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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptySex 16 Mar 2018, 14:22

Relembrando a primeira mensagem :

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Bijin
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyTer 05 Jun 2018, 15:40


  Poucas coisas poderiam me surpreender, poucas coisas poderiam me deixar enojada, mas aquela maldita fruta tinha ganho de tudo. Quando seu gosto terrível tomou conta de mim, logo cai de quatro. Abria a boca e tossia, queria por aquele veneno para fora. Se aquilo era ruim? Óbvio que não, para aquilo ser ruim o gosto teria que melhorar muito.

  Já estava para enfiar o dedo na goela para forçar o vômito quando a sensação terrível que tomava conta de mim passou. Mas outra coisa me assustou ainda mais. Era minha boca, ela havia sumido, junto com o batom. Sabem quanto tempo levei me arrumando para chegar a essa ilha? Mas agora não havia mais boca era um bico. Um calor imenso tomou conta do meu pescoço, e de tudo que estava a minha volta, tinha penas nascendo em mim. Que porra é essa?

  Meus pés também começaram a mudar, garras afiadas surgiram no seu lugar. Meus braços começaram a virar asas e assim todo meu corpo começou a mudar... Tomara que eu não vire uma pomba, odeio pombas, pomba tem pulga, não posso virar pomba de jeito nenhum... E quero minhas pernas porra. Malhei muito para deixar elas torneadas, não podem sumir assim do nada.

  Mas as mudanças continuavam, minhas pernas cresciam, meu tronco voltava a ganhar forma humana e meus braços se separavam das asas. Minha transformação parecia que havia parado. Estava em uma forma meio pássaro e meio humana. Mas eu tinha um bico... Não vou poder beijar mais a Metza???

  Estava quase chorando quando um grito ensurdecedor chegou a mim. Era Poo gritando por mim e pela Helena. Eles podem achar que que eu havia morrido. Tolinhos. Não sabem que eu sou Bijin, a Louca, arrancadora de dentes, esmagadora de sargentos e a general do Reino? Como eu poderia ter morrido aqui assim tão fácil?

  Mas fui correndo na direção da Helena, cai! Que merda e essa de garras? Era mais fácil andar de salto do que com essa merda. Vou tentar voando então. Pois sentia que poderia. Mas durante essa adaptação percebi que minha visão também havia mudado, estava percebendo mais detalhes a minha volta, estava notando que também estava mais forte e mais rápida. Até que a coisa não estava tão ruim... Será que a Metza se adapta a beijar meu bico? Como alguém vai beijar essa porra???

  Sim, estava indignada e nervosa, mas meu temperamento calmo me ajudava a por as ideias no lugar e assim que alcancei Helena peguei ela. Realmente sentia que ela estava mais leve. Sabia com certeza que estava mais forte, mas será que conseguira sair daqui? Só tentando mesmo.

  Agachei minhas pernas e saltei o mais alto que podia e então bati minhas asas para sair pelo buraco que havíamos caído. Se por acaso não conseguisse faria o máximo para proteger a Helena no colo. Usando os braços, pernas e asas para proteger ela. Claro que sentiria meu braço com a clavícula perfurada doer, mas tinha colocado todo o peso dela no meu braço bom e deixado meu martelo preso na cintura do outro lado.

  Caso conseguisse sair do buraco e visse Poo colocaria Helena em seus braços, era mais seguro do que ficar comigo, eu ainda poderia me transformar em alguma coisa.

  - POOOO!!! - Chamaria meu amigo. - Acho que virei uma mink alada!? Você também comeu uma fruta estragada para virar esse panda fofo?

  Claro que meu humor era minha loucura disfarçada, afinal era a Louca, mas a realidade é que eu nunca tinha visto uma Akuma no Mi e não sabia o que eu tinha comido, só sabia que era um meio bicho e meio pomba. Mas o que estava olhando  realmente prestando atenção era em tudo a nossa volta.

  - Poo leve a Helena! - Agora olhava o corpo caído do Slayer, ele realmente havia caído e minha visão mostrava nitidamente que estávamos sendo atacados por várias pessoas. Agora era hora de agir rápido e fugir. - Corre o mais rápido que puder Poo, ainda preciso ajudar a Metza.

  Mas enquanto falava procurava Metza, onde estava a Monarca? Não sairia sem ela e havia o problema da neve, se visse que ela estivesse com problemas na fuga iria ajudar ela. Morrer por ela já era algo que tinha decidido a muito que valeria a pena. Se tivesse condições voaria até ela e então a pegaria sem nada falar e levaria ela rapidamente para o caminha que seguia o rio e por onde todos fugiam.

  Parecia que seria difícil eu tomar um vinho tranquilamente nessa ilha. Ajudaria a por o navio em movimento, caso eu realmente tivesse condições de o fazer.
Histórico:
 

Objetivos:
 

NPC Companheiro:
 


Última edição por Bijin em Qua 06 Jun 2018, 14:22, editado 1 vez(es)
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Bread
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyQua 06 Jun 2018, 01:49





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METZA VAN HAWTHORNE



CACTUS ISLAND / POST 21






Aquela mancha vermelha que deveria provavelmente ser Slayer em meio a neve se aproximava da cambaleante Monarca. Mais, e mais, e mais... rapidamente ele partia em direção de Metza e, um tanto quanto indefesa por ter levado um golpe potente em seu queixo, ela não conseguia assimilar muito bem a ilusão da realidade. Esse seria provavelmente seu fim se Raksha não tivesse intervindo...


Um brado de vingança partindo do ninja rubro podia ser ouvido pela Monarca Descalça assim como um rugido de tigre que quiçá vinha de Raksha. A capitã do Reino ainda estava muito atordoada e o máximo que conseguia perceber eram borrões e vultos. Sua percepção de realidade estava completamente alterada e muito provavelmente ela não conseguiria nem mesmo lembrar por instantes de que estava pisando em um (muito gelado, diga-se de passagem) campo de batalha.


- BIJIIIIIN, HELENAAA!! - A voz de Poo poderia ser ouvida, fazendo com que a capitã cerrasse os olhos e pensasse emocionalmente na situação por perder a sua seguidora mais fiel, e aquela menina anjo curandeira que era sempre a salvação nos piores momentos. Talvez uma lágrima pudesse ser vertida de seu olho por baixo das pálpebras, mas Metza estava confusa e com sua visão turva. A sensação de impotência e de conseguir estabelecer uma clareza para analisar a situação era sua maior preocupação.


*Aiiii... frio! - O corpo da capitã tremia e sua pele começava a ficar arrepiada. A adrenalina do combate passava assim como sua visão embaçada e ela começava a cair na real da situação que lhe era apresentada - *Não... hipotermia de novo não!* - A ansiedade por encontrar algum lugar quente e aconchegante como fora da outra vez na cozinha do Castelo vinha à mente da capitã, para aquecer seu corpo e afastar a sensação de fraqueza que o frio lhe trazia de bandeja.


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Mas antes, era preciso ajudar Bijin e Helena. Elas poderiam estar mortas, em coma, ou qualquer situação muito desagradável. Mas o mote do Reino era a liberdade, e não eram ferimentos que iriam barrar essa liberdade. Metza estenderia sua bandeira para o alto através de seus companheiros para demonstrar que sua ideologia era real e que a união do Reino poderia derrotar qualquer adversidade.


Cambaleando como se tivesse com labirintite, de um modo que por pouco não tropeçasse e caisse com tudo no chão, Metza une forças para acompanhar Poo no resgate da Louca e da Anja, ajoelhando-se próximo do mink panda e tentando colocar a cabeça para dentro do buraco procurando por suas parceiras: - Eiiiiii! Me respondam! Vocês estão bem? Nós não vamos deixar vocês ai... custe o que custar! - Berrava a capitã para o buraco formado pelo disparo de morteiro, colocando a palma de sua mão do lado da boca como um megafone improvisado.


*Droga! Era só o que me faltava!* - Pensava a Monarca, revoltada pela possibilidade de ter que lutar novamente quando havia acabado de sair de um combate há poucos instantes.


