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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

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MensagemAssunto: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyQui 1 Mar 2018 - 15:57

Relembrando a primeira mensagem :

No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Gallore Strange, Kisame e Nie. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyQui 5 Abr 2018 - 20:07

O Homem Mais Forte do Mundo



- ISSO PODERIA SER MELHOR? - As palavras que Kisame dizia enquanto eu o tratava ecoavam em minha mente, pelo visto eu me juntei aos malucos certos, por um momento achei que teria que socar o tritão no rosto novamente, quem sabe alguma pancada o tivesse deixado covarde, mas não dessa vez, assim como eu, aqueles dois gostam da ação, da luta, causar e sentir dor, e por falar em dor, esse pensamento só se intensificou mais ao ver as reações de Nie, me deixando até mesmo um pouco culpado por desperdiçar morfina com alguém que não se importava com seu nariz quebrado.

Mas isso não vem ao caso agora, o fato é que como Prince disse, daqui pra frente tudo só vai piorar, e essa ideia não para de me animar ainda mais, um verdadeiro desafio na Grand Line, é isso que eu realmente estou procurando. - Será que eu sou masoquista que nem esses caras? - Pensava enquanto via o sorriso sádico de Nie. - Nah, eu sou normal, esse aí devem ter caído do berço. -

Por mais que Aduum nunca tivesse pisado no Farol antes, suas histórias já eram o bastante para nos guiar, o pequeno homenzinho ainda parecia um pouco desanimado, mas o que mais me incomodava era o fato de ele ter navegado os quatro Blues sem nunca ter pisado aqui. - Mais uma coisa que terei de perguntar mais tarde acrescentada à lista. - Continuando a responder minhas perguntas o anão comentava agora sobre Don Karthus, uma força equiparada ao antigo rei dos piratas.

- Wow, isso não deve ser pouca coisa. - Respondi de volta enquanto caminhávamos, o percurso demorou alguns minutos que só se alongaram mais devido a dificuldade em andar com os pés enterrados na neve fofa e macia. Diferente de Baterilla, o clima aqui estava imensamente gelado, e mesmo com um casaco a sensação de frio espetava minha pele como finas agulhas que me causavam arrepio, minha tremedeira no entanto não era devido a temperatura, e sim para encontrar esse homem que dizem ser tão poderoso. - Eu definitivamente vou desafiá-lo pra uma luta. -

O fato de avistar indivíduos tão diferenciados só me fez imaginar ainda mais como seria este homem tão forte, um humano? tritão? ou quem sabe os lendários gigantes que podem esmagar cidades como se não fossem nada. Quem nos atendeu de frente ao Farol foi um velho corpulento e sentado com uma longa barba advinda de seu queixo, e minha maior surpresa com aquele senhor foi descobrir que ele é Don Karthus.

Por um momento minhas expectativas foram ao chão em ver que o poderoso homem equivalente a Will D. Chris era um senhor de idade e um tanto quanto roliço, mas as palavras de meu mestre ecoavam em minha cabeça me lembrando de nunca subestimar alguém por sua aparência, e isso me fazia recobrar a empolgação.

Com as mãos nos bolsos não só para esconder minha ansiedade mas também para colocar minha soqueiras a qualquer momento eu ouvi cada palavra do velho com calma e atenção, esses aspectos no entanto não se manteriam por muito tempo pois a palavra “aposta” ativou toda a impulsividade em mim.

- Aposta? Se refere à uma luta contra o senhor? - Responderia o homem afastando um pouco as pernas para firmar minha e não deixando de mostrar um sorriso empolgado, minha mão em meu bolso direito já com a soqueira equipada esperaria apenas pela resposta de Karthus. Se o velho demonstrasse qualquer sinal positivo de que aceitaria, seja se levantando para lutar ou aceitando verbalmente, eu não conseguiria mais me segurar, sem sequer ouvir e concordar nada sobre regras, condições ou o que aconteceria em derrota eu avançaria para cima dele com um grito. - É ASSIM QUE SE FALA! - Meu dash seria visando minha maior velocidade com um direto de direita sem um ponto específico, apenas mirando o velho, minha vontade não é de derrotá-lo, e sim testar sua força, a força que eu preciso para me considerar verdadeiramente forte.

Se ele no entanto recusar de imediato não me conterei em demonstrar meu desânimo, um pesado suspiro seria dado logo antes de abaixar a cabeça em decepção e por fim retirando minhas mãos sem arma alguma dos bolsos antes de continuar a conversa.

- E então? Que tipo de aposta é essa? E o que é um Log Pose? - Apesar de um pouco triste de não presenciar a força de um lutador lendário não ficaria desinteressado ou com desdém para com o velho, apenas sua presença já me cativou, principalmente ao despertar minha curiosidade sobre o que ele poderia estar falando. E por fim, na possibilidade de ele aceitar a luta e ela for interrompida ou encerrada, eu tentaria fazer a mesmas perguntas, isso se estiver em condições para tal.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyQui 5 Abr 2018 - 20:45


O anão era um baú de curiosidades, sempre que abria sua grande boca algo de útil surgia e minha mente pouco seletiva, apenas escutava seus conhecimentos serem transmitidos. O regente do farol seria equiparado com o rei dos piratas, perguntaria-me, só de imaginar, meu machucado já começaria a latejar. Mesmo que eu tenha conhecido e vivido perto de criaturas terríveis, eu não poderia deixar de considerar que este homem poderia ser um monstro remanescente das piores épocas do mundo. Quem pode imaginar no que este louco pode se interessar, meu plano de apostar com ele já se distanciar ia conforme nossos passos se aproximassem da estrutura.

