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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Innuendo

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyQui Mar 08, 2018 5:50 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Innuendo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Skÿller Van Der Veen e Hizumy Mizushiro Mayan. A qual não possui narrador definido.


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Mizushiro Hizumy
Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyTer Abr 10, 2018 10:55 pm



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul! ~

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O pequeno varão sorriria alegremente. Estaria contente por ter deixado todas àquelas gentes felizes e animadas, mesmo que aquele não fora a sua intenção inicialmente. Porém, hesitando, o menino acabaria por recuar um passo, pensativo e fungando a constipação. Seus olhos procurariam meio que aflitos e irrequietos por Skÿller naquela confusão de embriagados alegres que incitavam por mais uma canção.

- O que é que eu faço agora?! – Pensaria o garoto, apertando a flauta bem forte no meio das suas mãos amenas. – Eu preciso dizer a nee-san o que ouvi e o que vi, mas se sair agora, podem desconfiar de mim… - Olharia apreensivo para todos os lados, vendo a quantidade de pessoas que realmente desejavam ouvi-lo tocar mais uma música. Sentir-se-ia meio que encurralado, mas não era algo propriamente negativo. Na verdade, o seu coração palpitaria um pouquinho orgulhoso, e corado, perguntar-se-ia se realmente não poderia tocar só mais uma música. – Bem, acho que não tenho escolha! *Coff! *Coff!! – Tossiria, aceitando atender aos pedidos de todos os dionísios ali presentes.

Entretanto, se no momento em que se preparava para unir-se ao instrumento musical, sentisse uma mão repentina a tocar-lhe no ombro, cessaria seus movimentos e vagarosamente viraria o rosto. Nee-san[/]!! – Abriria um sorriso alegre de alívio, como quem acabara de ser salvo, ao ver que aquela mão que lhe tocava no ombro esbelto era a da amiga. – Vamos indo? Não podemos nos atrasar. – Assentindo duas vezes com a cabeça, vermelho não só da leve gripe, o menino concordaria, porém, havia apenas um se não. – Mas o que eu faço, [i]nee-san?! *Coff! O pessoal pediu para que eu tocasse mais uma música… *Coff! *Coff! *Coff! - Com um frágil pesar no seu tom de voz, a criança mostrava-se também descontente por sair assim, sem tocar mais uma melodia, perguntando-se se seria o mais correcto a fazer, ou se estaria a ser rude e arrogante. – Crianças deveriam estar dormindo, não divertindo adultos. Cabisbaixo, Hizy demonstraria ter entendido a mensagem. Era hora de partir.

Deixaria o local sem problemas se ninguém ficasse violento e os atacasse. No entanto, se atacassem à ele ou à Skyller ao ponto da rapariga ter que os ferir, o noviço celestial sentir-se-ia meio que responsável por toda aquela situação, e com algum desespero e pena no olhar e voz, pediria à Skyller que deixasse o homem. – Por favor, nee-san, deixe-o ir! Ele só bebeu um pouco demais! –

Antes de sair pela porta, largando a mão gentil e quente de Skÿller, deixando-se ficar para trás por um breve momento, o pequeno príncipe olharia para todos por um longo tempo, como que se observasse cada um deles, e numa pequena vénia, pediria desculpa pelo o que havia acontecido. – Peço imensas desculpas! Sinto muito, senhor… - E então sairia do local meio que angustiado e tristonho. E mesmo que as pessoas gritassem impropérios vis e hediondos, não os culparia, afinal, a maioria estava bêbada, e o incidente que a sargento causara os deixaria zangados e com razão.

– Coff! Coff! Coff! Coff! Coff! –

Correndo para junto da marinheira, o soldadinho não conseguia controlar a tosse que ia cada vez mais se tornando um incómodo, fazendo com que uma ligeira ardência nascesse na sua garganta. – Espero que não tenha frio na cara, “Kilay”. – Intrigado, se contorcendo um pouco por causa do resfriado, o menino olharia para Luka e depois para Skÿller. Seria claro que não entendia o que estava acontecendo. – Mas o seu nome não era Luka, nii-san?! – Perguntaria confuso. – Durante a nossa busca eu sou Myra e ele é Kilay. Se você tivesse escutado a minha ordem e esperado no local combinado você saberia. Batendo com o punho direito fechado na palma da mão esquerda, o menino demonstraria compreender a situação. – Oh! Entendo! Faz sentido! Hi!Hi!HI.. Coff*coff! – Sorriria, sendo de imediato atrapalhado pela tosse que mais pareceria uma praga.

- Alguma novidade sobre os “The Pelicans” ou sobre o colar? – Naquele instante, no instante em que escutasse aquele nome, rapidamente, espantado, a criança olharia surpresa para a sargento. – Nee-san! Nee-san! – Entusiasmado, saltitando com o bracinho direito no ar, deixaria sua voz aumentar um pouco. – Aqueles dois senhores na taverna! Eles falaram algo sobre um leilão e sobre esses “The Pelicans”!! – Corado, poria um sorriso animado no rosto. – Eles falaram algo sobre eles estarem a pedir demasiado dinheiro sobre qualquer coisa, talvez, quem sabe, eles estejam a planear vender o colar no leilão!! – Exclamou o rapazito, deixando-se levar e ficando entusiasmado.

Caso a mink o elogiasse, Hizy meio que ficaria sem graça, deixando-se corar mais ainda de felicidade. E se a mesma o perguntasse sobre quem eram os homens, o menino procuraria pelos mesmo através da janela da taverna, se tal tivesse uma, para então apontar para eles. – São aqueles dois, nee-san! –

- AH! Sk.. ops! - Cobrindo rapidamente a boca com ambas as mãos, o menino impedia-se de pronunciar o nome da companheira, corrigindo-se rapidamente. - Digo, Myra-nee-san! Quase que me esqueci... Não deve ser algo muito importante, mas o velho garçon deu umas moedas estranhas para uma moça antes da mesma sair... - Coçando a cabeça, relaxaria o semblante e fecharia os olhos meio que se desculpando e arrependido de ter mencionado o assunto. - Agora que disse em voz alta, realmente não parece ser uma informação muito importante! *Coff! *Coff! -

A partir dali seguiria Luka e Skÿller, observando as costas dos dois, lado à lado de Shimauma. – Hizumy, como foi que você arrumou esse panda? – A pergunta era repentina, o que deixaria o garoto sem uma reacção a princípio, mas logo cruzaria seus olhos com o do amigo peludo e abriria um sorriso alegre, muito mais alegre do que qualquer outro que eles tivessem visto até então. E seria um sorriso preenchido de um sentimento diferente. Um sentimento morno. Um sentimento que apenas sentimos por aqueles que consideramos família. Um sentimento de nostalgia adocicada. – O Shima-chan está comigo desde quando eu nasci! – De olhar melancólico, fitando o horizonte sem realmente ver nada, continuaria colocando um riso gentil nos lábios. – Ele é a única família que me resta além do meu irmão. – Suavemente, tocaria com suas tão pequeninas mãos nos pêlos da criatura, acariciando-a.


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Histórico:
 

Objectivos:
 

….
Objectivos Novos:
 


Contador de Salvamentos/Ajudas:
 


Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

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Legenda:
– Pensamento – - #00ccff
– Fala – - #0099ff
~ Canções ~ - #0099ff + blur


Thanks Panda

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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyQua Abr 11, 2018 12:43 pm

Narração

Clima: Muito Frio (-6ºC), muito vento, nevando.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)



Skÿller

Apesar de ser clara a intenção de Luka, Skÿller não conseguiu deixar de achar engraçado. Sorrindo com a situação em seguida recusou a oferta do jovem e pagando a própria bebida se apresentou para o mesmo para simplesmente continuar interpretando o papel de desconhecidos. – O meu nome é Myra. É um prazer conhecer você…

Foi então que uma ideia maléfica surgiu na cabeça de Skÿller e quando Luka para manter o papel tentou se aproximar mais um pouco tomou um banho do líquido em sua cara. – Mas já tenho planos para esta noite.

Já estava bom de perder tempo ali naquele lugar, foi até a pequena criança que estava cercada de adultos querendo que ela tocasse mais uma vez. Skÿller foi simples e objetiva, tocando no ombro da criança quando a mesma tivesse acabado de tocar a primeira nota, a mink queria manter algum tipo de disfarce ainda. – Vamos indo? Não podemos nos atrasar.– A criança apesar de concordar acabou falando – Mas o que eu faço, nee-san?! *Coff! O pessoal pediu para que eu tocasse mais uma música… *Coff! *Coff! *Coff! – Skÿller que já queria sair respondeu rápido e deixou bem claro. – Crianças deveriam estar dormindo, não divertindo adultos.

- Ei sua gata estúpida! Não seja tão estragas prazeres!- Falou um bêbado que levantou-se e apontou o dedo gordo para Skÿller quase a tocando. A mink então pegou sua kunai e rapidamente juntou a mão do homem com a mesa do mesmo, onde sangue saiu aos poucos, amedrontando as pessoas ali presentes. – Se não quiser perder nada para além da total utilização da sua mão, sugiro que se comporte decentemente. - Antes mesmo do homem falar qualquer coisa, ouviu Hizumy falando com ela. – Por favor, nee-san, deixe-o ir! Ele só bebeu um pouco demais! – Então reparando que ninguém mais parecia querer mexer com a ela após a demonstração rápida de força, conseguiu sair com a criança, que parou na porta ainda para falar algo com todos lá dentro.

