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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Um começo forçado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

Relembrando a primeira mensagem :

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptySex 09 Mar 2018, 21:54




Apesar do maior movimento nas ruas a patrulha estava calma e Cross conseguia aproveitar para conversar um pouco com Astrid, que pela primeira vez mostrava uma expressão que lhe caía bem, chegando até mesmo a ficar vermelha durante a conversa, o que acabava por divertir Cross, entretanto o momento era quebrado pelo grito de uma mulher vindo de dentro de uma casa, fazendo com que ambos corressem até o local e, após Astrid arrombar a porta da casa, averiguassem o que havia acontecido.

Cross entrava logo depois de Astrid e se deparava com algo que jamais imaginaria ser o rumo de sua patrulha, que estava resumida a uma simples caminhada pelas ruas calmas da cidade, mas agora ele era um marinheiro e estas coisas começariam a ser parte do seu dia a dia, embora ainda não esperasse que fosse ser parte logo no seu primeiro dia. A casa não era muito grande e num dos poucos móveis que ali haviam se encontrava a vítima de, a princípio, um assassinato. Não se importava muito com a aparência da mulher, mas observaria o ferimento com certo cuidado, tentando identificar qual tipo de objeto havia causado o mesmo.

Astrid estava falando com o QG, então Cross resolvia ir falar com a mulher que estava encolhida no canto da sala. - Yo, você está bem? Quem é esta mulher... e como você se chama? - perguntaria com seu mesmo jeito de sempre e se abaixando próximo a mulher - Você viu ou sabe quem poderia ter ser o culpado? Ou então para onde o meliante foi? -, ao fazer as perguntas observaria a mulher com cuidado, procurando por algum machucado ou algo fora do comum, ou quem sabe até mesmo suspeito, - Logo vão chegar os outros marinheiros, você vai ficar bem... e conte tudo que você sabe a eles... -, comentaria por fim.

Caso a mulher soubesse para onde, ou por onde, o culpado havia fugido, tentaria seguir pelo mesmo caminho buscando encontrar alguma pista que pudesse ajudar a identificá-lo ou encontrá-lo, mantendo-se atendo para a possibilidade de uma emboscada ou um ataque surpresa - Yo, Astrid, tome conta dela até o pessoal chegar e depois venha me encontrar - diria à garota antes de seguir pelo caminho indicado, esperando que ela não o ignorasse como de costume.

Caso a mulher não conseguisse dar nenhum informação, fosse pelo choque ou por outro motivo, faria uma busca pelos cômodos da casa, procurando por algo que pudesse servir de pista ou indicar por onde o homem havia entrado, considerando que Astrid teve que arrombar a porta para que pudessem entrar, por onde o homem havia fugido, ou até mesmo se havia algo revirado, considerando a possibilidade daquilo ter sido um roubo que havia dado errado. Feito isso voltaria para a sala, onde a vítima se encontrava, procurando novamente por algo que pudesse ter deixado passar na primeira vez, - O QG falou sobre alguma atividade suspeita acontecendo pela volta? Se o culpado fugiu pelas ruas alguém deve ter visto algo... - diria à Astrid assim que voltasse para a sala.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptySab 10 Mar 2018, 21:15

~Narração~


Hornigold se aproximava do corpo com cuidado, tinha cautela para não estragar as evidências, seu objetivo simples e único, identificar a arma, para pessoas comuns aquilo seria um simples ferimento perfurante, a moça fora atravessada por alguma lâmina e morrera. Mas aos olhos de Cross aquilo era diferente, após tanto tempo forjando armas se cria uma noção de como funciona cada um, o corte era de tamanho médio com meio mais consistente que vai afinando até as pontas, o formato deste em especial indicava ser uma adaga, e essa suspeita só se concretizava ao notar uma marca de guarda ao redor da ferida, indicando que arma havia sido atravessada por completo, e por ter uma ferida aberta apenas em um lado de seu corpo, a vítima definitivamente havia sido morta por uma arma curta.

