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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cace o limite

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MensagemAssunto: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySex 09 Mar 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Cace o limite

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptyTer 03 Abr 2018, 17:55


As coisas até que estavam indo bem. Embora que, de algum modo, parecêssemos ser o centro das atenções. Talvez fosse apenas minha imaginação, vai ver eu estava criando tempestade em copo d'água, era bem mais provável que eles só estivessem olhando as curvas da Marianna e avaliando se eu seria o tipo de cara que puxaria briga se eles tentassem alguma coisa. Spoiler: eu era.

Chegava a ser cômico o quão fácil era conseguir informações naquele lugar. O rapaz parecia bem disposto a me dar as informações que buscava. Talvez eles devessem treinar melhor esses soldados. Felizmente, quando ele exclamou uma breve confusão com a minha resposta, o que poderia ter sido um grave problema, fomos interrompidos por um marinheiro bem direto.

— Quem é você, nunca o vi por aqui ? —

A maioria, provavelmente o veria com um empecilho mas, para mim, este seria meu guia turístico naquele QG. Ele até mesmo comentava com o recepcionista sobre seu destino, caramba, só faltava darmos as mãos e irmos saltitando até a Grand Line.

Não deixaria essa oportunidade escapar, se eu convencesse aquele marinheiro a me guiar por aquele local, eu certamente chamaria menos atenção, principalmente se este fosse alguém conhecido pelos demais marinheiros. Seria a camuflagem perfeita naquele lugar.

Eu então colocaria um sorriso no meu rosto e falaria com uma voz calma enquanto estenderia minha mão direita em comprimento — Creio que ninguém deva me conhecer por aqui, só vim a Loguetown uma vez e, pra falar a verdade, já estou de partida. Talvez possa nos ajudar, também estamos indo para a Grand Line e não estou familiarizado com o QG da cidade — e esperaria sua resposta.

Aquele era um momento crucial, talvez o maior obstáculo no meu caminho e, se feito corretamente, minha melhor carta na manga. Aquele marinheiro seria meu bilhete de entrada para a Grand Line, tudo que eu precisava fazer agora era dar um jeito dele concordar em me guiar. E torcer para não terem mais curiosos por aí, ou que ele mesmo se mostrasse um curioso.

Sendo sincero, minha pergunta era apenas por educação, ele estava indo para o mesmo lugar que eu, e precisava de sua ajuda para encontrar o local. Se este decidisse me ajudar, eu apenas agradeceria a ele pela atitude. Porém, se este se mostrasse contra a ideia, bom, eu seguiria ele.

Eu sei, pode parecer suspeito, talvez me desse algum problema, mas como eu disse: eu precisava dele. Por isso ficaria seguindo ele até que este me levasse ao navio que iria para a Grand Line, claro que não ficaria implorando, me manteria calado e mantendo uma distância de 2m dele, para dar um pouco de espaço. Porém, jamais me afastaria demais de Marianna, sempre priorizando que ela estivesse perto de mim, mesmo que isso me fizesse perder o brutamontes de vista. Se ele me questionasse sobre o que estava fazendo, apenas responderia — Já disse, estamos indo para o mesmo lugar. — Mas se fosse outra pessoa a questionar o motivo de eu estar seguindo ele, responderia dizendo — Ele está me ajudando a achar o meu navio — e continuaria seguindo o brutamontes, na esperança de que estas palavras fossem o suficiente para aplacar a curiosidade alheia.

Caso eu acabasse tendo de seguir o marinheiro brutamontes e este se irritasse com este fato, mandando eu ir embora ou falando para mim parar de segui-lo, eu apenas responderia — Seja mais legal com seus colegas, eu não conheço o QG, vou acabar me perdendo se andar sozinho — e esperaria sua resposta. Tentaria manter um tom calmo, sempre que fosse falar algo, não seria bom me exaltar e começar uma discussão, por isso, não levantaria minha voz, mesmo que ele o fizesse.

Independente de se o marinheiro brutamontes decidisse me guiar ou eu tivesse de segui-lo. Se eu conseguisse chegar ao navio, observaria o que estava acontecendo, tentando sempre fazer as mesmas coisas que o brutamontes fizesse. Se este entrasse no navio, eu entraria; se ele fosse comprar um salgado, eu compraria; se ele parasse para admirar a paisagem, eu faria o mesmo.

Eu não fazia ideia de quais eram os procedimentos a serem tomados, por isso precisava dele para ser meu guia nesta viagem.

Se em algum momento durante meu passeio pelo QG de Loguetown, alguém me questionasse sobre minha identidade, eu responderia dizendo — Me chamo Clark, e essa é a Leona — apontaria para Marianna ao apresentá-la como Leona. Diria isso de forma que a Marianna pudesse escutar mais claramente que qualquer um, a partir daquele instante, estas eram nossas identidades militares.

Existe também uma última possibilidade, embora desagradável. Era possível que, em algum momento durante o meu passeio pelo QG, eu fosse abordado por algum marinheiro ou agente do governo que se mostrasse interessado em conversar comigo, nesse caso, eu teria de dar atenção a este para ver do que se tratava, então interromperia o que estivesse fazendo para que este me explicasse a situação. Tentaria me manter calmo se isso ocorresse.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySex 06 Abr 2018, 17:48



Narração


Homem olhava com dúvidas, porém não questionava mais apenas encarava mais um pouco os dois. Ambos aguardavam a embarcação, para seguir pelo Calm Belt rumo a Grand Line. Era chamado então todos acompanhavam o recepcionista, até uma sala enquanto ele falava: “– Bom vamos nessa, antes do embarque ver a ilha para qual vocês estão encaminhados a ir.” A espessa neblina que enche este pátio se agita, como se estivesse ansiosa para escapar. O pátio é cercado por uma parede de cortina de quatro metros e meio de altura na qual estão vários guardas de costas para você - ou assim parecia a princípio. Uma mesa repleta de papéis, porém muio arrumada, um homem sentado ele esta se comunicando com alguém. O mesmo está usando uma espécie de caracol pequeno. Na parede você ve vários quadros, além de muitas medalhas, então ele se levanta.

“– Hora Hora então são vocês que irão impor a lei e a justiça pelas Grand Line.” Começava a analisar cada um de vocês e se aproximava bem da garota, que sentia um pequeno medo. “- Acha mesmo que aceitarei esse tipo de coisa no meu QG?” Batia com a mão na mesa, depois dava um sorriso e perguntava como vocês se chamam e o bárbaro era o primeiro a se apresentar. “ – Sou Jin, Senhor!!” Na sequencia usava dois nomes falsos, se apresentando como Clark e Leona. “ – Porque não seguiu a carreria de seu pai? Acha que a marinha é algum tipo de brincadeira?” Respirava fundo e então voltava a falar, enquanto o brutamonte já suava frio, assim como a garota. “ – Eu sou o Tenente Cruzis.” Pegava uma medalha parecida até com a que vocês tinham e jogava proximo. “ – Essa eu ganhei com a ajuda de seu pai, acha mesmo que vai entrar pela porta da frente assim e fazer bandidagem, esse paspalho ai que te influenciou ou o idiota do Frank?” A garota balançava a cabeça negativamente enquanto falava. “ – Não Não, é ele que está aqui por minha causa.”

