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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

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MensagemAssunto: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptyQui 01 Mar 2018, 15:57

Relembrando a primeira mensagem :

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Gallore Strange, Kisame e Nie. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 14:58


Após muito esforço, Bolinha se rendia para a Família di Squalo. Uma combinação de forças entre os companheiros foi o suficiente para que a mesma apagasse, resultando na nossa recompensa, ou pelo menos era o que eu esperava. Karthus como um bom apostador, tinha uma carta na manga, e quando menos esperamos, nosso anfitrião anunciará o verdadeiro Bolinha, uma ave colossal muitas vezes maior que a anterior. - Maldição! O esforço que teríamos de fazer para confronta-lo seria muito maior que momentos atrás, que já não tinha sido muito facil. Diante da criatura um sentimento de frustração e ódio que me deixará muito irritado. Entretanto, antes que pudéssemos nos preocupar de verdade, a ave também sucumbia e acima dela um pequeno ser. Aduum de alguma forma nos ajudava a completar o desafio e pelo seu feito, recebíamos nossa recompensa.

Durante a entrega, Karthus dava bastante ênfase em uma frase, que ao terminar de ser pronunciada, me deixaria com calafrios, o mesmo indagava se nosso barco estaria sendo guardado por alguém ou se estaria abandonado pelas terras do farol. Rapidamente a preocupação tomaria a minha mente, como que o capitão e navegador deste grupo poderia deixar o bem mais precioso de uma tripulação, tão vulnerável. Com rapidez me direcionaria até o local onde meus pertences estariam, pegaria-os, assim como o log pose que seria fundamental para navegar nos até a próxima ilha da Grande Linha. Apenas daria o tempo necessário para que Strange pudesse tratar meus ferimentos e tomariamos nosso novo rumo.

- Karthus, você tem algum casaco para me dar? Desta vez sem apostas! O velhote não me devia nada porém, como o farol era sua moradia talvez ele tivesse algo para me me doar, cedido ou não, começaria a correr em direção de Walrus, ou pelo menos onde ela deveria estar. - Vamos logo, nossa  jornada depende disso! Diria enquanto estivesse correndo, para os mais próximos. Se chegassemos no local e a embarcação não estivesse pelas redondezas, logo começaria a questionar, quem poderia roubar nosso barco. Existiam muitas possibilidades, muitos criminosos pelas redondezas, alguns ousados o suficiente para tentar invadi-la. Logo aquela maldita raposa voltava aos meus pensamentos.

Começaria a questionar os indivíduos das redondezas. - Vocês viram a embarcação que estava ancorada ali? Apontaria para o local. - Viram quem embarcou nela? É para onde foram? Perguntaria pelos arredores até que uma pista fosse encontrada e mesmo que ninguém se dispusesse a responder, caminharia pela costa a procura de outras embarcações ou até mesmo pela própria Walrus. - Quando eu encontrar os malditos que nos roubaram, eu vou massscra-los tanto, que a única coisa que vai sobrar são suas cabeças miseráveis que me servirão como troféu. Seria notável minha frustração e raiva pelo acontecimento e o surgimento  de mais um obstáculo, atrasaria ainda mais a nossa viagem.

Se durante minha busca encontrasse meu tesouro, adentraria no convés e então sacaria minha espada. - Quem ousa roubar do Principe dos Mares? Indagaria em alto e bom tom em busca de um nome responsável por tamanha ofensa. Não teria dúvidas do que fazer com este, retaliação.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptyDom 06 Maio 2018, 15:57

Os ferimentos eram fechados. Os muitos e pequenos cortes nas costas de Kisame conseguiam ser estancados somente com o cautério, e eram enfaixados. Já o ferimento no braço de Nie necessitava uma boa quantidade de pontos, tanto por sua extensão quanto pela breve gravidade do corte. Talvez não fosse bom fazer muito esforço com aquele braço caso não quisesse que os pontos se rompessem.

De qualquer maneira, com o Log agora nas posses de Kisame, o grupo percebia a necessidade de voltar para onde haviam atracado, mas não sem antes o capitão do navio pedir por um casaco para Karthus, que respondia negativamente, porém afirmando que eles possivelmente encontrariam mercadores por todo o Farol e que poderia encontrar um ali.

Despedidos de Don Karthus, o grupo deixava a caverna sentindo o frio que assolava o Farol. Mesmo com as roupas quentes de Nie e Gallore, eles sentiam um certo desconforto pelo frio, e Kisame sentia inclusive uma certa dor. A neve que caia era fina, mas o vento era extremamente gelado e, batendo em seu peito, fazia com que ele já começasse a tremer, e bater os dentes. Sentia até quase que um pouco de dor no corpo e, principalmente, nos ferimentos.

Se aproximando de onde anteriormente estava Walrus, o grupo dava de cara somente com uma pequena barraquinha de madeira, improvisada, próxima a costa, mas nada do navio. Dentro da barraquinha, que era coberta por uma lona para parar o vento, havia um pequeno senhor - não pequeno como Aduum, mas um humano pequeno - trajando um casaco grosso com touca que quase fazia não aparecer sua cara. Contudo, a parte do rosto que eles viam, mostrava parte dos olhos e um vistoso bigode que balançava enquanto ele dizia. - Bem vindos a barraquinha Tem-De-Tudo do Sr. Lemos! Como posso ajudar? - Ele era reconhecido na hora. Era realmente aquele Lemos de antes, vendedor em Briss, em Baterilla. Como teria chego ali?

Kisame lançava algumas perguntas para ele sobre a embarcação e sobre quem havia pego ela, apresentando uma breve dificuldade para falar por conta do frio afetando seu corpo. Sr. Lemos pensava por um instante, e então voltava a dizer. - Eu vi uns três indivíduos, um deles um tritão como vocês, pegando o barco. Eles navegaram naquela direção. - E apontava para uma direção da costa. - Mas garoto, você não está sentindo frio? É melhor se agasalhar antes que fique doente!

