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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cace o limite

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MensagemAssunto: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptySex 09 Mar 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Cace o limite

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptySab 05 Maio 2018, 11:02


Foi uma sensação muito estranha, acordar em um hospital. Especialmente por está ter sido a minha primeira boa noite de sono em dias, principalmente quando você acorda e tem uma linda garota ao seu lado, feliz por você ainda estar vivo. O abraço era dolorido, mas não tinha como não ficar feliz depois de tudo pelo que passei.

Apenas quando o Cruzis passava pela porta nos convidando para o velório do Castle, que eu me dava conta do tempo que havia ficado desacordado. Para mim, tinha sido quase como um piscar de olhos, do asfalto para o hospital, mas talvez tivesse se passado muito mais tempo. De qualquer forma, eu não recusaria comparecer ao enterro daquele que salvou minha vida e a de Marianna.

Talvez eu devesse estar triste pela morte do Frank, e estava, mas no fim das contas, ele ainda tinha pessoas para chorarem por sua morte, e acho que isso era o mais importante. Uma última homenagem de seu melhor amigo e a gratidão de 2 jovens que ele salvou. Parecia um bom final na minha opinião, não tão grandioso quanto o que eu almejava, mas ainda assim, um bom final. Por isso, quando escutei aqueles marinheiros conversando — Amanhã vai ser esquecido, o mundo vai seguir em frente tão fodido quanto sempre foi. — Não tinha como não ficar irritado, mesmo que estivessem certos, até certo ponto. O mundo sempre segue, não importa quem morre, isso não valia apenas para o Frank.

Por causa de toda essa reflexão, foi apenas quando o Cruzis nos apresentou ao sargento que nos levaria para a Grand Line, que eu notava a criança que o seguia. Aquilo me confundiu a princípio, filho do tenente ? Mas quando ele lhe deu a velha camisa de Castle, me lembrei do que havia dito mais cedo no hospital, sobre alguém que sentiria muita falta do Frank. Talvez fosse o filho dele ? Mas sua família havia sido morta. Quem sabe um irmão mais novo ? Mas naquela idade, estaria mais para um neto. Provavelmente alguma criança que o Castle resgatou em seus tempos de justiça com as próprias mãos, enfim, não acho que era algo tão importante naquele momento, o que importava de verdade era o legado que Frank deixava: um bando de criminosos sendo espancados por civis em toda a cidade. Bem estilo Frank Castle.

Enquanto o tenente ia resolver a confusão ao redor da ilha, nós finalmente chegávamos ao navio. O clima tinha tudo para ser dos melhores, se não fossem por aqueles marinheiros olhando torto para a gente. Provavelmente estavam irritados de terem que navegar ao lado de civis, afinal, todos pareciam ter um certo reconhecimento dentro da marinha, não me pareciam soldados. Não que isso fosse fazer diferença ou estragar meu humor, queria apenas relaxar e descansar até chegarmos ao nosso destino.

— O que será que nos espera na Grand Line ? — Perguntava Marianna.

Eu apenas diria com um sorriso — Muita confusão e toneladas de dinheiro, espero. — E era exatamente o que eu buscava. Eu finalmente poderia dar minha jornada por começada, o caminho até aqui foi curto, mas aprendi e conquistei várias coisas, conheci pessoas incríveis e estava na hora da verdadeira provação. O que me esperava do outro lado do que eles chamavam de Calm Belt ? Não importava, eu enfrentaria tudo e dobraria aqueles mares a minha vontade, até que conquistasse tudo o que almejava.

Mas naquele instante, tudo que eu queria era comer e beber alguma coisa, por isso diria para a Marianna — Vamos procurar alguma coisa para comer, estou morrendo de fome — e então começaria a explorar um pouco o navio, principalmente em busca de um refeitório, mas era mais para passar o tempo mesmo.

Tentaria encontrar a cantina do navio sozinho, mas caso isso não fosse possível, perguntaria a quem quer que estivesse próximo de mim, de preferência, o sargento que o tenente Cruzis enviou para nos acompanhar, e então perguntaria — Onde eu posso conseguir alguma coisa para comer ? — E esperaria sua resposta, em seguida, indo para o local que me fosse indicado.

Se eu chegasse à uma cantina, apenas pediria por qualquer coisa que contivesse carne ou doce. Mas se eu não pudesse ir até uma cantina, fosse porque não havia uma ou porque ninguém me indicou um caminho a seguir, eu apenas continuaria explorando o navio, a menos que isso também fosse contra as regras. No caso de não me permitirem fazer nada, nem andar pelo navio, eu tentaria me segurar para não começar nenhuma confusão e apenas me sentaria onde desse.

