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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptySex 16 Mar 2018, 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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Bread
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptyTer 01 Maio 2018, 04:33





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 09






Metza sorriu com as bochechas levemente avermelhadas - *Até que foi mais fácil do que imaginei!* - pensaria consigo, estando a loira monarca mais cheia de si agora comparado com outrora.
Poucos instantes atrás, Metza estava deprimida e cabisbaixa sendo que sua tentativa de roubar na aposta para o Reino tendo sido fracassada e o vislumbre de que ela havia sido bem sucedida ter sido meramente ilusória. Todavia, mesmo que Karthus tivesse sido simplesmente gentil naquele instante ao ceder curativos e medicamentos, a garota de pés descalços sentia uma chama queimar em seu peito que representava o seu credo sobre ter manipulado o regente da ilha para que ele cedesse seus suprimentos médicos mesmo que nem ela própria soubesse como realizou tal façanha. O que importava mesmo é que ela forçou Karthus a ser gentil... a Monarca Descalça estaria rindo internamente de uma forma um tanto quanto maquiavélica exibindo os dentes... ponto para Metza.


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- Lora... fique com isto! Não faço ideia de como raios funciona e com você estará em boas mãos.
A Monarca se dirigiria para sua navegadora sirena polvo com um apelido um tanto carinhoso do qual ela nunca havia chamado Loraelis vangloriando-se de sua própria criação - *Lora... até que gostei!* - enquanto jogava o Log Pose de baixo para cima, de uma forma um tanto quanto desengonçada fazendo-o girar como se aquele artefato não fosse o passaporte para o Reino sair daquele local e caminhar em sua jornada pela Grand Line; porém também o jogaria de uma forma perfeitamente possível de ser pego pela navegadora.
- Fique aqui com Genn para aprender como essa bússola nova funciona e fazer os preparativos para zarparmos. Não demorarei.
Comandaria a capitã com estas palavras finais enquanto dava de costas para Loraelis... até que um golpe de uma louca em um doido pudesse ser ouvido...


Bijin era impulsiva, louca e inconsequente. Mas por mais bizarro que possa parecer, era tudo isso que fazia com que Metza se encantasse por aquela garota de cabelos coloridos. Defender a honra de sua capitã e de seu bando como um todo era o que ela estava fazendo agora e Metza tinha plena certeza de que voltaria a fazer.
Ela é uma bomba-relógio da qual não dura cinco segundos para zerar o cronômetro. Isso era empolgante, uma aliada sem igual, que não pensaria duas vezes para defender aqueles que amava e que havia acolhido, seja por estarem em perigo ou não.


Por outro lado, Metza pensava de uma forma completamente diferente de sua amiga. Ela, pessoalmente, não era uma lutadora formidável (apesar de estar acima da média comum em questão de habilidades, é verdade) e preferia batalhar com palavras, utilizando seus chutes apenas quando o diálogo não fosse possível ou improvável de ser bem sucedido.


O olhar fulminante de Bijin marcava justamente isso; ela claramente culpava sua capitã por ter perdido dinheiro e ter deixado Kravian falar suas bobagens provocadoras. A grande verdade é que no fundo, Metza conhecia muito bem o poder de uma provocação bem feita diga-se de passagem... enquanto as palavras de Kravian funcionavam como faíscas em um punhado de pólvora para Bijin, para Metza eram apenas palavras que flutuavam pelo ar, entravam dentro de um ouvido e saiam por outro.
Entretanto a Monarca concordava quanto aos berries; ela havia falhado feio e já havia se punido pessoalmente em seu momento morbidamente depressivo enquanto fitava o Log Pose. O seu sentimento pessoal é que o Reino perdeu a aposta por sua culpa, e, pelo visto, não era apenas a garota de pés descalços que tinha esta visão.


Metza primeiramente vestiria o casaco azul entregue por sua parceira, pois não cometeria novamente o mesmo erro de sair na neve sem estar com roupas compatíveis.
Logo após, se dirigiria até Bijin com os braços abertos o suficiente para evitar que seu peito latejasse de dor; sua expressão seria seriamente fechada e, sem dizer absolutamente nada até ser perguntada, colocaria seus braços em volta da Louca para ajudar Poo a carregá-la. Era o mínimo que poderia fazer para retribuir o auxílio que Bijin havia dado para ela dentro das cavernas quando sentira os sintomas da hipotermia.


No caminho para a residência de Karthus, caso a bárbara louca perguntasse para Metza sobre o Reino, a garota sorriria com os olhos cerrados - *Tão fofa... mesmo estando zangada comigo ela não deixa de ser carinhosa e educada!*


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- Claro que posso e irei minha linda! Atualmente o Reino parece ser nebuloso para vocês e, até certo ponto, também é para mim... - A Monarca respiraria profundamente, franzindo um pouco a testa ao sentir a pontada em seu peito ferido - - Ele começou com uma ideia minha de dar aos nobres e o governo o que eles merecem... Todo antagonista é o exato oposto do protagonista e o "Reino" é, a grosso modo, uma retaliação utilizando a própria estrutura organizada de uma monarquia mas que preza pela liberdade de seus membros, e a pirataria é o único modo anarquista de prosperar sem ter que obedecer uma voz vinda de cima... - A capitã gargalharia um pouco e balançaria a cabeça negativamente enquanto prosseguia - - Pode ter ficado confuso um pouco né? Mas ai é onde a Monarca e o Reino entram... mesmo uma anarquia e liberdade possuem seus limites e precisam de controle pois uma liberdade não pode atingir a outra. Resumindo: Por enquanto somos os antagonistas, mas iremos virar os protagonistas... criaremos uma nova facção que será tão organizada quanto uma monarquia, e tão liberal quanto um bando pirata... - Metza terminaria sorrido, olhando para os flocos de neve que caiam do alto, orgulhosa - - Isso, Buki, é o Reino!


Convencendo ou não, confuso ou não, o fato é que não havia mais o que explicar... tudo na cabeça de Metza era claro como água (com exceção de como manteria o Reino quando ele estivesse completo, mas isso era algo para se pensar depois...)
- Quanto aos cargos e objetivos, nós teremos bastante tempo para conversar sobre isso com todos no barco, já que teremos um tempo de viagem até a próxima ilha...


A casa de Karthus parecia bem arrumada e aconchegante. Metza a princípio ignoraria Ezequiel ou Lily a não ser que ela fosse interrogada por um dos minks ou apresentada por Raksha, sendo cordial mas breve ao mesmo tempo:
- Me chamo Metza, conhecida como a Monarca Descalça, prazer...


Não perdendo muito tempo porém, Metza vasculharia os armários e escrivaninhas na casa de Karthus procurando pelos suprimentos médicos que ele havia ofertado. Metza nesse instante seria completamente egoísta e pegaria tudo o que tivesse à sua vista e pudesse carregar, mesmo que aparentemente não fosse necessário.
*O Reino precisa disso... e se não, poderá vir a precisar!*


Se por ventura Raksha a alertasse para esperar que Karthus voltasse, ela continuaria pegando os suprimentos e apenas viraria seu pescoço 45° para o lado, encarando ainda de costas o mink lateralmente de forma um tanto quanto irônica:
- É mesmo? Não foi o que ele me disse... tive a permissão do Karthus em pessoa para pegar o que fosse necessário...
*Sigh, o que ele tem de grande tem de metido! A Layla estaria bem melhor se tivesse ficado conosco...*


- De acordo sua ruiva linda!
A Monarca concordaria com Sam utilizando de palavras que já sabia que iriam alegrar sua amiga, assim como qualquer ofensa à seres do sexo masculino.
Metza então mostraria para Helena o que havia encontrado nos armários do dono da casa (caso de fato houvesse) e solicitaria mais uma vez de seus cuidados:
- Hele-chan, poderia aproveitar este momento de aconchego no quentinho que estamos para cuidar dos meus ferimentos? Bijin, Lucius e Poo também estão precisando...




Historico:
 


Última edição por Metza em Ter 01 Maio 2018, 23:18, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptyTer 01 Maio 2018, 23:03

Karthus desafia o Reino


A pancadaria comeu solta!

Assim que Karthus saiu para nos guiar até o Farol onde encontraríamos alguns suprimentos médicos mais que necessários, tivemos um pequeno conflito entre Bijin e o capitão-banana, algo breve e ao mesmo tempo intenso, todos observaram a cena, mas não interferimos, não sou o tipo de garota que perde tempo tentando ensinar pro macharedo alguma lição, desde quando quem tem dois neurônios consegue desenvolver-se mais?

- Homem não pode ver uma vergonha que já quer passar... - Diria revoltada ao ver o fim do conflito, pois Kravian e seu bando saíram do barco, assim como entraram, sem grande show e com o rabo entre as pernas, voltando assim a rotina medíocre deles de ficar por aí sem fazer nada - Bijin, fez bem em tentar ensinar uma lição a ele, mas da próxima, me chama pro abate! Fui pega de surpresa, e não é a única aqui que gosta de umas palmadas quando se envolve com homens! - Diria irônica e maléfica para a garota peculiar, enquanto olhava de canto para cada menino presente.

Fomos seguindo para o Farol então, com apenas Bijin conversando com Metza, mas nada além, afinal além de cansados e com frio, ainda havia essa última missão a ser concluída, com Loraelis e Glenn no Castelo cuidando-o, fui despreocupada e relaxada, sem grandes emoções dominando meu coração. Esse dia no Farol tem me causado uma montanha-russa emocionou, brigas e ansiedade, agradecimentos e novos amigos, e mal chegamos aqui! O que será que encontraremos adiante, espero que a cota de machos que me fazem perder o equilíbrio tenha acabado, e então ouvir as palavras da monarca descalça me fizeram me sentir até um pouco melhor internamente.

- Ele começou com uma ideia minha de dar aos nobres e o governo o que eles merecem... Todo antagonista é o exato oposto do protagonista e o "Reino" é, a grosso modo, uma retaliação utilizando a própria estrutura organizada de uma monarquia mas que preza pela liberdade de seus membros, e a pirataria é o único modo anarquista de prosperar sem ter que obedecer uma voz vinda de cima...  Pode ter ficado confuso um pouco né? Mas ai é onde a Monarca e o Reino entram... mesmo uma anarquia e liberdade possuem seus limites e precisam de controle pois uma liberdade não pode atingir a outra. Resumindo: Por enquanto somos os antagonistas, mas iremos virar os protagonistas... criaremos uma nova facção que será tão organizada quanto uma monarquia, e tão liberal quanto um bando pirata... Isso, Buki, é o Reino!- disse Metza, inspirando a soltar um sorriso de canto, um pouco discreto, sem sombra de dúvidas, estou no lugar certo.