Metza tentava pressionar os seus ferimentos para tentar conter pelo menos em parte o sangramento dos cortes proporcionados por Slayer. A loira cerrava um dos olhos tentando conter a dor com uma expressão facial fechada e alternando as vezes para uma de ardência, naturalmente provocada por cortes grandes, mesmo que superficiais.


O mink tigre, de uma forma um tanto quanto grotesca, arrancava a cabeça do inimigo com sua lança - *Um troféu? Este libertador de escravos é um tanto quanto incongruente...* - concluia a capitã pirata.


- Não sabemos contra quantos estaremos lutando para recuar. Sem uma navegadora voltar para o Castelo para tentar fugir é suicídio. - Responderia à duvida de Raksha sobre recuar para o navio e utilizar os canhões contra a arapuca armada dos caçadores, com uma expressão séria estampada em sua face e fitando o horizonte aberto pela única passagem aparentemente possível para fuga - Vamos fugir a pé pelo rio... recuperaremos o navio depois! - Difícil decisão da capitã. Ela estava apostando o seu navio em prol do time. Mas uma nova luta naquele momento era a pior escolha possível, pois mesmo que o Reino tivesse canhões à sua disposição, o inimigo tinha morteiros... e provavelmente não era um só!


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- Vamos ajudar Lora e Helena... elas são nossa prioridade agora! Quando tivermos condições de lutar novamente, iremos nos defender... agora o que nos resta é fugir e comprar os den den mushis para caso nos separemos, mantermos contato e bolarmos estratégias à distância! - Explicaria Metza para Raksha, enquanto corria em direção ao rio, tentando reproduzir o caminho que os piratas de Slayer estavam utilizando para escapar da emboscada armada pelos caçadores de recompensas.


Metza correria em direção à porta da esperança que estava à sua frente. A única saída possível para fugir de um combate indesejável. A Monarca Descalça tentava correr na ponta dos pés para angariar maior velocidade e, com a cabeça erguida, tentaria visualizar se algum atirador próximo estava mirando nela. Assim como Raksha, Metza correria encurvada andando em zigue-zague para dificultar o acerto de seus inimigos, e usando suas habilidades musicais, tentaria reconhecer a tonalidade que o morteiro realizava quando era disparado. Se identificasse aquela nota correndo pelo ar, e a direção de qual ela vinha, para correr o mais depressa possível na direção oposta: - Cuidado! Morteiro!




Historico:
 

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Legendas:
 


Última edição por Metza em Qui 07 Jun 2018, 00:36, editado 1 vez(es)
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Alê
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyQua 06 Jun 2018, 13:25



Narração

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Galinha Voadora!?


A luta havia se encerrado e mais uma vez Aleister sentia-se impotente por não ter ajudado tanto quanto queria. Cerrando seu punho e olhando para o sangue do homem escorrendo pela alva e gélida neve, o gatuno tinha a realidade batendo mais uma vez em seusespírito. Eram oponentes como aquele que o grupo teria de esperar dali por diante e isso assustava o rapaz. Em meio aos seus pensamentos, o rapaz tinha sua atenção atraída pelo urso panda, que gritava os nomes de Bijin e Helena. Ao voltar-se para ele, o rapaz se dava conta que havia acontecido uma explosão ali.

— O que está acontecendo? — questionou-se.

Não demorou muito e seu corpo começou a sentir os resultados daquela atitude extrema de dar o casaco de couro, que o protegia do intenso frio, para sua aliada caída. Seu corpo estremecia totalmente enquanto seu suor descia lentamente pelos seus ferimentos. Até a respiração do rapaz era dificultada devido os danos sofridos no embate. Antes de qualquer coisa, o rapaz não poderia deixar a sirena naquele estado. Pegando-a com cuidado, mesmo sentindo graves dores em seu abdômen, Levi tentaria usar o que restava de sua força para seguir com a ferida em seus braços.

— Está tudo bem, por enquanto, só vamos sair daqui o mais rápido! — falaria para qualquer oferecimento de ajuda.

A situação não era das melhores. Tinham ali a cabeça de as armas do tal Slayer, mas os Caçadores de Recompensas haviam os armados uma emboscada e nada tinha de tirar vossa atenção da fuga, nem mesmo...

— Uma galinha gigante e falante! — exclamaria impressionado.

Aleister não tinha tempo de ponderar nada. Com a sirena em seus braços, o gatuno correu até o seu machado recém conseguido e, pegando com uma das mão, a direita, após deixar a esquerda no apoio ao corpo de Lora — auxiliado pelo seu joelho, que ao erguido, impediria que a mesma caísse de seus braços — o mesmo guardou sua arma com o cabo preso em sua calça, com seu braço envolto, e seguiu carregando a sirena com ambas as mãos.

— Droga, droga, droga! — bradaria Aleister em meio a fuga e suas próprias dores — Já estou com a polvo! Fugir pelo rio será um sacrífico para você, devido as suas condições e condições climáticas. Suba no tigre, é o melhor! — aconselharia — E você, galinha voadora, nos dê visão aérea se possível! Có có có? Cócó!

Levi não sabia com o que estava falando, mas tentando usar a língua das galinhas, ele apenas correria seguindo as ordens de sua líder, tomando os devidos cuidados e indo o mais rápido que pudesse com a respiração prejudicada e a incessante dor. Em sua mente, o alívio se misturava a preocupação do que seguiria para o grupo naquela fuga quase que impossível.

E por favor! Não morram! — bradaria.


Alencar:
 

Aurora Bellatriz Flamel:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyQua 06 Jun 2018, 21:13

Karthus desafia o Reino


E esse foi o fim de Slayer.

Caiu, na neve, cuspindo o sangue acumulado no corpo, assistimos de pé e vitoriosos... Enfim, ele pagou por seu crime, como foi julgado e decretado que seria. Foram os últimos movimentos, simples e diretos, que acertaram-o deixando sem opção, seu corpo fraquejou e falhou, um pouco antes do nosso, pois não havia alguém ali que não tenha sofrido na batalha.

-Vocês irão morrer aqui -gozaru!- as últimas palavras do ninja rubro, antes de ouvirmos um rugido fenomenal do Raksha, que perfurou o inimigo, o fez parar e cair, morto.

Solto minha respiração aliviada, meus corpo se soltou, apoio meus braços nas pernas, cansada por finalmente ter um fim, onde todos saímos bem e com vida, logo que olho ao redor percebo a movimentação, os submissos corriam assustados por perderem de forma tão vergonhosa, já os meus companheiros que lutaram comigo, todos machucados e cansados, alguns mais outros menos, eu sentia minha região abdominal doer demais junto com uma leve, porém irritante, dor no rosto onde o inimigo passou o fio da lâmina, fora isso, me sentia incrível.

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Por um breve segundo me senti invencível! Meu organismo já não vibrava naquela contagiante força para me manter focada e de pé, por momento ele dizia: PARA UM POUCO ANTES QUE TERMINE DE SE QUEBRAR! Exceto uma parte não emitia essa mensagem, acho que era a região do peito, algo mais interno, onde emanava algo parecido com "missão cumprida", gratificação e sucesso, por ter feito o que fiz, participado e ajudado na luta. Minha ficha cai e não consigo parar de sorrir.

Eu o fiz! Agi como uma mulher! Lutei pelo o que acho certo, com todo meu coração, eu defendi minhas amigas e amigos, esmurrei a cara daquele assassino de araque, honrei minha presença no bando, eu não consigo acreditar nisso! Eu nunca imaginei que chegaria a esse ponto, que veria tamanha atrocidade em minha frente, mas o que nunca passou em minha cabeça foi que agiria e mudaria o destino de muitas pessoas com meu próprio suor e sangue. Eu sabia que meu colegas sentiam o mesmo, Raksha rugiu com toda sua energia durante toda a batalha, Levi pôs sua alma e compaixão nos seus movimentos, expondo sua profunda vontade de fazer justiça com suas próprias mãos... E Metza, como sempre, minha monarca mostrou a força do nosso Reino, ele é incrível em tudo que faz e lutar ao lado dela dessa vez foi  minha maior honra.