Claro que, paciência tem limites, brincadeiras, insultos e falta de cordialidade comigo eram uma coisa, mas nem pensar que eu iria aturar se alguém mexesse com a Mari. Por isso, se tentassem falar alguma coisa ofensiva ou olhar feio para ela, eu imediatamente me colocaria entre ela e o agressor, e diria — Melhor pegar leve, somos todos amigos aqui. — e esperaria que isso resolvesse as coisas.

No caso de agredirem ela fisicamente, não tem essa de "ficar calmo". Fosse pirata, marinheiro ou sabe-se lá o que, não teria diálogo com alguém que ameaçasse uma garota indefesa bem na minha frente, por isso, se a atacassem, eu começaria tentando bloquear o golpe usando meu jutte para disferir um golpe na horizontal da direita para a esquerda, visando acertar a arma do agressor. No caso de ser uma pistola, eu tentaria agarrar Marianna e me jogar no chão com ela, para evitar o golpe.

Ainda preferia não começar uma confusão, mas se acertassem ela, eu atacaria sem exitar. Mas apenas um ataque simples, um golpe vertical, de cima para baixo, mirando na cabeça do agressor.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptySeg 07 Maio 2018, 19:09



Narração


A garota dava um pequeno sorriso, enquanto ambos sentiam o navio balançar bastante o mar parecia bem agitado e o navio começava a balançar bastante. Enquanto o sonhador caçador de recompensas apenas pensava nas confusões que o esperava. “– Espero que bastante dinheiro, pois cansei de ser pobre.” Dizia a garota respondendo o rapaz, com uma tonalidade bem alegre. Podia ouvir o barulho do seu estomago roncar então o mesmo se levantou e assim que deu um passo o responsável por vigiar aquela turma logo falou. “- Onde pensa que vão?” Ele deu uma risada meio forçada referente ao desejo de comida de Stine então completou falando. “- Além de uma carona quer a nossa comida, abusado em moleque.” Fez um sinal e alguém da marinha se aproximou trazendo uma mesa com rodas, com vários pratos e algumas bebidas, sendo chá e vinho. Tudo ali era bem preparado, comida de qualidade a carne era saborosa, o macarrão bem feito isso mostrava um pouco do lado bom de ser marinheiro. Enquanto comiam podiam observar os marinheiros andando para lá e para cá o tempo todo, fazendo o possível para a viagem ser tranquila.

No momento em que Marianna foi tomar um combo de chá, ouviram um dos marinhos gritarem. “– Cuidado !!!” O Navio balançou bastante a garota e Coldraz voaram contra a parede a mesa virou e muita da comida caiu no chão. E a mesma então começou a vim na direção dos dois, quando o vigia cortou a mesa ao meio com sua espada. Segurando o garoto com a camisa do Punisher na outra. “– Nunca viajaram para a Grand Line não seus moleques, se não segurarem vão cair desse navio, porra!!!” O navio agora balançava para o outro lado com tudo, com isso ambos também iam de encontro contra a outra parede. “– Isso está me deixando enjoada.” Dizia a garota, já o menino começava a se segurar então pegou uma corda e se amarrou em uma das paredes com um sorriso no rosto disse. “– Não é à toa que o Tenente me escolheu para herda o manto do seu falecido amigo, até porque a punição deve sempre continuar.” Os Marinheiros riam da cara do garoto e vocês também, apesar de está claro que não fizeram isso de propósito pois olhando para fora era possível notar que realmente o mar estava muito agitado.

Uma criatura enorme podia ser vista no mar, apesar de não demonstrar nenhum perigo no momento, porém era algo que Coldraz ou Marinanna nunca tinham visto e isso com certeza impressionava a garota. Também a deixava com um certo medo. “– Não quero cair no mar, você viu o que eu vi.” As feridas do Stine doíam devido ao balanço do navio, algumas até abriam, podia notar pelas ataduras o vermelho de sangue. O que a dupla fará agora? Um homem de boa aparência com uma voz extremamente calma então dizia. “– Vamos nessa homens, a partir de agora caçaremos piratas na Grand Line e ajudaremos as pessoas de lá.” Os marinheiros estavam muito felizes com essa oportunidade de sair dos Blues.


2/3

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptyTer 08 Maio 2018, 14:45


Quando aquela mesa de guloseimas chegou, havia se tornado oficial: eu amo a marinha. A carne era deliciosa, e embora não houvesse a clássica cerveja, o vinho dava conta do recado; talvez um pouco requintado demais para o meu gosto, mas o sabor era uma delícia. Se eu soubesse que ser marinheiro era desse jeito, talvez eu até houvesse considerado seguir carreira, bom, quem sabe depois de alcançar meus objetivos.