Mas que grande maldito, um rápido pensamento sobre Karthus, que ia direto ao ponto.  - Parece que você sabe os verdadeiros motivos de todos que passam por aqui certo? Indagaria ao mesmo tempo que meu braço entrasse pelo manto e fizesse com que o mesmo "abraçasse" meu corpo de um jeito um pouco mais forme, apenas tentaria me aquecer um pouco mais já que a temperatura estaria claramente diminuindo com o tempo. - Eu realmente quero este Log Pose. Mas acho que por ora não teremos nada para lhe oferecer de interessante. Após encerrar meus dizeres, fitaria meus companheiros, um olhar duvidoso seria transmitido. "Pensem em algo seus idiotas!" Esperaria que a mensagem conseguisse atingir o receptor.

A partir daí só iria torcer para que nenhum deles dissesse ou fizesse algo que se arrependesse depois, aparentemente eu não era o único indivíduo sensato neste bando, talvez eu fosse o menos é isso me tranquilizaria. - Deixe que eu mesmo me cuido. De maneira lenta e tranquila, dispensaria o apoio de Nie. Junto com minha espada iria em direção à alguma rocha ou qualquer objeto onde pudesse me recostar. - Karthus, me diga, o que você costuma apostar com os homens que passam por aqui. Algo que lhe interessa, ou o simples hábito de apostar é o suficiente para você? Indagaria transmitindo a calma em meu corpo, as palavras seriam ditas enquanto minha respiração ficaria cada vez mais lenta e minha cabeça direcionarmos meus olhos aos céus, que se não fosse pelo fato de estarem fechados, poderia enchergar aquilo que ficaria acima de nós.

Enquanto dialogasse para tentar entender o indivíduo peculiar diante de nós, aproveitaria para relaxar e concentrar meus esforços na minha recuperação e para isso meu peso não poderia ser dispersado pelo membro ferido. Enquanto estivesse na localidade, a espada faria o papel de apoio para meu corpo, já que mesmo estando em um momento de calmaria, o inesperado poderia acontecer. - Me faca uma proposta, homem misterioso! Você tem algo que quero, tenho algo para lhe oferecer? Barganha não era bem o meu ponto forte mas ainda assim tentaria definir um acordo com o velho. Independente de sua proposto, caso houvesse alguma, aceitaria. Nada me prenderia um minuto neste lugar, meu desejo de zarpar só perdia pela vontade de esquartejar aquela raposa traiçoeira e seus iguais.

Enquanto aguardasse por respostas e ações, começaria a refletir sobre o futuro. Era notável que quanto mais caçassemos, mais destaque teriamos neste ramo, porém estaríamos limitados à pequenos criminosos? não tinha como deixar questionar. Deveria ser diferente dos outros, ser capaz de caçar demônios como Lan, entretanto para pegar loucos como ele seria necessário quebrar limites e realizar feitos além da imaginação. Posteriormente daria uma breve observada em meu machucado. - Mas por enquanto isto são apenas planos, não é? Indagaria para minha simples lâmina e apalparia os arredores do corte em minha perna, refletiria a partir das conquistas.


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Sahashi Minato
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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyQui 5 Abr 2018 - 22:37


Com os ferimentos tratados e rota traçada, nossos movimentos se iniciavam, aparentemente íamos de encontro a um homem forte, comparado a sei la quem, sinceramente não me importava, se ele fosse forte já seria mais que o suficiente para chamar a minha atenção. Servindo de apoio ao meu irmão, íamos os quatro ate onde Addum dizia ser a casa do homem, a casa era no farol, o que deixava a sua localização fácil de se encontrar, mas isso não significava que a ida ate la seria tao fácil, não teríamos dificuldades se não fosse pelos ferimentos de Kisame, mas como meu irmão, aparentemente, precisa apanhar em todas as suas lutas, ele fez com que nosso trajeto fosse dificultado, mas claro que isso não nos impediu.

Chegando ao local avistamos um velho tranquilamente sentado, provavelmente se ele mesmo não tivesse confirmado sua identidade, eu jamais acreditaria que ele seria o tal homem super fodamente forte, ao meu ver ele era apenas um velho como qualquer outro o que me deixava um pouco frustado, Gallore e Kisame aparentemente estavam super felizes em o conhecer, e ate trocavam algumas falas, e elas so me davam sono, esse mundo de conversas e enrolação não servia para mim, preferia lutar do que ficar fazendo apostas com um velho em um farol.

Com o tédio aumentando vendo eles conversarem, decidiria interromper a conversa para acabar com uma duvida que estava me corroendo. "Velho, tu é realmente tão forte quanto falam por ai? Por que, pra mim, tu não parece ser tao forte. Pode me mostrar um pouco dela? Seja batendo nesse idiota de cabelos vermelhos, ou ate mesmo em mim!" Queria que um pouco de ação acontecesse aqui, ficar nessa lenga lenga era muito chato, meu irmão só falava a tal aposta que o velho havia mencionado, parecia que estava babando o velho para conseguir o que queria. "E não fique nos enrolando velho, se que apostar algo, aposte logo, afinal n vamos sair daqui sem que tu consiga o que tu que, e o que nos queremos!"