O tenente colocava uma cara de decepção, enquanto andavava de um lado para outro, balançava a cabeça. O mesmo sentava na cadeira e olhava para os três com uma expessão muito séria. “ – Bom devido ao trabalho que vem fazendo com aquele vigilante e o pouco da amizade com seu pai, vou reconsiderar e não considerarei isso um crime. Que não volte a se repitir.” Ele dava uma gargalhada, colocava uma das mãos na barriga. “ – É igualzinha ao seu pai.” Marianna então questionava o Tenente pois ela queria saber mais sobre seu pai. O homem apenas se levantou e falava para os três. “ – Saiam e não façam isso novamente, você Jin, não está autorizado a ir a Grand Line está usando as medalhas do seu companheiro.” O recepcionista abria a porta e antes que vocês deixassem a sala.

“– Esperem !!!” O homem se levanta continua com sua risada e então olha para vocês dois e rapidamente muda sua expressão para uma bem séria e as palavras que saiam da sua boca foi. “– Posso conceder uma carona para vocês, consideração ao seu pai e ao trabalho que vinha fazendo com meu ex-companheiro Frank Castle.” Passava a mão no rosto e voltava a falar. “– Apesar de eu não concordar com alguns dos metodos de justiça.” Pegava uma espécie de cartaz de procurado e mostrava a vocês. “- Se vocês conseguirem capturar esse desertor, porém também não ganharam nenhum cetavo por isso, isso deve ser feito antes de Castle, impor o que ele chama de justiça.” E colocava um sorriso encarando vocês.

Foto do Cartaz:
 



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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySex 06 Abr 2018, 22:32


Como diabos eu não tinha pensado nisso ?

Meu cérebro dava voltas intermináveis no meu senso-lógico enquanto eu tentava descobrir como negligenciei tanto o fato dela ser FILHA de um CAPITÃO da marinha. Caramba, era claro que teria alguém naquele lugar capaz de reconhecê-la, e para o meu azar, ou sorte, este alguém era ninguém menos que o comandante do QG de Loguetown.

Além disso, se eu tivesse considerado isso antes, talvez pudesse ter conseguido barganhar com o tenente sem gastar uma fortuna em preparações inúteis. É isso aí, eu estava bem irritado de ter gastado toda a minha última recompensa com ferramentas que se mostraram totalmente inúteis. Bom, pelo menos ele não era um babaca tão grande quanto eu imaginei quando me chamou de "paspalho". Teria dado uma surra nele, se não soubesse que seria preso imediatamente após efetuar meu primeiro golpe.

— Posso conceder uma carona para vocês, consideração ao seu pai e ao trabalho que vinha fazendo com meu ex-companheiro Frank Castle. — Essas palavras eram o suficiente para me passar uma impressão um pouco melhor daquele engomadinho com um penteado ridículo.

Eu poderia pular de alegria e dar um beijo naquele adorável idiota, se isso não fosse contra todos os meus princípios morais e higiênicos. Sem contar o fato disso poder me custar a sua oferta. Por isso, não pretendia ficar ali tempo o bastante para ele se arrepender e mudar de ideia, iria aceitar a oferta e deixar aquele QG o mais rápido possível.

Então, eu pegaria o cartaz de procurado e diria o mais rápido que conseguisse, enquanto indicaria com a mão para Marianna, que seria melhor irmos embora — Muito justo. Vamos pegar esse criminoso, seja-lá-quem-for, antes daquele maníaco por armas. Você é um cara legal, apesar do corte de cabelo cafona — e tentaria me retirar daquele QG o mais rápido que conseguisse.

Caso o tenente acabasse se irritando com o meu comentário sobre o seu cabelo, eu apenas sorriria dizendo — Só estou brincando, adorei seu cabelo, bem clássico, acho até que vou deixar o meu crescer pra ficar igual o seu, mas acho melhor ir correndo, não queremos que o Castle encontre esse criminoso antes da gente — e em seguida continuaria tentando me retirar do QG.

Independente de como o Cruzis reagisse após eu aceitar sua generosa oferta, se eu conseguisse me retirar do QG juntamente com a Marianna, diria — Cara, eu me sinto um idiota. Você é mesmo incrível, aposto que ele teria me jogada na cadeia se você não estivesse lá. — Não esperava nenhum tipo de resposta dela mas, ainda assim, olharia para ela após meu comentário, apenas para ter certeza de que ela não estava abalada.

Algo me ocorreu quando estava naquela sala, desde que nos conhecemos, eu virei a vida dela de cabeça pra baixo, arrastando ela por todos os cantos e fazendo coisas imprudentes. Para mim, aquela era apenas mais uma cidade na minha longa lista de viagem; mas para ela, aquela era sua vida, ela cresceu ali, conviveu com aquelas pessoas, talvez eles até soubessem da sua história. Ser confrontada daquela forma por alguém que devia tê-la visto crescer e ficado ao seu lado quando esta perdeu o pai, eu não podia imaginar o que significava, mas imaginava como teria me sentido se eu tivesse feito algo digno da decepção de Alistair.

Se ela parecesse séria demais ou não fizesse nenhum tipo de comentário, eu então iria sugerir — Sabe, acho que merecemos uma pausa, você sabe onde podemos encontrar um bom chocolate-quente ? — e esperaria sua resposta. Precisava aliviar um pouco sua tensão, por isso, se esta sugerisse algum lugar, mesmo que optasse por algo diferente para comer ou fazer, eu não hesitaria em acompanha-la e pagar o que quer que esta pedisse.

Porém, se ela se mostrasse motivada, espirituosa ou decidisse que devíamos começar a procurar ao invés de relaxar, eu não discutiria com ela, apenas daria um sorriso e perguntaria — Por onde você sugere começarmos ? Aposto que você e o Frank devem saber de algum buraco onde esses criminosos se escondem — e esperaria sua resposta, seguindo ela para onde quer que esta me levasse, mas caso ela não tivesse ideia de por onde começar, eu então iria sugerir que fôssemos até a parte mais pobre da cidade e afastada do QG, talvez próximo do local onde comprei minha farda, as chances de haverem criminosos por lá eram bem maiores.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySeg 09 Abr 2018, 18:19



Narração


Coldraz enquanto o tenente falava, percebia que cometeu um erro um pouco grande, pois a garota era filha de um capitão da marinha. Sem pensar duas vezes o caçador de recompensas aceitava a proposta oferecida pelo oficial superior da marinha, ao pegar o cartaz percebia que a recompensa atual do procurado era de 6.500.000B$. Quando comentou sobre o cabelo do homem ele balançou a chave de uma das celas e rapidamente os soldados ameaçaram a sacar suas armas, na sequência o caçador se desculpava. “— Cara, eu me sinto um idiota. Você é mesmo incrível, aposto que ele teria me jogada na cadeia se você não estivesse lá.” Ela dava uma grande gargalhada, colocava suas mãos sobre a barriga. “— A adrenalina foi divertida, desculpe-me, talvez poderíamos ir de graça apenas com um pedido, só que não sabia que ele conhecia tanto meu pai.” Dizia com um sorriso no rosto, levando tudo o que aconteceu na esportiva já que acabou até que de um jeito bom, tirando o tanto de dinheiro que havia gastado.

