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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptySex Mar 16, 2018 2:22 pm

Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel, Lucius Abadeer  e dos(as) piratas Samantha Evergreen e Metza van Hawthorne. A qual não possui narrador definido.


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Sioux
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptySab Mar 17, 2018 12:39 pm

Karthus desafia o Reino


Distraída, me pego pensando... "Como vim parar aqui?"

Pirata, participante de uma tribulação, tentando chegar a próxima ilha. Foi uma evolução para a garota de Conomi que sonhava ser mais do que estavam permitindo. Dentro de mim, identifico algo como orgulho e amor próprio, por tudo que é sagrado para mim, olha o que fiz!

Para sair da minha ilha natal, entreguei-me de corpo e alma para resolver os desafios à mim investidos, lutei contra bandidos e cumpri missões, sozinha, consegui o transporte para Loguetown, mesmo que perdida em minhas convicções.

Bem, a ida não foi bem como imaginei, eu estava ajudando uma pirata, abalei-me, agi contra a lei e defendi a foragida com toda a força que tive, jamais deixarei que ponham uma mulher em submissão, não em minha frente, e não sabia eu que isso ia dar na confusão que me encontro. Me tornei uma procurada pela Marinha, olha que interessante, adentrei em um caminho que não era o meu desejo, e posso confirmar pelo meu sorriso no canto da boca que não me arrependo.

Em Loguetown fiz tantas coisas, tanta bagunça, amigos e festa... Um bom início para mim. Conheci Bijin e Metza, mulheres que fazem acontecer, não ficam para trás nunca! Eu desejo ser como elas, do fundo do meu coração. Talvez seja até uma inveja, eu queria ser tão independente assim, mas por hora, não passo de um peixe fresco no mercado, tenho tanto a aprender e espero que essas garotas me ensinem tudo para crescer como elas.

Claro, toda moeda tem seus dois lados, de brinde ganhei vários penduricalhos masculinos incapazes de fechar a matraca, tento ignorar o máximo possível algumas ações, acima de tudo tenho educação suficiente para não dar um basta neles... Às vezes, percebo, que fico vermelha de raiva por conta desses machos, não entendo o motivo de eu permitir essa alteração, são apenas criaturas tolas, não posso dar essa força a eles.

Recapitulando tudo que passei, calada e introspectiva, como já disse, não esconderia o sorriso no canto da minha boca, talvez pareça até um sorriso malicioso, todavia verdadeiro, pois uma coisa que me deixa feliz é saber que estou no caminho correto...

Para crescer, aprender e realizar meu sonho, neste barco, tenho tudo ao meu alcance. Todas as oportunidades vão vir e farei acontecer. A antiga Samantha está acenando em despedida, aquela mesma com medo de lutar, que fica cansada rapidamente, a que deixava os outros decidirem por ela, se foi! Samantha, a presente, vai fazer tão mais... E não somente com a intenção de provar ao mundo o poder de uma mulher, porém mostrar à mim, até onde posso ir.

- Então, meus amores, o que faremos agora? - diria aos meus colegas e quem mais estivesse conosco, quebrando meu silêncio mórbido - A mamãe aqui está ficando impaciente... -  decisões deviam ser tomadas, e eu sou mais de agir do que ficar falando.

Samantha Evergreen
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptySab Mar 17, 2018 2:36 pm



A SOBREVIVÊNCIA DO REINO

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O Farol e o Velho


Toda aquela situação não cheirava bem para Aleister. Não seria os pelos do panda ou a pele daquela sirena, muito menos as penas da celestial, nada disso fedia mais do que aquela cena. Os homens que estava ao redor da embarcação, além daquele velho que estava ali dentro, tudo isso criava uma desconfiança no rapaz. Os acontecimentos passados assombravam o jovem Flamel, tanto que olhando para todos que estavam ali, conseguira ver todos mortos, como a agente em Conomi. Chacoalhando sua cabeça de um lado a outro, o rapaz voltava a focar na situação que acontecia ali, a sua frente.

— O que fazer agora? — após ouvir o questionamento de Samantha, questionaria olhando para a ruiva de maneira séria, mas nada agressiva — Simples, vamos terminar o mais rápido possível isso tudo! — certo de si, afirmaria. Andando até a borda da embarcação, Aleister tentaria se acalmar. Respirando fundo, olhando os arredores, sentindo a brisa, caso houvesse, qualquer coisa que lhe permitisse mesmo que um pouco relaxar e se preparar para o que viria. — Muito bem... — falaria voltando a cena — Acho que uma batalha seria algo arriscado, principalmente para viajantes como nós, tem alguma ideia a mais? — questionaria, ajeitando o casaco com ambas as mãos, puxando-o para ajustar em seu corpo.

Ali, Aleister esperaria a palavra final da Metza. Mesmo temendo pelo estado da loira, ela teria o poder de decisão ali. Caso a decisão da mesma fosse à luta, não teria outra saída. Respirando fundo, Levi não sentiria satisfeito ou confortável, mas não deixaria algum aliado sofrer ou se arriscar. — Muito bem — olhando para o alto, desconfortável, o rapaz tomaria a frente da situação — Então eu irei lutar! — afirmaria colocando as mãos em seus bolsos laterais. Não estaria satisfeito, mas o gatuno não deixaria a trajetória do grupo cessar ali. Se a loira não aceitasse sua participação, ele forçaria de toda as maneiras. — Eu peço para participar. Já fiz a mesma coisa uma vez e cá estou. Então já tenho alguma credibilidade, não? — lembraria o episódio de Conomi, onde se sacrificou para que suas aliadas fugissem.

