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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

Créditos : 62
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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptySex 16 Mar 2018, 19:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
ADM.Ventus
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptySab 09 Jun 2018, 05:47



NARRAÇÃO




Com Bijin guiando o grupo todos conseguiam seguir em direção da caverna evitando os disparos das armas de fogo do grupo dos mercenário, Raksha nesse momento avistou uma figura no chão que rastejava para se safar naquela zona de guerra e tal cena de alguma forma chamou atenção do mink que correu para prestar auxílio mas ao se aproximar ele pode ver bem que quem precisava era um mink lupino, usava uma blusa social que um dia já tinha sido branca pois agora ela parecia estar manchada de sangue, sujeira e suor, tal sangue não parecia ser dele já que seu corpo não parecia apresentar ferimentos e seu terno, que cobria tal blusa, apesar de sujo ainda estava inteiro, sua gravata tinha sido cortada pela metade, sua armadura estava parcialmente destruída e sua espada quebrada. O lupino estava exausto prestes a desmaiar em meio a neve até Raksha o salva-lo. -Mas o quê…- Falou ele tentando se manter acordado. -Quem é você?- Continuou o lobo, era visível para Raksha que o homem estava mais cansado que ferido. -Fique quieto e não faça barulho se quiser sobreviver.- | -Tsc...Eu cheguei mesmo no fundo do poço para precisar da ajuda de um pirata não é mesmo?- Falou o mink tentando se manter em pé mas seguindo com Raksha sem demonstrar nenhuma resistência. Bijin e Metza eram as primeiras a chegarem na entrada do lugar e aproveitando os poucos minutos que a Louca e a Monarca tiveram ali, Bijin, declarou seus sentimentos de frustração para receber um tapa em resposta seguido de longo beijo apaixonado de sua amada depois que Metza tinha declarado sua preocupação com a ferreira, o restante da tripulação chegava dando de cara com as duas se beijando em meio daquele cenário frívolo com a guerra estourando a poucos metros.

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Percebendo que os outros tinham chegado - Raksha trazendo mais um - Metza começou a distribuir suas ordens. -Bijin, Lily, Genn... certifiquem-se de que nenhum inimigo nos seguiu até aqui.- Lily parecia ser a primeira a responder mas a Monarca em meio a sua euforia continuou. -Poo, Raksha... vocês que são mais fortes, procurem algumas pedras grandes o suficiente para fazermos uma barricada na entrada da caverna. Se tentarem invadir, eles serão dificultados ao máximo que estiver em nosso alcance.- Nesse momento Raksha se aproximou da entrada da caverna tentando identificar alguma presença no local assim como Levi que também seguiu para a entrada carregando a sirena. -Parece estar vazia, ninguém vem aqui há tempos. Vamos entrar- O lugar era meio escuro mas os minks ali pareciam não ter dificuldade em enxergar - assim como qualquer outro que tenha visão na penumbra - dentro da caverna o solo era terra batida livre de qualquer neve, porém pelo clima ainda assim era frio, não haviam rochas do lado de dentro e do lado de fora todas pareciam ser bem fixas ou grandes demais para manuseio. -Precisamos de ajuda! A Lorealis não está muito bem! Nossa médica também não! Vamos os certificar de mantê-las vivas, o quanto antes!- | -Ei Aleister coloque Loraelis aqui!- Pedia o panda preocupado com os amigos, aqueles que conseguiam ver em meio a penumbra percebiam Poo colocando Helena no chão em um espaço não tão distante da entrada mas dentro o suficiente para que o frio não incomodasse, Levi não teria dificuldades em chegar até o panda caso seguisse sua voz. -Eu to aqui, só caminhe em minha direção.- Continuou o lutador orientando o colega. -Sam... ajude Aleister com o auxílio médico à Lora e Helena...- Falou Metza continuando com seus planos. -Ezequiel... eu e você vamos patrulhar a caverna para nos certificarmos que não há nenhum perigo aqui dentro.- | -Estamos todos entendidos?- Nesse momento todos que pareciam aguardar sua vez de opinar finalmente começaram a se manifestar.

-Eu e o Genn podemos vasculhar melhor o território a sós, acredito que Bijin também precise descansar e por mais que voar seja útil agora os caçadores já perceberam que um de nós tem essa habilidade então se eles notarem algo suspeito nos céus não irão demorar muito para perceber que é um dos nossos e virem até nós.- Dizia Lily não sendo rude mas extremamente séria deixando seu ponto e sua preocupação bem clara a todos. -Não é viável usar as pedras, mas podemos tentar cobrir ao menos parte da entrada empilhando neve e procurando disfarçar o redor. Vai ser mais rápido se todos que estiverem em condições fizerem juntos.- Falando isso Raksha se virou para o homem que ele tinha resgatado. -E isso serve para você também.- O lupino deu um suspiro e voltou a se pronunciar. -Ou vocês podem deixar eu fazer o que faço de melhor…- Seu olhar foi em direção de Poo e Levi e em seguida para Helena e Loraelis para que no final se encontrassem com os olhos de Metza. -Eu cuido das duas caídas ali.- Seu olhar se voltou para Raksha -Com isso estaremos quites.- Falou o mink começando a caminhar em direção de Helena e Lora. -Eu e o Raksha enxergamos melhor nessas situações, podemos inspecionar mais a fundo a caverna se quiser mas vocês tem certeza que vão deixar esse estranho cuidar da médica e da navegadora- | - “Sam” e “Aleister” podem cuidar dos feridos nessa escuridão?- Perguntou o lupino repetindo os nomes mencionados por Metza em um tom irônico e se virando tanto para um quanto para o outro. -Acredito que não.- Terminou o lobo encostando um dos joelhos no chão e observando as duas.

