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Capítulo I - Em busca da sereia perdida XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - Em busca da sereia perdida

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptyQui 08 Mar 2018, 22:04

Capítulo I - Em busca da sereia perdida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Crisbella Rhode. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptySab 10 Mar 2018, 18:16

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O som de um sino agudo e estridente ecoava por um enorme corredor de mármore. ‘’Blan’’ a badalada fazia o chão tremer e as colunas do corredor se romperem. ‘’Blan’’ novamente o sino enunciava a chegada de uma tragédia. A cada batida, o mármore puro e lustroso caia ao chão, rachando sobre o teto redondo e pelas colunas do local. Desesperada para correr, suas pernas não se mexiam. Estava presa ao chão? Não, não tinha pernas. Ao olhar para elas, encontrará apenas uma longa cauda azul de sereia. Conseguiu ver a si mesma no reflexo do chão. Seu rosto, seu cabelo, eram outros, eram o de Mirana.

Em um baque, os olhos da ruiva se abriram. Seu coração palpitava enquanto gotas de suor escorriam pelo seu branco e macio rosto. – Um sonho... - Dissera. Seu músculos estavam enrijecidos, como se tivesse passado por uma câimbra enquanto dormia. Ofegante, a garota olharia ao redor, localizando-se.

Crisbella levantar-se-ia após tal pesadelo assolar sua mente. Não estaria muito disposta, pois as noites não estavam sendo nada fáceis para a garota. Se estivesse em casa, procuraria alguma coisa para comer antes de ingressar as ruas de Shells Town. Focaria seu dia em procurar mais pistas sobre o paradeiro de Mirana, tentaria descobrir quem foram os homens que a raptaram.

A corrupção é algo incrível, mostra a verdadeira natureza e a ganancia dos homens, seus corações cheios de desejos por dinheiro, fama, mas a que preço? O preço da liberdade parecia pouco para muitos homens, mas para a garota dos cabelos cor de fogo, nada justificava tal ação infame.

Buscaria alguma forma de conseguir informações dos marinheiros e pela população da cidade tentando não levantar suspeitas. Perguntaria as pessoas assim: - Ouvi dizer que escama de sereias são muito bonitas, você já viu alguma sereia antes? - Diria de uma forma casual, com os olhos e a voz cheia de curiosidade. Tentaria traçar mentalmente um mapa dos possíveis locais que os Marinheiros poderiam ter passado com sua amiga. Afinal, não era possível que ninguém na cidade toda não tivesse visto a sereia.


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Última edição por Luizatomita em Seg 12 Mar 2018, 10:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptyDom 11 Mar 2018, 12:50

Uma Manhã Ruim


Sendo acordada pelo pesadelo, Cris decidiu deixar-se despertar e começar o dia. A jovem não conseguia parar de pensar na amiga raptada, e já não aguentava mais ficar de braços cruzados esperando por um milagre. Após tomar seu café, ela saiu pelas ruas da pacata (ou talvez nem tanto) Shells Town, e teve iniciativa em se aproximar de desconhecidos para puxar o assunto de sereias, mesmo com sua timidez. Ela sabia que se perguntasse diretamente, os marinheiros raptores poderiam ficar sabendo, e isso apenas dificultaria sua busca, então teve uma abordagem mais discreta. A maioria das pessoas abordadas não falavam ou sabiam muito, e logo se afastavam, o que era comum já que muitas delas estavam se dirigindo para o trabalho.

Depois da falta de resultados no centro, a garota decidiu tentar nas proximidades de onde houve o rapto, e recomeçou as aproximações. As abordagens não diferençam muito das que haviam no centro, um comentário ou outro sobre, mas sem falarem nada útil antes de seguir seu percurso. Com a falta de resultados, a jovem estava começando a se tocar que aquele tipo de busca talvez não fosse a mais eficiente do mundo, já que mesmo quem vira a sereia talvez a tivesse visto antes do rapto. Depois de algumas tentativas frustradas de conseguir informação, uma mão repousou em seu ombro, e ao se virar, se deparou com um homem que parecia estar na casa dos 19 ou 20 anos, segurando um picolé na outra mão - Bom dia, senhorita, eu percebi que você está a um tempo indo de um lado para o outro aqui nesse calor. Precisa de ajuda?
Jovem com o picolé:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptyDom 11 Mar 2018, 23:41

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O tempo ia se passando depressa. Em sua busca de informações, a garota de cabelo ruivo começara a se estressar um pouco, pois nada do que estava em seus planos iniciais estavam dando muito certo. O esforço que fazia para parecer naturalmente calma e não tímida era com um propósito maior. Mirana era mais importante que seus medos, sua melhor amiga valia a tentativa de controle de sua timidez.

