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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Um começo forçado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

Relembrando a primeira mensagem :

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptyTer 03 Abr 2018, 18:29




Hornigold tentava bloquear a investida de Ross, mas o marinheiro era surpreendido pela agilidade que o homem mostrava, mesmo com os ferimentos que havia sofrido. Sem poder fazer nada Cross observava Axel passando por cima de si e arrancando a adaga de seu ombro, sentindo uma onda de dor atravessar seu torso por conta da súbita remoção do objeto. O marinheiro finalmente conseguia revidar e atingir Axel na nuca, mas não antes que o mesmo pudesse lançar seu último ataque contra Mary, que se encontrava no fim da trajetória da adaga arremessada. Hornigold não havia esperanças de que conseguiria fazer algo para salvar a mulher, mas por sorte já não era mais o único marinheiro ali presente. O som do vento sendo cortado anunciava a chegada de Astrid, que arremessara sua espada de modo que a mesma acabava por bloquear a adaga, salvando a mesma de sua morte, ”Oh... esta foi por pouco” pensava o marinheiro, aliviado com a chegada de Astrid, logo tratando de imobilizar Axel e nocauteá-lo, recebendo um pouco de ajuda do próprio homem, que não parecia estar em seu melhor juízo – se é que um dia esteve – e não dava importância para seus ferimentos.

Não demorava muito para que Astrid viesse caçoar de Hornigold, como sempre, mas a expressão que apresentava era novidade - Yo... alguns machucados não fazem mal... dizem que mulheres gostam de cicatrizes, huhu... - responderia a mulher enquanto lhe dava alguns tapinhas sobre a cabeça com uma mão e apontava para sua cicatriz no rosto com a outra. Agora que a luta havia acabado e a calmaria estava de volta ao local, Cross aproveitaria para buscar a katana que havia largado durante o confronto e guardá-la novamente em sua cintura, recolhendo também seu casaco, verificando o estado em que estava e o vestindo, caso estivesse em condições de uso.

Hornigold observava Astrid pegando sua espada e tentar cuidar de Mary quando percebeu – ou melhor, suspeitou – que algo estivesse errado - Você está bem?... esse ferimento não parece boa coisa... - comentaria ao se aproximar de Astrid, apontando para o corte que ela havia recebido, observando que o mesmo não era igual aos seus - Talvez seja melhor se sentar ou algo assim... - falaria se posicionando de modo que Astrid ficasse a sua direita, para poder apoiá-la sem forçar seu ombro esquerdo se necessário - Se não estou enganado logo a marinha estará aqui e vocês poderão descansar em paz... - comentaria por fim, se dirigindo tanto a Astrid quanto a Mary.

Não havia muito que fazer, então tentaria achar um modo de imobilizar Axel, para o caso dele acordar, e esperaria junto as duas pela chegada da marinha, tentando usar algum pano para estancar o sangramento em seu ombro, se pudesse. Assim que a marinha chegasse diria para cuidarem primeiro das duas – para o caso de irem cuidar dele primeiro. Caso fosse necessário seguiria as ordens que lhe fossem dadas, já que tecnicamente ainda era um fugitivo e estava sendo procurado, e tentaria novamente explicar a sua situação, se desta vez lhe deixassem e fosse necessário.






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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptyQui 05 Abr 2018, 11:54

~Narração~



O conflito havia se finalizado e por fim os primeiros raios de sol surgiam ao horizonte, as pessoas que haviam notado a confusão agora já estavam fora de suas casas observando a cena de longe, apesar da luz começar a aparecer o céu permanecia nublado devido a neve que caía constantemente, agora acompanhada com a chuva que limpava os pesares da batalha. Hornigold apanhava seu casaco percebendo a necessidade de alguns reparos, haviam dois cortes, um menor provocado pela adaga de Ross, e um outro quase que dividindo o tecido ao meio infligido pelo próprio espadachim.

Cross demonstrava sua preocupação com a loira que não estava nada bem, seu ferimento agora tinha uma coloração roxo escura, claramente o efeito de algum veneno oculto na lâmina daqueles misteriosos homens.

- Isso aqui? - Astrid dizia em resposta. - É só um arranhão. - Ela andava para demonstrar sua força que já não possuía mais, seu equilíbrio era perdido começando a pender pro lado, Cross por sorte se encontrava ali pronto para segurá-la, seu primeiro apoio era com o braço no peitoral do homem, mas ao perceber a cena que se seguiria uma mão suportada virava um forte empurrão que levava Cross para trás enquanto Astrid rapidamente cravou sua espada no chão se mantendo de pé.

- V… vi… viu. - Ela dizia se mantendo de pé apenas com sua vontade e próprio orgulho, sua respiração já um pouco mais pesada e seu rosto vermelho, este que já não era mais possível de se identificar entre algum efeito do veneno ou vergonha. - Eu estou bem. -

O som de marcha crescia cada vez mais até que uma pequena tropa da Marinha chegava ao local, em seu comando, Sargento Riggs. O homem olhava para a cena um pouco confuso, Astrid se mantia parada em frente ao oficial como se impedisse passagem, em suas costas se encontravam Axel caído com Hornigold sentado em cima dele e ao seu lado Mary, que segurava o ferimento em seu braço com uma expressão de dor.

- O que você está fazendo? - Riggs se dirigia a Astrid. - Ele é um fugitivo. PEGUEM-NO! - Os marinheiros em volta começavam a se mexer mas travaramm ao encarar a loira de frente que se mantia de pé no caminho, Astrid podia ser uma novata, mas o que fez ao pobre Maxwell criou uma certa reputação entre os soldados, sua respiração agora mais pesada como se estivesse bufando, passava uma impressão de ainda mais raiva e isso amedrontava aqueles mais fracos.