Com isso Metza percebia que tinha motivos para adaptar os seus planos considerando as informações passadas ali ou seguir como planejava ignorando as informações extras. -Alguem tem um isqueiro ou fósforo?- Ninguém parecia responder a pergunta até mais uma vez o lobo suspirar -Eu tenho…- Levantou sua mão esquerda segurando um isqueiro simples e pequeno estendendo um pouco seu braço para cima deixando que alguém o pegasse já que ele estava de joelhos começando a examinar os feridos. -Depois me devolva pois eu planejo usá-lo- Terminou enquanto mantinha seu olhar no feridos e começando a examiná-los, Ezequiel foi quem avançou e pegou o isqueiro mesmo não confiando muito no mink que agora os acompanhava.  -Me atacou uma vez, sobreviveu, e eu te salvei. Isso não vai acontecer uma segunda vez.- O lobo franziu um pouco seu cenho como se não entendesse sobre o que tigre tinha falado mas decidiu se manter em silêncio já que em seu ponto vista fazia algo mais importante, Raksha e Ezequiel seguiram caminhando pela caverna analisando a mesma antes sequer de ouvirem se Metza concordava ou não com sua ideia, mesmo pegando o isqueiro Ezequiel sequer se preocupou em acendê-lo já que tanto a visão de Raksha quanto a de Ezequiel por enquanto pareciam ser o bastante para explorar esse começo da caverna e agora aproveitando que estavam a sós, longe de seus aliados, o lanceiro se viu a vontade de continuar sua conversa com o leonino. -Esses encontros com os seguidores de Mielle me fizeram pensar Ezequiel. O que almejo é muito grande para alcançar sozinho, e enquanto talvez um dia entre em conflito com o governo mundial, espero que seja em um futuro distante. Não vou me juntar aos revolucionários pretendendo destruí-los, sobrepô-los ou o quer que seja.- O amigo ficou em silêncio deixando que Raksha continuasse. -Por isso cheguei a conclusão que a medida que conseguir libertar um grupo, e depois outro, e depois mais outro, irei pedir para que se juntem a mim. Que me sigam. Aos que não estiverem dispostos, farei o que puder para deixá-los em segurança, mas aos que estiverem, só posso prometer muita luta e provavelmente morte. Não é muito chamativo não é mesmo?- | -Por isso preciso de alguém que me ajude nisso, que me aconselhe. Você já fez parte desse mundo, sabe como essas coisas funcionam. Eu preciso da sua ajuda. Não sei o que tem planejado, mas... é isso. O que me diz?- Ambos naquele momento pararam para se encarar.

Ezequiel tinha um semblante serio e analitico naquele momento, seu olhar estava tão frio quanto a ilha em si até o momento. -Raksha...- Começou cortando o breve silêncio que tinha se instalado ali. -Durante muito tempo eu servi o exército revolucionário e durante muito tempo eu liderei missões importantes que poderiam determinar nossa vitória ou nossa derrota nesta guerra contra o Governo Mundial, depois de tudo que eu vi na guerra e depois de tudo que causei eu decidi me afastar com medo de que minhas escolhas machucassem mais alguém- Dizendo coisas que poderiam parecer confusas a Raksha o homem se virou para uma parede tentando evitar de olhar para o tigre. -Eu fiquei um bom tempo parado acreditando que as coisas iriam melhorar se eu não me envolvesse mais, que isso seria melhor do que se eu me envolvesse e causasse mais um desastre… Mas eu estava errado, olha a que ponto chegamos, o Governo rege o mundo enquanto os revolucionários apenas arranham a superfície de sua autoridade, assassinos com o poder de deixar o mundo em meio a uma nevasca navegam pelos mares como se fossem reis… Nada melhorou enquanto eu estava parado, apenas piorou! “Se você quer um mundo melhor então faça você mesmo!”- Nesse momento Ezequiel voltava a se virar para Raksha com um olhar mais determinado e até mesmo jovial. -Eu quero um mundo onde minks não precisam temer a escravidão, assim como os anões e os tritões, um mundo onde todas a raças convivem com respeito umas pelas outras. Raksha Ragnason eu irei lhe acompanhar pelo mundo libertando aqueles que são oprimidos e o auxiliarei em sua missão, não farei isso porque acredito que você seja alguém predestinado a algum trono ou seja a porra de algum tipo de messias mas sim porque acredito que possamos fazer desse mundo um lugar melhor.- Era visível que Ezequiel seria o mais velho naquele grupo se não fosse por Genn mas naquele momento, enquanto dizia aquelas palavras, o leão parecia ser outra pessoa pois em seu olhar existia um fogo que o fazia parecer mais jovem, como se por um breve vislumbre Raksha tivesse visto Ezequiel nos tempos em que o mesmo era um revolucionário, o leão depois de falar tais palavras caminhou em direção do lanceiro e estendeu sua mão em um cumprimento flexionando seu cotovelo fazendo com que a mão ficasse mais ou menos na altura de seu ombro.

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Enquanto Raksha e Ezequiel caminhavam mais a fundo na caverna o lobo começou seu trabalho parecendo ignorar os demais que estavam ali, de um bolso interno de seu terno ele removeu um estojo mediano e de dentro do mesmo removeu uma pequena quantidade de material para trabalhar e cuidar das duas que estavam inconsciente, ficava claro que dentro de um estojo ele não teria recursos o suficiente para tratar todos mas analisando a urgência ele parecia perceber que Loraelis era aquela que precisava de cuidados imediatos, ele começou tirando alguns pedaços de algodão e se virou para os demais. -Alguém ai tem alguma bebida alcoólica?- Perguntou enquanto uma de suas orelhas se virou subitamente na direção em que Raksha e Ezequiel tinham seguido. -Me deem uma ou duas garrafas pois vou precisar.- Falou voltando a se virar para Lora. -Seria bom uma fogueira também... Caso alguém vá lá fora mesmo seria bom trazer alguns cactus, dentro deles tem água e podemos usar a plante em si para acender uma fogueira.- Falou o mink mais uma vez, sua voz parecia tentar carregar um tom serio mas seu cansaço fazia todas as suas frases soar de maneira casual.

O tigre em sua exploração pela caverna não parecia ver nada que lhe chamasse a atenção pois a caverna de fato estava vazia, mais a fundo via algumas pedras e até mesmo algumas colunas grossas de pedra naturais da própria caverna, a escuridão começava a se tornar total até que chegavam em um ponto onde não era mais possível ver o que estava adiante. -É melhor não entrarmos muito fundo.- | -Mas espere um pouco, o que é isto?- Falou o leão finalmente acedendo o isqueiro que tinha pego do lobo e ao acender e caminhar mais alguns metros a sua frente ele pode ver rochas imensas bloqueando o caminho fechando completamente o que deveria ser uma antiga passagem, em uma analise rápida de seus conhecimentos arqueológicos Raksha percebia que aquilo se dava a um deslizamento mas pelas condições boas e aparência rígida das colunas que tinha visto até agora ele poderia entender que tal deslizamento não tinha sido natural, infelizmente mesmo com o equipamento adequado o tigre também sabia que levaria dias para tentar passar por tal obstaculo.


Ferimentos:
 
-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-

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Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 38
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptyDom 10 Jun 2018, 02:29

Por ser um post sem página, tentei narrar em primeira pessoa para ver como ficava.






Raksha, o Libertador



Existe uma coisa chamada Karma nesse mundo. Ou ao menos é isso que nós adeptos da meditação acreditamos. Ação e reação. Tudo o que você faz, um dia volta para você. Quer seja nessa, ou na próxima vida. Quando salvei o Lupino, realmente não esperava que o Karma fosse agir de forma tão imediata. O mink se revelou um médico, ou ao menos alguém capaz de cuidar dos nossos feridos.

O por quê o salvei? Não acho que tenho uma resposta fácil para isso. Eu o salvei porque podia. Porque não me atrapalharia em primeira instancia. Se na hora eu tivesse percebido que não seria capaz de ajudá-lo e escapar com os outros, não teria ajudado ele.