As pessoas que abordava nem sempre lhe davam muita atenção. Algumas, apressadas para o trabalho, deixavam a garota um pouco no ‘’vácuo’’. Algumas a olhavam estranho, pois perguntar sobre sereias não era o caso muito normal por assim dizer, ainda mais em uma cidade dominada pela Marinha.

Sem muitas informações relevantes a respeito de sua amiga, Crisbella decidira procurar mais perto da praia a onde Mirana fora levada. Andava calmamente, com os olhos cansados pela noite mal dormida. Seu coração estava pesado, imaginava coisas terríveis que poderiam estar acontecendo com sua melhor amiga e como ser humana lhe proporcionava um privilégio injusto. Afinal, os humanos dominavam tanto a terra como os mares agora.

Mirana era visivelmente conhecida por muitas pessoas de Shells Town, especialmente porque, ao contrário de muitas outras sereias, ela ousava sair da água de vez em quando e andar ao lado de Cris. Ela era sorridente e nunca fizera mal a ninguém, pelo menos não que a ruiva soubesse de algo assim.

No meio de seus devaneios do que poderia ter acontecido a sereia, Crisbella sentira uma mão apertar seu ombro. A mão quente e afável parecia um toque gentil. Em um giro delicado, a garota se vira a frente de um belo rapaz de cabelos negros. Seus músculos eram bem definidos e sua aparência era encantadora. As bochechas de Cris ficaram rosadas ao vê-lo. – Ah não... – ela pensou.

Não demorou muito para o rapaz falar com ela. - Bom dia, senhorita, eu percebi que você está a um tempo indo de um lado para o outro aqui nesse calor. Precisa de ajuda?- Ele perguntara. Sua voz parecia gentil e ele segurava um picolé com sua outra mão.

Corada a garota diria: - Ahh Bo-Bom dia... Sim...Ahh Não! Err Quer dizer, eu estou pro-procurando por uma sereia, alguns amigos me disseram que existe uma na ilha que tinha uma cauda linda... Eu queria uma escama dela para fazer um colar... Vo-Você a viu por ai? – Ela diria com um sorriso torto, evitando olhar diretamente para o rapaz. Sua voz gaguejaria um pouco e estaria trêmula.

Seria perceptível para o homem notar que a garota estaria muito encabulada. Se ele tentasse se aproximar mais dela, Crisbella aceitaria a gentileza dele, evitando o máximo de contato físico com o Rapaz. Tentaria extrair alguma informação, nunca citando que era amiga de Mirana, afinal, após o choque que tivera do rapto, não estava confiando em ninguém, todos ao seu redor pareciam raptores para ele, todos os homens no caso. Observaria o rapaz, tentaria ver se ele possuía boas intenções de ajuda-la.

Caso ele fosse rude, tentaria se afastar de modo delicado, pedindo desculpas e tentando sair da situação como uma dama. Seu ultimo recurso, caso o rapaz a agarrasse ou algo relacionado, seria correr ou gritar por ajuda... Ou até mesmo brigar com ele, os olhos da garota podiam estar cansados, mas seus punhos não.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptySeg 12 Mar 2018, 15:28

Informante


Ao se virar e se deparar com o belo homem atras de si, Cris começou a gaguejar de nervosismo. Ela parecia ter problemas com aquele tipo de situação, e a aproximação repentina parecia ter intensificado o problema. Quando sua boa finalmente se mexeu, permitindo a garota falar, a mesma começou a falar picotado, na esperança do outro a entender mesmo assim. Vendo que ela estava nervosa e se embolando, ele a ofereceu uma cadeira, e só então Cris notou a sorveteria ao lado. O jovem provavelmente estava lá quando a viu se aproximar das pessoas, e a loja também explicava de onde havia vindo o picolé que ele segurava.

Cris enfim conseguiu soltar a mentirinha que estava usando, dessa vez um pouco mais elaborada, e fez o jovem soltar um suspiro - Tsk. Porque insiste em fazer o colar com a escama? Existem tantas outras coisas belas a nossa volta que não causariam esse sofrimento. Não pretendo ajudar alguém que está atras de algo tão mesquinho, mas já lhe aviso que não encontrará mais a sereia nessa ilha. Infelizmente já faz cinco dias que ela não está mais aqui - Dizia ele, dando uma mordida no picolé - Mas se desistir da escama e quiser procurar outro adorno para seu colar, eu estou sempre à disposição, mademoiselle.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptySeg 12 Mar 2018, 16:27

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
O sol tocava o rosto de Cris de maneira a deixar seus cabelos mais vívidos e olhos mais verdejantes. A garota não gostava muito do sol, sua pele era sensível e ficava muito avermelhada com a exposição ao astro rei. Porém, no momento sua pele avermelhada não era obra da estrela brilhante e sim do garoto dos cabelos negros.