Na sala onde pegaríamos os remédios, não pediria tratamento imediato, nem tenho razões para isso, de fato só estava acompanhando minhas amigas e o resto, dando meu apoio presencial e se necessário ajuda com as mãos livres que tenho, embora sejam nesses momentos em que acabamos conhecendo mais sobre as pessoas. As oportunidades de cada um mostrar para que veio surgem assim, conforme a música toca, certamente Helena daria conta dos machucados, ela demonstra essa confiança e capacidade, minha Monarca não precisou nem sequer designá-la a função de médica do Reino, a própria já se encaixou perfeitamente nessa vaga. Já a minha, bom, acho que era perceber uma traição vindo da minha melhor amiga... POR QUE DIABOS O TIGRÃO ESTAVA TÃO PREOCUPADO COM BIJIN? Sim, a garota-peculiar está machucada e debilitada de certo modo, mas a ponto dela ser mais importante do que minha presença aqui.

Devoraria os dois apenas com meu olhar, estaria apavorada com a situação, uma emoção desconhecida toma conta de mim, e dessa vez não há como controlar, após ele pedir como a garota estava, me aproximaria rapidamente de Bijin, fingindo uma simpatia que nunca tive, com um sorriso falso e diria, em tons de nervosismo e entusiasmo:


- Ela está mais do que bem... Não está?- Soaria mais como uma confirmação do que uma pergunta, estaria no momento com expressões suaves e daria uma risadinha irônica, para então me afastar novamente, deixando a mensagem subliminar no ar.

Quando me afastasse, caminharia tranquila pelo lugar, como se não quisesse nada, mas assim que o tigre não estivesse olhando, soltaria apenas um olhar para Bijin, focando meu olhar nele e na garota, expressando minha raiva pela situação, garanto que por ser uma menina, Bijin, entenderia o que passava em meu olhar.

Olhar para Bijin:
 

Após isso, focaria minha atenção em outra coisa, para não deixar meus sentimentos crescerem e alguma coisa ruim acontecer, como por exemplo: deixar explicita minha confusão emocional perante esse mink. Diria então, agora normalmente, para a capitã:

- Vamos nos tratar um pouco aqui e levar medicamentos juntos, seria o mais sensato a fazer, se nem chegamos na primeira ilha dessa tal Grand Line, já passamos por apertos, é bom ficarmos prevenidas contra machucados e ferimentos antes que sentimos eles nas costas ou no rosto e membros.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptyQui 03 Maio 2018, 12:06



O Reino

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Acerto de Contas


Após ter seus questionamentos negados pelo velho do farol, Aleister então não tinha mais o que fazer por enquanto. Encostando-se em qualquer das paredes do local, o rapaz apenas esperou todos fazerem o que tinham para fazer. Não demorou muito tempo até que o pessoal que havia ficado na embarcação chegasse. Bijin vinha “carregada” pelo urso panda gordo e amigo de bebedeira. Estranhando, o gatuno esperava eles se colocarem no local para questionar algum possível problema que tivessem tido.

— O que houve com você? — questionou Levi.

Aproximando-se da garota, o rapaz buscaria sanar suas dúvidas em relação ao motivo da garota estar caminhando com dificuldades, visto que ao sair da embarcação ela estava saudável e briguenta como sempre. Ouvindo o que ela tinha para dizer, o rapaz então cerraria seu punho caso descobrisse que sua aliada havia sido ameaçada de vida. Procurando Kravian com o olhar, Aleister tinha de sanar sua dúvida acerca do motivo do ruivo ter atacado Bijin, mesmo sabendo que seria em vão, já que um embate era inevitável.

Nesse momento, procurando o ruivo, o gatuno tentava controlar seus sentimentos, seus instintos. A visão da garota fazia a imagem da sua salvadora em Conomi renascer em sua mente. A maneira que a mesma faleceu ao proteger, tal coisa para o rapaz não poderia se repetir, e cerrando seus punhos o máximo que pudera, ele faria isso se prolongar em retornar a sua realidade. Não demoraria muito para que sua respiração se tornasse ofegante, que a palma de suas mãos doesse por estar apertando com veemência, era a ira de um Flamel que havia sido provocada.

O discurso de Metza naquele momento era ouvido por Aleister, porém não era tão levado como importante, mesmo ouvido. Encontrado o ruivo, o herdeiro dos Flamel não demoraria para questionar-lhe o motivo do ataque a garota.

— Qual o motivo que você se atreveu a ferir minha aliada? — questionaria sério.

Porém, caso não encontrasse o ruivo, o gatuno iria até o velho e lhe questionaria o paradeiro de Kravian, para então o caçar e questionar-lhe a mesma coisa de antes. Caso Kravian estivesse no mesmo recinto que os demais, Aleister não pensaria duas vezes e diria algo que ia de encontro ao que Metza havia falado e Bijin havia questionado, coisa essa que seria dita também se o ruivo não estivesse no local.

— Não tenho uma visão ainda clara sobre um reino, não sou como vocês que tem ideais, que tem sonhos, que tem objetivos, posso vir a ter, mas o que importa para minha vida, hoje, é que não perca mais ninguém! Não importa o que tenha que fazer, eu manterei esse ideal de Reino que vocês têm, mas do meu jeito, que é mantendo vocês vivos! A partir do momento que ele colocou em risco sua saúde, me incomodou! — afirmou olhando para todos — Então para não causar problemas para a hospitalidade que você, Karthus, nos deu, eu não irei agravar nada na sua residência, mas em relação a você! Kravian! Eu vou resolver lá fora! Se você tem honra nessas bolas que você chama de saco, se tem coragem de bater numa garota — mesmo louca — você irá me enfrentar! Por bem... — sacaria minha arma — Ou por mal! — afirmaria caso ele estivesse no local.

Entretanto, se Bijin não falasse nada ou Levi não descobrisse o que ocorreu, o rapaz apenas ficaria quieto, em seu canto, ouvindo tudo que falavam até surgir algum assunto de seu interesse.

Curioso com a presença daquele gigante tigre e como ele aparentava ser mais humano que o homem tritão, Levi segurava-se para aproximar-se do mesmo no momento certo. Lentamente relutante, o rapaz se aproximava de onde ele estava. Olhando para o que o alvo do diálogo, o rapaz buscaria ver o que ele estava fazendo antes que pudesse iniciar qualquer conversa que fosse. Se estivesse ocupado “namorando” a tal da Lily, o gatuno apenas ignoraria sua vontade de diálogo, porém, se fosse válido o momento, ele não deixaria para depois.

— Meu nome é Aleister e ainda não sei se será um prazer lhe conhecer. Se fornecer qualquer risco que seja para todos desse grupo, eu juro por minha vida que lhe coloco um fim, não importando se você é mais alto, mais forte ou mais animal. Mas, se não fizer isso, podemos ter uma bebedeira “animal”, por assim dizer — ironizou quebrando a tensão do início do seu comentário.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 00:11



NARRAÇÃO




O membros do Reino elevaram seus ânimos com o ataque de Bijin e com a consequência do mesmo ninguém ficou feliz em ver a companheira cair principalmente Aleister que se pronunciou em preocupação mas tudo que ele recebia em resposta era o fuzilar de olhares tanto de Bijin quanto de Samantha, o gatuno parecia pronto para tentar algo e isso talvez ficasse óbvio para os demais porém com respostas vagas o rapaz não tinha opções se não apenas acompanhar os demais, na casa de Karthus o grupo se encontrava com Raksha e os outros dois acompanhantes, os minks pareciam estar no meio de uma conversa Ezequiel tinha apenas aberto sua boca para responder o colega quando os demais chegaram no local se tornando o novo foco das atenções, Raksha também demonstrou sua preocupação com Bijin afinal depois de lutarem juntos a louca tinha conquistado afeição do felino ou pelo menos de um dos lados do felino, Ezequiel e Lily acenavam ao serem apresentados aos demais. -Agradecemos sua ajuda Srta. Bijin.- Agradecia Ezequiel de maneira educada e cordial de certa forma, Lily sorriu de leve para todos mas pareceu bastante cansada para se juntar a conversa.

Metza seguiu com seu objetivo catando tudo que encontrou, bandagens, frascos de medicamentos, rolos de fita, curativos adesivos e diversas outras coisas que ela identificou como itens de socorro, mesmo Raksha alertando ela sobre não mexer em nada lá estava a garota abraçada com diversos objetos, Helena pegou tudo enquanto passava os olhos por cima como se analisasse e identificasse item por item. -Sim pode deixar essa parte comigo.- Respondeu a jovem confiante em suas habilidades e começando com o tratamento, Helen levou muito tempo para conseguir prestar atendimento a todos fazendo uso tanto da instrumentação quanto dos medicamentos encontrados por Metza mas mesmo tratados seus ferimentos ainda apresentavam algum desconforto.

-Já se passou muito tempo e nada, estou começando a ficar preocupado.- Falou Ezequiel para Raksha em um tom de voz que todos ali poderiam ouvir e de fato todos entendiam que já tinha passado um bom tempo sem sinal do regente até que ele passa pela porta com as vestes um pouco mais sujas e amassadas que anteriormente, em uma de suas mãos ele tinha uma bolsa de couro surrada e suja, seu semblante era extremamente cansado e ofegante. -Eu estou exausto…- O homem olhou para Raksha um pouco incrédulo como se estivesse pensando no que falar para o Mink mas antes que ele se pronunciasse Bijin se pronunciou primeiro questionando o homem sobre a forja. -Bem sim, mas fica do lado de fora na parte de trás da casa, não uso muito pois não sou um ferreiro eu uso apenas para pequenos reparos e outras coisas pequenas mas acredito que lá deve ter os recursos que você precisar mas não espere muita coisa.- Falou o homem enquanto coçava seu queixo refletindo sobre a forja, depois disso Karthus se virou novamente para Raksha e fazendo seu caminho até a cama onde Lily repousava. -Olha meu amigo eu não sei muito bem como te dizer isso, acho que ser direto é o melhor jeito...- Falou o homem enquanto caminhava até parar em frente do felino se posicionando do outro lado da cama em que Lily estava. -Eu caminhei muito indo de um lado para o outro procurando seus amigos para ajudá-los assim como você me pediu mas devo dizer que não encontrei ninguém...- O homem dizia essas palavras com um certo pesar que quase não era perceptível por causa do cansaço que Karthus transmitia, o regente gesticulou apontando para a cadeira pedindo que o mink voltasse a se sentar para ter o devido tratamento em sua perna. -Isso acontece as vezes aqui, homens desistem de seguir pela Grand Line ou são abandonados pelo bando, tente não pensar muito nisso e apenas seguir com sua vida.- Ezequiel e Lily ficaram espantados com a notícia que Karthus trazia.

