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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Innuendo

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MensagemAssunto: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptyQui 08 Mar 2018, 17:50

Relembrando a primeira mensagem :

Innuendo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Skÿller Van Der Veen e Hizumy Mizushiro Mayan. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptyQui 22 Mar 2018, 22:53

Skÿller


A mink reagiu bem rápido a situação, jogou sua ninjaken em um local onde não acertaria ninguém que estivesse fora da luta. E ao mesmo tempo que gritou - AGORA! - pulou na direção da perna do tenente que estava se abaixando, querendo levantá-la para desestabilizar ainda mais o tenente. Chegou a agarrá-la, mas perceberá que a mesma já estava próxima do chão, pois o tenente não parecia gostar da situação. Por mais que a segurasse, levantá-la era uma tarefa mais difícil que imaginava, a ponta do pé do tenente era a única coisa que tocava no chão.

Sentiu um soco vindo e tentou se defender com suas garras por puro instinto, mas foi meio em vão, tomando um soco em sua bochecha esquerda. Não conseguia nem entender como o mesmo ainda estava equilibrado com uma única perna no chão, não sabia nem de onde vinha tal força.

Viu o jovem Hizumy indo golpeá-lo, mas o golpe foi tão lento ou fraco que a mão esquerda do tenente segurou o bastão sem dificuldades.

- Recomendo que solte. - Ouviria o tenente falando, não saberia dizer se para ela própria ou para o jovem marinheiro.

Acabou vendo quando a jovem criança foi jogada sem dificuldades com uma única mão de forma que se distanciasse. Ouviu Hizumy se equilibrando e pressentiu outro golpe indo em sua direção. Não permitiria ser acertada novamente com tamanha facilidade e se afastou, rolando na direção da ninjaken, já que a criança não parecia que acertaria nem com tamanha facilidade na situação.

- Senhor, por que está contendo os seus golpes? É obvio que está deixando os seus golpes mais lentos para não nos acertar. Não se deixa acertar mas também não quer nos acertar, que tipo de treino é suposto ser?

Viu o olhar atento do tenente, claramente julgando a frase dela. Ele claramente tinha percebido que ela também não havia dado tudo que tinha.

- Bem, quem sou eu para falar… - Falou já pegando sua ninjaken. O tenente já estava pronto para atacar, mas aparentemente estava dando o tempo para a mink recolher sua arma. – Eu também não estou em meu total potencial… Mas apenas não estou usando a minha força toda por uma promessa que não posso quebrar.

Skÿller retirou sua jaqueta na última frase e a jogou para trás e então ouviu o tenente falando.

- Esse tipo de promessa é perigosa. - Skÿller sentindo algo diferente daquela fala do tenente, prontamente entrou em modo defesa. Sentia que a luta não duraria muito mais naquele instante. - Você ainda é muito fraca para ficar se contendo. - O tenente estava claramente provocando.

- Hizumy... Fique atrás de mim e se prepare. – - Falou a mink e esperou ouvir a chegada do jovem para dar as próximas ordens.

O tenente ficou parado, basicamente sorrindo na direção da mink, algo lhe falava que ele não pegaria mais tão leve quanto antes. Mas não se movera, iria esperar que o mesmo atacasse. Já havia planejado tudo.

- Olha só, pelo visto eu terei que ir até vocês. - Talvez uma última tentativa de irritá-la?

Com certeza, o tenente acelerou e foi na direção de Skÿller mais rápido do que ela imaginava. Se não tivesse se preparado mentalmente provavelmente não conseguiria realizar o movimento que tinha imaginado. Trocou rapidamente a ninjaken de mão e retirou a bainha. Se esquivou utilizando a perna direita, e então percebeu que o tenente já estava mirando na pequena criança que estava logo atrás de Skÿller.

Não teve nem tempo de reagir direito, pulou na direção do tenente, querendo pará-lo. E algo a surpreendeu, conseguiu, com certa facilidade. Acabou prendendo-o pelas costas utilizando sua ninjaken por debaixo de seu braço.

– ATAQUE ONDE DÓI MAIS! - Gritou querendo que o jovem marinheiro a sua frente aproveitasse da situação. Mas viu que o menino não obedeceu pois o tenente havia feito um sinal de que o teste havia acabado.

Soltando o tenente, esperou que ele falasse.

- Bom, eu estava realmente na duvida de como você se sairia, mas acho que não estou errado ao falar que você é apta a ser promovida. - Falou o tenente se aproximando de Skÿller. - No começo você só pensou em se utilizar do jovem aqui para me acertar, utilizando-o como mera isca, mas com o tempo preferiu ser você mesma a isca colocando em uma situação bem mais perigosa do que a que colocou Hizumy. Não só isso, como conseguiu dar ordens com facilidade e pensar em planos no meio da batalha. - O tenente olhou para a criança e falou algo diferente, ao mesmo tempo foi retirando do bolso uma pequena medalha e a passou para a mink. O mesmo foi se afastando agora de costas para a mink e se aproximando da criança. - Bom, não que os planos tenham funcionado, uma falha na mensura da força de Hizumy, algo bom de se aprender para cargos futuros é mensurar a força de seus subalternos, assim conseguirá utilizar todo o potencial de seu grupo quando der ordens. Infelizmente essa criança aqui não acertaria nenhum golpe em mim hoje como parte de um castigo que estava planejando para ele.

O tenente deu uma pausa, pensando no que falar. Não queria ofender a mink com a próxima fala, então precisava ser o mais cuidadoso que conseguisse.

- Vou deixar bem claro que não gostei de você se segurar, cheguei a te provocar algumas vezes, você até reagiu um pouco, mas não como queria. Só falou de mim sendo que estava fazendo a mesma coisa, porém quero deixar claro que estávamos em situações completamente diferentes... de qualquer forma notei pela velocidade desta última arrancada e no geral da batalha que você tem força o suficiente para um sargento, mas o teste poderia ser mais rápido se você não tivesse se segurado. - Ele respirou fundo se lamentando por algo que estava pensando. Expirou profundamente enquanto começava a falar novamente. - Não acho bom você se segurar, até me arriscaria a dizer que essa sua promessa acabará sendo quebrada quando estiver em perigo mortal e no mínimo te aconselho a pensar bem nesta promessa, não tem como esta promessa ser boa para você em nenhum sentido. - O mesmo deu outra pausa, pensando se havia esquecido algum ponto importante do teste. - Acho que é isso, não lembro de mais nada específico. No geral, você formou planos; colocou-se em perigo para que outros marinheiros ataquem, mas não fez isso de forma que ficasse em nenhum perigo mortal, inteligente de sua parte; deu ordens com facilidade; é mais forte do que soldados rasos da marinha; acho que não tem problema afirmar que você está apta para ser uma sargento.

Viu então o tenente olhando para a criança.

- Já você, espero que tenha gostado do castigo de não ter me acertado nem mesmo uma única vez.

A criança apesar de meio triste com a última frase do tenente, virou-se para a mink e com sua genuína alegria falou.

- Parabéns, Sky-onee-chan!

O tenente acabou o teste por completo e os dispensou.

- Vocês estão dispensados, acho bom descansarem um pouco enquanto estamos no calm belt.



Hizumy



Hizumy ainda sentia um pouco de dor do golpe anterior do tenente. Estava tremendo um pouco, mas sua determinação fez com que acabasse se concentrando novamente.

- AGORA! - Ouviu a mink gritando para ele e viu a mesma pulando na perna do tenente. Hizumy conseguiu reagir até rapidamente, não se sabe como, mas o grito ecoou muito fácil em sua mente, poderia ser a sua própria concentração ou até mesmo a falta de barulho por causa que não havia mais barulho do vento soprando nas velas ou do mar se chocando contra o navio.

Saltando, chegou rapidamente onde o tenente estava e viu que o mesmo já estava com sua mão direita voltando de um golpe que havia acabado de dar na cara da jovem mink. Tentando golpeá-lo com seu bastão, viu seu bastão sendo segurado de mãos nuas pelo tenente sem esforço algum.

- Recomendo que solte. - Ouviu o tenente dizendo, no primeiro instante estaria na dúvida se para ele ou para a mink. Mas então sentiria a força no seu bastão responder por ele. O tenente empurrando ao mesmo tempo que tentava jogar o bastão para frente fez com que Hizumy se afastasse um pouco. O tenente já se preparava para atacar novamente a jovem mink que estava agarrada a sua perna. Mas viu a mesma rolando para longe dele indo em direção a sua arma.

Acabou ouvindo que da mink que o tenente estava pegando leve com eles, bom, sempre aceitou que o tenente estava pegando leve, não lhe parecia uma novidade aquilo.

- Esse tipo de promessa é perigosa. Você ainda é muito fraca para ficar se contendo. - O tenente estava claramente provocando a mink, Hizumy teria que pensar um pouco para entender porque o tenente estaria fazendo algo do tipo.

- Hizumy... Fique atrás de mim e se prepare. – - Ouviria novamente o chamado alto e claro da mink e quando se aproximou acabou por ouvir suas ordens. - Hizumy, ataque os pés do tenente quando eu atacar. Se ele manter o foco em mim você terá de atacar as canelas ou os joelhos dele.

Alguns segundos se passaram, mas parecia ser tempo, o tenente e a mink estavam parados.

- Olha só, pelo visto eu terei que ir até vocês. - O tenente falou sorrindo, aquilo realmente parecia animar o tenente de alguma forma.

O tenente se aproximou muito rápido, Hizumy mal teve tempo de ver a mink desviando e já viu o tenente quase em cima dele. O tenente já preparava o golpe quando a mink parou o mesmo segurando-o por trás.

– ATAQUE ONDE DÓI MAIS! - Ouviu a mink gritando, mas não chegou a reagir. Pois o marinheiro já havia sinalizado que o teste acabara por ali mesmo.

O tenente após ser solto pela mink, discursou falando o motivo da mesma ter sido aprovada no teste. No meio do discurso o próprio tenente falou que Hizumy era mais fraco do que Skÿller havia imaginado, aquilo entristecia um pouco a jovem criança.

- Já você. - Ouviu o tenente falando olhando para ele. -Espero que tenha gostado do castigo de não ter me acertado nem mesmo uma única vez.

Aquilo pelo menos explicava porque Hizumy fora ineficiente em acertar o tenente, o tenente provocara isso. Hizumy parabenizou Skÿller por ter sido promovida.

- Vocês estão dispensados, acho bom descansarem um pouco enquanto estamos no calm belt.

Hizumy não deixaria a situação por isso mesmo, foi direto até o tenente pedir por mais.

- Yang-sama! Eu sei que o teste já terminou, mas… Eu sinto que ainda estou muito fraco… - Bom, até mesmo o tenente tinha acabado de falar aquilo. – Não só fisicamente, mas também espiritualmente…. Ainda é doloroso para mim a simples ideia de ter que machucar alguém, mas… eu sei que se quero ser um escudo forte, terei que estar minimamente apto para derrotar aqueles que machucam os inocentes… por isso, por favor, me treine mais um pouco!

O tenente olhou para Hizumy e pensou por um tempo, finalmente falando.

