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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Um começo forçado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

Relembrando a primeira mensagem :

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptyQui 22 Mar 2018, 10:24




Antes de partir para seu próximo destino Hornigold tentava identificar o culpado por estar espionando Mary, mas tudo que conseguia encontrar era uma pessoa coberta por um sobretudo e com seu rosto escondido por um chapéu, quem Cross preferiu deixar ir embora sem interferir, logo fazendo o mesmo e seguindo para a casa 404.

Em meio a pequenos desvios, Hornigold não só alcançava sua meta de encontrar a casa 404, mas como também acabava por encontrar o Laboratório C. Os dois ficavam posicionados um na frente do outro, fazendo com que Hornigold relembrasse o bilhete de Ann, "Entendo... casa 404 próxima ao laboratório... então agora só falta... Gatz..." considerava enquanto se aproximava da casa para investigá-la.

O lugar era mais antigo do que as outras casas que havia visitado, dando a impressão de que havia sido abandonado há algum tempo, com as madeiras usadas em sua construção parecendo estar chegando ao ponto de ceder. Apesar de suas tentativas, as velhas janelas estavam cobertas por cortinas e não deixavam o marinheiro olhar o interior da casa. Há cada momento que se passava aquele lugar se parecia mais com um beco sem saída, mas instantes antes de Hornigold desistir e ir tentar a sorte no laboratório o homem pôde ouvir sons vindo de dentro da casa. Prestando atenção por alguns momentos Cross notou que um homem parecia caminhar dentro da casa, ocasionalmente murmurando algo e fazendo algumas anotações, logo repetindo os mesmo movimentos em um círculo vicioso.

Não havia como Cross saber quem estava lá dentro, o que dificultava seu julgamento de como deveria proceder, mas ao menos não havia indícios de perigo e a pessoa dentro da casa parecia estar perdida em seus próprios pensamentos, "Arrisco dizer que seja quem for lá dentro, não é o dono dessa casa... bater na porta não perece ser uma opção viável..." ponderava o marinheiro, aproveitando o breve momento de sossego antes de tomar uma atitude "Espero que consiga algumas resposta e não seja instantaneamente atacado...".

A casa estava velha, então não deveria ser difícil forcar a entrada pela porta principal, e era isto que Cross planejava fazer. Podia não ser o melhor dos planos, mas com certeza era o mais fácil e que levava menos tempo, então não havia muito o que ponderar. Com sua mão esquerda segurando o cabo da Yukifuri, o marinheiro segurava a maçaneta da porta com a outra mão e usava o seu corpo para forçar entrada na casa. Caso não conseguisse tentaria chutar a maçaneta, a fim de quebrá-la para que então pudesse entrar.

- Yo... qual o seu nome, Sr(a). invasor(a)?... - diria assim que avistasse a pessoa dentro da casa. Não sacava sua katana, mas permaneceria atendo para um possível ataque, caso onde tentaria se esquivar o melhor que pudesse, considerando que não sabia o que esperar. - Pode parecer estranho, mas não sou seu inimigo... ao menos não neste caso... - diria se, de algum modo, a pessoa revelasse ser Gatz - Sei que você quer ajudar as mulheres da Plaieades... eu também quero... - falaria esperando que conseguisse ao menos um momento de trégua, - Porque não me explica tudo que esta acontecendo... e o que planeja fazer... -.

Se ao entrar na casa a pessoa tentasse fugir, Hornigold a perseguiria o mais rápido que conseguisse desde o começo, tentando capturá-la o quanto antes, evitando que ela se distanciasse e acabasse estendendo sua fuga por muito tempo, - Então... quem é você? - perguntaria caso tivesse sucesso na captura, considerando ser alguém que não conhecia - E o que você estava fazendo?... - terminaria, esperando conseguir entender melhor a situação.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptySex 23 Mar 2018, 01:55

~Narração~



Intrigado pelos movimentos que se sucediam dentro da velha casa Cross decidia por fim adentrar o local, o bilhete de Astrid devia significar algo, e era na fé de encontrar a peça chave da investigação que Hornigold seguia o exemplo antes demonstrado pela loira e arrombava a porta do local, com sua espada pronta para o saque o jovem espadachim observava seus arredores e podia notar que o local não era muito diferente do lado de fora, velho e aparentemente abandonado.

