One Piece RPG
I - Um começo forçado - Página 4 XwqZD3u
One Piece RPG
I - Um começo forçado - Página 4 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» LightPoint!Os herois e amigos se reunem novamente!
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Noah Hoje à(s) 15:50

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor AoYume Hoje à(s) 15:08

» Pandemonium - 9 Brave New World
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor GM.Milabbh Hoje à(s) 14:50

» Uma promessa ao céu
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Bolin Hoje à(s) 13:32

» Lealdade, Valor e Morte
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Coldraz Hoje à(s) 11:47

» Steps For a New Chapter
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Achiles Hoje à(s) 10:49

» Right Punch, Left Punch!
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Razard Hoje à(s) 10:36

» ~ Acontecimentos ~ The Wonderful Land
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor GM.Milabbh Hoje à(s) 10:17

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Shogo Hoje à(s) 09:22

» [Mini - Toji]
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Mephisto Hoje à(s) 07:33

» Um Encontro Destinado
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Cloe Kaminari Hoje à(s) 02:24

» Drake Fateburn
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor ADM.Tonikbelo Hoje à(s) 01:49

» I did not fall from the sky, I leapt
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Formiga Hoje à(s) 01:47

» Alipheese Fateburn
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor ADM.Tonikbelo Hoje à(s) 01:43

» Sophia Aldebaran Rockfeller
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor ADM.Tonikbelo Hoje à(s) 01:38

» Vol 2 - The beginning of a pirate
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Formiga Hoje à(s) 01:09

» [MINI-HOKI] O Espadachim Negro
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Hoki Hoje à(s) 00:35

» União Flasco: Inicio do Sonho
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Takamoto Lisandro Hoje à(s) 00:12

» I - Justiça: Um compromisso obstinado!
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Hammurabi Ontem à(s) 22:57

» 11º Capítulo - Cataclismo em Skypeia!
I - Um começo forçado - Página 4 Emptypor Marciano Ontem à(s) 22:05



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 I - Um começo forçado

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 77
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : Fishman Island

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

Relembrando a primeira mensagem :

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
War
Newbie
Newbie


Data de inscrição : 04/02/2015

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptyQui 15 Mar 2018, 10:51




A situação era complicada e Cross tentava se explicar, mas mesmo que Astrid se mostrasse inclinada a escutar, os outros marinheiros não compartilhavam desta ideia e logo o nocauteavam. Depois de ser nocauteado o homem finalmente acordava e se via em uma cela de prisão. Sargento Riggs já o observava do lado de fora da cela, junto de Obryan, e logo começou a falar com Cross, que tentava explicar toda a situação para o seu superior, mas logo percebia que isto não serviria para nada, - Enquanto vocês suspeitam de mim, outras pessoas podem estar em perigo... - comentava por fim, enquanto Riggs se retirava do local.

Não havia nada que pudesse fazer, então permanecia deitado por um bom tempo, as vezes tentando ler algo que estivesse escrito no jornal que Maxwell estivesse lendo e então se deitando novamente. Após algumas horas parecia ser dado inicio a uma confusão no QG e logo Obryan aparecia e jogava Maxwell no chão. O rapaz carregava as katanas de Cross, bem como seu casaco, e rapidamente o soltava da cela. Obryan lhe explicava o que estava acontecendo com o caso e como os superiores já haviam decido pela culpa de Cross, - Ohh... acredito que não tenha escolha então... obrigado por fazer isso... - diria, diante das novas informações, "Se eu não fizer nada Obryan vai ficar com mais problemas que eu..." pensaria por fim, vestindo seu casaco e prendendo suas katanas no lado esquerdo da cintura.

- Se vamos fazer isso, é melhor evitar lutar com alguém... afinal, ainda somos marines... - diria assim que estivessem pronto para sair - Já passa das 11:30, então todos devem estar indo ou já estão almoçando no refeitório... precisamos evitar chegar muito perto... mas você deve saber melhor que eu como esta o movimento, então vá na frente... - falaria antes que começassem sua fuga do QG.

Tentaria evitar ser visto por qualquer um, pois não queria ter que entrar em combate contra outro colega marinheiro, sempre cuidando quando estivesse na borda de um corredor e prestando o máximo de atenção que conseguisse para sons de passos e pessoas se aproximando, de modo a evitar que cruzassem caminhos, e avisando Obryan se fosse o caso.

