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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1. Quem sou eu?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptySab 17 Mar 2018, 17:19

Cap 1. Quem sou eu?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Nyx. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptySab 17 Mar 2018, 18:03



嗨让我们战斗吧

Minhas orelhas levantadas indicavam meu estado de espirito animado, afinal aquele era o primeiro dia em minha jornada. Contudo não se engane, aquela não era uma jornada em busca de aventuras, de ilhas estranhas e talvez, descobrir oponentes fortes. O objetivo era descobrir quem diabos sou eu, ou melhor, Nyx. Até mesmo o nome que falei a primeira vez que encontrei Daivus eu não tinha certeza ser realmente meu nome, - Nyx, Nyx, Nyx... - Aquele nome ficava corvejando em minha cabeça diversas vezes, sabia que era um nome importante, sabia que tinha relação com meu passado e estava disposto a usar o mesmo, se existia alguém por aí que conseguisse identificar essa palavra e contar-me um pouco sobre o passado essa era a melhor alternativa. Com o velho e constante sorriso de sempre, andava com os pés descalços em direção ao desconhecido, apesar de passar anos sonhando com esse dia, o dia de minha jornada, nunca tinha feito planos para chegar ao fim, porem tinha uma ideia geral dos meios para alcançar esse objetivo. Daivus me ensinou tudo que tinha aprendido depois do que ele mesmo chamava de "Renascimento", o dia em que acordei em sua casa, o mesmo me explicou como funcionava a estrutura do mundo, disse que um ser de minha raça no mínimo não seria originário do East Blue, local que me encontrava, então minha melhor aposta seria ir em direção a tão famosa Grand Line, o local onde os sonhos poderiam ser alcançados, ou assim falavam os humanos com quem tinha entrado em contato antes. Minha aparência incomum deixou de me apoquentar como antes, tinha aceitado que não era um humano e que deveria ter orgulho de minha raça, eles chamavam de mink? Não sabia realmente a diferença entre uma raça e outra a não ser sua biologia e obviamente aparência, achava que os humanos se importavam com coisas muito banais como raça e até mesmo praticavam seu próprio preconceito com seus semelhantes.  

A primeira coisa que iria fazer era me filiar a um grupo, Daivus falava que existiam dois grandes poderes legais no mundo, a Marinha, uma organização militar forte e bem armada, eram com certeza a maior e mais poderosa força do mundo, ou assim acreditava, existia o Governo Mundial, governavam tudo e todos, não conseguia entender muito bem seus fundamentos mas só sabia que eles controlavam a marinha e eram constituídos em sua maioria por nobres, por isso acreditava em sua força. Tanto Daivus quanto a mim acreditávamos que o problema que afetava minha memória era em decorrência do ferimento que tinha ao lado de minha orelha, parecia algum tipo de ferimento feito por uma lâmina, ou seja, alguém tentou me assassinar. Não sabia as circunstancias e meu mestre achava aquilo tudo muito misterioso, um ser de minha raça ser encontrado sem memorias, um corte na cabeça que tinha cicatrizado a muitos anos e ser encontrado boiando no meio do mar não era nada comum para uma segunda feira de trabalho. Por isso iria seguir seu conselho, entrar em uma dessas organizações poderia ser mais prejudicioso do que ter benéficos. Contudo apesar da Marinha e o Governo Mundial serem as maiores forças do mundo existia uma terceira força militar que batia de frente com ambos, os Revolucionários, homens e mulheres de todos os tipos que lutavam por seus ideais sejam eles quais fossem, eram conhecidos por todo o mundo apesar do Governo Mundial tentar censurar seus feitos, certamente eles teriam conhecimento o suficiente para me ajudar nesta saga de descobrimento. - Não vamos colocar a carroça na frente dos bois... - Andava vagarosamente, a primeira coisa que iria fazer era adquirir um chicote, meu mestre tinha sido claro, não apenas uma nem dez vezes, o quanto este mundo era perigoso e do quanto eu precisaria ser forte o suficiente para bravejar que era um aventureiro em busca de autoconhecimento. O chicote me lembrava o jeito que Daivus pescava, me dava segurança e era uma arma real. Tinha vivido na ilha tempo o suficiente para saber a localização dos locais onde se poderia encontrar facilmente todo tipo de arma, iria pegar o pouco dinheiro suado que consegui de meu professor e comprar um belo chicote. - Vamos lá! - Gritava enquanto acelerava o passo, como um verdadeiro felino iria correr pelas ruas de Las Camp em direção a loja de armas, não poderia perder mais nem um segundo, um universo de possibilidades iria se abrir em minha direção. Chegando a loja de armas iria entrar vagarosamente – Alguém aqui? - Com as orelhas levantadas demonstrava atenção, iria deixar meus instintos animalescos se sobressaírem um pouco, iria sentir o cheiro do local, a temperatura que fazia ali dentro e a textura do solo onde estava pisando, sempre fazia esse tipo de coisa no primeiro momento que entrava em um local que nunca antes estive.