Essa minha alegria não dura muito, volto a realidade rapidamente, pois a morte de Slayer foi só o início. Poo retoma minha atenção chamando por Bijin e Helena, percebo então o que a explosão que ouvi antes fez, um buraco enorme se encontra perto demais de nós, exatamente onde Bijin tinha ido para ajudar Helena... Sinto-me como se o mundo se movesse mais depressa, minhas duas amigas estavam perdidas no meio daquele fumacê, com sorte vivas.

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- GAROTAS! - Grito desesperada, perder minhas está fora de cogitação.

Aos poucos silhuetas que reconhecia iam se formando, o bando ia se reorganizando com tempo, mas ao pior se aproximava, Genn alertava sobre a aproximação dos caçadores de recompensa que observaram tudo e agora buscam o prêmio final... Nós.

-Temos que sair daqui agora! Os caçadores estão aqui! Eles estavam nos observando esse tempo todo! Corram!- avisavam o velho e aquele amigo do tigrão.

Então percebemos um flanco vindo com toda velocidade para cima de nós e outro de atiradores se formando em uma área mais afastada, dando-nos apenas uma rota de fuga, que seria pelo rio que desaguava no mar, mas isto implica em abandonar o barco... Mais decisões difíceis a serem tomadas. Se fosse outra situação, enfrentaríamos esses embustes com o maior prazer! Todavia ninguém aqui tem mais forças para outro combate, tendo ainda em vista que todos estão machucados.

- Metza... - Sussurrava, como uma forma de pedido, para que ela determinasse o que faríamos.

Raksha usa de um lado muito lógico e coloca os prós e contras na mesa, se fossemos para o barco sem piloto não sairíamos do lugar, embora sair correndo rio a baixo não seja uma das melhores saídas, Levi deixa sua pose de matador dos injustos para apenas dizer sem mais ou menos que deseja ir o mais rápido possível, já eu mal sabia o que fazer... Minha cabeça apenas estava em achar as garotas, não iria embora até encontra-las, mesmo que Metza pedisse.

- Não sabemos contra quantos estaremos lutando para recuar. Sem uma navegadora voltar para o Castelo para tentar fugir é suicídio. Vamos fugir a pé pelo rio... recuperaremos o navio depois! - determinou a Monarca após os suplícios de seus súditos. Ela sabia que eu não tinha o que dizer, nem temos tempo para ficar criando um debate sobre como vamos agir, só nos restava ter fé... Que sobreviveríamos mais um dia.

Se Helena e Bijin fossem encontradas, não perderia nem sequer um segundo, correria pela lateral do rio, adentrando na ilha, acompanhando Metza e o pessoal, com a mão direita sobre o corte abdominal que Slayer me fez, pressionando para que não escorra mais sangue e não deixe rastros vermelhos sinalizadores para os caçadores virem atrás de nós.

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Se não fossem vistas as meninas, procuraria por entre o buraco e a região próxima, pronta para ajudar caso alguma das duas precisasse de um apoio amigo ou algo do gênero para andar, se eu tivesse que carregar alguém, o faria, jamais pouparia esforços para com minhas companheiras.

Se não as encontrasse, olharia ao meu redor para ver se elas já não seguiam em alguma direção, e se Metza estivesse assumindo um espaço maior entre nós, iria atrás dela, com o coração na boca por não ter salvado ou ajudado minhas amigas.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyQua 06 Jun 2018, 23:20



NARRAÇÃO




Todos se reuniam em volta do buraco buscando pistas sobre o que teria acontecido com Bijin e Helena, Levi conseguia ser rápido o bastante para buscar seu machado e voltar para junto de seus companheiros com algum certo atraso e Raksha perdia algum tempo cortando a cabeça de Slayer com as adagas que o ninja deixava, não era uma tarefa difícil levando em consideração a força do mink mas sim desconfortável pela arma ter a lâmina mais curta que uma espada teria fazendo necessário mais de um golpe para desvincular a cabeça do assassino de seu corpo, todos alimentavam o desejo e a esperança de ver sua louca e sua médica sã e salvas e quando tudo parecia perdido Bijin surge em uma forma híbrida de águia e humano carregando em seus braços a celestial ferida. -POOOO!!!- | -BIJIIIIIIN!!!- Respondia o panda com lágrimas descendo de seus olhos como uma cascata desce o rio. -Acho que virei uma mink alada!? Você também comeu uma fruta estragada para virar esse panda fofo?- | -Não, mas meu pai falou que eu vim em uma caixa de rabanetes então provavelmente tem uma ligação ai.- Continuou o panda com seus olhos ainda em lágrimas e seu tom de voz visivelmente alterado, o panda pegou Helena em seu colo e imediatamente assumiu uma expressão um pouco mais entristecida e calada ao ver Helena naquele estado mas se manteve em silêncio seguindo com o pedido de Bijin e escutando as ordens de sua capitã, Bijin pegou Metza em seu colo surpreendendo um pouco sua capitã pela sua nova forma e habilidades, aos poucos Bijin parecia entender um pouco mais sobre seus poderes mas seus ferimentos e sua dor não haviam passado, isso afetava na altura em que a mulher-águia conseguia alcançar e em sua velocidade mas o sacrifício valia o esforço.

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Em terra os demais começavam a correr seguindo a liderança de Bijin e Metza, Genn e Lily que eram os únicos atiradores remanescentes no grupo se viravam de tempos em tempos para disparar naqueles que representavam alguma ameaça enquanto se aproximavam do grupo do reino. -Poupem fogo, estamos tentando fazer eles esquecerem de nós então não podemos chamar muita atenção!- Falou Ezequiel elevando um pouco sua voz para que todos pudessem ouvir. -Não chamar atenção vai ser difícil com uma mulher pássaro voando acima de nós, garota tente voar mais baixo.- Falou Genn tentando alcançar Bijin com suas palavras, o velho tinha alguma razão mas Bijin estava conseguindo ser bem rápida sabendo que poderia sim deixar os outros para trás caso desejasse, com sua visão aguçada a mulher conseguia ver que os caçadores atrás dela aos poucos terminavam com os piratas mais fracos que antes serviam a Slayer e algumas pessoas no grupo de atiradores pareciam começar a mirar nos demais que corriam pela margem, não só membros do reino mas também nos outros piratas que tentavam usar aquele caminho como rota de fuga, alguns começavam a tentar disparar contra Bijin que era um alvo de destaque voando.

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Muitos disparos foram feitos contra os piratas que corriam em terra também até que novamente eles escutaram aquele mesmo som que tinham escutado anteriormente, o zumbido cortava o ar que tinha começado logo depois de uma pequena e concentrada explosão, o zumbido ia se aproximando e aproximando ficando cada vez mais alto. -Cuidado! Morteiro!- | -Espalham-se mas continuem seguindo o rio!- Gritou Poo carregando Helena em seu colo e começando a correr em manobras evasivas mudando sua direção de maneira aleatória em um ritmo de zigue e zague, as explosões se repetiam mais e mais vezes fazendo com que os piratas mais atrás voassem tendo seus corpos arremessadas por conta das explosões, alguns claramente eram mortos enquanto outros ainda tentavam se arrastar, as explosões deixavam o ar mais quente e o fedor da pólvora começava a impregnar tanto no ar quanto na neve deixando tudo em uma coloração cinza. -NÃO, NÃO, EU NÃO QUERO MORRER!- | -NÃO ME PRENDAM OUTRA VEZ.- | -AAAAAH ALGUÉM ME SALVE!- Eram muitos os gritos de desespero proferidos pelos antigos inimigos do reino que pouco a pouco eram capturados ou mortos.

