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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cace o limite

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MensagemAssunto: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptySex 09 Mar 2018, 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Cace o limite

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptyQui 22 Mar 2018, 20:12


Cara, ela tá tão na minha.

Embora tenha me surpreendido bastante o fato dela não ser uma marinheira, não era grande coisa. Além disso, sua proposta de aliança era muito tentadora. Não me importaria nem um pouco de passar longos dias no mar, sozinho com uma garota como ela, embora seguir solitário até a ilha do céu fosse meu plano a princípio.

Por ora, não havia muito no que pensar. Não iria recusar aquela recompensa gorda pela cabeça daquele criminoso, tão pouco me negaria a passar mais tempo com uma bela jovem. Então, o melhor a se fazer seria seguir junto dela. Embora soubesse que isso fosse tornar praticamente impossível para mim, apenas me separar dela em alguma ilha aleatória pelo caminho.

— Você por algum acaso, não teria estudado no internato de arqueologia para a elite de Dawn Island, ou teria ? Você me lembra uma garota que bagunçou bastante a minha vida, certa vez — perguntaria, de forma desinteressada, de fato não me importava com a resposta dela, era apenas que sua personalidade forte me lembrava de uma garota de mesmo nome que havia conhecido, mas era impossível serem a mesma pessoa. A aparência de ambas não batia; minha musa do passado era ruiva.

Continuaria, dizendo — Enfim, a grande line é meu objetivo no momento. Não faço ideia de como chegar lá, mas nada me deixaria mais feliz do que cruzar esse enorme mar azul ao lado de uma jovem tão bonita e agressiva — e esperaria sua resposta.

Navegação entre mares não era exatamente algo de que as pessoas falavam casualmente nas escolas e ruas. Mas talvez ela soubesse algo sobre o assunto, afinal, seu pai era um marinheiro, e acho que não existe ninguém melhor para falar sobre navegação, do que alguém que trabalha e vive disso.

Então eu perguntaria para Marianna — Seu pai era um marinheiro, não é ?! Isso quer dizer que você deve conhecer algum tipo de rota ou alguém que possa nos levar ? Assim como os marinheiros fazem para ir para a grand line. — E então esperaria pela sua resposta, de forma ansiosa.

Porém, se mesmo depois dessa conversa, esta não fizesse a menor ideia de como chegar na grand line, bom, eu tinha meu plano B. Na verdade, era bem simples; eu voltaria para o QG da marinha. Talvez não fossemos grandes amigos, mas eu conhecia pelo menos 3 marinheiros, 2 deles não eram completos idiotas e 1 deles podia até ter uma quedinha por mim. Talvez conseguisse alguma informação sobre o método que estes usavam para cruzar os mares e, quem sabe, conseguir até mesmo uma carona.

Se acabasse sendo necessário que eu fosse até o QG da marinha, eu iria até a recepção e procuraria por meus colegas marinheiros — Poderia me dizer onde eu encontro os marinheiros Leona e Clark ? Se eles não estiverem, o Ralph serve também, você sabe, recruta, pavio-curto, cabelo loiro — e então esperaria por sua resposta.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptySex 23 Mar 2018, 15:29




A mesma responde negativamente, dizendo que nunca esteve em Dawn Island, que não faz ideia de nem como seja a ilha. Ele pegava um pequeno mapa e mostrava a Coldraz. O local em si a qual ela mostra ao caçador é nada menos que a Reverse Mountain. “ – Aqui é a Reverse Mountain.” Uma pequena pausa depois de sua fala. “ – Para subir o mesmo, é bem difícil é o local também a qual chamamos de farol.” Ia apontando pelo mapa enquanto falava com o Caçador. “ – Para subir o mesmo precisa de uma tripulação mínima de quatro pilotos, sendo que todos precisam seguir firme a ordem do Navegador.” Falava com um tom meio desanimador.

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“ – Existe Um farol localizado na beira da Red Line, na parte da Grand Line, logo após a passagem pela Reverse, normalmente abrigando pessoas que perderam seus barcos ao passar pela Reverse e que estão dispostos a roubar um de qualquer forma para continuarem em busca de seus sonhos na Grand Line. Também alguns capitães piratas recruta membros ali.”  Ela começava a revirar um pouco da bagunça ali do seu quarto, enquanto procurava algo. Encontrava uma espécie de caneta preta e riscava o mapa, enquanto fazia isso continuava falando. “ – Na Reverse ganhará uma espécie de Log Pose, que apontará sempre a ilha mais próxima.” Após o termino ela olhava sorridente para você.

