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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptySex 16 Mar - 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptyQui 26 Abr - 22:26




Log Pose!


  • Samantha, Lucius, Bijin e Raksha


O encontro dos quatro no convés se tornava algo meio constrangedor, devido ao fato do mink ser um completo estranho para todos ali, até mesmo Bijin, que apesar de ter lutado ao lado dele não o conhecia de verdade. Entretanto, a mais afetada parecia ser Samantha, se sentia-se irritada consigo mesma por se sentir assim perto de um homem. Depois de uma rápida apresentação, como não havia mais motivo para ficarem ali fora no frio, todos, com exceção de Lucius, voltaram para dentro. O homem azul preferiu ficar do lado de fora, no frio silencioso, vigiando. O vento soprava forte, tão frio que quase parecia queimar, e mesmo com o agasalho, ele ainda sentia frio. O céu ia escurecendo, e a vigília da noite começava.

  • Samantha, Lucius, Bijin, Raksha, Metza e Aleister


Do lado de dentro, o jogo ainda continuava, e Metza estava tocando uma bela canção para chamar a atenção dos seus adversários. Ver Bijin voltando aqueceu o coração da garota, mas sua honra como artista e seu objetivo a impediram de interromper a música, mas assim que a mesma acabou a jovem se levantou e foi em direção à sua companheira. Mais empolgada estava Bijin, que via pela primeira vez sua capitã tocando, e se alegrava em vê-la depois de tão árdua batalha. Metza ficava intrigada com o mink que havia entrado junto dos outros, mas logo a barbara o apresentou para em seguida cuspir algumas provocações contra Don Karthus. - Você acabou de falar meu nome certo para sua capitã e acha que eu acredito que teve amnesia? - Entretanto, Karthus não estava nem um pouco irritado com isso, parecia até mesmo achar graça.

- Você lutaram contra eles porque quiseram, não devo nada a vocês. E não é como se eles fossem somente me ameaçar. Ser quiserem o log pose, que vençam a aposta. - Respondeu ele, mas sem muita animação. Mas Bijin não havia acabado, e se virou para Kravian com uma expressão ameaçadora; entretanto, ela mal havia acabado a frase, falando sobre ter matado seus pais, quando Karthus se levantou e se colocou entre os dois. - Se isso que você estiver fazendo é uma ameaça, é melhor nem se dar ao trabalho. Não permitirei que vocês quebrem o acordo, muito menos que atrapalhem o jogo com táticas baratas como a ameaça, que só servem àqueles que não tem confiança nas próprias habilidades. - Aquele Karthus não parecia o mesmo Karthus que haviam visto antes. O velhinho despreocupado e zombeteiro deu lugar à uma figura imponente, com uma aura ameaçadora, e que impunha respeito com suas palavras. Foi naquele momento que foi possível perceber que aquele homem era muito mais forte do que aparentava.

Logo em seguida, Raksha falou com Karthus, e repentinamente a tensão no ar e aura intimidadora sumiram. - Smile? Acho que quis dizer Mille Kelig. Ele é um supernova que havia desaparecido por um tempo mas voltou a pouco tempo no novo mundo desafiando um yonkou. Ai, para afirmar sua força, ele mandou os oficiais mais fracos para o paradise causar o caos. - Aproveitando a oportunidade, ele fez um pedido ao homem. - Tudo bem, tudo bem, depois eu dou uma olhada neles, mas primeiro tenho que terminar isso aqui. - Por ultimo, o mink perguntou sobre sua companheira. - Ela não está muito bem. A hipotermia dela era grave, e creio que ela vai ter que ficar um tempo de repouso antes de poder viajar novamente.

As pendencias tratadas, Karthus voltou-se novamente para o jogo. - Vamos terminar isso logo. - E Kravian assentiu. Era a vez Aleister jogar, e com um murmúrio, ele fez uma aposta quase tão alta como sua última. - Jogando perigosamente, hein? - E, dessa vez sem o nervosismo de antes, o homem jogou 4 fichas no número 2 e 28 fichas no número 4. Era uma divisão bem assustadora, e quando a bolinha revelou-se no 2, ele não pareceu ficar triste. - Pena, se eu tivesse jogado ao contrário, teria recebido bem mais. - Ele parecia conseguir ler Aleister como um livro, e sabia que a bolinha estava em um daqueles dois, e só escolhei levemente errado. Com a redistribuição das fichas, o Reino ficou com 42, enquanto Kravian ficou com 38, miseras 4 fichas atrás, mas ele sorria como nunca.

- Minha vez! - Ele colocou a bolinha no tabuleiro e colocou todas as 38 fichas na mesa. - Aposto 19 fichas no 2 e no 3. - Todas as fichas foram realocadas no tabuleiro, e aquela era uma jogada perigosa; Aleister precisaria pensar bem no que jogar. Discretamente, o homem vestido de garçom tossiu duas vezes, pois provavelmente não queria repetir o sinal para que não fosse descoberto, mas a mensagem era clara. Desse modo, o Flamel votou igual à Kravian, nos números 2 e 3; uma jogada defensiva para não se arriscar. O grupo estava confiante que aquela seria uma rodada ser nenhum ganho nem perda para os dois lados... Até que a bolinha foi liberada e rolou para o quarto quadrante. Um momento de silencio percorreu o ambiente, em que era difícil entender o que havia acontecido, até que Karthus deu uma sonora gargalhada. - Você nunca me decepciona! - E, assim, pegou as 76 fichas no tabuleiro.

O jogo havia acabado, e apesar da vitória do Reino, eles haviam ficado somente com 4 fichas. - Perdão por usar vocês, mas Jacques estava atuando o tempo todo, e trabalhando sob minhas ordens. Eu que estava sinalizando por baixo da cadeira que numero ele deveria vazar, ainda mais que, como Krathus havia dito, não tinha como ver onde a bolinha ia cair se não olhasse bem de cima. - Kravian sorria, enquanto Karthus revirava a bolsa atrás da parte dele do trato. - Poderíamos ter terminado isso e ganhado quando estávamos com mais fichas, mas não somos tão maus assim a ponto de travar vocês aqui, então preferi dar um pouco de fichas na penultima aposta para vocês ficarem com mais. Considerem isso como se tivessem me pagado para perder de proposito. - Kravian piscou para a capitã, com um sorriso galanteador. Apesar de terem conseguido a bussola, dos 4.000.000 apostados, somos 400.000 voltaram para eles com a troca de fichas de Karthus fazia novamente por dinheiro.

- Como sou um homem de palavra, aqui está o que prometi. - Karthus tirou da bolsa que carregava uma bussola de vidro com uma pulseira de madeira e a entregou para Metza. A agulha girou e parou em uma direção. - Agora vou indo, que preciso tratar aqueles vagabundos lá fora. - Ele dizia, se referindo ao pedido de Raksha. - Alias, se você quiser ir lá no farol ver como Lily está, fique a vontade. Só não quebre nem toque em nada. - Em seguida, saiu.



Log Pose:
 
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptySex 27 Abr - 0:14





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 08






Era um enorme... mink... tigre. Bijin realmente fazia juz à sua alcunha de "A Louca". Devidamente apresentado o rapaz de nome Raksha, com a tranquilidade de Bijin e Sam, Metza sorriria de forma feliz para ambas. Afinal, confiava em suas companheiras de bando...


*Layla está no Farol? Que mundo pequeno esse!*
A Monarca sorriria com o canto de sua boca e com os lábios cerrados. Na última vez que havia visto Layla em Conomi Island ela tinha ruborescido com os beijos que recebera da ruiva; desta vez porém tinha plena certeza que era a Succubus Carmesim que ficaria encabulada com o jeito sedutor da Monarca Descalça.
- O prazer é todo meu Raksha. Se é amigo da Layla então é muito bem-vindo ao Castelo!
Metza dirigiria a palavra para Raksha de frente para ele de forma cordial tratando-o como igual apesar de ser intitulada como a Monarca; ela abriria os braços como se estivesse apresentando um espaço gigantesco e honrado, no caso, seu navio.
*Espero que ele entende a associação do navio como o Castelo do Reino...


Ser bem-vindo porém, aos olhos da Monarca, era bem diferente de ter permissão para seguir viagem com o Reino. E, desde que haviam atracado na Grand Line, a Monarca começava a cobrar um "presente".
Comida, roupas, equipamentos, medicamentos, dinheiro... qualquer coisa de utilidade para o bando pirata poderia ser considerado por Metza como um presente. Ela havia cobrado esse preço tanto do velho quanto do caolho fortão e com o tigre grandão não iria ser diferente. Por ora, seria apenas algo a se manter em mente já que o objetivo do tigre parecia ser os cuidados de Karthus.