Visivelmente os caçadores desejavam mais enquanto ainda miravam no pequeno grupo que se mantinha de pé durante a fuga mas sofria contra os disparos tantos de rifle quanto de morteiro. A fuga se alastrava e os piratas que antes tinham servido como meros peões para o assassino escarlate já tinha em sua maioria caído nas mãos dos caçadores e agora a tropa corpo a corpo parecia continuar seu avanço desejando por mais cabeças mesmo estando metros e mais metros distantes dos piratas do Reino, Bijin por sua visão aguçada conseguia ver mais a frente uma espécie de caverna, uma caverna que era vista com muita dificuldade pois a mesma obrigava o grupo sair de sua rota atual e força-los a seguir por um caminho em meio a neve saindo de perto da margem, a caverna era escura e tinha muitas rochas a sua volta dificultando a visão de sua entrada coisa que Bijin só enxergava graças a sua visão do alto pois em terra o ângulo que os piratas tinham dali para a caverna só permitia que eles conseguissem ver um grupo de rochas e cactus cobertos de neve, como obstáculo os piratas tinham a enxurrada de tiros e explosões que caiam nas proximidades e também sobre si pois o que antes era uma arena para um conflito pirata agora tinha se tornado uma zona de guerra com tiros e explosões sobre suas cabeças.

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Raksha corria transportando a cabeça de Slayer, mas atrás vinha Lily e Ezequiel correndo lado a lado, Poo que carregava Helena corria próximo de Levi que carregava Loraelis e entre eles tinha Samantha, Genn parecia ter adotado a retaguarda já que o mesmo vira e mexe se virava para tentar disparar contra os inimigos na tentativa de atrasá-los.



Ferimentos:
 
-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-


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Alê
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyQui 07 Jun 2018, 11:17



O Reino

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A Chegada Esplendorosa do Reino em Cactus Island!

Sem entender, o final sempre era o mesmo. Em toda e qualquer capítulo de sua vida voltada a liberdade, o rapaz sempre acabava por fugir da iminente morte. Com a sirena em mãos, e sua arma em posse, o rapaz apenas fazia o que conseguia, ainda que com dificuldade, que era correr. Com dificuldade em respirar devido ao dano sofrido em suas costelas, era normal que ele ficasse mais para trás, também devido ao pequeno atraso, porém o perigo dos tiros de morteiro era imenso e isso o preocupava.

— De onde diabos saiu esse morteiro?! — questionou acintosamente.

Preocupado com Lora, que estava em seus braços, o rapaz tentaria esquivar o máximo para não acabar machucando a polvo. Assim como colocaria seu corpo na frente do possível dano que a garota poderia vir a sofrer. Nos tiros de morteiro, o rapaz tentaria usar de sua estamina restante para, em conjunto com sua aceleração, tentar esquivar dos ataques, como Genn indicava. Em maio a fuga, o gatuno se dava conta que aquela criatura alada, que antes era uma galinha para o rapaz, agora havia se tornado Bijin, ou ela tinha se formado, eis a questão.

— Isso é a Bijin?! — questionaria em meio a fuga.

Seguindo o rio com o grupo, o objetivo do gatuno era também chegar na caverna, para assim poder descansar e ver como estaria a polvo. Aproximando de lá, o rapaz tentaria olhar para os arredores, mesmo que de relance dentro das circunstâncias, e caso avistasse algum inimigo, gritaria para todos se alertarem.

— Cuidado! Há alguém aí próximo! — gritaria.

Porém, se não houvesse ninguém, Levi apenas entraria e procuraria algum lugar que parecesse seguro. Para auxiliar, pediria ao Poo ou o tigre Raksha, que provavelmente seriam mais efetivos naquele lugar do que a Bijin.

— Alguém se certifique que estamos sozinhos nessa caverna! Usem suas audições ou olfatos para detectarem isso, por favor! — pediria de uma maneira abrangente a todos — Precisamos de ajuda! A Lorealis não está muito bem! Nossa médica também não! Vamos os certificar de mantê-las vivas, o quanto antes! — suplicaria.

Era possível que seu rosto estivesse totalmente atordoado, mas isso era o que diferenciava Levi de seus irmãos antes e agora não seria diferente. O rapaz não tinha o a frieza e o temperamento calmo o bastante para manter-se sereno naquela situação. Deitando sua aliada em algum lugar “confortável” para ela, ele tentaria averiguar os ferimentos que a garota tinha usando de seus conhecimentos em Anatomia Humana. Não seria totalmente efetivo, no fundo ele saberia, mas para si mesmo ele não a deixaria ali, jogada ao léu.

— Droga! — bradaria ao rasgar um pouco de sua roupa — Resista! Por favor... Resista...

Temendo que a garota perdesse sangue demais, o rapaz pegaria o tecido e tentaria estancar o sangue no corpo dela, enquanto olharia para o ferimento tentando identificar alguma presença de veneno ou algo do tipo. Preocupado com o restante, o rapaz também indicaria o cuidado necessário para com os outros.

— Olhem como Helena está ou tragam-na para cá! Temos que cuidar desse ferimento o quanto antes, se ela perder muito sangue, seus órgãos irão entrar em colapso! — bradaria — Rápido! Bijin! Por favor, fique de olho no lado externo! Acho que você agora é boa com os olhos! — pediria.


Alencar:
 

Aurora Bellatriz Flamel:
 

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Última edição por SirAlencar em Qui 07 Jun 2018, 13:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyQui 07 Jun 2018, 12:10


   Tiros, explosões, correria, mortes e prisões. O cenário era caótico, piratas e mais piratas estavam sendo presos, não que eu ligasse muito para isso, eles a pouco estavam atacando o Reino, se por outro lado tivessem "companheiros de profissão" que tivessem se aliados a nós durante a luta contra o Slayer a história seria outra, mas agora precisava de duas coisas, me entender melhor, pelo menos essa forma de pássaro, e descansar. Meu corpo latejava de dor.

  - Aproveita a viagem Metza! - Dizia com uma voz mais estridente por causa do bico. - Mas acho que não vou aguentar muito tempo. Mas agora se segura.

  Logo começaram a vir tiros na minha direção, não poderia manter o vôo alto e mergulhei para voar mais próximo do chão. Mas agora um segredo, esse negócio de voar era MUITO BOM!!!

   Realmente sentia diferenças nos olhos, conseguia ver mais longe do que antes, as coisas tinham melhor definição, estava me tornando uma predadora mais poderosa. Até mesmo poderia sentir uma sede maior por sangue dentro de mim, mas uma mente calejada como a minha, cujo temperamento foi forjado noite após noite, esperando pacientemente o momento certo de me livrar da minha prisão, não seria conduzida por instintos, mas pelo raciocínio.

  Logo vi uma caverna, sabia que aquele ali seria nosso local de fuga.

  - Olha ali amor! - Dizia para a Monarca ainda me acostumando com essa voz. - Tem uma caverna ali, vamos nos esconder ali. O bando não vai conseguir sobreviver muito tempo em meio aquelas explosões.

  Diminuindo a velocidade ou dando a volta voaria sobre o bando com a Metza nas costas. Deixaria ela dar o comando, e logo seguiria na liderança até a caverna. Queria chegar logo no refúgio e acabar com toda aquela dor. Mas sabia que era necessário um pouco mais de força, um pouco mais de sacrifício, um pouco mais de perseverança, mas dali em diante fiquei calada, apenas guardando minhas forças para manter o voo até a caverna.

  Chegando boca da caverna depositaria a Metza com o máximo cuidado possível. Meus joelhos novamente se dobrariam, minha forma humana voltaria, as garras sumiam e minhas mãos e pés voltavam ao normal, meu bico voltava a ser uma boca. As penas sumiram e minha pele voltou a aparecer. Minha roupa rasgada não me protegia do frio, e logo fui entrando na caverna buscando abrigo contra o vento. Cai sentada no gelado chão com as costas na parede.

  - Você esta bem? - Dizia cansada e usando o resto da força que tinha para ver Metza. - Hhahahahaha! - Ria, unicamente para não chorar, mas lágrimas deciam dos meus olhos. - Acho que exagerei. Acho que errei. Helena esta machucada. Fui inútil na luta. Sou fraca ainda. Agora nascem penas em mim, não sei o que esta acontecendo.