Já estava nevando bem mais forte do que Skÿller vira mais cedo pela janela. O frio começava a atacar mais forte. Após algum tempo, quando Luka finalmente conseguira sair, Skÿller não conseguiu não se divertir e provocou. – Espero que não tenha frio na cara, “Kilay”. - Luka, apesar de soltar um sorriso que expressava algo do tipo: "não vou me irritar porque você é minha superior" respondeu de forma simples. - Lucia me passou uma toalha pelo menos. - Antes da jovem mink conseguir perguntar qualquer coisa, ouviu a criança perguntando para Luka. – Mas o seu nome não era Luka, nii-san?! - Então lembrando que a criança desobedeceu sua ordem primária e por isso não sabia sobre isso, fechou um pouco a cara para a mesma e falou: – Durante a nossa busca eu sou Myra e ele é Kilay. Se você tivesse escutado a minha ordem e esperado no local combinado você saberia. - Porém infelizmente a criança aparentemente não percebeu o desgosto da mesma e simplesmente reagiu falando que fazia sentido então.


Hizumy


Hizumy ficou feliz dos homens quererem que ele tocasse mais. Apesar de aquele não ser seu plano inicialmente, acabaria se orgulhando de ter conseguido deixar todos felizes. Olhou para Skÿller que ainda estava do lado de Luka, mas viu que a mesma jogou algo no rosto dele por algum motivo.

- Vamos criança, toque mais uma.

– Bem, acho que não tenho escolha! *Coff! *Coff!!- Falou e tossiu a pequena criança aceitando que iria tocar. Mas isso não ocorreu, pois mal tocou a primeira nota e Skÿller surgiu em seu auxílio. – Vamos indo? Não podemos nos atrasar.– falou ela tocando no ombro de Hizumy – Mas o que eu faço, nee-san?! *Coff! O pessoal pediu para que eu tocasse mais uma música… *Coff! *Coff! *Coff! – Respondeu a criança, que apesar de ter ficado feliz com a ajuda de Skÿller, ainda queria tocar para todos. – Crianças deveriam estar dormindo, não divertindo adultos.

- Ei sua gata estúpida! Não seja tão estragas prazeres!- Ouviu do mesmo bêbado que queria brigar com Hizumy na primeira vez, antes de começar a tocar. Ele se levantou e Hizumy viu que o mesmo era bem alto e até forte, acabou apontou o dedo gordo para a sargento quase a tocando. Hizumy viu que a mink foi bem rápida, acertando a kunai na mão do bêbado, fazendo-a sangrar logo na frente de Hizumy. – Se não quiser perder nada para além da total utilização da sua mão, sugiro que se comporte decentemente. - ouviu a mink falando e então Hizumy com seu doce coração reagiu instantaneamente. – Por favor, nee-san, deixe-o ir! Ele só bebeu um pouco demais! – A sargento então olhou para todos os lados e ao perceber que ninguém mais iria fazer nada, saiu segurando Hizumy pela mão que de bom grado foi seguindo ela, no entanto parou na porta, soltou a mão de Skÿller e falou: – Peço imensas desculpas! Sinto muito, senhor… - Saiu ouvindo nada, provavelmente todos estavam meio atônitos ainda com a menina gato que havia acabado de humilhar um homem maior do que ela com incrível facilidade, medo provavelmente imperava entre todos ali.

Ao sair do estabelecimento, sentiu um frio muito intenso, agora estava nevando e isso fez com que ficasse muito mais frio do que estava antes. Se juntou a Skÿller e esperou por Luka que por algum motivo havia ficado do lado de dentro da taverna quando saíram. A tosse estava ficando mais frequente e já incomoda. Quando Luka se aproximou o suficiente, ouviu Skÿller falando para o mesmo. – Espero que não tenha frio na cara, “Kilay”. - Luka sorriu para a sargento e respondeu. - Lucia me passou uma toalha pelo menos. - Aquilo tudo foi muito estranho para o pequeno que logo perguntou. – Mas o seu nome não era Luka, nii-san?! - Skÿller respondeu então para a jovem criança. – Durante a nossa busca eu sou Myra e ele é Kilay. Se você tivesse escutado a minha ordem e esperado no local combinado você saberia. - A pequena criança em sua inocência acabou falando: Oh! Entendo! Faz sentido! Hi!Hi!HI.. Coff*coff!


Ambos


Skÿller então decidindo parar de perder tempo, acabou por fim perguntando: - Alguma novidade sobre os “The Pelicans” ou sobre o colar? Infelizmente não consegui descobrir nada.

Por mais incrível que isso possa parecer para Skÿller, Hizumy reagiu primeiro a pergunta. Todo entusiasmado, saltitando, a pequena criança logo falou: – Nee-san! Nee-san! Aqueles dois senhores na taverna! Eles falaram algo sobre um leilão e sobre esses “The Pelicans”!! Eles falaram algo sobre eles estarem a pedir demasiado dinheiro sobre qualquer coisa, talvez, quem sabe, eles estejam a planear vender o colar no leilão!! - Após a pequena criança falar, Luka emendou o que descobrira.

- Eu não ouvi nada sobre leilão algum, mas essa informação faz sentido o que o que eu ouvi. Lá dentro me contaram a localização deles. Mas como falar... algo na fala da pessoa indicou que a base está vazia, provavelmente por causa desse leilão, deve estar ocorrendo em um local diferente da base deles. Podemos voltar lá dentro e conseguir a informação a força, mas não sei se é a melhor forma de trabalhar.

– Bom trabalho. Mostre o caminho. - Falou a sargento para Luka, provavelmente conseguiriam seguir de lá. No entanto antes de saírem a caminho da base, Hizumy ainda lembrou de uma informação que talvez fosse importante. - AH! Sk.. ops! Digo, Myra-nee-san! Quase que me esqueci... Não deve ser algo muito importante, mas o velho garçom deu umas moedas estranhas para uma moça antes da mesma sair... Agora que disse em voz alta, realmente não parece ser uma informação muito importante! *Coff! *Coff!

Durante a caminhada na neve, que fez Hizumy tossir muitas vezes, a mink acabou perguntando no meio do caminho, para pensar em outra coisa além da neve ou para ouvir algo diferente de uma tosse saindo da boca da pequena criança. – Hizumy, como foi que você arrumou esse panda? - A criança sorriu de uma forma que a mink nunca havia visto, o que era estranho dado o tanto que aquele pequeno ser sorria o tempo todo. – O Shima-chan está comigo desde quando eu nasci! Ele é a única família que me resta além do meu irmão. - Apesar de ter ficado claro que o mesmo mudou um pouco ao falar isso, continuava sorrindo.

Após um bom tempo andando na neve, onde Luka teve que parar para observar melhor várias vezes, pois afinal, nunca estivera naquela cidade igual Skÿller ou Hizumy, acabaram por achar o local que seria a base dos The Pelicans. Ficava bem claro pela imagem que ali existia e Skÿller entendeu pelo desenho ridiculamente simples, que aquele grupo de caçadores era modesto, talvez até houvesse alguma piada interna. Já para Hizumy, o desenho talvez não lhe chamasse tanta atenção, mas a casa sim. A mesma não seguia o mesmo padrão de todas as outras edificações da cidade pelas quais passaram, essa construção lembrava-lhe muito a forma de construção de Thule Island.

– Ok, vamos pensar num plano juntos. Sei que o meu plano inicial não foi aceite por todos, então vamos pensar em algo que todos estejamos de acordo. - Falou a mink, olhando principalmente para Luka, que tinha deixado para ela aparentemente, claro que não havia gostado do plano.

- Bem... o local está todo escuro, não sabemos se existe alguém ali, já que eu ouvi eles falando que não haveria, a única coisa que consigo pensar é em arrombar a porta e procurarmos por pistas de onde o tal leilão que Hiz... ele ouviu ocorrerá. - Falou Luka no final percebendo que a criança não tinha um nome falso.

O local, como descrito por Luka, estava totalmente escuro e silencioso, era de dois andares e era de uma aparência no mínimo diferente do comum para os outros dois, enquanto para Hizumy era a construção mais comum e nostálgica possível. O segundo andar tinha duas grandes janelas logo na frente, enquanto o primeiro havia uma porta onde passariam calmamente todos os três juntos se estivesse totalmente aberta. Na frente ainda havia duas pequenas janelas, pouco mais altas do que Hizumy e caso tentassem olhar lá dentro por elas, não conseguiriam ver nenhum sinal de vida ou luz.



Silhueta:
 

Histórico:
 

Luka:
 

off:
 

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyQui Abr 12, 2018 5:18 am



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul! ~

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Estupefacto, Hizumy não podia acreditar no vislumbre à fronte de si. Estariam seus olhos a pregar-lhe partidas ou seria a constipação mais grave do que imaginava?! Teria febre, e consecutivamente, estaria a ter ilusões?! Esfregou nos olhos os punhos, tentando despertar do sonho, apesar de não se lembrar de ter ido dormir. – Não pode ser… *coff! - Sussurrou tossindo por meio de um murmúrio incrédulo, semicerrando os olhos, como que se aquilo fosse permitir-lhe ver melhor toda aquela miragem. Lentamente, o seu rosto enevoado abrir-se-ia num sorriso límpido.

- … Mas é! Não acredito! HaHaHaHa!


O bramido histérico saíra-lhe dos lábios num frenesim de palavras excitadas que não conseguira reprimir. Mais brilhantes se tornaram os dois olhos, quase capazes de reflectir a luz das estrelas se no céu da noite as houvesse, conjurando-lhes um amável tom de nostalgia saudosa. – Isto traz-me tantas memórias… *coff! – A tosse já não o incomodaria mais a partir daquele momento. Era impossível! Sua mente estava demasiada ocupada com aquela grande coincidência que só poderia ser uma brincadeira do destino. – Skÿller-nee-san… Luka-nii-san… - dum salto energético e gentil, com as mãos trêmulas de nervosismo saudável, o varão colocar-se-ia no meio de ambos, corado de vermelho na face. – Está casa é uma casa do meu país! É uma casa tipicamente de Thule Island!!! – Romperia a voz aguda-infantil numa tríplice exclamação, virando-se orgulhosamente para a construção, numa doce contemplação que lho despertaria memórias, avivando-lhe imagens, já tão passadas, porém, ainda tão vivas, tão coloridas, tão mais suaves que o presente…

- Não se compara ao palácio, mas traz boas recordações de quando íamos visitar a senhora cabreira! *coff! Lembras-te, Shima-chan? – Da voz da inocente criança uma recordação entusiasmada e divertida era trazida à tona, fazendo-o partilhar gargalhadas com o panda.