E falando em cuidados, caso pescasse a conversa de Raksha com Karthus sobre cuidados médicos Metza ficaria boquiaberta por instantes. O velho havia apenas entregue a eles algum chá medicinal, mas curar ferimentos era outra história...
Seria mais ou menos neste momento que a loira arregalaria seus olhos e viraria-se com o pescoço rapidamente na direção de Bijin provocando até um estalo:
- Você está bem? Como a Layla está?



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Pelo nível dos ferimentos do mink de 3 metros a batalha devia ter sido feia... e, aparentemente, ele deveria ser mais resistente que Bijin ou Layla... as pobrezinhas poderiam estar em más condições.
*Mille Kelig? Supernova? Yonkou??*
A capitã do Reino tentava puxar pela memória as terminologias citadas por Karthus. Talvez Bart tivesse explicado algo para a garota, mas ela não conseguia se lembrar o que aquilo significava. O fato é que esse tal Kelig pelo modo que o velho apostador falava dele aparentava ser um oponente formidável!


Metza tem todo seu corpo arrepiado, desde o começo de sua espinha dorsal até seus pés descalços. O garçon traidor havia claramente cantado que a bolinha iria cair no número dois, porém ela foi no quatro... mesmo ganhando o Log Pose Metza estava incrédula. Como havia falhado e sido enganada de uma forma tão trivial assim?


A explicação de Kravian completaram a tensão interna de Metza. A temperatura da Monarca começava a subir e ela estava tão confusa e perdida na situação que nem suas habilidades de atuação conseguiam salvá-la naquele momento; ela estava claramente em choque.
*C..c...co...como ele sabia?*
Simplesmente não havia como saber. A Monarca Descalça combinou em segredo com o tal Jacques e era impossível de Kravian ter combinado algo com ele antes de Metza tentar "roubar" a partida. A única forma clara era que o jogador de óculos tinha um poder de percepção surpreendente ou alguma Akuma no Mi... não era possível!


Para completar, Kravian ainda zombou da capitã como se eles não merecessem ter ganho além de ter sido sedutor como se ela ainda fosse uma amadora. E, no fundo, no fundo, ela sabia que o rapaz tinha razão.
Metza pegou o artefato estranho chamado "Log Pose" das mãos de Karthus e, apesar de ser algo extremamente estranho e empolgante, que girava sozinho completamente atípico às bússolas convencionais, a bela loira não conseguia colocar um sorriso no rosto e nem pronunciar. Seu sentimento pessoal era de derrota.



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Pelo menos lágrimas ela conseguiria guardar dentro de seus olhos. Não daria esse gostinho para Kravian; mas o fato é que havia muito ainda para aprender... era frustrante não conseguir manipular quem ela mais precisava ao seu bel prazer.
Recobrando a consciência, Metza pegaria os B$400.000 e dividiria igualitariamente entre ela, Levi e Sam. Seria B$100.000 para cada um dos três e o restante entregaria para Lúcius quando encontrasse com ele no convés.


- Karthus... você é... médico? Nós precisamos... ai... de medicamentos e kits de primeiros-socorros pois nos ferimos na subida pela Reverse Mountain e o nosso estoque acabou.
Passada a adrenalina e tensão embutidas na aposta que poderia pôr fim ao trajeto do Reino pela Grand Line, as dores fortes que Metza sentia em seu peito resultadas do choque com Lúcius ao irem para o Farol voltavam de forma latente.
Caso Karthus desse ou vendesse medicamentos, Metza colocaria seu novo agasalho azul dado por Bijin para evitar novamente se prejudicar no frio que a nevasca exercia sobre as terras do Farol; seguindo-o até onde quer que houvesse tais suprimentos médicos.






Historico:
 

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Legendas:
 


Última edição por Metza em Sab 28 Abr - 3:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptySex 27 Abr - 11:30


  Apesar de não estar gostando de Karthus tinha que admitir que ele tinha mais de dois neurônios, mas não ligava para isso, embora seja brincalhão ainda era um folgado , além de tudo nem se quer sabe reconhecer um favor, o farol poderia já estar desmoronado e ela simplesmente não dava bola, quem sabe eu deva ir lá derrubar aquela torre.

  Mas depois que sentei do lado do semi morto Kravian e falei algumas verdades para ele perceber a encrenca que ele estava a reação de Karthus me surpreendeu, não pelo que ele disse, mas pela aura que ele imitia, me concentrei e me virei para ele olhando de maneira feliz e impressionada ao mesmo tempo. Esse era o tipo de pessoas que existiam na Grand Line? Pois até agora não havia encontrado ninguém digno de desafiar meu martelo e agora estava havia encontrado uma pessoa que meu martelo não era digno de desafiar. Quão grande é o mundo.

  A demonstração de força de Karthus demonstrou me fez lembrar de quão fraca ainda era, pensamentos como fugir dos revolucionários em Conami, se retirar de Louguetown abandonando um samurai. Ver Metza doente e cercada por seis piratas aqui no farol (na aventura anterior Bijin, Metza e Levi foram cercados por seis pessoas que queriam nos atacar e só não o fizeram porque Karthus interferiu, por isso a Bijin tem raiva dos piratas do Farol). Todas essas situações não ocorreriam se eu fosse forte o suficiente, assim como Karthus era. Agora sabia porque o Farol se mantinha de pé e o porque dele não estar tão preocupado.


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  Então após a fala de Raksha vi que Karthus tinha também outra vantagem, um grande conhecimento sobre o que estava ainda mais a nossa frente, Mille Kelig, supernova, novo mundo, yonkou... tanta coisa que precisaria de melhor esclarecimento. Mas ele não tinha bons representantes, afinal aqueles que vieram, mesmo sendo os mais fracos, eram de fato muito fraco, não tinham a grandeza para se tornar alguém relevante e se tornaram o que eram, fracos subordinados que poderiam ser descartados. Quanto ao mink perguntando sobre ajuda para Karthus já sabia do que se tratava e ao que parecia foi tudo dentro do planejado. Ao que parecia Karthus iria ajudar.

  Metza então ouvindo também tudo o que o regente da ilha havia ouvido expressou sua preocupação para comigo e com a Layla.

  - Estou bem! - Disse tranquilamente para a violinista. -  Não havia lá ninguém digno de me ferir, entretanto a capitã do bando lutou contra Rakasha, Layla e o bando todo deles, eu diria que ela seria uma adversária digna de me enfrentar, ela sim feriu bastante eles, Layla também se machucou bastante. Mas estão todos vivos e vão sobreviver as intemperes do Farol.

  Depois de tudo isso o jogo continuou, não entendia o que estava acontecendo e nem como funcionava, mas rodada a rodada fui entendendo mais o jogo da roleta parada, parecia haver algumas estratégias interessantes, maneiras de jogar com segurança e outras de arriscar mais a ficha. Mas finalmente o jogo acabou e aquilo me deixou profundamente irritada. Apesar de perder o jogo duas coisas me deixaram irritadas, a primeira foi que ele simplesmente brincou com a Metza e com Levi dentro do Castelo. Já não havia eu arrancado dentes por menos? Mas a segunda foi ainda pior, ele ousou galantear Metza na minha frente, isso não era pedir sofrer por uma eternidade. Mas minha reação foi apenas uma, um sorriso.


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  Claro que meu sorriso não era de uma pessoa que estava feliz com o que estava acontecendo, era claramente uma maneira de extravasar a minha raiva, uma maneira de me segurar um pouco mais para não matar  ele naquele momento, apenas me segurava enquanto Karthus soltava as suas ultimas falas e então saia navio, mas que para minha alegria havia deixado Kravian para trás.

  - Como você ousa? - Perguntei baixinho para Kravian mostrando toda raiva que eu sentia naquele momento. - Você realmente ousou brincar com a Monarca e ainda vem um um sorriso galanteador e acha que pode sair daqui desta maneira ferindo a honra da Metza e de todo o Reino?

 

Crazy Cyclone Attack


  Não falei mais nada, parti para cima usando minha técnica de ataques múltiplos e de movimentos cíclicos, não queria mais brincar de ser boazinha, acima de tudo o Reino tinha que ser respeitado, ninguém iria manchar a dignidade de qualquer um de nós e ter no rosto um sorriso imbecil como o de Kravian.

  Depois da técnica não pararia o ataque, seguiria batendo cada vez mais forte usando meu martelo, bateria tanto quanto fosse necessário para derrubar e gravar a idiotice que ele havia feito no seu rosto. Usaria toda minha velocidade para atacar e esquivar, miraria o ataque nas partes que inutilizaria ele o mais rápido, como lateral do joelho, costelas e a cabeça, mas sem dúvida, esperaria o momento certo para acertar sua boca. Assim como fiz com o sargento em Louguetown que foi arrogante com a Monarca, essa luta só acabaria quando eu quebrasse os dentes desse projeto de ser humano. Golpes seriam todos ataques rápidos, seguindo uma diagonal sempre de cima para baixo, para a força do impacto ser maior.

