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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySex 16 Mar 2018, 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Alê
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySeg 16 Abr 2018, 15:09



A APOSTA

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Deus tenha piedade de mim...

Os testes finalmente acabavam. Por um lado, Aleister se mostrava aliviado por ter “sobrevivido” a tal desafio, porém, o verdadeiro jogo se iniciaria agora, naquele momento. Vendo a oportunidade de colocar mais fichas, o rapaz apenas acenaria com sua cabeça, de um lado a outro, indicando que não apostaria mais dinheiro e que a quantia iria permanecer como estava. Com minhas quarenta fichas, o seguimento do jogo indicava que era ele mesmo que iniciaria novamente, então as rédeas dessa confusão teriam de ser tomadas. O grande momento estava prestes a acontecer.

Discretamente Metza lhe passou informações que havia percebido, assim como conselhos. Por mais que a intenção da capitã fosse boa, o orgulho do rapaz impedia que ele as aceitasse naquele momento. Teimoso e orgulhoso, o gatuno seguiria com sua linha de pensamento, porém não deixaria de analisar o que lhe foi dito, até porque para sobreviver no jogo, tudo poderia ser feito, até mesmo ajudas externas poderiam ser usadas.

— Muito bem, vamos começar o jogo, certo?

Com um sorriso, Levi buscava mostrar serenidade, mesmo que não pudesse disfarçar o incomodo em decidir o futuro de um bando, de um grupo de pessoas daquela maneira. Analisando todas as jogadas feitas anteriormente, o rapaz acreditava que a melhor maneira de começar o jogo seria dando o revés da situação, confundindo a mente do adversário (ou pelo menos tentando). Pegando a bolinha, o rapaz questionava-se o que faria dali em diante.

— O que devo fazer... Pensa Aleister! Acho que devo fazer o mesmo que ele fez antes, apostar nos quatro números. Mas onde coloco a bolinha... Seria muita burrice colocar no mesmo número que ele, ou não? — murmuraria.

A intenção de Aleister era simples. Manipular seu adversário de maneira que, mesmo não conhecendo bem o jogo ou o pensamento do mesmo, encaminharia seu pensamento até a mente de Kravian. Era fato que as mentes eram diferentes e não saber como elas funcionavam seria complicado, mas a manipulação era isso, era criar uma ideia “nova” na mente adversária, mas que nada mais seria do que uma alienação, direta ou indireta.

— Acho que vou no quatro... — murmurou mais uma vez.

Decidido, Levi pararia de brincar com a bolinha e, ainda em dúvida, a colocou no número dois. Pensando na quantidade que apostaria, o rapaz apoiou sua mão esquerda em seu queixo e, ponderando ao manusear seu indicador direito, o rapaz contava a quantidade de fichas que apostaria, terminando ao separar quatro grupinhos de dez fichas e as encaminhando para o tabuleiro.

— Eu aposto dez fichas nos quatro números! — afirmaria.

Tentando se manter o mais sereno possível, era difícil não se mostrar preocupado. Por mais que fosse real o sentimento de dúvida, isso poderia ajudar o rapaz em seu jogo de pensamentos. Feita a aposta, o gatuno permaneceria calado para provocações adversárias, esperando o resultado daquela rodada. Caso perdesse, o garoto não evitaria e demonstraria sua insatisfação com aquele resultado.

— Que droga! — bradaria.

Porém, caso o adversário não tivesse acertado o número, provavelmente estaria impressionado ou enraivado com tal situação, todavia Levi tentaria se manter o máximo surpreso com tal ocorrido.

— Nossa, você errou! — falaria.

Preparado para seguir para a próxima rodada, esperaria o sinal da loira para caso soubesse o número que Kravian jogaria. Caso ele apostasse em um ou dois números, esperaria o sinal da loira. Caso não soubesse por ela, apostaria no mesmo(s) número(s). Porém, se apostasse em três números, novamente esperaria o sinal da loira e assim apostaria, se não desconfiaria do ruivo que era meu inimigo. Apostando-se em três números, Kravian poderia tentar me ludibriar para pensar que um daqueles três números seria o certo.

Então, se não tivesse sinal de Metza, apostaria a metade das fichas apostadas no número não escolhido e a outra metade em outo número par/ímpar (dependendo do primeiro número escolhido). Todavia se Kravian apostasse nos quatro números, assim como eu, esperaria novamente algum sinal de Metza e apostaria todas as fichas no número indicado por ela. Se não notasse nada vindo dela, ali estaria complicado. Por motivos sem sentido, apostaria nos números um e quatro por apostar, assim dizendo.

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Bijin
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Bijin

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptyTer 17 Abr 2018, 21:31

  Finalmente começava a voltar para os meus companheiros. Estava ansiosa para ver a Metza, Poo e toda a turma, estava com cabeça quente quando saí e para não matar ninguém fui dar uma volta, que por ironia do destino me levou uma batalha onde acho que matei um monte de gente. Pelo menos me sentia mais aliviada.

  Mas Raksha agora me acompanhava, não sabia se ele era grande ou seu eu era pequena. Será que esse peludo era da mesma raça de Poo ou os felinos se encontram em outras categorias? Mas quem se importa com isso, o cara precisava de ajuda e era melhor chegarmos rápido.

  - Sim, fundamos o Reino. - Dei continuação ao pensamente de Ragnarson. - Mas não foi com a Layla, foi em um combate que tivemos em Louguetown, minha amiga resolveu fundar um bando pirata e aqui estou.

  Sim, a realidade é que eu não tinha conversado com Metza sobre a fundação do Reino e nem se quer sabia o que ela queria com aquilo, mas se era a minha loirinha eu apoiaria e levaria ela a soberania que ela desejava ir. Ser a maior de todas as monarcas do mundo.

  - Mas quero que preste atenção numa coisa. - Dizia de maneira séria para o tigrão ao meu lado. - Nós não temos uma capitã, embora ela seja, mas é uma monarca. Quando sai ela estava tratando diretamente assuntos importantes com Karthus sobre o nosso navio e vou ver se consigo uma audiência com ela para você. Mesmo Karthus levou um precioso presente como oferta para falar com ela. - Na verdade era um chá, mas Ragnarson não precisava saber qual era o presente. - E muita atenção com meus companheiros, eu sou a caçula ali e entre todos sou a mais fraca. E cuidado com o cara de olhos verdes. Ele parece um cara legal, bem vestido, com uma aparência bem pálida. Seu comportamento é quase de um covarde, mas ele é um psicopata.

  Esta certo, nada do que eu disse era verdade, ou pelo menos quase tudo, mas o que era a vida se não tivéssemos coisas como pegadinhas e brincadeira, ela seria tão chata. Mas estaria atenta ao que o tigrão falasse e como ele se comportariaao receber as notícias que estava dando a ele.

  - Mas pode ficar tranquilo! - Tratei de acalmar seus pensamentos. - Se você estiver comigo nada vai acontecer. Mas um alerta não posso esquecer. Se você me acha bonita ou minha voz encantadora, cuidado! A monarca é uma joia, se minha beleza fosse o suficiente para uma cidade lutar por mim, a beleza de Metza seria capaz de provocar ruína de nações. Sua voz poderia pode hipnotizar exércitos inimigos. - Alertaria ele com cara bem séria. - Entretanto acho que vocês felinos devem ser imunes a beleza de nós humanas né? Então acho que vai ficar de boa.