Considerando que o velho tivesse outra ideia e essa tática fosse aprovada pela Metza, Levi tentaria ouvir toda e qualquer informação dada pelo velho, buscando analisa-la de maneira que medisse a probabilidade de sucesso ou risco para o grupo. Olhando para o grupo, ele buscaria ver a reação de cada um, a confiança seria essencial ali. — Muito bem, o que acham? — questionaria após ouvir as novas informações. Esperando respostas, o rapaz pegaria seu vidro de bebida e tentaria buscar algum líquido ali ainda, se não, apenas o olharia e guardaria novamente.

Alencar:
 

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Última edição por Alencar em Seg Mar 19, 2018 11:40 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptySab Mar 17, 2018 10:07 pm





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 01






A situação de Metza era crítica. A loira de pés descalços sentia que poderia desmaiar a qualquer instante. A monarca piscava vagarosamente e tremia por conta da hipotermia que estava submetida. "Fumaçinha" saia de sua boca por conta do frio que fazia e, ao mesmo tempo, esfregava suas mãos em seu braço para gerar calor humano em si própria.
*Não posso demonstrar fraqueza... não quando sou desafiada. Precisamos do Log Pose e apenas com uma Monarca forte o Reino prevalecerá. Eu vou pôr abaixo a aposta de combate custe o que custar! Nós temos que sair daqui com essa bússola doida e seguir viagem!*


Metza tinha ouvido alguém comentar (não lembrava contudo ao certo se havia sido o caolho ou o velho do agasalho) que Karthus era um apaixonado por jogos. Se o regente do Farol era tão aficcionado assim era plausível que ele aceitasse trocar um de seus jogos por um novo do qual não conhecia e, melhor ainda, por que não jogar duas vezes?


Era justamente com essa idéia em mente que Metza havia apoiado uma troca de jogo sugerida pelo seu Conselheiro Levi: Um combate por um jokempô. A ideia parecia randômica demais, mas infelizmente na situação que Lúcius, Poo e Metza estavam de saúde qualquer coisa que não envolvesse um combate era uma saída aparentemente mais agradável.


Fraca e doente, mas ainda sim tentando aparentar certa imponência, a Monarca Descalça tentava ao máximo ignorar as fortes dores em seu peito provocadas pelo choque com Lúcius durante a subida pela Reverse Mountain e, ao mesmo tempo, propondo para Karthus um novo jogo que decidiria quem escolheria a aposta real. Para Metza que era uma artista de qualidade (e a própria tinha consciência disso), tocar uma música que Karthus iria gostar era como tirar doce de criança... todavia sua doença complicava as coisas para seu lado e o velho no final poderia simplesmente mentir que não havia gostado só para não alterar a aposta inicial.


A loira bonitinha que ficou linda no cartaz e está aprendendo a fazer piadinhas no meio do post que nem a Bijin porém tinha mais cartas na manga caso sua proposta fosse recusada. Quase um baralho inteiro na verdade... e se acabassem as cartas ela usaria um pedaço de papel para continuar mostrando cartas novas para Karthus. O fato é que ela não iria nunca desistir de dobrar o velho à sua vontade de uma forma que a aposta pendesse pro lado do Reino.
Como líder e monarca ela não poderia de forma alguma permitir que o seu bando pirata fosse prejudicado ou corresse riscos. Seu dever é fortalecê-lo e, mesmo que no final perdessem a aposta, Metza puxaria mais uma carta da manga e colocaria o Reino novamente na dianteira. Simplesmente era assim que ela era e ponto final.


Para angariar mais chances de sucesso, a bela manipulatória solicitou cordialmente para Karthus um descanso para repor suas energias e se esquentar para se recuperar de sua hipotermia. O regente do Farol estava no seu navio e as regras eram suas. A loira era bonitinha e tinha uma voz angelical mas ela era linha dura. Gostando Karthus ou não, ela iria descansar um pouco até estar pronta para a aposta e, ai sim com saúde 100%, tinha certeza em sua imaginação que o primeiro jogo estava ganho.
Com isso em mente, após pedir cordialmente licença para Karthus uma pausa para se recuperar do frio, ela começa a sorrir sozinha de uma forma um tanto quanto maquiavélica caso saia da linha de visão de todo mundo. Seu plano estaria começando a dar certo e seguir o rumo ideal.
*Esse seu Log Pose já tem novo dono Karthus... ele é o Reino!*




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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptyDom Mar 18, 2018 9:32 am

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Aquela imensidão branca me fazia lembrar de um sonho que havia tido não muito tempo atrás, mas isso não vem a caso agora, o vento gélido que soprava naquele lugar me tocava os ossos como se atravessasse a roupa e a própria carne, porém tinha que me manter firme diante daquele velho e de todos do bando, principalmente da capitã que estava em uma situação pior que a minha.

Ainda envolto em meus braços esfregava as mãos sobre os mesmos na misera esperança de me aquecer, por algum tempo meu pensamento havia sessados dando espaço apenas aquele frio como se eu estivesse parado ali há quase um mês; voltando a realidade meus olhos percorriam todos que estavam naquele convés parando em Samantha, uma bela vista, diga-se de passagem, a moça ficará impaciente e não tiro sua razão, quanto mais rápido resolvermos isso mais rápido podemos dar o fora desse lugar.

Levi parecia compartilhar do mesmo pensamento que todos ali; terminar rapidamente essa disputa e de preferência sem termos que lutar para conseguir o tal log pose, entretanto se a luta fosse inevitável o rapaz estaria disposto a participar da mesma. Eu nunca havia lutado com ele antes, na verdade nunca havia lutando com nenhum deles antes, o mais perto disso foi a ajuda da menina-polvo em Loguetown então sincronizar nossos ataques talvez fosse um pouco difícil, mas esse poderia ser um ótimo treino e um bom modo de começar a me aproximar deles, se pretendo fazer com que eles lutem minha vingança preciso tê-los primeiro como amigos.

