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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptySex 16 Mar 2018, 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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Alê
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptyQua 04 Abr 2018, 11:56



O REINO

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Apostando o Futuro!


A rodada de apostas não podia ter começado pior, para os demais. O rival de desafio havia conseguido acertar o número que Aleister havia apostado e aparentava estar cheio de si com aquele fato.

— HAHAHAHAHA! Eu não estou acreditando nisso! Isso é o melhor que você consegue fazer, garoto? — questionou o homem em meio a risadas, própria e de seus amigos.

— Droga! — bradou o gatuno, vendo que tinha perdido.

— Sei que eu não precisava fazer isso, mas deixa eu te dar uma dica que você não tenha percebido ainda, garoto. Além da sua "mentira" ter sido óbvia, você simplesmente fez uma jogada impossível para eu perder. Mesmo se a bolinha não estivesse no número 4, nos dois teríamos perdido, e as fichas teriam ido para a mesa, que, surpresa ou não, é Karthus. Mesmo se eu tivesse apostado errado, você também teria errado, e as fichas seriam nossas. Uma situação onde não há perda!

As palavras de Kravian realmente eram verdadeiras, aquela aposta era realmente óbvia, porém Aleister desejava isso. No fundo, ele pretendia singelamente enganar o adversário para que no fim, a cartada final fosse dada. Em meio a minuciosas pontadas na nuca, Levi lembrava-se de seu passado, principalmente do seu querido tio, que novamente voltava a “vida” em sua memória.

“Levi o mundo é cruel. Muitas vezes você se deparará com situações que não saberá como agir, mas a vida... — falou pegando uma bolinha que havia na mesa de jogos — A vida é como um jogo. Você tem que aprender as regras enquanto joga e, se se ainda tiver dúvidas de sua capacidade... — falou jogando a mesma na roleta tradicional que havia ali — Apenas faça com que seu adversário tenha certeza disso. No fim você conseguirá vencê-lo aproveitando-se de seu ego, ora, o ser humano é muito fácil manipulado...”

— Minha vez. Eu aposto duas fichas nos quatro números! — afirmou ele enquanto colocou a bolinha.

Naquele momento, o jovem apostador se via no lado de que tinha que acertar. Estando naquela posição, uma ideia crescia em sua mente. Mordendo seu lábio discretamente, a informação surgia em seu consciente. Estando no outro lado, o rapaz começava a acreditar que o jogo seria decidido no lado de quem apostava primeiramente. Duas fichas eram colocadas nos quatro números, então era óbvio que, mesmo sem entender bem de jogos ou lógica, perder seria mais fácil do que vencer. As oito fichas tinham de ser apostadas em apenas dois números... Metade das chances para ganhar. Essa era a pressão que Kravian almejava causar no jovem Flamel.

— Você me pegou! Realmente não sei o que fazer! — afirmou o jovem rapaz.

Mesmo que pensassem que era mentira, o que Aleister havia digo era uma verdade interior sua. Em sua mente, a dúvida reinava de maneira magistral e a decisão naquele instante ganhava um peso inimaginável. A sobrevivência ali dependia da sorte, ou da capacidade de manipular o adversário. Mantendo sua ideia inicial, ele não podia deixar escapar as pontas do tapete que pretendia puxar futuramente.

— Eu aposto as oito fichas no número quatro! — afirmaria, colocando as fichas no número indicado no tabuleiro.

Na possibilidade de vencer, o garoto não se seguraria e comemoraria, em um conflito de descrição e exagero. Realmente seria algo interessante. Porém, se perdesse, apenas ficaria triste, mas não desanimado. A sua determinação em vencer seria maior que a de um leão em busca de sua presa.

— Você é bom! Não sou muito bom com jogos... — falaria ele.

Mesmo não sendo uma mentira, agora era o momento de focar, provavelmente seria a vez dele de jogar. Novamente ele teria que tentar transparecer o mais confuso que pudesse, coisa que não seria tão difícil, pois estaria.

— Muito bem! Minha vez, certo? — questionaria.

Nesse momento, o rapaz voltaria a pensar consigo. Em seu pensamento ele não tinha dúvidas que apostaria no número um, porém não poderia transparecer isso. Tentando focar o máximo que pudesse na maneira de pensar, exageradamente tentaria deixar escapar seu pensamento de maneira que Kravian pudesse entender o que ele faria, mesmo sendo óbvia sua jogada.

— Eu aposto duas fichas no número 3 e duas fichas no número 1! — informou após colocar a bolinha no número 1, colocando as fichas nos determinados números.

Caso o adversário acertasse novamente, Levi não ficaria surpreso, muito pelo contrário. Cerrando seu punho, ele não estaria enraivado, mesmo que parecesse, e sim estava interessado por seu adversário estar fazendo o que ele pensava ser o melhor para conseguir a vitória. Certamente na mente dele, o jovem gatuno era apenas um garoto burro que não sabia as regras — e isso não era mentira — porém, a hora para o puxão de tapete se aproximava, então Aleister não poderia deixar-se levar pelo momento. Em qualquer provocação, o rapaz, com um largo sorriso sem jeito, tentaria manter o papel, disfarçando-se visualmente de um jovem apostador perdido.

— Acho que selecionaram a pessoa errada... — virando-se para sua tripulação, o rapaz olharia para cada um rapidamente.

Seu olhar não era de medo, não estava amedrontado, ele buscava que ambos notassem que, mesmo ali, aparentando estar perdendo — o que também não seria mentira — ele estava com tudo sob controle, aparentemente, ou pelo menos tentava demonstrar isso para seus aliados, apenas eles. Voltando-se para o inimigo de vestes engraçadas, o rapaz ouviria atentamente suas apostas.

Se, adiante, viesse uma aposta similar onde o homem apostasse em todos os números, Ale, apostando em dois números, optaria por números alternados, se possível (1 e 3, 2 e 4). No entanto, e a aposta fosse em apenas três números, ele buscaria apostar em dois números alternados, se possível, priorizando o número 1. Nessa possibilidade, não sendo possível optar pela alternância, ele escolheria o número mais distante do menor que seria possível apostar (se fosse possível apostar no 1, o próximo seria o último número, 4, 3 e 2, nessa sequência de escolha; se o adversário não apostasse no 1, ele mudaria para o seguinte e escolheria da mesma maneira, sempre apostando nos números que o adversário apostasse).

