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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam   [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam - Página 2 Empty4th Março 2018, 16:08


Orientação - Fase 02 - Combate!

Após profunda reflexão acerca de tudo que vivera até ali, Crisbella abaixou-se. Encolheu sua postura e reposicionou seu esbelto e desejado corpo em um ângulo que fez com que a explosão do disparo apenas ecoasse sórdida pelo ar. O projétil explodiu um quadro que estava na parede exatamente atrás da nossa heroína, criando no rosto do seu pai adotivo um rombo enorme – Lembrança fatídica do que aconteceria a ele agora que a verdade havia sido posta à tona...

Sem tempo para se preocupar, entretanto, o cérebro da atiradora apenas funcionava à mil. Após ter evitado o disparo, com receio de ser alvo de outro imediato, ela rapidamente arremessou-lhe um pesado cinzeiro de cristal que seu pai guardava ali. O objeto saiu girando com uma mira perfeita, até se chocar contra o meio da testa de Kimberman, que soltou um urro repleto de palavras denegridoras que ele, um dia, em seus sonhos mais íntimos, com certeza teria proferido com outros contextos totalmente diferentes dos de agora – Aaaaarght!

A brecha então havia sido criada, e o machucado de Kimberman permitiu que Crisbella corresse rumo ao seu objetivo. Ele ainda deu uns tiros às cegas, que acertaram apenas a região próxima de onde ela estava antes. Como o vento, a menina se deslocou rumo ao escritório e lá chegando fez todos os preparativos que conseguiu. Escorou a porta com o porta-casacos, derrubou a pesada escrivaninha (o que demandou grande esforço), e, atrás da sua nova cobertura, carregou o Mosquete. Atrás dela haviam apenas combongós circulares que deixavam a luz entrar – Não havendo janelas no recinto. A saída da nossa heroína havia de ser por onde ela havia entrado: A Porta da frente.

Um chute fez a dita porta tremer, e um segundo escancarou-a totalmente – Arremessando para longe a escora. A força física de Kimberman justificava a quantidade de medalhas em seu peito, sem dúvidas. Sem contar conversa, Crisbella disparou contra seu rosto. Movendo a cabeça por instinto, o homem tirou a parte importante da região do corpo da trajetória da bala – Recebendo apenas como punição uma longa queimadura retilínea na bochecha; que era por onde a bala havia raspado.

Ele ganhou a própria cobertura usando a quina da parede, na entrada da porta, não antes sem disparar um tiro da sua própria arma de fogo. Por estar em cobertura, a filha do rei dos piratas não sofreu um grande dano, mas o tiro acertou em cheio a extremidade da escrivaninha, levantando farpas na madeira que perfuraram a região próxima da orelha da garota. Nenhum dano grave, mas uma dor incômoda que fazia questão de lembrar que era importante defender-se mesmo em situação vantajosa.

Um silêncio se estabeleceu, e a nossa heroína sabia que não podia passar muito tempo sem checar a entrada – Caso contrário, ele poderia entrar e simplesmente se lançar sobre ela, justificando todos os medos que ela mesma havia elencado anteriormente em pensamento. Portanto, quando ela levantou-se da cobertura para checar mais uma vez, coincidiu exatamente com a hora que ele aparecia na porta para ver, e novamente ela viu a arma fazer mira contra sua testa enquanto o disparo era efetuado. A necessidade de uma defesa era imediata!



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MensagemAssunto: Re: [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam   [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam - Página 2 Empty6th Março 2018, 15:12

O disparo agudo do revólver do oficial passara como um trovão por sobre a cabeça da garota enquanto ela se abaixava. A bala acertara o quadro atrás da mesma, deixando ali um enorme rombo bem em cima da foto de seu pai. Provavelmente aquela pintura nunca mais pudesse ser como era antes. Antes do segundo disparo, a garota olhou para o primeiro objeto próximo de seu corpo.

Ao seu alcance rápido havia um cinzeiro que seu pai havia ganho de presente de... De quem mesmo? Ela não lembrava e não se importava com isso. Os pulsos finos e delicados escondiam uma força e uma precisão acima da média para uma garota. Pegou o cinzeiro e como um frisbe, o arremessou na direção do rapaz, acertando-lhe a testa.

Os urros de dor e raiva que o homem soltara foram mais do que sinal verde para a garota correr até o escritório de seu pai. Seu coração acelerado, estava incrédula que acertara o cinzeiro e escapara de seu tiro certo. Os deuses estavam sorrindo para ela, por enquanto... Com passos largos, correu o mais rápido que podia. Entrou no escritório de seu pai, fechou a porta e bloqueou a mesma com um velho porta casacos. Olhou ao redor e rapidamente em um lapso, correu para parede a onde se encontrava o mosquete e pegou as balas do mesmo.

Olhou para a grande e pesada escrivaninha de madeira e tivera uma ideia. Derrubou a mesma no chão para conseguir uma boa cobertura para atirar no oficial. Com bastante esforço, conseguiu arrastá-la para uma boa posição. Arfava pelo esforço realizado enquanto carregava a velha e boa arma de seu pai.