  Assim que visse o barco acelerava os passos. Tinha muitas perguntas na minha mente. Acho que o tigrão não poderia me acompanhar, havia apanhado feio da mulher ali atrás, mas que culpa ele tinha não estar a altura da adversária dele ou de que os companheiros não eram fortes o suficiente? Eu particularmente não me importava pela força dos outros, mas queria ser forte o suficiente para manter as pessoas que amo sempre junto de mim e em segurança.


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  Minha saudades era grande acelerava os passos começava a correr e logo que me aproximava o suficiente para todos me ouvirem dava um berro com toda a forço dos meus pulmões"CHEGUEI PESSOAL!".

Histórico:
 


Objetivos:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptyQua 18 Abr 2018, 00:30



Raksha, o Libertador



“Smile Kelig, pelo que entendi eles navegavam sobre sua bandeira, mas o mesmo não estava presente. Ela já era tão forte, quão mais será que é ele?” Enquanto caminhava ao lado da loira, Raksha se recordava do que aqueles homens derrotados haviam dito antes de serem abatidos por Royce, e chegava a uma conclusão óbvia “Preciso me informar sobre quem ele é e seu paradeiro. Notícias com essa tendem a viajar rápido e é certo que se um dia nos encontrarmos ele lembrará que fui eu a matar sua seguidora. Não quero ser pego desprevenido mais uma vez.”

A realidade é que parecia que não importava o quão atento ele ficasse, tentasse montar estratégias e estar um passo à frente, a realidade insistia em lhe dar uma rasteira e surpreende-lo negativamente. Dessa vez as costelas, perna, peito e bochechas doloridas eram os resultados. Da próxima vez poderia ser muito pior. “Estar um passo à frente é importante, mas não posso me esquecer da essência. Força. Se eu for forte o suficiente poderei alcançar meus objetivos e derrotar quem quer que apareça no meu caminho. Força individual e força coletiva, eu necessitarei de ambas! E o primeiro passo é dominar isso.” Seu raciocínio se encerrava com ele olhando para o relógio mais uma vez. Nunca na vida estivera tão ciente de uma falha em suas habilidades de lutador quanto naquele momento. O tempo.

Na luta contra a mulher das botas de gelo, ele havia tido que confiar mais em um misto de cálculos mentais e instinto para bloquear os golpes que vinham contra si do que em sua própria visão, já que a velocidade da mulher era muito superior do que a sua própria. As feridas que carregava agora não tinham sido por ter feito movimentos errados, ou ter sido mais fraco. Não. Elas estavam ali porque ele não soubera calcular de forma correta o momento ideal para mover sua lança.

Mesmo que não pudesse acompanhar com os olhos, sua capacidade como lanceiro era boa o suficiente para protege-lo de ataques. Não eram os ataques em si da mulher que eram muito rápidos, e sim seu deslocamento. Mas ele só precisava mover os braços para bloquear. Não precisava acompanhar ela com os olhos, sua percepção apurada e suas táticas defensivas seriam mais que o suficiente para transforma-lo em uma barreira intransponível. Isso se ele soubesse a hora certa, o momento certo de reagir mudando a posição da lança.

“Olhando por outro lado, se a cada oponente superado eu me tornar mais forte... Perceber onde peco da forma que aconteceu com ela e treinar para corrigir isso, quão rápido será meu crescimento?”


Determinado a treinar nesse quesito até tê-lo dominado, o Tigre então focava sua atenção na Loira ao seu lado que estava respondendo à pergunta que o Mink fizera. Acenando com a cabeça indicando que compreendia, Raksha não esperava que Bijin fosse continuar, mas virou o rosto para ela quando essa pediu por atenção, talvez por ter notado que ele a tinha dividida.


As palavras da moça quase fizeram com que ele escorregasse. Andando com dificuldade e se apoiando na lança, ele teve que se esforçar para não cair. E o motivo era simples. “Monarca?? Parece que minha situação (com scar) é um verdadeiro imã para pessoas... sigh.” De alguma forma sentiu que seria muito rude negar a tal audiência quando a moça se dera o trabalho de ajuda-lo na luta anterior, pelo motivo que fosse.


- Só preciso falar com Krathus, aparentemente não é só regente, mas também um médico. – Talvez com essas palavras a mulher entendesse sua falta de interesse em encontrar a tal Monarca.

Já o próximo comentário fez com que ele acenasse com a cabeça mais uma vez, ali ficou na cara que a menina estava tentando assusta-lo ao falar de psicopatas. E se não estava, é porque não prestou atenção nas ações do tritão ao fim da luta. E claro, porque não tivera o desprazer de conhecer Scar. Ainda assim não havia motivos para argumentar e apenas acenar parecia ser o suficiente.

Logo a mulher começava a falar sobre beleza e a resposta era direta e clara. - Eu não faço acepção entre humanos, minks, tritões, sirenos. Para mim todos são iguais. No entanto não presto atenção a essas coisas, então pode ficar tranquila. –

Claro que ele percebia tais aspectos. O que queria dizer é que não eram tão importantes para ele. E o motivo era simples. Não era por julgar se era correto ou errado que as pessoas se fixassem tanto nisso, mas sim porque seus ensinamentos residiam no evitar de ações motivadas pelo desejo, raiva ou ingenuidade e em se ter uma consciência discernente correta, ou seja, a habilidade para se discernir entre as motivações e as ações construtivas e destrutivas.

E era fato que determinados tipos de comportamentos e motivações sexuais são destrutivos já que tem como consequência a infelicidade. Escolher uma parceira baseado na aparência só traz infelicidade no longo prazo. Se deixar levar por desejos carnais e pular de cama em cama tendem a viciar, tirar o foco do que importa e trazer um grande vazio emocional eventualmente.

Por outro lado, a medida que o desejo sexual deixa de ser algo essencial, ver uma mulher bela é como ver um belo amanhecer. Apenas mais uma ocorrência a ser apreciada e só. E quando por algum motivo isso der errado como na cabana de Krathus mais cedo... bom, aí é melhor correr e meditar que passa. Esperançosamente.

Assim, ao ver que a loira corria alegre para reencontrar com os seus companheiros, era isso que Raksha faria, apreciar a cena de uma mulher tão bonita como feroz em um momento de felicidade. Não tentaria aumentar o passo e se aproximaria aos poucos, esperando que ela fizesse as introduções necessárias.

- Preciso falar com Krathus, fomos atacados e temos vários feridos dentre os nossos. – A explicação seria sucinta e a voz educada enquanto os cumprimentava adivinhem como acenando a cabeça.

No entanto se percebesse algum tipo de confusão durante sua aproximação, informaria à Loira. – Parece que eles chegaram até aqui e invadiram seu navio! – Ela saberia bem de quem ele estava falando. Só nessa situação então aceleraria na medida do possível, e ao subir na embarcação colocaria a lança em posição de combate pronto para se defender se fosse necessário enquanto tentava observar melhor o que estava acontecendo.












Histórico:
 
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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySab 21 Abr 2018, 19:13

 



Apostando o futuro!


