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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Um começo forçado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

Relembrando a primeira mensagem :

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptySex 20 Abr 2018, 16:19




Diante da proposta de Hornigold, todos decidiam por acompanha-lo ao refeitório. Desse modo os três partiam juntos pelo QG em busca de suas refeições. Já no refeitório Astrid demonstrava sua fome característica, com um prato tão cheio que seria capaz de competir com Cross para ver qual possuía mais comida. Hornigold tentava procurar por uma mesa livre, mas logo seus colegas marinheiros abriam a vaga de uma para que os três pudessem sentar ”Oh... parece que demos sorte...” pensava o homem enquanto se sentava na mesa, alheio ao verdadeiro motivo para terem cedido o lugar.

O fato de estarem dispensados momentaneamente de seus afazeres parecia tornar aquela situação muito mais agradável e descontraído do que normalmente seria, mas logo Ann – que havia se juntado ao grupo assim que sentaram na mesa – trazia algumas notícias acerca do tão misterioso programa especial, – Treinamento infernal... me parece um bom modo de ficar mais forte... – respondia de um modo distante enquanto pegava o seu saquê para tomar alguns goles, pensando sobre o que poderia acontecer nesse treinamento, sem observar a expressão que Obryan fazia ao escutar as palavras de Ann.

A conversa se estendia por alguns instantes a mais, porém Hornigold estava tão cansado que parecia estar no piloto automático, levando alguns segundos para perceber que Astrid estava saindo da mesa se despedindo – Oh... até amanhã... não esquece de descansar bastante... – diria para a mulher enquanto ela acenava, sem ter prestado atenção no que ela havia dito. Obryan também não demorava muito para deixar a mesa, sendo atingindo por uma dor de barriga sorrateira, deixando apenas Cross e Ann na mesa, – Acho que também vou indo... quero dormir o máximo que conseguir...  te vejo por ai, senpai, ahaha... ou quem sabe não... – diria por fim, brincando com a sua professora de outrora, por sempre a encontrar utilizando um disfarce diferente.

Já com seu banho tomado e com suas amarras devidamente asseguradas, o marinheiro dormia como se fosse uma pedra, acordando somente na manhã seguinte, e o melhor de tudo, no mesmo local que havia deitado. O sono de Hornigold era quebrado por Obryan, que já estava pronto e lhe esperando para que pudessem ir. Enquanto ainda despertava de seu sono, Cross primeiro desamarraria seus pés, para que então pudesse finalmente se pôr de pé para se arrumar. Assim, tentaria achar algum uniforme limpo e arrumado para vestir, mas caso não houvesse colocaria o mesmo que havia utilizado no dia anterior, ainda que seu estado não fosse ser dos melhores. Em sua cintura colocaria suas duas katanas, como já lhe era de costume e então, garantindo que não havia esquecido nada e que tudo estava no devido lugar, partiria com Obryan.

– Pronto, já podemos ir... aliás... onde devemos ir?... – perguntaria a Obryan, não se lembrando do Sargento, nem do Capitão, ter mencionado onde deveriam se apresentar, ainda que suspeitasse ser no pátio central. De qualquer forma aguardaria a resposta e seguiria Obryan para onde ele disser que deveriam seguir. Ao se apresentar no local, faria sua continência de praxe e cuidaria se mais alguém além do trio e de seus superiores estariam no local, imaginando se aquilo seria mais uma demonstração pública, igual à que o Capitão havia feito no dia.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptyDom 22 Abr 2018, 22:24

~Narração~



Após vestir-se adequadamente Cross coloca-se a partir jundo de Obryan, ambos corriam apressados para não se atrasar, o destino era o mesmo de toda manhã, uma vez no pátio deveriam receber instruções, ou melhor punições, mas isso não foi exatamente o que ocorreu ali. Se aproximando do local Hornigold percebia uma certa comoção ali, um círculo de marinheiros se formava na região e em meia a tudo isso sons de luta podiam ser ouvidos e ao fundo uma flauta era tocada.

- Ei! Vocês dois estão atrasados, venham ver isso! - Astrid que já se encontrava no local tinha um brilho no olhar, apesar da grande concentração de marinheiros para observar o que se passava um “buraco na formação” jazia perto da loira, o que possibilitava que os dois que chegavam finalmente avistasse o que se passava, o pátio havia se tornado um campo de batalha, Riggs permanecia no meio em uma postura de luta tão firme que demonstrava seu real poder e como não havia levado Cross a sério, seu inimigo no entanto era um vulto branco que se camuflava em meio a neve acumulada, e muitos ali só conseguiam saber sua localização pela “poeira” que levantava.

- Rankyaku! - Uma voz feminina podia ser escutada e subitamente a figura da mesma aparecia por trás de Riggs já preparando um chute horizontal contra o mesmo, que por sorte e por muito pouco desviava se abaixando, o chute era tão rápido e potente que seu arco não só parecia formar uma lâmina no ar como também cortava até a metade o tronco da Árvore central do pátio, o pobre sargento tentava revidar com um murro em meio à um giro de 180°, mas mais uma vez uma estranha palavra era dita pela mulher.

- Soru! - O golpe de Riggs acertava uma imagem remanescente, enquanto sua verdadeira oponente estava atrás do homem, uma aura ameaçadora podia ser sentida não só pelo sargento que começava a se virar assustado quanto a todos ao redor, o punho da mulher adquiria uma coloração alaranjada em forma de energia emanada, um poderosíssimo soco que na certa derrubaria Riggs, isto é se o acertasse.

Em frente ao rosto do rígido lutador o punho de sua oponente permanecia parado simbolizando o fim da luta, entretanto como uma demonstração ainda maior de poder do golpe parado uma torrente de ar era emanada chegando a até mesmo dar um novo penteado parecido ao de Obryan para Cross que se encontrava bem na linha de fogo. Com o fim da luta era possível observar mais de quem se tratava a oponente Riggs, era uma mulher alta de curtos cabelos brancos e um olhar ainda que em uma tonalidade quente era tão gélido quanto o atual frio que se passava na ilha, usava um casaco militar da Marinha conjunto a uma saia e botas com meia calça também brancas, tinha um ar de superioridade e imponência ainda que esboçasse um breve sorriso no fim da luta, e o mais impressionante era o florete que possuía presa a cintura, ainda que fosse uma espadachim ela conseguira derrotar Riggs de mãos nuas, e no pequeno mundo de Cross e dos outros soldados ali presentes aquilo era como um ato divino.

A música cessou e finalmente Hornigold pôde perceber que sua origem era o Capitão Vick que tocava sua flauta para animar a luta, enquanto Riggs de uma estranha forma humilde agradecia e cumprimentava sua adversária enquanto o Capitão tomava a palavra.