  Mas sempre me manteria atenta a movimentação do meu adversário, recuaria rápido para fugir dos golpes, mas logo entraria novamente na minha zona de acerto para continuar batendo nele até cair. Confiaria que os outros companheiros, principalmente Poo (mink panda que estou tentando ter ele como NPC companheiro a 2 aventuras), Sam e Levi que cuidassem de qualquer outro estranho no navio.
Histórico:
 

Objetivos:
 

Crazy Clyclone Attack:
 

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Sab 28 Abr - 19:03, editado 2 vez(es)
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptySab 28 Abr - 0:35





Raksha, o Libertador



Aquele rápido encontro com o regente do farol e os piratas do Reino havia deixado algumas impressões em Raksha. Por exemplo, como Krathus era muito mais do que deixava transparecer normalmente. A aura que o homem emitira quando respondia Bijin permitiu que o Tigre visse o porquê o homem era o regente do local após tanto tempo, mesmo com tantos piratas passando por ali quando saíam da Reverse Mountain.

A segunda coisa que lhe chamara atenção foram as palavras da loira, sobre como havia matado os próprios pais e a forma com que estava ameaçando o adversário. Por mais que estivesse tentando adotar uma postura livre de julgamentos e mais tolerante, aquelas eram palavras fortes e tinha que admitir que aprovou internamente a intervenção de Krathus. “Não sei a história por trás disso, nem mesmo se é verdade, então não devo deixar minha opinião a respeito dela ser influenciada. No entanto essa tática que ela usou é exatamente algo que Scar faria, sigh.”

A prova que não estava errado era a voz asquerosa que surgia em sua mente. “KISHISHISHISHI! Agora sim estamos falando, o tritão azul sabia ser divertido, mas essa garota... hmmmm essa garota, sabe o que dizer para fazer o sangue de um homem ferver!! O que acha irmãozinho? Será que ela é melhor que a cabritinha?”

Já bastava ter de ouvir sobre como matar e se banhar em sangue era prazeroso, sobre toda a história de querer vê-lo se fortalecer para depois devora-lo, de ser o verdadeiro dono do corpo. Estava acostumado a ouvir todo tipo de coisa que testava sua paciência, ou melhor, olhando por um outro ângulo, a firmava cada vez mais. Mas só em pensar que seu nêmesis poderia estar entrando em uma fase em que gostava de falar obscenidades, Raksha sentia uma dor de cabeça começar a surgir. “Será que foi a convivência com Ken? Ou o fato de ter... dormido com Lily?”

Por sorte Krathus lhe respondia às perguntas, e com isso afastava os pensamentos temerosos dele.

“Um supernova enfrentando um yonkou no novo mundo... parece que dessa vez fiz um inimigo poderoso. Mas enquanto seria melhor que ele perdesse, mesmo que vença ainda está muito longe para se tornar uma preocupação imediata. Ao menos isso.” Como um arqueólogo ele sabia exatamente quão longe, e por isso colocou o assunto de lado. Seu temperamento calmo o permitia pensar friamente, e por mais forte que Kelig pudesse ser, demoraria muito para que seus caminhos se cruzassem. Ele (Raksha) também se tornaria poderoso até lá. Tinha que se tornar.

No entanto ouvir que Lily estava mal finalmente trouxe uma pontada de preocupação ao Mink. Ela era a primeira pessoa que aceitara segui-lo, como poderia não se preocupar? Principalmente quando se sentia parcialmente culpado por ela ter adoecido.

- Então ficará bem desde que repouse. Isso é bom. – Dizia ele enquanto fechava os olhos momentaneamente, aliviado ao ouvir o fim da frase do velho. – Obrigado Krathus. Sinceramente.  – Assim ele ficava ali ao lado do regente assistindo o final da aposta que o Reino participava.

Apesar de não saber as regras do jogo, o resultado final deixava claro para ele uma coisa. O adversário do Reino havia perdido de propósito de uma certa forma, permitindo que Krathus pegasse dinheiro e que o Reino ganhasse o LogPose. E o comentário final do velho “Você nunca me decepciona!” Lhe deixava pensativo, reavaliando o que pensara desde que chegara no Farol.

“A aposta que ele nos fez participar era fazer uma mulher que odeia Minks navegar conosco. Uma embarcação com quatro Minks. Por um lado, isso pode ser visto como um ato cruel, mas por outro, não foi pedido que matássemos o outro. Ela estava sem barco, presa aqui. Agora não está mais. Ela odeia Minks, e agora eu tenho a oportunidade de conversar com ela e tentar reverter isso. Lutamos lado a lado. Navegaremos juntos.” Observando o que ocorria ali, ele analisava a própria situação olhando por um ângulo diferente, antes de analisar a atual. “Já aqui, o que ele fez agora não foi basicamente vender o Log? Os adversários serviram apenas como intermediários. Mas porque ele fez isso?”

Com essa pergunta na cabeça ele voltava sua atenção para a pessoa em questão ao ouvir que poderia seguir em frente e ir até Lily. – Certo, por favor avise a eles sobre o estado dela e que teremos que esperar que melhore antes de ir, estarei na cabana/farol com ela e Ezequiel até lá. – Com tais palavras ele começava a caminhar para fora da embarcação saindo após Krathus, mancando e se apoiando na lança. Respirando com um pouco de dificuldade e sentindo dor também nas costelas. Ainda assim, esperaria para ser tratado por último, quando Krathus fosse até a cabana. Priorizaria seus companheiros.

“Idiota. Tsc.”

Mesmo ouvindo tal palavra, a ignorou e continuou, acenando para Lucius em sinal de despedida ao passar por ele enquanto voltava a pensar nas ações do regente. “Ele não cobrou nada pelo tratamento até agora. Enquanto gosta de apostas, não acho que esse seja seu foco ao nos forçar participar...” Foi aí então que se lembrou das palavras do homem para Bijin. “Não permitirei que vocês quebrem o acordo, muito menos que atrapalhem o jogo com táticas baratas como a ameaça...” Graças a isso, teve um momento de eureca e sentiu que se aproximava da verdade para entender ele. “Talvez não se trate de um jogo, mas sim de um teste! Obviamente o oponente poderia ter ganho, tomando a embarcação do Reino, mas não fez isso muito provavelmente sob ordens dele. Talvez através de um sinal que ninguém viu??”

Por mais que a teoria parecesse meio absurda, mais e mais o Tigre sentia que poderia ser a verdade que explicaria todas as ações do velho. “Será que aquelas pessoas famintas que estão presas aqui por não terem conseguido ganhar o Log, perderam suas embarcações por falhar na aposta, ou por falhar no teste? Será que se tivéssemos matado a barbara ruiva e a colocado no navio, no fim acabaríamos presos aqui como eles?”

Enquanto andava no frio e no escuro, sua cabeça estava um turbilhão de pensamentos e inconscientemente ele ajeitava as roupas de forma que o aquecessem melhor. Uma vez próximo a cabana\farol chegaria a uma conclusão. “Agora isso realmente não importa mais, mas se eu tivesse notado com antecedência, poderia ter compreendido melhor e não ter que contar com a sorte. Mas para isso seria preciso compreender melhor as pessoas, algo que não sou tão bom. Será que Ezequiel pode me ensinar algo sobre?”

Inevitavelmente ao pensar em aprender algo, a imagem do Leão logo vinha a mente. Dessa vez, ao chegar ao local, bateria na porta três vezes e se após alguns segundos ninguém aparecesse abriria ele mesmo, entrando e a fechando atrás de si.

- Como ela está? – Perguntaria se tivesse alguém conhecido ali enquanto removia o excesso de neve das roupas e andava com dificuldade até Lily, olhando seu estado aparente.

- Calma, calma. Houve uma luta no porto com alguns piratas, mas vencemos. Krathus foi lá tratar eles e avisar que precisaremos esperar algum tempo por aqui. Na volta peço para ele ver minhas feridas. – A resposta tranquila seria dada se lhe perguntassem o porquê estava mancando e com o rosto inchado.

- Eu estive pensando Ezequiel. Sinto que em minha jornada vou encontrar muitas situações em que entender a forma de pensar não apenas de oponentes, mas até mesmo de meus aliados será de extrema importância. Sabe o que eu poderia ler para aprender algo do tipo?

Enquanto perguntava procuraria se sentar no chão e repousar o tronco na parede, poupando a perna. Por mais que tentasse não deixar parecer, estava sentindo uma dor horrível que em certos momentos o fazia trincar os dentes. Mas enquanto Krathus não chegasse, só lhe restava conversar e tentar descansar.