  • Aleister e Metza


A rodada teste era encerrada, e as fichas eram devolvidas ao Reino. Apesar de tudo, nenhum deles quis aumentar a aposta, e ambos os lados se prepararam para iniciar o jogo de verdade com 40 fichas cada. Enquanto Kravian devolvia as fichas para Aleister e Karthus anunciava que a rodada de verdade iniciaria, Metza aproveitou para se esgueirar até o homem vestido com roupa de garçom e sussurrar em seu ouvido; ele só virou o rosto para ela, mas era nítido que ele estava um tanto desconfortável. Após voltar ao lugar aí lado de Aleister, os dois jogadores estavam prontos para começar. - Vamos começar. Assim como na rodada de teste, quem começará será o Reino. - Assim, Aleister recebeu sinal verde para fazer sua aposta.

Assim como das outras vezes, o gatuno começou a murmurar alto o suficiente, de modo que os outros ouvissem, e logo fez uma coisa que surpreendeu a todos. - Pera, que? - Kravian estava surpreso, e os outros também, pois o Flamel havia apostado todas as fichas na primeira jogada, 10 em cada seção. Com certo receio, Kravian pegou as 40 fichas e colocou 20 no 2 e 20 no 3. A tensão pairava no ar, até que a bolinha foi liberada: Kravian havia acertado. - AAAEEEEEE! - Comemorou ele, vendo que havia conseguido. Karthus pegou as fichas e as dividiu entre os dois de acordo com a aposta: das 80 fichas apostadas, 27 voltaram para o Reino e 53 foram para Kravian. Aleister havia acabado de perder 13 fichas de uma vez só.

- Agora é minha vez. - O pirata colocou a bolinha no tabuleiro e colocou as fichas. - Aposto 3 fichas em cada número. - 12 fichas haviam sido apostadas, e se o .reino errasse eles poderiam ter um prejuízo gigantesco. Felizmente eles tinham uma carta na manga para usar. Quando chegou o momento de Aleister apostar, o homem com roupa de garçom começou a bater o pé no chão em um ritmo constante. Um, um, um dois três, um, um, um dois três. O número três estava evidentemente iniciado, e sabendo o que estava acontecendo, Aleister apostou todas as 12 fichas no número 3. Kravian se assustou, a bolinha foi liberada e rolou para o número 3. Quando o resultado foi revelado Don Karthus começou a rir, e das 24 fichas apontadas 19 vieram para o Reino e somente 5 foram para Kravian. Aparentemente aquele traidor seria a chave para a vitória deles. Aleister estava com 34 fichas, e Kravian estava com 46; o jogo estava quase equilibrado, e talvez eles conseguissem virar.

  • Samantha, Lucius, Bijin e Ragnar


Samantha e Lucius estavam frente a frente com 3 invasores, que nem perceberam os dois nos convés até subirem e ser tarde demais. Um dos homens deu um passo para trás, assustado; era possível ver que os três estavam bem feridos de alguma luta, e talvez não tivesse capacidade de lutar. Sam deu um único aviso, e na hora os três se viraram correndo e desceram do barco. Ao mesmo tempo Bijin e Ragnar estava vindo em direção ao navio. Após uma conversa amigável a mulher correu na frente, deixando o mink para trás, mas logo após anunciar sua chegada os dois viam 3 pessoas descendo do navio e saindo correndo. Os dois se entreolharam, pois sabiam quem eles eram, e se apressaram em direção ao navio. Chegando lá, puderam ver apenas Samantha e Lucius no convés; aquilo havia sido mais fácil para a dupla d que eles esperaram, pois a própria Bijin veio até eles, entretanto e,a trazia consigo um mink desconhecido.

A nova figura carregava uma lança, e possuía características animais marcantes, como o pelo espesso, que por causa da nevasca estava coberto com uma fina camada de neve. O vento soprava forte, e o som da batalha havia desaparecido.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySab 21 Abr 2018, 21:16





Raksha, o Libertador



”Você deveria correr atrás deles e elimina-los. Sabe bem de onde vieram.” Com aqueles três que fugiam, Scar surgia mais uma vez falando em sua mente.

”Você quer que eu persiga e mate, após a batalha, com a perna ferida, homens que não mais representam perigo algum?”

”Eu conseguiria. Não lembro de te ver hesitando ao matar aquela mulher que já havia sido derrotada. Não seja hipócrita comigo irmãozinho... nós dois sabemos o porquê você fez isso.”

”Sim. Sabemos. Para saciar essa sede de sangue sua e mantê-la longe de mim. E sabe do que mais Scar, cansei de me sentir culpado por tais coisas. Fiz o que era necessário para me manter livre e sob controle. Mas sabe o que não é necessário? Ir atrás deles.”

”Ahh estamos mostrando as garrinhas agora então não é mesmo? Tsc. Você sabe que é idiotice deixar essas sementes escaparem e germinarem inimigos poderosos no futuro.”

”Por que temer a semente quando existe uma arvore já grande fazendo sombra? Por sinal, nunca pensei que medo fosse algo que você sentisse.”

”Já basta agir de forma estúpida, agora está dizendo tambem? Medo, eu? Kishihshi. Essa foi boa maninho, realmente foi, ótima piada!”

” Ora, se não está com medo, porque quer que eu os mate? Sabe muito bem que não sinto prazer com tais atos.”

”Isso não significa que eu não me delicie em vê-lo comete-los. Kishishishsihsihsihshi!!!”

”Humph.”

Toda a conversa mental acontecia em questão de segundos, enquanto o Tigre embarcava e a loira cumprimentava seus amigos. Após ele próprio cumprimenta-los e dizer seu objetivo ali (post anterior) ele os analisava com maior atenção. Descartou a mulher ruiva como sendo a tal Monarca pela forma que conversavam. Olhar para ela o fez perceber também que tinha que parar de se referir as ruivas assim, a ruiva, afinal de contas era a terceira que conhecera em tão pouco tempo. Por isso fez questão de gravar os nomes ditos por Bijin. Sam e Lucius.

Já o homem de início o lembrou Ken devido sua coloração meio azulada. Por um instante até acreditou ser um tritão, mas olhando com mais atenção e se lembrando do que a barbara havia dito anteriormente, preferiu não tirar conclusões precipitadas.

fala em questão:
 

Ouvir a moça dizer o que tinha ocorrido daquela forma no entanto com que ele olhasse para ela rapidamente. Apesar de não ser mentira que haviam apanhado, isso era simplificar muito a situação. Mas no fim, não se importava com essas coisas e não se importou realmente.

- Meu nome é Raksha, Raksha Ragnarson. - Novamente voltou sua atenção para Samantha, notando que a mulher aparentava estar meio nervosa. Havia tempos desde que alguém se assustava e ficava com medo devido sua aparência, e pensar que isso poderia estar acontecendo o deixou levemente sem jeito. - Sua amiga foi de grande ajuda, é uma ótima lutadora. - Diria tentando demonstrar amistosidade, com uma voz calma e profunda. Na verdade não havia tido muito tempo para observar Bijin lutando devido sua própria situação no momento, sendo pressionado. Mas pela quantidade de homens que a loira derrotou, supunha estar certo.

Seguindo a mesma para o interior do barco, logo se deparou com um local cheio de pessoas. Pensou em ir direto falar com Krathus, mas considerando que a loira estava lhe guiando, achou que era mais prudente esperar que ela se movesse primeiro. Por isso não havia muito que fazer senão ouvir a música que era tocada por outra loira.