Mas, não era só de comida gostosa e passeios de navio que a marinha vivia; achava estranho como os marinheiros corriam de um lado para o outro em um mar tão calmo. Foi nesse instante em que começou — Cuidado !!! — Com o grito, vinha também um balanço surreal que nos jogava contra a parede, mas o que poderia ser um momento tenso de suspeitas quanto a causa da batida, era logo preenchido com um breve intervalo para rir do garotinho que se amarrava na parede. Mas talvez ele fosse o único realmente inteligente ali.

E foi nesse breve momento de descontração que aquela besta surgiu saindo da água, colossal e aparentemente indiferente à nossa presença, trazendo consigo uma atmosfera pesada e, ouso dizer, até um pouco sufocante.

— Não quero cair no mar, você viu o que eu vi. — Dizia Marianna.

Depois desse comentário, era definitivo, eu não estava alucinando e nem ficando maluco. Nem sequer havíamos chegado na Grand Line ainda, e já me deparava com uma criatura daquelas. Não ficaria surpreso se o resto da tripulação também pudesse ouvir o ritmo das batidas do meu coração — Acho que vou precisar de uma arma maior — brincava para tentar distrair minha mente, mas essa não seria uma má ideia, nem sonharia em ser capaz de parar uma coisa daquelas com meu pequeno jutte de metal.

Com exceção de mim, Marianna e talvez o mini-Frank, o restante da tripulação não parecia tão impressionada assim com o ocorrido, talvez já até estivessem esperando por isso, em especial um deles, aquele que parecia agir como capitão do navio, ou pelo menos alguém importante. Ele lançava algumas palavras para a tripulação e não havia como não ficar animado com elas — Vamos nessa homens, a partir de agora caçaremos piratas na Grand Line e ajudaremos as pessoas de lá. —

Claro que antes nós precisávamos passar por aquele Calm Belt. A primeira coisa que eu faria seria pegar na mão de Marianna e buscar por um lugar no qual pudéssemos nos segurar e aguardar até que a travessia terminasse. De preferência, um local coberto, longe de janelas e portas, para minimizar as chances de cairmos no mar, mas independente do local que escolhesse, colocaria meu braço direito em volta dela, e com o esquerdo, seguraria em algum lugar.

No caso de não haver tempo de buscar por um local adequado, me contentaria com qualquer coisa que estivesse pregada no chão/parede, de preferência, o mais perto possível de mim.

Assim que conseguisse encontrar um lugar seguro, eu olharia ao meu redor para ter uma noção da situação.


  • No caso das coisas estarem se acalmando, eu permaneceria onde estava, e esperaria até que a turbulência terminasse e a viagem chegasse ao fim.

  • Porém, se as coisas estivessem um pouco mais agitadas, com os marinheiros correndo de lá para cá, eu me voltaria para o nosso "guia pessoal" e perguntaria — Como eu posso ajudar ? — e esperaria sua resposta, seguindo as instruções do mesmo, não tinha nenhum conhecimento náutico, mas talvez ainda pudesse ser útil naquela situação.

    Claro que se ele me dissesse que era desnecessário, eu apenas esperaria até a travessia terminar.


Existe também uma coisa que, embora eu não queira pensar, era possível ocorrer e exigiria minha reação imediata: a Marianna cair do navio.

Se fosse qualquer outra pessoa, embora eu me sentiria péssimo, ainda permaneceria no meu lugar. Mas se fosse ELA, a coisa seria completamente diferente; para começar, eu correria o mais rápido possível para pegá-la com uma mão e me segurar em algum lugar com a outra, na tentativa de impedir a sua queda no mar, mas se isso não tivesse efeito e ela ainda caísse, eu pularia atrás dela, isso aí, na mesma hora e sem exitar. Tentaria pegar alguma corda, bóia ou arma-de-fogo antes de saltar, mas apenas se estivesse perto, caso contrário, pularia sem nada.

Também não deixaria ninguém me impedir de resgatá-la, tentando empurrar e socar qualquer um que viesse a entrar no meu caminho.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptyTer 08 Maio 2018, 17:44



Narração


Era uma experiência nova e um pouco assustadora para os novatos, porém era só o início da Grand Line, seu coração batia em um ritmo bem rápido, uma enorme criatura marinha a qual nunca tinha visto ante. Quebrava um pouco o clima, com uma piada referente ao tamanho da sua arma. Os dois jovens procuravam um local para se segurar, achavam em um canto na lateral no navio, enquanto o pequeno estava crente que amarrado não teria problemas, porém vinha fortes ondas e batiam na sua cara. “– Droga eu sou muito burro.” O caçador de recompensas então se colocava a disposição dos Marinheiros para ajudar, alguns pediam para ajudar fechando as portas para não perder as coisas e era exatamente o que Stine fazia. Logo na sequência a fazer peso no navio então ia de um lado a outro junto com os restos dos marinheiros. Em um dos momentos um soldado chegou a ficar pendurado na bandeira era um cenário terrível.