Ela não falava nada, simplesmente fitava Riggs com um olhar sério e lhe entregava o diário de Elizabeth, este que agora estava cheio de notas traduzindo-o, o Sargento estendia a mão parando o “avanço” dos soldados e começava a ler o livro, sua feição ia de “irritado 24 horas por dia” para surpreso, após ler algumas páginas mais importantes ele fechava o diário repentinamente com um som que ecoava pelo silêncio do local.

- Prendam este homem! - Ele apontava para Hornigold, sendo seu alvo Ross, que se encontrava debaixo do rapaz. - Axel Ross! Você está preso por assassinato em série e traição contra o governo mundial. - Os soldados agora sem medo avançavam e capturavam o homem nocauteado, Cross se sentava no chão e Mary permanecia ao seu lado.

- O que estão esperando? - O sargento olhava zangado para os médicos que permaneciam na retaguarda. - Tratem de cuidar desses três. - Enquanto Astrid continuava conversando com Riggs um soldado a analisava aplicando um antídoto, Cross mesmo de longe podia partes da conversa enquanto era tratado juntamente de Mary.

- Você voltou mesmo. - Dizia a moça salva pelo espadachim, quando ele a olhou um sorriso era visto em seu rosto, ela se aproximava de Cross dando-lhe um beijo na bochecha. - Obrigada. - Neste momento Hornigold se arrepiava, não por conta do beijo, mas por uma aura extremamente assassina que emanava de longe, ele olhava na direção rapidamente e assustado pensando ser Axel que acordara, mas podia ver que somente Astrid e Riggs permaneciam ali conversando, deixando-o assim um pouco confuso antes de continuar a ouvir o diálogo.

- Senhor… - Dizia a loira. - Podemos ter pego Ross mas isso ainda não acabou, olhe esta página. - Riggs lia mais uma parte do diário se mostrando ainda mais surpreso. - Eu sei que a marinha faz vista grossa mas acho que é hora de derrubarmos esse Plaiades. -
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptySex 06 Abr 2018, 00:59




O ferimento de Astrid parecia piorar a cada momento e não demorou muito para que as suspeitas de Cross se mostrassem corretas, conseguindo por sorte segurar a mulher, que começava a cair para o lado ao tentar demonstrar estar bem. A dupla contracenava algo que parecia ter saído de um filme, mas logo o homem era empurrado e substituído por uma espada como apoio - Hah... você não tem jeito... - comentava com um ar de divertimento, imaginando que aquilo era mais o resultado do orgulho de Astrid do que de outro motivo.

Não demorava muito para que a marinha os alcançasse, sendo o Sargento Riggs quem liderava a tropa. A cena com qual se deparavam realmente não era das mais comuns, motivo pelo qual não se poderia culpar a expressão surpresa que o Sargento fazia ao avistá-los, mas não era a surpresa que segurava os marinheiros longe de Cross, mas sim Astrid, até mesmo após a ordem direto do Sargento para que capturassem-lo. Hornigold observava atentamente enquanto a sua parceira entrava o diário de Elizabeth para o Sargento, imaginando se com aquilo teria sua liberdade e reputação restaurada.

O silêncio do local enquanto o Sargento lia o diário poderia ser desesperador para alguém que tinha seu destino pendurado por algumas palavras em um diário, mas se mantinha com sua expressão séria costumeira, enquanto passava os dedos por sua barba e esperava pela decisão final de seu superior. Após alguns momentos tanto a espera quanto o silêncio eram rompidos pelo Sargento, que finalmente decidia pela prisão de Ross, assim Hornigold dava espaço para que os marinheiros levassem Axel, saindo de cima do homem e tomando seu lugar no chão, próximo a Mary. Logo Riggs exclamava ordens para que os médicos tomassem conta dos feridos, finalmente conseguindo um pouco de alivio para os seus ferimentos, ainda que o ferimento no seu ombro tivesse sido mais sério do que gostaria, não deixando de sentir o incomodo que o mesmo trazia.

Hornigold tentava escutar a conversa entre Astrid e o Sargento Riggs, mas acabava sendo pego de surpresa por Mary, que alegremente o agradecia por ter voltado para salvá-la, lhe dando um beijo na bochecha. Em meio a uma vida de treinamento e trabalhos em forja, o homem não podia se considerar expert quando o assunto era mulher, mas o calafrio que sentia naquele momento ultrapassava o normal, logo imaginando que Ross houvesse acordado e, instintivamente, olhando na direção em que acreditava vir a aura do mesmo. Curiosamente os únicos ali presentes eram Astrid e o Sargento Riggs, ainda conversando, - Hah, não há porque agradecer... um sorriso honesto já é a melhor recompensa... - diria ainda confuso com a  sensação de antes, mas mantendo um pequeno sorriso no rosto e apoiando uma de suas mãos no ombro de Mary, como encorajamento, logo seguindo para onde Astrid e Riggs estavam.

O marinheiro se mantivera atento a conversa de Astrid e Riggs e, sabendo que o tópico agora era a taberna que mantinha suas empregadas trabalhando como escravas, finalmente tomava parte na discussão, - Yo... parece que estou de volta ao grupo... Senhor... - comentaria de uma forma um pouco zombeteira ao se aproximar, batendo uma rápida continência - Senhor... imagino que já saiba a verdadeira natureza dessa taberna... então vou direto ao ponto: o que será feito?... - continuaria, agora assumindo uma postura séria - Não quero parecer insubordinado, mas se a marinha deixa que algo assim aconteça bem debaixo do próprio nariz, qual o sentido da mesma existir?... Senhor... - terminaria de falar enquanto observava o Sargento Riggs e esperava por uma resposta, imaginando se o mesmo não se irritaria, mas satisfeito por finalmente poder tratar do assunto.