Eles notavam que estava começando a escurecer também. Ao que aparentava, o sol estava se pondo e aos poucos dando lugar a noite, o que poderia talvez trazer mais perigoso, e talvez mais frio, para a aventura dos caçadores da Família.
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptySeg 07 Maio 2018, 17:42


Não restava dúvidas de quem havia roubado Walrus, aquele trio maldito estava sendo pior que chiclete no sapato. Não importava para onde nos dirigíssemos, eles estariam lá para acabar com a paz. - Aqueles miseráveis, vou acabar com cada um deles! Está vai ser a ultima vez que irão atrapalhar os meus planos. Vociferaria indignado, mas antes disso, deveria me agasalhar, a noite estava caindo e meus membros estavam prestes à congelar, não haveria fúria que me moveria nesse ponto. - Ei, Strange! Compre umas casaco bem quente para mim! Deixarei aquele tritão inteiro para você brincar mais tarde. Minha recompensa havia sido mal investida, o que resultou em um bolso vazio, mas o médico não deveria se preocupar, logo estaríamos nadando em dinheiro novamente.

Sem demora pegaria as roupas, se estar me fossem dadas e colocaria sobre o meu corpo, em seu devido lugar. Começaria a girar os braços após estica-los, o intuito era fazer com que a circulação sanguínea das minhas extremidades normalizassem, já que era um perigo sua dormência. Em todo o instante procuraria ficar inquieto, mexendo alguma parte do meu corpo para aquecer-me, mesmo que em pouca escala. - Vocês estão prontos para encarar eles novamente? Aquela raposa maldita me deixou uma lembrança difícil de esquecer, devemos tomar cuidado. Diria aos meus companheiros. Assim que seus preparativos fossem finalizados, partiríamos. - É melhor continuarmos nos movimentando mesmo a noite, vai ser melhor do que cair congelado por aí. Mesmo que os perigos da escuridão pudessem ser maiores, talvez pudéssemos usa-lo ao nosso favor, como elemento surpresa.

- Vamos lá, eles não devem estar muito longe. Desta forma daria as costas ao simpático mercante e seguiria na direção que o mesmo apontara momentos antes. Sempre atento, prosseguiria com um caminhar acelerado sempre seguindo a mesma direção, guiando-me pela costa que parecia ser um lugar muito mais tenebroso a noite. Porém nós não precisaríamos teme-la, se fossemos os monstros que causam esse medo. Agora despreocupadamente, tocaria o terror em qualquer criminoso que ousasse perturbar nossa busca. - Fiquem atentos ao barco e possíveis inimigos. Diria para quem me acompanhasse.

Na hipótese de encontrarmos Walrus, pararia em uma distância segura e então começaria a analisar. - Vocês conseguem ver quantos são? Se são apenas aqueles três (3)? Tentaria observar para responder-me. - Talvez a gente deva planejar uma maneira para entrarmos e causar o maior dano possível em pouquíssimo tempo! A ideia estaria na mesa, só nos restava estudar a situação e bolar uma boa estratégia. Para isso tínhamos que ver nossos pertences, localização da embarcação e seus tripulantes. Sabíamos que os nossos alvos estariam lá e para eles um combate estaria mais do que certo. Seria muito bom se os tubarões desses mares nos ajudassem pelo menos uma vez, não é, Nie? Expressaria-me para o tritão, descontraindo.

No entanto, se nossa procura apenas se estenderia mais, continuaria à caminhar pela costa atrás de pistas sobre seu real paradeiro, Walrus não poderia ser navegado pela escória da sociedade.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptyTer 08 Maio 2018, 16:55

"Conversando com Deus"



Nossa saída da caverna era apressada de forma que eu nem mesmo tive tempo de recuperar minhas coisas apenas me despedindo de Karthus com um breve aceno. - Ainda volto aqui pra derrotar esse velho. - De início não cheguei a compreender toda aquela rapidez para retornar ao frio, se eu já não estava me sentindo bem quem dirá Kisame que agora não tinha mais seu casaco. - Não me responsabilizo por nada.

- Ele está mesmo tão desesperado assim para sair do Farol? - Eram meus pensamentos enquanto seguia Kisame em silêncio para nosso navio no qual eu finalmente me dava conta de que havia sumido. - Não pode ser… Era disto que o velho estava falando. - Enquanto eu batia em minha testa com a palma da mão esquerda não conseguia parar de pensar em como fomos tolos em deixar o barco sozinho, e as surpresas não paravam de acontecer, pois perto de onde ficava Walrus havia uma pequena tenda para onde nos aproximamos perguntando por informação. - Eu não me lembro de isso estar aqui antes. - “Tem-De-Tudo do Sr. Lemos”, ao ouvir aquelas palavras minha feição já de surpresa só incrementou ainda mais a medida que meu queixo caía e eu lentamente reconhecia aquele pomposo bigode.

- Uma loja do Senhor Lemos…

- Não acredito.

Eu já tinha várias teorias sobre aquele senhor, de que eram vários irmãos gêmeos, um projeto de clones do governo mundial e até mesmo que Lemos é uma própria divindade encarnada. - Com certeza a última opção. - E a medida que Kisame dizia seus questionamentos tudo que eu conseguia fazer era me ajoelhar de uma perna estendendo os braços horizontalmente e baixando minha cabeça. - Promessa é dívida. - Da última vez que encontrei com este cidadão, quer dizer, Deus, eu prometi que o cultuaria como o verdadeiro ser divino que ele é.

- Senhor Lemos… A que devemos sua presença? - Diria já me levantando novamente e batendo a neve dos joelhos. - Quer dizer, como o senhor chega nos lugares tão rápido?

- É óbvio que isso eu já sei, poderes divinos é claro.

- Aliás, como vão Chinatsu e Katsuo? Passaram em alguma loja sua recentemente? São as duas crianças que estavam comigo ontem em Baterilla, se lembra? - Toda aquela conversa com o vendedor me fazia esquecer momentaneamente de nosso real problema até ter a atenção chamada por Kisame que logo em seguida falava algo que vou considerar como um pedido carinhoso. - Como se eu precisasse de permissão pra bater na tua espécie. - Responderia sarcasticamente me voltando novamente para o Sr. Lemos.

- Como eu sei que o senhor realmente tem de tudo então não vou nem perguntar pelo estoque. Precisamos de quatro mantas baratas, contanto que esquente tá valendo. E uma corda, perdi a minha última… - Assim que fizesse meu pedido ficaria atento no homenzinho tentando esticar meu pescoço para os lados e ver se eu finalmente descobria como ele tira tanta coisa aleatória detrás das costas. - Deve ter algum segredo. - Quando tudo estivesse à mostra pegaria o valor acordado e entregaria o necessário, ou melhor, verificaria se não precisáriamos de mais nada antes.

