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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - A Lâmina de Pêssego

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MensagemAssunto: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyQua 14 Mar 2018, 18:19

I - A Lâmina de Pêssego

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Raghuza. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyQui 15 Mar 2018, 03:19




A Lâmina de Pêssego


“Nunca ataque um oponente desarmado, criança. Isso é uma vergonha à nossa honra”

Seus olhos se abriam, buscando o foco de sua visão turva e o entendimento de onde diabos estaria. Seus pensamentos estavam um pouco confusos, sua boca ligeiramente seca e seu pescoço doía levemente. O cheiro que a brisa levava até seu nariz talvez fosse sinal de que havia uma floresta na ilha, mas não tinha certeza. A lembrança de uma briga flertava com seu consciente, entregando algumas falas aqui, algumas cenas ali, mas tudo meio desconexo. Ainda não havia despertado por completo, mas ainda sim procurava se levantar, buscando apoiar-se no que estivesse ao seu redor.

“Não finalize um inimigo rendido, minha neta. Uma pessoa que reconhece sua derrota é tão honrada quanto o vencedor da batalha. ”

Juntamente com as palavras de seu avô, ela ia lembrando-se do que havia acontecido consigo e com o resto de seus “colegas”. Estava em um navio de traficantes, apesar de não saber exatamente qual era a mercadoria, fora contratada para fazer a segurança do mesmo, mas... algo saiu errado... muito errado.

“Não execute um oponente inconsciente, isso é uma ofensa à honra de um espadachim! ”

As palavras do falecido ecoavam enquanto conectava suas memórias. Ao serem atacados no porto de outra ilha no East Blue, a espadachim vencera o atacante, que se rendeu e pediu clemência. Ela a concedeu, mas um de seus contratantes não gostou muito da atitude, batendo forte contra a cabeça do homem e o desmaiando. Ordenada à elimina-lo naquele estado, ela se recusou afirmando não ser necessária tal brutalidade contra alguém indefeso e sem consciência. O contratante, mais uma vez irritado, a ordenou tranca-lo dentro de uma das câmaras do navio para ser torturado pela tripulação mais tarde. Como a ordem de tortura não seria dada para ela, acatou, apesar de não gostar da situação.

“Mesmo rendido, mesmo indefeso. Não seja ingênua. O fato de você ser uma guerreira honrada não significa que o outro também o será”

Durante a viagem, escorada em uma das beiradas do navio, observando as repetitivas ondas que deixavam para trás, ela sentiu duas mãos tocarem suas costas e a empurrarem para fora da embarcação, mergulhando nas águas do East Blue.

- Aquele maldito disse que cobraria um quinto do seu pagamento se o deixássemos ocupar o seu lugar. Bem, como ele foi o nosso único perigo em todas essas viagens, achei que seria um bom custo benefício, jovenzinha. Além do mais, a sua irritante mania de não seguir as minhas ordens estava me dando nos nervos, vadia. Espero que morra afogada! - Disse o contratante dentro do navio com olhos de desprezo.

Raghuza observou o navio se distanciar cada vez mais. Até mesmo sua arma havia ficado a bordo. Se enfureceu e disparou inúmeras injúrias em alto mar, onde ninguém seria capaz de ouvi-la e, após várias horas, perdeu a consciência e foi levada pelas tais ondas.

Agora consciente novamente, seu longo cabelo rosado, ainda preso em um rabo-de-cavalo balançaria com a brisa do local. Sua cicatriz a incomodaria levemente e seu olho cor de pêssego mostraria mais uma vez a chama da vida em seu brilho. Não sabia dizer se fora pura sorte, um plano divino ou se sua sobrevivência tinha um motivo mais tátil. Mas sabia que estava viva e agradeceu por isso.

- Aquele filho da... Espero que eu encontre novamente!