- Não acredito que tenha sido coincidência a segunda vítima ter sido a mesma mulher que nos ajudou com a investigação... e se for o caso, de algum modo o culpado soube do que aconteceu quando Astrid e eu fomos na taberna... - diria caso conseguissem sair sem problemas do QG, - Acho que devemos investigar com mais cuidado o que acontece na Pleiades... imagino que o assassino só vá fazer seu próximo movimento quando a noite cair... - falaria sem muitas ideias de por onde começas, "A casa da Lyly deve ser um beco sem saída... a marinha deve ter cuidado de tudo já..." pensava enquanto tentava encontrar outras pistas a serem seguidas, - Você tem mais alguma ideia do que fazer? Imagino que tenha ouvido algo enquanto acompanhava o Sargento Riggs... - diria por fim, imaginando se havia algo mais que pudesse ajudá-los a sair daquela situação.





Objetivos:
 

Histórico:
 


Última edição por War em Sab 17 Mar 2018, 08:04, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 46
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptySex 16 Mar 2018, 01:29

~Narração~



Hornigold por fim resolveu fugir e provar sua inocência, se não o fizesse desta vez, não só ele se meteria em uma enrascada, mas também Obryan, que sacrificara tudo para ajudar seu amigo, Cross bolava um pequeno plano enquanto o garoto de topete ouvia atenciosamente. - É uma boa idéia, por aqui. - Os dois jovens acabavam por pegar o caminho mais longo, e por pouco não foram vistos muitas vezes, mas Obryan não parecia ser o único ajudando Cross,até mesmo Ann, que havia tido pouquíssimos momentos com o rapaz os ajudava distraindo os soldados da recepção, enquanto que Axel os deixava passar livremente pelo caminho, em seu rosto, um discreto sorriso.

Em meio ao percurso o espadachim questionava qual seria seu próximo destino, perguntando até mesmo para Obryan. - Hmm… não faço idéia, eles não me contaram nada… Mas se não me engano você estava procurando uma mulher certo? Uma tal de Maria ou algo assim... Tem algo a ver com o caso? - A fuga parecia ter sido bem sucedida, e os dois já estavam no pé da montanha quando foram surpreendidos por um grito que vinha de trás. - HOOOORNIGOLD!!!!!! - Era Astrid, em um estado de fúria pela suposta traição de Cross contra não só a Marinha, mas a confiança da loira. - Droga, ela apareceu. - Dizia Obryan relutante. - Vá em frente, eu vou ganhar um tempo pra você. -

O jovem de topete se mantia parado a alguns metros de Cross com seu bastão em mãos, Astrid por outro lado já desembainhava a espada com sua mão direita, um claro sinal de respeito por usar todo seu potencial, e por fim avançava em disparada contra os dois. - SAI! - Era dito pela loira logo antes de ela acertar e arremessar Obryan para longe com um único golpe de sua bainha, o rapaz agora estava caído ao chão, enquanto Astrid investia contra Cross em um grito de fúria.
Astrid:
 
Obryan:
 


Status:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
War
Newbie
Newbie
War

Créditos : 28
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 9010
Masculino Data de inscrição : 04/02/2015
Idade : 26
Localização : Ilusia Kingdom

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptySex 16 Mar 2018, 11:55




Apesar dos riscos e de quase terem sido apanhados, Obryan e Hornigold escapavam do QG sem grandes problemas, recebendo ajuda até mesmo de Axel e de Ann, o que acabava por surpreender Cross, não imaginando que mais alguém estivesse disposto a ajudá-lo em sua atual situação. Os dois rapazes já estavam no pé da montanha e planejando seus próximos passos quando foram interrompidos por um grito raivoso chamando por Cross, o qual logo descobriram ter sido por Astrid, que parecia estar mais furiosa do que nunca.

Obryan estava planejando atrasar a mulher para que Cross pudesse seguir em frente e continuar com o plano, porém, mesmo se esta fosse a intenção de Cross, o tempo que Obryan conseguia atrasar Astrid não superava o de meros segundos, sendo jogado longe pelo golpe furioso da mulher. Observando aquela cena Cross retirava a Yukifuri de sua cintura, porém sem retirar a lâmina da bainha, e se preparava para defender.

- Yo, Astrid... realmente não é o que parece... - falaria enquanto cuidava pelos ataques da mulher, preparando sua katana para defender-se de qualquer corte lateral que viesse em sua direção, de modo que parasse o seu movimento, ou então para se esquivar para trás, caso tentasse desferir o mesmo golpe que havia utilizado contra Maxwell, - Eu não queria que terminasse assim, mas não podia deixar Obryan ser preso por tentar me ajudar... -, continuaria falando, ainda que viesse a ser golpeado.