- E você Aduum? - Perguntaria ao anão. - Não precisa de nada pra esse frio? - Independente de ele acrescentar algo ou não eu pagaria tudo que possível dando prioridade as roupas. - Obrigado De… Senhor Lemos, acho que te vejo na próxima ilha, imagino. - Uma vez com tudo em mãos eu guardaria a corda em minha mochila, vestiria um dos mantos e entregaria para Kisame e Nie respectivamente dois e um manto para que se protegessem deste clima gelado. - Tenta não colocar fogo nesse. - Me aproveitaria também do momento para pegar de volta minha katana que havia ficado com Kisame.

- Sempre! - Diria batendo os punhos ao mesmo tempo em que responderia a pergunta de Kisame quanto às preparações. - Sinceramente aquele tritão me desapontou… Mas desde que eles estão com nosso barco imagino que é quase que uma obrigação socar a cara daquele desgraçado certo? - Dito isto seguiria Kisame que parecia tão convicto de pra onde deveríamos ir. - Sendo ele um navegador deve quase que uma obrigação. - e em meio a caminhada na calada da noite tentaria puxar algum assunto com qualquer um dos dois que quisesse me responder, afinal estamos juntos tem o que? Dois dias? - Ainda tenho algumas perguntas que ficam martelando em minha mente.

- Ei. - Falaria para os dois tentando passar o tempo enquanto ainda não avistássemos nada. - Se vocês precisam de roupas pra sobreviver do frio aqui em cima, quer dizer que precisam no fundo do mar também? Porque tipo, os peixes comuns não morrem congelados, ou morrem?

Na possibilidade de encontrarmos nosso barco tentaria me manter à uma distância segura e escondida enquanto observaria os arredores à procura de rotas de fuga, de invasão, quantos inimigos estavam ali, e o mais importante, onde e como estava o trio pateta. - Hiiilgrim Hilgrim Hilgrim Hilgrim Hilgrim, onde está você. - Ao mesmo tempo em que observaria ouviria os dizeres de Kisame para logo responder-lhe.

- Ainda não tenho certeza… Mas Lan disse que eles tinham uma tripulação certo? Devem ter alguns caras a mais pra gente surrar. Talvez seja bom atacarmos de dois flancos. - Neste momento eu sacaria as soqueiras de meus bolsos e as equiparia nos punhos. - De qualquer forma preparem-se. - Diria com um sorriso de anseio pela batalha. - Agiremos na primeira oportunidade.


Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptyDom 20 Maio 2018, 19:06

O olhar confuso do experiente Sr. Lemos demonstrava que ele parecia não entender as coisas que Gallore falava. O boxeador havia feito uma reverência se ajoelhando por considerar Lemos uma entidade e, depois de se levantar, perguntava sobre Chinatsu e Katsuo. O homem realmente parecia não saber o que responder com tais dizeres, demonstrando isso em sua fala e um semblante estranho.

Entretanto, ao ouvir sobre a possibilidade de vender alguma coisa para os garotos, o pedido de quatro mantas baratas, Lemos voltava a ter seus sorriso típico abaixo de seu icônico bigode, e se abaixava na barraquinha, voltando com quatro pelas de tecido batido, acinzentado, de não muito boa qualidade, mas bem grossos. Eram quatro mantos, e não mantas, mas talvez fosse servir.

- 40.000 berries! - Ele entregava para Gallore, agora colocando as mãos nas costas e tirando uma corda nova, enrolada. O ruivo até tentava ver como ele fazia aquilo, mas realmente não era possível na posição que estava. - E mais 20.000 berries. No total são 60.000 berries, meu amigo! - O boxeador pagava a quantia e então pegava os itens. Guardava a corda consigo, vestia um dos mantos, entregava um para Nie e outro para Kisame, e, tendo Aduum agradecido e dispensado o último, Gallore também o guardou em sua mochila(o manto, não o Aduum e.e).

Eles se despediam, e Lemos novamente estranhava os dizeres sobre vê-lo na próxima ilha, mas não deixava de tratá-los bem. - Foi um prazer fazer negócio com vocês, caçadores de recompensas! - E seguiam então na direção indicada pelo bom senhor.

A princípio eles não viam a escuna Walrus, mas seguiam o caminho indicado por Sr. Lemos mesmo assim, enquanto Gallore aproveitava para fazer uma pergunta acerca da sensibilidade ao frio dos tritões, peixes, que não tinham tempo para responder, sendo cortados por Aduum, em cima do ombro do médico novamente. - Na verdade morrem. Os peixes são seres que se adaptam as temperaturas da água, mas alterações bruscas como sair de uma água muito fria para uma muito quente de uma hora para outra pode matá-los. A alteração tem que ser vagarosa. É por isso que é importante ter um termostato em aquários. - Seus dizeres passavam tamanha sabedoria. O anão estava afirmando aquilo com convicção, como se realmente dominasse o assunto. - Penso que os tritões também sejam assim, apesar de não ter tanta certa disso. Mas isso deve se aplicar melhor em ambientes aquáticos.

Após a aquisição deste conhecimento, e agora mais aquecidos, eles seguiam o caminho, até que ao longe viam uma embarcação. Já havia escurecido, o que dificultava a visão, mas eles tinham a impressão de ser mesmo Walrus. Perto da embarcação, na praia, haviam algumas barracas, e uma fogueira, compondo uma espécie de acampamento, havendo ali dois seres com aparência humanoide, mas que eles não conseguiam discernir totalmente por conta do escuro. Estavam a uma distância relativamente segura.

