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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptyQui 01 Mar 2018, 15:57

Relembrando a primeira mensagem :

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Gallore Strange, Kisame e Nie. A qual não possui narrador definido.


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Remenuf
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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptyDom 01 Jul 2018, 22:22

O Fantástico Sr. Raposo



Se lembra quando disse que a Deusa da Sorte vem acompanhada com o Azar? Pois é, estava estranhando o porquê de sua demora, sabia que aquilo tudo estava fácil demais, que não era normal eu ter acertado tantas agulhas assim, que a tripulação de Hilgrim fosse tão fraca, que as barracas queimariam com tanta facilidade sem a aparição de alguém, e mais importante, eu sabia que a silhueta que havia visto mais cedo não poderia ser um mero delírio. Da mesma forma que universo dá ele tira, e sendo assim logo que os soldados rasos foram eliminados minha dupla de irmão “favoritos” aparecia novamente para dar o ar da graça, como sempre, com um ataque surpresa. - Começo a imaginar que essa tática de bater e correr deles dá muito certo. -

- Tsch… Covardes. - Murmuraria para mim mesmo enquanto levaria a mão até minhas costas onde começo a ter um certo formigamento, e digo isto para não admitir a puta dor que estou tendo neste exato momento em que me seguro só para não lacrimejar. - Sangue? E nesse lugar… Merda.

- Filha da Puta! - Gritaria para o que me esfaqueou, sinceramente já não sei mais quem é quem, esses pais que não tem criatividade para nomear seus filhos, imagine se fossem gêmeos. - Eu poderia ter vendido esse Rim!! - Seria dito por mim com minha incrível habilidade de dizer coisas inconvenientes ou piadas no momento errado,no momento em que ouvia as provocações dos dois decepção e inconveniência passavam por minha mente.

- Cara… - Suspiraria em desânimo como uma reação às chacotas. - Por que não fui eu o arremessado até o navio? Agora preciso lidar com esse dois idiotas... - Seriam meus pensamentos que por conta de basicamente não me importar muito seriam ditos em voz alta sem nem perceber enquanto andaria até minha nova espada usando-a para cortar um pedaço de meu manto antes de embainhar-la. - Olha… Vocês não acham que falta um pouco de moral pra provocar levando em conta que já fugiram umas duas vezes? - Juntamente à minhas falas estaria enrolando o pedaço de tecido cortado em meu ferimento só como uma medida provisória.

- Vou ter que acabar com esses caras o mais rápido possível.

- Bom, acho que tanto faz, gente que nem vocês parece só aprender na marra mesmo. - Imagino que seja do feitio dos dois ficar enrolando antes de começar a luta então não me preocupo muito de interromperem minhas falas, e se o fizerem apenas adiantaria minhas ações cortando algumas frases. Dito isto agacharia como se estivesse me aquecendo ao mesmo tempo em que analisaria o campo ao meu redor para ter o melhor combate possível.

- Aduum, se lembra da minha última pergunta? - Sorriria maliciosamente para o anão claramente me referindo a fraqueza das akumas no mi. - O Nie pode te ajudar, deixa que eu tomo conta desses dois por enquanto.

- Vejamos se a fruta melhorou alguma coisa das suas habilidades. - E sem enrolar mais nenhuma segundo daquela mesma posição abaixado e com as mãos no chão eu me impulsionaria em direção ao que aparenta ser o mais fraco dos dois, Dan, o boxeador.

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No meio da corrida aproveitaria para remover meu manto em que assim que me aproximasse o suficiente o jogaria em direção à raposa como uma distração para que desse tempo de focar seu irmão no qual analisaria rapidamente mantendo um jogo de pés de pequenos saltos ziguezagueando em uma forma de não criar nenhuma trajetória específica, se sua guarda estivesse aberta já iniciaria com um upper de esquerda no meio de seu estômago esperando uma movimentação em resposta. Seja logo que eu me aproximar, durante ou após meu primeiro golpe e o garoto de mechas azuis tentar me acertar com um soco eu imediatamente esquivaria já me aproveitando da movimentação do meu jogo de pernas para ir para o lado do golpe tentando ainda me manter de frente com o boxeador, assim que seu ataque passar direto por mim ou me acertar eu na mesma hora tentaria passar meu braço por debaixo de seu membro atacante dando uma volta nele e mirando seu pescoço onde o enforcaria pressionando para cima com meu polegar e indicador a extremidade de sua mandíbula, uma região muito suscetível a dor, meu movimento no entanto não se restringiria à isso e se for bem sucedido já avançaria meu pé direito para entre suas pernas no intuito de me dar uma melhor base para um giro em direção à raposa no qual uma vez completo já golpearia Dan na barriga com a palma semi aberta, tanto para causar-lhe algum dano como também para usá-lo de defesa e com sorte fazer os dois irmão se acertarem caso Lan venha a atacar neste exato momento.

Se a estratégia anteriormente citada funcionar ao menos até a parte do arremesso e a raposa venha a se esquivar eu utilizaria-me de sua trajetória possivelmente previsível para tentar acertá-lo com um jab de esquerda já recuando tendo acertado ou não. No entanto se falhar em meu agarrão inicial e perceber Lan vindo me atacar pelas costas novamente eu utilizaria-me do corpo do boxeador como apoio para pular por cima dele já aterrisando com a tentativa de uma cotovelada para trás em suas costas logo antes de me virar onde daria algumas passadas para trás.

Após isso me manteria circundando a dupla com saltos e meu jogo de pés tentando evitar que seja flanqueado e esperando a chance perfeita para um golpe de oportunidade, se Dan vier a me atacar neste caso eu desviaria recuando para trás até o limite de seu punho onde assim que seu golpe fosse parado pela própria limitação de alcance eu imediatamente desferiria um direto de direita em sua traqueia com os os ossos dos dedos médio e indicador um pouco salientes no intuito de causar maiores danos. - Golpe na Traqueia, se for bem aplicado pode interromper a respiração e levar à um rápido nocaute.

Nos casos dos ataques de Lan minha abordagem teria que ser um pouco diferente, afinal animais são imprevisíveis, e o único jeito de vencê-los é sendo tão maluco quanto, no momento em que a raposa viesse com um ataque contra mim e visse que seu corpo começaria a transmutar eu tentaria me lembrar das vezes anteriores e o tempo exato que leva sua metamorfose junto à uma estima aproximada de sua altura para que quando o gatuno tomasse sua forma humana eu já estaria esperando-o com um gancho de direita bem no rosto, caso contrário desviaria com rolamentos para os lados, afinal, o alcance de suas adagas é curto, e no caso de ele continuar na forma de raposa para me atacar seja com arranhões ou mordidas eu tentaria me esquivar para o lado deixando-o seguir sua trajetória para quando for conveniente segurar seu rabo com as duas mãos e forçá-lo em uma batida contra o chão.

Vale lembrar que como meus oponentes são dois só atacaria se visse que seria possível sem ser surpreendido pelo outro, por outro lado se não conseguir desviar tentaria aguentar o golpe e principalmente a dor para forçar um pouco meu corpo em realizar os movimentos planejados. - É melhor do que prolongar essa luta por falta de esforço. - Não só isso como quando visse que não teria escapatória ou que eles estariam começando a me cercar eu recuaria alguns passos para trás na tentativa de resetar nossas posição, nesse meio tempo aproveitaria para ver se conseguia observar como Kisame estaria ou qual seria a situação de Aduum caso ele tenha concordado com minha ideia.

- Vamos Lan qual o problema? Você não disse que conseguiria nos derrotar se treinasse por um dia? - Zombaria do ex-caçador se minha situação fosse favorável.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptyTer 03 Jul 2018, 19:56


Um golpe muito forte acabara me levando ao meu objetivo, antes que pudesse me recuperar da queda, era notável a postura do meu inimigo. Sua face só me dizia uma coisa, morte. Estaria dolorido pelo impacto causado ao meu ombro, porém este era o membro que evitaria utilizar para erguer-me novamente. Minhas pernas fariam o trabalho de me apresentar de uma forma correta para o capitão dos homens-peixe. - Parece que este impasse vai ser decidido por nós, esse barco vai guiar apenas um capitão! Com muita firmeza, manifestaria-me para ele. Hilgrin não parecia ter um indivíduo de muitas palavras, não que elas fossem muito úteis em um momento como esse e com seres como nós.

De maneira rapido, porém cuidadosa, tentaria me levantar. Faria alguns movimentos leves que estimulassem a circulação em meu ombro e para que eu soubesse o seu limite para cada ações que fosse realizada a partir desse momento. A dor é momentânea, mas a glória é para sempre, e com esse pensamento em minha mente, prosseguiria de cabeça erguida para encarar mais um desafio.