- Você sabe que há algo de estranho nesse caso... principalmente com aquela taberna... - novamente se manteria atento para possíveis ataques. O rapaz se via na desvantagem, pois mesmo que Astrid não estivesse indefessa não podia simplesmente atacá-la por fazer o que acreditava ser certo, então não restava nada a se defender e esquivar. Caso a mulher tentasse uma investida, se esquivaria paro o lado do braço que estava segurando a espada, de modo que ela não pudesse utilizar o outro para algum movimento rápido de ataque ou defesa, e tentaria imobilizar os movimentos da mulher, segurando-a pelas costas. Caso fosse um simples ataque na horizontal tentaria, novamente, bloqueá-lo com sua katana, ou caso fosse um corte vertical, daria um pequeno salto para trás, buscando sair de seu alcance.

- Eu ainda não tenho como provar a minha inocência e foi por isso que Obryan me soltou... se nada for feito mais pessoas poderão ser atacadas e o culpado continuará impune... - diria, soltando Astrid caso tenha a imobilizado. - Eu não entraria na Marinha só para ser preso no dia seguinte... você pode não acreditar em mim, mas se este é o caso, apenas faça o que achar que deve fazer... não tenho a intenção de lutar contra você... - falaria por fim, com seu jeito calmo e lento, mas mantendo seu rosto sério, enquanto colocava novamente sua katana na cintura, esperando pela decisão final de Astrid.





Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]           [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


ID:
 

R.I.P. in Pieces:
 


Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 46
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptySab 17 Mar 2018, 00:23

~Narração~



A loira avançava para cima de Cross em uma frênesi imparável, enquanto ela atacava vez após vez com sua lâmina, o jovem espadachim por mais que com certa dificuldade conseguia bloquear e esquivar enquanto se explicava para Astrid, as palavras pareciam atingir a garota, mas sua firmeza na espada não vacilava nem um pouco. - Seus idiotas! - Dizia ela enquanto incessantemente atacava. - Agora os dois serão presos, estão me obrigando a isso. - Por fim a “empunhadura dupla” da jovem entrava em ação e ela tentava golpear Hornigold com sua bainha, e acertaria em cheio se o mesmo não tivesse se esquivado para trás pegando apenas de raspão, e neste momento ele percebeu o quanto estaria encrencado se fosse acertado e o porquê de Obryan ter caído na hora.

Astrid aproveitava do recuo de Cross para investir em uma poderosa estocada que era desviada por muito pouco, e não apenas isso mas o jovem conseguia imobilizar a loira mesmo que momentâneamente, explicando por fim seus últimos argumentos, mas ouvir submissa não fazia o estilo da jovem, aproveitando do fato de a alta estatura de Cross o desestabilizar na hora da imobilização, com seu braço livre Astrid colocava a bainha de sua espada por trás da cabeça do rapaz e por fim apoiava seus dois pés no estômago de Hornigold efetuando um rolamento que jogava os dois ao chão. - Seu retardado! - A situação não era nada favorável para Cross, ele se encontrava ao chão indefeso, e por cima estava Astrid com a lâmina erguida pronta para cravá-la no rapaz. - O que acha que estou fazendo então? - O fio da espada descia rapidamente, um som do metal frio rasgando por algo era nítido, Astrid desviava o olhar cerrando os dentes, talvez de raiva, ou quem sabe de frustração, sua lâmina por outro lado, se encontrava cravada na neve bem ao lado de Cross.

Neste momento Obryan que parecia não ter observado nada segurava os dois braços da loira imobilizando-a. - Rápido Cross!! - O jovem espadachim então se levantava e começava a seguir seu caminho, ao dar uma última olhada para trás podia ver que o garoto de topete aparentava muito esforço em seu rosto, enquanto Astrid tinha uma cara séria, mas não em um aspecto nervoso como sempre, e sim melancólico, ou quem sabe esperançoso, era difícil identificar enquanto ela nocauteava Obryan com um único soco no queixo. - Volte logo… Idiota. - Era dito pela loira bem baixinho, como se fosse pra ela mesma, mas que graças a sua incrível audição, Hornigold podia ouvir.
Astrid:
 
Obryan:
 
Status:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
War
Newbie
Newbie
War

Créditos : 28
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 9010
Masculino Data de inscrição : 04/02/2015
Idade : 26
Localização : Ilusia Kingdom

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptySab 17 Mar 2018, 10:44




O rápido confronto com Astrid chegava ao fim e a mulher decidia por deixar Cross seguir seu caminho, mas para Obryan a história era diferente, sendo nocauteado enquanto tentava imobilizá-la, "Há, que mulher interessante..." pensava enquanto caminhava para longe e escutava as palavras que Astrid murmurava, "Obryan deve ficar bem... se acabar em encrenca eu retorno o favor..." pensou por fim enquanto seguia com seu planejamento, esperando que pudesse evitar mais vítimas.