Após algum tempo o mar se acalmava um pouco, era possível sentir o sol brilhar lá em cima os bravos soldados que ali mantiveram seu enorme navio comemoravam. O responsável de vocês então se aproximava e disse: “– Assim que chegarmos na 1º ilha vocês descem e não temos mais acordo nenhum, como vão sair de lá é problema de vocês e espero que não me incomodem ... OK?” O capitão da marinha com uma aura um pouco mais carismática dava uma boa risada enquanto pegava um enorme pedaço de carne, mordia e falava de boca cheia. “– Nada pessoal, mas ele tem um pouco de razão. Nosso trato é até a primeira ilha, espero que tenham boas aventuras. Assim como nós ... mal posso esperar!!!” Dava as costas e olhava para frente era possível ver o brilho no seu rosto. Marianna ajudava a desamarrar o garoto que estava todo molhado. “– Hey, mocinho qual é o seu nome?” O garoto agradecia com a cabeça e na sequência respondeu. “– Mark, o novo Punisher.”

A garota dava uma risada um pouco sem graça, enquanto olhava para aquela intimidadora camisa então respondeu. “- Frank era ... um ... bom ... ho .... homem. Só que tem certeza que é isso que você quer seguir o mesmo caminho... de sangue e violência é tão novinho.” O menino dava uma risada e colocava uma expressão de confiança no seu rosto e na sequência então disse. “ – Olha minha família foi toda morta, eu sobrevivi.” Levantava sua caminha e havia muitas cicatrizes, de tiros que o mesmo levou. “- Ou seja ... eu não escolhi eu nasci!!” Fazia um sinal de boa sorte para o mesmo que se sentia pronto para seguir os passos do vigilante. “ – Estamos agora seguindo rumo a primeira ilha !!!” Gritou o navegador com vários gritos de comemoração dos marinheiros.

Quantidade aleatória (1,7) :
4

3/3

1/5 para a ilha da gl


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Última edição por Punk em Ter 08 Maio 2018, 17:45, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptyTer 08 Maio 2018, 23:12


Finalmente a travessia terminava, e com ela vinha também o nosso "ultimato", assim que atracássemos na próxima ilha, estaríamos por nossa conta, o que não era exatamente uma surpresa para mim, tão pouco considerava uma coisa ruim, eles já haviam feito muito ao permitir que cruzássemos o Calm Belt em seu navio.

Chegava a ser hilário quando eu parava para pensar o quão sortudo fui em não ousar tentar atravessar aquele mar sozinho. Certamente minha viagem teria sido bem curta e fatal, mas agora eram águas passadas, estávamos na Grand Line e isso era o que importava, minhas expectativas eram enormes, havia lido todos os livros de meus pais sobre suas viagens por esses mares, por isso já esperava encontrar climas inusitados e espécies de animais raros, mas depois do que eu havia visto, não podia mais medir como essas coisas se pareceriam.

— Estamos agora seguindo rumo a primeira ilha !!! — Gritava o navegador, me trazendo de volta dos meus pensamentos.

Foi nesse instante em que eu notava que a Marianna conversava com aquele mini-Frank. O garoto era tão pequeno que já havia esquecido que ele estava abordo do navio, e após ouvir a história da criança, a única coisa que me passou pela cabeça era que o Cruzis tinha sérios problemas mentais. Ao que parecia, o garoto era um órfão que não tinha ligação sanguínea nem com Frank e nem com o Cruzis, o que me levava a imaginar o que diabos aquele fedelho estava fazendo ali ? Era algum tipo de sacrifício para um Deus marinho ?

Não sabia o motivo de terem mandado ele para a Grand Line, mas depois de ver suas cicatrizes e todo aquele papo de ter nascido para ser o “Punisher”, ele lembrava um pouco de mim mesmo e de um dos piores e mais recentes episódios da minha vida, onde quase matei a mim mesmo e a Marianna em uma taberna por conta da minha arrogância. Talvez eu não fosse a pessoa mais indicada para aconselhar o pirralho, mas sentia que devia isso ao Frank.