Mediante a pergunta do rapaz, a garota em si coçava um pouco a cabeça e então voltava a riscar o mapa.  “- Sim, é verdade havia esquecido, Marinheiros e Agentes usam o Calm Belt, eles usam um barco especial, numa linha também especial.” Olhava diretamente em seus olhos e na sequencia voltava a falar. “ – Eles não usam log pose, diferente de quem sobe a reverse costuma usar um Eternal Pose, um item valioso que também pode ser comprado no mercado negro, assim eles vão viajando de ilha em ilha na Grand Line.” Com isso ela terminava a explicação sobre a Grand Line.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptySex 23 Mar 2018, 17:53


Bom, era muita coisa para digerir. Basicamente eu precisaria de mais pessoas para me ajudar a atravessar uma montanha, chegando até uma espécie de pote do tesouro, onde haveriam vários criminosos esperando para serem capturados após perderem seus navios na trajetória. Tinha alguma coisa sobre bussolas também, mas isso seria trabalho para outra pessoa, eu não fazia a menor ideia de como pilotar um navio, e não tinha planos de aprender.

Ao que me parecia, cruzar essa tal Reverse Moutain seria uma tarefa muito desgastante e perigosa, mas ela logo me falava sobre uma coisa que abriria um sorriso no meu rosto.

— Marinheiros e Agentes usam o Calm Belt, eles usam um barco especial, numa linha também especial. —

Como era de se esperar, o governo realmente possuía uma rota alternativa para chegar a grand line. Acho que não era segredo para ninguém o que se passava na minha cabeça naquele instante. Eu não tinha um grupo, tão pouco um navio. Mas, para minha sorte, o governo disponibilizava navios para seus marinheiros e agentes. Não tinha dúvidas, essa seria minha rota.

Era pouco provável que estes simplesmente decidissem me dar uma carona. Quero dizer, era possível, mas pouco provável, talvez quando eu atingisse o status de nobreza ou algo do tipo. Nesse momento, minha cabeça explodia de ideias mirabolantes sobre como conseguir passagem em algum destes navios. Uma ideia mais maluca que a outra.

— Aposto que isso vai ser interessante. —

Depois de um tempo pensando sobre todas as artimanhas que poderia utilizar para subir naquele navio, decidi que o melhor método era o mais simples: entrar pela porta da frente, na maior cara lavada possível.

Lembro de terem me confundido com algum marinheiro famoso mais cedo, não sabia ao certo se isto seria uma coisa boa ou ruim quando chegasse a hora. No momento, era melhor apenas ignorar este fato e bolar um plano quando, ou SE, fosse necessário.

Eu estava confiante das minhas habilidades para falsificar as medalhas da marinha e, por sorte, havia visto algumas delas bem de perto na minha última viagem com alguns marinheiros até Loguetown, por isso acreditava ser capaz de replicá-las. Quanto as roupas da marinha, não acho que fosse ser muito difícil comprar algumas numa loja qualquer, provavelmente deveria haver uma ou outra que vendesse fardas da marinha, para quando marinheiros precisassem comprar outras por estarem rasgadas, velhas ou coisas do tipo.

Me parecia um bom plano, infelizmente, talvez isso me impedisse de capturar aquele pirata de quem Castle disse que pretendia retalhar a cara, mas tenho certeza de que não me faltariam criminosos para caçar na grand line, afinal, estávamos vivendo na era dos piratas.

Então eu diria para Marianna — Eu tenho um plano para chegar na grand line, pode me mostrar onde você comprou essas roupas ? vou precisar de algumas também. — e então esperaria sua resposta.

Isso também me lembrava uma coisa muito importante, o pai da Marianna havia sido um marinheiro, então era possível que este tivesse algumas medalhas que eu pudesse usar. Na melhor das hipóteses, ele teria o suficiente para que nós 2 entrássemos em um navio, e no pior dos casos, me daria um ótimo modelo para trabalhar nas falsificações. Então perguntaria para ela — Falando nisso, você não teria algumas medalhas antigas de seu pai, teria ? — e esperaria sua resposta.

Não teria muito mistério quanto ao que eu faria a seguir. Se ela tivesse algumas medalhas de seu pai, daria apenas uma rápida olhada nestas e então devolveria para que ela as guardasse, dizendo — Fique com elas, podemos precisar. — Mas se esta não tivesse nenhuma medalha, não teria problema também.

Caso esta me dissesse que tinha algumas roupas antigas de seu pai dos tempos de marinheiro, eu pediria para que esta me emprestasse e veria se tinham o meu tamanho. Caso coubessem perfeitamente em mim e não estivessem muito desgastadas, não teria porque buscar novas. Porém, se elas não coubessem ou estivessem velhas, então eu diria — Acho melhor comprar novas, mesmo. Onde você comprou as suas ? — e então esperaria sua resposta.

Independente da forma que ocorresse, se no fim eu acabasse tendo de ir até uma loja atrás de uma farda da marinha, eu apenas seguiria ela até o local que esta me levasse. Mas se esta não fosse uma opção possível, talvez por serem feitas em uma alfaiataria exclusiva para mulheres, ou a loja estivesse fechada, eu então começaria a buscar por lojas de roupas pela cidade, sempre buscando por uma farda semelhante a de Clark (marinheiro que conheci no dia anterior) — Uma camisa completamente azul, um lenço azul marinho e um boné branco. Calça e sapatos sociais, ambos na cor preta. Se tiver a camisa e boné com o símbolo da marinha, melhor ainda. — Caso possuíssem um ou outro item da minha lista, eu compraria apenas estes e continuaria procurando pelos restantes.

