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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Innuendo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptyQui Mar 08, 2018 3:50 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Innuendo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Skÿller Van Der Veen e Hizumy Mizushiro Mayan. A qual não possui narrador definido.


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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptyQua Abr 04, 2018 9:12 pm



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul!  
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    Para a jovem criança não havia nada de errado com as tontarias que voavam para fora da boca de Luka que pareciam deixar a jovem marinheira desconcertada. Nunca havia estado em contacto com galãs ou de personagens cômicos, porém corajosos, capazes de tentar a sua sorte no jogo da sedução, então sua reacção era apenas mais um sorriso inocente e simpático, imaginando que Luka realmente preocupava-se com o estado de Roxanne sem ter segundas intenções.  No entanto, ficaria de facto estupefacto e sem saber o que fazer, dizer ou expressar se daquilo algo mais sério ou espalhafatoso surgisse, como Skÿller falar algo rude ou agir de maneira agressiva ou hostil.  – Será que Luka-san disse algo de errado? – Perguntar-se-ia se tal se sucedesse. – O que posso fazer para os animar?! – Com o rostinho pensativo pensaria, principalmente se notasse no rosto delicado de Roxanne o quão cansada a mesma se encontrava, demonstrando que a mesma não estava ainda totalmente recuperada.

   - Já sei! – Exclamaria sorrindo, achando que havia encontrado uma forma de acalmar à todos e de talvez fazer Roxanne sentir-se um pouco mais aliviada. Pousaria a marmita em cima de uma mesa próxima se Sky estivesse a conversar com Luka e aproximar-se-ia de Roxanne. Com um cuidado subtil e delicado que só uma criança tem, o menino tocaria na mão dela. Um toque simples e sereno, que serviria somente para roubar-lhe a atenção. Assim que a mesma se virasse e olhasse para ele, um sorriso de orelha à orelha abrir-se-ia, corado e cintilante, para então, com ambas as mãozinhas segurar a da moça, aquecendo-a nas suas. E somente então, de seus lábios finos, uma doce melodia começaria a soar.  ~ Now the sun is sleeping, And the moon shines overhead… ~ Mais doce que o próprio mel, tão suave e sereno como a água que em sossego miudinho corre o riacho, a voz do garoto intentava chegar até ao coração da donzela ferida. Acalmá-la, esquentar-lhe o coração, lembrar-lhe que ainda tinha amigos ali… Todos os sentimentos positivos que conseguisse, queria passar-lhos através da sua canção. ~ Come magic creatures creeping around your little bed ~ Não só à ela, mas à todos os pacientes que ali estariam, assim como àqueles dois que pareceriam não ter começado da melhor maneira.

     ~ But be not afraid my child ,for you are their creator out of your dreams they’re styled as beautiful as their maker … ~ As poucos, seus olhos tornar-se-iam alegremente serenos e neles Roxanne poderia encontrar paz e animo se assim o desejasse. ~ They dance about on silent feet as lightly as a feather In rhythm with the unheard beat, then bowing all together … ~ O menino continuaria a canção até ao fim, esperando realmente curar as feridas emocionais da jovem, nem que fossem apenas as mais superficiais.

  - Eu sei que não ajuda muito, mas espero que estejas um pouquinho melhor, nee-san! – Com um sorriso reconfortante, o menininho lhe diria sendo honesto. – Luka-san e Skyller-one-san, não entendi bem o que aconteceu, mas seria melhor se todos nos déssemos bem! – Sugeriria o garoto se fosse óbvio que entre aqueles dois havia nascido uma inimizade. – Aqui, Sky-onee-san! – Entregaria a marmita a garota e se a atmosfera já estivesse normalizado, sua animação fá-lo-ia perguntar entusiasmado acerca da missão: - Então, Skyller-onee-san! Ramon-san disse que farás parte da nossa equipa! Quando iremos ir atrás do tesouro! Hi! Hi! Hi! – Seu sorriso seria resplandecente e quase contagioso, realmente acreditando que a missão que tinha em mãos era a caça ao tesouro.  

– O-oque?! C-Como assim?!  - Gago, seria um choque quando Skyller  lhe dissesse qual era de facto a missão. – ah… ah.. ah… - Sem graça, daria um sorriso que seria óbvio à todos que era falso e forçado. – Parando para pensar, Yang-sama nunca disse que a missão era a caçada ao tesouro, então… eu que dei como certo o incerto… - Pensaria, um pouco desanimado, deixando os olhos caírem ao encontro do chão. – Não! Não posso desanimar! Uma missão é uma missão! Tenho que cumprir todas elas para ficar mais forte, ajudar as pessoas e assim, poder reencontrar com o meu nii-san! – Balaçando a cabeça, enxotaria os pensamentos perversos e negativos da sua pequena mente e procuraria de volta a animação de até então! – Muito bem! Farei o meu melhor nessa missão! – Diria não para alguém em específico, mas alto o suficiente para que o ouvissem e, sem que ninguém esperasse por aquilo, daria dois estalos bem fortes nas próprias bochechas, eliminando assim qualquer desânimo ou tristeza. – Muito bem, onee-san e nii-san! Podem contar comigo! Tentarei não os desapontar! Hi! Hi! -  Passando de uma expressão séria, largaria um sorriso de confiança e convicção.


 

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Histórico:
 

Objectivos:
 

….
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Contador de Salvamentos/Ajudas:
 


Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

OFF:
 



Legenda:
– Pensamento – - #00ccff
– Fala – - #0099ff
~ Canções  ~ - #0099ff + blur

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Skÿller
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptyQui Abr 05, 2018 2:30 pm





Blossom of a Rose



......Era de se esperar que Roxanne não se sentiria animada por acordar sem um braço, mas estava lidando melhor que o esperado. Ela poderia demonstrar querer desistir ou então tentar culpar ela mesma ou outra pessoa, mas, em vez disso, ela demonstrava que queria seguir em frente, uma grande demonstração de força.
......Hizumy e outra pessoa entravam na enfermaria, até aquele momento eu estava animada para apresentar Roxanne a Hizumy, por ter pertencido à equipa que nos resgatou, mas infelizmente o seu companheiro não conseguiu manter a boca fechada e começou a falar.
......- Olha mas que bela donzela temos por aqui. – a fala do homem não havia despertado nenhum sentimento negativo em mim, mas Samael logo sorriu ao escutar a voz do homem  - Uma pena ver que a tão bela dama esta em uma cama, o que posso fazer para te ajudar?
......- Ele está incomodando Roxanne. – disse Samael sorrindo – Não vai fazer nada?
......- Pode manter distância e dar espaço para que ela recupere. – diria firmemente para o homem.
......- Ciúmes? – perguntou Samael troçando.

"Você disse que ele estava incomodando ela..."

......Ficaria encarando o homem, se ele não se afastasse de Roxanne ou se fingisse não me escutar, eu puxaria ele “amigavelmente” pelo braço para que ficasse a uma distância que não a perturbasse. Como se não bastasse, Samael estaria no fundo da sala assobiando uma música de duelo.




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......Olharia então para o garoto e depois novamente para o galã. Para estarem os dois juntos só poderia significar que estavam esperando pelo planeamento da missão, ou então talvez a criança tivesse feito um novo amigo e decidiu apresentar Roxanne para ele, o que era pouco provável. Coçaria o rosto com as costas da mão esquerda na zona direita do rosto e então suspiraria.
......- Roxanne, esta criança de cabelos azuis é Hizumy. – diria num tom mais amigável – Ele pertenceu à equipa que nos resgatou do navio. E esse cara deve ser Luka... - diria com certa dúvida - Não faço a menor ideia de quem ele é. Apenas que tem uma missão.
......Se algum deles comentasse sobre a missão eu olharia em volta por uns momentos e ficaria pensativa, não sabia o quão secreta era a missão e quem poderia escutar os detalhes para além dos escolhidas para a mesma. A fala de Hizumy me deixava duvidosa sobre o quanto os próprios membros sabiam sobre a mesma - Hum? Tesouro? – diria pensativa – Acho que podemos considerar um tesouro…

“Eles não contaram a missão para eles?”

......- Luka. – diria firmemente – O que sabe sobre a missão? – escutaria com atenção.
......Após escutar o que Luka teria a dizer, eu voltaria a suspirar e olharia para Roxanne, pensando no que teria de fazer. Olharia para os dois rapazes e diria – Esperem por mim lá fora, vamos nos equipar para a missão. Discutimos pelo caminho. – a minha voz seria demonstraria que não estava aberta a discussões possíveis.
......Quando saíssem eu olharia para Roxanne com um olhar doce e pegaria na sua mão com delicadeza – Éér… Foi me dada uma missão. Quando eu voltar iremos até ao tenente, ok? – soltaria a mão dela e afastar-me-ia – Tente recuperar as forças.
......Se eles não saíssem não faria muita questão, limitar-me-ia a pegar na jaqueta que havia comprado para Roxanne e daria para ela. – Compramos isso em Logue… Ela está intacta. – sorriria e faria sinal aos dois para virem comigo.
......Em ambos os casos, escutaria o que Roxanne teria a dizer e despedir-me-ia dela – Eu não irei demorar. – Pegaria então nas minhas roupas civis e sairia da enfermaria.
......- Muito bem… - diria para os dois – Preciso pegar armas no arsenal. Podemos discutir os detalhes lá. Também precisamos de uma bolsa… - Diria pensativa – Ou então daquele urso. – rapidamente corrigiria – Panda.
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptyQui Abr 05, 2018 10:44 pm

Narração

Clima: Muito Frio, sem chuva, muito vento.
Local: Preparando para jogar a âncora e desembarcar em Cactus Island, cidade Whiskey Peak



Hizumy

Hizumy se alegrou ao ver que Luka era alguém que se preocupava com a moça que estava na cama, porém percebeu que a moça não parecia tão a vontade com a situação. Skÿller interveio pedindo espaço para Luka e o mesmo se apresentou. Mas o clima ainda estava meio tenso no ar.