Sua aventura iria começar nessa ilha desconhecida e por isso ela precisaria primeiramente se localizar. O único olho que tinha iria percorrer toda a sua volta, buscando entender onde estava e o que havia ao redor. Sua prioridade seria encontrar talvez uma cidade, um vilarejo, qualquer coisa onde pudesse encontrar pessoas e tentaria alcançar este local assim que o identificasse. Suas mãos também buscariam em seu kimono o que havia sobrado ali, procurando especificamente por dinheiro. Caso encontrasse ambas as coisas, civilização e dinheiro, iria tentar encontrar uma loja de armas para poder substituir sua katana perdida, afinal, manter-se desarmada em um local desconhecido certamente não seria a melhor das ideias. Se encontrasse a tal loja, entraria na mesma e conversaria com o dono a respeito, pedindo preços e avaliando as katanas que este a oferecesse. Tentaria identificar com cautela qual a melhor katana e fugir de "fraudes" ou "furadas", afinal, a espada é a extensão do corpo de um espadachim e uma vagabunda apenas traria a ruína do mesmo. Sua voz nessa ocasião seria um pouco neutra apesar dos pesares, buscando um pouco de prudência em suas ações, não queria chamar atenção desarmada.

- Olá. Estou em busca de uma katana. Uma boa katana. Teria algo para mim? - E em seguida diria a quantidade de dinheiro que ainda carregava pós deriva. - Gostaria que se possível o senhor não tentasse me passar para trás, não é por ser mulher que eu não entendo sobre espadas. - Buscaria encara-lo com o olho cego e com a cicatriz em cima deste. Após o possível "garimpo" de katanas, escolheria a melhor possível dentro de seu orçamento. - Esta, por favor. - E terminaria a negociação com a pessoa. Caso tudo desse certo, posicionaria a katana, dentro da bainha, na faixa vermelha amarrada em sua cintura. Agora buscaria a saída do estabelecimento. Seus pensamentos voltariam para a identificação da ilha e de uma possível maneira de continuar a sua viagem para encontrar o seu maldito pai.




Ao narrador:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyDom 18 Mar 2018, 19:16


Como de costume, aventureiros novatos eventualmente perdiam suas armas e precisavam de novas. Ou mesmo estavam a caminho de sua primeiríssima lança. Este era também o caso de Raghuza que se diria por Conomi island. Mais precisamente próxima a Shirotown. Famosa pela produção de laranjas e clima de veraneio.

Era um dia não muito fresco, estava na casa dos 30 graus e haviam poucos ventos e sombras. A moça chega a um estabelecimento vazio com exceção das armas e do dono. Com um pouco de conversa iam logo ao que importava, uma arma para a garota.

- Essa é definitivamente a melhor da casa. – Era uma belíssima espada. Talvez ele tivesse realmente se intimidado pelas palavras da jovem e realmente exibia o melhor material a sua disposição. A lâmina era um tanto mais comprida que o normal, o frio estava em seu auge ao ponto de cortar um fio de cabelo ao meio. O cabo tinha detalhes em prata e até mesmo uma pedra preciosa na extremidade da empunhadura. – É uma raridade e tanto que consegui. Posso fazer pela barganha de 800 mil. – O que não parecia caber no orçamento da jovem.

Mas claro, haviam outras espadas no recinto. Nenhuma delas era um verdadeiro trabalho de arte, ao menos não as que ela era capaz de pagar. Com uma análise não muito demorada encontraria também uma katana mais simples. Era inferior a outra. Mas pelo preço parecia bem resistente e afiada. 30 mil. Ou caso fosse desejo da jovem, também havia outras realmente baratas e duvidosas. Havia por exemplo um barril recheado com espadas de segunda mão por 10 mil. Mas estas estavam já com algumas lascas a menos, e etc.


OFF: Primeiramente: Desculpa a demora
Segundamente: Objetivos?
Terceiramente: Se importa em fazer os históricos? To nem aí!

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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyDom 18 Mar 2018, 21:14




A Lâmina de Pêssego


- Essa é definitivamente a melhor da casa.