Percebendo que daquela vez a aposta forçada por Krathus consistia em algum tipo de jogo de roletas, e ouvir a letra inteligente que a jovem criara fazia um leve sorriso brotar no rosto do Mink antes de desaparecer novamente. Ele sempre gostara de aproveitar as pequenas coisas da vida, e ouvir música, apesar de não ser frequente, era um deles.

Como ela era a única mulher no ambiente, não ficou realmente surpreso quando viu a moça se aproximar ao fim da música e ouvir Bijin se referindo a ela como Monarca.

- É um prazer conhece-la. – Diria acenando de forma tranquila, nem subserviente nem superior. Mesmo que achasse aquela conversa de monarca meio estranha, não tinha porque criar algum atrito desnecessário.

Já que Bijin seguia em frente na direção de Krathus, não viu motivo para ficar para trás e fez o mesmo. Ele já tinha percebido que a mesma era dotada de um certo senso de superioridade, e agora sua forma de falar o fazia por algum motivo pensar em Scar. Isso o fez franzir um pouco a testa sem que percebesse, mas após ouvir a resposta do regente (se houvesse), era finalmente o momento de falar com o mesmo.

- Krathus. –  Cumprimentaria enquanto se aproximava. – Vejo que está pondo em prática mais um de seus joguetes... sigh. – A balançada levíssima de cabeça para os lados somada a voz séria e a suspirada rápida ao fim somariam para mostrar não apenas a repreensão em suas palavras, mas também a resignação nelas. Não havia nada a ser feito sobre o assunto. De fato Raksha não tinha intimidade o suficiente com o homem para falar mais do que isso, o tinha encontrado apenas duas vezes antes, e na primeira nem mesmo trocara palavras com ele.

No entanto de acordo com Ezequiel eles eram antigos amigos, e por mais que não conhecesse o velho Leão a tanto tempo assim, inconscientemente já se via como um amigo do mesmo e até como uma espécie de aprendiz. Com ele aprendera geografia e criptografia, além de poder conversar sobre seus ideais, aprendendo ainda mais coisas. Talvez fosse esse senso de proximidade com o Leão, além de sua própria reflexão de que precisava ser mais tolerante que o levava a se sentir livre o suficiente para tecer tal comentário com o regente.

De fato, muitos dos mantras que entoava durante suas meditações, assim como os ensinamentos de vovô Geen rondavam a temática da tolerância, caridade, não julgar o próximo, pensar nas consequências de suas ações, não fazer algo motivado simplesmente pelo desejo e da não violência. Mesmo sendo um praticante assíduo, o fato é que ainda faltava um longo caminho para alcançar tal nível. As vezes só percebia estar julgando alguém e que precisava ser mais tolerante após o ocorrido. Enquanto não fazia coisas em geral motivadas por desejo, não era imune a esse, e quando realmente importava, ele era um fator presente em suas motivações.

Não era a vontade de ver um mundo sem escravos um desejo? E por tal desejo não estava ele disposto a se tornar mais forte e matar quem aparecesse em seu caminho?

Não era a vontade de manter o controle do seu corpo e de viver conforme seu coração lhe guiava um desejo? E por tal desejo não estava ele disposto a matar?

Felizmente dentro dos costumes da meditação existiam várias escolas, e aos poucos ele vinha conseguindo desenvolver seu próprio caminho, sem precisar se sentir mal com suas escolhas. Claro que jamais poderia parar de fazer uma autorreflexão para ter certeza de não estar se desviando do caminho da Iluminação.

- O ataque foi de uma tripulação de seguidores de um homem chamado Smile Kelig. Sabe quem é? – Perguntaria buscando por informações desse possível novo oponente. – Entendo, como eu disse sofremos um ataque e enquanto saímos do lado vencedor temos vários feridos, sinto muito em pedir isso, mas precisamos de sua ajuda mais uma vez. Se puder ir até o local e nos tratar, seria de grande ajuda. - Ele mesmo não estava na melhor das condições, mas achava que dentre seus companheiros era o que tinha se saído com ferimentos menos graves, e por isso naquele momento sua prioridade era enviar Krathus para o navio que agora pertenceria ao seu grupo no lugar da antiga escuna, onde poderia ajudar a todos.

- Tudo bem, uma vez lá podemos conversar sobre isso. –  Responderia caso o homem dissesse que haveria um preço pelo auxílio. E se pedisse para esperar, Raksha abriria a boca pretendendo apressa-lo, mas após analisar melhor a situação e se lembrar de como os outros conseguiram ir andando para o barco dos atacantes apesar de seus ferimentos, escolheu melhor as palavras. – Aquela barbara ruiva que odeia minks que você nos fez buscar ficou inconsciente durante a luta, seria bom checar seu estado o mais rápido possível. O resto está um pouco pior que eu. - Tal resposta também seria dada se o velho perguntasse a gravidade dos ferimentos.

Falar da mulher trazia uma pontada de tristeza ao felino e o lembrava de mais algo que precisava fazer. Conversar com a mesma e tentar mudar sua opinião se possível. Pegando o relógio e checando quanto tempo demorara para chegar até ali, completaria enquanto mostrava um de seus próprios ferimentos para o homem – Eu levei "x" minutos para chegar até aqui, apesar de ter vindo relativamente devagar já que minha perna direita parece estar bem ferida. -

Agora que já tinha dito o que podia, Raksha aproveitava para perguntar sobre alggo importante também. - E Lily, como está?



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Última edição por GM.Wild Ragnar em Seg 23 Abr 2018, 15:06, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySab 21 Abr 2018, 22:35





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 07






A aposta de verdade iria começar. E, juntamente com ela, Metza tentava angariar um novo aliado para o Reino. Curiosamente, este aliado era um dos piratas da tripulação de Kravian, que era o desafiante de Aleister. Teria Kravian sabotado a si próprio quando trouxe membros de sua tripulação para acompanhar a aposta?
O fato é que o capitão pirata de óculos na testa não fazia idéia quem era o seu oponente na aposta e até onde iria a sabedoria e inteligência de Levi. Muito menos o estrago do qual sua capitã, a Monarca Descalça, com seu belo rosto e jeito meigo poderia causar em seus planos.


Kravian tinha mais fichas no momento... é verdade... foi uma jogada arriscada de Levi apostar todas as fichas nos quatro números, assim como foi uma jogada de sorte Kravian ter apostado em um dos números do qual a bolinha iria parar.
As chances eram de 50% e o rapaz foi sortudo. Mas o Reino contava com uma arma bem mais confiável que a sorte, e ela se chamava "paixão".