- Ahh Bo-Bom dia... Sim...Ahh Não! Err Quer dizer, eu estou pro-procurando por uma sereia, alguns amigos me disseram que existe uma na ilha que tinha uma cauda linda... Eu queria uma escama dela para fazer um colar... Vo-Você a viu por ai? – Ela perguntou ao garoto.

Estava muito nervosa, tentava se controlar ao máximo. Cada batida de seu coração era como uma trovoada de nervosismo. Não conseguia lidar muito bem com as pessoas em geral, mas os homens, especialmente os jovens, a deixava muito eufórica.

O rapaz, vendo a reação engraçada, porém de dar dó da garota, ofereceu-lhe uma cadeira para se sentar em frente a uma sorveteria. – Ah dali que ele tirou o sorvete... Nesse calor um sorvete não cairia nada mal mesmo. – pensou enquanto olhava para o local, analisando as pessoas ali em volta.

- Tsk. Porque insiste em fazer o colar com a escama? Existem tantas outras coisas belas a nossa volta que não causariam esse sofrimento. Não pretendo ajudar alguém que está atrás de algo tão mesquinho, mas já lhe aviso que não encontrará mais a sereia nessa ilha. – Dissera o garoto enquanto os olhos de Cris se arregalavam. - Infelizmente já faz cinco dias que ela não está mais aqui – Dizia ele, dando uma mordiscada no picolé. - Mas se desistir da escama e quiser procurar outro adorno para seu colar, eu estou sempre à disposição, mademoiselle.

Crisbella vendo a reação do rapaz achou estranho seu comportamento, porém uma frase em seu discurso era muito importante para ela. A confirmação de que Mirana não estava mais na ilha era essencial e ele provera tal informação além de confirmar a data exata do desaparecimento de sua amiga. Como, onde e porque ele sabia isso? Ela teria de descobrir.

Com um sorriso tímido e fazendo uma carinha meio chateada ela diria: - Bem... É que minha avó conhecia essa sereia que vivia aqui nessa ilha, ela me pediu para buscar uma escama para ajuda-la a se recuperar... Minha avó está muito doente, ela só queria a escama para poder ver a cor do mais fundo oceano novamente... – Tentaria forçar algumas lágrimas dos olhos, pensaria em algo bem triste para isso, como a morte de sua amiga ou de sua mãe. – Sinto muito por atrapalhar seu tempo... Mas eu aceito sua ajuda... – Ela olharia para os olhos do rapaz com um sorriso leve no rosto. – Talvez um colar de conchinhas alegre minha vovó também não é mesmo? – Diria.

Esperaria a reação do rapaz. Se ele resolvesse ajuda-la, pediria a ele para ir a praia com ela após perguntar: - A propósito... Me chamo Crisbella, qual o seu nome?- Perguntaria com a voz ainda tímida. Na praia junto a ele, pegaria algumas conchinhas e se mostraria muito interessada e agradecida pela ajuda dele. Afinal, sentia que o garoto não era uma má pessoa, apenas um pouco rude. Brincaria na água, tentaria sorrir ao máximo, aproveitaria a oportunidade para pelo menos uma vez naqueles longos cinco dias poder finalmente, sorrir.

Deixaria passar um tempo, sentaria em uma rocha ou na areia, convidando o rapaz a juntar-se a ela e observaria o mar junto a ele. À paz e a serenidade seriam os sentimentos que ela sentiria antes de fazer algumas perguntas a ele de maneira discreta:

– O que houve com a Sereia que morava na ilha? Voltou para o fundo do oceano para encontrar a família? – Mirana tinha família, vários irmãos, um pai e uma mãe que a amam, porém eles moram em North Blue, bem longe de Shells Town. Esperaria a resposta do rapaz antes de perguntar mais coisas como: - Você a conhecia? Como ela era? – Em um tom curioso e surpreso. - Espero que ela volte logo para cá, quero muito conhece-la. – Tombaria a cabeça no ombro do rapaz caso ele estivesse ao seu lado.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptyQua 14 Mar 2018, 21:19