Iria procurar por chicotes, apesar de ser uma arma comum talvez até fosse um pouco difícil achar, afinal a maioria dos lutadores a quem estive presente utilizavam de lâminas, com certeza não gostava delas, talvez o trauma com o que aconteceu em minha cabeça seja a razão. Não achando um exposto era hora de perguntar a quem estivesse cuidando da loja no momento – Com licença, vocês teriam chicotes para vender? - A luz em meus olhos não me deixaria ofuscar a emoção que estaria sentindo naquele momento, após tanto tempo utilizando de restos de couro e cordas de pesca finalmente teria um chicote de verdade. Conseguindo que um chicote me fosse apresentado iria testar o mesmo, seguraria o mesmo em minhas mãos, sentiria sua textura, o material que era feito, seu peso, seu tamanho, gostaria que fosse o maior possível, iria optar por um que tivesse ponta de aço, o jeito que ficava preso a minha mão e o mais importante é claro, o barulho que fazia ao chicotear o ar. Caso algo no mesmo não me agradasse iria pedir para ver outro – Me desculpe... posso ver outro? - Com o sorriso de sempre no rosto iria testar os chicotes até ter certeza do que queria. - Esse está ótimo! Quanto eu devo ao senhor? - Iria deixar o dinheiro em cima do balcão, prenderia o chicote a minha cintura, mais precisamente ao lado esquerdo de minha cintura e iria sair da loja com o maior sorriso que aquela loja já viu. Com o possível chicote em mãos era hora de finalmente me alistar ao exército revolucionário, não sabia exatamente como contatar um – Se fosse fácil achar membros do exercito revolucionário acho que a marinha já os teria eliminado HAHAHA – Gargalhava ao andar feliz em direção a principal taverna de Las Camp, aquela era uma ilha de nobres pelo que meu mentor havia falado, esse tipo de gente com certeza não aparecia nesse tipo de ambiente, poderia apostar que encontraria uma pista do que buscava se fosse se seguisse essa direção. Iria entrar no local com uma confiança que nunca antes tivera, iria me sentar no local onde poderia escutar as conversas alheias sem demonstrar tanto interesse aparente e esperaria pela isca no anzol que desejava.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptySab 24 Mar 2018, 00:15


Os primeiros passos rumo ao desconhecido começavam. Nyx não tinha ideia do que encontraria ao buscar sobre quem ele era, poderia encontrar diversos perigos pelo caminho e nem mesmo isso o incomodava. Para se alcançar certas coisas é necessário ter alguém com quem se pode contar sendo um grupo de pessoas ou mesmo uma organização onde ele poderia ter recursos para sua busca e missões que ajudaria alguém. O exército revolucionário possuía ferramentas e informações que serviam ao jovem mink e também eram um grupo muito mais nobre do que a marinha ou o governo. Antes de realmente partir para registrar-se na revolução, Nyx avançou diretamente até uma loja de armas, algo comum para quem vivia na cidade e acabava por conhecer bem os comércios da região. – Bem vindo! – Assim que entrou na loja foi recebido pelas palavras de um velho careca sentado atrás do balcão, sempre observando a movimentação de seus clientes. Por não ter nada para ser dito no momento, procurou sozinho por um chicote pela loja e não encontrou nada do tipo, precisando recorrer ao velho. – Claro, chicotes. – Lentamente ele levantava-se, caminhando para a direita do balcão, pegando assim duas caixas de madeira que levava até o mink. – Existem dois tipos, estes são simples. Ambos são de couro, porém um deles possui a ponta de metal. Tamanhos eu tenho variados, sendo o mínimo 2 metros e o máximo 6 metros. 30.000 berries independente do tipo ou tamanho. – Com estas especificações ele deixou a escolha para o jovem felino, que acabou por decidir o maior chicote possível que era o de 3 metros, além de ser aquele que possuía a ponta de metal.

Nyx estava agora com uma arma para proteger-se e tinha a esperança de ingressar no exercito revolucionário o quanto antes, partindo diretamente até a melhor taverna de Las Camp. Existiam varias espalhadas no local, mas a melhor estava no centro da cidade e mostrava-se extremamente cheia, com diversas pessoas do lado de fora bebendo e no interior também. Nenhum revolucionário estaria facilmente detectável, mas as palavras do felino antes de entrar no local possivelmente alertou qualquer um que estava próximo e mesmo não sendo grande coisa, poderia significar a atenção de algum recrutador. Entrar na taverna foi fácil para alguém daquele tamanho, passando por diversos bêbados até alcançar um banco isolado na direita que parecia ter uma concentração maior de pessoas sentadas conversando enquanto o resto do local parecia mais uma bagunça e bebedeira sem parar.