A bela loira desarmou completamente o aliado de Kravian e o colocou em seu time, sem ainda que o mesmo percebesse. Bastou apenas que ele fosse o negociante da vez para que a bolinha final fosse entregue.
Por dentro, Metza estaria gargalhando e sorrindo de felicidade; seu plano traçado estava sendo executado com perfeição e à risca. Por fora, as suas habilidades de atuação vinham muito a calhar e evitavam que a enganadora deixasse qualquer expressão mais afobada estragar seu plano. Seu semblante era sério e concentrado na Roleta Fixa, mas seus pensamentos viajavam para outras ideias...
Metza possuía agora duas tarefas claras para proceder com seu auxílio à Levi:
*Tenho que continuar mantendo o cachorrinho fiel na palma da minha mão, e, além disso, impedir que Kravian desconfie de seu companheiro*


O primeiro passo com os pés descalços em direção à vitória que Metza procuraria dar, agora que seu plano estava armado, era se inclinar novamente em direção ao ouvido de Levi com as mãos em formato de conchinha para abafar o som. Enquanto o time rival poderia pensar que ela estava passando estratégias de jogo para seu parceiro, na verdade ela estava combinando com o gatuno para que auxiliasse ela em evitar que os rivais percebessem que estavam colando:
- Tome cuidado para não acertar sempre a bolinha que Kravian colocou para ele não desconfiar... se a aposta for baixa, pode até perder de propósito para não dar bandeira. Vamos acabar com eles!
O tom de voz da Metza permaneceria o mesmo do começo ao fim de sua fala. Não convinha elevá-lo neste momento, nem mesmo o final com o intuito de empolgar... essa era uma convicção pessoal que ela tinha para si, e se conseguisse transferir este sentimento para Levi, tanto melhor.


Metza aproveitaria os momentos de desatenção do cowboy com péssimo gosto para batons, e o capitão com péssimo gosto para óculos *Por que eles se vestem assim afinal?* para continuar seduzindo o membro de seu bando vestido de garçon com piscadelas discretas e beijinhos; prendendo-o cada vez mais forte em sua coleira mental para que ele cumprisse com seus caprichos.


Para potencializar ainda mais suas chances de sucesso evitando que Kravian descobrisse a farsa no jogo do Reino, Metza procuraria tocar seu violino e utilizar de sua técnica Mermaid´s Calling Song nos momentos em que ele fosse o negociante. Cantando uma música rimada para distrair seu oponente e atrair a atenção e foco para si própria, o objetivo desta ideia era fazer com que o pirata não percebesse que seu amigo estava entregando a jogada e facilitando cada vez mais a vitória do Reino.
A estrofe da canção inventada por Metza nos momentos que Kravian negociasse seria:
- Roleta fixa, bolinha de metal;
- Kravian agora vai: jogar mal;
- Roleta fixa, o dia inteiro;
- Todas essas fichas, vão pro Reino!



Se Bijin entrasse pela porta, Metza não iria esconder sua felicidade em rever sua companheira com um grande sorriso no rosto e iria ao seu encontro para dar um abraço bem apertado. Porém se ela entrasse durante a execução da técnica Mermaid´s Calling Song, a Monarca não interromperia sua música pois sabia que isso poderia fazer seu plano ruir. Se limitaria ao sorriso e, só então após o número da bolinha de metal ser revelado, é que ela iria abraçar a Louca.
- Pelo visto Sam e Lucius foram mais rápidos do que imaginei! Hahaha
Faria uma piadinha para quebrar um pouco do clima tenso que estavam passando do embate pelo Log Pose, mas que graças ao traidor do bando rival, estava um pouco mais ameno para o Reino.


Metza arregalaria os olhos e fitaria Raksha por instantes caso o tigre de três metros de altura adentrasse o local onde a aposta de Karthus estava ocorrendo. Metza aguardaria uma explicação e apresentação de Bijin do seu amigo gigante felino e, caso não houvesse, ela perguntaria para a moça de cabelos coloridos:
- Ei, quem é esse tigrão?




Historico:
 

Mermaid´s Calling Song:
 

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Última edição por Metza em Qua 25 Abr 2018, 16:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptyDom 22 Abr 2018, 01:36


 O frio ainda estava forte, mas pelo menos eu tinha um agasalho que tinha retirado dos fracos homens que tentaram me enfrentar, também já me sentia aquecida por causa da roupa, mas agora que toda agitação tinha acabado só tinha as roupas para confiar. Importante lembrar que havia pego casacos para todo o grupo.

  Chegando no barco vi uns invasores correndo do barco, eram três e eles não pareciam bem, na verdade pareciam estar feridos, foi quando percebi que Lúcios e Sam estava no deck do navio expulsando aqueles intrusos e comecei a ver o homem pálido com outros olhos, antes ele havia apanhado muito, chegou a desmaiar e agora colocou uns caras para correr, além disso ele estava do lado da Sam. Será que ela já aprovava ele como amigo?

  - Sam! Lúcios!? – Exclamei chamando meus amigos. - Como vocês estão. Consegui uns casacos para nós. – Peguei dois deles e joguei para meus parceiros, pois até onde sabia todos nós estávamos desprovidos de roupara para o inverno. - Sei que não são bonitos. (ganhei na aventura anterior, os casacos são todos da cor azul.) Mas o importante é manter o corpo quente, certo? – Sentia falta do caolho e do velho que estavam esperando para pegar carona conosco, também perceberia que o ambiente estava calmo, será que a aposta já estava vencida? - Lúcius, você venceu aquela aposta maluca?


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  Recebendo a resposta ou não me lembraria do amigo da Layla, o felino de três metros, Rakasha, ele vinha meio que se arrastando da última surra que levou e eu realmente não poderia fazer muita coisa por ele, e até onde sabia nem Helena, mas havia uma pessoa que poderia ajudar segundo o próprio felino me disse, esse era o fraco regente do farol Karthus.

  - Sam! Lúcius! – Chamaria a atenção deles para mim. - O mink é um amigo de uma amiga minha, por acaso estão com o navio aqui no farol e meio que apanharam e precisam de um médico, pelo que disseram Karthus é um medico, sabe onde ele está?

  Entraria na parte interna do barco, se meus companheiros me falassem que a aposta ainda estava ocorrendo meu humor ficaria azedo, não suportava o desequilíbrio mental daquele patético regente do farol, que além de não cuidar do seu "reino" ainda quer ficar apostando o barco dos outros. A questão era se ele era forte o suficiente para ser arrogante desse jeito e eu estava a ponto de testar seu nariz com meu martelo. Entretanto havia Metza.

  Por toda a minha vida achei que não gostaria de pessoas novamente depois de ter sofrido abusos do meu pai durante minha infância, entretanto a pouco ela havia se declarado para mim e eu realmente gostava dela. Não via outra pessoa ocupando a minha cama que não fosse ela. E justamente ela resolveu entrar nesse esquema de aposta e por isso ainda não havia matado Karthus até esse momento.

  Se percebesse que Metza estava tocando seu instrumento não iria interromper, nas verdade iria apreciar, era a primeira vez que via ela tocando o violino e isso me surpreendia, não sabia que ela possuía tal talento, ela me surpreendia ainda apesar de já estarmos algum tempo juntos. Entretanto como poderia ficar apenas passiva, tiraria mais dois dos cinco casacos que havia conseguido, jogava um para Levi e iria até a Metza com um rostinho apaixonado para dar a ela o novo casaco, como eram todos azuis pareceríamos até uniformizados, mas isso era provisório, precisava conseguir roupas melhores.


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 - Olá Monarca! - Falaria rindo enquanto passava o novo casaco. - Este mink aqui se chama de Raksha Ragnarson, ele é amigo da Layla de Conomi, ela esta aqui no farol. Ele gostaria de uma audiência com você e falar com Karthus.