Sua primeira parada seria a tão enigmática Pure-Pure-Pleiades, e era esse o que caminho que tomaria, mantendo seu casaco fechado de modo que ocultasse seu uniforme e suas duas katanas, por sorte não seria uma visão tão chamativa por conta da neve, imaginando que se passaria por alguém apenas se protegendo do frio. Assim que chegasse na taberna evitaria chamar a atenção, se houvesse pouco movimento escolheria uma mesa um pouco afastada e pediria um caneco cerveja, para que não parecesse suspeito e pudesse esperar. Seu plano era esperar a taberna ficar movimentada, de modo que todos ficassem muito ocupados para notá-lo.

Assim que o movimento aumentasse, tentaria ir para onde os pertences das atendentes eram guardados, como fizera ao investigar o assassinato da Elizabeth, evitando o máximo os olhares dos outros. Se conseguisse, tentaria encontrar o armário de Mary e um modo de abri-lo, utilizando, em último caso, suas katanas para ter acesso, sempre prestando atenção para a aproximação de alguém. Procurava por algo que revelasse o endereço da mulher e qualquer outra coisa que pudesse parecer útil, já que não sabia a sua aparência. Se após sua busca ainda houvesse tempo, tentaria fazer o mesmo com o armário da supervisora, apenas para que não deixasse nada passar.

Se houvesse sucesso em obter o endereço de Mary, iria diretamente para lá, tentando chegar antes da mulher - considerando que ela ainda estivesse no seu turno na taberna -, tentando fazer uma pequena investigação no local, observando se havia alguém dentro ou algum sinal de arrombamento, neste caso, tentaria encontrar um meio que pudesse observar o interior da casa a procura do invasor. Se tudo aparentasse estar normal, tentaria encontrar na volta da casa por um lugar que lhe desse um bom ponto de observação sem que chamasse a atenção e esperaria até que Mary chegasse.

Caso não conseguisse o endereço da mulher, sentaria novamente em uma mesa na taberna e tentaria descobrir qual das atendentes era a Mary - caso ainda não soubesse- e então aguardaria até que o turno dela chegasse ao fim. Desse modo, seguiria a mulher até sua casa, tentando ser o mais discreto possível. - Yo, Mary... me chamo Cross Hornigold - diria assim que chegassem na casa dela, finalmente se revelando e mostrando o uniforme da marinha, - Estou investigando o que aconteceu com as outras atendentes da taberna... tenho motivos para acreditar que você pode estar em perigo, por isso quis confirmar se você estava bem... será que posso entrar para conversar? - diria por fim, entrando e observando se havia algo de estranho ou suspeito dentro da casa da mulher, caso fosse permitido entrar. Faria a mesma coisa se, por algum motivo, fosse descoberto enquanto a seguia.

Caso Mary não permitisse que Cross entrasse, o rapaz permaneceria por volta da casa, prestando atenção em qualquer movimentação estranha ou sinal de que algo estivesse acontecendo dentro da casa e Mary pudesse estar em perigo.





Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]           [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


ID:
 

R.I.P. in Pieces:
 


Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 46
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptySeg 19 Mar 2018, 15:40

~Narração~



Com sua fuga finalizada Cross agora se dirigia para a Taberna Pure-Pure-Pleiades, chegando lá próximo do meio dia o jovem já notava um grande movimento, mas não o bastante para cumprir seu objetivo primário de invadir o vestiário. Hornigold se sentava à uma mesa e logo uma moça vinha atendê-lo, ela tinha longos cabelos negros com olhos da mesma tonalidade, sua feição era séria, em fato, um pouco triste, trajava o mesmo uniforme de empregadas de todas, e próximo de seu ombro, um nome, “Mary”. - Bem vindo ao Pure-Pure… Em que posso serví-lo? - Apesar de ser algo aparentemente oposto à seus sentimentos Mary parecia forçar um sorriso na tentativa de ser receptiva, sua atitude era como a de uma empregada doméstica, muito provavelmente uma das obrigações para se trabalhar no local.

Cross pedia por uma cerveja pagando vinte mil Berries pela mesma, e após algum tempo uma outra servente vinha trazê-lo o pedido, assim como a outra tinha cabelos pretos e trajava-se como empregada, porém sua estatura era menor e usufruía de óculos, o jovem conhecia muito bem aquela figura, era Belle Ann disfarçada, que trazia junto da bebida um bilhete, e logo após o pedido entregue ela desapareceu na multidão.

“Marinha à caminho
Corra
Obryan preso
Diário de Liz:
Casa 404 próximo // laboratório - Gatz
Rápido..."