As conversas nos arredores não pareciam interessantes. Nyx tinha audição o suficiente para escutar algumas palavras espalhadas e outras frases até mais completas, mas nada parecia ser interessante. Existiam pessoas falando sobre problemas com mulher, outros pensando em se tornar pirata, alguns falavam mal da marinha e dos lideres da ilha. Jovens com problemas na universidade reclamando das aulas e diversos outros problemas pessoais que não ligavam em nada ao exercito revolucionário. Alguns minutos se passavam e uma garota sentava-se ao lado do felino, encostando próxima dele por estar bem cheio o local. Ela tinha cabelos de duas cores diferentes, começando preto desde a raiz até se tornar turquesa. Os olhos dela eram pequenos e puxados, além de serem pretos. As vestes mostravam-se simples, uma blusa cinza cobria boa parte do corpo e por baixo apenas o sutiã, sem nenhuma camisa. As partes mais baixas eram cobertas por uma calça preta e tênis normais da mesma cor. – Nunca te vi aqui nessa taverna, esta perdido? – Ela inclinava-se para cima de Nyx, aproximando sua boca das orelhas dele para que assim fosse possível escutar no meio de tanto barulho e conversações. Ainda que fosse estranho, poderia ser um ponto de partida e tudo precisava começar de algum lugar, talvez conversar com aquela mulher fosse interessante após tanta espera e nada acontecendo ela tinha sido a primeira coisa estranha a se aproximar do felino.

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Última edição por Ryoma em Sab 24 Mar 2018, 19:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptySab 24 Mar 2018, 08:38



嗨让我们战斗吧

Quando entrava no local avistava toda uma variedade de pessoas, nunca tinha entrado em um ambiente como aquele, Daivus tinha serias restrições quando se tratava de minha liberdade, ele realmente era como um pai para mim e eu infelizmente estava saindo de casa por um longo tempo, em busca de um possível passado que poderia não me agradar. Minhas garras dos pés alongavam-se e se recolhiam ao tocar no chão da taverna, aquele de fato era um ponto interessante, passando entre a multidão conseguia ouvir diversos tipos de conversas diferentes, as pessoas realmente tinham diversos problemas em suas vidas e conseguia entender que a maioria achava o caminho de seguir por entre as ilhas em direção ao desconhecido uma das mais famosas e escolhidas alternativas. Antes que pudesse sair por entre os indivíduos perguntando um a um sobre o exército revolucionário alguém chegava ao meu lado, uma humana do sexo feminino, suas roupas não chamavam tanta atenção, as considerava normais, porem tinha dois fatores que me intrigavam logo de cara, primeiramente seu cabelo colorido e seus olhos diferentes dos demais. Meu mestre tinha me ensinado que os humanos tinham diversas "etnias"? Não sabia bem o que isso significava, mas achava semelhante a diferença de cor entre os animais que encontrava na rua. - Não irmãzona, não estou perdido, Eu apenas nunca tive muita liberdade para sair e me aventurar pelo mundo, então em nenhum momento estive em um local como esse. – Respondia as palavras de minha questionadora deixando transparecer minha alegria e ao mesmo tempo minha perplexidade com aquele ser que nunca tinha visto antes - Que cabelo estranho. – Nunca tinha visto um cabelo assim, claro, sabia que humanos tinham cabelos diferentes e colorações variantes do mesmo, porem era a primeira vez que via um com duas cores. Iria me inclinar rapidamente para a direita da mulher, com a mão esquerda iria pegar alguns fios de cabelo – Azul? Os cabelos lá de baixo também são dessa cor ou do mesmo modo são diferentes? - Falaria ao mesmo tempo que tentaria levantar os cabelos diferentes e inusitados da mulher olhando atentamente com um tom de dúvida, como um felino era certamente curioso.

Matando minha curiosidade sobre seu cabelo vinha a segunda coisa que me chamava mais atenção na mesma, seus olhos, achava aquilo uma gigantesca desvantagem, como ela enxergava daquele jeito? Quando estava sonolento e meus olhos pareciam que iriam fechar já achava aquilo tudo muito inconveniente, afinal felinos são nativos da noite, essa sociedade humana que vive durante as manhãs era realmente sem consideração para conosco. - Esses seus olhos, porque você não tenta abri-los? - Iria voltar ao meu ponto inicial da conversa com um sorriso no rosto – Assim! - gritaria, usando o polegar e o indicador para fazer uma espécie de pinça e simular abrir meus próprios olhos, vai ver ela apenas nunca tinha tentado isso. Enfim, aquela conversa era de fato muito interessante, porém eu tinha um foco ao entrar ali e essa pessoa que se fazia em frente a mim poderia me ajudar a esclarecer um monte de dúvidas, ou pelo menos alguma – Irmãzona, você conhece alguém do exército revolucionário? - Falaria com um sorriso no rosto – Me chamo Nyx, estou querendo me alistar no exército revolucionário! - Minhas palavras dessa vez saíam como um grito forte, quem estivesse até mesmo no fim da taverna poderia ter escutado com facilidade. Muitas pessoas antes já tinham comentado que eu não conseguia manter calada minha excitação nem as verdades que saíam de minha boca, porem eu não achava sentido nenhum a pessoa falar uma mentira. Se algo aconteceu de verdade porque as pessoas iriam dizer outra coisa? Um composto químico só pode ser o composto químico que antes fora designado a ser, um cloreto de acetilo não pode mentir e dizer ser um gamma butirolactona, não fazia sentido!

