigarro a boca, confundindo fumaça e e respiração toda vez que o homem abria a boca.
- Me chamo Marco, esse e o Fabregas, ele te falou que estamos numa missão certo? – a atenção do novo Marinheiro era voltada principalmente para Gregory, que parecia analisar a situação.

- Me desculpe, eu não havia me apresentado, moça, eu receio que não poderemos reutilizar a madeira da sua casa, pois, com o frio, ela fica rígida, e ira trincar na primeira oportunidade, e se possível, quanto menos pessoas souber que estamos aqui melhor - O Marinheiro finalmente se apresentava, porem, este parecia estar mais receoso que o outro

Enquanto isso, o Bárbaro ainda aguardava a frente, o sangue em seus machados deixava um leve rastro de sangue no caminho, mas não parecia assustar nenhum dos Marinheiros.  Marco olhava fixamente para o homem a frente, e fitava os dois jovens, tentando analisar a situação, foi quando soltou uma risada que pareceu pegar todos de surpresa.
- Vocês estão com medo de seguir aquela cara? Relaxa garotos, somos da Marinha, a força que protege esse mundo, nos ajude com este trabalho, que se não quiserem dinheiro, ficaremos lhe devendo um grande favor, hein, o que acham, posso contar com vocês?

Fabregas apenas fitava a conversa dos seus companheiros, mas sempre olhava para o barco, sua preocupação era visível, talvez tenho algo no barco que ele vacilasse em deixar para trás, ou poderia estar realmente com medo de seguir um homem, numa ilha que não conhece. Mas se rendendo a Marco, ambos começaram a caminhar até o bárbaro, este que já estava ficando impaciente e parecia falar alguma coisa em voz baixa.
- Vamos garotos, querem um cigarro para relaxar? Hahaha – Marco já se distanciava da dupla, deixando Fabregas um pouco para trás.

Bárbaro:
 

Fabregas:
 

Marco:
 

Status:
 

Gregory:
 

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