Como Uma Onda No Mar


Ouvindo as palavras do jovem, Cris se sentiu um pouco acuada, mas também feliz. Depois de bastante buscas, ela finalmente havia conseguido alguma informação sobre a amiga; que ela não estava mais na ilha. Não que isso fosse uma notícia boa, mas dava uma direção às buscas da garota, ela só não sabia ainda como o jovem sabia de tal informação. Ela tentou seguir com a mentirinha falando sobre sua avó e tentando fingir um choro, mas suas habilidades de atuação não eram tão boas a esse ponto, e ela percebeu o jovem estreitando os olhos. Quando Cris finalmente aceitou sua ajuda para catar conchinhas, a garota teve a impressão de que o rosto do companheiro ter suavizado, como se estivesse aliviado de algo, e ele então se levantou - As belas conchas aquecem até o mais frio dos corações, tenho certeza que ela vai gostar - Ele então pôs o picolé na boca e comeu o resto em uma dentada, deixando apenas o palito sair de sua cavidade bucal. Ele deu um passo, mas parou por alguns segundos fazendo uma careta, deixando Cris confusa até ele voltar o normal - Desculpe, gelo no cérebro, comi rápido demais. Enfim, eu conheço um ótimo lugar da praia para catar conchas bonitas, vamos?

Já na praia, após se apresentar como Adrian, o jovem levou a garota para um dos fins da faixa de areia, onde a mesma dava lugar a um grupo rochoso. Tirando seus sapatos e levantado a barra das pernas da calça, o Adrian entrou na água rasa que ficava entre as pedras e começou a procurar. Cris logo o seguiu a começou a procurar também, saindo do caminho de caranguejos vez ou outra, e, é claro, aproveitando a água também para se divertir. O som das gaivotas acalmavam a garota, mas também a lembrava do tempo que passou com a sereia, fazendo-a vez ou outra querer prosseguir logo com sua busca. Após algum tempo, o jovem puxou algo da água e levantou cima da cabeça enquanto exclamava um vigoroso "Ahá!"; chegando mais perto, a garota viu uma linda concha, mais ou menos do tamanho de um limão, intacta, brilhando em vários tons sobre a luz do sol, quase como se um arco-íris houvesse tido a concha como morada.

Depois de acharem a concha colorida, Cris se sentou em uma das rochas, com os pés sentindo a água passar, e convidou Adrian a se sentar também. Os dois ficaram observando o horizonte por algum tempo, até que a garota tentou fazer mais algumas perguntas sutis. O jovem as ouviu e ficou calado por algum tempo, e respondeu, ainda com o olhar no horizonte - ...Não - Adrian então ficava mais alguns segundos calado, antes de virar a cabeça em direção da garota - ...Tudo bem. Eu te digo o que eu sei. Mas antes, quero que me diga o real motivo de estar atras da sereia - Dizia, novamente virando o rosto para o horizonte - Eu... prestei atenção no que você disse antes; primeiro alguns amigos disseram sobre a sereia, depois a avó pediu para buscar... Se parar para pensar... - Falava Adrian, tentando terminar sem sucesso a frase. Ele possuía uma expressão séria, mas serena, como se estivesse à espera de algo.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptyQui 15 Mar 2018, 11:19

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Nem sempre as coisas da vida ocorrem como esperado, para Crisbella isso era muito notável. Nunca fora boa em mentir e enganar as pessoas, pelo contrário, suas ações e trejeitos eram claros demais a qualquer um. O rapaz dos olhos cor de mel estreitara os olhos após ver a cena fajuta e pouco convincente da garota, porém, após a ruiva dizer que aceitaria a ajuda do rapaz, ele logo relaxara um pouco e sua expressão desconfiada ficara mais calma.

O rapaz levantou-se de seu acento à frente a sorveteria e em uma mordida rápida, comera todo o restante do picolé, deixando somente o palito do mesmo para contar história. Cris olhara para ele e após um passo o garoto começara a fazer uma careta muito estranha.

Arregalara os olhos e quase tocando nos ombros dele perguntara: - Vo-Você está bem? – Estava confusa com a reação inesperada do rapaz. Logo ele respondera: - Desculpe, gelo no cérebro, comi rápido demais. Enfim, eu conheço um ótimo lugar da praia para catar conchas bonitas, vamos? - A garota cerrando o punho direito colocara o mesmo sobre a boca, dando uma pequena risadinha após notar a situação. – Hahaha cuidado, vai acabar congelado!- Sorrindo para ele, ela concordara com a cabeça e logo começara a seguir o rapaz rumo a praia.

No caminho, ela se apresentara a ele e ele fizera o mesmo. Adrian era o nome do belo rapaz dos cabelos negros e olhos cor de mel. Ao chegarem à praia, ambos foram até o fim da mesma, perto de grandes rochas a onde o mar banhava calmamente o local, fazendo com que pequenas criaturas tivessem paz das grandes correntezas.