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptyDom 25 Mar 2018, 11:39


Nunca ter sido capaz de ir até uma taverna daquele tipo parecia estranho na visão de muitas pessoas, mas normalmente era melhor evitar locais do tipo por causa das pessoas que iam até lá. Brigas constantes aconteciam devido ao consumo do álcool, tornando o comércio um pouco caótico. A marinha sempre estava rondando a cidade e uma hora ou outra tinha a oportunidade de capturar algum bêbado briguento, prendendo muito mais agressores do que ladrões. Mesmo que o clima da ilha estivesse bom era possível ver do lado de fora da taverna flocos de neve começarem a cair, algo muito estranho mesmo para uma ilha que não tinha clima predominante nevar estava completamente fora do normal. Deixando tal problema de lado por hora, Nyx tinha inicio em sua interação com a humana visivelmente normal para os outros, mas estranha para o mink que não conhecia ninguém igual a ela. – Hahah, você realmente não conheceu muito do mundo ainda. Existem pessoas com cabelos e aparências muito mais estranhas do que eu, na realidade a sua aparência que é realmente um pouco estranha para os humanos. – Tranquilamente ela aproximava a mão direita das orelhas que estavam sobre a cabeça do felino. – O mundo é muito mais cheio de humanos do que outras raças, por conta disso a aparência de minks e tritões incomoda alguns humanos. – O preconceito realmente existia, porém não parecia ser o caso para a garota ao lado de Nyx. – Hahah! Claro que o cabelo de baixo não é azul, isso se chama tinta. Muitas pessoas pintam os cabelos de outras cores, minha cor natural é preta, mas eu decidi pintar de azul a algum tempo e quando ele cresceu ficou com ambas as cores. – Respondia sem nenhum problema as perguntas do garoto enquanto sorria.

A garota se divertia com a conversa e deixava-a seguir sem se preocupar, respondendo de forma bem tranquila as perguntas de Nyx, pois percebia que ele realmente não sabia muita coisa do mundo. – Abrir da forma que você faz eu até consigo, mas isso é algo de família. Normalmente os genes de seus pais passam para os filhos, os fazendo ter algo semelhante na aparência com os pais. Eu possuo bastante da aparência de minha mãe, porém os olhos são mais parecidos com o meu pai. No mundo que vivemos existem diversas pessoas diferentes, com diversas cores de pele e aparências diversificadas. Ninguém é igual, mesmo gêmeos tem algo que os diferencia, algumas pessoas podem não perceber, mas a diferença existe. – Com tanta explicação ela precisou beber algo, pedindo algo para o barman trazer até onde estavam. Uma garrafa de cerveja era entregue e a garota começava a beber um pouco enquanto escutava as perguntas do felino. – Conheço. – A resposta era simples e mesmo com aquilo Nyx ainda resolveu gritar para todo o bar que estava querendo se alistar na revolução, chamando bastante atenção que não era boa para quem tinha tais planos. Por sorte nenhum marinheiro parecia estar no bar e em poucos segundos as palavras pareciam desaparecer da mente das pessoas, deixando de lado o mink esquisito que queria ser revolucionário.

Com todos que estavam no bar deixando de lado o mink a conversa pode começar novamente. – Gritar assim não é a melhor das opções se você quer virar revolucionário... Gostei da sua sinceridade mesmo assim, parece que vamos nos dar bem. – Sorrindo ela passou o braço direito pela nuca de Nyx, envolvendo o pescoço dele e puxando o mesmo para perto dela. – Eu me chamo Jiya, tenho um amigo que pode te ajudar com sua situação, mas acho melhor sairmos do bar antes que alguém chame a marinha para questionar você. – A garota acreditava que o felino aceitaria a sugestão, mas parecia um tanto preocupada com a sinceridade dele ao ponto de dizer para todos o que eles estavam indo fazer.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptyDom 25 Mar 2018, 17:48