Provavelmente ele não me escutaria se dissesse para desistir, mas quem sabe conseguisse convencê-lo a esperar pelo menos um pouco até iniciar sua cruzada, por isso caminharia em sua direção e diria de forma calma — Então, você é o pirralho que quer substituir o Frank ?! Não me leva a mal, mas você não parece fazer justiça ao nome dele. Para mim, parece só uma criança tentando usar o nome de um homem de verdade, para ganhar respeito. — daria uma pausa para ver sua reação, mas não escutaria qualquer coisa que ele viesse a tentar dizer, e então prosseguiria — Essa caveira não é o Frank, e não importa o quanto você a use, você também não será. Se quiser se matar, a escolha é sua, mas se você entrar em uma luta com esse tipo de pensamento narcisista, pessoas inocentes vão se machucar. Antes de ser o Punisher, o Castle foi um grande marinheiro, ele teve treinamento, companheiros e uma coisa que lhe falta aos montes: experiência. O que você tem ? Algumas cicatrizes e uma história triste ? Se você não quiser morrer para o primeiro bêbado que encontrar, sugiro que ponha seu ego de lado e olhe ao seu redor, todos nesse navio passaram por muita coisa para chegar aqui, talvez não tenham tantas cicatrizes quanto você, mas  qualquer um deles teria muito a lhe ensinar, e se até mesmo o Punisher original um dia precisou de companheiros para se tornar no monstro que era, porque você acha que é especial ? —

Daria uma pausa para que o garoto digerisse o que eu havia dito até então e por fim concluiria — Se você quer sobreviver e se tornar o novo Punisher, eu não acho que existe um lugar melhor do que na marinha, esses homens vão te proteger, vão treiná-lo e mais importante, vão garantir que você continue vivo tempo o bastante para construir o seu próprio caminho. Eu não sou seu pai, e não sou você, essa é uma decisão sua. —

Após este discurso, eu apenas observaria as reações do garoto. Sei que seria complicado simplesmente aceitar qualquer coisa que um desconhecido dissesse, mas eu precisava tentar, aquele garoto iria morrer se tentasse seguir os caminhos do Castle e agisse por impulso, então eu precisava pelo menos tentar fazer alguma coisa a respeito.


  • Claro que se durante o meu momento de mestre sábio das montanhas, o garoto me dissesse que ele já sabia de tudo isso, que ele pretendia seguir na marinha ou pelo menos tivesse noção de que não poderia sair por aí atirando em criminosos como um verdadeiro mini-Frank. Em outras palavras, que ele já soubesse tudo que eu ia falar, então não haveria necessidade de terminar meu discurso, eu apenas tiraria alguns instantes para olhar nos olhos do garoto e diria — Acho que está tudo bem, desde que você não mate nenhum inocente. — E então me voltaria para a Marianna afim de questioná-la sobre a tal bússola especial que a mesma havia mencionado em Loguetown


Se o garoto me atacasse, fosse antes, durante ou após o meu discurso, eu tentaria bloquear o ataque, avançando em sua direção e fazendo um golpe na diagonal, de cima para baixo, a partir da esquerda e descendo para a direita, visando acertar a arma que ele tentasse usar contra mim. No caso de serem suas mãos, pés ou qualquer outra parte do corpo, este seria meu alvo, e caso ainda não houvesse terminado de falar, continuaria com meu discurso, no caso de já ter terminado, eu apenas esperaria para ver se ele continuaria tentando me atacar, mas a princípio não revidaria, apenas tentaria bloquear seus ataques do mesmo modo.

Assim que eu terminasse de falar com o garoto, fosse por ter sido interrompido com alguma informação repentina ou simplesmente por ter terminado de falar mesmo, eu me voltaria para a Marianna e perguntaria — Agora que eu parei pra pensar nisso mas, você não tinha dito que a gente precisava de uma bússola especial pra navegar aqui ? Como a gente vai fazer ? — e esperaria por sua resposta.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptyQua 09 Maio 2018, 17:16



Narração


O garoto ouvia oque Coldraz estava falando, apesar de todo discurso o pirralho parecia não dar a mínima as palavras do caçador de recompensas. Ele colocava um sorriso confiante enquanto arrumava suas armas e munições apesar do seu tamanho se mostrava preparado para uma guerra. “ – Não irei fazer Justiça no nome de Castle .... A justiça é falha, mas você conhece a diferença da Justiça para a Punição?” Dizia o mesmo a um tom leve, enquanto limpava sua arma que tinha uma aparência um pouco estranha o pequeno atirado quando abriu sua boca, aquelas simples palavras “Diferença da Justiça para a Punição.” O jeito como ele colocava isso, lembrava muito ele. Ele então andava um pouco para procurar algo para comer. Enquanto isso um marinheiro próximo que ouvia a conversa de vocês se aproximava calmamente. “ – Talvez deva ter memória de Castle, só que não julgue um livro pela sua capa.” Então olhava para aquele pirralho e depois voltava a sua posição original.