Andavam pelas ruas movimentadas de Loguetown, enquanto a misteriosa neve caia sobre a cabeça de ambos, passos calmos e curtos e pessoas se transitando o tempo todo. “— Por onde você sugere começarmos? Aposto que você e o Frank devem saber de algum buraco onde esses criminosos se escondem.” Então ela diria com um pouco mais de seriedade. “— Devemos então procurar em uma taverna, sim, diferente das demais lá só tem gente .... “ estranha.” ... bom vamos passar em casa para eu trocar de roupa.” Sugeria Marianna sabendo dos problemas que seria entrar com roupas de marinheiro no local. Com isso vocês voltavam até a casa da garota que durante o caminho iria falando. “— Bom se Frank está atrás desse homem ele não vai parar até mata-lo ou morrer. Então temos que captura-lo logo.” Colocava um lindo sorriso no rosto. “- Já estou imaginando como deve ser a Grand Line.” Os olhos da mesma chegavam até brilhar.

Ascendia a luz e começava a procurar algumas peças de roupa no meio daquela bagunça, até achar um conjunto. Também pegava uma roupa masculina media um pouco de você. “- Talvez sirva, era do meu pai.” Em sequência a mesma pegava uma toalha e caminhava até o banheiro levando seu novo traje, fechava a porta. Coldraz poderia ouvir o barulho do chuveiro, enquanto ela falava lá de dentro do banheiro. “- Me fale um pouco mais de você? O que faz? Qual seu objetivo de vida.” A roupa a qual Marianna deu ao rapaz era um pouco larga, porém servia. “ – Eu sou uma médica, na verdade minha mãe era, só que não conheci ela. Morreu para uns piratas. Acho que por isso na época me identifiquei com o Castle, que perdeu toda sua família, talvez eu tinha pena, ou tenha. Ele jurou que ia matar tudo qualquer vagabundo.” Dava uma risada, aguardando o que o jovem teria a dizer.



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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptyTer 10 Abr 2018, 19:12


Existe uma hora na vida de todo homem, em que ele precisa escolher entre honra e felicidade, e acredite, nada me deixaria mais feliz do que expiar a Marianna tomando banho. Mas eu não era esse tipo de homem, ou pelo menos, era isso que eu precisava gritar para mim mesmo dentro da minha cabeça, tentando ignorar o barulho daquele chuveiro e a sua voz suave me contando sobre seu passado triste.

— Eu sou uma pessoa horrível —

De fato, ela abrindo seu coração e me falando sobre sua mãe morta, e tudo que eu conseguia pensar era nas suas medidas. Mas tudo tem seus limites, não poderia estar tendo esse dilema quando ela terminasse seu banho, por isso, eu precisava me controlar e agir de forma normal, contando a ela minha história enquanto vestia as roupas que ela havia me dado e deixava minha farda em qualquer lugar, guardando apenas as medalhas e o cigarro, talvez fossem úteis mais tarde.

— Não tem muito o que contar. Nunca me formei, então acho que não posso dizer que sou um arqueólogo, mas ainda pretendo me tornar um, você sabe, coisa de família, mais ou menos como você e sua mãe, meus pais eram arqueólogos também. Estou indo para a Grand Line atrás deles. Quando eu tinha uns 7 ou 8 anos, algo do tipo, eles desapareceram enquanto procuravam por um ilha do céu. O dinheiro é para financiar uma expedição atrás deles e pagar ao Alistair, meu pai adotivo, eu meio que devo a ele, o cara gastou toda sua fortuna cuidando de mim. —

Não havia muito mais o que explicar depois de contar esse meu passado. Talvez eu pudesse ter mencionado que nasci em berço de ouro, vivi minha infância na sarjeta e minha adolescência em um internato voltado para a elite nobre. Mas nada disso era importante, além de não achar que ela quisesse saber sobre essas coisas, afinal, eram águas passadas.

Assim que ela terminasse de se trocar, eu diria apenas duas coisas — Você está linda, essa roupa realça os seus olhos. E então, para onde nós vamos agora ? — e esperaria sua resposta. Apenas seguiria ela até onde quer que esta me levasse, mas me manteria atento durante todo o percurso, caso encontrasse algum sinal do criminoso, de Castle ou algum idiota que tentasse dar em cima de Marianna.

Se eu conseguíssemos chegar até a taverna para onde Marianna estava me levando, eu primeiro, tentaria encontrar algum conhecido rondando pelo lugar, de preferência, Castle ou o criminoso que procurávamos.


  1. Se eu encontrasse Castle, eu sabia que não haveria diálogo se ele descobrisse que não estávamos afim de matar o criminoso, por isso, não mencionaria isto, apenas iria em sua direção e perguntaria — Mister fuzileiro, o que faz por aqui ? — e esperaria sua resposta. Talvez ele estivesse atrás de outro vagabundo qualquer, então seria bom saber.

    Porém, se este estivesse atrás do mesmo criminoso que eu, apenas diria — Que mundo pequeno, estamos atrás do mesmo patife. Que tal um acordo ? Sabe, eu não sou muito bom em trabalhar com gente mentalmente instável, mas vou fazer uma proposta: você nos ajuda a capturar esse cara, eu levo ele VIVO e você pode arrancar a "cabeça de baixo" dele. Todos ficam felizes, bom, talvez ele não — e esperaria sua resposta, sinceramente, não sabia como lidar com o Frank, mas era melhor soltar um cão raivoso do que tentar controlar ele, principalmente se ele fosse atrás do meu alvo e não de mim.

    O fato era, com aquela recompensa e um pedido direto do comandante do QG de Loguetown, não achava que aquele pirata fosse morrer tão facilmente, e o Castle certamente faria um alvoroço quando o encontrasse. Aquele maníaco metralhou um bar porque achou que eu era parecido com um marinheiro canalha, sutileza não era o seu forte.

  2. Se eu não encontrasse nem Castle, nem o criminoso, eu apenas daria um grito, chamando pelo nome do meu criminoso, na esperança de que isso me desse ao menos uma pista de em quem eu deveria começar a bater para encontrar ele.

  3. Existe uma possibilidade bem maluca, era possível que eu me deparasse com o criminoso que eu procurava, em combate, fosse com Castle ou qualquer outra pessoa. Nesse caso, eu me manteria a uma distância segura e esperaria para ver o desfecho do combate; se o agressor estivesse ganhando, eu esperaria até ele já estar quase terminando e então o atacaria, não podia arriscar que ele matasse meu alvo; porém, se o criminoso estivesse ganhando, eu esperaria até que este finalizasse o combate, e só então o atacaria. Claro que se a Marianna decidisse entrar no combate, a qualquer momento, eu me juntaria a ela.

  4. Caso eu encontrasse o criminoso que eu procurava e este não estivesse em combate, não haveria nenhum tipo de negociação ou brincadeira, eu começaria atacando, conforme descrito a seguir.