  A tristeza havia finalmente chegado na vida de Bijin, a pirata, desde que havia queimado seus pais ela nunca mais havia chorado. Mas ela apenas uma menina de 16 anos vendo amigos sendo feridos, ela sendo machuca, sua amada também com feridas.

  Logo que o resto do bando chegasse tentaria logo limpar as lágrimas para ninguém ver. Eu era ainda a general do Reino e a única pessoa que eu estava disposta a realmente me abrir era aquela que eu havia decidido amar de coração e alma, a Metza.
Histórico:
 

Objetivos:
 

NPC Companheiro:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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Última edição por Bijin em Sex 08 Jun 2018, 09:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptyQui 07 Jun 2018, 23:17





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METZA VAN HAWTHORNE



CACTUS ISLAND / POST 22






- Bi... Bi... é você Bijin? - A Monarca gaguejava embasbacada ao ver sua mais fiel companheira a carregando no colo pelos ares, em um misto bizarro de mulher com o que seria algum tipo de ave de rapina - *Será que... não! Não é possível!* - Os olhos da capitã arregalavam ao ter uma conclusão sobre o que poderia estar havendo ali - - Não me diga que você comeu uma Akuma no Mi!? Quando? Onde? Como???


A Grand Line era um local demasiadamente peculiar... mas uma garota, até onde Metza sabia completamente humana, se metamorfoseando em algo parecido com uma licantropia? Aquilo era surreal... mais provável que fosse obra de alguma fruta do Diabo - *Será que ela encontrou uma quando caiu na cratera feita pelo primeiro disparo de morteiro?*


A viagem de pensamentos de Metza era interrompida por tiros, gritos e barulhos que rasgavam o ar de um modo tão simples quanto a arma congelada de Slayer rasgou a sua carne. Um novo disparo de mosteiro porém, foi suficiente para que a capitã conseguisse alertar a tempo seus aliados para que esquivassem daquela perigosa arma.


- Aproveita a viagem Metza! - Bastou uma frase de carinho com aquela doce voz de Bijin para arrancar um sorriso tímido, porém feliz, de Metza. Tal frase fez com que a garota que estava em seu colo se acomodasse e abraçasse a Louca com um carinho recheado de amor; muito provavelmente o melhor de sua vida.


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A Monarca Descalça olharia brevemente para baixo para se certificar que o bando estava seguindo a Bijin enquanto tentava desviar dos disparos e explosões que eram feitos contra eles. Caso eles aparentassem estar tomando um rumo diferente, a capitã colocaria a mão em concha na frente de sua boca para ampliar a acústica e garantir que quem estivesse em solo compreendesse: - ENCONTRAMOS UMA CAVERNA! VAMOS NOS ABRIGAR LÁ! SIGAM A BIJIN! - Ela acreditava que tal ordem fosse clara e compreensível - TOMEM CUIDADO! - concluiria.


Ao terminar seus lamentos, Metza daria um tapa na cara de Bijin - Baka! Nós achamos que você tinha morrido e ficamos preocupados... só isso já é suficiente para perceber o quão importante para nós você é! - A Monarca acompanharia a Louca em seu rolar de lágrimas, se ajoelhando próxima a Bijin para dar um romântico beijo em sua boca neste momento.


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- Bijin, Lily, Genn... certifiquem-se de que nenhum inimigo nos seguiu até aqui. - Reforçaria o pedido de Levi, quando os aliados do Reino tivessem entrado na caverna - Poo, Raksha... vocês que são mais fortes, procurem algumas pedras grandes o suficiente para fazermos uma barricada na entrada da caverna. Se tentarem invadir, eles serão dificultados ao máximo que estiver em nosso alcance. - Pausaria para respirar profundamente, franzindo a testa demonstrando uma extrema preocupação, já que a mais entendida de medicina neste instante era justamente a mais ferida - Sam... ajude Aleister com o auxílio médico à Lora e Helena... - Por fim, a Monarca atribuiria uma última tarefa ao mink leão - Ezequiel... eu e você vamos patrulhar a caverna para nos certificarmos que não há nenhum perigo aqui dentro.


- Estamos todos entendidos? - Bradaria a capitã, aguardando uma confirmação de todos ali presentes - Pelo REINO! - Terminaria sua distribuição de tarefas com um grito de guerra.


Metza seguiria então atrás de Ezequiel, utilizando o mink que aparentava ser mais experiente e eficiente em combates que ela na linha de frente. Metza estaria atenta ao seu redor, olhando principalmente o chão, teto e paredes tentando identificar se algum tipo de armadilha estava presente no local. Caso encontrasse algo suspeito, ela diria - Espera! - para Ezequiel enquanto o segurava pelo braço - Aquilo ali está estranho...




Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptySex 08 Jun 2018, 17:27



Raksha, o Libertador



Primeiro veio o susto. Ver aquele pássaro, ou o que quer que fosse, saindo do buraco causado pela explosão fez com que as pupilas de Raksha se dilatassem, suas mãos apertando a lança com força, quase atacando por instinto. Por sorte havia reparado nas roupas e cabelo da criatura, assim como em Helena que era carregada. Quando o ser falou, o Mink teve sua confirmação, era Bijin.

Por um instante ficou confuso, mas logo entendeu o que havia acontecido. A mulher havia comido em algum momento uma akuma no mi, provavelmente a que concedia habilidades de animais, conhecida como zoan. O motivo que o permitiu chegar a essa conclusão tão facilmente? Simples, não haviam Minks pássaros, ao menos conhecidos, e ainda mais importante, até alguns instantes atrás ela era claramente humana. Historicamente só existia uma coisa capaz de conceder uma mudança tão drástica assim a alguém.

Apesar de estar cheio de perguntas, aquela não era hora nem lugar. E de toda forma, ela acabava respondendo por conta própria. Havia encontrado uma fruta naquele buraco e comido. Ouvir isso fazia com que o Tigre olhasse para o buraco novamente. Se ao menos eles não estivessem nessa situação...

A próxima parte foi a fuga. Assim como previsto os piratas não aguentaram e cederam, fazendo com que os caçadores se focassem naqueles que haviam fugido pelas margens do rio, como eles. Tiros, bombardeios, pessoas morrendo, chorando, se ferindo, gritando por socorro. Scar certamente estaria se divertindo horrores, fosse ele a estar no controle. Mas não era. E talvez Raksha devesse estar se sentindo desesperado, mas não estava.

Sem mudar a forma que corria, ele dava uma desacelerada, permitindo que Ezequiel e Lily o ultrapassassem. - Vão na frente. - Dizia ele. Anteriormente havia tomado uma decisão consciente de tirar o melhor proveito possível da situação ao pegar as armas e cabeça de Slayer, confiando que os dois conseguiriam se virar. Agora tomava outra, priorizar a saúde e vida deles.

O encontro com os seguidores de Mielle Krieg havia ensinado a ele muito mais do que poderia ser imaginado por outros. A necessidade de ter companheiros fortes e com objetivos em comum, de saber calcular o tempo precisamente, de ficar mais forte, e até mesmo a ideia de ter seguidores. Havia um motivo pelo qual todos grupos fortes buscavam assimilar mais pessoas aos seus ranks.

Claro, ele ainda preferia qualidade sobre quantidade. Mas haviam algumas situações onde um grande número de pessoas era vantajoso. O problema era a alta taxa de casualidades. Em uma missão como a que ele tinha tomado sobre si mesmo, apenas os mais fortes resistiriam às batalhas, e talvez nem mesmo esses. Raksha sabia bem da magnitude de seus sonhos. Sabia quantas adversidades teria que passar.

Começar a assimilar pessoas que estivessem dispostas a segui-lo, era sinônimo ter de ver muitas delas morrendo. ”Estou pronto para isso? Serei capaz de endurecer meu coração? E mais importante ainda. É realmente necessário? ” Por mais que montasse as estratégias mais seguras que pudesse pensar, e buscasse priorizar suas vidas, nenhuma estratégia era perfeita. A morte viria.