Mary chegava à mesa do rapaz com uma outra bebida confusa por o mesmo já ter sido servido. - Oh me desculpe, devo ter confundido. - Cross lia o bilhete e se atentava aos arredores, percebera então que a atenção indesejada já estava em sua cola, pois a supervisora, que reconhecia o rosto do rapaz olhava fixamente para o mesmo com uma cara de desgosto por sua presença ali. Ela adentrava o que aparentava ser sua sala e Hornigold podia ouvir um den-den-mushi sendo ligado, era a única chance do rapaz ter o que queria.

O jovem espadachim se esgueirava entre as paredes com o máximo de furtividade que se conseguia com sua altura, o que dera muito certo na verdade, os clientes estavam distraídos demais com as funcionárias, e estas com a atenção para outros fins que não eram vigiar seus pertences. Chegando no local Cross se surpreendia com a própria Mary, que parecia discutir com a supervisora no outro lado da parede. - Se a Marinha descobrir tudo não serão só vocês que irão acabar mal, então acho bom ficar de boca fechada. - Passos eram ouvidos e isso fazia o jovem recuar para o salão principal, mas não antes de ouvir o que precisava. - Chega… Pode ir embora por hoje. - Mary estava para largar seu expediente, e por sorte ainda não era tão tarde, havia tempo de salvar a todos, seja a moça em perigo, a reputação de Cross, e até mesmo o pobre Obryan que se encontrava preso por ajudar um fugitivo.

Hornigold então seguiu a jovem até sua casa, revelando então suas verdadeiras intenções, o percurso não foi nada fácil, e diversas vezes o homem teve de se esquivar das patrulhas da Marinha, mas no final conseguiu chegar sem ser descoberto. Mary parecia desconfiada, não de Cross, mas dos arredores, no qual a mesma olhava periodicamente, deixando por fim que o homem entrasse. - É a Liz não é? - Ela parecia relutante em falar qualquer coisa, sua casa, era comum assim como as que Cross já havia visitado, um sofá simples frente a uma poltrona e mesinha de centro com um jarro de flores e um bloco de notas, em uma estante a mesma foto de antes estava posicionada, a supervisora no entanto, parecia rasgada da fotografia, as paredes eram de tijolos e haviam poucas janelas em sua maioria fechadas, sem nenhum sinal de violação ou marcas suspeitas. A moça se sentou ao sofá enquanto esperava pelo pronunciamento do rapaz, seu olhar era extremamente preocupado, suas mão tremiam e a presença de Cross ali parecia incomodá-la, como se fosse melhor que ele não estivesse lá. - O que aconteceu? -
Mary:
 


Considerações:
 
Status:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
War
Newbie
Newbie
War

Créditos : 28
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 9010
Masculino Data de inscrição : 04/02/2015
Idade : 26
Localização : Ilusia Kingdom

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptySeg 19 Mar 2018, 19:22




Não muito tempo após se sentar e uma mesa vazia uma das atendentes, com o tradicional uniforme da taberna, vinha atender Cross. Coincidentemente, ou quem sabe por obra do destino, a atendente era justamente Mary, q qual o homem pôde identificar graças ao nome escrito no uniforme. Apesar de encontrá-la, Cross limitava-se a pedir por uma bebida, esperando pelo momento certo para então agir. Quem vinha lhe entregar sua cerveja era outra atendente, o que não seria nada fora do normal, se não fosse o fato da atendente ser, na verdade, Belle Ann disfarçada, que além da cerveja, lhe entregava também um bilhete, logo desaparecendo sem dizer nada. "No fim Obryan acabou preso... pelo jeito a vista grossa de Astrid voltou ao normal no momento em que fui embora... tenho menos tempo do que imaginei..." pensava enquanto absorvia o conteúdo da mensagem, esperando que Obryan estivesse bem.

Devidamente informado dos novos acontecimentos, Cross notava que a supervisora da taberna estava completamente consciente de sua presença no local, logo entrando em uma sala e iniciando uma ligação no den-den-mushi. Sem muito tempo a perder, Hornigold dava inicio a sua infiltração do melhor jeito que podia e, graças a movimentação do local, acabava por ter êxito. Assim que entrou na sala dos armários pôde escutar o que parecia ser uma discussão entre Mary e sua supervisora ocorrendo na sala ao lado. Logo escutava som de passos e era obrigado a voltar para o salão principal, mas não sem antes escutar aquilo que precisava, "Realmente tem algo de errado nesta taberna... e pelo jeito a supervisora está junta no que quer que seja...." pensava Hornigold enquanto se preparava pra seguir Mary, que havia sido dispensada pelo resto do dia.