– GHaGHAGHAGHGA!!! –


Gargalhadas mais espontâneas, verdadeiras, divertidas e nostálgicas não haviam jamais visto sair daqueles lábios que tanto e de tantas maneiras diferente sorriam. – Ela sempre dizia que não devíamos ir até aquela região sozinhos…! He..he.. – Aos poucos, miudinho a gargalhada ia se tornando em um sorriso e logo em um riso, até então sobrar apenas uma réstia fina inexpressiva nos lábios. E a dúvida faria que olhos mais claros e observadores que nunca despertassem intrigados. – O que uma casa de Thule Island faz em Cactus Island?! E porque logo a base dos “The Pelicans”?! – aproximando-se da janela e ajudando com as mãos em volta dos olhos, intentando ver alguma coisa lá para dentro, a pergunta era lançada ao ar à ninguém em específico. – Impossível! Está demasiado escuro para ver qualquer coisa. *Coff! *Coff! -

Enleado de confusão, segurando o queixo com a mão, dirigir-se-ia à passos curtos e pensativos até Skÿller. – Nee-san, será que esse grupo veio da mesma ilha que eu?! – Era a única explicação que lhe passava pela cabeça. Caso contrário, como e porque estaria ali uma construção daquelas, demasiada exótica até mesmo para Cactus Island?!

Pondo-se de frente para a porta, faria força nas mãos e empurraria a mesma, abrindo-a se não estivesse trancada. - *Coff! *Coff! Vamos entrar?! – Viraria o semblante por cima do ombro, fitaria Skÿller e Luka atrás dele, no caso de nenhum ter tomado a iniciativa até então e perguntaria num tom de voz calmo e confiante. Das costas retiraria o bastão e o posicionaria à frente do corpo. Estaria em estado de alerta. Por mais nostálgico que aquele vislumbre fosse. Por mais alegre as memórias revividas por tal coincidência, aquela casa ali não podia significar algo bom. Sabia disso. Poucas pessoas de fora haviam ido até Thule para saber como as moradias se pareciam. Normalmente, nobres de outros países e marinheiros eram os únicos estrangeiros que lá apareciam, e era algo ainda assim bem raro. Seu coração borbulhava de palpitações de ansiedade com a probabilidade daquela realmente ser a casa de alguém conhecido. Na verdade, ele desejava que fosse. Ansiava por um nome que mesmo sem som, seus lábios nomeavam, esperando encontrar ali no sombrio silêncio da noite. – Shima-chan, não se separe de mim! – Avisaria ao panda, aproximando-se dele.




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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyQui Abr 12, 2018 4:00 pm





The Mission



...... Uma pequena confusão na taverna foi necessária para evitar atrasos desnecessários na missão, infelizmente ver o sangue na minha kunai me deixava com mais sede e não resisti em passar o dedo no sangue e saborear assim que saí da taverna, Samael olhava para mim com um rosto curioso, porém vazio. Olhei em seus olhos para tentar decifrar o que ele estaria pensando, mas eles não passavam nenhuma informação.

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...... - O que você fará quando tiver sede e nenhum inimigo para matar? – perguntou Samael – Irá ferir um aliado?
“Vamos evitar que esse caso aconteça.”
...... Trocamos informações e fiquei bastante satisfeita com o resultado dos esforços dos soldados, agora já tínhamos mais uma pista para continuar a nossa busca, infelizmente era agora uma corrida contra o tempo, mais cedo ou mais tarde o artefacto seria vendido e a missão falharia, algo que não podia acontecer. Embora Luka achasse ser uma perda de tempo, o local onde eles estavam se escondendo poderia nos dar mais informações sobre o local do leilão e dar tempo para Luka criar a peça falsa.
...... - Estranho… - disse Samael suspeitando enquanto me encarava enquanto íamos até ao local – É mesmo você? – perguntou tocando na minha cara.
“Que pergunta idiota é essa?”
...... - Um dos soldados acabou de sugerir entrar de novo no bar e pegar informações na base da força. – respondeu Samael – Na base. Da força. A Sky que eu conheço não teria pensado duas vezes e teria chegado matando todo mundo deixando apenas 2 ou 3.
“Escuta… Não podemos ferir civis, somos marinheiros, o nosso dever é proteger civis.”
...... - Pelo amor… - Samael interrompeu as próprias palavras – Isto não tem nada a ver com os civis, certo? – ficou me fitando e, como eu não respondi, ele riu-se num tom de deboche e mudou de forma – É por causa dela. – quando olhei para Samael vi que ele estava com a aparência de Roxanne. - Patético...

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“Vocês consegue fazer isso?!”
...... - Por favor. Tenho a aparência de qualquer humano. Basta eu querer mudar.– respondeu Samael, embora a sua voz continuasse a mesma.
“Roxanne não tem nada a ver com isso.”
...... - Você está com medo. Tem medo de voltar a falhar e fazer com que outra pessoa receba a sua punição. Você sabe que errou mais e ainda assim foi a menos prejudicada. – disse Samael me atormentando.
“Não tem nada a ver com medo ou de falhar!”
...... - Não? – disse Samael pensativo – Então seria por causa disso? – voltei a olhar para Samael, ele reproduziu a expressão de Roxanne quando me viu bebendo o sangue de Bragnis, um olhar de espanto e até mesmo medo, dando um passo para trás e respirando fundo para se compor.
“Canalha. Quando essa missão acabar você está fudido, seu pedaço de merda.”
...... - Você não pode expulsar-me nem bater-me. – disse Samael rindo, mas rapidamente tomou um ar sério, ficando com a mesma expressão facial que eu – Não deixe que uma humana deixe o seu ritmo mais lento, se ficar frouxa irá ter mais uma visita da Morte, e tenho a certeza que ela não irá deixar você passar impune desta vez.
...... Quando percebi já estávamos no local e tudo indicava que Luka estava certo, o esconderijo estava praticamente abandonado, não parecia existir ninguém nas proximidades e provavelmente também não haveria ninguém lá dentro. Rapidamente ficaria com os meus sentidos em alerta e tentaria verificar se não existia ninguém no interior da construção, felizmente eu conseguia ver muito bem no escuro e isso iria facilitar-me o trabalho de reconhecimento, enquanto isso eu pegaria na corda e prendê-la-ia em uma das kunais através do buraco na base dela e daria um nó para que ela não soltasse.
...... Se alguém demonstrasse mais empolgação que o necessário e começasse a levantar o som da voz, sem pensar duas vezes diria num tom seco e pouco amigável – Não se distraiam e façam pouco barulho, temos que ser rápidos e discretos.
...... Entraria então no local pela entrada principal já com minha ninjaken em mãos, entraria cautelosamente e, se não existisse sinal de inimigos daria sinal para que eles entrassem, começaria a procurar cartas e mapas, mesmo não sabendo ler, eu daria o conteúdo para Luka poder analisar – Você lê, eu e Hizumy procuramos por cartas e mapas, se achar alguma coisa avise. – Continuaria a procurar, porém sempre mantendo a audição atenta, não fosse um membro voltar para trás e nos pegar desprevenidos. Quando finalmente encontrássemos a possível localização do local e como chegar nele ficaria pensativa e então olharia para Luka – Comece a fazer a cópia. Faça de forma que apenas você a distinga.
...... Enquanto Luka fazia a falsificação eu começaria a procurar por capas para todos nós, principalmente para o panda, mais do que nunca iria ser necessário ficar “fora do radar”. Encontrando ou não as capas começaria a explicar o novo plano - Vamos participar do leilão, vocês os três ficam juntos e eu fico mais distante e o mais próxima possível do palco. Hizumy, darei para você dinheiro para poder comprar qualquer coisa que não seja o colar, o preço dele deve ser absurdamente alto para a marinha desejar tanto o seu retorno. Aceite isso como um agradecimento pelo que fez a Roxanne. – embora o sentimento fosse verdadeiro as minhas palavras sairiam sem qualquer emoção, parecia que a máscara tinha a capacidade de “sugar” as emoções. – Quando aparecer o colar eu apareço e roubo o colar, obviamente vão tentar parar-me, e vai ser aí que vocês entram: os bravos civis e o valente urso pararam uma mink de roubar um precioso colar e devolvem-no, porém irão dar o falso. Para não haver confusões. Todos de acordo?
“Ainda não falou comigo desde que achei ela de novo...”
......Se por acaso me apercebesse da presença de algum membro dos “The Pelican” imediatamente correria na sua direção usando a minha aceleração e saltaria para cima dele, enfiando a minha ninjaken no seu ombro, tentaria fazer com que ele caísse com o meu peso e então colocaria um joelho no chão e o outro sobre a zona intima dele, fazendo força – Se gritar vai ser pior. – Faria força na ninjaken para atravessar o ombro e ficar bem presa, então soltá-la-ia e, pegando na kunai com a corda (torinawa kunai), enfiaria no outro ombro e faria passar pelo pescoço do alvo, teria o cuidado de deixar ele conseguir respirar – Shhhhhhhh…. – Removeria a minha ninjaken com a outra mão e então faria ele ficar de barriga para baixo (caso já não estivesse) – Você vai responder a umas perguntas…
...... Contra chutes baixos eu tentaria pular para cima da pessoa e enfiar a minha ninjaken em seu ombro e empurrando ela para o chão; para o caso de chutes médios ou altos eu rapidamente me abaixaria e então me jogaria na outra perna para que ela caísse, tentaria não ficar por baixo da pessoa; Para socos circulares eu me esquivaria para baixo em pêndulo para o lado oposto do soco, no caso de socos frontais eu esquivaria para baixo em forma de pêndulo mas para a direita e então eu perfuraria a coxa do alvo, e se fossem socos verticais eu daria um salto para a minha direita e tentaria realizar um corte horizontal no torso do agressor; Para ataques cortantes ou de impacto, eu usaria o seguinte padrão de defesa: contra golpes horizontais direcionados acima do pescoço eu rolaria para a frente e então tentaria enfiar a minha ninjaken no fígado do alvo, para golpes de estocada eu esquivar-me-ia para a esquerda e então tentaria enfiar a ninjaken no antebraço da pessoa; contra golpes horizontais direcionados abaixo do pescoço e acima da cintura eu daria um salto para trás de modo a evitar receber o golpe; se fossem golpes horizontais focados às minhas pernas eu saltaria o mais alto possível para cima da pessoa e enfiaria a minha ninjaken no seu ombro e então e encostaria a minha ninjaken no seu pescoço e faria um pequeno corte como aviso, se ele tentasse alguma gracinha rapidamente usaria o cabo da ninjaken para bater no nariz dele. Se tentassem lançar projéteis ou disparar contra mim, usaria a técnica “Dance Of Knives” e então utilizaria a minha aceleração para correr na direção do agressor mais próximo e tentaria realizar um golpe horizontal da esquerda para a direita em suas pernas o mais profundo possível.
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyQui Abr 12, 2018 8:24 pm