“Muito bem, está na hora de resolver esse pequeno problema.” pensaria ainda esfregando as mãos sobre o corpo para aquecê-lo enquanto caminharia em direção ao canhão do navio e me encostaria sobre o mesmo aguardando não apenas a decisão do velho, mas também as ordens de nossa capitã.


Historico:
 

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Última edição por Hunson em Seg Mar 26, 2018 7:59 am, editado 1 vez(es)
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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptyDom Mar 18, 2018 10:49 pm




Uma segunda opção!


  • Todos


O primeiro passo daqueles piratas estava prestes a ser dado, entretanto era preciso cautela. Karthus havia proposto uma luta, mas depois de tudo que haviam passado, uma luta seria extremamente arriscada. O velho olhou para cada um deles com desconfiança, enquanto o chá com as ervas trazidas pelo mesmo era servido. Não parecia haver nada de errado, e como o próprio Karthus foi o primeiro a beber, não havia motivo para desconfiança. E por sinal aquele chá os fez muito bem, já que aqueceu seus corpos, algo importante naquele frio. - É melhor beberem, vai aquecer vocês. Eu adoro apostas, mas sem que vocês estejam aptos, a disputa toda perde a graça. - em seguida bebeu metade do chá em sua xicara.

O clima ali era tenso, e mesmo no frio não seria surpresa que um ou outro suasse de nervosismo. Diante deles estava o homem que definiria se conseguiriam prosseguir ou ficariam presos naquelas cavernas, e por incrível que pareça ele não parecia ver ameaça nenhum, mesmo estando cercado. Ou ele era muito forte, ou muito tolo. - Vamos deixar as coisas bem claras aqui: o que gosto em apostas é o embate entre duas partes, seja físico ou mental. Um jokenpo se baseia principalmente na sorte, então vocês não vão conseguir me convencer a apostar nisso, nem mesmo com uma bela música. - Sua última afirmação era nitidamente dirigida à Metza. - Entretanto, se preferem algo que não exija esforço físico, ai já é outra história.

Pegando uma maleta de metal que havia trazido consigo, Karthus à apoiou no chão de madeira do convés e abriu. Em seu interior, havia uma espécie de roleta típica dos jogos de azar, mas por algum motivo ela parecia... Diferente das roletas convencionais. - Proponho jogarmos o que eu chamo de Roleta Fixa. - Diferente de outras roletas, onde haviam uma infinidade de números e cores onde a bolinha poderia cair, ali só haviam quatro quadrantes, 1, 2, 3 e 4. - Vou dizer as regras, e vocês decidem se querem jogar ou não. - O velho continuou, pegando um tabuleiro com quatro quadrantes enumerados e colocando ao lado da roleta.

- Como o nome diz, a roleta não vai girar quando a bolinha for colocada. - Karthus colocou a mão na pequena pilastra no meio da roleta e tirou o topo, como se fosse uma tampa. - Quando essa tampinha é retirada, haverá quatro aberturas onde a bolinha pode ser posta, cada uma referente aos quatro quadrantes. A não ser que ela seja colocada de maneira óbvia, o disco foi projetado para ser impossível ver qual número foi escolhido. - Ele colocou a bolinha de metal no buraco, e assim como disse, não havia como ver qual abertura ele usou. - Colocando a tampinha de novo, ela vira um botão que, quando pressionado, joga a bolinha para o espaço do número escolhido. - O botão foi apertado, e a bolinha rolou para o espaço de número três.

- Na roleta original o disco é girado pelo negociante, a bola é então lançada no disco e cada jogador faz suas apostas, colocando suas fichas no tabuleiro. Assim que a bola cai em um espaço, aquele número se torna o vencedor, e o jogadores que apostaram nele ganham fichas de acordo com sua aposta, enquanto o resto vai para o negociante. - Karthus parou por um instante para dar um gole no chá. - O preceito básico do número que a bola cair ser o vencedor continua o mesmo nessa versão, entretanto, diferente da roleta original... - Karthus sorriu. - Os jogadores jogam uns contra os outros, não contra a mesa.

- Serão vocês que colocarão a bola, e vocês que farão as apostas. Um jogador representara o negociante, enquanto o outro será o jogador. A cada rodada os jogadores alternaram para ser o negociante, e o papel do mesmo é abrir a tampa e escolher onde a bolinha vai cair. - Karthus colocou novamente a bolinha no buraco. - Em seguida, o negociante aposta primeiro. - Disse com um sorriso. - Espera, o que? Mas o objetivo do jogo não é saber onde a bolinha vai parar? Então por que o negociante apostaria se ele já saberia? - O velho deu uma risada, percebendo que tudo se encaminhava como ele queria. - Estou ciente disso. O objetivo do negociante com as apostas é jogar de modo que o jogador não saiba qual é o número vencedor. Se você apostasse apenas no número 1, por exemplo, seu adversário automaticamente desconfiaria dele. Agora digamos que você aposte no 1 e 3; seu oponente então ficará dividido, sem saber qual o número correto. Em casos extremos, você pode apostar até mesmo em todos os números.

- Se forem dois, três ou quantos forem os números apostados, cabe ao negociante decidir. - Outra pausa para beber chá se deu, e a cada palavra Karthus parecia ficar mais animado. - Em seguida é a vez do jogador, entretanto existem duas regras que ele deve seguir. A primeira é que ele pode apostar em no máximo dois números, ao contrário do negociante, e a segunda é que ele deve apostar um número de fichas igual ou maior do que o número apostado pelo negociante, a não ser que não lhe disponha de mais fichas. - A neve rala caia por todos os lados, dando um tom sombrio àquela explicação, como se ele estivesse dando-lhes uma sentença de morte.

