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Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - Em busca da sereia perdida

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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptySab 17 Mar 2018, 01:41

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Como as ondas do oceano, os sentimentos de Crisbella fluíram de seu coração aos seus lábios. O peso da perda e a raiva saíram como um rasgo em seu peito, deixando uma sensação de alívio para trás, como se o que mais precisasse no momento era alguém com quem desabafar toda a sua angustia que guardara consigo.

As lágrimas já cessadas deixaram marcas em seu vestido, pequenas gotas gélidas e salgadas que tocaram o tecido fino e o marcaram. Iriam sumir cedo ou tarde, nada dura para sempre, até mesmo a tristeza passa e como o mar, toma seu rumo em direção ao horizonte a um futuro incerto, porém brilhante enquanto houver esperança. O rapaz a ouvira calado, estava quieto, porém não apático a situação da menina, como se em sua mente, estivesse raciocinando o que faria em seguida. Ele aguardara a mesma terminar de falar para logo em seguida, dar seu parecer sobre tudo.

- Eu não vou dizer que entendo como você se sente, mas o que eu entendo é esse sentimento de impotência – Ele ficara quieto, respirara fundo antes de continuar a falar: - Você pode não gostar do que eu vou dizer a seguir, mas eu me sinto na obrigação de contar. Eu sabia, bom, daquelas coisas, porque eu sou da marinha. Eu estava no QG quando a ligação chegou. O sequestro não foi um ato de corrupção, foi uma ordem dos superiores – Por um segundo, a garota dos cabelos vermelhos poderia jurar que seu coração havia parado de bater. Com os olhos arregalados, ela olhara para o rapaz. Estava incrédula que ele era um marinheiro. Com os punhos cerrados, a garota sentiu seu peito tomar uma pontada de dor enquanto seu estômago embrulhava, as famosas ‘’borboletas’’ de ansiedade estavam a lhe fazer uma visita.

O garoto continuou seu discurso: -O líder do QG também não havia gostado muito, mas disse que não podíamos desobedecer aquela ordem, ele parecia estar com medo. Eu ignorei, tentei ir atrás dos soldados que haviam ido, mas fui impedido pelo meu chefe, me prenderam no QG até que o serviço tivesse sido terminado. Depois eu pedi afastamento da marinha por alguns dias, até pôr a cabeça no lugar – A voz do garoto, antes firme e calma, começara a ficar mais melancólica, o remorso estava tomando seu coração. De alguma maneira, seus sentimentos, mesmo que bem escondidos anteriormente, agora podiam ser vistos e transparecidos em suas palavras.

- Eu entrei na marinha em busca de justiça, mas, mesmo que hajam aqueles que realmente lutam pelo bem, sempre vão haver os corruptos, os fanáticos, os... Urgh, desculpe – O rapaz se levantara. Seus olhos escondiam uma pequena lágrima travessa da qual muitos homens temiam. Chorar não é um sinal de fraqueza, é um sinal de humanidade da qual Crisbella sempre prezara em suas amizades.

- De qualquer modo, eu não me importo se me odiar agora, mas eu sei de uma coisa que você pode fazer e eu não: Ir atrás da sua amiga. Eles saíram com ela no mesmo dia que a capturaram, ou seja a cinco dias, mas ainda há tempo. As viagens em alto mar são longas, e se eles estiverem indo para onde acho que vão, vão ter que parar por um tempo em Loguetown – Após seu corpo ter secado com o sol, o rapaz se dirigira aos seus sapatos na areia, que se encontravam ao lado dos de Cris. - Se for ir atrás da sereia, eu posso te ajudar com uma coisa. Eu tenho um amigo de infância que, bom, seguiu um caminho um pouco diferente do meu, mas que ainda mantemos certo contato. Ele iria partir com alguns companheiros para Loguetown amanhã de manhã, e até onde eu sei estão arrumando o navio hoje. Ele me deve uma, então se disser que Adrian Jilight a mandou, aposto que ele consegue te pôr no navio de algum jeito, é um navio com a figura de proa de uma baleia – Crisbella ouvira atentamente as informações do rapaz. Seu coração estava pesado pelas suas palavras anteriores. Odiar a marinha significaria odiar seus integrantes... Todos eles. Não queria isso, havia ainda uma esperança de que mais homens fossem como Adrian, de corações gentis e vontades nobres estivessem por aí procurando assim como ela, um mundo melhor.

Não odiaria o rapaz, pelo contrário. Estaria grata por toda a ajuda e gentileza dele. A garota dos cabelos cor de fogo se levantaria da pedra, iria buscar seus sapatos e calcá-los após retirar o resquício de areia dos pés. O rapaz a sua frente terminara dizendo: - Uma última coisa, eu suspeito de quem possa ter dado a ordem do sequestro, explique a situação ao Léo e diga que eu suspeito dos Dragões Celestiais, ele vai entender, e saberá te explicar melhor do que eu.- Cris o olhara de baixo para cima até chegar em seus olhos, seu semblante seria sereno e com a concha brilhante em mãos diria a ele de maneira doce e gentil: - Não te odeio... Muitos outros assim como você devem estar por aí... Mas infelizmente, se os que estão acima tem esse poder de fazerem o que bem entendem com os que estão abaixo... Então eu não posso aceitar que isso aconteça.

Em um movimento suave e delicado, a garota abraçaria o rapaz, aconchegando seu rosto no peitoral do mesmo. Algumas delicadas lágrimas escorreriam de seu rosto rosado de timidez. Nunca abraçara um homem assim antes. Era aconchegante, quente e poderia ouvir as palpitações do coração dele misturados com os sussurros de seu próprio coração. Esperaria que ele retribuísse o abraço e diria: - Muito obrigada... Agora eu já sei por onde começar... – Se afastaria do rapaz e se despediria de maneira amigável. Seu rosto estaria vermelho de vergonha, mas sentia que aquele rapaz era de confiança e que um dia, gostaria de apresenta-lo a Mirana.

O próximo destino era apenas uma pista, mas para alguém que está no escuro, até mesmo a chama de uma pequena vela pode significar toda a esperança de quem sabe, poder encontrar a amiga perdida.