嗨让我们战斗吧

Ao lado direito da mulher que se encontrava a minha frente, conseguia ver o lado exterior da taverna, flocos de neve começavam a cair em Las Camp, aquilo era certamente incomum, todo o tempo em que morei nesta ilha nunca tinha visto um só floco de neve e agora eles pareciam cair continuamente – Neve... - Falava baixinho, como diabos eu sabia como neve se parecia? A voz da mulher começava a ficar distante e ecoada, o barulho do bar começava a desaparecer e a única coisa que conseguia ver e ouvir era aquela neve branca caindo do lado de fora. Por um momento, um único momento ela parecia cair lentamente, como se o tempo começasse a andar em passos lentos em direção a lugar nenhum. Na vidraça da janela começava a ver imagens, imagens de um local em que não lembrava de ter vivido, pessoas de minha raça andavam pelas ruas de Las Camp, a taverna se transformava em um salão grande onde me encontrava sozinho. O clima de neve dava lugar a um clima tropical, me sentia acolhido em tudo aquilo. Olhava para minhas mãos, elas eram pequenas, a esquerda um espelho demonstrava uma idade que a muito tinha passado, antes que pudesse notar o local já mudava novamente, estava em uma espécie de quarto que parecia ser feito para um rei, ou rainha, longos cabelos loiros e um vestido branco eram o que chamava a minha atenção da mulher que estava deitada. Piscava meus olhos e já estava deitado junto com a mesma na cama, meus braços e pernas não pareciam estar sobre meu controle. Aqueles olhos, eles eram da mesma coloração de meu olho direito, quem era aquela mulher?

Antes que pudesse desferir qualquer dupla de palavras a mink parecia saltar para cima de mim em uma velocidade que não conseguia assimilar, se agarrava a meu tronco e cabeça falando baixinho algo em uma língua que não conseguia entender. No susto mexia minha cabeça para o lado e novamente estava na taverna, conseguia ouvir as pessoas conversando, a neve continuava a cair do lado de fora e a mulher com quem eu estava falando ainda estava ali, seus braços envolviam minha cabeça e se fazia mais próxima de seu corpo. - Quem... - Essa era a primeira vez em muito tempo em que não estava demonstrando um sorriso característico em meu rosto, ao contrário, estava assustado com tudo aquilo, teria sido a presença da mulher ou a neve no fundo que tinha despertado essas antigas... O que eram mesmo? Lembranças? Não sabia se realmente aquilo tinha acontecido no passado ou se eram apenas fantasias de minha cabeça - Eu quero saber mais! - Gritava, gentilmente me desprenderia de minha companhia e andaria com passos lentos em direção ao lado de fora da taverna, aquela era uma ótima oportunidade para descobrir mais sobre mim, quem sabe minha jornada fosse realmente acabar antes do que imaginava. Ao passar pela porta da taverna iria entrar em contato com o mundo exterior, os pés descalços iriam tocar o chão frio deixado pela neve, meus pelos corporais iriam sentir o ar gelado proporcionado pelo clima frio, fecharia meus olhos e tentaria voltar para aquele estado – Vamos droga... - Bravejava em uma tentativa fútil de voltar a ter aquele sentimento, aquela experiencia de volta.

Voltaria em direção a porta – Jiya, vamos, eu irei aceitar sua oferta. - Gritaria da porta em direção a minha mais recente amiga? Não sabia como classificar a mesma e estava animado demais para pensar sobre isso. Voltava a ter o sorriso que Daivus tinha me ensinado, estava no caminho certo e eu sabia disso, aquilo não foi um acidente qualquer, foi a prova que se eu continuar a seguir esse caminho eu encontrarei o que estou buscando. Caso jiya andasse para o lado de fora da taverna iria a acompanhar, não sabia para onde ela me levaria mas com certeza seria o local onde deveria estar.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptyTer 27 Mar 2018, 12:12


Lembranças surgiam e Nyx ficava parado por algum tempo, lembrando-se de coisas que nunca tinha visto antes, sentindo tudo aquilo como se fosse real e estivesse acontecendo. Ainda que não pudesse confiar em tais visões ignorar não parecia a opção correta. Se perdendo nos pensamentos das visões, questionando-se sobre quem seria a mulher de antes e por fim saindo da taverna, partindo de imediato para o lado de fora após gritar algo que não fazia sentido para as pessoas no local. Jiya tentava alcançar o mink, porém era lenta e ficava longe vendo partir até a neve. Lembrar-se de algo era exatamente o que ele sempre quis e uma simples neve fazia uma lembrança ser libertada, parecia estranha a forma como apenas uma simples neve quebrava a barreira impedindo que uma das memórias surgisse. Antes mesmo de Jiya chegar à porta, Nyx retornou até lá e anunciou sua decisão.

Jiya sorria por ter sua proposta aceita, correndo até o jovem para conversarem de um modo onde ninguém poderia escutar aquilo que falavam. – Vamos indo. – Seguindo o caminho da garota, partiam rapidamente até a universidade. Assim que chegava ao local Jiya entrava com Nyx, levando o mink calmamente pelos lugares mais escuros e isolados, tomando cuidado para não serem vistos. Por fim a dupla chegava até uma sala onde só estava um simples aluno estudando, tudo vazio e sem nenhum professor naquela única sala. – Este é ele, vamos lá conversar. – Sem cuidado nenhum ela se aproximou do aluno que devia um amigo, sentando-se na mesa dele para chamar a atenção do mesmo. – Kine, conheça o meu mais novo amigo, Nyx. – Indicando sobre quem ela estava, apontava para o mink e fazia o tal Kine se virar, olhando para o felino. Obviamente o felino conseguia ver que aquele jovem tinha cabelo cinza bem claro e olhos rosa. – Huumm... Bom te conhecer, me chamo Kinerius... Mas por qual motivo ele esta aqui? – Com esta pergunta ele queria obviamente saber a razão de um desconhecido ter ido até a Universidade com sua conhecida.