Marianna enquanto observava tudo, ficava olhando com uma cara de duvida qual o mistério por trás daquela criança. Seus pensamentos eram interrompidos pelo caçador que tinha uma dúvida de como conseguir navegar pela Grand Line. “– Não sei, essa bussola só consegue no farol, teremos que descobrir isso junto. Eu te pergunto não temos um navio e nem um navegador será que isso será um problema.” A garota olhava seriamente aos olhos de Coldraz. O que Stine faria agora, a viagem prosseguia por hora sem nenhum problema.


Viagem 2/5



OFF e PP:
 

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptyQua 09 Maio 2018, 18:05


Aquele garoto vai acabar matando alguém, e não no bom sentido. Bom, isso não era mais da minha conta, restava apenas torcer para que ele fosse tão bom quanto achava que era. Mas, realmente foi engraçado tentar bancar a voz da razão, realmente não fazia meu estilo.

Minha preocupação agora era outra; havia me preocupado tanto em chegar na Grand Line, que me esqueci de pensar em como diabos navegaríamos por aquele lugar sem um navio, navegador e bússola. Tá legal, talvez eu devesse ter pensado nisso um pouquinho antes, só um pouquinho, mas os últimos dias haviam sido bem corridos, não é culpa minha não ter planejado absolutamente cada passo que dava. Pelo menos, improvisar era o meu forte.

Era bem possível que houvesse alguma loja que vendesse essas bússolas em alguma ilha, afinal, elas eram bem próximas do East Blue, então faria sentido ter artigos do tipo para viajantes, ou eu poderia encontrar alguém que a tivesse e roubar dele, afinal, estávamos na era dos piratas e deveria ter vários deles andando com essas coisas por aí. Por isso, não achava que a bússola fosse ser um problema muito grande de se resolver.

Um navegador e um navio, por outro lado, poderiam ser um problema. Não acho que seria possível conseguir uma carona sempre que precisasse passar de ilha em ilha, e mesmo que conseguisse, aqueles pareciam ser mares bem agitados, o contrato de travessia deveria ser absurdo, acho que o melhor a se fazer seria encontrar um navegador com um navio e disposição a servir como nosso piloto. Na pior das hipóteses, teríamos de comprar um navio e eu ou a Marianna precisaria aprender a pilotar um.

— Cara, isso vai ser um saco, bem que eles podiam inventar alguma parafernalha para tornar essa travessia mais fácil. —

Detestava admitir, mas acho que estávamos com alguns problemas no mínimo: irritantes. Achei que como o pai da Marianna havia sido um capitão da marinha e ela tinha conhecimento de como entrar na Grand Line, ela tivesse mais informações úteis, o que não parecia ser o caso, então estava na hora de recorrer a alguém que deveria entender do assunto.

Estávamos em um navio de marinheiros, era de se esperar que eles tivessem o mínimo conhecimento náutico e informações sobre como navegar pela Grand Line. Além disso, se as tais bússolas podiam ser conseguidas no farol, isso provavelmente queria dizer que não era algo particular da marinha, ou pelo menos, que podiam ser encontradas no mercado-negro.

Por isso, caminharia até o nosso guia ou o capitão do navio, aquele que estivesse mais próximo e começaria a perguntar — Sei que deve ser repentino mas, o que o senhor sabe sobre umas bússolas especiais para se navegar por esses mares ? Eles vendem essas coisas pela Grand Line ? — E esperaria sua resposta, ouvindo atentamente o que ele me dissesse.

Sinceramente, dependendo do que aquele marinheiro me dissesse, minha jornada poderia acabar ficando ainda mais problemática. Eu estava tão longe de casa que nem fazia ideia de como retornar, não possuía um navio, nem alguém com habilidades de navegação, eu sequer tinha os meios para navegar por aqueles mares que, ah, é mesmo, estavam infestados de monstros marinhos maiores do que um navio.