Isso me faz pensar que talvez não seja tão diferente de Scar assim, com todo seu egoísmo. Mas também não vou me martirizar por não ser algum Buda. A cada vez que mato alguém, me afasto mais da sua existência, por mais que possa salvar outros como consequência, assim como a mim mesmo. Então meu caminho é diferente, único. Salvei porque tenho compaixão em mim, salvei porque podia, salvei pois não seria prejudicado em fazê-lo.

E isso nos leva ao próximo ponto. Ele poderia ser uma pessoa verdadeiramente má. Verdade. Mas se esse for o caso, Karma dará um jeito de fazê-lo pagar, nessa ou na próxima vida. Talvez usando a minha própria lança como instrumento. É o jeito que as coisas funcionam.

Mas as palavras e reações do homem não me escaparam. Supôs que eu fosse um pirata e reclamou por conta disso, revelando não ser ele próprio um. Se não era um pirata, porque estava em meio aos libertos de Slayer? Seria um revolucionário capturado? Considerando o que lemos na enciclopédia da ilha, é a única outra possibilidade.

Apesar das dúvidas que circulavam minha cabeça, eu sabia quais eram as prioridades que o momento requeria. Disfarçar a entrada da caverna com neve, verificar sua extensão para não sermos surpreendidos, permitir que ele ajudasse os feridos. Não apenas isso, mas queria falar com Ezequiel, contar-lhe o que eu havia decidido.

Formar meu próprio grupo, expandi-lo, fortalece-lo, lutando contra a escravidão a cada passo do caminho. Convida-lo para me ajudar oficialmente ao invés de apenas tomar isso como algo garantido. E felizmente eu estava certo. Apesar de inicialmente ter tido a sensação que ele iria dizer não por conta das suas palavras, no fim ele aceitou me ajudar.

No momento em que tomou essa decisão, pude sentir um fogo que parecia ter se apagado a muito tempo se acendendo novamente. Seus olhos brilhavam de empolgação, e foi como se eu tivesse visto ele rejuvenescer na minha frente. Quando ergueu a mão, eu não pensei duas vezes, repetindo o ato e selando ali mesmo o nosso pacto. Vamos lutar para tornar esse mundo um lugar melhor.

Enquanto avançávamos, me recordava de suas palavras de forma a aprender mais sobre o homem que me ajudaria de agora em diante, bom, continuaria a ajudar na verdade. Ele havia passado por guerras, visto sofrimento, causado sofrimento, se afastado por conta disso, para perceber agora que as coisas só haviam piorado em sua ausência. Mas não era tarde demais.

Curioso também foi a menção de profecia sobre tronos e algum messias. Não me lembro de ter visto algo do tipo em meus estudos de história, e apesar de me lembrar de figuras com tais descrições, fiquei surpreso por ver Ezequiel me associando a elas. Ao menos nunca me enxerguei de tal forma, nem tenho tais pretensões.

Sem ver nada demais, sentia que estávamos nos aprofundando muito e era melhor voltar, mas por sorte Ezequiel notou algo um pouco mais a frente. O fim da caverna. Ao inspeciona-lo pude perceber que isso não era verdade. A caverna era realmente mais profunda, o que estava a minha frente era apenas o resultado de um deslizamento, e com mais alguma observação, um deslizamento provocado por alguém. Ou seja, era um bloqueio.

- Alguém fechou a passagem. Pode ser uma mina abandonada, ou... - Eu não completava a frase, pois o que me vinha a mente me enchia de descrença. Por mais que essa fosse a era dos piratas, cheia de tesouros abandonados, a probabilidade de ter um após aqueles escombros era minúscula. - Além disso vai demorar muito tempo para removermos isso, mesmo com os instrumentos certos. Você se lembra de ter visto algo na enciclopédia sobre minas na ilha? - Perguntaria por fim tentando me recordar disso e confirmar minha teoria sobre a mina abandonada.

Uma vez que retornasse para perto dos outros, olharia a situação enquanto me aproximava de Metza, a capitã do Reino. - Alguns metros mais para frente a caverna acaba numa pilha de escombros por conta de um desmoronamento. Aparentemente alguém quis fechar a passagem, e demoraria dias para remover tudo, então é pouco provável que sejamos surpreendidos pelas nossas costas, mas também não há uma rota de fuga por ali.

Não havia motivos para esconder a informação, e como sempre busquei mostrar o lado positivo e negativo dos resultados. Após lutarmos lado a lado, meu apreço por aquele grupo havia crescido consideravelmente. Certamente eram corajosos e unidos, mostrando se importar uns com os outros. Uma parte minha gostaria de tentar convence-los a me seguir também, ilha por ilha lutando contra a escravidão, mas no dia anterior Metza havia sido clara quanto as próprias ambições, seu próprio sonho, que apesar de não ser contrário ao meu, poderia ter uma direção diferente.

Prioridade é tudo. Talvez se passarmos mais tempos juntos eu acabe tentando convence-la a me acompanhar também. Ou quem sabe se manter como uma aliada. Apenas o tempo dirá se isso é possível ou não.

- E como elas estão? - Perguntaria ao Lobo enquanto me encaminhava para auxiliar a colocar a neve no lugar protegendo a entrada, ou começar a fazer se ninguém tivesse iniciado. Caso obtivesse uma resposta acenaria, continuando o trabalho por algum tempo até me dar por satisfeito. Abaixando os panos que cobriam meu rosto, olharia para ele, me recordando de suas palavras. Sentindo a necessidade de esclarecer as coisas, voltaria a falar.

- Acho que houve um mal-entendido. Um, não sou um pirata, apesar de ser um foragido de fato. Dois, nem você pelo visto. Três, te salvei porque quis, não me deve nada. Assim que sairmos daqui, pode seguir seu caminho, mas não antes disso, espero que entenda o porquê. Quatro, como avisei antes, se tentar algo não hesitarei em mata-lo. E finalmente, se não é um pirata, porque foi preso?

Por mais que eu imagine a resposta, gostaria de ouvir da boca dele enquanto esperava Lily voltar. Mesmo que ele não quisesse falar, não o pressionaria. Também não pararia outros se tentassem faze-lo, afinal de contas, tinham direito de se sentirem desconfiados.

Ficando atento a passagem do tempo, buscando contabilizar mentalmente minutos e horas, Uma vez que a mulher voltasse aproveitaria para checar a precisão do ato com a luz que entrasse com ela, e indo para perto dela questionaria com um olhar levemente preocupado. - Como está a situação lá fora?

- Entendo. Acha que com suas habilidades consegue entrar na cidade quando a poeira baixar e adquirir algumas informações? - Ultimamente eu tenho sentido cada vez mais necessidade de me prevenir, desde Las Camp que venho sendo reacionário, surpreendido vez após outra, constantemente em fuga, surpreendido negativamente. Mesmo tendo uma certa noção da ilha graças ao livro, ainda preciso de mais informações para agir como desejo, e sei bem que Lily é boa em conseguir esse tipo de coisa. Afinal de contas, foi assim que ela e Scar se conheceram.