Ela se animou, seu olho cor de pêssego observava a lâmina de uma forma animada, um sorriso de canto de boca e as sobrancelhas levemente arqueadas demonstravam o tamanho interesse que ela tinha pela arma. Talvez fosse até mesmo a deixa do vendedor para tentar ganhar um pouco a mais em cima da moça, mas caso isso tivesse passado em sua mente, tal ideia seria frustrada com a próxima frase dela.

- Não tenho nem um décimo do dinheiro pra pagar isso. – Levaria sua mão até o queixo, adotando uma postura pensativa enquanto seu olho agora percorria o restante da loja. – Pode me mostrar algumas boas e baratas, por gentileza?

Sua vontade era de resmungar alguns palavrões, mas era preferível se conter e não chamar tanta atenção por hora. Outras katanas seriam apresentadas a Raghuza, que tentaria minuciosamente observar uma por uma a fim de encontrar a que melhor se encaixasse no seu gosto, e, claro, no seu bolso. Havia descoberto que após ser jogada do navio, havia sobrado consigo apenas 50.000 berries. Era o suficiente para uma katana minimamente decente, apesar do lojista ter algumas mais baratas, porém não tão confiáveis.

- Esta!

Havia se decidido, manejava uma katana simples que aparentava bastante resistência e um ótimo fio. 30.000 era um presto justo, de fato.

- A bainha vem junto ou terei que pagar alguma outra taxa? – Ela olharia o lojista de cima para baixo, com certa arrogância no olhar. Não queria ser passada para trás. – É que, sabe, cobrar por uma bainha não é algo muito justo, mas não seria a primeira vez... não gostaria de deixar de comprar a arma por algo tão bobo.

Caso o lojista confirmasse a bainha gratuita, faria a compra, pagando-o devidamente e posicionaria a arma ao lado esquerdo de sua cintura, presa no lenço amarrado sobre seu kimono. Se o lojista cobrasse pela bainha no máximo 5.000, pagaria, caso contrário levaria a katana sem a proteção, afinal, de forma alguma sairia dali sem uma arma, mesmo após o seu blefe.

- Obrigada. – Diria ao sair da loja se tudo ocorresse bem. Se ela fosse cobrada, aceitando ou não a taxa extra pela bainha, adicionaria uma palavra em seu agradecimento para se referir ao lojista. – Nojento.  

Seus pensamentos voltariam para a identificação da ilha e de uma possível maneira de continuar a sua viagem para encontrar o seu maldito pai. Percorreria seu olho pelas estradas do local, querendo conhecer alguns detalhes sobre onde estava, os estabelecimentos, a postura das pessoas em relação à própria vida e a ela, quando avistassem-na e, quissá, os possíveis problemas que poderia encontrar por ali. Tentaria fazer esse reconhecimento enquanto caminhava lentamente pelo primeiro caminho para o “centro urbano” que encontrasse, ou algo próximo disso. Ficaria de ouvidos atentos para ouvir quaisquer rumores referentes a embarcações contratando mercenários, piratas e afins. Um de seus objetivos agora seria encontrar algum serviço que a pagasse minimamente bem e então sair daquela ilha. Se não estivesse muito enganada, é provável que encontraria os malditos que a jogaram pra fora do navio em Loguetown, então esse seria seu destino e objetivo final por enquanto.

Objetivos:
 

Ao narrador:
 

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyQui 22 Mar 2018, 02:11

A bainha estava inclusa nos 30 mil. E uma vez que pagando pela nova arma a garota de cabelos rosados ia novamente as ruas de Shirotown. Era uma pacata tarde sem nada de marcante além da temperatura elevada, que ainda assim era capaz de permitir que neve caísse. Eram flocos isolados que desciam dos céus e derretiam logo que tocavam o chão. Uma visão no mínimo peculiar.

Os habitantes locais transitavam como de costume em uma terça-feira. Lojas estavam abertas, carroças as vezes passavam as estradas, mas nenhum incidente ou rumor suspeito chegou a atenção de Raghuza. Ainda assim ela objetivava sair da ilha e rumar a loguetown. Vingança era parte do motivo. Logicamente o porto era um ponto valido a ser checado.