- Sabe, eu planejei que você não me acertasse desde o começo, mas devo admitir que no meio do teste houve uma vez que imaginei que me acertaria. No entanto isso não foi possível por causa da sua força com a mão esquerda. Se aquele golpe enquanto Skÿller segurava a minha perna fosse um pouco mais rápido ou forte eu provavelmente levaria. Vamos treinar sua mão esquerda. Siga-me.

Ambos desceram as escadas e andaram por alguns corredores indo até a cozinha do navio.

- Meu conselho para você é simples. Vamos começar melhorando sua habilidade com a mão esquerda. Ajude na cozinha, faça todas as tarefas que imaginar nela e cumpra todas as ordens que o cozinheiro passar, porém só utilize a mão esquerda. Se perceber que está utilizando a direita inconscientemente, peça para que a amarrem. Você precisa ter um bom controle com a mão esquerda, depois disso podemos treiná-la para que tenha uma força maior, mais próxima da direita, e assim você terá uma versatilidade muito maior com seu bastão. Podendo se movimentar melhor no campo de batalha.

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Skÿller
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptySex 23 Mar 2018, 03:47





Kiss From A Rose



...... Embora soubesse que o tenente estava pegando leve, não podia negar que de facto havia uma melhoria no meu comportamento, em vez de descartar os mais fracos na batalha talvez eu devesse começar a usá-los como um ataque garantido, assim seria evitado a redução do número de aliados.
“Se eu tivesse pensado em lutar em grupo em vez de lutar individualmente a Roxanne não teria perdido o braço e mais marinheiros teriam sobrevivido…”
As palavras do tenente inicialmente me ofendiam, ele não fazia ideia do motivo da promessa e para quem ela fora, mas por algum motivo comecei a pensar mais nas suas palavras e percebi que ele tinha razão, uma ave que não bate as assas por preguiça não consegue voar. No final de contas o tenente percebeu que eu tinha as qualidades para ser Sargento.
- Já acabou, Skÿller? – perguntou Samael bocejando enquanto eu relaxava o meu corpo.
- Obrigado pelo teste, confiança e ensinamentos, tenente. – diria fazendo uma continência e acenaria para Hizumy, que havia me dado parabéns. - Se me dá licença, irei ver como Roxanne se encontra. – quando ele desse permissão virar-me-ia em direção ao caminho da enfermaria, porém, antes de sair pararia olharia para o Tenente – Fui criada para ferir e colher a alma dos inimigos, sei que ainda não sou forte o suficiente mas não tenho total controlo sobre a minha força, não podia arriscar em magoar um aliado. Espero que compreenda, tenente. – e então sairia em direção a Roxanne, sem esquecer de pegar a minha jaqueta.
Quando chegasse à enfermaria voltaria e pegar no livro de antes, ainda não tinha conseguido entender devido a minha falta de capacidade de ler, porém era bom para a mente se manter calma. Leria a mesma parte várias vezes até conseguir perceber o que estaria lá escrito, de vez em quando olharia para Roxanne para ver o seu estado.
Se alguém entrasse enquanto eu estivesse lendo não daria muita atenção a menos se alguém dirigisse a palavra a mim, nesse caso pararia de tentar ler e prestaria atenção ao que a pessoa iria dizer. Se por acaso essa pessoa fosse o médico de antes, eu sorriria e olharia para o livro antes que ele falasse para mim – Acho que ainda não consegui entender o que diz aqui. Ainda não saí da primeira página.
Esperaria a sua reação e, se fosse positiva, perguntaria – Poderia o doutor me ensinar um pouco mais sobre este livro? Sou melhor a ouvir e ver do que a ler…
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Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
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Ganhos: Patente Sargento
Perdas:
Personagens:
The Wolf:4/4
Dance of Knives 4/4
Coments Extras:[i]
Objetivos:
 
Spoiler:
 
Off: basico do basico, faço pericia nos 2 proximos posts. Agora é toxicologia e física.

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptySab 24 Mar 2018, 00:15



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul!
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Ouvira com atenção às palavras do oficial, sabendo que se as escutasse e as colocasse em prática, talvez então, no futuro, tonar-se-ia um pouco mais forte. No instante em que o mesmo o mandara segui-lo, antes de o fazer, Hizy iria até onde havia repousado suas roupas. Vestiria a camisa, o colete e o gorro, deixando apenas as luvas guardadas no bolso. – Muito bem, Shima-chan! Você se comportou muito bem ficando aqui quietinho! – Diria, na ponta dos dedos, fazendo o corpo um pouquinho mais alto e se esforçando por alcançar a cabeça do animal, para assim lhe poder fazer festinhas, uma recompensa por ter estado quieto durante toda a luta e não o ter ido tentar salvar, como havia sucedido anteriormente. – Agora vamos! Yang-sama quer que o sigamos! – Chamaria o panda, indo atrás do tenente.

Já na cozinha, não seria necessário um esforço muito grande para poder sentir no pequenino nariz o odor agradável das especiarias, dos molhos e dos vários pratos que estariam sendo confecionados naquele momento. – Que cheiro agradável! – Suspiraria meio que com água na boca se realmente houvesse um aroma delicioso a pairar no ar. – Desculpe o incomodo, senhor! – Dirigir-se-ia até a um dos cozinheiros. – O tenente Yang-sama mandou-me vir ajudar na cozinha como parte do meu treinamento! Ele disse para que fizesse o possível, mas só com a mão esquerda… - Explicaria, levantando a mão esquerda e com um sorriso no rosto. – Espero poder ser de alguma ajuda! – Sorriria com as bochechas coradas de animação, puxando os braços para atrás das costas e abrindo um sorriso branco.

- Desculpe, mas não sei cozinhar… - Diria meio que sem graça se alguém o mandasse preparar algum prato ou se lhe perguntassem o que sabia cozinhar. – Mas posso tentar lavar a loiça ou cortar vegetais! – Novamente, com um sorriso que recuperava a esperança, o menino falaria.

Se o mandassem lavar as loiças, usaria a mão direita apenas para segurar os utensílios de cozinha que lavava, usando a esquerda para fazer a maior parte do trabalho. – Ora, onde está o sabão… - Com as mangas puxadas para cima, colocaria algumas gotas de sabão na esponja e começaria a esfregar a sujidade dos pratos em movimentos circulares até os mesmos parecerem estar limpos e a brilharem. – Senhor, o que faço com os restos? – Perguntaria quando um prato, ou uma panela, viesse com restos de comida. – Mas eles parecem estar bons ainda… - Com o rosto em pena, diria se as ordens fossem para deitar os restos no lixo. Procuraria por uma sacola limpa, ou uma vasilha vazia para colocar os restos bons de comida lá dentro. Continuaria a ensaboar e a enxaguar os pratos, talheres e panelas, usando força na hora de esfregar a sujidade destas últimas.

Se suas ordens fossem para cortar alguns vegetais, o faria, mas com cuidado já que sua habilidade com facas não era muito boa, ainda mais com a mão esquerda. Repousando a mão direita sob o vegetal, dobrando os dedos por de baixo da mão, deixando os nós do dedo “expostos”, seguraria o corpo gélido da faca afiada um pouco hesitante. E então, focado e com extremo cuidado, iria bem lentamente tentando cortar o corpo do vegetal em várias camadas finas, sempre com o extremo cuidado para não se cortar, almejando sempre deixar uma distância de dois centímetros entre a lamina da faca e os nós dos dedos (ou dos dedos em si).

Caso o mandassem limpar o chão com uma esfregona, colocaria a mão direita firme no cabo da esfregona na parte superior da mesma, fazendo força naquela parte, e a mão esquerda na parte inferior do cabo, pois seria ela que iria ditar as direcções que a esfregona limparia. Se lhe dessem um balde com um pano, usaria somente a mão sinistra para manusear o pano, usando as duas somente na hora de molhar e torcer o pano.

- Uffa! – Suspiraria cansado ao passar o antebraço na testa ligeiramente suada. – Não é muito fácil usar somente o braço esquerdo… - Diria, fazendo movimentos circulares com o braço que parecer-lhe-ia um pouco cansado e dolorido.

Continuaria com as tarefas que lhe mandassem fazer. E quando terminasse de as realizar a todas, iria até ao cozinheiro chefe, ou a pessoa que as lhe houvesse passado e diria: - Senhor, já terminei todas as tarefas! – Se o mesmo não tivesse mais nada que pudesse mandar o jovenzinho fazer, fosse porque o trabalho ali já estava todo feito, ou fosse porque o pequeno soldadinho não tinha habilidade para as realizar, o mesmo agradecer-lhe-ia pela oportunidade. – Muito obrigado senhor! E desculpa se não fui de muita ajuda! – Confessaria, com as sobrancelhas meio desanimadas.

Caminharia então para o exterior. Iria até ao convés onde olharia em volta à procura do tenente. Se ele não se encontrasse no convés, Hizy voltaria para o interior da embarcação onde berraria pelo tenente. – YANG-SAMA?! – Quando o encontrasse, com um sorriso no rosto e com o seu companheiro panda ao seu lado, diria animado para continuar o treinamento. – Já terminei na cozinha! E agora, Yang-sama? – E aguardaria pelas próximas ordens do mestre.








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Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptySeg 26 Mar 2018, 04:11

Skÿller



Skÿller estava meio irritada com as palavras do tenente, ele a estava julgando apesar de não saber de todos os detalhes de sua promessa. Mas ao mesmo tempo reconhecia que estava melhorando e de que ainda havia espaço para melhorar mais. Pensou no que poderia ter feito diferente que faria com que Roxane não perdesse seu braço.

Samael falou com ela, mas aparentemente a mesma o ignorou, dirigindo-se ao tenente.

- Obrigado pelo teste, confiança e ensinamentos, tenente. Se me dá licença, irei ver como Roxanne se encontra. – Falou enquanto fazia uma continência para o tenente e agradecia a jovem criança que lhe ajudará durante o teste.

O tenente logo lhe deu permissão para ir. No entanto, Skÿller não iria simplesmente embora.

- Fui criada para ferir e colher a alma dos inimigos, sei que ainda não sou forte o suficiente mas não tenho total controlo sobre a minha força, não podia arriscar em magoar um aliado. Espero que compreenda, tenente.

A mesma saiu pegando sua jaqueta para ir em direção a enfermaria ficar próxima de Roxane.

Na enfermaria ficou lendo por um bom tempo o mesmo livro que tentara ler anteriormente. Ficou neste estado sem avanço até que o médico aparecesse para checar o estado de Roxane. Skÿller reagiu a sua presença com um sorriso mostrando o livro para o médico. O médico após checar ouviu o pedido de Skÿller.

– Acho que ainda não consegui entender o que diz aqui. Ainda não saí da primeira página. Poderia o doutor me ensinar um pouco mais sobre este livro? Sou melhor a ouvir e ver do que a ler…

O médico mal começou a falar e um marinheiro apareceu com o almoço para Skÿller, aparentemente o tenente Yang pedira para que fosse levado até a enfermaria por saber que a recém promovida sargento não sairia de perto de sua amiga tão cedo. O médico pediu para o marinheiro que lhe trouxesse o almoço também.

- Pelo o que o tenente me contou, amanhã na parte da tarde chegaremos em Cactus Island. Deseja estudar um pouco comigo hoje?