Mas apesar disso, se ela disser que não tem confiança, não irei força-la a tentar. O nível de perigo que essa ilha oferece é muito maior do que o que eu havia imaginado. Mas caso ela diga que sim, é hora de começar a tomar controle da situação. - Primeiro quero que tente obter panfletos de procurados, não deve ser difícil numa ilha como essa. Quero que verifique quem dentre nós possui uma recompensa, e quem pode se mover livremente pela cidade. Tente trazer se puder. Aproveite para verificar o de Slayer e de Mielle Krieg, assim como o dele também, e o porquê é procurado pelos caçadores. Apontando para o Lobo no fim, a minha intenção era clara, confirmar o que ele pudesse ter dito ou não mais cedo. Apesar de não ser um prisioneiro, realmente só pretendia deixa-lo partir uma vez que o local não mais fosse o nosso esconderijo, e seria bom ter mais informações sobre o Mink.

- Por fim veja com Ezequiel a melhor forma de contatar os revolucionários, sinalizar que estamos procurando por eles, mas não revele a nossa localização. - Olhando nos seus olhos encerraria com esse pedido, mostrando a importância do que estava pedindo para ela fazer. Haviam outras coisas como adquirir um den den mushi, verificar quem liderou os caçadores que armaram a emboscada, mas isso teria de esperar. Ela já tinha muita coisa para fazer em uma viagem.

Não pedia que fosse imediatamente, talvez fosse preciso esperar um ou dois dias, mas eu estava preparado para isso. O problema seria fome e a impaciência que muitos sentiriam certamente. Os feridos também precisam de tratamento mais adequado urgente. Mas sem as informações que preciso, há pouco que posso fazer, sigh.

Caminhando para próximo de Lily e Ezequiel, me sentaria de pernas cruzadas. - Você está bem com esse frio? - A velocidade de recuperação dos Minks costuma ser grande pelo que tenho observado, mas ontem ela estava desmaiando sem dar nenhum sinal antes, então dessa vez com certeza eu não pecaria por desatenção novamente. - Seja sincera, se não estiver bem posso te passar as túnicas que estou usando. - Completaria já começando a remove-las se não fosse parado.

Mais um ponto que Minks com tantos pelos quanto eu, levam alguma vantagem. Apesar do desconforto que sentiria sem as roupas de frio, era pouco provável que viesse a adoecer por conta do frio. Por fim, se não tivesse mais nada que pudesse fazer, começaria a meditar fechando os olhos, mas sem entoar mantras dessa vez, apenas focando na respiração e na passagem do tempo, deixando que a minha mente se esvaziasse, carregando para longe todo peso contido nela.




Histórico:
 
Objetivos Atualizados:
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptySeg 11 Jun 2018, 00:03

Karthus desafia o Reino


Parecia que não seria hoje que seríamos pegos.

Entre mortos e feridos, no sentido literal, nós estamos bem e nos virando com o que temos e sinto que faz com que ainda temos força para prosseguir. Chegamos guiados por Bijin e Metza até a citada caverna, onde assim que nos aproximamos vimos a melhor cena do meu dia, as duas se beijando, mostrando seus sentimentos da maneira mais fofa o possível, por um breve momento esqueci a nossa situação e sorri feliz, sempre fico feliz com a alegria dos meus amigos, embora não tenhamos tanto tempo para expormos à todos nossas reais intenções.

- Não acredito nisso! Eu saio por um minuto e já começam a festa sem mim... Arrumem um quarto pelo menos. - Diria para as garotas, sorrindo e brincando, apenas aproveitando para aliviar a tensão do ar, depois da raiva que passamos, uma travessura não faria mal a ninguém.

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Na caverna, eu me escondia com meus amigos e com um refugiado que Raksha trouxe junto, não sei o por quê, mas foi recebido por todos ali sem demais refutações. Minha monarca descalça já definiu as funções dos seus súditos, levando em conta as condições atuais que estamos, por isso me mantive um pouco receosa e mais calada, pois habilidades médicas ainda não estão dentre as minhas capacidades.  

-Sam... ajude Aleister com o auxílio médico à Lora e Helena... - Pediu Metza, não contestei, apenas me aproximei das garotas, ensanguentadas e desmaiadas, uma cena triste demais de se ver, meu coração batia apertado de dor por elas estarem nesse estado e pior ainda eu não tenho como ajudar.

Na caverna, pouca luz conseguia adentrar no espaço, dificultando minha missão e a de Levi, todavia foi uma abertura para o refugiado, um mink lupino pelo que pude perceber, de mostrar sua utilidade, o próprio pediu se conseguíamos ver no escuro para auxilia-lo, sendo sincera, neguei com a cabeça, mas me mantive próxima das garotas, não as abandonaria dessa forma.

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O lupino retira um estojo de seus pertences com alguns utensílios para tratar primeiramente Lora, que estava quase partindo para o próxima, mesmo que não seja o suficiente para recuperar totalmente as duas temos esperanças na chance delas acordarem, pelo menos.

-Alguém ai tem alguma bebida alcoólica?- Pediu o lobo, não fazia ideia do motivo dessa pergunta, mas como uma boa moça educada, eu respondo - Não... só tomo leite - Soaria como algo de duplo sentido, mas meu rosto expressaria ingenuidade no olhar - -Seria bom uma fogueira também... Caso alguém vá lá fora mesmo seria bom trazer alguns cactus, dentro deles tem água e podemos usar a plante em si para acender uma fogueira. - continuou o mink, solicitando o que precisava para o tratamento, assim surge uma possibilidade de eu ajudar - Isso eu posso providenciar! Só me dê alguns minutos...

Assim que terminasse de falar, me direcionaria à saída, para procurar alguns cactus como foi solicitado. Diferente da maioria dos meus colegas, não contrário quando não tenho mais o que fazer, desde que seja para o bem maior, executo qualquer atividade. Tendo isso em mente, procuraria na região próxima a planta que deu origem ao nome da ilha, cuidando para ser furtiva e rápida no processo. Se avistasse alguma planta grande, circular e cheia de espinhos, teria cuidado para colhe-la, utilizando a sola do meu sapato para derrubar a planta e retirar seus galhos "braços", tornando-as aptas para serem roladas até a caverna, me prevenindo de sair com espinhos até os ossos, ou de ficar mais machucada do que já estou.

Repetiria esse processo até obter uma quantidade de entorno de 3 a 5 cactus de grande/médio porte, levando um por um até a caverna, onde alguém lá dentro poderia pegá-los e entregar para o lobo, onde ele assim ele poderia começar seu processo de pegar a água da planta e preparar a fogueira. Caso não encontrasse a planta solicitada, procuraria até galhos secos se necessário, para prepararmos alguma fonte de calor para o Reino, nesse frio seria difícil achar vegetação verde, esperando encontrar algo que pudesse ser ateado fogo eu levaria, dentro das possibilidades que a ilha oferecesse.