Caso fosse necessário entrar em combate, minha prioridade era sempre clara, garantir a segurança de Marianna, por isso, antes de qualquer coisa, faria questão de deixar ela atrás de mim e o(s) meu(s) oponente(s) a minha frente. Uma vez que houvesse feito isto, meus movimentos de ataque seriam simples: eu focaria meus ataques no inimigo combatente mais próximo, ou seja, aquele que quisesse me atacar e não estivesse inconsciente, obviamente.

Meu movimento inicial dependeria da distância entre mim e o meu alvo. Se este estivesse longe, eu então usaria minha técnica Golpe na cabeça, porém, se fosse um combate corpo-a-corpo, eu então começaria com um golpe horizontal da direita para a esquerda com meu jutte, visando acertar seu maxilar. Em seguida, independente do meu primeiro movimento, meu próximo ataque seria para desarmar meu oponente, então atacaria girando meu jutte para que este ganhasse velocidade e o impacto fosse maior quando eu atacasse a mão que ele usasse para segurar sua arma; no caso de um combatente desarmado, eu miraria em sua gargante. Por fim, eu tentaria efetuar um último golpe, desta vez seria uma estocada, que visava acertar o olho do meu adversário.

No caso de estar enfrentando mais de um oponente e durante minha sequência de movimentos eu conseguisse incapacitar o meu alvo atual, a partir do meu próximo movimento, meu alvo seria o oponente mais próximo, depois daquele que eu já havia derrubado. Porém, se houvesse apenas um adversário, no caso de eu ser capaz de incapacitar este de lutar, eu apenas me afastaria e analisaria o ambiente.

Se em algum momento, tentassem me atacar, fosse: antes, durante ou depois de um possível combate ocorrer. Eu optaria por bloqueá-los, sem me esquivar, poderia ser perigoso se algum dos ataques atingisse Marianna, então eu faria questão de, quando tentassem me atacar, usar meu jutte em um movimento diagonal de baixo pra cima, a partir da direita, para bloquear o ataque, meu alvo seria a mão que segurasse a arma. Meu objetivo era fazê-lo largar a arma devido ao impacto.

Obviamente este movimento de defesa não seria uma opção caso meu oponente utilizasse armas de fogo. Nesse caso, eu pegaria Marianna e procuraria por um local onde pudêssemos nos abrigar e nos proteger dos tiros: uma parede, uma mesa, caixas empilhadas, uma carroça, o que fosse mais conveniente no momento. E me manteria assim até poder pensar em um novo plano. No caso da Marianna já ter se abrigado durante os tiros, eu buscaria um abrigo apenas para mim, de preferência o que ela estivesse, mas priorizaria um local mais próximo da minha posição naquele momento.

Uma última coisa que eu levaria em conta durante o combate, seria o sol. Claro que, apenas se estivéssemos ao ar livre. Tentaria me manter de costas para o sol, torcendo para que a visão dos meus adversários fossem debilitada e isso se tornasse uma vantagem para mim. Se estivéssemos em uma área coberta, isso seria desnecessário, apenas faria questão de deixar portas e janelas na minha linha de visão; podiam ser perigosas caso algum inimigo novo aparecesse por uma delas, mas também seriam minha rota de fuga caso fosse necessário.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySex 13 Abr 2018, 15:17



Narração


A garota saia do banho, estava completamente animada com a missão, olhava para seu companheiro que estava usando as roupas de seu pai, então ela dizia com uma voz animada: “– Essa roupa, até que lhe serviu muito bem.” Seu olhar era meigo e transmitia muita confiança, após uma boa troca de elogios entre os dois, ambos saiam para o submundo de Loguetown. O caminho não era muito longo, apenas passava pelo núcleo pobre da cidade, as pessoas olhavam para vocês sempre com uma cara estranha, desconfiadas. A porta de entrada está guardada por por dois homens gladiadores a placa é bem difícil de ler. “Taberna dos Mendigos” Esses guardas aparentam estar sempre alertas e logo param vocês. “– Onde pensa que vão.” A garota sorri e faz um gesto com a mão, então um deles a identifica e cochicha algo no ouvido do outro e eles abrem caminho.

O teto da entrada é de dois andares de altura. Em algumas casas, está aberto para o céu. Nesses casos, a fonte é afundada no chão e serve como um dreno para a água da chuva. “Sala de estar” Esta é uma área de espera e uma área de reunião para os hóspedes que não são conhecidos, não terão necessariamente acesso às câmaras internas da casa. Colunas decorativas sustentam a porta em arco da área 1. Tapetes e travesseiros confortáveis são dispostos no chão. Janelas estreitas dão uma olhada no movimento lá fora, mas elas funcionam como aberturas de flechas no caso de os visitantes não serem tão amigáveis quanto dizem ser. Há varias pessoas bebendo e conversando naquela diferente taberna, pois eles sentam numa espécie de almofada e aparentam se divertir muito. O homem a qual está servindo a bebida logo cumprimenta a garota. “– Olá quanto tempo? Se veio atrás do seu parceiro ele saiu não faz muito tempo. Foi em direção ao porto da cidade ... ou seja. Alguém vai morrer.” Dava uma risada, debochando ou desvalorizando a vida de alguém.

Sentado ali próximo também poderia se ver um homem já visto antes por Coldraz, o mesmo estava em um cartaz, seus cabelos são vermelhos, seu olha sombrio enquanto bebe suavemente sua bebida. Ele olha para Marianna, então começa a se aproximar lentamente, quando ele fica de frente, é possível notar que o mesmo está sem um olho. Assim que ele se aproxima de vocês, sua voz é arrepiante, demonstra ser uma pessoa que realmente se impões. “- Seu amigo levou algo de mim ... Eu levarei algo dele também em breve.” Deixa uma faca sobre o balcão e começa a voltar ao seu lugar, cerca de 15 pessoas que se encontra dentro daquele local, todos parecem pararem para ver. Eles comemoram, demonstrando felicidade com o acontecimento enquanto todos gritam. “ – Frank Castle, vai morrer!!!!” A garota olha para você e diz: “ – Aqui não é o melhor dos lugares para se arrumar uma confusão.” O que o caçador faria agora.

Calça:
 

Blusa:
 

Chapéu:
 


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySex 13 Abr 2018, 19:16


— Aqui não é o melhor dos lugares para se arrumar uma confusão —

Vou ser sincero, eu não estava dando muita atenção para o que ela estava dizendo. Era meio óbvio que uma taberna nomeada “Taberna dos Mendigos”, frequentada por pessoas de índole duvidosa e convenientemente localizada na área pobre de uma grande cidade, não seria exatamente um lugar muito seguro para se andar.

Mas o motivo real para não prestar tanta atenção no que ela dizia, era aquele ruivo falastrão. Não importa as palavras que ele usou, para mim, parecia que ele estava ameaçando a Marianna. Isso não era uma coisa muito inteligente. Embora a sua educação não fizesse muita diferença, já pretendia caçar ele no momento em que me recordava deste como um criminoso procurado.