Com as informações em mente, seguiria até o porto encontrar o suposto rapaz chamado Leo. Andaria calmamente pelas ruas e procuraria andar pelas ruas comerciais, aproveitaria para parar em alguma loja e comprar alguns itens da qual desejava como uma mochila para uma viagem, alguma arma para que pudesse se defender caso fosse necessário e linha para fazer um lindo colar com a conchinha que recebera de Adrian. Seria simpática com os vendedores ao seu redor, tentaria pechinchar um pouco para conseguir um descontinho nas lojas, afinal, quem não arrisca não petisca.

Após comprar os itens necessários, iria ao porto com um sorriso no rosto, procuraria o barco com a figura de uma baleia na proa do navio, se houvesse algum marinheiro disponível, perguntaria por Leo, sempre sendo cortês e caso questionassem-na diria:
- Sou amiga de Adrian Jilight, preciso falar com Leo, é meio urgente... – Estaria sorrindo de canto, com os olhos observando o local ao redor.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptyDom 18 Mar 2018, 21:59

Buscando Carona


Ouvindo Adrian, Cris não sabia como reagir. Por um lado ela in há grande remorço da marinha, mas por outro sabia que ele era uma pessoa boa, e que até estava a ajudando. A garota, naquele momento, entendeu que a marinha não se tratava apenas de pessoas como as que raptaram Mirana, mas se era aquele tipo de gente que comandava a marinha, não havia motivo para seus objetivos se alterarem. O jovem ficou aliviado quando a garota disse que não o odiava, e parecia compreender as palavras de Cris - Eu entendo... depois de algo assim, não da para seguir como se nada tivesse acontecido - Assim que terminou de falar, Adrian foi surpreendido por um abraço de Cris, ficando António por um segundo, antes de retribuir. Um sorriso se abriu no seu rosto ao ouvir os agradecimentos da garota - Boa sorte, eu vou estar torcendo por você - Dizia ele, antes dos dois se despedirem, esperando que não fosse a última vez que se veriam.

Agora que tinha uma direção, Cris precisava se preparar para prosseguir sua busca, que agora sabia que a levaria para fora da ilha. Mesmo aquela ilha sendo importante para ela, apenas o era graças as memórias que possuía dali; se deixasse Miranda ser levada, seria como destruir grande parte dessa boas lembranças, a ilha não seria mais um lugar tão acolhedor. Assim, a garota sabia que, por mais que aquele lugar representasse muito para ela, necessário se despedir daquela ilha, e aceitar o caminho que se sucederia. Visando possuir condições de fazer a viajem, Cris foi em busca de uma arma, uma mochila e uma linha para fazer um colar com a concha, e logo se deparou com uma loja de materiais diversos em frente à uma loja de armas. Pela vitrine da loja de armas era possível ver que o preço mais baixo para soqueiras e manoplas era de B$30.000, então decidiu ir verificar os preços dos outros itens antes. Adentrando na loja, viu que a mesma não estava tão movimentada quanto às ruas do lad de fora, e ao avaliar os preços descobriu que a mochila mais barata custava B$50.000, todo o dinheiro que ela possuía. Mais barato que isso, era apenas a trouxinha, que custava B$20.000, além da linha que procurava custar B$20.000 por dois carretéis. A garota tentou barganhar, mas o maximo que conseguiu foi poder comprar apenas um carretel de linha por B$10.000. Os preços eram muito altos para que a jovem pudesse comprar tudo, e logo percebeu que só conseguiria comprar 1 ou 2 dos itens aos quais procurava.

Independente de suas compras, Cris se dirigiu em seguida ao porto, em busca do navio com figura de proa de baleia. Por se tratar do porto, não era surpreendente ter um bocado de navios ancorados, então a garota precisou de alguns minutos até achar o tal navio, com um trio levando caixas para dentro, enquanto uma quarta ficava de olho nas mesmas para nenhum engraçadinho tentar roubar. Ela não sabia qual dos três poderia ser o tal Leo, ou se ele sequer estava ali no momento, e não pareciam haver marinheiros fazendo ronda por perto naquele horário (não que eles fossem saber indicar a identidade de estranhos, claro, talvez apenas a procedência), assim Cris decidiu juntar coragem para perguntar a garota que olhava as caixas - Leo? Ah, você quer dizer o Leonardo? Ele foi na cidade comprar um galão d'água. Se quiser falar com ele, vai ser que esperar. Ou ir atras dele, mas não acho que seria fácil de o achar. O que quer com ele?
Garota vigiando as caixas:
 

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Última edição por Ceji em Seg 19 Mar 2018, 18:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptySeg 19 Mar 2018, 17:17

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Com passos delicados porém apressados, a garota seguia agora o novo rumo de sua jornada. Estava de coração agradecida a Adrian por toda a ajuda e apoio moral que recebera. Não esperava tal atitude de um marinheiro, não depois de tudo o que havia passado... Mas agora ele era de confiança para a garota que se lembraria dele com um sorriso no rosto.

Seu caminho seguia até um dos centros comerciais da ilha, um lugar movimentado e cheio de vida. Pessoas iam para lá e para cá, algumas apressadas e outras nem tanto. Crisbella andava de cabeça baixa, não se sentia muito confortável no meio de muita gente. Seu coração palpitava até chegar em frente a loja de armas. Observou as soqueiras e manoplas da vitrine, uma delas lhe chamara atenção e por sorte, era a mais barata dali. Entrou na loja calmamente. O movimento ali dentro era normal, poucas pessoas até. Dirigiu-se ao vendedor e pediu pela soqueira da vitrine que lhe custaria trinta mil berries.

Mais da metade de seu dinheiro ia embora. Deu um suspiro enquanto testava a arma e verificava se era adequada aos seus dedos. Por incrível que parecesse, estava bem confortável com a soqueira nas mãos, elas eram boas para os dedos finos da garota.