- Está se sentindo melhor? - perguntaria a Astrid, assim que houvesse a oportunidade, esperando por um momento em que não fosse atrapalhar o assunto em que se encontravam, - Senhor... sobre o Obryan... imagino que ele poderá ser solto, não? Afinal, foi tudo um mal entendido... - aproveitaria para perguntar também ao Sargento Riggs assim que conseguisse, propositalmente deixando de fora o fato de que Obryan havia atacado Maxwell, esperando que isto não se tornasse um problema para o jovem.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptySab 07 Abr 2018, 01:56

~Narração~



Cross se aproximava de uma forma um tanto quanto manca devido aos seus ferimentos, seu destino eram Riggs e Astrid que conversavam brevemente sobre as ações seguintes a serem tomadas, o modo descontraído do rapaz levava um olhar sério por parte do veterano, este que por sua vez anistiava a petulância do rapaz ao ouvir suas próximas palavras. Riggs se colocava para pensar ponderando não só as palavras de Astrid e Cross como também as da falecida Elizabeth. Diferente de Hornigold, Riggs não possuía uma barba para alisar, no entanto pensava coçando a área onde teria uma se deixasse crescer, ele parecia relutante, afinal, apesar de acreditar na justiça e de que a Marinha deve fazer tal, o homem ainda era apenas um Sargento.

- Aguardem um instante. - O Marinheiro se retirava pensativo para ouvir um breve depoimento de Mary que era citada como uma das vítimas de toda aquela situação, um pequeno grupo de marinheiros começava a escoltar os prisioneiros para o QG, sim, prisioneiros, pois juntamente de Ross se encontravam os cinco homens que Astrid havia derrotado com uma certa facilidade. Se lembrando da loira, ou melhor, tendo finalmente a oportunidade, Cross demonstrava sua preocupação com tal, perguntando-lhe de seu estado.

- Do que você está falando? - Um sorriso malandro era visto no rosto dela, sua mentira descarada não era de toda falsa, e os efeitos do antídoto podiam ser rapidamente notados.

A chuva continuava caindo em Toroa Island, tristeza no entanto não era o que a acompanhava, e sim renovação, as águas do céu caim lavando os crimes cometidos e logo em seguida abririam o céu em novos horizontes, um fenômeno incomum acontecia para o que já estava na anormalidade, e as nuvens se abriam no céu por um breve momento para que céu pudesse ser observado, e logo se fechavam de novo retornando a fraca geada que assolava todo aquele pedaço de terra.

A população ao redor já havia começado a circular, uns se dirigiam para o trabalho, outros em encontros, e alguns curiosos ainda permaneciam para ver a Marinha em ação. Uma comoção no entanto se iniciava na ilha, e não quanto ao que Hornigold e companhia haviam causado, não diretamente pelo menos. Um rapaz passava pelas ruas entregando o jornal matinal publicado na própria ilha, Astrid adquiria um também e o que os dois jovens podiam ler de certa forma os surpreendiam.

“ Toroa Island, o pior lugar para se passar férias.” A matéria que estampava a capa da publicação começava como qualquer outra, dizendo sobre a misteriosa nevasca e como impactava negativamente os negócios da ilha, mas foi na parte negócios que o artigo “esquentou”. Uma história era contada, jovens vinham com proposta de vida melhor e acabavam sendo raptadas, as sortudas e obedientes acabavam por ficar na parte externa mantendo as aparências, enquanto as menos afortunadas ficavam fadadas e executar diversos tipos de serviços por baixo dos panos do submundo, o jornal não falava nada mais nada menos do que da famosa taberna: Pure-Pure-Pleiades.

Um sorriso de satisfação se abria em meio a dupla, Riggs se aproximava agora decidido e incentivado a agir graças ao “furo” que havia sido revelado para todos, no fim não se soube se o Capitão Vick sabia ou não sobre tudo isso, mas os boatos se espalhavam depressa, e aquela situação forçava a Marinha a agir.

- Agora temos um bom motivo e aprovação para pegar esses desgraçados. - A felicidade que o Sargento demonstrava era um pouco maior que a normal, como se já não fosse com a cara do lugar a um bom tempo. Riggs guiava um grupo de doze soldados muito bem armados, fora isso Astrid e Cross o acompanhavam durante o percurso, e ainda que uma estivesse se apoiando em sua espada como bengala e o outro mancasse um pouco, uma pequena distância não os faria perder aquela cena de apreensão por nada.

Durante o caminho Hornigold se aproveitava para falar da situação do pobre Axel que sacrificara tudo para salvá-lo, Riggs já parecia bem ciente da situação e respondia com calma. - Sim, ele será liberado assim que voltarmos. Mas não pense que vocês dois saírão disso com nada em mãos, insubordinação ainda é uma falta gravíssima para a Marinha. - E por fim após alguns segundos de silêncio antes de chegar a taberna o Sargento finalizava seus dizeres com até mesmo um pouco de orgulho e satisfação pessoal. - Mas suas ações de heroísmo não serão esquecidas na hora da penitência. -

A invasão ao local se seguia de forma rápida e premeditada, os soldados invadiam com tudo adentrando o local armados, rendendo todos ali as atendentes eram as primeiras a serem soltas logo sendo acalmadas por Mary que acompanhava tudo ali. Cross e Astrid acompanhavam toda a cena de longe com uma incrível satisfação no rosto, logo a supervisora podia ser vista sendo levada, ela gritava e esperneava conseguindo até mesmo se soltar temporariamente apenas para ser derrubada por um soldado que corria de encontro a ela a prendendo novamente.

No subsolo do lugar, a verdadeira face do Pleiades, diversas garotas eram libertas e socorridas pela Marinha, lá era onde todas as operações do submundo da ilha agiam por debaixo dos panos, e diversos figurões famosos eram pegos nessa “batida policial”. No fim tudo estava muito bem resolvido, o Pure-Pure-Pleiades estava fechado de uma vez por todas, e agora as pessoas terão que procurar uma outra taberna para beber.