Caso a espadachim decidisse tomar este rumo veria um local tomado por pequenos botes, eram simples e teriam dificuldades em fazer a viagem até loguetown. Porém eram fáceis de serem roubados sem a segurança devida. Também haveria um navio da marinha. Era um pequeno que estava na ilha por qualquer que fosse o motivo. Mas provavelmente estava longe dos padrões de preferência da caolha.

Além destes, também havia uma espécie de hidroviária. Com o dinheiro na mão uma passagem pra lá não seria difícil... Também não era o caso. Mas se ela realmente tivesse pretensão de trabalhar pela passagem, havia um trio de homens musculosos e peludos carregando caixas enormes de laranja. Pareciam pesadas e haviam muitas para carregar a embarcação onde um único idoso estava sentado em uma cadeira no convés enquanto lia o jornal. Provavelmente o dono do navio. Nada indicava que eles iam para o local pretendido, mas por algum motivo ela podia jurar ter ouvido um dos três pronunciar algo parecido com “loguetown”.

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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyQui 22 Mar 2018, 04:02




A Lâmina de Pêssego


Tendo posto a katana, com bainha, em sua cintura e saído satisfeita do estabelecimento, Raghuz pôs-se a observar o local e as pessoas. Estranhou o clima que apesar do calor era possível ver flocos de neve que se desfaziam ao tocar o solo. Não encontrou nenhum problema com os locais e tão pouco teve a atenção atraída por algum estabelecimento nas redondezas, por isso continuou a caminhar.

“O porto... Hmm... É o local mais óbvio para se explorar nessa situação”

- Vamos lá. – Disse a si mesma enquanto aumentava o passo.

Não tardou a encontrar o local que era tomado por pequenos e simples botes que a priori não tinha utilidade para a espadachim neste momento. Seu olho fitou todo o local ao passo em que ela ia adentrando cada vez mais ao “coração” do local, podendo observar um navio da marinha que resultou em uma careta da jovem uma vez que esta não era a maior fã de marinheiros ou de qualquer outro ligado ao governo.
O jackpot para ela, porém, seria o que havia visto logo adiante, uma espécie de hidroviária parecia ter caído do céu para a garota. Poderia simplesmente pagar para chegar até a outra ilha e chamar pouca ou nenhuma atenção, era perfeito. No entanto... “Eu estou completamente dura...”
Após comprar sua katana, sobrou-lhe pouco da já pequena quantia que havia se salvado de seu incidente. Certamente não teria a quantia necessária para atravessar o oceano até Loguetown, mas era melhor confirmar. Caminharia até à espécie de hidroviária, procurando por alguém que aparentasse ser o responsável pela mesma ou, no mínimo, alguém que passasse a impressão de que poderia tirar a sua dúvida para então perguntar.

- Com licença, saberia me dizer quanto eu teria de gastar para ir até Loguetown? – Sua mão estaria descansando em cima do cabo de sua katana neste momento, não como uma ameaça e sim como um costume. Sua voz neutra se daria pela cautela em lidar com a situação, afinal, desconhecia tudo por aquelas bandas.

Independente da resposta em relação ao preço, ela agradeceria com um simples – Obrigada, voltarei mais tarde. – E daria as costas para voltar a caminhar ao redor do local. Mesmo que possuísse a quantia necessária não adiantaria muita coisa chegar na provável maior cidade do Blue sem um tostão no bolso. Então o próximo passo seria encontrar um trabalho remunerado. Sua fama era boa pelos mares, mas duvidada que alguma alma ali a conhecesse, o que de certa forma era bom.
O pêssego de seu olho refletiu a imagem de três homens peludos carregando caixas enormes de laranjas pelo porto. Ficaria parada alguns minutos observando a cena até chegar a um raciocínio, afinal, o destino das caixas era um navio onde se encontrava um idoso lendo seu jornal pacificamente, na teoria. Não era a pessoa mais forte do mundo, mas fora treinada a vida inteira, talvez conseguisse lidar com aquelas caixas... Com o incentivo certo.
Buscaria se movimentar até o tal navio, colocando as mãos na cintura assim que chegasse ao lado do velho. Seu tom de voz era o mesmo empregado à pessoa na hidrovia, baixo e neutro, mas um pequeno sorriso pairava em seu belo rosto em uma tentativa de ser simpática.

