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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQui 01 Mar 2018, 15:57

Relembrando a primeira mensagem :

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Gallore Strange, Kisame e Nie. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQua 15 Ago 2018, 16:33

- Você está brincando? Esse foi o melhor dia da minha vida,companheiro. Apesar de perder minha perder minha fruta, e quase morrer, hoje eu vivi a vida como nunca havia vivido antes. Carpe Diem, Strange, Carpe Diem! - A resposta não podia ser mais inesperada vindo do pequeno homenzinho. Com um sorriso sincero, ele ouvia as palavras de Gallore sobre a Grand Line ser um ótimo lugar para recomeçar, com um encorajamento, e o convite para que permanecesse com eles. - Seria uma honra seguir com vocês! Afinal, há muito ainda para aprender pela Grand Line. - Em resposta, um sorriso discreto vinha do caçador de recompensas.

Deixando a conversa, por uns instantes o boxeador ruivo começava a refletir sobre suas possibilidades de aprimoramento. Após segundos, ele tomava a ir, determinado, para próximo de onde Austin e seu pai treinavam corpo-a-corpo. A princípio, a garota ainda era meio lenta, e o Tenente Cliff se mostrava bem poderoso, sempre conseguindo avançar na guarda dela, não só com socos e chutes, mas até com cabeças e outros meios não convencionais do uso do corpo. Quando conseguia, parava antes de causar dano, e então tentava corrigi-la, mostrando o que havia errado. Aí já começava o aprendizado de Gallore. - Vá tomar uma água e descanse um pouco, filha. Logo mais continuamos. - E era este o momento para formalizar os ensinamentos.

Strange se aproximava ainda mais e, com grande humildade, pedia ajuda para o tenente, solicitando seus ensinamentos. - Seria um prazer, Gallore. Me mostre o que sabe. - Ele levantava os punhos, demonstrando que queria ver na prática as habilidades do caçador. Assim, o médico passava a demonstrar suas habilidades de luta, é claro que bastante debilitado, o que o fazia perder grande parte de seu rendimento e até se cansar mais rápido. De qualquer forma, Cliff, em sua experiência, conseguia reconhecer aquilo como fruto das batalhas anteriores.

O moreno passa a mostrar a Gallore outras formas de usar seu corpo em batalha, por notar que ele era muito dependente de golpes com os braços, técnicos e feitos com base no boxe. O segredo, segundo ele, era se soltar, para conseguir utilizar o máximo de seu corpo. Seguiam assim, de mestre e aluno, por algumas horas, e Austin se juntava a eles em dado momento, num ensinamento conjunto para os dois.

Enquanto isso, Kisame se via afetado pela presença do grande Capitão Santino, que ao ouvir a pergunta sobre ele ser um demônio, dava um sorriso de canto de rosto, explicando. - Não. Eu comi a Anshiya Anshiya no Mi a alguns anos, e ganhei os poderes de criar e manipular estas borboletas, como uma extensão de minha aura. Inclusive, consigo ver tudo que todas veem. Foi assim que acompanhei o final da luta de vocês com o pirata Lan Strauss. - De novo o tritão perguntava, agora querendo saber se ele se transformava em uma borboleta, pensando em Lan que se transformava em raposa. - Não, não, isso seria uma Zoan. A Anshiya é uma paramecia.

O Príncipe dos Mares mudava então de assunto, perguntando sobre a possibilidade do capitão lhe ensinar como se tornar mais intimidador. - Você se considera intimidador? - Ele abaixava o olhar por um instante, e, quando fitava Kisame novamente, o tritão sentia todos os pelos de seu corpo de arrepiarem, em uma espécie de susto, insegurança. Não era como o poder de Karthus, era algo natural, social. - Vamos para minha cabine... - E assim eles seguiam, onde o capitão ensinaria a Kisame mais e mais sobre as habilidades de intimidação.

Passadas também algumas horas de aprendizado, com o tritão se sentindo realmente intimidador agora, e finalizado o aprendizado, ele decidia perguntar para o Baron sobre suas recompensas. - Nós estamos esperando dar 14:00, que é a hora que marcamos com os caçadores de recompensas das redondezas, para entregarmos e contabilizarmos tudo. Não se preocupe. - Kisame aproveitava também para perguntar sobre habilidades estratégicas, e para isso o capitão respondia. - Eu tenho um livro que pode lhe ajudar bastante. Pode ficar com ele... - Ele pegava um livro negro, com escritas vermelhas, e entregava nas mãos do garoto. - Agora, se me dá licença, irei resolver algumas questões antes da chegada de todos os caçadores. - E assim deixava o local.

Terminando seu treino com Austin e seu pai, Gallore sentia seu corpo extremamente cansado, não conseguindo, talvez, fazer muitas mais atividades físicas sem desmaiar. Mesmo assim, havia sido um tempo muito bom, e ele havia aprendido muito. - Acabamos por aqui. - Dizia Cliff, enxugando o suor da testa.

Strange podia perceber que agora algumas pessoas diferentes começavam a surgir na praia próximos ao barco. Até então haviam três homens musculosos, que chegaram juntos, com várias tatuagens, e uma em especial que todos tinha:o simbolo de uma caveira sogre uma mira; e então chegava uma mulher com vários coldres por todo seu corpo, ruiva, com curvas das mais lindas já vistas. Eram todos, provavelmente, caçadores de recompensas - coisa que era notada por um detalhe notado pelo médico: o trio carregava duas cabeças, e a mulher uma, provavelmente de piratas - e conversavam entre si. Uma coisa interessante era que todos pareciam extremamente aflitos, e, por tal, ficavam comentando de algo que, em meio as suas vozes cruzadas e distantes, Gallore não conseguia compreender.
Livro Kisame:
 
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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQui 16 Ago 2018, 15:23


Realmente eu estava satisfeito com tudo que teria aprendido até então, até mesmo sentia uma melhora física, fundamental para um tritão tão inteligente e intimidador como eu. - Bem, agradeço pelo livro e pela hospitalidade, mas assim que pegarmos o que é nosso, partiremos para a Grande Linha. Tentaria dizer antes do capitão se afastar. - Espero que seja algo grande! Logo após meus dizeres, rumaria para nosso local de inicio. "Vou deixar essa para ele!". Pensaria, referindo-me ao Strange, no caso de ele não estar conosco, do contrario faria o pedido pessoalmente.

- Ainda estão vivos? Exclamaria com dificuldade. Não aguardaria uma resposta para logo ir me recostando na maca, aquela onde minhas coisas estavam. Traria para perto de mim, a espada e o manto, em seguida abriria o livro no seu capitulo inicial e começaria a lâ-lo. - Fiquem quietos! Focaria no livro integralmente, iria ler com calma para entender seu conteúdo, não importando o barulho alheio, nem mesmo responderia caso alguém me questionasse, tudo para absorver cada orientação para dominar a arte da guerra.