Hizumy


Hizumy vestiu-se de novo, por mais que a nevasca tenha parado no calm belt ainda estava frio por causa da pouca neve que havia se acumulado no convés do navio. Agradeceu Shima por não ter atrapalhado o teste treino. Uma pessoa mais calma provavelmente diria que a cena ali era fofa, com a criança agradecendo ao urso.

Desceram sem pressa para a cozinha, onde o cheiro de temperos era abundante e muito bom para alguns, muito forte para outros. Hizumy ao ouvir as ordens de Yang, viu o mesmo saindo e acabou decidindo por entrar na cozinha. A hora do almoço estava chegando e todos os cozinheiros pareciam um pouco agitados, com exceção de um, mais calmo no meio de toda a confusão, cortando algo com extrema paciência

-  Que cheiro agradável! - Falou a criança enquanto suspirava por causa do aroma que lhe enchia a boca. Se aproximou aos poucos do cozinheiro mais próximo, o mais calmo de todos, um homem comum, com um corte na cara e alguns cortes em ambos os braços. Ele estava sério enquanto cortava algum tipo de carne, no entanto, ainda lhe sobrava tempo para olhar para a criança que se aproximava. - Desculpe o incomodo, senhor! O tenente Yang-sama mandou-me vir ajudar na cozinha como parte do meu treinamento! Ele disse para que fizesse o possível, mas só com a mão esquerda… Espero poder ser de alguma ajuda!

O menino mostrou a mão esquerda enquanto falava e acabou sorrindo de tão empolgado que estava na situação. O homem não falou nada, simplesmente apontou para a pia e fez um sinal para que a criança limpasse a mão antes de começar a mexer em qualquer coisa. Hizumy provavelmente se sentiria meio envergonhado, estava lutando a pouco segurando seu bastão e agora estava pensando em trabalhar na cozinha. Após limpar suas mãos voltou para o cozinheiro que ainda estava entretido cortando a carne.

- O que você sabe fazer? - Perguntou o cozinheiro de forma meio seca, mas Hizumy estava muito empolgado para simplesmente se desanimar com o tom de voz dele.

- Desculpe, não sei cozinhar… Mas posso tentar lavar a loiça ou cortar vegetais!

O cozinheiro olhou para ele e pensou por um tempo.

- Nunca entenderei os pensamentos do tenente. Vamos testar se você consegue cortar direitinho com a mão esquerda, se não conseguir você ficará encarregado da limpeza do local. - O cozinheiro passou passou uma faca para Hizumy e tirou vários tipos de vegetais e os colocou na frente de Hizumy. Alguns ele queria que fossem cortados em tiras, outros não importavam a forma desde que fossem cortados bem pequenos.

Hizumy começou a cortar bem devagar. O extremo cuidado que ele tinha com a faca deixava as coisas bem mais lentas do que o ritmo normal da cozinha, mas nenhum cozinheiro o ajudou ou se queixou da velocidade que ele cortava os legumes, pois ainda estava cortando direitinho e aparentemente não era um prato que estragaria se ele demorasse muito para fazer tais cortes. Quando finalmente terminou, viu que o mesmo cozinheiro que dera a ordem já estava pegando os vegetais cortados e apontando para a louça, pelo visto, mesmo com o bom trabalho, não lhe seria dada outra oportunidade tão cedo de trabalhar cortando algo.

Lavar a louça era uma tarefa bem mais tranquila de se fazer, não demorando para o mesmo estar liberado de tal tarefa. Sem saber exatamente como proceder, foi até o mesmo cozinheiro que havia lhe dado a ordem e falou com ele.

- Senhor, já terminei todas as tarefas!

O cozinheiro parou e olhou para ele por um instante, pensando se havia alguma outra coisa para fazer no momento.

- Yang me mandou uma mensagem que continha duas informações que são importante para você. A primeira foi para não procurá-lo hoje pois estará fazendo algo muito importante. A segunda era que você está sob meus serviços até chegarmos a Cactus Island, me deixando assim em cargo de treinar sua mão esquerda. Então estive pensando no que poderia fazer para te ajudar. - O cozinheiro retirou de seu bolso uma pequena fita e fez um gesto para que Hizumy lhe desse sua mão direita. Ao fazer isso viu o homem a sua frente amarrando seu polegar no dedo indicador. - Você está livre agora para usar sua mão direita em qualquer tarefa que eu mandar, porém seu dedão estará amarrado até a hora de desembarcarmos. Falta pouco mais de um dia para isso, até lá teremos algumas refeições principais, quero que esteja aqui uma hora antes de cada uma delas. No momento você está liberado para almoçar e fazer o que quiser até chegar a hora da janta onde terá que cortar legumes novamente, espero que desta vez mais rápido.

O cozinheiro estava prestes a liberar Hizumy de vez quando parou e pensou melhor.

- Você sabe escrever?

Caso Hizumy saiba escrever, o cozinheiro o levaria até o quarto que estava dormindo, no caminho passariam por alguns marinheiros que elogiariam o cozinheiro pela gostosa refeição. O quarto do cozinheiro era igual o de Hizumy, várias camas de vários marinheiros. O cozinheiro acabou por pegar uma carta em seus pertences e a passou para Hizumy.

- Tente escrever o conteúdo desta carta com sua mão esquerda, faça isso até se sentir satisfeito com sua própria letra ou cansar. Não esqueça de estar na cozinha para ajudar a fazer a janta mais tarde.

O conteúdo da carta era algo no mínimo curioso, algo sobre uma quantidade estimada de marinheiros que iria para as primeiras ilhas da grand line.

Caso Hizumy não soubesse escrever, o cozinheiro o liberaria de imediato, falando para o mesmo voltar na hora de cozinharem a janta.

Cozinheiro:
 


Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptySab 31 Mar 2018, 14:12





Kiss From A Rose



......Passava um “aviso” antes de me retirar para o tenente e os outros marines ali presentes, se não fosse o facto de Samael estar rindo da minha cara, repetindo as minhas palavras de forma grutesca e com um dedo no nariz eu teria chegado na enfermaria calma e de mente vazia.
......Era um grande trabalho ler sozinha, principalmente quando se é analfabeta, mesmo me focando para conseguir ler não tive nenhum progresso, certamente que apenas melhoraria se possuísse a ajuda de outra pessoa, talvez quando Roxanne voltasse a acordar teria tempo para isso, podendo servir como uma distração para ela.

“Gostaria mesmo de saber o que diz aqui…”

......- Ninguém mandou você ser burra. – troçou Samael.
......Antes que eu perdesse a linha e respondesse a Samael o médico voltou para a enfermaria juntamente de um marinheiro que trazia o almoço. Como não estava com muita fome pousei a comida de lado e agradeci ao marine.
......-Pelo o que o tenente me contou, amanhã na parte da tarde chegaremos em Cactus Island. Deseja estudar um pouco comigo hoje? – disse o médico.
......- Seria um prazer. – respondi ao médico.


Inicio aprendizado da pericia toxicologia

......O doutor me guiou até a sua mesa de trabalho onde parecia ser o local onde ele criava remédio e afins. Ele puxou uma cadeira em frente de sua mesa, assumi que era para eu me sentar ali, foi o que eu fiz. O homem andou até uma estante onde haviam vários livros, aproveitei o momento para vasculhar o local e percebi que ali havia vários utensílios estranhos, recipientes de vidro dos mais diversos tamanhos e formas, medidores, uma espécie de forno portátil e várias plantas, pós e coisas do tipo.
......- Diga-me – A voz do senhor me removeu do transe de atenção o qual eu me encontrava. – O que você sabe sobre toxicologia?
......- Eeerr....– Não era preciso pensar muito para responder aquilo. – Eu sei que é um tipo de ciência que trata de venenos, e só.
......Ouvi o doutor suspirar. – Ok... Do início então. – Disse ele ao pegar um livro da estante, procurou mais um pouco e pegou outro. Ele sentou-se na mesa com os livros.
......- Bem, espero que ao menos você seja rápida para aprender as coisas. – Bocejou. – Você está certa quando diz que é basicamente a ciência de “venenos”, mas toxicologia abrange um pouco mais do que só isso. Logo chegaremos a essa questão, e você é quem me dará a resposta do porquê de não ser apenas venenos... – Eu tentava prestar bastante atenção em tudo o que o médico me falava. Ele levantou a mão esquerda mostrando três dedos. – Três pilares sustentam a toxicologia. Primeiro: A substancia, que chamaremos de agente tóxico; Segundo: O corpo afetado, e quando digo corpo não falo somente de pessoas, e sim de qualquer sistema biológico... Qualquer ser vivo. Terceiro: O resultado que certamente será nocivo ao corpo afetado.
......Tendo conhecimento dessas três coisas, você pode criar e adaptar qualquer tipo de toxico de desejar, mas você não me parece ser um estudante de medicina, então lhe ensinarei apenas sobre venenos conhecidos, como prepara-los, o que esperar que ele vá fazer e como neutraliza-lo.

......De todas as coisas que tinha aprendido até agora, pelo visto aquela seria a mais complicada. – Vamos começar a leitura então... Como sei de sua "dificuldade" irei ajudá-la a ler. – Tendo dito aquilo tomaria em mãos os dois livros selecionados pelo médico para mim, após muita dificuldade e com ajuda do médico, descobri que um deles dizia: “Enciclopédia de Venenos e Seus Tratamentos” o outro: “Guia Básico Para Tóxicos”.
......À medida que fomos lendo em conjunto, pude perceber que se tratava de uma lista com vários tipos de venenos, tabelados em grau de periculosidade, a lista dizia os efeitos dos venenos, qual a quantidade necessária para causar certos danos, quais os organismos que eram afetados e coisas do tipo, já o segundo parecia ser um livro didático, onde era descrito a forma genérica que se deveria manusear, aplicar e se proteger de agentes tóxicos.

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......Começamos a leitura pelo segundo, mesmo com a ajuda do doutor para ler, sempre que eu notava que não estava entendendo algo, teria o trabalho de retornar a leitura para onde eu tinha me perdido e pedindo explicações ao doutor, umas 5 vezes ele prontamente me respondeu, outras 3 vezes ele apenas mandou que eu relesse até entender, e assim eu o fiz, porém com imensa dificuldade.
......Claro que não iríamos ler o livro todo, seria impossível, por isso me atentava no sumário para ler apenas os capítulos que julgava mais importantes, como o médico mesmo tinha dito, aprender de maneira básica como preparar alguns venenos e como neutraliza-los iria servir. Dediquei um tempo de leitura também para o capitulo de diagnostico.
......Eu deixava o primeiro livro do lado, aberto no sumário, pois sempre que o segundo livro citava alguma substancia e não a descrevia muito bem, eu ia para o primeiro livro sanar a dúvida, durante toda a leitura a função do médico não passou de sanar dúvidas e auxiliar com a leitura, visto que ele apenas me dizia as palavras que eu tinha dificuldade em ler.
......Continuei nesse processo por cerca de uma eternidade, absorvendo conhecimento teórico básico. – Podemos começar? – Perguntou o doutor e eu respondi com um acenar de cabeça positivamente.
......- Realizaremos três experimentos, no primeiro você vai apenas repetir o que eu fizer, vamos fazer uma substancia tranquilizante, um sonífero para ser mais exata. No segundo eu darei as instruções e você fará um veneno que causa dores de barriga em seres humanos. – O médico sorriu. – Para a terceira prova... Você beberá esse veneno e terá de fazer um antidoto. Simples assim.
......- O queeeee??? – Fiquei surpresa com aquilo. – Está brincando, né? – O médico sorriu e confirmou o seu método, aquilo não passava de um incentivo para que eu mantivesse a concentração e ficasse focada.