- Wow, tudo isso graças a esse jornal, tenho certas dúvidas se a Marinha teria feito algo se toda a história não tivesse virado pública. - Astrid comentava para Cross enquanto analisava a resolução de tudo aquilo que se passava. - Foi você que fez isso? - A loira fazia sua pergunta à Cross enquanto lhe mostrava a matéria, e no final do artigo o rapaz podia ver que a fonte era anônima, mas que possuía uma pequena dedicatória no final.

Para meu sonhador amigo Morfeu.
Acredito que já tenha resolvido seus problemas a essa hora,
e se o conseguiu meus parabéns, eu não esperaria menos de você.
Como prometido estou vendo o que posso fazer.
Me encontre na toca do coelho.
Se desejar.
- Um velho caolho.

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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptySab 07 Abr 2018, 14:17




Hornigold se mostrava ambicioso, quem sabe até mesmo um pouco rebelde, quando o assunto estava relacionado a taberna conhecida como Pleiades, mas o Sargento Riggs parecia compartilhar de sua opinião e assim deixava a atitude do recém alistado marinheiro passar sem repreensão, deixando a dupla e indo conversar com Mary. Hornigold olhava como Astrid estava e, apesar de sua irreverência, a mulher já parecia estar mais estável, aparentando a rápida atuação do antidoto que lhe fora aplicado.

O marinheiro se mantinha parado ao lado de Astrid, em silêncio, observando a chuva cair e o céu por trás das nuvens, que aparecia rapidamente como se apenas para lembrar que ele ainda existia, e esperando pela decisão do que fariam a seguir. Enquanto isso a população que havia se aglomerado pela volta já começava a se dispersar, mas não demorava muito para que outra perturbação afetasse o local, que crescia à medida em que um rapaz entregava jornais pelas ruas.

Olhando um dos exemplares que Astrid havia pego, Cross pôde entender o motivo de toda a comoção, finalmente alguém havia exposto para todos da ilha o que acontecia na taberna, contando toda a história de exploração que aquelas que chegavam com sonhos e intenções de ter uma vida feliz acabando sofrendo ao entrarem para o Pleiades. Tanto Astrid quanto Cross não escondiam a alegria com aquele acontecimento, mas o surpreendente era que o até mesmo o Sargento Riggs parecia satisfeito com aquela notícia, como se estivesse esperando por aquele momento há tempos, logo tomando controle de uma dúzia de soldados e marchando para o estabelecimento, "Parece que finalmente algo será feito..." pensava o marinheiro, acompanhando do melhor jeito que podia o Sargento Riggs e seus soldados, com Astrid ao seu lado ainda se utilizando da espada como apoio, ao invés do jovem marinheiro.

Aproveitando o momento "ocioso" durante a marcha, Hornigold resolvia perguntar sobre Obryan. O Sargento Riggs assegurava que o rapaz seria, mas ressaltava que a conduta, tanto a de Obryan quanto a de Cross, não poderia sair impune, ainda que suas ações em face da situação que ocorrera com Axel fossem consideradas na hora de suas punições, "Espero que não seja nada sério... mas ações de heroísmo na primeira missão... até que não soa nada mal..." pensava o marinheiro, que continuava a acompanhar o grupo com um pouco de entusiasmo transparecendo em seu rosto, até que finalmente chegassem na taberna.

A invasão à taberna ocorria de modo rápido e eficiente, sem tempo de reação por aqueles que ali se encontravam. Do lado de fora Astrid e Cross observavam tudo, apreciando a visão das atendentes que eram libertadas e saíam da taberna, finalmente livres de seus destinos de servidão forçada. A supervisora também era vista saindo do local, não como uma das empregadas livres, mas sim como uma das culpadas por toda trama que ali acontecia, sendo levada pela marinha ao seu confinamento. Por um momento a mulher conseguia se soltar, mas logo sendo subjugada por um marinheiro - Ouch... - exclamava Hornigold [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] a cena. A operação organizada na taberna parecia ser maior do que até mesmo Hornigold imaginara, com ainda mais garotas presas no subsolo do estabelecimento, havendo até mesmo pessoas famosas no local, que também acabavam presos juntos aos demais.

Enquanto observavam todos os acontecimentos Astrid comentava sobre o caso, perguntando a Cross se a dica anonima havia partido de sua iniciativa, logo entregando a matéria, de modo que ele pudesse a ler até o fim - Bem que eu gostaria... - comentaria enquanto lia o resto da matéria - Hah, foi tudo graças ao velho caolho... viu só... - continuava a dizer, agora apontando para o pseudônimo utilizado no jornal - Apesar da cicatriz eu ainda tenho os dois olhos... mas acho que você gostaria dele também... bom, talvez não... - diria se lembrando por fim que na verdade o velho era um revolucionário, fato que apesar de não importar para Cross poderia ser um grande problema para outros marinheiros.

Hornigold estava cansando e com fome, mas não pôde deixar de perceber a última mensagem deixada por Gatz "Toca do coelho... único lugar que consigo imaginar é a casa 404..." pensava enquanto a operação chegava ao fim - Imagino que agora todos voltarão para o QG... acho que vou ter que adiar um pouco o meu retorno, tem uma coisa que preciso fazer antes... a menos que você precise da minha ajuda, hahah...- falaria a Astrid de forma zombeteira, esperando que a mesma praguejasse como sempre, ao que já estava praticamente acostumado.

Assim que o Sargento Riggs estivesse desocupado, Cross se dirigiria ao mesmo - Senhor... peço permissão para me ausentar um pouco antes de retornar para o QG... não acredito que levará muito tempo... Senhor... - exclamaria ao Sargento, fazendo uma rápida continência e esperando pela resposta do mesmo. Caso a permissão lhe fosse concedida, garantiria que não havia mais nada para fazer no local e, com uma rápida despedida a Astrid, se dirigia para a casa 404, onde bateria na porta, - Sou eu... Cross... - diria logo após as batidas e entraria na casa, caso a porta estivesse aberta.