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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptySab 28 Abr - 23:58

Karthus desafia o Reino


Claramente, Metza tem a ambição e altruísmo como principais características, duas coisas que admiro demais na Monarca Descalça, entretanto me encontro dependendo da boa vontade do Karthus novamente. A capitã pediu ajuda com os curativos e kits de enfermagem, Helena e eu não conseguimos trazer nada, pois o senhor foi mais rápido que qualquer um de nós.

Ficaria à espera da resposta de Karthus, esperando que ele colaborasse sem maiores rodeios, nesse instante me manteria calada, não gasto minha saliva quando não há o que dizer, ainda mais cercada por homens. Já não sentia mais aquele fulgor de antes, a situação atual, decisiva para todo o bando, tomou totalmente minha atenção, dentro de minhas convicções, o meu Reino está acima de tudo. Claro que daria algumas olhadas pro mink, ele estava ali e mostrava conhecer a moça que Bijin e Metza as vezes comentavam, entretanto, eu queria saber mais sobre ele...

Para descontrair um pouco, aproximaria-me de Levi, o rapaz que passou por tanto aperto no jogo, o abraçaria por trás, algo rápido e gentil, colocaria minhas mãos em seu peitoral, deslizando lentamente, para finalizar a cena, diria sussurrando ao pé do ouvido:

- Parabéns garoto, se vamos avançar para a próxima ilha, foi pelo seu esforço. - Mesmo que eu não acreditasse piamente nisso, é importante manter os machos sob seu controle.

Caso Karthus decide colaborar, alegre, diria para todos:

- Então vamos lá pegar isso e cair fora daqui! - Como forma de torcida para irmos rápido e seguirmos a dentro desse novo mundo e oferecia minha ajuda para buscar os suprimentos.

Caso ele não colaborasse com o pedido de Metza, olharia para a capitã e reclamaria, indignada:

- Desde quando pede permissão de macho, capitã? - Observaria a reação de minha Monarca para então reagir conforme ela.

De qualquer forma, Karthus já estava saindo do barco, e certamente não ficaria aqui para bater papo, e por isso Bijin aproveitou a situação para acertar as contas com Kravian.

Ao entrar em território onde poucas mulheres se encontram, eu me tinha ainda percebido o quanto dessas situações vou passar, por exemplo, tenho que ficar esperando esse Karthus fazer tamanho teatro apenas para entregar uma pulseira de madeira... A reação de Bijin fez jus ao acontecido. Oras, além de mentir junto do Karthus, aquele capitão que só come banana ainda debocha.

Pudera eu arrebentar a cara daquele marginal! Mas o que o tigrão iria pensar? Por um breve momento, parei, e interpretei meus últimos atos. Desde quando controlo meus sentimentos por conta de macho? Não estou drogada, tenho consciência e sã. Lembre-se Samantha de quem você é! Não existe homem que tenha esse tipo de poder sobre mim! (Mesmo que ele tenha 3m de altura e cause borboletas em meu estômago).

- ARREBENTA ESSE MACHO, BIJIN! - Diria, em um tom mais alto, enquanto tirava aquele casaco pesado de mim, no ambiente quentinho em que estávamos eu podia voltar a mostrar as curvas do meu corpo e agir como desejo.

Está para nascer o homem que brinca com o reino dessa forma. Não me esquentei com Karthus, pois o senhor não debochou da brincadeira e ainda colaborou, pois ganhamos a Log Pose, tanto serviço para algo tão pequeno.

- Perdi meu tempo com miudezas! É sempre assim, você tem um trabalhão para ganhar o negócio e quando vem... Não tampa nem o buraco do dente. - diria, indignada, pela log pose ser algo simples demais, não entendo de navegação e nada do gênero, mas o bando se esforçou, pôs toda a sua energia e recebeu uma seta dentro de um globo!

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptyDom 29 Abr - 17:39

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A mão direita em meio peito e a expressão em meu rosto mostrava a todos a dor que sentia, o frio também não ajudava, pois mesmo com a nova vestimenta dada pela Loira o vento ainda me transpassava a pele como se o doce e gélido abraço da morte me circundasse a cada minuto que eu permanecia naquele lugar.

Os últimos resquícios de luz do sol começavam a abandonar o lugar dando inicio a melancolia da noite, nenhum sinal de vida, humana ou animal, nenhum ruído se ouvia além da silenciosa voz do vento.

Olhando para cima vasculharia os céus em busca da luz do luar, minha família possuía uma conexão estranha com tal fenômeno, nossos olhos que já possuíam uma coloração chamativa começavam a emanar uma coloração esverdeada, e era assim que eu pretendia ficar ali uma silhueta no convés deixando a mostra para todos que para ali olhassem o brilho verde de meus olhos sobre o navio. Se os homens daquele lugar fossem tão corajosos como os últimos 03 não ousariam tentar subir a bordo.

Ao perceber a movimentação me viraria para ver quem estaria subindo ao convés “Karthus? A aposta deve ter chegado ao fim.” Olharia para o velho sem qualquer expressão no rosto, Raksha vinha logo atrás dele e com outro aceno responderia ao Mink Tigre, acompanharia com os olhos todo o caminho deles até não conseguir mais vê-los.

Com o fim da aposta finalmente poderíamos seguir viagem deixando aquela terra para trás, um leve sorriso formava-se em meu rosto, a ideia de sair dali era ótima apesar dos ferimentos ainda por tratar tínhamos um dos requisitos necessários para zarpar. Agora era hora de me reunir aos outros e ouvir a decisão de nossa capitã. Com uma ultima olhada em volta do navio me dirigiria mais uma vez ao interior do mesmo, ao encontro de meus companheiros.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptySeg 30 Abr - 14:41



O REINO

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O Fim da Aposta


O jogo então acabava. Sentado após tantas emoções, Aleister não conseguia entender o motivo de Kravian ter “se suicidado”, perante o desafio, daquela maneira. Com a mão direita, o jovem gatuno apoiou seu queixo e, com a esquerda, coçou sua nuca enquanto pensara em algo pelo menos lógico para ter como resultado daquele curioso momento.

“Qual o motivo de ele ter feito isso? Se tivesse postergado o jogo ele teria chances reais de conseguir nosso barco, mas desistindo assim ele só entregou todas as fichas para...”

— O velho! — bradou.

Enfim as ideias clareavam na mente do jovem rapaz. Tudo não passou de um combinado entre o velho e Kravian. Realmente fazia sentido pensar isso, mas não acreditando que eles trocariam a embarcação, a única saída de saírem dali, por míseras fichas, Aleister se viu pego de surpresa por ter sido usado como um mero fantoche, principalmente com as afirmações de Kravian.

— Perdão por usar vocês, mas Jacques estava atuando o tempo todo, e trabalhando sob minhas ordens. Eu que estava sinalizando por baixo da cadeira que numero ele deveria vazar, ainda mais que, como Krathus havia dito, não tinha como ver onde a bolinha ia cair se não olhasse bem de cima. Poderíamos ter terminado isso e ganhado quando estávamos com mais fichas, mas não somos tão maus assim a ponto de travar vocês aqui, então preferi dar um pouco de fichas na penúltima aposta para vocês ficarem com mais. Considerem isso como se tivessem me pagado para perder de proposito — explicou ele.

Antes que pudesse fazer alguma coisa, sentindo uma sensível toque em seu peito e um jeito de falar sensual em seus ouvidos, era Samantha.

— Parabéns garoto, se vamos avançar para a próxima ilha, foi pelo seu esforço — recitou ela.

— Ambos sabemos que minha participação foi nula nesse momento, mas valeu a pena por receber seu toque — falou sorrindo.

Naquele instante, Levi se ergueu novamente e, aliviado por ter encerrado aqueles mártires que o gatuno havia passado durante todo esse tempo, ele olhou para a lareira. Em sua mente novamente vinha a imagem de seu tio Cornelius.  Mesmo com a esperança de vê-lo novamente, o rapaz dessa vez não sentia dores ao relembrar sua face em meio aquelas chamas. Em meio a isso, o velho Karthus, se o rapaz não se enganava, voltava a falar, o que não importava tanto para Levi, que apenas se dirigia até a lareira, onde esquentou a palma de suas mãos.

— Como sou um homem de palavra, aqui está o que prometi. Agora vou indo, que preciso tratar aqueles vagabundos lá fora. Aliás, se você quiser ir lá no farol ver como Lily está, fique à vontade. Só não quebre nem toque em nada — falou ele.

Mesmo não se importando, Aleister ouviu tudo que o experiente homem falou e, quando o mesmo deixou a entender que entregaria algo, o rapaz cautelosamente olhou por cima de seu ombro para ver o que se tratava. Também era citado o nome “Lily”. Ouvindo isso e vendo que se referia ao tigre, Levi também se lembrava de uma pessoa queria para ele, porém, querendo evitar mais nostalgia, apenas voltava a focar no horizonte ou qualquer coisa que não remetesse a jogos.