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......- Ahh sim, agora me responda. Porque a toxicologia não se limita a apenas venenos? – Perguntou-me o médico.
Parei para lembrar, era algo no primeiro capítulo do segundo livro... – Porque ela também trata de outras substancias que mesmo não sendo nocivas normalmente e não classificadas como venenos, podem ser manipuladas para causar danos a um organismo. – Disse Samael me ajudando com a resposta. – Também se trata de substâncias que não são normalmente prejudiciais para nós e não são classificadas como venenos, contudo podem ser manipuladas para causar danos ao organismo. O próprio oxigênio que respiramos, por exemplo. – O médico sorriu. – Pelo menos você não é completamente inepta.
Inepta? O que é isso?"
......Começamos a prática, enquanto o homem preparava a substancia eu observava e prestava atenção nas dicas que ele dava, ele usava uma determinada planta, a moía e escorria o liquido em excesso, esse líquido era catalisado com um pouco de sal e água a uma temperatura alta, o gás resultante era absorvido pelo recipiente e sublimava em um pote, esse era o veneno.
......Repeti as ações que o doutor fez, e enquanto o fazia, o senhor continuava a falar coisas, dar dicas e fazer comentários sobre plantas venenosas, ele também me fazia perguntas a respeito da forma de absorção das substancias. – Alguns venenos são bem específicos na forma em que devem ser aplicados... Alguns devem ser respirados, outros ingeridos ou até mesmo pelo simples contacto. Isso porque alguns sistemas do corpo são capazes de neutralizar o princípio ativo do veneno. – Respondi uma das vezes após Samael me dar a resposta.
......Passamos para a segunda prática, o médico permaneceu explicando coisas e me dando dicas, aquela conversa toda era também para testar minha concentração, eu tinha de responder e ao mesmo tempo prestar atenção no que estava fazendo, era uma tarefa difícil, minha mente estava a mil, minha mão tremia mesmo eu normalmente tendo uma boa destreza, o suor escorria pela minha testa. Misturava as substancias, as aquecia, as resfriava, removia a parte sólida da líquida e queimava o restante, não fazia ideias da química que acontecia ali naquelas etapas, mas sabia que tinha de decorar os passos.
......Terminei o segundo veneno... Era uma pasta que podia ser diluída na água, o doutor falou que eu deveria decidir a quantidade de veneno e de água, para que pudesse fazer um antídoto adequado... Fiz o que ele falou para que eu fizesse. – Ok! Agora para o antídoto! Rápido! – Dessa vez ele não me deu todas as dicas, apenas falou os ingredientes e os itens que seriam necessários, a forma de preparo era inteiramente por minha conta. Tive de pesquisar nos livros sobre o veneno e sobre os possíveis antídotos, tinha de encontrar algo que correspondesse àqueles materiais que eu tinha a minha disposição, não resisti em pedir auxilio ao médico para me ajudar na leitura novamente, era a minha vida em risco naquele momento. No fim, depois de muito esforço e de algumas pontadas de dor na barriga, consegui confeccionar o antídoto.
......Estava exausta, porém estava satisfeita com o resultado. – Acho que isso é tudo, estude mais uma hora sempre que tiver oportunidade, vai ser melhor. E não tenha medo de voltar caso tenha dúvidas ou precisar de uma mão. – Disse-me o doutor, eu estava muito agradecida a ela. Dediquei o resto do tempo ao estudo dos livros, sempre tirando dúvidas com o médico, e volta e meia me arriscando na prática de confecção de algum veneno simples.
Fim do aprendizado


......Parecia que a batalha não era única coisa que me emocionava, adquirir conhecimento era algo tão empolgante, era como se tivesse borboletas na barriga dançando ao som de uma valsa. Pela minha cabeça apenas passava formas de usar tudo aquilo durante a batalha ou fora dela, eu poderia ser capaz de matar vários sem grande esforço.


“Talvez a mente seja uma ótima arma.”

......- Você nem vai usar isso. - Disse Samael.

"Pode ser útil."

......- Senhor, sei que já perdeu tempo comigo mas... - diria para o médico - Poderia me ensinar mais alguma coisa? A sensação de aprender é incrível, enquanto me ensinava coisas sobre venenos, a minha mente começou a viajar nos usos que poderia dar a eles… Na realidade ainda estou imaginando.
......Se ele recusasse eu imediatamente pegaria no meu dinheiro e diria – Talvez não seja muito mas… Eu não vejo grande utilidade para isto. Por favor, fique com este dinheiro e me ensine um pouco mais.
......- Por favor, eu preciso de aprender mais! – insistiria se ele não aceitasse.
......- MUITO OBRIGADO! – agradeceria ao médico se acabasse por aceitar a proposta.
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Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
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A perícia a comprar é Química Norio foi mal, mudei de ideia 3x

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~Pensamento~

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Última edição por Cubo Nito em Dom 15 Abr 2018, 10:32, editado 1 vez(es)
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptySeg 02 Abr 2018, 16:16



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul!  
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   Seus doces olhos se ergueram simples, afogados numa curiosidade inocente e inofensiva, procurando encontrar no alto, nos olhos do cozinheiro, respostas. Perguntava-se o que estaria o tenente a fazer de tão importante para não ser o próprio a treiná-lo como outrora havia ditado, mas por rapidamente deixou de pensar no que seria e voltou a focar o pensamento no treino que receberia. Na realidade, se parasse para pensar, os treinos com Yang eram sempre treinos físicos ou de combate e, quando eram outros tipos de treinamento, mais intelectual, eram sempre com seus subalternos.

     Delicado, não propositadamente, mas por ser a forma de ser de um garoto daquela idade, entregou sua mão ao gesto que o cozinheiro fizera, tendo o seu indicador e polegar direitos amarrador por uma fita branca. Confuso, todavia, extremamente curioso, imaginava como aquilo iria realmente ajudá-lo no treino. – Okay, nii-san! – Afirmou convencido e depositado sua confiança no saber que o chef parecia possuir, abrindo um sorriso resplandecente e ingênuo.   – Sim! Eu sei, nii-san! – Respondera à pergunta, sorrindo como sempre. Ao responder de forma positiva, o marinheiro começara a vagar pela embarcação sem nada dizer. Hizy supôs que era para segui-lo e foi o que fez.

   A medida que iam passando por vários cómodos e, por sua vez, por vários soldados, Hizy apercebia-se do quão respeitado aquele cozinheiro era. Isso o deixara feliz, de bochechas rosadas e de sorriso mudo por entre os lábios, não sabia bem o porque. – Que bom que todos gostam dos cozinhados do nii-san! É realmente bom saber que há várias maneiras de ser-se útil! – Àquele pensamento veio uma ideia atrelada. – Talvez, também eu deva procurar uma forma de ser útil ... Uma forma complementar de ajudar à todos, já que não sou muito forte… - Murmuraria pensativo bem baixinho cruzando os braços.

   Os desvaneios foram varridos por completo de sua mente quando chegaram ao quarto do cozinheiro. Era um quarto simples, igual ao seu, com várias outras camas e pertences de outros companheiros.  - Tente escrever o conteúdo desta carta com sua mão esquerda, faça isso até se sentir satisfeito com sua própria letra ou cansar. Não esqueça de estar na cozinha para ajudar a fazer a janta mais tarde. –

   - Sem problemas, nii-san! Farei o meu melhor! – Mais uma vez, responderia sorridente, com os olhos brilhando e obviamente excitado e ansioso por realizar a tarefa. Aquele era o seu maior diferencial, o que o separava da maioria dos outros soldados. Não que fizesse de propósito, era apenas a sua maneira de ser. Tratava a todos com amizade, alegria ingênua e simpatia pura, e esquecia-se de que havia uma hierarquia e que, talvez, devesse ser mais respeitoso e sério quando recebia ordens de superiores.

     O pequeno sentar-se-ia na escrivaninha folheando com atenção o conteúdo da carta. Com a esferográfica na mão esquerda desconfortavelmente entre os dedos polegar e indicador, desajeitado, segurando bem firme o papel branco com a direita e com a língua na ponta dos lábios indicando esforço, ia copiando o conteúdo da carta. Uma, duas e três seriam as vezes em que copiaria o texto. Não importasse o quanto se esforçasse, parecer-lhe-ia que nas três tentativas a letra continuava torta, aos solavancos e aos altos e baixos, demonstrando que não havia melhorado nem um pouco. E não só a letra continuaria horrível na sua percepção assim como um pequeno ardor, mais leve que uma sorrateira cãibra, surgir-lhe-ia na mão esquerda, consequência de fazer um esforço demasiado grande com a mesma e de lhe dá um uso que nunca tivera.  – Bem, acho que está na hora de ir para a cozinha! – Diria à si mesmo depois de olhar para o seu relógio no pulso e confirmar que havia se passado pelo menos uma hora desde que chegara ali.

   Mesmo que não houvesse uma escrivaninha, o menino não desistiria de escrever a carte, sentando-se deitado na cama do cozinheiro e fazendo a tarefa com a mão direita encostada na bochecha e as pernas baloiçando divertidamente enquanto escrevia.

   - Nii-san, já terminei! Fiz três cópias! – Diria o pequeno estudante erguendo no alto as folhas de papel no intento de lhas entregar ao cozinheiro. Seus olhos procurariam nos lábios do homem a aprovação da sua tarefa, e se as encontrando, abriria um sorriso alegre e contagiante, saltitando duas vezes em entusiasmo. Porém, se o chef reprovasse suas cópias, seu rostinho forçar-se-ia a mostrar um sorriso falso e desapontado consigo mesmo, contudo logo se animaria com uma chama forte e ardente de determinação: - Terei a certeza de fazer melhor da próxima vez, nii-san! – Convicto diria, erguendo os punhos à altura do rosto confiante e determinado.

   Na hora de cortar os vegetais, se assim fosse desejado pelo cozinheiro, Hizy repousaria a mão direita sobre o corpo da planta e com a esquerda segurando firmemente no cabo da faca, respiraria fundo. – Basta imaginar que estou segurando o bastão… - Tentaria tranquilizar-se. Com cautela extrema, o menino começaria a cortar mais rápido do que antes, porém, ainda de forma lenta quando comparada aos demais cozinheiros, mantendo sempre uma boa distância de seus dedos e nós-dos-dedos e da lâmina hiperbolicamente afiada. Durante todo o processo manter-se-ia ligeiramente inclinado sobre a tábua onde realizava os cortes aos vegetais, com as sobrancelhas arqueadas e os olhos atentos à todo o movimento que fazia. Sabia que era no mínimo desajeitado com a mão esquerda, então focava todos os seus sentidos para o ajudar a evitar quaisquer ferimentos desnecessários.  No entanto, se viesse a acontecer um corte pequeno e ligeiro em alguns dos dedos, pararia de imediato de cortar e o levaria à boca, bebendo o próprio sangue, sem puxar por ele. Do canto dos olhos, pequenas gotas de lágrimas formar-se-iam por causa da dor. Assim que a hemorragia parasse, voltaria a tarefa, agora com mais atento do que antes. Se o corte fosse algo mais sério e mais doloroso, não conseguiria segurar as lágrimas e deixá-las-ia escorrer pela face, apesar de não as acompanhar com choro ou berros. Iria até ao cozinheiro e pediria sua ajuda desculpando-se. – Desculpa, nii-san… eu acabei me cortando… sinto muito… - Enxugaria as lágrimas com o antebraço direito e entregaria a ferida ao homem para trata-la se ele assim demonstrasse que o faria.