O homem não demorou muito para tratar do ferimento do lanceiro sem muitos problemas e logo terminando isso ele se virou para os demais. -Alguém com fome ou sede? Eu vou estar na cozinha vendo algo, apostar abre bem meu apetite e jovem se quiser usar fique a vontade me pague depois que terminar.- Falou o homem apontando seu dedo indicador para Bijin e seguindo para fora do cômodo deixando os demais sozinhos.


OFF:
 

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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 10






*Pfff... se soubesse dessa fartura de suprimentos médicos teria vindo direto aqui!*
A capitã do Reino rangia os dentes pela dor que o aperto em seu tórax não tratado fazia. Internamente, ela ainda se punia por não ter segurado firme em algum lugar que fosse para não se machucar na subida da Reverse Mountain e, desde que haviam atracado na Grand Line, não tiveram tempo e recursos para que Helena fizesse sua "mágica".


Agora tinham. Helena prontamente pegou tudo o que precisava das mãos da monarca e tratou ela, Lúcius, Bijin e Poo. Os dois últimos eram os que mais preocupavam Metza... a primeira pois havia acabado de receber um golpe que a impossibilitava de caminhar, e o outro que havia recebido um corte em seu braço desde Loguetown que poderia inflamar.
Todavia, uma era louca e o outro era um "fucking" panda... eles iriam ficar bem no fim das contas!


Desconfortável ou não, o importante era que a garota celestial era muito boa no que fazia. Pelo jeito que ela já havia tratado o bando inteiro anteriormente, era questão de tempo até que o peito de Metza sarasse completamente, ao invés do simples analgésico de outrora que apenas havia remediado a situação em um curto espaço de tempo.


O olhar de Metza fitava o horizonte, pensativo e calculista, a loira tentava absorver a proposta de Raksha pela carona de três novos tripulantes da melhor forma que conseguira.
*Nós já estamos superlotados... mais três??? Mas... é a melhor oferta que recebi até agora! São três minks aparentemente capazes de proteger o navio, além da forja para Bijin e um arqueólogo... - Metza desviava o olhar para o lado piscando algumas vezes - ...Nós não temos um arqueólogo...


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A resposta não era tão óbvia assim pois o Reino era a última chance simples daquele trio deixar o farol, o que deixava o tigre grandão com poucas cartas na manga. Porém, ao contrário do que ele próprio imaginava, Metza de fato confiava nele.
Bijin havia trazido ele para o Castelo e apresentado ao bando, e ela não faria isso sem julgar antes que estaria trazendo alguém não-confiável... isso sem contar, é claro, que ele era amigo de Layla.
*Mas é muito estranho... por que será que a Layla deixou esse mink para trás? Seriam eles um estorvo? Não tão fortes ou habilidosos como o Raksha diz serem?*
A Monarca Descalça divagava em seus próprios pensamentos enquanto agora fitava Raksha lhe estendendo a mão para apertar sua pata peluda com um sorriso simpático e convidativo que, claramente, não deixava transparecer ainda sua incerteza em aceitar a proposta do tigre  (ahhhh a arte de atuar!):
- Aceito. Seja bem-vindo ao Reino!
Ao soltar a mão de Raksha, Metza abriria os braços ainda com o sorriso no rosto e batendo palmas para alegrar o ambiente:
- Isso merece uma comemoração... certo pessoal?


Quando Karthus oferecesse comida, Metza prontamente responderia ao regente de forma cordial:
- Eu aceito, por favor! Se não se importa, eu vou tocar uma música enquanto aguardamos...
A manipuladora se fazia de educada, mas há pouco tempo havia pilhado os medicamentos do homem que havia acabado de lhe oferecer uma refeição além de julgar que era muito pouco que estavam tomando pela quantidade de berries que o larápio havia pego na aposta; mas Metza era assim mesmo... gostava de controlar as pessoas e se dar bem sempre que possível, além é claro de amar uma festa!


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Feliz, festeira e musicista... mesmo com seu peito ainda dolorido, Metza fazia questão de voltar a tocar seu belo violino que mudava de cores enquanto as notas eram apresentadas e seu instrumento musical não escondia o fato de que a Monarca Descalça estava alegre. A jornada na Grand Line começava, o Reino havia encontrado medicamentos suficientes para curar a todos e agora iriam ter uma refeição digna, que não tinham desde o peixe assado que Poo tinha cozinhado.


Assim que Karthus chegasse com a comida, Metza pararia por instantes de tocar e cantar suas músicas agradáveis aos ouvidos de quem quer que fosse (ela julgava ser muito boa nisso) e reabriria sua garrafa de rum que não estava fechada, tomando assim até a última gota.
*Ahhhhhhhh delíciaaaaaaaaaaaa!*
A expressão de prazer pelo vício saciado estampado no rosto bonitinho de Metza poderia desencadear qualquer um a ficar enfeitiçado por aquela cena. O doce sabor do rum acompanhado pela queimação provocada em sua garganta faziam com que a loira não conseguisse ficar sem aquele elixir tão presente em sua vida. E, para falar a verdade, ela não fazia a menor questão de largá-lo...


Terminando uma refeição decente (ou não, dependendo das habilidades de culinária do regente do farol) Metza agradeceria Karthus de qualquer forma, apesar de julgar que pelos B$3,6kk que ele havia tomado do Reino aquela refeição saíra muito salgada. Mas paciência... o que eram B$3,6kk quando o Reino estava prestes a se tornar o bando pirata mais rico que já passou pela Grand Line?


- Vamos partir pessoal! Não vejo a hora de seguirmos viagem para a próxima ilha! Quero saber como raios esse tal Log Pose funciona!
A capitã estava de fato empolgada. Pelas histórias que Bart contava, a Grand Line era a região "divisora de águas", onde os bandos piratas se tornavam lendas lembradas e lendas esquecidas...
E pelo visto não era somente ela que estava animada com a viagem para a próxima ilha... Samantha e Levi, ambos também claramente empolgados, tirariam uma gargalhada de felicidade da boca de sua capitã pelas piadas e o clima festeiro que ali jazia presente e do qual tanto gostava; o fato de possuir um bando pirata em busca de aventuras era uma realização de um sonho para Metza.


Com o dedo indicador na frente dos lábios, Metza aproveitaria a deixa para matar uma curiosidade com Karthus. Afinal, ele aparentava ser bem idoso e devia conhecer bastante a região:
- Ei Karthus... você já viu por ai alguma das famosas Akuma no Mi? Como elas são?
A garota franziria a testa aguardando uma resposta, pouco antes de voltar ao seu barco. Um Castelo não pode ficar muito tempo sem uma monarca...


Voltando ao navio, com a devida forja comprada por Raksha para a Louca, a menina de cabelos coloridos provocaria Metza de uma forma sedutora. Uma piscadela e um aceno de cabeça talvez deixariam Bijin um pouco decepcionada, mas era o que ela iria ter por ora...
- Pessoal preparem as velas e a âncora! Vamos zarpar com destino à próxima ilha da Grand Line... Lora, agora é contigo!
A monarca de vestidinho amarelo apontaria para a sirena polvo, chamando-a novamente pelo apelido carinhoso que ela mesma inventara.


Após Bijin chamar Metza de lado e se abrir de forma comovente contando a história de sua família com forjaria, ela tiraria uma expressão de pena do rosto da capitã... apesar de ser uma guerreira forte, destemida, bela e leal a grande verdade é que Metza conhecia ainda muito pouco sobre o passado de sua companheira.


Porém o semblante mudaria completamente ao receber o presente. Os olhos de Metza brilhava como duas pérolas expostas à luz do luar. Seu sorriso de dentes bonitos era visível e era tão belo quanto a arma que havia ganho de presente de sua ferreira que mais parecia uma jóia dourada:
- Eu... Bi... eu... amei!
Assim como Layla em Conomi, a Louca interrompeu a fala gaguejada de Metza aplicando nela um delicioso beijo molhado. As mãos da monarca percorreriam a nuca e os cabelos da garota para trazê-la mais próxima e retribuir o delicioso beijo que recebera.
A viagem das duas estava apenas começando...


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Historico:
 

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Legendas:
 


Última edição por Metza em Seg 07 Maio 2018, 22:04, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 18:12


  Não estava no meu melhor humor, mas ser uma mente temperada e calma já me ajudava a colocar o passado recente no lugar dele, no passado, e a enxergar o futuro com uma nova perspectiva, desafios cada vez maiores. Imaginar que a adversária que havia sido vencida, mas que feriu Raksha, Layla e seus amigos era apenas uma simples subordinada também abria meus horizontes.


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  Esperei pacientemente ser tratada pela Helena, assim que ela me colocou nos eixos agradeci sua ajuda, em pouco tempo já era a segunda vez que ela havia me ajudado, realmente estava em debito com ela. Esta celestial realmente caiu do céu em nossas vidas e sua presença no grupo já havia se provado mais do que essencial. Mas agora era hora de ir trabalhar um pouco na forja. Agradecia a gentileza de Karthus com a cabeça e um sorriso. Se ele não tivesse sido tão arrogante no início quem sabe minha opinião sobre ele seria diferente, mas o fato é que ele parecia ser ainda mais poderoso d que realmente eu poderia enxergar e nos tratar bem agora era algo bom.

  Mas então uma ideia diferente e fui a cozinha procurar Karthus, já que ele havia afirmado que faria alguma coisa para comer. Assim que achasse ele faria uma proposta, pois mais interessante do que usar uma forja para fazer algumas armas, eu precisava resolver o problema permanentemente.