Não iríamos receber nenhum centavo pela cabeça daquele desertor que o Cruzis nos mandou capturar, e seria bom chegar na Grand Line com algum dinheiro. Mas eu não podia simplesmente arriscar minha missão dessa forma. — É melhor eu ir para o porto, se o Castle está lá, provavelmente ele achou uma pista do meu alvo. — Pelo menos, era isso que eu repetia em minha mente, quase como uma ordem, mas a verdade é: eu não fazia ideia do que o Castle estava fazendo no porto, e não existe lugar bom para se começar uma confusão, são apenas lugares, assim como aquela taberna era.

Eu só precisava de um motivo. Uma razão. Qualquer coisa que me permitisse partir para a briga e esmagar o crânio daquele pirata antes do evento principal e, talvez, conseguir uma forma de barganhar com o Castle.

Esses pensamentos, somados ao fato daquele babaca ter ameaçado Marianna bem na minha frente, eram mais do que o suficiente para me convencer a fazer o que poderia ser uma das maiores burrices da minha vida e, talvez, a última.

Antes de começar, me aproximaria do ouvido de Marianna e diria bem baixinho, para que apenas ela pudesse me escutar — Vou precisar que você saia um pouquinho, me espere lá fora e se prepare para agir quando eu der o sinal. — Em seguida, daria um sorriso para ela e esperaria que esta deixasse a taberna.


  • Caso ela me questionasse sobre o que eu iria fazer, eu apenas responderia dizendo — Só vou conseguir algumas pistas, não demoro muito. —

  • Se ela se mostrasse contra o meu plano, não permitindo que eu tomasse qualquer atitude, eu então diria — Relaxa, eu só vou fazer algumas perguntas, não vou arranjar confusão, só não gosto do jeito que aquele cara te olha. Se você for comigo e ele agir feito um babaca, eu com certeza vou começar uma briga — e esperaria que isso fosse o suficiente para que esta me deixasse seguir com o meu plano, mas caso não fosse e ela insistisse em irmos embora, eu não poderia argumentar mais, apenas aceitaria e iria com ela até o porto.

  • Porém, se ela viesse a concordar com meu plano de interrogar o criminoso, mas insistisse em estar comigo durante o processo, eu ficaria sério e diria — Impossível, se alguma coisa acabar dando errado, estaríamos mortos. Eu preciso de você lá fora, para me salvar caso seja necessário — e esperaria sua resposta; se ela concordasse, eu seguiria com meu plano, caso contrário, deixaria que ela me acompanhasse.


No caso da Marianna concordar com meu plano, independente de se ela estava relutante ou não no começo, eu colocaria meu plano em ação. Eu digo "plano", mas a verdade é: eu só estava querendo um motivo para brigar com aquele cara e levar a cabeça dele como troféu.

Meu plano era bem simples: eu caminharia em direção ao ruivo que ameaçou Marianna e diria — Como vai, meu caro amigo monocular. Estou atrás de alguém que você talvez conheça — terminaria minha frase mostrando o cartaz de procurado que me foi dado pelo tenente Cruzis, mas assim que o fizesse, diria com uma voz bem mais alta, para que os curiosos que estivessem na taberna pudessem escutar — Procuro por... — e completaria com o nome escrito no cartaz de procurado que me foi dado.

Não havia mistério, era uma simples pergunta em forma de provocação. Eu queria que o meu alvo soubesse que eu estava atrás dele e precisava saber se havia alguém por ali que pudesse saber de alguma coisa.


  • Se o impossível ocorresse e aquele pirata fosse uma pessoa minimamente civilizada, apenas respondendo minha pergunta (independente da sua educação, ou a falta dela, ao fazer isso), eu apenas guardaria o cartaz de procurado e diria — Essa me pegou de surpresa, quem diria que pessoas como você sabiam falar sem usar os punhos — e me retiraria do lugar, ignorando qualquer coisa que ele pudesse vir a dizer; no caso dele me dar alguma informação útil sobre o paradeiro do meu alvo, eu ainda assim não faria nada, apenas escutaria enquanto me retirava para o porto.

  • No caso de alguém suspeito começar a se retirar do local, logo após ouvir o nome que eu citava, diria para a Marianna enquanto olhava para o suspeito — Acho que encontramos nosso guia, vamos atrás dele — e começaria a perseguir o suspeito. Porém, se isso acabasse se tornando impossível, talvez por causa de alguma confusão, eu apenas diria — Acho melhor você ir na frente, pode deixar que eu te alcanço. — Isso se aplicaria apenas se o suspeito fosse uma única pessoa, no caso de ser uma multidão que começasse a ir embora, eu apenas entenderia como o prelúdio de uma confusão e ignoraria.

  • Se alguém, qualquer um; ameaçasse, tocasse ou dissesse alguma coisa de natureza ofensiva e/ou indecente para a Marianna. Não haveria diálogo, eu começaria uma briga sem exitar nem mesmo por um instante.


Se uma batalha se tornasse inevitável, independente da ocasião ou o que quer que a tenha motivado, eu não exitaria em entrar em combate. A primeira coisa a fazer seria olhar ao meu redor para ter uma noção da quantidade de oponentes; no caso de uma multidão, o adversário mais próximo seria o meu alvo. No caso de um único oponente, a distância entre mim e ele não faria diferença quando eu fosse atacar.

Caso o meu alvo estivesse distante, eu atacaria usando minha técnica Golpe na Cabeça, porém, se este estivesse próximo, eu apenas giraria meu jutte para aumentar sua velocidade e atacaria com um movimento horizontal, da direita para a esquerda, tentando acertar o ouvido do meu adversário, na esperança de que isso o deixasse desnorteado. Em seguida, meu próximo ataque seria um golpe vertical, de baixo pra cima, visando acertar o queixo do meu adversário, e por fim, uma estocada visando acertar o tórax do meu adversário. Todos os meus ataques tinham como objetivo, diminuir a velocidade de reação do meu oponente.

No caso de estar contra mais de um oponente, se durante um dos meus movimentos, outro adversário acabasse ficando mais próximo de mim. Talvez por estar tentando me atacar enquanto eu lutava com seu colega, a partir do meu próximo movimento, meu alvo seria ele. Do mesmo modo, se eu conseguisse nocautear meu oponente atual, a partir do movimento seguinte, meu alvo seria o próximo oponente mais perto de mim.

Caso alguém atacasse a Marianna, este se tornaria meu alvo a partir do meu próximo movimento.

Eu evitaria me esquivar e priorizaria um bom bloqueio para me defender dos ataques dos meus oponentes. Sempre usando meu jutte para acertar a arma que meu oponente usasse para me atacar; no caso de um adversário desarmado, miraria nas suas mãos, pés ou o que quer que ele usasse para lutar. Meu movimento seria simples, usar meu jutte para acertar a arma do meu oponente e desviar a trajetória para a esquerda, enquanto jogava meu corpo para a direita. Isso não se aplicaria caso a Marianna estivesse próxima de mim e a trajetória pudesse acabar acertando ela, nesse caso, eu desviaria o ataque para o lado em que ela não estivesse, enquanto jogava meu corpo para o lado oposto. Mas se fosse impossível bloquear o ataque sem ferir a Marianna, eu receberia o ataque.