Entretanto, se não encontrasse absolutamente nada para levar ao lupino, eu voltaria a caverna e informaria o infortúnio de forma mais curta o possível:

- Não foi dessa vez... Não temos nada lá fora para usar! -veria se mais alguém daria alguma ideia para nos aquecermos, caso surgisse a oportunidade, comentaria - Ouvi dizer que sem roupa, o calor humana se transmite mais rápido...Deveríamos tentar?

Também ficaria atenta a movimentação exterior, não desejava atrair a atenção dos caçadores para essa área, por isso tentaria executar as ações de forma silenciosa e rápida, focando colher ou pegar o máximo possível de material no menor tempo possível. Caso algum caçador percebesse minha presença, tentaria me esconder aonde desse, desde embaixo da neve até atrás de alguma planta e em último caso, se eles me notassem e partissem para algum afronte, correria na direção contrária da caverna, a fim de que tira-los da localização dos demais.

Samantha Evergreen
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Última edição por Sioux em Seg 11 Jun 2018, 23:03, editado 1 vez(es)
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Bijin
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptySeg 11 Jun 2018, 19:34


Estava em meu lamento, ter dado uma brecha para uma colega ter sido atingida como foi o caso da Helena era muito dolorido para mim. Era como ver uma irmã sofrendo por minha culpa. A verdade era que eu não conhecia bem Helena, tivemos poucas conversas, mas seus atos e sua ajuda médica já tinha mostrado o quanto ela se importava, mas ver ela me proteger de um morteiro era mais do que eu esperaria.

Entretanto a Metza me desperta da lamúria. Um tapa no meu rosto. Ela me diz sobre a importância que tenho para o grupo, suas preocupações com a minha pessoa. Foi ai que percebi que não era somente eu que lutava para proteger, o bando todo lutava para isso, proteção. Foi o sacrifício que Helena tinha feito. Ela que era médica, dedicava a sua vida para ajudar a saúde dos outros. O que ela fez era o esperado de quem conhecia bem ela e agora eu a conheço.

Mas minha amada capitã ainda vinha me consolar. O gostoso beijo, a troca de calor dos corpos, percebi que a Metza estava gelada e poderia ficar doente novamente. Abracei ela com força para passar meu calor.

Mas nosso momento foi interrompido pela Sam, que já chegava ela toda oferecida e eu claro que não poderia deixar uma coisas dessas passar.

- Quando quiser! - Diria rindo. - Você também sabe beijar bem. - E dava uma piscadela para ela.

Mas me voltava para Metza, ela precisava de ajuda contra o frio e como ela estava tão bem agasalhada quanto eu sabia que eram por causa de seu estranho hábito de ficar descalça e na neve não era algo tranquilo de se fazer.

- Vai ficar doente de novo. - Falaria olhando para os pés dela. - Você não pode ficar com os pés na neve. Tem que usar algo. - Mas eu sabia que ela não gostaria de calçar nada, por isso tirei meu casaco e coloquei na neve. - Procure ficar em cima dele, não vai adoecer de novo.

Metza começou a comandar as pessoas e eu fui me aproximando de Helena, queria ficar ao lado dela e quando o mink lobo apareceu para cuidar dela fiquei animada. Era como um milagre ele ter aparecido, pelo que tinha visto foi Raksha que tinha trazido ele, precisava agradecer depois.

Logo o povo começou a se mexer, Ragnarson foi para o fundo e com seu amigo felino vasculhar a caverna. Depois voltaram dizendo o que haviam encontrado. Sam e Sioux foram para fora em busca de alguma coisa para fazer fogo. E eu a General do Reino, ficava ali ao lado das duas preciosas integrantes do Reino, Helena e Lora. Queria ficar ali, não importava quanto tempo, não sairia para comer ou qualquer outra coisa, bastaria que Helena me visse e eu dissesse que estava tudo bem comigo, ainda não havia respondido a sua pergunta e por isso tinha que ser a primeira pessoa que ela olharia quando acordasse. A dor e o sacrifício dela não foi em vão.

Quando ela acordasse a abraçaria. Claro que choraria. Tudo com o devido cuidado que o médico me instruisse.

- Obrigada! - Diria a ela com alegria. - Obrigada por me salvar, por ser minha nakama, por ser minha médica.

Finalmente reconhecia Helena como alguém do bando. Uma coisa era navegar junto, outra era estar junto, seja por um objetivo comum ou por um acaso do destino. A primeira pessoa que reconheci como amigo pelo qual valia lutar era Poo, depois veio Metza e em Longuetown conheci a Sam, mas agora essa anjinha havia entrado em um seleto grupo de pessoas extremamente preciosas.

- Eu vou cuidar de você. - Dizia para Helena. - Não vou deixar que isso volte acontecer novamente. Prometo me tornar mais e mais forte, lutarei pelo Reino, pelos meus amigos e pela nossa honra.

Então me viraria para o lupino que estava conosco, ele parecia ser um bom m´dico e um mink de carater, na verdade até agora não conheci nenhum mink malvado, mas tinha que revelar a ele o que havia acontecido comigo, caso ninguém tivesse me explicado até então.

Doutor Lupos! - Diria com rosto inocente e na verdade buscando respostas. - Algo estranho aconteceu comigo. Comi uma fruta podre e do nada penas, bico e garras começaram a nascer em mim... - Me transformaria em uma forma hibrida daAkuma. - Veja, agora tenho asas também. Sabe o que aconteceu?

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptySab 16 Jun 2018, 23:15





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METZA VAN HAWTHORNE



CACTUS ISLAND / POST 23






Uma cena romantizada ao extremo: Um beijo apaixonado próximo à uma guerra que acontecia ali próximo, com pessoas lutando por liberdade e suas vidas. E não só o beijo, como a troca de carícias que demonstrava que as garotas loiras do Reino já não eram mais simples amigas ou simples aliadas... ou, pelo menos, em breve elas se tornariam bem mais que isso...


*Não é por falta de querer...* - Pensaria a capitã com a provocação em tom de brincadeira de Sam ao flagrar as duas se beijando. Metza sorriria ironicamente como seria beijar novamente a bela ruiva, da qual já havia experimentado anteriormente; com Bijin a provocando, Metza entraria na brincadeira das garotas - Concordo... com um beijo como o seu, será sempre bem-vinda Sam! - Gargalharia a Monarca, entrando na brincadeira que estava tomando um fundo de verdade.


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Metza agradeceria a cordialidade de Bijin em colocar seu casaco no chão para que Metza pisasse em cima com um aceno de cabeça - Obrigada amor... mas primeiro temos coisas importantes a fazer, depois cuidamos uma da outra - A Monarca de repente pareceu meio seca apesar de seu coração bater forte pela Louca, mas era imprudente descansar sem antes fazer o que sabia de melhor: liderar.