- Uma vez revelado o número vencedor, os prêmios são distribuídos. Assim que o número vencedor for revelado, eu pegarei todas as fichas nos números perdedores e dividirei proporcionalmente em relação ao número de fichas apostadas no número vencedor. Entretanto, se nenhum dos dois apostar no número vencedor, todas as fichas vão para a banca, que no caso sou eu. Cada ficha terá um valor simbólico de 100.000 berries, os quais vocês deverão me pagar antes do jogo começar. No final, poderão reaver o seu dinheiro ou até mais, dependendo de quanto ganhem. O jogo terá um total de 10 rodadas, das quais 5 vezes cada um será o negociante. Se no final tiverem mais fichas que o jogador que eu indicar, eu lhes dou o log pose. - O velho guardou os objetos de volta na maleta e se levantou. - Por questão de melhor entendimento da regras, se aceitarem nós faremos uma rodada de testes com 4 rounds. Então, o que acham. Feito?

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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptySeg Mar 19, 2018 2:21 pm



O REINO

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Apostando no Futuro


A reação do velho foi a que Aleister imaginou. Morando naquele lugar há tanto tempo quanto o rapaz imaginava, o que aparentava importar para ele era os ganhos que teria e não a maneira que conseguiria, talvez, porém, a sorte não seria uma escolha viável naquele momento como ele deixara claro. — Vamos deixar as coisas bem claras aqui: o que gosto em apostas é o embate entre duas partes, seja físico ou mental. Um jokenpo se baseia principalmente na sorte, então vocês não vão conseguir me convencer a apostar nisso, nem mesmo com uma bela música. Entretanto, se preferem algo que não exija esforço físico, aí já é outra história — terminou. Levi naquele momento confirmava o que havia pensado, de fato o velho não se importa totalmente com a maneira que irá disputar, ele só quer ver uma bela disputa, “se matem e vençam o melhor, não o mais sortudo”.

Com ambas mãos nos bolsos, o jovem gatuno percebia que uma maleta era aberta, maleta essa que estava com o velho anteriormente. Ao coloca-la no piso e abri-la, o rapaz notou que se tratava de uma roleta de apostas. Como um Déjà vu, sua mente viajava naquela imagem. Como se andasse em meio a um túnel, diversas lembranças passavam rapidamente por si como uma locomotiva, até chegar na memória certa. Um jogo de apostas... O miúdo não sabia o motivo de não ter lembrado disso anteriormente, mas em sua família isso era recorrente do seu tio Cornelius. Ao entardecer, todos os dias, o velho seguia a mesma rotina. Pegar uma garrafa de vinho, de ótima qualidade, chamar seu sobrinho Aleister e seguir até a área de jogos, o cassino pessoal da família Flamel.

Retirando sua mão direita do seu bolso e apoiando-a em sua cabeça, Levi sentia-se tonto, sua cabeça aparentava que iria explodir.  Uma dor latente que iniciava em sua nuca e iria até os seus olhos, era desconfortante. A cada palavra que o velho proferia, o rapaz mergulhava mais em suas memórias, a cada lance de olhar para a maleta, mais afundava em seu devaneio. — Vamos garoto, tome um gole... — falava a voz de seu tio. Em sua mente, mesmo em lugares diferentes, as situações entravam em equilíbrio situacional, tanto que a sua frente estava o velho do farol, porém a voz que saia de sua boca era a de seu tio Cornelius. — Como o nome diz, a roleta não vai girar quando a bolinha for colocada. Quando essa tampinha é retirada, haverá quatro aberturas onde a bolinha pode ser posta, cada uma dessas referente aos quatro quadrantes. A não ser que ela seja colocada de maneira óbvia, o disco foi projetado para ser impossível ver qual número foi escolhido. Colocando a tampinha de novo, ela vira um botão que, quando pressionado, joga a bolinha para o espaço do número escolhido.

Aquela cena cada vez mais ficava confusa para o rapaz. Agora vagando pela embarcação, tentava fugir daquela cena. Como relances memoriais, a fala de seu tio ecoava em sua mente de maneira que, mesmo longe, ele parecia perto, mesmo no passado, o presente imitava o período mais desconhecido para o rapaz. O passado era uma incógnita para o pálido rapaz. Retirando sua mão esquerda do seu bolso, ele a colocava em sua cabeça, de maneira que encontrava com a outra. Segurando as madeixas negras que teimava em cair sobre sua testa ao inclinar sua cabeça, o Flamel se atordoava de maneira que não ligava para o que o velho falara dali por diante, assim como o que poderiam vir a falar com ele. Seu destino seria o interior da embarcação. — Me deixe... Por favor... Tenho que... ir... — falaria ao ser abordado por alguém, ou algum questionamento de seu estado. Titubeando em seus passos, o jovem rapaz sentia sua dor de cabeça aumentar cada vez mais, assim como as vozes em sua mente que em um vendaval de informações ocasionavam aquela confusão mental. Respirando ofegantemente, o possível balançar da embarcação, mesmo ancorada, seria nada perto da trêmula visão que afligia Levi.

— O que houve jovem Aleister, não quer tomar um pouco de vinho com seu querido tio Cornelius?