Narração

Clima: Muito Frio (-8ºC), muito vento, nevando cada vez mais forte.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)



Hizumy

Hizumy ficou totalmente estupefato com o fato de que a casa dos The Pelicans era feita de forma idêntica as casas de Thule Island. Depois de um bom tempo admirando a construção aceitou o fato de que era real e não um produto de sua mente infantil que estaria com muita saudade de casa.  Incrédulo falou várias coisas para Luka e Skÿller que simplesmente rebateu com um frio – Não se distraiam e façam pouco barulho, temos que ser rápidos e discretos. –Que não teve nenhum efeito no estado atual da criança. Mencionou um palácio em suas falas e apesar de Skÿller não falar nada, Luka olhou preocupado para o jovem marinheiro e colocara a mão na testa do mesmo para checar algo.

- Você esta bem? - Perguntou, após isso foi até a mink falar com ela algo em privado. A empolgação de Hizumy continuava enquanto Luka conversava com a sargento, pulando no peito da janela olhou lá dentro mas nada conseguiu enxergar.

– Nee-san, será que esse grupo veio da mesma ilha que eu?! - Falou e sem esperar por uma resposta tentou abrir a porta. Luka percebendo que nada ali ocorreria de forma normal desistiu e se aproximou, onde facilmente arrombou a porta. A criança acabou entrando logo em seguida. Preparado para qualquer situação, por mais que estivesse empolgada não se deixaria levar pela situação, ainda era território desconhecido, apesar de nostálgico de certa forma. Quando o panda entrou, por último, Hizumy foi até o mesmo e falou: – Shima-chan, não se separe de mim!


Skÿller

Durante todo o caminho a sargento se fitou em uma discussão interna sobre o que exatamente estava fazendo com toda aquela situação. Quando percebeu já haviam parado na construção que era a base dos The Pelicans. E provavelmente estaria vazia como Luka havia dito. Ótima forma de perder peso. Por algum motivo a pequena criança ficou super empolgada com aquela casa e começou a falar de sua terra natal. Skÿller mandou que ambos ficassem quietos e atentos, mas a criança pareceu ignorar aquilo no momento. Luka aparentemente estava meio preocupado com a criança e foi checar algo se aproximando de Hizumy. Logo após isso foi até a sargento.

- Toda aquela tosse e agora está falando de um palácio. Skÿller, não acha melhor levar a criança para algum lugar e depois voltarmos? Ele está meio quente.

Antes de Skÿller responder, ouviram a pequena criança perguntando: – Nee-san, será que esse grupo veio da mesma ilha que eu?! Em seguida tentou entrar na porta que estava trancada, Luka olhou bem e percebeu pelo estado de Hizumy que não teria como ele sair dali sem fazer barulho, estava muito empolgado com a situação toda. O marinheiro foi e abriu a porta, era melhor fazer barulho lá dentro do que do lado de fora. Hizumy pulou para dentro antes de Skÿller, que conseguiu entrar logo em seguida com sua ninjaken empunhada.


Ambos

Quando o panda acabou por entrar também, Luka fechou a porta para que ninguém que por acaso estivesse andando na rua tivesse sua atenção tomada por uma casa de porta aberta no meio da noite.

Assim todos começaram a procurar por qualquer tipo de pista que pudessem encontrar. Skÿller que infelizmente ainda tinha muita dificuldade para ler acabava por passar as coisas que encontrava para Luka, porém nada realmente era muito conclusivo naquele local.

A construção era bem simples. No primeiro andar não acharam realmente nada que lhes pudesse interessar, ao entrar na casa você se deparava com alguns poucos bancos, nas paredes estavam espalhados cartazes de procurados, claramente de piratas já capturados pelos The Pelicans, era um mural de demonstração de força, algo do tipo. No primeiro andar havia a escada para o segundo se você mal entrasse e já fosse para a esquerda, caso fosse para a direita acabaria se deparando com uma porta já aberta que levava para a cozinha. A mesma estava cheia de mantimentos, apesar de alguns estarem começando a apodrecer. Ainda havia uma porta na cozinha que estava trancada, mas que dava para ver pela janela que simplesmente levava para fora da casa.

No segundo andar provavelmente estariam as respostas para as perguntas que tinham, ou assim esperavam, mas infelizmente não encontraram nada em relação a missão. Já Hizumy encontrou vários itens que eram com certeza provenientes de Thule Island enquanto vasculhava as pequenas cômodas que ficavam no lado de cada cama. O segundo andar possuía cinco camas, todas estavam mais ou menos organizadas, com itens pessoais no lado de cada cama, este segundo andar possuía três grandes guarda roupas além de uma mesa onde provavelmente seus membros discutiam planos. Havia ainda um móvel onde provavelmente guardavam suas armas. Porém o que mais chamou atenção, tanto de Hizumy, quanto de Skÿller e Luka, foi o grande poster que havia na parede do quarto, logo acima das camas, entre duas janelas que eram mais espaçadas, provavelmente quando o cômodo foi construído já havia a intenção de se por essa foto, pois as janelas do fundo eram mais próximas uma das outras. Na foto estavam cinco membros dos The Pelicans, todos usando máscaras de pelicanos ridículas, roupas bem brancas com desenhos de plumas e todos com pequenas asas pouco acima de seus ombros.

Enquanto vasculhavam o segundo andar, ouviram um barulho estranho ocorrendo onde era a cozinha, alguém estava provavelmente tentando abrir a porta da cozinha. Pela janela que existia no segundo andar começaram a escutar uma conversa do povo que tentava arrombar a porta.

- Será que ele está aqui mesmo?

- Claro seu idiota, acha mesmo que podemos confiar naqueles malditos caçadores? Com certeza o que estão vendendo é falso.



Mapa da casa:
 

Histórico:
 

Luka:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptySex Abr 13, 2018 7:55 am





The Mission



......O local parecia não ter realmente nada de muito de útil para a nossa busca, para não facilitar a missão Luka parecia preocupado com Hizumy. Olhei para o garoto e não me parecia ter nada de mal com ele e mandá-lo embora não era uma decisão minha, afinal se ele fosse embora iria falhar na sua parte da missão.
......- Ele irá continuar a missão, se a situação ficar grave o panda carrega ele até ao navio. – respondi a Luka. - Hizumy, ouça com atenção ao que irei dizer: Respire fundo e se concentre na missão, talvez seja uma coincidência este lugar lembrar de sua casa. Você tem que definir as suas prioridades, se recuperar o colar não for a principal, lamento lhe dizer mas volte para o navio. Tolerei demasiado as suas faltas de subordinação, posso não ser a melhor líder mas sou a líder desta missão. A responsabilidade da vossa segurança está nas minhas mãos, se chegar no navio com um de vós ferido ou morto provo a ele que foi um erro confiar em mim.
......- Ele é uma criança. Tenha calma com as suas palavras. - disse Samael preocupado.

Criança ou não, ele continua sendo um marine. Se ele não conseguir seguir ordens simples então tenho sérias dúvidas em relação ao seu futuro como marinheiro. E mais... Essa criança tem uma força de vontade incrível, sei que ela irá melhorar o seu foco daqui em diante.