  Falaria rindo, mas era imperativo saber que se a ideia era fundar um Reino, ser a cabeça desse reino tinha que ser uma pessoa de autoridade e respeito, queria ver como Metza se comportaria, ainda não tivemos tempo para falar de sobre o Reino que ela tanto queria fundar, desde que ela pronunciou a ideia em Louguetown ainda não tínhamos feito uma pausa para conversar.

  - Katarus! É assim que se chama né? - Falaria sarcasticamente olhando com pena para o regente local. - Enquanto você estava brincando de apostar aqui, três navios invadiram seu precioso local. Para sua sorte eles confrontaram com um bando que parecia te conhecer, três navios foram naufragados, muitas mortes e muitos feridos. Este lindo mink veio pedir ajuda pelos feridos. Eu mesma tive que brandar meu martelo para manter esses intrusos no lugar deles, o chão. Acho que você me deve um favor, pois seu farol continua de pé dar esse log pose seria o mínimo, mas isso vamos ganhar com a aposta, certo?

  Então olharia para o jogo de aposta e tentaria entender que porcaria de jogo era aquele. Mas de fato não sabia as regras e não tinha como ajudar Levi nas apostas, entretanto olhei no fundo dos olhos cara que aparentemente jogava com Levi e sorri carinhosamente para ele e então minha feição foi se transformando.


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  - Vejo que você esta muito bem nesse jogo. - Agora meu rosto estava extremamente sério e cada palavra que dizia vinha da mais profunda sinceridade do meu coração. - Se você ganhar esse jogo eu, Buki Bijin, conhecida com a Louca, que matou seus próprios pais, que deitou mais de quarenta adversários em uma só batalha, exatamente essa, vou te matar, mas será tão lentamente, tão angustiante que vai desejar a morte muitas e muitas vezes. - Então começava a sorrir e inclinava a cabeça e com olhos bem abertos me aproximaria do rosto dele. - Entretanto se desistir da aposta nesse momento posso considerar que você esta colaborando com o Reino e a misericórdia da Monarca Metza pode alcançar você antes de mim. O que acha da minha proposta?

  Me sentaria do lado de Kravian e esperaria a reação dele, se ele tivesse um pingo de percepção ele saberia que eu realmente não me importava com Karthus estar ali ou não e como já havia dito ao Karthus antes, mesmo que percamos a aposta eu mataria o outro lado e quando disse aquilo, não estava brincando.
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySeg 23 Abr 2018, 12:33

Karthus desafia o Reino

MIAU!

Esqueço que quando a Bijin está envolvida, tudo sai às avessas. Prontíssima para a batalha, eu esperava alguma reação ofensiva dos invasores, todavia como já estavam machucados e com medo, por conta da batalha que vieram, nem pude começar a contar e eles já se mandaram, fugindo como presas quando percebem a aproximação de predadores.

- Mas já? Eu não pude nem sequer dar à eles um pouco de diversão! Por isso que digo, homem nenhum aguenta mais que cinco minutos! - bradaria indignada, pisando com força no chão, olharia para Lucius e fecharia a cara, meu bom-humor foi embora, junto dos invasores.

Entrentanto antes que eu entrasse para o convés, percebo a aproximação de mais pessoas do barco, volto a ficar animada, será que os ratinhos estavam trazendo reforços? Começo a pensar nos diversos homens que podiam estar vindo lutar pela posse do Castelo, seria um festival de ovos se quebrando! Corro para ver quantos estavam vindo, mas o que vi foi bem pior... Bijin estava voltando para o barco, trazendo um ser com ela.

Sinto meu rosto corar, um mink enorme, carregando uma lança, coberto com uma fina camada de neve, devido as condições climáticas, engulo minha saliva em seco, sinto um aperto vindo da direção do peito, ele era tão grande e imponente, fico boquiaberta, respirando com dificuldade.

 - Sam! Lúcios!? - Exclamava Bijin, animada por nos ver depois desse tempo em que ela estava por aí - Como vocês estão. Consegui uns casacos para nós. - Continuava falando a garota peculiar, enquanto eu permanecia calada e envergonhada, apenas peguei o casaco e o vesti, sem olhar diretamente para o mink que ali se fazia presente, murmurei para a minha amiga algumas palavras - A-A Metza estava preocupada com você, Bijin, estamos todos bem, o resto do pessoal está lá embaixo com Karthus, íamos buscá-la, mas pelo visto você foi mais rápida e trouxe um amigo-o... - responderia então as duvidas da jovem bárbara, que certamente correria para ver a Metza.

Gaguejaria quando me referi ao tigre, certamente era ele que me fez agir desse modo, Bijin não causa esse tipo de sentimentos em mim, e eu queria saber a razão de eu me sentir assim, o que aquele tigre fez comigo, antes que seguissemos para dentro do convés, tentaria me apresentar a ele, sem parecer tão boba.

- Sou Samantha, mas pode me chamar de Sam... - mais vermelha que um pimentão, continuaria - Como você se chama, senhor?

O QUE EU ESTOU FAZENDO? Nunca falei assim com nenhum homem! Eles não merecem esse tipo de tratamento, porém não conseguia me controlar, estava agindo por impulso e eu estava irritada por isso, não posso deixar meus desejos e emoções controlarem minhas ações, olha a vergonha que estou passando. Olharia para Bijin e para Lucius, será que eles haviam percebido? Começaria a fazer como uma tartaruga, me esconder dentro de um lugar seguro, no caso o casaco, totalmente sem jeito, ouviria a reposta do mink e andaria apressada para dentro, onde todos estão.

- Bijin chegou e trouxe visita, Metza! - diria abafada para minha monarca, enquanto entrava novamente no ambiente das apostas, que claramente Levi não havia ganho ainda, uma demonstração simples e cem por cento efetiva de quanto os homens prestam.

Em seguida, ficaria do lado da Metza, um pouco atrás dela, receosa e preocupada por estar pela primeira vez envergonhada por conta de um homem. Ficaria tentanto manter meu olhar para o chão, me distrair com o jogo, mas principalmente, ficar calada! Não podia mostrar meu nervosismo, gaguejando ou perdendo a noção do que digo. Começaria a respirar fundo e me concentrar, voltar a mim, não posso deixar qualquer tigre gigante abalar minha segurança!

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySeg 23 Abr 2018, 16:41



NARRAÇÃO

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Apostas e mais Apostas


O jogo então começou. O jovem gatuno provindo da renomada família Flamel, regente de uma das ilhas da Grand Line, apostou todas suas fichas, de maneira arriscada, tendo objetivo em manipular a confiança de seu adversário. Kravian, que demonstrou estar surpreso, havia apostado em dois números, sendo um desses o certo, o que acarretou em uma perda mínima de fichas pelo ruivo, ao contrário do pálido rapaz do Reino, que perdeu algumas fichas.

— AAAEEEEEE! — comemorou o ruivo.

Aleister, por sua vez, ao avistar que havia se arriscado o bastante para perder treze fichas de uma só vez, estava receoso com o futuro. Por mais que tentasse ficar calmo, o rapaz temia pelo que seguiria a partir dali. Suando mais que o normal e, além disso, tencionando de maneira inata seus músculos faciais, o rapaz tentou manter-se calmo para o seu adversário naquela que seria a próxima rodada.