Se porventura ele atrapalhasse minhas falas ou se recusasse a se entregar e partisse para o afronte, rapidamente empunharia minha arma. Tentando me acertar com seus membros - sejam eles superiores ou inferiores -, velozmente cortaria-o, com um golpe direto da minha espada visaria incapacita-lo em meio ao seu próprio ataque, não mediria forças, atacaria para ferir gravemente. No caso de ataques com armas, utilizaria minha espada para bloqueá-los, colocaria a arma à minha frente para evitar que tivessem contato físico com o meu corpo, porém se houvesse mais de uma arma, tentaria bloquear o golpe e então utilizar toda minha força para empurrar o meu adversário, me precavendo contra ataques sequenciais e criando um espaço para ação. Uma vez que eu fosse atingido, sem demora tentaria me recompor, ao mesmo tempo que iria me afastando do oponente me esgueirando para trás - apenas se o ataque fosse forte o suficiente para me abalar -.

O criminoso, mesmo que não estando afim de conversar, ficaria ciente das minhas intençoes. Iria partir para cima do mesmo, assim como seria posteriormente às minhas façanhas de defesa no caso de investidas. Com a espada em mãos, partiria para cima do homem com uma estocada veloz, a arma seria posicionada horizontalmente ao meu corpo, porém com sua ponta direcionada ao inimigo e com um avanço de posição, tentaria perfura-lo. O intuito era acerta-lo no obro, porém se ele desviasse e durante seu movimento fosse possível acertar algum outro membro, assim faria. Uma vez que desviasse, para qualquer dos lados que fosse, minha espada o seguiria-o, utilizaria toda minha força para aplicar um corte lateral em seu corpo. Evitaria longos espaços de tempo entre minhas ações, aproveitaria as brechas caso elas fossem dadas pelo meu inimigo.

Saindo ileso, não teria outra alternativa a não ser continuar atacando, agora observaria bem o ambiente que estaríamos, vendo se era possível cada ataque e defesa, sem que tivesse algum obstáculo para me prejudicar, evitaria cada móvel ou objeto nas redondezas, não saberia se teriam modificado algo na Walrus até que estivesse diante de mim. Novamente tomaria a frente e tentaria atacar antes. Correria em sua direção com a espada próxima ao meu corpo, me aproximando alguns metros, ela seria posicionada logo a frente no ataque, um posição favorável que me possibilitaria um ataque ou defesa rápida. Quando a distância se encurtasse o suficiente para acerta-lo, deferiria um corte diagonalmente em seu peito, o mesmo movimento seria feito repetidas vezes apenas alternando os lados de onde se iniciaria. Dentre essa sequencia de golpes revezaria algumas vezes com estocadas.

Todavia se meu adversário tentasse atacar em conjunto comigo ou entre os intervalos dos meus ataques, rapidamente colocaria a lâmina do meu equipamento à frente de sua arma ou membro, tentaria um rápido bloqueio utilizando toda minha força para que não entrasse em contato comigo e posteriormente retornaria a atacar. Nesse bloqueio, sempre tentaria impor minha força física acima do oponente, com o intuito de ricochetear seus ataques, o que poderia mexer com seu equilíbrio, uma ótima oportunidade para minha sequência de agressões quee só pararia quando ele não pudesse mais se mexer.

Uma vez que ele fosse derrotado, incapacitado, ou morto...- Você escolher navegar em águas erradas, deveria ter renegado a tudo logo após ter visto o Príncipe dos Mares!


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptyQua 04 Jul 2018, 19:00


Naquela noite estrelada, de lua cheia, a iluminação das batalhas que se tinham era dos astros e do fogo. E o fogo também estava presente em meio aos duelos que agora tornavam-se mais agressivos agora com a chegada da dupla Dan e Lan, além é claro da predisposição do soberbo Hilgrim em lutar contra Kisame.

Atentemos-nos, por um instante, nas batalhas que ocorriam para fora da embarcação, naquele terreno rochoso da Red Line. Gallore passava, quase que em código, uma ideia para Aduum, que sorria, determinado, mexendo com a cabeça como se tivesse entendido o recado. Uma provocação para Lan, que permanecia com aquele típico semblante provocativo, arrogante. Já Dan estava com um olhar fechado, compenetrado.

Era contra o irmão "mais fraco" que Strange avançava, dando o primeiro passo daquelas batalhas. Com um impulso para corrida, ele se aproximaria de Dan, mas ao mesmo tempo jogava a capa que vestia contra Lan, o que era aproveitado por Burbrand e Nie em seu avance contra o akumado.

Próximo o suficiente, Gallore conseguia quase que ver nos olhos de Dan um certo ódio, e este ódio o movia a, com um impulso para frente e amparado em uma das pernas, esticar seu braço e deixar seu corpo de lado em um potente golpe inicial contra o outro boxeador. Gallore, contudo, esperto, e tinha já um plano em sua mente.

Ele conseguia, com suas habilidade de esquiva amparadas pelos conceitos acrobáticos, passar pelo soco e então investia em uma espécie de imobilização contra o pirata de cabelos azuis. Dan, percebendo talvez o que estava acontecendo, ou mesmo por instinto, da batalha, juntava-se ao caçador de recompensas, não tentando se desvincilhar.

Eis então que ele se impulsionava para o lado, na direção de Gallore, fazendo com que este perdesse o equilíbrio, o que levava os dois para o chão, mas com Dan por cima. No momento do impacto com o solo rochoso, o pirata pressionava seu cotovelo contra o peito do médico, e com o bater, Strange sentia o poderoso golpe que tomava em seu tórax, enquanto sentia quase que um partir, e sabia que era uma costela.

Não tinha certeza se havia realmente quebrado, mas uma fratura era certa. Apesar do retalho de capa que havia deixado provisoriamente em seu ferimento nas costas, ele sentia o machucado como que se abrir mais com a queda. Talvez não muito, mas era uma dor infernal.

E Dan não parava. Caindo pro cima de Gallore com seu cotovelo, e estando por cima dele, se ajoelhava rápido, e então começaria uma sequência brutal de socos contra a face do boxeador alpaca. Seriam socos brutais. Só o primeiro soco, extremamente rápido, fazia Strange sentir certa quantidade de sangue em sua boca, dor. Seriam socos brutais. Mas só seriam...

A figura de Nie surge na visão de Gallore, descendo o machado com fúria contra as costas de Dan, enquanto Aduum dava um salto quase na altura da cabeça de Lan, tentando acertar-lhe um poderoso chute em seu queixo, que era desviado com um movimento ágil do ruivo para trás.

De qualquer maneira, a lâmina de Nie se chocava com a carne das costas de Dan e Gallore conseguia ouvir até o som do ferimento se abrindo, além do semblante de dor do pirata. O rapaz de madeixas azuladas se levantava, e estaria pronto para atacar Nie agora, contudo, ele ficava de lado, de forma que não dava as costas para Gallore, ainda no chão.

- Parece que este impasse vai ser decidido por nós, esse barco vai guiar apenas um capitão! - Kisame, de frente para o capitão que roubara seu navio, Hilgrim, se levantava enquanto lançava tais dizeres, no convés de Walrus. Ele sentia o ombro esquerdo com extrema dor, e até com uma certa dificuldade de movimentação, mas aquilo não podia parar o Príncipe dos Mares.

De cabeça erguida, e espada em mãos, Kisame iniciava seu avance, e Hilgrim apenas ficava o esperando, com os punhos cerrados e erguidos. Próximo o suficiente, o espadachim tentava um golpe  reto, seco e preciso contra o ombro de Hilgrim, que girava em torno do próprio eixo, se movendo para o lado de Kisame.

Contudo, o Príncipe previra a possibilidade de tal esquiva, e tentava acompanhar o inimigo com sua espada. Hilgrim, em meio a seu giro, tentava um poderoso soco contra as têmporas do adversário. No final, ambos eram de certa forma acertados.

O caçador de recompensas recebia um golpe no lado da cabeça que o faria tontear logo em seguida, dando um passo para o lado, com a visão até um pouco escurecida por um instante de segundo. O pirata recebia um corte a altura de seu peito, não muito grande, mas que causaria um breve sangramento.

Hilgrim se distanciava, passando a mão no peito e vendo o sangue em seus dedos. O olhar agora direcionado contra Kisame era fechado, de ódio, diferente do que já havia visto. Um novo avance se iniciava, da parte de ambos.

Em um segundo, eles já estavam próximos de novo. Kisame tentaria um corte contra o inimigo, mas eis que a tontura lhe fazia efeito e ele não conseguia acertar de forma plena o movimento. Um sorriso brotava no rosto de Hilgrim no mesmo instante, enquanto ele se jogava de joelho no chão de madeira do convés, deslizando pelo lado de Kisame enquanto aplicava um golpe com os dedos, estando com mão aberta, diretamente no ferimento praticamente sarado do caçador de recompensas, fazendo com que se abrisse no mesmo instante, com o penetrar rápido do golpe.