— Karthus você é médico? Nós precisamos de medicamentos e kits de primeiros-socorros pois nos ferimos na subida pela Reverse Mountain e o nosso estoque acabou — falou Metza.

Realmente era verdade o que ela falava. Já recomposto, Levi voltaria novamente suas atenções para o interior daquela acomodação. A loira aparentava não estar tão bem com aquela “vitória”, mas a louca por sua vez se mostrava diferente, ela realmente estava irada com a situação.

— Como você ousa? Você realmente ousou brincar com a Monarca e ainda vem um sorriso galanteador e acha que pode sair daqui desta maneira ferindo a honra da Metza e de todo o Reino? — reclamou a garota.

Mesmo estando em momentos futuros, aquela situação não era estranha para Levi. Aquela atitude louca de Bijin era só mais uma de tantas que o rapaz antes havia se incomodado, mas seu cansaço mental era tanto que o rapaz apenas ignoraria todo aquele furdunço. Ignorando tudo aquilo que acontecia, lentamente o rapaz tentaria se mover até o convés sem ser atingido por alguém ou algum objeto. Passo a passo o gatuno caminharia até a porta, em direção novamente ao frio.

— Mulheres... — falaria consigo mesmo.

Uma vez no lado externo, Aleister sacaria o vidro de bebida que havia conseguido anteriormente em viagem e, saltando até a “praia”, buscaria enchê-lo novamente tomar uns bons goles de álcool. Pisando na areia, que provavelmente estaria fria, pelo julgamento do rapaz, ele caminharia vagarosamente até a água e, abaixando-se ao flexionar seus joelhos, encheria sua “cumbuca”. Pronta, ele olharia que cor ficaria e assim beberia um longo e duradouro gole, que não acabasse com todo o liquido de uma só vez, mas que não ficasse menos que a metade do frasco.

— Ah, que delícia! — falaria.

Após o gole, o rapaz novamente se abaixaria e completaria o frasco com a água que necessitava, assim estando pronto para voltar a embarcação. Avistando o velho ou o falado farol, Levi caminharia até o mesmo. Com ambas mãos nos bolsos e frasco devidamente guardado, o rapaz tentaria chegar o quanto antes no determinado local, caso fosse sozinho ou seguindo alguém.

“Mille Kelig. Supernova. Yonkou. Não faço a mínima ideia do que seja, mas só de ouvir, sinto que não é algo bom. Me dá calafrios só de pensar, ou será o frio? Ah, foda-se tudo. Sobrevivemos e isso é o importante, não importa o que eu fiz, ou o que fizeram, o importante é que... Sobrevivemos!” — pensaria.

Ao avistar o velho novamente, o foco de Levi seria aprender mais sobre a arte da dança e bons golpes de luta de rua. Ao questionar qualquer um sobre, possivelmente estranhariam, mas por não saberem a origem de Aleister Flamel. Desde jovem, vendo sua irmã dançando, o rapaz encarava da mesma maneira que a maioria, porém ao ver que ela havia encaixado isso em combate, todos aqueles golpes, fascinantes, haviam chamado a atenção do rapaz e motivado em fazer o mesmo, ali era a hora de um bom treinamento para futuros impasses. Já a luta de rua era apenas por precaução. Nunca se sabe o futuro. Pensando em momentos que não teria em posse suas armas, o rapaz tinha de proteger todos como pudesse, mesmo que tivesse de usar toda a extensão de seu corpo.

— Velho, você tem algo sobre dança e luta de rua aí com você? Pago o preço que for necessário! — afirmaria.

Conseguindo ou não, quando seus aliados partissem, se estivessem lá, ele faria o mesmo. Porém, se estivesse só, tentaria ao máximo barganhar o que queria antes de voltar até a embarcação, da mesma maneira que havia vindo, apressadamente, após pagar o que o velho pedisse (vamos lá narrador, cobre um preço justo <3). Uma vez de volta na embarcação, Levi tentaria observar se a confusão já havia se encerrado. Se não, tentaria encostar-se em qualquer lugar seguro e, página a página, leria brevemente ambos os livros. Se já tivessem encerrado, ele entraria e, sentando-se próximo a lareira, ele tomaria cuidado para não queimar suas páginas e leria ambos os livros, bebendo goles de sua bebida, mínimos, durante os intervalos de páginas ou capítulos.

Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptySeg 30 Abr - 21:32




O farol!


  • Metza, Bijin, Sam, Aleister e Raksha


Bijin estava muito irritada com Kravian, que tinha passado muito dos limites, mas foi sensata e esperou que Karthus deixasse o navio. Antes que ele pudesse sair, entretanto, Metza fez um ultimo pedido. - Claro, tudo bem. Podem ir lá na minha casa, na sala de estar tem um armário de madeira: da primeira gaveta deve ter o que vocês precisam. - Em seguida, com uma ultima olhadela para todos, Karthus saiu, seguido logo atrás por Raksha e Aleister. O primeiro que ia até a casa no farol para encontrar sua companheira, e o segundo que saia atrás de ar fresco.

  • Metza, Bijin, Sam e Lucius


Com a saída de Karthus, que havia deixado os 3 piratas para trás, Bijin sorriu, enquanto Lucius entrava novamente para ver o resultado do jogo. Agora não havia ninguém para a impedir de fazer o que queria, e logo que percebeu que a barra estava limpa, a Louca atacou Kravian com seu martelo. O homem não estava preparado para esse primeiro ataque, que acertou sua bochecha em cheio, mas assim que percebeu que estava sendo atacado começou a recuar para esquivar. Chegou a um ponto onde ele ficou pressionado contra a parede, e foi obrigado a levantar a perna e começar a bloquear os ataques em serie desferidos. Por algum motivo, nenhum de seus companheiros o ajudava, mesmo com a outra loira torcendo para que Kravian fosse esmurrado.

- Minha vez. - Disse Kravian, após bloqeuar com a perna mais um dos golpes, já que parecia que ele tinha chapas de ferro por baixo da roupa. Aproveitando que Bijin precisou trazer o martelo de volta para atacar novamente, Kravian deu uma bicuda na mão da mulher, que a fez soltar o cabo da arma instintivamente pela dor, e em seguida chutou a parte de trás de seu joelho, fazendo-a perder o equilibrio e se ajoelhar. - Uma dica de quem está a sete anos nesse inferno. Nunca desafie alguém que você não tenha certeza que pode vencer. - Kravian começou a mexer em algo na boca do a lingua, e cuspiu um dente ensanguentado, um de seus caninos superiores. Sangue escorria em filete de sua boca de onde antes estava o dente arrancado pelo impacto. - Hmm, acho que vou por um dente de ouro, vai me dar mais charme. - Bijin podia tentar se levantar, mas Kravian havia acertado bem o nervo, o que fazia uma dor muito forte percorrer sua perna.

Kravian e os outros dois caminharam até a porta, mas ele parou antes de sair. - E eu fiz um favor a vocês, lembrem-se disso antes de tentar arranjar mais confusão. Sem essa bussola vocês estariam presos. Assim como nós. - Em seguida, saiu, sendo em direção às cavernas no rochedo. Não havia mais o que fazer ali, então Metza, Lucius, Sam, Bijin, Poo – que havia dado seu ombro para Bijin se apoiar devido à dor na perna – e Helena saíram do navio em direção à casa de Karthus, deixando Lorealis e Gleen para cuidar do navio.

  • Aleister


O Flamel havia saído antes de todos, assim que o jogo acabou, e não presenciou a confusão que havia acontecido. Descendo do navio, o homem foi até a praia, mesmo com o frio quase insuportável, e encheu sua garrafa. Quando sua mão tocou a água, ele se sentiu um frio tão forte, mas tão forte, que por um segundo achou que sua mão ia congelar ou queimar, mas em seguida ficou dormente. Mesmo com o formigamento, e sem mais conseguir sentir o toque com a garrafa, sua mão parecia congelada, e aquilo doía muito. Tentando amenizar aquele frio, Aleister bebeu da água do fraco, que assumia a cor vermelha, mas mesmo com o forte gosto de álcool que aqueceu seu corpo (ou pelo menos faz ele ignorar o frio) uma coisa era clara: aquilo era salgado demais, quase não dando para beber. Mesmo assim, ele foi até o mar e encheu novamente a garrafa.

Olhando para trás ele pode ver Karthus seguindo em outra direção e resolveu abordá-lo. - Que? Você está falando sobre algum livro? Acho que não, quem diabos teria um livro sobre acrobacia ou luta de rua? - Karthus parecia estranhar aquela pergunta, mas não parecia ter nada, de modo que simplesmente seguiu seu caminho. Olhando para o navio, o jovem pode ver seus companheiros descendo, com Poo ajudando Bijin a andar, apoiando-se nele. O grupo seguiu em direção à casa no farol, onde o mink havia ido, ele foi se jutar a eles.

