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Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - Em busca da sereia perdida

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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptySab 19 Maio 2018, 23:05

Luizatomita

Depois de conseguir resolver o problema dos guardas, Cris decidiu voltar para tentar auxiliar os outros em suas respectivas tarefas. Ela parecia não ter muito medo de ser vista por Lázaro e acabar estragando o plano, já que se dirigiu à mansão, mas especificamente a sua cozinha. Ela pode ver Eduardo e Bianca, os mesmos que prepararam a janta aos funcionários e a ela antes. Dessa vez trabalhando com alimentos de muito mais qualidade e quantidade. Mais do que um jantar, aquilo que haviam preparado era um banquete, e com certeza possuía mais coisas do que os dois conseguiriam comer. Como eles já haviam acabado de terminar de preparar a refeição, não havia motivos para a garota se propor a ajudar, e assim os dois ouviram a pergunta dela - Acho melhor não ir para lá agora. Seu amigo só iria com Poul após os Duval comerem sua refeição, então ainda sequer foram - Disse Eduardo, enquanto pegava uma forma com dois bolinhos do forno, e injetava o remédio em pequenas quantidades em cada um - Estamos pondo na sobremesa para não parecer suspeito, e para não haverem evidências na comida principal - Bianca comentou, e logo os dois foram levar os pratos a mesa.

Os dois estavam comendo satisfeitos com o resultado; com voracidade, mas ao mesmo tempo educados um na frente do outro como que em um jantar de negócios. Ao final, Eduardo levou os dois bolinhos, mas algo inesperado ocorreu - Não quero, já estou cheio - Disse Lázaro, enojando sua esposa dava a primeira mordida do bolinho. Cris conseguia ver Bianca suando frio ao seu lado, e ela sabia porque: se apenas um deles comesse o bolinho e dormisse, o outro iria automaticamente saber que algo de estranho ocorria. Em um momento de desespero, a mulher foi apressada até a Sra.Duval - Sra.Duval, mil desculpas, eu acabei de constar que o bolinho não foi assado por tempo suficiente, a massa não está devidamente pronta - E está, após a segunda mordida, ouviu e fez uma expressão de desgosto ao jogar o resto do bolinho em cima da mesa, sem remorso nenhum - Estou farta de tantas decepções hoje. Já vou me deitar, estou com um pouco de sono depois de comer tanto - Dizia, embora mal tivesse tocado na maioria das coisas ali - Tem certeza? Não vai se importar com o som da tubulação do banheiro durante o concerto? - Mas esta revelou não se importar muito e subiu para o segundo andar. Mesmo que a mulher estivesse sonolenta pelo pouco do remédio que ingeriu, eles ainda precisavam de um meio de passar por aquele empecilho.
Sagashi

Há tempos Asterix havia notado que nenhuma pousada da ilha apreciava sua presença, era irônico como a criatura feita para agradar o público agregava tanto ódio do mesmo fora das jaulas. Pois mais que preferisse uma cama macia, um luxo que nunca realmente teve, ele acabou tendo que ir morar em uma casa abandonada do subúrbio antes usada como morada para mendigos e drogados. Onde eles havia ido parar? Ninguém sabia, mas o que importava era que o "doce lar" estava inteiramente disponível a lebre sem iluminação eletrica, as vezes era difícil o horário quando acordava, ainda mais durante a noite; visto que o hábito noturno ainda tinha força nele mesmo que agora fosse livre. Ao olhar uma janela a distância, o mink constou que deveriam serem entre 17h e 21h, e logo pegou seu manto e seguiu pelas ruas pelas sombras.

Os carácteres das lojas eram confusos e sem sentido para ele, e a loja de armas que ele buscava pareciam não se preocupar com os analfabetos. Logo desistiu de tentar a encontrar e passou para o plano B: o furto. Não era comum encontrar pessoas andando com armas pela cidade, muito menos com adagas, mas deveria ser menos cansativo do que tentar procurar a loja pelo nome. O mink rodou a cidade por um tempo, e estava quase desistindo quando viu um homem de pele escura e cabelos claros falando com um pequeno e estranho caracol. Mesmo com sua audição excepcional, o mesmo só conseguia ouvir algumas palavras jogadas do que ele falava, como "suprimentos", "viajem" e "endividados". Não parecia ter muita lógica, mas não era quilo que chamava sua atenção, e sim a adaga presa a sua cintura. Ele estava recostado a uma parede ao lado de um beco, mas sua falta de atenção parecia o tornar um alvo fácil. O mink se aproximou calmamente, e quando estava próximo, usou o grande alcance de sua mão graças a proporção de seu corpo para puxar a adaga, mas a mesma travou. Ao olhar para trás, ele pode ver o homem segurando sua mão, enquanto guardava o caracol no bolso com a outra mão, e a última coisa que viu foi o mundo ficar escuro.