Não acertando o número, o rapazote coçaria sua cabeça e, com um sorriso envergonhado demonstraria que estava perdido, o que tinha um pouco de verdade, já que desde que saiu de sua ilha natal, a vida era um completo mar de confusão.

— Acho que você me enganou direitinho! — cerrando o punho, o rapaz socaria sua perna, que estava servindo de apoio enquanto permanecia sentado ali.

Todavia, se o homem tivesse apostado em um número, ou mais, e o escolhido não tivesse sido o número das apostas, o rapaz ficaria perplexo, porém a reação seria de riso, ao contrário de bravo.

— Parece que você não sabe jogar assim como eu! — bradaria, mesmo sabendo que havia sido uma jogada astuta.

Se o adversário apostasse em dois ou em apenas um número, eu o seguiria e, caso acertasse ou errasse, as reações seriam similares as anteriores, porém em seu interior, Aleister não aguentava mais aquele jogo dos infernos, mas tentaria transparecer isso ao mínimo, se possível até nada.

Acabada a fase de testes, ou treino, o herdeiro dos Flamel voltar-se-ia para o velho e solicitaria mais fichar para completar as que havia perdido. Se tivesse menos fichas que seu adversário, o rapaz optaria por igualas o número de fichas para que a aposta voltasse ao equilíbrio inicial.

— Acho mais justo que eu fique com o mesmo número de fichas, certo? Então quero X fichas! Se ficares com mais, é sujeira! — afirmaria em meio a um abismo de dúvidas.

Uma vez recebida as fichas, as contaria e, o mais calmo que pudesse estar naquele momento, tentaria olhar para seus adversários. Seu familiar Cornelius havia falado naquele mesmo dia que, o olhar de alegria de um inimigo é perfeito, perfeito para ser trocado para um olhar de nervosismo. Vendo aquela possível cena, Aleister agora entendia o que ele havia dito naquela época.

— Como é minha vez, vamos lá... — falou ele colocando a sua mão direita sobre as fichas e a esquerda coçando sua nuca.

Novamente pensando, o rapaz discutia consigo mesmo sobre entre os números um e dois. Propositalmente, ele tentaria falar de maneira que seu adversário pudesse ouvir. Em suas palavras, ele lembraria do fato passado e da jogada de seu adversário, principalmente quando o mesmo jogou nos quatro números.

— Eu aposto... — falaria colocando a bola no número 4 — Sete fichas em todos os números!

Alencar:
 
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptySex 06 Abr 2018, 21:32

 



Apostas e seduções!


  • Todos


O plano de Metza e Samantha parecia não estar dando certo, pois nenhum dos três deu bola para elas, e seguiram concentrados no jogo. Kravian havia feito sua aposta, e agora era a vez de Aleister. Com aposta nos quatro quadrantes, o jovem tinha exatamente 50% de chance de acertar, o que não era muito animador. Pensando um bocado, após um comentário por parte do Flamel, ele fez sua aposta. Ao ver o que ele havia feito, Kravian ficou em choque, sem conseguir entender. - Pera, que? - 8 fichas haviam sido postas no número quatro, e, ao apertar o botão, a bolinha caiu... No número três. Kravian começou a rir imediatamente. - NÃO TÔ ACREDITANDO NISSO! - Ele disse, gargalhando. - Você tinha 50% de chance de acertar, mas mesmo assim apostou tudo em um e reduziu suas chances para 25%! Ah não, cara.

Mais do que achando graça, o homem estava em choque em como Aleister fazia jogadas vivamente desvantajosas, para não dizer outra coisa. - Garoto, se você está tentando me enganar para que eu pense que você não sabe jogar nada, está fazendo isso muito bem. - Enquanto a rodada acontecia, Samantha tentava mais uma vez ganhar a atenção dos rapazes, mas mesmo usando tudo de si nenhum dos três nem ao menos desviaram o olhar para ela. Percebendo que falhara de novo a garota bateu com o pé no chão, irritada, e seguiu para junto de Metza. A rainha estava bem ciente das tentativas frustradas de chamar atenção de sua companheira, e assim que ela se aproximou, a violinista roubou um beijo da mesma. Foi um movimento tão repentino que chamou a atenção de todos na sala, inclusive dos três desafiantes. Kravian e o cowboy logo desviaram o olhar, mas o homem vestido de garçom não, e estava claro que ele parecia ter caído na armadilha.

Era a vez de Aleister ser o negociante, e após posicionar a bolinha, o jovem fez sua aposta. Kravian ficou parado por alguns instantes, mas logo em seguida fez a mesma aposta que Aleister: duas fichas no três e duas no um. A bolinha foi revelada e ambos acertaram a aposta, e como apostaram o mesmo, ninguém ganhou nem perdeu nada. - Minha vez de novo. - Murmurou Kravian com um sorriso no rosto. - Última rodada de teste. - A bolinha foi posta na roleta. Das 40 fichas iniciais, Aleister tinha perdido 8, o que deixava ele com 32, enquanto .Kravian estava com 48. - Aposto 16 fichas no 3 e 16 fichas no 4. - 32 fichas foram postas no tabuleiro em grandes pilhas, enquanto o pirata sorria. - Sua vez de apostar.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptyDom 08 Abr 2018, 03:24





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 05






- Garoto, se você está tentando me enganar para que eu pense que você não sabe jogar nada, está fazendo isso muito bem.
*Hmmm curioso... significa então que Kravian considera a possibilidade assim como eu de Levi estar tentando enganar ele, mas não necessariamente que ele acredita nesta possibilidade...*
Metza semicerrava naturalmente os olhos enquanto sua testa franzia acompanhando seu raciocínio com base nas palavras do pirata jogador abusado. Ele aparentava realmente com sua risada bizarra estar comemorando vitória antecipada e ter dito aquilo não só para provocar o seu adversário como também deixando escapar uma empolgação ansiosa.
De fato Metza acreditava também que Levi estava fazendo jogadas ruins de propósito para estudar o adversário e, no fundo de seu coração, ela torcia muito para que esta fosse sua intenção. Perder essa aposta e consequentemente o navio e o Log Pose estava anos-luz de distância de ser uma opção para o Reino.