No momento em que o jovem finalizava sua análise Astrid desligava sua ligação. - Estão mandando reforços para a perícia. - Hornigold em seguida decidia interrogar a mulher, mas ideia não parecia dar muito certo. - Ooh a Marinha… - Sua fala era trêmula e acompanhada do choro, mal era possível de entender. - Elizabeth… Pobre Liz… Tão jovem… Eu.. “snif”... Eu… Sala… E el… “snif”... Rta… - E então caía em prantos de novo. Astrid que via aquilo golpeava as costas de Cross com sua bainha alertando-o para parar. - Seu idiota, a mulher está em choque, não pode simplesmente sair perguntando como se estivéssemos em um bar. -

Não demorava muito para que os enviados da Marinha chegassem, o grupo era composto por três peritos juntos a Maxwell e Axel, que os acompanhavam em casos de combate. Enquanto Astrid detalhava o que ocorrera até ali Cross se pôs a dar uma outra avaliada no ambiente. Todas as janelas estavam trancadas, não havia entrada ou saída se não pela porta, o quarto ao lado parecia igual, e como a sala tinha poucos móveis típicos de alguém que mora sozinho, não havia nada de incomum, e a única coisa que chamava a atenção era um retrato na cabeceira que representava o que pareciam ser colegas de trabalho.

Spoiler:
 

Ao retornar a cena de crime Cross era chamado por Astrid, a mulher que ele questionara mais cedo parecia estabilizada agora, e pronta para responder as perguntas. - Eu estou bem. - Ela falava ainda com o nariz corizando. - Meu nome é Judith, sou sua senhoria, eu alugava este quarto para Elizabeth, vim cobrar do aluguel atrasado quando me deparei com esta cena. - E logo a mulher tornava a chorar, enquanto isso os outros marinheiros tiravam fotos e analisavam a situação, Axel mantinha distância de tudo aquilo, apenas olhando fixamente pasmo para aquela cena.

Astrid começava então a dividir informações que obteve enquanto Cross fazia uma ronda pela casa. - Pelo visto o Sargento Riggs deixou essa investigação em nossas mãos. - Dizia ela ao mesmo tempo em que guiava Hornigold para um lugar longe da testemunha. - Não temos muitas informações, só que este ferimento realmente a matou, e ela aparentemente conhecia o assassino. Veja. - Astrid então apontava para a mão da moça, que parecia ter tentado escrever algo com seu sangue antes de morrer. “A \ - l”. - Isso explicaria não vermos sinais de arrombamento. Foi um assassinato a sangue frio. - Ela então dava uma pausa e continuava. - Pelo visto não temos muita coisa de útil por aqui, qualquer descoberta nova eles irão nos informar, por ora é melhor irmos até ao trabalho dela fazer umas perguntas. - Astrid não parecia se portar do seu jeito petulante de sempre, ela agora agia de forma séria e profissional, de certa forma ainda com ódio, mas este que seria descontado apenas no assassino. - Conheço esse uniforme - Dizia ela se referindo a roupa de empregada que a vítima usava. - É de uma taberna local… Vamos dar uma olhada. -
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyDom 11 Mar 2018, 00:14




A analise do ferimento feita por Cross dava bons resultados, podendo identificar que a vítima havia sido atacada com uma arma curta, provavelmente uma adaga. Por outro lado, sua tentativa de interrogar a mulher não parecia dar certo, "Hmm... acho que nesses casos não posso ser tão direto... que problemático....", pensava ao mesmo tempo que soltava um suspiro, ouvindo Astrid repreendê-lo - Sim, sim... - respondia dando espaço para a mulher.

Logo chegavam os reforços enviados pelo QG, consistindo em três peritos acompanhados por Maxwell e Axel. Cross aproveitava que Astrid os informava da situação e fazia sua busca pela casa, mas tudo parecia estar no seu devido lugar e sem o menor sinal de arrombamento, e no fim acabou não encontrado nada demais, apenas uma foto do que parecia ser a vítima junta de suas colegas de trabalho, das quais tentou memorizas os rostos.

Sem achar nada que pudesse dar alguma pista sólida Cross voltou para a sala, onde Astrid o chamava para escutar o que a mulher, que agora parecia estar melhor, tinha para falar. A mulher informava seu nome e o nome da vítima, mas fora isso não parecia saber de mais nada. Logo Judith voltava a chorar, o que impediu Cross de fazer mais perguntas. Sem poder continuar, Cross acabou por perceber Axel, que parecia estar pouco confortável naquela situação, - Porque você não leva a Judith para outro lugar e tenta acalmá-la? - diria em um tom baixo, se aproximando do rapaz, - Parece que vocês dois fariam bom uso de um lugar mais tranquilo... - concluiria, dando um pequeno tapa no ombro de Axel tentando animá-lo, e então voltando para o lado de Astrid.