-Já sei! - Falou alegre e foi rapidamente até Roxane, onde tocou sua mão com delicadeza, afim de acalmar a moça e chamar a atenção para si. Quando conseguiu, começou a cantar.

Ouviu Skÿller apresentando-o, mas continuou a cantar, era perceptível para a pequena criança que sua música estava tendo o efeito desejado e que o clima dentro da enfermaria estava relaxando aos poucos.

- Eu sei que não ajuda muito, mas espero que estejas um pouquinho melhor, nee-san! – Falou a criança sorrindo para Roxane, que sorriu de volta apesar de ainda demonstrar estar bem cansada.

- Estou bem melhor agora, obrigada. - Quando ela sorriu para Hizumy foi possível ouvir algum barulho de Luka, mas era impossível distinguir o que de fato foi o barulho. Hizumy foi rápido, com medo de que o clima voltasse a ficar tenso.

– Luka-san e Skÿller-one-san, não entendi bem o que aconteceu, mas seria melhor se todos nos déssemos bem! - Falou e logo se direcionou para a marmita de Skÿller. - Aqui, Sky-onee-san! – Falou entregando a mesma para Skÿller. E então, não conseguindo conter a animação logo perguntou, apesar de existirem pessoas no comodo que talvez não devessem saber sobre a missão. - Então, Skyller-onee-san! Ramon-san disse que farás parte da nossa equipa! Quando iremos ir atrás do tesouro! Hi! Hi! Hi! Seu sorriso foi incrível e aumentou ainda mais ao ouvir a resposta de Skÿller. - Hum? Tesouro? ... Acho que podemos considerar um tesouro… - O que fez com que Hizumy, que já estava animado ficasse radiante, com um sorriso de orelha a orelha que até contagiava o médico que esteve quieto até então e começou a sorrir olhando para a criança.

- Luka. – Ouviria Skÿller dizendo de forma mais firme e assim ficaria um pouco mais preocupado com o clima voltar a ficar ruim. – O que sabe sobre a missão?

Luka bateu continência e respondeu firme e confiante. - Pelo que sabia imaginava que iríamos atrás de um item valioso, tanto que fui chamado por isso. Sou bom em falsificar objetos e talvez possa falsificar os mais valiosos deste tesouro para que eles não percebam e assim, não vão atrás de nós. Porém sendo muitos, vou precisar de mais tempo. Além disso, sou bom em arrombar portas, então podemos tentar entrar de forma mais sorrateira no local.

– Esperem por mim lá fora, vamos nos equipar para a missão. Discutimos pelo caminho.

Hizumy e Luka saíram do cômodo e esperaram por Skÿller, que não demorou muito, mas que demorou o suficiente para sentirem o navio parar por completo. Haviam ancorado em Cactus Island. Skÿller saiu e já foi falando.

- Muito bem… Preciso pegar armas no arsenal. Podemos discutir os detalhes lá. Também precisamos de uma bolsa… - Falou e deu uma pausa, para logo em seguida continuar olhando para Hizumy. – Ou então daquele urso... Panda.


Skÿller

A reação de Skÿller foi rápida.

- Pode manter distância e dar espaço para que ela recupere. - Luka olhou bem para Skÿller quando a mesma disse isso. A encarada durou uns bons segundos, não foi nada ameaçador do tipo: quem é você e porque está me atrapalhando? Foi algo mais próximo de: com quem estou falando? Sendo possível até perceber a reação do homem quando o mesmo entendeu quem era.

- Me desculpe, entrei no quarto e me deparei com tal beldade que acabei por não reparar na senhorita. - Falou o mesmo se reverenciando para Skÿller. - Sou Luka, estou a seus serviços sargento Skÿller.

A mesma olhou para os dois que haviam entrado na sala.

-Já sei! - Ouviu o jovem Hizumy falando e rapidamente indo até Roxane, onde segurou sua mão e começou a cantar.

- Roxane, esta criança de cabelos azuis é Hizumy. Ele pertenceu à equipa que nos resgatou do navio. E esse... - agora se referindo a Luka. -Não faço a menor ideia de quem ele é. Apenas que tem uma missão.

Hizumy continuou cantando, a música ia acalmando o ambiente. A mink esperava para ver se Luka ia falar algo sobre a missão em si, mas ele não parecia querer falar nada, só apreciava a música e olhava de forma meio fixa para Roxane, apesar de dar o devido espaço como Skÿller havia pedido. Hizumy ao terminar de cantar falou um pouco com Roxane, que mais calma sorriu de uma forma que Skÿller não imaginaria ser possível para alguém que havia acabado de perder o braço. Luka reagiu com algum som tão baixo que não foi reconhecível, mas ele não disse nada e pelo visto Roxane nem ouvira nada que pudesse a deixar triste no momento.

Hizumy em sequência lhe passou algo que lhe parecia uma marmita, Skÿller notaria que já estava passando da hora do almoço e ainda não havia comido nada.

- Então, Skyller-onee-san! Ramon-san disse que farás parte da nossa equipa! Quando iremos ir atrás do tesouro! Hi! Hi! Hi! - Ouviu a pequena criança falando com ela logo após entregar a marmita.

- Hum? Tesouro? ... Acho que podemos considerar um tesouro… - Falou e viu a reação meio exagerada da jovem criança, o que poderia ser tão animador em recuperar um simples colar? Quanto os dois sabiam da missão?

- Luka. – Falou firme, precisava saber mais sobre o que eles sabiam. – O que sabe sobre a missão?

Luka bateu continência novamente para Skÿller e respondeu firme e confiante. - Pelo que sabia imaginava que iríamos atrás de um item valioso, tanto que fui chamado por isso. Sou bom em falsificar objetos e talvez possa falsificar os mais valiosos deste tesouro para que eles não percebam e assim, não vão atrás de nós. Porém sendo muitos, vou precisar de mais tempo. Além disso, sou bom em arrombar portas, então podemos tentar entrar de forma mais sorrateira no local. - Boas informações acabaram de ser passadas para a sargento.

– Esperem por mim lá fora, vamos nos equipar para a missão. Discutimos pelo caminho. - Falou e ambos rapidamente seguiram a ordem dela e a deixaram com o esquecido médico e Roxane. Skÿller logo olhou para Roxane, segurou sua mão com cuidado por saber que sua amiga ainda estava fraca e começou a falar. – Éér… Foi me dada uma missão. Quando eu voltar iremos até ao tenente, ok? – Soltou a mão de Roxane e começou a se afastar. Neste instante sentiu o navio parando, haviam atracado em Cactus Island. – Tente recuperar as forças. - Disse por fim.

- Pode deixar. Quando você voltar estarei dominando essa enfermaria. - Disse Roxane em uma clara demonstração de força.

Com um leve sinal de adeus de Roxane, Skÿller pode sair da enfermaria, onde já começou a falar.

- Muito bem… Preciso pegar armas no arsenal. Podemos discutir os detalhes lá. Também precisamos de uma bolsa… - Falou e deu uma pausa, para logo em seguida continuar olhando para Hizumy. – Ou então daquele urso... Panda.



Histórico:
 

Luka:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptySex Abr 06, 2018 2:23 pm






The Mission



...... - Me desculpe, entrei no quarto e me deparei com tal beldade que acabei por não reparar na senhorita. – Disse Luka - Sou Luka, estou a seus serviços sargento Skÿller.
...... - “Sargento”… - disse Samael contendo o riso – Esse Luka vai render muitas risadas.

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“Eu sou sargento, está de quê?”
...... - De nada… - respondeu Samael.
...... O jovem marine começou a cantar, talvez na tentativa de fazer Roxanne se sentir melhor, e parecia que estava fazendo efeito. Hizumy se mostrava ser um personagem peculiar, embora seja claramente fraco fisicamente, é obvio que tem grande força de vontade, uma das características que os Van Der Veen valorizavam, infelizmente eu ainda achava que mente e corpo deveriam ter a mesma força e ainda não conseguia me sentir confiante em relação ao desempenho do jovem marine na missão.
...... - Pelo que sabia imaginava que iríamos atrás de um item valioso, tanto que fui chamado por isso. – respondeu Luka fazendo uma continência - Sou bom em falsificar objetos e talvez possa falsificar os mais valiosos deste tesouro para que eles não percebam e assim, não vão atrás de nós. Porém sendo muitos, vou precisar de mais tempo. Além disso, sou bom em arrombar portas, então podemos tentar entrar de forma mais sorrateira no local.
...... - Por outras palavras: “Não vamos dar nas vistas.” – disse Samael.
...... Mandei os dois esperarem por mim enquanto eu dizia a Roxanne para esperar por mim, ela estava aceitando a perda do braço muito bem. Talvez até bem de mais, mas não havia o que fazer e não valia a pena mexer na ferida por agora, apenas me restava aceitar.
...... Começaria a caminhar até ao arsenal e, com os dois soldados a me seguir, diria num tom pensativo - Cada um pega numa corda e numa bolsa. Luka, pegue também os materiais que precisar para falsificar o artefacto. - Quando chegasse na sala de armamento eu pegaria em mais uma ninjaken, em kunais, uma bolsa, um par de algemas e, se tivesse, numa corrente ou numa corda. Enquanto estivesse lá, analisaria o que os outros estariam pegando para eles.
...... - Hizumy. – chamaria o garoto – Preciso que você fique perto de Luka o tempo todo. Proteja-o enquanto ele estiver falsificando, irei tentar distrair eles quando o momento chegar. – sabia que ele não conseguia lutar muito bem, mas eu tinha a certeza de que ele daria o seu melhor para auxiliar Luka a fazer o seu trabalho. Entregaria o papel com o desenho do objeto para Luka, deixando Hizumy observer o mesmo – Se alguma coisa correr mal, entreguem o artefacto para o panda para ele voltar correndo para o navio. Ainda não sabemos ao certo a localização deles, mas quando encontrarmos o local, vamos separar-nos em 2 equipas: Luka, Hizumy e o panda entram silenciosamente no local enquanto eu entro do lado oposto e fico os distraindo.
...... Observaria a reação de cada um deles em reação ao “plano” e, se a se opor, eu concluiria – Não saiam do navio até ser noite. Encontramo-nos próximos da saída. – daria as costas – Não se esqueçam: Não levem nada que vos identifique como marinheiros. Ah! E não usem os vossos nomes reais, obviamente.
...... Se tivessem alguma sugestão para o plano eu escutaria com atenção e ficaria pensativa – Irei ter isso em mente…
...... Iria até ao banheiro e tiraria as minhas roupas de marinheira, se tivesse algum espelho ficaria a encarar as minhas cicatrizes recentes e então passaria a minha mão na marca do clã em minhas costas. Vestiria as minhas roupas de civil e soltaria o meu cabelo – Tanto trabalho para arrumar ele… - suspiraria.