Porém, se não houvessem lojas que atendessem as minhas especificações, eu começaria então a procurar por algum alfaiate nas redondezas, dando a ele as mesmas especificações que usei na hora de procurar por peças nas lojas.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptyDom 25 Mar 2018, 16:48



Narração


Coldraz ao ouvir a história da garota começava a bolar um plano em sua cabeça, cada palavra que saia dos lábios da menina, alimentava ainda mais a ideia do caçador de recompensas. Ao termino das palavras da garota, o mesmo então começava a colocar o que tinha na sua mente em pratica. “ – Essas roupas consegui, numa loja, digamos que escondida. Conhecida como o vende tudo.” Antes de partirem ela mostrava algumas medalhas que o pai dela havia ganhando enquanto fez parte da marinha, com isso Marianna guardava as mesmas consigo. “ – Isso é bem arriscado. Estamos falando de um marinheiro famoso.” Mesmo com um pé meio atrás a jovem levava o mesmo até o estabelecimento.

Uma mansão de aparência cansada agacha-se atrás de uma cerca de ferro enferrujada. Os portões de ferro estão retorcidos e rasgados. O portão certo fica de lado, enquanto a esquerda balança preguiçosamente ao vento. O rangido gaguejante e o barulho do portão se repetem com uma precisão irracional. Ervas daninhas sufocam o terreno e pressionam com ameaça a própria casa. No entanto, contra as muralhas, o crescimento foi desviado para criar um caminho sobre o domínio. Marcações de garras pesadas removeram o acabamento outrora belo das paredes. Grandes marcas negras contam os incêndios que assaltaram a mansão. Nem uma vidraça nem um caco de vidro estão em qualquer janela. Todas as janelas estão trancadas com tábuas. Marianna então bate na porta de maneira, ouve uma voz estranha. “ – Que horas?” A garota olha de um lado a outro e então responde. “ – Meia Noite, horário onde os marinheiro dormem.” Apesar de aparentemente ainda ser quase 11 horas da manhã.

A porta se abre e o interior da mansão é bem decorado, mas os equipamentos mostram sinais de grande desgaste. As esquisitices notáveis são  vários tipos de mercadorias, roupas, perucas, utensilios, etc. O burgomestre está em uma sala de estar no chão - deitado em um simples caixão de madeira cercado por flores murchas e um leve odor de decomposição. Quando uma mulher aparece para atende-los. “ – Bom Dia como posso ajudar.” Ela ouve você atentamente e consegue perceber que aquele lugar é ate que bem movimentado, porém todas as pessoas que entram ou sai são completamente estranhas. Estão sempre armados, espadachins, bárbaros, ninjas os mais diversos tipos de guerreiros e todos olham para vocês. A madame percebe isso e logo questiona a garota." -  Marinheiros não vem aqui hahahahaha.” Se tocando, a bela jovem responde. “ – Não sou uma marinheira.” Ouvindo isso muitos ali próximo tira bastante da atenção de você e volta a fazer suas compras.

“ – Roupas de Marinheiro, tenho sim, são 500.000B$.” Ela pega um Kit completo, porém tem algumas marcas de sangue na roupa, a mulher começa a verificar e analisa de perto. “ – É parece que está um pouco sujo então vou fazer por 400.000B$.” Ela olha sorridente para você e aguarda a sua decisão. O que o caçador faria mediante a situação.



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Última edição por Punqui em Seg 26 Mar 2018, 02:57, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptyDom 25 Mar 2018, 18:02


Essa garota era um pedaço de mau caminho, e eu estava adorando isso.

A loja em si era bem impressionante, de algum modo. O fato de serem capazes de manter aquele lugar funcionando, pelo menos. Parecia que iria desabar a qualquer instante. Imaginava como eles podiam manter uma locação tão suspeita em funcionamento, sem que a marinha descobrisse, mesmo estando na cidade mais movimentada e bem protegido do East Blue.

Pelo menos o pessoal era simpático, bastava esclarecer que não éramos marinheiros para que parassem de nos encarar. De mesmo modo, nem sequer haviam tentado algo antes de descobrirem. Ainda assim, não tinha como não fantasiar, ao menos um pouco, quanto dinheiro eu teria se delatasse todas aquelas pessoas. Mandar a marinha até esta pocilga seria o suficiente, ou eu precisaria dar uma surra em todos eles antes ?

Não importava, não haviam cartazes de procurados, até onde eu sabia, eles não passavam de criminosos sem recompensa, mendigos e civis normais tentando iniciar uma vida de crimes. Além disso, meu problema era outro naquele momento. As roupas sujas de sangue.

Tudo bem que não seria tão difícil explicar o motivo de um marinheiro ter manchas de sangue na farda, ainda mais na cidade grande. Mas seria melhor evitar chamar muita atenção, isso poderia levantar questões que eu seria incapaz de responder, o que seria um problema muito grande. Por isso preferia conseguir coisa melhor.