Hilgrim passava, dando uma cambalhota e ficando de pé. Kisame vacilava, quase caía, mas a tontura do primeiro golpe passava. Apesar disso, agora ele sentia novamente o latejar do ferimento em sua perna, de um jeito terrível, que talvez até comprometesse sua movimentação.
Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptyQua 11 Jul 2018, 20:08


- Ei Hilgrin, parece que você está putasso comigo! Estas seriam minhas ultimas palavras, antes de começar a evitar a dor causada pela pancada do capitão. Lamentaria por não ter acertado o inimigo em cheio, mas vida que segue. Acontecimentos que apenas aumentavam minha raiva, por mais que tivesse um minuto para distração, estaria enfurecido e meus próximos ataques já seriam limitados pelos meus membros, porém agora me sobrava apenas um ponto para focar toda minha força. Por pouco tempo agiria irracionalmente, visto que a batalha não estaria ao meu favor, não permitiria que um sentimento tosco arruinasse meu futuro brilhante como um rei. Uma compostura diferente seria adotada e a clássica conduta de espadachim seria tomada novamente. Já que os ataques não estavam surtindo efeito, aproveitaria-me das vantagens que meu estilo de combate possibilitaria e com contra-ataques tentaria inverter a situação atual.

Imediatamente voltaria a fitar o tritão independente de onde estivéssemos posicionados, de novo me colocaria ereto, com minha perna ferida um pouco mais atrás e a que me restou - saudável - sustentando todo o meu peso. Apenas uma de minhas mãos - a direita -, estaria segurando a espada que me pertence, de modo que a mesma ficasse sempre a frente de meu corpo como se esperasse pelo pior. Meu ombro ferido seria poupado desta vez, resultando na anulação do meu braço que também seria posicionado para trás, me deixando de lado para o inimigo.

Desta vez não iria ataca-lo diretamente e se meu adversário interrompesse minhas ações, logo deixaria de realiza-las para focar em minha defesa. Na postura aguardaria os ataques de Hilgrin. Na hipótese do tritão atacar diretamente permaneceria parado até o instante final de seu ataque - aproximadamente a extensão da minha espada - moveria-me e antes de tudo não permitiria que o mesmo saísse de meu campo de visão. Seria mais uma queda rápida já que apenas uma de minhas pernas estaria totalmente funcionais. Analisaria cada passo para que não pudesse ser pego de surpresa nos instantes finais e já que minha movimentação estaria debilitada por conta da dor, um pouco de concentração a mais poderia me ajudar e se um segundo ataque viesse contra mim, com rapidez executaria o mesmo movimento, entretanto voltado para o outro ataque e sua respectiva direção.

Independente do sentido ou direção que seu ataque, responderia da mesma forma, atacando. Esquerda, direita, rasteiro ou por cima, tudo seria respondido à mesma maneira, apenas por sentidos opostos. Se o seu ataque viesse pela direita - sendo soco ou chute - lançada contra minha pessoa -, minhas mãos logo levariam a arma em conflito à investida, porém partindo da esquerda para direita, esperando que a força fosse suficiente para ferir meu adversário, visando sempre acertar seus membros atacantes e desta forma reagiria para diferentes direções - com um corte certeiro que rumaria horizontalmente caso o ataque viesse na vertical e assim também para o inverso. Nada de defesas, visto que meu oponente conseguira me acertar de qualquer forma, talvez fosse sua agilidade ou simplesmente a fragilidade em minha visão. Em todo instante procuraria explorar o máximo de meus atributos para que não perdesse tempo ao contra-atacar.

No caso de ataques direcionados contra mim em linha reta, da mesma maneira ficaria posicionado entretanto no momento de atacá-lo, assim que ele estivesse se aproximando para desferi-lo, tentaria corta-lo com um movimento vertical de minha espada. Levantaria a mesma até a distância máxima que meus braços alcançassem e desceria a mesma em alta velocidade. Procuraria atingir uma área de ataque um pouco maior desta vez, uma grande meia lua para evitar que o peixe saltasse sobre mim e meus ataques.

Se porventura meus afrontes fossem bem aplicados, ou defendidos por Hilgrin, mesmo que ricocheteados ou então se entrássemos em uma disputa de força, minha próxima ação seria a mesma para ambas. Velozmente minha mão esquerda, em um ultimo momento de desespero agiria. Iria de encontro ao meu oponente tentando segura-lo, assim como minha cabeça partiria em alta velocidade para uma mordida - priorizaria o membro que estivesse atacando -, onde quer que fosse e traria-o para perto de mim com um puxão - visando dilacera-lo se a mordida fosse bem executada -, ao mesmo tempo que tentaria faze-lo perder o equilíbrio. Posteriormente a mão que estaria empunhando a lâmina  traria-a na direção do alvo e com movimento retilíneo, cravar na barriga do criminoso. Utilizaria toda minha força à cada instante do combate, principalmente na ultima investida onde procuraria atravessar o corpo do meu inimigo e fazer com que a ponta da arma alcançasse o outro lado, de tal maneira prenderia-o, facilitando o meu trabalho para o resto da empreitada.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptySex 13 Jul 2018, 20:17

Contra-Ataque



- Grhrm… Droga, juro que quando vi a Chinatsu lutar contra esses caras no beco parecia muito mais fácil. - Imagino que Lan devido a essa tal fruta deve ter ficado mais forte, mas não esperava todo esse poder bruto do outro idiota de azul, seria meu pensamento por um breve momento ainda no chão com os olhos lacrimejando de dor. Foi tudo rápido demais, quando me dei conta estava no chão com alguém em cima de mim socando meu rosto… De novo. - Essa péssima mania de subestimar meu oponente, não vai ser fácil de me livrar dela.

- Hey! Pelo menos eu não perdi outro dente. - Mas foi quase, aquele soco não foi brincadeira, claro que se eu não estivesse sem ar devido a pancada no peito eu teria me virado sem problemas, e independente de interrupções ou não tenho certeza que conseguiria matar ele em mais um golpe de continuássemos naquela posição, não foi dessa vez, Nie aparecia com seu impiedoso machado e eu acho que até estou começando a entender esses dois tritões com que tenho andado, porque o som das costas de Lan rasgando era como música aos meus ouvidos, mas ao mesmo tempo em que era salvo o sangue em minha boca começava a amargar com aquela situação, o pirata estava de pé novamente mirando Nie enquanto eu permanecia ali no chão como um estorvo.

- Tsch… Como eu vou ser alguém se não consigo nem lidar com um pirata qualquer? - Com um grito tanto de frustração quanto para canalizar a dor, esta que por sinal venho tentando aguentar, bateria com ambos os braços no chão me impulsionando em um rolamento para trás onde já cairia de joelhos flexionados à fim de ter uma posição perfeita para investir novamente. - OOOOOEEE!!! - E com este grito avançaria em um furioso dash em direção à Lan, ao menos é isso que quero que ele pense, que perdi a cabeça, que estou atacando sem razão alguma, mas qualquer distração que ele venha a ter pode significar sua ruína, tanto vinda de mim quanto de meus companheiros que podem se aproveitar de qualquer momento, não vou mais dar mole para você, cada golpe tem que ser dado como se fosse o último…

- Pode vir!

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Assim que me aproximasse fintaria um jab de esquerda esperando alguma reação do fugitivo, este tendo alguma resposta de esquiva, bloqueio ou contragolpe eu imediatamente recuaria um passo já usando a perna da retaguarda de eixo para girar em um sentido antihorário me impulsionando para a esquerda de meu oponente com os joelhos um pouco flexionados para facilitar uma esquiva onde se bem sucedido tentaria encaixar, de costas para meu oponente, uma forte cotovelada esquerda na lateral de seu rosto, nas têmporas para ser mais preciso, onde se acertasse já recuaria novamente alguns passos para trás.

- Pode não fazer sangrar como ele fez comigo mas garanto que os efeitos internos serão bem piores, principalmente se ocasionar em uma concussão.