Cortinas se estendiam cobrindo todas as entradas de luz e candelabros com velas iluminavam o local, os móveis pareciam tão velhos quanto a casa, com manchas e meio danificados, uma ostentosa estante cheia de livros chamava a atenção, e ao seu lado havia uma escrivaninha cheia de papéis, entre eles uma foto de Elizabeth, um sofá e uma poltrona rodeavam uma mesa de centro igualmente bagunçada, e ali sentado, estava um velho caolho, com uma longa barba e o cabelo preso em um rabo de cavalo, usava um sobretudo preto para se proteger do frio e parecia tranquilo mesmo diante da situação que se passava.

Cross se pronunciava, fazendo o velho soltar umas boas risadas. - Invasor? Mas foi você que arrombou a porta… Ahahahaah. - O homem grisalho parecia se divertir com a situação, porém a ar ambiente mudou ao perceber as roupas que o jovem espadachim trajava. - Um Marinheiro? - Ele então sacava um revólver e apontava para o jovem que se assustava com o ato e se preparava para uma eventual batalha. - Veio me prender? - A tensão era clara e os dois se encararam por um tempo, Cross sempre aposto com Yukifuri, enquanto o velho alisava o gatilho de sua arma. - Bom… Se tivesse vindo me prender saberia meu nome. - Dizia o bom senhor abaixando a arma a abrindo um caloroso sorriso. - E como não sabe vou lhe contar, mas não tente nada estúpido garoto… Eu sou Gatz, o abolicionista, acredite se quiser ahahahaa. -

O jovem explicava a confusa situação para o homem, que pensava um pouco antes de falar. - Pleiades hum… Aquele bar não é o que parece garoto, entretanto receio que o que procura não tenha ligações com aquele local. - Gatz pegava uma xícara já localizada na mesa de centro e a preenchia com café, continuando a falar enquanto misturava o açúcar. - Elizabeth, é o que busca, estou correto? Você terá suas respostas… Mas tudo em seu tempo. - Ele então apontava para o sofá de frente para sua poltrona. - Afinal… Eu nem sei o seu nome, como chegou aqui, você veste trajes de soldado mas não parece estar com a Marinha. Me conte sua história. - Por fim ele oferecia a bebida que colocara ao rapaz. - Quero justiça tanto quanto você rapaz, então vamos dividir algumas informações. -
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptySex 23 Mar 2018, 12:02




Hornigold finalmente entrava na casa 404, logo percebendo que o interior não apresentava uma aparência muito diferente do exterior. As únicas luzes dentro da casa eram aquelas emanadas por algumas velas, fazendo com que Cross precisasse se acostumar com a iluminação interna. Os móveis parecia ter sido feitos junto com a casa, de tão velhos que aparentavam. Realmente não era um lugar em que alguém podia morar, a menos que não houvesse outras opções, e provavelmente este era o caso. Logo percebeu que havia vários livros e papeis espalhados pela casa, alguns em estantes, outros em escrivaninhas, havendo até mesmo uma foto de Elizabeth, o que lhe deu certeza de estar no caminho certo.

Se a foto de Elizabeth não fosse o suficiente para lhe dar certeza, o homem que se mantinha sentado na poltrona, mesmo após a súbita invasão do marinheiro, estava ali como última prova de que suas pistas o levara ao lugar certo. O homem apresentava seus longos cabelos presos em um rabo de cavalo, bem como uma barba igualmente longa - o que de certo modo acabava por gerar certa inveja no marinheiro - e até mesmo um tapa olho, realmente era uma figura impar que não se via todos os dias. Até mesmo sua reação não era algo de se esperar, parecendo estar entretido com a fala de Cross, porém, o divertimento durou apenas um breve instante, logo dando espaço para uma tensão que o fazia se preparar para uma luta. Embora o momento tenha durado mais do que suas gargalhadas, este logo dava espaço a uma calmaria, como se uma trégua houvesse sido feita por ambos os homens.

O homem não parecia se importar com formalidades e logo revelava ser o tão famoso e procurado Gatz, até mesmo lhe oferecendo uma xícara de café enquanto respondia algumas coisas ao jovem marinheiro e propunha uma troca de informações, uma vez que ambos pareciam buscar por justiça, ainda que Cross não soubesse a mesma teira significavam igual para os dois.

- Ohh... muito obrigado... mas eu só tomo sem açúcar... - respondia enquanto se sentava e recusava o café que lhe era oferecido - Meu nome é Cross Hornigold... na verdade eu sou e estou com a marinha, mas não pretendo fazer nada quanto a você... se você realmente liberta escravos, me parece ser mais vantajoso que esteja livre... - para um momento para observar o velho - E mesmo que eu te capturasse o máximo que conseguiria seria voltar para a prisão novamente... de algum modo acabei sendo acusado pela morte de Elizabeth e da Lyly... longa história curta, fui salvo por amigos meus após ser preso e saí em busca do real culpado, enquanto isso acabei descobrir que há algo de errado com aquela taberna... então agora estou não só em busca do culpado pelos assassinatos, como também de um modo de acabar com aquela taberna de uma vez por todas... - parava por um instante, organizando um pouco seus pensamentos sobre a taberna, lembrando da possível relação de seu Capitão com o dono da mesma - E com sorte desmascarar esta relação estranha da taberna com a marinha... alguém que sabe sobre o que acontece lá e escolhe não fazer nada não pode se chamar de marinheiro... pelo menos é o que imagino... - terminava, alisando sua barba e esperando pela vez do revolucionário de dividir suas informações.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptySab 24 Mar 2018, 01:10

~Narração~



Uma vez acabada toda a tensão Cross se sentava ao sofá recusando a bebida que lhe era oferecida, e o homem então lhe apontava uma garrafa ao lado de uma xícara vazia, o jovem começava a se apresentar dizendo primeiramente seu posicionamento perante o velho revolucionário, este que já estava completamente a vontade de guarda aberta bebendo o delicioso café que acabara de preparar. Por fim o jovem concluía sua fala apresentando seus motivos e aspirações para estar ali. - Um pouco audacioso para um soldado. - Gatz, assim como Cross alisava sua barba em modo de pensamento, o velho parecia notar a inveja que o rapaz transmitia por se mento, e se divertia com isso.

- “A definição de paraíso”... De fato uma ilha muito bonita, Toroa atrai viajantes do mundo todo, e sortudos são aqueles que moram por aqui. - Gatz começava a dissertar aleatoriamente, sua fala era tranquila e sem pressa, como se dois Hornigolds estivessem conversando naquela casa. - Pode não ser a verdade mas é o que o mundo acredita, e isso abre portas para aproveitadores como o Pleiades. O bar não passa de uma fachada, aquele pessoal não são nada mais nada menos do que traficantes de escravos, trazem jovens para cá na promessa de uma boa vida, e por fim acabam aprisionando cada um em trabalhos forçados. - O homem por fim terminava sua xícara de café e tornava a falar. - Infelizmente já não estou em meus tempos de glória… Esse corpo velho nada mais pode fazer contra esses malfeitores senão ajudar essas pobres garotas nos bastidores. Antes de morrer Elizabeth me fornecia informações sobre o lugar na promessa de que eu a ajudaria a escapar, eu tinha acabado de arranjar-lhe os documentos e refúgio para bem longe daqui, mas pelo visto foi tarde demais. -

O silêncio tomava o ambiente por alguns instantes enquanto Gatz refletia sobre tudo aquilo. - Porém como eu já lhe disse meu rapaz… A morte de Elizabeth não deve ter ligação com este assunto. Nós éramos cautelosos demais para sermos descobertos, só nos comunicamos por código, e por mais que o plano de Liz tenha sido descoberto, eles não estragariam anos de operação com uma morte sendo revelada a público. Não… Isso foi pessoal, o assassino a conhecia bem, mas a peça mais curiosa nesse caso, jovem Hornigold, é você. - O velho tornava a alisar a barba analisando o temperamento extremamente calmo do rapaz. - Como exatamente você foi incriminado? E que motivos teriam para lhe culpar? Acredito que essa seja a chave para resolver este mistério. -
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptyDom 25 Mar 2018, 13:41




Hornigold se servia uma xícara de café enquanto escutava as histórias que Gatz lhe contava sobre a verdadeira natureza das atividades que ocorriam na Pleiades. O jovem marinheiro já esperava por uma revelação daquele tipo, mas ter suas suspeitas confirmadas não lhe traziam satisfação, apenas deixava seu café parecendo ainda mais amargo, com o pensamento de que, como se não bastasse aqueles que cuidavam da taberna, possivelmente membros da marinha também estavam envolvidos.

O velho revolucionário também insistia no fato de que apesar das coisas que se passavam na taberna, o assassinato de Elizabeth não estava relacionado a isso. Os argumentos de Gatz faziam bastante sentido e eram convincente, mas não eram uma boa notícia, considerando que deixava Cross sem muitas pistas a seguir. Em meio as suas falas o velho parecia estar interessado na história de Hornigold, demonstrando possuir uma personalidade bem parecida com a do rapaz.

- Ohh.. a chave para resolver o mistério... - murmurava para si, tentando imaginar o que o velho estava pensando - Não imagino que tenha um motivo em especial para me culparem... acredito que apenas estava o lugar errado e na hora errada... - começava a dizer, iniciando sua rodada naquela troca de informações - Bom... melhor começar do início... na verdade eu me alistei dois dias atrás, ontem foi minha primeira missão... estava fazendo a patrulha da cidade junto a minha colega quando nos deparamos com a situação da Elizabeth, da qual ficamos responsáveis... - narrava ao velho os últimos acontecimentos, com a sensação de que houvessem ocorrido há muito tempo atrás -
Tudo estava indo conforme o planejado... nós estavam fazendo algumas pesquisas e hoje continuaríamos com as investigações... -
fazia uma breve para um rápido gole de café - Aí que as coisas se complicaram... a verdade é que sou sonambulo... na primeira noite em que dormi no QG eu acabei no meio de um corredor imitando a minha luta de admissão... pensamento bem, tive sorte de não ferir Axel naquela noite... - divagava no final, se distraindo um pouco e voltando a tomar mais um gole de café - Então... na segunda noite aconteceu a mesma coisa, mas desta vez eu acabei acordando na casa de Lyly, com tudo destruído e o corpo dela nas minhas pernas...logo depois disso a marinha chegou e eu fui preso... parando pra pensar, a marinha ter aparecido na casa da Lyly, naquele exato momento, não deve ter sido coincidência... - falava enquanto pensava no assunto, percebendo que nunca tinha se perguntado como aquilo havia acontecido - Depois disso fui solto por um amigo meu, que agora esta preso por minha causa, e então comecei a procurar pela verdade... até que acabei aqui... - falaria por fim, observando a reação do homem e tomando seu café.

- Acredito que tenha dito tudo que sei... espero que possa ajudar, mas a verdade é que as minhas pistas acabaram no momento em que entrei nesta casa... - falaria por fim, esperando que Gatz pudesse lhe ajudar. Não imaginaria que, além de tudo que havia lhe acontecido, se encontraria em uma casa pedindo ajuda para um revolucionário, mas não estava em posição de escolher, além do mais, por algum motivo simpatizava com aquele velho caolho.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptySeg 26 Mar 2018, 02:36

~Narração~



- Sonâmbulo… Hummm. - Gatz ouvia os dizeres de Hornigold parando para analisar cada detalhe, sua vasta experiência lhe a ajudava a considerar cada possibilidade que poderia ocorrer. - É muito estranho não acha? - O velho se levantava se dirigindo para uma das janelas. - Você meu rapaz, é o bode expiatório perfeito. - Ele abria uma brecha na cortina para observar o lado de fora e Cross neste momento podia perceber que o sol já não estava mais lá, podia não parecer mas os dois já estavam conversando a um bom tempo, e a noite já ladeava os céus.

- O rancor do assassino pode não ser com você, mas o fato de agir a noite sem nem se lembrar do que ocorre favoreceu muito ele. - O homem então saía da janela e se dirigia à escrivaninha e pegava algo que aparentava ser a foto de Elizabeth. - Lhe incriminando ele não só saiu do radar de suspeitas como também eliminou seu investigador. - Gatz então jogava a foto na mesa de centro onde Cross podia observar. - Liz vinha sendo seguida isso não deve ser novidade pra você, eu decidi vigiá-la em segredo também, a princípio achei que seu perseguidor fosse alguém do bar mas não é o que aparenta ser. - A foto era de Elizabeth andando na rua, trajava seu uniforme de empregada como de costume, mas o que chamava a atenção de Hornigold não era a moça na fotografia, e sim o rapaz que aparentava estar à espreita no fundo, ele parecia ter uma estatura normal, seu cabelo era negro de tamanhos médios e usava um vibrante cachecol vermelho. - Eu não sei quanto aos motivos deste assassino, mas se ele conseguiu te usar tão bem… Estou certo de que você o conhece. - O velho se aproximava de Cross em um ar de dúvida. - Me diga rapaz, quem mais sabe desse seu caso de sonambulismo? Você disse quase ter machucado alguém certo? Alguém te viu naquela noite? -
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptySeg 26 Mar 2018, 09:51




Gatz absorvia as informações que Hornigold compartilhava, caminhando pela casa e observando o movimento da rua através de uma das cortinas, fazendo com que o jovem marinheiro percebesse já estar de noite, "Oh... o tempo passou mais rápido do que pude perceber...", pensava enquanto o revolucionário parecia ponderar sobre tudo que Cross havia lhe dito e tentando entender como a situação havia chego aquele ponto.

Logo o velho ia até sua escrivaninha e apanhava o que parecia ser uma fotografia, que logo era entregue a Cross enquanto o revolucionário continuava como sua análise do caso. "Ohh... então realmente era ele na foto... por essa eu não esperava..." refletia ao observar o homem a espreita na foto, se lembrando da foto rasgada no armário de Elizabeth. Aquela foto parecia ter dado a Hornigold uma pequena epifania, tudo parecia estar se encaixando, mas ainda havia uma coisa incomodando o jovem marinheiro.

- Ha... de fato eu o conheço... - respondia ao velho, que agora estava próximo de si, como se esperasse por uma grande revelação - Até hoje de manhã, quando a marinha me encontrou, somente uma pessoa sabia do meu sonambulismo... Axel Ross... - diria enquanto voltava a alisar sua barba - Na primeira noite acordei no meio do QG ele estava junto, me observando... achei estranho ele estar junto, mas ele disse que havia me seguido por ter me visto levantar durante a noite... - falaria enquanto se levantava e dava alguns passos pela casa.

- No armário de Elizabeth nós encontramos uma foto rasgada, a única coisa que dava pra ver era um pedaço de pano vermelho, assim como este e igual ao cachecol que ele usa... - divagava enquanto perambulava de um lado para o outro, agrupando seus pensamentos - Ele entrou na marinha junto comigo... se não me engano, no teste de admissão demonstrou ser perito em arremesso de facas... o que explica o jeito que Elizabeth e Lyly foram mortas... sem contar a mensagem que Elizabeth deixou... - diria enquanto procurava onde escrever a pista deixada por Elizabeth, e então por cima faria alguns riscos, de modo que "A \ - l" se tornasse "A X E L".

- Agora tudo parece fazer sentido, mas isso me deixa com duas dúvidas: porque ele me ajudou a fugir? Enquanto eu saía do QG ele poderia ter avisado alguém a qualquer momento sem levantar suspeitas... estaria só fazendo o trabalho dele... e também, porque matar Lyly? Quando a interrogamos ela não sabia nada sobre ele... - falaria enquanto se mantinha em pé observando o revolucionário - Agora preciso encontrar um jeito de fazer com que acreditem em mim... e mesmo assim, isto não ajuda em nada a resolver o problema da taberna... - diria por fim, esperando que o velho trouxesse alguma ideia de como lidar com o caso.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptySeg 26 Mar 2018, 21:50

~Narração~



A mente de Cross era bombardeada por informações, imagens dos dois últimos dias passavam por sua cabeça tentando chegar à uma conclusão, a última mensagem de Elizabeth, os pontos se ligavam levando a uma única pessoa, Axel Ross, o gatuno que ingressara na Marinha junto de Hornigold. Gatz, satisfeito com as deduções do rapaz se sentava novamente agora colocando outra xícara de café. - Eu sabia que resolveria esse caso, vejo um grande futuro em você garoto. - Ele terminava de misturar o açúcar e dava um bom gole. - É um desperdício que não esteja do lado dos revolucionários. Bahahaahaha. -

O velho dava uma pequena pausa e então tornava à seriedade. - Bom, quanto a esse tal Axel, eu creio que você só vai obter a resposta se confrontá-lo, e pode não ser o que espera. Não se sabe o que se passa na cabeça de pessoas assim, e loucos se tornam aqueles que tentam entendê-los. Agora quanto ao Pleiades… aí sim podemos ter alguma coisa. - Ele dava uma pausa dramática bebendo mais um gole de seu café. - Como já te disse eu não estava apenas ajudando Elizabeth a escapar, ela prometeu-me informações, eu ensinei a garota a escrever em códigos, e pedi para que escrevesse tudo de importante em um diário, se encontrarmos esse caderno teremos uma testemunha direta contra esses malditos escravagistas. -

Gatz então se levantava deixando sua bebida ainda por acabar e enquanto se dirigia a porta continuava. - A Marinha pode até dizer que não são provas concretas, mas já é o suficiente para forçá-los à uma revistagem no local. - Ele então abria a porta com cautela aos arredores e abria caminho para o rapaz. - Se quiser mesmo ajudar certifique-se de conseguir esse diário quando estiver livre para ir e vir, enquanto isso eu verei o que posso fazer. Uma última dica garoto, se seus superiores estão envolvidos nisso, a melhor saída é levar a informação à público, uma vez na boca do povo eles serão forçados a agir, ou afundarão em desgraça. - Os ventos gélidos da noite entravam na casa apagando algumas velas, Cross mirava a saída e o sempre persistente sorriso continuava no rosto de Gatz, ele tinha esperanças no rapaz, que agora tinha uma última coisa a fazer, para por fim adquirir novamente sua liberdade e finalmente fazer justiça.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptyTer 27 Mar 2018, 01:32




O velho revolucionário parecia ficar contente ao observar Hornigold chegando as suas conclusões, chegando até a elogiar o rapaz, com um lamento zombeteiro por serem de grupos opostos, - Aha... marinheiros, revolucionários, piratas... isso não importa... o que realmente define as pessoas são suas ações... - respondia ao velho, com um pequeno sorriso no rosto e aproveitando o momento de descontração, já que não havia tido muito destes nos últimos tempos.

Gatz continuava a passar algumas algumas dicas para Cross, tanto em relação a Axel, quanto ao modo de lidar com a marinha e a taberna. O velho se levantava e ia em direção a porta, a qual ao ser aberta deixava entrar o vento frígido da rua e causava pequenos calafrios no marinheiro, que era pego de surpresa. O rapaz tinha novas novas missões a serem cumpridas para que pudesse não só se ver livre, mas como livrar aqueles que precisavam de ajuda. Percebendo que sua estadia havia chego ao fim, largava a xícara na mesa e se levantava, indo em direção a porta, - Obrigado por tudo... imagino que nos veremos de novo... - diria antes de atravessar a porta - Pode parecer estranho, mas... você não teria um tapa olho sobrando que possa me emprestar?... - diria por fim, logo saindo casa, independente de ter conseguido ou não o acessório.

O marinheiro sabia o que devia fazer, o problema era que não tinha ideia de como faria, "... aposto que Astrid saberia..." pensava novamente de modo involuntário, antes que pudesse se dar conta "Oh... é isso..." cogitava por fim, como se fosse atingido por uma ideia que parecia óbvia, mas que havia lhe escapado até então.

Hornigold estava de volta nas ruas e desta vez conhecia bem o caminho para onde pretendia ir. A noite havia caído, o que poderia lhe ajudar a se manter incógnito, mas não se limitaria a isso, ao longo do caminho tentaria encontrar qualquer coisa que pudesse lhe ajudar a se disfarçar, fosse um chapéu, uma peruca ou qualquer coisa do tipo, já que não havia muito tempo para fazer algo elaborado. Seu andar também não era o seu usual, mantendo-se levemente curvado e com um pequeno mancar na perna direita. Tudo pois estava indo direto para onde correria mais risco, o QG da marinha.

Não pretendia invadir o QG, mas com a chegada da noite acreditava ter uma grande chance de encontrar Astrid voltando para os aposentos da marinha, considerando que ela já não houvesse ido, então fazia sentido que fosse para lá. Durante o caminho se manteria atento para o caso de encontrá-la em meio a patrulha ou algo do tipo. Se não a encontrasse, tentaria achar um bom local na montanha em que pudesse ficar de vigia sem muito risco de ser detectado, onde permaneceria esperando pela mulher. Por sorte havia tomado bastante café, assim seria mais fácil passar a noite sem dormir e acabar em mais problemas, e tinha seu casaco consigo, pois fazer uma fogueira estava totalmente fora de cogitação e, se fosse o caso, teria que esperar até a manhã seguinte, quando a mulher fosse sair para alguma missão.

- Hey moça, poderia me ajudar? - diria assim que avistasse Astrid sozinha, utilizando uma voz rouca e bem mais rápida do que o seu normal. Se estivesse acompanhada tentaria encontrar um jeito de chamar sua atenção jogando uma pequena pedra na mulher ou algo do tipo. - Sou eu... - revelaria assim que não houvesse risco de outra pessoa o identificar - Imagino que você vá gostar de saber o que eu descobri... - continuaria a falar, agora com sua verdade voz, calma e lenta - Resumindo, Axel é o verdadeiro culpado e o diário não tem nada a ver com o assassinato... mas ele ainda é de extrema importância... com ele poderemos fechar a taberna de vez e salvar aquelas que foram enganadas... seria melhor ir para algum lugar seguro, assim poderia explicar melhor...ah... como esta o Obryan?... - diria por fim, esperando que a mulher ainda não houvesse mudado de opinião sobre deixá-lo solto.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptyQua 28 Mar 2018, 02:49

~Narração~



O jovem agradecia a Gatz por toda ajuda partindo então para seu próximo destino, antes de se retirar pedia por um tapa olho, mas o velho apenas dava de bruços fazendo um sinal negativo ao mesmo tempo em que tinha uma feição de dúvida. O caminho congelado era tortuoso, ainda que de noite Cross tentava não chamar muita atenção, e por mais que pegasse o caminho mais longo entre becos, valia a pena só pelo fato de chegar em seu objetivo sem ser descoberto, por mais que tivesse a sensação de ser seguido durante todo o caminho, escutando por vezes até mesmo o som de passos dobrados, em meio a isso Hornigold se aproveitava de tudo que encontrava em seu caminho, pegando panos de latas de lixo e roupas penduradas em varais, no fim parecia uma pessoa completamente diferente, em fato, Cross trajava-se como um morador de rua.

Acomodando-se entre as rochas, Cross ficava de tocaia ao som da cachoeira, por azar chegara já muito tarde no QG, perdendo assim o toque de recolher dos soldados, ele decidia por esperar ali, não tinha muitas ideias do que se fazer e encontrar-se com Astrid aparentava ser sua opção restante. O dia não chegava a amanhecer para algo de interessante acontecer, em meio a noite Cross se atentava ao ínfimo som de passos, era Axell, que saía à espreita do Qg, o jovem já não usava o uniforme, suas roupas eram escuras e seu cachecol cobria o rosto, sendo esta peça responsável pela identificação do jovem.

O suposto assassino corria então em direção à cidade, e não tardava muito para que a loira também aparecesse em uma provável perseguição, Cross chamava por Astrid em meio a calmaria da noite. - Ahn? Foi mal, não tenho esmola comigo. - e aprontava-se para partir, até o jovem revelar sua verdadeira identidade, parecia uma surpresa que o mesmo estivesse ali, e a loira parecia feliz em vê-lo acompanhada de gargalhadas ao que dizia respeito às roupas do rapaz. - Mas que porcaria é essa que você tá vestindo? - Suas risadas levavam um certo tempo para cessar, Astrid ainda tinha um leve sorriso em seu rosto e enxugava uma lágrima que caia de seu olho esquerdo.

Hornigold não perdia tempo e explicava tudo para a garota áurea, ela que ouvia atenciosamente, mas com pressa e agonia devido ao jeito lento de falar do rapaz. - É claro que ele é o assassino. - Respondia a moça com rispidez. - Por que demorou tanto?. - Ela então mostrava-lhe o diário de Elizabeth continuando sua fala. - Está tudo nesse livro, não só sobre o Axell mas também algum tipo de conspiração na taberna. - A loira parecia apressada e com razão, em meio aquilo Cross parecia não lembrar-se que vira Axel saindo mais cedo, e Astrid se preocupava com relação à isso. - Agora vamos logo seu idiota, ele já deve estar à caminho da cidade, tem idéia de algum possível alvo? - Ela começava a puxar Hornigold em uma corrida montanha abaixo. - Não se preocupe com ele agora. - Respondia Astrid durante o caminho sobra a última pergunta de Cross. - Não haverá Obryan se você não pegar esse assassino, agora se apresse. - Astrid começava a soltar o rapaz e acelerar o passo, Cross precisava acompanhá-la se quisesse seguir em frente, mas algo o incomodava, pois os passos que antes ouvira pareciam mais fortes, e as suspeitas de alguém o seguindo só se confirmavam.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 5 EmptyQua 28 Mar 2018, 10:56




Hornigold conseguia chegar sem grandes problemas no QG e durante o caminho havia montado um disfarce que, apesar da pressa e modo que foi feito, estava consideravelmente aceitável. Em partes do trajeto o marinheiro teve a impressão de ouvir o som de passos lhe acompanhando, mas não se preocuparia com isto, agora que estava no QG permaneceria atento a movimentação daqueles que saíam e entravam, uma vez que já havia passado o toque de recolher.

O marinheiro não tinha escolha a não ser esperar pela manhã e assim o fazia. O tempo passava e, antes mesmo do sol nascer, o rapaz já podia ouvir o som de passos, estes que eram produzidos por Axel, quem parecia estar se esgueirando para fora do QG, vestido de um modo tão suspeito quanto a sua repentina escapada da base militar. Axel se dirigia para a cidade e por um momento Cross imaginou se deveria aproveitar aquela situação para enfrentá-lo, mas sem demorar muito logo aparecia Astrid, parecendo estar perseguindo o homem, então Cross permanecia com seu plano original.

Num primeiro momento Astrid parecia não reconhecer o marinheiro disfarçado, mas assim que a revelação era feita a mulher caía numa gargalhada que Cross jamais imaginaria ver vindo dela, - Ohh... você deveria rir mais vezes... combina com você... - falava enquanto a mulher continuava com suas risadas, também esboçando um pequeno sorriso. Sem perder tempo, e passado as risadas, o marinheiro explicava o que sabia, logo sendo retrucado por Astrid, como de costume. A mulher já havia decifrado o diário de Elizabeth e descoberto não só sobre Axel, mas também sobre a taberna, e apressada como sempre logo tratava de puxar Cross para que continuassem a perseguir Ross, deixando para falar de Obryan outra hora.

O marinheiro seguiria a mulher de perto, adaptando sua velocidade a dela, deixando de mancar como havia feito antes, mas mantendo as roupas do disfarce, - Não tenho ideia do que ele pretende fazer... o único motivo que posso ver para ele ter matado Lyly foi eu ter entrado em contato com ela... se esse for o caso Mary pode ser a próxima... caso queira ir, ela mora na casa 66... - diria enquanto corriam e esperava pela decisão de Astrid. Enquanto seguiam na perseguição Cross podia ouvir novamente os passos, desta vez mais claros do que antes, lhe dando a certeza de que havia alguém lhe seguindo, mas se fosse parar para fazer algo sobre isto provavelmente perderia a chance de alcançar Axel, e isto não era algo que pretendia fazer.

- Astrid, escute bem... - falaria ao se aproximar o máximo que conseguisse, para que pudesse falar o mais baixo possível - Há alguém me seguindo desde antes de eu te encontrar... quando falei com Mary também havia alguém espionando, talvez seja a mesma pessoa... pode ser que não pretenda fazer nada, ou que seu único alvo seja eu, mas fique preparada... e se ele acabar me atacando não esqueça, a prioridade é capturar Axel... - proferia por fim, mantendo-se atento a sua volta, na tentativa de identificar quem os seguia.





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