  No final, se o mandassem ir comer, iria fazendo-se acompanhar do seu gigante panda, maior que muitos homens por ali e comeria com entusiasmo todos os seus vegetais e os partilharia com o companheiro se não o deixassem ter o seu próprio prato. – Aqui, Shima-chan! – Enquanto comia, iria pensando no conteúdo da carta e no nome da ilha. – Cactus Island… Como serás tu?! Aposto que é uma ilha com toda uma variedade de cactos! HaHaHa! – Pensava divertido e sorridente, visualizando na sua pueril imaginação uma ilha repleta de cactos de todas as formas inimagináveis e com vários cactos-pessoas vestidos de cowboys.  
   

 

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Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptyTer 03 Abr 2018, 23:28

Narração

Clima: Frio, porém sem vento, chuva, etc ~Calm Belt~


Skÿller

Após um longo aprendizado com o médico, Skÿller não perdeu seu tempo e já pediu para que o mesmo a ensinasse mais um pouco.

- Senhor, sei que já perdeu tempo comigo mas... poderia me ensinar mais alguma coisa? A sensação de aprender é incrível, enquanto me ensinava coisas sobre venenos, a minha mente começou a viajar nos usos que poderia dar a eles… na realidade ainda estou imaginando.

O médico visivelmente cansado parou e olhou para ela, a animação da menina mesmo após todo aquele estudo o animavam um pouco, mas ele ainda estava cansado demais para isso.

- Minha jovem, não acho que consiga te ensinar o que me pede, estou muito cansado e este é um assunto que não domino.

A jovem apesar de ouvir o pedido, continuou insistindo, retirando dinheiro de seu bolso e mostrando para o médico.

- Por favor, eu preciso de aprender mais!

O médico olhou para o dinheiro e continuou firme em sua resposta.

- Eu te ensinaria de graça tranquilamente, uma pessoa com tanta vontade de aprender merece isso. Mas eu realmente não sei nada sobre química... - Acabou fazendo uma pausa pensando em uma solução para aquela situação. - Mas já que você esta disposta a pagar, sei de alguém que pode te ensinar isso. Vou fazer com que ele venha até aqui amanhã de manhã para te ensinar.

O médico foi até a porta e a abriu, sinalizando que sairia para dormir.

- Tenha uma boa noite de sono. Nada como uma boa noite de sono para fixar o conhecimento. Amanhã de manhã poderá aprender o que tanto deseja.

O médico saiu fechando a porta com cuidado. O quarto dele era logo ao lado e por isso seus passos não ecoaram por muito tempo.

A noite se passou de forma relativamente tranquila, ficando bem mais frio no meio dela, o que faria Roxane dar seu primeiro sinal de acordar, incomodada com o frio intenso. Skÿller poderia fazer o que quisesse nesta noite, o médico havia deixado uma cama livre na enfermaria para a mesma, imaginando que não sairia de perto de Roxane tão facilmente, mas claro, Skÿller possuía uma cama no quarto de marinheiros, iguais todos os outros.

Outro mudança repentina foi o barulho, ondas começavam a se chocar cada vez mais com o casco do navio, fazendo aquele típico barulho que todo marinheiro acabava se acostumando. Um claro sinal de que haviam deixado o Calm Belt e entrado na Grand Line.

Na manhã seguinte, o médico apareceu, como prometido, de outro marinheiro, passou um café da manhã para Skÿller e apresentou o mesmo para ela.

- Skÿller, este é Josef Fanin. Ele é o homem que pode te ensinar química. Só peço que façam a lição em outro local. Preciso verificar a quantidade de vários remédios que temos por aqui, Cactus Island pode precisar de um pouco.

Josef iria esperar Skÿller comer caso ela quisesse comer e então a levaria até o quarto de marinheiros em que estava hospedado, retiraria vários livros que possuía de um pequeno baú que tinha ao pé de sua cama, além de uma pequena mala.

- Adoro química. - Falou com uma entonação muito boa de se ouvir, era realmente possível sentir o amor dele pela química só com o tom de voz, como se ele mal esperasse para ensinar química para alguém, ou como se simplesmente mal esperasse para falar de química. Soava até engraçado pensar que este mesmo marinheiro estaria cobrando pelo serviço. - Vamos começar então o estudo?

O estudo levaria a manhã toda, onde Josef iria ensinar vários conceitos para Skÿller e após isso os mostraria da melhor forma que pudesse na prática utilizando diversos componentes que haviam na maleta, o que explicava o pagamento, ele amava química, mas não gastaria o dinheiro dele com componentes para ensinar outra pessoa.

Somente após o estudo que Josef cobrou pelo ensino. Nesta hora, era possível ouvir vários gritos no convés sobre Cactus Island estar a vista. Foi neste momento que um marinheiro surgiu no recinto em que estavam.

- Você é Skÿller? - Diria o marinheiro enquanto olhava para jovem. Ao saber que era, iria pedir que o outro marinheiro se retirasse. Quando o mesmo fizesse isso, continuaria. - Estive te procurando, sou Ramon Fraga. Você tem ordens do tenente Yang para agir em uma missão de recuperação secreta. - Ramon entregou um papel para Skÿller enquanto continuava falando. - Cactus Island é cheia de caçadores de recompensas, um grupo menor de caçadores, chamado com o ridículo nome de "The Pelicans" está com o item que você precisa recuperar. A sede deles está provavelmente localizada ao norte de Whiskey Peak, pois foi nessa direção que fugiram. Vocês podem ir de qualquer forma, porém o tenente disse que o ideal é que tentem fingir que não sejam marinheiros e recomendou que ficassem aqui até de noite para que saiam do navio quando quase ninguém puder vê-los.

O papel continha um estranho colar pintado de dourado, se fosse feito de ouro provavelmente seria caro. Ramon estava prestes a sair, quando se lembrou de um detalhe ao abrir a porta para sair.

- Obviamente você não irá recuperar sozinho, você está em mando de dois marinheiros: Luka e Hizumy. Já os avisei então seria bom que você procurasse por eles para dar ordens e o rumo que deseja a essa missão... e pediram que te avisasse que Roxane acordou.


Hizumy

O jovem estava como sempre empolgado para fazer qualquer tipo de treinamento ou seguir qualquer tipo de ordem. Por isso acabou seguindo todos os passos ditos pelo cozinheiro e escreveu até sentir dor em sua pequena mão. A carta, já 3 vezes copiada, podia ser dificilmente lida naquela letra que no melhor dos elogios seria um garrancho. Hizumy acreditava que já estava na hora de ir ajudar na cozinha novamente, pegou suas cópias e as levou até o cozinheiro que já estava se preparando para fazer o jantar.

- Nii-san, já terminei! Fiz três cópias! - Falou o pequeno e o cozinheiro ao olhá-las realmente ficou feliz com a situação.

- Você pode melhorar muito ainda, mas essa aqui já é ótima para o que queria. - Falou o cozinheiro mostrando a última, e consequentemente, melhor carta feita por Hizumy com a mão esquerda. - Bom, não vamos perder nosso tempo, temos um jantar a fazer. Corte aqueles legumes. - Falou apontando para uma pilha quase do tamanho do próprio Hizumy.

A pilha, tão intimidadora, fez com o jovem Hizumy se esforçasse ao máximo para cortar o mais rápido possível. Estava concentrado e cortando sempre o melhor que podia com a faca o mais longe possível de seus dedos. No entanto, em um descuido a faca acabou por cortar-lhe o dedo e sangue começou a sair bem depressa. Lágrimas brotaram de seus olhos e escorreram por sua face enquanto o mesmo ia andando na direção do cozinheiro.

– Desculpa, nii-san… eu acabei me cortando… sinto muito…

O cozinheiro sorriu olhando para Hizumy, não importava a situação, ainda era uma criança.

- Olha só se não é o pequeno Hizumy se machucando. - Ouviria e se virasse veria o tenente Yang entrando e já se preparando para parar o machucado. - Ramon tem abusado no treinamento? - Perguntaria o tenente para Hizumy enquanto enfaixava o dedo do menino com um pano que na opinião de Hizumy aparecera do nada. Claramente Ramon era o cozinheiro que estava designado a treinar a mão esquerda de Hizumy.

Após o tenente cuidar do dedo de Hizumy, viraria para Ramon e falaria em um tom normal, mas que de alguma forma poderia ser ouvido por todos ali.

- Ramon, tenho uma missão para você. Hizumy aqui irá te acompanhar, tem outro que desejo que te acompanhe, Luka. - Ramon pararia de prestar atenção na carne que estava cozinhando e olharia para o tenente.

- Não posso chefe, lembra?

Tenente Yang parou por um tempo pensativo, claramente lembrava deste fato.

- Bom, vou pensar em outra pessoa para te substituir. Mas Hizumy, ache Luka e o avise que vocês dois irão trabalhar juntos. Provavelmente algum sargento virá até vocês e falará a missão.

- Ele fará isso amanhã, pode deixar tenente Yang. - Falaria Ramon antes de Hizumy se pronunciar.

O tenente não se sentiu mal por essa demonstração de poder de Ramon, na verdade até mesmo sorriu, afinal ali estava o tenente atrapalhando o cozinheiro a fazer seu trabalho e ainda querendo retirar uma das mãos que ajudavam no trabalho.

- Bom, desejo-te boa sorte a Hizumy e amanhã de manhã estarei livre para qualquer treino que queira fazer. - Falou o tenente enquanto saia da cozinha. - Mal posso esperar por um delicioso jantar.

Quando o tenente saiu, Ramon verificou o dedo de Hizumy e disse para ele terminar o corte de legumes, porém que poderia fazer com mais calma, para não se machucar novamente.

Após o trabalho o mesmo estava liberado para jantar e fazer o que lhe apetece pelo pouco resto do dia. Ramon o advertiu para que não retirasse o nó em seus dedos até que partisse para a missão. E ao ver que o menino iria comer com o panda, logo levou um prato para o panda, a criança tinha que comer bem para crescer e com certeza dividir a comida com aquele animal gigantesco não era o recomendado.

- Não se esqueça de aparecer por aqui amanhã bem cedo para fazer o café da manhã. E você só está liberado da cozinha quando for sair em alguma missão, então amanhã caso não tenha saído na hora do almoço apareça por aqui novamente.

Nesta noite, Hizumy sentiria quando o navio saísse de Calm Belt e entrasse na Grand Line. O dia seguinte estava livre para fazer qualquer tipo de treinamento que quisesse enquanto não estivesse na cozinha.