Esperaria pela decisão do velho, sendo essa bater em mim, ou em Gallore ou qualquer que seja ela, mas se no fim, ele decidisse mostrar, nem que fosse apenas um pouco de sua força, ja me contentaria e me calaria pelo resto do dia com um sorriso no rosto, ficaria mais feliz ainda se essa demonstração de força fosse contra mim, mas ver Gallore apanhar um pouco não seria nenhum pouco ruim. Independentemente do que acontecesse ficaria parado próximo ao meu irmão e esperando que acabasse a conversa entre eles, por fim me dirigiria a minha atenção a Aduum que estava triste desde o momento em que ele havia perdido a sua akuma. "Ajeita essa cara anão, ja esta me irritando te ver assim, vai passa o resto da tua vida chorando por uma fruta ou vai ir atras de outra? Olha onde nos estamos, o que mais deve ter por aqui é esse tipo de fruta. Posso não ter dito antes, mas eu vou dizer agora, nesse bando só aceitamos aqueles que são fortes, ou anseiam com isso, fracotes como tu esta sendo não serão bem vindos!!" Aquela expressão de fraqueza já estava me incomodando, e algumas palavra teriam de ser ditas alguma hora, Aduum ja era um homem com muita experiencia de vida, ao menos era o que aparentava então seria uma boa aquisição para o grupo, mas agora só parecia ser um bebe chorão, o que já o estava tornando dispensável, ao menos para a minha paciência.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyQui 5 Abr 2018 - 23:06

- Parece que você sabe os verdadeiros motivos de todos que passam por aqui certo? - Questionava o tritão Kisame a Karthus, vendo que ele sabia as intenções deles com a vinda.

- São anos de experiencia, tritão, anos de experiencia. - Don respondia dando uma leve risada abafada que saia em um quase assobio por entre seus dentes amarelados. Enquanto isso, o espadachim encolhia-se dentro de sua roupa tentando se esquentar, com quase nenhum sucesso.

- Eu realmente quero este Log Pose. Mas acho que por ora não teremos nada para lhe oferecer de interessante. - Retrucou o líder dos caçadores tubarões, desviando seu olhar para os companheiros. Quem se colocava a frente, aparentemente animado, era Gallore:

- Aposta? Se refere à uma luta contra o senhor? - Eram seus dizeres, com as mãos nos bolsos já encaixando nas mesmas suas soqueiras de ferro.

- Não era o que eu estava pensando mas... - Sorria, desviando o olhar para baixo, com um sorriso provocativo, estando ainda sentado. - Porque não tenta?

Este era o estopim que Gallore precisava, ouvindo tais palavras e se impulsionando em um dash, sem nem combinar nada desta batalha. - É ASSIM QUE SE FALA! - Dizia, liberando todo o ânimo em uma tentativa de soco contra o velho.

Karthus no mesmo instante se levantava, até que vagarosamente, e levantava o olhar. No mesmo instante que a linha de seus olhos se cruzou com a linha dos olhos de Gallore, o médico sentiu-se fraquejar, e então sua mente simplesmente apagou, desligou, como se qualquer consciência se esvaísse.

Os tritões e Aduun, que já estava no chão, só viam Gallore simplesmente perder força do nada e cair de cara no chão nevado, sem reação, não tendo sequer chegando próximo o suficiente de Don Karthus. Ele voltava, e quando via já estava de cara no chão, se virando enquanto Nie tomava então a frente: - Velho, tu é realmente tão forte quanto falam por ai? Por que, pra mim, tu não parece ser tao forte. Pode me mostrar um pouco dela? Seja batendo nesse idiota de cabelos vermelhos, ou ate mesmo em mim!

- Vocês viram o amigo de vocês. Eu não precisaria sequer estar acordado para matá-los se quisesse. Vejam... - E no mesmo instante, sem que Karthus tivesse nem que piscar, os tritões e o anão sentiam-se momentaneamente desligar, suas mentes simplesmente parava e eles perdiam todos os sentidos em um instante de segundo.

Kisame, apoiado em sua espada, como Gallore não ficava muito mais que um segundo naquela situação, e conseguia, com seu apoio na arma, não despencar de vez, apesar de ter caído de joelhos. Addun caia para trás, mas rapidamente se levantava. Já Nie simplesmente apagava de vez, seu cérebro se desligava e ele caia como um boneco na neve, totalmente inconsciente.

- Vocês aventureiros não desviam subestimar o velho Karthus HAHAHAHA - Ele ria, voltando-se a se sentar em sua cadeira de madeira. Gallore já tendo se erguido, como Aduun, e Kisame apoiado em um dos joelhos e em sua espada.

- Me faca uma proposta, homem misterioso! Você tem algo que quero, tenho algo para lhe oferecer? - Era a tentativa de barganha do Príncipe.

- Eu tenho uma proposta que acho que temos chances parecidas de vencer. Isso é uma aposta justa! - Karthus dizia, aparentemente se empolgando com aquela questão de apostas. - Vocês irão lutar com o Bolinha e, se conseguirem colocá-lo pra dormir, vencem. Se em 1 horas não conseguirem, vocês me dão o barco que usaram para subir a Montanha Reversa. O que acham? - Havia em suas feições um sorriso provocativo, como se induzisse eles a aceitarem o desafio.

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptySex 6 Abr 2018 - 17:09


um poder inacreditável era liberado contra nós, sem se movimentar, ou expressar qualquer reação, Don Karthus nocauteava todos ao redor. Um sensação estranha e inesplicavel podia ser sentida por mim, como se minha alma saísse de meu corpo sem destino, vagando pelo mundo. Tentaria manter-me firme mesmo sem saber como, tinha dúvidas se minha força ou vontade de viver me permitiriam erguer-me novamente, mas assim executaria. Continuaria de joelhos até que aquela sensação estranha passasse, e com o auxílio da arma evitaria a queda do meu corpo. -  Incrível! Gritaria espantado quando a capacidade de fala fosse devolvida a mim. - Velhote, que poder é esse! Estaria pasmo nesse momento, essa seria a força que eu precisaria atingir para perseguir meus objetivos que eram refletidos anteriormente, questionaria-me.

Não demorou muito para que um proposta fosse feita, em resposta, Karthus propusera um desafio, colocar Bolinha para dormir. Mas quem diabos seria Bolinha, a dúvida certamente apareceria na cabeça de alguns por ali. Já estaria imaginando um cachorro aparecendo derrepente. - Nós aceitaremos a proposta! Afirmaria para o homem é logo após daria uma bela olhada para meus companheiros. Mesmo sem consultá-los, julgava que suas atitudes seriam compatíveis com as minha é logo daria continuidade ao nosso plano.