”Mas a medida que batalhas forem superadas, os sobreviventes se tornarão mais fortes, mais capazes. Essa é uma das leis desse mundo. E há força em números. Eventualmente, uma vez que nos fortalecermos o suficiente, conseguiremos reduzir as casualidades.”

Pensar de forma tão fria a respeito do assunto trazia uma sensação de desconforto, até mesmo relutância. Mas durante aquela fuga desenfreada, vendo toda aquela gente sofrendo, gritando que não queria voltar a ser presa, era nisso em que pensava. ”Se eu tivesse companheiros e seguidores o suficiente, fortes o suficiente, não precisaria estar fugindo mais uma vez.”

Quanto a sentir pena daqueles piratas? Qualquer traço de simpatia havia desaparecido quando viraram seus inimigos, principalmente quando havia dado chances de não o serem. O fato que seriam aprisionados também não lhe dizia respeito. Ele não estava lutando para impedir que criminosos fossem presos e pagassem pelos seus crimes, e sim para que inocentes não fossem aprisionados e forçados a trabalhar, perdendo o controle sobre suas próprias vidas.

Mas ainda assim, apenas olhando para aqueles moribundos não era possível discernir quem era um ladrão, um assassino, um estuprador, ou um injustiçado como ele próprio que havia ganhado uma recompensa por tentar libertar Minks aprisionados das garras de piratas. Talvez apenas tivessem saído atrás do sonho que movia essa era, encontrar o One Piece. E por isso, quando o aviso veio do alto falando sobre uma caverna, em sua mente procuraria calcular se teria tempo de salvar um daqueles homens (vivos) que haviam caído no chão, ou até mesmo que não estivessem conseguindo correr direito devido cansaço, ferimentos.

É, talvez nem todos traços tivessem desaparecido afinal.

Se conseguisse calcular rapidamente e visse que era possível, se moveria até a pessoa, a agarrando com uma mão pelo braço ou nuca e a puxando de forma que conseguissem se mover pelo caminho indicado, seguindo os outros membros do reino, Lily e Ezequiel. - Fique quieto e não faça barulho se quiser sobreviver. - Diria ele quando se aproximasse da pessoa pela primeira vez.

Caso a pessoa tentasse resistir, simplesmente a deixaria no local seguindo para onde pretendia. Já se tentasse ataca-lo, bloquearia o golpe com um movimento de baixo para cima na diagonal utilizando o braço direito, nada muito refinado, mas suficiente para parar o homem antes de recuar e deixa-lo lá.

Qualquer que fosse a situação, no caminho até a caverna ficaria atento para tentar perceber se estava sendo seguido, e se percebesse que sim, assim que chegasse ao local avisaria aos outros. - Fomos seguidos. - Se preparando para a batalha que viria a seguir, buscando algum local para se esconder, ou proteger ao menos parte do corpo.

Caso não fosse possível perceber ninguém, a primeira coisa que faria era olhar para dentro da caverna tentando perceber o local. Se fosse completamente escura seria difícil enxergar algo, mas desde que fosse uma penumbra, conseguiria. Inspirando forte, procuraria pelo cheiro de fezes, carne em decomposição, e qualquer outro cheiro que pudesse indicar que havia algo ou alguém vivendo ali, avisando a todos se assim fosse. - Não parece ser vazia, é possível que tenha algo dentro. Temos que tomar cuidado. -

Ou então - Parece estar vazia, ninguém vem aqui há tempos. Vamos entrar -

Ouvindo o pedido de Metza para fazer uma barricada de pedras na frente da caverna, olharia ao redor para ver se isso seria possível, agindo em conjunto de Poo para fazer isso, mas se não fosse, falaria para todos. - Não é viável usar as pedras, mas podemos tentar cobrir ao menos parte da entrada empilhando neve e procurando disfarçar o redor. Vai ser mais rápido se todos que estiverem em condições fizerem juntos.

- E isso serve para você também. - Completaria para o pirata resgatado se tivesse conseguido traze-lo consigo.

Se conseguissem entrar na caverna, tentaria analisar quão grande era. - Alguém tem um isqueiro ou fósforo? - Pediria, e independentemente de conseguir, aconselharia - É melhor não entrarmos muito fundo.

Por fim, caso todos tivessem se assentado, viraria para o pirata resgatado (se estivesse junto) - Me atacou uma vez, sobreviveu, e no fim eu te salvei. Isso não vai acontecer uma segunda vez. - Ao contrário do que poderia parecer, não estava tentando intimidar o homem o ameaçando. Apenas avisando o que considerava ser verdade. Olhando para Lily, apontaria com a cabeça para o homem dando um claro sinal para que ela mantivesse um olho nele.

Seguindo até Ezequiel, ficaria pensativo durante um tempo antes de falar em um tom baixo, que de preferência não deveria ser ouvido pelos outros, mas se fosse, também não haveria problemas. - Esses encontros com os seguidores de Mielle me fizeram pensar Ezequiel. O que almejo é muito grande para alcançar sozinho, e enquanto talvez um dia entre em conflito com o governo mundial, espero que seja em um futuro distante. Não vou me juntar aos revolucionários pretendendo destruí-los, sobrepô-los ou o quer que seja.

Dando uma inspirada, continuaria. - Por isso cheguei a conclusão que a medida que conseguir libertar um grupo, e depois outro, e depois mais outro, irei pedir para que se juntem a mim. Que me emprestem suas forças. Que me sigam. Aos que não estiverem dispostos, farei o que puder para deixá-los em segurança, mas aos que estiverem, só posso prometer muita luta e provavelmente morte. Não é muito chamativo não é mesmo? - Percebendo a realidade de suas palavras, ele se permitia fazer uma troça a si mesmo, com uma cara entristecida. Mas no momento seguinte, os olhos voltavam a determinação férrea habitual. - Por isso preciso de alguém que me ajude nisso, que me aconselhe. Você já fez parte desse mundo, sabe como essas coisas funcionam. Eu preciso da sua ajuda. Não sei o que tem planejado, mas... é isso. O que me diz?

Perdendo a fala por um momento, sem saber como continuar, o jovem Tigre via que não tinha mais o que pudesse dizer. Já havia falado o que estava em seu coração, agora só bastava saber se o velho Leão aceitaria ajuda-lo a realizar seu sonho assim como Lily o fizera. E mais, o ajudaria a obter seguidores que lutassem pelos seus ideais?



Histórico:
 
Objetivos Atualizados:
 

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Última edição por GM.Wild Ragnar em Sex 08 Jun 2018, 21:26, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! - Página 13 EmptySex 08 Jun 2018, 20:03

Karthus desafia o Reino


Fui procurar minha amiga e encontrei algo bem diferente.

- Mas que porr...- disse eu, observando a cena épica, algo único e inédito na minha vida.

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Bijin agora me impressionou, se eu a chamava de garota peculiar antes agora tem motivos, não são todos que podem virar um pássaro e sair voando. Procurávamos por Helena e Bijn naquele ambiente apolítico e quando vi a loira alçar voo com nossa capitã, bem, poucas palavras me restaram, desde quando a louca sabia fazer isso? Eu não estava familiarizada com essas habilidades da menina, mas não vou negar que ela usou na hora certa!

Foi tiro, porrada e bomba! Corremos da emboscada armada pelos caçadores de recompensa, do modo que conseguimos, carregando os incapacitados e tentando esquivar dos tiros, o que mais me doía não era os cortes pela batalha, mas ver Helena naquele estado me deixou comovida... A anja desse grupo não merecia isso, ela nos ajudou e sequer cobrou! Veja a situação da menina, sendo carregada por Poo, desmaiada e toda queimada, assim que nossa vida não estar mais em risco por conta desses malditos eu iria fazer o possível para auxilia-la.

Por hora, só iria correr.

Seguimos por onde dava, adentrando na ilha, entre tiros e gritos. Os submissos meio que nos copiaram, pois o Reino seguiu em direção do rio e fomos o acompanhando, logo que ele daria em algum lugar, a própria ilha nos guiaria para nos salvarmos, e como os perdedores não tinham mais quem obedecer decidiram vir atrás, o que deu no azar para eles.