......Quando tudo parecia perdido escutei duas pessoas entrando no esconderijo, imediatamente fiz sinal para os dois soldados ficarem em silêncio. Eles pareciam procurar o mesmo que nós, então seria apenas uma questão de tempo até eles chegarem no segundo andar, eles seriam úteis para encontrarmos a localização do leilão.
......- Escondam-se. Hizumy prepare a corda. - sussurraria para os soldados enquanto me esconderia do lado da porta e esperaria por eles.
......Era apenas uma questão de tempo para que entrassem no comodo em que estávamos, deixaria o primeiro entrar e, se ele não me visse, esperaria o segundo entrar para realizar um golpe horizontal em suas pernas e fazer dele um refém encostando a minha ninjaken  no seu pescoço e fazendo um pequeno corte como aviso – Kilay! Agora! – esperaria que Luka percebesse o sinal e fizesse o mesmo com outro. Caso apenas entrasse um deles, o procedimento seria o mesmo mas em vez de avisar Luka, eu afastar-me-ia com o refém para longe de porta. – Se não quiser que seu parceiro morra, sugiro que se entregue. – se ele o fizesse, olharia para Hizumy – Prenda-o. E depois saia, preciso que vigie a sala... Não entre na sala a menos que inimigos se aproximem, por mais gritos que escute não entre aqui. Entendeu?
......Se não conseguisse pegar eles desprevenidos eu usaria a técnica “The Wolf” no alvo mais próximo e concluiria com uma estocada no olho do mesmo, de modo a simplesmente cegá-lo. Quando o primeiro fosse derrotado eu enfiaria a minha ninjaken no seu ombro até ao fundo e pegaria a kunai sem corda como se fosse uma faca e encostá-la-ia no pescoço do alvo – Desistam ou sofram as consequências.
......Contra chutes baixos eu tentaria pular para cima da pessoa e enfiar a minha ninjaken em seu ombro e empurrando ela para o chão; para o caso de chutes médios ou altos eu rapidamente me abaixaria e então me jogaria na outra perna para que ela caísse, tentaria não ficar por baixo da pessoa; Para socos circulares eu me esquivaria para baixo em pêndulo para o lado oposto do soco, no caso de socos frontais eu esquivaria para baixo em forma de pêndulo mas para a direita e então eu perfuraria a coxa do alvo, e se fossem socos verticais eu daria um salto para a minha direita e tentaria realizar um corte horizontal no torso do agressor; Para ataques cortantes ou de impacto, eu usaria o seguinte padrão de defesa: contra golpes horizontais direcionados acima do pescoço eu rolaria para a frente e então tentaria enfiar a minha ninjaken no fígado do alvo, para golpes de estocada eu esquivar-me-ia para a esquerda e então tentaria enfiar a ninjaken no antebraço da pessoa; contra golpes horizontais direcionados abaixo do pescoço e acima da cintura eu daria um salto para trás de modo a evitar receber o golpe; se fossem golpes horizontais focados às minhas pernas eu saltaria o mais alto possível para cima da pessoa e enfiaria a minha ninjaken no seu ombro e então e encostaria a minha ninjaken no seu pescoço e faria um pequeno corte como aviso, se ele tentasse alguma gracinha rapidamente usaria o cabo da ninjaken para bater no nariz dele. Se tentassem lançar projéteis ou disparar contra mim, usaria a técnica “Dance Of Knives” e então utilizaria a minha aceleração para correr na direção do agressor mais próximo e tentaria realizar um golpe horizontal da esquerda para a direita em suas pernas o mais profundo possível.
......- Onde fica o leilão? – perguntaria num tom de voz assustadoramente calmo. Se nenhum deles respondesse eu morderia com toda a força o pescoço do refém até que começasse a sangrar, aproveitaria para beber um pouco – Esta sou eu entediada. Você não vai querer me ver irritada. Onde fica o leilão? – se ainda assim não quisesse responder, seguraria a ninjaken com a mão direita e, com a mão esquerda perfuraria com as minhas garras no nervo trigémeo, bem acima do olho – Shhhhhh… - diria se ele começasse a gritar – Se nenhum de vocês responder, a brincadeira vai acabar mal. – respondendo ou não sobre a localização do leilão, eu agarraria nele e arrastá-lo-ia até a janela. – Vale a pena morrer pelo colar? Hum?! É uma vergonha morrer por um objeto idiota…
......Para o caso de ter 2 inimigos, eu pegaria na kunai com a corda e enfiar-lha-ia no ombro do refém o mais fundo possível, daria dois voltas no pescoço e empurrá-lo-ia contra ela até que se partisse, seguraria na corda de forma a deixá-lo pendurado, para evitar cair, ficaria encostada na parede e seguraria na corda com as duas mãos. – Diz-me tudo que preciso saber sobre o leilão e sobre o colar ou o seu amigo irá visitar o inferno mais cedo.
......Para o caso dele ser o único a ser interrogado, empurraria a cabeça dele várias vezes contra a janela até ela partir, tendo o cuidado para não o matar - Fala! A sua vida é menos valiosa que um colar? - Quando ele demonstrasse querer dar informações pertinentes, eu pararia de bater nele e deixaria que ele falasse, porém, se fosse alguma gracinha eu sorriria para ele e então deitá-lo-ia no chão - Estou a ver... - pegaria na kunai sem corda e então enfiaria na boca dele, encostada no lado esquerdo e com a lâmina debaixo da língua - Gostaria de fazer mais alguma gracinha? - se ele ainda assim não quisesse ajudar, faria um corte na boca.


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......Não importava mais para mim se tinha ou não resposta, os meus olhos estariam vendo tudo vermelho. – Ótimo… - se dissessem alguma coisa de interessante. Puxaria o pirata até a beirada da janela e pegaria a kunai novamente, removeria a máscara e deixaria apenas ele ver o meu sorriso - Infelizmente vocês se depararam comigo no local errado e na hora errada... – então empurraria ele pela janela e voltaria a colocar a máscara. Caminharia lentamente até ao outro e inclinaria lentamente a minha cabeça para a esquerda – Qual é a história desse colar? Qual o motivo de ser tão importante? – não importando o que ele dissesse apenas limitar-me-ia a rir insanamente quando ele se calasse – Kyahahahahahaha! Antes de libertar você… Diga-me. Para quem você trabalha? – encostaria a minha ninjaken perpendicularmente no pescoço dele e desceria até ao peito dele. - Hmmm... - então faria uma estocada no coração dele, acabando com a sua vida naquele mesmo instante.


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......Se durante os meus métodos um dos soldados demonstrasse aversão ao meu comportamento e tentasse impedir-me diria num tom calmo mas claramente cheio de raiva – Não interfira. Isto é uma ordem. Se eu quisesse a vossa aprovação limitar-me-ia a ser como os outros, servos sem vontade própria e sem um espírito. Se forem contra podem comunicar aos meus superiores.
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Última edição por Cubo Nito em Sab Abr 14, 2018 1:06 pm, editado 1 vez(es)
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptySex Abr 13, 2018 12:26 pm



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul! ~

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Seus olhos roçaram de longe no semblante da moça com um brilho confuso e curioso enquanto ouvia em silencia as duras e severas palavras. Franzindo e logo desfranzido as sobrancelhas, Hizy se perguntava em que momento havia ignorado ou desobedecido Skÿller, contudo, não conseguia lembrar-se. Se o fizera, havia sido algo transcendente à si. Transparente como era, suas expressões revelavam tudo o que sentia ou pensava, fazendo-o um livro aberto, disponível para qualquer um interpretá-lo. – Peço desculpa, nee-san! Se te desobedeci, não foi de propósito! – Falava genuinamente o timbre de uma criança arrependida. – Tentarei focar-me mais na missão! – Terminaria forçando um sorriso.

- Por mais que a nee-san tenha razão, tudo isto não deixa de ser muito estranho… Tenho de manter-me atento à qualquer pista que me possa levar à existência desta casa! – Seus olhos brilhariam determinados. – Pois, ela poderá estar ligada ao meu irmão! - Seria nesse instante que seus ouvidos seriam contemplados por duas vozes estranhas. – Ladrões?! – Questionar-se-ia o soldadinho, não tendo uma resposta, mas sim uma ordem. - Escondam-se. Hizumy prepare a corda. - Assertivo, afirmaria com a cabeça num baloiçar silencioso enquanto mergulharia as mãos na bolsa em busca da corda. De seguida, correria até a ombreira da porta, onde se manteria escondido com a corda preparada nas mãos. Entretanto, se as duas pessoas passassem pela porta sem o notar, agarrando no bastão, a criança saltaria o mais sossegadamente possível para mais perto do homem mais próximo e, em um golpe horizontal, atingiria a parte traseira do joelho do seu lado, esperando assim obriga-lo a ter que se ajoelhar. Por outro lado, se o primeiro a adentrar na sala já se encontrasse cativo das garras da mink, e tendo a mesma berrado pela corda, o celestial correria até ela, só então saindo das sombras, envolvendo o corpo do bandido pela corda.

Prenda-o. E depois saia, preciso que vigie a sala... Não entre na sala a menos que inimigos se aproximem, por mais gritos que escute não entre aqui. Entendeu?

- Certo! Shima-chan, anda! – Sem largar o cajado que nervosos pareciam tremer, o pequeno soldadinho deixava a sala fechando a porta atrás de si e descendo os degraus da escada um por um, sem fazer grande ruído, de ouvido bem atentos. Desceria por todos os degraus e posicionar-se-ia à frente do primeiro, tornando-se assim no guardião daquela escada, onde não permitiria que ninguém passasse sem que o tivesse que enfrentar. – Esteja atento, Shima-chan! – Aconselharia a criança, colocando-se em posição de guarda, com o bastão na mão direita. Naquele negrume não adiantaria muito semicerrar os olhos em esforço. Estaria quase cego pela falta de luz. Reunindo toda a sua força e coragem, seria com as pequenas orelhas que travaria aquela batalha. Nenhum ruído, por mais minúsculo que fosse, não lho escaparia.

Se passos apressados fossem notados vindo na sua direcção, com o semblante mais focado do que alguma vez estivera, trocaria a posição do bastão de forma rápida, segurando-o com ambas as mãos e o colocando de frente ao seu corpo, com a base do cajado à quatro dedos do umbigo e a ponta do mesmo apontada para onde estaria, supostamente, o peito do adversário. Para isso, o menino imaginaria que o mesmo tinha a altura de Luka, caso não o pudesse ver. Com o bastão naquela posição seria fácil defender-se e contra-atacar. Sua única abertura seria nas laterais, podendo desviar um golpe, ou mesmo bloqueá-lo de forma veloz e eficaz ao transpor o cajado para o lado que o ataque viesse, tentando fazê-lo acertar na arma do oponente.

Se viessem ataca-lo de frente, conseguiria senti-lo pelo bastão, então, recuaria um passo para logo avançar dois em um salto, dando uma estocada com o bastão, almejando atingir o peito do oponente e meio que empurrá-lo para trás.