Os passos aproximaram-se da porta e com muita força, o oficial derrubara a mesma com dois pesados chutes. Em uma reação rápida, a garota atirara na direção do rapaz, dando-lhe um tiro de aviso. A bala passara rente ao rosto dele, pois em um rápido movimento ele conseguira escapar da morte certa. Sem muito para onde correr, o jovem encostou-se contra a quina da parede, buscando uma boa cobertura até que em um rápido movimento, disparou a pistola contra a ruiva.

A escrivaninha antes polida e bem cuidada, agora se encontrava lascada com um tiro que, de tão forte, fez várias lascas de madeira voar contra o rosto da ruiva. As lascas pegaram em sua orelha. Ela dera um pequeno gemino de dor, baixo mais audível, sua orelha estava deixando ali um pequeno rastro de sangue, uma lembrança para cuidar-se melhor. Respirava fundo, com o coração a mil, agradeceu aos deuses pelas lascas não terem atingido o seu olho.

O silêncio que ficará no ar era amedrontador. Ela sabia que não podia ficar parada, precisava tomar uma atitude e ser rápida, afinal, ele poderia invadir a sala e imobiliza-la facilmente. Não, não podia deixar isso acontecer! Levantou a cabeça para olhar para a porta novamente e lá estava ele, em pé com a arma pronta para disparar e acertar-lhe novamente a testa.

Em uma tentativa rápida e de impulso, Crisbella tentaria se abaixar e deixaria a bala passar por cima de sua cabeça. Agacharia, com o corpo encolhido atrás da escrivaninha e gritaria: - Eu me rendo! Por favor... Pare! – com a voz chorosa, fingindo estar com medo do homem. Tentaria rasgar um pouco de sua blusa e forçaria a si mesma a chorar.

Caso o jovem não aceite sua rendição, ela se jogaria na direção dele, tentando acerta-lo com tiros do mosquete, se ele procurar cobertura e atirar nela, tentaria fazer com que as balas pegassem em algum ponto não vital, visaria atirar nas pernas dele e na cabeça, sabia que somente com ele morto ela poderia sair de lá viva. Caso estivesse muito próxima dele e ele tentasse agarra-la, imobiliza-la, tentaria dar-lhe um chute na virilha antes de agredir a região da cabeça do rapaz e atirar nele.

Caso o rapaz aceite a sua rendição, ela tiraria as balas do mosquete e as esconderia em algum lugar ali sem que o homem visse. Levantaria por de trás da escrivaninha com as mãos na cabeça e com o rosto choroso e olharia para ele, com o vestido levemente rasgado para mostrar-lhe um pouco mais de seu corpo. Apelaria ao desejo dele, visando deixar o rapaz com a guarda baixa. – Por favor... Eu faço o que você quiser, mas, não me mate aqui... – Ela abaixaria as mãos lentamente na direção do vestido, desfazendo o laço da frente, exibindo o seu corpete para o homem. Com as bochechas coradas, ela desviaria o olhar dele por um instante, olharia para procurar a arma dele e ficaria observando a onde ele iria coloca-la.

Ela aguardaria o rapaz, caso se aproximasse e lhe tomasse seu corpo pra si, deixaria tocar-lhe toda a ponto de mostrar que estava submissa a ele. Tentaria aguentar ao máximo de dor caso ele resolvesse bater nela, pois mesmo tendo aceito a oferta de rendição, o rapaz ainda poderia estar com muita raiva por tudo o que acontecera anteriormente.

Se o homem baixar a guarda por um instante, ela tentaria pegar sua arma. Se ele a agarrar, tentaria dar-lhe um chute na virilha. O homem robusto com raiva poderia tentar enforca-la com as próprias mãos, Crisbella no caso tentaria dar-lhe uma cabeçada ou mesmo tentaria enfiar as unhas nos olhos do rapaz antes de ir em busca da arma dele e atirar.

Atiraria para matar, mirando algum ponto vital. Se o resultado for como a garota esperaria, com seu oponente morto. Escreveria um bilhete para seu pai, trocaria de roupas e lavaria o sangue em seu corpo antes de fugir para um local seguro.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam   [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam - Página 2 Empty7th Março 2018, 12:26


Orientação - Fase 03 - Conclusão!

A luxúria do marinheiro seria sua perdição? Pois, ao ouvir a proposta de Crisbella ele cessou com os tiros por algum segundo – A razão finalmente atingiu você, garota? Percebeu que não há como fugir do longo braço da lei? – Ele perguntou colocando partes do corpo para fora da cobertura e as removendo, para ter certeza que a moça não mais atiraria contra ele. Uma vez tendo tido a certeza que queria, saiu de trás da porta apenas para dar de cara com o corpo voluptuoso semidespido da nossa heroína

Os olhos brilharam em loucura fogosa, e ele tremeu. Seu cérebro lhe gritava para acabar com tudo ali, mas que mal faria ter algum tipo de diversão com uma mulher que seria executada depois? Ninguém saberia... Não mancharia a honra do “promissor Kimberman, o melhor soldado já visto”, como ele mesmo lembrava de ter sido chamado e intitulado tantas outras vezes. Após tremer, ele apoiou a arma contra o lado da porta e avançou para a Srta. Rhodes – Sim... Sim... Seja minha, Senhorita... Seja minha que tudo ficará bem no final... – Ele mentia descaradamente, sem saber que estava caminhando para uma armadilha.