Apenas sairia daquele local se concluísse minha leitura, ou se Gallore Strange surgisse com meu dinheiro, e mesmo assim falaria para aguardar meu desenvolvimento, para então, junto com todos meus equipamentos, sair daquela embarcação. Durante minha visita pelo barco me surgiram algumas ideias loucas de implementar minha Walrus com alguns brinquedos novos, algo que permitisse causar um grande estrago, eu já sabia à quem recorrer.

Adianto um pouco mais nossa partida, retornaria para o local onde tinha tido aula com Bruce, o homem inteligente com certeza poderia ter respostas para mim. Se ele não estivesse no lugar, sairia em busca da sua presença através dos soldados espalhados pelo navio, e quando o encontrasse...- Bruce, sabe como posso transformar meu barco em uma arma de guerra? Indagaria. - Dinheiro não é problema! Só preciso deixa-la ameaçadora, entende? Achava ter sido bem claro. Aguardaria uma resposta do homem, se dinheiro fosse necessário, pois bem, Gallore iria disponibilizar, quem sabe Nie e Aduum também, e eu, com um pouco.

Acompanharia o homem para onde quer que fosse, se necessário, ou seguiria instruções de sua resposta para concluir meus objetivos. Quando tudo estivesse nos conformes, daria a quantia necessária em dinheiro para os responsáveis por cumprir com meus desejos. Walrus seria o próximo passo, quando chegasse perto dele...nem saberia por onde começar. Passaria por cada cômodo lentamente, até que todos estivessem embarcado e com todas suas tralhas nos devidos lugares.

- Vocês estão prontos garotos? Exclamaria para aqueles presentes na escuna. - Desta vez não cometeremos os mesmos erros...Nie, prepare algo para comermos! Logo iremos partir. Antes de colocar as mãos no timão, começaria a analisar o objeto que Karthus tinha me dado, tentando entende-lo para auxiliar na navegação.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQui 16 Ago 2018, 21:05

O Que Vem a Seguir?



Aquele parecia ser o caminho certo, não vou mentir e dizer que me senti confortável com cabeçadas e joelhadas dentre outras formas de se lutar que o Tenente me mostrou, mas sabia que aquilo era necessário, não posso me dar ao luxo de achar que meus oponentes terão a honra de um artista marcial, nas ruas qualquer meio de vitória é válido, e eu já havia testemunhado algumas vezes desde que saí do que considero como minha “ilha natal”. - Soltar o corpo é? Posso fazer um bom uso disso. - Claro que ainda faltava muito, não seria um simples treinamento que me colocaria entre os melhores, mas tenho certeza que foi através de pequenos passos que o homem foi à Lua em algum universo paralelo qualquer.

- Muito obrigado Tenente, sinto que aprendi algo importante aqui. - Agradeceria com uma certa entonação de ânimo que logo mais se tornaria questionamento. - Mas ainda me sinto desconfortável em ter que usar golpes que considero ilegais, hehe. - Mas era só isso que me incomodava? As regras?

- Sendo assim eu só preciso mudá-las, certo? - Começaria a viajar em meus pensamentos. - Criar uma nova forma única e confortável de se lutar, essa pode ser a solução… Meu próprio estilo marcial! Sim, um tão forte que supere todos os demais! - Não vai ser uma coisa fácil, eu teria que treinar e lutar com diversos lutadores experientes, absorver tudo que seus estilos tem a oferecer e adaptá-los para mim, para minhas próprias regras.

- Um estilo marcial supremo. - Murmuraria para mim mesmo, parece até meio infantil quando falo fora de pensamentos, mas agora meu novo objetivo estava traçado. - Jack se orgulharia de mim, haha… Ou não.

- Certo, a partir de agora eu vou desafiar cem mestres, nada mais do que o começo. - Dito isto apontaria meu punho direito para o Tenente Cliff olhando em seus olhos com determinação. - Senhor, pelo que soube vocês continuarão na Grand Line, então gostaria de fazer uma promessa aqui, eu sou fraco agora mas dá próxima vez que nos encontrarmos eu prometo tê-lo superado, e então o desafiarei para um combate mano a mano. - Faria daquilo não uma chamada de briga, mas sim um desafio formal, de certa forma uma “amistosidade” entre dois lutadores, a prova final de um aluno que deseja superar o mestre, mesmo que essa ligação tenha sido temporária.

Logo após isso no momento em que visse as pessoas se aproximando do barco não exitaria em parar o que estivesse fazendo para perguntar a pessoa mais próxima, de preferência conhecida. - Quem são esses caras? Problemas? - Não que eu ache que tenha alguém louco o suficiente para atacar a Marinha agora… Na verdade tem, mas duvido que seja o caso. - Eles parecem meio estranhos, aconteceu alguma coisa nesses últimos dias? - Diria me referindo à qualquer notícia importante, afinal eu não leio um jornal desde que saí de Karate Island. Se me fosse informado algo importante eu faria um breve assovio demonstrando interesse ou até mesmo surpresa, caso contrário e as aquelas pessoas não sejam nenhuma ameaça eu apenas daria de ombros retornando para perto dos meus.

- Iih Nie olha lá os caras te copiando. - Diria ao tritão me referindo às pessoas carregando cabeças consigo. - Ei, os suprimentos que você comprou ontem já acabaram? Acho que vou sair pra comprar umas coisas quando pegarmos o dinheiro. - Dito isto ficaria por ali esperando que entregassem o dinheiro, tentaria me aproximar discretamente do grupo recém chegado para ouvir sua conversa, mas se não fosse possível teria de morrer de curiosidade apenas dessa vez, não estou em condições de entrar em outra confusão.

Assim que a recompensa for entregue olharia bem sua quantia, se for algo inferior à dez milhões teria uma reação normal pensando em o que poderia comprar com isso, mas se o valor for um tanto quanto maior eu não esconderia minha surpresa arregalando os olhos e abrindo a boca por alguns segundos. - Oqueee? Eu acho que nunca vi tanto dinheiro junto. -

- E...ei. - Chamaria a atenção de quem quer que me entregasse. - Tem certeza de que isto está certo? - Perguntaria já tentando esconder meu espanto e falando com uma feição séria, e se o valor me fosse confirmado o guardaria em minha mochila na mesma hora e logo seguindo em direção à Kisame.