Eu então responderia a nossa atendente — Eu te dou 600.000B$ se conseguir roupas limpas. Novas, de preferência. — E então esperaria por sua resposta, mas é claro que não podia esperar muito daquele lugar, provavelmente arrancavam essas roupas dos cadáveres de marinheiros ou algo do tipo. Caso ela não possuísse roupas limpas, eu não teria escolha, ficaria com as roupas manchadas mesmo, pagando o valor antes estipulado de 400.000B$.

Independente de se eu conseguisse roupas melhores ou tivesse de aceitar aquelas sujas de sangue, questionaria a moça, dizendo — Você não teria medalhas oficiais por aí, ou teria ? — e então esperaria por sua resposta.

Caso ela tivesse algumas medalhas, eu então pediria as do pai de Marianna emprestadas e compararia com as que me fossem mostradas. Seria muito rigoroso nessa parte. As medalhas que me fossem mostradas precisariam estar em um estado aceitável, o mais novas possíveis, totalmente inteiras, sem peças faltando e o mais importante, SEM manchas de sangue, isso seria chamar muita atenção. Caso as medalhas mostradas cumprissem todos esses critérios, eu então compraria aquelas semelhantes as que Marianna tinha.

Um ponto importante, se as medalhas da loja estivessem em um estado melhor do que as que tínhamos, eu então compraria 2 de cada medalha, metade para mim e metade para Marianna. Afinal, era melhor termos medalhas novas do que desgastadas. No caso dela ter apenas algumas das medalhas que tínhamos, eu compraria apenas estas.

Após efetuadas nossas compras, não importando a quantidade de itens que eu adquirisse. Me voltaria para a atendente e perguntaria — Estou procurando por livros a respeito de manipulação, mente humana, segredos da lábia e essas coisas. O que você tem ? — E esperaria por sua resposta. Se ela tivesse algo do tipo, não hesitaria em pagar o valor estipulado, desde que eu ainda tivesse dinheiro para pagar. Porém, se ela não possuísse nada do tipo, ou meu dinheiro não fosse suficiente para pagar, eu apenas iria embora do local.

Por fim, se fôssemos capazes de terminar nossas compras sem qualquer tipo de problema, deixaria a loja e voltaria para a casa de Marianna, era preciso começar os preparativos para a infiltração. Porém, seria estupidez de minha parte, abaixar a guarda.

No caso de algum engraçadinho deixar Marianna desconfortável, fosse com palavras ou, principalmente, fisicamente. Não hesitaria nem por um instante em usar meu jutte para acertar sua boca, em um movimento simples: horizontal, da direita para a esquerda. Porém, se este tivesse apenas dito alguma coisa ofensiva e não estivesse próximo de nós, eu apenas diria — É melhor calar essa boca, antes que eu te faça engolir os dentes —

Se um combate fosse inevitável, a segurança de Marianna seria minha prioridade, por isso, se já tivéssemos comprado tudo que queríamos, tentaria sair do local. Porém, se este não fosse o caso, eu teria de ficar e lutar; os equipamentos eram muito importantes para deixar algum idiota estragar tudo. No caso de ser obrigado a ficar e lutar, manteria sempre Marianna atrás de mim e os criminosos a minha frente.

Meus ataques seriam bem simples. Se meu adversário estivesse distante, eu atacaria usando minha técnica Golpe na cabeça. Porém, se este já estivesse próximo demais de mim, eu precisaria recorrer a uma outra abordagem; começaria girando meu jutte para que este ganhasse velocidade, de forma que aumentasse o dano na hora do impacto, e então tentaria disferir um golpe na garganta do meu adversário, em um movimento horizontal feito da direita para a esquerda.

Meu alvo, seria sempre o agressor mais próximo (caso houvesse mais de um). Após o meu movimento de ataque, eu me afastaria, sempre mantendo Marianna atrás de mim, e então observaria a situação para pensar numa estratégia mais eficiente.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptySeg 26 Mar 2018, 18:20



Narração


Coldraz achava o local um pouco estranho, sim, uma cidade como Loguetown ter uma loja desse porte, mas ela estava ali, não se sabe por quanto tempo vai continuar. As pessoas ali, pouco se importava com as pessoas ali, talvez, já que os mesmos não têm nenhuma recompensa por suas cabeças aparentemente. As roupas estavam manchadas de sangue e isso poderia chamar muita atenção e atrapalhar o plano do caçador de recompensas e com isso ele fazia uma contraoferta para conseguir roupas limpas. “ – Você é um ótimo cliente.” Ela dava uma risada e conseguia outro kit completo, completamente limpo, pegava a calça do primeiro e juntava com a do segundo assim, ficava roupas limpas e 100% já que as calças do segundo se encontrava rasgada.