No caso de eu ser atingido, independente de quando e como, durante a luta, tentaria continuar com minha sequência de movimentos o quanto fosse possível, mas se a situação se mostrasse desfavorável, eu tentaria procurar abrigo.

Neste caso, se a Marianna estivesse comigo, eu procuraria por um local grande o suficiente para nós dois nos escondermos, mas se coubesse apenas 1, eu esconderia ela lá e procuraria por algum lugar para eu mesmo me esconder. No caso de eu estar sozinho ou ela já ter se abrigado, eu procuraria uma cobertura para mim: uma mesa, balcão, porta aberta, um outro cômodo que houvesse por ali, o que fosse mais conveniente.

Mas, se não houvesse nenhum tipo de confronto na taberna, eu apenas me retiraria do local, juntamente com a Marianna e iria até o porto atrás de Frank. Não tinha como saber o que eu faria quando o encontrasse, por isso deixaria para decidir quando isso acontecesse.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySeg 16 Abr 2018, 19:34



Narração


Coldraz não estava dando a mínima para o que a garota dizia, tinha um plano em mente então para por o mesmo em prática pedia para a garota esperar um pouco lá fora. Então os dois como um casal começava uma pequena discussão aos cochichos, o caçador de recompensas mostrando seu lado para conseguir umas pistas e Marianna contra argumentando o quanto era perigoso. “– Conseguir umas pistas, sei, tome cuidado com o que vai fazer ou perguntar.” Um pouco emburrada e demonstrando não está nem um pouco contente a médica começa a se retirar do estabelecimento, enquanto vocês podem ouvir algumas vozes de fundo. “– IHHH o casal brigou, OHHH será que a garota quer desabafa ou um ombro amigo HSHSHAHAHAHAH” então o aventureiro caminhou em direção ao pirata ruivo, seu objetivo atual era arranjar confusão com o mesmo só que de uma maneira um pouco estratégica, ou não.” No momento que o caçador tirou o cartaz todos a sua volta começou a se mostrar hostil e assim que foi perguntar sobre o procurado o ruivo deu um tapa no mesmo, jogando o cartaz pirata no chão. “- Caçador, marinheiro, agente ou sei lá o que você é, deve ser bem corajoso ou estupido para fazer isso aqui.” Homens puxavam suas armas, sendo espadas, manoplas, pistoleiros, bárbaros e o taverneiro apenas se escondia atrás do balcão.

Coldraz girava seu jutte, porém era bloqueado pelo ruivo com sua espada, enquanto ele fazia isso outros piratas menores vinham para cima do caçador. Aplicava um golpe de cima para baixo acertando um dos homens ali no local, enquanto o ruivo se afastava e gritava: “- Acabem com ele.” Pulavam em sua direção, sendo dois bárbaros, o barulho de tiros assustava Marianna que vinha correndo para ver o que estava acontecendo. “– Meu Deus!!!” Sem pensar duas vezes ela sacava uma pistola a qual estava escondida e mandava bala acertando um dos bárbaros. O rapaz evitava esquiva e tentava bloqueio, enquanto sua parceira dava cobertura a uma boa distância. Então piratas armados começava a disparar também era uma chuva de bala dentro daquele estabelecimento enquanto mais pessoas se aproximavam de você. Enquanto defendia uma machadada de um adversário era golpeado na lateral por um espadachim que te furava com uma estocada. “- HAHAHAHAHA ISSO VAI SER DIVERTIDO.” Gritava o ruivo, enquanto escorria muito sangue, na sequência recebia um corte nas costas, era muitas pessoas para Marianna conseguir um bom cover.

Durante os disparos a qual estava sendo feito, um deles acerta em cheio o ombro da garota, os bandidos estavam prontos para fazer picadinho de Coldraz, que ia resistindo bravamente com seu Jutte, até derrubando alguns, era acertado com mais dois cortes, um nas costas e outro braço esquerdo. Em suas costas fazia uma espécie de X referente ao golpe que havia levado já. A garota de cabelos azuis também estava sangrando bastante e levava um segundo tiro agora na perna. “- Droga !!! Isso dói demais.” Quando pode se ouvir um barulho de vidro quebrando, uma bala de uma arma de maior precisão acerta um dos bandidos. Todos ali ficam preocupados e na sequência mais disparos, começa a matar os atiradores, em desespero procuram abrigo, só que antes de conseguir se esconder eram atingidos. Após vários buracos feito no local, havia cerca de uns cinco feridos próximo a Coldraz, alguns derrubado por ele mesmo e o restante morto, o bandido ruivo um pouco mais distante intacto. Claramente nenhum dos disparos teve a intenção de acerta-lo, ele olhava fixamente.

Ambos feridos Mari e Cold viravam suas cabeças e por uma janela quebrada podia observar uma figura, com uma expressão calma e ao mesmo tempo fria. Com sua arma na mão, suas vestes negras e aquela enorme caveira estampada em seu peito, as palavras mal saiam da boca do criminoso. “– J – U – S – T – I – C – E – I – R- O!!!!!” Ele balançava a sua cabeça enquanto falava lentamente. “– É você não vai morrer, isso é fácil, quero que você aprenda o que é a dor. Você vai aprender o que é a perda.” O pirata ficava enfurecido com aquilo, sem entender então ele gritava. “- Venha para nosso duelo final CASTLE!!!” um pequeno sorriso completado com a frase. “- Primeiro aprenda a diferença entre justiça e punição ... Duelo ... está bem aí na sua frente.” O ruivo olhava com desprezo para Coldraz, jurando que ia mata-lo hoje. Mediante essas palavras apenas disse. “- Até a próxima, vermelho.” Dava as costas, começava a partir.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptySeg 16 Abr 2018, 22:54


Sangue escorrendo. Cheiro de pólvora. Um bando de piratas rasgando minha carne com suas armas afiadas. Os gritos de dor da Marianna. E a risada daquele ruivo maldito.

Se raiva matasse, eu teria pintado aquela taberna de vermelho. O que eventualmente aconteceu, quando Castle surgiu com suas armas e acabou nos salvando. Vou ser sincero, nunca me senti tão furioso quanto naquele momento, onde fui obrigado a escutar os gritos de alguém que confiou em mim e viria a se arrepender amargamente disso.

A impotência diante daquela situação, e na minha mente, apenas o pensamento — É minha culpa. Eu matei ela. — Foi a primeira vez que eu entendi, mesmo que um pouco, o que se passava na mente de Castle, a diferença entre nós dois era, provavelmente, que ele nunca saiu daquela taberna. Ninguém salvou sua família, e ele nunca superou isso. E ele não fazia ideia do quão grato eu era a ele, por não ter me permitido acabar da mesma forma.

— Venha para nosso duelo final CASTLE!!! —

— Primeiro aprenda a diferença entre justiça e punição ... Duelo ... está bem aí na sua frente. —

Duelo ?! Nem pensar. Eu não era um idiota tão grande a esse ponto, eu provoquei, admito. Mas rir, enquanto atiram indiscriminadamente contra uma garota inocente ?! Não importava se tinham ou não uma recompensa por suas cabeças, todos naquele lugar eram menos que lixo, e como o Castle exterminou quase todos, azar do ruivo, por que eu precisava descontar toda aquela raiva em alguém.

Faria meu melhor para ignorar a dor enquanto pegaria meu jutte e começaria investindo contra o ruivo usando minha técnica Golpe na Cabeça, seguido por um chute no seu joelho; não com o objetivo de machucar de fato, apenas desequilibrá-lo e dar uma brecha para o meu próximo ataque. Uma estocada com meu jutte, visando acertar o olho que restava do pirata. Já que o Castle foi bem generoso em arrancar um deles.

Simples, direto e com toda a minha força. Meu objetivo era quebrar ele o mais rápido possível. Por isso, não me afastaria do meu adversário, nem deixaria que este se afastasse demais de mim. Tentaria me manter perto, sempre priorizando o bloqueio de seus golpes com meu jutte: usando um golpe direcionado para sua arma, tentando desviar a trajetória do golpe para um lado enquanto jogava meu corpo para o outro (desviando a arma para a esquerda enquanto jogava meu corpo para a direita, por exemplo).

Mas não podia simplesmente seguir o mesmo método de combate o tempo inteiro, eu precisava me mover e mudar conforme a batalha progredisse. Se ele desse uma estocada com sua espada antes ou durante minha sequência de movimentos, eu então tentaria pegar sua espada com minha mão direita e o meu próximo movimento seria um golpe vertical, de cima para baixo, com meu jutte, visando acertar a mão que segurasse a espada, com o intuito de desarmá-lo. Claro que iria doer, claro que era perigoso, mas eu queria acabar com aquilo de forma rápida, então não podia me preocupar com essas coisas. Funcionando ou não, eu passaria para o movimento seguinte, descrito anteriormente.

Também prestaria atenção ao meu redor. Tentaria me aproximar dele e pressioná-lo com meus ataques, enquanto fazia ele recuar em direção à algum cadáver ou móveis quebrados, na esperança de que ele tropeçasse e caísse, tornando meu trabalho mais fácil. Da mesma forma, também prestaria atenção para que eu mesmo não acabasse tropeçando e caindo.

Também tentaria procurar por qualquer garrafa ou copo de cerveja que houvesse no local, e que eu pudesse jogar em seu rosto na esperança de obstruir sua visão e, novamente, tornar mais fácil a execução dos meus movimentos.

Mas não pense, nem por um instante, que eu esqueci da Marianna, ela ainda era minha prioridade, isso não mudaria de forma alguma. Não exitaria em interromper os meus movimentos e investir contra qualquer um que tentasse atacá-la. Novamente, usando minha técnica Golpe na Cabeça. E, caso não fosse possível atacar, tentaria usar meu corpo como escudo para protegê-la. Seria mais conveniente jogar algum cadáver, mas vai saber quanto esses caras pesavam e se eu era capaz de erguer algum deles, então meu corpo teria de servir. Sem contar minha pontaria, que sempre foi péssima.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptyQua 18 Abr 2018, 22:39



Narração


O rapaz estava furioso com o que havia acontecido, por um lado ele entendia um pouco o que passava na cabeça de Frank. As pessoas não sabem a dor da perda até elas ou quase perde, ou perderem algo. Superar isso é algo difícil, não é todos que lidam da melhor forma, que levantam sua cabeça e segue em frente. O que aquele homem ganhava com sua vingança, talvez para muitos nada, só que aquela guerra que ele iniciou contra muitos bandidos era um meio de que outras pessoas de bem não tenha a mesma dor. A pergunta é ele é um homem mau? Um homem bom? Justo? Como ele mesmo disse, existe uma grande diferença entre a justiça e a punição. Mesmo sabendo que os bandidos de hoje serão substituídos por outros amanhã. Cabe a cada um saber sua resposta, aquele bar cheio de sangue, pessoas mortas e vários furos de balas. Dois homens em fúrias e desse combate talvez a única certeza que passaria na cabeça de qualquer um é que só um sairia vivo.

“ – Hoje celebrarei sua morte e depois matarei Frank Castle.” Dizia o pirata, ódio, ira e o desejo da matança tomava conta daquele ambiente. Coldraz não ficava atrás pelo contrário não se intimidava com seu adversário, pelo contrário estava muito puto da vida. Enquanto sua parceira perdia bastante sangue, porém ainda podia sentir que ela estava viva e o taberneiro pulava o balcão numa tentativa de ajuda-la. “ – Moça você está bem.” O Caçador de recompensas logo usava sua técnica para cima de seu oponente numa tentativa de acertá-lo em sua cabeça, era um bom golpe bloqueado pelo mesmo. Na sequência um bom golpe no joelho do pirata, até conseguia com muita efetividade e na sequência uma estocada, antes do golpe acerta seu oponente era atingido por uma estocada sendo o tamanho da arma dele maior que os jutte de Cold. “- Não vou cometer o mesmo erro que fiz na luta contra Frank.” Ele dizia referente a tentativa do golpe no olho dele. Sem sombra de duvida era a parte do seu corpo a qual ele mais se preocupava.

Alguns dos piratas feridos começavam a se levantar com muita dificuldade, pois todos estavam bem feridos. Então um barulho de tiro, a bala acertava a cabeça do bandido que caia deitado no chão, logo ali atrás próximo a porta estava a garota sentada. Marianna encostada na parede com seus dois ferimentos doendo muito e sangrando bastante segurando sua arma no braço oposto ao machucado. “– Droga esses bandidos de merda não desistem, eu também não vou desistir do meu sonho de ir para a Grand Line, não vou morrer aqui.” Algumas lágrimas começavam a escorrer enquanto ela falava, estava exausta e muito machucada. A batalha violenta onde todos estavam em péssima condição, então ela começou a disparar até descarregar sua pistola. Acertava muitos dos criminosos que estavam feridos. Os tiros que iam na direção do ruivo o mesmo se esquivava com maestria. Esse momento foi muito bom pois o caçador aproveitou a distração do mesmo que tinha que desviar da chuva de balas e atacou com seu Jutte na vertical, acertando em cheio seu adversário.

Sangue escorria agora também do peito do aventureiro e a boca do pirata também sangrava bastante, pode perceber que uma das balas atingiu de raspão o braço esquerdo do ruivo. “– Sabe me pergunto como devo mata-lo, garoto, olhe para você está ficando igual a ele. O que está ganhando com essa guerra toda hã? Dor e sofrimento, no dia que a família dele morreu eu me lembro. Lembro de ele sair arrastando e não tinha ninguém para ajuda-lo eu devia ter cravado minha espada em sua cabeça.” Ele cuspia, muito sangue de sua boca então dava um sorriso enquanto limpava as laterais com a língua. “– Não cometerei esse erro com você. Pois hoje você não voltará para a casa. Sua amiga vou matá-la e você ouvirá os gritos de dor dela, aí sim depois matarei você.” Segurava firme sua espada e começa a ir em direção de Coldraz, o que o rapaz faria agora.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 3 EmptyQui 19 Abr 2018, 23:46


— Droga esses bandidos de merda não desistem, eu também não vou desistir do meu sonho de ir para a Grand Line, não vou morrer aqui —

Essas palavras eram capazes de fazer algo que eu diria ser impossível até alguns instantes atrás, colocaram um sorriso no meu rosto. Não me entenda mal, não havia esquecido do ocorrido, tão pouco estava menos disposto a mutilar aquele pirata. Na verdade, aquelas palavras me davam um novo motivo para vencer, eu não poderia deixar aquela determinação ser em vão.