- O capitão estava certo achando que viriam haihaihaihaihai - Uma voz vinha das águas, e ao olharem, viam um tritão com vários espinhos em torno de seu corpo saindo do mar, e se aproximando deles alguns metros. - Não se preocupem, crianças. Já tiramos o barco de vocês, e agora tiraremos também suas vida da forma mais rápida possível haihaihaihaihai - E então surgiam também outros 2 tritões das águas, com aparência parecida com a de Hilgrim. Nenhum portava armas, mas tinham uma postura que lembrava a Gallore o karatê, e que Nie e Kisame reconheciam como pose do karatê tritão em alguma de suas variações. - Eu pego o moleque. Deem um jeito nos tritões, homens.
Explicação - Mantos:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptySeg 21 Maio 2018, 17:03


Walrus já estava no alcance de nossas vista e ao seu pé um acampamento onde mostrava que meu temor havia se realizado, não tínhamos mais certeza da quantidade de inimigos que enfrentariam lá a partir deste ponto. Entretanto antes que pudéssemos nos aproximar, o mar no abordava, ou melhor, criaturas que dele saiam. Um trio de tritões vinha em nossa direção,  jurando a nossa morte e trazendo algumas pistas sobre o verdadeiro indivíduo que havia nos roubado. - Parece que seu capitão nos conhece muito bem então! Afirmaria e logo após deixaria uma risada fluir, minha espada seria empunhada enquanto isso. - Vocês me ameaçaram, não posso deixar que voltem para lá, irão se arrepender de conhecer minha verdadeira natureza. A partir de agora nada de brincadeiras, o ódio que era resultado dos acontecimentos tomara minha cabeça e só tinha uma coisa que saciaria está vontade de matar.

Presas expostas e espada ereta, excitado partia para cima dos homens-peixe que me desafiavam, por ora deixaria o espinheiro para Gallore enquanto eu e meu irmão cuidassemos dos outros. Velozmente partiria em direção ao Tritão que me desafiará, com sede de sangue, não me importava se compartilhavamos a mesma raça nem vínculos, ele ia morrer hoje. Desfrutará da minha velocidade para reduzir a distância entre nos possibilitando assim uma forte investida, onde que se eu atingisse uma distância de dois (2) metros iniciaria meu afronte. Quando minha perna esquerda estivesse á frente no deslocar, inclinaria-a mesma e manteria a perna direita reta para me dar equilíbrio enquanto rotacionasse meu corpo para acumular força. Ao mesmo tempo que me movimentasse, minha espada ficaria no sentido horizontal, assim como meu braço direito que seguraria-o firmemente. O intuito deste movimente seria atacar fatalmente o inimigo ao mesmo tempo que tentaria não ser acertado por ele ao executar um golpe mais baixo. Visaria acerta-lo ou na barriga ou em seus membros inferiores, aplicando toda minha força caso conseguisse deslizar minha arma sobre o inimigo.

- Todos vocês irão pagar por estarem no meu caminho! Diria enquanto estivesse tentando manter a postura. Parari de frente para meu alvo e agora seguraria a espada com as duas mãos e acima de meu ombro direito, de modo que sua lâmina estivesse voltada para cima, posteriormente saltaria o mais alto possível trazendo a arma com toda minha força e durante o movimento, a ponta da lâmina sério posta sob a carne do Tritão, ou pelo menos próxima a isto, para que no decorrer do salta sua carne fosse cortada violentamente. - Isso vai dar um belo aquecimento, aquele raposa mal vai ver o que lhe acertou!

Quando a queda acontecesse, rapidamente saltaria na direção contrária aos inimigos. Me impulsionaria com força para agora aumentar a distância antes de dar oportunidade para darem alguma investida contra mim. Quando chegasse a uma zona segura, pararia e voltaria a ditar o trio. Com uma postura própria para um espadachim, aguardaria um contra ataque, se acontecesse. Quaisquer golpe fisico ou projétil lançado contra mim, seria defendido com minha arma, de modo que a mesma fosse de encontro ao ataque para batalhar com força e tvez causar mais alguns danos. - Nunca foi tão fácil conquistar uma presa, aqui elas vem até mim! Não tinha como esconder a excitação do confronto, que seria transmitida para minha defesa, onde meus braços levariam a espada de encontro ao membro - ou objeto -  atacante, onde tentaria antecipar o impacto em si mesma e em conjunto com minha força afasta-lo de uma vez só. Sempre que pudesse repetiria o feito, entretanto se a força fosse superior a minha, ao invés de empurra-lo, faria com que deslizasse sobre a lâmina. De tal maneira desviaria o ataque e ainda assim tentaria causar lesões sérias em seu corpo.

- Este foi o pior erro de vocês, tritões! Acabaram em um caminho sem volta, todas as suas cabeças vão virar dinheiro em meu bolso! Exclamaria para amedronta-los. - Estão acabados! Cuchicharia enquanto fitaria nossos oponentes diretamente nos olhos, já imaginando Walrus em minhas mãos novamente. Cada minuto que ficassem os ali era tempo precioso para partimos em nossa aventura a Grande Linha não iria esperar por nós, deveríamos atingir nossos limites e ficar cada vez mais fortes para que qualquer objetivo pudesse ser cumprido. - O Principe dos Mares não vai morrer até se tornar REI!

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptySeg 21 Maio 2018, 17:08

Os Soldados de Freeza Hilgrim Aparecem: Enfrentando Dodoria!



Aquele pequeno anão não para de me surpreender respondendo até mesmo a mais aleatória pergunta que meio a cabeça. - Então quer dizer que esses dois só vão durar até uma ilha de verão. - Infelizmente, ou felizmente nossa conversa era interrompida pelo semblante de Walrus que aparecia ao longe em meio a penumbra junto a uma espécie de acampamento em cerco de nosso barco.

- A tripulação deles deve estar dormindo. - Era o que eu pensava até que a emboscada chegava do mar, se que pode se chamar assim.

- O que? Vocês tão tirando uma com a minha cara seus desgraçados?! - Disse um pouco irritado no momento em que vi o tritão espinhoso e as outras duas aberrações saindo da água. - Vocês se dão ao trabalho de montar uma emboscada e só me trazem três fracotes da tripulação de Hilgrim?! - E então diria com uma voz pouco mais baixa no entanto séria tentando demonstrar minha confiança. - Assim ferem o meu orgulho.

- Será possível que aquele tritão é tão covarde assim a ponto de não querer encerrar nossa luta de antes. - De qualquer forma não temos tempo para papear aqui, aparentemente meu oponente já está definido e pronto para o combate. - Ainda que esses espinhos possam ser um problema. Heh, isso vai dar um bom treinamento. - Me prepararia já com o sorriso no rosto e as soqueiras nas mãos, no entanto desta vez pretendo usar uma coisinha a mais.

- Muito bem Dodoria! - Anunciaria com minha empolgação de sempre por lutas. - Pode vir! Espero que não fuja e me decepcione igual o seu capitão! - Ao mesmo tempo em que soltaria essa leve provocação, o que não deixa de ser verdade, eu sacaria minha katana e a empunharia firme com as duas mãos.