  • Todos


Ao chegar na porta de madeira que separava o interior e o exterior do pequeno casebre de Karthus, ao lado do farol, o mink bateu na porta três vezes. Houve um silencio, e ele estava pensando em entrar assim mesmo, mas logo Ezequiel abriu a porta. - Raksha? Você está bem? - A explicação foi dado, e logo em seguida o mink pediu um conselho a seu amigo. - Entender os outros? Bom, a muito tempo eu conheci um mink coelho chamado Matatias que sabia prever o que se passava na cabeça das pessoas com psicologia. Talvez seja o que você está procurando. - Em seguida, Ezequiel levou Raksha mais para dentro e fechou a porta, conduzindo-o até a sala de estar, onde uma lareira estava acesa e Lily estava deitada no sofá com um cobertor. - É bom ver você. Cof, Cof... - Disse sua companheira após o vê-lo. Seu estado não parecia muito bom, e mesmo em um local mais quente ela tremia de frio.

Logo em seguida a porta abriu-se novamente, mas dessa vez para que o grupo que havia encontrado antes do navio, o tal Reino, entrar. Bijin parecia estar um pouco ferida, pois precisava da ajuda de Poo para andar, e logo vinham até eles na sala. O lugar era bem simples, com iluminação de lamparina, um sofá ocupado por uma mink e uma mesinha de centro feita de madeira. Nas paredes haviam algumas prateleiras com alguns livros, e havia um grande armário logo ao lado da lareira, provavelmente o com os itens médicos que pediram à Karthus.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptyTer 1 Maio - 0:59


  Raksha e Metza estavam interessados nos dons e equipamentos médicos de Karthus, ele simpático como sempre disse que poderiam ir a casa dele e pegar o material necessário na casa dele. De fato ele era um mistério para a minha mente, um homem forte, um regente inútil e de certo ponto idiota, pois se Kravian não estava aliado e ele, mas era um simples pirata apostando um navios, poderia se dizer que ele usou a aposta dele para ganhar uma grana. Além disso já vi pessoas demais fazendo bagunça no território dele e ele simplesmente não fez nada.

  Mas assim que ele saiu da sala, junto com Rakasha e para minha surpresa com o Levi, que foi feito de idiota por Kravian, eu não poderia suportar a humilhação que o Reino havia sofrido, além disso brincou com nossa capitã, poderia deixar ele simplesmente sair? Teria algum valor ter jurado seguir uma bandeira ou uma capitã e simplesmente não fazer nada? Que tipo de rato esse sujeito acha que eu sou?

  A reação foi uma surpresa para ele e meu primeiro golpe acertou ele em cheio e logo foi recuando para se esquivar dos meus ataques, ataques esses que receberam apoio isolado de Samantha, e isso havia ficado gravado em minha mente. Mas logo veio o contra-ataque, um chute que me acertou o joelho forçando dobrar meu joelho.

  Depois desse golpe uma terrível dor tomou conta da minha perna, um nervo ou algo delicado da perna havia sido atingido e não conseguiria me manter mais de pé para dar sequencia a luta. Estava derrotada com um chute? O que estava acontecendo aqui?

  Claro que antes de sair ele tinha que dar um showzinho com sua fala de convencido. Não ficaria nervosa pela fala, como diz o antigo pensamento, o poderoso é o rei e o fraco o bandido. Se era fraca e não havia conseguido derrotar ele a única culpada disso era somente eu, como tal teria que ouvir sua chacota de que estava nos ajudando. Mantendo o resto da dignidade que tinha me levantava com uma só perna, eu era uma acrobata e isso não seria difícil, e terminei de ouvir o que ele tinha dito sem repreender ele em uma única palavra.

A perna doia? Claro que sim, mas sentia ainda mais dor pela falta de ação dos meus companheiros do que pela perna em si. Era como uma apunhalada pelas costas.

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  Entretanto assim que ele saiu olhei para Metza, desta vez meu olhar não tinha simpatia ou transbordava amor como a poucos minutos atrás. Nesse momento me questionava se ela era realmente a capitã que seguiria pela Grand Line. As questões eram muitas na minha cabeça, afinal o que adianta se dar o título de monarca e não se impor, não se fazer respeitada, não se der valor ou dignidade. Será que eu valorizo ela mais do que ela mesma? Será que eu cobro dos outros mais do que ela acha que merece? E quanto ao Levi, que simplesmente saiu após ver que brincaram com ele e lhe roubaram 3,6 milhões de berreis, e pelo que vi o dinheiro era dos quatro ali. Será que é isso que eu quero como bando?

  - Poo, me ajude por favor! - Me direcionava para meu amigo mink que sempre esteve ao meu lado nos piores momentos. - Me ajude a sair daqui, vamos dar uma volta até a casa daquele Karthus, talvez haja alguma coisa de importância que ajude minha perna. - Então me viraria para Helena e pediria a ela um favor. - Você poderia me ajudar depois a dar um jeito nessa perna? Por favor!

Saindo da parte interna do barco me deparei com Levi, vendo que estava manca e auxiliada pelo Poo e Metza ele veio me questionar sobre o que havia acontecido comigo. Como se o fato de Kravian sair antes e eu sair mancando como uma palhaça não fosse o suficiente. Meu olhar para ele não era diferente do que eu fiz com a Monarca.

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- Fui fraca! - A verdade era essa, se eu tivesse o poder de Kravian se dobrar a mim o resultado seria outro. Assim como foi com Grambos em Conomi ou não ter conseguido resgatar o samurai que lutou conosco em Louguetown. - Vocês viram a aura opressora de Karthus? Vou superá-la! Haverá o dia que não correrei mais e nem temerei ninguém, vou proteger os que amo e me alegrar com os amigos.

  Durante a caminhada para o casebre onde o regente do farol vivia lutava internamente se deveria ou não perguntar para Metza sobre o que ela pensava sobre o seu Reino. Uma sequencias de coisas que manchariam o nome do reino estava acontecendo e nada era feito, em parte até sabia que sua saúde não estava ajudando, mas a falta de uma frase ou de uma atitude estava começando a me machucar. Será que ela tinha medo de me usar em suas lutas, ou qualquer outro membro da tripulação? Eu estava presente quando Levi, Samantha, Lúcius, Poo, Helena e Genn prometeram fidelidade a ela e ao Reino, mas como isso funciona na cabeça de cada um.

  - Metza, poderia me dizer enquanto caminhamos algumas coisinha? - Começava a falar com ela. - Você sabe que do mesmo jeito que você ficou do meu lado quando Grambus veio com suas acusações para cima de mim, eu também vou ficar do seu lado. Entretanto não sei como reconhecer esse seu Reino e você como uma monarca. Poderia me ajudar com minhas dúvidas?

  Aquele momento era precioso, pela primeira vez todos os membros do Reino estavam reunidos e imagino que não seja somente eu que queira saber sobre nosso grupo, pois até o momento estava ouvindo muito "viva o Reino", mas sem ninguém de fato o que isso poderia significar ou qual seroa nossas posições nesse reino. Por isso ouviria o que a Metza e ou outros dissessem com muita atenção caso minha pergunta fosse respondida ou comentada.

  Mas logo chegamos a casa, Raksha e outras pessoas estavam lá, devem ser os feridos que ele mencionou, mas logo que chegamos olhei pára Helena mais uma vez e onde houvesse espaço me acomodaria esperando ser tratada. Não teria pressa, quando Helena achasse que era meu momento então seria tratada, mas nesse tempo mentalizava em minha mente a aura que Karthus emitiu e a luta que tive com o apostador maldito, de fato a Grand Line tinha seus desafios e eu precisava me tornar mais forte, começando por essas arma que não serve para nada. Precisava de uma melhor e eu sabia como fazer uma.

Caso Raksha me questionasse sobre meus ferimentos pensaria no que dizer, mas se fosse interrompida pela Samantha confirmaria o que ela dissesse com um sorriso no rosto. O comportamento dela diante de Raksha era estranho e seu olhar para mim transmitia muito nervosismo, não seria eu atrapalharia qualquer coisa que ela quisesse ter com o felino. Na verdade até gostaria de provocar... Tenho essa fraqueza, mas a partir desse momento pela Sam iria forçar um melhor comportamento, pelo menos com os amigos.

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  - Senhor Karthus! - Perguntaria para o nosso anfitrião. - Por acaso o senhor tem alguma forja e material para que eu possa usar para fazer uma nova arma? Sou ferreira e essa arma que tenho aqui me decepciona e gostaria de usar sua forja, caso tenha uma aqui, e também estou disposta a pagar pelo material que vou usar.