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...... Iria até ao tenente Yang e, se o encontrasse, após fazer uma continência e ter permissão, diria – Senhor, em breve estarei saindo em missão. Gostaria de saber se seria possível tratar do braço de Roxanne o mais rápido possível. –escutaria a resposta do tenente e então faria uma continência – Entendo. Ah… Para que lado fica o norte? – e então iria até ao refeitório. Ao chegar no local, pediria apenas por duas garrafas com água, beberia a primeira e guardaria a segunda.
...... Esperaria a hora chegar de partir e iria para o local combinado. Verificaria como eles estavam vestidos e, se estivessem de acordo com o combinado diria – Até ao final da missão, caso seja necessário se referirem a mim, usem o nome “Myra”. O colar esta na posse de um grupo chamado "The Pelicans". – Se estivessem vestindo algo que os identificasse como marines, olharia torto para eles e diria – Esconda isso.
...... Sairia do navio e analisaria todos os cantos, e andaria em direção a norte mantendo uma certa distância dos outros membros da missão, manteria a minha audição atenta às palavras “The Pelicans”, “colar” e “Whiskey Peak”, sempre que escutasse alguma dessas palavras andaria mais devagar para escutar a conversa e tentar encontrar o máximo de informação possível. Se escutasse alguma coisa útil, andaria na direção de Luka ou de Hizumy e puxaria ele discretamente para um lugar mais “reservado”, após me certificar de estarmos sozinhos eu sussurraria as informações que havia recolhido, e esperaria que ele também tivesse alguma coisa a dizer.
...... Se ao fim de um tempo não encontrássemos nada de relevante, iria até à taverna mais próxima me certificando que os dois soldados e o panda viessem comigo. Ao chegar na porta da taverna, olharia para os dois e diria firmemente. – Sempre há informações úteis em lugares como estes. Luka, tente usar o seu… - tossiria – “charme” para descobrir alguma coisa. – Se estivessem de acordo diria – Luka entre primeiro, iremos entrar logo em seguida. – quando Luka entrasse esperaria um momento e entraria com Hizumy no estabelecimento e me sentaria próxima de Luka, porém, ligeiramente afastada.
...... Quando tivéssemos informações sobre o local, daria sinal aos soldados para nos dirigirmos até lá, quando estivéssemos próximos analisaria o espaço e sussurraria tudo que eu conseguia ver com a minha visão e depois completaria – Quando a troca for feita, roubem qualquer item que parecer importante apenas como método de distração. É necessário rever o plano?
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Mizushiro Hizumy
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  - O Shima-chan é bem forte, ele conseguirá carregar as nossas coisas sem problemas! – Flexionando ambos os bracinhos, tentando mostrar força nos mesmos, a criança falava pelo companheiro, acreditando que o mesmo era mais do que capaz de carregar alguns objectos, já que as vezes o carregava à ele sem dificuldades.  – Certo, Shima-chan?! – virar-se-ia para o panda esperando por um grunhido de afirmação cujo o qual, se obtivesse, gargalharia animado e com as mãos na barriga do mesmo, faria algumas carícias animado.  

   No arsenal, onde várias armas poderiam ser encontradas, o garoto ouvia com atenção ao que Skyller falava sobre a missão e como deveriam agir. Aquela seria de facto a sua primeira missão, então podia sentir-se um pouco mais nervoso, com o peito a palpitar de ansiedade. E sabendo que aquela era uma missão sobre a recuperação de um tesouro, o deixava mais e mais animado à cada instante que a hora de realmente agir se aproximava.  - Cada um pega numa corda e numa bolsa. Luka, pegue também os materiais que precisar para falsificar o artefacto. Hizumy, preciso que você fique perto de Luka o tempo todo. Proteja-o enquanto ele estiver falsificando, irei tentar distrair eles quando o momento chegar. – Saindo correndo já em busca de uma corda e de uma bolsa, o menino erguia a mão bem no alto gritando: - Hai! Hai! –

- Se alguma coisa correr mal, entreguem o artefacto para o panda para ele voltar correndo para o navio. Ainda não sabemos ao certo a localização deles, mas quando encontrarmos o local, vamos separar-nos em 2 equipas: Luka, Hizumy e o panda entram silenciosamente no local enquanto eu entro do lado oposto e fico os distraindo. Não saiam do navio até ser noite. Encontramo-nos próximos da saída. Não se esqueçam: Não levem nada que vos identifique como marinheiros. Ah! E não usem os vossos nomes reais, obviamente.  –


  - Entendido, nee-san! – Exclamaria no fim, depois de ouvir à tudo que a marinheira havia à falar. – Ouviste, Shima-chan?! Mesmo que alguma coisa aconteça comigo, o mais importante é que consigas trazer o artefacto até ao navio! – Olhando nos olhos do animal, Hizy repetia aquela que poderia ser a parte crucial do plano ao Shimauma. – E não se preocupe! Não deixarei que nada te aconteça, amigo! – Sorriria, abraçando bem forte o dorso do panda.  

 - Já temos tudo o que precisamos! A corda e a bolsa, além do meu cajado e da minha flauta! Acho que já podemos partir! – Guardando a corda dentro da bolsa e segurando o cajado com a mão esquerda, o menino correria até ao convés, animado para conhecer Cactus Island.

    Lá fora, podendo sentir a leve brisa a baloiçar-lhe o cabelo, deixar-se-ia admirar por um segundo a paisagem, guardando todo aquele cenário na memória. Se na ilha houvesse neve o suficiente para que pudesse brincar, sem pensar em qualquer tipo de consequência que suas acções poderiam trazer-lhe mais tarde, vestiria as luvas e correndo apressadamente desceria até Cactus, passando pela plataforma de madeira que fazia a ligação entre o Alvorada e a ilha.

 
- YAAAAAYYYY!!! –



     Soltaria um pequeno grito divertido de alegria ao saltar na neve e gargalharia animado, deixando sobressair-se no seu rostinho o sorriso inocente e infantil, corado nas bochechas e na ponta do nariz por causa do frio. – Pega essa, Shima-chan! – Diria ao juntar um pouco de neve nas mãos e com elas criar uma bola e de seguida atirá-la em direcção ao panda. – HaHaHaHa! – Sorriria se a neve acertasse o animal e despontasse uma reacção engraçada no mesmo. Então, deixar-se-ia cair de costas na grande cama branca e fofinha, porém fria, e encararia o céu com um sorriso no rosto enquanto que sua respiração levemente ofegante criaria pequenas nuvens de vapor-d’água. – Então esta é Cactus Island?! hiHihi! Imaginava que fosse uma ilha desértica e quente! Mas há neve por todo o lado! – Caso Luka ou Skyller chamasse pelo garoto, ou se visse que ambos partiam sem ele, levantar-se-ia rapidamente, daria pequenas palmadinhas por todo o corpo, limpando a neve, e correria até elas juntamente com Shimauma.

    Quando, por fim, chegassem na cidade, a multidão o deixaria mais animado ainda. E com os olhos curiosamente brilhando, procuraria absorver toda a informação possível, deixando-se levar pelo entusiasmo infantil. – WWOOOOWWW!!! – Deixaria fugir um sussurro de admiração sempre que visse algo novo e exótico e único da própria ilha, ou se houvesse barraquinhas vendendo comidas que nunca outra houvera visto, deixando-se levar. E não só seus olhos inocentemente curiosos estariam atentos, como também sua audição aguçada.  Mesmo estando tão animado e continuando a agir como uma simples criança, sabia muito bem que tinha uma missão à cumprir. Se ouvisse algo que pudesse ser útil ou que parecesse ser uma pista, aproximar-se-ia de Skyller e pegando de forma delicada na ponta da camisa dela, chamaria a atenção da mesma. – Skyller-nee-chan…. – Calar-se-ia de repente, colocando abruptamente ambas as mãozinhas na boca. – Digo, Myra-nee-chan, aqueles senhores estavam a discutir algo que parece suspeito! – Revelaria em um tom de voz baixo, só para que ambos ouvissem.

  No caso de entrarem em alguma taberna ou estabelecimento, o pequeno celestial conter-se-ia, tentando segurar toda a sua animação e sentar-se-ia quieto ao lado de Skyller. No entanto, caso houvesse algum bardo por ali, ou alguma festividade, o menino os encararia com as suas esferas brilhando e o rostinho cintilante gritando entusiasmo. – Nee-chan… - Olharia para Skyller como um pequeno cachorrinho pedindo permissão para se juntar aos demais na algazarra festiva.  Todavia, se ouvisse nem que fosse em um sussurro a palavra: colar ou o nome “The Pelicans”, mudaria o semblante para uma expressão séria e daria dois puxões leves e suptis na roupa de Skyller, apontando para os suspeitos com o olhar.

    Se em algum instante Skyller e Luka se afastassem dele, o menino juntar-se-ia ao grupo que estivesse a animar à todos na taverna, tirando de sua flauta e os acompanhando na música divertido.

 Se durante toda a confusão, todas as palavras que ia tentando escutar, fosse em que momento fosse, se o nome Yami entrasse em seus ouvidos, toda a sua expressão mudaria. Como que se entrando em choque, seu corpo congelaria por alguns segundos e lentamente virando-se para onde havia vindo o nome, correria apressado, deixando Luka e Skyller para trás sem dizer nada. - Nii-san?! Onde estás, nii-san?! - Gritaria com a voz quase sufocando. - Desculpe, senhor! Mas você conhece o Yami-nii-san?! - Perguntaria com uma expressão preocupada e séria e ofegante, puxando o braço da pessoa.