- Ooe, eu vou dar uma volta, comprar uns suprimentos antes da viagem, quer alguma coisa? - Perguntaria ao tritão sem nem ao menos anunciar nossos ganhos, escutaria suas necessidades seja pelo próprio capitão ou terceiros e então assentiria com a cabeça antes de partir. - Aduum, to indo dar uma volta, devemos partir em breve. - Diria ao anão assim que voltasse ao convés caso não estivesse lá, e então me dirigiria até nossa pequeno barco antes de ir, ter certeza de que estava realmente tudo nos conformes e verificar se os piratas teriam deixado algo. - Souvenir! - Diria para mim mesmo caso encontrasse alguma coisa.

- Certo, acho que está tudo em ordem, próxima parada, Deus Sr.Lemos.

Não estávamos tão distante assim dá última localização daquele simpático senhor de bigode, pelo que me lembro eu só precisaria andar pela costa e logo o encontraria novamente, ou é o que eu espero, se não achasse sua usual barraquinha no local indicado começaria a perambular pelo farol procurando pela loja de minha divindade ou por qualquer outra que me servisse.

- Eai Senhor Lemos! - Me aproximaria com um sorriso no rosto caso o encontrasse. - Vim comprar mais umas coisinhas, já é o que? A quarta vez? Acho que o senhor devia ter um cartão fidelidade hehehe. Brincadeiras à parte eu não sei quanto tempo tenho até que os caras decidam me abandonar então se pudermos agilizar aqui eu agradeço. - Colocaria minha mochila em algum apoio que tivesse para armazenar os itens novos e então continuaria. - Eu vou precisar de suprimentos para viagem, uma garrafa de álcool, mais um antibiótico, uma par de algemas, uma outra corda, uma camisa, regata de preferência, e acho que só. - E se em resposta à minha pergunta lá no navio da Marinha Kisame tenha me solicitado algo para o barco deixando de minha livre escolha ou especificando canhões eu tornaria a falar. - Ah sim, é mesmo eu já ia esquecendo, o senhor por acaso não teria canhões de barco por aí né? Por que se sim acho que uns dois viriam bem à calhar.

Independente do que ele tivesse ali eu apenas arrumaria todos os itens e pagaria qualquer preço acordado. - Obrigado Senhor Lemos, você é o melhor. - Caso não encontre a loja do vistoso senhor bigodudo eu apenas pediria as mesmas coisas mas sem tanta intimidade. No final das comprar seria a hora de retornar ao navio e caso esteja com os canhões e sem nenhum meio prático de levá-los eu amarraria a corda em ambos e então os puxaria até meu destino.

Chegando no Walrus eu me manteria ainda em solo caso estivesse em posse das armas, encheria bem meus pulmões e gritaria. - Oooeeee Prince!! - Esperaria que Kisame aparecesse, e caso não estivesse com canhão coisa nenhuma apenas embarcaria, assim que avistasse o tritão pegaria o saco com o dinheiro e jogaria para ele. - Aqui! Foi o que sobrou! Comprei o que precisamos para a viagem, já podemos partir quando quiser. - Diria com um sorriso no rosto apontando seja para os suprimentos ou para as armas.


Objetivos:
 
Histórico:
 
Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQui 16 Ago 2018, 22:24

Entre os capítulos de seu livro, em seu aprendizado autônomo de Estratégia, Kisame notava uma certa aglomeração de pessoas diferentes nos entornos do navio. Gallore treinava na parte superior do convés com o tenente Cliff e sua filha, e passados algumas páginas, terminando tal treinamento. Ele conversava com o marinheiro enquanto o Príncipe sairia a procura do carpinteiro e gênio da matemática do navio, Bruce, com quem aprendera física mais cedo.

- Senhor, pelo que soube vocês continuarão na Grand Line, então gostaria de fazer uma promessa aqui, eu sou fraco agora mas dá próxima vez que nos encontrarmos eu prometo tê-lo superado, e então o desafiarei para um combate mano a mano. - Eram as palavras de Gallore direcionadas ao tenente, que ao ouvir tal coisa sorria orgulhoso, quase como um pai.

- Eu espero que você não se esqueça desta promessa, pois eu não vou me esquecer. - Era um homem realmente fantástico. Ele tocava o ombro do boxeador, e fitando-o profundamente dizia. - Você é o caçador de recompensas mais heroico que eu já conheci, Gallore. Nunca deixe que isso se perca. Creio que um dia será um grande Ichiban.

Vinha então a pergunta sobre aqueles indivíduos na praia, tendo notado que mais um chegava: um homem todo enrolado em panos vermelhos, com um estilo, de certa forma, árabe. A única coisa que aparecia eram seus belos olhos verdes, e eles pareciam também aflitos. Diferente dos outros, ele trazia o corpo de um homem inteiro, amarrado pelo pescoço, com a face roxa de sem ar. Talvez outro caçador.

- São outros caçadores. Vieram resgatar suas recompensas. - Ele explicava, olhando para os indivíduos, que devolviam o olhar, como se esperassem algo do tenente. Gallore perguntava se havia acontecido algo nos últimos dias, pois percebera que eles estavam estranhos, e quem respondia era a mulher ruiva. Pela distância, ele não entendia como ela havia conseguido ouvir  sua pergunta, talvez tivesse uma audição mais aguçada.

- Você não está sabendo, gracinha? - Ela passava o olhar pelos outros caçadores, como que não imaginando que alguém podia estar desinformado de tal maneira. - Não posso comentar sobre mas... Vocês são caçadores, logo saberão...

Strange se aproximaria de Nie, deitado na cama, para falar com ele, mas antes disso Austin chamava a atenção do boxeador, impedindo que ele fosse para junto de seu colega, que parecia bem machucado. - Gallore, nós contabilizamos as recompensas... - Ela carregava em suas mãos um saco relativamente grande - duas vezes maior que Aduum, pelo menos - com moedas de berries. - Foram 3 cabeças entregues, e o valor das recompensas acumuladas somou 37 milhões, mas como foram entregues mortos, receberão apenas 34 milhões e 300 mil. - E então entregava o saco nas mãos do garoto com um sorriso. De fato, aquele tanto de moedas gerava um certo peso.

A garota deixava o local, indo para junto de seu pai e os outros caçadores, na praia, e Gallore ficava por mais alguns segundos ali boquiaberto, de olhos arregalados. Ele simplesmente ficava impressionado pela quantidade de dinheiro em suas mãos. Não tinha tempo nem para questionar, guardando o dinheiro na bolsa e indo em busca de Kisame, que conversava com um outro oficial.

- É o homem do dinheiro, então? - O marinheiro brincava, por saber que Gallore estava com o dinheiro recebido pelas recompensas. - Seu capitão me disse que quer transformar o navio de vocês em uma arma de guerra, mas eu não tenho as devidas armas aqui para implantar na embarcação. Por que não aproveita que está indo as compras e nos trás dois canhões bem potentes? - Ele erguia os óculos de lentes grossas.