Quando acordou, Asterix logo percebeu estar novamente em um lugar fechado, e infelizmente não era o casebre de sempre. O quarto era bem menor, e iluminado por uma única e potente lâmpada no meio da sala. Quando recobrou seus sentidos, viu uma figura sentada em uma cadeira do outro lado do comodo, uma mulher humana de cabelos rosados lhe olhando com um ar de impassividade. Pelo ângulo em que se encontrava, Asterix sabia que, a não ser que houvessem verificado ele antes, a mulher própria ainda não ter visto seu rosto, e antes que ele pudesse se levantar, ela se pronunciou - Você está no meio navio, então sugiro que não tente nenhuma gracinha. Meu subordinado me repassou que você tentou roubar algo importante que ele carregava, explique-se.
Homem de pele escura:
 

Mulher de cabelos rosados:
 
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptySeg 21 Maio 2018, 17:03

 

28:06:42:12
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Foi rápido demais para que a lebre tomasse consciência de qualquer coisa. Não sabe nem se levou um porradão na cabeça, de fato. Mas isso era irrelevante vendo em sua posição atual, na qual precisava contar todos os seus planos para o humano de cabelos rosa. Ouvia a mulher dizendo que sabia sobre os seus pecados, o que lhe dava uma pontada muito forte de medo no peito, por menos que não aparentasse em seu rosto. Estava fadado a um sorriso eterno, afinal de contas. Perguntava a si mesmo se a moça não suspeitava de "fazer qualquer gracinha" por causa da feição dolorosamente alegre. Sabia que era tarde demais para pensar em reagir, e sentia-se tão preso quanto já era antes. Erguia seu rosto e via uma luz forte que iluminava a pequena sala, e apenas ela.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Seus olhos brancos pareciam não suportar a luz. Não por aspectos físicos, talvez, mas por psicológicos. Lembrar da porta ranger estridentemente, da luz cegante da lanterna somada ao assovio tranquilo do torturador lhe dava náuseas. Após ouvir a moça falar, ficaria em absoluto silêncio por alguns segundos, olhando diretamente para o rosto dela, guardando seu rosto em mente. Em seguida, como resposta à sua pergunta, abaixaria a cabeça e a manteria o rosto escondido por cerca de mais alguns segundos. Juntaria saliva e logo começaria a mostrar sua voz. — Luz forte... luz muito forte...— Ergueria a cabeça, mostrando a dualidade entre ironia e pânico em sua voz. — ... talvez, mais forte que sua tentativa de me intimidar. *Cof* Gehehehehe...— É claro que sentiria que haveriam problemas após tal fala, portanto, continuaria a falar, sem que a moça por sua vez tomasse a voz. —Necessidade. Roubo por necessidade. Por muitos anos, o preconceito, o racismo, a desigualdade e a injustiça perduraram no mundo. Fui um dos alvos, inclusive. Pode ser que me conheça como Golias, o coelho gigante... saiba que sou lebre, não coelho. — Tossiria novamente, mas não de forma forçada. Usaria da tosse como uma pausa entre frases. — Eu era de um circo de aberrações, uma das atrações principais. Não sei exatamente de onde. Não conheci minha família, amigos, amor, a vida em geral. "Vida" era quando o inseto era um pouco mais gordinho, assim comeria por mais tempo. — Novamente, daria uma pausa, como se ele se segurasse para não falar mais do que deveria.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] — Vocês são nojentos. Humanos. Mas não todos. Ainda há de existir aqueles que me bem viam, que não gostavam da situação. Não muitos: a maioria estava do lado do torturador. Poderei mudar o mundo e deixar que restem apenas as boas. As ruins não precisam existir. Nunca precisaram. Mal necessário é uma justificativa para um caos desejado. O mal não é necessário. Há salvação, e ela anda de mãos dadas com a morte. Aquela adaga, e eu começaria minha purificação. — Olharia diretamente nos olhos da moça, se isso fosse possível no momento. Com o tom de voz frio, prosseguiria. — Responda-me. — Seu temperamento calmo o evitaria de ser mais agressivo. — Você é um dos nojentos? — E aguardaria a resposta.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Isso o faria pensar por um tempo sobre o que é certo e errado. Nada que o fizesse mudar de filosofia, mas algo que o impactasse como indivíduo vivo. É justo expurgar os que julga serem maus? Sim, claro que é justo. É nítido que é justo. Sangue deve ser derramado, sim, deve. Entretanto, será que... não, realmente, se não for ele, não será mais ninguém. Assim pensava, assim sentia. Assim transcenderia como espécie viva. Se a resposta da moça fosse "sim", apenas esconderia novamente olhando para baixo e ali permaneceria, até que pensasse em uma solução para que saísse dali. Se fosse "não", a esperança borbulharia em seus pulmões, alterando seu ritmo de respiração ao falar. — Podemos mudar o mundo. — Um tanto louco para se dizer em uma situação em que se mantém refém, mas para ele era natural adorar as   vidas que pensassem assim como ele pensa. — Me liberte. Me aceite. — Diria em um tom deveras ansioso, que transborda de seu caráter frio. Caso ela o libertasse, seguiria suas próximas ordens, e, dentro disso, se houvesse livre-arbítrio, caminharia em direção à porta mais próxima e passaria por ela, olhando o que houvesse a seguir. Não haveria exatamente nada o que pudesse se fazer se a moça não o libertasse, senão manter sua cabeça baixa, ouvindo tudo o que ela tivesse a dizer.  