  - Karthus queria fazer uma proposta para você! - Diria com simpatia e um sorriso no rosto. - Gostaria de comprar de você todo o equipamento de ferreiro que possui,imagino que martelo, bigorna, fornalha e tudo isso poderia ser comprado por uns 500.000 berreis ( Precço na loja, ultimo item [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]) e precisava de matéria prima para pelo manos mais sete armas (preços da [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]) e acredito que posso pagar por esse montante por mais uns 350.000 berreis. Podemos fazer negócio?

  Se por acaso alguém do bando aparecesse para comprar ou pagar para Karthus o valor ou parte dele, não me importaria, na verdade ficaria feliz e agradeceria com um sorriso e uma piscada provocativa. Se ninguém aparecesse eu pagaria a não ser se Karthus falasse um preço totalmente fora da casinha.

  Se a compra fosse feita eu logo buscaria ajuda, pois ainda estava com o joelho ruim e não tinha como carregar tudo isso sozinha.

  - Pessoal, preciso de ajuda! - Exclamaria para todos. - Comprei (ou compramos se alguém pagou ou pagou parte) uma forja para o navio e preciso de ajuda para levar para ele. Posso contar com vocês para depois de comermos?

  Eu estava morrendo de fome, luta, aposta e negociar uma forja e tudo mais, meu estomago até doía de tanta fome que estava sentindo, por isso eu logo pulei na comida assim que vi ela. Saborearia bem a comida de Karthus, morando sozinho aqui ele deveria ter algum talento. Além disso o chá que ele nos tinha dado anteriormente era muito bom (aventura anterior).


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  Claro que após comer teria que pegar minha garrafa de vinho e me servir, o que seria da vida sem um bom gole de vinho, e agora que estava parada sentia o cansaço de todo mas estava empolgada com a forja nova, iria fazr pela primeira vez uma arma para mim.

  - Obrigada Karthus! - Me despediria do imprestável regente do Farol. - Você abriu meu horizonte, tenho que me preparar ainda mais para o futuro e quem sabe um dia não serei digna de cruzar armas com você? Pessoal, mãos a obra, vamos levar essa forja para o navio!

  Pegaria o que conseguiria carregar, olharia com suplicas para Poo também ajudar, e levaria todo material que compramos, se fosse necessário fazer mais uma viagem eu o faria. Chegando no navio procuraria Gen, ele era nosso marceneiro e poderia nos ajudar a instalar e ajudaria ele em todo o processo seguindo suas ordens. Acabando a instalação falaria com a capitã.

  - Olá linda! - Falaria para Metza maliciosamente e com um sorriso bem safado. - A instalação da forja esta terminada, vou trabalhar um pouco nela, mas a boa notícia é que podemos partir.


_________________________________________________________
~ Forjando Armas ~


  Estava na hora de me dedicar a forja e a primeira arma que faria seria para a Monarca, e enquanto acendia o fogo e colocava a matéria prima para derreter e forjar tinha que usar a imaginação, vi que ela teve dificuldade na luta com o tenente, mas se tivesse uma arma de melhor qualidade poderia ter causado um estrago maior, além disso me atentei o fato dela não gostar de usar calçados então decidi não fazer uma bota de combate, como seria mais simples, foi por isso que havia tomado a decisão de fazer uma tornozeleira com pontas.

  Embora usasse bem menos ferro que uma arma convencional, o trabalho era bem delicado e de muita precisão, fazer muitas pontas para que não importando onde a arma acertasse mais deixasse seu estrago era o desafio. Mas logo ponta a posta o problema foi sendo superado. E logo veio o desafio de ligar todos eles de maneira que ficasse flexível para circundar o tornozelo da Metza, e não era uma peça, mas duas, uma para cada perna. Entretanto vi que apesar de uns erros e acertos fui pegando o jeito e logo terminei.

  Olhei a arma e acreditei em sua eficiência, entretanto não estava bonito para a Metza poder usar, ela era uma monarca e tinha que ter uma arma a sua altura e por isso, não só pela sua eficiência mas pela sua beleza também. Então peguei algumas moedas douradas de berreis (OFF: pelo menos no anime mostra e depois fala o valor para eu descontar) e derreteria elas. Usaria esse metal dourado para dar acabamento na arma da Metza, banharia todas as pontas de dourado, depois de esfriar começaria a polir todas elas.

  O material que sobrava deixaria no fogo, logo voltaria para fazer minha própria arma.

Tornezeleira Metza:
 


~ Fim da Forja de Armas ~
_________________________________________________________


  Com a arma de Metza no bolso procuraria a capitã. Logo chamaria ela para um canto e mostraria para ela minha obra prima.

  - Meu pai era um ferreiro. - Começaria a falar com ela relembrando meu passado. - Entretanto ele nunca me ensinou o trabalho com a forja e aprendi com outras pessoas e livros. Minah família, os Buki, tradicionalmente somos ferreiros e entre todos eles eu serei a maior e levarei o nome da família para um outro nível. - Nesse momento colocaria as tornozeleiras nas mãos da Metza. - Essas são as primeiras armas que eu criei, espero que você aproveite.

  Logo após a fala e pegando a Monarca daria um beijo nela, tocaria sua boca uma segunda vez. a primeira foi em Louguetown quando ela declarou seu amor por mim. Agora era minha vez de retribuir o beijo dela, pois desde então não tivemos mais chance.

Histórico:
 

Objetivos:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Seg 07 Maio 2018, 21:10, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 20:19



O Reino

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Despedida?


Os olhares daquelas damas, perigosas damas, acalmavam mais Aleister. Quase que uma coleira era colocada no rapaz, segurando seu ímpeto de batalha e deixando-o novamente sereno, como de costume. Só o fato de imaginar suas aliadas sendo feridas o fazia flexionar todos os seus dedos ao cerrar seu punho, mas que agora já era passado. Não passou muito tempo e Karthus entrou pela porta, mais sujo que anteriormente e suas notícias não eram das melhores. Aparentemente os amigos, ou se ele assim os chamava ainda, havia o deixado para trás, ele e seu aliado, ou aliados, o gatuno do Reino ainda não sabia como estava a situação.

— Que merda... — deixou escapar o rapaz.

Realmente aquela notícia era triste. Levi lembrava-se imediatamente de como era deixado para trás quando jovem, isso havia o magoado bastante, mas que já havia cicatrizado, porém pensava que sim. Vendo aquela cena, triste cena, a reação daqueles novos conhecidos, o rapaz sentia compaixão. Não era nada além disso. Não tinha motivos para ser amigo de Raxa, se não se enganava, mas também não tinha motivos para ser tão antipático com o tigrão.

— Não se importe meu chapa! — referiu-se a o gigante tigre — Pessoas vão, pessoas vêm, hoje você conheceu um novo grupo de pessoas, amanhã pode conhecer outros, a vida é isso. Pior seria se você não tivesse ambições ou utilidade para as pessoas, isso dói... — olharia para o piso, rapidamente — Mas veja só você, um tigre gigante, forte, com ambições, imagino, você vai ficar bem! Se não acreditar mais nisso, pelo menos acredite na minha palavra! Eu nunca erro!

Confiante de suas palavras, o branquelo guerreiro do Reino tentaria proferir as palavras que queria ter ouvido na época, mas que infelizmente só imaginou. Mordendo o músculo flexor curto do polegar, pelo menos até sangrar e ficar evidente que o líquido quente escorreria pelo seu punho até pingar no piso, Aleister buscou fazer uma promessa de sangue para o felino a sua frente. Durante sua ação, o gatuno se tocaria que agora era clara sua mudança, visto tempos passados. Talvez fosse o mundo, a dor, a tristeza, mas também a felicidade de poder ser feliz novamente, era complexo, confuso, mas era ele mesmo. Sorrindo, ele olharia para o tigre e sinalizaria novamente a sua promessa.

— Eu prometo! — afirmaria.

— Alguém com fome ou sede? Eu vou estar na cozinha vendo algo, apostar abre bem meu apetite e jovem se quiser usar fique à vontade me pague depois que termina! — interrompeu Karthus.

Levi não sabia se o homem havia perguntado aquilo pela sujeira em sua residência ou pelo fato de acabar de ter se ferido, mas sorrindo ele aceitaria a ajuda do velho, realmente estava precisando de tudo, principalmente comida. Roncando como um verdadeiro animal, sua barriga estaria, sinalizando que era hora de “forrar o bucho” e conseguir mantimento para a viagem que os esperava.

— Eu aceitarei sua proposta, velho. Estou com a fome de um... Tigre! Hahaha! — ironizaria.

Caminhando até o interior do local, o pálido rapaz buscaria algum mantimento básico para comer, algo como frutas ou legumes. Os lavaria, se tivesse onde, ou apenas molharia com um pouco de sua bebida para cuidar de possíveis bactérias problemáticas, depois morderia com toda felicidade, apenas aquelas que estariam boas para consumo. Poderia voltar a sua mente o fato de que sua mão direita ainda estava ferida, então após pegar o alimento com ela, ele o seguraria com a boca, apertando-o com os dentes, e levaria sua mão até os caninos, onde pegaria o mantimento com sua mão esquerda.

— Dhrogha! Thenho qhe lavhar a mhão! — falou ele com resquícios de comida na boca.

Preparado para voltar, o rapaz sacaria sua garrafinha marota e, tomando um longo gole, ele tentaria secá-la ao máximo para enchê-la novamente. Aquele estranho objeto era como um presente dos deuses para ele (obrigado tritão). Procurando algum local com água ou algum pano limpo, o toxicólogo tentaria limpar suas mãos e, após comer, voltaria para onde estavam antes, esperando o velho chegar novamente. Caso avistasse alguém, diferente de antes, ele estaria de melhor humor e amigavelmente saudaria quem visse.

— Yo! — falaria.

Acenando com seu polegar e dedo do meio, como uma ironia de uma saudação marinheira, o rapaz daria um olá enquanto voltaria ou já estaria no cômodo inicial. Esperando o velho voltar, ele tentaria puxar assunto com quem estivesse ali, tomando mais um gole de sua bebida.

— Estou com minha mente cansada de apostas, vou passar muito longe disso! — desabafaria, suspirando alto — Mas e vocês, como estão todos? E você tigrão, como conheceu seus amigos? Podemos considera-los de confiança ou já podemos iniciar as brigas agora? — olharia para ele — Estou brincando, não quero morrer! Acho que seria complicado lutarmos, mas estou em paz hoje, então, me fala sobre você!