*Isso! Hahahaha. Beijei a gata da Sam e ainda de quebra distraí os caras mesmo que por pouco tempo... hahaha. Pena que o tonto do Levi também se distraiu e eu não queria isso...*
A Monarca Descalça não fazia a mínima ideia da influência do homem vestido de garçon perante os demais membros do bando rival, e ele não estava participando ativamente do jogo. Entretanto era uma carta nova na manga da bela e sapeca manipuladora do Reino.
O jogo doido do Karthus estava ainda na fase de testes. Não convinha portanto que Metza apelasse de sua atuação e sedução para que Kravian cuspisse suas jogadas de mão beijada para Levi. Era esse o objetivo simples de Metza... que ele entregasse para ela onde ele colocava as bolinhas como negociante. Esse objetivo seria atingido com base numa simples premissa:
*Quem está apaixonado não consegue pensar direito...*


No meio dessa tensão toda, Metza também estava preocupada com Bijin. Sua amiga doidinha estava sumida e não havia dito para ninguém onde havia ido. Metza sabia bem que aquela bela garota era uma bomba relógio, mas não contava que ela fosse explodir tão rápido... e nem poderia demonstrar tais sentimentos de decepção para os outros do bando. Ah! Saber atuar estava vindo muito a calhar nesta hora...
- Sam, precisamos encontrar a Bijin e trazer ela de volta. Além do mais, precisamos ver se o Karthus tem suprimentos médicos consigo ou em seu "palácio" chamado farol... vá com Lucius e mais alguém para essas tarefas enquanto ajudo Levi neste jogo dos diabos e assim você esfria um pouco a cabeça.
A capitã murmuraria no ouvido de Samantha alterando seu tom de voz de uma forma irônica ao dizer a palavra "palácio" e com uma certa distância para não provocá-la, já que ela estaria exalando feromonios e encarando o garçon pirata com um olhar tão provocante quanto seu sorriso. Tais provocações pareciam duas bazucas atirando ao mesmo tempo que tinham endereço com capacidade para derrubar um tanque de guerra e eles não eram para sua amiga.


E agora começava o SEU próprio jogo!
Metza já se sentia melhor dos danos da hipotermia com a temperatura quentinha que fazia naquele quarto e já não andava mais com dificuldade. O único problema físico mesmo com a loira era seu peito que ainda doía demais. Sam precisava obter com Karthus alguns curativos e analgésicos para o bando... não adiantava nada ter uma médica sensacional como a Helena ali do lado se ela não tinha instrumentos para trabalhar.
Com dores, mas já conseguindo andar sem fraqueza ou tontura, Metza caminharia naturalmente e vagarosamente como uma modelo na passarela mas sem esforço para tal em direção ao garçon petrificado. Utilizando de um olhar sexy fuzilador, Metza simplesmente se inclinaria em direção ao ouvido do rapaz e murmuraria, deixando propositalmente uma das mexas de seu cabelo tocarem levemente o rosto do rapaz para ampliar ainda mais o seu poder de sedução:
- Eu vi que você gostou danadinho! Se o Kravian perder eu juro que deixo você navegar conosco e irá ver esta cena vaaaaaaaaarias vezes mais... rsrs
Ela diria com sua voz doce e encantandora tais palavras para prolongar ainda mais o rapaz sob seu "feitiço charmoso".
Por fim, ela voltaria e buscaria a cadeira que estava sentada antes para colocá-la mais próxima de Aleister e acompanhar o jogo de perto com um sorriso sarcástico em sua face:
- Vou acompanhar mais de perto... posso dar palpites para meu parceiro... não posso?
Agora a garota se dirigiria à Karthus desviando levemente seu pescoço para sua direção, aguardando uma resposta. Caso fosse negativa, ela torceria o nariz e cruzaria os braços como uma criança mimadinha, mas ainda sim como uma criançinha mimadinha que encantaria o pirata garçon:
- Tá bom então... vou só assistir... humpf!


Se Kravian ou o cowboy de batom verde impedissem Metza de se aproximar de seu parceiro ela tomaria uma atitude diferente, não forçando tal provocação, apenas dando uma piscadinha e buscando sua cadeira como citado acima.
Ela então faria uma provocação semelhante à anterior, porém disfarçada em uma letra de música utilizando de sua técnica Mermaid´s Song, enquanto encarava o rapaz com o mesmo sorriso e olhares utilizados após o beijo na pirata ruiva, e a música possuiría a seguinte letra:
- Era uma vez, um menino danadinho!
- Vestia roupas de garçon e era muito bonitinho!
- Porém ele gostava de ver beijinhos...
- Almejava vê-los todos os dias...
- E porquê não?
- Só porque ele era um pirata danadinho!
- Que preferia ajudar um pirata bonitinho!
- Ao invés de ajudar si próprio a ver beijinhos...





Historico:
 

Mermaid´s Song:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptyDom 08 Abr 2018, 11:47

Karthus desafia o Reino

Quantas reviravoltas um dia pode dar?

Decepções, beijos e missões, realmente a vida de pirata tem suas emoções, altos e baixos, safadezas e compromissos, pois mesmo depois de ter ficado enfurecida com a minha derrota na arte da distração. Geralmente consigo o que desejo, principalmente quando se trata de homens... Seria o frio? Que impossibilita eles pensarem em gastar energias com outras coisas? Bem, não perderia mais meu tempo tentando atrair quem não gosta de pêssego.

Quando me aproximo de minha monarca, totalmente cabisbaixa e com o rosto expressando os sentimentos mais revoltantes que já experimentei, já esperava uma frase de consolo para perdedores, algo do gênero "Valeu a tentativa" ou "Você fez seu melhor", todavia recebi um beijo! Foi algo tão repentino que nem tive sequer uma reação, me senti quase que em pânico, não movi sequer um músculo. Depois dessa ação inesperada, olhando ao meu redor percebo as verdadeiras intenções de Mertza, dessa vez chamamos bastante atenção, inclusive de quem não devíamos, vulgo Levi.