“ – Medalhas isso é um pouco mais difícil de conseguir, talvez em algum mercado negro na Grand Line.” Coldraz pagava os 600.000B$ e na sequencia perguntava sobre mente humana, ela coça a cabeça e começa a procurar no meio de suas coisas, ela acha um livro com o título. “ O Segredo da Lábia.” Ela o oferece por 1.000,000B$ além da mesma certificar que irá o ensinar algumas coisas. Já que a mesma é uma mestra na arte da lábia. O clima ali continuava tranquilo enquanto as pessoas começavam a sair do local. Você notava algo muito estranho que aparentemente todos saíram do estabelecimento no mesmo horário, como se fosse uma regra ou algo sincronizado.



off:
 

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Última edição por Punqui em Qua 28 Mar 2018, 18:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptyQua 28 Mar 2018, 17:56


Até agora, as coisas estavam correndo muito bem. Consegui um uniforme que não chamaria atenção, e ainda consegui um livro bem interessante. É isso aí, eu fico animado quando consigo um livro novo, gosto de ler.

A única coisa que me incomodava era o fato de todos terem começado a deixar o estabelecimento no mesmo horário. Mas não me parecia algo para ficar alarmado, provavelmente era o horário de patrulha da marinha, o que fazia com que a loja fechasse sempre em um determinado momento. Independente do que fosse, não parecia ser algo preocupante, visto que todos saíram calmamente, e não em pânico, então poderia ignorar aquilo.

Infelizmente não havia conseguido nenhuma medalha oficial, bom, teria sido fácil de mais caso contrário. Não importava, eu mesmo daria meu jeito de consegui-las, por mais difícil e demorado que pudesse ser. Mas não havia sentido em levar Marianna comigo a partir de agora, seria mais benéfico se esta começasse a preparar nossas coisas para deixarmos Loguetown rápido quando chegasse a hora.

Por isso, diria para ela — Eu cuido do resto daqui pra frente, só vou precisar das medalhas do seu pai. Arrume suas coisas e se prepare, quando eu voltar, iremos para a Grand Line. — e então esperaria por sua resposta, e pelas medalhas, elas seriam importantes.

Se ela não tivesse nenhum tipo de objeção, eu faria uma última pergunta antes de partir — Falando nisso, qual era a patente do seu pai na marinha ? — a resposta a essa pergunta era bem importante, provavelmente o governo mandava marinheiros bem treinados para a Grand Line, afinal, Leona e Clark eram sargentos e só estavam deixando o East Blue recentemente. Porém, se esta não soubesse a resposta para esta pergunta, não faria muita diferença, provavelmente ele era pelo menos um sargento, deveria funcionar.

Caso ela se recusasse a me esperar em casa, não tentaria insistir, ela poderia vir comigo sem problema algum. Porém, caso esta se negasse a me ceder as medalhas de seu pai, eu então teria de levá-la comigo, mesmo que esta tivesse aceitado me esperar em casa. Não poderia fazer réplicas das medalhas se não tivesse as originais como base, seria muito problemático, então, se fosse este o caso, diria — Então vou precisar que você venha comigo, não posso fazer nada sem as medalhas —

Por fim, independente do rumo que eu acabasse tomando, a coisa mais importante era que eu estivesse com as medalhas. Se este não fosse o caso, então tudo que eu pretendia fazer a seguir era simplesmente inútil e eu precisaria repensar tudo de novo.

Contanto que nada me atrapalhasse e eu tivesse as medalhas em minha posse, eu começaria a andar pela cidade em busca de um ferreiro, este seria meu primeiro passo. Não hesitaria em abordar as pessoas na rua e perguntar — Com licença, pode me informar onde posso achar um ferreiro ? — e então esperaria a resposta, seguindo as instruções que me fossem dadas, e continuaria assim até encontrar o local. Se a Marianna estivesse comigo, perguntaria se ela soubesse onde poderíamos achar um, caso ela não soubesse, seguiria perguntando as pessoas na rua.

Se eu conseguisse encontrar um ferreiro sem problemas, eu precisaria tomar alguns cuidados antes. Começaria por ver se haviam marinheiros, agentes do governo ou qualquer servidor de órgão público da cidade nas proximidades. Se houvesse, eu esperaria alguns instantes até que este fosse embora ou tentaria levar o ferreiro para um lugar mais reservado, o que se fizesse mais conveniente e fosse mais fácil no momento. Nesse caso, se eu precisasse chamá-lo, tentaria convencê-lo dizendo — Posso falar com você em um local mais calmo ? — claro que se este se negasse, eu não tentaria forçar a barra.

Quando, ou SE, eu conseguisse ter uma conversa com o ferreiro, longe das autoridades do governo, eu então pegaria as medalhas do pai de Marianna e mostraria para ele dizendo — Eu preciso de 2 peças de cada, no mesmo formato e tamanho, pago um extra se for rápido — e então esperaria por sua resposta, o problema era que a esta altura, meu dinheiro estava no limite, acabou custando muito dinheiro comprar minha farda e aquele livro. Por isso, se ele acabasse estipulando um valor acima do que eu possuía naquele momento, precisaria barganhar um pouco, então eu diria — Me dê um desconto de 20% que eu te ensino a seduzir — embora não tivesse esperanças de que isso fosse me ajudar.