- Com licença, senhor. – Esperaria o mesmo colocar suas atenções na garota, se já não o tivesse feito. – Eu acabei ficando presa nessa ilha e estou procurando um trabalho. Não pude deixar de notar os bonitões ali carregando aquelas caixas para o seu navio. Será que o senhor precisaria de uma mão de obra a mais? – A mão voltaria para o cabo da katana. – E, claro, se precisar de algum serviço um pouco mais... não convencional... eu também ficaria feliz em ajudar... com o preço certo, é claro. – Sorriu, fazendo os lábios brilharem e revelando a sua boa aparência.

Aguardaria então a resposta do senhor. Caso o mesmo a oferecesse um trabalho, com exceção de trabalhos sexuais, desonrosos ou que fossem contra a marinha na luz do dia, ela aceitaria mediante um bom pagamento.

– Muito obrigada pela oportunidade, meu senhor. – E caso fosse um trabalho que não envolvesse as tais caixas. – Poderia me dar mais detalhes sobre este serviço? Onde e quando exatamente eu precisarei realiza-lo?

Se fossem as caixas, porém, saudaria os três homens peludos com o mesmo sorriso empregado há pouco. – Olá, senhores. Estarei os ajudando a partir de agora. – E caminharia até o local onde estariam as tais caixas para tentar levantar alguma. Buscaria um bom apoio em seus pés e a cautela para o momento que as erguesse, afinal, pareciam pesadas e levantar de qualquer jeito seria tolice. Se fosse o caso, tentaria usar o máximo de sua força para buscar o transporte seguro da maior quantidade de caixas que pudesse fazer.
Procuraria manter um diálogo com o senhor durante as “entregas”, querendo conhecer mais sobre a pessoa, seu comércio e seu destino. – Não quer ser indelicada, mas, o que pretende fazer com tantas laranjas? – Cada possível entrega seria a oportunidade para perguntar. – Para onde vão depois desta ilha? Que por sinal até agora eu não sei o nome hahaha. – Ainda tentaria ser simpática durante as viagens com os caixotes. E, se conseguisse ir até o fim sem quaisquer problemas, encontraria o senhor novamente para cobra-lo de forma educada. – Está feito, senhor. Agradeço novamente a oportunidade e espero o meu pagamento. – Estendendo a mão com gentileza para o homem. – Por acaso esta seria a única coisa em que eu poderia lhe ser útil? – Quanto mais dinheiro, melhor. Caso houvesse tal trabalho, perguntaria sobre os detalhes do mesmo, como havia pensado antes.

Em todo o momento, porém, tentaria se manter atenta às movimentações tanto do velho quanto dos três homens que trabalhavam para ele, ou até mesmo da marinha que estava por aquelas bandas por algum motivo, buscando sempre manter sua mão próxima à sua katana para quaisquer imprevistos, afinal, se tem uma coisa que descobrira em sua jornada anterior era que ninguém era confiável, especialmente contratantes.

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptySab 24 Mar 2018, 17:44

Chegando ao porto Raghuza encontrava uma variedade agradável de embarcações e oportunidades. Claro, usar o navio da marinha sequer percorreu seus pensamentos, mas também era um bom aviso de que a ilha estava no momento sendo patrulhada e possuía uma segurança maior do que o normal.

Indo primeiramente até a hidroviária ela procurava saber o quanto precisaria pagar para uma passagem até Loguetown, mesmo sabendo que não devia ter o montante necessário naquele momento. – Até Loguetown serão 50 mil. – Dizia o atendente sorridente. – Também temos cabines de luxo por um preço de 75 mil se for do seu interesse. – Infelizmente nenhuma das duas realmente era.