Assim, o médico seguia, encontrando com Aduum que resolvia segui-lo em suas compras, subindo em seu ombro, e encontrando também o Eternal Pose que havia caído do braço de Hilgrim durante a batalha contra Kisame, no convés de Walrus. Em sua madeira, haviam os escritos "Berlinque - 4a Rota". - Souvenir! - Strange parecia ficar feliz em encontrar uma lembrancinha daquela batalha, prendendo o objeto em seu braço.

Enquanto a dupla ia as compras, Kisame e Bruce se dirigiam a embarcação dos caçadores de recompensa, onde o carpinteiro começava a examinar algumas partes da embarcação, medindo-o com uma fita métrica, como se tentasse encontrar o lugar ideal para ficarem os navios. Enquanto ele o fazia, Nie também chegava na embarcação, estando ele com duas muletas para conseguir se manter de pé, e o machado como sempre preso na cintura.

- É, irmão, parece que nós conseguimos vencer mais uma. - Apesar de seu jeito meio fechado, Nie demonstrava um sorriso falando aquelas coisas para o outro tritão. - E agora... A Grand Line... - Ele parecia vislumbrar em seus pensamentos o que poderia acontecer nas próximas aventuras, apesar de ser muito difícil. Kisame notava que, dos três, Nie era o mais machucado.

Após alguns minutos, Gallore e Aduum retornavam, tendo 3.185.000 berries, entre abastecimento para o navio, um frasco de álcool e antibióticos, algemas, uma corda de 10 metros, e uma camisa nova, belíssima, negra com detalhes vermelhos, que o médico vestia. Havia comprado também 2 Advanced Cannons. Eles haviam encontrado Sr. Lemos junto de uma caravana de outros mercadores, a poucos metros dali, aparentemente organizados para fazer uma espécie de feira.

De qualquer forma, Bruce começava então a instalar os dois canhões avançados no navio Walrus, construindo, rapidamente, duas pequenas plataformas sobre as quais os navios permaneceriam. Ele cobrava 100.000 pelo serviço, e saía satisfeito dali, se despedindo.

Os caçadores todos já haviam pego suas recompensa e ido embora. Os marinheiros se preparavam para deixarem o Farol, e os caçadores também pensavam o mesmo. Estavam no Walrus os quatro constituintes daquele grupo, os três caçadores, e o cientista anão.

- Nos vemos em breve! - Gritava Austin, acenando para eles do navio da Marinha, que aos poucos ia se distanciando da praia e deixando aquele lugar. O Tenente Cliff também estava próximo da amurada, dando um leve aceno, com um sorriso orgulhoso por baixo de seu belo bigode.

Tudo ia bem, até que uma grande formação negra começava a surgir a frente do barco dos marinheiros, travando-o. Ela ia crescendo, e crescendo, e crescendo, superando inclusive o próprio barco. Abria então uma grande boca, engolindo sem problemas o navio, se revelando uma imensa baleia negra com várias cicatrizes, e olhar neutro. Eles só conseguiam ouvir o grito de Austin enquanto o barco era inteiramente devorado pela criatura marinha. E então um grande silêncio.

A grande baleia revelava de vez todo seu tamanho, sendo, talvez, 10 vezes maios que o próprio Walrus. Em cima de sua cabeça, percebiam uma figura, e ao forçarem a visão, conseguiam notar que era Hilgrin, sem um dos braços, e com vários ferimentos, mas com um olhar maníaco que os encarava como próximo alvo.

- KISAME! VOCÊ PRECISA PILOTAR O NAVIO PARA LONGE DAQUI O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL! - Nie gritava, abrindo as velas e largando as muletas, correndo para a parte inferior do navio. Ele sacava seu martelo, e subia na amurada, olhando para os três ali, com determinação. - VÃO! EU DAREI UM JEITO DE ATRASÁ-LO! - E eis que um grande relâmpago, seguido de um trovão, surgia, dando inicio a uma fina chuva que começava a cair sobre as praias do Farol. Nie logo saltaria, mas talvez houvesse tempo para um último diálogo antes disso.
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Recompensas:
 

Gastos (berries):
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptySex 17 Ago 2018, 13:52


- E agora... A Grand Line... Nie parecia feliz em voltar a navegar, o que me deixava satisfeito, com a consciência um pouco mais limpa, mesmo após aquele pesadelo. Estávamos suficiente bem para partirmos em nossa jornada, uns mais que os outros, porém não tínhamos do que reclamar, o bolso estava cheio. - Vamos lá! Já passou da hora de partirmos. Gritaria para os que me acompanhavam, ao mesmo tempo que era um adeus pros que ficavam. Nie, acomodado, mantinha o mesmo aspecto, assim como Gallore e sua simpatia que já não me irritavam tanto, e quanto o anão, bem, seu tamanho não se compara aos problemas que carrega junto consigo, mas sua sabedoria era bem vinda. Juntos os quatro entrariam em um novo mar de aventuras.

Não seriamos nós se não fossemos interrompidos no nosso momento de gratificação. A movimentação da água era forte, imediatamente me seguraria no timão. - O que pode ser agora? Eu era respondido com um ataque de outro monstro gigante, seria o meu sonho uma premonição, eu não ficaria ali para descobrir. Imediatamente giraria o timão violentamente para o lado, na intenção de fazer o barco navegar na direção contraria à criatura. - Gallore, nem pense nisso! Temos que salvar nossa pele acima de tudo! Já imaginando as ações posteriores, manifestaria-me.

Entre os acontecimentos podíamos notar uma figura um tanto assustadora e depravada, Hilgrim, que parecia domar o misterioso animal completamente fora de si. O fervor do ódio aquecia o meu sangue, porém deveria manter a cabeça no lugar e tirar Walrus de perigo. - KISAME! VOCÊ PRECISA PILOTAR O NAVIO PARA LONGE DAQUI O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL! Meu irmão desesperado, gritava. - Acha que eu não sei disso! Responderia brevemente, não sobraria-nos tempo. As velas estariam posicionadas, Nie sabia o que fazer, navegou comigo por muito tempo, não teria tempo para o desespero alheio, manteria o foco no leme e nada mais. - VÃO! EU DAREI UM JEITO DE ATRASÁ-LO! A voz era inconfundível, mas não queria acreditar. - O que você acha que vai fazer seu idiota? Todos vocês, pros canhões! A ordem era dada, mas o tritão não ouvia ninguém, literalmente, nem seu irmão mais novo.