- O Kisame faz isso o tempo todo, não deve ser tão difícil. - Diferente de minha postura usual meus pés ficariam firmes no chão com a perna esquerda tomando a frente, os ombros alinhados se manteriam firmes e rígidos como apoio para minhas mão que segurariam a arma na altura da cintura apontando em uma angulação entre o céu e o meu oponente.

- Aduum, - Diria calmo e com um olhar determinado enquanto continuaria com os olhos no tritão. - pode ir ajudar os outros se quiser, deixa que deste aqui cuido eu. - Apesar da vontade de partir para cima desta vez me controlarei esperando pelo meu oponente, minha postura se manteria rígida até que ele viesse pra cima de mim onde ainda com as mãos firmes eu relaxaria meus ombros e soltaria mais as pernas inclinando o calcanhar para cima a fim de me apoiar apenas na ponta do pé me dando mais agilidade e liberdade de movimento para esquivar de seus golpes.

- Sua postura é de Karatê, então ele deve usar mais os punhos. - Em primeira instância eu não o atacaria e muito menos usaria de minha lâmina, apenas desviaria para os lados e para trás sempre atento em seus movimento, especialmente em caso de chutes que eu esquivaria pulando não só alto o suficiente para me livrar mas também inclinado para o recuo, usando de minha aceleração eu ficaria alternando entre velocidade normal e máxima para confundi-lo, e a cada golpe desviado eu posicionaria minha espada na lateral de seu braço sem encostar, como um treino de assimilação para aprender como eu apararia o golpe se estivesse realmente usando minha arma. Não só isso como também usaria esse período para analisar os tempo de reação e ataque do tritão e seus pontos ausentes da defesa natural de seu corpo.

- Deve ser um incômodo se espetar com o próprio espinho, então áreas de juntas ou contato como no lado oposto do cotovelo e joelho ou debaixo da axila não devem ter espinhos. - Uma vez com tudo analisado eu iniciaria meu feroz contra ataque que duraria pouco menos que alguns segundos.

Primeiramente daria um salto para trás para pegar distância apontando minha lâmina para o chão, em seguida me aproximaria dele ou esperaria que o mesmo viesse até mim para desferir um corte ascendente de forma que a ponta da espada que antes mirava o chão agora apontaria para o céu, este golpe no entanto não seria para desferir dano, mas sim como distração esperando uma esquiva forçada de meu oponente, no final de meu primeiro ataque eu soltaria a espada de forma que ela fosse lançada para cima criando a distração perfeita para reposicionar meus braços e por fim tentar acertar os dois olhos do tritão com meus punhos especificamente em suas têmporas.

Se meu golpe der certo é provável que além de levemente atordoado a visão dele seja temporariamente prejudicada de modo que espero um contra ataque às cegas do tritão, este que independente de ser realizado ou não eu passaria por sua lateral me agachando e com um giro de 180° onde já em suas costas novamente faria um ataque duplo, desta vez por debaixo de suas axilas onde acertaria tanto suas costelas como também sua caixa torácica visando desestabilizá-lo ainda mais. - Isso é o que você merece por me subestimar. - Por fim daria uma pirueta por cima do homem peixe caindo de costas para o mesmo esperando que minha noção temporal tenha acertado no timing em que a espada que eu previamente joguei cairia naquele lugar onde eu usaria de minha habilidade com malabarismo para apanhá-la no ar e na mesma posição desferir uma estocada para trás com o manto de cobertura para que assim nem mesmo meu oponente veja de onde viria sua derrota.

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Caso eu erre a estocada ou o golpe não seja o suficiente para derrubá-lo eu tiraria meu manto e jogaria por cima do tritão para que quando ele retirasse a cobertura eu já estaria esperando ao seu lado com um poderoso direto de direita no rosto visando evitar seus espinhos mas também forte o suficiente para tentar nocauteá-lo. Se em meio a tudo isso eu for acertado tentarei resistir e continuar com a mesma linha de ação, no entanto um pouco mais acelerado para conseguir pegar a espada no ar a tempo. - Não é um golpezinho fraco desses que vai me parar.

Na ocasião de derrotar o meu oponente eu analisaria meus arredores para ver se Kisme ou Nie estariam levando pressão, e neste caso agiria de imediato. Primeiramente arremessaria a espada na lateral do inimigo o errando de propósito como distração e tentando fincar a espada no solo. - O que seria de vocês sem mim. - Diria em um tom zombeteiro enquanto investiria até chegar próximo o suficiente pulando para o lado como uma finta e então me impulsionando no cabo da espada fixada para ir direto com um soco na mandíbula do inimigo.

Por fim uma vez que todos estivessem com seus respectivos tritões derrotados, eu apanharia meus objetos deixados seja eles meu manto ou a katana e então verificaria se havia alguém ferido

- Todo mundo bem? - Perguntaria meio indiferente já que confio nos dois para dar cabos em meros subordinados, então verificaria se algum inimigo ainda estaria vivo, e se estivesse me dirigiria até ele pressionando-o contra o chão infligindo dor em algum ferimento que o coitado venha a ter.

- Eu vou te dar duas opções. - Diria bem sério e com um olhar frio. - Você pode me contar quantos de vocês tem e suas localizações e logo depois eu te desmaio, ou eu deixo você ao livre prazer do meu amigo sanguinário aqui. - Apontaria para Nie. Se me ele contar o que desejo o apagaria na hora, caso contrário o deixaria no chão e com desapontamento no rosto faria um sinal para que o assassino dos mares fique livre para satisfazer sua vontade esperando que alguma hora ele ceda e diga-nos algo, é claro.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptySeg 21 Maio 2018, 18:22

justify]Os oponentes se separavam em combates alternados entre si, de forma que Gallore pegava o tritão dos espinhos, Kisame pegava o tritão da esquerda, e Nie e Aduum pegavam o da direita. Kisame, Nie e Aduum acabava por avançar juntos, passando pelos lados da luta do companheiro humano.

- Não se preocupe. Tenho certeza que Hilgrim te decepcionou levando seu navio, mas não precisa chorar não, criança haihaihaihaihai - Ele dizia em tom provocativo, rindo, caçoando de Strange. - A propósito... Eu sou Spyke. E este é o último nome que ouvirá em toda sua vida patética haihaihai

Gallore empunhava então sua katana, com a lâmina voltada para cima, inclinada um pouco na direção do inimigo tritão. A princípio ele não tinha muita coordenação sobre como segurar aquela arma, e era como se ela não se encaixasse direito em suas mãos, mas ele não se deixava intimidar por aquilo.

Spyke partia, então, em um avance rápido na direção de Gallore, tentando aplicar-lhe um jab e um direto, precisos, dos quais o boxeador se esquivava e tentava aparar com a espada. Era difícil, mas servia para Gallore testar de certa forma o peso da katana.

O médico ruivo saltava para trás, como para tomar impulso, e então se lançava para frente tentando um movimento ascendente com a lâmina na direção do inimigo. O tritão de espinhos, por sua vez, se esquivava para trás e evitava facilmente o golpe, dada a inexperiência do autor, mas Gallore não se limitava aquilo e eis que se via sua espada voar de suas mãos para cima.

- Você não consegue nem segurar sua espada, humano patético haihaihaihai - Spyke caçoaria do garoto mais, se não fosse uma distração do boxeador que utilizava do momento propício para acertar um soco duplo nas têmporas do homem-peixe.

Spyke dava uma tonteada, mas seguia em reação quase que instante tentando mirar um soco um pouco prejudicado no abdome de Gallore. O médico, por sua vez, contornava o golpe inimigo e ia para suas costas, tentando um golpe contra as axilas do tritão. Contudo, não se esperava uma recuperação tão rápida do inimigo que, vendo aquilo, girava sobre os calcanhares e conseguia envolvê-lo com os braços em uma espécie de abraço, impedindo sua movimentação. Os espinhos nos braços incomodavam, mas não eram suficientes para machucar seriamente o boxeador.

- GAME OF THORNES! - E seis espinhos do abdome do tritão aumentavam para a frente, perfurando a carne do abdome de Gallore e causando imensa dor. Spyke o soltava e então dava um chute em seu abdome, repelindo-o.

Gallore até tonteava com o empurrão, mas conseguia suportar e se manter em pé, agora mais próximo do tritão. Sua espada havia caído em cima dos dois quando estavam juntos, mas não causara dano algum e agora estava aos pés de Spyke, que agora com um olhar mais sério encarava o jovem. - Chega de brincadeiras, então. - Ele fechava os punhos e puxava uma grande quantidade de ar. Seu tamanho se expandia, e ele ficava com quase dois metros e meio, parecendo ficar mais imponente, talvez mais forte. Com um simples movimento com os braços, espinhos pequenos aumentavam em seus punhos e ele parecia agora ter duas pequenas lâminas para complementar seus socos.

No mesmo instante, Kisame, avançando contra seu inimigo tritão, tinha uma estrategia de movimentação muito boa. Numa distância propícia durante o avance, ele realizava um movimento deixando sua espada na horizontal e girando seu corpo com o apoio em apenas uma das pernas, o que realmente surpreendia o inimigo, mas não impedia que fosse esquivado com um bom salto para trás.

O adversário quase no mesmo movimento que ia para trás, se lançava para frente, e tentava um ataque contra Kisame, que agora saltava na direção do inimigo com sua lâminas a altura do ombro, tentando cortá-lo. Acabava que Kisame conseguia produzir um belo corte abaixo do pescoço inimigo, em sua clavícula, mas recebia um poderoso soco em seu abdome que o fazia cair rolando no chão de pedra.

O ferimento do inimigo começava a sangrar, e Kisame sentia uma leve dor em seu tronco, principalmente em seus ferimentos nas costas que doíam com a queda.[/justify]

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptySeg 21 Maio 2018, 22:13

Os Soldados de Freeza Hilgrim Aparecem: "Winter is Here"



A troca de golpes inicial tinha sua conclusão e as coisas não ficaram lá muito boas pro meu lado. - Filha da… Isso dói. - Seria meu pensamento enquanto deslizava pela neve, seis perfurações no abdômen e aquilo ardia ainda mais que a pazinha do Merthiolate naquele vento gelado que nos cercava me dando até mesmo a impressão que meu sangue vai congelar ali mesmo, no entanto simultaneamente a isso uma sensação crescia dentro de mim. - Sim, é assim que uma luta tem que ser. - Sorriria de um jeito até que maníaco para o tritão enquanto meu sangue só esquentava mais e mais.

- Spyke… é? - Diria ao tritão enquanto ele parecia juntar suas forças. - É um bom nome, vou me lembrar dele, você se provou um oponente digno. - Diria em um tom um pouco animado mas demonstrando o respeito que o homem peixe conquistou enquanto coçaria de leve minha barriga recém perfurada. No momento que ele juntou ar para se “inflar” não pude deixar de pensar que crescer de tamanho seria apenas uma desvantagem contra um oponente ágil como eu.

- Mas ele não é burro para dar um tiro no próprio pé. - A luta havia ficado séria, e agora é minha obrigação corresponder a altura.

- Ei Spyke. - Chamaria por sua atenção com uma voz séria e o sorriso já desaparecido em meu rosto. - Eu não tenho nada contra você, minha rixa é com seu capitão e pelo simples desejo de terminar nossa luta, eu sinceramente não me importo com o barco que eu sei que já é meu. Sendo assim acho que começamos errado, vamos fazer as pazes e… - O sorriso voltaria ao meu rosto, meus pés uma vez juntos agora se fixariam um pouco distante um do outro formando uma base aberta junto de meus punhos que agora estaria colados no tronco e em direções opostas. - MATAR UM AO OUTRO COMO BONS AMIGOS!! - Gritaria de empolgação para o tritão.

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- Gallore Strange, pode gravar este nome. - Continuaria ao mesmo tempo em que retiraria a bainha da cintura e a largaria no chão demonstrando tanto que não brincaria mais com a espada como também começaria a levar essa luta a sério. - O inverno já chegou pra você, diga um olá ao Caolho por mim. - E então partiria para cima em uma corrida acelerada.

Minha investida no entanto não seria imprudente. - Se ele cresceu tanto assim de tamanho tenho certeza que sua força aumentou. Mas com sorte seu vigor não será mais o mesmo. - Com isso em mente não atacaria de cara, ao chegar perto o suficiente eu ficaria em uma espécie de “dança” com meu jogo de pé indo de uma direção à outra apenas esperando o primeiro golpe do tritão, assim como anteriormente meus calcanhares não encostariam o solo onde apenas a ponta de meu pé serviria de base nunca cruzando uma perna com a outra e meus braços se manteriam levantados à altura do rosto mantendo uma certa guarda.