Passo a passo, lentamente, o rapaz tentaria seguir. Apoiando-se nas paredes internas, a dificuldade de caminhar poderia ser superada. O destino era desconhecido. — Garoto, tenho algo a te falar — ouvira Levi, quando tentaria se apoiar e continuar a andar — As coisas não estão fáceis meu sobrinho, talvez essa seja a última vez que nos encontraremos, então queria te dizer algo. A vida é como esse jogo, é como essa roleta. Temos que apostar para poder receber, podemos perder ou ganhar, mas para ter grandes ganhos, altas apostas têm de ser feitas — falara o velho. Para o rapaz, toda aquela história não havia sentido, nunca teve. Desde a época que seu tio falara aquilo, mas o que mais deixava o rapaz confuso era, além de tais dizeres, o porque de ter esquecido tal coisa e além, o porque de lembrar logo ali. — P-Por que...? — se auto questionou, apoiando seu ombro esquerdo na parede — Por que o senhor falou isso, tio? Por que... O senhor não me falou... Por que... AAHHH, POR QUE! — bradaria socando com seu punho esquerdo, usando de toda sua força, mesmo que isso o machucasse, aquele misto de sentimentos tinha de ser colocado pra fora. A dor não era algo que o rapaz podia controlar, não era tão simples. Era já algo sabido pelo garoto, entretanto dessa vez estava exponencialmente maior, quase insuportável. Passo a passo o gatuno tentaria chegar até alguma pia ou algum lugar que ele pudesse lavar o rosto. A dor em sua mente era como se, compassadamente estocassem uma lâmina em sua cabeça, então recaídas de dor seriam normais, cada vez acompanhadas por mais um devaneio.

— Não há motivos para ficar triste Aleister, mas quero te pedir um favor. Sempre aposte todas as suas fichas no que acha certo. Mesmo que perca, nunca será um velho arrependido dos atos como eu...

Uma vez no local almejado, o gatuno tentaria lavar o rosto e, respirando fundo, tentaria se acalmar. A dor não pararia tão rapidamente, a cada pontada o rapaz tentaria abaixar mais sua cabeça, curvando sua postura, e lavaria suas madeixas negras. Pegando o objeto que havia encontrado anteriormente, o rapaz tentaria colocar um pouco d’água e beber o mínimo de álcool que havia naquelas gotículas. Caso a água que tivesse colocado se transformasse totalmente em bebida, o rapaz se surpreenderia e, em seguida, beberia todo o conteúdo. — Não é momento para isso, Aleister... Não é momento para lembrar do passado! — diria para si mesmo crendo que a importância deveria ser dada ao presente. Dois tapas, um em cada lado do rosto, ao mesmo tempo era assim que Levi tentaria voltar a si. Beber vinho era um lazer que o seu tio Cornelius tinha com o rapaz enquanto morador do palácio. Bebendo ali, o rapaz acalmaria suas lembranças, assim como diminuiria suas dores, mas não as cessaria. Era capaz de quando avistasse o jogo, elas aumentassem, mas não seriam como antes.

— Apostar alto... É isso que estou fazendo desde o início tio, apostando alto! — falou ele olhando para o frasco de bebida, lembrando de seu parente. Chacoalhando sua cabeça de um lado a outro, lavaria novamente seu rosto e partiria. Unindo suas mãos, o máximo de água tentaria ser acumulada em suas palmas para lavarem seu rosto e parte de seu cabelo. Usando algum pano ou até mesmo a própria roupa, o jovem tentaria enxugar seu rosto e voltar para a área externa. Caminhando normalmente, o rapaz guardaria seu frasco enquanto olhava para a saída. — Apostar alto... Isso é muito arriscado, parando para pensar... — riria consigo mesmo pensando nas palavras de seu tio, além do fato de estar fazendo sem perceber o que lhe foi pedido. No lado externo, Aleister se voltaria para o grupo aliado, principalmente para a capitã e responsável Metza. — E então, o que foi decidido? — questionaria, olhando para os olhos da loira, posteriormente para o velho e os demais presentes.

Metza, centrada no pálido gatuno indicava com sua mão, gesticulando com o indicador, que queria falar com o mesmo. Aleister sem pensar duas vezes seguiria a garota para onde ela indicasse. — Confio em você. Quero que participe do jogo enquanto eu não melhorar. Irei tentar ao máximo te deixar na vantagem como eu puder nas primeiras rodadas e quando eu estiver melhor trocarei de lugar com você — falaria ela, demonstrando suas ideias. — Muito bem, me expliquem como será feito o procedimento, quero entender melhor! — afirmaria, até caminhando caso fossem encaminhados para o interior. O frio naquele momento entraria em contraste com o calor da determinação de Levi, que estava renovado psicologicamente para apostar em seu futuro com aquele grupo de pessoas diferentes. A demonstração de confiança de Metza era algo que o rapaz não assumiria facilmente, mas que havia gostado. Ouvindo as instruções de alguém, com a sua mão direita no queixo e uma leve dor na nuca, que ainda persistiria, o garoto tentaria ouvir e entender. Jogos não eram estranho para ele, porém o mesmo não era, digamos, um perito nisso. Seu tio havia introduzido alguns, mas não havia tido tempo de explicar mais profundamente. — Pois bem, vamos lá! Eu iriei começar a jogar, sir velho do farol! — erguendo seu braço esquerdo de maneira que sua palma estivesse direcionada ao velho, o jovem tentaria chamar sua atenção, porém a incerteza de como o sujeito jogaria deixava-o desconfiado e assim persistiria até finalizar aquele episódio.