Se retirando ela ia até o outro navio, onde o trabalho braçal acontecia. Sem rodeios ela se dirigia ao velho leitor. Nenhum dos três homens parrudos julgava necessário intervir ou barrar a passagem da jovem, ou talvez apenas não quisessem. – Hum!? – Ele foi surpreendido pela voz feminina, baixava o jornal e olhava com certa estranheza momentânea. – Posso ajudá-la? – O que também era um tanto quanto no caminho contrário das intenções da espadachim, que oferecia seus serviços ao velho. Coincidentemente, durante a conversa um dos três chegava no momento exato para soltar a caixa e ouvir o “bonitão” que era dirigido a ele e aos companheiros. A garota podia ouvir uma risada discreta e um tanto quanto tímida do rapaz que tinha o rosto visivelmente avermelhado enquanto voltava para seguir com seu trabalho.

- Os três parecem mais do que o suficiente pra esse tipo de trabalho. – Ele ameaçava voltar a ler o jornal, mas notava a espada na cintura da garota e isso o fazia reconsiderar. – Bom... Talvez você possa ser de alguma ajuda. Não estamos esperando problemas no caminho, mas ter alguém que saiba lutar vai ajudar a resolver problemas inesperados... Se você for boa o bastante, claro. – Mesmo com sua fama crescente ele ainda não havia a reconhecido. Talvez pela ausência de uma apresentação apropriada.

Coçando o queixo barbado por alguns momentos ele chegava a uma conclusão. – 100 mil. É o que posso pagar se tiver interesse. Você basicamente vai garantir que cheguemos inteiros ao nosso destino, Loguetown... E talvez você possa dar uma mãozinha aos rapazes ali em baixo também... Essa carga já está atrasada e os comerciantes de lá vão arrancar nosso couro se atrasar ainda mais. – Ele notava que o ritmo não era tão agradável quanto o pretendido e uma ajuda extra agilizaria o trabalho... Claro, ele não faria isso.

Caso isso parecesse o bastante para a garota, ela já poderia ir ajudar seus colegas de viagem a carregar o navio com as caixas de laranja. Cada uma delas pesava em média de 40 quilos e haviam cerca de umas 20 caixas para ainda serem levadas. Raghuza era capaz de erguê-las e carrega-las, com certa dificuldade, claro. E com a certeza de que no final do carregamento seus corpo estaria bem dolorido.

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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyQui 29 Mar 2018, 02:38




A Lâmina de Pêssego


Após questionar sobre o preço da hidroviária a jovem teve uma resposta que lhe agradou, 75 mil berries por cabines de luxo e 50 mil por uma passagem comum não era nada absurdo e relativamente simples de conseguir. Sorriu e acenou com a cabeça, agradecendo a informação.
Ao se retirar de lá para oferecer seus serviços ao dono de outra embarcação, Raghuza teve uma resposta positiva do senhor e, novamente, sorriu e acenou, agradecendo-o neste primeiro momento. Notou até mesmo o pequeno “constrangimento” que fizera um dos rapazes passar, tomou isso como um sinal de boa índole, mesmo que tal reação não significasse nada de fato.

– Bom... Talvez você possa ser de alguma ajuda. Não estamos esperando problemas no caminho, mas ter alguém que saiba lutar vai ajudar a resolver problemas inesperados... Se você for boa o bastante, claro. – Disse o senhor

- Lhe asseguro que sou. Muito obrigada pela oportunidade, me chamo Raghuza. – Esperava não ser reconhecida, mas buscaria agir com naturalidade caso o fosse.

– 100 mil. É o que posso pagar se tiver interesse. Você basicamente vai garantir que cheguemos inteiros ao nosso destino, Loguetown...

“Perfeito, tirei a sorte grande!” – Seu rosto se avermelhou por consequência do enorme sorriso que abriu, demonstrando sua felicidade como um livro aberto. Nem sempre conseguiria ser “neutra”, obviamente.

- E talvez você possa dar uma mãozinha aos rapazes ali em baixo também... Essa carga já está atrasada e os comerciantes de lá vão arrancar nosso couro se atrasar ainda mais.