- Mas quem é Bolinha? Indagaria de maneira mais ríspida, até então ninguém tinha se apresentado a não ser o monstro em nossa frente. Mesmo que meus pensamentos dissessem o contrário, qualquer um que possuísse uma relação com Karthus já seria indicado a ter uma força absurda - neste instante refletia minha resposta para o velho -. - Vamos lá não temos todo tempo do mundo, devemos partir logo. Apresente logo o desafio! Agora um tanto impaciente, tentaria manter-me sobre as duas pernas eretas e aguardaria uma resposta do homem com a espada em mãos, já poderia esperar pelo pior.

Inseto de como fosse meu adversário ou o que, logo partiria em sua direção. Enquanto corresse a arma seria posicionada de modo ameaçador ao meu alvo, sua ponta fitaria Bolinha enquanto nossa distância reduziria. Posteriormente um salto para iniciar meu afronte, visaria cair bem próximo à aposta e durante a queda traria o cabo da katana junto com meu peso e impulso na direção da cabeça do mesmo. - Eu vou NAVEGAR! Soltaria um grito no instante mais caloroso. Em seguida começaria a recuar para perto de meus aliados. Enquanto isso minha espada retornaria a posição inicial esperando quaisquer investida contra mim. Contudo qualquer ataque físico seria impedido de me alcançar, colocaria a lâmina entre mim e o "objeto" e aplicaria toda minha na força para afasta-lo.

- Eu espero que não se encolva Karthus! Eu realmente estaria preocupado. - E vocês fiquem atentos, já viram as aberrações que este lugar pode nos apresentar, não dêem sorte para o azar. Eu não estou na minha melhor forma! Uma última instrução antes da verdadeira empreitada começar e não sabia dizer ao certo se estaríamos no início ou partindo para o final dela, porém tinha certeza de algo, eu começaria a cobiçar aquele poder para derrotar meus inimigos antes que pudessem se dar conta do que lhes atingiu. - PORQUE EU SOU O PRINCIPE DOS MARES! Talvez eu estivesse concluindo meus pensamentos um pouco alto demais.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyDom 8 Abr 2018 - 20:57

Barganha



“Por que não tenta?” Karthus só estava brincando comigo, antes que eu me desse conta já me encontrava caído de cara no chão sem nem mesmo ter subido a varanda de sua casa, no momento de nossa cruzada de olhares é como se ele pudesse ver através de mim, por mais que não me atacasse diretamente eu me via completamente indefeso e aturdido, no momento que voltei a consciência um sentimento de peso e dominância recaia sobre mim, uma mistura de medo com respeito que me faziam querer me curvar e baixar a cabeça. Enquanto eu primeiramente me ajoelhava para levantar alguma conversa continuava ali, mas eu já não tinha mais atenção em meus arredores, a presença do velho era tudo que eu conseguia sentir no momento.

O homem demonstrava uma força esmagadora e nem ao menos precisou se levantar direito. - Que diabos de poder foi esse? - Meu corpo todo tremia, novamente não por causa do frio, e muito menos por medo, mas aquela sensação passada por Karthus, não me deixava quieto, enquanto eu me levantava meus outros três aliados caíam. - Quero... - Mas meu foco era apenas um, com um sorriso travado de ponta a ponta cerrando os dentes e com o olhar tremendo eu me levantava encarando o Don. - Eu quero isso! - Apesar de toda a demonstração de poder minha determinação para contra o velho só se intensificava, fiz questão de deixar claro em minha face que estaria não só propenso mas também no desejo de avançar contra ele novamente, e por mais que eu saiba que não tenho a menor das chances queria muito fazer ele usar pelo menos um de seus braços.

Tremendo e vagarosamente eu levaria minha mão esquerda ao bolso para terminar de me armar, Aduum e Kisame começavam a levantar enquanto Nie parecia ter apagado de vez, a pressão deve ter sido muita, e eu não o culpo, sinceramente não sei como ainda estou de pé, mas já que estou aqui com esse monstro em minha frente não posso fraquejar.

- Forte! - Kisame pedia por uma última barganha, e ao ver que o velho já não estava mais aberto a desafios diretos eu já não tentaria mais acertá-lo, ainda que a vontade continue. - Isso não pode ser um poder ou vontade normal. Vovô como você fez isso?! - Talvez eu seja meio imperativo ou algo assim pois agora minhas energias estavam mais focadas em como conseguir tamanho poder do que enfrentá-lo.

O desafio era proposto por Karthus, dessa vez um que aparentemente podemos vencer. O objetivo parece ser simples, nosso Walrus a preço de um Log Pose, e tudo que temos de fazer é derrotar esse tal Bolinha, apesar do nome, o fato de ser indicado por aquele senhor só me fazia achar que Bolinha será extremamente forte.

- Eu não sei o que você faria com nosso barco mas… - Responderia sem pensar muito e em uníssono com Kisame. - Nós aceitamos a proposta. - O tritão ainda continuaria fazendo perguntas e exaltando coisas desnecessárias como sempre, mas eu confio na palavra do velho, se ele diz que será um desafio justo não espero que ele coloque a mão no meio disso, e se colocar, é lucro.

Enquanto o oponente não fosse apresentado eu me agacharia no chão primeiramente para apanhar Aduum e o colocar em meu ombro, se ele assim desejar, mas com o principal objetivo de tentar sentir o pulso de Nie e ver se ele ainda está vivo, se ainda tiver sangue pulsando em suas veias isso é uma boa notícia, o arrastarei até a varanda para retirá-lo da neve, e por fim me dirigiria até Kisame que parecia tentar me chamar algum tipo de atenção.