-Cuidado! Morteiro!- Avisou Metza, sobre o caminho à frente.

Eu estava em estado de sobrevivência, eu tentaria me manter focada, apesar dos gritos e explosões, continuaria a correr para onde meus colegas iriam, estava próxima de Levi que carregava Lora e Poo carregando Lena, já eu carregava a mim mesma, dolorida e cansada, não era uma boa posição para uma deusa como eu, todavia depois do dia que tive hoje conseguir correr ainda é uma vitória para mim!

ENCONTRAMOS UMA CAVERNA! VAMOS NOS ABRIGAR LÁ! SIGAM A BIJIN- Continuou dizendo a capitã, ordenando aonde deveríamos seguir.

Com a ordem dada, me resta seguir. Iria aonde Bijiin voando fosse, mesmo não acreditando nisso, ela do alto conseguia ver melhor e isso facilitaria para todos, logo que do alto não tem a intervenção de fumaça e de outros fatores que atrapalham o percurso. Tentaria manter o pique, respirando fundo e soltando o ar para gerar energia e assim prosseguir. Correria em zigue-zague para dificultar a mira dos atiradores, assim eles não teriam tempo hábil para mirar em um alvo fixo e acertar, pois não me manteria parada no mesmo lugar. Caso algum aliado fosse atingido, eu o ajudaria dando apoio e o fazendo-o continuar andando comigo, colocando seu braço sobre minhas costas, passando pelo meu pescoço, para segurá-lo com a outra mão e assim permitir que ele continuasse a andar.

Se avistasse essa caverna citada, me aproximaria com os demais, cuidando para não chamar a atenção e entrar rapidamente, afim de não mostrar essa entrada para os caçadores, quanto menos atenção eu chamasse melhor seria. Machucada eu podia ser um atraso, embora esse não seja meu intuito, respeitaria meus limites dadas as circunstâncias e ficaria atenta aos acontecimentos.

Se fosse perigoso entrar na caverna, daria um passo para trás e observaria as ordens de Metza, ela decidiria o que fosse melhor, conforme as observações que o bando daria se chegássemos até a entrada. E se nela entrássemos, ouviria o que cada um tem a dizer, levando em conta ajudar os outros, pois demais habilidades úteis no momento, sinto em afirmar, mas não tenho.

Se fosse solicitado que eu ajudasse alguém, o faria, independentemente se fosse homem ou mulher, nesse momento gênero é o que menos importa, responderia com um aceno ao pedido e me aproximaria da pessoa que fosse necessária ajudar, a apoiaria em minha perna e veria como está sua situação, sem Helena eu não tinha muito o que fazer, apenas esquentar a pessoa com meu calor humana e estancar sangramento caso houvesse algum, utilizando minha mão como intermédio dessa ação.

Agora se fosse perigoso entrar na caverna, diria para os demais colegas que já notaram a periculosidade do caso:

- Temos que agir logo! Ou entramos ou enfrentamos os caçadores... Tempo não temos.

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Definiria minha posição como essa, lutando se o Reino desejasse ou entrando na escuridão da cavernosa se esta fosse a vontade maior, estaria com Metza e Bijin em qualquer uma das possibilidades, sem sequer ceder por um minuto.


Samantha Evergreen
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NARRAÇÃO




Com Bijin guiando o grupo todos conseguiam seguir em direção da caverna evitando os disparos das armas de fogo do grupo dos mercenário, Raksha nesse momento avistou uma figura no chão que rastejava para se safar naquela zona de guerra e tal cena de alguma forma chamou atenção do mink que correu para prestar auxílio mas ao se aproximar ele pode ver bem que quem precisava era um mink lupino, usava uma blusa social que um dia já tinha sido branca pois agora ela parecia estar manchada de sangue, sujeira e suor, tal sangue não parecia ser dele já que seu corpo não parecia apresentar ferimentos e seu terno, que cobria tal blusa, apesar de sujo ainda estava inteiro, sua gravata tinha sido cortada pela metade, sua armadura estava parcialmente destruída e sua espada quebrada. O lupino estava exausto prestes a desmaiar em meio a neve até Raksha o salva-lo. -Mas o quê…- Falou ele tentando se manter acordado. -Quem é você?- Continuou o lobo, era visível para Raksha que o homem estava mais cansado que ferido. -Fique quieto e não faça barulho se quiser sobreviver.- | -Tsc...Eu cheguei mesmo no fundo do poço para precisar da ajuda de um pirata não é mesmo?- Falou o mink tentando se manter em pé mas seguindo com Raksha sem demonstrar nenhuma resistência. Bijin e Metza eram as primeiras a chegarem na entrada do lugar e aproveitando os poucos minutos que a Louca e a Monarca tiveram ali, Bijin, declarou seus sentimentos de frustração para receber um tapa em resposta seguido de longo beijo apaixonado de sua amada depois que Metza tinha declarado sua preocupação com a ferreira, o restante da tripulação chegava dando de cara com as duas se beijando em meio daquele cenário frívolo com a guerra estourando a poucos metros.

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Percebendo que os outros tinham chegado - Raksha trazendo mais um - Metza começou a distribuir suas ordens. -Bijin, Lily, Genn... certifiquem-se de que nenhum inimigo nos seguiu até aqui.- Lily parecia ser a primeira a responder mas a Monarca em meio a sua euforia continuou. -Poo, Raksha... vocês que são mais fortes, procurem algumas pedras grandes o suficiente para fazermos uma barricada na entrada da caverna. Se tentarem invadir, eles serão dificultados ao máximo que estiver em nosso alcance.- Nesse momento Raksha se aproximou da entrada da caverna tentando identificar alguma presença no local assim como Levi que também seguiu para a entrada carregando a sirena. -Parece estar vazia, ninguém vem aqui há tempos. Vamos entrar- O lugar era meio escuro mas os minks ali pareciam não ter dificuldade em enxergar - assim como qualquer outro que tenha visão na penumbra - dentro da caverna o solo era terra batida livre de qualquer neve, porém pelo clima ainda assim era frio, não haviam rochas do lado de dentro e do lado de fora todas pareciam ser bem fixas ou grandes demais para manuseio. -Precisamos de ajuda! A Lorealis não está muito bem! Nossa médica também não! Vamos os certificar de mantê-las vivas, o quanto antes!- | -Ei Aleister coloque Loraelis aqui!- Pedia o panda preocupado com os amigos, aqueles que conseguiam ver em meio a penumbra percebiam Poo colocando Helena no chão em um espaço não tão distante da entrada mas dentro o suficiente para que o frio não incomodasse, Levi não teria dificuldades em chegar até o panda caso seguisse sua voz. -Eu to aqui, só caminhe em minha direção.- Continuou o lutador orientando o colega. -Sam... ajude Aleister com o auxílio médico à Lora e Helena...- Falou Metza continuando com seus planos. -Ezequiel... eu e você vamos patrulhar a caverna para nos certificarmos que não há nenhum perigo aqui dentro.- | -Estamos todos entendidos?- Nesse momento todos que pareciam aguardar sua vez de opinar finalmente começaram a se manifestar.

-Eu e o Genn podemos vasculhar melhor o território a sós, acredito que Bijin também precise descansar e por mais que voar seja útil agora os caçadores já perceberam que um de nós tem essa habilidade então se eles notarem algo suspeito nos céus não irão demorar muito para perceber que é um dos nossos e virem até nós.- Dizia Lily não sendo rude mas extremamente séria deixando seu ponto e sua preocupação bem clara a todos. -Não é viável usar as pedras, mas podemos tentar cobrir ao menos parte da entrada empilhando neve e procurando disfarçar o redor. Vai ser mais rápido se todos que estiverem em condições fizerem juntos.- Falando isso Raksha se virou para o homem que ele tinha resgatado. -E isso serve para você também.- O lupino deu um suspiro e voltou a se pronunciar. -Ou vocês podem deixar eu fazer o que faço de melhor…- Seu olhar foi em direção de Poo e Levi e em seguida para Helena e Loraelis para que no final se encontrassem com os olhos de Metza. -Eu cuido das duas caídas ali.- Seu olhar se voltou para Raksha -Com isso estaremos quites.- Falou o mink começando a caminhar em direção de Helena e Lora. -Eu e o Raksha enxergamos melhor nessas situações, podemos inspecionar mais a fundo a caverna se quiser mas vocês tem certeza que vão deixar esse estranho cuidar da médica e da navegadora- | - “Sam” e “Aleister” podem cuidar dos feridos nessa escuridão?- Perguntou o lupino repetindo os nomes mencionados por Metza em um tom irônico e se virando tanto para um quanto para o outro. -Acredito que não.- Terminou o lobo encostando um dos joelhos no chão e observando as duas.