Caso contrário e ele não tenha reação alguma perante o meu avanço eu procederia da mesma forma mas sem recuar o primeiro passo, imaginando que geraria um tempo de execução ainda menor, claro que também estou muito bem ciente de meus ferimentos, então se no momento em que ficar de costas para Lan perceber que este tentará um ataque desleal em minhas feridas, especialmente se for no rim ou na costela “coisada” (para não dizer que quebrou), eu imediatamente interromperia minha ação se estiver fazendo alguma e então tentaria me esquivar indo para a diagonal no intuito de o golpe passa direto por detrás de mim onde eu o agarraria caindo por cima de seu braço enquanto que meu outro braço livre desceria no peito ou costas do boxeador no momento em que fôssemos ao chão novamente, não pararia por aí, e se conseguir fazer essa última ação já giraria meu corpo em sua direção rotacionando um soco visando afundar seu rosto com um de meus punhos enquanto desta vez eu ficaria por cima ( ͡° ͜ʖ ͡°) mas já tentando sair dali com um salto para a retaguarda antes que ele revidasse, tentando fazer a mesma linha de ação caso eu não consiga desviar em tempo hábil e ele me acerte.

Não posso esquecer também que apesar de gostar muito de lutas um contra um, este não é o caso, estamos batalhando em grupos, ou seja, em equipe, sendo assim entre minhas ações tentaria sempre coordenar posicionamento com Nie ou Aduum para que um sempre possa aproveitar o pequeno espaço de tempo que o outro ganhará.

Independente dos acontecimentos prévios, no momento em que tomasse uma certa distância eu assumiria uma outra posição, uma que o boxeador só deve ter presenciado de longe por detrás das barracas, sim, tomaria uma postura de um espadachim segurando o cabo da arma com minha mão direita prestes a desembainhar sua lâmina em um golpe mortal já avançando contra Dan, mas diferente do que espero que ele pense eu não sacarei a espada para cortá-lo, e sim tentarei me aproveitar dessa finta de golpe horizontal para para mirar um jab de esquerda em linha reta contra sua traquéia bem entre as duas clavículas, e sendo bem sucedido ou não já daria um pequeno salto para trás dessa vez sacando de verdade minha espada e à jogando para cima com uma angulação bem leviana para frente.

O ato de arremesso serviria tanto como distração quanto para um golpe futuro onde logo após de jogar a lâmina já me aproximaria novamente do boxeador, dessa vez com os joelhos bem flexionados, punho esquerdo em guarda e o direito pronto para um uppercut, novamente nada mais que uma finta onde aproveitaria minha posição para tentar me esquivar e pular por cima do ombro do pirata com uma pirueta onde no momento da descida com uma certa ajuda de minha noção temporal e um pouco de malabarismo eu tentaria apanhar minha espada em pleno ar já a segurando como se fosse apunhalar alguém com uma faca e tentando cravá-la no trapézio de Dan para baixo no intuito de uma perfuração pulmonar, e com o tempo, óbito.

Como disse antes essa não é uma luta de um contra um, levando isso em consideração, por mais que espero que um de meus companheiros segure a raposa nem que por um curto espaço de tempo até que eu dê um jeito em seu irmão, tentaria sempre me manter atento à Lan e em especial para com ataques furtivos, sempre que visse que ele viria me atacar tentaria recuar para longe brincando um pouco com o gatuno e provocando-o com um sorriso malicioso para tentar posicioná-lo em um local favorável de ataque de meus companheiros juntamente à minha tentativa de arrastar a luta até o mais próximo do mar possível.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptySex 13 Jul 2018, 23:23

Naquele instante Hilgrim e Kisame eram inimigos mortais. Não tendo talvez tempo para muitas falas, Kisame lançava uma única provocação sobre seu inimigo estar "putasso", e só via ele se aproximando novamente em uma outra investida em sua direção. O caçador, com a espada apenas empunhada pelo braço bom, com o corpo um pouco virado, simplesmente aguardava.

Já próximo, Hilgrim saltava pelo lado de Kisame, erguendo sua perna e girando no ar, para acertar um chute bem localizado nas costelas do espadachim, que em troca passava de forma limpa sua espada próxima a canela do pirata, abrindo um bom corte ali. Novamente a distância, e a troca de olhares. Ambos sentiam certa dor, mas não fraquejavam.

Hilgrim ousava em avançar de novo, agora saltando e dando um mortal quase que próximo de Kisame, encolhendo seu corpo para tentar um golpe com ambos os cotovelos, descendo-os contra a cabeça do Príncipe dos Mares. O Príncipe, por outro lado, erguia seus braços e descia sua espada contra o inimigo em um movimento em arco bem aberto.

Kisame era acertado pela dupla cotovelada, fazendo com que dois cortes se abrissem acima de seus supercílios, e o sangue descesse para próximo de seus olhos, escorrendo por sua face e talvez logo atrapalhando a visão. Hilgrim recebia um corte profundo no ombro esquerdo, que descia por seu tronco quase até a cintura. Pela gravidade do corte, Kisame conseguia perceber mesmo com suas praticamente nulas habilidades médicas, ele parecia quase ter perdido os movimentos daquele membro. Alias, talvez com mais poucos golpes ali, o membro pudesse ser até decepado.

Contudo, aquilo não acabava por aí. Logo que seus pés tocavam o chão, Hilgrim sentia a mão esquerda de Kisame, mesmo com dificuldade por conta da lesão no ombro, lhe puxar. E então a grande mordia do tubarão vinha sobre o pirata karateca.

O caçador de recompensas sentia então sua mandíbula travar no momento do fechar, da mordida em si. Se via então Hilgrim, com ambas as mãos, segurando sua boca. A destra ia virada para cima, segurando a parte superior da mandíbula, e a canhota de forma oposta, segurando a parte de baixo. Kisame sentia seus dentes penetrarem na carne das mãos do inimigo, mas mesmo assim ele insistia em segurar a mordida, demonstrando a imensa força que possuía. Inclusive, era possível sentir o gosto do sangue do capitão pirata pingando em sua língua, o que aos poucos ia incitando seus instintos selvagens.

Hilgrim então empurra Kisame para frente, mesmo com as mãos machucadas, o fazendo recuar, de guarda aberta por um instante, que era aproveitado pelo karateca para emendar sua sequência: um poderoso direto que acertava em cheio a face de Kisame, fazendo ele sentir um estranho partir em seu nariz, seguido de uma forte dor; um soco no abdome, que o fazia se inclinar para frente e sentir, por um instante, o gosto de sangue, agora o próprio, na boca; e, para finalizar, agora mais próximo do parapeito do navio por conta dos dois outros golpes anteriores que o fizeram recuar, Kisame recebia uma forte cotovelada ascendente, que além de intensificar as dores na parte inferior de sua mandíbula, o fazia se desequilibrar para trás, e cair no mar.

Kisame caía em uma espaço um pouco "limpo" debaixo do mar. Uma região de corais abaixo de si forrava o chão de maneira que, com falta de cuidado, poderia se machucar. Então, descia da superfície Hilgrim, com seus ferimentos também, mas em sua expressão um olhar selvagem, de uma besta. Estavam ambos naquela espécie de arena que a própria natureza formara para sua batalha: um lugar quase redondo, de no máximo 10x10, a 3 metros da superfície. Aos lados, era uma parte mais baixa, onde a profundidade aumentava para mais de 6 metros, porém com algumas elevações e rochas que estariam a altura da "arena natural" onde os adversários estavam. Agora era a hora da verdade, ambos os tritões em um ambiente que aumentaria suas velocidades e efetividades... O que poderia acontecer?

Já Gallore, não muito longe daquela situação, se recuperava rapidamente dos golpes que havia recebido, saindo em um avance que passava por Nie e Dan, indo diretamente na direção da raposa, que batalhava contra Aduum. Na verdade, no momento deu seu dash, no instante exato antes de sua aproximação, percebia um ataque de Lan contra o companheiro anão, com o cabo de sua adaga, bem na cabeça do homenzinho, o lançando para o chão.

Com uma finta precedendo um golpe poderoso, Gallore tinha seu primeiro movimento bloqueado pelo ruivo, que passava sua adaga pelo braço do médico abrindo ali um corte não muito profundo, mas que sangrava. O segundo movimento, contudo, era certeiro e conseguia atingir a têmpora do adversário, apesar de não com tanta efetividade quanto esperado. Lan tonteava, mas não caía, e se Aduum estivesse de pé provavelmente aproveitaria da oportunidade.

Em meio às suas estrategias, ataques esquivados/bloqueados, e as trocações de posições que ocorriam junto de Nie, Gallore conseguia colocar uma espécie de plano seu em prática, descendo contra Dan, com a espada girando no ar, e agarrando-a, mesmo que meio sem jeito, para cravar sua lâmina no trapézio do garoto de cabelos azuis.

Lan, vendo aquilo, parecia se desesperar e então acertava uma facada precisa no abdome de Aduum, que estava se levantando, abrindo um rombo no abdome do pequeno homem, e chutando-o para alguns metros dali, de forma que ele rolava deixando um caminho muito fino de sangue. Era difícil estimar rapidamente se a quantidade perdida era perigosa ou não afinal, seu corpo era muito menor do que de outras pessoas.