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Como pedaços frágeis de cristais trincados e repletos de rachaduras, assim que o ensurdecedor silêncio fosse corrompido pelos gritos de dor e tortura, pelo gorgolejo opressivo vindo do andar de cima, Hizy teria o coração a bater, rápido, e a tez empalidecida com suores frios a descer-lhe pelo corpo. Nesse instante correria, o mais rápido possível, correria novamente para o andar de cima e o mais apressadamente, seguraria com força a maçaneta da porta que havia trancado. – Não entre na sala a menos que inimigos se aproximem, por mais gritos que escute não entre aqui. Entendeu? O celestial hesitara. Trêmulo, a ordem da sargento ecoara pela sua mente, impedindo-o de rotar a maçaneta e ver por si mesmo que acontecia ali dentro.

Se os berros continuassem, agora apenas estando separado da crua realidade por uma fina porta, ouviria o som da morte de forma mais forte e mais intenso. Movendo-se lentamente para trás, seus pés contorcendo-se de pânico, medo e o sentimento de não saber o que fazer, quase tropeçaria, mantendo o equilíbrio por pouco. – Tschk! – Virando-se de costas para a porta, encostar-se-ia na mesma e deixar-se-ia escorregar até ao chão, caindo sobre os joelhos. Se os gritos de sofrimento continuassem, cobriria desesperado os ouvidos com as mãos, abandonando por completo a arma, numa tentativa vã de abafar aquele maldito som.

Sua mente estaria branca. Não pensava em nada. Não, o que se passava lá era pior do que pensar. Era como que se conseguisse visualizar a tortura à que aquele pobre ser estava a ser condenado, o que poderia ser cem vezes pior do que o que realmente acontecia. Já não havia ninguém em seu redor, sequer Shimauma estava ali mais. Não o conseguiria ver. Não conseguiria pensar direito até que aquele barulho terminasse… E quando por fim a última gota de vida fosse sugada ao criminoso e, finalmente, sucumbisse ao silêncio mórbidos, se ergueria sem pronunciar uma palavra. Nem mesmo a tosse o importunaria naquele momento. Sua garganta não só estava seca, mas fria e apertada, como que se alguém a houvesse esmagado sua voz. Hesitando, giraria a maçaneta e empurraria a porta, deixando o ranger sinistro da mesma ecoar pelo ambiente. Não se moveria. Observaria todo o cenário fúnebre dali de longe, da entrada.

O choque de ver alguém a morrer ainda era pesaroso demais para aquela pobre alma. A cor desvanecer-lhe-ia do corpo quando a imagem da morte se refletisse no azul puro de seus olhos. O corpo perderia por um momento todas as suas forças, mas manter-se-ia de pé, nem que tivesse que lutar contra tropeços para recuperar o equilíbrio. Poderia sentir as náuseas e a vontade de vomitar vindo à tona, contudo, os manteria dentro de si. - … - Balbuciaria num soluço inaudível qualquer coisa. Sequer ele sabia o que haveria de falar em tal situação.

Estava triste e em grande choque pela morte, tanto Luka como Skÿller poderiam vê-lo na sua expressão pálida. Entretanto, recuperando a cor e a vida, sua tristeza se tornaria em zanga e em incompreensão. À sua frente, tudo o que via eram dois assassinos. Nada menos, nada mais do que isso. Por um momento, ambos poderiam ver o olhar de repulsa e raiva e irritação no olhar do garotinho que rapidamente, se contorcendo para o lado, viraria o rosto, quase que o escondendo daqueles dois, cabisbaixo. – TSCHK! – Abaixando-se, recolheria o bastão e o prenderia com força entre as mãos, voltando a ficar de pé. Não queria, e não iria escutar qualquer coisa que algum dos dois pudesse ter para falar. Dar-lhes-ia as costas esbeltas e, sério, desceria os degraus e esperaria ao fundo das escadas de costas voltadas para ambos.

- RAIOS! – Batendo fortemente o punho contra a parede, fios descontrolados de lágrimas correr-lhe-iam pelas faces descoradas. – raios! raios! raios! – Murmuraria socando três vezes o punho na parede, mesmo que isso pudesse o machucar. As gotas cairiam sem cessar atingindo o chão. Teria a expressão de tristeza profundamente cravada no semblante. Mais do que raiva pela violência desnecessária que parecia possuir todos que se diziam lutar pelo o que era justo, sentia-se impotente, inútil! – Se fosse mais forte! Se fosse mais forte poderia ter evitado uma morte desnecessária! – Estava zangado, não apenas com aqueles dois criminosos que haviam matado um simples ladrão, mas com ele mesmo por não ter tido a coragem e a força necessária para abrir a porta quando ainda podia tê-lo salvo!

Assim que os passos de Luka e Skÿller estivessem a descer os degraus, sem der muito tempo, enxugaria as lágrimas apressadamente com o antebraço. E se algum deles falasse qualquer coisa sobre o que havia acontecido, ou se lhe perguntasse se estava tudo bem, ou se falassem qualquer coisa que não estivesse relacionado ao plano, pela primeira vez, responderia de forma meio seca. – Morte! É tudo que os adultos sabem fazer! A única solução para resolver seus problemas, como que se isso realmente visse trazer paz e justiça e amor às pessoas do Mundo! - Ambos poderiam entender, se realmente quisessem, que não havia ódio contra eles em seu peito. Estaria apenas zangado, sentindo-se traído por eles e com um pesar enorme. – Têm razão! Não concordo com o vosso método! Pior do que apenas discordar deles… Tenho repúdio por quem escolhe simplesmente matar outro e ainda consiga dizer que é em nome da Justiça! Mas não se preocupem, sou um Marinheiro! Terminarei a minha missão! – Exclamaria caso alguém respondesse que ele era demasiado fraco ou que não tinham que concordar com os métodos que a Marinha usasse, desde que defendesse os inocentes ou a “justiça”.

Com os olhos vermelhos, seguiria os dois soldados à uma distância relativa de quatro passos com Shimauma ao seu lado, isto caso tivessem descoberto a localização do leilão.




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….
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptySab Abr 14, 2018 2:10 pm

Narração

Clima: Muito Frio (-8ºC), muito vento, nevando cada vez mais forte.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)



Ambos

Skÿller acabou por falar coisas duras, porém sinceras para Hizumy, que aparentemente não percebeu quando havia desobedecido a sargento. Pedindo desculpas de forma sincera, acabou falando que iria se concentrar na missão, apesar de ainda estar atento a vários detalhes desta casa. Logo em seguida, um barulho ouviu-se do lado de fora da casa, alguém estava tentando arrombar a porta da cozinha para entrar. Momento de sorte, pois não haviam encontrado nada na casa que indicava onde seria o tal leilão. A sargento pensou rápido, logo dando ordens para seus soldados. - Escondam-se. Hizumy prepare a corda. - A pequena criança fez questão de obedecer. Em seguida ouviram o barulho da porta finalmente sendo arrombada. Alguns passos lentos foram entrando.

- Temos que ser rápidos, você olha lá em cima, eu olho aqui embaixo.- Ouviram por causa da boa audição que tinham, onde era perceptível que Luka não ouvira a mesma coisa. Passos mais rápidos começaram a andar pela casa, se aproximando da direção que ficava a escada. Do primeiro andar começaram a escutar gavetas sendo abertas com provavelmente muita força e velocidade pelo alto barulho que até mesmo Luka demonstrou ouvir.

Quando o homem entrou na porta foi facilmente surpreso pela mink que já o esperava, acertando rapidamente o mesmo nas pernas, o homem se encontrou de joelhos no chão, onde Skÿller com sua ninjaken em seu pescoço o ameaçou e ele ficou calado, temendo pela vida. A criança logo o cercou com uma corda.

– Se não quiser que seu parceiro morra, sugiro que se entregue. - Falou a sargento, mas não ouviram resposta. O homem não se entregaria facilmente pelo visto. Não era possível mais ouvir nenhum tipo de barulho vindo do primeiro andar.

Eis que em uma leva de tiros foi dada no primeiro andar e soou muito alto no segundo andar. Pelo barulho, a melhor dedução possível era que o homem queria que seus tiros passassem pelo teto, que infelizmente era forte demais para tal façanha ser realizada. Então viram o mesmo saindo da casa pela porta da cozinha e indo embora correndo. A nevasca logo impedindo de vê-lo muito mais longe.

-Saia, preciso que vigie a sala... Não entre na sala a menos que inimigos se aproximem, por mais gritos que escute não entre aqui. Entendeu? - Falou a sargento, pensando no que faria com o homem que ali estava. Luka saiu rapidamente, a criança apesar de não gostar do que aparentemente ia ocorrer ali obedeceu também, levando o panda com ela.


Skÿller

Quando os dois marinheiros saíram e fecharam a porta, a mink se viu sozinha com o cara.

- Onde fica o leilão? - Perguntou. O homem hesitou, pensando muito, mas a mink não saberia dizer se estava pensando na resposta ou em simplesmente ganhar tempo para o amigo que fugira. A mink cansada de esperar mordeu o pescoço dele com força que sangrou muito, a mink mordeu bem fundo, podendo provar do sangue do homem com gosto. O mesmo deu um grito muito alto, que provavelmente acordaria vizinhos. – Esta sou eu entediada. Você não vai querer me ver irritada. Onde fica o leilão? - O homem então olhou bem para ela e começou a responder sorrindo da melhor forma que pode, o sangue escorria da mordida da sargento.

- No teatro principal da cidade... - O homem então deu uma pausa, pensando melhor no que falar. - Foi notificado pela cidade que haveria uma peça de teatro muito importante, se chama: "Os idiotas se atrasam". - O mesmo começou a rir da melhor forma que pode. - Vocês estão bem atrasados se querem este colar.

A sargento, ouvindo a resposta, segurou o homem com força e o arrastou até a janela. – Vale a pena morrer pelo colar? Hum?! É uma vergonha morrer por um objeto idiota… - O homem ficou um pouco amedrontado com a situação por um segundo, mas depois começou a sorrir de novo, como se não temesse mais a mink. A mesma então bateu a cabeça do homem várias vezes na janela, até que a mesma quebrasse. - Fala! A sua vida é menos valiosa que um colar?