Olhando para trás rapidamente, pude notar a posição do tubarão, a ação a seguir era previsível, mas não permitiria. Por um breve momento soltaria o leme, aproveitaria o embalo do barco e posicionaria ambos os pés sobre a estrutura da direção naval e antes que pudesse cair no chão me impulsionaria no sentido em que Nie estivesse. Voando, me arrastando, rolando, de algum jeito teria de alcançá-lo. A espada seria sacada durante o trajeto, talvez devesse acompanhá-lo, mas o seu pedido tinha sido outro. No caso de me aproximar dele, tentaria puxa-lo com a mão esquerda para o interior do barco, forçando-a ao máximo mesmo que os machucados ainda estivessem presentes. Entretanto, pensaria rápido se não pudesse impedir o pior, e o objeto em minha mão direita seria arremessado caso ele saltasse. A espada seria atirada verticalmente na direção da baleia, tomando todos cuidados para não acertar Nie e sim acompanhá-lo. - SEU DESGRAÇADO!!! TRATE DE ME ACHAR NO NOVO MUNDO! NÃO MORRAAAAA!! Gritaria inconsoladamente, os olhos fechados não deixariam a dor ser transmitida, mas o tritão estava acompanhado da minha essência e com ela viveria. - Me encontre e traga-a para mim! Os berros já não deixariam muita voz para a mensagem final.

Imediatamente iria realizar as mesmas ações, porém para retornar ao controle do barco, utilizaria toda minha velocidade para retornar ao leme e tentar estabilizar o barco, Navegaríamos em linha reta para longe do animal, torcendo para que não pudesse nos acompanhar, à esta altura, nossos outros dois companheiros já deveriam estar contribuindo para isso. O horizonte à minha frente era o caminho para se seguir, onde Nie queria estar e onde ele ira navegar para me encontrar.

Se o tubarão orgulhoso cumprisse com sua palavra, encontraríamos um momento de paz e como acreditava nele, apenas aguardaria ele chegar. - Vocês o conhecem, então não se preocupem com ele! Manteria-me no horizonte, firme e forte. A frase era para evitar perguntas desnecessárias, mas talvez me consolasse, já que assim como em meu sonho, ele...

- Strange, me de esse negócio que Hilgrim deixou! Pediria ao médico, com certeza era bem semelhante ao objeto dado por Karthus, mas este chamava muito mais a minha atenção. - A partir de agora, iremos sempre em frente, nunca para trás. No caso do médico ter me alcançado o Pose, navegaríamos no sentido em que ele apontasse.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptySex 17 Ago 2018, 19:52

Cólera



Era como se estivéssemos na calmaria antes da tempestade, as coisas estavam boas demais, uma vez eu disse que a sorte vinha acompanhada do azar e isso não se aplica apenas uma vez, tudo começou ao sermos salvos pelos marinheiros, nossas feridas foram curadas, consegui aprender coisas bem úteis e ter ótimas conversas, principalmente com Cliff, Aduum anunciou sua companhia para com a gente e uma enorme recompensa havia sido entregue em minhas mãos, quando paro para pensar até gostaria que Chinatsu e Katsuo estivessem aqui para ver todas essas coisas.

- Me pergunto se eles já resolveram o que tinham por lá, se vamos nos ver de novo. - Tudo parecia em ordem e só o que faltava era a instalação dos canhões que aparentemente já havia sido negociada por Kisame, enquanto os ajustes finais ainda eram feitos eu teria me aproximado do tritão para uma breve conversa.

- Oe Prince, eu achei isso aqui mais cedo. - Teria dito mostrando o pose em meu pulso. - Achei no convés do nosso barco, parece com essa outra coisa aí que o Karthus nos deu. - Disse me referindo ao outro log em posse de Kisame. - Tem uma coisa escrita… Berlinque, já pensou é o nome de um grande tesouro? Haha. Acho que seria uma boa a gente ir dar uma olhada rápida antes de ir seja lá pra onde essa outra agulha tá apontando. - Nosso barco finalmente ficava pronto e já não tinha mais nada que nos prendesse naquele farol, a multidão ia se dispersando e os marinheiros já se colocavam à partir, Austin ao lado de seu pai se despedia e eu lhes respondia acenando de igual forma.

- Sim! espero vê-los logo! Tomem cuidado até lá! - Uma pequena e feliz despedida, neste momento eu estaria sorrindo para a garota para demonstrar-lhe confiança, algo como “tudo só vai melhorar à partir de agora”, e junto à isso fitaria o Tenente Cliff, afirmando novamente meu desafio e me lembrando de suas gentis palavras que até mesmo me lembravam do marinheiro que uma vez me salvou na infância. - Sim, tudo só vai melhorar. - Era nesse momento que aquela sombra escura surgia do nada, meu primeiro impulso era olhar para o céu para ver se não era apenas uma nuvem tempestuosa que os cobria, mas muito pelo contrário disso era debaixo que o problema surgia, um monstro descomunal que engolia por completo o barco da Marinha, o último sinal de vida que chegava até mim era um grito feminino. - Austin… - E fácil assim eles já eram.

- AUUUSTIIIN!!!! - Gritaria me apoiando com tudo no parapeito do navio, Kisame neste momento me advertia, aparentemente nossas vidas são mais importantes em seu ponto de vista, esse não era meu pensamento na hora, a ficha ainda não havia caído, e em minha visão eles ainda estavam vivos apenas necessitando de um resgate. - Como assim nem pense nisso? Prince! Dê meia volta eles precisam de ajud… - Minha voz seria elevada e com um certo tom de desespero, mas paralisava tudo ao avistar a figura que se mantia de pé em cima daquela… Coisa. Era Hilgrim, todo acabado e sem algumas partes do corpo, mas vivo e sorrindo para nós, no momento em que meus olhos cruzassem com os do tritão um intenso frio me passaria pela espinha, as coisas ao meu redor continuavam a acontecer e Nie parecia gritar algo, mas para mim era como se os sons estivessem abafados, apenas permaneceria ali atônito sem cair a ficha do que realmente tinha acontecido, a cada segundo minha respiração ficaria mais pesada e ofegante enquanto olharia fixamente de uma forma alternada entre a baleia, esperando um sinal de vida dos marinheiros, Nie, tentando entender o que ele pretendia fazer,e Kisame, me perguntando por que ele ainda não tinha virado o curso em relação ao monstro.