De qualquer maneira, Dan recebia aquilo, quase que no mesmo lugar onde havia sido atingido pela machadada de Nie, e a espada mesmo que nas mãos de alguém inexperiente como Gallore, conseguia perfurar. Ele a arrancava, mas caía no chão de joelhos, tossindo sangue incontrolavelmente, e caindo.

- Seus... - Os olhos de Lan, apesar do irmão ser quem havia sido acertado, perdiam a vida. Só havia ódio neles, e era como se eles pudesse ver o demônio da fruta que ele comera. Seu corpo ia mudando progressivamente, ele ia crescendo, tomando os pelos alaranjados de raposa, e um estilo selvagem. - MALDIIIITOOOOOOS! - Lan crescia para quase 2 metros e meio, lançando sua adaga para o lado, e vendo surgir garras do tamanho da própria arma, além de presas afiadíssimas. Ele havia se tornado um assustador homem raposa, que parecia fitar Gallore com um sentimento que ia além de ódio. Nie, ao lado, estava com vários ferimentos por seu corpo, com sangue escorrendo, mas ainda de pé, apesar de não se saber por quanto mais tempo. E o ferimento do boxeador ainda sangrava...
Situação Kisame:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptySex 27 Jul 2018, 23:20

A Gente Colhe o Que a Gente Colhe




Era ali caído no chão que tive a pequena oportunidade de observar meus arredores, os irmãos faziam pressão e a situação não era exatamente das melhores, Nie não me preocupava muito, ele já se demonstrou forte e sensato desde Karate Island e confio plenamente em sua força, minha maior preocupação ali não era por Kisame que lutava sozinho com quem tive uma certa dificuldade e muito menos com meus ferimentos, e sim com Addum, que apesar de ter derrubado o gigante pássaro chamado verdadeiramente de Bolinha tenho certeza de que isso não foi fruto de um confronto direto já que estava tendo grandes dificuldades contra Lan.

Minha investida era muito bem sucedida, e por mais que tenha arranhado um pouco meu braço consegui atordoar o gatuno mesmo que pelo instante necessário para me focar em seu irmão por fim finalizando-o com minha espada, nos primeiros instantes em que via que minha estratégia havia dado certo uma fluência de felicidade passava por mim de alguma forma, mas não por muito tempo pois logo me dava conta de toda a situação que se seguia adiante.

- Oh merda. - seria meu pensamento em ver Dan caindo de joelhos perecendo bem em minha frente. Não me leve à mal, como já disse antes mortes acontecem em meio à lutas, é natural, mas confesso que não estou acostumado e muito menos preparado para isso, parece simples quando são Nie e Kisame que o fazem, mas ter o peso de uma vida em minhas mãos assim de novo, não é nada fácil, desse jeito não sou muito diferente dos piratas que tanto reneguei. - É isso que acontece quando se usa uma lâmina, e eu me divertindo por aí achando que estava fazendo algum tipo de treinamento especial.

O que me despertava de meu momento de reflexão era o grito de Lan que me guiava à olhar em sua direção, os olhos vazios do fugitivo com o tempo se preenchiam com ódio direcionado à mim, mas essa de longe a menor das mudanças que ocorriam em seu corpo, se é que ainda posso chamá-lo assim, em questão de segundos Lan sumia e uma besta gigante reaparecia em seu lugar. - Agora eu entendi porque essas frutas são tão importantes… Mas que merda é essa? - Sua nova aparência era impressionante, chamativa e muito menos ouso mentir que fiquei ali ostentando coragem, aquela coisa não era normal, e eu teria de enfrentá-la? Enquanto meus instintos de sobrevivência me diziam para correr meu vício por lutas me mantinha ali parado com a respiração pesada esperando o que poderia vir dali para frente, e empolgação passaria por meu corpo se não fosse por outra coisa que me chamava mais atenção do que qualquer acontecimento bizarro naquele lugar, Aduum.

- ...Duum. - Gritaria em sua direção com a voz falhada.

Assim que me dava conta notava o pequeno pesquisador caído à alguns metros deixando um rastro de sangue por onde havia passado, neste momento um frio passaria por minha espinha me lembrando de cada ferimento adquirido até agora, uma certa fraqueza começava a me atingir mas a dor me mantinha acordado, ao ver Aduum naquele estado jogaria a espada no chão com desprezo se ainda a estiver empunhando logo em seguida cerrando os dentes e fechando os punhos.

- Tsc… Que merda eu fiquei fazendo brincando de espadachim enquanto a vida dos outros corriam perigo? “Cada golpe tem que ser dado como se fosse o último”? Até parece, tudo que fiz desde a primeira emboscada foi ficar perdendo tempo, se tivesse levado a sério desde o início talvez já teríamos ganho, talvez eu não tivesse levado uma facada no rim, e mais importante, Aduum muito provavelmente não estaria nessas condições. - Normalmente em meio à uma batalha costumo esboçar um grande sorriso, mas dessa vez era diferente, eu não estava apostando apenas minha vida ou algo banal como orgulho, não, era algo muito mais importante, e por conta disso me manteria fechado respondendo o olhar assassino de Lan com uma seriedade de igual valor.

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- Nie. - Chamaria o tritão esperando que dada a situação ele cooperaria comigo mesmo que não tenha a menor das obrigações em me obedecer. - Obrigado pela ajuda até agora, mas deixe comigo. Mais importante do que isso veja com Aduum como ele está, se estiver muito grave tente cobrir o ferimento até a ajuda chegar. - Se eu poderia ter pedido que ele ganhasse um pouco de tempo para que eu tratasse o Anão? Sim, mas o tritão também não estava nas melhores condições e eu diria até piores que a minha, não, é melhor que ambos fiquem longe da morte por um tempo enquanto eu tento acabar com o que me sinto responsável, Lan a Raposa.

Dito isto me manteria fitando o monstro enquanto me aproximaria do mesmo andando lentamente , assim que notasse um avanço deste ou me colocasse em uma distância passível de ataques ainda que necessários de um pequeno avanço para tal eu imediatamente entraria em guarda, meus braços levantados ficariam na altura de meu peito com meu punho esquerdo entreaberto na linha de meu rosto enquanto que o direito estaria alinhado com o cotovelo esquerdo, à frente com uma base sólida encostando completamente do chão manteria meu pé esquerdo enquanto que atrás mantendo a mesma distância entre meus ombros estaria minha perna direita carregando a maior parte do peso apenas na ponta do pé com o calcanhar levantado, esta postura serviria para reagir à ataques vindos de minha direita para contragolpear com o outro lado, enquanto que em casos de golpes vindos pelo outro lado eu apenas trocaria a passado junto da posição dos braços basicamente espelhando minha postura.

O fato ali era que mais do nunca eu desconhecia completamente a força de meu oponente, é normal pré-definir parâmetros quando seu inimigo é um humano com base em seu tamanho e musculatura, mas essa coisa não é normal, e de uma coisa eu tenho certeza, certamente mais fraco ele não está.

Sendo assim não partiria para cima com tudo, muito pelo contrário me manteria na defensiva tentando assimilar suas habilidades e esperando o momento perfeito enquanto com a ajuda de minha ótima aceleração ficaria anda em guarda fazendo um rápido jogo de pés em direções variadas entre esquerda e direita oscilando entre velocidade normal e máxima para tentar confundir o oponente.

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Se seus golpes vierem a partir das garras e um pouco mais de cima, o que é o mais provável devido à seu tamanho, eu me esquivaria para o lado oposto à seu centro tentando não ficar encurralado pela raposa, se a esquiva for bem sucedida, com o membro que ficaria à frente como já explicado antes dependendo da situação no momento eu encostaria por fora de seu braço atacante incitando que este continua o movimento apenas para golpeá-lo em um local aproximado do tríceps, 10 centímetros acima do cotovelo para ser mais exato. - local onde se localiza um nervo podendo causar dor e paralisar momentaneamente. - em seguida já continuaria o movimento me agachando levemente e finalizando com um pulo visando passar direto pelo gatuno enquanto me aproveitaria do impulso para desferir uma cotovelada de baixo para cima em sua mandíbula, minha mão na hora do golpe teria sua palma voltada para fora onde devido à anatomia do braço o osso do cotovelo - sua maior arma - ficaria um pouco mais salientado a fim de agravar os danos.

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No entanto caso seus golpes venham na horizontal ou por baixo seja em forma de uppercuts ou pela própria contração de seu tronco eu tentaria pular por cima de Lan com uma pirueta tentando me aproveitar da situação para já aplicar uma cotovelada de cima para baixo em sua nuca para desorienta-lo ou levá-lo ao chão, se for bem sucedido perceber que ele estaria ainda de pé mas atordoado eu no mesmo instante apanharia sua cauda passando ela por sua perna uma vez e puxando com tudo para tentar derrubá-lo, e se conseguir levar Lan ao chão não me arriscaria ficar em cima dele, apenas desceria um soco com toda minha força por detrás de seu crânio (caso caia de barriga) ou entre seus olhos (caso caía de costas). Caso contrário a derrubada não for possível eu recuaria alguns passos assim que acertasse ou errasse um golpe reiniciando a sequência.