Confiante por ter conseguido mais uma peça daquele quebra-cabeça, Cross seguiu a mulher até sua casa, o que se provou ser mais difícil do que inicialmente imaginara, para então finalmente se revelar à mesma, que parecia estar mais desconfiada das redondezas do que do marinheiro que subitamente se apresentava. Ambos entravam na casa e logo Cross percebia que esta era basicamente igual às outras duas que visitara naquele casa, notando também não haver sinal de arrombamento em parte alguma. Via a mesma foto das atendentes juntas em uma estante, embora nesta a supervisora houvesse sido rasgada fora. - Sim, é sobre a Elizabeth, e também sobre a Lyly... o que vou te contar não foi divulgado à ninguém e pode ser um choque, mas vou dizer mesmo assim pois não temos muito tempo e você precisa entender o quão sério é a situação, então por favor, seja forte e aguente firme... - responderia à mulher, fazendo uma breve pausa para que ela pudesse se preparar ou se acalmar um pouco. Enquanto isso permanecia com sua guarda alta, embora não houvesse sinal de arrombamento, a casa de Elizabeth também não havia, então não queria se deixar se pego distraído por alguém enquanto conversava com Mary, - Sobre Elizabeth e Lyly, elas foram atacadas... o culpado fugiu e temos motivos para acreditar que ela irá atacar novamente, por isso preciso que você me ajude com tudo que puder... já sabemos que há algo de errado acontecendo naquela taberna e que possivelmente isto está ligado aos ataques, então não há porque negar... se você está com medo de algo ou alguém, deste que saibamos o motivo, poderemos proteger você e quem mais for necessário, mas se não nos contar nada ficaremos de mãos atadas.... você pode não acreditar em mim, mas não tenho intenção de deixar aquela taberna continuar fazendo o que bem entende, nem o culpado por trás de tudo isso... - Cross faria mais uma breve pausa, observando Mary e se mantendo atento a possíveis movimentações estranhas, tanto dentro quanto fora da casa, dando um pequeno descanso para a mulher se fosse possível, - Agora... Elizabeth deixou isto escrito como forma de nos ajudar... - Diria enquanto pegava o bloco de notas na mesinha de centro e escrevia mesma mensagem que Elizabeth escrevera, cuidando antes para ver se havia outra coisa escrita no bloco e utilizando a primeira coisa que encontrasse que servisse para escrever - Alguma ideia do que possa significar? Também descobrimos que ela estava preocupada e com medo, inclusive de seu ex-namorado, você sabe o nome dele ou sua aparência?... Elizabeth também tinha planos de fugir com um homem chamado Gatz... se você souber de qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, também será de grande ajuda... por último, você sabe onde fica a casa 404? - diria por fim, finalizando suas perguntas, tentando recordar se havia visto o número da casa de Mary antes de entrar.

Tudo dependia do que Mary havia para lhe dizer, ou escolhia lhe contar ou não. Cross permanecia em pé, atento para qualquer coisa que lhe chamasse a atenção, já que ainda não estava totalmente convencido de que aquela casa estava completamente segura, preferindo se precaver a acabar com outro corpo em suas pernas.





Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]           [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


ID:
 

R.I.P. in Pieces:
 


Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 46
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptyQua 21 Mar 2018, 13:09

~Narração~



Mary olhava para o rapaz com um olhar de dúvida e preocupação, ele estava sério, e optava por se manter de pé, ainda que tendo de se inclinar um pouco visto que sua cabeça alcançava o teto, em seu jeito calmo de sempre Hornigold tentava acalmar a mulher antes de mais nada, mas a demora só parecia a incomodar cada vez mais. O fugitivo contava a moça sobre os assassinatos, e seu desejo de ajudar, pedindo a cooperação da mesma, Mary dava uma pausa olhando para o vazio. - Eu não acredito que Liz foi acabar assim. - Uma única lágrima descia por seu olho esquerdo refletindo a luz ambiente. - E Lyly… - A melancolia era clara nos olhos da mulher, ela pegava o bloco de notas da mesa e enquanto escrevia continuava falando. - Mas suas suspeitas são sem fundamento… Eu trabalho lá a quatro anos e é só um bar comum. - Ela então entregava sua escrita para Cross revelando suas reais intenções.

“Estamos sendo vigiados
Não posso falar abertamente”

Cross apenas lia tudo e seguia agindo naturalmente, este agora usando também do bloco para escrever o que Elizabeth deixara em seu último suspiro. - Hmm… Liz adorava escrever em códigos, não faço idéia do que poderia ser. - Enquanto respondia ela continuava escrevendo para o homem.