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Histórico:
 

Objectivos:
 

….
Objectivos Novos:
 


Contador de Salvamentos/Ajudas:
 


Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

OFF:
 



Legenda:
– Pensamento – - #00ccff
– Fala – - #0099ff
~ Canções  ~ - #0099ff + blur

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptySex Abr 06, 2018 11:47 pm

Narração

Clima: Muito Frio (-4ºC), muito vento.
Local: Ancorados em Cactus Island, cidade Whiskey Peak




Skÿller

Tudo estava indo aparentemente ok. Entrou no arsenal já sabendo o que falar para seus subordinados, estava mentalmente preparada para sair na missão e conseguia dar ordens com tranquilidade.

- Cada um pega numa corda e numa bolsa. Luka, pegue também os materiais que precisar para falsificar o artefacto.

Após falar isso se concentrou em pegar os próprios itens. Achou uma ninjaken melhor do que a sua, porém não descartou a própria. Achou algumas kunais, porém não levou todas já que infelizmente não haviam muitas. Além disto pegou uma bolsa, um par de algemas e 10 metros de corda.

- O que exatamente eu vou ter que falsificar? - Ouviu Luka perguntando. - Isso facilitaria meu trabalho. - Ao se virar para ele e olhar, viu que o mesmo estava com mais materiais do que poderia levar sem chamar a atenção por aí. Notou também que ele já havia pegado uma corda e estava armado com um arco e algumas flechas.

- Hizumy. – chamou a criança que logo atendeu seu chamado – Preciso que você fique perto de Luka o tempo todo. Proteja-o enquanto ele estiver falsificando, irei tentar distrair eles quando o momento chegar. - Acabou entregando
o papel para a criança que observou o mesmo e entendeu que era para passá-lo a Luka que agora sabia o que precisava falsificar.

Após um tempo, onde Luka retirava alguns itens que pelo visto não precisaria mais, começou a contar seu pequeno plano. – Se alguma coisa correr mal, entreguem o artefacto para o panda para ele voltar correndo para o navio. Ainda não sabemos ao certo a localização deles, mas quando encontrarmos o local, vamos separar-nos em 2 equipas: Luka, Hizumy e o panda entram silenciosamente no local enquanto eu entro do lado oposto e fico os distraindo.

- Entendido, nee-san! - Ouviu a criança falando logo em seguida. A criança ainda se dirigiu ao panda, porém Skÿller não ouvira o que a mesma falou ao panda, pois sua atenção foi captada a reação de Luka, que apesar de evidentemente não ter gostado do plano, ficou quieto.

– Não saiam do navio até ser noite. Encontramo-nos próximos da saída. – falou já dando as costas pronta para sair. – Não se esqueçam: Não levem nada que vos identifique como marinheiros. Ah! E não usem os vossos nomes reais, obviamente.

Skÿller se separou dos dois marinheiros por um tempo, onde foi até o banheiro do navio, retirou suas roupas de marinheiro e por um tempo olhou para suas cicatrizes mais recentes. Por um breve instante até tateou a marca de seu clã em suas costas. Após os momentos de reflexão silenciosos, colocou suas roupas de civis e soltou seu cabelo que tanto lhe dera trabalho antes. Ao sair do banheiro, já trocada, andou pelo barco a procura do tenente Yang, porém não o encontrou de primeira. O mesmo havia saído do navio da marinha para falar com os marinheiros locais já que era o de maior patente no navio.

Só bem mais tarde, quase ao entardecer, quando começava nevar bem fraquinho que finalmente o mesmo embarcou e Skÿller conseguiu falar com ele. Até este momento alguns marinheiros já haviam percebido que a mesma queria falar com o tenente e que não sairia do navio e graças a isso alertaram o tenente sobre a mink que gostaria de falar com ele.

- Ouvi por aí que esteve me procurando.

– Senhor, em breve estarei saindo em missão. Gostaria de saber se seria possível tratar do braço de Roxanne o mais rápido possível.

O tenente a olhou meio triste, antes mesmo de ouvir a resposta já era possível de se perceber que não era boa.

- Acabei de voltar de uma pequena reunião que tive com os marinheiros locais. Aparentemente a pessoa que eu estava querendo contatar para tratar do braço desaparecera. Vou buscar por mais informações enquanto realiza a missão. Neste momento, preciso que fique focada nela, é a sua primeira missão como sargento, mostre-me que estava certo quando te promovi. – Skÿller escutou com atenção a resposta do tenente e fazendo uma continência respondeu – Entendo. Ah… Para que lado fica o norte?

Sorrindo o tenente apontou a direção do norte. Skÿller então foi até a cozinha, onde pegou duas garrafas de água, uma só para virá-la em seguida, bebendo-a por completo em uma golada, impressionando os marinheiros por perto. Após tudo isso, não tardou para a mesma finalmente ir para a saída do navio e se encontrar por algum motivo só com Luka, sem sinal de Hizumy. Pelo menos Luka estava com nenhuma vestimenta que lembrava a marinha.

– Até ao final da missão, caso seja necessário se refirir a mim, use o nome “Myra”. O colar esta na posse de um grupo chamado "The Pelicans". - Falou somente para Luka, que era a pessoa presente no momento.

- Pode me chamar de Kilay. - Ouviu Luka falando, era um nome no mínimo, estranho.

Skÿller saiu do navio e olhou a sua volta, havia uma boa altura de neve, mas a maioria do local poderia se resumir a lama pelo tanto que o povo havia andado por perto. Havia algumas pessoas por ali, a maioria até mesmo marinheiros, o que era melhor para Skÿller, além disso, as que não eram pareciam prestar atenção em Hizumy, que pelo visto havia desobedecido sua ordem e saído do navio antes de anoitecer para simplesmente brincar na neve. Pelo menos, aparentemente ninguém reparou quando ela e "Kilay" saíram do navio.

Ambos começaram a andar e se separaram, nada realmente distante, mas não queria ficar muito próxima de Luka. Infelizmente, a criança estava correndo em sua direção com aquele panda enorme e despertando a atenção das poucas pessoas na rua para seu lado. Skÿller foi andando prestando atenção em certas palavras que considerava chave para a missão, mas não escutara nenhuma delas infelizmente.

Após muito tempo sem conseguir nada, acabou desistindo e indo até uma taverna até bem movimentada. – Sempre há informações úteis em lugares como estes. Luka, tente usar o seu…  “charme” para descobrir alguma coisa. - Falou tossindo de forma proposital para mostrar que não se sentia a vontade falando aquilo. Luka claramente gostou da ideia e já estava quase entrando quando Skÿller complementou a fala. – Luka entre primeiro, iremos entrar logo em seguida.

Deu alguns poucos instantes, talvez até algo próximo de um minuto ou mais para que qualquer um lá dentro não pensasse que ela e Luka estivessem juntos. Decidiu entrar, olhou o povo na taverna que estava melhor iluminada do que achava e percebeu que Luka não se encontrava por lá.

A taverna, meio cheia, estava com vários humanos já bêbados, umas 10 mesas espalhadas por aí ou aqui, era possível ver que alguns já estavam quase dormindo por causa da bebida. Duas jovens garçonetes e um velho garçom andavam de mesa em mesa recolhendo pratos e copos e outra garçonete mais experiente andava com um gigantesco prato cheio de copos cheios servindo todos os homens e mulheres ali presentes. Ninguém deu atenção a mink, a criança e ao panda que acabavam de entrar, de tão entretidos que estavam em suas conversas e bebidas.


Hizumy

Hizumy garantiu que seu amigo panda conseguiria aguentar o peso por ser forte. E apesar de querer demonstrar isso de forma gestual, não foi muito convincente por ser muito magro. Ainda buscou confirmação com o próprio panda, que animado grunhiu em resposta e depois novamente quando recebeu carinho da criança. Acabaram chegando ao arsenal, onde Skÿller falara para pegarem uma corda e uma bolsa. Hizumy logo atendeu seu pedido.

- Hizumy, preciso que você fique perto de Luka o tempo todo. Proteja-o enquanto ele estiver falsificando, irei tentar distrair eles quando o momento chegar. - Skÿller terminou de falar e passou o desenho de um colar, o objeto que tinham que recuperar, apesar de valioso, não parecia algo como um incrível tesouro que Hizu tanto esperava. A pequena criança percebera que era para levar o desenho até Luka, que agradecido, começou a retirar algumas coisas que não precisaria mais levar dado o formato do colar. Então Hizumy ouvira Skÿller falando novamente. - Se alguma coisa correr mal, entreguem o artefacto para o panda para ele voltar correndo para o navio. Ainda não sabemos ao certo a localização deles, mas quando encontrarmos o local, vamos separar-nos em 2 equipas: Luka, Hizumy e o panda entram silenciosamente no local enquanto eu entro do lado oposto e fico os distraindo.

- Entendido, nee-san! – Exclamou o pequeno, que já foi se virando para o panda. – Ouviste, Shima-chan?! Mesmo que alguma coisa aconteça comigo, o mais importante é que consigas trazer o artefacto até ao navio! – Percebendo que o panda não gostou da ideia de deixar a pequena criança em perigo ou de ele próprio correr perigo para correr com um colar, assim Hizumy acabou por repetir aquela que poderia ser a parte crucial do plano ao Shimauma e por fim complementou dizendo: – E não se preocupe! Não deixarei que nada te aconteça, amigo! - Falou enquanto abraçava bem forte o dorso do panda. Durante o abraço ouviu o resto do plano de Skÿller. - Não saiam do navio até ser noite. Encontramo-nos próximos da saída. Não se esqueçam: Não levem nada que vos identifique como marinheiros. Ah! E não usem os vossos nomes reais, obviamente. - Falou a sargento dando a ordem final no momento e saindo do cômodo.