- Prince… - Falaria baixo com o tritão para que apenas ele e o anão me ouvissem. - Eu sei que nosso trabalho em equipe não é dos melhores, mas se ele nos deu tanto tempo é porque vamos ter que trabalhar juntos para conseguir vencer, então prepare-se. - Por fim retiraria meu casaco e o jogaria por cima de Nie para cobri-lo mas fingindo estar apenas me aquecendo para a luta.

- Muito bem! - Terminaria batendo um punho contra o outro esperando meu oponente. - Pode vir! - E no caso de ele nos atacar de imediato por hora apenas esquivarei recuando para trás, de preferência para a retaguarda de Kisame que poderia bloquear com mais facilidade enquanto eu penso em alguma estratégia, é uma corrida contra o tempo mas não podemos nos precipitar, parece irônico vindo de mim mas ao enfrentar um oponente mais forte o fator decisivo é modo que usamos da mente para lutar, e é isso que pretendo fazer.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyTer 10 Abr 2018 - 22:29


Gallore iniciava seus movimentos, porém, antes de chegar até o velho, ele caia ao chão, não entendia o que estava acontecendo, provavelmente isso era apenas o cansaço de Gallore depois de ter lutado contra o tritão, naquele momento eu também havia me sentido como se tivesse apagado por alguns instantes, mas havia recobrado a minha consciência sem nem mesmo cair ao chão, "VAMOS VELHO, SE LEVANTE E LUTE CONTA MIM" Com uma voz firme e com uma certa raiva de ver aquele homem sem nem mesmo se levantar. Perdendo a minha paciência me dirigia para atacar o velho, usando apenas as minhas mãos dois socos eram dirigidos a sua face, com movimentos rápidos o velho se esquivava de ambos e me desferia ao mesmo tempo 3 socos na região de meu abdome, aparentemente o velho só tinha velocidade, pois seus ataques não me proporcionaram nem mesmo o prazer de uma pequena dor.

"Muito bem velho, você é realmente rápido, mas não tem muita força, vamos ver do que você é capaz de fazer contra meu machado" Junto com a conclusão de minha fala eu retirava meu machado de minha cintura e o empunhava na mão direita, logo disparava contra o velho com velocidade total, pro azar dele, minha velocidade já era maior que a dele, com um pequeno movimento uma grande quantidade de sangue jorrava ao chão, ao lado do braço decepado do velho. "HAHAHAHAHAHA! Acho que a idade já esta fazendo efeito VELHO" Provocaria o velho enquanto limpava o sangue de minha lamina. "Se prepare, la vou eu de novo" Logo apos iniciava novamente meu ataque, mas desta vez era a cabeça do velho que caia no chão. Rapidamente a história de eu ter matado Karthus se espalhou para o mundo, em pouco tempo nossa tripulação havia passado de 4 integrantes para alguns mil, nos tornamos uma organização conhecida e respeitada no mundo todo, os piratas não ousavam enfrentar-nos, meu irmão havia se tornado o maior caçador de recompensas e líder da maior organização já vista, e eu estava ao seu lado.

Tendo posse das armas mais fortes, das Akumas mais fortes, e os tripulantes mais fortes, nossas missões ficavam cada vez mais fáceis de serem realizadas. Eu, Kisame, Gallore, Addum, uma menina e seu namorado, e um rapaz fumante cada um havia uma tripulação a nosso comando e agíamos em diferentes locais, o que fazia nosso bando agir em diversos locais ao mesmo tempo, com oponentes cada vez mais fortes para enfrentar, minhas cicatrizes só aumentavam, junto com minha experiencia e meu poder, o velho daquele dia de neve não era nada comparado aos inimigos que eu enfrentava agora, mas infelizmente nenhum deles foi capaz de me fazer lutar realmente a serio, ao longo do tempo minha força era tanta que meus oponentes não tinham muitas chances comigo, então para deixar as coisas mais interessantes eu me coloquei alguns empecilhos para diminuir a minha força, em meu olho direito eu coloquei um tapa olho para diminuir a minha visão, nos meus pulsos, canelas e pescoço eu coloquei guizos que sempre que eu me movimentava fazia com que meus oponentes me escutassem, e assim os ajudava na luta contra mim.

Depois de alguns meses sem ver meu irmão, uma reunião com os outros capitães da Famiglia Di Squali iria acontecer no Walrus, havia sido uma grande viajem ate o navio do meu irmão, mas finalmente eu e minha tripulação havíamos chego, o dia estava quente, mas por algum motivo eu estava com muito frio, parecia ate que eu estava deitado no chão coberto por neve, ignorava aquilo, já estava para encontrar meu irmão, e esse frio repentino não iria me atrapalhar, adentrando no navio e ia ate a sala de reuniões onde os outros estavam, ao abrir a porta da sala, uma escuridão repentina aparecia e logo sumia, nisso eu me veria deitado no chão, em um local cheio de neve, me levantaria, talvez ainda tonto, mas ignoraria isso olharia ao meu redor, veria não só meu irmão, mas como Gallore, o anão e, Karthus vendo esses três logo perceberia que tudo o que eu havia vivenciado a pouco não passava de um sonho.

"O que está acontecendo aqui? Como foi que eu apaguei?" Indagaria aos que estavam ali no local e esperaria por resposta, e esperaria também que eles me ajudassem esclarecer tudo o que estava acontecendo ali e porque diabos eu estava com a roupa de Gallore sobre mim?


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyQua 11 Abr 2018 - 23:25

Os caçadores acordados e o anão pareciam estar surpresos com a demonstração do poder de Karthus, e, se recuperando aos poucos do baque sofrido com a onda de presença que ele lançara sem quase sem mover, elogiavam, enquanto o médico se colocava a frente questionando sobre a origem de tal habilidade. Don sorria, pensando se explicaria, quando Aduun se adiantava, voltando a saltar para o ombro de Gallore.