Como não poderia deixar de ser da líder da embarcação, Metza começa a separar tarefas para cobrir o máximo de casos possíveis para beneficiar o Reino em relação aos seus inimigos. Alguns ali ela já conhecia de longa viagem, outros acabara de conhecer... mas, como eles viajaram juntos do farol e inclusive acabaram de batalhar lado a lado contra Slayer e seus subordinados, já dava para Metza ter uma imagem da qualidade de cada um e como ele poderia contribuir naquele momento.


Por mais que Metza odiasse admitir, a cabritinha estava certa... seria bem difícil de perceberem uma movimentação discreta pelos ares dentro de um campo de batalha. Mas Bijin não era nem um pouco discreta e a capitã não a poderia expor nesse instante; sua nova habilidade de voar deveria ficar de escanteio por ora.


Metza era orgulhosa mas não burra. Ela não poderia seguir com seus planos de forma inconsequente colocando seus parceiros em risco, mas ela poderia se conscientizar de que todos ali a viam como líder ao invés de estarem querendo passar por cima de sua autoridade, além de estarem querendo buscar as melhores ideias para todos. Afinal, era disso que um Reino se tratava...


Raksha retornava para dar as notícias de sua investigação para dentro da caverna, contando sobre o desmoronamento - Bom... fiquemos alertas então para a entrada, já que uma fuga está fora de cogitação... - Concluia Metza para o tigre, com o semblante sério.


A Monarca Descalça estava ferida e com a cabeça cintilando, o que indicava que poderia em breve voltar a sentir sintomas de hipotermia por conta da neve gerada por Kellig. Os presentes tomavam iniciativa para fazer ronda e cuidar dos feridos, e por isso, já que não lhe sobrava trabalho braçal a ser feito, Metza aproveitava o momento para retomar o momento de paz e relaxamento ao lado de sua amada.


Metza se recostava ao lado de Bijin em cima do casaco que ela havia colocado no chão e abraçando a garota pássaro bem firme para tentar se esquentar com o calor de seus corpos. Ela recosta sua cabeça no ombro da garota e cerra os olhos, tentando relaxar enquanto podia...


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Historico:
 

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Última edição por Metza em Dom 17 Jun 2018, 16:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptyDom 17 Jun 2018, 16:27



Cactus Island - Grand Line
Caverna Desconhecida

A situação estava totalmente descontrolada, porém, para Aleister, era um alívio chegar naquela caverna. Após colocar a sirena onde o urso panda havia indicado, o gatuno se surpreendia com o aparecimento de um felino. Para Levi, a dúvida era se aquele ser era um lobo ou um chacal, porém suas roupas eram muito sociais para ser um brutamonte sem educação. As aparências podiam enganar, mas para ele, a única coisa que importava era a saúde de suas aliadas.

— Não sei quem é você, isso não me importa! Se machucar meus aliados, eu te matarei! — demonstraria seu ódio.

O olhar de Aleister, nesse momento, seria o mais crítico possível. Para o rapaz, não importaria se ele morreria por ameaçar aquele lupino, mas já que ele se colocava para ajudar, tinha de fazer isso direito. Providenciando tudo que ele queria, o rapaz não sairia de perto, sempre inspecionando o que aconteceria ali. Em meio aqueles cuidados que o lobo tinha, Raksha acrescentava a informação de ter uma passagem bloqueada, enquanto isso, Bijin falava de ter comido uma fruta estragada.

— Akuma no Mi?! — falaria sem perceber.

Aleister havia ouvido tal palavra anteriormente no Farol e isso o fazia lembrar de seu passado, tal palavra não lhe era estranha, mas que naquele momento, tudo se explicava, não era uma galinha voadora, mas sim uma louca voadora. Respirando fundo, o garoto continuaria olhando o lupino cuidar das feridas, enquanto tentava prestar atenção em qualquer movimentação estranha do mesmo.

Tudo até agora foi muito duro. Perdi minha família, perdi aliados ímpares, havia perdido um grupo de possíveis amigos, me senti perdido. Mas sozinho, consegui crescer, isso eu consigo sentir. Me encontrando com todos aqui, mesmo nessa situação, me sinto em casa, isso é confortante, mas não posso fraquejar. Todos precisam de ajuda, desde o mais imponente, até a mais frágil, tenho que ser forte, tenho que proteger todos!  Tenho que ser o guarda do Reino! — pensaria.

— Acredito que é melhor ficarmos aqui enquanto nossas amigas são cuidadas. Posteriormente, se tudo permitir, poderemos explorar a fundo essa caverna. O que acham? — questionaria.
Capítulo Farol: Encerrado.

Alencar:
 

Aurora Bellatriz Flamel:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 14 EmptySab 07 Jul 2018, 12:02



NARRAÇÃO




Após inúmeros eventos os piratas do reino eram apresentados aos desafios de Cactus Island, por pouco o bando conseguira fugir sem chamar atenção após seu conflito contra o pirata Slayer, o misterioso Lupino se propunha em cuidar dos feridos mas poucos foram aqueles que se importaram com tal fato, Levi por algum motivo tratava o tal mink com certa rispidez enquanto Samantha se mostrava mais complacente correndo atrás daquilo que o médico pedia. - Isso eu posso providenciar! Só me dê alguns minutos… - Dizia a lutadora partindo em sua nova tarefa. - Você tem cinco minutos. - Respondia o lupino sobre o breve comentário da ruiva relacionado ao tempo. - Não sei quem é você, isso não me importa! Se machucar meus aliados, eu te matarei! - Falou Levi com seu olhar afiado e semblante irritado virado para o médico, o mink apenas suspirou cansado fazendo uma leve pausa em seu trabalho para olhar o gatuno. - Você ameaça todos os médicos que conhece ou só aqueles que tentam ajudar seus amigos? Porque isso não ajuda muito em meu trabalho. - Respondia o lobo em um tom banhado em deboche enquanto franzia o cenho antes de focar sua atenção de volta ao trabalho. Do lado de fora da caverna Samantha não via a necessidade de se afastar muito da entrada do esconderijo para encontrar com os cactus esféricos nascidos na ilha, a lutadora os derrubava com certa facilidade utilizando de seus chutes para conseguir a quantidade que julgava necessária, a diplomata da monarquia trazia um por um antes do tempo brevemente estipulado pelo mink. - Está ótimo, isso deve ser o bastante bom trabalho “Sam” - Falou o lupino se levantando enquanto tirava um canivete do bolso de seu terno e sacando a lâmina no pressionar de um botão, o lobo perfurou um dos cactos em um movimento preciso, rápido e suave, com sua mão livre ele pegou o cacto com certa delicadeza mas seu movimento era tão natural que a impressão que dava era a que os espinhos da planta não o atrapalhavam em nada.