“O Pleiades não é o que parece
Estamos presas”

- Ela não tinha um ex-namorado. - Mary seguia respondendo enquanto escrevia mais. - Mas parece que um homem vinha a perseguindo ultimamente, uma amizade que deu errado ou algo do tipo, ela não quis entrar em detalhes comigo… Nunca mais irá. - Cross percebia que por mais que a conversa mais importante estivesse ocorrendo em segredo, as falas de Mary não aparentavam ter um mínimo traço de mentira ou enganação.

“Liz tentava escapar
Alguém a estava ajudando”

Então um choro de certa forma falso era soltado pela mulher enquanto ela empurrava Cross para fora da casa lhe entregando a última mensagem escrita. - Me desculpe mas eu preciso de um tempo sozinha para pensar… Não me procure novamente. -

“Vá, eu vou ficar bem
Só trate voltar para nos resgatar”

A porta era fechada na cara de Cross que via o número da casa, “66”, um pouco longe do local de sua procura, e após permanecer parado alguns instantes ele podia ouvir passos indo embora da lateral da casa, como um observador que já cumprira seu serviço.
Mary:
 


Status:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
War
Newbie
Newbie
War

Créditos : 28
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 9010
Masculino Data de inscrição : 04/02/2015
Idade : 26
Localização : Ilusia Kingdom

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptyQua 21 Mar 2018, 23:00




O breve interrogatório era feito e, apesar do método pouco convencional, Mary respondia os questionamentos de Cross, confirmando as suspeitas do marinheiro, "Como imaginei... tudo gira em torno daquela taberna...", pensava enquanto Mary o empurrava para fora da casa, lhe garantindo que por ora estaria segura, mas o rogando para que voltasse e as salvasse.

- Tsc... outro beco sem saída... imagino se estou no caminho errado... - diria assim que a porta se fechasse, entrando na pequena atuação de Mary para o caso de haver alguém escutando. Diante dos sons de passos vindo da lateral da casa, tentava se posicionar próximo à parede para então observar se havia alguém e quem era, não tomando, porém, nenhuma outra atitude além dessa.

Hornigold observara que a casa de Mary era a número 66, o que servia para determinar sua próxima parada, "Agora para a casa 404... é melhor não perder muito tempo..." pensava enquanto seguia na direção em que a numeração das casas aumentava, tomando cuidado para não chamar a atenção de ninguém, bem como com marinheiros em suas patrulhas. "Laboratório... será que ela se referia ao Laboratório C?... quem sabe aquele louco do Charles saiba alguma coisa..." ponderava enquanto seguia seu caminho, alisando sua barba e relembrando os avisos de seu pai para que evitasse o cientista maluco. "Cuidar de tudo sozinho é mais cansativo do que imaginei... aposto que Astrid saberia exatamente o que fazer..." refletia por um momento, se surpreendendo com o súbito pensamento que lhe atingia, logo voltando o foco para o que estava fazendo.

Caso conseguisse chegar a casa, tentaria encontrar um meio de descobrir se havia alguém e o que estava fazendo ali dentro, tomando cuidado para não ser visto nem pelas pessoas na rua, nem por quem estivesse dentro, se houvesse. Se julgasse que algo suspeito ou que alguém estivesse correndo perigo entraria na casa o mais rápido que pudesse. Caso não avistasse ninguém, tentaria descobrir um modo para entrar na casa sem chamar atenção, verificando primeiro se as portas e as janelas estavam trancadas.

Se por algum motivo Cross não pudesse ir para a casa 404, mudaria seu destino para o Laboratório C. Não havia muito mais do que sua intuição e o breve bilhete de Ann para fundamentar sua visita, mas era o único lugar que conseguia imaginar ser relevante o suficiente para a investigação. Ao chegar no local tomaria os mesmo cuidados que teria na casa.





Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]           [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


ID:
 

R.I.P. in Pieces:
 


Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 46
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptyQui 22 Mar 2018, 02:10

~Narração~



Cross diante do som de passos se colocava a observar a origem de tal, no entanto a imagem que ele encontrara não era das mais reveladoras, aquele que os vigiava usava um sobretudo preto e escondia seu rosto com um chapéu, muito provavelmente apenas um observador, que já não representava mais perigo algum.

O jovem mais uma vez se colocava as ruas vagueando em seus pensamentos enquanto andava, vez ou outra desviava seu caminho em um beco para evitar patrulhas da marinha, e por fim, após muita procura, pôde encontrar o local, a casa 404 se localizava bem em frente do Laboratório C, diferente das que visitara Cross pôde notar que esta casa em especial era mais antiga, parecia mal cuidada por fora e de certa forma, abandonada, era feita de uma madeira que parecia cair aos pedaços, as janelas se encontravam todas fechadas e cobertas por cortinas.