O rapaz tirara os sapatos e dobrara as barras de sua calça. Cris fez o mesmo, deixara as botinhas marrons e um pouco abatidas pelo tempo ao lado dos do rapaz. Seu vestido acima do joelho só precisou ser ajeitado para que não tocasse a água do mar quando abaixasse para procurar as conchas. Ia atrás dele, tomando cuidado para não pisar em alguma pedra ou concha maldosa que poderia estar abaixo da terra, pronta para espetar os pés sensíveis da moça.

Alguns caranguejos cruzavam o caminho dos jovens, Crisbella não tinha medo dos crustáceos, ela os achava engraçados, principalmente a maneira como eles andavam. Aproveitara o tempo para provocar o rapaz a sua frente, jogando um pouco de água nele com as mãos. Enquanto ria, se divertia e brincava, procurava as conchinhas. Algumas que achara não eram bonitas, eram pálidas e sem graça. Muitas das conchas estavam quebradas, lascadas, estava realmente difícil achar alguma bonita ali no meio das rochas.

O riso das gaivotas que voavam lembrava a garota dos dias em que passara com sua melhor amiga, procurando conchas para colocarem em um lindo colar ou mesmo enfeitarem o belo cabelo loiro da sereia. Encostada em uma pedra, Crisbella massageava a sola do pé esquerdo após pisar em uma pedrinha pontuda, não chegara a furar a pele, mas a dorzinha era incomoda a ela. Tomou um susto e quase caiu na água ao ouvir o rapaz logo a frente de si gritar em comemoração.

-Oque foi? Achou algo?- Ela perguntara enquanto se aproximava dele. Os olhos da garota brilharam ao ver a linda concha colorida nas mãos do rapaz. Era como um arco íris e brilhava com a luz do sol sobre si. Perfeita, sem nenhum arranhão ou mesmo lasca como se tivesse sido feita pelas mão dos deuses do mar e entregue aos dois jovens. Cris em uma ação não pensada, tocou as mãos do rapaz para ver a concha mais de perto.

Quando percebera que estava segurando as mãos dele, seu rosto ficara muito vermelho de vergonha e logo ela o soltara. – Pa-parabéns ela é realmente é muito linda. – Encabulada, se afastara do rapaz e sentara em uma das rochas ali perto. Com os pés na água, acalmando o coração aos poucos, convidou o rapaz a sentar-se junto a ela. Ele não demorara a sentar-se ao lado da garota.

Os olhos verdes como uma Jade e os olhos amarelos como âmbar de ambos fitavam o mar. As ondas quebravam a frente e a água parecia brilhar com pequenos pontos de luz refletidos pelo sol. O cheiro do mar e o vento salgado tocavam a pele dos jovens, o silencio fora quebrado pela garota dos cabelos vermelhos.

– O que houve com a Sereia que morava na ilha? Voltou para o fundo do oceano para encontrar a família? – Ela perguntara a ele. Seu tom de voz era calmo. O rapaz observava ainda o horizonte a sua frente e logo respondera com um simples e seco: - ...Não – Antes de ficar calado novamente. - Você a conhecia? Como ela era? Espero que ela volte logo para cá, quero muito conhece-la. – A voz da garota soava estranha, como se aquilo que dissera fosse a mentira mais descarada do mundo.

O rapaz continuara calado após as perguntas da jovem, o silêncio só fora quebrado após ele olhar para a garota, sua expressão era séria, mas ao mesmo tempo, serena, como um pai que sabe que o filho fez besteira mas ainda assim o ama.

- ...Tudo bem. Eu te digo o que eu sei. Mas antes, quero que me diga o real motivo de estar atras da sereia - Ele dissera enquanto voltava a observar o mar. - Eu... prestei atenção no que você disse antes; primeiro alguns amigos disseram sobre a sereia, depois a avó pediu para buscar... Se parar para pensar... – O rapaz não terminara a frase.

Em um suspiro, Crisbella completaria a frase do rapaz: - Soa como uma mentira... Eu sei... - Cruzaria as pernas e as abraçaria, com o rosto sobre os joelhos enquanto o escondia um pouco do rapaz. Estaria envergonhada de tentar enganá-lo, justo ele da qual de bom coração aceitara a ajudá-la.

- O nome dela é Mirana, ela é loira, possuí uma linda cauda azul da cor do mais profundo oceano. Os olhos dela são brilhantes e ela está sempre sorrindo... - Algumas lágrimas de tristeza escorreriam pelo rosto da garota. Desta vez, seriam lágrimas de verdadeira tristeza. - Ela é minha melhor amiga... E há cinco dias, enquanto conversávamos na praia, um grupo de homens com o uniforme da marinha jogaram uma rede em cima dela e usaram um pano para me fazer dormir... - As lágrimas cairiam com mais intensidade enquanto a garota apertava as mãos sobre os joelhos com mais força.