Assim que removeu a lâmina do canivete do cacto o mink virou o furo produzido no mesmo um pouco acima dos lábios da celestial e da sirena, o segundo cacto ele cortou no meio criando duas espécies de cuias e cada uma com um pouco de água que a planta em si portava, aos poucos ele foi molhando os algodões que tinha removido e separado cuidadosamente. - Com álcool seria melhor para evitar infecções no ferimento, a água desses cactos serve mas não se deve beber deliberadamente. - O lupino limpava os ferimentos com cuidado, ficava claro que ele trabalhava sem muitos recursos mas aos poucos que seu tratamento ia avançado a situação parecia aos pouco menos horrível, suas companheiras aos poucos se transformavam em semi-múmias com o corpo parcialmente coberto e costurado, não era uma visão muito agradável já que suas amigas estavam surradas, costuradas, com as roupas despedaçadas aquele tratamento poderia dar o vislumbre para o grupo de um médico de batalha com os recursos escassos trabalhava, os cactos continuavam sendo esvaziados e servindo como bebida para aqueles que tinham caído em combate. - Eu não tenho nenhum medicamento aqui comigo mas as condições se estabilizaram, é necessário um período de observação para garantir que a situação não piore, a sirena possui uma recuperação rápida mas a celestial tomou muitos danos. - Dizia o mink para quem quisesse ouvir enquanto sua atenção se mantinha em suas pacientes.

Mais a fundo naquela caverna Raksha e Ezequiel continuavam sua análise contra o fim inusitado daquela de seu novo esconderijo. -Na enciclopédia não diz nada mas você lembra do que te falei durante a viagem? Sobre o boato de mineração, isso pode ser uma pista importante, mas não devemos tirar conclusões precipitadas.- Falou Ezequiel coçando seu próprio queixo analisando a teoria que se formava em sua cabeça, ambos os minks retornaram para junto dos demais sem mais nenhuma surpresa. -E como elas estão?- O lobo se virou para Raksha antes mesmo que ele se pronunciasse como se já estivesse pronto para responder tal pergunta. - A situação ainda é delicada, esperemos a melhora. - Respondia o mink cruzando os braços. -Acho que houve um mal-entendido. Um, não sou um pirata, apesar de ser um foragido de fato. Dois, nem você pelo visto. Três, te salvei porque quis, não me deve nada. Assim que sairmos daqui, pode seguir seu caminho, mas não antes disso, espero que entenda o porquê. Quatro, como avisei antes, se tentar algo não hesitarei em matá-lo. E finalmente, se não é um pirata, porque foi preso?- O lobo pela primeira vez tinha uma reação inesperada perante sua situação, uma reação que poderia surpreender os demais já que o mink começou a rir, não era uma gargalhada descontrolada ou exuberante mas sim um riso leve e sutil como alguém que é pego de surpreso em uma piada, o homem lobo levou uma de suas mãos até o seu rosto cobrindo seu olhos até que respirou fundo e recuperou sua postura. - Ei quem está com o meu isqueiro? Sera que podem acender uma fogueira ou as pacientes vão sofrer com o frio mesmo? - Respondeu o lobo ignorando completamente a pergunta de Raksha.

Ezequiel de dentro da caverna começou a cavar um buraco na terra onde colocou um pouco dos cactos cortados, acendendo um deles com o isqueiro arranjado pelo lobo o leão colocou mais um cacto seco por cima da pequena chama que começava a nascer, aos poucos o ambiente começava a ficar um pouco mais quente e confortável para todos. Agora que estavam todos reunidos -exceto por Lily e Genn- o grupo podia ver com clareza os danos gerados em sua batalha, Bijin sobrevivendo de um inesperado evento percebia agora que sua orgulhosa arma Crazy Monarch Hammer tinha se fragmentado, Metza por não ter usado sua tornozeleira acabara perdendo a arma durante a fuga ou muito talvez durante sua luta contra o ninja escarlate, Samantha que agora percebia o porque de ter tomado tão pouco dano mesmo enfrentando um oponente tão poderoso de frente, porque sua armadura absorveu maior parte dos golpes transferidos, peitoral, perneira, braçadeira, tudo estava inutilizado como se as facas de Slayer tivessem passado pelas placas de ferro como se fossem papel.

Helena e Lora começavam a demonstrar alguma resposta ao tratamento do lobo, aos poucos a celestial abria os olhos, obviamente antes mesmo que a louca pudesse se aproximar de uma das pacientes para abraçá-la o médico a impediu batendo com a bainha de sua espada na frente de Bijin bloqueando o seu caminho. - Quer piorar o quadro da sua amiga? Quebrar uma coluna talvez? Abaixar a pressão dela? - Falou o médico alertando a inconsequente guerreira, Helena abria um sorriso de leve ao ver suas amigas bem mas logo voltava a dormir enquanto a respiração de Lora voltava a seguir seu ritmo natural. -Doutor Lupos!Algo estranho aconteceu comigo. Comi uma fruta podre e do nada penas, bico e garras começaram a nascer em mim. Veja, agora tenho asas também. Sabe o que aconteceu?- O lobo franziu o cenho nada surpreso já que tinha visto a águia gigante guiando o grupo para um lugar seguro. - Então você não sabe? Estava voando tão bem que achei que era uma usuario de longa data… - O homem lobo tirou uma caixa de cigarros de seu bolso e puxou um dos cigarros, acendendo o mesmo após pegar o isqueiro com Ezequiel ele voltou ao assunto. - Isso é obra de uma akuma no mi, uma zoan, no seu caso a Tori Tori no Mi e pelo o fato de virar uma águia esse então deve ser o model eagle. - O mink deu mais um trago em seu cigarro antes de voltar a conversa. - As zoans são frutas interessantes, te permitem se transformar totalmente, parcial ou assumir alguns traços de animais, existem as paramecias também que são um tipo diferente das zoans, essas são um pouco mais complexas, elas podem mudar a estrutura corporal, manipular ou gerar algum tipo de poder que vai além da nossa imaginação. - O médico dava um último trago antes de terminar com o seu cigarro e arremessá-lo contra a fogueira para que pudesse voltar a conversa. -E tem as logias, essas são muito mais raras que qualquer outra akuma, elas fornecem os poderes dos elementos permitindo que o corpo do usuário não só assuma algumas características do elemento em sí mas também se transforme nele por completo.- Com isso dito o grupo ficava imerso em seus pensamentos e em seu descanso, Lily e Genn ainda não tinham retornado de seu reconhecimento enquanto Loraelis e Helena se recuperavam aos poucos graças ao tratamento do mink misterioso resgatado por Raksha.

See you space cowboy...