A vida era tão mais simples quando o sonho de vir para a Grand Line era apenas um sonho.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptySab 12 Maio 2018, 07:16



Narração


Estava muito próximo da Grand Line, porém tinha alguns problemas para resolver, pois precisava de uma bussola especial para seguir adiante o Coldraz não tinha. Além do fato de que não tinha um navegador e nem um navio, também não tinha tanta grana assim com ele o que era irônico, sim, um caçador pobre. Stine então buscou algumas informações com pessoal do navio. “- Vender acho que não ... talvez no mercado negro mais é muito difícil, é mais fácil achar até mesmo no mercado negro eternal pose que é o que nós marinheiros usamos. Ele não aponta ilha de uma rota específica.” Dava uma risada concluído que era algo também não muito comum de se conseguir, além de ser de um preço bem alto. O mini-Punisher ouvia um pouco da conversa, porém parecia ignorar por hora apenas arrumando suas armas.

Marianna tentava relaxar no navio, mas algo incomodava a garota que levantava e começava a andar de um lado para outro, como se estivesse tentando pensar em algo. Só que a garota não dizia sequer uma palavra e sua expressão era bem séria, os marinheiros estavam calmos apenas continuavam seguindo o caminho de maneira bem controlada. Novos desafios surgiam na vida do caçador de recompensas, como ele vai resolver eles.


Viagem 3/5

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptySab 12 Maio 2018, 10:58


Eu estava tão afundado em problemas, que era um milagre ainda não ter me encolhido em um canto enquanto pensava na merda que eu fiz. O marinheiro sorria enquanto me falava da dificuldade em encontrar as bússolas, eu não. Mas quer saber ? Ficar choramingando dos problemas não fazia o meu estilo, nada iria mudar a menos que eu fizesse algo a respeito.

Não seriam esses pequenos imprevistos que iriam me fazer desistir e, quer saber, eu ainda nem havia chegado na primeira ilha, tudo poderia acontecer até lá. Na melhor das hipóteses, eu encontraria uma navegadora bem dotada com uma embarcação fantástica e o desejo de nos ajudar.

Na pior das hipóteses, passaria o resto da minha vida preso na primeira ilha da Grand Line. Bom, as apostas era altas, mas estava disposto a contar com a sorte. Além do mais, não havia nada que eu pudesse fazer naquele momento, me preocupar em excesso seria inútil e exaustivo. Meu tempo seria melhor gasto relaxando até chegarmos, afinal, seria um problema se meus ferimentos acabassem abrindo e ficassem ainda piores.

Enquanto eu me acalmava e minha mente voltava para a realidade, eu conseguia notar; apesar do mar estar calmo e os marinheiros não parecerem alarmados, por algum motivo a Marianna parecia inquieta e bem séria. Fazia sentido, talvez ela estivesse tendo o mesmo dilema que eu quanto a forma que iríamos navegar pela Grand Line, ou quem sabe ela estivesse apenas enjoada, vai ver tivesse medo de navegar, ainda mais depois de termos visto aquele monstro marinho a não muito tempo atrás.

Como não havia muito no que pensar até chegarmos no porto mais próximo, seria uma boa ideia ver o motivo dela estar tão nervosa e tentar acalmá-la. Parecia que cada um no navio estava reagindo de um modo diferente com a nossa chegada na Grand Line, embora apenas eu e ela parecêssemos não estarmos tão animados assim, não depois de descobrirmos todos os problemas financeiros e práticos que teríamos de enfrentar.

Por isso eu me aproximaria da Marianna e perguntaria — Qual o problema ? Se for quanto ao navio, não tem problema, a gente captura alguns piratas na próxima ilha e usa o dinheiro para contratar um navegador. Aposto que os piratas daqui tem uma bela recompensa por suas cabeças — e esperaria por sua resposta.

Mas eu precisaria esperar para ver o que a afligia antes de dizer qualquer coisa a mais, por isso, apenas escutaria o que ela tinha a dizer.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptySab 12 Maio 2018, 21:32



Narração


O caçador tentava animar sua companheira. “– Só estou um pouco ansiosa.” Dizia a garota com um sorriso um pouco sem graça no rosto. Depois ela andou mais um pouco em volta de Stine, aproximou-se do rapaz e voltou a falar. “– Bom podemos da sorte de algum pirata cruzar nosso caminho e além de captura-lo pegar o Log Pose dele.” Falava agora com um sorriso mais animado em seu rosto. Até que não parecia uma má ideia. Mark dava uma risada e completava "Até que você pensa um pouco, da dupla você é o cérebro e ele a força?” Ironizava um pouco o pequeno punidor. Enquanto isso um dos marinheiros vinha correndo animado falando com o capitão daquele navio as palavras bem animadas que saiam de seus lábios eram. “– Terra a vista senhor!!!!!”