Após juntar todas as suas coisas, Hizumy não aguentara de ansiedade e saíra navio a fora. Ao enfim subir até o convés viu a paisagem de Cactus Island. A ilha tomada por cactus gigantes estava coberta de neve. Não pensou duas vezes e pulou para brincar com a neve gritando bem alto. - YAAAAAYYYY!!!. Fez bonecos, jogou bolas de neve no panda e muitos sorriram ao passar e ver a criança brincando com o panda. Muitos ficaram com medo de ver um ser tão pequeno e aparentemente frágil com um panda, mas ao verem que milagrosamente o panda não a feria, relaxavam.

Algumas pessoas, se passassem poderiam ouvir coincidentemente o menino falando: – Então esta é Cactus Island?! hiHihi! Imaginava que fosse uma ilha desértica e quente! Mas há neve por todo o lado! - Mal sabia o garoto que aquilo não era normal naquela ilha, não estavam entendo porque estava nevando.

Assim, aos poucos foi escurecendo e depois de um bom tempo, Hizumy viu Skÿller e Luka indo sem ele. Levantou-se, já havia brincado na neve por tempo demais, bateu suas roupas que já estavam até mesmo bastante úmidas e correu com seu panda na direção deles. Reparou que a sargento e Luka estavam mantendo uma distância entre eles, claramente não queriam ser vistos juntos e por isso achou melhor se manter separado. Até então finalmente se reunirem na porta de uma taverna por não terem encontrado maiores informações. Ouviu a mesma falando para Luka utilizar o tal "charme" dele para conseguir informações e assim deixou que ele fosse na frente.

Assim, após pouco tempo, talvez um minuto ou mais, entraram e por algum motivo Luka não parecia estar dentro da taverna.

A taverna, meio cheia, estava com vários humanos já bêbados, umas 10 mesas espalhadas por aí ou aqui, era possível ver que alguns já estavam quase dormindo por causa da bebida. Duas jovens garçonetes e um velho garçom andavam de mesa em mesa recolhendo pratos e copos e outra garçonete mais experiente andava com um gigantesco prato cheio de copos cheios servindo todos os homens e mulheres ali presentes. Ninguém deu atenção a mink, a criança e ao panda que acabavam de entrar, de tão entretidos que estavam em suas conversas e bebidas.



Histórico:
 

Luka:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptySab Abr 07, 2018 12:30 pm





The Mission



...... Demorei para encontrar o tenente, mas a sua procura me deixou entretida durante um bom tempo. Quando finalmente o encontrei não tive a sorte de receber boas notícias, a reação do próprio tenente ao me ver já demonstrava que ele esperava ter de me dar más notícias, porém, nem tudo estava perdido e apenas me restava concluir a missão.
...... - Como você consegue? – perguntou Samael.
“Consigo o quê?”
...... - Num momento você está preocupada com Roxanne e do nada consegue limpar a sua mente de todas essas preocupações. – disse Samael confuso.
“Ele disse que era para me focar na missão... E é isso que vou fazer.”
...... - Certo… - disse Samael desconfiado.
...... Após ter tudo que queria e me ter hidratado, fui até a saída do navio como tínhamos combinado, mas apenas Luka lá estava. Após cada um dizer o seu “novo” nome, saímos do navio e começamos a busca pelo local onde o colar estaria escondido, infelizmente Hizumy corria atrás de mim com o seu gigantesco panda, eu sabia que um panda iria das mas vistas, mas achei que pelo menos a criança teria o cuidado de se manter silencioso.
...... Talvez devido aos nervos, não consegui escutar nada de pertinente e tudo indicava que os soldados também não tinham achado nada de interessante. Rapidamente chegamos a uma taverna e decidimos entrar, Luka parecia estar mais do que a favor da ideia de ter de seduzir alguém para ter informações, infelizmente ele sumiu assim que entramos no estabelecimento.
...... - Ah… - disse Samael ao entrar com um enorme sorriso no seu rosto – Tavernas, a melhor ideia dos humanos! Alguns até já estão a dormir! HAHA! – Samael saiu correndo para perto de um dos que estava dormindo e começou a cotocar a cara deles.

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“Sem sinal do Luka…”
...... - Viu como ele falou com Roxanne? Ela não foi a primeira e nem será a última a ser abordada por ele, tenho a certeza que ele já está conseguindo o que vocês querem… -  Gritou Samael colocando o dedo na boca de um bêbado adormecido.
...... - Muito bem… - sussurraria para Hizumy – Não faça nada de idiota, não fale mais do que o necessário e tente descobrir alguma coisa sobre um colar valioso. – certificar-me-ia de que apenas Hizumy seria capaz de escutar.
...... Sentar-me-ia no balcão ou então numa mesa livre, quando tivesse a atenção de um empregado diria – Por acaso servem vinho? – daria o dinheiro necessário para um copo, se não servissem vinho pediria cerveja – E já agora, poderia me dizer onde são os banheiros? – se por acaso quem me atendesse fosse uma mulher eu completaria – É urgente. – Se fosse possível ir ao banheiro imediatamente dirigir-me-ia para lá, no entanto, se não fosse possível deixar-me-ia ficar sentada.
...... Manteria a minha audição sempre atenta, mas desta vez pela voz de Luka e não por pistas para a missão, precisava ter a certeza da localização do soldado, não poderiam existir baixas aliadas tão cedo. Se eu escutasse a voz dele e demonstrasse que ele estaria em segurança, deixá-lo-ia fazer o seu trabalho e começaria a tentar escutar as conversas dos bêbados, talvez conseguisse descobrir alguma coisa de interessante que pudesse ser útil para a missão.
...... Para o caso de eu poder ir ao banheiro, andaria lentamente até lá e, mais uma vez, manteria a minha audição atenta para encontrar Luka, porém, ficaria também escutando a voz de Hizumy. Analisaria meticulosamente o caminho até ao banheiro e o próprio banheiro, procurando por saídas de emergência e janelas possíveis de saltar em caso de fuga. Olharia todo o banheiro e, apenas se estivesse sozinha, chutaria a porta como forma de descarregar o stress. Por mais que eu quisesse admitir que estava tudo bem e que estava completamente focada na missão, não podia parar de pensar na missão passada. Se algo acontecesse a Luka seria de minha responsabilidade por não ter sido uma boa líder e mais um aliado seria gravemente ferido devido as minhas decisões. Lavaria o rosto e voltaria para o meu lugar, chamaria a atenção de Hizumy para se aproximar de mim caso ele estivesse sozinho. – Encontre o nosso “amigo”.
...... - Afinal você não é tão focada quanto pensava. – diria Samael, estranhamente preocupado.
“Vai à merda.”
...... - Ok… Vamos ter calma. – diria Samael – Sabes, eu sei que não gostas de questionar ordens, mas precisas pensar um pouco na missão. Caçadores de recompensa normalmente são aliados da marinha, então porque teríamos de roubar de um grupo de caçadores?
“Bem isso é porque… É porque… Não faz sentido. Algo de estranho está acontecendo aqui…”

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...... Quando a minha bebida acabasse, chamaria um empregado e diria – Este ambiente é realmente agradável… – olharia para o copo e ficaria pensativa por algum tempo – As bebidas… Elas são produzidas na ilha? – escutaria as palavras da pessoa e suspiraria – Desculpe, você está de serviço e estou atrasando o seu trabalho. Como posso conseguir informações na ilha? Acabei de chegar de uma longa viagem e não sei nada sobre ela. - se ela me ajudasse eu daria 50.000 berries para a pessoa e diria - Obrigado.
...... Se eu percebesse que Hizumy ou Luka estivessem metidos em alguma briga, aproximar-me-ia lentamente e diria – Precisa de ajuda? – se Luka ou Hizumy respondesse eu imediatamente cortaria a fala deles olhando para a “fonte” do problema – Estou a falar com ele.. Precisa de ajuda? - Não tinha intenções de começar uma briga, pelo menos não ali, mas a minha “sede” começava a se sentir e o stress não estava ajudando em nada naquele momento. – Espero que não haja nenhum problema.
...... Caso a pessoa demonstre um comportamento agressivo perante mim ou um dos soldados, sem pensar duas vezes pegaria numa das kunais e enfiaria na mão do agressor prendendo-a em alguma superfície de madeira próxima. – Se não quiser perder nada para além da mão, sugiro que se comporte decentemente. – se o agressor fosse do sexo masculino e ignorasse as minhas falas, sacaria a ninjaken mais velha e encostaria ela próxima ao órgão sexual do indivíduo exercendo alguma pressão, porém, sem o ferir  - Estamos entendidos? – se ainda assim não fosse o suficiente, não teria outra escolha se não realizar golpe na zona privada do sujeito.
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Citação :

Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
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Sangue: (09/15)
Ganhos: Patente Sargento; Perícia Toxicologia;  Perícia Química; Ninjaken lvl 2; 2 Kunais lvl 2 ;Corda - 10 metros; Par de algemas ;Bolsa; Garrafa de água (10/10)
Perdas:  -500.000 berries
Personagens:
The Wolf:4/4
Dance of Knives 4/4
Coments Extras:
Objetivos:
 
Spoiler:
 

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptySeg Abr 09, 2018 9:25 pm



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul!
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Toda aquela brincadeira na neve havia deixado suas roupas um pouco húmidas, e com o vento a soprar, mesmo que ao de leve, Hizy não poderia conter os calafrios que de tempos à tempos ia sentindo por todo o frágil corpo, obrigando-o a se abraçar, esfregando as pequeninas mãos aos braços. – Apesar de divertida e bela, neve não é algo que alguém de Thule esteja habituado… sniff*!! – Murmurou baixinho snifando a constipação com o redondinho nariz rosado na ponta e sempre com uma pequena névoa branca saindo-lhe da boca sempre que falava ou simplesmente respirava.

No lado de fora da taberna, onde aos poucos o fria parecer-lhe-ia que ia aumentando, esperou por um minuto, dando tempo à Luka que adentrara sozinho à frente deles, até que Skÿller decidira finalmente entrar também. A primeira coisa que sentira no instante em que pisara no interior da taberna foi a diferença atmosférica, estando lá dentro um pouco mais quente, o que era bom, já que poderia sentir o calor penetrar-lhe os ossos, descontraindo relaxadamente o corpo, não precisando mais de abraçar os braços.