Ele avançou e suas mãos finalmente saciaram parte do seu desejo. Percorreram os lugares mais íntimos de uma mulher, antecipando aquilo que ele achava que iria ter em breve. E aí cometeu o maior erro da sua vida: Tentou levantar a camisa. No momento exato em que a camisa ia passar pela cabeça, naquele segundo único em que você fica sem visão, Crisbella correu e apanhou a arma do marinheiro. Quando ele terminou de remover a indumentária, viu apenas um lugar vazio em sua frente – Mas o que... – E virou-se. Virou-se para receber um tiro fatal em seu peito.

Caiu de joelhos, antes de morrer por completo. O sangue saía do buraco como um pequeno rio escorrendo para baixo. Os olhos iam perdendo paulatinamente a cor e o brilho, e ele balbuciou algo quase impossível de escutar – Q-que suas batalh-lhas... D-durem para semp-pre... Pir-pirata! Que vo-você nunca encontre descanso! – Com o ajudar da força gravitacional, seu torso tombou para frente e o seu rosto encontrou o frio chão da casa dos Rhodes. Da casa dos homens que salvaram a filha do maior pirata que já existiu.

Agora, o que iria acontecer? Os limites eram traçados apenas pela larga caneta da liberdade. A garota tinha o horizonte aos seus pés! Mas, antes, precisava fugir dali... Sirenes ao fundo anunciavam ações da marinha!



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MensagemAssunto: Re: [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam   [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam - Página 2 Empty7th Março 2018, 23:15

O sangue da garota fervia com o toque do rapaz. Era uma mistura cínica de raiva com prazer, em outra vida quem sabe, poderiam ter sido bons amantes, mas naquela, havia somente o desprezo de ambas as partes. O oficial, afobado e com desejos inimagináveis para uma jovem, tocou-lhe a pele antes de apressar-se para tê-la por completo.

Observando atentamente a onde ele colocara a arma, agarrou a primeira oportunidade em que seu inimigo abaixara a guarda. O rapaz, luxurioso e faminto como um lobo por mais carne, levantara a camisa sem pensar nas consequências que isso poderia acarretar. Sem delongas, a garota dos cabelos ruivos disparou para em direção a arma do homem. Em um ganho com as mãos, a pegara firmemente.

Não perderia tempo, afinal, tempo é precioso demais para se gastar. – Sinto muito... Adeus. – Atirou no peitoral despido e musculoso do rapaz. A bala certeira abrira um rombo na pele do homem.  O homem caiu de joelhos no chão, uma mistura de dor, agonia e desespero passaram por seus olhos incrédulos do que havia acontecido. – Q-que suas batalh-lhas... D-durem para semp-pre... Pir-pirata! Que vo-você nunca encontre descanso! – Foram as ultimas palavras homem antes de cair no chão, morto. Descanso? Somente a morte era um descanso, nada mais, mas Crisbella por sorte e destino que os deuses lhe haviam traçado, não descansaria hoje.

A garota sabia que não teria muito tempo, pois as sirenes da marinha soavam alto fora de sua casa. Em ações rápidas, Crisbella pegaria a arma do oficial para si e a velha espingarda de seu pai junto as balas. Juntaria tudo em uma mochila com comida e a foto de seu pai que ainda estava intacta dentro de seu corpete. Tentaria arranjar um lugar para se esconder.
Sabia que nunca mais poderia aparecer por ali, deveria deixar Shells Town para sempre, ou pelo menos por enquanto. Após pegar suas coisas, ela iria em direção ao porto da cidade, evitando o máximo as pessoas ao redor, escondendo-se nas sombras para não ser vista.

Pegaria o primeiro barco para qualquer lugar, esconder-se-ia no meio de sua carga ou persuadiria algum marinheiro a lhe dar alguma carona. Seus pais dariam um jeito de escapar também ela pensaria. Afinal, se não pegaram a velha raposa até agora, não seria hoje, pois hoje ela sobreviveria mais um dia, assim esperava.

Sentiria falta de casa, rezaria pela segurança de seus pais, mas agora tinha outra ideia em mente... Iria atrás de mais informações sobre seu pai biológico e sua mãe. Encontraria outros piratas, se meteria em confusão... Viveria mais um dia se os deuses lhe permitissem outra vez.

Off:
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam   [MINI-Luizatomita] - Mãos que curam, mãos que matam - Página 2 Empty8th Março 2018, 04:14

~Mini-Aventura ENCERRADA~


Observações: Por nada!

Não esquece de solicitar teus créditos em tempo hábil! Link abaixo!
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O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.

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