O homem meio tonto com todas as pancadas que teve em sua cabeça olhou bem para ela e disse: - Se eu contar eu morro nas mãos da lua de qualquer forma. - Aquela informação soou tão estranha que no primeiro momento a sargento pensaria que era outra piada do homem, mas algo ali soava muito honesto.

Skÿller estava se preparando para fazer algo a mais, mas parou seu movimento quando olhou janela a fora, um calafrio passaria rapidamente. O homem conseguiu reforços rápido demais, ou seja, a base desse homem deveria ser perto, pois a casa já estava cercada.

Então a sargento ouvira lá embaixo o barulho de uma janela quebrando e aos poucos o cheiro de fumaça começava a subir.


Hizumy

A criança obedeceu e assim ficou com Luka e Shima logo antes da subida da escada prontos para lutarem contra qualquer adversário que surgisse. O tempo passou, mas não muito tempo, para logo em seguida um grito surgir do andar de cima.

- Acho que ela está com pressa. - Ouviu Luka falando quando o primeiro grito ecoou. Felizmente o grito parou pouco depois, não saberia falar se o homem morrera, mas algum tempo depois descobriu que não, pois ouviu várias pancadas na janela, o que quer que fosse que a sargento estivesse fazendo, ainda estava fazendo, ou seja, o homem estava vivo.

O panda então começou a se movimentar de forma estranha perto de Hizumy, Shima estava claramente preocupado com algo. Hizumy tentou acalmá-lo mas o panda não parava. Por causa da movimentação de Shima de seu lado, Hizumy não conseguia ouvir muito bem o que acontecia lá em cima, mas percebera que Skÿller e o homem falaram algo.

- Seu panda me parecia quieto, está com fome?. - Ouviria Luka perguntar para ele, então antes de responder Hizumy via do lado de fora uma sombra pela janela. Mas não era só uma, havia outra e outra que tampavam a pouca luz que existia do lado de fora, claramente tentavam olhar o que estava lá dentro, mas igual os marinheiros não tinham conseguido, eles provavelmente não conseguiram pois recuaram. Nisso uma fonte de luz surgiu do lado de fora. Logo, na janela do outro lado, que ficava na frente da cozinha, viram que a mesma se quebrou com uma das fontes de luz, um alto barulho de cacos de vidro se fez e fogo começou a surgir naquele lugar.



Mapa da casa:
 

Histórico:
 

Luka:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyDom Abr 15, 2018 9:57 am





The Mission



......O interrogatório não estava levando a lado nenhum, talvez a dor não fosse a única forma de adquirir informações, Samael olhava com pena para o pobre homem que se negava a colaborar comigo. Antes que eu pudesse dar um fim à sua vida vi que reforços estavam chegando, parecia um enorme banquete para mim, mas talvez eles fossem demasiados para enfrentar.
“Merda! Não posso perder tempo aqui.”
......- Para quem você trabalha? E oque são aquelas moedas especiais? – perguntaria para ele – Deixarei você fugir caso me conte a verdade. – antes que ele pudesse voltar a falar sobre a lua eu iria interromper – Se você falar a verdade a lua não o matará. – a minha voz estava cheia de confiança. - Está vendo aquilo? – obrigaria ele olhar para a janela caso ele se recusasse mais uma vez – Se não for você, será um deles.
......Escutaria as palavras dele com muita atenção e, dando ou não informações úteis eu guardaria as minhas armas, removeria a máscara e, num tom extremamente calmo diria – Como eu disse… A lua não irá acabar com a sua vida. – com um movimento rápido, levaria os meus polegares ao seus olhos e usaria as minhas garras para o cegar e fazer com que se ajoelha-se – Deixarei você vivo, mas você irá desejar que eu tivesse acabado com a sua vida. – Sacaria rapidamente a minha ninjaken e enfiaria no seu rim esquerdo de forma a danificá-lo permanentemente. – Isto é por não ser leal ao seu superior. Você apenas não me deu informações por medo e não por lealdade, lixo como você merece apodrecer.
......- Você não pode derrotar todos eles. – avisou Samael.
......Então deixá-lo-ia no chão, sairia do quarto e verificaria se os soldados ainda lá estariam. Caso o ladrão tivesse dado informações sobre o líder diria para os soldados – Vamos, temos que sair daqui. São demasiados e o leilão já começou. Temos que sair pela janela. – pegaria na kunai com a corda e iria até uma janela onde não se visse nenhum inimigo, então prenderia a kunai numa mobília ou então na própria janela e deixaria a corda cair. – Vamos. Eles são demasiados para enfrentar. – Então segurar-me-ia à corda e desceria por dela, fá-lo-ia devagar para não queimar muito as mãos porém rápido o suficiente para não sermos pegos. Quando chegasse ao chão daria espaço para os outros descerem de igual forma, enquanto eles desciam eu colocaria as minhas mãos na neve caso elas estivessem queimadas. Se entretanto algum deles fosse pego sem conseguir descer, eu procuraria a porta do edifício e correria até ao segundo andar, se encontrasse inimigos pelo caminho realizaria cortes horizontais nos seus estômagos e continuaria a correr até Hizumy e Luka.

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......Se ao sair do quarto já estivesse cercada por inimigos ou se algum dos soldados se recusasse a descer pela corda um sorriso tomaria o meu rosto e inconscientemente diria – Nem queria acabar com eles… - rapidamente sacaria a minha ninjaken mais nova correria em direção ao alvo mais próximo e, quando estivesse perto o suficiente, realizaria um corte ascendente na esquerda para a direita com ambas as mãos focando o seu tronco, se acertasse o golpe virar-me-ia para o alvo seguinte e saltaria o mais alto possível para realizar um golpe horizontal profundo em seu pescoço visando decapitá-lo, se o ataque fosse um sucesso eu correria até ao próximo alvo e realizaria uma estocada no estômago do inimigo e então, com a lamina ainda no seu interior, realizaria um golpe horizontal para a direita para dilacerar o oponente.
......Contra chutes baixos eu tentaria pular para cima da pessoa e enfiar a minha ninjaken em seu ombro e empurrando ela para o chão; para o caso de chutes médios ou altos eu rapidamente me abaixaria e então me jogaria na outra perna para que ela caísse, tentaria não ficar por baixo da pessoa; Para socos circulares eu me esquivaria para baixo em pêndulo para o lado oposto do soco, no caso de socos frontais eu esquivaria para baixo em forma de pêndulo mas para a direita e então eu perfuraria a coxa do alvo, e se fossem socos verticais eu daria um salto para a minha direita e tentaria realizar um corte horizontal no torso do agressor; Para ataques cortantes ou de impacto, eu usaria o seguinte padrão de defesa: contra golpes horizontais direcionados acima do pescoço eu rolaria para a frente e então tentaria enfiar a minha ninjaken no fígado do alvo, para golpes de estocada eu esquivar-me-ia para a esquerda e então tentaria enfiar a ninjaken no antebraço da pessoa; contra golpes horizontais direcionados abaixo do pescoço e acima da cintura eu daria um salto para trás de modo a evitar receber o golpe; se fossem golpes horizontais focados às minhas pernas eu saltaria o mais alto possível para cima da pessoa e enfiaria a minha ninjaken no seu ombro e então e encostaria a minha ninjaken no seu pescoço e faria um pequeno corte como aviso, se ele tentasse alguma gracinha rapidamente usaria o cabo da ninjaken para bater no nariz dele. Se tentassem lançar projéteis ou disparar contra mim, usaria a técnica “Dance Of Knives” e então utilizaria a minha aceleração para correr na direção do agressor mais próximo e tentaria realizar um golpe horizontal da esquerda para a direita em suas pernas o mais profundo possível. Se tentassem agarrar-me por trás eu tentaria usar a minha ninjaken para atravessar o braço na vertical, focando acertar as veias, porém, se conseguissem agarrar-me, eu daria um chute para trás focando a zona intima e então morderia a pessoa com toda a força, se o chute não fosse suficiente eu daria uma cabeçada para trás. Usaria este esquema de defesa para qualquer instante da batalha.
......Quando estivéssemos em segurança (seja do lado de fora ou com os inimigos todos mortos) olharia para os soldados e diria – Ele não disse nada de muito útil…«No teatro principal da cidade... Foi notificado pela cidade que haveria uma peça de teatro muito importante, se chama: "Os idiotas se atrasam".» - repetiria num pensativo, analisando as suas palavras – Foi o que ele disse mas… Ele parecia estar com bastante medo de uma tal lua, ele preferia continuar a sofrer em vez de morrer para a “lua”. – se a segunda parte do interrogatório tivesse sido um sucesso compartilharia o resto com os soldados. – O que devemos fazer agora?
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Ganhos: Patente Sargento; Perícia Toxicologia; Perícia Química; Ninjaken lvl 2; 2 Kunais lvl 2 ;Corda - 10 metros; Par de algemas ;Bolsa; Garrafa de água (10/10)
Perdas: -504.000 berries
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptySeg Abr 16, 2018 12:00 pm



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul! ~

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Peranto tudo o que acontecia, que na sua pequena perceção das coisas, parecia acontecer demasiadamente depressa, a criança subiria os primeiros três degraus bem apressadamente para logo parar, virar o olhar para o panda e para Luka, se o mesmo se tivesse mantido quieto, e gritar esticando o braço no ar. - Anda! Não temos muito tempo! – Mesmo sendo uma criança de bondade quase sem igual, o garoto sabia quando o perigo estava à porta. – Shima-chan, não se preocupe! Eu irei proteger-te! – Tranquilizando o animal, esperaria que o mesmo o passasse e subisse toda a escada à sua frente. O seu pequeno coração palpitava, temia que uma luta acontecesse, ou que não conseguisse salvar o seu companheiro das chamas que pareciam crescer lá em baixo.