O homem colocava um sorriso animado no rosto e então respondeu. “– Bom deixaremos eles aqui e mudaremos de rota, acabei de receber um chamado para uma missão.” O soldado desanimava um pouco, pensando no tempo que ainda ficaria no mar. “– Não desanime bravo soldado.” Falava enquanto dava uma boa gargalhada. Podiam ver uma ilha, com uma enorme floresta, uma mata bem densa. Enquanto chegavam perto da ilha ouvia um barulho de algum animal.


Viagem 4/5

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 5 EmptySab 12 Maio 2018, 22:41


Como eu imaginava, ela estava apenas um pouco ansiosa, mas também chegava as mesmas conclusões que eu.

— Até que você pensa um pouco, da dupla você é o cérebro e ele a força ? — Dizia o mini-Frank.

Na verdade, eu acho que ela era ambos, eu era apenas o cara que arrumava confusão e atraia os piratas. Aquela garota havia me salvado duas vezes e nos garantido uma passagem naquele navio; eu por outro lado, tive sucesso apenas em irritar as pessoas certas. Embora essa devesse ser uma bela qualidade para um caçador.

— Terra a vista senhor!!!! — O aviso era seguido pelo vislumbre da nossa primeira parada. A princípio eu ficava feliz, estávamos chegando ao nosso destino mas, depois de passar um tempo procurando qualquer sinal de civilização e não encontrar nada além de uma grande floresta e mata densa, essa animação diminuía. Tudo bem que ainda poderia haver alguma civilização inteligente no lugar, mas era difícil imaginar que uma sociedade sem construções enormes e um porto a vista, tivesse navegadores e navios.

Além disso, eu sei que já devia esperar, mas quando o capitão disse que iriam embora assim que nos deixassem naquela ilha deserta, não tinha como não ficar com uma expressão assombrada, que apenas piorava e lotava minha mente de pensamentos horríveis com o barulho de algum animal que podia ser ouvido assim que chegávamos perto da ilha.

— É isso, eu devia ter imaginado quando mandaram o garoto com a gente, vamos ser usados como sacrifício para algum monstro marinho ancestral nessa ilha deserta. —

Tudo bem, talvez eu estivesse exagerando, mas não tinha motivos para pensar positivo naquela situação. Infelizmente, também não havia sentido em ficar pensando demais, eu precisava encarar o meu primeiro obstáculo nos olhos e me preparar para matar qualquer coisa que entrasse no meu caminho.

Como forma de cortesia e para mostrar minha gratidão, antes de deixar o navio, eu faria um sinal de positivo com a mão para o capitão e agradeceria dizendo em voz alta, para que o resto da tripulação também pudesse ouvir — Valeu pela carona, a comida estava deliciosa, continuem assim. —

No geral, não havia mistério algum no que eu faria assim que o navio chegasse na ilha. Se não tivesse nenhum perigo aparente ou problema, eu apenas seguiria as instruções dos marinheiros para que deixássemos o navio. Se não houvesse porto, talvez precisássemos de um bote, ou não, quem sou eu pra dizer a eles como fazerem seu trabalho ? Apenas seguiria suas instruções e manteria a dianteira para que qualquer coisa que tentasse nos atacar, não pudesse atingir a Marianna antes de passar por mim.

Porém, aquele barulho havia levantado minha guarda, eu não podia simplesmente ficar tranquilo naquela situação. Por isso, se alguma coisa tentasse nos atacar, fosse antes, durante ou após desembarcarmos, eu tentaria bloquear com meu jutte, mas de forma simples, apenas juntando meu braço ao corpo enquanto segurava ele com a ponta para fora, de forma a apenas reduzir o impacto do golpe enquanto usava meu corpo como escudo para que a Marianna pudesse efetuar um disparo com sua arma.

Se eu conseguisse desembarcar sem problemas, empunharia meu jutte e daria uma olhada ao meu redor para ter uma noção de onde estávamos. Se haviam animais ferozes, o clima e, principalmente, sinais de civilização. E no caso de não haverem animais obviamente ferozes com garras e presas a mostra ou o barulho de algum deles pela proximidade, eu então adentraria na ilha em busca de algum sinal de vida inteligente.

Porém, se eu acabasse notando a presença de alguma criatura hostil, eu tentaria dar a volta na orla da ilha ou ir pelo caminho onde minha visão tivesse menos obstáculos e eu pudesse observar meus arredores mais claramente. Claro que se a criatura começasse a nos perseguir, eu tentaria correr na direção oposta ou para a esquerda, no caso do animal vir de dentro da ilha.

Lutar seria minha última opção, mas se a Marianna não pudesse correr ou ficasse evidente que o inimigo iria nos alcançar, eu então avançaria em sua direção usando minha técnica Golpe na cabeça e em seguida me afastaria para ver o resultado do meu ataque.

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