Caso o tigre não gostasse da brincadeira, Aleister não ligaria. Já tinha tentado fazer o máximo para levantar sua moral, até falar que o mesmo o mataria, mas além disso, apenas ignoraria choramingo dele. Ele realmente estava fascinado por ver um tigre tão grande ali, a sua frente, e sendo tão amigável. Isso não passaria em nenhum momento da sua vida em sua mente, como possível. Ouvindo as respostas, o rapaz comeria o resto de seus mantimentos que havia conseguido, e se questionado coisas parecidas, ele se engasgaria inicialmente, mas logo falaria.

— Eu? Bem, como posso começar? — colocaria a mão direita no queixo — Me chamo Aleister! Você pode ser um tigre, mas eu sou o mais gato dos mares! Tenho habilidades em plantas, saltos e conquistar garotas! Mas que ultimamente vem sendo uma furada... — concluiu rindo de si mesmo — Este sou eu! Aquele que é e sempre será um homem livre! — falaria apontando para o além, em pé — Mas que hoje em dia está cansado e precisando tirar férias... — voltaria a sentar-se ou encostar-se em qualquer lugar permitido ou viável — Helena, certo? Como posso ficar parrudo como o tigre! Ele é foda para caramba! — falaria empolgado ao tomar mais um gole de sua bebida.

Ouvindo a música que Metza começava a tocar, o rapaz sentia cada nota tocar em sua alma. Sua felicidade aumentava a cada segundo que ela continuava a permitir que o rapaz ouvisse aquela dádiva dos deuses.

— Isso que é uma comemoração! — bradou Aleister.

Quem conhecia o rapaz antes, podia até se surpreender mais com quem acabara de o conhecer. Rapidamente o rapaz que antes era fechado e sério, após alguns, na verdade, muitos goles, se tornava outra pessoa. Feliz, animado, até esboçando dancinhas com os ombros, singelas por não ser um perito, o rapaz estava realmente festejando aquele momento, ao mesmo tempo em que tentaria animar o tigre.

— Vamos lá tigrão! Anima esse quadril aí! — bradaria ao se erguer.

— Vamos partir pessoal! Não vejo a hora de seguirmos viagem para a próxima ilha! Quero saber como raios esse tal Log Pose funciona! — afirmou Mezta.

— E me deixem longe de apostas! Viva! — bradaria Aleister erguendo seu cantil destilado e colorido.

Na possibilidade de Karthus retornar, o levemente alterado rapaz logo voltaria suas atenções para o velho, questionando-o novamente a acerca de alguns objetos que almejava antes e que o mesmo poderia ter achado em suas andanças com a louca.

— Velho! — levantaria a mão — Achou algo relacionado ao que pedi? Algo em como lutar bem nas ruas e como ser intimidante como esse tigre? Eu pago o necessário! — afirmaria — Ah, e comi algumas coisas suas... Já inclua no pacote aí!

Logo todos estariam prontos e, alegre e festejante, Levi esperaria a partida. Se já fossem realmente partir, o rapaz tentaria conseguir com o velho o que queria (por favor ventus <3) e partiria agradecendo a hospitalidade do velho. Esquecendo-se de que ele havia lhe enganado e conseguido seu dinheiro, Aleister mal se importaria, pelo menos até sair pela porta e, como um flashback, ele lembra do enganado.

— Velho! Veja minha imagem nos jornais! E Kravian... Você parece um pica-pau! — gritaria.
Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 23:24

Karthus desafia o Reino




Pra falar a verdade me perdi no meio da história.

Meus companheiros mudam da água para o vinho muito rápido, mal posso eu acompanhar! Em um momento estávamos todos reservados esperando Helena tratar os feridos do bando, mas de uma hora para outro já me via em uma festa. Lena mostrou mais um pouco de suas habilidades médicas para nós, não vou negar, é impressionante o potencial que a celestial tem em curar as pessoas, tanto por fora e por dentro, assim que você percebe que está devidamente tratado, seu astral muda, começa a ficar feliz de novo junto da vontade de descansar para recuperar as energias.

- Helena, você me impressiona à todo momento! O Reino tem sorte de ter você aqui. - Diria como forma de elogio para a médica, assim que ela terminasse os tratamentos, a celestial merecia bem mais do que isso, porém o que tenho a oferecer por hora. Toda mulher que se destaca em um âmbito dessa forma, provando sua inteligência e precisão, devia receber elogios sempre! O bando já estaria rengo sem a ajuda de Helena, vou valorizar o papel da garota como ele realmente merece.

Entretanto, o Reino de minha Monarca Descalça não economiza tempo, mal estavam tratados e já foram fofocar com Karthus, principalmente Aleister, o moço tinha um problema com a língua, não sabe o que fazer com ela (como a maioridade dos homens), sendo assim só saía besteira dali e mesmo com a melodiosa música que Metza decidiu trazer ao ambiente, foi difícil não expressar minha opinião em meu rosto. Quase como uma festa, trouxemos alegria àquele Farol, tanto que o próprio dono do Farol decidiu trazer comida e bebida para nós, uma amizade inusitada estaria se formando ou apenas a educação falava mais alta? Pouco me importa, mas algo para distrair meu estômago faria bem, por isso me animaria com a oportunidade.

Procuraria algum lugar pra sentar, ou me escorar, para comer mais afastada da agitação, aproveitaria o momento para relaxar e curtir a companhia dos demais, gosto de ousar em alguns momentos não vou negar, porém tenho meus momentos de cruzar as pernas e apenas observar os demais. E observando meus colegas que percebo a concorrência agindo bem abaixo do meu nariz! Dessa vez não foi Bijin que ousara me desacatar, meu olhar deixou bem claro, todavia Levi não conhece os limites.

— Estou com minha mente cansada de apostas, vou passar muito longe disso! Mas e vocês, como estão todos? E você tigrão, como conheceu seus amigos? Podemos considera-los de confiança ou já podemos iniciar as brigas agora? Estou brincando, não quero morrer! Acho que seria complicado lutarmos, mas estou em paz hoje, então, me fala sobre você! - COMO ASSIM ELE ESTÁ PAQUERANDO O MINK? Quando ouvi o garoto dizer "tigrão" meu queixo foi ao chão! Como assim o garoto larga uma dessas pro outro garoto? Devastada, percebo as verdadeiras intenções do sem-vergonha, aproveitando da situação, ele puxava papo e contava piadas para criar um clima... Desaforo, eu sei como colocar um homem em minhas mãos e era exatamente dessa forma.


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-Me chamo Aleister! Você pode ser um tigre, mas eu sou o mais gato dos mares! Tenho habilidades em plantas, saltos e conquistar garotas! Mas que ultimamente vem sendo uma furada...- Seria efeito de algo que ele tomou? Percebo a mensagem subliminar escondida, deixou claro que com garotas ele não tem sorte e partiu para outra, pois é uma furada! Ficaria pálida, a respiração ofegante, seria Aleister me... Rival? "Helena, certo? Como posso ficar parrudo como o tigre! Ele é foda para caramba! " continuou ele, nesse instante minha mão tremia, meus olhos estavam fixos na reação do tigre em meio a esse bombardeio de cantadas... Até que veio a última da noite.

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— Vamos lá tigrão! Anima esse quadril aí! — - Convidou o mink para dançar com ele, seguro um grito de pavor, eu não podia deixar isso acontecer! COMO ELE OUSA DAR EM CIMA DO TIGRÃO! Correria furiosa em direção do Levi, puxaria ele pela orelha até o outro lado da sala, longe do tigre, enquanto gritava VOCÊ JÁ PASSOU DOS LIMITES, GAROTO! CHEGA DE BESTEIRAS POR HOJE! - Seria rápida e aproveitaria a distração dele perante meu ato, espero que ele tente reagir quando estivéssemos mais afastados do mink, com reação ou não, largaria a orelha e respiraria fundo.


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- Vamos partir pessoal! Não vejo a hora de seguirmos viagem para a próxima ilha! Quero saber como raios esse tal Log Pose funciona! - Dizia minha Monarca diante de seus súditos, decretando o fim desse momento de ternura fraternal brotheragem que vivemos brevemente. Com a barriga forrada, ainda vermelha, responderia a Metza, muito gentil e sorridente, totalmente diferente de como agi há poucos segundos - Vamos sim, capitã! Quero sentir tudo o que essa Grand Line tem a me oferecer, sem desperdiçar um centímetro sequer! - soaria, como sempre, maliciosa e ousada, dando uma gargalhada divertida no final.

Me aproximaria da capitã para segui-la de volta ao barco, e ouvir às seguintes ordens que ela daria.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 6 EmptySeg 07 Maio 2018, 05:06





Raksha, o Libertador



Era Samantha quem respondia no lugar de Bijin, e o jeito meio ansioso não escapava ao Tigre, mas supôs que era apenas estranhamento por conta de seu tamanho e fisionomia. Felizmente no fim parecia que ele havia pensado demais e não havia nenhum problema maior, e com isso foi se sentar conversando com os outros.

Um bom tempo se passava, permitindo que o Mink tivesse um descanso sofrido devido suas dores, e logo quando Ezequiel demonstrava sua preocupação com a demora de Karthus, o regente chegava parecendo cansado e sujo. Enquanto Raksha perguntava sobre seus companheiros e mostrava suas feridas, Bijin também tinha questionamentos próprios, surpreendentemente sobre forja, o que fez o felino olhar de relance para a própria lança, uma que havia pego mais cedo no campo de batalha.

“Será que ela consegue fazer uma melhor que essa?” Se perguntava ele enquanto ouvia a afirmação de Karthus. Teria que ficar mais um tempo no farol com Lily de toda forma, não teria problemas em ter que esperar a arma ficar pronta. Agora só faltava saber se ela aceitaria e quanto cobraria pelo serviço. No entanto as próximas palavras do Regente tiraram ele daquela linha de pensamento.

- Como assim? – Com descrença crescente, Raksha arregalava os olhos enquanto olhava para o velho esperando no fundo que ele dissesse que era só uma brincadeira de mal gosto ou algo do tipo. Mas a realidade era mais cruel do que ele desejava. E as palavras seguintes de Karthus reafirmaram o fato. Havia sido deixado para trás.

“Mas por que? Depois de tudo que passamos juntos, como puderam...” Achando difícil de compreender ele franzia a testa enquanto via em sua mente as imagens de Royce, Simo, Ken e todos os outros. Simo havia ficado para trás em Ilusia devido estar ferido demais para continuar viagem. Mas esse não era o caso dele.