Histórico:
 

Off:
 


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Skÿller
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 12:46





Blossom of a Rose



...... Quando o médico recusou a minha proposta uma grande tristeza tomou conta de mim, até minhas orelhas se abaixaram involuntariamente, todavia ele conhecia alguém que teria o gosto de ensinar-me sobre Química, um complementar da Toxicologia. Antes que pudesse agradecer o médico se retirou e foi para os seus aposentos dormir, o tempo havia passado tão rápido que nem tinha percebido que o sol já descansava.
...... - Aqui está muito frio. – disse Samael tremendo.
...... - Vamos para o dormitório… Este local é para quem está recuperando e descansando. – respondi a Samael olhando para Roxanne que estava cheia de frio. Fiquei pasmada, era o primeiro “sinal de vida” que ela dava em muito tempo. Peguei nos cobertores e lençóis disponíveis e cobri ela.
...... Aproximei-me da cama dela e me ajoelhei para poder falar com o Criador em paz, era necessária muita concentração para conseguir falar com ele. Nunca me respondia, mas eu conseguia sentir que conseguia ouvir-me.
...... - Hey! Vai dormir para sempre? Você tem um compromisso. – gritou Samael, dei por mim ajoelhada ao lado da cama de Roxanne, com a minha ninjaken na horizontal sobre as minhas pernas e, por algum motivo, com a máscara no meu rosto.
...... - Yaaaawn… - bocejei – Eu… Adormeci? Não lembro de ter colocado a máscara…
...... - Sim, você adormeceu. Você colocou a máscara enquanto dormia e ficou murmurando. – Disse Samael claramente mal disposto.
“Qual a razão de estar assim?”
...... - Você disse boa noite para Mithrar e não disse para mim. – respondeu Samael, ignorei a birra dele e me levantei para arrumar o meu cabelo.

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...... O médico chegou com o seu “parceiro” pouco tempo depois de eu acordar, tendo a gentileza de me trazer o café da manhã. Uma rápida apresentação era feita e, após eu tomar rapidamente o meu café da manhã, começamos os estudos em outro local. O amor que o marinheiro parecia demonstrar pela Química era quase tão forte quanto a minha paixão pela batalha e pela minha fé, não conseguia parar de achar esse facto engraçado.
...... - Você é Skÿller? - perguntou um marinheiro ao chegar bem na hora que terminamos o estudo. Acenei com a cabeça positivamente e ele pediu para o marinheiro se retirar - Estive te procurando, sou Ramon Fraga. Você tem ordens do tenente Yang para agir em uma missão de recuperação secreta.
...... - Certo. – disse pegando o papel que ele me entregava e analisava o desenho do colar.
...... - Cactus Island é cheia de caçadores de recompensas, um grupo menor de caçadores, chamado com o ridículo nome de "The Pelicans" está com o item que você precisa recuperar. – continuou Ramon - A sede deles está provavelmente localizada ao norte de Whiskey Peak, pois foi nessa direção que fugiram. Vocês podem ir de qualquer forma, porém o tenente disse que o ideal é que tentem fingir que não sejam marinheiros e recomendou que ficassem aqui até de noite para que saiam do navio quando quase ninguém puder vê-los.
...... - Preciso de armas, a ninjaken que me deram não será suficiente. – pensei em voz alta. – Mais algum detalhe?
...... - Obviamente você não irá recuperar sozinha, você está em mando de dois marinheiros: Luka e Hizumy. Já os avisei então seria bom que você procurasse por eles para dar ordens e o rumo que deseja a essa missão... e pediram que te avisasse que Roxane acordou.
...... - Vai sair correndo? – perguntou Samael.
“Roxanne acordou?”
...... - Certo. – disse para o marine – Avise ao tenente que preciso falar com ele antes de partir em missão! – sem dar oportunidade correria para a enfermaria, tendo cuidado para não bater contra ninguém durante o caminho.
...... Ao chegar na enfermaria abriria a porta com rapidez mas com pouca agressividade e ficaria olhando para dentro procurando por Roxanne, quando eu a visse respiraria mais devagar e um sorriso começaria a nascer em meu rosto, lentamente caminharia na direção dela. Tentaria procurar palavras para dizer mas não seria capaz de escolher as certas.
...... Se ela estivesse sentada ou de pé eu abraçá-la-ia com força, porém com cuidado para não a magoar, talvez ainda estivesse com dores. – Finalmente…

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...... Se ela estivesse deitada eu sentar-me-ia ao seu lado e seguraria na sua mão com toda a força, ficaria olhando para ela com um olhar meigo e usaria a minha mão livre para tocar no rosto de Roxanne – Achei que você não voltaria a acordar tão cedo…
...... - Parece que Mithrar realmente se importa com você. – disse Samael.
...... Ficaria uns momentos a olhar para ela e para escutar o que ela teria a dizer, se fosse sobre o seu braço a minha expressão ficaria ligeiramente mais séria – O Tenente Yang disse que é possível arrumar o seu braço mas que não ficará barato… Mas não se preocupe, acho que tenho o necessário para ajudar. – olharia para a porta e suspiraria – Tenho uma missão assim que a noite cair, mas preciso conversar com os outros membros da missão, se precisar de alguma coisa não hesite em me chamar.
...... Se ela se demonstrasse triste pela sua perda eu levantar-me-ia e retiraria as minhas roupas de cima mostrando as minhas cicatrizes – O seu braço não se comparam a estas feridas, mas elas têm algo em comum… - pegaria na jaqueta que havia comprado para ela – Esta jaqueta é para você, comprei ela em Logue Town. A ilha está intacta e todos vivem felizes, eles sabem que inúmeros marinheiros se sacrificaram para a proteção deles e estão todos gratos. Todos os piratas que matei tinham uma recompensa considerável, todo o dinheiro das recompensas foram doados para as famílias dos heróis que morreram. – voltaria a vestir as minhas roupas.
...... Caso Roxanne citasse o tapa-olho eu diria num tom de culpa – Não perdi o meu olho, mas estava cega durante a batalha. Este tapa-olho serve para eu me lembrar de que não deixar os meus companheiros para trás e enfrentar a minha própria luta. – colocaria a minha são sobre o tapa-olho – Um olha por mim e o outro olha pelos outros.
...... Se Roxanne não tivesse mais nada a dizer eu deixaria ela descansar e sairia à procura do Tenente, perguntaria para os outros marinheiros sobre o paradeiro do mesmo. Quando o encontrasse faria uma continência e esperaria permissão para falar.
...... - Apenas uma questão. – diria para o Tenente se ele estivesse com mais alguém – É necessário conter a minha força? – a missão era secreta, talvez até mesmo para os outros marines, então não podia dar muito na cara que estava de saída em uma missão. Esperaria a resposta do Tenente, esperando que ele percebesse a pergunta.
...... – Senhor… - diria caso ele estivesse sozinho – Temos permissão para ferir? – Esperaria a resposta do sargento e então diria – E senhor… Em relação ao braço de Roxanne? Eu posso ajudar com os custos.

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...... Quando tivesse permissão para me retirar ou se não encontrasse o Tenente, eu iria até a sala de armamento e pegaria em mais uma ninjaken, em kunais, uma bolsa, um par de algemas e, se tivesse, numa corrente ou numa corda e iria até a cozinha.
......Se encontrasse Hizumy pelo caminho diria rapidamente – Procure por Luka, se armem e esperem por mim na enfermaria.
...... Ao chegar na cozinha eu pediria comida para 2 pessoas e 3 garrafas de água ao cozinheiro, se ele se recusasse ou me questionasse eu responderia – Uma marinheira acabou de sair de coma, deve estar cheia de fome e sede. É necessário algum tipo de autorização?
......Seguiria caminho até a enfermaria com a comida e, quando lá chegasse, verificaria quem se encontrava lá dentro. Aproximar-me-ia de Roxanne e lhe daria a comida – Você precisa comer, ficou muito tempo inconsciente. – aproveitaria e pegaria uma das garrafas para mim.
...... Se Hizumy e Luka já estivessem na enfermaria eu virar-me-ia para eles e sussurraria – Saímos ao anoitecer. Usem qualquer roupa menos da marinha. Antes de sairmos preciso saber quais são as capacidades de cada um de vocês.
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Thanks for @Lovatic, Cupcake Graphics



Citação :

Nome da Personagem: Skÿller Van Der Veen
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Sangue: (06/15)
Ganhos: Patente Sargento; Perícia Toxicologia; Perícia Química
Perdas: -500.000 berries
Personagens:
The Wolf:4/4
Dance of Knives 4/4
Coments Extras:
Objetivos:
 
Spoiler:
 

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 15:14



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul!  
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  A voz despreocupada e já gasta pela idade do tenente parecia-lhe ter vindo do nada, surpreendendo e o deixando animado ao ver o mestre Yang. – Nu..hum..  – Agitara a cabeça negando quaisquer abusos por parte do cozinheiro enquanto que sentia as mãos firmes e calejadas pelo tempo tratarem do seu mísero machucado. – O nii-san tem me ajudado a ficar mais forte! Estou-lhe muito grato! – Sorriria gentilmente.

- Ramon, tenho uma missão para você. Hizumy aqui irá te acompanhar, tem outro que desejo que te acompanhe, Luka. -  O pequeno soldadinho animara-se. Seria aquela a tal missão que tanto esperara?! Finalmente iriam atrás do tesouro?! – Isso significa que, em breve, estarei mais um passo próximo do meu irmão! – Pensara deixando o entusiasmo florescer-lhe através do rosto corado e os olhos brilhantes.

 - Bom, vou pensar em outra pessoa para te substituir. Mas Hizumy, ache Luka e o avise que vocês dois irão trabalhar juntos. Provavelmente algum sargento virá até vocês e falará a missão. Antes que o jovem celestial pudesse demonstrar sua animação numa exclamação inocentemente exagerada, Ramon intervinha. - Ele fará isso amanhã, pode deixar tenente Yang. - De sorriso nos lábios e revestido por uma atmosfera que parecia florescer animação e entusiasmo, o menino ergueria o punho ao ar deixando escapar um pequeno berro. – Yay! –
 
- Bom, desejo-te boa sorte a Hizumy e amanhã de manhã estarei livre para qualquer treino que queira fazer. - Bochechas rosadas, o principezinho despediu-se do tenente com um aceno alegre e um: - Mal posso esperar, Yang-sama! –  




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  Após a satisfatória refeição que tão alegremente comera, a criança ainda não conseguia parar de pensar não só em Cactus Island, mas também na missão. – Shima-chan, amanhã será um dia formidável! Finalmente chegaremos à Cactus Island e finalmente iremos atrás do tesouro! – Sua excitação era tanta que o garotito não se conseguiria conter. Seu rosto vermelho como um tomate de enorme riso branco na boca, com os talheres nas mãos começaria a batucar no prato, no copo e na mesa. Por de baixo da mesma, os pés dançariam ao som das batucadas que ia criando.

    ~ Tell everybody I'm on my way, new friends and new places to seeeee!!! ~  Infantil e graciosa, dos lábios uma canção começaria a fugir, deixando sua alegria e animação espalhar-se como uma epidemia, esperando que todos ao seu redor se entusiasmassem também com a canção, os deixando um pouco mais felizes. ~ With blue skies ahead, Yes I'm on my way and there's nowhere else that I'd rather be!!! ~ Deixaria a mesa e começaria a dançar se houvesse espaço suficiente, saltitando e rodopiando a volta dos próprios pés. Iria até ao panda e pegaria com suas pequeninas mãos as patas do animal, o puxando e convidando para dançar com ele enquanto em meio da canção ia gargalhando da forma mais pura e infantilmente genuína.  