Astrid informava a Cross as notícias recebidas enquanto o mesmo procurava por pistas, bem como as informações que havia juntado com o encontrado na cena do crime. A garota, que outrora se mostrava rebelde e arrogante, agora estava séria e extremamente profissional, causando até mesmo uma pequena surpresa a Cross, que a escutava cuidadosamente até o fim. Além de tudo, Astrid também sabia de onde a roupa da vítima vinha e definia o próximo local de investigação: uma taberna. "Quando o assunto é sério ela realmente parece ser alguém confiável...", pensaria Cross, diante desta nova "face" que Astrid mostrava, - Ah... pelo que pude notar o ferimento vem de uma arma curta, em princípio uma adaga... - diria assim que Astrid terminasse sua fala.

Assim que estivessem pronto, seguiria Astrid até a taberna, - Aquilo que Elizabeth tentou escrever... alguma ideia do que possa significar? - perguntaria no caminho, esfregando sua barba e pensando sobre tudo que havia acontecido, - Assassinato a sangue frio contra uma simples empregada? Não consigo ver o sentido nisso... - diria em um tom baixo, mais para si do que para Astrid.

Assim que chegassem na taberna daria uma rápida olhada nas pessoas que estavam presentes, principalmente os funcionários, tentando encontrar alguma das mulheres que havia visto na foto. Caso encontrasse uma delas iria tentar conversar com ela discretamente, em um lugar afastado de algum cliente que pudesse estar no local, - Yo, me chamo Cross Hornigold, preciso fazer algumas perguntar... - diria assim não houvesse estranhos para escutar, - Você conhece a Elizabeth? Loira, olhos azuis... acredito que ela trabalhe aqui... - perguntaria, esperando por uma confirmação e tentado identificar um possível sinal de mentira, - Você notou algo de estranho nela nos últimos dias? Talvez alguma discussão com alguém ou um comportamento fora do comum? - continuaria, seguindo para o fim, - E também, você esteve aqui o dia todo...? - Cross faria estas perguntas a todas empregadas que estavam na foto, caso houvesse mais de uma ali, também as faria ao dono da taberna se o mesmo se encontrasse. Caso alguém lhe perguntasse o motivo das perguntas diria o que havia acontecido, mas somente após terminá-las, não queria que acontecesse igual foi com a Judith.

- Há algum lugar para guardar os pertences de vocês aqui? - perguntaria a qualquer funcionário da taberna, não se limitando apenas aqueles que pudessem conhecer Elizabeth ou não. Caso a resposta fosse positiva, chamaria Astrid para que fossem tentar olhar o que havia entre as coisas guardadas de Elizabeth, na tentativa de encontrar algo que pudesse servir como pista.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptySeg 12 Mar 2018, 17:29

~Narração~



A cena do crime se desenrolava, enquanto Cross pedia para Axel se retirar junto com a testemunha, este que então agradecia, Astrid vinha para juntar as informações, os dois agora estavam encarregados da missão, e seu próximo destino era o local de trabalho da vítima. Astrid conhecia o caminho, e portanto guiava na frente, a situação estava meio pesada, e clima frio não ajudava nem um pouco, Hornigold até tentou puxar alguns pensamentos, em especial sobre o que Elizabeth tentara escrever. - Se fosse para dar um palpite… - Dizia a loira parando um momento para pensar. - Provavelmente um nome. Ela conhecia o assassino, e tentou nos revelar quem foi. - O silêncio pairava por um instante. - Memorize bem aquela escrita… Pode vir a ajudar. -

Ficar naquela casa tomou um bom tempo, assim como a caminhada até a taberna, quando a dupla se soldados chegou ao local já era próximo ao meio-dia, pico do movimento local, “Pure-Pure-Pleiades”, era o que apontava a placa, aparentemente um bar temático. Ao adentrar o local era possível ver um ambiente como qualquer outro, paredes de madeira, vigas do mesmo material sustentando o teto, mesas de cadeiras distribuídas ao mesmo tempo em que as pessoas bebiam, cantavam e dançavam, um clima típico de festa. O único diferencial eram as atendentes, que se vestiam como empregadas domésticas. - Um lugar de esquisitões. - Dizia Astrid apenas para que Cross pudesse ouvir. - Os homens vêm aqui para acalmar seus fetiches nojentos. As atendentes são assediadas o tempo todo. - Neste momento os dois soldados podiam ver homens lançando olhares e alguns mais ousados até mesmo levantavam as saias das garotas. - O dono aparentemente conhece o capitão do Qg então a Marinha faz vista grossa pra esse lugar. - Ela então cuspia no chão. - Isso aqui me enoja. -