Ferimentos:
 
-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-

[/b]
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Avaliação Reino

Metza

Perdas:
● 900.000B$ - OK
● garrafa de rum 1 (10/10)/ garrafa de rum 2 (01/10) - OK

Ganhos:
● Arma LV 3 - Tornozeleira (forjada por Bijin) - NEGADO - Tanto esse quanto todos os itens forjados por Bijin foram negados. Bijin demonstrou posts de criação completamente insuficientes, onde mal demonstra a ação da forja em si. Metade da parte de criação é Bijin descrevendo seus sentimentos e parece que, para a visão do player, forjar é apenas botar metal derretido num molde e retirar depois. Vai precisar melhorar muito essa parte se quiser fazer algum item.
● Aparência Inofensiva - OK
● Log Pose - OK - (7/30)
● Forja adaptada na Escuna - OK
● Casaco de frio azul - OK

Relação de personagens:
● O player faz Ok

Exp: 18 Ok
EdC: -x-

Localização: 1° Ilha – 7° Rota - Cactus Island Ok




Bijin

Perdas:

● 4 casacos de frio (distribuído entre os membros) - NEGADO - Você conseguiu na aventura e distribuiu na mesma aventura, portanto não conta como perda (afinal você não tem na ficha para perdê-los).
● 4 material para forja - NEGADO - Não vou contabilizar os gastos, visto que os itens não foram criados.
● garrafa de vinho - OK
ACRESCENTANDO - B$ 500.000 (compra da forja para o navio), B$ 350.000 (compra dos materiais para forjar)

Ganhos:
● 1 casacos de frio azul - OK
● 3 matéria prima para forjar - ALTERADO - Alterado para 7 materiais. Não houve gasto pois todos os itens criados foram negados.
● Arma LV 3- Crazy Monarch Hammer (forjado por ela) - NEGADO - Como citado no item da Metza, todos os itens forjados foram negados por serem insuficientes a narrativa para forjá-los. Lembre-se que forjar é quase como a criação de uma perícia, não algo que você apenas derrete, encaixa num molde e pronto, sai a arma perfeita. Mal houve o trabalho braçal de martelar metal, de realizar os detalhes, de dobrar o metal... Enfim, muito fraco, necessitando de melhoras.
● Tori tori no mi: Model Eagle - OK
● NPC Poo - OK
● Mudança de Personalidade - OK - E acrescente também um trecho quanto à fidelidade dela ao grupo (não especificamente ao Reino, mas em grupos de confiança no geral). Em muitos momentos Bijin demonstrou uma fidelidade acima do comum para com o Reino, até mesmo puxando brigas em situações que eram só para manter a honra do grupo intacta. Seria bom acrescentar isso, visto que não há nenhuma referência na personalidade.
● Vantagem Liderança - NEGADO - Apesar de uma coisa ou outra que eu poderia chamar de "traços de líder", não vi motivos para sequer gerar uma progressão na vantagem.
ACRESCENTANDO Perícia Física

Relação de personagens:
● O player faz Ok

Exp: 17 Ok
EdC: -x-

Localização: 1° Ilha – 7° Rota - Cactus Island Ok




Siox

Perdas:
● 1.000.000B$ - ALTERADO para B$ 900.000 (Metza depois devolveu 100.000).

Ganhos:
● Armadura (feita por Bijin) - NEGADO - Motivos já citados.
● Arma LV 3 - Lança (feita por Bijin) - NEGADO - Motivos já citados.
● NPC acompanhante - OK
● Casaco de Frio Azul - OK

Relação de personagens:
● O player faz Ok

Exp: 18 Ok
EdC: -x-

Localização: 1° Ilha – 7° Rota - Cactus Island Ok




Alencar

Perdas:
● 1.000.000B$ - ALTERADO para 900.000 B$ (Metza devolveu 100.000 após a aposta)
● Casaco de couro (com a Npc do bando) - OK

Ganhos:
● 100.000B$ - Já descontei nas perdas
● LW (créditos) - OK
● Casaco de frio azul - OK

Relação de personagens:
● O player faz Ok

Exp: 18 Ok
EdC: -x-

Localização: 1° Ilha – 7° Rota - Cactus Island Ok




Hunson

Perdas:
● B$ 1.000.000 - OK

Ganhos:
● Casaco de Frio Azul - OK

Relação de personagens:
● O player faz Ok

Exp: 6 Ok
EdC: -x-

Localização: 1° Ilha – 7° Rota - Cactus Island NEGADO - Apesar de entender que foi por motivos pessoais, não posso permiti-lo sair do farol se não fez os posts de viagem. Então a localização permanece no Farol




Ragnar

Perdas:
● 2.420.000B$ - ALTERADO - Eu só contabilizei 1.920.000 B$, não sabendo de onde foi gasto esses outros 500.000. No caso, contei como 120k (relógio), 400k (mapa), 1kk (perícia rastreio) e 400k (roupas). Se eu estiver esquecendo de algo que totalize esses B$ 500.000, considere como OK

Ganhos:
● Relógio de prata - OK
● Mapa do farol - OK
● Perícia: rastreio (comprada) - OK
● Enciclopédia Cactus Island (créditos) - OK
● Devoção - NEGADO - Por mais que até faça sentido o encaixe nisso como Devoção, eu acho que seria melhor aplicado na personalidade do player (pode acrescentar isso no campo de personalidade, que vai ser aprovado mais abaixo). Caso queira que se torne uma desvantagem mesmo, deixarei a devoção com (1/2) e, demonstrando interesse, na próxima aventura pode se concretizar.
● Liderança - OK
● Noção Exata do Tempo - NEGADO - Por mais que tenha até existido aquele treinamento, aquela atenção com horas e tal, acho que ainda faltou mais comparando com a extensa aventura que teve... Foi algo pequeno para uma aventura grande, então proporcionalmente eu senti falta. Mas vou deixar como (1/3) para ser adquirido. Lembrando que se houver uma boa insistência nisso na próxima aventura, pode pular direto pro aprovado, e não o (2/3).
● Mudança de Personalidade - OK - Se quiser, acrescente a parte que citei em "Devoção"
● NPC Acompanhante - OK - Coloque ela pro level 3, já que você irá upar também.
●Tesouro de Ymir - OK
● Cabeça do Slayer - OK - Apesar de não saber o que fará com isso na sua ficha... Tá aí.

Relação de personagens:
● O player faz Ok

Exp: 26 Ok
EdC: -x-

Localização: 1° Ilha – 7° Rota - Cactus Island Ok


Quantidade de posts do(s) Narrador(es):
Ventus - 6 créditos
GM.Hoyu - 5 créditos


Citação :

Nome:Escuna
Tipo:
Descrição:Não aguenta canhões pesados, apenas pode por mais 2 mastros, seja médio ou pequeno. Há 2 salas interiores, recentemente foi instalada uma forja em uma das salas disponíveis do navio, podendo-se construir ainda +2 salas.
Velocidade: 20u
Número de tripulantes máximos acomodados:6 (Player)
Lotação máxima no transporte: 9 (NPC)
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:150
Canhões: 2

Jack Jet Poo:
 
Helena Skyfall:
 
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