Jiya percebia o problema e aproximava seu rosto do de Kine, falando no ouvido do mesmo a razão de maneira baixa, impossível de Nyx escutar. Foi uma troca de palavras rápida, pois logo o homem se voltava até o mink. De maneira séria ele começava a falar. – Esta aqui para se tornar um de nós? Bem, preciso saber o motivo que o fez tomar essa decisão. – A pergunta era simples, mas importava muito para Kine. Provavelmente esta era a forma dele decidir se aceitaria ou não alguém, podendo evitar qualquer pessoa se infiltrasse no grupo com intenções ocultas.


Kine:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptyTer 27 Mar 2018, 20:09



嗨让我们战斗吧

A universidade de Las Camp, nunca tinha estado ali, porem achava um local interessante, os humanos tinham construído diversos locais de ensino, a universidade parecia ser o ponto máximo de aprendizado de uma pessoa comum. Claro, a vida ensinava muito mais do que livros velhos e professores ranzinzas, Daivus tinha me ensinado que esse tipo de lugar era como um ninho de pessoas chatas e pedantes, porque minha mais nova conhecida estava me levando para ali? Ela não me parecia ser o tipo que meu mestre descreveu, ela parecia muito mais vivida. Andando chegávamos e passávamos por locais escuros e isolados até chegar em uma pessoa singular, ele certamente parecia ser um amigo de Jiya, ambos tinham aquela aura diferente de todos os outros humanos que encontrara na ilha, eles pareciam especiais, seria o ar revolucionário a razão daquilo? Um dia eu poderia almejar por ser apenas um pouco parecido com eles? Talvez quando tivesse a resposta de quem sou eu. Aqueles cabelos curtos brancos se pareciam muito com os meus, ou apenas achava isso. - Me chamo Nyx, eu acho... - Abria um sorriso animado, não sabia exatamente como me descrever afinal estava nesta jornada de autodescobrimento. - Um de nós? Então Jiya é uma revolucionaria? Porque não me disse antes! HAHAHA - Gargalhava ao mesmo tempo que tentaria dar um tapa leve nas costas de minha mais nova companheira em um sinal de companheirismo. Então ela realmente era uma revolucionaria? Acho que minha intuição estava certa desde o início. - Eu quero me alistar no exército revolucionário para descobrir quem é Nyx. E não, o governo e a marinha não seriam o caminho certo a seguir, eles são muito complicados! - Falava em um tom confiante, sem demonstrar qualquer tipo de incerteza ou mentira em minhas falas, afinal aquela era minha verdade.  

Após responder a pergunta do jovem que acabava de encontrar era hora de começar a vagar pela sala, não poderia deixar aquela oportunidade de conhecer a tão famosa universidade de Las Camp, mesmo que fosse apenas uma sala e não conseguisse ver as verdadeiras instalações da organização, aquilo já era o suficiente para atiçar minha curiosidade - Então... Kinerius certo? Você é um aluno e ao mesmo tempo um revolucionário? Que engraçado! - Falava em um tom de animosidade enquanto vasculharia pela sala em busca de livros, artefatos e qualquer coisa que fosse reluzente aos meus olhos felinos – Eu digo que quero ser um membro do exército revolucionário, mas a realidade... - Cortaria a frase ao meio, usaria de minha aceleração felina em direção ao jovem e me faria em frente ao mesmo mostrando contato olho a olho – A realidade é que eu não sei exatamente o que vocês fazem HAHAHAHA! - Gargalhava desviando o olhar e voltando a perambular pela sala em busca de coisas que pudesse matar um pouco minha excitação por estar naquela situação que julgava no mínimo esclarecedora. - Sei que vocês fazem atos que vão de encontro com a "lei" e que muitos desses atos são ações incríveis, eu realmente os admiro. - Voltaria a fitar seus olhos ainda perambulando e com ambas as mãos batia repetidas palmas sem fazer muito barulho, demonstrando um sorriso com os olhos semicerrados. - Sei também que vocês têm conexões com todo o mundo e conhecimento que rivaliza contra as grandes organizações mundiais, então juntei o útil ao agradável e pensei. - Iria me sentar em uma cadeira, banco ou qualquer local que pudesse suportar meu peso e me apoiar – O melhor jeito de descobrir quem sou eu era me juntar a essas pessoas, iria obter conhecimento e iria testar minha força de vontade em aventuras... - Iria levantar-me em um salto de onde estaria sentado e em um grito com a maior disposição que tinha no momento – INCRIVEIS! - Levantaria ambos os braços os balançando de um lado para o outro. - Então, o que me diz? Posso me juntar a vocês nessa incrível aventura? - Iria ficar o mais próximo possível do casal esperando por sua resposta.