Com isso Metza percebia que tinha motivos para adaptar os seus planos considerando as informações passadas ali ou seguir como planejava ignorando as informações extras. -Alguem tem um isqueiro ou fósforo?- Ninguém parecia responder a pergunta até mais uma vez o lobo suspirar -Eu tenho…- Levantou sua mão esquerda segurando um isqueiro simples e pequeno estendendo um pouco seu braço para cima deixando que alguém o pegasse já que ele estava de joelhos começando a examinar os feridos. -Depois me devolva pois eu planejo usá-lo- Terminou enquanto mantinha seu olhar no feridos e começando a examiná-los, Ezequiel foi quem avançou e pegou o isqueiro mesmo não confiando muito no mink que agora os acompanhava.  -Me atacou uma vez, sobreviveu, e eu te salvei. Isso não vai acontecer uma segunda vez.- O lobo franziu um pouco seu cenho como se não entendesse sobre o que tigre tinha falado mas decidiu se manter em silêncio já que em seu ponto vista fazia algo mais importante, Raksha e Ezequiel seguiram caminhando pela caverna analisando a mesma antes sequer de ouvirem se Metza concordava ou não com sua ideia, mesmo pegando o isqueiro Ezequiel sequer se preocupou em acendê-lo já que tanto a visão de Raksha quanto a de Ezequiel por enquanto pareciam ser o bastante para explorar esse começo da caverna e agora aproveitando que estavam a sós, longe de seus aliados, o lanceiro se viu a vontade de continuar sua conversa com o leonino. -Esses encontros com os seguidores de Mielle me fizeram pensar Ezequiel. O que almejo é muito grande para alcançar sozinho, e enquanto talvez um dia entre em conflito com o governo mundial, espero que seja em um futuro distante. Não vou me juntar aos revolucionários pretendendo destruí-los, sobrepô-los ou o quer que seja.- O amigo ficou em silêncio deixando que Raksha continuasse. -Por isso cheguei a conclusão que a medida que conseguir libertar um grupo, e depois outro, e depois mais outro, irei pedir para que se juntem a mim. Que me sigam. Aos que não estiverem dispostos, farei o que puder para deixá-los em segurança, mas aos que estiverem, só posso prometer muita luta e provavelmente morte. Não é muito chamativo não é mesmo?- | -Por isso preciso de alguém que me ajude nisso, que me aconselhe. Você já fez parte desse mundo, sabe como essas coisas funcionam. Eu preciso da sua ajuda. Não sei o que tem planejado, mas... é isso. O que me diz?- Ambos naquele momento pararam para se encarar.

Ezequiel tinha um semblante serio e analitico naquele momento, seu olhar estava tão frio quanto a ilha em si até o momento. -Raksha...- Começou cortando o breve silêncio que tinha se instalado ali. -Durante muito tempo eu servi o exército revolucionário e durante muito tempo eu liderei missões importantes que poderiam determinar nossa vitória ou nossa derrota nesta guerra contra o Governo Mundial, depois de tudo que eu vi na guerra e depois de tudo que causei eu decidi me afastar com medo de que minhas escolhas machucassem mais alguém- Dizendo coisas que poderiam parecer confusas a Raksha o homem se virou para uma parede tentando evitar de olhar para o tigre. -Eu fiquei um bom tempo parado acreditando que as coisas iriam melhorar se eu não me envolvesse mais, que isso seria melhor do que se eu me envolvesse e causasse mais um desastre… Mas eu estava errado, olha a que ponto chegamos, o Governo rege o mundo enquanto os revolucionários apenas arranham a superfície de sua autoridade, assassinos com o poder de deixar o mundo em meio a uma nevasca navegam pelos mares como se fossem reis… Nada melhorou enquanto eu estava parado, apenas piorou! “Se você quer um mundo melhor então faça você mesmo!”- Nesse momento Ezequiel voltava a se virar para Raksha com um olhar mais determinado e até mesmo jovial. -Eu quero um mundo onde minks não precisam temer a escravidão, assim como os anões e os tritões, um mundo onde todas a raças convivem com respeito umas pelas outras. Raksha Ragnason eu irei lhe acompanhar pelo mundo libertando aqueles que são oprimidos e o auxiliarei em sua missão, não farei isso porque acredito que você seja alguém predestinado a algum trono ou seja a porra de algum tipo de messias mas sim porque acredito que possamos fazer desse mundo um lugar melhor.- Era visível que Ezequiel seria o mais velho naquele grupo se não fosse por Genn mas naquele momento, enquanto dizia aquelas palavras, o leão parecia ser outra pessoa pois em seu olhar existia um fogo que o fazia parecer mais jovem, como se por um breve vislumbre Raksha tivesse visto Ezequiel nos tempos em que o mesmo era um revolucionário, o leão depois de falar tais palavras caminhou em direção do lanceiro e estendeu sua mão em um cumprimento flexionando seu cotovelo fazendo com que a mão ficasse mais ou menos na altura de seu ombro.

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Enquanto Raksha e Ezequiel caminhavam mais a fundo na caverna o lobo começou seu trabalho parecendo ignorar os demais que estavam ali, de um bolso interno de seu terno ele removeu um estojo mediano e de dentro do mesmo removeu uma pequena quantidade de material para trabalhar e cuidar das duas que estavam inconsciente, ficava claro que dentro de um estojo ele não teria recursos o suficiente para tratar todos mas analisando a urgência ele parecia perceber que Loraelis era aquela que precisava de cuidados imediatos, ele começou tirando alguns pedaços de algodão e se virou para os demais. -Alguém ai tem alguma bebida alcoólica?- Perguntou enquanto uma de suas orelhas se virou subitamente na direção em que Raksha e Ezequiel tinham seguido. -Me deem uma ou duas garrafas pois vou precisar.- Falou voltando a se virar para Lora. -Seria bom uma fogueira também... Caso alguém vá lá fora mesmo seria bom trazer alguns cactus, dentro deles tem água e podemos usar a plante em si para acender uma fogueira.- Falou o mink mais uma vez, sua voz parecia tentar carregar um tom serio mas seu cansaço fazia todas as suas frases soar de maneira casual.

O tigre em sua exploração pela caverna não parecia ver nada que lhe chamasse a atenção pois a caverna de fato estava vazia, mais a fundo via algumas pedras e até mesmo algumas colunas grossas de pedra naturais da própria caverna, a escuridão começava a se tornar total até que chegavam em um ponto onde não era mais possível ver o que estava adiante. -É melhor não entrarmos muito fundo.- | -Mas espere um pouco, o que é isto?- Falou o leão finalmente acedendo o isqueiro que tinha pego do lobo e ao acender e caminhar mais alguns metros a sua frente ele pode ver rochas imensas bloqueando o caminho fechando completamente o que deveria ser uma antiga passagem, em uma analise rápida de seus conhecimentos arqueológicos Raksha percebia que aquilo se dava a um deslizamento mas pelas condições boas e aparência rígida das colunas que tinha visto até agora ele poderia entender que tal deslizamento não tinha sido natural, infelizmente mesmo com o equipamento adequado o tigre também sabia que levaria dias para tentar passar por tal obstaculo.


Ferimentos:
 
-Metza Van Hawthorne-
-Samantha Evergreen-
-Raksha Ragnason-
-Buki Bijin-
-Aleister T. Flamel-
-Npc’s Acompanhantes-
-Slayer-


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