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— B-Boa jogada... — afirmou — Droga, eu perdi treze fichas... Calma Levi, muita calma, está tudo sob controle. Está tudo dentro dos conformes! — mentalizou.

Continuando, a rodada do adversário prosseguiu e, aproveitando-se da ajuda que Metza havia proporcionado, Aleister apostou e, por incrível que parecesse, naquele cenário surreal, o rapaz acertou a aposta. Cinco fichas iam para o ruivo inimigo. Para o Reino, voltavam dezenove fichas, o que deixava o gatuno deveras aliviado. O misto de sentimentos acerca daquele ocorrido o faziam delirar ao acreditar que aquele futuro utópico de vitória poderia se realizar.

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— E-Eu acertei! — comentou.

Tentando acreditar no que havia acontecido ali, Aleister ainda estava extasiado com o fim da primeira rodada, porém, o jogo ainda continuaria, então rapaz tinha que se recompor. Antes que o rapaz pudesse prosseguir, o rapaz pode ouvir a respiração da sua capitã se aproximando de seu pescoço, o que lhe deixou leve, por assim dizer, as palavras saíam de sua boca como um convite para o mais belo passeio amoroso.

— Tome cuidado para não acertar sempre a bolinha que Kravian colocou para ele não desconfiar. Se a aposta for baixa, pode até perder de propósito para não dar bandeira. Vamos acabar com eles! — comentou ela.

Sem jeito, Aleister apenas ouviu o que ela tinha para dizer e, como resposta o rapaz se mostrou um tanto quanto acanhado com a proximidade da loira naquele momento. Corando parcialmente as maçãs de seu rosto, o pálido rapaz não era mais pálido. Com sua mão direita o rapaz acenou que estava tudo bem, ao mesmo tempo que tampava seu rosto para a garota.

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— Pode deixar, capitã... — comentou o rapaz.

Prosseguindo com o jogo, Aleister tentava se manter sério e concentrado, porém o que já estava estranho, naquele momento havia ficado mais ainda. Ali dentro chegavam Bijin e um estranho ser monstruoso que parecia ser... um tigre. A louco não titubeou e partiu logo para cima do ruivo chamado Kravian. Aleister logo ficou desconcertado com as palavras da garota, que naquele instante, parecia um pouco intimidante.

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— Essa garota é louca... — pensou.

Voltando ao jogo, Levi então pegaria a bolinha e começaria a pensar no que faria a seguir. Continuar jogando como o personagem ou dar o “turnover”, eis a questão. A cabeça do rapaz não doía mais, talvez por ele não estar lembrando coisas de seu passado, mas agora o foco do gatuno era totalmente aquele jogo. Brincando com o pequeno objeto esférico, passando-o entre seus dedos da mão direita, Aleister pensaria no que faria a seguir.

— Muito bem, vamos lá! — falaria.

Colocando a bola no espaço onde estava o número dois, o rapaz tentaria manter-se dentro do planejado. Com jogadas óbvias, o rapaz tentaria ludibriar a confiança do ruivo. Com sua mão esquerda, o rapaz apoiaria seu queixo e, pensando em voz alta, tentaria afundar cada vez mais Kravian em seu jogo de manipulação.

— Não sei em que número apostar... Não conheço esse jogo, mas pelo que ele jogou, essa jogada parece ser a melhor. Em time que tá se ganhando, não se mexe! — pensaria em um tom de voz elevado.

Pegando as fichas restantes, Aleister separaria todas em quatro grupos de oito fichas, restando apenas duas que o rapaz não apostaria. Com os grupos feitos, o gatuno apostaria em todos os números, como antes, repetindo sua jogada. Primeiro, com sua mão esquerda colocaria as fichas nos números da esquerda do tabuleiro, e em seguida, com sua mão direita, colocaria o restante nos demais números.

— Minha aposta está feita, senhor... — afirmaria.

Passada sua vez, acertando ou não, a aposta poderia mudar de risco com uma derrota, ou ficar mais “tranquila” com uma vitória. Esperando a resolução daquela parte da jogada, agora o rapaz pensaria o que fazer. Se a aposta fosse mais uma vez pequena e não causasse riscos as fichas totais, o rapaz ignoraria o sinal dado externamente e erraria de propósito, apostando em um número não indicado pelo garçom. Porém, se a aposta fosse alta e se, errando o jogo tendesse ao fim, não podia arriscar, não apostaria todas as fichas em um só número, ao invés disso o rapaz dividiria o total indicado para dois números em que incluísse um o certo.

— Acho que será isso... — falaria Levi.

Prosseguindo dentro dos conformes, a vez seria novamente de Aleister. Dessa maneira, o rapaz, caso estivesse com mais fichas que o ruivo, o que seria um sinal de sua tática correndo bem, ele se prepararia para o “turnover” onde ele arriscaria tudo ou nada. Pegando a bolinha, ele novamente brincaria com a mesma usando sua mão direita, enquanto iria pensar. Pegando as fichas, tendo mais, ele tentaria finalizar o jogo ali mesmo.

Colocando a bolinha no número um, o rapaz então olharia para as suas fichas e, tendo mais que o seu oponente, ele apostaria todas as fichas de Kravian de maneira que ainda restasse algumas. As fichas seriam colocadas nos números “2”, “3” e “4”, excluindo o número “1”, que foi onde ele colocou a bolinha. Caso as fichas não pudessem se dividir igualmente, ele colocaria mais fichas no número “2”, ou no “2” e no “3”, porém sempre apostando no “4”.

— Muito bem, senhor, minha aposta está feita... Eu acho... — riria colocando a mão direita em sua nuca.


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Última edição por Alencar em Ter 24 Abr 2018, 13:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptySeg 23 Abr 2018, 17:02

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Como diria minha amiga Sam “não passam de ratos”; assim como chegaram foram embora com o rabo entre as penas, sem precisar qualquer esforço de nossa parte, o que não foi muito legal já que me rendeu o mal humor de Samantha; “Com certeza não vamos mais dar uns amassos” pensaria enquanto desviava o olhar para outra direção.

Após essa pequena confusão e antes que pudéssemos dar o primeiro passo a bela visão daquela moça loira surgia diante de nos; - Estamos bem! Responderia a garota estendendo a mão para apanha o casaco jogado por ela – Meu peito ainda doe, mas nada com o que se preocupar. Colocaria o casado e analisando o mesmo falaria – Não combina com meu terno! Ou o que sobrou dele. Olharia para Bijin sorrindo na tentativa de descontrair – Aquela aposta? Levi ainda está lá dentro com a Capitã e nossos adversários. Responderia a garota.

A Loira então apresentava o Tigre que a acompanhava como sendo um amigo de uma amiga e que estava atrás daquele velho; - Está na cozinha observando a aposta; se quiserem ir lá falar com ele, aquilo está um saco. Falaria demonstrando minha insatisfação em ficar lá sem poder fazer nada.

O Tigre então se apresentará com Raksha Ragnarson. – Prazer Raksha! Chamo-me Lucius. Faria uma breve reverência ao rapaz – Lucius Abadeer! Levantaria o olhar até finalmente encontrar os olhos do tigre – As suas Ordens. Falaria expressando mais uma vez meu estranho sorriso tentando ao máximo parecer simpático.