Se eu conseguisse chegar até aqui sem problemas, apenas esperaria para ver quanto de dinheiro me restava. Talvez meu plano tivesse uma falha: pouco dinheiro.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptySab 31 Mar 2018, 13:44



Narração


Coldraz continuava com seu plano em mente, seu próximo passo era usar as medalhas que o pai da garota possuía. Marianna prepara tudo para poder seguir a diante, com sua voz calma e suave ela respondia o caçador de recompensa. “ – Ele era Capitão.” A dupla seguia com as medalhas e as roupas de marinheiro. Próximo objetivo era encontrar um ferreiro. A garota logo indicava um. Em sua frente um portão de ferro forjado com dobradiças de um lado e a fechadura do outro enche o arco de um pórtico. O portão está destrancado e suas dobradiças enferrujadas, logo acima a mensagem “ Ferreiro”. Lâmpadas a óleo pendem do teto do pórtico por correntes, ladeando um conjunto de portas de carvalho. Pode se ver lá dentro várias armas simples, sendo vendidas. Pendurado na parede sul do foyer há um escudo decorado com um brasão de armas, ladeado por retratos emoldurados de aristocratas de rosto duro, como os antigos ferreiros da família. Ao fundo é possível ver que tem alguém trabalhando dentro da local.

Ele para o que está fazendo para atende-lo, um homem muito alto e barbudo, seu cabelo e sua barba com cor de ferrugem. Sua voz grossa, tem um enorme martelo em suas mãos. Quando você o chama para um local mais calmo o mesmo responde. “ – Sai da cadeia não tem muito tempo e não estou com vontade nenhuma de voltar para lá.” Ao ver o pedido das replicas da medalha o mesmo começa a analisar o material. “ – É um trabalho e tanto para ficar parecido com isso.” Olhando para você seriamente ele então diz: “ – Para um trabalho rápido e de ótima qualidade vai lhe custar 400.000B$. Além do risco que corro de voltar para a prisão.” Começava um duro trabalho, enquanto você e Marianna aguardava acompanhando o homem, que antes de começar fechou sua loja, para que ninguém pudesse entrar e ver o que estava fazendo. Com duas horas de trabalho ele lhe entregava as medalhas originais e réplicas.




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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptySab 31 Mar 2018, 15:09


As medalhas estavam em mãos, meu uniforme estava pronto e não haviam mais razões para permanecer nesta cidade.

— Está na hora de irmos para a Grand Line —

Não nego que estava muito nervoso com o que pretendia fazer, mas, ao mesmo tempo, estava ansioso. Uma vez que entrasse na Grand Line, estaria ainda mais perto de encontrar a ilha do céu. Jamais consegui informações a seu respeito enquanto estive no East Blue, mas estava confiante de que isso mudaria ao adentrar neste novo mundo.

Por isso, não deixaria minha ansiedade me atrapalhar. Certamente meu plano iria funcionar, talvez um ou outro pudesse suspeitar, mas sem provas, ninguém acusaria um capitão da marinha de ser uma farsante.

Sem mais demora, estava na hora de começar. Pagaria pelas medalhas o valor estipulado, mas daria uma gorjeta a mais de 100.000B$ enquanto diria — Obrigado pelo serviço, e gostaria que fosse discreto quanto a nossa transação. — Em seguida, eu entregaria as medalhas originais para a Marianna, juntamente com sua parte das medalhas falsificadas e perguntaria para o ferreiro — Existe algum lugar onde eu possa me trocar ? — e esperaria por sua resposta.

Se ele me indicasse qualquer lugar, eu iria até este, e uma vez lá, trocaria minhas roupas normais pela minha farda da marinha. Porém, se ele dissesse que não existia nenhum lugar, começaria a me trocar ali mesmo, afinal, ele havia trancado a loja, não acho que houvesse qualquer problema nisso, mas se este se negasse a permitir que eu me trocasse em sua loja, teria de pedir para Marianna que voltássemos para sua casa e lá, eu pudesse me trocar.

Independente de onde e como eu me trocasse, deixaria minhas roupas normais na lixeira mais próxima, ou apenas as jogaria em qualquer lugar, o que fosse mais conveniente no momento. E uma vez que houvesse me trocado, colocaria minhas medalhas no peito.

Na verdade, elas me pareciam um problema. Aquelas eram medalhas de um capitão da marinha, e isso poderia ser um problema para mim, por uma única razão: eu nunca havia visto um capitão da marinha em toda minha vida. Poderia ser um problema se alguma coisa não batesse com a aparência de um capitão da marinha de verdade, por isso, pegaria apenas as medalhas semelhantes as que Leona e Clark utilizavam, ambos eram sargentos e eu sabia que eles tinham autorização para irem até a Grand Line, ela mesmo havia me dito isto. Além disso, meu uniforme era semelhante aos deles, por isso, guardaria as medalhas que não conhecia no bolso, e instruiria Marianna a fazer o mesmo, a partir daquele instante, éramos sargentos da marinha.