Após comprar a arma, fora em direção a uma loja a frente, da qual vendia materiais diversos. Lá encontrara a mochila e a linha para o colar, porém o dinheiro que estava em suas mãos não era o suficiente para ambos. Pensou bem, aquelas coisas poderiam esperar um pouco. – Talvez meu cofrinho tenha alguma coisa ainda... Mas não vou voltar pra casa agora só pra isso. – Pensou antes de seguir pela rua, deixando para trás a mochila e a linha que talvez comprasse mais à frente.

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Inicio de Perícia
Spoiler:
 

Final de Perícia

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Andou tranquilamente até o porto. Cantarolava suavemente uma canção que ouvira de Mirana anos atrás. Vários navios enfileirados no porto aguardavam seus carregamentos, alguns eram grandes e magníficos, outros mais simples e menos entalhados. A garota caminhava, sempre observando os mastros de cada um. Viu uma sereia, um polvo, mas nada de baleia. - Caramba, é uma BA-LE-IA, não deveria ser tão difícil de achar assim... – Resmungou para si mesma enquanto cruzava os braços.

Andou mais alguns minutos até encontrar a embarcação, Cris observara quatro pessoas ali perto do mesmo. Três deles estavam carregando algumas caixas para dentro do barco enquanto a quarta pessoa estava sentada em cima de uma das caixas, observando tudo ao redor. Cris não saberia identificar qual dos três homens seria Leo, afinal Adrian não dissera suas características físicas para a garota. Sua única opção seria perguntar a um deles.

Com um sorriso no rosto corado de timidez, se aproximara da mulher alta de cabelos rosados e músculos torneados e perguntará: - Olá, boa tarde! Sou amiga de Adrian Jilight, preciso falar com Leo, é meio urgente... – A garota olhara para a menina de cabelos vermelhos e respondera que o rapaz não estava no momento, que havia saído a um tempo para comprar água.

A ação sensata seria esperar o garoto retornar, Cris já havia andado bastante e o sol em sua pele já estava lhe fazendo ficar cansada. A moça perguntara o que Cris queria com Leo, em um suspiro a ruiva respondera:  - Ah é que eu preciso de uma carona até Loguetown... O problema é que eu não tenho dinheiro para fretar um barco, então um amigo meu indicou o Leo para me ajudar com isso e com um outro probleminha... É claro, eu não quero ir como hóspede no barco, eu farei o que puder para ajudar com o que vocês precisarem! Posso lavar o convés, esfregar, descascar batatas, eu posso parecer frangote mas eu tenho bastante força de vontade sabe! – Diria enquanto mostraria os braços em sinal de força para a garota enquanto sorria de maneira animada. – Ah, por falar nisso, meu nome é Crisbella, qual o seu nome? – Perguntaria sorrindo e estenderia a mão para cumprimenta-la educadamente.

Esperaria a reação da garota e após isso perguntaria:  - Você é da tripulação dele? Deve ser incrível viajar pelos mares.... E perigoso também não é? Ah! posso me sentar também? Andei muito em baixo do sol hoje, minhas pernas estão um pouco cansadas... – Se a garota permitisse que Cris se juntasse a ela, tentaria ser o mais amigável possível. Embora seja uma pessoa muito tímida, com as mulheres Cris tem mais facilidade de lidar do que com os homens, provavelmente pela convivência com as Gueixas quando criança e pela sua amizade de longa data com Mirana.

Cris sentaria ao lado da garota, esticando as pernas num alongamento para evitar câimbras na mesma. Sorrindo, olharia para ela e perguntaria: - Como ele é? O Leonardo no caso... – Soaria curiosa e com expectativa alta. Se ele fosse parecido com Adrian, estaria muito feliz de conhecer outro rapaz tão gentil como seu novo amigo.

Caso a garota fosse um pouco hostil com Cris, esperaria o retorno de Leo quieta, em pé e sem conversar muito com a moça. Não gostaria de perturbá-la mais do que o necessário com seus problemas pessoais.


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Última edição por Luizatomita em Qui 16 Ago 2018, 11:44, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptySex 23 Mar 2018, 23:07

Nada Em Especial Dessa Vez


Aliviada por, dessa vez, poder interagir com outra mulher, Cris foi perguntar a garota de cabelos rosa sobre Léo. Talvez tivesse sido até melhor que ele houvesse ido no centro buscar água, pois ter outra garota por perto parecia acalmar um pouco Cris. Sabendo que Léo poderia demorar um pouco, a ruiva decidiu que esperar ali era a melhor opção e não se importou muito com a resposta longa para a simples pergunta de o que ela queria com o homem. A mulher de cabelos rosados ouviu com atenção, e pareceu até abrir um ligeiro sorriso, mas sua rigidez não parecia algo fácil de superar - Infelizmente não temos costume de deixar outras pessoas subirem abordo, mas como esse tal Adrian citou o Léo, pode tentar falar com ele - Dizia ela, antes de Cris se apresentar e perguntar seu nome - Sou Rebecca - Respondia ao apertar a mão da outra.

Ja cansada, Cris percebeu que talvez fosse melhor esperar sentada, e perguntou a Rebecca se poderia o fazer junto a outras perguntas, mas foi só quando parou de falar que percebeu que a mulher parecia segurar um pouco o riso. Com um aceno de cabeça permitindo que ela se sentasse, Rebecca respondeu - Garota, acho que está tendo um erro de interpretação aqui. Eu não sou da tripulação dele. Quem da as ordens aqui sou eu, embora não seja de hoje que ele parece que tem certa dificuldade em seguir elas, se é que me entende - Dizia, com um suspiro ao final; mas não um suspiro de decepção, era mais como um suspiro neutro, como se já estivesse acostumada àquele tipo de coisa. Olhando rapidamente o relógio, ela arqueou levemente as sombrancelhas - Falando nisso, ele está demorando - E então se virava em direção ao navio HUGH, EU VOU ATRÁS DO LÉO, FICA DE OLHO NOS CAIXOTES - Sendo respondida por um rápido "Capisti". Ela deu dois passos para longe dos caixotes antes de se virar para Cris - Aliais, se quiser resolver seu problema logo, pode vir comigo - Indo ou não, Cris sabia que sua casa ficava entre o porto e o centro, talvez tivesse tempo de buscar algum dinheiro que pudesse ter deixado em casa.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptySab 24 Mar 2018, 15:07

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
A mulher de cabelos rosas tinha um semblante um pouco risonho após as palavras de Cris. De fato, a ruiva as vezes exagerava ou agia de forma engraçada espontaneamente, era algo dentro de sua personalidade quando estava envergonhada. Afinal, quem não se abobalha quando está encabulado? Crisbella continuava sorrindo, porém seu sorriso murchara um pouco ao ouvir que a tripulação do navio não costumava aceitar estranhos. – Bem, isso me parece mais um talvez que um não... Quem sabe eu ainda tenha uma chance conversando com o capitão. – Ela pensara.