- Haki do Rei. - Ele comentava, em tom neutro, explicativo. Direcionava-se então com olhar para o velho, que assentia com a cabeça de um jeito brincalhão e confiante. - Então o que dizem sobre você é verdade, pelo jeito...

- Algumas coisas HAHAHAHA - Agora eles viam Don de um jeito diferente agora, mais poderoso, alguém que não poderia ser subestimado, mas naquele instante a aura que ele passava era de certa forma confortável, amigável.

O grupo então decidia por aceitar o desafio de Karthus, e enquanto Kisame questionava sobre quem seria o tal Bolinha, Nie acordava de seu breve sono com questionamentos que não eram respondidos. Karthus se voltava para Kisame, ainda sorridente. - Vocês verão. Sigam-me.

Desta forma, o grupo empreendia, incomodados pelo extremo frio que fazia naquele local, caminhada junto de Don Karthus, que havia pego uma espécie de bússola estranha, que eles talvez deduzissem ser o tal Log Pose que Aduun falara anteriormente.O objeto estava preso ao pulso do senhor como se fosse um relógio. Após alguns poucos instantes, eles chegavam a uma espécie de entrada pouco além do Farol, em meio as rochas. Era como uma caverna, mas estava fechada por uma grande porta dupla, de 4 metros, de madeira.

Karthus pegava uma chave nos bolsos e metia na fechadura, girando-a e abrindo com um empurrão a porta, revelando uma grande caverna com formações rochosas pontudas no seu chão e teto. Iluminada por tochas em sua parede, de maneira que era necessário se esforçar um pouco para ver, a caverna revelava a sombra de uma criatura de dois metros, que surgiria logo em seguida.

- KHIA! - Era um barulho de ave, e o grande pássaro azul se revelava, estando a principio encolhido, como se fosse uma bolinha, e crescendo alguns centímetros quando abria suas asas, revelando ter quase 3 metros.

- Bolinha eu trouxe amiguinhos novos para você! - Dizia Karthus, aparentemente animado com aquilo.

A caverna não era muito alta, possuindo talvez uns 5 metros de altura, de forma que qualquer voo que Bolinha empreendesse ali dentro talvez não fosse muito longe. Como dito, haviam estalagmites e estalactites que se distribuíam pelo terreno até o canto onde o pássaro estava, que era a cerca de 25 metros da grande porta de entrada. Os aventureiros teriam que ter cuidado com tais formações pois, pela forma que eram pontudas, poderiam talvez ser até atravessados por elas, caso acabassem por cair ali.

Bolinha parecia um pouco acoado, olhando o quarteto de longe com certo receito, enquanto Karthus, encostado na porta ainda aberta, cruzava os braços esperando alguma reação. - Lembrem-se, vocês precisam apagá-lo, mas sem causar danos sérios a ele. Boa sorte - E o frio, apesar de diminuir por conta do menor contato com o vento gélido, ainda incomodava bastante o grupo, que sentia seus pés e dedos até doerem, além da grande vontade que Gallore sentia de tomar uma bebida quente. Se continuassem apenas com aquelas roupas, logo estariam doente.
Bolinha:
 

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptySeg 16 Abr 2018 - 20:30

"Rugido do Dragão"



Haki do Rei… A explicação de Aduum era vaga e sem o mínimo de detalhes, deixando-me apenas com o nome do que poderia ser aquela “técnica”, a forma como Karthus impôs sua vontade sobre nós, como nos “governou” já me dá uma vaga ideia do porquê esta nomenclatura, mas o que diabos seria esse tal de “Haki”? Ou melhor, como conseguí-lo? Minha cabeça neste momento explodia em uma divisão de sentimentos, a empolgação de presenciar a força de Karthus ainda ladeava minha mente, e minha ânsia por poder só aumenta a cada vez que me vejo de frente com alguém mais forte, uma certa confusão no entanto também me acompanhava, pois não sei se fico feliz por Aduum ter dito o que aconteceu ali ou desapontado pelo anão ter interrompido uma possível explicação específica por parte do velho. De qualquer forma estes serão detalhes que pretendo descobrir mais tarde, por agora tenho outras coisas para lidar.

Voltando à aposta Karthus se negava a responder nossas perguntas e se colocava a frente mandando-nos segui-lo, antes de partir o homem pegou alguma bússola estranha e a prendeu junto de seu pulso. - Deve ser o tal log pose. - Era a conclusão mais lógica, e o objeto até que é de certa forma… Bonito, eu sei que não ganhei de Don Karthus na luta mas se vencer a aposta conta como uma vitória… - Então esse Log Pose vai dar um ótimo souvenir. -

- Vamos, já estamos indo. - Diria em resposta a Nie que acabara de acordar ao mesmo tempo em que apanharia meu casaco para colocá-lo novamente, esse clima anormal que nos persegue não está brincando,dessa vez eu realmente estou tremendo de frio, posso ver as pontas de meus dedos já arroxeadas e minhas juntas congelando, eu mais do que os aqui presentes deveria saber os perigos que isso pode trazer. - E da próxima vez evite desafiar a força de alguém que consiga me derrubar só com o olhar… Um idiota por vez já é o bastante. - Terminaria enquanto estenderia minha mão para ajudar a levantá-lo ao mesmo tempo em que apontaria para mim com meu outro polegar.

O curto percurso até uma das cavernas contidas nas formações rochosas foi gélido e silencioso, esse suspense que o velho fazia em não revelar nada só me deixava cada vez mais “nervoso”, e cada passo meus punhos dentro dos bolsos só se cerravam cada vez mais em frustração. Por fim as duas portas de madeira se abriram revelando nossa “arena” de combate, e em meio a isso o tão falado bolinha.

Minha paralisia, ou choque por assim dizer, era imediata no momento em que a enorme ave se mostrava de vez, mas não por seu tamanho ou algo do tipo, e sim pelo fato de nunca ter enfrentado um oponente que não humanóide antes, todos os ensinamentos no dojo, como se portar frente a um inimigo, técnicas de contusão ou imobilização, e até mesmo meus conhecimentos de anatomia, tudo por água abaixo. Meus olhares seria constantemente alternados entre o pássaro e o velho com uma cara desacreditada de que teríamos que enfrentar aquilo, e finalmente se tornaria séria com os últimos dizeres do velho que por mais que em um tom animado e ouso dizer até mesmo brincalhão, firmavam nossa aposta em uma batalha contra seu… Pet?

- Vocês ouviram o homem. - Diria para Nie e Kisame que costumam ser um tanto quanto sanguinários. - Nada de lâminas. - E por fim tomaria a frente, para nossa sorte o Bolinha parecia mais acuado do que agressivo, e isso pode nos trazer uma certa vantagem em iniciativa. Eu pegaria a corda que levo comigo e a esconderia junto de minha mão esquerda por trás de meu corpo ao mesmo tempo em que me aproximaria da ave calma e lentamente, meu braço direito estendido como um sinal apaziguamento enquanto falaria de uma forma pausada para que ele me escutasse de uma forma amigável.

- Eei Bolinha, amigo… - Continuaria enrolando a medida que fosse me aproximando sempre analisando o terreno ao meu redor e tomando cuidado com as pedras pontiagudas, no entanto tentaria não demonstrar medo ou receio, pois este seria o primeiro sentimento que um animal captaria. - Bom garoto… - Eu me sentiria mal por fazer isso à um animal, então tentaria terminar o mais rápido possível, assim que me aproximasse o suficiente, a ave tendo sido amigável ou não, usaria de minha acrobacia para pular por cima, pelas laterais ou passar de debaixo da ave no objetivo de enrolar seu bico e asas restringindo seus movimentos e possíveis ataques.

- Me desculpe por isso! - Diria enquanto executasse meus movimentos, por ter aquele tamanho sua força deve ser maior que a minha, então se obter êxito em enrolá-lo começarei a passar com a corda em meio às estalagmites no intuito de potencializar minha força de constrição tentando segurá-lo ao máximo para que Kisame e Nie finalizem de uma vez por todas.

- AGORA! - Gritaria como um sinal clamando pelo fim daquilo tudo, no entanto me manteria atento para movimentos surpresas de Bolinha e especialmente por golpes cortantes vindo de meus aliados, neste caso soltaria as cordas e me colocaria a desviar a lâmina com o metal de minhas soqueiras. No caso de meu plano falhar por completo desviaria de qualquer ofensiva da ave recuando e colocando as colunas pontiagudas entre nós dois enquanto me retiraria para pensar em uma nova estratégia.

- Aduum! Você entende bem dessas coisas complicadas de física certo? - Me dirigiria ao anão enquanto me manteria desviando. - Tem algum jeito mais fácil de derrubá-lo? - No caso de ele me der alguma idéia tentaria seguí-la conforme orientado, se não me manteria no plano de distrair a ave para que os outros a acertassem.

Quando tivesse a oportunidade pegaria o Álcool de minha mochila e encheria minha boca com o mesmo, por fim pegando uma tocha a posicionando em torno de trinta centímetros de meu rosto e inclinando meu tórax em uma ângulo favorável, no caso de anão perceber o que eu pretenderia fazer e desse alguma orientação para ajudar tentaria fazer conforme dito, Por fim apontaria para a ave mas não a ponto de acertá-la, e muito menos meus aliados, então pressionaria meus lábio ao mesmo tempo que cuspiria o líquido inflamável para criar um fino e potente jato se transformando em um cuspe de fogo que novamente serviria como distração ou uma forma de afugentar a ave para que os dois tritões possam atacá-la de surpresa.

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No entanto na ocasião de nosso trabalho em equipe ou a consideração dos outros por mim for tão ruim assim ao ponto de ignorar completamente meu plano, sendo ficando fora da batalha, se recusando a atacar ou fazendo algo completamente diferente do meu plano de ação eu mesmo terei que fazer todo o trabalho. Por mais que não conheça a anatomia animal algumas fraquezas são certas para a maioria dos animais, sabendo disso em qualquer oportunidade que me convier golpearia com as soqueiras em meus punhos onde deveria ser a "garganta" do animal, onde supostamente se passa o oxigênio, e com a falta deste um desmaio se torna consequência, e como próximo ou também primeiro movimento eu juntaria minhas duas mãos entrelaçando os dedos para por fim descer em um golpe martelo por trás da cabeça de Bolinha na tentativa de apagá-lo de vez. Em hipótese nenhuma subiria em suas costas, fazer com que a ave voe e me empale no teto da caverna seria na certa minha última opção, e em caso de contra ataques dele me esquivaria como já citado anteriormente.


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Última edição por Remenuf em Qua 18 Abr 2018 - 20:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyTer 17 Abr 2018 - 14:10


O temível farol se mostrará um enorme baú de surpresas, como se já não bastasse o demonio, Karthus, seu mascote aparentava ser brutal. -Vai ser um milagre se não acabarmos morrendo hoje. Diria de maneira humorada, entretanto mascarar o nervosismo não seria uma tarefa fácil. Bolinha tratava-se de uma ave enorme que habitava uma caverna sombria e perigosa, os motivos para que Karthus mantesse ela trancada ali poderiam ser muitos, porém nenhum agradava meus pensamentos. Observando brevemente o local era possível notar que a caverna seria um enorme problema para nós, já que suas estruturas ponteagudas restringiram nossos movimentos, sem falar que se causassemos alguma movimentação do enorme pássaro, nós também estaríamos em um grande perigo.

