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Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - Em busca da sereia perdida

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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyTer 12 Jun 2018, 23:11

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O coração disparado parecia que iria saltar do peito da jovem ruiva ao ouvir a voz dos guardas. O trabalho estava feito, Poul e Andrew conseguiram alterar o livro caixa com êxito e nisso, apenas a janela era a opção de fuga para os desesperados. Saltou do primeiro andar, sentindo os músculos e os ossos tencionam com o impacto, quase caindo. Seu equilíbrio não um dos melhores, mas ao menos tentava se equilibrar após a queda. A carta encontrava-se com Poul, precisavam entregá-la ao banco para que as dívidas fossem contabilizadas como pagas pelo empresário charlatão do Duval, porém um empecilho estava entre a garota e a saída daquela mansão.

Os dez homens estavam cercando os três, os batimentos cardíacos rápidos e assustados, o sentimento de medo via a tona em seu ser. Sabia que não poderia lutar contra todos eles, não sem causar uma grande confusão e isso era o que ela não queria, a missão precisava fluir, sem levantar suspeitas. As bochechas coradas e o olhar tímido estavam consigo, estar no meio de tantos homens assim a deixava extremamente desconfortável. Não estava com sorte, nenhuma mesmo.

Analisaria a situação, precisava usar de suas mentiras se quisesse sair daquela. Respiraria fundo e andaria para mais perto dos homens, procurando se um dos guardas anteriores que a arrastaram para fora da mansão e roubara-lhe o creme das mãos estivesse presente. Se eles estivessem, ou apenas um dele, dirigiria-se a ele. - VO-VOCÊ! Tem ideia do problema que me causou? - A voz brava acompanhariam seus olhos de desaprovação. - Aquele creme era um ‘’presente’’ da Sra. Duval para uma rival dela e você estragou metade do pote!! Tem noção do esporro que ouvi daquela mulher? - Pegaria o creme em mãos e colocaria a frente da cara do homem. - Agora eu tenho de ir lá, acompanhada desses dois aqui, porque eu não podia andar sozinha aqui por causa de vocês, e pior! - Pegaria a carta da mão de Poul - E pior, agora o Sr. Duval quer que eu trabalhe para ele como garota de recados!! Tem noção disso? Meu namorado lá em cima, arrumando aquele bando de canos e o Sr. e a Sra Duval dormindo após tomarem calmantes pros nervos da confusão causada por um mísero creme! - Cruzaria os braços, olhando para os guardas.

- Vão me deixar passar ou não? Tenho trabalho a fazer, vocês deveriam ir lá em cima ajudar um amigo de vocês que infelizmente, tentou me agarrar enquanto eu preparava mais creme para a inimiga da Sra. Duval! - Olharia para Poul e Andrew, esperando que ambos concordassem com suas palavras. Usaria de sua voz para persuadir e mostrar sua indignação aos homens.

Se algum guarda insistisse em não deixa-la ir, reforçaria que os patrões estavam de saco cheio e que incomodá-los os deixaria de mais mal humor ainda. -  Eles dois f-foram dormir, putos da vida, especialmente a Sra. Duval, que me pediu para levar o creme em segredo, já que, não é bom uma mulher como ela ter uma reputação arruinada por ciúmes de um homem como Lázaro né mesmo? Vocês homens jamais entenderiam o ciúmes de uma mulher. - Olharia para todos eles antes de dar um sorrisinho. - Talvez se forem casados devem saber, o que é a fúria de uma mulher ciumenta né mesmo? - Tentaria avançar para fora do círculo dos guardas, se a deixassem passar, sairia da mansão sem olhar para trás, prendendo a respiração antes de cruzar o portão.

Caso algum guarda não acreditasse em sua mentira e tentasse tocá-la, seria firme, afinal, lidar com homens abusivos era algo que ela estava acostumada por sua beleza, mas que a deixava sempre sem graça. - S-Sério mesmo? Com uma dama? Pode perguntar a todos os funcionários daqui, eu não sou ladra e muito menos baderneira, estão cometendo um grande engano. - Usaria um pouco de seu charme na voz se possível, embora fosse tímida e sem graça, era uma questão de vida e morte, sua respiração seria lenta, absorveria o máximo de ar para se acalmar, fazia isso por todos, eles eram mais importantes que suas mãos suadas e rosto corado, embora eles estivessem ali. Soaria e aparentaria estar indignada com a situação, o que de fato não era uma mentira, já que ela havia sido muito mal tratada pelos dois homens que ficavam no portão de guarda.Se ainda não convencesse os guardas, abriria o selo da carta, mostrando o papel para todos ali. -Ele assinou aqui! E tenho trabalho a fazer, s-sério que querem que eu reporte a ele quando acordar que seus guardas desobedeceram suas ordens? Eu estou trabalhando apenas! - Com a expressão séria no rosto diria.