~ Tell everybody I'm on my way and I'm lovin' every step I take with the sun beating down; Yes I'm on my way and I can't keep this smile off my face!! ~  Se a diversão se tivesse alastrado e mais marinheiros estivessem gargalhando ou batendo palmas ao ritmo da canção do rapazote, ou se até mesmo houvesse algum soldado que decidisse acompanhar a música tocando algum instrumento musical, Hizy gargalharia mais ainda, deixando sua atmosfera inocente de criança se alastrar mais e mais ao pegar na flauta e continuar a tocar a música e a dançar da sua forma desajeitada e pueril, contudo sem se preocupar com o quão estupida poderia ser a sua dança, germinando felicidade pura e espontânea.

   Muitos poderiam perguntar-se se algo bom havia acontecido ao garoto, pois desde que partiram de Shells Town, todas as canções e melodias que catava ou tocava eram tristes ou melancólicas ou nostálgicas. Aquela era a primeira verdadeiramente jubilante.  Não poderiam eles sequer imaginar que sua felicidade era insustentada. Uma ilusão sem confirmação, afinal, sequer sabia de facto qual era a missão, mas já havia decidido que era enfim a cruzada ao tesouro a qual Yang-sama era o responsável.  

   
~ Yaayy!! ~

    Diria no fim, terminando com toda a animação entusiástica esperando que todos tenham se divertido e gostado.

     


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  No quarto, na sua cama fofinha, vestido apenas com uma camisa de dormir e as roupas íntimas, o pequenote estaria demasiado ansioso para adormecer. Por de baixo dos cobertores, irrequietos, seus pés pareceriam ainda estarem a dançar, enquanto que o mesmo virar-se-ia para um lado e para o outro da cama, com as mãos sob os lábios, abafando suas pequenas gargalhadas alegres.  – Hi! Hi! Hi! – Por fim pararia, fixando o olhar no teto de madeira. – Nii-san… finalmente iremos atrás do tesouro! Hi! Hi! Hi! – Voltaria a grunhir sorridente imitando um esquilo contente. – Sinto que, mesmo que aos poucos, estou cada vez mais perto de te encontrar, Yami-nii-san! - Virando-se para a direita, o menininho adormeceria com um sorriso no rosto.  Em seus sonhos, memórias do passado o visitariam para o alegrar mais ainda.

     - YAAAWNN!!!! – Com um enorme bocejo e espreguiçar de braços bem no alto o anjinho despertava. – Bom-dia, Shima-chan! – Exclamaria empurrando os pés para fora dos lençóis e da cama, quase que saltando para o chão e erguendo-se de ímpeto, repleto de energia. – Acho melhor ir tomar um banho antes de ir para a cozinha ajudar o nii-san e de procurar pelo senhor Luka! – Murmurou tentando cheirar as próprias axilas e faria uma careta de mal cheiro se ele realmente estivesse malcheiroso.  – Mal posso esperar! – Pegando nas suas roupas e correndo para o banheiro, o pequenote pensava no quão bom aquele dia seria.

     No banheiro, após fazer todas as suas necessidades, desnudado, abriria o chuveiro e banhar-se-ia. EEEEEEEeeee… - Deixaria um pequeno grito meio que soluçado e trêmulo escapar se a água estivesse fria, ficando com toda a pele arrepiada e suas pequenas asas alvas arrebitadas qual se um choque tivessem tomado, porém tomaria o seu banho na mesma. Depois de ter lavado todo o seu corpo e cabelo e depois de se ter secado por completo, o menino vestiria a roupa de inverno novamente, trocando apenas a roupa íntima por uma nova. Colocaria a flauta em volta do pescoço, amarrada por um fio, e escondê-la-ia por debaixo das roupas. Vestiria o gorro e deixaria as luvas no bolso do colete, já que seria impossível vesti-las com o polegar e o indicador ainda amarrados um ao outro.  – Vamos, Shima-chan!

   No caminho até a cozinha, Hizy pararia novamente no seu quarto onde das suas coisas tiraria o casaco do panda e lho entregaria para que o mesmo o vestisse e onde pegaria o cajado e o levaria consigo. – Parece estar bem frio lá fora, então é melhor vestir o casaco, Shima-chan! –

 
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- BOM DIA, NII-SAN! –

    Um berro animadíssimo daria o pequeno Hizumy ao entrar na cozinha, com sua mão direita bem no alto, acenando à todos que ali estivessem. – Estou pronto para ajudar, nii-san! O que queres que faça? – Perguntaria com um sorriso estranhamente alegre no rosto. Assim que Ramon lhe desse a ordem de como ajudar a preparar o pequeno-almoço, o menino iria até o lava-loiças e esfregando as mãos uma na outra com sabão, as lavaria. De seguida, se a ordem fosse para ele cortar legumes, vegetais ou frutas, com animo o faria, mas sempre com atenção para não se cortar, usando a esquerda para manipular a faca e a direita para segurar no legume.

  Se a ordem fosse para que o menino lavasse algo, ou para que transportasse alguma coisa, faria o seu melhor para fazê-lo, e se o trabalho estivesse a correr bem, deixaria até escapar um pequeno murmúrio musical, cantarolando animado a música da noite anterior.

   Ao pequeno-almoço, se houvesse tempo para o saborear, a comida saberia mil vezes melhor do que realmente estava devido ao seu estado de espírito. – Hum!!! Que delícia! – Sorridente, como que se estivesse em um campo florido, deixaria o comentário escapar.

  Terminado a refeição, Hizy regressaria para a cozinha onde ajudaria como pudesse. – O que posso fazer para ajudar, nii-san? – Perguntaria, realmente querendo ajudar. Fosse o que fosse: lavar as loiças, limpar o chão, carregar pequenos sacos de comida, um por vez, nem que fosse a rasto, ou continuar com a tarefa de cortar vegetais, o menino faria tudo com afinco, sem reclamar, sempre sorridente e grato pela oportunidade.  Se ficasse ali até a hora do almoço, seria normal que um pouco de suor escorresse-lhe da testa, ainda mais em um ambiente tão quente como seria aquela cozinha, como todo aquele vapor d’água e fervilhar de alimentos variados.  

   Quando em fim fosse a hora do almoço, aguardaria ansioso por que Ramon o dispensasse, não conseguindo controlar o ronronar do seu estômago faminto. – Obrigado, nii-san! – Agradeceria pela refeição. – Assim que terminar de almoçar posso ir procurar pelo senhor Luka? – Perguntaria, animado e ansioso para que a resposta fosse um sim.

   


  - Luka-nii-san! Onde estás, Luka-nii-san?! Temos uma missão para fazer! -

 Com as mãos em volta dos lábios, propagando mais ainda sua voz aguda e pueril que berrava pelo nome de face desconhecida, o menino caminhava pelo convés e por várias partes da embarcação, parando apenas quando encontrasse alguém que lhe apontasse a localização do soldado ou se o mesmo viesse até si. – Onde será que o Luka-nii-san está, Shima-chan? E como será ele? – Indagaria o menino ao panda.

   – Olá! Tu que és o Luka nii-san? – Sendo a resposta positiva, abriria um sorriso animado, tentaria pegar na mão do soldado, puxando-a para si e começaria a correr sem rumo certo. – O tenente Yang-sama disse que nos os dois iremos participar de uma missão juntos, juntamente com um sargento!!! Hi! Hi! Hi! – Pararia então de correr de repente, lembrando-se de que não sabia quem era o sargento e nem sabia para onde tinham que ir… - AhAHAH! Desculpa, nii-san! Esqueci que não sei para onde temos que ir e nem quem é o outro membro da missão! Hahahaha! – Soltaria uma gargalhada divertida, porém envergonhada consigo mesmo, escapar enquanto coçaria a cabeça tímido com a mão que antes segurava a de Luka. – O meu nome é Hizumy! Muito prazer! – Apresentar-se-ia, abrindo a mão e esperando que o mesmo a apertasse em cumprimento. – Acho melhor procurarmos pelo tenente! – Sugeriria o menino se também Luka não soubesse o nome do sargento.

  - Sky-nee-chan?! – Repetiria surpreendido positivamente se Luka dissesse que o sargento era alguém com o nome de Skyller. – Eu acho que sei onde a podemos encontrar, nii-san! Siga-me! – Entusiasmado com a missão do tesouro, o menino correria até a enfermaria, onde Sky havia estado desde quando adentrara no navio, ao lado de Roxanne.

  No entanto, se avistasse primeiro a própria Sky antes de sequer encontrar Luka, o menino abriria um sorriso para a moça e assentiria com a cabeça às ordens que a mesma lhe passasse, continuando assim a sua busca pelo companheiro.

    Na enfermaria o menino procuraria animado pela amiga de Skyller e se a mesma estivesse já acordada, abriria um sorriso do tamanho do mundo, repleto de pura felicidade. – Já estás acordada, nee-san! – Pousaria suas mãos no canto da cama da moça, sem a incomodar, aproximando de forma inocentemente pura e infantil o rosto corado e reluzente até ela. – Como te sentes? Ah! O meu nome é Hizumy! Muito prazer! Hi! Hi! hi! – Apresentar-se-ia se se apercebesse que Roxanne o achasse estranho, lembrando-se então de que ainda não se haviam conhecido antes. – A Skyller-onee-san estava muito preocupada contigo! Ainda bem que você já acordou! – Exclamaria, verdadeiramente aliviado por a rapariga já se encontrar melhor. E ali, junto dela e do Luka, esperaria por Skyller, alegremente animado, ansioso para ir atrás do tesouro que o deixaria mais perto de Yami.


 

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Histórico:
 

Objectivos:
 

Contador de Salvamentos/Ajudas:
 


Como o Hizy se encontra vestido no momento:
 

OFF:
 



Legenda:
– Pensamento – - #00ccff
– Fala – - #0099ff
~ Canções  ~ - #0099ff + blur

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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 20:17

Narração

Clima: Frio, ventando bastante, sem sinal de chuva no momento.
Local: Preparando para desembarque em Cactus Island, cidade Whiskey Peak



Skÿller

Após todo o treino, já na hora do almoço, Skÿller não teve tempo para descansar. Pois um marinheiro chamado Ramon surgiu e a deu uma nova missão. Mas a missão pareceu um detalhe ínfimo ao receber a notícia de que sua companheira, Roxane, havia acordado.

– Certo. Avise ao tenente que preciso falar com ele antes de partir em missão! – Falou a mesma enquanto saia correndo em direção da enfermaria.

Abriu a porta da enfermaria com cuidado mas rápido. E ao olhar logo viu Roxane sentada na cama conversando com o médico que logo olhou para Skÿller. Do lado de Roxane havia dois pratos de comida, provavelmente um do médico e um de Roxane.

- Você apareceu mais rápido do que eu imaginava. - Falou o médico, mas Skÿller não o ouviu direito, estava com um sorriso no rosto enquanto se aproximava devagar e abraçava Roxane.