A garota estendera a mão em cumprimento a Cris e se apresentara como Rebecca. Após o discurso e a apresentação amigável de ambas, Cris perguntara se a garota era da tripulação de Leo. A resposta recebida da garota deixara Cris boquiaberta. Rebecca não parecia uma capitã à primeira vista na cabeça da ruiva. - Caramba! Sério? Nossa, mas você é tão jovem, que incrível! – Diria quase que por impulso enquanto os olhos brilhavam e sorria de maneira contente.

Em sua mente, os pensamentos a respeito das palavras da mulher ecoavam. Se ela era a capitã do navio, então seria a ela quem teria de ter permissão para subir a bordo, porém, não sabia ao certo se deveria confiar nela de imediato e contar-lhe algo tão grave como o sequestro de Mirana. Esperaria por Leo para contar a ambos a situação, enquanto isso, decidiria seguir a mulher que em um movimento rápido e com os pulmões cheios de ar dissera a um de seus subordinados para vigiar os caixotes.

As suas próximas palavras foram um convite para a resolução rápida de tudo o que estava havendo. Crisbella se levantaria de onde estava sentada, bateria na barra de seu vestido, limpando-o de qualquer sujeita que poderia ter ficado agarrado ali. Com um sorriso se aproximara de Rebecca: - Ah claro! Se não tiver problema, eu gostaria de passar em casa para pegar uma coisa, é no meio do caminho, você se importaria com isso? Não quero causar nenhum problema a você. – Diria com um sorriso, tentaria andar ao lado de Rebecca, tentando não perde-la de vista.

Com as ruas cheias de pessoas de todos os lados, seria dificultoso a Cris a andar normalmente. A ruiva tentaria se distrair e se concentrar em Rebecca, que no momento seria seu único porto seguro de tanta gente. – A q-quanto tempo você comanda o navio? Você não parece ter mais de trinta anos, eu pelo menos nunca vi uma c-capitã tão nova, o que acho incrível! – Sua voz soaria um pouco amedrontada, como se algo a assustasse.

A multidão ao redor faria Cris abaixar a cabeça um pouco e falar de maneira mais baixa que o normal. Sendo sincera com Rebecca diria: – Eu não gosto m-muito de multidões... – Reprimiria as mãos em seu peito, as fechando com força, os passos de Cris estariam mais lentos enquanto não recebesse uma resposta de Rebecca. Suas bochechas estariam vermelhas e quentes. Rezaria para que nenhum homem as abordasse no meio do caminho.

Caso conseguisse chegar em casa sem nenhum problema, entraria na residência rapidamente, iria até o quarto e pegaria o dinheiro que estaria guardado em um cofrinho de porquinho rosa. Caso sua mãe estivesse em casa, a cumprimentaria contente, dizendo que estava a caminho de encontrar pistas sobre Mirana e que pretendia voltar para casa antes do jantar. Não contaria a respeito do barco, não agora.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptySeg 26 Mar 2018, 15:23

Léo Perdido


Cris parecia surpresa por Rebecca ser capitã do navio tão jovem, mas se parasse para pensar, Léo não poderia ser tal velho, afinal, Adrian dissera que eram amigos de infância, e o mesmo não deveria passar dos 22. Independe de idade, a garota agora sabia que falava com a comandante ali, a pessoa que daria a palavra final quanto a Cris poder entrar ou não no navio, e isso a deixava meio nervosa. Depois de mais algum tempo de espera, finalmente Rebecca decidiu ir atras de Léo, aceitando a passada rápida da companheira em sua casa - Tudo bem, mas que seja rápido - Dizia, antes das duas partirem pelas ruas movimentadas de Shells. Após saírem de perto do navio, a mulher de cabelos rosados pegou uma espécie de caracolzinho do bolso, um "dispositivo" de comunicação que a garota que havia visto algumas poucas vezes, um Den Den Mushi, so que bem menor. Den den mushis normalmente eram grandes e pesados, mas aquele era pequeno o bastante para caber na palma da mão. Ela ficou repetindo - Vamos logo, atende... - Por um tempo até desistir.

Após guardar o Den Den mushi, mas duas prosseguiram, parando por um momento em frente à casa de Cris, para que ela pudesse pegar o dinheiro. Com uma busca rápida, a garota recolheu os B$6.000.000 que guardava como economias, mas que agora não fazia sentido deixar ali guardado, já que sairia da ilha e não fazia ideia de quando voltaria. Retornando, as duas prosseguiram até o centro comercial. O local estava relativamente cheio como antes, não dificultava a transição nem nada do tipo, já que não haviam tantas pessoas na ilha, mas já era o suficiente para deixar Cris meio retraída. A mulher de cabelos rosados percebeu a aflição da companheira, e pôs a mão em seu ombro, para tentar acalma-la. Nesse momento, Cris sentiu um impacto em seu outro ombro. E teve tempo apenas de ver um garoto trombando com ela e deixando a pequena caixa que carregava cair - Desculpa, desculpa - Dizia ele, enquanto se abaixava e pegava a caixa novamente. Quando se levantou Cris pode vê-lo melhor; era difícil estimar sua idade por causa que usava um boné que criava uma sombra em seu rosto, mas deveria ser mais novo que ela, e possuía um desenho de uma espécie de folha na bochecha, o símbolo de espadas. Sem falar mais nada, o garoto se arrumou e prosseguiu seu caminho, fazendo Cris ficar aliviada por não precisar dirigir a palavra a ele.