Vamos, temos que sair daqui. São demasiados e o leilão já começou. Temos que sair pela janela.

Ficaria surpreso quando reencontrasse com Skÿller, e apesar de haver uma pequena réstia de curiosidade ao que acontecera com o senhor ladrão, sua preocupação maior era em tirar todos dali de dentro, sem ao menos preocupar-se com ele mesmo, por isso acenaria positivamente às ordens da sargento e a seguiria até ao quarto.

Assim que adentrassem para dentro do quarto, o garotinho fecharia a porta, e enquanto Skÿller parecia estar a providenciar um meio de fuga, o menino procuraria por um móvel próximo da porta. – Shima-chan, por favor, ajuda-me a arrastar este móvel para frente da porta! – Pediria o garotinho ao panda, aproximando-se do móvel e apontando para ele, se ali houvesse um. Seria um grande esforço para ele, mesmo com ajuda do grande urso, seus bracinhos fininhos tremeriam, mas daria tudo de si. No momento em que a porta estivesse bloqueada, esperaria que já Skÿller e Luka estivessem deixado o quarto. – Anda, Shima! Agora é a tua vez! – Aproximando-se da janela, pegaria na corda e a amarraria em volta d cintura do animal. – Isto é apenas por precaução. Eu sei que é difícil de entender, mas tens que usar as patas para desceres em segurança! – O menininho abriria então um grande sorriso de confiança, tranquilizando por completo o panda e transmitindo confiança. – Hi! Hi! HI! Não se preocupe, Shima-chan! Eu estarei mesmo atrás de ti! – Daria um abraço ao amigo e se despediria ali. – Agora vá!

Sem vacilar, pondo-se de costas para a janela, olhando seriamente para a porta, Hizy assumiria uma posição correcta de defesa, com o bastão à frente do corpo. Tinha que ganhar tempo até que o seu amigo estivesse seguro. Talvez, houvesse tempo o suficiente para o panda descer e, logo de seguida, também ele agarrar na corda, amarrá-la em volta da própria cintura e então, descer pela janela, usando os pezinhos para apoiar-se na parede enquanto que com as mãos bem firmes na corda, ir descendo pouco a pouco. Contudo, se não houvesse tempo para salvar-se, teria que lutar. Não gostava nada da ideia, porém, não iria morrer ali. Não tão perto de encontrar-se com o seu irmão e não, sem antes ter a certeza de que todos estavam à salvo.






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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 4 EmptyTer Abr 17, 2018 12:06 am

Narração

Clima: Muito Frio (-8ºC), muito vento, nevando cada vez mais forte.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)


Skÿller

A mink percebeu que não seria tão fácil tirar informações se continuasse agindo da forma que estava, por isso preferiu mudar a abordagem.

- Para quem você trabalha? E o que são aquelas moedas especiais? Deixarei você fugir caso me conte a verdade. Se você falar a verdade a lua não o matará. Está vendo aquilo? – Começou a mink a falar, cobrindo todos os pontos que ela conseguia pensar antes mesmo dele abrir a boca, ela estava confiante. O forçou a olhar pela janela e assim o mesmo viu as sombras aos poucos se aproximando da casa. O cheiro de fumaça ia ficando cada vez mais forte no ar. – Se não for você, será um deles.

Skÿller conseguiu ouvir o homem engolindo em seco enquanto pensava. Ele então começou a falar. - Você não conhece a pirata com alcunha Lua? Ela é uma das seguidoras de Kellig. - O mesmo começou a rir um pouco. - Essa moeda que você citou provavelmente é a moeda para entrar no leilão é óbvio, sem uma delas você não conseguirá entrar, o número que está aqui é minúsculo perto do número que está no leilão.

A mink retirou sua máscara e olhando bem para o homem, colocou seus polegares em seus olhos e afundou as garras, fazendo-o gritar bem alto em agonia, não satisfeita, a jovem ainda retirou sua ninjaken e o acertou na altura de seu rim esquerdo, o que fez o grito aumentar mais ainda. A mesma ainda deu uma simples lição de moral nele, no mesmo então uma das janelas do segundo andar quebrou, era a janela logo ao lado da que a mink estava a pouco tempo atrás batendo a cabeça do homem. Sentindo por um instante o leve cheiro de álcool no ar, viu o chão do segundo andar pegando fogo também. Ouviu logo em seguida outro barulho de janelas quebrando só que desta vez o barulho veio do primeiro andar, provavelmente da cozinha. A jovem sargento ouviu do lado de fora alguém gritando que o grito do homem veio do andar de cima.

Algo no seu interior falava que a mesma não conseguiria derrotar a todos. Saiu do quarto por um instante e avisou seus soldados sobre saírem pela janela. Ambos sem falar nada, acataram a decisão e começaram a subir. A mink tinha que agir rápido. Com sua kunai já preparada com a corda, a prendeu na janela e jogou a corda pela única janela acessível, as outras já estavam com muito fogo por perto para conseguirem fugir. Então, desceu primeiro que todos, para assegurar alguma segurança no local abaixo.

E isso foi algo muito bem vindo. Quando chegou ao chão não estava exatamente cercada, mas já havia uma boa quantidade deles por perto. Conseguiu dar o espaço que queria para eles descerem, mas percebeu que pelo visto eles iam demorar por algum motivo. Por causa do fogo que agora estava pegando na cozinha pelo visto também, conseguia ver muito bem. Gritos nas ruas começavam a ecoar, gritos que claramente não eram dos homens que estavam cercando a casa. Um homem tentou atirar nela que rapidamente conseguiu refletir a bala com sua ninjaken. Então viu o urso caindo no chão com a corda ao redor de seu corpo. Acertou um homem próximo que tentava a acertar com um soco frontal, eles eram lentos, não era algo muito difícil. A maioria dos golpes que tentava ocorriam sem problemas.

Viu pelo movimento que o panda estava bem, apesar da queda, os outros dois ainda não haviam saído. Deduziu que ambos haviam sido pegos, ia começar a dar a volta pela casa, quando ouviu alguém gritando. - Eles estão descendo pela janela! Esqueçam a casa! - Aceitou então que ambos não haviam sido pegos. Mas algo os atrasava com certeza. Eis que a cozinha explodiu, a explosão foi pequena, mas mesmo assim, seu impacto na situação foi grande, muitos homens começaram a correr com medo de outras explosões. Viu parte da casa sucumbindo por causa da explosão, pelo menos a explosão era do lado contrário de onde seus soldados deveriam estar.


Hizumy

Apesar de perder um tempo parado, ao sentir o perigo a pequena criança começou a agir, subiu alguns lances da escada e logo parou para chamar por Shima e por Luka. - Anda! Não temos muito tempo! Shima-chan, não se preocupe! Eu irei proteger-te! – Lembrou-se de tranquilizar o panda, viu assim seu colega passando por ele, no mesmo instante ouvia outro grito do homem que lá em cima estava. Em seguida outro grito foi ouvido, o intervalo foi muito curto entre os gritos. Alguns barulhos diferentes de vidro quebrando foram ouvidos tanto no primeiro quanto no segundo andar. A mink abriu a porta e chamou eles para fugirem pela janela. No primeiro instante se perguntaria o que haveria ocorrido com o homem lá em cima, mas tal pensamento não durou em sua mente.

Luka subiu a escada junto de Hizumy, a criança ao entrar viu que o quarto também estava pegando fogo. Fechou a porta rapidamente e pediu ajuda do urso para arrastar a cama mais próxima para impedir a porta, a mesa já estava tomada pelo fogo. - Hizumy não temos tempo para isso. Desça de uma vez. - Ouviu Luka falando apontando para a janela.

A sargento já havia descido. A criança queria deixar que Luka fosse primeiro, mas o mesmo não deixaria a criança ir por último. A criança no entanto queria deixar o panda sair primeiro do que ele. Luka retirou seu arco e flecha e acertou alguém lá de cima.

- Eu vou por último porque sou mais útil aqui em cima. - Falou o marinheiro decidido, portanto ajudou a criança quando a mesma puxou a corda e amarrou em volta do panda. Provavelmente algo que o marinheiro nunca teria se imaginado fazendo. – Isto é apenas por precaução. Eu sei que é difícil de entender, mas tens que usar as patas para desceres em segurança! - Explicou a criança para o panda. E Luka novamente atirou.

- Por favor... não... não me deixem aqui. - Ouviram os dois enquanto o urso passava pela janela. Hizumy ao se virar veria o homem que Skÿller tinha que interrogar, o mesmo estava com os dois glóbulos encharcados de sangue e muito sangue saia também de algum local de seu abdome. Ele estava próximo do local onde Hizumy retirara a cama para por na porta, como não o vira antes? - Por favor... - O homem tossiu bastante sangue ao falar isso e continuou ainda bem fraco. - Eu cont... contei... o que aque... aquela gata queria. Ela... ela... ainda fez is... isso com... comigo. - Falou parando e tossindo várias vezes nos intervalos.

Ouviu um grito vindo do lado de fora. - Eles estão descendo pela janela! Esqueçam a casa!

Luka retirou uma flecha de sua aljava e falou calmo para a criança. - Hizumy, desça, você não precisa ver certas coisas.

Então um alto barulho foi ouvido e o chão onde estava a mesa começou a desmoronar. Uma grande bola de fogo passou por todo aquele cômodo, foi como o inferno tivesse acabado de passar por eles. Viu Luka então jogando o arco que estava pegando fogo e batendo em seu braço esquerdo que também havia pegado fogo. O homem começara a gritar por causa que havia fogo nele também, mas quase no corpo inteiro. Hizumy percebia que o chão em que estava era fraco e sentia que iria desmoronar a qualquer segundo.



Mapa da casa:
 

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