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptyTer 22 Maio 2018, 10:13

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
As palavras de Eduardo soavam na cabeça da garota, que ao perceber que não havia passado tempo o suficiente, se perguntava se Leo estaria ajudando os outros a arrumarem as malas e se prepararem para a segunda parte do plano. Colocou o dedo indicador e o dedão sobre o queixo em uma posição pensativa, concordou com a cabeça quando Bianca dissera que o remédio seria colocado na sobremesa para evitar suspeitas. Não entendeu muito bem o porque, tanto fazia se seria a primeira coisa ou a última até perceber que não seria nada agradável se eles desmaiarem de cara na sopa ou no prato principal. De qualquer modo, havia muita comida ali, mesmo que ambos tivessem um apetite enorme, ainda era muito e Cris sabia que aquilo era algo a mais da gula. ‘’Estatus’’. Pra que comer pouco se você tem dinheiro para um banquete? Ficou indignada a ponto de ter vontade de enfiar a cara de Lázaro dentro da comida em seu prato, mas aquilo não seria apropriado e muito menos teria coragem de fazer tal coisa.

Os dois comeram tranquilamente enquanto Cris aguardava até a hora da sobremesa. Assim que viu Bianca sair correndo da cozinha, ficou assustada e sentiu seu coração pular bem mais forte de seu peito. Em um movimento de puro instinto, tentaria se esconder, seja em baixo da mesa, atrás de uma porta, qualquer lugar válido a qual coubesse seu corpo miúdo. Se conseguisse e Bianca retornasse, perguntaria a ela o que havia acontecido. - O-O-O que aconteceu? - Perguntaria em um tom de voz preocupado. Se Bianca contasse que Lázaro não havia comido o doce com o remédio, Cris sentiria uma pontada em seu coração, uma mistura de medo e agonia.

Pensaria por um instante no que deveria fazer, estalando os dedos e andando de um lado para o outro quase que em círculos como uma barata tonta e desorientada, remexeria os bolsos, pegando a concha brilhante, olharia para ela e pensaria: ‘’ - O que Mirana faria…Ela iria distrair Lázaro com seu sorriso e corpo bonito… Mas eu não sou ela, eu não consigo fazer isso, eu não sei ser sedutora, eu nunca conseguiria, ficaria muito estranho e só pioraria as coisas... ‘’ - Estaria imersa em seus pensamentos, tentando bolar uma estratégia rápida. ‘’- Eu preciso avisar Leo que Lázaro não irá dormir… O escritório não é mais seguro.. Isso, vou falar com ele, ele vai poder me ajudar… Ele é mais velho, experiente, com certeza vai saber o que fazer Cris… ‘’- Seus olhos fitariam a porta para o jardim, olharia para Bianca e com um sorriso diria: - Preciso avisar Leo, ainda sobrou um pouco do remédio? - Se tivesse sobrado, pediria para a garota entregar-lhe, se não seguiria para fora da cozinha.

Os passos estariam mais cautelosos, embora seus passos não fossem suaves como as de um gato sobre os telhados, tentaria não chamar a atenção. Esperava encontrar ninguém em seu caminho até o casebre dos empregados, mas caso alguém a avistasse, se fosse aliado correria e perguntaria a onde Leo estava, se fosse um dos guardas, tentaria levar na conversa e, na pior das hipóteses tentaria correr de seu perseguidor, tentando chegar a um local mais afastado antes de entrar em um combate.

Se o caminho estivesse livre e tranquilo e conseguisse encontrar Leo, Andrew ou o pintor, avisaria sobre o ocorrido, dando detalhes de que a Sra. Duval estava sonolenta e iria se deitar mas que Lázaro ainda estava bem acordado e era uma ameaça a missão. Estaria meio ofegante e cansada por estar sob tanta pressão sob sua cabeça, tudo o que acontecia não era uma situação típica em sua vida, ainda estava se acostumando a todo esse lance de espionagem, infiltração que os revolucionários já estavam acostumados a praticar. - Ele… arff. arf.. O Lázaro não tomou o remédio… Ele ta acordado.. arf arf.. M-mas a mulher dele foi deitar…- Se estivesse se dirigindo a Leo, suas bochechas estariam muito vermelhas e sua voz acanhada, com outro homem estaria apenas envergonhada, mas não eufórica.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptyQui 24 Maio 2018, 22:28

Luizatomita

O desespero recaiu sobre Cris quando a notícia chegou aos seus ouvidos. Com Lázaro acordado. A chance de serem pegos no ato não era pequena, e isso não só arruinaria todo o plano, como os poria em situação de risco. A garota só pensava em avisar Léo, e, após pegar o frasco com o resto do remédio, seguiu até o casebre. Indo pelo lado de fora para não trombar com o Sr.Duval, Cris logo notou que os guardas ainda não haviam voltado, e assim conseguiu prosseguir com relativa facilidade até o casebre, onde encontrou Léo, Poul e Andrew se preparando. Ela tentou botar pra fora todas aquelas informações, mas acabou se embolando, até que Léo pôs suas mãos abruptamente nos o,bros da garota, sem notar suas bochechas coradas ou o olhar desviado - CRIS, CALMA! Se você ficar exaltada, eu vou acabar assim também! Essa não é só sua primeira missão de campo, antes eu apenas cuidava de carregar as coisas e limpar o navio, eu também nunca fiz nada assim. Se a Rebecca não tomou a liderança da missão, é porque ela acredita em você, e eu também acredito, assim como acredito que vamos superar essa situação, ok? Então respira, e vamos pensar juntos - O grupo então começou a pensar, até que Andrew se pronunciou - Porque não tenta por em outra coisa? Ele não deve ficar sem beber nem comer nada por muito tempo - Os olhos de Léo se arregalaram - Espera, é verdade! Considerando a idade dele, logo ele deve ir beber água, ou até mesmo tomar algum remédio. De qualquer jeito eu vou ter que ir cuidar do cano, mesmo que fingindo, então vou ter que deixar isso com você. Poul, Andrew, assim que Cris resolver o problema do Lázaro, vocês sobre, o mais rápido possível, mas sem chamar muita atenção por precaução. Ok todo mundo? - Os dois e tão acenaram em concordância.
Sagashi

Diante daqueles humanos, Golias não conseguiu se segurar e deixou seu discurso escapar por entre seus lábios retorcidos até os ouvidos de quem estava disposto a escutar. A parte de certo momento, mais ou menos quando ele falou sobre o circo, a mulher se ajeitou na cadeira aonde estava, como que se aproximando da lebre, perplexa. Ao final, em vez de receber sua resposta sobre o tipo de pessoa que ela era, recebeu uma resposta diferente - Me da licença um segundo? - Dizia, com impaciência e um toque de decepção na voz, enquanto saía pela porta. Graças a audição privilegiada do Mink, ele conseguiu ouvir a conversa que ocorria do outro lado daquela parede - Kravien, de onde você tirou que ele estava tentando furtar os mapas? - E uma voz masculina respondeu - Sua mão estava perigosamente próxima do meu bolso direito quando eu o notei e nocauteei - Um bagulho como se a mulher acertasse o próprio rosto com a palma aberta se sucedeu - Ele estava atras da sua adaga, imbecil. De acordo com ele, ele era mantido em cativeiro como atração em um circo, e dado o estado dele, acho pouco provável que ele esteja mentindo. Vai lá pegar um pouco de comida para ele - e depois os dois corpos se afastaram com passos em ritmos diferentes.

A mulher logo em seguida retornou a sala, e a primeira coisa que fez ao lhe fazer foi soltar a corrente que prendia o pé de Golias - Peço desculpas, parece que houve um engano por parte de um dos meus subordinados quanto a... Bem, tudo - Ela então voltou a se sentar - Quanto a sua pergunta... Todos temos um pouco de maldade dentro de nós, um lado nojento que não queremos que ninguém veja. O que muda é que alguns sabem reconhecer isso, e assim superar esse lado - Alguém bate na porta, e a moça pega lá uma bandeja, e a entrega a lebre, que vê uma sopa de legumes. Depois de vários dias com dificuldades em arranjar alimentos decentes, a sopa quentinha parecia surrealmente apetitosa - Além do mais, taxar todas as pessoas e, dois grupos é muito simplório, não acha? O mundo é mais complexo que isso, e a maldade nem sempre nasce em corações maus. Muitas pessoas acabam tendo comportamentos duvidosos porque cresceram com uma visão, nunca puderam ver o mundo de outra forma, porque nunca lhes foi dado essa opção Ela para e olha para o nada, como se se perguntando se deveria continuar - Eu vim de uma familia rica e nobre da grand line, quando eu era pequena sempre fui ensinada que era superior aos outros, eu achava que da verdade, achava que estava alheia ao sofrimento dos outros, até que me encontrei com a pessoa certa no lugar certo, que me mostrou como o mundo era de verdade. Desde então eu venho lutando contra o sistema que cria essas ideias, que apoia essas atrocidades, o Governo Mundial. Eu não digo que acabar com o governo acabará com as maldades no mundo, sempre existirão pessoas que se põe acima dos outros, mas culpar as massas por um sistema que impõe estes ideias, é como culpar um leão que matou uma pessoa para comer por estar privado de comida por seus raptores... Desculpe, acho que me empolguei demais. Vou deixar você comer, e se quiser partir, siga o corredor da direita - E então saiu da sala.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptyDom 27 Maio 2018, 10:55

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O coração acelerado, as mãos suando e a voz trêmulas ao ver Leo. As palavras sumiram de seus lábios, e as poucas coisas que conseguira dizer aos homens quando os encontrará foram frases soltas e bem mal construídas. Ao ver Leo, seu coração poderia ter parado de bater, mas não o fez, pelo contrário, sentia como se ele fosse sair de sua goela e correr para bem longe dali. O toque do rapaz fora bruto sobre seus ombros finos, seu corpo era pequeno se fosse comparado ao do rapaz e ao sentir os dedos fortes em seu aperto, olhou para ele com uma feição mais surpresa e de boca fechada e olhos arregalados, ouviu todas as suas palavras.

Idiota, como poderia ser tão ingênua? Se odiou por pensar que todos os seus problemas poderiam ser resolvidos apenas por terceiros. ‘’- Lute, sua covarde… Pare de depender deles… LUTE. - ‘’ As palavras do rapaz a fizera um embrulho em seu estômago subir até sua garganta. Os olhos trêmulos deixaram algumas lágrimas escorrerem pelo seu rosto. Como ele havia falado, ela começou a respirar mais fundo, se acalmando aos poucos a cada sugada de ar que preenchia seus pulmões. ‘’- Tudo dá-se um jeito Cris, vamos encontrar o nosso… - ‘’ Entre todos os pensamentos e ideias, o pequeno Andrew tivera a mais sensata de todas.

É comumente que homens mais velhos provavelmente precise de medicação, embora Lázaro aparenta ser uma pessoa saudável, nunca se sabe se o mesmo tinha o hábito de comer ou mesmo de beber água antes de se deitar. Pensando nisso Cris diria: - Leo, quero que corte o registro de água do segundo andar, Se Lázaro precisa tomar algum remédio e for beber água, não vai encontrar lá, assim seria obrigado a descer para isso, mas como eu acho que ele é o tipo de pessoa que não move um músculo para coisas idiotas, deve pedir para alguém lhe mandar um copo de água, e é ai que essa belezinha entra. - Mostraria o remédio de dormir para eles antes de colocá-lo de volta nos bolsos. - Eu vou encontrar um jeito, esperem por mim! - Diria aos homens ali e sairia na pressa do casebre, olhando para checar se ninguém a havia visto.

Voltaria para a mansão, especificamente na cozinha e falaria com Bianca novamente.- Lázaro toma algum remédio? É comum ele beber água antes de dormir ou algo assim? Precisamos apagá-lo Bianca, nem que seja por deixá-lo bêbado! - Diria com palavras firmes e esperaria uma resposta da mulher.

Se Lázaro tivesse costume de tomar algum remédio ou beber água com frequência, pediria a ajuda de Bianca para chegar até a onde ele tinha seus remédios. - Leve-me com você, se ele perguntar diga que eu fiquei super interessada em conhecer a casa, ele tem uma noção de quem eu sou, se ele perguntar algo a mais, direi que Leo é o meu namorado e enquanto eu o aguardo, fui convidada a te ajudar… Finja que está com o braço dolorido, qualquer coisa, mas não deixe ele perceber o que estamos tentando fazer, mantenha a calma, ok? - Seu tom seria gentil mas ao mesmo tempo confiante.

Caso Bianca não pudesse ajudá-la e soubesse que Lázaro tomasse alguma medicação, pediria a localização dos remédios. - Sabe a onde ele guarda os remédios que toma? O sonífero ainda tem duas doses a serem usadas!- Se a garota dissesse, seguiria para o local com muita cautela para não encontrar ninguém no caminho, especificamente algum guarda. Se alguém a visse e fosse confrontá-la, estaria pronta para persuadir a pessoa da mesma maneira que havia feito com os outros guardas, caso necessário, teria de usar a força, mas isso em apenas nos últimos dos últimos casos.

Se seu objetivo fosse alcançado, colocaria o sonífero em algum dos remédios de Lázaro, dando preferência algum líquido. Se Bianca não soubesse sobre nenhuma medicação, esperaria Leo fechar o registro de água e aguardaria Lázaro pedir por um copo de água ou algo do gênero para colocar uma gota do remédio em seu copo. Aguardaria um pouco antes de subir até o escritório do mesmo, tomando cuidado para não ser vista.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptyQui 31 Maio 2018, 01:49

Crisbella Rhode

Pensando na ideia que Andrew tivera sobre homens mais velhos precisarem de medicação, Cris falava para Leo cortar o registro de água para Lázaro ter que pedir água e assim colocariam o sonífero dentro do copo - Isso pode funcionar! exclamava o homem com a sugestão feita pela jovem. Os homens pareciam se empolgar, mesmo que aquilo ainda não tivesse sido posto em prática e sequer dado certo, talvez apenas estivessem melhorando seu próprio astral para aquela missão. Às pressas a jovem deixava o casebre, se certificando também que ninguém havia visto o que estava ocorrendo por ali, para que não acabasse sendo delatada para Lázaro sobre suas reais intenções. Voltando para dentro da missão, a boxeadora ia até a cozinha para falar novamente com Bianca e desta vez com palavras firmes perguntava para a mulher se o homem tomava algum remédio ou então se era comum ele beber água antes de dormir, já que precisavam apaga-lo de um jeito - Bem, ele geralmente sente sede durante a noite, mas quase nunca me pede por conta de um filtro que fica na torneira lá de cima calmamente a mulher respondia a pergunta feita por Cris.

Não foram precisos muitos minutos de espera para que Leo com certa eficiência conseguisse fechar o registro de água do segundo andar e com isso, alguns resmungos podiam ser escutados - Bianca! Me traga um copo com água! do seu quarto mesmo, Lázaro bradava parecendo estar bastante irritado com aquela situação. A oportunidade parecia cair do céu e sem perder tempo a garota colocava o sonífero dentro da taça antes que a empregada a levasse até o milionário homem - Espero que dê tudo certo tranquilamente a mulher posicionava o copo em uma bandeja e começava a levar até seu mestre que a esperava no segundo andar. Minutos depois, Bianca voltava com a taça vazia - Aproveite essa chance, ele parece estar dormindo agora como uma pedra a mulher comentou quando passou pela jovem. Cris então começava a subir as escadas rumando o escritório de Lázaro, tomando todo cuidado para não ser vista por terceiros e acabar por ali o seu plano. Adentrando a sala, a jovem podia notar um local além de chique muito limpo e organizado, mas não era a hora de admirar coisas que nem lhe pertenciam e sim de buscar os documentos. Nesse mesmo instante alguns passos podiam ser escutados do lado de fora do escritório e iam se aproximando cada vez mais, as opções de Lázaro e Bianca estavam descartadas, talvez Eduardo? Ou então um guarda? Naquele momento muitas alternativas poderiam surgir na mente da moça e com isso ela teria de pensar algum jeito de não ser descoberta, a sorte estava lançada para Crisbella.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptySab 02 Jun 2018, 15:32

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Cris escutou atentamente a voz de Bianca, e ao descobrir que o Sr. Duval geralmente tomava água antes de se deitar, a ruiva dera um belo sorriso. Tudo estava indo de acordo com o plano e enquanto aguardava Leo e os outros irem checar os canos e paralisar a distribuição de água, Cris aguardava na cozinha até ouvir a voz de Duval. Irritado o homem gritou de seu quarto e a ruiva não demorou para usar uma gota do sonífero na taça de água que Bianca preparara. Um suspiro saiu da boca de Cris, seu coração acelerado aguardava o retorno da mulher que subira com a taça adulterada pelo sonífero. Conseguiu respirar normalmente após a mulher voltar e dizer que o homem estava dormindo.

- Ufa… Minha vez. - A ruiva foi em direção ao segundo andar, subindo as escadas com cautela até encontrar seu destino. Tomando cuidado para não ser vista, entrou no escritório de Lázaro e para sua surpresa, o local era tão lindo quanto o restante da casa.- Um dia eu gostaria de ter uma casa bonita assim…- Disse para si mesma enquanto adentrava o local. Não demorou muito para ouvir alguém se aproximar pelo corredor. ’’-AH meu Deus, preciso me esconder!-’’ fora o primeiro pensamento que viera a sua mente.

Cris olharia ao seu redor, procurando um local seguro para se esconder, talvez embaixo de uma mesa, mas esse não seria o local ideal, já que a pessoa poderia justamente ir para ali, olharia mais, se tivesse algum armário, iria se esconder nele, caso não houvesse, seria ou em baixo de uma mesa, atrás de uma cortina, algum lugar discreto e a onde se sentisse segura. Se conseguisse se esconder, ficaria quieta, imóvel, aguardando a pessoa do recinto sair. Tentaria ouvir a voz da pessoa, se soasse familiar, tentaria espionar da onde estivesse para ver quem era. Se não, continuaria parada, prendendo a respiração.

Caso algum guarda a encontra-se reagiria por instinto, tentando atacar a pessoa, nocauteá-la com um soco de direita para que a tal desmaiasse, se fosse agarrada, imobilizada, espernearia, morderia o braço de seu raptor na tentativa de sobreviver, usaria todo o seu corpo e suas habilidades para isso.

Se a pessoa fosse um aliado, sairia do local a qual se esconderia e falaria com ela. - Poxa vida! Você me assustou! - Sorriria com a mão direita sobre o peito, sentindo o coração palpitar de nervosismo. - Venha, me ajude a procurar o livro caixa! - Diria para a pessoa antes de começar a revirar o local em busca dos documentos, procurando os livros de contabilidade, papel e caneta para a carta falsa, procuraria também documentos assinados por Lázaro ou sua esposa para a assinatura falsa.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptySeg 04 Jun 2018, 01:52

Crisbella Rhode

O momento se tornara um tanto desesperador e o primeiro pensamento que viera na mente da jovem fora de se esconder em algum lugar seguro para não ser descoberta. Apesar de não parecer o local ideal. ficar atrás da cortina parecia a única alternativa da jovem, já que mesa era um pouco alta e assim facilitava a visão de quem a via por cima. Cris então se escondia atrás do véu, permanecendo ali por um tempo imóvel e calada para que não deixasse indícios para quem se aproximava da sala - Onde será que aquela chave se meteu hein? antes de entrar o local uma voz grossa podia ser escutada pela jovem - Talvez o senhor Lázaro guardou ela por aqui ele abria a porta calmamente, enquanto ainda conversava consigo mesmo ou então o pobre coitado estava pensando alto demais. Não demorou muito para que o homem perceptivo notasse um volume excessivo próximo a janela e se aproximasse lentamente para verificar o motivo - Que estranho, nunca havia visto uma cortina assim o momento da descoberta da jovem ali estava próximo e o guarda se preparava para puxar a cortina.

Com um rápido movimento Andrew conseguia certeiramente atingir a cabeça do homem e o levar até o chão num baque surdo. Poul chegava logo atrás do companheiro e não entendia praticamente nada da situação em que estavam - Esse sujeito quase descobriu a Cris e antes que o fizesse dei uma cacetada nele com a cadeira rapidamente ele explicava o movimento que havia feito e também a cadeira que colocava em seu lugar logo em seguida. Depois do pequeno incidente com o guarda eles estavam prontos para procurar por tudo o que precisavam, assim Cris chamava a dupla para ajudá-la a encontrar os livros de contabilidade, papel e caneta para carta falsa, além de um outro documento assinado por Lázaro ou sua esposa para que replicassem a assinatura dos magnatas. Os livros de contabilidade ficavam na gaveta trancada da mesa do escritório, já o papel estava sobre a mesa juntamente com a caneta e o documento que precisavam para dar início ao processo de falsificação da carta em que Duval perdoava a dívida de seus funcionários - Façamos agora nossa mágica Andrew tomava em suas mãos tudo o que precisava - Cris, fique de olho para ver se não vem ninguém atrás do guarda caído ele alertava a jovem para que ficasse de vigia, enquanto o garoto começava o processo para abrir a fechadura. Tudo aquilo levaria algum tempo, talvez era exatamente o que precisavam para não serem pegos em flagrantes ou então menos do que esperavam e assim teriam de fazer em totalidade o que estava em seu alcance para não serem descobertos pelos guardas de Lázaro.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptyQua 06 Jun 2018, 21:07

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
As mãos trêmulas e a respiração ofegante deixava bem claro seu sentimento: Medo. A cortina, seu novo abrigo era estreita demais e poderia facilmente em encontrada ali. Não tinha outras opções no momento se não fechar bem a boca e tentar controlar a respiração. A voz não era familiar, era a voz de um homem. Um guarda? Provável. Agarrou o tecido a sua frente, rezando para que o mesmo não notasse nada, até que o ouviu comentar a respeito da cortina.  O coração disparado fizeram os dedos das mãos se fecharem em punho, pronta para dar um soco de direita no guarda até ouvir o corpo pesado do homem ir ao chão.

Cris saiu de trás da cortina, pronta para um ataque até avistar o garoto Andrew a sua frente. Em um instinto, levou a mão ao peito enquanto suspirava, tentando pegar o ar que lhe faltava. Precisava se concentrar e ao olhar para porta, avistou Poul adentrando o recinto. Procurava o livro caixa mas não havia encontrado-o. Deduziu que o mesmo estaria na gaveta trancada da qual Bianca uma vez havia comentado e logo Andrew pois-se a abri-la.

As palavras do garoto a respeito da demora eminente fez Cris aproximar-se ia da porta. Trancaria a mesma por dentro caso houvesse uma chave, se não, olharia ao redor, procurando outras portas e janelas, abriria as janelas caso houvesse, pois se algo desse errado, uma rota de fuga não faria mal, assim como outras portas que trancaria da mesma maneira que a principal se ali estivessem. Estaria de olhos e ouvidos atentos a tudo o que se passaria ao seu redor no máximo que conseguisse, respirando fundo para se acalmar e se concentrar.

Caso alguem aparecesse e pudesse ser uma ameaça eminente a ação, fecharia a porta e diria a todos para se esconderem ou partirem pela janela aberta. Se não, continuaria a observar, aguardando os dois prepararem os documentos. Em sua mente, estaria pensando em outras soluções. Mesmo que Lázaro pudesse perdoar as dívidas dos funcionários que já estavam ali com aquela carta, nada o impediria de contratar novas pessoas e continuar seu legado de maus tratos. - Um homem poderoso é um homem com dinheiro… Precisamos acabar com tudo isso. - Diria a Poul se conseguisse, sussurrando a sua ideia para ver se ele concordava consigo em mudar as informações do livro caixa para que Lázaro perdesse uma parcela de seu dinheiro ou ele todo se fosse possível.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptySab 09 Jun 2018, 09:23

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Com o aviso dado por Andrew, a jovem se aproximava da porta em uma tentativa de tranca-la  e assim ganhar mais algum tempo. A sorte parecia não estar sorrindo para Cris, já que não havia nenhuma chave  ali por perto forçando a boxeadora a olhar o seu redor procurando outras portas e janelas. Logo a ruiva tratava de abrir a janela, pois se algo desse errado teriam uma rota de fuga dali e também ela se mantinha atenta para qualquer movimentação do lado de fora do escritório feita por alguns dos guardas da mansão - Quase lá Andrew parecia estar tendo dificuldade, mas aos poucos conseguia contornar a tensa situação que estava no momento - Finalmente após terminar o serviço o garoto pegava o livro caixa e o colocava sobre a mesa próximo a Poul que terminava a carta - Agora só falta você no chão mesmo Andrew se acomodava, enquanto observava atentamente o trabalho realizado pelo companheiro.

Cris começava também a pensar em outras soluções e assim chegara a uma ideia que poderia dar certo evitando que mais empregados acabassem com dívidas grandes como os anteriores. Sussurrando para Poul a jovem dizia que um homem poderoso era um homem com dinheiro e se eles mudassem as informações do livro caixa fazendo com que Lázaro perdesse todo o dinheiro que possuía - Vamos acabar com ele por agora, essa gente deve adorar todo o dinheiro que possuem e talvez se ficarem sem vão aprender alguma lição o pintor começava a alterar as informações no livro caixa. Era nesse momento que mais passos podiam ser escutados pelo trio, desta vez poderiam ter certeza que eram dois guardas, já que conversavam sobre algo e pareciam até saber que o grupo estava ali - Vem, vamos empurrar a porta para segurar os guardas Andrew fazia um sinal para a jovem enquanto colocava perto do umbral a cadeira em que Poul estava sentado. Logo as batidas fortes proporcionadas pelos homens atingiam a porta - Sabemos que estão ai! um dos guardas bradava para o trio. Quando estavam próximos de arrombar a porta literalmente a porradas, Poul terminara de alterar o livro caixa e o guardara novamente dentro da última gaveta - Agora só nos resta pular pela janela Poul era o primeiro a sair dali se jogando pela janela até o gramado. Cris vinha logo em seguida e por fim, Andrew era o último, porém ao analisarem melhor estavam cercados por um total de 10 guardas e assim a situação se tornava mais uma vez tensa

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 5 EmptyTer 12 Jun 2018, 23:11

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O coração disparado parecia que iria saltar do peito da jovem ruiva ao ouvir a voz dos guardas. O trabalho estava feito, Poul e Andrew conseguiram alterar o livro caixa com êxito e nisso, apenas a janela era a opção de fuga para os desesperados. Saltou do primeiro andar, sentindo os músculos e os ossos tencionam com o impacto, quase caindo. Seu equilíbrio não um dos melhores, mas ao menos tentava se equilibrar após a queda. A carta encontrava-se com Poul, precisavam entregá-la ao banco para que as dívidas fossem contabilizadas como pagas pelo empresário charlatão do Duval, porém um empecilho estava entre a garota e a saída daquela mansão.

Os dez homens estavam cercando os três, os batimentos cardíacos rápidos e assustados, o sentimento de medo via a tona em seu ser. Sabia que não poderia lutar contra todos eles, não sem causar uma grande confusão e isso era o que ela não queria, a missão precisava fluir, sem levantar suspeitas. As bochechas coradas e o olhar tímido estavam consigo, estar no meio de tantos homens assim a deixava extremamente desconfortável. Não estava com sorte, nenhuma mesmo.

Analisaria a situação, precisava usar de suas mentiras se quisesse sair daquela. Respiraria fundo e andaria para mais perto dos homens, procurando se um dos guardas anteriores que a arrastaram para fora da mansão e roubara-lhe o creme das mãos estivesse presente. Se eles estivessem, ou apenas um dele, dirigiria-se a ele. - VO-VOCÊ! Tem ideia do problema que me causou? - A voz brava acompanhariam seus olhos de desaprovação. - Aquele creme era um ‘’presente’’ da Sra. Duval para uma rival dela e você estragou metade do pote!! Tem noção do esporro que ouvi daquela mulher? - Pegaria o creme em mãos e colocaria a frente da cara do homem. - Agora eu tenho de ir lá, acompanhada desses dois aqui, porque eu não podia andar sozinha aqui por causa de vocês, e pior! - Pegaria a carta da mão de Poul - E pior, agora o Sr. Duval quer que eu trabalhe para ele como garota de recados!! Tem noção disso? Meu namorado lá em cima, arrumando aquele bando de canos e o Sr. e a Sra Duval dormindo após tomarem calmantes pros nervos da confusão causada por um mísero creme! - Cruzaria os braços, olhando para os guardas.

- Vão me deixar passar ou não? Tenho trabalho a fazer, vocês deveriam ir lá em cima ajudar um amigo de vocês que infelizmente, tentou me agarrar enquanto eu preparava mais creme para a inimiga da Sra. Duval! - Olharia para Poul e Andrew, esperando que ambos concordassem com suas palavras. Usaria de sua voz para persuadir e mostrar sua indignação aos homens.

Se algum guarda insistisse em não deixa-la ir, reforçaria que os patrões estavam de saco cheio e que incomodá-los os deixaria de mais mal humor ainda. -  Eles dois f-foram dormir, putos da vida, especialmente a Sra. Duval, que me pediu para levar o creme em segredo, já que, não é bom uma mulher como ela ter uma reputação arruinada por ciúmes de um homem como Lázaro né mesmo? Vocês homens jamais entenderiam o ciúmes de uma mulher. - Olharia para todos eles antes de dar um sorrisinho. - Talvez se forem casados devem saber, o que é a fúria de uma mulher ciumenta né mesmo? - Tentaria avançar para fora do círculo dos guardas, se a deixassem passar, sairia da mansão sem olhar para trás, prendendo a respiração antes de cruzar o portão.

Caso algum guarda não acreditasse em sua mentira e tentasse tocá-la, seria firme, afinal, lidar com homens abusivos era algo que ela estava acostumada por sua beleza, mas que a deixava sempre sem graça. - S-Sério mesmo? Com uma dama? Pode perguntar a todos os funcionários daqui, eu não sou ladra e muito menos baderneira, estão cometendo um grande engano. - Usaria um pouco de seu charme na voz se possível, embora fosse tímida e sem graça, era uma questão de vida e morte, sua respiração seria lenta, absorveria o máximo de ar para se acalmar, fazia isso por todos, eles eram mais importantes que suas mãos suadas e rosto corado, embora eles estivessem ali. Soaria e aparentaria estar indignada com a situação, o que de fato não era uma mentira, já que ela havia sido muito mal tratada pelos dois homens que ficavam no portão de guarda.Se ainda não convencesse os guardas, abriria o selo da carta, mostrando o papel para todos ali. -Ele assinou aqui! E tenho trabalho a fazer, s-sério que querem que eu reporte a ele quando acordar que seus guardas desobedeceram suas ordens? Eu estou trabalhando apenas! - Com a expressão séria no rosto diria.

Se alguém a questionasse do porque ela iria entregar tais documentos e não apenas um guarda comum, responderia: - Ahh... Porque será né? Será que é porque eu sou a única pessoa não maltrapilha e uniformizada depois dos donos dessa casa? - Passaria a mão sobre o próprio corpo, mostrando suas roupas, que entre os funcionários provavelmente era a mais bem cuidada dali, daria um sorriso e junto a ele, uma pose mostrando a beleza de seus olhos para os homens.

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