Depois dessa troca de roupas, eu faria minha última pergunta a Marianna — Está pronta ? Vai dar tudo certo. — Apenas para tentar acalmar ela um pouco, afinal, o que estávamos fazendo poderia ser facilmente considerado um crime que colocaria a gente em uma péssima situação, era normal estar nervosa, eu mesmo estava tremendo, pelo menos poderia mentir e dizer que era devido ao frio.

Terminadas as preparações, começaria a ir até o QG da marinha. Manteria minha cabeça erguida e minha mente focada no objetivo, enquanto caminharia segurando a mão de Marianna, novamente, tentando confortá-la, mas caso esta se mostrasse aversa ao gesto, não tentaria forçar, deixaria que esta fizesse o que lhe deixasse mais clma.

Quando chegássemos ao QG da marinha, soltaria a mão de Marianna (se a estivesse segurando) e iria em direção ao recepcionista, dizendo — Bom-dia, eu perdi o memorando, poderia me informar quando o próximo navio partindo para a Grand Line irá zarpar ? — e esperaria sua resposta, caso este me cobrasse explicações sobre o motivo de minha viagem, apenas diria — Vim aproveitar minhas férias no east, mas surgiu uma missão de última hora e meus superiores estão exigindo meu retorno, agradeceria se pudesse me ajudar —

Se minha conversa fiada houvesse funcionado, seguiria as instruções do recepcionista. Talvez fosse meu dia de sorte e o navio estivesse para zarpar logo-logo, nesse caso, se este não me instruísse a direção que tivesse de tomar, eu mesmo perguntaria — Faz tempo que não venho ao QG de Loguetown, pode me indicar onde encontro meu navio ? — e esperaria sua resposta. Se este me indicasse a direção a ser tomada, independente de se eu tivesse de questioná-lo ou não sobre a localização, eu apenas seguiria suas instruções e me dirigiria para o local. Caso não desse uma direção, eu apenas começaria a andar pelo QG em busca de navios, perguntando a quem encontrasse pelo caminho — Pode me dizer onde encontro o navio que vai para a Grand Line ? — e esperaria por sua resposta, seguindo suas instruções.

Caso encontrasse mais alguém que me questionasse sobre o meu destino, apenas responderia — Surgiu uma missão de última hora, alguma coisa sobre um pirata famoso causando problemas por aí — e esperaria que isso fosse o suficiente, sendo sincero, não saberia explicar mais do que isso, mas marinheiros combatem piratas, provavelmente isso seria o suficiente para acabar com as dúvidas sobre a situação. Se este me dissesse algum nome de um pirata conhecido, eu apenas responderia — Não sei, talvez seja ele, o relatório era muito longo —

Uma última consideração. Caso tudo estivesse correndo de acordo com o plano, mas meu navio fosse demorar até zarpar, eu então seguiria as instruções do recepcionista, caso este me desse alguma, caso isto não acontecesse, o que eu faria iria depender do quanto demorasse.

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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptyTer 03 Abr 2018, 16:38



Narração


“- Bom eu jamais falaria sobre esse tipo de coisa, não quero voltar para trás das grades.” Dizia o ferreiro, que em sequência mostrava um banheiro para que o caçador colocasse sua nova roupa. Sua vestimenta velha era jogada no lixo, a dupla estava pronta para embarcar. A garota não mostrava muita firmeza em suas palavras, só que também não queria ficar nos blue então ambos seguiram rumo ao Quartel General da Marinha. Depois de atravessar as ruas de Loguetown, a estrada dá uma virada repentina para o leste, e a surpreendente e impressionante presença das torres do castelo Ravenloft diante de você. A carruagem chega a um ponto morto diante de vigia torres vigia do QG, quebradas, mas ainda em funcionamento. Ali bem no centro da cidade, estva a enorme base da marinha, além de varios soldados transitando. Enquanto vocês vão entrando a dentro do local, os outros soldados reparam bem na dupla, olhando como se fosse um desconhecido.

Enquanto anda pelo salão principal, vai chamando a atenção de muitas pessoas até chegar em um rapaz jovem que o atende como recepcionista. “ – Boa Tarde, como posso ajudá-lo?” Ele coça um pouco a cabeça e na sequencia ajeita seu boné e fala: “ – Em breve teremos um navio que partirá, também em uma missão.” Questiona o caçador sobre a viagem e na sequencia o mesmo volta a falar: “ – Estranho ...” Quando um homem alto e forte se aproxima de você, logo o abordando. “- Quem é você, nunca o vi por aqui?” Olha para a garota e na sequencia volta a falar: “ – Isso está me cheirando coisa ruim.” O ogro na sequência aborda o recepcionista, avisando que estará partindo para a Grand Line no próximo navio que está chegando em breve, pois já havia entrado em contato. As pessoas entram e saem o tempo todo, consegue perceber uma grande movimentação de marinheiros, todos que passam perto de vocês, acaba olhando.