“Nem mesmo se despediram...” Não podia negar que estava decepcionado, triste, e ali percebia, até mesmo magoado. Ele sabia que era diferente do restante, e já tinha notado o quão egoístas Royce e Ken podiam ser, mas jamais esperava ser abandonado sem uma palavra sequer. Sim, eventualmente se separariam à medida que ele seguisse seus ideais e seus objetivos se distanciassem cada vez mais, tinha noção disso, mas não imaginava que seria ali, agora, de uma forma tão abrupta.

Com um olhar meio perdido e vazio, imerso em seus pensamentos ele nem mesmo dava atenção ao tratamento que Karthus fazia em si. Era como se estivesse entorpecido. No entanto assim como o homem falara, a vida continuava e ele não podia se permitir permanecer em tal estado por muito tempo. Outro que estranhamente começava a falar querendo conforta-lo, era o homem que havia acabado de ameaça-lo, Aleister.

Suspirando profundamente, ele olhava para o homem e após para Lily e Ezequiel enquanto falava com um sorrisinho de lado que não tinha função de expressar graça ou alegria, mas sim um pouco da tristeza que ele sentia. – Sim, eu sei, mas eu realmente não esperava por isso, vai levar um tempo para me... sigh, no fim parece que ficamos presos aqui por enquanto. – Essas palavras pareciam faze-lo perceber as consequências do ocorrido.

Como ele conseguiria realizar seu objetivo se ficasse preso ali? Teria falhado antes mesmo de começar sua jornada! “Não. Não ficarei nesse lugar pelo resto da minha vida. Nem tudo está perdido.” Estreitando um pouco os olhos que tinham ganhado de volta a determinação de sempre, ele analisava as opções disponíveis e a melhor estratégia para ajudá-lo a seguir em frente. “Ficar sem barco não significa o fim. Pelo sistema de Karthus eu posso participar de duas apostas. A primeira para ganhar um barco, a segunda o logpose. Apesar de não saber ao certo a frequência que embarcações passam por aqui, só hoje tiveram ao menos três tripulações. A min... que eu estava, a da seguidora de Krieg, e a do Reino. Duvido que hoje tenha sido um dia especial, então se seguir esse plano não devo demorar mais do que o tempo que Lily precisa. O problema é...”

O problema era que ele não se sentia confortável tramando contra pessoas que ele nunca vira na vida. Se seguisse assim estaria agindo de fato como um pirata, e apesar de ser um procurado, seu único crime foi lutar para libertar os Minks capturados em Las Camp e se manter fora das grades. “A outra opção... são eles.”

Olhando para os integrantes do Reino, que tinham tanto a embarcação quanto o Logpose para saírem do farol, ele sabia que não aceitariam leva-lo por caridade, ainda mais quando eram três passageiros ao todo. O primeiro que via era Aleister que mordera seu dedo e agora estava com sangue escorrendo pela mão enquanto prometia que tudo daria certo. Isso animava o felino, talvez suas chances de conseguir carona não fossem tão baixas assim. Acenando com uma expressão de seriedade no rosto ao perceber o que o humano queria demonstrar com tal ato, ele próprio sentia sua determinação redobrar.

Talvez aceitassem dinheiro, mas quanto seria o suficiente? Ele não tinha tanto sobrando. Olhando agora para Bijin e Metza, teve uma ideia que considerou viável. Se erguendo, ele direcionava suas palavras às duas ao mesmo tempo, a primeira por ser a chave do seu plano, e a segunda por ser a capitã daquele grupo, ou melhor, Monarca. – Como vocês ouviram nós três precisamos de uma passagem para fora daqui. Eu sei que acabamos de nos conhecer e vocês não tem motivos para confiar em mim, ou me ajudar, mas se permitirem que sigamos com vocês até a próxima ilha, seremos mãos a mais para ajudar a proteger o barco no caminho. – Dando uma leve pausa para que suas palavras fossem avaliadas, ele seguia logo de maneira calma. – Pelo visto vocês tem uma ferreira no grupo, mas não tem uma forja no navio. Como passagem eu poderia tentar comprar a forja de Karthus, e isso permitiria que você forjasse durante as viagens, o que pouparia bastante tempo para o seu grupo. O que acham?

Apesar de no início ter se dirigido principalmente as duas, no fim a pergunta era feita a todos os membros presentes. Esperava que aceitassem a oferta, caso contrário teria que voltar a primeira opção e estava relutante de seguir aquele caminho. Claro que ali também existiam algumas alternativas, mas se conseguisse fechar o acordo agora, tudo seria mais simples. Aguardaria por um pequeno espaço de tempo, que ele calculava ser cinco segundos, e voltava a falar calmamente. – Além disso sou um arqueólogo, versado em história, geografia, criptografia, estratégia e rastreio. Se alguma situação surgir no período que estivermos juntos e estiver nas minhas capacidades auxiliar, não hesitarei.

Essa era sua cartada final, mostrar que era útil. Bijin havia visto suas habilidades como guerreiro, e agora ele falava suas qualificações que apesar de não serem grande coisa, poderiam vir a calhar.

Caso o Reino concordasse com sua proposta, abriria um leve sorriso enquanto olhava de relance para Ezequiel e Lily para ver suas reações e transmitir a mensagem “Fiquem tranquilos, vai dar tudo certo!” e em seguida se voltaria para os outros. – Muito obrigado pela ajuda estendida a nós. – A realidade é que mesmo que tivessem aceito em troca da forja, da ajuda em possíveis batalhas, ou pelo que quer que seja, ainda assim não haviam nenhuma obrigação em fazê-lo, e no fim o Tigre sentia que estava de fato sendo ajudado, e por isso dizia aquelas palavras.

Uma verdadeira festa tinha início, com a capitã novamente pegando seu violino e começando a tocar uma musica. O ritmo animado lutava para afastar a tristeza que o Mink sentia, e Aleister chegava próximo novamente puxando assunto, apesar de umas piadas estranhas, Raksha entendia a boa intenção. Em Las Camp um homem da marinha agia no mercado negro traficando minks, se aproveitando do estado de calamidade da ilha ele iniciou uma verdadeira caça aos de nossa Raça e tinha até um grupo pirata por trás que agia transportando. Eu e um Lince nos unimos quando ele me ajudou a escapar de um cerco de marinheiros, depois um tritão tentou assaltar a gente e acabou se unindo. Tinha um humano ruivo também. Apesar de ter conseguido libertar os Minks que seriam traficados e acabar com esse oficial, acabei recebendo um valor pela minha cabeça como recompensa. E vocês?

Buscando conhecer as pessoas com quem possivelmente navegaria, ele retornava a pergunta, ouvindo o relato que virava um pedido para ele dançar. Felizmente não teve que negar pois a ruiva do grupo surgia puxando o rapaz pela orelha. Um olhar de gratidão era dirigido a ela, mas não sabia se a mesma perceberia.

Vendo que Bijin entrava na cozinha atrás de Karthus, ele próprio ia atrás para fechar sua parte do acordo, e ao ouvir ela negociando com eles, pegava quinhentos mil berries que julgava ser suficiente para comprar a forja de acordo com o mercado. Esperava que o homem aceitasse vender, mas se não aceitasse, daria o dinheiro para ela. – Quando tiver alguma que possa ser comprada. – diria caso não fosse possível.

- Por sinal, para qual rota o logpose recebido pelo Reino aponta? – Perguntaria ao regente. E caso ele respondesse que não sabia, não poderia fazer muito a respeito, mas caso respondesse a rota, com olhar pensativo e colocando a mão no queixo, tentaria usar seu ofício para descobrir qual era a ilha.

Conseguindo, continuaria a frase. – Se for a sétima rota mesmo, a primeira ilha se chama Cactus Island se não me engano. Sabe algo sobre o local Ezequiel? – Considerando a quantidade de livros que o Leão tinha em sua casa quando se encontraram pela primeira vez, havia grande possibilidade de saber de algo, e assim o Tigre se viraria em direção a sala perguntando ao companheiro.

Já se seu ofício não fosse suficiente para ajudá-lo a descobrir o local, a frase seria outra. – Você que já navegou pela Grand Line antes, sabe para onde está apontando Ezequiel?

---

Após tudo resolvido, pegaria algo para comer que Karthus tivesse preparado, preferencialmente carne, e após comer aguardaria um momento em que não estivessem falando consigo para sair e ir até a praia lentamente, mancando e apoiando na lança, buscando poupar a perna em recuperação para verificar com os próprios olhos que o navio não mais estava lá. Sabia a resposta, Karthus não tinha motivos para mentir para ele, mas ainda assim precisava ver com os próprios olhos.

Ali no escuro, sentindo a neve que caía, ele olhava para a imensidão negra perdido em pensamentos.


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NARRAÇÃO




O guerreiro mink ficou em choque ao ouvir que tinha sido deixado pelo bando, o lanceiro se via desolado enquanto recebia o tratamento do médico mas no fundo ele sabia que uma hora ou outra seu caminho iria trilhar para longe de seus antigos e infames companheiros, Ezequiel no momento em que ouviu o lamento do tigre repousou a sua mão no ombro de seu amigo como se tentasse reconfortar o colega -Ainda estamos aqui, do seu lado.- Falou o leonino com certa confiança, era difícil definir se essa confiança era em si próprio, no Raksha ou em todo o coletivo que os minks tinham formado. -Sim, vamos sair dessa juntos.- Continuou Lily um pouco abalada mas tentando se superar confiando em suas palavras, astuto como só um sobrevivente seria, o lanceiro viu uma oportunidade para deixar o farol e esta oportunidade estava diante dele na forma de um jovem rapaz que dizia palavras um tanto inspiradoras e fazendo as mesmas valerem com o seu sangue escorrendo em um doce filete, alguns poderiam acreditar que tal atitude fosse um tanto radical mas para Levi aquilo era um gesto que falava mais que palavras e colocava em prova sua crença em tudo que havia dito e isso ficou claro para o tigre que viu ali sua chance para continuar com sua jornada.