O local de fato não parecia habitável, e Cross se encontrava, mesmo que relutante, prestes a se dirigir ao laboratório que de localizava bem em frente, se não fosse por algo que lhe chamara a atenção em última instância, som de passos vindo de dentro da casa, andando de um lado para o outro parando então repentinamente, uma voz masculina murmurava algo e então o som de papel sendo mexido e escrito podia ser escutado, tudo se repetindo em um ciclo, aparentemente nada muito suspeito ou em risco de vida, mas curioso, e prova de que alguém se encontra ali.


Status:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
War
Newbie
Newbie
War

Créditos : 28
Warn : I - Um começo forçado - Página 4 9010
Masculino Data de inscrição : 04/02/2015
Idade : 26
Localização : Ilusia Kingdom

I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 EmptyQui 22 Mar 2018, 10:24




Antes de partir para seu próximo destino Hornigold tentava identificar o culpado por estar espionando Mary, mas tudo que conseguia encontrar era uma pessoa coberta por um sobretudo e com seu rosto escondido por um chapéu, quem Cross preferiu deixar ir embora sem interferir, logo fazendo o mesmo e seguindo para a casa 404.

Em meio a pequenos desvios, Hornigold não só alcançava sua meta de encontrar a casa 404, mas como também acabava por encontrar o Laboratório C. Os dois ficavam posicionados um na frente do outro, fazendo com que Hornigold relembrasse o bilhete de Ann, "Entendo... casa 404 próxima ao laboratório... então agora só falta... Gatz..." considerava enquanto se aproximava da casa para investigá-la.

O lugar era mais antigo do que as outras casas que havia visitado, dando a impressão de que havia sido abandonado há algum tempo, com as madeiras usadas em sua construção parecendo estar chegando ao ponto de ceder. Apesar de suas tentativas, as velhas janelas estavam cobertas por cortinas e não deixavam o marinheiro olhar o interior da casa. Há cada momento que se passava aquele lugar se parecia mais com um beco sem saída, mas instantes antes de Hornigold desistir e ir tentar a sorte no laboratório o homem pôde ouvir sons vindo de dentro da casa. Prestando atenção por alguns momentos Cross notou que um homem parecia caminhar dentro da casa, ocasionalmente murmurando algo e fazendo algumas anotações, logo repetindo os mesmo movimentos em um círculo vicioso.

Não havia como Cross saber quem estava lá dentro, o que dificultava seu julgamento de como deveria proceder, mas ao menos não havia indícios de perigo e a pessoa dentro da casa parecia estar perdida em seus próprios pensamentos, "Arrisco dizer que seja quem for lá dentro, não é o dono dessa casa... bater na porta não perece ser uma opção viável..." ponderava o marinheiro, aproveitando o breve momento de sossego antes de tomar uma atitude "Espero que consiga algumas resposta e não seja instantaneamente atacado...".

A casa estava velha, então não deveria ser difícil forcar a entrada pela porta principal, e era isto que Cross planejava fazer. Podia não ser o melhor dos planos, mas com certeza era o mais fácil e que levava menos tempo, então não havia muito o que ponderar. Com sua mão esquerda segurando o cabo da Yukifuri, o marinheiro segurava a maçaneta da porta com a outra mão e usava o seu corpo para forçar entrada na casa. Caso não conseguisse tentaria chutar a maçaneta, a fim de quebrá-la para que então pudesse entrar.

- Yo... qual o seu nome, Sr(a). invasor(a)?... - diria assim que avistasse a pessoa dentro da casa. Não sacava sua katana, mas permaneceria atendo para um possível ataque, caso onde tentaria se esquivar o melhor que pudesse, considerando que não sabia o que esperar. - Pode parecer estranho, mas não sou seu inimigo... ao menos não neste caso... - diria se, de algum modo, a pessoa revelasse ser Gatz - Sei que você quer ajudar as mulheres da Plaieades... eu também quero... - falaria esperando que conseguisse ao menos um momento de trégua, - Porque não me explica tudo que esta acontecendo... e o que planeja fazer... -.

Se ao entrar na casa a pessoa tentasse fugir, Hornigold a perseguiria o mais rápido que conseguisse desde o começo, tentando capturá-la o quanto antes, evitando que ela se distanciasse e acabasse estendendo sua fuga por muito tempo, - Então... quem é você? - perguntaria caso tivesse sucesso na captura, considerando ser alguém que não conhecia - E o que você estava fazendo?... - terminaria, esperando conseguir entender melhor a situação.





Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]           [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


ID:
 

R.I.P. in Pieces:
 


Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




I - Um começo forçado - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 4 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
I - Um começo forçado
Voltar ao Topo 
Página 4 de 10Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Toroa Island-
Ir para: