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Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - Em busca da sereia perdida

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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyQua 04 Abr 2018, 10:54

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
A menina suspirou em alívio após Rebecca atender seu pedido de conversar em um local mais reservado. Informação como aquela não podia ser dita em público, o risco era alto demais para ser tomado. Em passos calmos, os três se dirigiram para uma sala reservada no navio. Rebecca pegou uma maçã que estava ali dentro de uma caixa. Não seria nada mal um lanchinho naquela hora, mas mesmo com o estômago faminto, Cris se concentrou para contar toda a história aos dois.

E enquanto o fazia via as reações de Leo e Rebecca. O garoto tossiu fortemente, incrédulo com a informação. Na mente de Cris a tosse poderia ser algum aviso de que ele não estava muito bem, o aconselharia a procurar um médico após a conversa. Rebecca por sua vez parou de comer a maçã enquanto refletia sobre a informação dos Dragões Celestiais. Os dois olharam um para o outro até Rebecca quebrar o silêncio.

Os dois discutiram a respeito da história passada pela ruiva, se ela seria de confiança. Chegaram a conclusão que sim, alguém como Adrian teria informações privilegiadas por estar dentro da marinha, sendo assim ambos concordaram que a garota tinha embasamento no que falava. Crisbela continuou a explicação que após sua finalização, deixara um ar tenso dentro da sala. Especialmente em Rebecca que parecia pensativa.

A garota dos cabelos rosas logo começara a falar. Suas palavras eram firmes e faziam Cris refletir sobre o caso de Mirana. Realmente uma sereia sozinha em uma pacata ilha era um alvo muito fácil de se conseguir, mas isso não justificava o sequestro. Aos poucos, quanto mais ouvia das capacidades e atrocidades que os ditos Tenryuubitos ou Dragões Celestiais podiam cometer mais Cris cerrava seus punhos de raiva.

Abaixou a cabeça e seus olhos se encheram de lágrimas. Estava com raiva, raiva de se sentir impotente, raiva do mundo ser cruel e dos ditos ‘’deuses’’ serem apenas demônios que se divertiam com o sofrimento alheio.  Como poderia existir pessoas capazes causar tamanhas tristezas as outras? Não conseguia imaginar como isso era possível, em sua inocência até infantil, não sabia como alguém com tanto poder só pudesse usá-lo para o mal.

Respirando fundo ainda de cabeça baixa, Cris ainda estava ouvindo as palavras de Rebecca que logo começara a falar a respeito do Exército Revolucionário.  Em suas memórias, Cris aprendera que os revolucionários eram a escória do mundo, piores até que os piratas, pois ousavam ir contra as vontades dos ‘’deuses’’. De fato, na mente das pessoas, deuses deveriam ser obedecidos, respeitados, mas não na cabeça da ruiva. Para ela, os ‘’deuses’’ deveriam ajudar as pessoas a terem uma vida melhor, a serem boas, mas a corrupção havia tomado conta do coração dos homens.

A ganância de poder, de dinheiro, de posses, havia envenenado a raça humana e aqueles que em seu poder se afogaram, levaram junto pessoas que poderiam até ser boas, mas que seus corações agora eram manchados de podridão. O Governo, a marinha… No fundo, estava podre e infectando a beleza do mundo, sua liberdade.

Em sua mente, não se importava em ser chamada de escória, de ter seu nome manchado, de ter seu sonho de ser atriz, de cantar e viajar pelo mundo destruído. Sua vida já havia sido rasgada ao meio na noite em que Mirana fora levada. Se os revolucionários pudessem ajuda-lá a encontrar a sereia, não se importaria de se juntar a eles. Embora não se sentisse forte o suficiente para isso.

O punho direito cerrado de Cris logo se voltara a uma caixa de maçãs. Cris daria um soco na mesma, não com intenção de quebrá-la. Apenas para descontar a raiva que estava sentindo após toda a explicação. Olharia para Rebecca, seus olhos em lágrimas, mas desta vez não seriam lágrimas de tristeza, seu gosto era mais amargo, seriam lágrimas de ódio.


- Sei que sozinha não posso ir muito longe… Infelizmente sou apenas um passarinho numa gaiola de ouro, não sou boa em muitas coisas, mas sei que… Eu farei o que for preciso para que isso acabe, para que eu possa libertar minha amiga... Não só ela, libertar o mundo de falsos deuses. - Seus olhos estariam confiantes.  - Mesmo que seja, um passo de cada vez, eu vou encontrá-la, não posso permitir que pessoas assim brinquem com a vida e a liberdade das outras!- Ainda olhando para Rebecca, perguntaria: - O que eu preciso fazer para ser uma revolucionária? Enxugaria as lágrimas em seus olhos.

Estaria a disposição de Rebecca e Leo, embora não se sentisse apta o suficiente para ajudar em algo tão grandioso, Cris estaria disposta a dar um passo de cada vez em sua jornada, deveria se focar no agora, nas coisas que tinha de cumprir. Em um lapso de memória, lembraria de seu dinheiro roubado, era algo que precisava fazer também, muitas coisas a serem resolvidas até antes do embarque para Loguetown.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptySab 07 Abr 2018, 22:05

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Aquelas informações entravam ásperas pelos ouvidos de Cris. Por mais que ela tivesse uma visão ruim sobre a marinha e governo, ela não imaginava que crueldades daqueles níveis eram toleradas e até incentivadas, por aquelas organizações corruptas. Cris se enfureceu, se entristeceu, se sentiu imponente... Era como se ela fosse uma naufraga em um mar de escuridão, um mar de dor e sofrimento. Entretanto, as palavras seguintes de Rebeca chamaram a atenção da garota; embora El tivesse aprendido outra coisa sobre revolucionários, aquilo fazia tanto sentido que era impossível simplesmente se negar a creditar, Cris se sentiu como se houvesse achado uma ilha no meio daquele mar, com outros náufragos. Sozinhos não poderiam fazer nada, mas juntos poderiam achar um jeito de cruzar aquele mar. Sozinha, ela não poderia fazer muito, mas com os revolucionários, poderia salvar Mirana, e muito mais.

Depois daquilo tudo, Cris não tinha dúvidas, sabia que queria se juntar aos revolucionários, precisava se juntará aos revolucionários. Quando essas palavras finalmente saíram da boca da garota, Rebecca a encarou por alguns segundos. Cris, vendo aquele olhar, por um instante ficou paralisada, sem saber o que fazer. Ela estava começando a achar que tinha dito algo errado, quando a mulher começou a rir. A risada era suave e mais fofa do que esperava para ela, e quebrou a tensão que havia surgido na sala - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, então acho que devemos nos apresentar novamente. Eu sou Rebecca Bynn, Major do Exército Revolucionário - Ela então estendia a mão para cumprimentar Cris - E você agora é minha mais nova recruta. Muito prazer e bem vinda a bordo - Dizia, com um sorriso. Com esse assunto resolvido, só havia mais uma coisa a que a garota precisava resolver, seu dinheiro roubado - Leo, enquanto Cris e eu te procurávamos na cidade, ela foi roubada. É sua responsabilidade agora ajudar ela a resolver esse problema - Ele abrigou a boca para retrucar, mas desistiu - Entendido... Mas isso significa que eu fico livre de ajudar a trazer o resto da carga pro navio? - Ela se dirigiu para fora da sala - Está livre do trabalho durante a ajuda, mas não da responsabilidade. Se eu souber que ficou enrolando para evitar trabalhar, eu farei questão que todas as tarefas em alto mar seja sua responsabilidade - Okay... Err, agora somos nós dois, né? - Dizia ele para Cris, saindo da sala com a garota.

Depois de sair do barco, Léo começou a percorrer as ruas de Shells Town. Cris não sabia ao certo o que ele pretendia, até se pronunciar - Se pretende tentar achar a pessoa que te roubou, eu sei o lugar certo para ir. Conheço uma pessoa que pode ter a informação que precisamos, mas não tenho certeza se ele aceitará ajudar. O nome dele é Tom, dono da única taverna da ilha. Ele não tem o costume de ceder informação fácil, então talvez tenhamos que oferecer algo em troca ou, bom, torcer para que ele esteja em um dia bom - Terminava, com uma rápida risada. Depois de mais um quarteirão a garota finalmente viu o destino, uma grande taverna de dois andares, com uma placa com os dizeres "Grand Drinks" na frente. Cris se lembrava de já ter passado por ali muitas vezes, mas nunca dera muita atenção àquela taverna ali. Adentrando no lugar, era possível ver vários tipos de pessoas ali, a maioria bebendo. Léo passou direto pelas mesas e seguiu para o balcão, onde era possível ver um homenzinho bem pequeno que provavelmente estava em cima de um banco, para poder olhar no olo das pessoas através do balcão. Ele estava sem camisa, o que não tornava a vista muito agradável, mas ao menos era uma visão suportável, por assim dizer - Tom! E ai, meu chapa, quais são as novas? - Dizia, se sentando em um banco de frente ao balcão - Pra você? Só que dessa vez não vou te ajudar em nada. Quando eu te falei do Jonny, não esperava que você fosse arranjar confusão. Além do mais, nunca te vi comprando nada daqui - Léo suspirou e puxou alguns berries do bolso - Pô, chefia, você sabe o que aquele cara fazia, queria que eu fizesse o que? Me vê algo sem álcool para beber - Tom olhou Léo de cima abaixo, depois reparou em Cris e também a avaliou. Em seguida, ele pegou o dinheiro, saiu e voltou com uma garrafa de suco de caju Eu vou ouvir o que quer saber, dai penso se respondo.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyDom 08 Abr 2018, 16:22

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Cris seria por alguns instantes a campeã de um jogo de estátua, afinal, suas pernas, seus braços, sua mente conseguia apenas ver os olhos de Rebecca que a analisava friamente. ‘’-Caramba, será que eu disse alguma besteira? Não pode ser...’’ - Pensava.

Paralisada por instantes, dera um passo para trás ao ouvir a audível risada da mulher. O coração de Cris disparou, tomou um susto com aquela risada, de fato, não esperava aquilo, realmente não esperava. Colocou a mão sobre o peitoral e em um suspiro, flexionou um pouco os joelhos, quase agaixando enquanto se recuperava do susto.

- ...Eu sou Rebecca Bynn, Major do Exército Revolucionário - Os olhos de Cris arregalaram-se e ela voltou a encarar a garota. - M-Ma-MAJOR?? Que incrível!- Incrédula, dissera um pouco alto. Pelo que entendia sobre patentes em geral, Cris sabia que ser Major não era pouca coisa, ficou surpresa e admirada também, Rebecca realmente era incrível!

- E você agora é minha mais nova recruta. Muito prazer e bem vinda a bordo. - Boquiaberta, Cris observou Rebecca lhe estender a mão, sem delongar, pegou na mão da mulher, cumprimentando-a. - O-Obrigada por me aceitar, me esforçarei o máximo, não vou desapontá-la! - Os olhos de Cris eram confiantes. Embora tímida, Cris estava aos poucos se apegando a garota que agora ela nutria um respeito e admiração muito grande. Se perguntava se um dia, poderia ser tão incrível quanto ela.

Agora era uma Revolucionária. Sua mãe, Elizabeth Rhode com certeza não ficaria nada orgulhosa disso. Embora a gueixa nunca fora simpatizante da marinha, simpatizava ainda menos com os revolucionários. Talvez fosse algo de sangue, Crisbella não sabia quem era seu pai, talvez seu desejo de mudar o mundo, estivesse em seu sangue herdado dele.

Logo após o recrutamento, Rebecca pediu para Leo ajudar a ruiva em sua missão de recuperar o dinheiro. Era algo importante e Cris não tinha muita afinidade com Leo ainda, acabara de conhecer o rapaz. Sendo assim, sua presença deixava Cris com as bochechas coradas, envergonhada. Precisava se comunicar melhor com o rapaz para poder não sentir tanta timidez perto dele. Leo tentou fugir um pouco de seus afazeres por ajudar Cris, mas Rebecca tinha pulso firme e pediu para que ambos não demorassem muito, afinal o navio ainda precisava ser totalmente carregado.

- Okay... Err, agora somos nós dois, né? - Leo dissera enquanto ambos se dirigiam para fora da sala. - U-Uhmm… O-Obrigada por me ajudar… Se precisar de ajuda com o carregamento, vou ficar feliz em retribuir a gentileza que está fazendo por mim. - Cris dissera com um sorriso tímido no rosto. A garota não gostava de causar problemas e, precisar de alguém para ajuda-la em algo, seria como criar um problema para outra pessoa também resolver. Ficaria feliz em ajudar Leo, embora as caixas e barris fossem pesadas demais para a magricela carregar sozinha.

Com passos calmos, Cris seguia Leo, andando sempre um pouco atrás do rapaz. Reparava na cor do cabelo dele e nas costas largas. ‘’É um exemplo muito bom da espécie’’. Ela dera uma pequena risadinha ao lembrar dessas palavras que sua mãe costumava a dizer sobre garotos bonitos. Quando percebeu, Leo se voltava a ela, explicando parte de suas intenções. Cris ouviu atentamente as palavras dele.

Pelo que sabia, Tom não simpatizava muito com as gueixas da cidade, lembrou-se de uma vez o que sua mãe comentava a respeito de Tom, ela dissera que adorava algumas bebidas que ele tinha de fabricação própria. O mundo é realmente estranho, como pode uma garota tão delicada e humilde ser filha de uma meretriz apaixonada por presentes caros e bebidas alcoólicas? Elizabeth era o tipo de pessoa que tinha sangue no sistema alcoólico.

Andava atrás de Leo até chegar a taverna. O local era conhecido por todos na cidade, Cris como não conseguia encarar homens facilmente, sempre evitou de entrar ali, pois era um ’’point’’ de marinheiros procurando bebidas e confusão. Rezando para nenhum homem aborda-la, Cris adentrou o local seguidamente de Leo. Andava meio encolhida e receosa, tinha medo de que alguém viesse falar com ela.

Enquanto se aproximava do balcão, sua postura voltava ao normal e quanto mais perto das pessoas ela passava, mais ficava perto de Leo, quase chegou a segurar no braço dele, quase. Atrás do grande balcão havia um homem baixinho e despido de uma camisa. A visão não era agradável, o homem parecia chulo para Cris, mas as aparências enganam.  Leo como um bom cavalheiro tomou a iniciativa de falar com o homem.

Os dois discutiam algo que Cris não entendia, provavelmente alguma missão antiga a qual Leo aparentemente fracassara, pobrezinho. Cris estava quietinha ao lado de Leo, quando Tom a encarou, analisando-a, Crisbella dera um belo sorriso para ele.

Leonardo pediu uma bebida não alcoólica, Cris imediatamente pensou em duas possibilidades para isso. Primeira, Leo poderia não ser tolerante ao álcool e assim não bebia. Segunda, ele precisava trabalhar após a pequena aventura dos dois, sendo assim, não poderia se dar ao luxo de beber, Rebecca poderia ficar brava com ele.Independente das opções, Tom olhara para ambos e dissera: - Eu vou ouvir o que quer saber, dai penso se respondo. - Com essas palavras, Cris tomaria a iniciativa. Tentaria falar com convicção. Beliscaria o braço levemente para se concentrar, precisava falar sem gaguejar, se concentraria para falar com o homem. Tudo dependia disso, respirando fundo ela começaria a falar:

- Estou a procura de uma pessoa, gostaria saber se o senhor pode me ajudar. - Diria com um sorriso gentil, falaria do modo mais gentil que pudesse, tentaria apelar pro lado sentimental do homem, afinal, Cris sempre confiava no que havia de melhor nas pessoas, era apenas necessário despertar a bondade, até mesmo nos corações mais fechados.

Delicadamente, ela sentaria ao lado de Leo. - A algum tempo eu esbarrei com um garoto na rua e deixei cair um objeto importante. Infelizmente eu acho que o garoto o achou e pegou para si. Gostaria de saber se você conhece um menino que tem uma tatuagem de Espada, aquele naipe do baralho, no rosto… - Abaixando a cabeça com um olhar tristonho, ela pegaria a concha brilhante de seu bolso e mostraria a Tom. - No momento isso é tudo o que eu tenho… Eu a consegui hoje de manhã na praia… Um marinheiro chamado Thor me dera, ele era bem forte e alto, parecia uma montanha! - A garota daria uma risadinha e olharia de volta para Tom.

Esperaria para ver a reação do homem. A pessoa que citara ter-lhe entregue a concha seria Hamaku Thor, embora essa fosse a ideia que a garota gostaria de passar, só responderia perguntas bem direcionadas e de forma ambígua, como dizendo que não sabia o sobrenome do homem e se fosse questionada  a respeito da aparência dele, descreveria pouco, somente coisas aproximadas do que ela sabia sobre ele, sua desculpa seria que estava muito envergonhada com os cortejos de Thor  para não notar tanto em sua aparência. - Ahh ele era forte… E-eu não sei descrever certinho… Ele estava me cortejando e eu fiquei tão sem graça que mal pude perceber esses d-detalhes. - Diria sorrindo com as mãos nas bochechas rosadas de vergonha, Cris pareceria uma garotinha apaixonada por sua face fofa e a candura, mas estava apenas tímida mesmo. - Não sei quando vou encontrá-lo de novo, mas ele me deu essa concha em sinal de carinho por mim… Ela é linda não é?  

- Resumindo, eu não tenho nada de valor a não ser essa concha, embora Thor fique chateado se eu troca-la com você pela informação. - Não queria perder a concha, mas não tinha escolha, precisava da informação.

Se questionada a onde conhecera Leo, responderia: - Ah e-ele? Nos esbarramos agora a pouco e para se desculpar dissera que me pagaria uma bebida. Quando eu disse que precisava de alguém muito inteligente e com ótimas bebidas, ele me trouxera aqui. Mas não imaginei que tomaria um suco... - Em uma risada, olharia para Tom. - Me vê um rabo de galo p-por favor ou qualquer coisa destilada que você tiver, já que ele vai pagar mesmo. - Sorriria para Leo e daria uma leve piscadela com o olho direito para ele. Seria simpática com Tom. - É um desperdício não é? Um jovem robusto não apreciar uma boa bebida alcoólica. -

Se Tom lhe entregasse o drink, o pegaria com movimentos suaves, levaria até os lábios e tomaria a bebida. Se fosse de qualidade, elogiaria a mão de Tom por servir uma ótima bebida. - Perfeito, sabes agradar o paladar de uma dama. - Sorrindo, tomaria o restante da bebida antes de se voltar para ele sorrindo. - É uma bebida melhor do que as que as gueixas servem... De fato o senhor tem uma mão muito melhor que elas para isso. Os anos de experiência realmente o fazem o melhor da ilha. - Já havia bebido as batidas delas várias vezes.

Caso o homem não aceitasse ou não se convencesse da história de Thor, ofereceria a ele seus braços para ajudar a limpar a taverna, servir mesas e a trabalhar ali por uma noite após conseguir recuperar o dinheiro. - Bom então o senhor aceitaria uma garçonete por uma noite? Eu posso conseguir alguns clientes para o senhor, aposto que eles adorariam uma ruiva lhes servindo.  


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyQua 11 Abr 2018, 21:59

O Escravista

Cris se sentia acanhada naquela situação. Em um bar, conversando com dois homens, e com vários outros que não sabia se a observavam ou não. Era uma situação difícil para alguém com tamanha timidez como ela, mas sabia que precisava de resultados ali, se quisesse reaver sua bolsinha e seu dinheiro. No início, Tom ouvia a moça com uma expressão de tédio, como se fosse só mais um problema dos outros que queriam que ele resolvesse, mas foi só a garota mencionar Thor que o homenzinho quase pulou do banco ao qual se apoiava. Tom começou a ouvir com os olhos e orelhas arregalados, e, no meio da "explicação" da garota, murmurou consigo mesmo - Aquele velho dando em cima de jovens, sinceramente... QUER DIZER! Por favor, não diz para ele que eu disse isso - E voltou a ouvir a explicação. Em determinado instante, enquanto explicava sua mentira, Cris se pegou olhando para o lago, para Leo, e o viu a encarando. Ele possuía um sorriso bobo que misturava apreensão pela mentira de Cris e diversão, por estar achando engraçado Tom acreditar naquilo. Por sorte, o barman parecia concentrado demais na garota e em sua explicação para dar atenção a Leo.

Cris estava receosa com o caso de Tom se negar a ceder informação, mesmo com a mesma oferecendo a concha, mas o mesmo tossiu para limpar a garganta e se pronunciou - Eu não tenho utilidade para uma concha, não precisa oferecer. Além do mais, dada a, err, situação, não me incomodo de ceder algumas informações básicas. O único garoto que conheço dessa ilha que possui um símbolo de espadas no rosto se chama Andrew, e se pretende ir atrás dele para recuperar o item roubado, sugiro que desista. A essa hora ele já deve estar nas propriedades de Lázaro - Leo franziu o cenho - Lázaro? É o pai dele? - O barman suspirava - Antes fosse. Lázaro é um mercador rico que vive no centro de Shells, dizem ele costuma gerar prejuízos a si mesmo e por a culpa em seus empregados e pessoas que ele não gosta, para os fazer ficar com dívidas exorbitantes com ele, e os tornar quase que escravos por divida. Faz anos que ele não paga nenhum dos seus serviçais, pois os mesmos devem milhões de berries para o mesmo, e ele simplesmente retira o suposto salário da dívida. Os empregados, por não terem dinheiro, acabam morando em casebres nos fundos da casa dele. Mas independente de isso ser apenas boatos ou não, a realidade é que ele contribue para os cofres do governo com generosas doações, e deste modo recebe vista grossa e apoio em tudo que fizer. Se ele disse que você o deve, ou você trabalha pra ele ou recebe um belo cartaz de procurado direto das imprensas do governo - Ele para de falar por alguns segundos, mas então se toca - Ah, droga, eu falei demais. Enfim, o garoto. O pai dele trabalha de dívidas para Lázaro, e até onde sei, ele furta pela cidade para tentar ajudar a pagar as dívidas do pai. É bem triste, mas sinceramente, não é da minha conta. Eu preferiria me manter afastado daquele lá para evitar passar o resto da vida trabalhando sabe-se lá aonde - Terminava o homem, antes de ir atender outros clientes. Leo possuía uma expressão abalada no rosto, e logo se aproximou de Cris para sussurrar com ela - Cris... Isso é pior do que imaginávamos, Rebecca precisa saber disso - Dizia ele, com determinação nos olhos - Tom disse que Lázaro mora no centro, eu vou tentar entrar em contato com a chefa e te sigo enquanto você busca a tal casa, tudo bem? - Dizia ele, levantando levemente o pequeno caracol de seu bolso, o baby den den mushi com o qual ele ligara para Rebecca anteriormente.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyQui 12 Abr 2018, 11:58

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Thor, o grande líder do QG de Shells Town era um homem muito respeitado pelos marinheiros e temido pela população em geral. Até mesmo a ruiva possuía certo receio de seu comando a punhos de ferro na ilha, mas não como Tom. A garota arregalou os olhos ao ver que o baixinho quase deu um pulo de sua cadeira ao ouvir as palavras dela. - Aquele velho dando em cima de jovens, sinceramente... QUER DIZER! Por favor, não diz para ele que eu disse isso - Cris deu uma pequena risadinha após ver a reação do homem,   - Tudo bem, não se preocupe. - Suas palavras gentis e seu sorriso ainda estavam ali. Notou o quão Tom estava receoso com isso.

Guardou a concha de volta no bolso ao ver que Tom cooperaria com as informações. Nada como usar um nome famoso para se ter o respeito dos fracos, só não esperava que Tom tivesse tanto medo assim de Thor, esperava que a relação deles fosse mais amistosa, afinal a Taverna era relativamente famosa e Tom tinha uma boa rede de informações que seriam muito úteis a Thor de alguma forma.

De canto de olho, viu Leo embasbacado com a situação. - '' Leo não me entregue agora, estamos quase lá. ‘’ - Ela pensou antes de dar aquela típica olhada de ‘’fique quieto ai’’ para ele. Embora ele não estivesse incluso no seu jogo manipulador, Cris vira que Tom estava muito ‘’abalado’’ para notar Leo, sorte a dela.

Logo Tom começara a lhe passar as informações que procurava. Observando o baixinho atrás do balcão, prestava atenção em suas palavras. Seu assaltante agora possuía não apenas um rosto mas como também um nome, Andrew. Cris continuava a ouvir. Após a explicação toda, o homem se retirava para atender outros clientes.

Escravos... Até mesmo em Shells? Não era possível... Por um segundo ficaria incrédula nas palavras do homem, mas no fundo sabia que a chance de ser verdade era imensa, por pouco lembrara de Mirana, com uma corrente em seu pescoço, cantando para algum maldito que a comprara. Se fosse verdade, algo deveria ser feito pois em sua mente, isso era inadmissível.

- Cris... Isso é pior do que imaginávamos, Rebecca precisa saber disso. - O sussurro próximo demais a si fez o rosto de Cris ficar muito avermelhado enquanto sentira um arrepio pelo corpo todo. Sem olhar para Leo, Cris pegaria a jarra de Suco de Caju que o rapaz pedirá anteriormente, se serviria no copo do mesmo. Ter o garoto tão perto de si assim a deixava muito envergonhada, não estava acostumada a isso. Tomou o suco para se acalmar e voltar ao normal.

Seu ladrão procurado estava nessa encrenca para ajudar seu pai, não sentia mais raiva dele apenas um pouco de pena, as vezes ele nem gostasse de fazer aquilo, mas era preciso devido a situação. Em um suspiro, concordaria com Leo apenas com um movimento de sua cabeça enquanto estivesse com o copo na boca, com o rosto ainda corado. O rapaz estava determinado e logo colocou a mão no bolso para usar seu pequeno Baby Den Den Mushi. Cris soltaria um sorrisinho ao ver o bichinho, queria apertá-lo pois o achava fofinho assim como todos os outros.

Aos poucos, acalmando-se, viraria o corpo na direção de Leo.- Irei na frente, me encontrem lá, vou tentar descobrir o máximo que eu puder. - Com um sorriso de canto olharia para Leo. Suas pernas estariam quase entrelaçadas com as dele, mas ela não notaria tal aproximação devido ao seu foco ser os olhos do rapaz. - Ah e uma coisa, meu símbolo será a forma dessa concha que tenho, vou tentar demarcar o local para encontrarem mais facilmente, tentar, não garanto nada. - Com essas palavras, sairia de perto dele. Sua nova missão agora era encontrar a casa e bolar algo.

Com passos apressados, deixaria a taverna. Focando em seus pensamentos e indo em direção ao centro da cidade.  - ‘’’Que horrível um homem desse… Lázaro, o patrão, literalmente escraviza os empregados com mentiras… Mas como ele sabe dessas dívidas todas, deve haver algum livro caixa, alguma coisa que comprove que as dívidas são irreais ou que ele esteja fazendo a coisa errada… Mas se o Governo aprova isso e se cala, o que poderia ser feito? Talvez a única maneira seja alterar o jogo para que o Governo seja prejudicado e culpe Lázaro por isso… Bom, primeiro vou atrás de Andrew e seu pai, eles podem me responder mais coisas. ‘’ - Pensaria.

Caminharia apressada pelas ruas, perguntando a respeito do endereço de Lázaro, como sempre, estaria acanhada ao perguntar. Procuraria também um pedaço de giz, carvão ou algo que pudesse soltar algum tipo de pigmento para demarcar o local correto para seus companheiros. - Boa tarde, o senhor teria algum giz, carvão ou algo que possa manchar uma parede para me doar ou vender? - Perguntaria nos comércios próximos se alguém tinha algo assim, nem que tivesse que usar alguns dos poucos berries que tinha para conseguir. Seria cortes com as pessoas e gentil.

Quando e se obtivesse a informação, iria até o local indicado e observaria toda a estrutura, desde a altura dos muros ou cercas até as possíveis entradas e saídas do local. Procuraria um local para desenhar o formato da conha, prestando atenção nas pessoas ao redor para que ninguém a visse. Usaria a concha em seu bolso de molde, fazendo apenas o contorno da mesma na parede ou grade. Se não tivesse os recursos disponíveis, morderia o próprio dedo indicador e marcaria o local com sangue. Não faria o desenho caso algum guarda ou pessoa estivesse próxima demais de si a ponto de vê-la.

Se a casa estivesse aberta e não protegida, apenas entraria e iria até os fundos onde fora dito que os ‘’serviçais’’ ficavam. Se alguém a questionasse, diria que estava procurando por Andrew e o pai dele. Se houvesse guardas à frente da residência, pediria para falar com Andrew também, de maneira gentil, calma e tímida. - Boa tarde s-senhor, estou a procura de Andrew, ele está por aqui?



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyDom 15 Abr 2018, 21:22

Plano De Ação


Agora que Cris sabia quem era o assaltante e onde acha-lo, não sentia mais raiva dele, o que chegava a ser irônico. Entretanto, mesmo sentindo pena do garoto, ainda precisava recuperar aquele dinheiro, a diferença era que agora tinha um novo objetivo em mente: ajudar o pai dele e os outros serviçais. A garota avisou que iria na frente para Léo, e rapidamente falou sobre uma marca; Léo franziu as sobrancelhas e expressou sua confusão com um - Marca? Mas que mar_ - Mas Cris estava compressa e saiu do lugar sem terminar de ouvir seu companheiro ou de o explicar. Em seu caminho ao centro, o que não era tão longe, a garota passou por uma loja-bazar, e entrou para comprar gizes. A senhora que a atendeu estranhou o jeito com que ela pediu o giz, mas logo desistiu - Riscar paredes? O que você pretende fazer com o... Ah, quer saber? Meu trabalho não é questionar os fregueses. Custa B$1.000 - Dizia, entregando um plástico com quatro gizes, e em seguida pegando o dinheiro com a garota.

Em seguida, a garota voltar a se dirigir ao centro da cidade. Lá, ela logo percebeu que as casas daquela área eram bem mais refinaras quem outras partes da ilha. Não chegavam a serem mansões, mas não pareciam ser terrenos baratos. Quer dizer, não pareciam ser mansões, excerto uma em especial. Cris sabia que se Lázaro era um grande contribuidor do governo, ele não poderia ser menos do que milionário, senão não haveria motivo para o mesmo fazer vista grossa em suas atividades, e aquela casa era a única que passava essa sensação. Quando de aproximou, a garota logo percebeu que não poderia marcar a casa por causa de dois guardas em frente ao portão, mas olhando novamente as casas a volta, decidiu que não faria muita diferença, aquela era a que mais se destacava mesmo. Se aproximando, Cris perguntou para os dois se ela podia falar com Andrew. Os dois guardas se entreolharam, e um deles entrou na mansão. Depois de cerca de dois minutos, o homem voltou ao portão - Sr.Duval lhe convidou a entrar. Ele diz que qualquer assunto dentro de seu terreno deve passar por ele - Enquanto escutava o guarda, Cris percebeu que do ângulo no qual estava, conseguia ver um pedaço dos fundos, e logo identificou um dos cantos de uma pequena estrutura, um casebre bem discreto lá atras.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptySeg 16 Abr 2018, 14:21

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Com passos rápidos, Cris deixara para trás a taverna e Leo. Sua missão agora era encontrar a casa de Lazáro e demarca-lá para que Rebecca e os outros pudessem encontra-lá. O centro ainda um pouco cheio de pessoas não fora problemático demais dessa vez devido a pressa da garota. Caminhando em um ritmo quase de corrida, arfava ao entrar em uma pequena loja. A atendente, uma mulher, facilitou a vida de Cris para conseguir comprar algo que pudesse riscar a parede da casa de Lázaro.

Sem delongar muito, fora direto ao ponto, assim conseguindo comprar um pacotinho com 4 gizes por mil berries. Deu um suspiro ao entregar o dinheiro, estava gastando demais num dia só e, infelizmente, ainda estava sem uma mochila para carregar suas coisas. Colocou o giz no bolso do vestido e saiu da loja.

Não demorou a chegar no bairro nobre, digno de todo o esplendor de Shell Town, o local era palco de várias casas lindíssimas. Cris observava uma a uma, procurando a casa do pilantra da mesma forma que admirava as estruturas. ‘’- Um dia eu gostaria de ter uma casa tão linda assim, receber visitas nela, tomar chá com Mirana enquanto nossos filhos brincam no jardim…-’’ Com um tapinha nas bochechas, Cris voltará a realidade. Não era hora de se submeter a sonhos e desejos distantes, era hora de agir.

Enquanto caminhava, notou uma casa que era bem diferente das outras, porque ao contrário de todas, não era apenas uma casa e sim uma mansão. ‘’- Com certeza é essa aqui, não tenho dúvidas… Será que é algum tipo de instinto? - ‘’ Se perguntou. Aos poucos, notou que havia dois guardas em frente ao portão do local. Isso era bem ruim, afinal não conseguiria demarcar a concha na parede, embora acreditava que assim como ela, Rebecca também reconheceria que aquela casa só podia ser do Lázaro.

Com passos calmos e um sorriso no rosto, se aproximou dos dois guardas. Uma mansão com dois guardas sendo que Lázaro era apenas um ‘’civil’’ era realmente estranho. - Boa tarde s-senhor, estou a procura de Andrew, ele está por aqui? - Sua voz era suave e meiga, assim como seu sorriso tímido. Os dois guardas olharam um pro outro antes de um deles entrar na mansão. Provavelmente para contactar o dono do local.

Por dois minutos, Cris ficou em pé a frente do outro guarda sorrindo. Ela havia comentado algo bem baixinho a respeito do portão da mansão, mas era só um detalhe xucro para si mesma até que o homem que havia entrado na casa voltou ao portão e dissera: - Sr.Duval lhe convidou a entrar. Ele diz que qualquer assunto dentro de seu terreno deve passar por ele.

Em um sorriso, Cris acenaria com um sim com a cabeça antes de entrar na residência. De sua posição, conseguiu ver um pequeno casebre no fundo da mansão, o que não era agradável e provavelmente era a onde Lázaro mantinha seus empregados cativos. Com passos calmos e elegantes, Cris adentraria a mansão, reparando em cada detalhe do local não só pela possível beleza e sim para tentar perceber rotas de fuga, desde portas as janelas.

Se fosse guiada até a onde Lázaro estivesse, o cumprimentaria com respeito e um sorriso no rosto. Embora soubesse que ele era um desgraçado, Crisbella tentaria levar uma conversa calma e gentil com toda a meiguice que tinha. Observaria Lázaro, suas características físicas e claro, se fosse um homem bonito, ficaria muito encabulada ao conversar com ele. Seu tom de voz e suas atitudes seriam delicados e gentis. Sabia que o homem era uma raposa esperta, tomaria cuidado com suas palavras, optando pela verdade com pouco omissão a uma mentira completa.

- Boa tarde senhor, m-meu nome é Cris, eu esbarrei com um de seus funcionários hoje a tarde e deixei cair um objeto, acredito que ele o tenha encontrado, g-gostaria que me fosse devolvido porque é algo importante para mim. - Sua voz soaria suave e gentil, suas bochechas como de costume, estariam coradas de vergonha. - S-Se não for incomodo eu gostaria de f-falar com esse rapaz o tal de Andrew. - Se notasse que o homem era um cavalheiro, estenderia-lhe a mão em cumprimento.

- A-Aaa propósito o senhor tem uma linda residência, é a mais charmosa de toda Shell’s Town. Nunca vi casa tão bonita… Ou melhor, mansão tão bonita. O senhor deve ter muito orgulho dela. - Diria olhando ao redor. Repararia nos móveis, no estilo da casa toda. Se fosse de seu agrado como algo Vintage ou Romântico, esboçaria demais em seu rosto seu contentamento.

Mesmo com sua personalidade e jeito humilde de ser, Cris não se sentiria mal em ter conforto e luxo. Podia viver feliz com o pouco que tinha, mas se tivesse algo a mais conseguido pelo seu próprio esforço, nunca se sentiria mal. Cris gosta de coisas belas, mas o valor que elas possuem e como você as conquista também é importante e, se conquistado de maneira errada, não tem tanto valor para ela.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyQui 19 Abr 2018, 20:00

Na Barriga Da Fera


Cris havia ido marcar a casa, mas acabou tendo que entrar nela. Guiada por um dos guardas, a garota passou pelo portão de entrada e ficou maravilhada com aquele ambiente. A arquitetura clássica da casa apenas ressaltava o aspecto luxuoso da mesma, e Cris teve bastante tempo para admirar enquanto buscava rotas de fuga. O primeiro salão da mansão era o típico salão de entrada de mansão: uma ampla sala vazia com três portas, dos dois lados e na frente, e duas escadas que percorriam as laterais de cada uma das paredes laterais e davam para o segundo andar, além, é claro, de um grande e requintado lustre que jazia no teto do aposento. A garota foi guiada até a porta a sua esquerda e lá se deparou uma uma chique sala de estar, com poltronas e uma lareira obviamente inoperante no mesmo, afinal, quem acenderia uma lareira naquele calor? O guarda disse para Cris se sentar e voltou a seu posto assim que ouviu passos vindos da sala ao lado, uma pela qual Cris não havia passado, e logo duas figuras surgiram pela porta.

O primeiro a aparecer era um homem calvo e de caldos grisalhos, ele vestia um terno risca-de-giz e usava luvas de couro nas mãos, além de um óculos aparentemente de sol, só que mais chique. Acompanhando ele, estava uma mulher bem mais jovem, vestida com um vestido risca-de-giz e com um chapéu um tanto peculiar, ela também parecia tão maquiada que parecia difícil crer que estava apenas em casa. O homem, se aproximando e se sentando em uma das poltronas, tentou abrir o mais próximo de um sorriso que ele conseguia - Bom dia, senhorita, eu sou Lázaro Duval, o proprietário. Ouvi dizer que teve um problema com um dos meus funcionários, mas ninguém chamado Andrew trabalha para mim. O que quer dizer com tal insinuação? - O pseudo-sorriso logo se transformou em um olhar penetrante, enquanto ele esperava uma resposta da moça.  
Sr. e Sra.Duval:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyDom 22 Abr 2018, 12:49

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
A riqueza e o esplendor a sua volta fazia os olhos esverdeados de Cris se iluminarem e entre uma admiração e outra, se preocupava também em rotas de fuga caso precisasse, embora não pretendesse entrar em uma briga, o homem em questão o Sr. Duval era uma raposa esperta e poderia tentar usar suas artimanhas e guardas para fazerem algum mal a ruiva. o Hall de entrada abrigava uma bela escada e várias portas além de um maravilhoso lustre no teto. Cris admirou o lustre por uns segundos enquanto andava olhando para cima.

Seus passos eram calmos enquanto seguia o guarda a sua frente até chegar em frente a porta da esquerda. O guarda abriu a porta e Cris se deparou com uma linda sala de estar. Os olhos dela brilharam ao notar o estilo dos móveis e a bela lareira inativa devido ao calor da época. O guarda disse para a garota sentar-se, ela o fizera, quase se sentindo mal por tocar em um objeto tão bonito. ‘’- Essa poltrona é tão linda, meu vestido simples é quase um insulto para ela.- ‘’ Pensou. Logo o guarda saiu do recinto enquanto passos vinham de fora do local, não demorou muito e Cris pode encarar a face do homem que estava trazendo dor e sofrimento a muitas pessoas.

Segurando as próprias mãos, sentiu um aperto no coração e automaticamente seus dedos apertaram com mais força uns aos outros. Olhando de baixo para cima, Cris viu que o Sr. Duval era um homem aparentemente na casa do 50 anos, bem vestido e usando um óculos de sol na face. Para ela era estranho usar tal objeto dentro de casa, afinal o sol não estava diretamente no seu rosto ali, vai ver era algo da moda de gente rica? Talvez.

Após o homem grisalho e com mechas de cabelo faltando entrar, uma figura feminina adentrou o recinto logo atrás dele. Ela uma mulher muito bonita, mas era difícil de saber se sua beleza vinha do reboco em sua face ou não. Usando uma roupa combinada com a do Sr. Duval, a mulher parecia bem mais jovem do que ele. Cris arqueou sua sobrancelha direita ao ver a mulher, ela não parecia mais jovem do que a ruiva, mas ver um velho com uma moça era estranho para ela. ‘’- Ela não parece ser uma gueixa… -’’ Pensaria.

O homem sentou em uma poltrona em frente da de Cris, ela o encarava com um sorriso gentil e, ao contrário da garota, o homem não conseguia esboçar um caloroso sorriso sem parecer forçado. O homem não demorou a se apresentar e deixar claro para Cris que Andrew não era um de seus funcionários, a pergunta dele havia se transformado de um sorriso falso em um olhar penetrante, que Cris acreditava ser analítico, estava agora, em um jogo com o homem.

- Soube que ele é filho de um dos empregados, acreditei que trabalhasse para você, já que é comum os filhos seguirem a carreira dos pais.- Observaria o homem à sua frente, qualquer sinal em suas feições e também observaria a mulher ao seu lado, os trejeitos dela e suas reações às palavras da ruiva.

- N-Não estou insinuando nada senhor, eu sou uma estabanada sabe? Vivo trombando com as pessoas, derrubando as coisas, fiquei até com medo de entrar em um local como este, até esse sofá aqui não é digno de minha pessoa haha. - Diria numa risadinha ao final. Cris em um relance, se lembraria que não sabia o nome do pai de Andrew... Pensativa perguntaria: - Talvez não se lembre pelo nome, afinal é uma grande mansão, muita gente deve passar pelo senhor, mas é um garoto com um Espada no rosto. Talvez já o tenha visto por ai... - Observaria a reação do homem.

Se o homem aceitasse cooperar com ela, tentaria bajula-lo um pouco mais, falando da casa, comentando que havia ouvido alguns marinheiros falarem bem dele na rua,  além de claro, tentar se aproximar mais de sua esposa com conversa feminina.   - Quem de vocês escolhe o modelito do dia? Esse vestido é esplêndido, queria eu ter um corpo tão bonito quanto o seu, mas sou uma magricela. - Diria com uma cara cômica ao mesmo tempo tristonha, fazendo uma curvatura sobre o peitoral indicando que era reta como uma tábua.

Ela iria segui-ló caso ele pedisse, estava interessada a onde a história toda iria acabar, se fosse apresentada aos funcionários, perguntaria sobre Andrew da mesma maneira que perguntou antes, especificando que perdera algo e que o garoto com o Espada no rosto podia ter encontrado.

Sr. Duval era uma raposa esperta e se de algum modo, dissesse que não conhecia Andrew ou confirma-se que ele não estava em sua propriedade, levantaria-se de seu assento e de maneira cortês e com uma reverência agradeceria a ambos. - Acredito que a pessoa que me contou sobre Andrew queria me fazer passar vergonha frente aos senhores, desculpe por tomar o tempo de vocês. - Diria antes de se retirar do local, torcendo para não ser impedida, se fosse pelo homem ou sua esposa, pediria com gentileza para ir, novamente: - Bom, não sei a que mais posso ser útil a vocês, ainda tenho de ir para casa, arrumar umas coisas, poderia me dar licença? - Diria caso a saída a sua frente fosse bloqueada por um dos dois ou por um guarda.

Se conseguisse sair das vistas de ambos e estivesse acompanhada, pediria ao guarda para usar o toalete.   - Ahh moço, posso ir ao banheiro antes? É-É problemas de garotas, sabe como é né… - Se conseguisse convencer o guarda com um sorriso e com as palavras, iria até o toalete. De lá, observaria se pudesse a parte dos fundos casa, reparando nos jardins e se havia arbustos para se esconder, tentaria lembrar de todos os detalhes e claro, admiraria o local que provavelmente seria tão fabuloso quanto o restante da casa.

Tentaria observar os guardas pela residência e após voltar para a presença do homem ou mulher que lhe acompanhava, perguntaria:  - O Sr. e a Sra Duval são legais com vocês? Digo, você gosta deles? Como eles são? - Perguntaria olhando nos olhos dele, com as bochechas coradas de sempre. Se recebesse uma resposta ríspida ficaria calada e continuaria o rumo até para fora da mansão.

Se o guarda por algum momento mostrasse que poderia cooperar, Cris o indagaria a respeito de seu chefe: - Ele é um bom patrão? A gente escuta cada coisa e fica com medo sabe, de que sejam verdade esses boatos. - Tentaria arrumar alguma coisa do guarda, qualquer coisa.

Se saísse da mansão, esperaria Leo e Rebecca e passaria a eles todas as informações que obtivera lá dentro, desde como Sr. Duval era e os pontos de fuga da casa a qual havia reparado, o jardim e a quantidade dos guardas que havia observado quando fora ao banheiro ou quando estava a caminho da saída do local, qualquer informação era preciosa para a situação.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptyQui 26 Abr 2018, 22:26

Frente A Frente


Cris, mesmo sabendo das atrocidades que Lázaro já havia feito, ou que ao menos diziam que ele havia feito, tentava ao máximo manter uma conversa amigável, pois sabia que só teria chance de conseguir o que queria deste modo. Infelizmente, parecia que o homem não estava colaborando muito, e o progresso da garota estava próximo ao zero. Ela tentou insistir, até que falou sobre ser desastrada; por um instante Cris viu o que parecia ser o sorriso falso, que há pouco havia voltado ao rosto de Lázaro, se tornando um sorriso cruel, mas real. Felizmente foi só por um instante, pois logo ele percebeu sua esposa olhando ameaçadoramente em sua direção, e então sua cara fechou novamente e ele revirou os olhos. Cris não sabia o que exatamente aqueles olhares significavam, embora o olhar de Lázaro não pudesse ser boa coisa.

Depois da aparente repreensão da Sra.Duval, Lázaro pareceu perder todo o interesse naquela situação. Logo que Cris tentou mais uma vez descrevendo Andrew, Lazaro a interrompeu no meio da frase - Tá, tá. Será que poderia parar de falar por um instante? - Seu tom de voz se parecia mais com uma ordem do que com um pedido. Lázaro se levantou, se virou para o corredor, e entao berrou sem um pingo de paciência - NATHAN!!! - e depois de alguns segundos, um mordomo surgiu - Chame o Fri... Fra.. Fr... Ah, dane-se, o do cavanhaque, diga a ele que tem uma pessoa querendo falar com ele na sala de visitas - E então saiu, com sua esposa logo atras. O mordomo Nathan pediu para Cris aguardar um instante, e foi casa adentro. Depois de um tempo, um homem adulto de cabelos castanhos e com um cavanhaque adentrou na sala - Err... oi? Eu sou Franklin, o que quer comigo? - Disse ele antes de ouvir a explicação de Cris. Sua expressão parecia de decepção, e ao final ele suspirou - Eu... não sei o que dizer. Sinto muito por esse transtorno. Vou tentar falar com ele, mas, sabe, peço que não o julgue. Nos vivemos em uma situação um tanto... ruim, e ele provavelmente só queria me ajudar. De qualquer modo, eu te levo até ele - Disse, e então sinalizou para Cris o seguir.

Os dois seguiram até o lado de fora da mansão, e depois para os fundos, onde A garota pode ter uma visão melhor do casebre. Não era uma estrutura tão ruim quanto se assemelhava do ângulo que havia visto antes, mas era definitivamente um espaço pequeno. O casebre era dividido em quartos minúsculos dispostos em três andares, com uma cama de solteiro e um mancebo para as roupas em cada. O lugar contava com uma cozinha compartilhada, e ao menos possuía mais de um banheiro. Franklin a guia até o segundo andar, até um quarto específico, e ao abrir a porta, se deparou com o garoto do espadas no rosto. Ele se virou quando a porta abriu, e empalideceu quando viu Cris - Andrew, que história é essa que você pegou um pertence desta moça?
Franklin:
 

Andrew:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 3 EmptySex 27 Abr 2018, 16:23

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Os olhos são a janela da alma, e Cris ao ver aquele sorriso maldoso e o olhar cruel de Lázaro, sentiu um breve arrepio em suas costas. Uma ovelha prestes a ser atacada por um lobo, era como ela se sentia. Reparou nos olhares do casal, era como se pudessem ler a mente um do outro, Cris não entendeu a intenção daquilo, mas sabia que um sorriso daquele não era coisa boa.

A ruiva explicava a respeito do menino que podia estar com o seu dinheiro até que fora interrompida no meio da conversa. As bochechas de Cris ficaram coradas de vergonha por tal ato, e logo ela se encostou na cadeira, com um bico nos lábios. Não gostava de ser repreendida e as palavras do homem soaram como uma ordem. ’’- Quem você pensa que é para mandar em mim?’’ - Pensou enquanto observava Lázaro chamar um de seus funcionários. Enquanto Lázaro se enrolava para lembrar o nome de seu funcionário, Cris observava o seu redor, procurando algum baleiro, algo de comer por perto, estava com fome e ao ver o Sr. e a Sra. Duval saírem do recinto e o mordomo pedir para esperar, era a sua chance de conseguir algo. Olharia em volta da sala, procuraria algum doce primeiro.

Tinha sido recebida na casa pelo seu dono, mas fora muito mal tratada, nem lhe ofereceram um copo de água, inadmissível. Cris se conseguisse a bala, iria observar mais do ambiente ao seu redor, procurando se no mesmo havia documentos, alguma janela, aquele recinto poderia ser um escritório? Procuraria saber. Andaria pela sala, olhando as coisas até o retorno do mordomo com um homem alto, de cabelos castanhos e cavanhaque.

Cris o cumprimentaria de maneira educada com um sorriso. Embora fosse mais velho que ela, o homem tinha um certo charme que Cris apreciava e como de costume, as bochechas rosadas e o gaguejar em sua fala, exibindo sua aparente timidez estariam presentes mais uma vez. Ela explicou toda a história desde o começo, que estava andando e trombou com o menino chamado Andrew, não contou toda a história, somente o necessário que o homem precisava saber e ao final, ouvira o suspiro do homem à sua frente, estava decepcionado.

A voz do homem comoveu Cris, que por um instante se sentirá culpada por estar atrás de seu dinheiro. Ela precisava dele, precisava comprar os itens para sua viagem para salvar Mirana. Ela acenou com a cabeça de maneira negativa. - N-N-Não se preocupe, ele apenas encontrou algo, não o roubou. - Ela dera uma leve piscada com o olho direito para o rapaz, sinalizando que o menino não tinha culpa aos olhos dela. Realmente, Cris era muito boazinha as vezes, o que podia irritar certas pessoas mas, a maior verdade era que pessoas boas às vezes fazem coisas ruins não por maldade, mas por não saberem o que fazer e esse era um dos casos. Logo o homem pedira para ela o seguir, Cris o fez, andando ao seu lado, um passo atrás dele.

Passaram pela mansão até chegarem ao seu exterior, que, diga-se de passagem, era tão bonito quanto o interior. Os dois andavam, Cris aproveitou a oportunidade para perguntar: -  A q-quanto tempo você trabalha para L-Lázaro? - Esperaria a resposta enquanto ia em direção aos fundos da mansão, avistando novamente o casebre de antes.

A estrutura era pequena se comparada ao restante da mansão, não parecia um lugar ruim por fora, mas por dentro era muito pequeno. Os quartos que haviam nos 3 andares da estrutura eram minúsculos, a cozinha do local era única e Cris deduziu que os funcionários compartilham a mesma. Notou que havia mais de um banheiro enquanto seguia Franklin até o segundo andar. Logo o homem abrira a porta de um dos quartos e Cris avistou o garotinho que havia esbarrado em si a mais de uma hora atrás.

O rosto rosado do menino havia ficado branco ao notar Cris ao lado de seu pai. Havia sido pego no pulo do gato! As palavras de seu pai soaram firmes. Crisbella colocaria a mão no ombro de Franklin e diria com um sorriso gentil: - Posso conversar com ele por um minuto? - Se o homem permitisse, aproximar-se ia de Andrew. Se ele estivesse sentado a cama, sentaria ao lado dele, se não, o convidaria a se sentar e independente de como estivesse, o olharia nos olhos, com um sorriso. Cris gosta de crianças e tem facilidade para com os pequenos pelo seu jeito amoroso e maternal de ser. De maneira simpática diria: - Seu nome é Andrew não é? Me chamo Crisbella. Foi bem difícil encontrar você, na verdade eu nem esperava ver seu rostinho de novo, mas era preciso. - Pegaria a mão do menino e diria: - Escuta, sei que ama seu pai e que quer ajudá-lo. Mas fazer isso dessa forma deixa o coração dele muito triste… Você pode me devolver o que deixei cair? Sua voz suave e tranquila tentaria passar a sensação de conforto ao garoto.

Mesmo que o garoto se esquivasse da tentativa de aproximação,  continuaria falando calmamente, só que agora para com os dois. - A situação de vocês e dos outros empregados não é nada boa... Poderia me explicar melhor tudo o que está acontecendo? Sei que o seu patrão é... Uma pessoa terrível, mas algo pode ser feito, sempre há uma maneira. Por favor Franklin me conte tudo o que sabe.- Seus olhos seriam confiantes e se o homem aceitasse contar a ela o que estava acontecendo, ouviria atentamente, bolando algum plano em sua cabeça enquanto ele o fazia.

Lázaro, como Tom havia dito. Fez sua fortuna em cima de mentiras e da inocência de seus empregados. Mentiras possuem verdades. precisava descobrir a verdade e revelá-la ao mundo para que todos tivessem a certeza de que ele era um homem corrupto. Mesmo que o Governo soubesse, seriam capazes de derrubar um peão para manterem seu sistema. Cris sabia que o Governo jamais admitiria que estava por trás dos panos daquele circo e Cris, esperava que se fosse necessário, o próprio Governo deixaria de apoiar um homem como Lázaro para preservar sua integridade. ''Os peões sempre caem antes da rainha.''

- Existe algum cofre na casa? Sabe se Lázaro costuma deixar seus negócios e documentos tudo na residência? Coisas erradas sempre estão escondidas, se pudermos revelar tudo o que há de errado, talvez consigamos fazer com que o próprio Governo para Lázaro. - Seu olhar confiante seguia para ambos. - Meus amigos e eu podemos ajudar, mas preciso da ajuda de vocês, de todos vocês... Isso é algo importante, só pessoas de confiança devem saber disso. Não contem a ninguém, é questão de vida ou morte. - As chamas do coração de Cris se acendiam. Não importava os motivos de Lázaro, não podia deixar aquelas pessoas ali. Procuraria saber se os



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Father and Son
It's a cruel, cruel world. No mercy left, yeah it's a cruel, cruel world. It'll break your heart and burn you down, down, down. Don't ever doubt that it's a cruel, cruel world

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