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Última edição por Alencar em Ter Mar 20, 2018 9:28 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptySeg Mar 19, 2018 11:59 pm


Parece que conseguimos, o velho decidiu mudar a aposta, eu não teria que lutar, por mais que eu tentasse esconder um sorriso se formava em minha boca eu soltaria uma gargalhada, mas não consegui, levaria minha mão até o peito apertando um pouco o mesmo, pois a dor que sentia antes começara a voltar. Ainda com a mão sobre o peito, respiraria lentamente tentando amenizar a dor.

Desencostaria-me do canhão e caminharia até a capitã – Por que não apostamos lá dentro? Falaria olhando para o velho e estendendo a mão para a capitã caso ainda estivéssemos no convés do navio se ela me desse sua mão, passaria seu braço por cima do ombro servindo de apoio a mesma caso apresentasse dificuldade de se movimentar, - Você deve descansar um pouco. Levaria a mão fechada até a boca soltando uma leve tosse proporcionada pela dor.

- Poo poderia ajeitar uma cadeira para a capitã próxima ao fogo? Falaria ao panda, se ele arrumasse ajudaria Metza a se sentar caso ela precisasse caso contrario deixaria que ela se arrumasse como bem quisesse, feito isso sentaria no chão ao lado dela e próximo ao fogo colocaria primeiro a mãe direita para servir de apoio enquanto me abaixava sentiria o calor do fogo por um breve momento enquanto respirava fundo levaria as mãos em seguida até a boca formando uma espécie de concha para abafar a tosse.

Com a mão novamente sobre o peito fazendo um leve movimento circular soltaria um suspiro de alivio, cruzaria as pernas e pousaria as mãos sobre as mesmo, era hora de prestar atenção nas regras do velho. Observaria atentamente cada movimento e cada palavra dita pela a mala, o tabuleiro com 04 números, a bolinha e o botão que liberaria a mesma.



“Aparentemente parece um jogo fácil, as regras em si não são tão difíceis, mas o que vai prevalecer será a capacidade da pessoa blefar; o negociante terá mais opções de apostar, porém isso demandará mais fichas mesmo que seu adversário queria apostar uma quantia maior, enquanto o jogador terá apenas duas chances de acertar onde a bola estará; ainda existe a opção dos dois errarem, mas porque o negociante erraria o número que ele mesmo escolheu? Só se for pra fazer o jogador também erra. Nesse sentido o objetivo do jogo não seria ganhar todas as fichas, porém permanecer com um número mais que a do seu adversário. Um jogo bastante interessante.”

Após refletir sobre as regras ditas por Karthus sem ao menos mudar minha posição levantaria a mão lentamente – Eu tenho uma dúvida. Digamos que você aposte 03 fichas nos números 01 e 03 (06 no total) e eu aposte 05 fichas nos mesmos números (10 no total) sendo que a bolinha foi posicionada no numero 01; 08 fichas iriam para a casa, certo? Levando em conta que tanto o negociante como o jogador acertaram a aposta quantas fichas eles ganhariam? Abaixaria a mão novamente deixando a mesma sobre a coxa enquanto apoiaria o cotovelo esquerdo sobre a coxa esquerda me inclinando um pouco para esse lado e colocando a mão sobre o queixo pegando parte da boca ficaria observando o velho enquanto aguardava sua resposta.

Ao ver a Capitã chamando Levi manteria minha posição prestando atenção nas palavras ditas ao rapaz e só então me levantaria colocando a mão sobre o ombro – Creio que ainda não conhece as regras não é, o jogo em si é bem simples, explicaria as regras conforme foi dito por Karthus. – espero que tenha entendido e também tem algo que queria pedir. Falaria me posicionando de costas para o velho, - Como essa é a rodada teste e temos 04 rounds poderia em cada um posicionar a bolinha em um quadrante diferente queria testar algo. Daria um breve sorriso e tiraria a mão do ombro dele.

Quando começasse a rodada teste sentaria próxima a roleta, de preferência próximo à maleta algo nele havia me chamado a atenção e eu a queria para mim, observando os dois jogadores, porém manteria minha atenção não bolinha, esperaria até a vez de o Levi escolher onde deposita-la neste momento forçaria minha audição ao máximo para tentar identificar se o movimento da bola entrando em algum dos buracos faria um determinado tipo de som especifico, caso fizesse observaria em qual quadrante o Calça justa o havia colocado então associaria aquele som ao quadrante, faria o mesmo nas demais rodadas do garoto até aprender o som de cada quadrante levando em conta que o garoto faria o que lhe foi pedido; Porém se a bolinha fizesse o mesmo som sempre meu plano não iria funcionar então apenas levantaria do meu lugar lentamente usando os braços para facilitar a subida e evitar que a dor no peito piorasse, voltaria mais uma vez para o lado da capitã me sentando novamente como antes e com um sorriso no rosto olharia para ela – Eu adorei sua música.

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Última edição por Hunson em Ter Mar 20, 2018 11:51 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptyTer Mar 20, 2018 12:50 am





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METZA VAN HAWTHORNE



FAROL / POST 02






Metza franziu a testa em estranheza com as palavras do velho. *Oras... mas uma roleta não é tão aleatória quanto o jokempo?*
Ela não tinha certeza se não tinha entendido direito do que se tratava a tal roleta que Karthus retirou da maleta metálica ou se estava delirando por causa da hipotermia. Ela esfregava a palma de sua mão direita contra a testa para enxugar possíveis gotas de suor que poderiam estar vertendo dela. A monarca não entendia nada de medicina e para ela, uma febre ou uma hipotermia deveria significar a mesma coisa.