Olhando em volta, não conseguindo evitar demorar-se no olhar que com enlevo curiosidade caia sobre aquelas figuras embriagadas já desmaiadas, e juntando-se o provável aroma forte do álcool, seu rostinho ficaria inocentemente surpreso, para logo abrir um sorriso divertido entendendo o que aquela paisagem significava. – Parece que a festa foi divertida! HaHaHa! – Gargalharia engraçado. - * Coff! *Coff!! – Escondendo a boca com a mão, o menino tossiria de bochechas acerejadas. – Mas não vejo o nii-san Luka em lugar algum! *Coff! *Coff! – Tossiria de novo.

- Muito bem… - A voz sussurrada da sargento cativava a sua atenção para ela que, com os ouvidos bem abertos e inclinando-se para o lado dela, ouvia com uma expressão atenta tudo o que a mesma ia dizendo. – Não faça nada de idiota, não fale mais do que o necessário e tente descobrir alguma coisa sobre um colar valioso. – O pequeno Hizy olharia para o grande panda, e esperando que o mesmo reagisse da mesma maneira, fariam uma troca de olhar como que se tivessem se comunicado sem palavras. Pode deixar, nee-san! Responderia de volta num murmúrio tão baixinho que seria quase inaudível.

A partir dali iria separar-se da Skÿller por alguns minutos, esperando que seu fiel amigo preto-e-branco o seguisse tal qual uma sombra. O rapazinho de cabelos azuis entrançados e um belo e fofo gorro, muito sorridente, por ser a sua maneira de ser, vaguearia por entre as mesas e os bêbados de plantão, olhando para tudo em seu redor com um ar curioso e saltitante, apesar de tossir algumas vezes em curtos intervalos, e escutando com atenção aos desafogos de bêbados que poderiam estar a acontecer, tendo cautela, pois em tais desabafos sem sentido, por vezes informações sigilosas eram obrigadas por Baco a serem ditas.

- Eu sou um músico! Quer que eu toque uma canção, senhor?! – Aflito, tentando se desenrascar, com minúsculas gotas, quase inexistentes, na testa, o menino diria retirando a sua flauta do interior da blusa, se algum dos seguidores de Baco resmungasse com ele por estar demasiado perto, ou por ele estar a xeretar onde e o que não devia. hi.. hi… hi…! *coff! *coff! – Sorriria, meio que forçosamente, por meio da tosse, palidamente assustado e hesitante por um segundo se a pessoa fosse violenta, contudo, se a pessoa se acalmasse e o pedisse que tocasse, assim o faria.


Levemente, piscaria os tão profundamente azuis olhos. Passaria a língua pelos lábios secos antes de, com o instrumento musical, delicadamente repousar neles. Começaria a tatear por todo o corpo de metal da sua companheira de cantigas e fazendo que o seu sopro, como por magia, criasse sons que iria manipulando ao seu bel-prazer. A intenção não era animar as pessoas ali à princípio, porém, assim que a melodia fosse tocando, ser-lhe-ia impossível não pôr um sorriso na cara corada, quiçá mais corada do que o normal por causa da doença. E também ele animado, bateria a bota direita criando um som de percussão. Não só os lábios, mas também seus olhos sorririam genuinamente. Não havia nada como a música para unir as pessoas ou deixá-las bem-dispostas e mais alegres!

- O que achou, senhor?! *Coff! Ficou mais alegre?! Hi! Hi! Hi! Hi! – Se antes o seu sorriso seria obviamente forçado, agora seria sem dúvidas espontaneamente verdadeiro e jubilante, contagiando, quem sabe, aquelas pessoas que, naquele estado, eram extremamente sensíveis à qualquer coisa. Gargalharia feliz se as pessoas tivessem se animado com sua melodia, mas ficaria com um semblante um pouco carrancudo, de bochechas cheias de ar, se brincassem com ele dizendo que a música era ruim e quando se rissem, ou mesmo que não rissem, gargalharia no final, deixando desfazer-se o ar carrancudo falso do rosto.

– HaHaHaHa! –


Todavia, se realmente não gostassem da música e o mandassem ir embora, desapontado, com a fronha cabisbaixa, afastar-se-ia e encostado no balcão, longe de todos menos do seu grandioso panda, esperaria pela sargento.

Entretanto, caso alguma das empregadas viesse ao seu encontro perguntando o que iria tomar, pensativo à princípio, com o indicador na testa, responderia de seguida: - Por favor, um chocolate quente para mim e um leite morno para o Shima-chan!

Quando a bebida viesse, envolveria as mãos na caneca, deixando que aquecessem. Depois, seria a vez de esquentar o corpo bebendo o chocolate. – YUMMY!! – Diria, passando a língua pelos lábios se estivesse bom. Caso a bebida estivesse ruim, sem querer, deixaria a sua expressão entregá-lo através de uma careta. Mas mesmo assim beberia tudo. – Pelo menos ficarei mais quente… - Pensaria. No final, pagaria o preço das duas bebidas à empregada.

Assim que Skÿller regressasse, iria ter com ela. – Desculpa, nee-san… Não consegui ouvir nada sobre um colar… - Explicaria meio que desamparado. Porém, caso houvesse obtido alguma informação, nem que fosse pequena, diria animado: - Nee-san, nee-san! Chegue aqui! – Faria com as mãos duas covinhas e segredaria no ouvido da mesma a informação. – Nee-san, aqueles senhores falaram algo sobre um colar... –

Encontre o nosso “amigo”. Se essas fossem as ordens no final da líder, assentindo com a cabeça com um olhar um pouco mais sério, o menininho começaria a procurar novamente por todo o espaço juntamente do urso. – Shima-chan, se conseguires sentir o cheiro do Luka-nii-san, me avisa e vai atrás dele! Eu irei te seguir! -

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….
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptyTer Abr 10, 2018 2:32 pm

Narração

Clima: Muito Frio (-4ºC), muito vento, começando a nevar.
Local: Cidade Whiskey Peak (Cactus Island)



Skÿller

Apesar da notícia ruim do tenente Yang, Skÿller conseguiu se concentrar na missão por um tempo. Procurou, na maior parte escutando conversas alheias nas ruas, por pistas do colar ou dos caçadores que estariam com o dito colar, porém infelizmente não conseguiu nenhuma informação no ar. Então decidiu por entrar em uma taverna para procurar por informações. Deixou que Luka fosse primeiro, para que não associassem o mesmo com a mink e a criança com panda que entrariam em seguida. No entanto, quando entrou na taverna, acabou percebendo que Luka não estava por ali. O tempo foi muito curto para saber exatamente o que havia acontecido. Precisava se acalmar e pensar no todo. Ouviu a criança falar algo sem importância e preferiu alertá-la.

- Muito bem… Não faça nada de idiota, não fale mais do que o necessário e tente descobrir alguma coisa sobre um colar valioso.- Sussurrou para a criança ao seu lado, que parecia estar quase gripando, ótimo.

– Pode deixar, nee-san! - Ouviu a criança cochichando em resposta.

Se separando da criança, foi até o balcão principal onde esperou por um empregado aparecer. Percebeu que no balcão havia um líquido escuro derramado, vinho ou alguma cerveja escura, na verdade. Na verdade, não só derramado, parecia como se um pano, não próprio para isso, havia passado por cima do líquido de maneira bem rápida, o líquido estava direcionado para o outro lado do balcão, onde geralmente os bartenders ficam.

-Olá senhorita. - Ouviu o garçom mais velho se aproximando por trás do balcão e já com um pano limpando o líquido que estava sob o mesmo. - Deseja alguma coisa?

– Por acaso servem vinho? - O homem não respondeu com palavras e sim com ações, retirou 5 vinhos de diferentes tonalidades e colocou na frente da jovem mink. - Infelizmente só trabalhamos com esses, o povo desta cidade aprecia mais uma forte cerveja, quer algum desses?. Após escolhido o vinho, a mesma ainda perguntou para o homem. – E já agora, poderia me dizer onde são os banheiros? - O garçom/bartender se aproximou um pouco e falou bem baixo. - Não acredito que seja uma boa ideia, a última pessoa que o usou deixou ele com um cheiro horrível. Mas se ainda deseja ir... - Falou agora um pouco mais alto. - é só seguir por ali. Não tem erro, é a primeira porta a esquerda.

Falou apontando para um local específico que dava para um corredor, era bem longe do balcão, tendo que dar a volta por várias das mesas cheia de bêbados. Andou atenta a qualquer sinal de Luka, precisava ter certeza que ele estava bem. Mas não havia qualquer sinal dele por perto, foi assim lentamente até o banheiro. Para chegar até o banheiro entrou em um corredor dito pelo garçom, o banheiro seria a primeira porta a esquerda... verificou que era na verdade bem fácil de se sair daquele local sem ser pela porta principal, existiam janelas grandes durante todo o corredor pelo lado direito, tanto que foi possível ver que começava a nevar. Já do esquerdo havia três portas, provavelmente banheiro feminino, masculino e quem sabe um cômodo para guardar suprimentos de limpeza.

No banheiro, um cheiro forte batia ali e Skÿller deduziu rapidamente o motivo para tal cheiro, era vômito, mas o motivo principal do cheiro era a geografia idiota do local. Como logo a frente da porta do banheiro havia uma janela, o banheiro era cercado por construção e assim não havia ventilação natural alguma nele. Chutou a porta com frustração por ter perdido o Luka e tentou se acalmar. Saiu do banheiro com cheiro insuportável e voltou para o lobby da taverna, Hizumy estava tocando para os bêbados que apreciavam a música da pequena criança.

Ignorando a mesma, sentou-se no balcão e enquanto apreciava a bebida percebeu que a missão por si só não fazia tanto sentido quanto gostaria. Viu que agora uma mulher bem bonita estava como bartender, talvez ela fosse o bartender real já que o velho voltara a servir entre as mesas. Acabando seu copo aproveitou a deixa para falar com a mulher. Ela não estava servindo entre as mesas, provavelmente estava na cozinha.