Andando por mais algum tempo pelo centro comercial, as duas se depararam com uma loja que vendia gelo e galões de água, e entraram. Rebecca foi até o atendente e perguntou se seu companheiro havia passado ali - O garoto de cabelos verdes? Sim, sim, ele passou por aqui a algum tempo atrás. Ele já foi embora, então não sei aonde está, mas saiu carregando sozinho um barril inteiro de água - Dizia ele. Isso significava que Léo havia passado ali e saído, então sua demora estava no caminho de volta. Pestes a sair da loja, o den den mushi de Rebecca de repente começou a tocar, e ela o atendeu. Cris conseguiu ouvir a voz falando baixinho, agradecendo por não terem saído da loja ainda para a barulheira do lado de fora - Chefa, desculpa a demora, estava difícil carregar o barril sozinho. Não deu para atender porque não sabia se conseguiria levantar denovo se abaixasse ele para atender - Então porque não comprou vários galões e foi trazendo aos poucos? - E ficar indo e voltando? De jeito nenhum - Argh. De qualquer modo, eu tinha vindo de procurar, estou voltando - E então desligava. As duas começaram a voltar, até que passaram pela loja onde Cris iria comprar a linha e a bolsa. A garota levou a mão ao bolso para confirmar se o dinheiro dessa vez seria o suficiente, mesmo que soubesse que seria impossível não ser o bastante. Sua mão remexeu seu bolso por um tempo, por algum motivo sem encontrar seu conteúdo, até que ela puxou o mesmo para fora, vazio. Ela tinha certeza que havia posto o dinheiro naquele bolso, e só conseguia pensar em uma coisa: o garoto com a caixa que havia trombado com ela. Rebecca percebeu que Cris havia parado, e parou também - O que houve?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptyTer 27 Mar 2018, 11:02

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
A caminhada era em passos firmes e um pouco apressados, Cris acompanhava Rebecca que tirara uma estranha criaturinha de seu bolso. Ao olhar mais de perto,  notara que se tratava de um Den Den Mushi, porém era menorzinho dos que estava acostumada a ver, geralmente eles eram grandes e pesados e faziam um som muito engraçado quando estavam fazendo uma ligação.

Rebecca tentava contato com Leo pelo caracol simpático que abrira um sorriso no rosto de Cris após ouvir o seu barulhinho característico ''Pero pero pero''. A ruiva soltara um leve risinho disfarçado para que Rebecca não pensasse que estivesse rindo dela ou mesmo sozinha. - Tão fofinho... - Dissera quase como um sussurro para si mesma a respeito do caracol. Achava as criaturinhas bonitinhas, planejava ter um pequeno assim para si um dia, mas por enquanto sua prioridade era conseguir seu suado dinheirinho guardado.

Sem sucesso, Rebecca guardara o caracol de volta em seu bolso. Aos olhos de Cris a garota parecia impaciente, infelizmente não poderia fazer nada quanto a Leo, porém, ao chegar em frente a sua residência, a ruiva correra para seu quarto. Não queria deixar a jovem mais impaciente então apressou-se em juntar o dinheiro guardado.

O Cofrinho Rosa de Porquinho que estava em cima de sua escrivaninha possuía uma rolha em baixo de sua barriga. - Nunca irá virar Bacon Mr. Pig. - Cris jamais quebraria o cofrinho fofo que ganhara de presente de Mirana quando fizera quinze anos. Pra facilitar isso, fizera uma abertura redonda em seu fundo e colocara uma rolha de garrafa ali. Puxou a rolha e juntou todo o dinheiro ali, um total de B$6.000.000, dinheiro economizado durante um bom tempo enquanto trabalhava pela ilha. Guardou o dinheiro em uma Bolsinha de Moedas e o colocara no bolso esquerdo.

Em passos leves e rápidos, voltara até Rebecca. - Desculpe a demora! Estou pronta. - Sorrira para a garota e mostrara a ela a bolsinha rosa de gatinho antes de coloca-lá no mesmo bolso novamente. - Agora posso comprar minha mochila de viagem! - Disera com um tom animado e contente enquanto sorria para Rebecca.

Sua animação e sorrisos duraram até a hora de chegar ao centro comercial da ilha. A concentração de pessoas fez Cris encolher-se em seu próprio corpo e andar mais lentamente que o normal. mesmo que não estivesse lotado a ponto de não poder sair do local. A ruiva buscara um abrigo seguro em Rebecca que ao notar todo o desconforto e medo de Cris, colocou a mão em seu ombro. Um gesto gentil da parte dele que fez Cris sorrir de leve em agradecimento.

Seu sorriso fora instinto quando em um movimento rápido um garoto que passava ao seu lado trombara em seu ombro. - Ahh! - em um gemido susto a garota de cabelos vermelhos vira um rapazinho com um boné na cabeça derrubar uma caixa no chão.  - Desculpa, desculpa. - Ele dissera antes de pegar a caixa que estava no chão. Cris ao perceber que se tratava de um garoto mais jovem que ela, não ficou tão encabulada, mas sua timidez a fez ficar paralisada por alguns segundos sem que pudesse pensar em falar algo para ele. O garoto tinha uma mancha estranha no rosto, algo parecido com um Espadas de um baralho, o que era estranho a ruiva. Logo o rapaz sairá da vista de Cris, parecia apressado.

Massageara o ombro esquerdo a onde ele havia esbarrado enquanto caminhava ao lado de Rebecca. As duas andaram até a loja a onde era vendido gelo e água. As duas entraram no estabelecimento. Rebecca foi na frente e logo encarou o balconista e perguntou a ele sobre Leo. Cris apenas ouvia no canto, observando a loja, era um local até que fresco e menos barulhento que o lado de fora.

O balconista informara que Leo havia levado um barriu de água a um tempo. Isso significava que ele deveria estar a caminho do navio já. Uma cosia que notara era que o balconista se referira a Leo como um garoto de cabelos verdes. Cris imaginou o rapaz em sua mente e ao fazer isso suas bochechas coraram levemente.