Para dar início a operação, largaria minha espada onde eu estivesse, seria o único equipamento que iria me desfazer por ora. O frio estava intenso, então manteria meu manto e começaria a realizar um breve aquecimento. Corridas no mesmo lugar e alongamento dos músculos, apenas para aquecer meu corpo, posteriormente aproximaria-me lentamente da ave. - Vamos juntos, sem movimentos bruscos. Expressaria-me sempre com um tom de voz baixo a partir de agora, para apenas aqueles que estivessem próximos pudessem ouvir e que não parecesse tão ameaçador.

Não tinha muitas ideias de como proceder, desta forma aguardaria até que um de meus companheiros tomasse a iniciativa, deveria colocar em minha cabeça que a ave não poderia ser ferida e Nie também deveria pensar assim, mesmo que fosse difícil se conter contra uma criatura deste tamanho. - Irmão, deixe que as mãos de menina, do Strange, resolvam isto. Quando eu der o sinal, tente imobilizar o pássaro com toda sua força. Estas seriam as últimas instruções antes de agirmos, ficaria totalmente atento ao bolinha e as rochas ponteagudas que nos cercavam. Caso o pássaro viesse a se mexer e as mesmas ameaçassem cair, rapidamente sairia de baixo delas, recusaria se estivessem perto de cair, do contrário avançaria um pouco mais para não correr riscos. Entretanto se fossem muitas e abrmagessem uma enorme área, começaria a correr para bem longe, mesmo que significasse me afastar mais ou menos aproximar do pássaro.

Aguardaria até q Gallore estivesse posicionado e quando ele precisasse de mim, agiria velozmente, porém aguardaria o seu sinal para iniciar minha ação. Com toda selvageria, iria correndo na direção do passaro em direção à sua asa esquerda. Quando estivesse bem próximo, saltaria na direção da mesma e com toda minha força. Seguraria a estrutura óssea do membro e tentaria força-la para baixo e durante esta disputa tentaria manter meus dois pés no solo todo o instante, para que não perdesse a estabilidade e fosse jogado para longe.  - Não deixe que ela reaja, Nos! Gritaria no momento da confusão. - Straaange, ande logo com isso, não sei quanto tempo vamos aguentar. A partir daí, guardaria meu fôlego para o combate, talvez o anao ou o médico estivessem com alguma ideia na cabeça para apagar a ave, bem, isto dependeria apenas deles agora.


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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 EmptyTer 17 Abr 2018 - 22:00


Realmente os "últimos anos" que eu vivi não haviam passado de um bom sonho, no momento em que acordei percebi o quão distante eu estava dos homens que estavam no topo desse mundo, se esse velho foi capaz de me apagar apenas com um olhar nessa idade, imagino o que ele poderia fazer comigo no seu auge. Não iria reclamar nem um pouco se esse velho permitisse que eu me tornasse seu aluno, aposto que poderia aprender muita coisa com ele, mas no momento nada disso seria possível, meu irmão estava ansioso para estar aqui na grand line e provavelmente não era na primeira ilha que ele queria se estabelecer por muito tempo, bom tirando isso da cabeça, eu mal havia me levantado e nós ja estávamos saindo para algum lugar, sem entender nada, apenas seguia-os, não demoraria muito para chegarmos ao local, uma grande caverna com pedras pontiagudas para todos os lados, e la dentro estava uma grande ave que, aparentemente, se chamava bolinha, um nome que não condizia em nada com a sua presença, que para mim parecia ser um animal realmente forte, caso contrario não estaria em um local como este.

Aparentemente a nossa missão era lutar contra a ave, não entendia muito bem, mas ao ver meu irmão se desfazendo de sua arma eu entenderia um pouco da situação, aparentemente não devemos machucar o animal, então acompanhava-os deixando meu machada na cintura. "Vamos juntos, sem movimentos bruscos." A ordem de Kisame seria acatada na hora, moveria-me vagarosamente com sentimentos e expressões neutras, para evitar ao máximo possível que o animal se sentisse ameaçado de alguma forma. "Irmão, deixe que as mãos de menina, do Strange, resolvam isto. Quando eu der o sinal, tente imobilizar o pássaro com toda sua força." Concordava com meu irmão apenas acenando com a cabeça e esperava ate a Gallore ou meu irmão dessem o seu sinal para que pudesse começar a agir.

Com um local lotado de pedras em que qualquer descuido poderia resultar em uma perfuração ou algo ate mesmo pior, o maior cuidado seria pouco, então me posicionaria o mais distante possível das pedras, mas que ao mesmo tempo pudesse acompanhar meus companheiros na investida contra o animal. Gallore faria seu movimento, e em seguida Kisame também o faria e junto a ele, me movimentaria também, Kisame se direcionava para a asa esquerda do animal, então eu focaria na asa direita, usando toda a minha aceleração ate me aproximar da asa do animal me agarraria nela de uma forma em que o imobilizaria de abri-las e assim faria com que ele não conseguisse levantar voo ao mesmo tempo usaria a minha cauda para enrolar na perna do Bolinha e assim diminuir mais ainda sua movimentação.

Tendo exito ou não na investida ficaria sempre atento com as pedras, não seria nada bom se esse animal me empurrasse em direção de alguma delas, ou ate mesmo que com alguns movimentos fizesse com que caíssem pedras sobre nos me afastaria correndo delas para esquivar na melhor forma possível. Aproveitaria essas ações para me aquecer já que o clima estava cada vez mais frio, no caso de ter conseguido me segurar nas asas da ave aproveitaria também para me aquecer nelas. Caso o Bolinha consiga levantar voo ficaria atento a ele ao meu redor para me defender e esquivar de seus possíveis ataques e das rochas ao nosso redor, e esperaria também por uma nova ideia de algum dos meus aliados.

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MensagemAssunto: Re: No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters   No Trees for Smoking, No Boyfriends: The Shark Hunters - Página 4 Empty

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