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MensagemAssunto: Re: Cace o limite   Cace o limite - Página 2 EmptyTer 03 Abr 2018, 17:55


As coisas até que estavam indo bem. Embora que, de algum modo, parecêssemos ser o centro das atenções. Talvez fosse apenas minha imaginação, vai ver eu estava criando tempestade em copo d'água, era bem mais provável que eles só estivessem olhando as curvas da Marianna e avaliando se eu seria o tipo de cara que puxaria briga se eles tentassem alguma coisa. Spoiler: eu era.

Chegava a ser cômico o quão fácil era conseguir informações naquele lugar. O rapaz parecia bem disposto a me dar as informações que buscava. Talvez eles devessem treinar melhor esses soldados. Felizmente, quando ele exclamou uma breve confusão com a minha resposta, o que poderia ter sido um grave problema, fomos interrompidos por um marinheiro bem direto.

— Quem é você, nunca o vi por aqui ? —

A maioria, provavelmente o veria com um empecilho mas, para mim, este seria meu guia turístico naquele QG. Ele até mesmo comentava com o recepcionista sobre seu destino, caramba, só faltava darmos as mãos e irmos saltitando até a Grand Line.

Não deixaria essa oportunidade escapar, se eu convencesse aquele marinheiro a me guiar por aquele local, eu certamente chamaria menos atenção, principalmente se este fosse alguém conhecido pelos demais marinheiros. Seria a camuflagem perfeita naquele lugar.

Eu então colocaria um sorriso no meu rosto e falaria com uma voz calma enquanto estenderia minha mão direita em comprimento — Creio que ninguém deva me conhecer por aqui, só vim a Loguetown uma vez e, pra falar a verdade, já estou de partida. Talvez possa nos ajudar, também estamos indo para a Grand Line e não estou familiarizado com o QG da cidade — e esperaria sua resposta.

Aquele era um momento crucial, talvez o maior obstáculo no meu caminho e, se feito corretamente, minha melhor carta na manga. Aquele marinheiro seria meu bilhete de entrada para a Grand Line, tudo que eu precisava fazer agora era dar um jeito dele concordar em me guiar. E torcer para não terem mais curiosos por aí, ou que ele mesmo se mostrasse um curioso.

Sendo sincero, minha pergunta era apenas por educação, ele estava indo para o mesmo lugar que eu, e precisava de sua ajuda para encontrar o local. Se este decidisse me ajudar, eu apenas agradeceria a ele pela atitude. Porém, se este se mostrasse contra a ideia, bom, eu seguiria ele.

Eu sei, pode parecer suspeito, talvez me desse algum problema, mas como eu disse: eu precisava dele. Por isso ficaria seguindo ele até que este me levasse ao navio que iria para a Grand Line, claro que não ficaria implorando, me manteria calado e mantendo uma distância de 2m dele, para dar um pouco de espaço. Porém, jamais me afastaria demais de Marianna, sempre priorizando que ela estivesse perto de mim, mesmo que isso me fizesse perder o brutamontes de vista. Se ele me questionasse sobre o que estava fazendo, apenas responderia — Já disse, estamos indo para o mesmo lugar. — Mas se fosse outra pessoa a questionar o motivo de eu estar seguindo ele, responderia dizendo — Ele está me ajudando a achar o meu navio — e continuaria seguindo o brutamontes, na esperança de que estas palavras fossem o suficiente para aplacar a curiosidade alheia.

Caso eu acabasse tendo de seguir o marinheiro brutamontes e este se irritasse com este fato, mandando eu ir embora ou falando para mim parar de segui-lo, eu apenas responderia — Seja mais legal com seus colegas, eu não conheço o QG, vou acabar me perdendo se andar sozinho — e esperaria sua resposta. Tentaria manter um tom calmo, sempre que fosse falar algo, não seria bom me exaltar e começar uma discussão, por isso, não levantaria minha voz, mesmo que ele o fizesse.

Independente de se o marinheiro brutamontes decidisse me guiar ou eu tivesse de segui-lo. Se eu conseguisse chegar ao navio, observaria o que estava acontecendo, tentando sempre fazer as mesmas coisas que o brutamontes fizesse. Se este entrasse no navio, eu entraria; se ele fosse comprar um salgado, eu compraria; se ele parasse para admirar a paisagem, eu faria o mesmo.

Eu não fazia ideia de quais eram os procedimentos a serem tomados, por isso precisava dele para ser meu guia nesta viagem.

Se em algum momento durante meu passeio pelo QG de Loguetown, alguém me questionasse sobre minha identidade, eu responderia dizendo — Me chamo Clark, e essa é a Leona — apontaria para Marianna ao apresentá-la como Leona. Diria isso de forma que a Marianna pudesse escutar mais claramente que qualquer um, a partir daquele instante, estas eram nossas identidades militares.

Existe também uma última possibilidade, embora desagradável. Era possível que, em algum momento durante o meu passeio pelo QG, eu fosse abordado por algum marinheiro ou agente do governo que se mostrasse interessado em conversar comigo, nesse caso, eu teria de dar atenção a este para ver do que se tratava, então interromperia o que estivesse fazendo para que este me explicasse a situação. Tentaria me manter calmo se isso ocorresse.

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