- É pra já, senhor! – Piscou seu olho enquanto acenava com a mão.

Ela buscaria cumprir o que lhe fora solicitado, caminharia até o local onde estariam as tais caixas para tentar levantar alguma. Buscaria um bom apoio em seus pés e a cautela para o momento que as erguesse, afinal, pareciam pesadas e levantar de qualquer jeito seria tolice. Se fosse o caso, tentaria usar o máximo de sua força para buscar o transporte seguro da maior quantidade de caixas que pudesse fazer. Tentaria cumprimentar cada um dos outros rapazes que agora se tornaram colegas de trabalho. – Oláá, sou Raghuza, prazer. Qual seu nome? – Sua intenção era repetir a mesma frase e pergunta para os três.
Algumas perguntas que tinha em mente haviam sido respondidas com o diálogo, outras, porém, ainda atiçavam a sua curiosidade, mas visto a pressa do senhor, ela preferiu ficar em silêncio e não demonstrar curiosidade para não irrita-lo ou fazê-lo desistir do serviço.
Ao final do carregamento, a dor já esperada pelo esforço dava as caras e, apesar de saber que ela ficaria ali por um tempo, procurou ignora-la torcendo para que não fosse algo que lhe atrapalhar dali para frente.

- Ai ai, que cansativo. – Abriria novamente um grande sorriso enquanto procuraria ir em direção ao senhor. – E então, qual o próximo passo? Iremos direto para Loguetown?! – Sua empolgação era mais evidente do que ela gostaria.

Caso a resposta fosse positiva, seguiria as indicações de seu novo contratante e subiria a bordo do navio quando lhe fosse requisitado. Buscaria uma borda do navio para se escorar até que recebesse novas instruções. Por ter sido jogada do último navio que esteve a bordo, desta vez ficaria com o corpo virado para o interior do navio e não para o mar, mantendo sua mão sempre em cima de sua katana para que não fosse pega de surpresa novamente. Apenas aguardaria a partir de agora.

Ao Narrador:
 

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A Lâmina de Pêssego   I - A Lâmina de Pêssego EmptyDom 01 Abr 2018, 23:42


A jovem espadachim iniciava o trabalho braçal de carregar o navio com as caixas de laranja. Prestando auxilio aos outros três fortões que fez questão de saber os nomes ao mesmo tempo que divulgava o seu. Mumu, Dudu e Nunu eram irmãos e possuíam até características em comuns, mas nada que fosse obvio para alguém de fora.

Os quatro finalmente terminavam de carregar as caixas alguns minutos depois. – Finalmente acabaram molengas? – Perguntava o capitão em um tom descontraído. – Sim senhor. – Respondia Dudu que em seguida era complementado pela espadachim. – Sim, vamos agora para Loguetown, já estamos atrasados inclusive. – Comentou Darwin, o capitão após checar seu relógio de bolso.

- RECOLHAM A ÂNCORA! - Berrava o velho enquanto se dirigia ao leme do navio e os três começavam a realizar seu trabalho de marujo colaborando com o deslocamento do navio, algo que não era necessário para a garota que seria apenas a segurança do grupo em caso de eventuais problemas.

Pouco depois o barco já estava no canal. Com as velas abaixadas e sendo levado pelo vento em direção ao destino. – Vamos demorar ainda algumas horas. Se importa em ficar de guarda lá em cima mocinha? – Perguntava o capitão. – Há uma luneta por lá. Grite caso veja sinais de problemas. – Havia um espaço no topo do mastro principal para isso, e um emaranhado de cordas que serviam de escada para que ela subisse até lá.


OFF: Dat Beard É só 1 post de Conomi até Logue, nesse unico post tu vai ficar de guarda lá em cima. E no próximo tu chega na ilha e começa a descarregar as caixas Ahhhhwww... Em on isso vai dar tempo pra descansar um pouco tbm... Ou pode rolar um combate naval Ahhhhwww... Não sei ainda...

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