Se alguém a questionasse do porque ela iria entregar tais documentos e não apenas um guarda comum, responderia: - Ahh... Porque será né? Será que é porque eu sou a única pessoa não maltrapilha e uniformizada depois dos donos dessa casa? - Passaria a mão sobre o próprio corpo, mostrando suas roupas, que entre os funcionários provavelmente era a mais bem cuidada dali, daria um sorriso e junto a ele, uma pose mostrando a beleza de seus olhos para os homens.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyQui 14 Jun 2018, 01:03

Crisbella Rhode

Os rápidos e assustados batimentos cardíacos de Cris, entregavam o medo que a jovem estava sentindo naquele momento. Ela sabia muito bem que não poderia lutar contra todos aqueles homens sem causar um estardalhaço e consequentemente assim acordar os Duval, estar em meio a tantos homens a deixava extremamente desconfortável naquele momento. Analisando a situação, a jovem pensara em um meio para sair daquela situação e respirando fundo ela se aproximava dos homens buscando os guardas que a arrastaram para fora da mansão e que roubaram o creme que carregava. Com um bravo tom de voz e com olhar de desaprovação, ela se dirigia aos homens sobre o problema que eles haviam causado a ela - Ah, é mesmo? um dos guardas se pronunciava ironicamente com um sorriso cínico no rosto. Cris ainda pegava o creme e o colocava na frente do rosto do homem - Não nos culpe, estávamos apenas fazendo nosso trabalho era a vez do outro homem responder. A jovem continuava agora falando sobre a carta e que havia se tornado uma "garota dos recados" para o Duval, por fim ela cruzava os braços dizendo suas últimas palavras tentando persuadir os guardas - Isso mesmo, só estamos tentando cumprir as ordens que o Sr. E a Sra. Duval nos deram os homens ainda se mantinham duvidosos sobre tudo aquilo.

A insistência dos guardas só mostrava toda a desconfiança que os homens tinham nas palavras da jovem, mas Cris reforçava que os patrões estavam de saco cheio e que incomodá-los seria uma péssima ideia. Ela tentava sair do meio do círculo formado pelos guardar, mas era impedida por um dos homens que entrava em sua frente e ainda buscava tocá-la, mesmo sendo acostumada a lidar com os abusivos a jovem estava sem graça - Apesar de isso soar muito estranho, os deixaremos passar, todavia se algo ruim acontecer serão os primeiros a serem caçados dizia o brutamontes antes de sair da frente da jovem. Cris procurava se manter calma e prendia a respiração antes de cruzar o portão sendo seguida pelos outros dois, deixando toda aquela tensão para trás. Suas mãos permaneciam suadas, a timidez era algo que certamente impedia a jovem de ser mais enérgica nesses momentos - Vamos rápido até o banco Andrew saía em disparada na frente. Desta vez haviam escapado sem lutar contra ninguém e até então nada de estardalhaços, porém por quanto tempo a situação se manteria deste jeito? Descubra no próximo capítulo da novela


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Última edição por Vincentão em Sex 17 Ago 2018, 02:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptySex 15 Jun 2018, 00:53

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O garoto ia a frente, energético, ao contrário de Cris. Os portões daquela mansão nunca estiveram tão altos na mente da garota, seus passos acelerados, mas não correndo, saíram dali e ao virar o muro branco, correu instintivamente. Seu coração disparado fizeram lágrimas escorrerem de seus olhos e o ar faltar de seus pulmões. Não era seu costume encarar alguém assim, havia extrapolado? Com certeza, seguiria até um beco, algum lugar bem afastado daquela casa, mas permitindo-se ser seguida pelos dois que a acompanhavam. Dobraria os joelhos, agachando com as mãos sobre a cabeça. A respiração funda estaria ali e como sussurros, as lágrimas viriam a seu rosto. Nunca havia tido forças para encarar homens daquela maneira, o fez apenas por sobrevivência, mesmo estando totalmente amedrontada, não era covarde e sua resistência com eles era a prova disso.