— Não cometerei esse erro com você. Pois hoje você não voltará para a casa. Sua amiga vou matá-la e você ouvirá os gritos de dor dela, aí sim depois matarei você —

Mas ele também não estava facilitando, queria mesmo me deixar furioso. Não que isso fosse ser muito difícil, mas agora, eu estava um pouco mais concentrado e calmo. Desta vez, seria uma fúria direcionada que eu usaria, e não apenas um estilo de combate selvagem e inútil que estava se provando cada vez menos eficiente.

E é claro que eu não podia deixar aquela provocação passar em branco. Estava revigorado e pronto para uma boa e velha troca de insultos, por isso eu diria — Você não deveria subestimá-la, essa garota tem mais vigor do que nós dois juntos, e eu definitivamente vou levá-la comigo para a Grand Line — enquanto me preparava para o ataque do meu adversário.

Eu tive tempo o suficiente para analisar o ambiente ao meu redor e o meu adversário, durante o nosso último choque de golpes. Basicamente, ele era um espadachim extremamente rápido e hábil. Nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginaria ser capaz de desviar de tiros, quanto mais de tiros disparados a queima roupa durante um combate. Mas ele era capaz de fazer isso, mesmo que não fosse capaz de fazê-lo e se defender dos meus golpes ao mesmo tempo. Não que isso não fizesse dele um monstro.

Ciente das habilidades de combate do meu oponente e das cartas que tinha em mãos, estava na hora de começar a virar o jogo. No meu nível atual, seria impossível vencê-lo em um duelo, felizmente, aquela não era uma briga de cavalheiros, era um confronto de verdade, e o prêmio era a vida. Eu poderia, e usaria, todas as coisas ao meu dispor. E isto, é claro, incluía o meu ás na manga: Marianna.

Meu adversário tinha um ponto-cego que, imagino não ser difícil de descobrir, mas era o olho que o Castle gentilmente arrancou de sua face. Tudo que eu precisava fazer era colocar a Marianna nesse ponto-cego e ela poderia finalizar a batalha com um tiro certeiro. Eu não havia falado do meu plano para ela, nem pretendia, mas confiava que ela seria capaz de aproveitar uma brecha, desde que eu a criasse. Mas não me entenda errado, não estava disposto a jogar a toalha e deixá-la fazer todo o trabalho, eu não ficaria feliz a menos que conseguisse fazer aquele pirata engolir seus dentes e se desesperar enquanto me olhava de baixo.

Então, eu começaria meu movimento. Tentaria me manter sempre no ponto cego do meu adversário. Claro que alguém como ele já deveria esperar que eu atacasse usando essa fraqueza, mas, meu objetivo era um pouco mais complexo do que isso. Exige um certo nível de concentração para acompanhar os movimentos do seu adversário, e isso se torna ainda mais exaustiva se você não tem um olho e é obrigado a ficar sempre face-a-face com o inimigo. Eu pretendia usar isso ao meu favor e fazer aquela batalha mentalmente mais exaustiva para ele, assim, logo ele me daria algumas brechas e, talvez, eu conseguisse até mesmo vencer sem a ajuda da Marianna.

Para começar, eu precisaria lidar com a investida do meu adversário. E eu precisava fazer isso corretamente, assim, ficaria mais fácil controlar o fluxo da batalha usando meus ataques seguintes. Eu tentaria pegar uma cadeira, garrafa, copo ou qualquer outro objeto não muito grande, que houvesse perto de mim, afim de arremessá-lo contra o meu adversário e atrapalhar a sua concentração, enquanto me esquivava, jogando meu corpo na direção do seu ponto-cego.

Um fato importante, eu continuaria me movimentando durante meus ataques, afim de fazer com que o meu oponente ficasse de costas, ou com o seu olho faltando, virado para a Marianna, de forma que este não pudesse mais vê-la e tivesse de focar a sua atenção em mim.

Meus ataques seriam bem simples. Após me esquivar, sendo bem sucedido ou não. Eu atacaria girando meu corpo 360º enquanto, ao mesmo tempo, girava meu jutte com a mão e terminava disferindo um golpe visando acertar a garganta do meu adversário, com o máximo de impacto que eu conseguisse gerar. Eu então seguiria usando mais um ataque, desta vez, uma estocada com meu jutte, visando acertar o peito do meu oponente, enquanto fazia um movimento em arco com minha mão direita com o intuito de dividir a atenção do meu oponente e aumentar minhas chances de acertá-lo. Por fim, eu terminaria usando um último ataque, desta vez mais simples, apenas um golpe horizontal visando acertar o pescoço do meu oponente.

Um fator importante; após cada um dos meus golpes, eu daria um tempo para me movimentar pelo ponto-cego do meu adversário, antes de seguir para o meu próximo ataque. Parando de fazer isso, apenas quando a Marianna finalmente estivesse no ponto-cego do pirata. Além disso, após terminada minha sequência de golpes, me afastaria um pouco, afim de analisar mais uma vez o ambiente e tentar bolar uma estratégia melhor.

Se antes, durante ou depois, eu acabasse sendo atacado, fosse pelo pirata ou qualquer outro adversário que pudesse surgir no meio da batalha. Este se tornaria alvo dos meus ataques (no caso de ser outra pessoa senão o pirata ruivo) a partir do meu próximo movimento, e continuaria assim até que eu o derrotasse ou fosse atacado por outro adversário que, nesse caso, se tornaria o meu próximo alvo.

Minha defesa não seria nada de muito espetacular. Bloquear os golpes do pirata não estava funcionando muito bem, por isso eu optaria por me esquivar de seus ataques daqui pra frente. O movimento seria simples, usando meu pé para empurrar o solo enquanto jogava meu copro para trás, mas sempre me mantendo inclinado para o ponto-cego do pirata. E assim seguiria. Se fosse obrigado a me esquivar do ataque de outro, que não fosse o ruivo, ainda assim minha esquiva continuaria sendo a mesma, mas desta vez, não focaria em me manter em seu ponto-cego, a menos que este também tivesse a visão debilitada.

Como sempre, a Marianna seria minha prioridade máxima. Não permitiria que ninguém atacasse ela durante o meu combate, e se alguém tentasse, independente de quem fosse ou quantos fossem, eu investiria imediatamente em sua direção, visando o oponente mais próximo, no caso de haver mais de um agressor, e meus movimentos seriam os mesmos descritos anteriormente.

Não importava o que eu estivesse fazendo, se atacassem ela, faria o máximo possível para interromper o que estivesse fazendo e me deslocar em sua direção, afim de ajudá-la. Claro que se esta acabasse demonstrando ter controle da situação, eu interromperia minha intervenção e voltaria a me concentrar no meu adversário.

Objetivos:
 

Histórico:
 

OFF:
 

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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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