  Se estiver inteira, com uma arma digna do meu punho e já sabendo como Kravian luta, tenho certeza de que poderia tornar o desafio ainda mais interessante do que foi e dessa vez iria arrancar mais do que um dente. Isso eu tinha certeza.

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 5 EmptyTer 1 Maio - 2:01





Raksha, o Libertador



A resposta de Ezequiel deixava Raksha pensativo. Apesar de sua motivação ser conseguir compreender melhor as pessoas e suas motivações, a verdade é que chegar ao ponto de ser capaz de prever o que o outro pensaria era... interessante. Certamente lhe pouparia muitas dificuldades no caminho. Ao mesmo tempo era uma habilidade que nas mãos erradas poderiam causar grande dano. E ele sabia bem que Scar aprenderia tudo que ele aprendesse e vice-versa.

“Mas se eu permitir que a existência dele me atrapalhe ainda mais do que já faz e passar o tempo todo temendo o que ele pode fazer, essa é uma batalha que não terei como vencer. Não posso me permitir dominar pelo medo.”

Firmando seu coração, ele decidia adquirir tal conhecimento assim que possível. Lhe seria útil e sabia disso. – Certo, não sei se é isso que eu tinha em mente, mas certamente irei checar quando chegarmos na próxima ilha.

Ao se aproximar de Lily a mesma parecia notar sua presença e com dificuldade falava que era bom vê-lo. Olhando para o seu estado tremulo, tudo que o mink podia fazer era se aproximar. – Krathus disse que desde que você repouse irá ficar melhor. Então não se esforce, só descanse. Eu não vou a lugar algum, afinal de contas, você não disse que me ajudaria a libertar os cativos? A alcançar meus objetivos? Meus sonhos?

Claro que ele não queria dizer que não sairia da cabana, mas sim que não deixaria ela para trás no farol. Da mesma forma que ela nunca dissera com as exatas palavras que o seguiria quando ele pediu que ela o ajudasse, mas havia deixado subentendido que o faria, não importando quão perigosa fosse sua jornada.

Sua mão ia até o crânio que a mulher tinha acima da cabeça, visando reconforta-la com um toque amistoso. O ato não tinha nenhuma malicia ou segundas intenções, era algo instintivo que apenas procurava tranquilizar. Olhando para ela, conseguia se lembrar todos os momentos que tivera com a mesma.

A primeira vez que a viu, na verdade estava preso em sua própria mente, vendo o mundo como se olhasse por uma janela. Viu como Scar negociara com ela, e depois apesar de querer ignorar, como se emaranharam entre lençóis. De fato, achava que a sua própria atração repentina por ela mais cedo, antes do combate com a mulher das botas de gelo, tinha algo a ver com isso. Ironicamente, parecia ter ocorrido há uma vida inteira atrás. Uma luta de vida ou morte pode ter esse efeito nas pessoas. Fazer com que aquilo que veio antes pareça distante, mesmo quando ocorreu a tão pouco tempo. “Mais uma curiosidade do tempo. A noção que temos dele pode nem sempre condizer com a realidade.” Pensou o Mink.

Após aquele momento vivenciado por Scar, um Zeppelin começou a cair na cidade, pedaços atingindo o bordel em que estavam, e coincidentemente ele assumiu o controle do corpo. Graças a isso Raksha se viu salvando a moça e correndo pelas ruas a carregando no colo. Era a primeira vez que havia estado tão próximo a uma mulher, e só notou isso quando sentiu o cheiro forte de suor misturado com o do cabelo esverdeado que ela exalava.

Naquela situação ela o guiou até a casa de Ezequiel, onde ele conhecera o velho Leão. Após aprender muito com ele, um médico apareceu com Simo e Ken gravemente feridos, e juntos todos foram em direção ao navio em um estaleiro. No caminho enfrentaram marinheiros e uma corajosa amiga de Lily tombou. Nesse período ele havia contado sobre sua condição (Scar) a todos, e assim que chegou no barco teve que lidar com ela. Uma batalha pela sua existência.

De lá zarparam e atravessaram a reverse, trocando poucas palavras durante isso. Chegando ao farol saíram juntos para comprar suprimentos e explorar o local, e foi no topo dele que o tigre percebeu como a Mink parecia não ter para onde ir, ou um objetivo. Foi ali que decidiu compartilhar o seu próprio com ela, se ela aceitasse.

Quando ela aceitou, que felicidade ele havia sentido. Uma felicidade que não sentia a tempos. Tinha finalmente uma companheira em sua missão. Enquanto todos os outros do grupo não ligavam para seus ideais, ela havia aceitado tomar eles para si mesma. Como ele não ficaria feliz com isso?

Na ida de volta ao barco compraram roupas de frio, mas havia sido tarde demais e ela tinha adoecido. Correndo, ele a levara com Ezequiel até a cabana de Krathus buscando ajuda, e ainda bem que conseguiram. E mesmo agora que ouvia que teria que esperar que ela melhorasse antes de seguir em frente, não havia um pingo de impaciência ou egoísmo em seu olhar.

Não. Na verdade, pela primeira vez, inconscientemente seu olhar emitia algo novo. Não era nada de luxuria, desejo, ou romance, mas sim algo muito mais puro. Carinho. Ela era a primeira pessoa a se dispor a ajuda-lo em seus sonhos, independente do perigo. Quão poderoso seria o laço criado por tal decisão? Nem mesmo ele saberia mensurar. Na verdade, nem mesmo ele havia percebido.

A porta abria repentinamente com os integrantes do Reino entrando no local, o que por sua vez arrancava o Tigre da estrada da memória. Vendo que Bijin aparentava estava precisando de ajuda do Panda para andar, ele franzia levemente o cenho, indo até a mesma mancando e usando a lança para se apoiar.

- Bijin o que houve com você? – Perguntava ele com um tom de preocupação aparente na voz. Ela havia saído sem feridas da batalha anterior, então porque estava assim? Será que reforços haviam chegado? Não, isso não era muito provável. – Está bem? – Continuaria questionando olhando a perna ferida dela e tentando avaliar como ela se ferira.

– Sim, ele deve chegar logo. Esses são dois companheiros meus, Ezequiel e Lily. – Responderia caso a moça perguntasse sobre Krathus, aproveitando para fazer apresentações. – E esse é um grupo chamado o Reino, ela participou da luta e nos ajudou. – Finalizaria, apontando para Bijin no fim.

Vendo Metza se apresentar de volta e em seguida correr para o armário pegando o que pudesse, o contraste da ação e do título Monarca não escaparia ao Mink, de fato ela o lembrava o gato larápio Royce, e observando os pés descalços, não poderia evitar em pensar “Sigh, gente esquisita, de fato.”

- Krathus pediu que não tocasse em suas coisas até ele voltar. – Tentaria avisar enquanto se sentava recostado na poltrona perto de Lily. Não se preocupava com a mulher estar pegando tudo, já havia percebido que o regente enquanto aparentava ser “mole” na verdade era uma pessoa “dura”. Tal ação só seria pior para ela.

Mudando o foco da sua atenção, voltava-a para Ezequiel – A moça que estava aqui mais cedo foi embora? – Questionava. Lembrava-se que quando levara Lily até ali havia uma mulher no interior da cabana, e quando foi pedido para ir dar uma volta com Royce, ela ainda estava lá. Voltando àquele momento, lembrou- se também que Krathus tinha algo que queria discutir com Ezequiel a sós, e apesar de se perguntar o que poderia ter sido, não perguntou sobre. Se fosse algo que pudesse saber, o Leão viria informa-lo.

Pretendia aproveitar enquanto aguardava por Krathus para repousar um pouco tentando ignorar a dor de seus ferimentos. Após olhar a hora no relógio, fecharia os olhos pensando. “Quanto tempo faz que não durmo?”  Porém aparentemente essa não seria a hora em que isso aconteceria. O homem que estivera jogando mais cedo pelo Reino se aproximara se apresentando. E fazendo ameaças. E depois chamando para beber.

“Kishishishishi!! Olha esse palerma magricelo crente que é capaz de fazer ameaças. Os ignorantes realmente não temem a morte!! Kishishishi!”

Já havia algum tempo que a relação entre Raksha e Scar vinha se deteriorando, mas nesse caso, não viu necessidade de opinar contra. Talvez esse tal de Aleister fosse de fato mais forte que si, ou talvez fosse apenas um palerma como dito por Scar. Mas algo que certamente ele não era, alguém que valesse o esforço de fazê-lo entrar em uma discussão sobre cautela e arrogância com sua contraparte. Estava cansado demais para isso.