Mas a sua tremedeira mantinha-se com mais firmeza e saúde do que a própria hospedeira. Metza começava a ranger os dentes por conta do frio insano e pressionar ainda mais seus braços contra seu corpo a fim de se aquecer. A palma de suas mãos estavam muito frias só perdendo obviamente para suas pernas que pareciam dois picolés gigantes à mercê da neve.
Pelo menos a loira teve uma dificuldade boa nesse instante: conter um suspiro de alívio ao fazer com que Karthus mudasse para um jogo sem combate. Talvez esse suspiro não representasse nada demais, porém a capitã do Reino era mestra em disfarçar emoções e isso era sua principal arma manipulatória. A grande verdade é que para ela o jogo contra Karthus já havia começado há muito tempo e ela estava dando o máximo de si para tirar vantagem para o lado do Reino.


Conforme Karthus ia explicando as regras do jogo um grande sorriso ia crescendo nos belos lábios rosados da bonitinha, em uma proporção semelhante aos de Lúcius. *Um jogo de blefe... agora sim estamos na vantagem!*
A monarca ficou confusa no início da explicação mas a grande verdade é que o jogo conseguia ser menos complexo ainda que a roleta original. Aparentemente com as rodadas de teste oferecidas por Karthus em breve todos poderiam entender facilmente a mecânica e inclusive compreender melhor o estilo de jogo de seus oponentes.


*Brechas... preciso encontrar mais brechas...*
A capitã franzia novamente a testa se esforçando ao máximo para manter sua consciência e atenção na explicação de Karthus enquanto tentava procurar vantagens no jogo para o Reino.
Metza mantém o sorriso e cerra os olhos visualizando a cena. Já havia encontrado a primeira brecha: O velho apostador não havia imposto uma regra de substituição de jogadores. Ou seja, a bela atuadora poderia entrar em uma rodada mais a frente caso o time do Reino estivesse perdendo como uma carta na manga... se estivesse recuperada de sua doença ela se garantiria no blefe contra os rivais.


Não uma brecha mas sim uma vantagem... além da substituição de jogadores durante a partida, o Reino aparentemente tinha muito mais dinheiro para investir na aposta e portanto mais fichas. Os pescadores que seriam indicados por Karthus mal tinham comida para si, quanto mais dinheiro.
A Monarca Descalça desvia o olhar para o lado refletindo sobre a situação. Caso Karthus elegesse o caolho como desafiante, por outro lado, estariam em maus lençóis. Ele tinha uma quantidade enorme de livros e um bom dinheiro consigo, apesar de não ter demonstrado o desejo de tomar o navio para si, Metza tentaria fazer Karthus mudar de ideia caso elegesse o caolho para a partida:
- Eu sinceramente não acho que é uma boa ideia escolhê-lo... a loira franziria os olhos e arquearia levemente um dos ombros - O rapaz é caolho e os olhares contém a magia do blefe... assim como um combate é injusto para nós, um blefe é injusto para o time adversário e queremos estar em pé de igualdade. O sorriso simpático da mestra em encenação era seria cheio de honestidade, mas por dentro de sua alma Metza estaria gargalhando em ironia caso isso fizesse Karthus mudar de ideia.


Se Levi estivess se aproximando da capitã e perguntando o que foi decidido, com um belo sorriso fixo no rosto ela desvia o olhar para seu conselheiro demonstrando confiança na vitória: - Vamos jogar!


O rapaz azul de olhos brilhantes como esmeraldas se aproximando de Metza e estendendo a mão para ela, sugerindo que o jogo fosse levado para dentro, receberia em troca uma piscadela seduzente acompanhada de um leve inclinar do pescoço - Você leu minha mente Lulu! enquanto a monarca estenderia a mão para ser guiada por Lucius. Por um breve momento poderia ser possível lembrar das atitudes de uma outra garota loira... estaria Metza convivendo tanto com Bijin que havia ficado louca também? Ou teria ela aprendido a ser seduzente como a doidinha?
Metza não deixaria sua atração se limitar ao estranho de terno. Mesmo fraca e hipotérmica, ela tentaria caminhar com classe, um rebolado que valorizasse seu belo corpo e um olhar que penetraria a alma e elevaria os desejos de qualquer um que ousasse encará-la independentemente do sexo ou da raça. Como citado anteriormente, o jogo (pelo menos para Metza) já havia começado faz tempo e um sorriso belíssimo mostrando seus dentes demonstravam o quanto ela aprovava sua própria performance.


- Nós aceitamos o jogo... ele parece interessante e bem mais justo! Metza continuaria sorrindo e ruboresceria levemente suas bochechas para demonstrar certa inocência para Karthus, mas que de inocente aquela menina não tinha é nada!
- Porém estou..... fraca... neste momento ela forçaria um quase desmaio, capaz de enganar até mesmo Lucius que possivelmente a estaria carregando nos ombros - Vamos por favor os participantes para dentro do quente... esse frio está me matando pouco a pouco!
Metza não aguardaria uma resposta, apenas reforçaria caso Karthus permanecesse imóvel - Por favorzinha? com uma voz ainda mais doce e infantilizada que outrora para tentar derreter o coração gelado do velho.


Caso Metza sentasse próxima ao fogo com a ajuda de Lucius e Poo ela arquearia os ombros, desta vez com uma felicidade e um agradecimento honesto aos seus companheiros de bando: - Muito obrigada meninos!
Ela colocaria a palma da mão esquerda virada para si e, com o dedo indicador, faria um sinal para Aleister pedindo "venha aqui" e falaria em seu ouvido sua estratégia:
- Confio em você... quero que participe do jogo enquanto eu não melhorar. Irei tentar ao máximo te deixar na vantagem como eu puder nas primeiras rodadas e quando eu estiver melhor trocarei de lugar com você.
Provavelmente Levi não entenderia bulhufas do que Metza quis dizer naquele momento. Mas a verdade é que não importava... ele iria entender em breve...