Raksha e Metza conversavam entrando em um acordo, claro que o fato do tigre ter sido abandonado por sua antiga companheira somava em seu julgamento mas o pirata já tinha conquistado o apreço de sua amiga Bijin e de seu companheiro Levi e isso também somou no voto de confiança dado ao mink, quando Raksha se virou para seus colegas ele pode notar um sorriso de alívio tanto em Ezequiel quanto em Lily, satisfeitos em não terem que ficar preso ali no farol, Karthus que provavelmente tinha oferecido comes e bebes em mera cortesia se surpreendeu ao ver o rumo que as coisas começavam seguir. -Fique a vontade, não tenho nada contra uma boa música.- Falou o homem de maneira neutra seguindo e continuando com o que planejava enquanto Metza puxava seu violino começando a doce melodia e gradualmente mudando o clima daquela simples casa, Bijin parou o regente em meio de seu percurso apresentando sua oferta, a mulher parecia confiante em fechar contrato com o homem até que surgiu Raksha ao seu lado disposto a pagar pelos custos da forja assim como tinha prometido a monarca e assim como Levi também fazendo a sua palavra valer. -Sim, sem problemas eu já não a uso faz muito tempo. Você parece entender mesmo do assunto, isso é bom assim fica mais difícil para qualquer fornecedor tentar lhe passar a perna, muito bem 850.000B$ e não falamos mais nisso.- Raksha pagou parte do preço dando 500.000 da forja sem se importar muito já que isso tinha lhe garantido sua saída do farol enquanto Bijin pagou o restante que seria para os materiais, Levi a primeiro momento acompanhou o regente até uma cozinha bem simples e um tanto rústica para não dizer velha, lá o gatuno pegou uma maçã enquanto via o homem cortar algumas cenouras, batatas, carne e diversos outros ingredientes.

Levi voltou para o cômodo já começando a interagir com o novo membro como se fosse amigo de longa data, o gatuno brincou, se apresentou e se não dançou porque a ruiva percebeu que o rapaz já começava a passar um pouco dos limites, afinal Samantha não seria ela mesma se deixasse o tigre roubar a atenção de dois de seus companheiros assim no clássico acabou de chegar e já quer sentar na janela. Em meio disso Karthus voltou segurando em suas mãos ambas alças de uma grande redonda tampada e embaixo de seus braços carregava um pequeno saco. -Aqui está, esperem só mais um pouco enquanto trago talheres e pratos- O homem se retirou mas dessa vez voltou rápido com pequenas tigelas e colheres de madeira, ele abriu a tampa revelando um guisado de carne com diversos legumes e ao abrir o saco o grupo pode ver algum pães para acompanhar. -Comida simples, quente, pratica e nutritiva, tudo que se pode desejar em um tempo assim.- A comida estava razoável, não tinha um sabor exuberante como apenas um chefe poderia criar mas ao mesmo tempo estava agradável atendendo os requisitos básicos de culinária, quente e como dito pelo apostador nutritiva, sem contar que o pão e o álcool colaboraram para a soma no sabor.

A monarca viu ali sua chance de entender um pouco mais sobre as tão faladas e almejadas akuma no mi, Karthus por sua vez franziu um pouco seu cenho um pouco incrédulo com a pergunta. -Bem são comumente conhecidas como fruta do diabo então todas possuem uma aparência um tanto peculiar às vezes parecem uma maçã muito grande com uma cor incomum, ou um abacaxi rosa...- O homem fazia um intervalo para dar uma mordida em seu pão um pouco molhado com o caldo da carne, ao seu ver ele dizia algo de conhecimento comum esquecendo completamente que tais coisas são um tanto raras nos blues. -Acredito que você já saiba mas essas frutas tem esse nome pois quando você a come e como se estivesse selando um pacto com o próprio diabo.- O homem fazia mais um intervalo para dar um gole em uma garrafa próxima de rum. -Você ganha poderes incríveis e habilidades quase fantasiosas mas isso tem um preço, o mar odeia aqueles que buscam tal poder nessas frutas e por isso todos aqueles que a comem são amaldiçoados se tornando incapaz de pisar no mar novamente.- O homem olhava para o teto como se estivesse pensando no que tinha acabado de falar. -Ou nada… Bem você entendeu, essas pessoas ficam vulneráveis em água do mar.- O homem terminava sua refeição assim como os demais que já pareciam renovados, seus ferimentos agora apresentavam o mínimo de incómodo, aquecidos e renovados pronto para seguir sua jornada, ao grito de sua monarca todos se animaram e imediatamente Levi lembrou. -Ah sim, você tinha falado alguma coisa sobre isso eu quase me esqueci.- O homem se levantou e caminhou para uma de suas prateleiras. -Bem eu não queria me livrar desses livros… Eles são muito valiosos e portam conhecimentos difíceis de adquirir com a vida- O homem puxou um grande livro “As Perícias de um Rei do Crime: Arte do combate e intimidação Vol.I” era um livro um tanto belo, o homem passou a mão por cima de sua capa removendo a superfície empoeirada do objeto. -6.000.000 de B$ ou nada feito, não cobrarei a comida apenas o livro.- O homem parecia um pouco relutante mas Flamel estava bêbado e naquele momento não se importou em pagar tal quantia pelo livro.

Bijin também se aproximou se despedindo do homem que sorriu ao ouvir o comentário da Louca -Eu continuarei aqui mas acredito que até lá você já tenha esquecido um velho como eu.- Terminou rindo de seu próprio comentário, ambos começaram com o pé esquerdo mas naquele momento Karthus não pareceu ligar para isso e por último Raksha, Lily se levantou e a primeiro momento pareceu se desequilibrar mas logo recuperou sua compostura tanto que ela comeu assim como os demais e segurou o riso em algumas situações constrangedoras as quais Levi se colocou. -Bem é meio complicado saber de cabeça mas se eu fosse arriscar diria que está apontando para a sétima rota, não passo nenhuma certeza já que não pude consultar um mapa.- Raksha coçou seu queixo refletindo sobre aquela informação, o nome Cactus Island lhe soou familiar como um nome distante quase perdido em sua memória mas não lembrava de mais nada referente a ilha e logo decidiu buscar auxílio de seu companheiro leonino. -Sim é um lugar bastante interesse e perigoso, acho que isso pode explicar melhor que as minhas palavras.- Nisso o mink entregou a Raksha um livro com capa lisa mas ao abrir ele podia ver escrito na primeira página “Cactus Island: enciclopédia completa” o livro era um tanto velho e simples com páginas amarelas mas era possível ver que nele tinha informações úteis sobre o destino que os piratas iriam seguir.

Foi então que todos se retiravam, para a maioria era um sentimento de satisfação finalmente sair daquele lugar, Bijin e Poo transportavam toda aparelhagem da fornalha em caixas de madeira, Hunson ajudou também carregando uma das caixas para que o grupo não fizesse tudo em duas viagem, Levi era o que caminhava mais atrás do grupo, talvez por estar um tanto bêbado o rapaz ainda gritava para Karthus sobre os jornais e sobre associar Kravian com aves exóticas mas a verdade é que isso deixava seu passo lento, ficando para trás até mesmo de Hunson carregava uma caixa imensa até que da mesma algo caiu na neve e esse tal objeto acabou se tornando um obstáculo no caminho de Levi que o derrubou no chão talvez por não ver o item em meio a neve ou pela bebedeira, nenhum de seus companheiros pareceu perceber a cena do rapaz se esborrachando com a cara na neve mas quando ele olhou para ver em que tinha tropeçado ele pode notar uma arma em meio a neve, uma arma que não tinha como não chamar a atenção do jovem Flamel pois era como se a mesma fosse desenhada para ele tendo parado naquela caixa provavelmente por um engano de Karthus ou qualquer outra pessoa que tenha usado sua forja e deixado a arma ali.

Os demais seguiram adiante se preparando para zarpar, Bijin e Poo ajudavam a descarregar as caixas entregando todas as aparelhagens para Greymane o marceneiro do Reino que executou toda a tarefa fazendo tudo parecer fácil. -Bem estou ajeitando isso aqui para toda fumaça ir para fora da cabine, isso vai evitar você de ter uma asfixia e o fato de ser aqui dentro vai impedir que o tempo afete seu trabalho, só tome cuidado para não pôr fogo em nada.- Terminou brincando apesar de Bijin notar que em meio desse tom jocoso uma certa preocupação crescia, a ferreira não viu porque não estrear seu ambiente de trabalho com uma bela arma para sua bela capitã.

Raksha tinha desviado de seu caminho seguindo para praia onde seus antigos companheiros tinham ancorado para encarar a dura realidade, um ato sem explicações que o deixava abalado sendo difícil de compartilhar da felicidade e comemorações que os demais piratas faziam naquele momento pois enquanto todos estavam animados para continuar sua jornada juntos ele começava uma nova em meio de estranhos isso só tornava difícil para aquele tigre encarar o horizonte mas foi então que ele sentiu uma mão se repousar em seu ombro. -Agora já está começando a me irritar...- Era Lily ao seu lado e do outro Ezequiel, era difícil para ele entender a quanto tempo eles estavam ali ou se simplesmente eles tinham o seguido em silêncio. -Eu vou repetir “você não está sozinho” eu falei que iria te ajudar em sua missão, não lamente enquanto fita o horizonte Raksha, deixe isso para nossos inimigos pois amanhã é um novo dia e deixe para ter as respostas deles no futuro pois agora está na hora de seguirmos o nosso caminho.- A mulher claramente se referia ao antigo grupo de Raksha que agora deveria estar seguindo jornada na Grand Line enquanto ele ficava estagnado ali encarando o horizonte.

Todos pareciam se aprontar para zarpar até Lora se virar para os demais -Bem tá mas cadê o Flamel?- Nesse momento todos notavam a ausência não só dele mas como também dos minks que tinham conhecido, Bijin lembrava que tinha visto o lanceiro conversando com Karthus mas não conseguiu ouvir muito de sua conversa já que estava ocupada transportando as caixas com mantimentos e todos lembravam de Levi bêbado gritando asneiras enquanto Karthus conversava com o tigre.


-Don. Karthus-
-Npc’s Acompanhantes-

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Raksha, o Libertador



A comida apesar de simples havia sido saborosa, mas a maior surpresa foi ver Lily se erguer e sentar com todos para comer. Pensou em pedi-la para repousar, ou até mesmo perguntar se estava bem, mas se os dois médicos do local não falavam nada a respeito disso, não faria sentido ele perguntar.

Depois de guardar o livro entregue para Ezequiel, viu Lily pronta para sair e caminhar com todos, e com isso lançou um olhar inquisitivo para Karthus, mas como ele não a impediu, nem Helena que era a medica do grupo que agora estariam fazendo parte, mais uma vez não fez perguntas necessárias, apenas dizendo para a moça – Não se esforce muito, tenha certeza de estar bem agasalhada. Tem certeza que está bem para ir andando?