- Finalmente. - Disse a mink ainda apoiada em Roxane. Aos poucos foi se desvencilhando do abraço e olhou para Roxane, que sorriu da melhor forma que pode.

- Estou bem... - Falou a mesma percebendo que Skÿller estava esperando algum tipo de fala. Apesar de falar isso, Roxane levou sua mão esquerda ao pequeno cotoco que deveria ser seu braço direito. - Bem...

– O Tenente Yang disse que é possível arrumar o seu braço mas que não ficará barato… Mas não se preocupe, acho que tenho o necessário para ajudar. – Falou a mink e a mesma olhou para a porta que coincidentemente se abriu, dela surgiram duas pessoas, uma mais baixa já conhecida de Skÿller, outra não conhecida, mas que a mesma estava deduzindo como sendo Luka, apesar de não ter essa certeza, era um homem alto, de cabelo castanho e com um sorriso fácil que não agradava Skÿller de forma alguma.

- Olha mas que bela donzela temos por aqui. - Falou o homem já se aproximando de Roxane. - Uma pena ver que a tão bela dama esta em uma cama, o que posso fazer para te ajudar?

Roxane claramente não estava a vontade com o homem, mas não tinha muitas forças para fazer o que quer que fosse para empurrá-lo dali.


Hizumy

A pequena criança estava muito animada por causa da missão que havia recebido. Jantou e antes mesmo de perceber já estava cantando em volta de vários marinheiros. Todos os marinheiros estavam felizes com a música e a alegria que a criança cantava. A atmosfera ia aos poucos melhorando até que do nada alguns marinheiros pararam de cantar e a atmosfera foi ficando pesada. Hizumy demorou a notar, mas uma criança como ele, talvez um pouco mais velho, havia adentrado no estabelecimento e pegado um prato de comida, os outros marinheiros pareciam evitar contato com essa criança e por isso o ambiente festivo que Hizumy havia criado se acabara.

Após toda a situação, Hizumy não teve muito o que fazer além de ir até sua cama e dormir, ou ao menos tentar dormir, estava muito excitado com a missão que iria fazer. Imaginava que aquilo, apesar de ser só o começo, já o aproximava mais de seu irmão.

Acordou e foi tomar um bom banho, no entanto teve que ter cuidados no banho, pois esbarrou com a criança novamente e não queria que a mesma descobrisse que era um celestial. Após o banho, vestiu-se como se estivesse indo enfrentar uma nevasca sendo que iria para a cozinha. Garantiu que Shima se vestisse de forma adequada e enfim foi para a cozinha.

Ao chegar na cozinha, falou em alto e bom som.

- BOM DIA, NII-SAN!– Ramon não lhe deu nada muito difícil no começo, o café da manhã era algo simples, frutas eram cortadas, sucos eram feitos, alguns pães eram servidos. Por isso, deixou com que Hizumy se deliciasse com o café da manhã primeiro. A criança não só agradeceu como ainda reagiu muito bem ao café da manhã. – Hum!!! Que delícia! – Para depois deixar-lhe em cargo de lavar a louça, os fogões e suas grades e por último o chão. O que infelizmente lhe tomou a manhã toda de trabalho, porém isso não fora o suficiente para que a jovem criança desanimasse. Era possível ouvir a mesma cantarolando enquanto fazia toda aquele serviço que ninguém na cozinha gostava de fazer.

Mal terminou e o trabalho para o almoço começou, porém desta vez Ramon já havia preparado algo diferente para Hizumy.

- Cortar vegetais é rápido mas não te ajudará tanto quanto isso. - Falou e colocou na frente de Hizumy um grande saco de batatas. - Quero todas elas descascadas. - Falou por fim ele lhe entregando o pequeno instrumento para descascar as batatas. - Não quero saber de desperdício. Sempre que terminar uma, a coloque na água.

Enquanto Hizumy descascava todo o saco, um homem bateu na porta da cozinha e falou em alto e bom todo que era para levar dois pratos para a enfermaria, pois a mulher que lá estava havia acordado e o médico queria ficar com ela por enquanto. Quando finalmente acabou de descascar tudo, não teve nem tempo de fazer nada e já viu o almoço basicamente servido, Ramon que havia desaparecido por um tempo, provavelmente para levar o prato para a enfermaria, havia acabado de voltar.

– Obrigado, nii-san! Assim que terminar de almoçar posso ir procurar pelo senhor Luka? – Falou Hizumy para Ramon ao apreciar o almoço, mais uma vez delicioso que encontrava a sua frente.

- Não precisa procurá-lo, ele esta ali fora, enquanto voltava esbarrei com ele e pedi para que lhe esperasse. E já foi decidido quem será o sargento que te guiará na missão, se chama Skÿller, é uma mink gato.

- Sky-nee-chan?! - Perguntou Hizumy surpreso de uma forma positiva. Ramon olhou para ele curioso e respondeu.

- Imagino que sim, não sabia que a conhecia. Bom, já a avisei, pode ir procurar por ela, provavelmente está na enfermaria, eu a avisei que a amiga dela acordou... aqui, leve este almoço, acho que ela ainda não almoçou.

Ramon entregou a Hizumy uma marmita e Hizumy pode sair da cozinha, onde acabou esbarrando com um jovem bem alto, de cabelo castanho e sorriso fácil que animavam a criança, parecia uma boa pessoa.

- Boa tarde. - Falou o jovem se aproximando de Hizumy. - Haviam me dito que havia outra criança no navio além de Ryuusuke, mas você é ainda menor do que ele. Me chamo Luka, iremos participar juntos da próxima missão, Ramon me contou que a sargento Skÿller está na enfermaria, vamos para lá?

Ambos foram juntos até a enfermaria, Hizumy abriu a porta e viu que Skÿller estava junto de Roxane, já conversando com ela, mas não deu tempo de falar nada, pois Luka já foi entrando no recinto.

- Olha mas que bela donzela temos por aqui. - Falou Luka enquanto se aproximava de Roxane. - Uma pena ver que a tão bela dama esta em uma cama, o que posso fazer para te ajudar?

Roxane claramente não estava a vontade com o homem, mas não tinha muitas forças para fazer o que quer que fosse para empurrá-lo dali.



Histórico:
 

Luka:
 


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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Innuendo   Innuendo - Página 2 EmptyQua 04 Abr 2018, 22:12



Blue Ocean & White Snow – The colours of my Soul!  
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    Para a jovem criança não havia nada de errado com as tontarias que voavam para fora da boca de Luka que pareciam deixar a jovem marinheira desconcertada. Nunca havia estado em contacto com galãs ou de personagens cômicos, porém corajosos, capazes de tentar a sua sorte no jogo da sedução, então sua reacção era apenas mais um sorriso inocente e simpático, imaginando que Luka realmente preocupava-se com o estado de Roxanne sem ter segundas intenções.  No entanto, ficaria de facto estupefacto e sem saber o que fazer, dizer ou expressar se daquilo algo mais sério ou espalhafatoso surgisse, como Skÿller falar algo rude ou agir de maneira agressiva ou hostil.  – Será que Luka-san disse algo de errado? – Perguntar-se-ia se tal se sucedesse. – O que posso fazer para os animar?! – Com o rostinho pensativo pensaria, principalmente se notasse no rosto delicado de Roxanne o quão cansada a mesma se encontrava, demonstrando que a mesma não estava ainda totalmente recuperada.

   - Já sei! – Exclamaria sorrindo, achando que havia encontrado uma forma de acalmar à todos e de talvez fazer Roxanne sentir-se um pouco mais aliviada. Pousaria a marmita em cima de uma mesa próxima se Sky estivesse a conversar com Luka e aproximar-se-ia de Roxanne. Com um cuidado subtil e delicado que só uma criança tem, o menino tocaria na mão dela. Um toque simples e sereno, que serviria somente para roubar-lhe a atenção. Assim que a mesma se virasse e olhasse para ele, um sorriso de orelha à orelha abrir-se-ia, corado e cintilante, para então, com ambas as mãozinhas segurar a da moça, aquecendo-a nas suas. E somente então, de seus lábios finos, uma doce melodia começaria a soar.  ~ Now the sun is sleeping, And the moon shines overhead… ~ Mais doce que o próprio mel, tão suave e sereno como a água que em sossego miudinho corre o riacho, a voz do garoto intentava chegar até ao coração da donzela ferida. Acalmá-la, esquentar-lhe o coração, lembrar-lhe que ainda tinha amigos ali… Todos os sentimentos positivos que conseguisse, queria passar-lhos através da sua canção. ~ Come magic creatures creeping around your little bed ~ Não só à ela, mas à todos os pacientes que ali estariam, assim como àqueles dois que pareceriam não ter começado da melhor maneira.

     ~ But be not afraid my child ,for you are their creator out of your dreams they’re styled as beautiful as their maker … ~ As poucos, seus olhos tornar-se-iam alegremente serenos e neles Roxanne poderia encontrar paz e animo se assim o desejasse. ~ They dance about on silent feet as lightly as a feather In rhythm with the unheard beat, then bowing all together … ~ O menino continuaria a canção até ao fim, esperando realmente curar as feridas emocionais da jovem, nem que fossem apenas as mais superficiais.

  - Eu sei que não ajuda muito, mas espero que estejas um pouquinho melhor, nee-san! – Com um sorriso reconfortante, o menininho lhe diria sendo honesto. – Luka-san e Skyller-one-san, não entendi bem o que aconteceu, mas seria melhor se todos nos déssemos bem! – Sugeriria o garoto se fosse óbvio que entre aqueles dois havia nascido uma inimizade. – Aqui, Sky-onee-san! – Entregaria a marmita a garota e se a atmosfera já estivesse normalizado, sua animação fá-lo-ia perguntar entusiasmado acerca da missão: - Então, Skyller-onee-san! Ramon-san disse que farás parte da nossa equipa! Quando iremos ir atrás do tesouro! Hi! Hi! Hi! – Seu sorriso seria resplandecente e quase contagioso, realmente acreditando que a missão que tinha em mãos era a caça ao tesouro.  

– O-oque?! C-Como assim?!  - Gago, seria um choque quando Skyller  lhe dissesse qual era de facto a missão. – ah… ah.. ah… - Sem graça, daria um sorriso que seria óbvio à todos que era falso e forçado. – Parando para pensar, Yang-sama nunca disse que a missão era a caçada ao tesouro, então… eu que dei como certo o incerto… - Pensaria, um pouco desanimado, deixando os olhos caírem ao encontro do chão. – Não! Não posso desanimar! Uma missão é uma missão! Tenho que cumprir todas elas para ficar mais forte, ajudar as pessoas e assim, poder reencontrar com o meu nii-san! – Balaçando a cabeça, enxotaria os pensamentos perversos e negativos da sua pequena mente e procuraria de volta a animação de até então! – Muito bem! Farei o meu melhor nessa missão! – Diria não para alguém em específico, mas alto o suficiente para que o ouvissem e, sem que ninguém esperasse por aquilo, daria dois estalos bem fortes nas próprias bochechas, eliminando assim qualquer desânimo ou tristeza. – Muito bem, onee-san e nii-san! Podem contar comigo! Tentarei não os desapontar! Hi! Hi! -  Passando de uma expressão séria, largaria um sorriso de confiança e convicção.


 

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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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