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Se Spyke desferir um chute, o que acho pouco provável devido a sua estrutura corporal atual, eu rapidamente passaria para debaixo de seu corpo me aproximando da perna base para desferir um golpe com meu antebraço em sua canela, não muito para causar dano, e sim no intuito de puxar sua base derrubá-lo, ele indo ao chão eu subiria em suas costas e golpearia por trás de sua nuca visando a coluna cervical no intuito de nocauteá-lo. No entanto no caso de o mais provável acontecer e ele tentar me acertar com um soco no qual eu presumo que seja de cima para baixo devido ao seu tamanho, eu daria um pequeno salto para o lado oposto de seu membro mas ainda dentro da guarda do tritão, o tempo gasto para se recuperar do erro e retomar a compostura seria a abertura perfeita onde eu saltaria no próprio braço errante do meu inimigo usando-o de impulso para ir na direção de seu rosto.

- Cada golpe tem que ser fatal como se fosse o último. - Em meio ao ar eu recolheria minhas pernas subindo o joelho na altura do peito no intuito de evitar que Spyke me agarre e usando o impulso obtido anteriormente desferiria uma cotovelada novamente em sua têmpora, não só para prejudicar a visão, mas também porque um golpe bem aplicado nesta área também pode causar concussão, perda de consciência e até mesmo a morte. O homem peixe no entanto demonstrou uma recuperação sobre-humana da última vez, - Não posso vacilar por um instante. - minha aterrissagem seria com um rolamento para frente prevendo já a esquiva de algum contra ataque, enquanto estivesse no chão utilizaria minha mão esquerda para apanhar um pouco de neve e usando minha posição do momento já partiria para cima novamente em um dash.

Quando chegasse perto o suficiente usaria do mesmo jogo de pés, dando um salto baixo para a direita como uma finta e usando da movimentação para arremessar neve nos olhos de Spyke, em seguida daria um outro salto para a esquerda tentando passar para sua retaguarda ou lateral onde já me apoiaria com a perna esquerda para saltar novamente à altura de sua cabeça e golpearia bem entre seu pescoço e trapézio com a lateral de minha palma direita, se aplicado corretamente um golpe neste local pode romper as cartilagens ali alojadas impedindo a passagem de ar, e assim como antes aterrissaria com um rolamento para me reequilibrar.

Supondo que o tritão continue de pé, em meu próximo ataque eu aguardaria ele se virar à mim para que eu pudesse ir com tudo em um dash, prevendo que ele esperaria fintas de movimentação da minha parte como antes, eu imagino que venha me atacar com algo que acerte uma maior área provavelmente na horizontal, neste caso caso me agacharia rapidamente como esquiva ou faria a mesma passada lateral ainda que flexionando os joelhos se ele insistisse em socos diretos, dito isto se conseguir entrar em sua guarda através da esquiva eu utilizaria de meus joelhos flexionados para um impulso vertical onde finalizaria Spyke com meu mais poderoso uppercut em seu queixo esperando por um nocaute.

Em meio a tudo isso se eu ver que serei acertado tentarei ao menos colocar meu braço na frente como bloqueio no intuito de amenizar os danos ou resistir ao impacto, e caindo ou não logo tentaria me restabelecer para continuar meus ataques. Outra possibilidade também é que ele novamente tente me agarrar onde eu me agacharia como esquiva, e se ver que não dará tempo tentarei ao menos levantar meus braços para que durante o agarrão eles fiquem livres com o objetivo de afundar seus globos oculares com meus polegares até que me solte.

Se conseguisse derrubar o grandão de uma vez pararia um pouco para respirar e restabelecer as forças. - Nada mal, Spyke. - Murmuraria levando a mão ao abdômen e observando como os outros se sairiam ou se já haviam finalizado suas respectivas lutas.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptyTer 22 Maio 2018, 00:17


- É seu desgraçado, você é forte! Mas vamos ver quanto tempo você vai durar... Diria para meu inimigo enquanto estivesse me rocompondo. Seu ataque realmente tinha sido estrondoso, a dor foi sentida através dos meus membros, sem falar nos ferimentos causados pela batalha contra Bolinha em sua caverna. Aos poucos tentaria voltar para postura inicial, não largando minha espada um instante sequer, a batalha pelo futuro tinha iniciado e iria com toda força para cima deste malditos piratas. - Infelizmente para vocês, eu irei recuperar o meu barco! E não há ser que vai me impedir, todos serão massacrados.

Novamente partiria em direção ao inimigo agora mais atento aos seus movimentos e contra-ataques, desta vez nada de ser pego de surpresa. Tentaria supreende-lo com minha velocidade avançando em sua direção em linha reta, o caminho mais curto a percorrer. Quando me aproximasse dele, começaria a me dirigir para a direita e quando atingisse uma pequena distância de seu corpo me impulsionaria na direção do seu membro ferido e com minha espada tentaria corta-lo enquanto meu corpo se deslocaria para seu lado direito após o impulso realizado pelos meus membros inferiores. A investida seria simples, usando a força do meu corpo e a espada no sentido horizontal e o corte acompanhando o meu deslocar.

Após o afronte continuaria na mesma direção do ataque, me afastando de qualquer perigo que ele pudesse me oferecer. Posteriormente gravaria meu movimento bruscamente e giraria meu corpo de volta para meu adversário, onde novamente começaria a correr com toda vontade e de matar na sua direção npara repetir o movimento, porém de um ângulo diferente. Repetidamente, sairia tão rápido quanto o movimento anterior e novamente faria aquela para brusca, mas dessa vez manteria-me estagnado por um tempo, respeitaria fundo e partiria para cima do Tritão com tudo.

Quando eu chegasse bem próximo dele, tentaria saltar por cima de sua cabeça junto com minha espada e visaria cair atrás de tal forma que não conseguisse defender minha próxima investida. Uma estocada direto em sua coluna. Com a mão direita seguraria o cabo da arma firmemente enquanto a esquerda empurraria-a com toda força. No caso do Homem-Peixe tentar impedir meu pula, efetuaria um corte no membro que viesse de encontro ao meu corpo ou equipamento, fazendo este meu ataque principal, ignorando o que viria a seguir.