Metza pegaria seu violino diferente. Ele mudava de coloração conforme as emoções da loira contidas na música em que ela tocava iam preenchendo o corpo do instrumento. Com quatro passadas rápidas do arco fazendo o som cortar o ar ela rapidamente afina o violino e sorri com os olhos cerrados colocando-o próximo ao seu queixo:
- Vou tocar uma música tranquila para deixar o ambiente menos tenso... afinal um jogo é uma festa e festa precisa de música! Hahaha gargalharia puxando sardinha pro lado de Karthus. Quanto mais ele se divertisse naquele ambiente melhor para eles.
A artista musicista então tocaria uma música tranquila e tão bela como ela possuía habilidade, de uma forma que Karthus tivesse certeza que iria perder a aposta "extra" caso a houvesse aceitado em primeira mão.
Mas este não era o único objetivo da descalça hipotérmica com aquele movimento. Sua bela voz, aparência e habilidades musicais seriam uma calmaria para seus companheiros, e o hino da derrota para seus rivais, desviando o foco deles do jogo para si mesma.




Historico:
 

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Legendas:
 


Última edição por Bread em Qua Mar 21, 2018 11:29 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vol. 3 - Karthus desafia o Reino!   Vol. 3 - Karthus desafia o Reino! EmptyTer Mar 20, 2018 11:37 pm

Karthus desafia o Reino

Como ele adivinhou que sou péssima em jogos de azar?

Escorada no barco, tomando aquele precioso chá que Karthus nos proporcionou, meio que perdida em meus devaneios, tento focar-me no que estava acontecendo a minha volta. Mesmo não estando envolvida completamente, eu devia entender o que está rolando, e as coisas pareciam ir mais ou menos bem...

Houve uma contraproposta do velho do Farol, ele entendeu que não queríamos lutar e concordou que estávamos em desvantagem, por isso ele ofereceu participarmos de um jogo, que para os demais pareceu simples, enquanto para mim, bem, fiquei com um ponto de interrogação na cabeça sinalizando meu desentendimento do que está sendo decidido. Traduzindo em minha língua, deveras mais simples, seria um jogo de apostas, onde deveríamos colocar fichas em jogos tentando adivinhar em qual número a bola vai estar... bem, eu não capitei bem o intuito disso, todavia causou um rebuliço nos demais tripulantes.

O garoto das calças apertadas, vulgo Levi, não consegue ficar um minuto sem dramatizar. Este se propôs a começar, logo que Metza deu o alvará que iríamos participar do jogo. Realmente, foi proativo em querer tomar a iniciativa e jogar o que foi proposto, talvez até um pouco rápido demais, seria ansiedade isso? Saltar de paraquedas sem sequer pestanejar, e entre muitos socos e arrumação de cabelo, a capitã deixou-o iniciar.

Falando nela, pobre monarca, despejava todas as suas esperanças naquele chá quentinho para ajudar-lhe a recuperar o calor que a friagem levou embora. Creio que foi a mais sofrida dentre nós, andar de pés descalços tem suas desvantagens de vez em quando, apesar de eu preferir um salto alto, melhor calçado não há! Todo lugar em que alguém anda com um salto fica mais glamoroso e elegante. Voltando minha atenção a Metza, a mesma pega seu violino e começa a tocá-lo para dar uma animada em todo o ambiente. Espero que a música dessa garota tenha capacidade de esquentar até a alma, pois é o que precisamos nesse exato momento.

Outro ponto importante que notei nesses instantes no barco foi como o homem-à-rigor anda rasgando o verbo! Esse garoto agora tem voz ativa e eu não deixei passar isso, prestaria atenção em cada palavra que ele diria, esse é o único modo de eu perceber o quão “macho escroto” ele está na escala, nem sequer disfarçaria meus olhares atentos a ele, seria até melhor que ele perceba que tem alguém com os dois olhos grudados nele. Por hora, seria ele o homem no meu radar, os demais já tenho praticamente uma opinião formada, o salvo de minha ira é Poo, que respeitou minha ordem de não querer ajuda de machos no timão, mesmo que ele não tenha gostado muito, o que importa é que ele respeitou.

Agora tínhamos música ambiente, um jogo de blefe e chá quente, está formada a festa. Tomaria até a última gota do meu chá, sem sequer dizer uma palavra, ficaria onde estava e deixaria os meus colegas agirem, enquanto meu corpo esquenta eu observaria tudo e todos antes de agir. Quem jogaria contra Levi? Como ele era? Onde sentaria? Consigo observa-lo na posição em que estou? São essas as perguntas que eu responderia conforme a situação se desenvolvia. Se descêssemos para dentro do barco, seguiria sem reclamar, lá seria mais quente e ameno.

Tenho em mente criar um perfil de quem jogará contra meu bando, existe muita coisa ocorrendo nesse momento, e a vitória é decisiva para que prosseguirmos em nossa jornada. Não quero ser de toda inutilidade nesse momento, não sou boa com jogos e essas coisas, porém sei das minhas capacidades e vou dar um jeito de pô-las em pratica!
Para quebrar o gelo entre os colegas e eu, faria algo discreto e diretamente para minha capitã. Quando visse que a visão dela percorresse a mim, eu ergueria minha caneca em sua direção e piscaria meu olho, alguns poderiam até pensar que seria uma forma de apreciar sua música, mas tentaria passar para ela que ainda estou aqui e vou colaborar.

Samantha Evergreen
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Histórico:
 

Narração do celular digievolui pra narração de PC!:
 

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Spoiler Alert:
 


Última edição por Sioux em Sab Mar 24, 2018 10:52 am, editado 1 vez(es)
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