O que me traria de volta à realidade seria o pulo de Nie para o mar e Kisame me pedindo a bússola, olharia para ele com ódio cerrando ambos meus dentes e punhos. - ESQUEÇA ESSA MERDA!!! - Gritaria jogando o pose em direção à seu peito como um ato impulsivo de meu sentimento. - Eu já disse para dar a volta o que você está fazendo?!! - Então agarraria ambos seus ombros onde deixaria Kisame de frente para mim e o chacoalharia abruptamente tentando acordá-lo. - Não é o seu irmão que está ali pulando para a morte?! Não são aqueles os marinheiros que salvaram nossas vidas?! Não é aquele a droga de pirata que VOCÊ deixou escapar?! - A cada exemplo diferente minha voz vacilaria de ódio à um tom meio choroso e até mesmo perdido, por fim quando ouvisse as palavras do tritão sobre seguir em frente o empurraria para me afastar e então me dirigiria até um dos canhões. - Tsch, não preciso de você. Aduum! Como eu faço pra disparar isso? Eu vou abrir a barriga dessa coisa. - Diria já com uma certa irracionalidade em minhas ações ocasionada pelo choque e desespero.

Na hora de colocar a bola de canhão minhas mãos tremeriam e soltariam a munição antes mesmo que recarregasse a arma, sentiria as dores de minhas feridas, minhas pernas perderiam as forças e eu cairia de joelhos no chão observando o piso de madeira, lágrimas escorreriam em minha face, a ficha finalmente cairia e eu perceberia que já não havia mais como salvá-los, aquela coisa é enorme e provavelmente já seria tarde demais. - Droga. - Murmuraria engolindo o choro enquanto socaria o chão com toda minha força. - Droga… Droga… Droga… Droga. - Ficaria ali esmurrando o chão com meu punho direito repetidas vezes até que minha mão nua começasse a sangrar.

Tristeza por ter perdido pessoas com que me importava, com que parecia ter criado um vínculo, confuso por tudo ter acontecido tão repentinamente, desapontamento com Kisame que se recusou a ajudá-los, preocupação com Nie que havia pulado para a morte, eram tantas emoções que eu não não seria capaz de distinguí-las, com exceção de uma que se destacaria entre as demais, raiva. Raiva de mim mesmo por não tê-los salvado, raiva por não ser forte o suficiente, raiva de ter deixado Hilgrim escapar na primeira vez que nos encontramos, raiva daquela baleia que os tinha comido, raiva de minha pateticidade que nem ao menos conseguia armar um canhão, raiva.. raiva.. raiva.. raiva.. raiva, mas acima de tudo isso um profundo ódio pelo responsável, Hilgrim. Enxugaria algumas lágrimas com minha mão esquerda enquanto meus olhos se ergueriam na mais pura cólera em direção ao tritão e logo após inflar bem os pulmões eu gritaria com todas as minhas forças restantes.

- HIIIIIIIIIIIILGRIIIIMM!!!! EU VOU TE CAÇAR SEU FILHA DA PUTA!!!! - Daria mais uma pausa para tomar fôlego. - VOCÊ OUVIU? PODE FUGIR PARA ONDE QUISER OU SE ESCONDER NA MERDA DO CORAL DE QUE SAIU, MAS EU VOU TE ACHAR E NESSE MOMENTO VAI DESEJAR TER MORRIDO HOJE!!!!! - Mais um um último grito seria dado, não em palavras mas apenas algo monossilábico para liberar toda minha fúria, logo após isso me curvaria encostando a testa no chão e cobrindo minha mão que a esse ponto deveria estar machucada fechando os olhos com força enquanto as últimas palavras ditas por Kisame ecoariam em minha mente.

- A partir de agora iremos sempre em frente, nunca para trás.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyDom 19 Ago 2018, 15:33

Os gritos de Gallore na direção do barco acompanhados das nuvens negras que agora havia no céu completavam o clima fúnebre e macabro daquela cena. Kisame já parava Gallore prevendo o que o garoto gostaria de fazer: seguir para salvá-los. Para o capitão, o que importava era eles salvarem suas peles. Para o médico tudo mudou quando ele viu o tritão acima da criatura: Hilgrin.

Com o posicionamento de Nie se sacrificando, Kisame a princípio achou que não aconteceria o seguinte, mas ao se virar, viu seu irmão se jogando de costas para o mar. O Príncipe, em uma força que não sabe-se da onde veio, se impulsiona e segura a mão de Nie, tentando impedir que o irmão vá. - Minha vida é proteger irmão. Vá, conquiste o mundo, e faça valer a pena isso. - E então o bárbaro se soltava, acompanhando os fino pingos de chuva que começavam.

Kisame gritava como Gallore anteriormente, e jogava sua espada na direção de Nie, nadando, no intermediário entre o barco e a criatura enorme. O irmão saltava nas águas e pegava ela, ficando com o machado na destra e a katana na oposta. Estava firmado o laço de se encontrarem para que a lâmina fosse devolvida.

O espadachim voltou ao leme, e começou a navegar o navio o mais rápido que podia, amparado pelos ventos daquele início de tempestade. Ele tentava tranquilizar os homens, Gallore estava muito desesperado, e Aduum parecia em choque, não conseguindo fazer nada. O pedido pelo Eternal era feito, e Strange o jogava num misto de ódio e pranto para o capitão. Ele tentava, de alguma forma convencer, mas via que o peixe não entraria na sua, e dava um empurrão nele saindo.

"Prince" seguia na direção, e o ruivo, que achava que não dependia do capitão, ia até o canhão, tentando colocar um projétil no mesmo para disparar contra a baleia, mas sequer conseguindo isso por sua tremedeira. Estava nervoso. Em seus prantos ele permanece, ao lado de Aduum que sequer se mexia, molhados pela garoa que caia.

Os gritos então saem do médico boxeador. Ele olha diretamente para Hilgrin, ainda em cima daquela baleia, com Nie se aproximando em nado rápido, e ele percebe o olhar de volta do tritão karateca. Gallore liberou seu ódio por ele, e disse que o encontraria, e que neste dia ele desejaria ter morrido. O pirata, ao longe, sorria provocativamente. Nie estava próximo, e então eles afundavam. A batalha não seria vista.

Strange permanecia no chão, com o ecoar das palavras de Kisame em sua mente. Kisame, por sua vez, estava no timão, seguindo a direção para a qual o Eternal Pose apontava. Estavam rumando a Berlinque, a pior ilha do Paradise. Aduum estava perto de Gallore, e agora um pouco mais reativo, olhava para ele tentando consolá-lo, mesmo que sem palavras, colocando sua mãozinha na cabeça do boxeador.

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyTer 21 Ago 2018, 15:39


- Minha vida é proteger irmão. Vá, conquiste o mundo, e faça valer a pena isso. O tritão determinado murmurava como se fosse o fim. O mundo parava ao meu redor e toda aquela água turbulenta parecia estar chorando, não me importaria se mesclassem-se em minhas lágrimas, porém continuaria com as mãos no timão, direcionando os caçadores para outro destino. Uma hora ou outra olharia para o equipamento que Gallore havia me dado, para ter certeza que nosso rumo continuava certo e caso não estivesse, um leve movimento de mãos seria feito com a direção para que a embarcação se deslocasse. Manteria-me quieto.

O mar tornou-se mais calmo, como uma donzela de luto, fria e molhada. E a direção ainda não mudaria. Daria alguns assovios, cantarolando uma canção qualquer que soubesse, ou simplesmente assopraria o que estivesse pensando no momento. Em nenhum instante olharia para o médico ou para o anão, nem mesmo para ver o que estariam aprontando, meu único objetivo no momento seria ancorar na ilha mais próxima de nós.

- Gallore, pode me dar sua espada? Indagaria, finalmente. Minha arma estava com Nie, ela teria me defendido por muito tempo e agora acompanharia meu irmão em sua jornada. Aguardaria até que o médico pudesse me responder, anteriormente parecia perdido, daria um tempo para ele pensar, Walrus estava vivendo um momento de muita tensão e era compreensível até para mim.

- Oh pirralho, quando você deixou de ser resmungão? Queria deixar o rapaz inquieto, talvez voltasse a ser o que era antes. - E você anão, cante alguma canção com tubarões, tenho certeza que você sabe! Tomaria uma postura totalmente contrária à habitual. O acontecido poderia acabar desmembrando o jovem grupo, o barco deveria voltar à sua rotina ou não iria perdurar.

- Tragam-me uma cerveja! Abasteçam os canhões e verifiquem o nosso estoque! Agiria conforme um capitão, teríamos que estar preparados para tudo que pudesse ocorrer a partir de agora, o mar não está pra tubarão como pudemos ver.

- Viemos de uma grande vitória agora, e como o meu irmão disse, nós devemos conquistar todo o mundo, mesmo que ele ainda não tenha nos alcançado. Deixaria suas ultimas palavras como uma promessa, sobre o convés do Walrus deveríamos jurar, informalmente. Ainda que não estivesse agindo com naturalidade, minha postura havia mudado completamente, me perguntaria o que Nie queria dizer com "conquistar o mundo", talvez fosse literalmente isso, bem, deixaria o tempo e nossas ações clarearem meus pensamentos antes disso.

Neste ponto já esperava que o garoto tivesse me alcançado sua espada, mesmo controlando Walrus, que era um dos meus tesouros pessoais, me sentia nu e desprotegido sem uma lâmina na retaguarda. - Vaaamo Gallore, alcança essa merda logo! No caso do garoto não me permitir pegá-la. - E suba na porra do mastro pra ver se encontra algo interessante para nós!


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQua 22 Ago 2018, 16:38

"O Terror do Mar"





Nie e Hilgrim já haviam submergido junto daquele monstro, não saberemos o resultado do embate tão cedo e tudo aquilo ficava para trás enquanto a chuva lavava minhas lágrimas no convés juntamente de meu sentimento de ódio, apenas um fúnebre vazio se mantinha por um tempo, era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, não se tratava apenas da morte dos Cliff’s, mas todo o ocorrido no geral, a forma como aquela coisa me olhou, como tirou uma com a minha cara, Nie ficando para trás e o sentimento de insegurança por não estar em minha casa mas sim longe o suficiente para não haver mais volta junto de pessoas que mal conheço à três dias.

- É um caminho sem volta. - Murmuraria para mim mesmo enquanto me deitaria de costas com alguns sons de esforço no convés observando a garoa que caía sobre mim, uma breve respirada funda seria dada e então olharia para Aduum, o anão poderia ser pequeno e não ter feito muito mas pude sentir que seu coração é grande, e ele tentava de alguma forma me consolar, mesmo em uma situação tão difícil, sendo assim lhe esboçaria um sorriso, mais como um agradecimento. Limparia o sangue de minha mão direita (caso tenha mesmo me machucado) e então a enfaixaria, não só como tratamento, mas como um voto do que pretendo fazer de agora em diante.

No momento em Kisame me pedisse minha espada eu o olharia com estranheza na mesma hora, é o MEU souvenir. - Se ele queria uma espada ninguém mandou jogar a própria fora. - Não o responderia, só viraria o rosto emburrado e finalmente me levantaria guardando minha coisas na mochila e colocando novamente a faixa na cabeça. Não é que eu esteja com raiva de Kisame, sei que era o dever dele de … “Capitão”, mas isso me passa a impressão que esse cara me largaria para trás sem pensar duas vezes se fosse para salvar o próprio rabo. - Talvez não seja uma boa ideia ficar dependendo dele nos momentos difíceis. - Então me lembraria de Kisame me atravessando com sua espada quando foi tentar finalizar Lan. - Nunca… -


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Ainda assim Kisame parecia um pouco diferente. - Parece que ele não é um sem coração no final de contas. - Suas falas no entanto também me faziam perceber que eu não estava agindo como o usual. - Cala a boca… - Diria meio revoltado entrando no navio em direção a cozinha. Quando estivesse sozinho bateria ambas as minhas mãos contra meu rosto como um tapa para me acordar, voltar a ser eu mesmo, e então pegaria qualquer bebida que tivesse naquele lugar, vinho, rum, cerveja, tanto faz, contanto que tivesse algo e então voltaria para o convés, faria questão de colocar um sorriso em meu rosto, mesmo que seja falso pessoas felizes tendem a sorrir, sendo assim pessoas que sorriem devem ficar felizes em algum momento, certo?

- Ei Aduum! Você conhece essa música? - Diria ao anão antes de começar a cantar uma de minhas músicas favoritas. Se eu tivesse que escolher entre os poucos senão o único momento feliz que tive no tempo em que vivi com uma tripulação pirata seria as festas dadas após os saques, eles empilhavam todo o lucro no convés dividindo bebidas, brindando para os falecidos e cantando pelo sucesso até desmaiarem de bêbados.




(Acompanhe a música no vídeo para um maior aproveitamento.


- “Parece que escapei do perigo outra vez… Minha canção de morte agora é a de vocês ♫♪ […] - Começaria então à terminar o que comecei armando os canhões. - [...] E deixem os canhões preparados pra atirar!  A dor é um detalhe, sangue algo tão comum, estanquem suas feridas mas não desperdicem Rum! ♪ [...] - E com este verso pegaria uma das garrafas que teria conseguido na cozinha e a jogaria para Kisame. - [...] Velejem a bombordo enquanto brindam o capitão ♫[...] - Dando assim um belo gole em minha bebida, enquanto cantasse me lembraria dos ocorridos, e assim como os piratas faziam brindaria aos que ficaram para trás.