– Este ambiente é realmente agradável… – falou a mink puxando papo com a moça enquanto olhava para o copo vazio. – As bebidas… Elas são produzidas na ilha?

A mulher sorriu e respondeu. - A maioria é importada. Não temos um clima muito bom para plantar, não se engane pela neve, aqui geralmente faz um calor infernal. Por isso que o prédio ainda está tão frio, não foi feito para manter o calor aqui dentro. – Não parando por aí, a mink continuou perguntando sobre a ilha e sobre onde conseguiria informações sobre a mesma. - Depende do tipo de informações que você deseja... a maioria sobre segurança você conseguiria na marinha, sobre todos os infinitos grupos de caçadores que tem por aqui é basicamente impossível se você não estiver procurando um grupo específico. Agora... outras informações você já teria que conhecer as pessoas certas.

Não deu muito tempo para Skÿller reagir a última fala da mulher, pois Luka surgira pela porta da cozinha, aparentava estar bem e o mesmo reagiu mais rápido do que a mink, se aproximando rápido de uma forma totalmente diferente do que ela imaginava, se sentando a seu lado.

- Mas que espécime rara temos por aqui. - Falou Luka olhando para ela da mesma forma que olhara para Roxane mais cedo. - Nunca vi alguém como você antes. Me chamo Kilay, que tal sairmos daqui e irmos nos divertir em outro lugar mais tarde? Lucia, mais um copo para esta linda jovem por minha conta.

A mulher sorriu e entregou um copo cheio para Skÿller. Quando Luka sentou-se e esperou pela resposta de Skÿller, a mink conseguiria perceber que as roupas dele estavam molhadas em uma área próxima do peito com o mesmo líquido que estava derramado sobre o balcão antes.

Um coro ao fundo começou a ecoar pedindo para que a criança tocasse mais.


Hizumy

Com frio o pequeno Hizumy estava e encolhido nos próprios bracinhos murmurou sobre o frio que fazia e que alguém de sua ilha não era acostumado a tal situação. Finalmente entrou na taverna, esperando uma onda de calor. Porém, ao contrário do que imaginava, lá não estava tão mais quente do que estava do lado de fora, claro que ainda existia certo alívio ao entrar no estabelecimento, todavia, nada de outro mundo.

Vendo a situação de todos na taverna acabou por se divertir com a situação das pessoas. Tossiu mais um pouco, talvez brincar na neve por todo aquele tempo tenha sido um erro. Ouviu ordens de Skÿller e respondeu rápido – Pode deixar, nee-san! - onde acabou se separando dela por um tempo. Shima ia ao seu lado e apesar de ambos não terem sido notados logo de cara, acabaram chamando a atenção ao adentrarem mais na taverna. Não era comum um panda com uma criança andando em um local onde a maioria bebia algo alcoólico. Tossia de vez em quando, o que lhe proporcionava uma imagem de fragilidade.

- Quem dera eu tivesse dinheiro para aquele leilão. - Ouviu um homem muito bêbado choramingando. E ao mesmo tempo perceberia que Skÿller havia se levantado do balcão.

- Não há o que fazer, The Pelicans estão pedindo demais por aquele maldito... - Ouviu outro bêbado na mesma mesa falando, mas ele parou quando viu que Hizumy olhava para ele. Parecia que ele iria falar algo bem alto, mas Hizumy reagiu primeiro.

- Eu sou um músico! Quer que eu toque uma canção, senhor?! – Viu que Skÿller já havia começado a se mover por aí indo para algum local que Hizumy não conhecia, sumindo de sua vista. – hi.. hi… hi…! *coff! *coff! – Quando tossiu o homem olhou melhor para ele, mas quem respondeu foi um de outra mesa, pedindo para que ele tocasse. Assim Hizumy começou a tocar e aos poucos todos os homens começaram a apreciar a música juntos.

No meio da música vira que Skÿller já não estava naquele salão principal, então viu que uma mulher saiu da cozinha e falou algo para o garçom mais velho que imediatamente retirou algumas moedas do bolso, eram moedas diferentes do que Hizumy era acostumado a ver por aí. O velho chamou uma das jovens garçonetes que estavam por ali e lhe entregou dinheiro, após isso, a mesma saiu do estabelecimento rapidamente.

Skÿller acabou por voltar e a música ainda nem havia acabado, a mesma passou por ele direto e sentou-se onde estava antes. Quando enfim acabou a música, todos os bêbados em volta da criança já estavam alegres e pedindo por mais bebida sobrecarregando o velho, a jovem garçonete que havia sobrado e a outra mais velha, a moça que aparecera da cozinha foi atender quem estava no balcão.

- O que achou, senhor?! *Coff! Ficou mais alegre?! Hi! Hi! Hi! Hi! – Apesar do homem não responder de imediato, logo em seguida demonstrou que gostara sim da musica.

Então como que magicamente, Luka apareceu e sentou-se rapidamente do lado de Skÿller.

- Ei criança, toque mais uma para gente. - E um coro começou a ecoar pedindo para que Hizumy tocasse mais.



Histórico:
 

Luka:
 

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Última edição por PepePepi em Qua Abr 11, 2018 9:13 am, editado 1 vez(es)
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Skÿller
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptyTer Abr 10, 2018 5:09 pm





The Mission



...... Enquanto eu conversava com a empregada, Samael parecia se divertir com a música que Hizumy estava tocando para os bêbados, antes de tentar acusar a criança de estar brincando em vez de se focar na missão assim como tinha feito até aquele momento, decidi dar o benefício da dúvida para ele.
...... - Mas que espécime rara temos por aqui. - disse Luka, quando olhei para ele um arrepio subiu pela minha espinha, era uma sensação estranha - Nunca vi alguém como você antes. Me chamo Kilay, que tal sairmos daqui e irmos nos divertir em outro lugar mais tarde? Lucia, mais um copo para esta linda jovem por minha conta.
...... Ao fundo consegui ouvir Samael morrendo de riso apontando para mim, não resisti e comecei a rir junto, porém não tão alto. Uma lágrima saia pelo canto do meu olho esquerdo que rapidamente eu limpava com a minha mão esquerda. Embora eu soubesse que não passava de uma encenação para que pudéssemos sair do bar sem levantar suspeitas, não conseguia parar de achar graça em relação a como Roxanne se sentiu quando Luka a abordou, não me sentia desconfortável ao todo, seria porque já conhecia o suficiente sobre ele?


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...... - Agradeço a bebida, mas eu posso pagar as minhas bebidas. – diria para a bartender dando o dinheiro para pagar o meu copo. Sorriria para Luka e estenderia a minha mão direita para ele segurar – O meu nome é Myra. É um prazer conhecer você…
...... Agora só faltava Hizumy sair sem que ele causasse problemas, não podia falar com ele pois isso estragaria o disfarce de Luka, então não sabia o que fazer até que Samael, quando voltou a respirar normalmente, veio até mim, com os olhos cheios de lágrimas e um enorme sorriso, porém este era diferente, era um sorriso sádico.
...... - Hey! HEY! – disse ele dando tapinhas nas minhas costas – Dê um fora nele!

“Um fora?”

...... - Jogue o copo de bebida na cara dele e mande ele ir embora. Depois você busca a criança e espera por Luka lá fora. – explicou Samael.
...... Quando Luka pegasse na minha mão, eu pegaria no copo com a outra mão e jogaria o líquido no seu rosto e diria – Mas já tenho planos para esta noite. – sorriria e colocaria a mão esquerda tapando o sorriso.
...... Caminharia até Hizumy e tocaria no seu ombro e diria – Vamos indo? Não podemos nos atrasar. – Se a criança quisesse tocar mais uma música ou se alguém o encorajasse a tocar responderia – Crianças deveriam estar dormindo, não divertindo adultos.
...... Caso alguem demonstre querer agredir eu ou Hizumy, sem pensar duas vezes pegaria numa das kunais e enfiaria na mão do agressor prendendo-a em alguma superfície de madeira próxima. – Se não quiser perder nada para além da total utilização da sua mão, sugiro que se comporte decentemente. – se o agressor fosse do sexo masculino e ignorasse as minhas falas, sacaria a ninjaken mais velha e encostaria ela próxima ao órgão sexual do indivíduo exercendo alguma pressão, porém, sem o ferir  - Estamos entendidos? – se ainda assim não fosse o suficiente, não teria outra escolha se não realizar golpe na zona privada do sujeito.
...... Se uma luta começasse no estabelecimento eu pegaria na minha ninjaken com as duas mãos e utilizaria a técnica “The Wolf” no primeiro alvo de forma a tirar ele imediatamente de batalha, porém teria o cuidado para não o matar, caso ele não conseguisse (ou quisesse) lutar mais eu olharia com um enorme sorriso para os outros como se estivesse falando: “Quem é o próximo?”, o sorriso seria um que ninguém da marinha além de Roxanne tivera a oportunidade de ver. Claro que o melhor para todos, incluindo eu, seria não lutar, não podia chamar a atenção de outros agentes da justiça para o local e a minha sede de sangue começava a ficar mais forte, uma luta apenas faria com que eu perdesse o controlo contra civis.