Em seus devaneios sobre a aparência do garoto, o som ''Pero pero pero'' voltara aos seus ouvidos. Rebecca estava recebendo uma ligação de Leo. O rapaz aparentemente preferia não ficar indo e voltando do navio, talvez ele não fosse fã de caminhadas. Cris passara a mão sobre os cabelo vermelhos e sorrira de maneira engraçada. - Bom pelo menos a água já está no navio - Sorrira para Rebecca.

As duas deixaram a loja e iam em direção a loja de materiais diversos quando animada Cris dissera: - Eu vi uma mochila tão linda em uma das lojas! Eu tenho gosto peculiar pela cor rosa. - Dissera enquanto olhava para Rebecca. - Rosa igual aos seus cabelos! Rosa como a minha bolsinha de moedas. - Cris sorrindo, colocou a mão no bolso esquerdo para pegar a sua bolsinha de moedas, porém a mesma não estava ali. Intrigada, procurara no outro bolso. No direito só havia o troco de sua soqueira e a concha colorida.

Com o coração disparado e as mãos geladas e trêmulas. A ruiva começara a procurar até que ao puxar os bolsos para fora, não havia nada ali. Havia perdido o dinheiro que suara vários anos para conseguir. Lágrimas se formaram nos olhos de Cris. Estava incrédula que havia perdido seu dinheiro. Rebecca ao perceber a confusão, perguntara o que estava acontecendo.

Em lágrimas, Cris responderia: - Minha bolsinha de moedas sumiu! - Não acho em lugar nenhum! - Olharia ao redor, para trás para ver se havia deixado cair. Respiraria fundo. Precisava manter a calma para enfrentar a situação. - Por favor, me ajude a encontrar a bolsinha! - pediria a Rebecca para ajuda-lá, embora soubesse que a garota estivesse cheia de problemas a resolver, o não Cris já tinha, se ela aceitasse seria melhor ainda. Cris pediria com a cabeça baixa em sinal de respeito a Rebecca.

Se a garota aceitasse ajuda-lá, tentaria se acalmar, se não aceitasse iria fazer o mesmo só que demoraria um pouco mais. Sua única opção seria procurar em locais a qual passara e pensar nas situações que passara. Refletiria um pouco após acalmar-se e parar de chorar. Com os dedos da mão esquerda sobre a boca, sentiria uma dorzinha no ombro, o mesmo a qual esbarrara com o garoto do Espadas no rosto. Seus olhos arregalariam ao lembrar disso, talvez tivesse deixado a bolsinha cair e o garoto poderia ter pego... Por isso estava com tanta pressa.

Iria procurar o garoto, perguntaria as pessoas por ele se alguém o conhecia, dando uma ideia mais ou menos de sua altura e citando o boné e a figura em seu rosto. Tal marca era bem incomum então rezava para que alguém soubesse quem era o menino. Com sua timidez, evitaria perguntar os homens antes de respirar fundo e tentar se acalmar. Mesmo assim sua voz soaria tímida e suas bochechas estariam coradas enquanto abordaria as pessoas dessa maneira: - Com licença, b-boa tarde... Estou procurando um garoto, ele usa um boné na cabeça e tem a m-marca de um Espada no rosto, um Espada daqueles de baralho... V-Você o viu por ai? Ele estava carregando uma caixa... Ah e eu estou procurando uma bolsinha rosa de gatinho... Se achar por f-favor poderia guardar para mim...? é muito importante. O-Obrigada. - Seu nariz e olhos estariam um pouco avermelhados pelo recente choro.Se Rebecca estiver ao seu lado, pediria ajuda a ela para lidar com isso.

Tentaria fazer o caminho inverso, voltando de onde ambas vieram para ver se não encontrava a bolsinha por algum milagre, caída em algum local. Não desistiria embora estivesse magoada com a possibilidade de seus planos serem completamente arruinados pelos deuses do destino de sua vida. Qualquer informação que tivesse obtido faria Cris prosseguir para encontrar sua bolsinha, não deixaria nada ficar em seu caminho. Precisava do dinheiro para continuar sua busca pela amiga.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptyQui 29 Mar 2018, 13:50

Léo Achado


Apos receber a notícia que Léo já havia voltado ao navio, não havia mais motivo para as duas continuarem procurando. Começaram a retornar para poder resolver aquele problema todo sobre o embarque de Cris no navio. Durante o trajeto, porem, as duas passaram na loja onde a garota queria comprar a mochila, mas quando foi procurar o dinheiro, não o achou. Desesperada, Cris começou-se chorar e dizer a Rebecca que havia pedido sua bolsinha de dinheiro. A moça de cabelos rosa não sabia o que fazer para acalmar a companheira, e começou a falar, obviamente nervosa por causa do pânico de Cris - C-calma, calma. Vamos fazer a-assim; vamos voltar pro navio resolver a questão que tinha vindo fazer, depois damos um jeito de te ajudar com isso, t-tudo bem? - Dizia, antes de se acalmar vendo Cris segurar o choro. Aquele choro poderia parecer algo infantil para os outros, mas Cris sabia que tinha muito dinheiro lá dentro, dinheiro que é,a havia suado por muito tempo para juntar, dinheiro que ela sabia que precisaria durante sua viajem para resgatar a amiga. Ela precisava recuperar aqueles seis milhões.