Seus sentimentos se voltariam a Leo. Pensaria nele, se já teria terminado com os canos, se estaria bem sem nenhum guarda atrás de si como ela tivera. As mãos fechadas como uma súplica pediriam a qualquer deus que o ajudassem, queria vê-lo de novo, prezava sua companhia e Bianca havia confiado nos dois para a missão, esperava assim que ambos estivessem bem ao final dela.Esperaria os dois virem até ela, puxando-os para uma conversa após ter se acalmado.

- Bem… Temos a carta assinada, mas eu acredito que o banco não s-será fácil de se enganar… Talvez peçam para assinar uma segunda via do documento, ou até usem um Den Den Mushi para confirmar a carta com Duval… V-Vocês sabem se Lázaro possui algo assim? Se for verdade, preciso que um de vocês, ou alguém da casa… Module a voz pra parecer o Duval… N-Não tenho certeza… De todo modo, Andrew, você consegue voltar mais facilmente, avise seu pai sobre isso… Tome cuidado. - Levantaria, ajeitaria o vestido antes de olhar para Poul. O rosto avermelhado do choro recente seguiria de um leve sorriso melancólico. - V-Vamos? - perguntaria antes de começar a caminhar rumo ao banco.

Se tivesse a oportunidade de comprar o que lhe era necessário antes de seguir, assim o faria. Precisava da mochila para guardar suas coisas, olharia por alguma lojinha de materiais diversos, precisava de tempo para Andrew alertar seu pai sobre o que havia sugerido. A bolsinha de moedas ainda estava consigo, nada mais de roubos acreditava ela. Seguiria para o banco, independente se comprasse o que precisava ou não. Pediria para Poul entregar a carta, pois estava ainda meio abalada depois de tal ato contra os guardas. - P-Poul… Você preci-cisa entregar a carta… Eu não consigo.. Estarei atrás de você, mas não v-vou conseguir falar direito… Estou nervosa. - A ansiedade seria o sentimento nela, o que ocorreu naquela mansão com os dez homens ainda a fazia perder a compostura um pouco, levaria um tempo para poder falar com outro homem desconhecido com naturalidade, sem ter uma crise de nervos.

Se a atendente fosse mulher, conseguiria falar, mas seria tímida ainda.-O=Olá, vim a pedido do Sr. Lázaro Duval, trago essa carta aos s-senhores. - Entregaria a carta a atendente, sorrindo de canto com as bochechas coradas. Esperaria a mulher abrir a carta, e ficaria atenta ao seu redor, nos guardas dali, na estrutura do banco. Já havia estado ali antes, mas a muito tempo, bancos eram lugares de muito dinheiro, coisa que a ruiva nunca tivera a ponto de precisar do banco. Aguardaria.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyDom 17 Jun 2018, 09:34

Crisbella Rhode

Ao virar o muro da Mansão, Cris corria institivamente com o coração acelerado e algumas lágrimas em seu rosto. Não era do costume da jovem encarar alguém por tanto tempo, assim ela seguia para um beco que era um tanto distante da casa, sendo seguida pelos outros dois. Ali, ela dobrava os joelhos com as mãos sobre a cabeça e com a respiração profunda junto de alguns sussurros, as lágrimas começavam a rolar pelo rosto da ruiva, era a primeira vez que conseguira ter forças para encarar homens daquela forma. Os sentimentos da jovem, agora se voltavam para Leo e se ele já teria terminado com os canos, além de não estar tendo problemas com os guardas como Cris tivera. As mãos da jovem se fechavam em uma forma de súplica pedindo que o ajudassem, acima de tudo ela prezava a companhia do rapaz e Bianca também confiara em ambos para o sucesso naquela missão, assim ela esperava que tudo corresse bem. Por fim, ela esperava a aproximação da dupla que estava com ela para puxar alguma conversa, após ter se acalmado depois de toda aquela situação que passara com os guardas de Duval.

Se levantando a jovem ajeitava o vestido antes de olhar para Poul - Talvez, seja mais provável que peçam alguma segunda via, já que eles conhecem o Sr. Duval de alguns incidentes anteriores com mensageiros e sabem muito bem como ele não gosta de ser incomodado com essas coisas o pintor explicava calmamente - De qualquer forma, eu vou voltar lá e avisar isso ao meu pai Andrew fazia o caminho inverso e corria de volta para a Mansão dos Duval. O rosto da jovem permanecia vermelho, após o choro e com isso ela sorria melancolicamente antes de perguntar, se seguiriam para o banco - Vamos, não podemos perder mais tempo os dois seguiam para o Banco Mundial.  Ao chegarem no local, os dois não poderiam deixar de notar que o QG da marinha ficava ao lado do Banco e assim teriam de evitar problemas se não quisessem a marinha em seu encalço. Assim que entravam a jovem poderia ficar um tanto mais calma, já que quem estava ali para atender era uma mulher, mas mesmo com isso ela timidamente falava com a atendente e entregava a carta  - Muito bem, você tem alguma segunda via ou qualquer outra forma de provar que realmente foi o Sr.Duval  que escreveu isto? Ultimamente estão havendo muitas falsificações de Documentos de pessoas importantes, então adotamos um protocolo de verificação antes de aceitar algo do tipo a mulher simpaticamente correspondia o sorriso da jovem. Após a tensão que tiveram com os guardas, as situação nesse momento estava um tanto mais calma dentro do Banco Mundial



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptySeg 18 Jun 2018, 10:12

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Ao ver o rosto feminino que aguardava naquele balcão, Cris pode sentir um alívio enorme dentro de si, mesmo que sua timidez estivesse presente, não se comparava com a timidez ao falar com homens. A garota sorria e Cris não pode deixar de fazer o mesmo antes de responder. - Essa segunda via seria do banco? Desculpa, eu ainda sou nova com isso e ele não me falou muita coisa Heheeh. - Passaria a mão sobre a cabeça, sorrindo para a mulher a sua frente. Embora Poul tivesse alertado sobre a segunda via, nada mais explícito havia sido passado a Cris, sendo assim as dúvidas estavam em sua mente e queria saber como aquilo poderia seguir adiante. - Antes de sair o Sr.Duval estava terminando de jantar e ele costuma dormir depois disso, acho que não da tempo de voltar lá antes que ele esteja deitado, você pode conseguir a confirmação via Den Den Mushi? Se não tiver como tudo bem, ele vai me dar uma bronca mas é a vida, chefes né… - Diria de maneira simpática para a garota a sua frente. Duval tinha uma certa fama na cidade, todos sabiam do pilantra que ele era, mas para o banco ele era um cliente e sendo assim qualquer cuidado era pouco.

Se ela concordasse em entrar em contato via Den Den com Duval, rezaria mentalmente para que Andrew tivesse avisado seu pai a respeito da ligação do banco e que quem atendesse, pudesse confirmar a respeito da carta ser válida.. Aguardaria junto a garota do caixa, caso ela pedisse para dirigir a alguma outra sala, a acompanharia, sempre sorrindo de maneira simpática. Observaria seu jeito físico, se notasse algo de bom como cabelos ou olhos bonitos, elogiaria a garota de maneira sincera. - A-Adorei o seu cabelo!(seus olhos!) são m-muito bonitos. - o que fosse necessário para chamar a atenção dela e talvez conseguir sua simpatia mais voltada a uma amizade.

Caso a garota entregasse uma segunda via para ser assinada por Duval e entregue ao banco, pegaria o papel e com um suspiro sairia do local. Obviamente não entregaria nada a Duval, tentaria ir até a própria casa junto a Poul, estando atenta para não ser seguida por ninguém do banco. Lá pediria para ele falsificar a assinatura novamente antes de voltar para a garota e devolver a carta. - Uffa... Voltei... Nossa, aquele homem é tão ranzinza... - Diria para a atendente antes de sorrir de canto.

Em todas as situações, o estado de alerta e os olhos esmeraldas estariam atentos. Estavam próximos demais ao QG da marinha, fazendo uma coisa considerada ilegal. Embora não tivesse orgulho de tais atos, Cris sabia que era para um bem maior e isso confortava seu coração naqueles momentos difíceis. Pensaria em Mirana, se ela teria feito o mesmo… Chegando a conclusão de que a sereia jamais tentaria libertar aquelas pessoas pelo simples fato de não ser problema dela ou mesmo se importar. Ela não era o tipo de pessoa mais empática do mundo, mas com Cris era diferente, sempre estiveram juntas e mantiveram a amizade, precisava ir atrás dela o mais rápido que pudesse.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyQua 20 Jun 2018, 08:50

Crisbella Rhode

Cris podia se sentir aliviada ao ver o rosto de uma mulher ali e mesmo ainda tímida, esta não poderia ser comparada se a jovem estivesse de frente a um homem. De forma sorridente a ruiva respondia a atendente passando também a mão sobre a cabeça - Exatamente, essa é uma forma prevenção, já que tivemos muitas dores de cabeça com isso a mulher respondia ao se lembrar dos problemas anteriores. As dúvidas ainda permaneciam com a jovem que queria saber como aquilo seguiria adiante, assim de maneira simpática fazia mais uma pergunta para a atendente a sua frente - Muito bem, acho que dará certo desta vez a mulher se levantava de onde estava sentada e fazia um sinal para que a ruiva a acompanhasse até uma sala. O local era relativamente simples, com algumas poucas poltronas, cadeiras e uma mesa de centro que era onde estava o grande Den Den Mushi que possuíam ali no Banco. Nesse momento Cris só podia rezar para que Andrew tivesse avisado seu pai sobre a ligação do estabelecimento e que alguém pudesse fazer a confirmação da carta entregue a atendente.

Sempre sorrindo de maneira simpática, a jovem observava o jeito físico da mulher a sua frente, notando então um belo par de olhos azuis com isso, a revolucionária de modo simpático elogiava a atendente - O-Obrigada, seus olhos também são belos a mulher estava sem jeito diante daquela situação. Quando finalmente fora conseguido o contato pode-se ouvir uma voz um tanto parecida com a de Duval - Quem é que fala? Saiba que me acordou de um bom sono e eu espero que seja algo realmente importante! a voz ecoava pelo Den Den Mushi - Sou do banco, Sr. Duval e gostaria que confirmasse uma carta que me foi entregue por uma de suas empregadas a mulher rapidamente se concentrava  em conversar com o suposto "Duval" - Claro que é! E diga a ela que terá problemas por ter resolvido isso rapidamente o jeito ranzinza fazia com que a atendente realmente acreditasse que aquele era Lázaro - Tudo bem, muito obrigado de qualquer forma senhor ela falava antes de desligar o caracol. Sem perder tempo a mulher se levantava de onde havia se sentado e seguia para o lado de fora da sala, fazendo novamente um sinal para Cris, assim ambas voltavam até o balcão onde estavam anteriormente - Estamos quase lá, só preciso que assine isto aqui e estará liberada ela ria tranquilamente com a própria piada, enquanto apanhava um pedaço de papel e uma caneta para a jovem.  

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyQua 20 Jun 2018, 14:52

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O grande Den Den Mushi sobre a mesa tirou um largo sorriso da boca de Cris. A ruiva sempre tivera uma enorme simpatia pelos caracóis e achava engraçadinho seus barulhinhos e suas feições, a garota não demorou para fazer a ligação para Duval, que ‘’atendeu’’ do outro lado da linha. Cris sabia que aquela não era a voz dele, mas era bem parecida, sorriu de canto até ouvir a pequena bronca daquela voz, passou a mão sobre os fios vermelhos de seus cabelos de maneira atrapalhada.- Ai ai dê-me sossego chefe…- Disse baixinho. A voz convenceu a mulher do banco, que inocentemente finalizou a ligação, mal sabia ela dos infortúnios que poderiam vir sobre si, e pensar em tais coisas deixava Cris um tanto triste. '' -Espero que não sobre algum problema para ela… - ‘’ foi seu pensamento enquanto saia da sala.

As bochechas coradas de Cris e seu sorriso se alargou ao receber o elogio de volta. Sempre gostou de seus próprios olhos, a cor verde lhe caia bem por ser uma cor bem exótica e diferente das outras, mas Marinheiros sempre elogiavam isso na garota, quando não eram os olhos, eram os cabelos cor de fogo e os mais ousados, atreviam-se a elogiar partes corporais bem mais cobiçadas pelos homens, o que não deixava a ruiva nem um pouco contente.

Seguiram de volta a receptação e o papel e caneta a sua frente era o passo final para terminar toda aquela jornada. Cris pegou a caneta em mãos, seu pensamento foi diretamente a aquela assinatura. '' -Não posso escrever meu nome, seria óbvio demais que foi a minha pessoa que fez tudo isso… Eu falei pra Duval que meu nome era Cris… Vou colocar algo diferente…  - '' Com a caneta em mãos, escreveria o nome ‘’Carmen Sandiego’’ sobre a folha e entregaria de volta a mulher, mantendo o sorriso no rosto.

Se tudo ocorresse conforme o plano, deixaria o banco para trás e seguiria para um local mais afastado antes de se despedir de Poul. - V-Volte para os outros, arrume suas coisas, partiremos essa noite, o n-navio está atracado no porto e tem uma Baleia como carranca. Não é difícil de encontrar, estaremos todos lá e… Se vir Leo, por favor diga a ele que e-eu...eu...Ah, bem, não diga nada... Obrigada Poul!- As bochechas coradas voltariam a ficar muito coradas ao falar de Leo, embora não tivesse reconhecido a voz que havia imitado Lázaro, acreditaria que teria sido o rapaz.

Sem delongar, se separaria de Poul, olhando tudo ao seu redor em uma certa cautela para não avistar nenhum guarda ou alguém que poderia segui-lá depois de ter saído do banco. Voltaria para o barco dos revolucionários para informá-los do cumprimento da missão e seu sucesso. Procuraria Rebecca, se a encontrasse, com um sorriso a abraçaria, feliz por ter feito tudo certo. - Rebecca! Conseguimos, logo o pessoal chega aqui, são nove pessoas, um deles é uma criança. - Embora Rebecca fosse uma Major, Cris não é o tipo de pessoa que segue muito a hierarquia de patentes, a mulher era como uma amiga para ela e entre amigos não existe hierarquia, pelo menos não na cabeça da ruiva.

Pegaria a concha em mãos e lembraria de que ainda não tinha comprado uma mochila e outros itens que desejava, muito menos falado com sua mãe. - Rebecca, precisa de algo a mais? Eu tenho que resolver alguns problemas antes de embarcarmos para fora da ilha… Se não se importa, posso tirar uns minutinhos para resolver umas coisas? - Perguntaria com um sorriso de canto, esperando que a mulher fosse gentil e permitisse que ela tivesse tempo de se despedir da própria mãe antes de zarparem.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyDom 24 Jun 2018, 04:13

Crisbella Rhode


Frente a Cris estava o passo final para completar a missão, com o papel e caneta em mãos para escrever sua assinatura, mas não poderia colocar seu verdadeiro nome, assim colocou “Carmen Sandiego". Quando terminou de escrever, a jovem manteve seu sorriso ao entregar a folha de papel para a atendente - Muito obrigada! Tenha um bom dia a mulher carimbava o papel e logo em seguida sorria para a ruiva. Desta forma, o plano ocorria de forma tranquila e a jovem deixava o banco juntamente de Poul, caminhando com o pintor até um local mais afastado onde ela explicava os últimos detalhes sobre a saída da ilha - Tudo bem, eu falo que você mandou um “alô" pra ele o homem fazia graça com a jovem. Com isso, Cris se separava de Poul seguindo até o barco dos revolucionários e como forma de precaução, ela olhava ao redor para não avistar alguém que pudesse segui-la depois que saíra do banco.

Chegando ao porto, não fora difícil encontrar o barco, já que como a jovem havia dito anteriormente a carranca de baleia o destacava diante das outras embarcações que estavam atracadas por ali. Sem perder tempo, Cris procurava por Rebecca para avisar a superior sobre o cumprimento da missão e assim que achou a mulher a abraçou com um sorriso por ter feito tudo certo até o momento - Eu sabia que você conseguiria a major retribuía o abraço recebido pela mais jovem e desta forma sequer pareciam que eram de patentes diferentes dentro da organização - Agora sim, vamos poder zarpar daqui A mulher calmamente se desvencilhara do abraço. Com a concha em mãos, a jovem se lembrara que ainda não havia comprado uma mochila e nem se despedido de sua mãe, já que em breve deixaria a ilha, mas antes falava com Rebecca - Pode ir, mas não demore muito a permissão estava dada a jovem - Aliás, o Leo não estava com você? Onde ele está agora? antes que Cris pudesse sumir do campo de visão, a mulher lhe chamava a atenção questionando sobre o outro revolucionário. Com o término da missão, o grupo precisava deixar a ilha rapidamente, já que poderia ser questão tempo até Lázaro descobrir sobre o pagamento das dívidas e assim tentar ir atrás de quem fizera aquilo.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyQua 27 Jun 2018, 11:30

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Cris nunca fora uma pessoa que tivesse muitos amigos. Sempre fora tímida desde quando era criança e isso a fez ser muito quieta e passiva as opiniões dos outros. Sem ter muita voz ou vontades próprias até conhecer Mirana, quando tudo mudou. Adquiriu mais confiança em si mesma ao longo dos anos e confiar em outras mulheres era essencial para si, afinal, como sua mãe dizia: ‘’As mulheres precisam se unir, afinal somos as únicas que entendemos a dor umas das outras.’’ E nisso Cris acreditava, pois sua facilidade em lidar com garotas era bem mais visível que com os homens. Soltando-se do abraço da amiga, Cris sorriu ao ter permissão de comprar os materiais de qual precisava. -  Obrigada Reh, eu não vou demorar! - Se apressava para partir do navio novamente, olharia para trás após ouvir o nome de Leo.

- Eu e ele nos dividimos para finalizarmos a missão, acho que ele deve estar ajudando os fugitivos, ele ainda estava com o Baby Den Den Mushi dele quando estávamos juntos… Se precisar ligar pra ele, eu não vou demorar, prometo! - Com aquelas palavras e o sorriso radiante no rosto, Cris partiria rumo a loja mais próxima para comprar todos os itens a qual desejava para sua viagem. Tentaria ir a loja da qual havia visto a mochila rosa de antes, queria compra-lá, mas se tivesse sido vendida, procuraria alguma que fosse próxima ao seu gosto pessoal. Entraria no local com um sorriso no rosto, pouco ofegante pelos passos apressados. - O-Oi… Aquela mochila lá… E-Eu também preciso de um caderno, algo como um diário… Se tiver rosa… Caneta também por favor e… Ah você teria algum livro sobre costura? T-Tenho vontade de aprender sobre, se possível tecido também seria bom para treino, branco e rosa, fora um kit, sabe, aquelas caixinhas de costura com agulhas, linhas etc… - Esperaria o vendedor ou vendedora entregar todos os itens ou o que pudesse comprar, tinha dinheiro o suficiente acreditava e assim que conseguisse, saíria da loja.

Os passos de Cris seriam apressados, já havia saído de casa a muito tempo e ainda não tivera a oportunidade de contar a sua mãe, Elizabeth, sobre o que descobriu sobre Mirana. A garota sabia que o tempo seria seu pior rival, não conseguiria se despedir da mãe tão facilmente, mas acreditava que ela entenderia suas motivações, já não era mais uma criança e tinha de seguir o próprio caminho se quisesse encontrar a amiga. Correria até em casa, abriria a porta e ofegante iria procurar a sua mãe.- Mãããe? Ta em casa?


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptySex 29 Jun 2018, 02:56

Crisbella Rhode



Ao agradecer a Rebecca, Cris procurava deixar o navio novamente rapidamente, mas ao ouvir o nome de Leo olhava mais uma vez para a major. Ela então explicava a situação para a superior e com um sorriso radiante em seu rosto seguia rumo a uma loja onde pudesse comprar tudo aquilo que precisava naquele momento. A jovem buscava o estabelecimento que avistara uma mochila rosa anteriormente, já que queria comprá-la e o caminhada até o local fora realmente tranquila sem qualquer imprevisto. Não demorou muito para que a ruiva adentrasse o lugar com sua costumeira simpatia e ainda um tanto ofegante pelos passos apressados que dera para chegar mais rapidamente no bazar, assim ela prosseguia se aproximando do balcão para realizar sua aquisição - Seja bem-vinda! quem a atendia era um homem de idade avançada que possuía também um sorriso em seu semblante - Já volto com tudo o que você necessita o velho rapidamente apanhava tudo o que fora pedido pela mais jovem. Em poucos instantes lá estava ele de volta ao balcão com tudo em mãos - Aqui está, você realmente está precisando de muitas coisas hein? ele ria diante daquela situação. Ali estavam a mochila rosa, o diário também rosa, material de escrita, um livro de capa grossa em que encontrava-se escrito “Segredos para ser uma boa costureira”, além dos outros materiais solicitados por Cris - São exatamente 850.000 Berries o vendedor sorria gananciosamente ao ver a jovem colocando o dinheiro sobre o balcão.

Com tudo em mãos, a ruiva agora deixava a loja e novamente com rapidez caminhava até sua casa, já que havia saído de casa a algum tempo e ainda não conseguira contatar sua mãe sobre o que descobrira do desaparecimento de Mirana. A jovem sabia que não conseguiria se despedir de sua mãe tão facilmente devido à pouca quantidade de tempo, mas ela acreditava que a mulher entenderia suas motivações, pois não era mais uma criança tendo que trilhar seu próprio caminho se quisesse encontrar a sirena. Aos poucos a velha casa de madeira de coloração podia ser vista pela jovem, o que a fazia correr até sua moradia e assim abrir a porta ofegante em busca de sua mãe - Claro que estou minha filha! de longe a voz feminina podia ser escutada pela ruiva - Sente-se, precisamos conversar se aproximando, Elizabeth indicava o sofá para a filha - E aí? Encontrou pistas sobre a Mirana? antes mesmo da jovem fazer qualquer movimento a mulher já a questionava. O momento de despedida chegara e agora estava na hora de Cris seguir seu próprio caminho pelo mundo a fora.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 6 EmptyDom 01 Jul 2018, 16:21

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O velhinho no balcão providenciou todos os itens necessários da ruiva, que com um sorriso pagou a devida quantia dos itens, colocou tudo dentro da mochila rosa e saiu da loja com um sorriso esplêndido e realizado no rosto. Queria ter comprado tudo antes, mas coisas mais importantes aconteceram, problemas maiores que itens materiais, a vida de outras pessoas era mais valiosa que qualquer objeto e Cris sabia disso.

Ao ouvir a voz da mãe, Cris deu um suspiro de alívio, felizmente estava em casa, Cris entrou na simples e humilde residência, deixando os sapatos na entrada, se voltou para sua mãe que a recebera de maneira comum, mal sabia ela os perrengues que a filha havia passado e o crime cometido. Não tinha certeza se deveria contar o que havia feito… Embora a mãe sempre fosse uma mulher muito justa, roubar, mesmo que por uma boa causa, não era algo valoroso. Engolindo seco, Cris se aproximou do sofá, sentando no mesmo de maneira relaxada.

Adorava aquele sofá, passou muitas noites ali lendo os livros que alugava na biblioteca - ‘’Acho que eu não devolvi o último livro que eu peguei…’' - pensou antes de se voltar a mãe.- Sim! Consegui conversar hoje de manhã com um marinheiro, ele me disse que eles receberam ordem de levá-la a um Dragão Celestial… Encontrei com uma moça, que disse que iria me ajudar a encontrá-la e que vai me dar uma carona até Loguetown. - Olharia para a mãe, seguraria nas mãos dela e com um olhar confiante diria: - Mãe! Eu vou encontrar a Mirana, ela faria o mesmo por mim, mas pra isso terei de ir para a GL… Só quero pedir que me apoie, eu vou ficar bem mãe, comprei algumas coisas com o dinheiro que eu tinha guardado, ainda tenho uma grana sobrando, vai dar tudo certo… Os revolucionários irão me ajudar nessa. - Cris estaria sorrindo, abraçaria a mãe, esperando que a mesma a apoiasse.

Se sim, Cris sorriria para ela, mas caso a mãe demonstrasse certa resistência, tentaria convence-la -Eu não sou criança, sei o que posso fazer e o que não posso, é uma questão simples e eu não estarei sozinha, já fiz alguns amigos que irão me ajudar nessa.- Tentaria convencer a mãe com uma voz firme, confiante. Cris conviveu a vida toda com sua mãe, sabia o quão difícil para ela seria deixar a única filha partir em uma viagem arriscada, mas mesmo que fosse obra do destino ou não, Cris não queria magoá-la, mas tão pouco desistiria de sua amiga. -Ela precisa de mim mãe... Não posso ficar parada vendo coisas erradas serem feitas em baixo do nosso nariz! Eu vou fazer o que for possível para trazê-la de volta para casa, queira você ou não...- Aguardaria a resposta de sua mãe.


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