- Eu não sei o que eles usaram para me desacordar, só sei que tinha um cheiro estranho... Quando acordei eu estava sozinha na areia e minha amiga havia sumido.... Desde então venho procurando por pistas sobre ela. Mas ninguém parece se importar, ninguém parece disposto a resolver uma coisa grave como essa. Se a marinha que existe para nos proteger acaba nos ferindo, o que nós podemos fazer? O que EU POSSO FAZER? - Suas ultimas palavras soariam com raiva enquanto as lágrimas em seu rosto não paravam de cair. - Ela salvou a minha vida uma vez... Agora eu preciso fazer o mesmo... Mas não sei como... -Em um suspiro, tentaria se acalmar um pouco.

Enxugaria as lágrimas do rosto, olharia para o rapaz com um sorriso torto. Seu nariz estaria vermelho assim como os olhos por conta do choro. - Me desculpe por te arrastar nisso tudo... Você tem sido gentil comigo e eu fui mesquinha com você... É que... Eu... Eu não sei em quem confiar... Pois aparentemente a maioria das pessoas dessa ilha não está nem ai para uma sereia sequestrada. A maioria apenas abaixa a cabeça para a marinha, mesmo eles fazendo coisas erradas...- Ela diria com um pouco de raiva no tom de voz.

Continuaria observando o mar, seu coração estaria inquieto. Se o rapaz a convidasse para de alguma forma, procurar por pistas ou se oferecesse a ajuda-lá, ela aceitaria. Já estaria mais segura para confiar nele. Seguiria o que ele teria a dizer, e explicaria a ele que seu desejo era ver um mundo a onde Sirenos e Tritões pudessem viver em harmonia com os humanos, sem seres escravizados e discriminados. - Acho errado o que alguns fazem com Sirenos e Tritões... É errado tomar a liberdade de alguém para seu próprio ego. E se a marinha ajuda algo assim a existir... Então eu odeio a marinha!-Diria emburrada.

Porém se o rapaz decidir frear os seus desejos, dizendo que a procura dela era bobeira e muito arriscado, a garota diria: - Não importa a dificuldade, eu vou achá-la! Eu não vou ficar parada enquanto existem pessoas cruéis que acham divertido tirar a liberdade de alguém e colocá-la em um aquário! - Diria com um tom bravo mas confiante e iria embora, agradecendo o rapaz pela ajuda e se retirando calmamente da praia.



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I need to find you...
Cause every time we touch, I get this feeling
And every time we kiss I swear I could fly Can't you feel my heart beat fast, I want this to last Need you by my side…

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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptySex 16 Mar 2018, 16:10

Límpido Como A Água Pura


Algum tempo havia passado desde que os dois foram procurar pelas conchas; e embora o sol estivesse quente, a água fria da praia que jogavam entre si durante a busca servia para aliviar do calor. Após encontrar diversas conchas sem graça, Adrian finalmente achou uma conha bela e intacta, perfeita para ser usada em um lindo colar. Os dois se alegraram, mas logo o cansado bateu, e os dois se sentavam em uma pedra enquanto suas roupas secavam. Cris puxou novamente o assunto da sereia, mas logo percebeu que o jovem já suspeitava de suas desculpas. Ele parecia bem observativo, e a garota acabou desistindo de manter a mentira. Cris começou a desabafar, chorar, e finalmente dizer em voz alta coisas que até mesmo ela não havia percebido sobre seus sentimentos antes de finalmente externalizar. Ao mesmo tempo que foi doloroso admitir aquelas coisas, um peso foi tirado de seus ombros por finalmente poder falar aquilo para alguém.