Já para Karthus, enquanto saía o Mink se virou para ele – Obrigado por tudo que fez por nós. Sinceramente.

---

Acreditando estar sozinho na praia fitando a escuridão, ele havia se esquecido momentaneamente que sempre havia mais alguém com ele.

”Pare. Pare com isso agora mesmo. Parece até um bebezinho chorão. Buhuuuu!! Você achava que o que ia acontecer? Iriam forjar laços eternos de amizade e confiança, que mesmo que se separassem seria algo cheio de emoção? Kishishishishi!! Estúpido! Deixe-me te informar uma verdade universal maninho. As pessoas sempre partem. Uma hora ou outra, por um motivo ou outro, sempre se vão. Até mesmo eu e você, um dia apenas um restará e o outro sumirá.” Apesar dos traços de ironia aqui e ali, dessa vez, pela primeira vez em muito tempo o que de fato carregava a voz de Scar era amargura. Se por um lado estava mandando Raksha não sofrer, por outro estava claro que ele também não estava feliz.

”E daí? Dizer isso é a mesma coisa que dizer que um dia todos vamos morrer. Será que devo me isolar então para não me aproximar das pessoas e ficar triste se elas morrerem antes? Ou quem sabe simplesmente aniquilar todos meus sentimentos. Viver friamente sem um objetivo, sem apego, sem motivo. Quão diferente é isso da morte? Ou será que deveria sucumbir e viver apenas de momentos e buscando meu prazer egoisticamente como você?”

”Você acha que sentimentos profundos vão te levar a algum lugar? Tsc. Adivinhe de novo!  Caro irmãozinho, as pessoas são egoístas, por isso eu me enquadrava melhor com eles. Por isso não sofro. Porque eu entendo. Já você, quer libertar todos, lutar por um ideal! Mas ouça minhas palavras, no fim todos eles vão te desapontar. Pensar de outra forma é se iludir! Patético! Simplesmente patético! Vivendo realmente em um mundo de ilusões!”

Já havia tempo desde que Raksha deixara de consultar a opinião de Scar, mas ao ouvir seu ponto de vista, ele se calava por um instante, não por concordar, mas para escolher melhor suas palavras. “Eu não sou dono da verdade Scar. Mas eu realmente penso que não é me escondendo de sentimentos e me tornando uma pessoa fria, alheia, que vou ser feliz. O que eu preciso é não permitir que sentimentos negativos e prejudiciais influenciem em minhas decisões e na minha determinação. O caminho que decidi trilhar foi traçado de forma consciente e sei bem onde quero chegar. Irei viver ao meu jeito.”

“Kiiishishishishi! Boa sorte com isso. Com esse papo de não quer ser uma pessoa fria e blablabla. Afinal de contas, esse é o próximo passo lógico após superar a influêêência de sentimentos. Não foi isso que ocorreu quando superou a repulsa de matar? Hoje em dia você nem pisca ou pensa duas vezes antes de acabar com aquela luzinha que existe dentro de cada um de nós...” O deboche no fim era claro, e aí estava ele de volta. Irritante, irônico. Os traços de amargor em suas palavras haviam sumido e sem que Raksha percebesse, a tristeza que ele próprio sentia havia reduzido bastante também. Ao invés de ficar pensando em ter sido abandonado, estava ocupado demais pensando em uma resposta.

Felizmente, a melhor resposta possível foi o que aconteceu a seguir. Uma mão no seu ombro. Duas pessoas. Dois companheiros. E a mensagem que tinham era simples. Ele não estava sozinho!!

- Sim. Amanhã é um novo dia! – Respondia com um olhar firme e determinado, dando um último relance para a escuridão enquanto pensava “Nossos caminhos nunca foram os mesmos. Só espero que se um dia se cruzarem novamente, ainda estejamos do mesmo lado.”

Caminhando entre os dois ele sentia todo vestígio de tristeza ser levado para longe. – Você está bem o suficiente para andar assim na neve? Tem certeza que não precisa de mais agasalhos? – Vendo a moça fazendo exatamente o que a deixara doente em primeiro lugar, o Tigre não podia evitar em confirmar seu estado ainda mais uma vez, fazendo menção de retirar a parte mais quente de sua roupagem e entregar a ela se não fosse parado.

- O que acham desse bando. O Reino? – Seguiria conversando independentemente, buscando saber as opiniões e conselhos dos dois. – Um dos motivos que quero ser apresentado aos revolucionários é conseguir informações e ter aliados com objetivos similares. O ideal seria ingressar em sua revolução. Mas como vocês já sabem eu não sou único aqui. – Dizia enquanto batia com o indicador direito a têmpora. – E isso dificulta bastante as coisas. – Completaria com um risinho sem graça. – Por isso na ida para Cactus pode ser interessante avaliar que tipo de grupo esse Reino é, e ver se seus interesses estão alinhados com os nossos ao invés de nos separarmos no desembarque.

”Você sabe, eu sinto saudades de quando você se consultava comigo. De verdade, sinto mesmo, snif.” A voz chorosa nesse início perdia todo traço de pesar a seguir “Mas você realmente nunca me perguntou o que eu acho disso tudo não é mesmo? Você sabe muito bem que eventualmente eu vou sair e poderia simplesmente pôr tudo a perder para você. Ta aí, fazendo planos e mais planos, me desconsiderando completamente. Desse jeito fico machucado. ”

”Eu não disse nada pois não importa se você deseja me devorar, me fortalecer, ou o que quer que seja, se não quiser nos auto destruir não vai ficar desfazendo tudo que eu fizer. Mas também sei que não aceitaria ordens, e por isso não me uno ao exército revolucionário. Por outro lado, te conheço bem o suficiente para saber que enquanto não aceita ordens, não teria problemas em dar elas. Por isso se eu juntar meu próprio grupo, no fim das contas você não irá arruína-lo, pois não vale a pena arriscar que eu me entregue a marinha e vá preso, ou ser executado, certo?”

“Uau! Uaaau!! Nada mal! Arrepios, literalmente arrepios. Você me leu por completo. Na sua frente sou como um livro exposto que não pode ter segredos. Realmente irmãozinho, se superando a cada dia que passa. Imagine depois que aprender aquela tal de psicologia que esse leão banguela aí falou. Ninguém te para kishishishi!!”

Com sua atenção dividida entre a conversa externa e a interna, Raksha acreditou por um segundo que Scar se calaria, mas estava errado. “Mas no fim você está certo. Desde que não me coloque em uma posição que sabe bem ir contra a minha natureza, não vou tentar arruinar seus planos. De fato, tenho até mesmo uma proposta para garantir que nós não nos auto destruamos. Quer ouvir?”

Ele não queria, realmente não queria, mas sabia que não fazia diferença. “Pode falar.”

“Bom, simples. Eu não mecho no que é seu, você não meche no que é meu. Ou seja, eu não mato as pessoas que você conhecer e se apegar durante seu período na direção do corpo. Não tento tramar a ruína dos seus planos. E por outro lado, você não pode reclamar, choramingar nem nada do tipo quando eu fizer o que bem entender com as pessoas que eu conhecer primeiro. Simples não é mesmo?”

Raksha sentia que tinha uma armadilha ali em algum lugar, mas não importa o ângulo que ele olhasse, só via uma garantia de que não teria Scar para atrapalha-lo. Quanto a deixar o seu nêmeses fazer o que quiser com quem conhecesse primeiro, bem, ele já fazia isso de toda forma. Ainda assim, pensar em aceitar era como fazer um acordo com o diabo. Exatamente como aqueles usuários de akuma no mi que Karthus mencionara.

“Você sabe que cumpro os tratos que faço. E essa é uma oferta boa e justa.”

”Apesar que sempre tem um algo a mais, de fato é. Eu aceito.”

”Perfeito. Não adianta se arrepender depois. Mas não se preocupe, afinal de contas raramente tem alguém que eu conheça antes de você e que acabe ficando por perto não é mesmo? Nem todos são como sua querida seguidora Lily...”

Como se tivesse levado um poderoso soco na boca do estomago, Raksha até mesmo cambaleava perdendo o ar por um instante. Certo! Lily! Como poderia ter se esquecido em um momento tão importante que ela havia conhecido Scar primeiro?! “Scaaaar!!! Você não ouse...”

“Opa, opa, opa. Cuidado agora. Claro que eu não tenho porque ferir a moça. E espero continuar sem ter porquê. Também não vou ficar usando ela para te ameaçar. Já disse que meu objetivo é vê-lo se fortalecer, se tornar mais inteligente. Isso é, antes de te assimilar. Isso foi só para você ficar mais esperto. Imagine se você resolve morrer porque matei ela. Nada bom. Mas ainda assim, espero que veja quão caridoso eu sou, quão bondoso. E pare de falar que eu atraso sua vida. Só te ajudo rapaz!! Quem disse que se entrar para os revolucionários eu vou estragar tudo? Ou se fizer sua própria revolução? Se tivesse me consultado como fazia antigamente, saberia a real resposta. Você acha que me conhece, mas não conhece mesmo. Eu sei tudo sobre você, mas sobre mim você só sabe o que eu te deixo saber. Nunca se esqueça disso.”

Fazendo um discurso, Scar finalmente mostrava seu objetivo com tudo aquilo, e aparentemente nem era ter algo para chantagear Raksha. Era só dar uma lição nele e mostrar que ainda estava longe de ser capaz de entende-lo, ou na realidade, de fazê-lo sair por baixo.

- Estou bem, é só o cansaço. – responderia ele se alguém tivesse percebido. Em seguida tentaria ignorar o gosto amargo na garganta e o incomodo crescente que sentia com as palavras proferidas pelo seu “irmão”. “Realmente preciso ficar mais atento. Mais sagaz. Não posso continuar estando um passo atrás sempre. Principalmente agora que tenho pessoas que contam comigo e confiam em mim.” Pensava ele para si mesmo de forma que Scar não ouvisse.

Continuaria a conversa com Lily e Ezequiel, se focando no que tinha sido dito por eles nesse meio tempo e uma vez que chegasse no navio do Reino perguntaria a medica do grupo onde poderia colocar a moça para repousar e onde ele e Ezequiel poderiam se acomodar também. – Onde nós três podemos ficar?



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