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Desvantagens: Aparência Inumana | Código de Conduta | Sinceridade Excessiva
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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptyQua 28 Mar 2018, 13:12


A sala de aula onde o trio estava conversando era bem simples. Existiam diversas mesas e cadeiras alinhadas corretamente e na frente da sala existia uma elevação onde o professor ficava conseguindo ver e falar para todos os alunos. Todas as mesas estavam vazias, restando apenas a de Kine com coisas. No fundo da sala estava uma estante com alguns livros e outros utensílios que poderiam ser usados na sala, abrindo espaço para Nyx explorar o local e brincar com algumas coisas que ninguém estava se importando no momento. Ao explicar todos os motivos e continuar falando por um bom tempo enquanto se movimentava pela sala, interagindo com Kine de uma maneira bem aberta e sincera de um modo que não dava para negar que aquela era a verdade. A revolução seria muito melhor para alguém como o mink, mas ele obviamente não poderia fazer missões que envolvam guardar segredos ou algo do tipo. O felino finalmente terminava de se explicar e dar os motivos da razão que estaria tentando se juntar à revolução, fazendo a dupla se olhar por algum tempo.

Alguns segundos se passavam e Kinerius voltava o olhar para Nyx, olhando com a maior seriedade possível enquanto começava a responder sobre o mink ser aceito ou não na revolução. – Sua sinceridade é interessante, gosto de pessoas que falam a verdade, mas se isso for levado até missões furtivas, provavelmente não funcionará. Seu estilo me parece bom para nos ajudar em certas áreas, precisamos de pessoas que possuem o próprio objetivo e ainda assim gostariam de ajudar os outros. Então sim, você pode se juntar conosco. – O jovem revolucionário estendia a mão para parabenizar Nyx, seu mais novo companheiro de grupo. – É muito bom ter mais alguém se juntando a nós, espero que dê o seu melhor e se divirta fazendo aquilo que é certo. – Assim que cumprimentasse o novo integrante do exercito revolucionário, Kinerius guardaria seu caderno e outras coisas de estudo, segurando a mochila com a mão direita enquanto caminhava em direção à porta. – Me acompanhe, precisamos confirmar sua entrada com os superiores. – Seguia andando mesmo o felino não estivesse acompanhando, pois Jiya estaria levando o mesmo até Kine.

O caminho que Kinerius fazia era bem normal, parecendo que estava apenas seguindo uma vida comum na ilha e duas pessoas apareceram precisando de ajuda. A neve continuava a cair e o trio seguia pelas ruas, passando por diversos comércios e casas até chegar na casa de Kine, abrindo-a para os companheiros entrarem na mesma. – Vou ligar para alguém e em breve vão estar aqui. – Após sumir da visão dos dois, Kine começava a ligar para alguém e era possível ouvir as vozes, mas não dava para entender o que diziam. Jiya estava tranquila, caminhava até o sofá da casa e sentava-se para aguardar o retorno do homem. Observando melhor agora podia ver que a residência era simples, feita de madeira e com poucos quartos, tendo apenas um quarto onde o revolucionário dormia a sala e a cozinha. Poucos móveis no local, possivelmente por causa de ser um simples estudante ele não poderia comprar muitas coisas e precisava manter o disfarce. – Logo vão chegar, precisamos te equipar e depois indicar uma missão que vai testar suas capacidades, me fale qual tipo de armamento precisa, mandarei alguém trazer e nos passar uma missão. Tenho patente suficiente para passar a missão, mas como estou infiltrado não posso fazer muito. Jiya deve comandar e vocês dois vão fazer algo interessante para nós. – Explicou um pouco e ficou no aguardo do companheiro que traria a missão, além da arma de Nyx.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Quem sou eu?   Cap 1. Quem sou eu? EmptyQua 28 Mar 2018, 14:23