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...... Se o agressor ainda tivesse vontade de lutar, não tinha outra opção a não se me defender, então para defender-me de chutes baixos eu tentaria pular para cima da pessoa e enfiar a minha ninjaken em seu ombro e empurrando ela para o chão; para o caso de chutes médios ou altos eu rapidamente me abaixaria e então me jogaria na outra perna para que ela caísse, tentaria não ficar por baixo da pessoa; Para socos eu me esquivaria para baixo em pêndulo para o lado oposto do soco, no caso de socos frontais eu esquivaria para baixo em forma de pêndulo mas para a direita e então eu perfuraria a coxa do agressor, e se fossem socos verticais eu daria um salto para a minha direita e tentaria realizar um corte horizontal no torso do agressor; Para ataques cortantes ou de impacto, eu usaria o seguinte padrão de defesa: contra golpes horizontais direcionados acima do pescoço eu rolaria para a frente e então tentaria enfiar a minha ninjaken no fígado do agressor, para golpes de estocada eu esquivar-me-ia para a esquerda e então tentaria enfiar a ninjaken no antebraço da pessoa; contra golpes horizontais direcionados abaixo do pescoço e acima da cintura eu daria um salto para trás de modo a evitar receber o golpe; se fossem golpes horizontais focados às minhas pernas eu saltaria o mais alto possível para cima da pessoa e enfiaria a minha ninjaken no seu ombro e então e encostaria a minha ninjaken no seu pescoço e faria um pequeno corte como aviso, se ele tentasse alguma gracinha rapidamente usaria o cabo da ninjaken para bater no nariz dele. Se tentassem lançar projéteis ou disparar contra mim, usaria a técnica “Dance Of Knives” e então utilizaria a minha aceleração para correr na direção do agressor mais próximo e tentaria realizar um golpe horizontal da esquerda para a direita em suas pernas o mais profundo possível.
...... Quando pudesse sair com a criança, limitar-me-ia a pegar na mão de Hizumy e sair do estabelecimento e esperar do outro lado da rua por Luka num local que ele pudesse nos ver facilmente. Quando ele se aproximasse eu diria com um sorriso malvado – Espero que não tenha frio na cara, “Kilay”. – esperaria a reação de Luka e de Hizumy, caso ele estivesse confuso em relação aos nomes eu fecharia levemente a cara e sussurraria – Durante a nossa busca eu sou Myra e ele é Kilay. Se você tivesse escutado a minha ordem e esperado no local combinado você saberia.


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...... Olharia para cima e veria a neve cair, sempre que um floco de neve caísse nas minhas orelhas abanaria com elas para que a neve saísse, caso ela não saísse sozinha eu tiraria com a minha mão esquerda fechada, como estava frio não queria que os meus dedos ficassem gelados, então deixá-los-ia o tempo todo próximos da zona mais quente da mão: a palma.
...... - Alguma novidade sobre os “The Pelicans” ou sobre o colar? – perguntaria enquanto apreciaria a neve cair. – Infelizmente não consegui descobrir nada.
...... Se os soldados tivessem conseguido alguma coisa útil, eu sorriria e diria – Bom trabalho. Mostre o caminho. – seguiria o soldado até as proximidades do local, durante o caminho tentaria jogar conversa fora para tentar esquecer o frio – Hizumy, como foi que você arrumou esse panda? – olharia a reação do panda e tentaria analisar o que ele estaria sentindo, como eu era “parte animal”  eu não teria grandes dificuldades, caso eu conseguisse diria para Hizumy como o seu companheiro se sentia. Quando estivéssemos chegando no local eu faria sinal para pararmos e diria – Ok, vamos pensar num plano juntos. Sei que o meu plano inicial não foi aceite por todos, então vamos pensar em algo que todos estejamos de acordo. – olharia para Luka ao dizer as últimas palavras.
...... Se não tivessem encontrado nada de útil eu suspiraria e diria – Vamos tentar em outro lugar. – e então continuaria a vaguear por Whiskey Peak.
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Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
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Ganhos: Patente Sargento; Perícia Toxicologia;  Perícia Química; Ninjaken lvl 2; 2 Kunais lvl 2 ;Corda - 10 metros; Par de algemas ;Bolsa; Garrafa de água (10/10)
Perdas:  -500.000 berries
Personagens:
The Wolf:4/4
Dance of Knives 4/4
Coments Extras:
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 3 EmptyTer Abr 10, 2018 9:55 pm



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul! ~

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O pequeno varão sorriria alegremente. Estaria contente por ter deixado todas àquelas gentes felizes e animadas, mesmo que aquele não fora a sua intenção inicialmente. Porém, hesitando, o menino acabaria por recuar um passo, pensativo e fungando a constipação. Seus olhos procurariam meio que aflitos e irrequietos por Skÿller naquela confusão de embriagados alegres que incitavam por mais uma canção.

- O que é que eu faço agora?! – Pensaria o garoto, apertando a flauta bem forte no meio das suas mãos amenas. – Eu preciso dizer a nee-san o que ouvi e o que vi, mas se sair agora, podem desconfiar de mim… - Olharia apreensivo para todos os lados, vendo a quantidade de pessoas que realmente desejavam ouvi-lo tocar mais uma música. Sentir-se-ia meio que encurralado, mas não era algo propriamente negativo. Na verdade, o seu coração palpitaria um pouquinho orgulhoso, e corado, perguntar-se-ia se realmente não poderia tocar só mais uma música. – Bem, acho que não tenho escolha! *Coff! *Coff!! – Tossiria, aceitando atender aos pedidos de todos os dionísios ali presentes.

Entretanto, se no momento em que se preparava para unir-se ao instrumento musical, sentisse uma mão repentina a tocar-lhe no ombro, cessaria seus movimentos e vagarosamente viraria o rosto. Nee-san[/]!! – Abriria um sorriso alegre de alívio, como quem acabara de ser salvo, ao ver que aquela mão que lhe tocava no ombro esbelto era a da amiga. – Vamos indo? Não podemos nos atrasar. – Assentindo duas vezes com a cabeça, vermelho não só da leve gripe, o menino concordaria, porém, havia apenas um se não. – Mas o que eu faço, [i]nee-san?! *Coff! O pessoal pediu para que eu tocasse mais uma música… *Coff! *Coff! *Coff! - Com um frágil pesar no seu tom de voz, a criança mostrava-se também descontente por sair assim, sem tocar mais uma melodia, perguntando-se se seria o mais correcto a fazer, ou se estaria a ser rude e arrogante. – Crianças deveriam estar dormindo, não divertindo adultos. Cabisbaixo, Hizy demonstraria ter entendido a mensagem. Era hora de partir.

Deixaria o local sem problemas se ninguém ficasse violento e os atacasse. No entanto, se atacassem à ele ou à Skyller ao ponto da rapariga ter que os ferir, o noviço celestial sentir-se-ia meio que responsável por toda aquela situação, e com algum desespero e pena no olhar e voz, pediria à Skyller que deixasse o homem. – Por favor, nee-san, deixe-o ir! Ele só bebeu um pouco demais! –

Antes de sair pela porta, largando a mão gentil e quente de Skÿller, deixando-se ficar para trás por um breve momento, o pequeno príncipe olharia para todos por um longo tempo, como que se observasse cada um deles, e numa pequena vénia, pediria desculpa pelo o que havia acontecido. – Peço imensas desculpas! Sinto muito, senhor… - E então sairia do local meio que angustiado e tristonho. E mesmo que as pessoas gritassem impropérios vis e hediondos, não os culparia, afinal, a maioria estava bêbada, e o incidente que a sargento causara os deixaria zangados e com razão.

– Coff! Coff! Coff! Coff! Coff! –

Correndo para junto da marinheira, o soldadinho não conseguia controlar a tosse que ia cada vez mais se tornando um incómodo, fazendo com que uma ligeira ardência nascesse na sua garganta. – Espero que não tenha frio na cara, “Kilay”. – Intrigado, se contorcendo um pouco por causa do resfriado, o menino olharia para Luka e depois para Skÿller. Seria claro que não entendia o que estava acontecendo. – Mas o seu nome não era Luka, nii-san?! – Perguntaria confuso. – Durante a nossa busca eu sou Myra e ele é Kilay. Se você tivesse escutado a minha ordem e esperado no local combinado você saberia. Batendo com o punho direito fechado na palma da mão esquerda, o menino demonstraria compreender a situação. – Oh! Entendo! Faz sentido! Hi!Hi!HI.. Coff*coff! – Sorriria, sendo de imediato atrapalhado pela tosse que mais pareceria uma praga.

- Alguma novidade sobre os “The Pelicans” ou sobre o colar? – Naquele instante, no instante em que escutasse aquele nome, rapidamente, espantado, a criança olharia surpresa para a sargento. – Nee-san! Nee-san! – Entusiasmado, saltitando com o bracinho direito no ar, deixaria sua voz aumentar um pouco. – Aqueles dois senhores na taverna! Eles falaram algo sobre um leilão e sobre esses “The Pelicans”!! – Corado, poria um sorriso animado no rosto. – Eles falaram algo sobre eles estarem a pedir demasiado dinheiro sobre qualquer coisa, talvez, quem sabe, eles estejam a planear vender o colar no leilão!! – Exclamou o rapazito, deixando-se levar e ficando entusiasmado.

Caso a mink o elogiasse, Hizy meio que ficaria sem graça, deixando-se corar mais ainda de felicidade. E se a mesma o perguntasse sobre quem eram os homens, o menino procuraria pelos mesmo através da janela da taverna, se tal tivesse uma, para então apontar para eles. – São aqueles dois, nee-san! –

- AH! Sk.. ops! - Cobrindo rapidamente a boca com ambas as mãos, o menino impedia-se de pronunciar o nome da companheira, corrigindo-se rapidamente. - Digo, Myra-nee-san! Quase que me esqueci... Não deve ser algo muito importante, mas o velho garçon deu umas moedas estranhas para uma moça antes da mesma sair... - Coçando a cabeça, relaxaria o semblante e fecharia os olhos meio que se desculpando e arrependido de ter mencionado o assunto. - Agora que disse em voz alta, realmente não parece ser uma informação muito importante! *Coff! *Coff! -

A partir dali seguiria Luka e Skÿller, observando as costas dos dois, lado à lado de Shimauma. – Hizumy, como foi que você arrumou esse panda? – A pergunta era repentina, o que deixaria o garoto sem uma reacção a princípio, mas logo cruzaria seus olhos com o do amigo peludo e abriria um sorriso alegre, muito mais alegre do que qualquer outro que eles tivessem visto até então. E seria um sorriso preenchido de um sentimento diferente. Um sentimento morno. Um sentimento que apenas sentimos por aqueles que consideramos família. Um sentimento de nostalgia adocicada. – O Shima-chan está comigo desde quando eu nasci! – De olhar melancólico, fitando o horizonte sem realmente ver nada, continuaria colocando um riso gentil nos lábios. – Ele é a única família que me resta além do meu irmão. – Suavemente, tocaria com suas tão pequeninas mãos nos pêlos da criatura, acariciando-a.


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