Bijin e seu companheiro procuravam por Karthus então voltando-me para a moça - Entrem lá! Ficarei aqui para evitar mais ratos. Ao falar isso me abraçaria já vestido no casaco dado por Bijin então cerraria os olhos para tentar focar a vista em qualquer coisa que se movesse em meio à neve. Olharia toda a costa até onde o limite de minha visão permitisse.


Historico:
 

Objetivos:
 

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Hoyu
Olhos de Deus
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 4 EmptyQui 26 Abr 2018, 22:26




Log Pose!


  • Samantha, Lucius, Bijin e Raksha


O encontro dos quatro no convés se tornava algo meio constrangedor, devido ao fato do mink ser um completo estranho para todos ali, até mesmo Bijin, que apesar de ter lutado ao lado dele não o conhecia de verdade. Entretanto, a mais afetada parecia ser Samantha, se sentia-se irritada consigo mesma por se sentir assim perto de um homem. Depois de uma rápida apresentação, como não havia mais motivo para ficarem ali fora no frio, todos, com exceção de Lucius, voltaram para dentro. O homem azul preferiu ficar do lado de fora, no frio silencioso, vigiando. O vento soprava forte, tão frio que quase parecia queimar, e mesmo com o agasalho, ele ainda sentia frio. O céu ia escurecendo, e a vigília da noite começava.

  • Samantha, Lucius, Bijin, Raksha, Metza e Aleister


Do lado de dentro, o jogo ainda continuava, e Metza estava tocando uma bela canção para chamar a atenção dos seus adversários. Ver Bijin voltando aqueceu o coração da garota, mas sua honra como artista e seu objetivo a impediram de interromper a música, mas assim que a mesma acabou a jovem se levantou e foi em direção à sua companheira. Mais empolgada estava Bijin, que via pela primeira vez sua capitã tocando, e se alegrava em vê-la depois de tão árdua batalha. Metza ficava intrigada com o mink que havia entrado junto dos outros, mas logo a barbara o apresentou para em seguida cuspir algumas provocações contra Don Karthus. - Você acabou de falar meu nome certo para sua capitã e acha que eu acredito que teve amnesia? - Entretanto, Karthus não estava nem um pouco irritado com isso, parecia até mesmo achar graça.

- Você lutaram contra eles porque quiseram, não devo nada a vocês. E não é como se eles fossem somente me ameaçar. Ser quiserem o log pose, que vençam a aposta. - Respondeu ele, mas sem muita animação. Mas Bijin não havia acabado, e se virou para Kravian com uma expressão ameaçadora; entretanto, ela mal havia acabado a frase, falando sobre ter matado seus pais, quando Karthus se levantou e se colocou entre os dois. - Se isso que você estiver fazendo é uma ameaça, é melhor nem se dar ao trabalho. Não permitirei que vocês quebrem o acordo, muito menos que atrapalhem o jogo com táticas baratas como a ameaça, que só servem àqueles que não tem confiança nas próprias habilidades. - Aquele Karthus não parecia o mesmo Karthus que haviam visto antes. O velhinho despreocupado e zombeteiro deu lugar à uma figura imponente, com uma aura ameaçadora, e que impunha respeito com suas palavras. Foi naquele momento que foi possível perceber que aquele homem era muito mais forte do que aparentava.

Logo em seguida, Raksha falou com Karthus, e repentinamente a tensão no ar e aura intimidadora sumiram. - Smile? Acho que quis dizer Mille Kelig. Ele é um supernova que havia desaparecido por um tempo mas voltou a pouco tempo no novo mundo desafiando um yonkou. Ai, para afirmar sua força, ele mandou os oficiais mais fracos para o paradise causar o caos. - Aproveitando a oportunidade, ele fez um pedido ao homem. - Tudo bem, tudo bem, depois eu dou uma olhada neles, mas primeiro tenho que terminar isso aqui. - Por ultimo, o mink perguntou sobre sua companheira. - Ela não está muito bem. A hipotermia dela era grave, e creio que ela vai ter que ficar um tempo de repouso antes de poder viajar novamente.

As pendencias tratadas, Karthus voltou-se novamente para o jogo. - Vamos terminar isso logo. - E Kravian assentiu. Era a vez Aleister jogar, e com um murmúrio, ele fez uma aposta quase tão alta como sua última. - Jogando perigosamente, hein? - E, dessa vez sem o nervosismo de antes, o homem jogou 4 fichas no número 2 e 28 fichas no número 4. Era uma divisão bem assustadora, e quando a bolinha revelou-se no 2, ele não pareceu ficar triste. - Pena, se eu tivesse jogado ao contrário, teria recebido bem mais. - Ele parecia conseguir ler Aleister como um livro, e sabia que a bolinha estava em um daqueles dois, e só escolhei levemente errado. Com a redistribuição das fichas, o Reino ficou com 42, enquanto Kravian ficou com 38, miseras 4 fichas atrás, mas ele sorria como nunca.

- Minha vez! - Ele colocou a bolinha no tabuleiro e colocou todas as 38 fichas na mesa. - Aposto 19 fichas no 2 e no 3. - Todas as fichas foram realocadas no tabuleiro, e aquela era uma jogada perigosa; Aleister precisaria pensar bem no que jogar. Discretamente, o homem vestido de garçom tossiu duas vezes, pois provavelmente não queria repetir o sinal para que não fosse descoberto, mas a mensagem era clara. Desse modo, o Flamel votou igual à Kravian, nos números 2 e 3; uma jogada defensiva para não se arriscar. O grupo estava confiante que aquela seria uma rodada ser nenhum ganho nem perda para os dois lados... Até que a bolinha foi liberada e rolou para o quarto quadrante. Um momento de silencio percorreu o ambiente, em que era difícil entender o que havia acontecido, até que Karthus deu uma sonora gargalhada. - Você nunca me decepciona! - E, assim, pegou as 76 fichas no tabuleiro.

O jogo havia acabado, e apesar da vitória do Reino, eles haviam ficado somente com 4 fichas. - Perdão por usar vocês, mas Jacques estava atuando o tempo todo, e trabalhando sob minhas ordens. Eu que estava sinalizando por baixo da cadeira que numero ele deveria vazar, ainda mais que, como Krathus havia dito, não tinha como ver onde a bolinha ia cair se não olhasse bem de cima. - Kravian sorria, enquanto Karthus revirava a bolsa atrás da parte dele do trato. - Poderíamos ter terminado isso e ganhado quando estávamos com mais fichas, mas não somos tão maus assim a ponto de travar vocês aqui, então preferi dar um pouco de fichas na penultima aposta para vocês ficarem com mais. Considerem isso como se tivessem me pagado para perder de proposito. - Kravian piscou para a capitã, com um sorriso galanteador. Apesar de terem conseguido a bussola, dos 4.000.000 apostados, somos 400.000 voltaram para eles com a troca de fichas de Karthus fazia novamente por dinheiro.

- Como sou um homem de palavra, aqui está o que prometi. - Karthus tirou da bolsa que carregava uma bussola de vidro com uma pulseira de madeira e a entregou para Metza. A agulha girou e parou em uma direção. - Agora vou indo, que preciso tratar aqueles vagabundos lá fora. - Ele dizia, se referindo ao pedido de Raksha. - Alias, se você quiser ir lá no farol ver como Lily está, fique a vontade. Só não quebre nem toque em nada. - Em seguida, saiu.



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