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Apertaria a mão de meu mais novo companheiro com força, demonstrava todos os meus dentes em um sorriso confiante – Quando se aperta a mão de um homem deve-se fazer com força para demonstrar confiança! - Bradava ao apertar um pouco mais a mão de Kinerius e logo a soltar. Conseguia o mais básico de tudo, adentrar na organização revolucionaria, finalmente estava começando a fazer as coisas funcionarem. Durante toda minha vida naquela ilha nunca tinha estado tão animado, sentia a ponta de meus dedos e meus dentes formigarem, aquilo era uma reação obvia da adrenalina que passava por meu corpo e me deixava ativo, era hora de prosseguir. Antes que conseguisse aproveitar minha visita a universidade de Las Camp já era tempo de sair, o jovem parecia querer formalizar aquele encontro com os superiores, quem diabos seriam essas pessoas? Um agente superior revolucionário com certeza teria que ser alguém com que ao bater meus olhos saberia de sua grandiosidade, não poderia esperar por menos! - Onde estamos indo? Uma base escondida? Um quartel general subterrâneo? - Minha cara com um sorriso inexpressivo revelava que chegávamos ao nosso destino, apenas uma casa normal no qual nem mesmo um comandante estava a nossa espera – Que tedioso... - Reclamava baixinho enquanto tentaria me sentar ao lado de Jiya que se acomodava em um sofá. Com meu focinho tentava procurar por qualquer cheiro estranho ou diferente na residência, com meus ouvidos conseguia ver que Kinerius estava conversando com alguém, acho que não era o momento certo de interromper o mesmo. O jovem ao retornar revelava o conteúdo da conversa, outro membro revolucionário estaria vindo nos encontrar, pouco a pouco estava entrando mais nesse mundo e tudo aquilo parecia fascinante.

- Missões furtivas não funcionarão, certo? - Me questionava um pouco, iria me deitar o máximo que conseguisse e olharia para o teto. Tinha conseguido chegar até ali, mas parecia que minha personalidade, algo que não conseguia evitar, estava fazendo ter que considerarem me darem missões adaptadas para meu ser, aquilo me deixava um pouco irritado comigo mesmo. - Poderia me trazer um segundo chicote? - Iria levantar-me de onde estava e com a mão esquerda puxaria o chicote que carregava comigo – Eu tenho um chicote, porem seu comprimento pode ser um problema em locais fechados, será que consigo um menor? - Ter dois chicotes com certeza ajudariam em um combate, enquanto ainda estava treinando com Daivus ele me disse que muitas pessoas no mundo usavam duas armas para o combate, quem sabe um dia eu não possa ser uma dessas? Suspirava, observava tanto a vestimenta de Jiya quanto de Kinarius, o casal certamente tinha um visual diferente, olhava para baixo e o que via era não mais que dois pedaços de pano surrados que mal poderiam ser chamados de roupa "Desculpe Daivus" aquelas vestimentas eram o que meu mestre conseguiu comprar com o dinheiro que conseguia vendendo peixes, não eram nada praticas, bonitas ou aquecidas contra o frio "Ainda bem que tenho pelos" porém não conseguia me ver em pé de igualdade com aquelas pessoas naquele estado, por mais que tivesse orgulho em usar aqueles panos velhos tinha acabado de entrar no tão famoso Exército Revolucionário, tinha que demonstrar nem que seja um pouco de classe. - Outra coisa... - Aquelas palavras certamente me faziam envergonhado, pedir por roupas? Eu tinha acabado de virar um mendigo? Engolia em seco meu orgulho e desferia as palavras mesmo assim – Poderia eu requisitar por uma mudança de roupa? Minha vestimenta atual talvez não se adeque a minha função no momento. - Cerrava meus olhos, assim evitaria que nem mesmo uma lagrima escapasse desses meus olhos. - Não estou pedindo por esmola, não me entendam errado. - Colocaria a mão direita em meu bolso direito, ela tremia um pouco, aquele era o resultado do dinheiro sofrido que Daivus tinha reunido, iria puxar as poucas moedas e iria estender para eles. Nunca tinha comprado roupas, mas achava que o que tinha ali não era suficiente, tinha certeza disso, porem esperava que meus mais novos companheiros dessem um jeito de me ajudar naquela situação. - Não precisa ser nada chique, algo com cores neutras e que não esteja em frangalhos ou fedendo já é o suficiente. - Novamente demonstrava um sorriso envergonhado.  

Não sei se teria uma roupa dada por Kinerius ou provida do exército, porem imaginava que pelo meu tamanho uma roupa normal não seria tão difícil de encontrar, afinal apesar de não ser humano suas roupas pareciam servir bem. Iria esperar até o agente revolucionário aparecer, caso o mesmo tivesse trazido consigo as roupas e o chicote iria o agradecer com o movimento clássico de abaixar a cabeça, tinha aprendido com meu professor que aquilo era um ato simples, mas que era respeitoso. - Não olhe Jiya! - Gritaria em um tom de brincadeira enquanto procuraria por um local escondido onde conseguisse me trocar. Depois de terminar de trocar de roupas estaria revigorado, aquilo certamente era um novo começo. Colocaria ambos os chicotes que conseguisse em lados diferentes de minha cintura e era hora de começar minha primeira missão para o exército revolucionário. Iria esperar para ouvir a missão, qual seria o objetivo, com quem estaria fazendo a mesma e se teria um tempo estimado para a mesma. Tinha acabado de chegar até ali e era hora de finalmente sair para o mundo. Ouvindo tudo sobre a missão iria sair com quem mais estivesse acompanhado pela porta, era um ótimo ouvinte então estaria sempre prestando atenção para não fazer nada errado.

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