Em meio à tudo isso caso ele tente testar suas poderosas presas em mim e eu não conseguir me esquivar recuando para trás, daria à Lan exatamente seu maior desejo, ao invés de ir contra a maré tentando remover meu braço eu o daria em sua boca de bom grado, primeiramente com minha mão livre colocaria meus dedos indicador e médio em suas narinas puxando para cima com força tentando impedir que este travasse sua mordida em meu braço enquanto que o outro que supostamente estaria sendo mordido eu empurraria para dentro tentando causar no mínimo uma grande dor desconfortável e se este insistir um bloqueio de seu canal respiratório. E se durante a luta for atingido ou derrubado tentaria aguentar firme utilizando da dor para me manter acordado junto à uma tentativa de me restabelecer e continuar minhas ações.



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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptySeg 30 Jul 2018, 19:08


- Parece que você não está nada bem! Minha boca imediatamente fecharia após pronunciar-me. Se houvesse alguma parte do meu corpo que não estivesse sentido dor, com certeza estaria morta. Após tirar esta conclusão, estava implícito que os últimos movimentos desta batalha estariam prestes a serem realizados. Como se minha vida dependesse disto, entregaria-me aos meus instintos, de modo que o restante da batalha fosse literalmente enfrentada por um tubarão faminto por carne é cercado pelo seu habitat natural. Quieto e com o ódio transparecendo em meu olhar, partiria em direção da minha presa como se fosse a minha última ação, e talvez fosse.

Gallore, Nie e o anão também estavam ocupados e não sabia ao certo a situação de cada um, por isso não poderia contar com eles de maneira alguma. E se eu não saísse do meio deste mar e retornasse para o navio, talvez eles não pudessem me encontrar também. Talvez esta batalha dependesse de quem sairia vitorioso neste duelo de tritões, mas seriam muitas incógnitas navegando pela minha mente, como dito, deixaria meus instintos tomarem conta do que estivesse prestes a acontecer.

Movido pela fúria e o gosto de sangue em minha boca, manteriam e ereto, com minha perna saudável sustentando toda estrutura do meu corpo, enquanto que a ferida ficaria um pouco mais atrás para dar suporte até que fosse realmente necessário fazer um esforço. Meu ombro ficaria imóvel, visto que meu adversário estava tão machucado quanto eu nesta área, talvez pudesse me dar a oportunidade de lançar um golpe surpresa. Minha mão direito seguraria firmemente minha espada e nesta posição assimilar ia toda dor que transcorresse meu corpo, "engoliria-a" e canalizaria em um único e mortal afronte.

Nossa localidade poderia me favorecer, visto que conseguiria nadar melhor que meu inimigo, pelo menos era o que pensaria ao julgar nossos ferimentos. Minha espada só precisaria toca-lo apenas mais uma vez como antes e tudo estaria acabado. Com um único foco, começaria a mover-me na direção de Hilgrim, na maior velocidade que pudesse atingir, não lutaria contra as restrições dos meus membros, mas toleraria sua dor para que fosse preciso ao me deslocar.

Tentaria essa aproximação, percorrendo uma linha reta e utilizando toda força dos meus membros inferiores para me impulsionar pela água. Durante o trajeto o meu braço direito iria erguer a espada e apontaria a mesma para o homem peixe logo a minha frente. Se por acaso conseguisse diminuir a distância entre nós em até dois (2) metros, faria uma parada brusca no instante final à colisão, evitando-a. Uma parada rápida que serviria apenas para observar a reação do meu adversário, se precisar acaso ele se movesse, mudaria o meu curso é novamente com a espada apontada para o mesmo, começaria a avançar em sua direção. No caso do meu oponente vir de encontro a mim, continuaria sempre reto e se houvesse alguma tentativa de esquiva, ao invés de parar, rucuaria, estudaria o movimento e logo em seguida atacaria novamente. A espada estaria nesta posição com um único propósito, perfura-lo.

Se a aproximação fosse bem sucedida e minha espada direcionada corretamente, com toda força do meu braço direito, cravaria-a no corpo do criminoso, de modo que mantivesse ele em meu alcance enquanto estivesse em contato com a lâmina. Neste caso, utilizaria toda minha força para arrasta-lo para as águas mais profundas onde nadaria na direção das rochas com toda velocidade. Lutaria com ele durante o trajeto, tentando anular suas reações é uma possível fuga, utilizando minhas presas para morder seu corpo, tão forte, que não ligaria se elas quebrassem com o impacti. Mesmo com o ombro machucado, até mesmo ele poderia ser útil, daria alguns socos a cada reação sua. Se meu braço permitisse, seguraria seu membro que pudesse me causar algum dano ou se fosse propício, seu pescoço até que chegássemos ao esperado.

Visaria cravar minha espada nas rochas em conjunto com o Tritão, novamente sem se importar com o material e sim com a vitória, os danos poderiam ser medidos à seguir. Nesta hipótese, tentaria dilacerar meu inimigo da forma mais dolorosa possível, onde minhas presas abririam fissuras para que minhas mãos pudessem adentrar na carne de Hilgrim e rasga-la de dentro para fora. Se não fosse com meus dentes, até mesmo seus ferimentos anteriores causados pela minha espada cumpririam esse propósito. Tendo sucesso em minha captura, só me restaria cortar a cabeça do capitão pirata e nadar para superfície com ela junto aos meus pertences.

No entanto, por mais que estivesse semmum membro e machucado, meus movimentos também não seriam os mesmos que antes, não poderia facilitar para Hilgrim, o oponente era habilidoso. Desta forma, entre minhas investidas, não poderia permitir que fosse atingido, anteriormente tentaria afugenta-lo e imobiliza-lo, defender-me também faria parte da estratégia. Minha maior preocupação seriam seus braços e pernas, um deles já teria perdido minha atenção, porém estaria disposto a repetir o feito em alguns dos seus pares. Independente de como a investida se dirigisse para mim, tentaria bloquear com o fio da lâmina, com o intuito de machucar ainda que estivesse me defendendo. Colocaria a espada em uma rota de colisão com o membro atacando, tentaria desta forma acerta-lo antes que o impacto chegasse até mim. Entretanto se minha espada já estivesse empregada na batalha, meu corpo seria a última armadura, mais precisamente meu braço e perna saudável. Meu membro superior estaria fora de questão, visto que faria o maior esforço para segurar o Tritão. Minhas pernas eram a resposta é no caso de algum soco ou chute destinado ao meu corpo, estas se colocariam à frente. Priorizaria o membro sem ferimentos, conforme o ataque seguisse em minha direção, ela se comprimiria e grudaria em meu corpo, como um escudo, utilizaria meu joelho - que seria a parte mais resistente - para parar o golpe. Quando nessessario, minha perna ferida também seria utilizada, com o fim de proteger meus órgãos e antigas feridas.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptySeg 30 Jul 2018, 21:06

O semblante determinado de Gallore Strange contrastava com o selvagem do pirata Lan, a raposa. Duas energias opostas, de ambos, se confrontavam. Ninguém mais estava para brincadeira. O caçador de recompensas lançava para Nie uma missão, e tritão parecia entender, dando uma certa mancada rápida na direção que Hilgrim havia caído, pegando-o para se afastar.

- VOCÊ VAI... - Numa só, o homem raposa sai na direção de nosso protagonista, que não tem tempo nem para fazer sua andada lenta e dramática na direção do inimigo. Um golpe diagonal descendente com as garras vinha na direção de Strange, mas ele conseguia se esquivar por pouco, contudo, não conseguindo utilizar de sua estratégia de golpear o tríceps do oponente. Na verdade, o movimento era tão rápido, que a simples esquiva já era difícil. - ...MORREEER! - Lan não parava, ainda em avance, agora com um golpe com a outra mão, igual ao outro, e mais uma tentativa de esquiva de Gallore. Contudo, não era tão efetiva desta vez, e ele recebia três cortes de garras no centro de seu peito, e uma enorme dor, quando o sangramento já se iniciava.

Ainda assim, o caçador de recompensas não podia parar ali, pois Lan ainda avançava na direção dele, agora abrindo sua boca enorme em tentativa de abocanhar o médico. Gallore, ainda na sequência da estratégia anterior, apesar da parcial falha, saltava por cima do pirata, tentando aplicar-lhe uma poderosa cotovelada.

Os golpes se encontravam. Strange chocava seu braço diretamente contra a mandíbula aberta do inimigo, sentindo um partir, rachar, quebrar, algo do tipo, que ele não conseguia necessariamente distinguir. Não conseguia, porque ao mesmo tempo a sensação de extrema dor lhe tragava. A mordida de Lan era poderosa, marcando parte do braço e do antebraço de Gallore com o enfiar profundo de suas presas, inclusive arrancando uma parte da carne da parte externa do braço do caçador de recompensas.. Por sorte, pelo encontro dos golpes, o médico não ficava com o braço preso a mordida de Lan.

Contudo, via-se de novo o pirata avançando contra o caçador de recompensas, com uma quantidade significativa de sangue escorrendo de sua boca, o que tornava a cena ainda mais assustadora. Já não falava mais, soltando pequenos rosnados que mais lembravam, realmente, uma raposa raivosa.

Já no mar, ali a alguns metros, a batalha de Kisame e Hilgrim se reiniciaria, agora de uma maneira muito mais brutal. Na verdade, qualquer espectador que presenciasse aquele momento, por mais forte que fosse seu coração, sentiria um certo incomodo, algo próximo ao medo. Já não eram mais dois tritões, pirata e caçador de recompensas, naquela arena providenciada pelos próprias deuses. Não. Eram demônios dos mares, eram tubarões sedentos pelo sangue um do outro, e isso se transparecia em seus olhares, e na energia hostil que cada um liberava no ambiente.

Num instante, os tritões se impulsionavam pelas águas num disparo um contra o outro. Kisame ia com a espada a frente, e Hilgrim com suas mãos escamosas juntas formando quase uma ponta. Mas era tão veloz que nenhum dos dois conseguia se acertar no primeiro momento, cada um passando do lado direito ao outro, sentindo o movimentar das águas que este produzia, além do gosto dos vestígios de sangue deixados pelos ferimentos. Isso só despertava mais ainda o lado selvagem de cada um.

Novamente se encaravam, e Kisame notava os olhos do adversário totalmente vermelhos. O que ele não sabia, contudo, era que os seus também estavam. Na verdade, já não sabia mais nada. Apenas sentia. Era apenas o peixe mais voraz dos oceanos: o tubarão.

O próximo avance, para Kisame, era igual, num impulso, nadando com suas espada a frente. Mas para Hilgrim, era outro: o pirata avançava nadando de frente, rodando, produzindo uma espécie de ciclone em torno de si, vermelho, num misto de água e sangue, que fazia o tritão parecer nem mais um indivíduo, mas uma flecha rubra.

Cada milésimo de segundo antes do impacto parecia uma eternidade. E então, o choque...

Spoiler:
 

Era muita energia acumulada, e muito ódio de um para com o outro. O encontro produziu, inclusive, uma certa "explosão" de poder na água. Até mesmo quem estava fora da água ouviu um certo barulho, e viu o levantar das águas. Bolhas por todos os lados, grandes manchas de sangue pela superfície da água.

Lan e Gallore até, por um instante, desviavam seus olhares, esperando algo. E o sangue nas água só aumenta, só aumenta, só aumenta. Até que parou de aumentar. Um silêncio mórbido tomou conta do ambiente por instantes.

Eis que um capitão se levanta das águas, um tubarão ainda sedento por sangue. Era o Príncipe. Em uma das mãos, a katana firmemente empunhada. Mas na outra, não havia a cabeça de Hilgrim. Havia sim uma parte dele, um de seus braços, mas não a cabeça, segurado com dificuldade pelo braço que já não conseguia quase mover. Na verdade, ele tinha marcas de mordidas por seu corpo, e escorria sangue por todos os cantos. Havia, inclusive, um buraco de 4 cm em sua bochecha esquerda que sangrava e deixava a mostra a parte interna da boca.

Em seu estado ainda quase que irracional, Kisame se lembrava do encontro entre os dois. Se lembrava de perfurar-lhe com a espada, inclusive atravessá-lo. Lembrava do confronto, entre mordidas e mordidas, uma batalha digna de dois tubarões. Se lembrava, inclusive, da mordida que arrancara o braço de Hilgrim. Mas se lembrava também de, tudo tão rápido, não ver mais o pirata. Até ficou desconfiado por alguns instantes, ainda dentro do mar; olhou em volta, mas nada, nem um sinal do inimigo, e soube, dentro de si, que não era uma emboscada. Restou-lhe sair das águas com o único troféu que possuía daquela batalha.

O Príncipe dos Mares vislumbrava Gallore e aquela raposa humana enorme de quase 2,5 metros, voraz, hostil, e tanto o tritão quanto o akumado estavam em estados que lembravam selvageria. Nie, a vários metros, estava encostado em uma pedra, com uma boa quantidade de sangue a sua volta, e ferimentos abertos, mas em pé tentando, de alguma forma, parar o sangramento de um ferimento enorme no tronco de Aduum. Kisame ainda sentia o desejo por sangue, mas ele não era totalmente um animal, tinha certa racionalidade, então a força animalesca servia, essencialmente, para manter-lhe de pé ainda, mesmo que por pouco. Mas estava no fim de suas forças. Se escolhesse lutar, movido pelo desejo de sangue talvez aguentasse um pouco mais antes de cair. Na verdade, ele não sabia de que forma conseguia ainda se manter pé. Ninguém sabia, eram muitos ferimentos. E o mesmo para Gallore, que se não acabasse com aquilo rápido, provavelmente viria ao chão pela perda excessiva de sangue que ele já sentia lhe afetar.
Ferimentos:
 

IMPORTANTE:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptyQui 02 Ago 2018, 09:52

Entre a vida e a morte



Em meio à toda aquela selvageria que a raposa demonstrava junto à seu ataque cruel eu notava brevemente sua boca se mexendo. - Deve estar tagarelando alguma coisa. - Não é que eu não gostaria de escutar Lan me ameaçando de algo ou bradando por seu irmão, mas naquele momento tudo que conseguia assimilar era um irritante ruído em meus ouvidos, todo o exterior estava abafado e em alguns pontos minha visão perdia o foco. - Mas não tem problema. - Contando que eu consiga observar bem os movimentos do pirata nada mais importa neste momento.

Assim que Lan avançava minha surpresa não poderia ser maior, seu crescimento não era só em tamanho, mas em sua velocidade também, mal pude acompanhar seus movimentos em uma esquiva improvisada que nem ao menos me dava tempo de revidar, aquilo me preocupava, naquele instante só Deus o Sr. Lemos saberia como ia a situação de Kisame e eu era o único ali com alguma força de vontade para me manter de pé, e talvez não devesse me orgulhar muito disso, sei que prometi levar a sério e que essa luta não é só uma brincadeira, mas não posso negar que estou gostando da ação. A raposa continuava sua furiosa investida e dessa vez meu corpo não conseguia reagir, como se já não bastasse o aumento de seu poder confesso que estou perdendo minhas forças, um molejo passava por mim e no momento em que era atingido no peito a dor me trazia de volta à realidade, minha visão retornava à claridade focando em meu inimigo enquanto todo aquele ruído se cessava e eu podia escutar novamente, para ser mais preciso, escutava o grito que proferia no momento em que pulava diretamente na boca do monstro.

Um ato desesperado? Talvez. Um erro? Nunca. Eu posso ter perdido parte do meu braço, e agora estou feliz e puto por ele não ter sido decepado, mas nenhum açougueiro vai dar carne de graça, e meu pagamento foi sentir a boca do pirata trincar. - Ou seriam meus ossos? - Não tenho certeza, para ser sincero eu tinha dores maiores como qual me preocupar.

- Guaahhh!! -  Era meu grasnado de dor no momento em que retornava ao solo logo após quase perder meu cotovelo e já observando Lan avançar novamente. O que dava uma pausa até que dramática em nossa luta era a explosão originada no fundo do oceano. - Droga, por que essa água não chegou até aqui? - E não muito depois eis que surge meu tritão menos odiado favorito com um souvenir de sua glória.

- Heh, é o mínimo que espero de alguém que venha a navegar comigo, agora é minha vez. - Enquanto tais palavras passassem por minha cabeça eu levantaria o polegar como um sinal positivo para Kisame juntamente à um sorriso de canto de boca parabenizando-o por seu sucesso, e em seguida o que antes seria um joinha sinal com o polegar se transformaria em uma palma estendida sinalizando um sinal de parada, algo como um “pode ficar aí relaxando que eu dou conta”, não sei se ele vai entender ou muito menos seguir com o que sinalizei, mas após feito isso tendo que executar ou não em meio à uma corrida para não levar danos, meu foco agora seria unicamente voltado para Lan e em como derrotá-lo na próxima trocação de golpes.

A cada segundo meu sangue se esvaía juntamente de minhas forças, a única coisa que me mantém de pé é meu orgulho, já havia sentido tanta dor que praticamente estava acostumado, seria questão de segundos para que eu desmaiasse aqui em um leito de morte e meu corpo já não está funcionando da mesma forma, não há mais muito sobre o que pensar quanto à essa luta ,eu estaria me movendo puramente por instinto e uma vontade incontrolável de vencer.

Primeiramente me aproximaria rapidamente de Lan aproveitando também seu movimento que provavelmente seria em meu encontro, diferente das outras vezes em que tentei manter distância desta vez ficaria alinhado de frente para o pirata não mais que meio metro de distância, adotaria então uma postura de boxeador com ambos os punhos rente ao queixo e um jogo de pés na ponta dos dedos com um peso distribuído igualmente, por ter crescido tanto esse monstro recebeu um alcance ainda maior, tenho que colar nele para igualar um pouco mais as coisas, assim será mais difícil de ser acertado por golpes amplos como o que cortou meu peito, invés disso limitaria Lan à algo parecido com jabs e cruzados.

Uma vez definida minha postura me atentaria bem à seus movimentos de forma a reagir da melhor forma possível, sejam seus golpes diretos, diagonais, horizontais ou verticais vindos de qualquer sentido eu adotaria uma reação muito simples porém eficiente, antes mesmo de o ataque de Lan se concluir, ou melhor, assim que percebesse seu início eu imediatamente golpearia seu membro na lateral ou por debaixo no intuito não de bloqueá-lo, mas sim fazendo um ataque que ao adicionar minha força a trajetória de seu golpe seja alterada para me errar mesmo que por pouco, juntamente à isso sempre me moveria para os lados me agacharia para facilitar ainda mais minha esquiva, e assim que sua guarda ficasse aberta por ter executado um golpe eu na mesma hora retomaria a posição inicial ao mesmo instante em que contra atacaria, há também a possibilidade de ele continuar sua investida mesmo após esquivado, e se isso ocorrer juntamente à um ataque meu minha posição talvez não seja muito favorável para desviar sua trajetória com um soco, onde neste caso o faria com meus cotovelos em um movimento de arco para fora. Assim seria o desfecho da luta, uma repetição dessa sequência onde sempre que atacasse miraria pontos vitais como traquéia, osso esterno ou plexo solar, e quanto mais essa sequência durasse mais eu o analisaria com minha noção temporal para me tornar mais eficaz, tentaria me manter firme sempre que fosse acertado dando continuidade à batalha, esta que agora se tornaria uma guerra de resistência, ou melhor, de vontade, até que um dos dois caísse.

- UOOOOOOOOOOOOOH!!!!


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Em meio à tudo isso se notasse um deslize por parte de Lan, algum momento em que abri sua guarda desviando seus dois braços ao mesmo tempo ou na ocasião de ele vir me morder, seria à hora de acabar com com isso de uma vez por todas. Concentraria minhas energias restantes na perna onde rapidamente pularia por cima da raposa usando seu ombro de apoio não só para ter um movimento aéreo melhor mas também para rotacionar caindo já com os pés em suas costas, no momento do pouso a mão que estaria no ombro passaria por seu pescoço se fechando com meu outro braço que empurraria a parte de trás de sua cabeça, formando assim um mata raposa leão, este que não pararia por aí, assim que encaixasse o golpe, com minhas pernas ainda apoiadas em suas costas eu faria um impulso de salto ao mesmo tempo que com os braços puxaria a cabeça do pirata para trás visando quebrar seu pescoço, e se mesmo assim eu não conseguir executar isso ou ele não morrer com tal feito, eu manteria a chave onde complementaria envolvendo seu tronco com minhas pernas onde só soltaria quando me certificar que Lan já não estaria mais acordado e que a vitória fosse minha.


Objetivos:
 
Histórico:
 
Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 8 EmptyQui 09 Ago 2018, 13:16


Incrível o que nossos corpos podem fazer quando estão diante do profundo desespero, onde a morte é uma das opções e você faria tudo para continuar respirando, mesmo que em baixo da água. Depois de tantos anos travando inúmeros combates, foi este que me levou a um outro nível, conquistei a vitória ciente de que posso ir muito além do meu potencial atual. Ainda ficaria confuso, não tinha ideia do que seria correto a se fazer neste instante, talvez estivesse em choque ou então apenas distante da minha humanidade, por ora tomada por instintos selvagens. Tão perdido e ferido que não conseguiria gritar de tanta dor, apenas continuaria com um penetrante olhar sem foco, até atingir a superfície. Largaria inconscientemente o brado do tritão, já não me servia de nada, e me "arrastando" e utilizando a espada como uma bengala, dirigiria-me até às proximidades do conflito que permanecia caloroso.

Sem pressa e com toda calmaria, caminharia carregando meus membros "abatidos" até um ponto onde pudesse observar a luta de perto. Meu irmão, o médico e o anão, um nome perfeito para um conto de fadas infantil, mas como esses três figuras estariam agora, perguntaria-me. Tentaria me centrar, ficaria ereto, pernas e ombros na mesma linha, minha compostura seria mudada por inteiro e a espada retornaria para seu lugar inicial - minhas costas -. A expressão animalesca mudaria completamente e controlaria meus instintos para que a sanidade pudesse retornar, como se fosse um mero humano. Mesmo que Hilgrim estivesse morto, nossa reação apenas teria começado e apesar de guardar um certo rancor pela raposa, deveria pensar em uma próxima ação apropriada para a situação.

Não tendo a intenção de comprometer a luta - por estar quase sendo um peso morto - apenas ficaria contemplando-a e a postura saudável de Gallore que mesmo naquela estado tentava transmitir alegria para mim, não que fosse útil, mas ainda assim necessário. Enquanto estivesse observando ficaria pensando se em algum momento a oportunidade de um contra ataque poderia aparecer, visto que minha mente poderia ser meu único bem ainda com saúde, utilizaria-a sem melindre. Permaneceria na mesma posição e lutando contra a dor e fadiga, não tinha como estancar o sangue e muito menos tratar os machucados, estes eram os principais motivos para que o Doutor Strange saísse vivo daquele embate.

Pensativo e petrificado, tentaria passar-me como uma estátua durante a briga. Entretanto se meu companheiro estivesse sofrendo com a pressão do adversários, que já não era mais um garoto inconsequente e sim um demônio, começaria a aproximar-me um pouco mais, devagar e sempre. Um passo de cada vez, num ritmo totalmente contrário ao da luta, com uma perna e um braço sendo arrastados pelo restante do corpo. Se chagasse a alguma dezena de metro, entre um passar e outro, meu braço direito começaria a sacar a espada e então o ritmo voltaria ao normal, como se fosse uma tartaruga.

Novamente sem expressar nem uma palavra e dando continuidade ao meu trajeto, visaria uma maior aproximação, talvez com aspectos mais parecidos com uma lesma do mar do que com uma tartaruga agora. Queria sentir o calor do confronto cada vez mais, a cada passo que estivesse me levando na direção dos guerreiros que lutam violentamente pela vida. Um (1) e meio, ainda é maior do que um (1), e esta soma que tentaria impor contra a raposa. Ficaria cada vez mais próximo e com sede de vingança, sangue não bastaria desta vez, então em algum momento que o médico prendesse o inimigo em uma posição - mesmo que por alguns poucos segundos - aceleraria minha investida ao máximo com minha perna que pudesse exercer este tipo de força. Com um salto na direção do inimigo e a espada apontada para o mesmo, apunhalaria-o em qualquer lugar, minha visão embaçada pelo sangue não descriminaria vital de locomotor. Logo após a ação, permaneceria no chão, não tentaria me levantar para reposicionar-me, apenas seguraria a espada com toda forma que ainda restasse em meu corpo, aproveitando a dor e desespero para acumular a minha força de vontade no cabo da arma.

- Walrus, Príncipe dos Mares, é uma pena que você não irá conseguir espalhar esses nomes para o mundo. Diria tais palavras em meio à gotículas de sangue, se ocorresse algum momento de calmaria.

Todavia, meu andar cambaleado poderia ser notado, mesmo que ocupado contra um boxeador, eram reais as chances do criminoso voltar-se contra mim. Neste caso não iria tentar me defender ou fugir, certamente não conseguiria, enfrentaria-o como um verdadeiro espadachim. No momento de pressa, teria a espada em mãos, para que quando o golpe viesse ao meu encontro, não fosse meu foco e sim o tórax do inimigo. Não pensaria em desviar, meu único foco seria acerta-lo antes de receber o golpe, não importando com que força viria, apenas tinha que certificar-me que morreria pelo fio da minha lâmina.


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