Evitaria deixar grandes intervalos de tempo entre minhas ações para evitar que fossem interceptadas e realizaria-as da maneira mais rápida possível. O Tritão era ágil e de certa forma difícil de se acertar, assim como evitar seus ataque, seu estilo de luta era perigoso e eu sabia disse, não daria para continuar com este empasse. - Essa vai doer, mas m tem outro jeito... Murmuraria antes do triunfo. - Venha logo seu idiota! começaria a gritar para meu oponente, tentando irrita-lo e incita-lo a atacar. Por um breve momento deixaria a guarda aberta, se o seu golpe viesse. Entretanto nos últimos segundo antes do impacto, traria a ponta da espada de encontro á minha presa o mais rápido possível e com uma das mãos tentaria agarrar-me - a esquerda - durante este pequeno espaço de tempo, canalizaria toda minha força para tentar perfurar o corpo do peixe então me prender a sua alma para que não me lançasse longe novamente.

Procuraria manter minha calma antes de realizar este movimento perigoso, canalizaria minha força de vontade, visando meus grandes bjetivos e perder não seria uma opção, me manteria de pé a qualquer custo e minha espada sentiria novamente o gosto de seu sangue. Realizaria este movimento caso o inimigo me desse uma brecha antes do final dos meus ataques, isto se estivéssemos posicionados um na frente do outro, mesmo que ele tenha interrompido qualquer ação anterior, deste forma priorizados um golos final aos possivelmente fatais.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 6 EmptyQua 23 Maio 2018, 21:58

A apresentação vinha por parte de Gallore, dizendo seu nome e que era para gravá-lo, fazendo o tritão olhar com desgosto para ele, retrucando. - Mortos não precisam de nomes, criança. - Enquanto isso, o boxeador largava sua bainha, antes de lançar uma frase de efeito fazendo referência a Jack Buster, e avançando na direção do inimigo.

Spyke, vendo que ele se aproximava, já levantava um dos braços e se preparava para descê-lo sobre a cabeça de Strange, contudo o boxeador era rápido e imprevisível em seus movimentos, e conseguia se esquivar a tempo, mas não cumprir sua reação esperada.

Ele saltava de um lado para o outro, e o peixe então tentava novamente descer uma de suas mãos contra a cabeça do médico, que se esquivava com agilidade. Mas agora, não era somente uma esquiva, e Gallore conseguia encaixar um salto e um impulso no braço do tritão, alcançando sua cabeça e lhe aplicando um poderoso golpe.

O tritão tonteava, mas não desistia. Ele tentava bater em Gallore antes de sua queda, mas de novo o boxeador era rápido e fazia um rolamento evasivo que o impedia de ser acertado pelo golpe, que batia no chão de neve.

Já com uma quantidade de neve em mãos, Strange volta a avançar contra Spyke, e este parece um pouco mais irritado por agora não estar conseguindo acertar o adversário. Com o mesmo esquema de antes, veloz, o caçador de recompensas lança agora neve nos olhos do tritão, que em resposta no mesmo instante faz um movimento com o braço na direção do jovem e lhe lança três espinhos que acertam em seu braço direito.

Contudo, a oportunidade perfeita já havia sido criada, e Gallore sabia aproveitar muito bem contornando o inimigo com a visão por um instante prejudicada, e saltava lhe aplicando um golpe na região próxima a parte de trás do pescoço.

Simultaneamente, estava ali ao lado Kisame batalhando com um outro tritão aleatório que eu tive preguiça de criar um nome mas que vamos chamar de Osvaldinho aqui por puros fins de fluidez da leitura.

O espadachim largava sua frase dizendo que recuperaria o barco e massacraria todos os seres que tentariam impedi-lo, enquanto o pirata tritão não respondia nada, mantendo apenas aquele olhar compenetrado para com o adversário.

Kisame avançava com a espada firme em mãos, em linha reta, e o tritão também. Um corte vinha preciso e conseguia causar dano no pirata, mas o caçador de recompensas acabava por receber um soco em suas costelas, não lhe causando muito dano além de uma dor momentânea no instante seguinte.

O Príncipe dos Mares seguia na mesma direção do movimento e, girando sobre pés, voltava avançar contra o inimigo karatéca. O próximo ataque, um movimento como o anterior, mas agora em ângulo diferente, era desviado por Osvaldinho com um reclinar das pernas e abaixar do corpo. Ele tentaria um soco contra Kisame, se não fosse o fato do tritão agora saltar, passando por cima do inimigo e conseguindo cravar, num movimento surpreendente, sua espada na coluna do antagonista.

Ambos os golpes, de Gallore e Kisame, haviam sido extremamente bons, e direcionados a locais muito próximos, mas havia uma diferença entre aqueles ataques: O de Kisame, cravando a lâmina ali, era fatal mas seco, não tinha um instante posterior. Já o de Gallore, no mesmo instante que batia, via o tritão dar uma espécie de soluçada forte, que movimentava todo seu corpo, lançando espinhos para todos os lados.

Kisame recebia em suas costas quatro espinhos, que se cravavam alguns nos ferimentos de antes, trazendo uma dor descomunal. Nie e Aduum, mais espertos, se protegiam com o corpo do tritão com que lutavam, e conseguiam ainda derrotá-lo de vez sendo atingido por inúmeros espinhos. Provavelmente ideia do Aduum.

Já Gallore, em contato quase que direto com Spyke, recebia uma grande quantidade de espinhos. Sete espinhos distribuídos por seu tronco, alguns no tórax, outros no abdome. Dois espinhos no braço direito, três no braço esquerdo. Um espinho na coxa esquerda, e um outro na canela direita. Além disso, um espinho no lábio inferior, e um outro na bochecha direita, quase no olho.

Os espinhos não eram tão grandes, do tamanho de um lápis, mas em grande número causavam certa dor e desconforto, e talvez o tirar dos mesmos pudesse ser algo bastante doloroso também. De qualquer maneira, o tritão com Kisame agora estava no chão, o que estava com Nie e Aduum também, e Spyke, o tritão com Gallore, estava no chão todo esborrachado, parecendo uma bexiga estourada.

Olhando para o acampamento, havia uma movimentação maior de tritões, mas eles não pareciam ter percebido ainda os caçadores de recompensa. O que seria feito agora?
Ferimentos:
 

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