Adrian permaneceu calado, ouvindo; ele sabia que interromper não era uma boa ideia. Mesmo que ele permanecesse calado, Cris percebeu que em nenhum momento ele esboçou expresso de desapontamento, apenas uma ligeira tristeza, e se pronunciou assim que a garota terminou de falar - Eu não vou dizer que entendo como você se sente, mas o que eu entendo é esse sentimento de impotência - Ele se calou por mais alguns segundos - Você pode não gostar do que eu vou dizer a seguir, mas eu me sinto na obrigação de contar. Eu sabia, bom, daquelas coisas, porque eu sou da marinha. Eu estava no QG quando a ligação chegou. O sequestro não foi um ato de corrupção, foi uma ordem dos superiores - Ele falou a última parte com visível raiva - O líder do QG também não havia gostado muito, mas disse que não podíamos desobedecer aquela ordem, ele parecia estar com medo. Eu ignorei, tentei ir atras dos soldados que haviam ido, mas fui impedido pelo meu chefe, me prenderam no QG até que o serviço tivesse sido terminado. Depois eu pedi afastamento da marinha por alguns dias, até por a cabeça no lugar - Dessa vez, remorço tomava conta da sua voz - Eu entrei na marinha em busca de justiça, mas, mesmo que hajam aqueles que realmente lutam pelo bem, sempre vão haver os corruptos, os fanáticos, os... Urgh, desculpe - Uma lágrima saia de seu olho, e ele se levantava - De qualquer modo, eu não me importo se me odiar agora, mas eu sei de uma coisa que você pode fazer e eu não: Ir atras da sua amiga. Eles saíram com ela no mesmo dia que a capturaram, ou seja a cinco dias, mas ainda há tempo. As viagens em alto mar são longas, e se eles estiverem indo para onde acho que vão, vão ter que parar por um tempo em Loguetown - Dizia, já seco, indo por novamente os sapatos - Se for ir atras da sereia, eu posso te ajudar com uma coisa. Eu tenho um amigo de infância que, bom, seguiu um caminho um pouco diferente do meu, mas que ainda mantemos certo contato. Ele iria partir com alguns companheiros para Loguetown amanhã de manhã, e até onde eu sei estão arrumando o navio hoje. Ele me deve uma, então se disser que Adrian Jilight a mandou, aposto que ele consegue te por no navio de algum jeito, é um navio com a figura de proa de uma baleia - Caso Crisbella aceitasse a ajuda dele, o mesmo diria, ao final - Uma última coisa, eu suspeito de quem possa ter dado a ordem do sequestro, explique a situação ao Léo e diga que eu suspeito dos Dragões Celestiais, ele vai entender, e saberá te explicar melhor do que eu.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - Em busca da sereia perdida   Capítulo I - Em busca da sereia perdida EmptySab 17 Mar 2018, 01:41

Capítulo I  - Em busca da Sereia Perdida
Como as ondas do oceano, os sentimentos de Crisbella fluíram de seu coração aos seus lábios. O peso da perda e a raiva saíram como um rasgo em seu peito, deixando uma sensação de alívio para trás, como se o que mais precisasse no momento era alguém com quem desabafar toda a sua angustia que guardara consigo.

As lágrimas já cessadas deixaram marcas em seu vestido, pequenas gotas gélidas e salgadas que tocaram o tecido fino e o marcaram. Iriam sumir cedo ou tarde, nada dura para sempre, até mesmo a tristeza passa e como o mar, toma seu rumo em direção ao horizonte a um futuro incerto, porém brilhante enquanto houver esperança. O rapaz a ouvira calado, estava quieto, porém não apático a situação da menina, como se em sua mente, estivesse raciocinando o que faria em seguida. Ele aguardara a mesma terminar de falar para logo em seguida, dar seu parecer sobre tudo.

- Eu não vou dizer que entendo como você se sente, mas o que eu entendo é esse sentimento de impotência – Ele ficara quieto, respirara fundo antes de continuar a falar: - Você pode não gostar do que eu vou dizer a seguir, mas eu me sinto na obrigação de contar. Eu sabia, bom, daquelas coisas, porque eu sou da marinha. Eu estava no QG quando a ligação chegou. O sequestro não foi um ato de corrupção, foi uma ordem dos superiores – Por um segundo, a garota dos cabelos vermelhos poderia jurar que seu coração havia parado de bater. Com os olhos arregalados, ela olhara para o rapaz. Estava incrédula que ele era um marinheiro. Com os punhos cerrados, a garota sentiu seu peito tomar uma pontada de dor enquanto seu estômago embrulhava, as famosas ‘’borboletas’’ de ansiedade estavam a lhe fazer uma visita.

O garoto continuou seu discurso: -O líder do QG também não havia gostado muito, mas disse que não podíamos desobedecer aquela ordem, ele parecia estar com medo. Eu ignorei, tentei ir atrás dos soldados que haviam ido, mas fui impedido pelo meu chefe, me prenderam no QG até que o serviço tivesse sido terminado. Depois eu pedi afastamento da marinha por alguns dias, até pôr a cabeça no lugar – A voz do garoto, antes firme e calma, começara a ficar mais melancólica, o remorso estava tomando seu coração. De alguma maneira, seus sentimentos, mesmo que bem escondidos anteriormente, agora podiam ser vistos e transparecidos em suas palavras.

- Eu entrei na marinha em busca de justiça, mas, mesmo que hajam aqueles que realmente lutam pelo bem, sempre vão haver os corruptos, os fanáticos, os... Urgh, desculpe – O rapaz se levantara. Seus olhos escondiam uma pequena lágrima travessa da qual muitos homens temiam. Chorar não é um sinal de fraqueza, é um sinal de humanidade da qual Crisbella sempre prezara em suas amizades.

- De qualquer modo, eu não me importo se me odiar agora, mas eu sei de uma coisa que você pode fazer e eu não: Ir atrás da sua amiga. Eles saíram com ela no mesmo dia que a capturaram, ou seja a cinco dias, mas ainda há tempo. As viagens em alto mar são longas, e se eles estiverem indo para onde acho que vão, vão ter que parar por um tempo em Loguetown – Após seu corpo ter secado com o sol, o rapaz se dirigira aos seus sapatos na areia, que se encontravam ao lado dos de Cris. - Se for ir atrás da sereia, eu posso te ajudar com uma coisa. Eu tenho um amigo de infância que, bom, seguiu um caminho um pouco diferente do meu, mas que ainda mantemos certo contato. Ele iria partir com alguns companheiros para Loguetown amanhã de manhã, e até onde eu sei estão arrumando o navio hoje. Ele me deve uma, então se disser que Adrian Jilight a mandou, aposto que ele consegue te pôr no navio de algum jeito, é um navio com a figura de proa de uma baleia – Crisbella ouvira atentamente as informações do rapaz. Seu coração estava pesado pelas suas palavras anteriores. Odiar a marinha significaria odiar seus integrantes... Todos eles. Não queria isso, havia ainda uma esperança de que mais homens fossem como Adrian, de corações gentis e vontades nobres estivessem por aí procurando assim como ela, um mundo melhor.

Não odiaria o rapaz, pelo contrário. Estaria grata por toda a ajuda e gentileza dele. A garota dos cabelos cor de fogo se levantaria da pedra, iria buscar seus sapatos e calcá-los após retirar o resquício de areia dos pés. O rapaz a sua frente terminara dizendo: - Uma última coisa, eu suspeito de quem possa ter dado a ordem do sequestro, explique a situação ao Léo e diga que eu suspeito dos Dragões Celestiais, ele vai entender, e saberá te explicar melhor do que eu.- Cris o olhara de baixo para cima até chegar em seus olhos, seu semblante seria sereno e com a concha brilhante em mãos diria a ele de maneira doce e gentil: - Não te odeio... Muitos outros assim como você devem estar por aí... Mas infelizmente, se os que estão acima tem esse poder de fazerem o que bem entendem com os que estão abaixo... Então eu não posso aceitar que isso aconteça.

Em um movimento suave e delicado, a garota abraçaria o rapaz, aconchegando seu rosto no peitoral do mesmo. Algumas delicadas lágrimas escorreriam de seu rosto rosado de timidez. Nunca abraçara um homem assim antes. Era aconchegante, quente e poderia ouvir as palpitações do coração dele misturados com os sussurros de seu próprio coração. Esperaria que ele retribuísse o abraço e diria: - Muito obrigada... Agora eu já sei por onde começar... – Se afastaria do rapaz e se despediria de maneira amigável. Seu rosto estaria vermelho de vergonha, mas sentia que aquele rapaz era de confiança e que um dia, gostaria de apresenta-lo a Mirana.

O próximo destino era apenas uma pista, mas para alguém que está no escuro, até mesmo a chama de uma pequena vela pode significar toda a esperança de quem sabe, poder encontrar a amiga perdida.

Com as informações em mente, seguiria até o porto encontrar o suposto rapaz chamado Leo. Andaria calmamente pelas ruas e procuraria andar pelas ruas comerciais, aproveitaria para parar em alguma loja e comprar alguns itens da qual desejava como uma mochila para uma viagem, alguma arma para que pudesse se defender caso fosse necessário e linha para fazer um lindo colar com a conchinha que recebera de Adrian. Seria simpática com os vendedores ao seu redor, tentaria pechinchar um pouco para conseguir um descontinho nas lojas, afinal, quem não arrisca não petisca.

Após comprar os itens necessários, iria ao porto com um sorriso no rosto, procuraria o barco com a figura de uma baleia na proa do navio, se houvesse algum marinheiro disponível, perguntaria por Leo, sempre sendo cortês e caso questionassem-na diria:
- Sou amiga de Adrian Jilight, preciso falar com Leo, é meio urgente... – Estaria sorrindo de canto, com os olhos observando o local ao redor.

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Capítulo I - Em busca da sereia perdida
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