Com um pouco mais de pressa, as duas foram até o barco, e dessa vez Cris viu uma pessoa a mais na frente do mesmo. Era um garoto relativamente alto, com cabelos verdes cortados bem curtos nos lados e atras, portando algumas peças de roupa de metal, como nos ombros e no antebraço. O jovem estava acenando para as duas que se aproximavam, e, tendo em conta a cor de seus cabelos, deveria ser o tal Léo. Quando se aproximaram, Rebecca já chegou dando esporro - Da próxima vez que for fazer algo assim, avise antes, para eu não ficar me preocupando que nem uma idiota, entendeu? - Ele se recolheu um pouco - Desculpa, chefa, mas da um desconto, está calor! - Rebecca suspirou - De qualquer modo, um suposto amigo seu chamado Adrian sabia que iríamos para Loguetown, e recomendou a senhorita aqui para tentar falar com você para embarcar conosco. Você poderia se explicar? - Léo, agora confirmado ser ele mesmo, começou a tossir - (COFF COFF) O ADRIAN...?! Porque ele faria isso?! Garota que eu não sei o nome, da para explicar isso direito?
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptySex 30 Mar 2018, 14:20

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
As lágrimas no rosto da ruiva aos poucos cessavam. Seus olhos avermelhados fitaram Rebecca em um estado abobalhada, sem saber o que fazer para ajudar a colega de imediato. Ao contrário de Cris, Rebecca era mais centrada, afinal de contas, é fácil estar centrado em seus problemas quando o real valor dele não o pesa. A ruiva era a única que sabia da grande quantia de dinheiro naquela bolsinha, seu precioso dinheiro que nunca imaginara fugir de suas mãos assim.

Aos poucos Cris se acalmara. Sabia que tinha várias missões a cumprir ainda, mas como Rebecca havia dito que a ajudaria após resolver o embarque com Leo, a ruiva decidira seguir a colega. Segurando o choro e limpando o rosto avermelhado e ranhento que estava. Não era uma cena nada agradável, muitos achariam a atitude infantiloide, mas essa era Cris, uma garota sentimental demais para negar suas lágrimas.

Com passos largos e apressados, as duas garotas foram em direção ao porto. Cris olhava ao redor, procurando o garoto de antes, mas não havia avistado nenhum sinal dele por ali, o que era decepcionante para a ruiva que ainda estava muito abalada pela perda do dinheiro.

Poucos passos mais à frente e Cris avistara um rapaz mais alto que sí. Os cabelos verdes bem aparados e os metais em sua vestimenta eram diferentes para a ruiva, que junto a Rebecca se aproximara a ele que acenava para ambas. A capitã não demorou a soltar uma bronca para o rapaz. Cris apenas ouvia atentamente a ambos discutindo até que os seus rostos se voltaram a ela. Com as bochechas rosadas e sem jeito, Cris olhara para os dois. Teria de contar o que estava havendo e o real motivo de sua presença para ambos. -  M-Me chamo Crisbella R-Rhode, prazer em conhecê-lo. - Diria cumprimentando o rapaz com a cabeça enquanto suas bochechas ficavam rosadas.

A ruiva pediria para falar em um local mais privado, pois a informação que tinha poderia ser ouvida por alguém com segundas intenções. Tentaria persuadir Rebecca para falar sobre o ocorrido dentro do navio, em particular com ela e Leo. Se seu pedido fosse atendido, explicaria toda a história desde o começo. Embora fosse tímida,  esforçar-se ao máximo iria para poder passar a informação sem gaguejar. Se não conseguisse um local privado, se aproximaria mais de ambos para evitar que qualquer pessoa ouvisse.

- A cinco dias minha amiga Mirana foi sequestrada por marinheiros. Eu tentei procurá-la mas a única pista que consegui foi com Adrian, seu amigo. Ele me dissera que o sequestro havia sido uma ordem encomendada de uma patente muito acima do comandante local, Adrian suspeita que isso tenha sido obra dos Dragões Celestiais. Eu preciso encontrar minha amiga, ela não é uma humana comum, ela é uma sereia, e foi raptada por ser assim. - Diria dando um suspiro longo antes de voltar a falar.

- Eu acho errado a maneira como a Marinha trata os Sirenos, não os considerando como nós, humanos. Eu quero que isso acabe, mas primeiro, preciso encontrar a minha amiga. Não posso permitir que a corrupção e ganância das pessoas tirem a liberdade de ninguém! - Diria com um olhar confiante, encararia os dois. - Por isso preciso da ajuda de vocês. Posso contar com isso? - As palavras de Cris seriam firmes, confiantes. Estava pronta para seguir em frente.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptyTer 03 Abr 2018, 21:16

Os Dragões Celestiais


Finalmente os três estavam reunidos, e o assunto sobre o embarque de Cris no barco poderia ser discutido. A garota, entretanto, parecia não querer muito falar o que tinha que falar em público, então logo o pequeno grupo foi para uma sala vazia no interior do navio - Pronto, agora já pode falar? - Dizia Rebecca ao fechar a porta e pegar uma maçã de uma caixa para comer. Os dois estavam ouvindo atentamente Cris, até que ela comentou sobre os Dragões Celestiais - (COFF COFF COFF COFF) QUE?!?!? - Dizia Leo após terminar de tossir, enquanto Rebecca estava paralisada com a maçã na boa, no meio de uma mordida. Ela lentamente afastou a fruta de sua boca, respirou fundo, e - DRAGÕES CELESTIAIS!?!? Léo, tem certeza que esse seu amigo é confiável? Isso parece extremo demais, mas ninguém iria blefar falando deles exatamente por isso... - Ela se sentou em uma cadeira que havia ali - Eu confio no Adrian, ele, bem, err, consegue informações de dentro da marinha com facilidade, se ele acha que foram eles, devem ter pistas que indiquem isso. Melhor ouvirmos o resto da história - E então deixavam Cris terminar.