- [...]♫ Avancem! Avancem! Atirem pra matar! Não parem ou descansem pra vingança alcançar, mais um barril de pólvora eu vou negociar, julgamento de fogo aos boçais vou açoitar, sempre destemido, como os piratas são, de um lado empunho a espada e a bebida em outra mão, onde festejaremos essa noite eu não sei, se no inferno ou no alto mar, feliz eu estarei ♫♪ [...]

Continuaria então cantando essa e outras músicas que conheço durante a viajem esperando que Aduum me acompanhasse, não adianta ficar deprimido, o que aconteceu nunca vai mudar e a única coisa que posso fazer diferente é viver pelos que não conseguirem, alcançar meu objetivo para honrar a fé que depositaram em mim durante a vida.



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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQua 22 Ago 2018, 23:42

No Walrus, navegando, as coisas... Aconteciam. Gallore parecia um pouco emburrado com as palavras de Kisame, que simplesmente tentava animar sua tripulação para seguir em frente depois das adversidades. Aduum parecia não saber o que responder ao tritão, ficando meio sem jeito, ou talvez só estando realmente triste.

O Príncipe lançava suas palavras motivadoras enquanto o ruivo adentrava na parte interna da embarcação de cara amarrada, e o pequeno homem ia em direção aos canhões para tentar abastecê-los. Por um instante, tudo que o tritão ouvia era o barulho das ondas leves se chocando com o casco do navio enquanto ele deslizava por sobre as águas.

Mas das portas da cozinha saia um novo Gallore Strange. Seu sorriso, era a princípio, um pouco forçado, mas todos sabiam que ele estava se esforçando para aquilo, e que não era um mero esconder de suas emoções.

O médico-boxeador ruivo perguntava a Aduum se ele conhecia uma canção, enquanto segura bebidas em suas mãos. E então, de uma forma surpreendente, começa a cantar. Talvez ele não fosse um especialista em canto e técnicas vocais, e talvez até desafinasse algumas notas, ou tivesse pego um tom não muito bom para seu timbre, mas cada palavra que ele cantava era tão... Sincera, eu diria.

Os canhões foram armados, os tripulantes com bebidas em mãos: Rum para Kisame, Cerveja para Gallore, e uma garrafa de saquê quase maior que Aduum nas mãos do próprio. O clima da tripulação mudava com as canções do pugilista, e os pingos de chuva até paravam, enquanto o céu começava a se abrir.

Distante, mas visível, eles conseguiam ver uma ilha na direção para qual o Eternal Pose, agora no pulso de Kisame, apontava. Era uma ilha grande, e a impressão que se tinha era de que possuía grandes vegetações, apesar de ficarem em dúvida sobre isso afinal, só viam como que sombras.

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 10 EmptyQui 30 Ago 2018, 00:16

Promessa - Fim




Nossa jornada tinha continuidade e o clima melhorava consideravelmente, e por clima eu digo tanto emocionalmente quanto à natureza, pois agora era o sol que iluminava nosso caminho, um pouco de descontração não fazia mal, afinal, não se deve lamuriar os mortos, e sim saudar sua partida. Claro, um pouco de descontração não fazia mal algum, mas eu não posso me esquecer das promessas que fiz, se o encontro entre mim e o Tenente Cliff só vai acontecer depois de minha morte, então tenho a obrigação de ficar mais forte pra chutar a bunda dele lá no céu - ou no inferno - e enquanto isso seguirei minha vida, mas fazendo questão de me vingar do desgraçado do Hilgrim, nem que eu tenha que ir junto.



Pensar nisso só me deixa com mais raiva, mas esse é um sentimento que eu tenho que aprender a canalizar, usar apenas para meu benefício, o que por hora não seria a situação então acho melhor me acalmar novamente. De volta ao barco, meu estoque de música se acabava. - Fazer o que? Eu nunca fui muito do tipo musical, mas é o suficiente para me estabilizar, relembrar uma boa e rara memória do passado, era disso que eu precisava. - Para nossa sorte a cantoria não seria mais necessária, o que ocuparia nossa atenção e vista agora seria nosso novo destino destino crescendo cada vez mais no horizonte. - Como era mesmo o nome que estava escrito? … Berlinque, isso. - De longe me parece só uma floresta, mas hey, não é em lugares assim que os figurões escondem seus tesouros e esconderijos? Tenho certeza de que coisas boas virão dali, ou espero. - Qualquer coisa a gente dá meia volta e segue a outra coisinha que ganhamos de Karthus.

- Terra à vista! - Gritaria em êxtase enquanto subiria no mastro para ter uma visão mais privilegiada da ilha, e assim que Kisame a afirmasse minhas suspeitas sobre ali ser Berlinque, nosso destino, e estivéssemos próximos o suficiente para aportar eu iniciaria os procedimentos padrões ainda que seguindo as instruções do navegador. Pularia de cima do mastro utilizando-me de meus dotes acrobáticos para já descer segurando a corda que quando puxasse recolheria as velas, em seguida iria até a âncora e aguardaria o momento certo indicado por Kisame, que assim que ordenado eu à soltaria no mar terminando nossa atracagem.

Ali estaria a terra firme, um novo recomeço, eu só precisaria fazer uma última coisa antes. O sorriso de antes sumiria de meu rosto que agora se manteria em uma feição séria enquanto caminharia em direção ao tritão, e quando estivesse próximo o suficiente retiraria minha espada com bainha e tudo da cintura estendendo-a para o espadachim que antes a havia requisitado, no entanto não a soltaria de uma vez, assim que o tritão fosse pegá-la eu a seguraria com força impedindo-o de tomá-la e então olharia bem em seus olhos.

- Eu entendo porque teve de fazer aquilo e não vou culpá-lo pelo que aconteceu, seria injusto com você, Mas Kisame… - Diria seu real nome em tanto tempo para demonstrar minha seriedade. - Quero que me prometa uma coisa, se o seu irmão vivo ou morto não voltar com a cabeça daquele filha da puta, nós vamos caçá-lo, e a carcaça daquele peixe vai ser minha, entendido? - Seria minha condição, a partir de agora, sem mais piedade, procurarei apenas o domínio absoluto contra meus oponentes, mostrarei daqui pra frente à todos os tolos o que acontece quando se desafia Gallore Strange. Assim que o tritão concordasse, assentisse ou apenas se mantivesse em silêncio eu relaxaria de vez soltando a espada e retornando à meu habitual sorriso mesmo que apenas de canto de boca juntamente à ação de observar a ilha, imaginando o que ou quem poderia estar à espreita, sejam essas coisas boas ou ruins.

- Muito bem… Vejamos a confusão que vamos arranjar por aqui…



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