- Agradeço pela gentileza, minha monarca... - Diria toda desajeitada, seria isso que falamos para garotas que nos beijam? Não tenho experiência nesse lado da moeda.

Mesmo com a oportunidade perdida, o jogo teve que continuar. Levi ainda apanhando para o capitão que não gosta de pêssego, aquele ali é inteligente, se divertia com a falta de sorte de meu colega de bando, e convenhamos, como deixei isso acontecer? Desde quando os homens tomam as rédeas da situação nesse barco!? Não sei onde estava com minha cabeça. Antes que eu voltasse àquele estado quase catatonico de ficar de braços cruzados sem fazer nada, minha monarca descalça sussurra:

- Sam, precisamos encontrar a Bijin e trazer ela de volta. Além do mais, precisamos ver se o Karthus tem suprimentos médicos consigo ou em seu "palácio" chamado farol... vá com Lucius e mais alguém para essas tarefas enquanto ajudo Levi neste jogo dos diabos e assim você esfria um pouco a cabeça.

É disso que estou falando! Ação! Caça e roubo, mulheres mostrando sua capacidade, apesar de ter que levar certa companhia... Quando Metza cita nosso colega desprovido de melanina, encararia-o como antes, para ele saber que estávamos falando dele. Após receber minhas ordens, confirmaria tudo que ouvi mexendo a cabeça em sinal positivo.

- Pode deixar comigo! - Diria sussurrando para a capitã no mesmo tom em que ela conversava comigo - Volto logo com o solicitado e mais - Responderia, para depois me afastar e ir em direção à saída - Bom, se me dão licença, vou dar uma volta, já que não sou desejada aqui, vou procurar alguém que o faça!

Dando essa desculpa para sair da "sala de jogos" e voltar ao frio, falaria para todos ouvirem, diminuindo as chances de pensarem que vamos aprontar por aí, mesmo que fosse essa a ideia. Para chamar o Lucius comigo, diria antes de voltar ao deque, bem animada e com tom de voz macio e sedutor.

- Vamos lá garoto-à-rigor! Preciso dar uns amassos em alguém para me esquentar aqui fora!

Creio que todas a pistas para ele vir comigo foram dadas, se ele seguisse ou não, pouco me importa, a busca por Bijin é mais importante. Por isso, seguiria pelo deque e desceria do barco, voltando ao reino de frio e vento, andaria rápido em direção aos pescadores, o último lugar onde a garota peculiar foi, poderíamos ter alguma pista para onde ela foi naquele lugar. Apressada e com as mãos escondidas nos bolsos, seguiria o caminho, com um sorriso no rosto.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 15:42

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“Eu realmente espero que isso tudo não passe de um belo blefe, não podemos perder logo agora, logo depois de quase morrermos subindo essa montanha” pensaria ainda parado atrás de Levi, dessa vez com uma expressão seria e preocupada no rosto; eu havia confiado nesse cara que mal conheci e literalmente estou apostando minhas fichas nele.

Uma pequena esperança surgia ao notar que o beijo das moças havia capturado a atenção de nossos oponentes, meus olhos brilhavam verdes ao ver aquela cena, mas a felicidade logo foi embora ao perceber que Levi também se distrairá com aquele beijo. Minha mão subia até meus olhos os cobrindo por um breve momento e seguindo até a testa enquanto tentava me concentrar para diminuir a frustação com nosso amigo.

Ainda parado em meu lugar sentia um arrepio percorrer o corpo ao ver os olhos de Samantha sobre minha pessoa, engoli em seco e logo voltei minha visão para a mesa de jogo, a garota seguia para fora da sala me chamando para ir com ela, um belo sorriso se formava em meu rosto bateria levemente no ombro de Levi me abaixando um pouco para falar – Fique ai jogando meu amigo, vou ali dar uns amassos. Rodopiaria com os braços levantados até chegar atrás de Kraven – Parece que vocês perderam. Daria novamente duas tapinhas no ombro dele como havia feito em Levi, porém ao levantar minhas mãos tentaria usar de minha furtividade e minhas habilidades como batedor de carteira junto de minha velocidade para tentar remover os óculos de Kravian e guarda-los dentro da minha roupa sem que ele percebesse depois seguiria para sair da sala – Estou indo Samantha Swan! Caso ele percebessem que eu havia pegado os óculos e falasse algo eu pegaria o objeto em minha roupa e jogaria para eles – Deve ter se prendido em mim. Falaria da forma mais normal possível como se fosse à coisa mais natural do mundo então sairia da sala.

Ainda com a porta daquela sala aberta olharia mais uma vez para os homens ali dentro mostrando aos mesmos um sorriso que ia de orelha a orelha depois fecharia a porta; ao voltar minha atenção a Samantha meu sorriso se desfaz encarando a moça com uma expressão mais neutra – Então ... Pra onde vamos? Esperaria as instruções dele e a seguiria pra onde ela me chamasse.



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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptyTer 10 Abr 2018, 00:49



TÍTULO

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SUBTÍTULO


Aleister estava tão aflito com aquele jogo de aposta quanto o responsável por sua narração, vulgo player, ainda mais depois que seu plano aparentava ter caído ao chão. Teria Kravian descoberto sua intenção? A questão era complicada, mas haviam mais para serem debatidas. A situação não estava nada boa para Levi depois da aposta do rival. Um erro e o garoto veria todas suas fichas irem embora num piscar de olhos, ou melhor, em uma aposta furada.

—  Aposto 16 fichas no 3 e 16 fichas no 4. Sua vez de apostar! — afirmou com certeza.

— Certo! — afirmou o gatuno.

A situação não estava nada boa. Mesmo sem ter conhecimentos aprofundados do jogo, somente pelas regras, o rapaz notava que o homem brincava com seu psicológico de maneira que o fazia não ter onde apostar. Se apostasse nos mesmos números, poderia perder todas as fichas, porém se apostasse em outros, poderia ser enganado do mesmo jeito. Era um conflito mental sinistro para o jovem aspirante a liberdade.

— Bem queria estar mentindo amigo, mas não entendo nada deste jogo mesmo... — coçando sua nuca, falaria.

Analisando as possibilidades, Levi não sabia o que fazer. Uma jogada errada e todas as fichas de seu grupo iriam para o fundo do poço, local onde também iriam ao perder toda aquela tripulação. As coisas ainda pioravam com o ser estranho chamado Lucius me falando que ia partir para se pegar com a Samantha. Isso deixou o apostador irado, o que poderia ser uma boa para aquele jogo ou não.

— Acredito que não tenha muito o que fazer. Eu aposto a mesma quantidade de fichas nos mesmos números, ou seja, uma aposta igual!

Aleister não sabia o que fazer ali, então tentaria aproveitar o máximo a rodada de testes para aprender mais sobre o jogo, se possível. Revelado o resultado, a fase de testes se encerrava. Vendo toda aquela complexidade, o rapaz se ergueria e caminhando, tentaria conversar com Metza sobre o jogo e o prosseguimento.

— Você irá continuar daqui por diante ou eu persisto? — olharia em seus olhos.

Se a comanda fosse continuar, tudo bem, se não, apenas se afastaria um pouco e ficaria observando o verdadeiro jogo começar. Em ambos os casos colocaria mais dinheiro para igualhas a quantidade de fichas a serem apostadas. Voltando a jogar, ele observaria quem seria o primeiro a ser o apostador e assim estaria atento para uma possível aposta.

Sendo o garoto o próximo a apostar, caso não houvesse mudança de ordem, ele buscaria mudar totalmente as táticas de jogo, visto que agora as coisas começariam para valer. Primeiramente, em sua mente, o rapaz sabia das suas limitações. Sabia que não entendia o melhor funcionamento daquele jogo, então o máximo que podia fazer era tentar ludibriar seu oponente para que apostasse errado, perante as regras, nada difícil de entender, além do fato que aquela situação lembrava muito seu tio.

— Tio Cornelius, isso é a sua cara... O senhor sempre perdia seus jogos!

Rindo sozinho naquele momento crítico, as palavras sairiam em um tom baixo, como se fosse uma conversa ou desabafo consigo mesmo. Olhando para seu oponente, o garoto buscou ter uma conversa franca com Kravian, mesmo acreditando que ele não acreditaria que era realmente verdade.

— Kravian, antes de começarmos, me tire uma dúvida. Qual o motivo de vocês estar sempre com esse velho? É claro que se você ficar sempre, parece que vocês são um belo casal, digo, grupal... — olharia para todos os outros presentes “do lado de lá” — Mas por que destruir o sonho de aventureiros dessa maneira?

A resposta não era tão importante naquele momento. Caso houvesse algum motivo, a compaixão poderia aparecer, mas não iria sobrepor a sua vontade de superar aqueles inimigos e garantir a sobrevivência do sonho de seu grupo. Porém, se o motivo fosse fútil ou egocêntrico, a vontade de destruí-los só aumentaria e dificilmente Levi conseguia controlar isso para que seus oponentes não vissem.

— Muito bem, se é minha vez, vamos começar logo isso! — bradaria.

Pegando a posição para colocar a bolinha, Aleister encaminharia a mesma no número quatro, porém titubearia antes de fazer realmente isso. Em sua mente, o rapaz não poderia sair da ideia inicial, mesmo com a falta de calma, dependendo da resposta.

— Acho que tenho que colocar do mesmo jeito que ele fez... Acho que vou colocar aqui, ou aqui? Acho melhor colocar nos menores números...Ou não? Isso, menores!

Em um tom um pouco audível, o rapaz tentaria fazer o máximo com que o homem ouvisse suas ideias e caíssem em alguma. Pegando a bolinha, o rapaz a colocaria no número três (03) e enfim fecharia o recipiente, focando-se em sua aposta. Respirando fundo, o rapaz então fecharia seus olhos por alguns segundos, e voltaria suas atenções para o homem.

— Eu aposto (o máximo de fichas que pudesse apostar) nos quatro números! — falaria e neutro tentaria manter seu rosto ou feição.

Na possibilidade de seu oponente começar a rodada, caso Aleister continuasse nas apostas, ele tentaria observar sua aposta e, depois, olharia para seu grupo, assim como os outros tentando ver algo estranho. Só após isso, voltaria a focar em sua resposta para o blefe proposto pelo adversário, talvez.

Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptyQui 12 Abr 2018, 17:22

 



Dividir e conquistar!


  • Aleister e Metza


Metza passava uma ordem para Sam e Hinson, que logo se afastavam juntos para se retirar do local. Quando foi sair, o homem de olhos esmeralda tentou roubar discretamente os óculos de Kravian, entretanto assim que segurou e os tirou da cabeça do homem o mesmo se virou e segurou os óculos pelo elástico, não deixando Hunson puxar eles. Vendo que o furto havia falhado, ele tentou disfarçar, mas era óbvio que eles não iriam cair nessa. - Prendeu na sua mão? Se vai tentar me roubar, pelo menos tenha uma desculpa mais convincente. - Assim, os dois saíram do navio. Do Reino somente Aleister e Metza haviam sobrado, e os dois precisariam dar um jeito de virar aquele jogo. Kravian havia feito uma aposta igual ao número de fichas do Flamel e forçado ele a jogar tudo, mas após refletir um pouco, o pirata jogou exatamente a mesma coisa que seu adversário.

A bolinha foi liberada e rolou para o número três, onde ambos haviam feito apostas iguais, então ambos receberam suas fichas de volta. - Você pode ter acertado na ultima rodada, mas eu ainda estou com 16 fichas a mais que você, então se estivéssemos jogando d verdade, eu teria ganho. - Contando suas fichas, Kravian devolveu as 8 fichas que havia conseguido de Aleister, deixando ambos novamente com 40 fichas. Enquanto os dois homens se preocupavam com a última jogada das rodadas de teste, Metza aproveitou o momento para se aproximar do homem vestido de garçom e sussurrar algo em seu ouvido. - N-não sei do que você está falando! - Ele falou, se afastando, mas suas bochechas estavam nitidamente vermelhas.

As rodadas de teste havia acabado, agora era a hora de jogar para valer e Metza já havia se recuperado o suficiente para tomar as rédeas da situação. - Agora vamos começar o jogo de verdade. Essa é a última chance de vocês trocarem dinheiro por fichas, pois isso não será permitido no meio do jogo. Mais algo a considerar ou podemos jogar?

  • Samantha e Hunson


Ao contrário dos outros dois, Sam e Hunson não pareciam estar sendo de muito utilidade na disputa, então os dois saíram atras de sua outra companheira. O furto do Olhos de Esmeralda não havia dado certo, e por isso ele sentia uma pequena sensação de fracasso, mas tinham uma missão dada por sua monarca, e não poderia falhar. Assim, os dois subiram até o convés e estavam para descer do navio quando viram três homens subindo, meio desesperados, como se quisessem se esconder dentro do navio. Ao longe era possível ouvir barulho de batalha, e talvez fosse de lá que eles estivessem fugindo. Dois deles traziam espadas e o terceiro uma adaga, e só viram que estavam sendo observados quando subiram no convés.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptySab 14 Abr 2018, 01:34





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 06






Metza não entendeu ao certo qual o objetivo de Lucius ao tentar roubar os óculos ridículos que Kravian possuía em sua testa. Mas se fosse apostar, julgaria que ele estava tentando distrair o oponente e, como tal, teria o total apoio de sua capitã. Mesmo que a tentativa de furto tivesse falhado, isso deixava o pirata adversário de Levi no "jogo destino pelo Log Pose" um tanto quanto distraído e até mesmo preocupado tentando imaginar o que os outros membros do Reino estariam planejando para atrapalhá-lo novamente.
*Mesmo que já tenha sacado... você vai errar senhor "Mestre da Roleta Fixa!"*


Uma jogada daquela rodada de testes se tornava óbvia. Caso o negociador apostasse em dois números, o oponente iria espelhar sua aposta e isso apenas faria o negociante perder a vez... porém, caso o negociante estivesse com mais fichas ele poderia usar tal jogada óbvia como "blefe final", sacrificando suas últimas fichas e colocando a bolinha em um número não apostado. O jogador poderia cair facilmente no truque, sendo que ninguém venceria e o restante das fichas iriam para Karthus. Uma jogada em apenas um número pelo negociante também aparentemente ocasionaria o mesmo efeito.


A jogada mais aleatória era aquela em que o negociante apostasse a mesma quantidade de fichas nos quatro números. Isso daria ao jogador uma chance de 50% de ganhar o valor apostado, mas também de perder. Já a jogada em que três números eram apostados aparentava ser a mais variada, pois permitia o blefe de colocar a bolinha em um número não apostado, deixar o jogador com menos de 50% de chances de acertar e, caso ele acertasse, ficaria com menos fichas.


Metza cria que Levi havia tirado as mesmas conclusões que ela das rodadas de teste. Mas, por via das dúvidas, a Monarca se inclinaria na direção de seu Conselheiro com a mão em conchinha próximo ao seu ouvido para abafar as dicas e instruções de jogadas evitando que seus adversários soubessem das estratégias:
- Levi... percebi que a jogada como negociante de apostar em três números é a mais aberta e melhor a ser feita. As outras três possibilidades abrangem praticamente o blefe ou não colocam a probabilidade do nosso lado.
A loira continuaria passando toda sua percepção para ele para que a partida "valendo ouro" fosse primorosa por parte do Reino. Caso Levi não estivesse confiante e pedisse para Metza prosseguir no jogo, a loira daria um sorriso amigável e um abraço no gatuno conselheiro:
- Hahaha deixa disso! Confio em você... não és meu Conselheiro? Haja como um e absorva toda essa confiança depositada em você... eu ficarei focada em desestabilizar o adversário para que eles entreguem a paçoca!
Metza engoliria em seco, tendo uma ideia bem simples para seu plano e explicaria para Levi ficar atento. Ela tinha certeza que o cara vestido como um garçon cairia em suas graças e, conseguindo isso, para que ele traísse a confiança de Kravian era questão de tempo. *A partir do momento que o homem pensa com o coração, é quando eu posso controlar seu cérebro e, portanto, suas ações!*
Ainda com a mão tapando sua voz ou leituras labiais, Metza pressiona ainda mais a conchinha no ouvido de Levi para garantir que apenas ele naquele navio soubesse seu plano:
- É o seguinte... vou fazer com que o garçon bata o pé a quantidade de vezes de onde Kravian colocou a bolinha, discretamente lógico... e você fará as apostas com base nessa informação


Aproveitando o término da rodada de testes, e que Kravian estava focado no jogo e em devolver as fichas para Aleister, Metza se aproxima do garçon e cochicha em seu ouvido. Assim como esperado anteriormente pelo sinal de interesse que ele havia dado ao beijo das garotas, Metza sabia exatamente o que dizer para ele e tomar o controle de suas ações.
Ao rapaz se inclinar levemente para trás Metza sorriria encarando ele no fundo de seus olhos e mordiscando levemente seu próprio lábio inferior de uma forma sexy para causar ainda mais tensão no rapaz. Ela ajeitaria suas mexas soltas em cima da orelha também de uma forma à seduzí-lo... cada passo seria devidamente planejado pela loira enganadora. Por fim ela aproximaria mais uma vez dele e, murmurando de uma forma doce em seu ouvido que sua voz encantadora proporcionava, iria lhe passar instruções assim como planejado e confidenciado à Levi:
- Vou facilitar para você... é só bater discretamente o pé no chão uma quantidade de vezes igual ao número que Kravian colocar a bolinha na roleta. Se posicione de uma forma que você possa colar essa informação... se ganhar para nós, você ganha uma passagem no meu navio e, quem sabe, durma no mesmo quarto junto de mim e da ruivinha?
A monarca estava realmente apelando e ela confiava em seus dotes. Tudo em prol da vitória do Reino. Ela não mediria esforços para conseguir aquele Log Pose e manter o navio em sua posse. Perder não era uma opção.


Por fim, ela ficaria ereta novamente e piscaria discretamente para o rapaz de gravata borboleta. Seu rebolado de costas era tão encantador e sedutor quanto sua voz e sua aparência. Metza estava com seu ego inflado e sentia que havia dominado o rapaz como ela gostava de fazer, para que ele satisfizesse seus objetivos.
Após voltar de costas jogando seu bumbum de um lado para o outro (que fazia parte do "charminho" para manter o rapaz hipnotizado com sua dominação) Metza sentaria do lado de Levi como antes, cruzaria as pernas e os braços.


Sempre que o parceiro de Kravian entregasse sua jogada, Metza discretamente daria uma piscadinha e mandaria um beijinho a distância impulsionando levemente os lábios para frente. Tentando sempre manter o controle de seu alvo e evitando para que o cowboy ou o cara do óculos bizarro percebessem que seu aliado havia trocado seu coração de time (caso de fato o houvesse).




Historico:
 

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Legendas:
 


Última edição por Bread em Sab 21 Abr 2018, 12:42, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptyDom 15 Abr 2018, 12:59

Karthus desafia o Reino

Sempre tem um macho pra atrapalhar!

Após a vergonha que passei junto de Lucius, o corajoso tentou roubar um item de um dos moços que não gostam de pessego e passou uma pequena grande situação constragendora, poucas palavras me restaram para dizer após tal momento, apenas subi para o convés com o intuito de encontrar a garota peculiar, o objetivo ainda é esse.

Se bem que o dia hoje acordou virado contra mim, antes mesmo de sair do barco, encontrei três embustes embarcando no nosso Castelo. Três homens que pareciam estar fugindo de alguma coisa, conseguiamos ouvir barulho de batalhas vindo de longe, e percebendo o modo desesperado que agiam, dando a impressão que queriam se esconder no barco, que pena... Hoje não estou afim de aturar mais o gênero masculino dando as ordens.

- Parece que temos uma infestação de ratos aqui, não é mesmo, Lucius? - Diria para meu colega-à-rigor, quando pude analisar melhor quem ali estava, e além de serem homens, o que já me irrita, dois carregavam espadas e um uma adaga, realmente, deplorável - Tão típico desse tipo de pessoa... Entrar na propriedade alheia, achando que mandam em alguma coisa além do próprio falo! - Tenho certeza que minha voz nesse momento estaria expressando toda minha raiva e ódio, além de detestar atrasos, esse era por causa de macho - Vocês tem  segundos para irem embora desse navio, caso contrário, bom, vou fazer um bem à humanidade ao torna-los incapazes de reproduzir!

Ao dizer as ordens, tentaria manter meu rosto inexpressivo, contudo minha entoação daria a entender o nível da conversa. Minhas feições não podem ser alteradas por culpa de simples homens cagados de medo, imagina tamanha decepção ao meu olhar no espelho e ver rugas de expressão por conta de estresse causado por homens! Morreria de vergonha.

Feito isso, iniciaria a contagem regressiva. Começando pelo cinco, iria dando o tempo cedido para eles se retirarem, pronta para algumas reações possíveis, dentro das circunstancias dadas.

Em primeira instancia, se eles atacarem antes dos cinco segundos acabarem, ou antes mesmo de eu terminar de falar. Primeira reação é assumir distância, dando uma estrelinha para trás, assim teria tempo para reagir, para ver com qual arma estou lindando, e quantos inimigos vou ter quer que derrotar, a distância e suas posições, não posso agir sem pensar, preciso ver como acabar com isso de forma rápida. Estaria sempre pronta para esquivar de ataques, se fosse um golpe frontal, jogaria meu tronco para trás, em direção ao chão, e como as pernas subiriam, as deixaria aberta para não serem pegas pelo golpe, assim eu ficaria no chão e as pernas para cima ( nada novo para mim), com esperanças de não ter nenhum corte. Já se tentassem golpes básicos pelas laterais ou diagonais, esquivaria de maneira rápida e precisa, movendo o corpo em direções que saiam da zona de impacto, se viessem pela lateral, abaixaria meu corpo normalmente, se fosse em diagonal, saltaria para o lado, saindo do ângulo de ataque.

Agora se esperassem os segundos acabarem e não reagissem, seria com Lucius e eu a parte de partir para agressão. Correria em direção do oponente mais próximo, fingindo que o atacaria frontalmente, com o punho erguido, dando a entender que o acertaria com as mãos, mas assim que chegasse a dois metros desse alvo, daria um pequeno impulso e deslizaria pelo chão, passando pela lateral contrária da espada, feito isso, aproveitando que estaria no chão e giraria meu corpo no seu próprio eixo com uma perna esticada para acertar a perna mais próxima do homem, com intuito de fazê-lo cair. Se tivesse sucesso, então voltaria a uma posição ereta e analisaria como meu colega está se saindo, ou se alguém estava vindo em minha direção. Se falhasse nessa primeira investida na parte em que estou correndo, se alguém interrompesse a corrida, eu daria dois passos para trás, um para a esquerda outro para esquerda, como forma de defesa, todavia se tentassem me parar na parte que estou no chão, rolaria para longe de algum golpe, para então voltar a ficar de pé e reagir com as esquivas já citadas, caso eles atacassem.

E mesmo depois de planejar tudo isso, realmente eu desejava que eles somente fossem embora. Não tenho muita fé nisso, mas creio que esse mundo seria um lugar melhor se os homens se colocassem em seu lugar, sem precisar que usássemos a força bruta. Se essa possibilidade, mesmo que quase impossível, acontecesse, eu então desceria do barco, e iria atrás desse barulho de batalha, onde quer que ele fosse.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptyDom 15 Abr 2018, 21:12

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“Não foi dessa vez que aquele óculos foi meu, mas quem precisa de um óculos? Eu precisava! =/” pensava enquanto subia ao convés cabisbaixo com meu fracasso, mesmo não sendo o fim do mundo, todo bom ladrão já fracassou pela primeira vez.

Subindo ao convés nós nos deparamos com 03 indivíduos que estavam subindo em nosso navio, eles pareciam estar fugindo de algo e usariam nosso navio como esconderijo, realmente eram ratos.

Vocês tem segundos para irem embora desse navio, caso contrário, bom, vou fazer um bem à humanidade ao torna-los incapazes de reproduzir! Falava Samantha para os homens;

Ao ouvir as palavras da moça daria um passo para o lado abaixando um pouco a cabeça, mas mantendo os homens a vista, olharia para Sam e de volta para os homens – É... É melhor vocês ouvirem o que ela diz. Falaria com uma voz tremula colocando a mão sobre minhas partes, ficaria com o corpo levemente curvado deixando os ombros um pouco levantados escondendo parte do pescoço tentaria tremer um pouco o corpo como se demonstrasse medo e submissão aquela mulher ruiva que estava ali ao meu lado.

Se essa tentativa de intimidar os homens não desse certo e eles viessem em nossa direção eu sacaria minhas adagas e esperaria pelo ataque deles, sendo este um ataque horizontal me abaixaria e seguiria movendo meu corpo na direção oposta do sentido do ataque então tentaria um no tronco do homem. Sendo um ataque em dupla esperaria o primeiro golpe e saltaria para trás para tentar evita-lo saltando uma segunda vez para tentar evitar o segundo e me reposicionar.

Se Samantha os atacasse antes eu a seguiria correndo logo atrás dela tentaria identificar quem era seu alvo ao mesmo tempo em que tentaria bloquear qualquer possível intromissão dos outros dois sujeitos. Se eles tentassem me atacar esquivaria me abaixando, girando paro o lado ou pulando em caso de ataques que focassem as pernas, após Sam conseguir ou não golpear o homem tentaria me posicionar próximo a ela.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 3 EmptySeg 16 Abr 2018, 15:09



A APOSTA

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Deus tenha piedade de mim...

Os testes finalmente acabavam. Por um lado, Aleister se mostrava aliviado por ter “sobrevivido” a tal desafio, porém, o verdadeiro jogo se iniciaria agora, naquele momento. Vendo a oportunidade de colocar mais fichas, o rapaz apenas acenaria com sua cabeça, de um lado a outro, indicando que não apostaria mais dinheiro e que a quantia iria permanecer como estava. Com minhas quarenta fichas, o seguimento do jogo indicava que era ele mesmo que iniciaria novamente, então as rédeas dessa confusão teriam de ser tomadas. O grande momento estava prestes a acontecer.

Discretamente Metza lhe passou informações que havia percebido, assim como conselhos. Por mais que a intenção da capitã fosse boa, o orgulho do rapaz impedia que ele as aceitasse naquele momento. Teimoso e orgulhoso, o gatuno seguiria com sua linha de pensamento, porém não deixaria de analisar o que lhe foi dito, até porque para sobreviver no jogo, tudo poderia ser feito, até mesmo ajudas externas poderiam ser usadas.

— Muito bem, vamos começar o jogo, certo?

Com um sorriso, Levi buscava mostrar serenidade, mesmo que não pudesse disfarçar o incomodo em decidir o futuro de um bando, de um grupo de pessoas daquela maneira. Analisando todas as jogadas feitas anteriormente, o rapaz acreditava que a melhor maneira de começar o jogo seria dando o revés da situação, confundindo a mente do adversário (ou pelo menos tentando). Pegando a bolinha, o rapaz questionava-se o que faria dali em diante.

— O que devo fazer... Pensa Aleister! Acho que devo fazer o mesmo que ele fez antes, apostar nos quatro números. Mas onde coloco a bolinha... Seria muita burrice colocar no mesmo número que ele, ou não? — murmuraria.

A intenção de Aleister era simples. Manipular seu adversário de maneira que, mesmo não conhecendo bem o jogo ou o pensamento do mesmo, encaminharia seu pensamento até a mente de Kravian. Era fato que as mentes eram diferentes e não saber como elas funcionavam seria complicado, mas a manipulação era isso, era criar uma ideia “nova” na mente adversária, mas que nada mais seria do que uma alienação, direta ou indireta.

— Acho que vou no quatro... — murmurou mais uma vez.

Decidido, Levi pararia de brincar com a bolinha e, ainda em dúvida, a colocou no número dois. Pensando na quantidade que apostaria, o rapaz apoiou sua mão esquerda em seu queixo e, ponderando ao manusear seu indicador direito, o rapaz contava a quantidade de fichas que apostaria, terminando ao separar quatro grupinhos de dez fichas e as encaminhando para o tabuleiro.

— Eu aposto dez fichas nos quatro números! — afirmaria.

Tentando se manter o mais sereno possível, era difícil não se mostrar preocupado. Por mais que fosse real o sentimento de dúvida, isso poderia ajudar o rapaz em seu jogo de pensamentos. Feita a aposta, o gatuno permaneceria calado para provocações adversárias, esperando o resultado daquela rodada. Caso perdesse, o garoto não evitaria e demonstraria sua insatisfação com aquele resultado.

— Que droga! — bradaria.

Porém, caso o adversário não tivesse acertado o número, provavelmente estaria impressionado ou enraivado com tal situação, todavia Levi tentaria se manter o máximo surpreso com tal ocorrido.

— Nossa, você errou! — falaria.

Preparado para seguir para a próxima rodada, esperaria o sinal da loira para caso soubesse o número que Kravian jogaria. Caso ele apostasse em um ou dois números, esperaria o sinal da loira. Caso não soubesse por ela, apostaria no mesmo(s) número(s). Porém, se apostasse em três números, novamente esperaria o sinal da loira e assim apostaria, se não desconfiaria do ruivo que era meu inimigo. Apostando-se em três números, Kravian poderia tentar me ludibriar para pensar que um daqueles três números seria o certo.

Então, se não tivesse sinal de Metza, apostaria a metade das fichas apostadas no número não escolhido e a outra metade em outo número par/ímpar (dependendo do primeiro número escolhido). Todavia se Kravian apostasse nos quatro números, assim como eu, esperaria novamente algum sinal de Metza e apostaria todas as fichas no número indicado por ela. Se não notasse nada vindo dela, ali estaria complicado. Por motivos sem sentido, apostaria nos números um e quatro por apostar, assim dizendo.


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