- Espero que tenham aproveitado o show, esta é a Capitã Kendra! Ela venho da Grand Line pegar alguns recrutas para…

- Muito bem meninas prestem atenção porque eu só vou dizer uma vez… - Interrompia Kendra. - Saindo daqui farei uma pequena parada em Ilusia Kingdom e então direto para a Grand Line, se vocês entraram na Marinha por uma vida boa então podem ficar aqui cumprimentando civis e lendo jornal, a verdadeira ação acontece em Paradise e não vou mentir que o risco de morte é real, caso se achem capazes de algo então deem um passo à frente e lutem comigo, quem conseguir me acertar um golpe está dentro, podem vir todos de uma vez se quiserem. - Ela terminava com um sorriso de certa forma sádico no rosto enquanto alguns soldados davam passos para trás de medo deixando apenas o trio novato Cross, Astrid e Obryan que já estavam isolados a frente.

- Ou se acharem melhor… - Kendra dizia indicando o número três com sua mão. - Podem me trazer três chapéus de marinheiro dos que estiverem ao seu lado, quem conseguir coletar pode vir comigo, os que perderem seu chapéu podem desistir e ir embora. Que o jogo comece! - Finalizava a capitã estendendo os braços.

Um segundo de silêncio era seguido pelo intenso som da batalha que se tomava ali, Vick voltava a tocar sua flauta enquanto alguns marinheiros vinham direto para Astrid, esta que sem desembainhar a espada derrubava-os sem o mínimo esforço.

- Keh… Até parece que eu vou desperdiçar meu tempo com esses fracotes, o que vocês me dizem? - Perguntava a loira para Cross e Obryan claramente sobre atacar a capitã enquanto apontava a espada agora desembainhada para ela, o rapaz de topete também já estava decidido a ir contra a superior, e se aquecia balançando seu bastão enquanto esperava despreocupadamente quanto a seu chapéu por uma resposta de Cross.

- Se eu conseguir acertar ela quer dizer que estarei um passo mais próximo ao sargento certo? Eu topo.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptySeg 23 Abr 2018, 09:11




A manhã chegava e a dupla saía rumo ao pátio central, onde receberiam mais informações sobre a punição que receberiam. Novamente Cross era surpreendido pelo grande número de soldados presentes no local, embora desta vez a cena fosse ainda mais inesperada. Os soldados formavam um circulo, de onde emanavam sons de luta, misturados aos sons de uma flauta que parecia estar sendo tocada, de modo que Hornigold ficava com a impressão de sequer estar no pátio da marinha. Astrid se encontrava entre os soldados e logo chamava os dois para que olhassem o que estava acontecendo. No meio do circulo algo ainda mais inesperado acontecia, o Sargento Riggs estava lutando, desda vez demonstrava não estar se segurando, contra algo que parecia ser apenas um vulto em meio a neve.

Cross conseguia ouvir uma mulher falar alguma coisa, embora não pudesse entender o que, e logo aparecer atrás do Sargento, desferindo um chute que por pouco não o acertava em cheio, cortando a árvore central sem ao menos tocá-la. O Sargento tentava um contra ataque, mas dizendo outra palavra estranha a mulher sumia e novamente aparecia atrás de Riggs, se preparando para um ataque que fazia com que todos presentes sentissem a pressão do mesmo. A mulher se detinha e não acertava o golpe no Sargento, mas deixava claro que aquela luta havia chegado ao fim. Cross, que estava de frente para a mulher, precisava segurar seu chapéu para que não voasse com a onda de ar que era lançada pelo golpe da mulher. O fim da luta tornava possível observar melhor a oponente de Riggs, a mulher tinha uma aparência um tanto quanto peculiar, mas o ar de superioridade que demonstrava lembrava um pouco a Astrid, mesmo que as duas não parecessem haver nada em comum.

Com o fim da luta a música também parecia chegar ao fim, de modo que Cross finalmente percebia ser o Capitão Vick a origem da mesma, deixando de tocar sua flauta para apresentar a mulher, revelando-a como Capitã Kendra, ”Oh... Capitã... não é atoa que o Sargento não conseguiu fazer nada contra ela...” pensava o soldado enquanto o Capitão continuava sua apresentação, logo sendo interrompido pela mulher, que começava seu próprio discurso. A Capitã anunciava seus planos de ir para Ilusia e depois partir rumo à Grand Line, ”Grand Line... acho que já houvi algumas histórias de lá...” ponderava Cross, tentando se lembrar das histórias contadas por seu pai quando era criança, mas logo sua atenção era atraída para a proposta que a Capitã fazia, revelando que qualquer um que a acertasse poderia se juntar a ela na viagem, ”Uma chance de ir para a Grand Line... não é todo dia...” pensava Cross ao escutar a proposta da Capitã, mais animado do que aparentava. Os demais soldados, por outro lado, não pareciam compartilhar do mesmo entusiasmo, de modo que alguns até mesmo recuavam ao escutar aquela declaração. Talvez percebendo aquela reação, a Capitã logo oferecia uma outra opção que parecia agradar mais aos soldados e, em poucos segundos, tornava o pátio central em um campo de batalha.

O som da flauta novamente corria pelo local, novamente se misturando ao som de lutas, que agora era ainda mais intenso. Astrid se defendia de alguns soldados que tentavam atacá-la e proferia sua intenção em ir direto à Capitã, sem se preocupar com "peixes pequenos". Obryan concordava, talvez pela primeira vez, com Astrid e demonstrava já ter decidido quem seria seu alvo, restando a Cross tomar sua decisão. – Acertar a Capitã... isso vai ser interessante... ainda bem que meu ombro já voltou ao normal... – dizia enquanto mexia seu ombro esquerda, garantindo que o mesmo não doía mais, – De qualquer forma imagino que fosse ser quase impossível alguém alcançar o meu chapéu... não seria muito justo... – dizia por fim, sacando sua katana normal, deixando a Yukifuri ainda em sua cintura, enquanto se preparava para enfrentar Kendra, ”Mesmo sendo uma Capitã, não gosto da ideia de lutar em maior número... mas já que foi ela quem escolheu assim, acho que não tenho escolha... melhor fazer como ela disse...” pensava o rapaz por um momento, se forçando a ignorar aquela situação ao menos naquele instante.

Hornigold aproveitaria que já estava de frente e já começaria utilizando sua técnica. Enquanto corria em direção a Kendra se manteria atento para algum ataque vindo dos soldados, caso em que apenas tentaria se esquivar, evitando se prender em combates aleatórios, ”Attacco dei Giganti” pensaria ao efetuava seu ataque contra a Capitã. A verdade é que não esperava que desse certo e já se preparava para sacar a Yukifuri com sua mão vazia, desembainhando sua segunda katana e realizando uma estocada após um rápido giro de 180 graus, considerando que este tinha sido o padrão apresentado pela Capitã ao lutar contra o Riggs. Apesar do florete que carregava, até o momento a mulher havia lutado utilizando apenas seus punhos, o que deixava Hornigold mais confiante, pois mesmo sabendo não estar nem perto de sua força, talvez com sua vantagem de alcance conseguisse encaixar ao menos um golpe. Desse modo, caso a Capitã se esquivasse ou bloqueasse todos os ataques, Hornigold ficaria atento para qual seria o seu próximo movimento, tentando acompanha-lo o melhor possível. Caso fosse um chute, tentaria se esquivar para fora da trajetória do mesmo, considerando o que havia acontecido com a árvore, se fosse horizontal tentaria pular para evitar contato - já que se abaixar estava fora de questão -, ou se fosse vertical ou simplesmente um chute reto, tentaria se mover lateralmente, de modo a se posicionar ao lado da perna mulher, aproveitando para utilizar suas duas katanas e tentar cortar as duas pernas da mulher ao mesmo tempo. Caso a Capitã atacasse com socos, tentaria bloquear o golpe com uma das katanas, se firmando no chão para que não fosse arremessado longe com o impacto e conseguisse aproveitar o momento para realizar um rápido corte no braço da Capitã com sua katana livre.

Com o fim de sua primeira tentativa, Hornigold recuava um pouco - caso nada tivesse funcionado - para observar a mulher. Ficaria atendo ao seu redor para os soldados, onde tentaria se esquivar ou bloquear e seguiria com um ataque para afastá-los, se precisasse. Assim que Astrid e Obryan iniciassem seus movimentos, Hornigold faria o mesmo. Desta vez circularia a Capitã, se mantendo em movimento, de modo que ou atrairia sua atenção e seria o foco da Capitã ou se manteria fora do campo de visão da mesma, e assim que os outro dois desferissem seus golpes, correria em direção ao mulher, pronto para desferir um golpe em X, utilizando as duas katanas de modo cruzado, na altura do torso da Capitã. Ficaria atento para o caso da Capitã lançar um contra ataque contra os outros dois, aproveitando para encontrar uma brecha para uma possível estocada. Tomaria cuidado para um possível contra ataque contra si, caso em que tentaria a mesma técnica de esquiva de antes, desta vez, porém, tomaria cautela para o caso da Capitã resolver utilizar seu florete, pronto para bloqueá-lo utilizando suas duas katanas, imaginando que apenas uma não seria o suficiente para pará-la, a medida em que tentaria recuar novamente.

Desta vez, caso não tenha obtido sucesso, não partiria para cima novamente. Agora se manteria distante e observaria a Capitã, procurando por um possível meio de ataque ou então tentar montar alguma estratégia com Obryan e Astrid, caso nenhum tenha conseguido acertar um golpe ainda. Se tivesse tempo aproveitaria para olhar como estava a situação nas lutas paralelas que ocorriam no pátio, porém sem perder o foco da Capitã ou de alguém que pudesse lhe atacar em um momento de distração.





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Última edição por War em Sab 12 Maio 2018, 11:07, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptyQua 25 Abr 2018, 12:13

~Narração~



Cross parecia se animar com a ideia de enfrentar a capitã que aguardava sublime o avanço dos três marinheiros, o rapaz até fazia piada sobre a segunda opção e quando menos esperava um soldado por suas costa pulava tão alto a ponto de alcançar a cabeça de Hornigold, Obryan percebia aquilo e com um poderoso golpe descendente que chegava até mesmo a causar atrito com o ar enterrava o homem no chão sem o menor pudor. por hora o espadachim estava dentro da competição enquanto o garoto de topete olhava para Cross de forma amigável e determinada assentindo com a cabeça, de forma costumeira Astrid reclamava ao ver aquela cena.

- Prestem mais atenção! Não dá pra perder tempo com esses lixos aí… - Dizia ela já avançando contra Kendra. - Nosso alvo é ela! - Astrid atacava da mesma forma bruta e furiosa de sempre, seu golpes todos na máximo da força e de forma irregular de forma que era difícil prevê-los, todos no entanto desviados pela capitã que parecia não ter problemas nem mesmo contra os cortes mais imprevisíveis onde ela simplesmente apoiava sua mão na lateral da lâmina guiando-a para outra direção. Em meio a aquilo Cross podia notar uma certa semelhança entre as duas que tinham sorrisos em seus rosto enquanto lutavam, o pequeno embate de dava fim com um rápido movimento da superior que mais um vez desviava a lâmina com seu próprio peso e contra atacava aparentemente de forma simplória, com as costas dos punhos na barriga da loira, esta que no entanto arfava de dor e era afastada pelo impacto.

Neste momento Cross avançava com sua ardilosa técnica, em meio a investida Astrid passava por Hornigold deslizando no solo serrando os dentes não só para aguentar a dor mas também para adquirir força em sua tentativa de se manter de pé. Seu ataque era iniciado e a troca de empunhadura não parecia surpreender Kendra que não só saltava por cima do corte horizontal como também chutava Cross no trapézio de forma que assim como a loira, o espadachim era afastado do centro da luta. Com a saída de Hornigold quem chegava era Obryan com bastão de metal, seus golpes ainda que potentes eram simples e muito previsíveis de forma que Kendra não tivesse problemas, o diferencial do garoto no entanto era seu constante costume de apanhar e resistir a golpes, assim como foi com a loira o rapaz de topete levava um golpe em sua barriga, este no entanto que resistia a dor e continuava com seus ataques, a capitã se surpreendia com aquilo de forma que sua guarda abaixava por um segundo quase fazendo que fosse acertada, mas isso só a fazia a levar o rapaz mas sério com um ataque agora com os punhos fechados que claramente davam um impacto muito maior que arremessava o rebatedor. Hornigold percebia naquele momento o nível de habilidade de sua oponente, ela podia ser forte mas o que se destaca era sua experiência de combate, onde ela mudava seu estilo dependendo de quem enfrentasse, calma e tranquilo contra Astrid, rápida e impiedosa contra Cross e completamente brutal contra Obryan.

Enquanto isso Hornigold já havia rodeado o campo de batalha de modo que flanqueasse a capitã junto de Astrid que iniciava seu ataque conjunto, enquanto a loira vinha com uma rápida estocada o espadachim sacava sua segunda lâmina em um corte “x”. Os golpes eram simultâneos e pareciam não ter escapatória, Kendra no entanto utilizava a mesma técnica de remanejamento da lâmina inimiga para passar a espada de Astrid por cima de seu ombro ao mesmo tempo em que se abaixava, os golpes de cruzavam e bloqueavam um ao outro deixando a capitã ilesa, esta que ainda agachada fazia seu próximo movimento.

- Aaaaahr - Com um grito de um pouco mais de esforço a superior pegava Cross pelas pernas girando o rapaz em seu eixo para usá-lo de porrete contra Astrid, Hornigold só via seu mundo girar enquanto sofria todo o impacto por fim embolando na neve com a loira que terminava caída por cima do rapaz. Mais dois marinheiros apareciam naquele momento difícil, estes no entanto não visavam a dupla momentaneamente debilitada, e sim atacar a capitã.

- Vocês estão bem? - Enquanto aqueles dois ganhavam tempo Obryan ia até Cross e Astrid caídos os ajudando a se levantar, a loira em frustração cravava a lâmina no chão para descontar seu ódio.

- Merda! Ela é muito forte. - Embora reclamasse aquele sorriso não saía de seu rosto e isso dava a entender que ela estava apreciando o combate.

- Vamos ter que atacar em conjunto, é o único jeito. - Concluía Obryan enquanto todos se recuperavam para a próxima investida. - Podem deixar que eu seguro os ataques dela. - Dizia o rapaz com orgulho de sua habilidade em resistir a uma boa surra. - Vocês dois se concentrem em acertá-la.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptyQua 25 Abr 2018, 18:01




Astrid era a primeira a atacar, investindo contra a Capitã com seu jeito bruto costumeiro, porém, por mais furiosos que seus golpes fossem, Kendra não parecia sequer estar pondo esforço em seus movimentos, simplesmente desviando os golpes com um simples tocar na espada, logo a Capitã contra-atacava com um golpe igualmente simples, porém, que fazia Astrid sentir uma dor que não se imaginaria ser decorrente daquele golpe. Em continuidade à tentativa de Astrid, Hornigold investia com a intenção de acertar a Capitã utilizando sua técnica, entretanto, o marinheiro não encontrou mais sucesso do que sua parceira, sendo jogado para longe pelo contra-ataque de sua superior, que facilmente desviara de seu ataque. Enquanto era afastado pelo golpe sofrido, Cross observava a tentativa de Obryan, que logo iniciava seu assalto à Capitã, que novamente mostrava facilidade em se esgueirar dos ataques e lançar um golpe em resposta, desta vez, porém, era surpreendida pela resistência do marinheiro, que não só aguentara o ataque, mas continuava sua própria sequência de golpes. A Capitã, por sua vez, apenas desferia outro golpe, agora com punhos fechados, que acabava por arremessar o marinheiro longe, assim como fizera com os dois, demonstrando que sua versatilidade não era algo a ser tratado de modo leviano.

Em sequência Astrid e Hornigold tentavam um golpe em conjunto, mas novamente seus planos eram completamente destruídos pela Capitã, que tranquilamente redirecionava a espada de Astrid, de modo que se chocava ao do marinheiro fazendo com que os dois se anulassem. Como se não bastante sua agilidade, Kendra ainda demonstrava sua força ao agarrar Cross pelas pernas e utilizando o mesmo como se fosse uma arma gigante, atacando Astrid com o próprio Cross, deixando os dois caídos no chão. – Ohh… aí está algo que eu não esperava... se não fosse tão doloroso até que seria divertido, ahah... – brincava o marinheiro enquanto se levantava, aproveitando o momento de descanso ganho por conta dos dois marinheiros que atacavam a Capitã para alongar suas costas e tirar um pouco a tensão dos golpes sofridos.

Apesar da situação, Hornigold não era o único que parecia estar se “divertindo” com aquela luta, embora os motivos de Astrid fossem completamente diferentes. Com todos reunidos novamente, o trio criava um pequeno plano para lidar com a diferença de força e experiência entre eles e a Capitã, embora planejar fosse imensamente mais fácil do que pôr o mesmo em prática. – Imagino como seria se ela resolvesse usar aquela espada... – diria casualmente enquanto todos se preparavam, aproveitando para embainhar e realocar suas katanas, deixando uma em cada lado de cintura.

Assim que todos estivessem preparados, Hornigold seguiria com o plano de atacar em conjunto, deixando que Obryan tomasse a atenção da Capitã para então pôr em prática o seu ataque. O marinheiro tentaria realizar um saque rápido, assim como fizera contra o Sargento Riggs – e falhado miseravelmente – na sua prova de alistamento. Manteria sua mão direita repousando no punho da katana a sua esquerda (normal) e investiria contra Kendra, buscando realizar um corte diagonal, de cima para baixo e da esquerda para a direita. Imaginava que, assim como Riggs, ela impediria o saque ou então redirecionaria o golpe, como já havia feito. Caso o saque fosse impedido, Hornigold soltaria o cabo de sua katana e aproveitaria para tentar segurar o membro que a Capitã havia utilizado para impedi-lo (mão, pé, nariz, etc.), caso não fosse essa a situação, Hornigold procederia o mais rápido possível ao saque de sua segunda katana, Yukifuri, para tentar acertá-la em meio aos seus movimentos. Caso, por algum motivo, a Capitã estivesse no ar, realizaria uma estocada para acertá-la onde estivesse mais vulnerável. Já para o caso dela ainda estar no, tentaria realizar um corte rápido na horizontal visando as pernas da mulher, de modo a força-la a realizar um salto para se esquivar, e quem sabe possibilitando que Astrid a acertasse durante esse momento. Caso nada desce certo e a Capitã lhe contra-atacasse, aproveitaria o momento para tentar acertá-la, mesmo que superficialmente, durante o golpe, sabendo que suas chances de esquivas e bloqueios eram, provavelmente, ainda menores do que as chances de acerto.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptyQui 26 Abr 2018, 13:04

~Narração~



- Oe oe… Nem brinque com isso. - Respondia Obryan ao comentário de Cross sobre a falta de uso de armas por parte da capitã, todos já estavam prontos e Hornigold já havia remanejado suas espadas de posição quando os dois marinheiros que haviam partido para cima eram nocauteados cada um com um golpe e Kendra agora fita os outros três desafiantes com o mesmo sorriso de satisfação no rosto.

Obryan avançava primeiro seguido de Astrid logo atrás, o rapaz continuava com seus golpes simples porém potentes e meras distrações, na hora em que a capitã novamente acertava o jovem na barriga fazendo-o arquear as costas para frente a loira já aparecia de trás pisando em seu corpo não só para mantê-lo no mesmo lugar mas também para atacar de uma posição mais alta. Infelizmente um simples recuo era o suficiente para que a lâmina errasse e criasse uma cortina de neve advindo do impacto, cobertura perfeita para Cross que chegava subitamente na lateral de Kendra para um saque rápido.

A próxima sequência se passava em questão de segundos, a capitã era esperta e cobria a vantagem de alcance do espadachim com as pernas prendendo a lâmina em sua bota, no mesmo instante Cross largava sua espada e agarrava o membro de Kendra que era muito mais forte a lançava o rapaz novamente. Enquanto estava no ar Cross podia perceber três coisas simultaneamente, a primeira era aquele familiar rasgo aéreo que a espada de Astrid fazia ao ser arremessada em direção à superior, a segunda era Obryan chutando levemente as costas de Hornigold para que ele não só parasse de recuar mas também tivesse um impulso para uma nova investida, e a terceira era o rápido movimento de Astrid que agora estava sem arma para sacar Yukifuri da bainha de Cross que ainda estava no ar.

A espada arremessada era refletida para o alto caindo bem nas mãos de Cross enquanto que Astrid aproveitava a guarda baixa de sua oponente para atacar com a katana do espadachim bem nas pernas de Kendra que desviava pulando, seu maior erro, pois agora era um algo fácil, ao mesmo tempo em que Cross já chegava com uma estocada na mulher junto de Obryan que desferia um golpe de cima para baixo, Astrid já girava em seu próprio eixo finalizando em um corte ascendente. Todos os golpes miravam a mulher ao mesmo tempo em que ela nada podia fazer no ar, isto é se fosse contra alguém comum, em um piscar de olhos todos os golpes era aparados pelo florete que agora estava nas mãos de Kendra que ninguém nem ao menos a viu sacá-lo.

- Soru! - Como se já não bastasse o desequilíbrio que os três se encontravam devido a defesa de Kendra, com aquela única e estranha palavras a mulher sumia e reaparecia por detrás dos marinheiros que não só sentiam sua derrota como também uma aura assassina que aterrorizaria qualquer um. - Rankyaku! - “Morte”, era a única palavra que vinha na mente dos três que se surpreendiam por não terem suas cabeças decapitadas com um simples golpe, o chute era redirecionado ao solo pela própria capitã, o enorme barulho de impacto junto da explosão de neve que voava para tudo quanto é lado fazia com que todos ali parassem o que estavam fazendo para prestar atenção.

A “cortina de fumaça” baixava e era possível ver que no chão uma enorme fenda separando o trio desafiante e a capitã havia sido formada, a luta estava acabada, e com aquele movimento battle royal também. Obryan caía de joelhos aliviando toda a pressão que havia sentido enquanto que Cross podia ouvir um leve som de metal tremendo advindo de sua Yukifuri agora empunhada por Astrid, ao mesmo tempo em que respirava ofegante seu corpo todo estremecia não se sabe se por medo ou pela emoção que aquela luta proveu, apenas tinha o mesmo sorriso em seu rosto.

- Existem algumas qualidades que eu espero de um bom marinheiro. - Dizia Kendra agora com a atenção de todos. - Um senso de justiça com honestidade, temer seus inimigos mas ter a coragem para enfrentá-los, e acima de tudo, companheirismo, não é um almirante de frota sozinho que compõe a total força da Marinha, e sim o trabalho em conjunto de todos nós. - Ela se aproximava de um dos soldados que havia coleta o número mínimo de bonés e os derrubava no chão com um tapa. - Vocês que escolheram o caminho mais fácil e covarde atacando seus próprios companheiros para o benefício próprio, são piores que lixo, não servem para este lugar e aconselho que desistam de imediato, os que permanecerem que tomem isso como uma lição. - A capitã agora olhava para os que investiram contra ela com satisfação em seu rosto.

- Os cinco que tiveram… - Um súbito tiro interrompia Kendra que via o projétil passar bem na frente de seus olhos, o atirador era uma garota baixinha com óculos escuros e cabelos brancos que se prendiam em um chapéu de marinheiro, Cross imediatamente a reconheceu como sua mestra do disfarce, Ann. A capitã fitava a menina que esboçava um leve sorriso e se aproximava dos três que a haviam enfrentado o desafio, e parecia aprovar sua afronta com orgulho.

- Os seis que tiveram a coragem me enfrentar serão bem-vindos se assim desejarem. - Dito isto ela começava a se retirar para dentro do QG onde era acompanhada pelo Capitão Vick. - Partirei ao meio dia.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptyQui 26 Abr 2018, 21:28





O nocaute dos dois marinheiros que haviam avançado contra a Capitã servia como pontapé inicial para que o trio retomasse a sua investida, desta vez partindo com pelo menos o esboço de um plano em mente. Obryan era o primeiro a avançar, logo sendo seguido por Astrid. Seus golpes surtiam tnato efeito quanto em sua primeira tentativa, novamente sendo golpeado pela Capitã e securvando por conta da dor, desta vez, porém Astrid o apoiava e, ao mesmo tempo, o utilizava como trampolim para que conseguisse atacar Kendra de uma posição superior. O ataque da mulher era facilmente evitado pela Capitã e não acertava nada senão o chão, fazendo a neve voar pelo local, sendo esta a deixa de Cross, que rapidamente colocava seu plano de ataque em prática. O golpe de Hornigold não tinha um resultado muito difernete dos demais e acabava sendo facilmente bloqueado, entretanto, este era um dos cenários já esperados pelo rapaz, que aproveitava para se segurar à Capitã. O movimento ocorria como planejado, mas Kendra novamente demonstrava sua força e lançava o marinheiro no ar.

Enquanto era arremessado, Cross percebia uma série de ações que ocorriam praticamente ao mesmo tempo, de modo que, caso se distraísse por apenas um momento, não conseguiria acompanhar o que estava acontecendo. Obryan, que estava às suas costas, lhe apoiava e dava impulsop ara que pudesse atacar novamente, ao passo que Astrid arremessava sua espada contra a Capitã e, antes que Hornigold pudesse por em prática seu próximo ataque, rapidamente sacava Yukufuri da cintura do homem. Astrid executava seus movimentos com maestria, como se não fosse a primeira vez que os fazia, mas a Capitã não falhava em refletir a espada lançada, que – de todos os lugares possíveis – escolhia as mãos de Hornigold para repousar, nem nem em se esquivar do atauqe que a loira lhe desferia na sequência. Entretanto, o modo de esquiva escolhido pela Capitã poderia ser considerado um equívoco, uma vez que ela havia saltado direto para o alcance de Cross, que agora empunhava a espada de sua parceira e estava pronto para golpeá-la, assim como Obryan e Astrid, que já estavam posicionados e com Kendra em foco para seu próximo ataque.

Tudo estava favorável para que o trio finalmente encontrasse sucesso em seus golpes, exceto sua oponente, que não carregava o título de Capitã por acaso. O comentário de Hornigold acabava por se tornar realidade e a Capitã finalmente sacava seu florete, bloqueando todos os golpes sem que os três sequer pudessem ver o momento em que ela havia tomado a espada em mãos. Não bastasse isso, a Capitã exclamava a mesma palavra de sua luta contra o Sargento Riggs. Primeiro ela sumia do campo de visão e reaparecia na retaguarda dos três. Em sequência, proferia a palavra que punha um fim em sua luta anterior, deixando os três sem nada para fazer senão esperar pelo fim. Este, porém, jamais veio, ao menos não para eles, apenas para a luta. A Capitã redirecionava o golpe para o chão, fazendo com que a neve se levantasse e voasse pelos ares. Após alguns momentos tudo voltava ao normal, com exceção do chão, que agora havia um corte onde o golpe havia acertado ”Pelo jeito ela gosta de fazer as coisas voarem e de cortá-las...” pensava o rapaz enquanto observava a fenda e o resto da neva que voltava a repousar no chão do pátio central.

– Oh… essa f… – começava a dizer, mas logo interrompia sua própria fala ao perceber a reação de Obryan, que caía em seus joelhos, e de Astrid, que parecia tremer sem parar, mesmo que sua expressão continuasse a mesma. Em seguida a Capitã começava a falar, e em muito o seu discurso se parecia com o do Capitão Vick, exaltando, acima de tudo, o companheirismo. Entretanto, a mulher parecia ter uma posição mais radical sobre o assunto, clamando que aqueles que buscaram o caminho mais fácil e atacaram os seus colegas marinheiros não mereciam carregar tal título e, portanto, deviam simplesmente deixar a marinha. Após seu discurso inflamado, a Capitã tornava a falar com aqueles que haviam escolhido enfrentá-la, rapidamente sendo interrompida por um tiro, que vinha de uma menina baixinha, quem Hornigold prontamente reconheceu ser ann, ainda que estivesse com um disfarce diferente. Apesar do disparo, ou quem sabe por conta dele, a Capitã incluía a menina ao grupo, a quem oferecia o convite para se juntar a ela, indicando que partiria ao meio dia, para caso quisessem seguí-la, e então se recolhia para o QG.

– Yo… eu avisei… famosa em toda a marinha, ahaha... – comentaria para Astrid assim que a Capitã saísse, considerando que, mais uma vez, haviam se tornado o centro dos acontecimentos no QG, enquanto ia até a mulher para lhe devolver a espada e retomar sua katana, – Dessa vez até a sensei se mostrou... bom, mais ou menos... – diria acenando para Ann, que apesar de antes tê-la chamado de sensei zombeteiramente, agora parecia ser um bom modo de chamá-la. Caso Obryan ainda estivesse ajoelhado, iria até o rapaz e o ajudaria a se levantar, – Pretendo seguir com a Capitã Kendra... mas acho melhor falar com o Sargento antes... – diria ao grupo em seguida, esperando para ver o diriam e então seguir até onde o Sargento Riggs estava, indo primeiro buscar sua katana que havia largado momentos antes, quando agarrou a Capitã. – Senhor... gostaria de partir com a Capitã Kendra... mas antes, há algo que eu deva fazer?... Senhor... – diria ao Sargento enquanto prestava continência e esperava pela resposta.

Caso não houvesse nada a ser feito e fosse dispensado, seguiria para seu dormitório para deixar suas coisas arrumadas e empacotadas, procurando por uma mala ou algo do gênero que pudesse usar. Assim que terminasse, caso houvesse tempo, aproveitaria para ir até o refeitório comer alguma coisa antes da viagem. Se não fosse o caso, pegaria suas coisas e encontraria a Capitã para saber o que deveria fazer a seguir.






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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptyTer 01 Maio 2018, 18:13

~Narração~



Astrid sorria um pouco sem graça mas concordando com o comentário de Cross sobre a fama do trio ali em meio ao QG, a multidão começava a dispersar meio desanimada e pensativa sobre a reflexão de moral que haviam recebido enquanto Obryan continuava no chão processando a dor de seus golpes recebidos.

- Aqui. - Dizia a loira devolvendo Yukifuri para Hornigold que fazia o mesmo com a espada de Astrid que antes ele sentira um desbalanço na arma de forma que só exaltava ainda mais o potencial de luta a marinheira tinha. - Essa sua katana é leve demais.

- A luta de vocês foi impressionante. - Elogiava Ann ao se aproximar por completo do trio.

- Impressionante? E aquele seu tiro? - Respondia Obryan não impressionado, mas admirado pelas habilidades da garota enquanto se levantava com o auxílio de Cross.

Após os dizeres do espadachim sobre seus objetivos todos concordavam se hesitar, afinal, não teriam embarcado naquele desafio puramente por diversão, era o primeiro passo em sua carreiras rumo ao todo da justiça.

- Claro… - Retrucava Astrid já levando Ann consigo para o dormitório. - Conto com você para se acertar com o Sargento, eu vou arrumar minhas coisas. - Cross e Obryan se entreolhavam como uma forma de reação a petulância da loira, mas logo se encontravam com Riggs que havia permanecido no pátio justamente para essa última conversa.

- É uma pena que vocês já vão antes de passar um dia de serviço comigo. - Dizia o sargento um pouco desapontado, mas logo mostrando uma cara animadora, ou quem sabe satisfeita. - Mas acho que servir aquela mulher demônio já deve ser punição o bastante para vocês. - O homem agora tinha uma feição séria mas não carrancuda como das outras vezes e segurava o ombro de Obryan com uma das mãos. - Tenho altas expectativas em você garoto… - E então olhava para cima mirando Cross. - Em você também Hornigold, só tente ser um pouco mais disciplinado e se dará muito bem na marinha. - Riggs executava uma última continência para a dupla que o respondia de igual forma e respeito logo antes de se retirarem para o dormitório a fim de juntar suas coisas.

Os dois mal haviam se estabelecido e já estavam para sair, sendo assim não tinham muitos pertences para levar senão os que chegaram, Cross pegava uma mochila que estava ali no quarto, esta que previamente pertencia à Axell e ainda se encontrava jogada em cima de sua antiga cama e preenchia com a roupa que chegara junto a alguns uniformes de marinheiro, e antes de sair podia ver Obryan se despedindo do local que tanto lutou para alcançar, agora estava dando um passo à frente. Ainda havia algum tempo antes do meio dia e a dupla optava por ter uma breve refeição antes onde nada incomum acontecia o mesmo de sempre com Cross e Astrid com pratos considerados de monstros enquanto uma agradável conversa se desenrolava, e a única coisa que Hornigold estranhava eram os olhares constantes dos outros dois marinheiros que haviam desafiado Kendra, e era neste momento que suas aparência eram finalmente notadas.

Ambos usavam os trajes azul e branco da Marinha que se destacava em sua pele parda e olhos da cor do oceano, O primeiro tinha um cabelo grande com uma franja e seu resto amarrado em um rabo de cavalo, sua expressão era séria e podia-se ver que assim como Obryan pegava pesado em seu treinamento devido as faixas que tinha no braço, o segundo por outro lado parecia um pouco mais desleixado com seu curto cabelo raspado nas laterais e preso em um coque esboçava um sorriso bobo na direção que parecia ser Astrid, e constantemente fazia comentários para seu amigo que parecia nem se importar muito.

Por fim todos os seis desceram a montanha juntos em direção ao porto onde o marinheiro de cabeça raspada teve a iniciativa de agir.

- Ei… Astrid certo? - Ele começava puxar assunto com a loira. - Eu sou Kind, achei incrível a forma como você lutou arremessando aquela espada, se quiser eu posso te mostrar uns arremessos legais que você pode usar. - Claramente sua puxada de assunto era péssima, e o clima só podia ser mais estrago ainda por Astrid, que simplesmente o ignorava e continuava andando enquanto Kind ficava para trás sem reação nenhuma, seu amigo de cabelo grande tocava em seu ombro e antes que dissesse uma palavra o rapaz já fechava sua feição empurrando o braço sobre seu ombro. - Cale a boca Whim! - Ele interrompia antes de algo sequer ter sido dito.

Chegando no porto era possível ver um enorme barco da Marinha, talvez maior até do que uma escuna, uma pequena rampa de madeira fazia conexão com a embarcação onde já a bordo era possível ver a Capitã Kendra junto a uma mulher tão parecida com ela que pareciam parentes, seus olhos no entanto tinham uma coloração azul que se diferenciavam junto de sua altura a cabelos compridos.

- Olha só os novatos chegaram. - Exclamava Kendra com um pouco de indiferença enquanto os soldados embarcavam. - Essa aqui é a Tenente Riven, ela vai ficar responsável por vocês, sintam-se em casa. - A capitã saía após dito isso enquanto a outra mulher concordava com as palavras acenando a cabeça de olhos fechados até perceber o que de fato se tinho sido dito ali.

- Pera… O que? Como assim responsável? - Toda sua seriedade havia se perdido e ela agora questionava a capitã que simplesmente ignorava dando as ordens de partida.

- Puxem a âncora, soltem as velas! Estamos partindo.

- Irm… Capitã?! - Kendra apenas olhava de volta com um sorriso malicioso e a tenente simplesmente desistia suspirando em desânimo. - Bom, vocês a ouviram, não que eu ache que vão ficar aqui por muito tempo, por hora estão livres.

Um bom tempo se passava e diferente do que alguns achavam o céu acima do mar estava tão ou mais fechado do que em Toroa, neve continuava caindo e o frio só aumentava cada vez mais, ao longe uma tempestade parecia se aproximar, e com isso iniciava a viagem para Ilusion Kingdom, que não demoraria muito para se tornar um pouco agitada.

- Heey! - Anunciava a capitã para todos. - Está na hora do meu treino diário, quem se habilita? - Pareciam simples e inocentes palavras, mas todos os veteranos na embarcação começavam a se esconder, Kendra olhava para os novatos que ainda permaneciam ali juntos e por fim perguntava. - Que tal um de vocês? Vai ser divertido. -
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptySeg 07 Maio 2018, 21:50




Hornigold parecia estar com seu futuro definido: ir para a Grand Line. Não era um objetivo para uma pessoa comum, muitas vezes nem mesmo para um marinheiro, mas o breve tempo em que permaneceu no QG de sua ilha natal serviu para lhe dar um gosto da emoção que a vida pode ter quando se busca pelo inesperado. O Sargento Riggs não demonstrou ser contra a decisão dos seu subordinados, ainda que a perda da chance de “treiná-los” parecesse desapontá-lo um pouco. O dia havia recém começado e os novos seguidores da Capitã possuiam tempo chegando até a hora de encontrá-la, de modo que todos acabaram se encontrando na cantina do QG – até mesmo os dois marinheiros que Cross ainda não havia tido a oportunidade de conhecer – , para uma última refeição antes de deixarem Toroa.

Com a manhã acabando e o dia passando sem grandes acontecimentos, o grupo – que agora era formado por seis – logo se via andando em direção ao porto, para finalmente encontrar a Capitã Kendra e partir rumo a Ilusia. Um dos novos integrantes do grupo parecia aproveitar o caminho para tentar puxar conversa com Astrid, ”Oh... isso vai ser interessante...” pensava enquanto prestava atenção – sem a menor intenção de disfarçar – na conversa dos dois, se lembrando de quando conversou com a mulher pela primeira vez. O nome do bravo rapaz era Kind, mas sua coragem não conseguia levá-lo muito longe, já que Astrid sequer se dava ao trabalho de olhá-lo e simplesmente seguia andando,  “Uhhh...”, Hornigold permanecia sem falar nada, mas não conseguia conter sua [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].

O caminho até o porto foi acompanhado de um silêncio tão longo – considerando a total derrota de Kind ao tentar conversar com Astrid – que só era quebrado pela própria Capitã Kendra, que anunciava a chegada dos seis, ainda que parecesse estar completamente desinteressada no próprio comentário. A Capitã logo apresentava a Tenente Riven, quem passaria a ser responsável pelos novos membros e que também sequer parecia estar ciente disso. A Tenente se parecia em muito com a Capitã, com exceção de alguns detalhes, mas ainda que a aparência não revelasse, Hornigold podia perceber em meio aos protestos da Tenente que a mesma era irmã da Capitã, ”Irmãs... Capitã e Tenente... se fossem mais altas pensaria que são minhas parentes...” brincava consigo mesmo, olhando as duas e pensando no histórico de sua própria familia.

A Capitã exclamava que estavam de partida, a Tenente proclamava algumas palavras inspiradoras, acreditando que ninguém duraria muito tempo  e assim começava a viagem para Ilusia. Sem ter o que fazer Hornigold permanecia no convés do navio, observando o mar e o céu que, apesar de sua crença, demonstrava estar tão revoltando – senão mais – quanto em Toroa, não parando por um momento de derramar neve por todo lado, fazendo com que o marinheiro desejasse por uma bebida quente, algo que planejava ir buscar se não fosse interrompida pela Capitã, que declarava ser a hora de seu treino diário, procurando por voluntários. A maioria parecia se esconder ao escutar as palavras da Capitã, mas os novatos – título do qual Hornigold parecia custar a se desfazer – permaneciam no local, acabando por serem alvos de Kendra, – Ohh... eu ia buscar um café pra me esquentar... mas acho que um treino também serve... – responderia Hornigold, tentando falar antes dos outros, para que finalmente pudesse ter uma luta um a um contra a Capitã, já que em seu “teste de aprovação” não pode fazer nada senão lutar em maior número.


Início da aula de Luta de Rua


To Be Continued... Pt. 2...


Fim da aula de Luta de Rua



O “treino” chegava ao fim e aquilo que no começo parecia ser uma chance para Hornigold se provar e realmente testar suas habilidades, acabava sendo uma das lições mais importantes que o marinheiro havia tido até o momento, ainda que ao custo de alguns ematomas e músculos doloridos, –  Yo... espero que possamos treinar de novo outro dia... quem sabe... ano que vem, ahah... – comentaria para a Capitã com um sorriso no rosto, mas com a fala ofegante por conta de todo o esforço que havia feito, –  Por enquanto... acho que vou trocar aquele café por um pouco de saquê... – diria por fim, arrumando suas roupas se fosse o caso, batendo uma rápida continência e indo atrás de sua bebida, para que pudesse finalmente relaxar e aproveitar um pouco a viagem.






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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptySab 12 Maio 2018, 09:50

~Narração~



- Ãhn? Do que você está falando garoto, eu treino todo dia. - Dizia Kendra orgulhosa esfregando com o lado do dedo indicador a parte entre seu nariz e lábio superior. - Parabéns por não ter quebrado, acho que vai ser meu novo bone… Parceiro de treino. - Apenas de ouvir aquilo o corpo de Cross não só sentia intenso calafrios como também potencializava as dores de todos os seus hematomas e seu corpo travava alguns instantes pelo choque da dor. - Bom, de qualquer forma vá tomar o seu suquinho, devemos chegar amanhã de manhã.

Em meio ao sangue quente e todo o treino com a capitã a passagem do tempo foi quase imperceptível para Hornigold que só então notava já estar quase no fim da tarde, as nuvens continuavam bloqueando o sol de forma que o dia só ficava mais escuro e cinzento que o normal, as água no entanto pareciam calmas e qualquer indício prévio de tempestade já havia sumido.

Após caminhar perdido pelo barco Cross deu de cara com a Tenente Riven que logo notou o rapaz vagando sem rumo, ela estava um pouco encostada na parede olhando para Cross com um singelo sorriso em sua feição, quase como se estivesse com pena dele.

- Incrível, você ainda consegue andar normalmente, quem sabe dure mais do que eu pensei. - Enquanto tornava a andar ela fazia um sinal com a mão para que Cross a acompanhasse. - Deve estar procurando uma bebida certo? É o que todos fazem depois de treinar com a capitã, ao menos um momento feliz no dia, quer dizer, isso pros mais fracos, se você foi esperto deve ter aproveitado bastante. - E de fato Cross foi, pois em poucas horas sentia que havia se aprimorado mais do que em muito mais tempo.

Durante o percurso Riven aproveitava para mostrar ao soldado outros locais importantes do navio como o dormitório, a enfermaria e por fim a cafeteria que mais parecia uma sala de lazer, havia uma janela que se conectava a cozinha onde a comida era diretamente servida, um freezer guardava bebidas que aparentemente eram a vontade e além de três mesas havia um canto com um sofá em formato de “L” e um jogo de arremessar dardos.

- É aqui, amanhã começa as, “instruções, então descansem bem. - Dito isto a tenente se retirava e deixava Cross ali que logo se dirigia para outro lugar. O rapaz, agora livre, logo partia para a janela da cozinha pedir uma garrafa de saquê e enquanto pegava sua bebida podia notar a sala ao seu redor, estava praticamente vazia, além de dois soldados veteranos estavam os outros dois de mais cedo, Kind e Whim brincando com o jogo de dardos, Kind que por sinal demonstrava um excelente domínio daqueles pequenos objetos pontiagudos sempre acertando os pontos mais difíceis, Whim apenas aplaudia silenciosamente seu amigo e raramente conseguia acertar, mas parecia se divertir com aquilo, Obryan também se encontrava no local, sentado no sofá admirando o jogo dos dois, e Astrid por sua vez se encontrava ao lado do garoto de topete no entanto distraída lustrando sua espada de tal forma que Whim toda vez que acertava o alvo tentava se vangloriar mas apenas continuava sendo ignorado desde aquele momento, desta vez talvez não por maldade, visto que todos estavam tão distraídos a ponto de nem ter notado Hornigold ainda.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 8 EmptySab 12 Maio 2018, 17:15




Hornigold tomava seu tempo para ir buscar sua bebida, o que acabava por se prologar devido ao fato de ter se perdido no navio - que agora percebia ser maior do que imaginava -, mas sem ter o que fazer e nem para onde ir, apenas continuava com sua busca. Depois de algum tempo perambulando, Cross acabava por encontrar a Tenente Riven, que desta vez se mostrava mais comunicativa, talvez pela iniciativa do marinheiro de treinar com a Capitã, e decidia por fazer um pequeno tour pelo barco, apresentando para Hornigold todas as instalações - ou ao menos aquelas que entendia serem importantes - e finalmente acompanhando o marinheiro até a cafeteria.

– Oh... até amanhã então... – responderia para a Tenente enquanto a mesma se retirava, ”É melhor quando não preciso falar com toda aquela formalidade do Sargento Riggs... ” pensaria descontraidamente enquanto pedia por um pouco de saquê. Assim que conseguisse sua bebida não demoraria para tomar um bom gole da mesma e seguir para o sofá onde Astrid e Obryan estavam sentados. – Yoo.. parece que você tem mais um admirador, hein... – diria de modo distraído para Astrid, se sentando ao lado da mesma e a oferecendo um pouco de saquê, enquanto observava o marinheiro que parecia tentar chamar a atenção da mulher a cada arremesso de dardo, – Imagino se foi o teu sorriso encantador, ahah... – diria voltando sua atenção para Astrid como se estivesse tentando decifrar algum código, mas logo quebrando a expressão com um riso zombeteiro.

– Yo... vocês dois... – chamaria Kind e Whim, sem ter certeza de quem era quem – Ainda não fomos oficialmente apresentados, apesar de obviamente já conhecerem Astrid... – faria uma breve pausa para observar o jovem dos arremessos, se divertindo com aquela situação, mas mantendo sua expressão normal e calma – Sou Cross Hornigold... não acredito que tenha visto vocês antes dos últimos acontecimentos... há quanto tempo vocês estão na marinha?... – apesar de falar aquilo, a verdade era que Hornigold não conhecia ninguém foram seus superiores e o trio formado por Astrid, Ann Obryan - sem contar Axel, é claro - de modo que a frase do marinheiro poderia ser aplicada a praticamente qualquer membro do QG.





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