Se Riggs não lhe permitisse ser dispensado, algo razoável ao se levar em conta que o marinheiro ainda havia de ser penalizado por sua insubordinação - mesmo que justificada -, retornaria junto com o grupo paro QG, onde aguardaria pelas ordens do que deveria fazer a seguir e com quem falar, imaginando que teria que ir em outro momento, na esperança de que o homem ainda estivesse lhe esperando.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptyQua 11 Abr 2018, 13:03

~Narração~



Em meio as palavras suspeitas de Cross a loira cerrava os olhos fitando o rapaz com desconfiança, mas dadas as circunstâncias parecia de bom humor, e não se importava muito com isso.

- Claro que não… - Respondia a possibilidade de ajuda mencionada por Cross. - Faça o que quiser. - Neste momento uma confusão extra saía da taberna e um homem careca de meia idade começava a correr de lá, usava um terno elegante e corria de um modo amador, já ofegante e todo destrambelhado. - Olha! Um fujão! - Astrid gritava isso ao mesmo tempo que pegava sua espada ainda embainhada e a arremessava com tudo nas costas do homem que parecia tolamente esperançoso de que ia fugir. A marinheira agora já parecia estar em perfeitas condições de saúde, e com um sorriso no rosto se dirigia para prender o fugitivo que fora derrubado na neve fofa, ainda que urrando de dor devido a pancada em suas costas.

Livre de Astrid, o próximo passo de Hornigold foi reportar sua necessidade ao Sargento, que parecia ocupado demais comandando a operação e nem deu muita atenção antes de responder ao rapaz.

- Como você é o responsável por tudo isso vou lhe abrir uma exceção. Se apresente no QG até o meio-dia ou será considerado um desertor. - Essas eram as únicas palavras de Riggs antes de sair do local para chamar a atenção de alguns soldados desleixados e fazer um interrogamento prévio com alguns dos presos.

Cross agora se dirigia para a casa 404 em frente ao laboratório, o caminho foi tranquilo dada as circunstâncias de que já não mais precisava se esconder, algumas pessoas comentavam sobre os dizeres no jornal, alguns satisfeitos pela justiça feita e outros decepcionados por não ter mais seu bar favorito a disposição. Chegando em seu destino Hornigold bateu a porta e a mesma que agora se encontrava arrombada pelo rapaz anteriormente abria com a primeira batida.

Com sua audição Cross podia ouvir a voz do velho falando ao longe, já não mais dentro da casa. - Obrigado por vir. - O espadachim olhava em seus arredores e podia observar uma silhueta escura entrando em um beco, perdendo completamente seu rastro, dentro da casa, no entanto, algo lhe chamava atenção, uma das cortinas se encontrava com uma brecha, esta de onde entrava um raio de sol iluminando diretamente a mesinha de centro da sala, contendo nesta uma carta do velho revolucionário, Gatz.

Para Alice
Você fez um ótimo trabalho garoto,
ajudou este velho aqui a finalizar sua última missão.
Estou lhe escrevendo pois odeio despedidas,
mas saiba que sou muito grato,
e Elizabeth descansará tranquila sabendo que o culpado foi pego.
Você daria um ótimo revolucionário... “ahahah” … Se mudar de idéia
sempre terá o apoio do velho homem aqui, estarei sempre de “olho” em você
~Gato de Cheshire


Ao ler a palavra “olho” Cross podia sentir por trás da carta um volume estranho, e ao virá-la, colado em seu verso, se encontrava um tapa-olho que o rapaz havia pedido anteriormente, um presente de Gatz pela ajuda prestada. O objetivo de Cross ali estava encerrado, ele dava mais uma olhada na casa para se certificar mas parecia completamente vazia, como se alguém não morasse ali a anos, e a única coisa que lhe chamava atenção era o relógio, que apontava as horas para 11:15.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptyQua 11 Abr 2018, 17:58




Sem muitos problemas o marinheiro conseguia permissão para se ausentar, logo tomando seu rumo à casa 404. O caminho se mostrava igualmente tranquilo, uma vez que sua cabeça já não era mais alvo de caça, podendo prestar atenção no que os habitantes da ilha faziam naquela manhã gélida. As notícias se espalhavam rapidamente e a maior parte da ilha já parecia estar ciente da operação que se sucedera na taberna.

Finalmente no seu destino o rapaz batia uma vez na porta, que ao simples toque já se escancarava, em razão do arrombamento que Hornigold havia executado na noite anterior. Antes que entrasse na casa o marinheiro ouvia a voz de Gatz, mas falhava em conseguir enxergar o mesmo, apenas um vulto que desaparecia em meio as sombras, sem que lhe desse a menor chance de segui-lo.

Dentro da casa, por outro lado, um pequeno faixo de luz que se esgueirava por entre as cortinas e se tornava uma espécie de guia chamava a atenção de Cross. O marinheiro se aproximava da mesinha de centro, onde a luz repousava, e percebia uma carta ali deixada. Apesar dos codinomes, Cross não demorava a entender que o velho revolucionário havia escrito aquilo para ele, podendo até mesmo imaginar o velho falando enquanto lia a mensagem. Ao terminar de ler a carta se dava por conta do pequeno souvenir que Gatz lhe deixara - Aha... um belo modo de ficar de olho... – comentava em voz baixa com um breve sorriso no rosto, guardando o tapa-olho em um de seus bolsos no uniforme.

Agora só restava uma coisa a fazer, voltar ao QG. Hornigold olhava a hora e percebia que de algum modo havia perdido a noção do tempo, não lhe restando muitos minutos até que o prazo para se reportar no QG esgotasse. Desse modo o rapaz saia da casa com o passo um pouco acelerado, embora não corresse, confiando nos seus passos largos para que conseguisse recuperar o tempo perdido ”Ainda bem que minha perna não tá mais incomodando...” pensava enquanto começava sua trilha ao quartel.

Tentaria pegar alguns atalhos conhecidos para que tornasse sua viagem ao QG mais curta, afinal, não queria abusar da boa vontade que o Sargento Riggs havia lhe mostrado, ainda que pudesse ter sido mais falta de atenção do que outra coisa. O marinheiro estava sem dormir e sem comer, coisas que a cada minuto faziam questão de ser lembrada ao homem, fosse pelo cansaço que sentia no corpo ou por sua barriga roncando.

Assim que chegasse no QG se reportaria ao Sargento Riggs, esperando que finalmente lhe fosse dada a sua punição. Não estava particularmente ansioso para saber o que iria acontecer, mas queria que aquilo acabasse para poder almoçar e dormir, embora imaginasse que apenas com o chegar da noite fosse ser dispensado para seu dormitório.

Se de algum modo chegasse atrasado, e percebesse que havia passado do horário, tentaria mesmo assim falar com o Sargento Riggs, esperando que uma segunda chance lhe fosse dada, por mais que o homem houvesse sido claro em suas palavras.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptyQua 18 Abr 2018, 01:42

~Narração~



A cena parecia se repetir, assim como em seu primeiro dia de alistamento Cross perambulava pela cidade a caminho do QG, da mesma forma de antes a neve se estendia por todo o solo, telhado e árvores, crianças continuavam brincando na rua, a mesma mulher corria de um lado para o outro em preocupação das flores enquanto do beco se via a mesma cena de homens de ressaca, vomitando no lixo e moradores de rua ainda com suas placas sobre o fim do mundo, “Eu avisei”.

Um dia comum em uma cidade comum, as pessoas que se recusaram a aparecer no frio do exterior se aconchegavam bebendo, cantando e dançando dentro dos bares, e aquela naturalidade passava uma reflexão de como as energias fluem de uma forma rápida, um assassino em série acabara de ser pego, um grande negócio do submundo fora apreendido junto a diversas pessoas importantes no mundo do crime, e os cidadãos pouco pareciam saber ou se importar dos perigos que os assolavam, apenas continuavam vivendo suas simples e pacatas vidas de civis como sempre.

Os passos longos e apressados de Cross eram o suficiente para cumprir seu horário, ao chegar no QG seu primeiro destino era o Sargento Riggs, durante o percurso podia escutar alguns cochichos sobre o rapaz, alguns exaltavam suas habilidade não só no combate como dedutivas, outros duvidavam de tal chegando até mesmo a caçoar, enquanto um pequeno grupo o repudiava e clamava por severa punição. Chegando a seu superior a cena que se seguia era de alívio mas ao mesmo tempo um tanto quanto tensa, Obryan estava solto ao lado de Astrid, uma pequena formação de soldados podia ser vista ao fundo onde Cross notava particularmente Maxwell que agora não só se mantinha distante da loira mas também do garoto de pompadour, e por fim, junto a Riggs, se encontrava o Capitão Vick.

- Cross! Que bom que está bem. - Clamava Obryan pouco antes de ser interrompido pelo próprio Capitão que saudava os três recém ingressados soldados.

- Que os três sirvam de exemplo para os demais. - Dizia Vick em alto e bom tom para que todos no local ouvissem. - Estes três bravos soldados demonstraram não só seu desejo pela justiça como também diversos outros traços. Força de vontade, Empenho, Altíssimas habilidades físicas, e o mais importante, companheirismo acima de tudo.Tudo isso junto culminou em resultados que nem mesmo eu imaginava. - Os resultados citados claramente se tratavam da resolução que se deu na taberna, Vick parecia legitimamente satisfeito, e era difícil para Cross identificar se seu superior estava realmente envolvido ou não nisso tudo.

- E eu espero encontrar isso em cada um de vocês. - Continuava o Capitão se referindo principalmente aos soldados remanescentes que presenciavam tudo em formação. - No entanto por mais que tais atos heróicos tenham sido executados a fim de trazer excelentes resultados isso trouxe consigo uma indisciplina que a Marinha não pode tolerar, e que fique claro para todos aqui presentes que insubordinação, atacar seu próprio companheiro, é algo que não passará em branco, devidas punições serão aplicadas aos três, e que não só os atos bons, mas que os ruins sirvam de exemplo para todos vocês. Dispensados! -

Com exceção de Cross, Astrid e Obryan, que eram ordenados para permanecer com um sinal vindo do próprio Capitão, todos ali se retiravam para suas respectivas funções, a loira parecia confusa por ter sido incluída na contagem de punição, e não se segurava em questionar.

- Perdão senhor mas acho que houve uma confusão em sua fala. O senhor disse aos “três”? -

- Precisamente. - Respondia Vick enquanto se aproximava do grupo. - Não pense que eu não sei que você o ajudou nem que fazendo uma “vista grossa”. Certo? - Ele terminava com um sorriso malandro e uma piscada como ironia a conduta “correta” de Astrid. - Como punição vocês serão afastados de seus serviços habituais até segunda ordem, e amanhã partirão com o Sargento Riggs para um “programa especial”, até lá… Dispensados. -

Enquanto Vick se retirava do local sem mais nenhuma palavra Riggs simplesmente sorria maleficamente para o trio, enquanto Astrid parecia irritada de ter sido incluída ao mesmo tempo em que Obryan cedia o joelho aos chãos em alívio de ainda permanecer na Marinha. Para Cross essa “punição” era mais como uma benção, o jovem havia passado a noite em claro logo antes de travar uma batalha exaustiva, seu corpo já não se encontrava nas melhores condições, e todo tempo necessário para se recuperar acabara de lhe ser cedido mesmo que apenas até o dia seguinte.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptyQua 18 Abr 2018, 16:23




Hornigold conseguia chegar dentro do horário determinado pelo Sargento Riggs, sendo este a quem se dirigia assim que chegava no QG. Enquanto se encaminhava para falar com o Sargento percebia que as suas ações eram o assunto recorrente na base, mas as opiniões não pareciam ser unanimes, havendo aqueles que reconhecessem a sua capacidade e competência, aqueles que por outro lado não acreditavam em Cross, e até mesmo aqueles que demandavam severas punições ao marinheiro. Apesar de tudo isso, Hornigold apenas seguiu sem dar muita importância para nenhuma das opiniões, satisfeito com o que havia feito e pronto para encarar as consequências.

Finalmente se apresentando ao Sargento Riggs, Hornigold se surpreendia com o cenário que lhe recebia. Imaginava que se encontraria com o Sargento e mais ninguém, exceto Obryan que estava na mesma situação. Entretanto, a verdade não poderia estar mais distante disto, se deparando não somente com Obryan e o Sargento, mas também com Astrid, alguns soldados – onde pôde enxergar Maxwell - ”Coitado... desde que nos alistamos ele não teve descanso...” pensava enquanto observava a cautela do marinheiro em relação aos colegas de Cross, logo voltando sua atenção aos ali presentes, percebendo que, além de todos os demais, a sua recepção também contava com a presença do Capitão Vick.

Obryan prontamente recebia Hornigold, mas logo era interrompido pelo Capitão que começava seu discurso, dando a entender que aquilo seria mais público do que Cross imaginava. Hornigold tomava seu lugar junto a Astrid e Obryan e escutava as palavras do Capitão, que num primeiro momento eram de alto apreço e consideração pela demonstração de força de vontade, companheirismo e outras qualidades apresentada pelos três, até mesmo expressando seu desejo de que estas coisas se façam presentes em todos os marinheiros, mas não demorava muito para que o destino de seu discurso mudasse e tomasse o rumo pelo qual Hornigold esperava, declarando que a insubordinação apresenta não seria algo que a marinha deixaria passar em branco, de modo que os três sofreriam as devidas punições, ”Oh... ela acabou sendo arrastada pros nossos problemas... por essa não esperava...” pensava o rapaz, observando Astrid pelo canto do olho.

O Capitão terminava seu discurso, ou ao menos a parte pública, e dispensava os soldados que estavam em formação, de modo que somente os três sendo marinheiros em foco permanecessem. Não demorou muito para Astrid demonstrar suas dúvidas por ter sido inserida no grupo junto a Cross e Obryan, mas sem muitos floreios o Capitão logo a respondia, demonstrando estar ciente da vista grossa que ela havia feito ao deixar Hornigold escapar. Por fim, finalmente revelava a punição dos três, embora a principal parte ainda não estava clara, proclamando que os três seriam afastados de seus serviços e partiriam junto ao Sargento Riggs para um programa especial ”Programa especial... com o Sargento... acho que essa punição não vai ser tão fácil quanto parece...” ponderava enquanto batia uma rápida continência ao Capitão, que começava a se retirar.

Apenas o trio permanecia no local, com exceção do Sargento – que parecia mais feliz do que deveria com aquela punição -, e enquanto Obryan parecia aliviado, Astrid não demonstrava estar nem um pouco feliz com a situação em que havia sido posta – Yo... parece que no fim deu tudo certo... mais ou menos... – comentaria com um leve sorriso no rosto, olhando para Astrid e para Obryan, ignorando o fato de que os três estavam naquela situação por conta de seu sonambulismo – Se serve de alguma coisa, acho que agora somos famosos na base, ahaha... – diria aos dois, pensando nos marinheiros comentando sobre o caso quando chegou no QG – Se continuar andando com o show de aberrações quem sabe não acaba famosa em toda a Marinha.. – falava por fim de forma zombeteira, desta vez se dirigindo a Astrid, relembrando a primeira coisa que a mulher havia lhe dito ao se conhecerem.

Já que o Capitão havia dispensado os três, Hornigold fazia uma rápida continência para o Sargento Riggs e se preparava para sair – Eu vou ir pro refeitório... já nem lembro a última vez que comi... – comentaria aos dois, como uma forma de convite. Assim se dirigiria para o refeitório, onde se serviria uma quantidade generosa de comida e sake, já que finalmente estava tendo a oportunidade de uma refeição decente. Se não estivesse acompanhado e nada mais acontecesse, seguiria para o seu dormitório, onde aproveitaria para retirar suas roupas que – acreditasse – deviam estar em péssimo estado e tomar um bom banho, deixando seu casaco pendurado em algum lugar, até que pudesse consertá-lo. Após, finalmente se deitaria para dormir. Porém, desta vez seguiria o método que Axel havia utilizado na primeira noite e amarraria suas pernas na cama. No fim das contas podia não ser algo muito efetivo, já que durante o sono poderia se desamarrar, mas pelo menos dificultava que saísse por ai andando enquanto dormia.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptySex 20 Abr 2018, 11:51

~Narração~



Da mesma forma os três permaneciam no pátio, Cross tentava animar todos ali, Obryan que já sentia bem ficava ainda mais empolgado, enquanto Astrid desviava seu rosto emburrado para outro lado, ela não culpava Cross pelo ocorrido, e sim a própria incompetência da Marinha, um leve sorriso no entanto se abria em sua feição quando mencionado o que a mesma dissera em seu primeiro contato com Hornigold. Um bom clima ladeava os três soldados naquele momento, Cross e Obryan pareciam ainda mais ligados após dividirem seus “pecados”, e o mesmo se aplicava a loira que começava a mostrar quem realmente é por trás da barreira de pancadas e ofensas.

Com a sugestão de refeição do espadachim os estômagos dos três começavam a roncar, e quase que em uníssono Astrid e Obryan concordavam com o estímulo de ir ao refeitório.

- Eu também …

Os dois se entreolhavam ao perceber que haviam dito a mesma coisa, e então começavam a rir um pouco, o caminho até o refeitório foi consideravelmente tranquilo, muitos ainda comentava sobre o trio, no entanto ainda mais distantes para que Astrid que já havia criado uma certa reputação não ouvisse os cochichos.

Chegando no local os três rapidamente se serviam, e aos olhos de quem observava de longe era como se Cross e Astrid estivessem competindo para quem se servia mais, e no final os dois estavam com montanhas de comida em seus pratos, conseguir uma mesa foi mais fácil ainda, bastou um simples olhar da loira em direção a seus alvos que uma mesa em um instante já estava vaga para o trio, que logo era incrementado por mais um membro, Belle An, que se juntava a eles disfarçada como de praxe.

Uma simples e agradável se seguia onde todos comiam e bebiam com tranquilidade visto que estavam dispensados para o resto do dia.

- Eu fiquei sabendo de alguns veteranos que as punições do Sargento Riggs são como um “quebra novatos”, ele extrapola até os limites em um tipo de treinamento infernal. Punições em forma de “agressão” não são muito bem vistas, mas com a desculpa de um treinamento aparentemente é bem aceitável por aqui, então se eu fosse vocês descansaria bastante por hoje. - Enquanto Ann falava um semblante pensativo e ao mesmo tempo desesperado se encontrava na cara de Obryan que parecia se lembrar de sua primeira missão com sargento.

- Sorte sua que não foi descoberta também. - Dizia Astrid para a garota agora de peruca rosa enquanto comia em uma extrema velocidade onde seu prato já não parecia mais grande coisa, chegava até a se engasgar por um instante e se salvando com um grande gole de saquê “emprestado” de Cross.

- É a arte do disfarce. - Respondia Ann de uma certa forma fofa colocando as duas mãos na frente do rosto em uma pose enquanto as separava lentamente . - Bom, eu tenho que ir, vejo vocês por aí, se sobreviverem.

- Eu estou indo treinar. - Continuava Astrid já se levantando e apanhando sua espada. - Vejo vocês paspalhos amanhã. - Dizia estendendo uma palma para o alto se despedindo dos dois que agora estavam as suas costas.

Obryan tinha uma súbita dor de barriga e corria para o banheiro, enquanto Cross por fim se dirigia finalmente para um belo descanso após o banho, amarrando seus pés na cama ele dormia como nunca antes, nem mesmo teria precisado se prender, seu corpo estava tão cansado que só acordou no dia seguinte com o toque matinal.

- Ei Cross… - Hornigold despertava com algumas cutucadas em seu rosto. - Acorda cara, a gente tem que ir. - Era Obryan, pronto para partir e já esperando pelo espadachim.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 7 EmptySex 20 Abr 2018, 16:19




Diante da proposta de Hornigold, todos decidiam por acompanha-lo ao refeitório. Desse modo os três partiam juntos pelo QG em busca de suas refeições. Já no refeitório Astrid demonstrava sua fome característica, com um prato tão cheio que seria capaz de competir com Cross para ver qual possuía mais comida. Hornigold tentava procurar por uma mesa livre, mas logo seus colegas marinheiros abriam a vaga de uma para que os três pudessem sentar ”Oh... parece que demos sorte...” pensava o homem enquanto se sentava na mesa, alheio ao verdadeiro motivo para terem cedido o lugar.

O fato de estarem dispensados momentaneamente de seus afazeres parecia tornar aquela situação muito mais agradável e descontraído do que normalmente seria, mas logo Ann – que havia se juntado ao grupo assim que sentaram na mesa – trazia algumas notícias acerca do tão misterioso programa especial, – Treinamento infernal... me parece um bom modo de ficar mais forte... – respondia de um modo distante enquanto pegava o seu saquê para tomar alguns goles, pensando sobre o que poderia acontecer nesse treinamento, sem observar a expressão que Obryan fazia ao escutar as palavras de Ann.

A conversa se estendia por alguns instantes a mais, porém Hornigold estava tão cansado que parecia estar no piloto automático, levando alguns segundos para perceber que Astrid estava saindo da mesa se despedindo – Oh... até amanhã... não esquece de descansar bastante... – diria para a mulher enquanto ela acenava, sem ter prestado atenção no que ela havia dito. Obryan também não demorava muito para deixar a mesa, sendo atingindo por uma dor de barriga sorrateira, deixando apenas Cross e Ann na mesa, – Acho que também vou indo... quero dormir o máximo que conseguir...  te vejo por ai, senpai, ahaha... ou quem sabe não... – diria por fim, brincando com a sua professora de outrora, por sempre a encontrar utilizando um disfarce diferente.

Já com seu banho tomado e com suas amarras devidamente asseguradas, o marinheiro dormia como se fosse uma pedra, acordando somente na manhã seguinte, e o melhor de tudo, no mesmo local que havia deitado. O sono de Hornigold era quebrado por Obryan, que já estava pronto e lhe esperando para que pudessem ir. Enquanto ainda despertava de seu sono, Cross primeiro desamarraria seus pés, para que então pudesse finalmente se pôr de pé para se arrumar. Assim, tentaria achar algum uniforme limpo e arrumado para vestir, mas caso não houvesse colocaria o mesmo que havia utilizado no dia anterior, ainda que seu estado não fosse ser dos melhores. Em sua cintura colocaria suas duas katanas, como já lhe era de costume e então, garantindo que não havia esquecido nada e que tudo estava no devido lugar, partiria com Obryan.

– Pronto, já podemos ir... aliás... onde devemos ir?... – perguntaria a Obryan, não se lembrando do Sargento, nem do Capitão, ter mencionado onde deveriam se apresentar, ainda que suspeitasse ser no pátio central. De qualquer forma aguardaria a resposta e seguiria Obryan para onde ele disser que deveriam seguir. Ao se apresentar no local, faria sua continência de praxe e cuidaria se mais alguém além do trio e de seus superiores estariam no local, imaginando se aquilo seria mais uma demonstração pública, igual à que o Capitão havia feito no dia.





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