- Você tem todo direito de defender seu grupo. E apesar de não gostar de me embriagar, gosto de tomar alguns goles de cerveja e apreciar o sabor dela. – Respondia serenamente, sem se sentir ameaçado e preferindo não dizer o que pensava. Desde que não o atacassem, e desde que não entrassem no caminho de seus objetivos, não teriam problemas com ele. Quanto a Scar, bem, esperava não ter que descobrir, já que isso significava perder o controle do corpo e virar o passageiro.

Fecharia os olhos novamente e caso Krathus retornasse e ele estivesse acordado, ou fosse acordado por conta disso, ele olharia para o homem. – E como eles estão? – Se o velho estava ali, significava que havia cuidado dos outros e só restava saber se tudo estava bem, mas na verdade esperava que não tivesse ocorrido nenhuma complicação considerando o estado que os havia deixado, e por isso seguia de imediato falando devido a própria dor que sentia. – Creio que minha perna e a lateral do meu corpo não estão muito bem. Pode dar uma olhada?



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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 09






Metza sorriu com as bochechas levemente avermelhadas - *Até que foi mais fácil do que imaginei!* - pensaria consigo, estando a loira monarca mais cheia de si agora comparado com outrora.
Poucos instantes atrás, Metza estava deprimida e cabisbaixa sendo que sua tentativa de roubar na aposta para o Reino tendo sido fracassada e o vislumbre de que ela havia sido bem sucedida ter sido meramente ilusória. Todavia, mesmo que Karthus tivesse sido simplesmente gentil naquele instante ao ceder curativos e medicamentos, a garota de pés descalços sentia uma chama queimar em seu peito que representava o seu credo sobre ter manipulado o regente da ilha para que ele cedesse seus suprimentos médicos mesmo que nem ela própria soubesse como realizou tal façanha. O que importava mesmo é que ela forçou Karthus a ser gentil... a Monarca Descalça estaria rindo internamente de uma forma um tanto quanto maquiavélica exibindo os dentes... ponto para Metza.


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- Lora... fique com isto! Não faço ideia de como raios funciona e com você estará em boas mãos.
A Monarca se dirigiria para sua navegadora sirena polvo com um apelido um tanto carinhoso do qual ela nunca havia chamado Loraelis vangloriando-se de sua própria criação - *Lora... até que gostei!* - enquanto jogava o Log Pose de baixo para cima, de uma forma um tanto quanto desengonçada fazendo-o girar como se aquele artefato não fosse o passaporte para o Reino sair daquele local e caminhar em sua jornada pela Grand Line; porém também o jogaria de uma forma perfeitamente possível de ser pego pela navegadora.
- Fique aqui com Genn para aprender como essa bússola nova funciona e fazer os preparativos para zarparmos. Não demorarei.
Comandaria a capitã com estas palavras finais enquanto dava de costas para Loraelis... até que um golpe de uma louca em um doido pudesse ser ouvido...


Bijin era impulsiva, louca e inconsequente. Mas por mais bizarro que possa parecer, era tudo isso que fazia com que Metza se encantasse por aquela garota de cabelos coloridos. Defender a honra de sua capitã e de seu bando como um todo era o que ela estava fazendo agora e Metza tinha plena certeza de que voltaria a fazer.
Ela é uma bomba-relógio da qual não dura cinco segundos para zerar o cronômetro. Isso era empolgante, uma aliada sem igual, que não pensaria duas vezes para defender aqueles que amava e que havia acolhido, seja por estarem em perigo ou não.


Por outro lado, Metza pensava de uma forma completamente diferente de sua amiga. Ela, pessoalmente, não era uma lutadora formidável (apesar de estar acima da média comum em questão de habilidades, é verdade) e preferia batalhar com palavras, utilizando seus chutes apenas quando o diálogo não fosse possível ou improvável de ser bem sucedido.


O olhar fulminante de Bijin marcava justamente isso; ela claramente culpava sua capitã por ter perdido dinheiro e ter deixado Kravian falar suas bobagens provocadoras. A grande verdade é que no fundo, Metza conhecia muito bem o poder de uma provocação bem feita diga-se de passagem... enquanto as palavras de Kravian funcionavam como faíscas em um punhado de pólvora para Bijin, para Metza eram apenas palavras que flutuavam pelo ar, entravam dentro de um ouvido e saiam por outro.
Entretanto a Monarca concordava quanto aos berries; ela havia falhado feio e já havia se punido pessoalmente em seu momento morbidamente depressivo enquanto fitava o Log Pose. O seu sentimento pessoal é que o Reino perdeu a aposta por sua culpa, e, pelo visto, não era apenas a garota de pés descalços que tinha esta visão.


Metza primeiramente vestiria o casaco azul entregue por sua parceira, pois não cometeria novamente o mesmo erro de sair na neve sem estar com roupas compatíveis.
Logo após, se dirigiria até Bijin com os braços abertos o suficiente para evitar que seu peito latejasse de dor; sua expressão seria seriamente fechada e, sem dizer absolutamente nada até ser perguntada, colocaria seus braços em volta da Louca para ajudar Poo a carregá-la. Era o mínimo que poderia fazer para retribuir o auxílio que Bijin havia dado para ela dentro das cavernas quando sentira os sintomas da hipotermia.


No caminho para a residência de Karthus, caso a bárbara louca perguntasse para Metza sobre o Reino, a garota sorriria com os olhos cerrados - *Tão fofa... mesmo estando zangada comigo ela não deixa de ser carinhosa e educada!*


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- Claro que posso e irei minha linda! Atualmente o Reino parece ser nebuloso para vocês e, até certo ponto, também é para mim... - A Monarca respiraria profundamente, franzindo um pouco a testa ao sentir a pontada em seu peito ferido - - Ele começou com uma ideia minha de dar aos nobres e o governo o que eles merecem... Todo antagonista é o exato oposto do protagonista e o "Reino" é, a grosso modo, uma retaliação utilizando a própria estrutura organizada de uma monarquia mas que preza pela liberdade de seus membros, e a pirataria é o único modo anarquista de prosperar sem ter que obedecer uma voz vinda de cima... - A capitã gargalharia um pouco e balançaria a cabeça negativamente enquanto prosseguia - - Pode ter ficado confuso um pouco né? Mas ai é onde a Monarca e o Reino entram... mesmo uma anarquia e liberdade possuem seus limites e precisam de controle pois uma liberdade não pode atingir a outra. Resumindo: Por enquanto somos os antagonistas, mas iremos virar os protagonistas... criaremos uma nova facção que será tão organizada quanto uma monarquia, e tão liberal quanto um bando pirata... - Metza terminaria sorrido, olhando para os flocos de neve que caiam do alto, orgulhosa - - Isso, Buki, é o Reino!


Convencendo ou não, confuso ou não, o fato é que não havia mais o que explicar... tudo na cabeça de Metza era claro como água (com exceção de como manteria o Reino quando ele estivesse completo, mas isso era algo para se pensar depois...)
- Quanto aos cargos e objetivos, nós teremos bastante tempo para conversar sobre isso com todos no barco, já que teremos um tempo de viagem até a próxima ilha...


A casa de Karthus parecia bem arrumada e aconchegante. Metza a princípio ignoraria Ezequiel ou Lily a não ser que ela fosse interrogada por um dos minks ou apresentada por Raksha, sendo cordial mas breve ao mesmo tempo:
- Me chamo Metza, conhecida como a Monarca Descalça, prazer...


Não perdendo muito tempo porém, Metza vasculharia os armários e escrivaninhas na casa de Karthus procurando pelos suprimentos médicos que ele havia ofertado. Metza nesse instante seria completamente egoísta e pegaria tudo o que tivesse à sua vista e pudesse carregar, mesmo que aparentemente não fosse necessário.
*O Reino precisa disso... e se não, poderá vir a precisar!*


Se por ventura Raksha a alertasse para esperar que Karthus voltasse, ela continuaria pegando os suprimentos e apenas viraria seu pescoço 45° para o lado, encarando ainda de costas o mink lateralmente de forma um tanto quanto irônica:
- É mesmo? Não foi o que ele me disse... tive a permissão do Karthus em pessoa para pegar o que fosse necessário...
*Sigh, o que ele tem de grande tem de metido! A Layla estaria bem melhor se tivesse ficado conosco...*


- De acordo sua ruiva linda!
A Monarca concordaria com Sam utilizando de palavras que já sabia que iriam alegrar sua amiga, assim como qualquer ofensa à seres do sexo masculino.
Metza então mostraria para Helena o que havia encontrado nos armários do dono da casa (caso de fato houvesse) e solicitaria mais uma vez de seus cuidados:
- Hele-chan, poderia aproveitar este momento de aconchego no quentinho que estamos para cuidar dos meus ferimentos? Bijin, Lucius e Poo também estão precisando...




Historico:
 

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Legendas:
 


Última edição por Metza em Ter 1 Maio - 23:18, editado 2 vez(es)
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