Após ouvir tudo o que ela tinha para dizer, os dois pareciam pensativos, em especial Rebecca. Ela parecia tensa, e logo se pronunciou - Uma sereia, uma sereia... Justo uma sereia. Cris, não sei se sabe, mas existem lugares na Grand Line onde a escravidão é permitida, até mesmo apoiada pelo Governo Mundial - Ela fez uma careta sutil ao falar - Nesses lugares, sereias são consideradas artigos de luxo, por algum motivo aqueles malditos fazem de tudo para por as mãos em uma. É possível que a notícia de haver uma sereia em uma ilha pacata do east blue tenha chegado em um dos peixes grandes, os Tenryuubitos, ou Dragões Celestiais, como você conhece. Eles são a escória da escória, descendentes diretos criadores do Governo Mundial, eles são protegidos pela Marinha e Governo a ponto de terem permissão pela lei para fazer qualquer coisa que quiserem; assassinatos, genocidios, escravidão, roubo... Se eles quiserem algo, você é obrigado a lhes dar, nem que seja sua vida, senão o governo o considera um inimigo da paz e o caça até os confins do mundo. Se voltar contra eles é suicídio... Se estiver sozinho - Léo arregalou os olhos - Espera, você vai...? - O ignorando, Rebecca continuou - Você já ouviu falar sobre o Exército Revolucionário? É um grupo, não, eu diria uma organização, que compartilha de muitas das maneiras de pensar que você expos. Embora sejam considerados criminosos, seus objetivos são bem nobres. Eles lutam contra os abusos e autoritarismo do governo e marinha, contra o preconceito que estas impõem aos tritões e sirenes, contra a escravidão, eles lutam pela liberdade... Tudo que o Governo Mundial não quer, para manter seu sistema ditatorial. Eu vi muitas dessa ideologias em você. Se você pudesse se juntar a essas pessoas, pessoas que com certeza iriam atras de Mirana para a resgatar, mesmo que com isso fizessem um dos Tenryuubito como inimigo, você o faria? - Disse Rebecca, encarando Cris como se olhasse sua alma através de seus olhos.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 10:54

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
A menina suspirou em alívio após Rebecca atender seu pedido de conversar em um local mais reservado. Informação como aquela não podia ser dita em público, o risco era alto demais para ser tomado. Em passos calmos, os três se dirigiram para uma sala reservada no navio. Rebecca pegou uma maçã que estava ali dentro de uma caixa. Não seria nada mal um lanchinho naquela hora, mas mesmo com o estômago faminto, Cris se concentrou para contar toda a história aos dois.

E enquanto o fazia via as reações de Leo e Rebecca. O garoto tossiu fortemente, incrédulo com a informação. Na mente de Cris a tosse poderia ser algum aviso de que ele não estava muito bem, o aconselharia a procurar um médico após a conversa. Rebecca por sua vez parou de comer a maçã enquanto refletia sobre a informação dos Dragões Celestiais. Os dois olharam um para o outro até Rebecca quebrar o silêncio.

Os dois discutiram a respeito da história passada pela ruiva, se ela seria de confiança. Chegaram a conclusão que sim, alguém como Adrian teria informações privilegiadas por estar dentro da marinha, sendo assim ambos concordaram que a garota tinha embasamento no que falava. Crisbela continuou a explicação que após sua finalização, deixara um ar tenso dentro da sala. Especialmente em Rebecca que parecia pensativa.

A garota dos cabelos rosas logo começara a falar. Suas palavras eram firmes e faziam Cris refletir sobre o caso de Mirana. Realmente uma sereia sozinha em uma pacata ilha era um alvo muito fácil de se conseguir, mas isso não justificava o sequestro. Aos poucos, quanto mais ouvia das capacidades e atrocidades que os ditos Tenryuubitos ou Dragões Celestiais podiam cometer mais Cris cerrava seus punhos de raiva.

Abaixou a cabeça e seus olhos se encheram de lágrimas. Estava com raiva, raiva de se sentir impotente, raiva do mundo ser cruel e dos ditos ‘’deuses’’ serem apenas demônios que se divertiam com o sofrimento alheio.  Como poderia existir pessoas capazes causar tamanhas tristezas as outras? Não conseguia imaginar como isso era possível, em sua inocência até infantil, não sabia como alguém com tanto poder só pudesse usá-lo para o mal.

Respirando fundo ainda de cabeça baixa, Cris ainda estava ouvindo as palavras de Rebecca que logo começara a falar a respeito do Exército Revolucionário.  Em suas memórias, Cris aprendera que os revolucionários eram a escória do mundo, piores até que os piratas, pois ousavam ir contra as vontades dos ‘’deuses’’. De fato, na mente das pessoas, deuses deveriam ser obedecidos, respeitados, mas não na cabeça da ruiva. Para ela, os ‘’deuses’’ deveriam ajudar as pessoas a terem uma vida melhor, a serem boas, mas a corrupção havia tomado conta do coração dos homens.

A ganância de poder, de dinheiro, de posses, havia envenenado a raça humana e aqueles que em seu poder se afogaram, levaram junto pessoas que poderiam até ser boas, mas que seus corações agora eram manchados de podridão. O Governo, a marinha… No fundo, estava podre e infectando a beleza do mundo, sua liberdade.

Em sua mente, não se importava em ser chamada de escória, de ter seu nome manchado, de ter seu sonho de ser atriz, de cantar e viajar pelo mundo destruído. Sua vida já havia sido rasgada ao meio na noite em que Mirana fora levada. Se os revolucionários pudessem ajuda-lá a encontrar a sereia, não se importaria de se juntar a eles. Embora não se sentisse forte o suficiente para isso.

O punho direito cerrado de Cris logo se voltara a uma caixa de maçãs. Cris daria um soco na mesma, não com intenção de quebrá-la. Apenas para descontar a raiva que estava sentindo após toda a explicação. Olharia para Rebecca, seus olhos em lágrimas, mas desta vez não seriam lágrimas de tristeza, seu gosto era mais amargo, seriam lágrimas de ódio.


- Sei que sozinha não posso ir muito longe… Infelizmente sou apenas um passarinho numa gaiola de ouro, não sou boa em muitas coisas, mas sei que… Eu farei o que for preciso para que isso acabe, para que eu possa libertar minha amiga... Não só ela, libertar o mundo de falsos deuses. - Seus olhos estariam confiantes.  - Mesmo que seja, um passo de cada vez, eu vou encontrá-la, não posso permitir que pessoas assim brinquem com a vida e a liberdade das outras!- Ainda olhando para Rebecca, perguntaria: - O que eu preciso fazer para ser uma revolucionária? Enxugaria as lágrimas em seus olhos.

Estaria a disposição de Rebecca e Leo, embora não se sentisse apta o suficiente para ajudar em algo tão grandioso, Cris estaria disposta a dar um passo de cada vez em sua jornada, deveria se focar no agora, nas coisas que tinha de cumprir. Em um lapso de memória, lembraria de seu dinheiro roubado, era algo que precisava fazer também, muitas coisas a serem resolvidas até antes do embarque para Loguetown.


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