Os dois começavam então a investigação, quem lhes atendia era uma garota baixinha de cabelos ruivos terminados em tranças, parecia alegre o tempo todo, era extremamente desastrada e nem mesmo notava que o “vento” que levantava sua saia era os homens, e assim como Elizabeth, vestia uma roupa de empregada. - Olá eu sou Lyly… Em que posso servi-los? - A garota fazia uma breve reverência e os tratava com cortesia, achava que os dois fossem clientes, só percebera o contrário quando Cross começou a fazer suas perguntas.

- Elizabeth? Sim , ela trabalha aqui… Por que? - O rapaz continuava a fazer suas perguntas sem cessar. - Estranha?... Hmmmm… Sim, ela parecia preocupada com algo, problemas com um ex-namorado eu acho? Não tenho certeza, mas ela tem agido estranho, devia estar trabalhando hoje, Agora tenho serviço dobrado porque ela faltou. - A menina franzia as sobrancelhas dando uma pausa antes de continuar. - Aconteceu alguma coisa? - Astrid então interrompia o diálogo para garantir que a informante continuasse útil. - Na verdade ela desapareceu, estamos investigando o caso. - Demonstrando um pouco de preocupação a garota que os atendia pensava um pouco antes de lhe passar uma última informação importante. - Vocês deviam perguntar a Mary, ela é a melhor amiga da Liz, sabem tudo uma da outra, se quiserem voltar amanhã é o turno dela. -

Hornigold e Astrid partiam então para a próxima pessoa, esta que por sua vez parecia ser a supervisora da taberna, não conseguiu se lembrar de informações relevantes, mas permitiu que os marinheiros acessassem o vestiario das funcionarias e que mexessem no armário de Elizabeth. O que encontravam lá não era muito satisfatório a princípio, mas após revirar um pouco as coisas puderam encontrar um diário e uma foto, esta que por sua vez estava rasgada, apenas Elizabeth aparecia na foto, no local em que estava partida ainda era possível ver a forma de um homem, parecia um pouco distante da mulher que morrera, e a única coisa nítida era algum tipo de tecido vermelho. O diário por sua vez, estava nas mãos de Astrid, ela o olhava franzindo o cenho enquanto folheava as páginas. - Merda… Ela escrevia em código. A única coisa que dá pra entender por agora é esse nome. - Ela então mostrava o caderno para Cross. “Gatz” Era o que estava escrito.

- Se me der um tempo posso conseguir decifrar... - Dizia Astrid pensativa. - Vamos voltar pro Qg, eu decifro isso durante a tarde e amanhã voltamos aqui para falar com a tal de Mary. - Ela então olhava normalmente para Cross. - A menos que tenha uma idéia melhor. -
Astrid:
 
Atendente:
 
Supervisora:
 
Pure-Pure-Pleiades:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptySeg 12 Mar 2018, 20:17




Os dois soldados haviam levado algum tempo na cena do crime, bem como na caminhada até a taberna, de modo que somente chegaram ao local próximo do meio dia. A taberna se chamava Pure-Pure-Pleiades, um local com o qual Cross não estava familiarizado. O local em si era bem comum e não aparentava ser nada especial, mas as atendentes com roupas de empregadas, assim como a de Elizabeth, tornavam o ambiente animado, talvez até demais. Astrid parecia já conhecer o lugar e claramente havia repulsa do mesmo, mencionando uma possível conexão entre o dono e o Capitão do QG, "Me pergunto como ela sabe dessas coisas...".

Logo os dois eram atendidos por uma mulher baixa e de longos cabelos vermelhos chamada Lyly, que apesar de ser bastante desastrada e distraída, acabou se provando uma boa fonte de informações. Conforme Cross realizava suas perguntas, Lyly revelava que Elizabeth estava agindo como se estivesse bastante preocupada e de modo estranho, possivelmente por conta de um ex-namorado. Por fim dizia aos dois que falassem com Mary, a melhor amiga da vítima, informando que a mesma estaria trabalhando no turno do dia seguinte.

Terminada a conversa com a Lyly, da qual Astrid preferiu omitir o real motivo de estarem investigando Elizabeth, os dois foram conversar com a próxima pessoa, que pelo jeito era a supervisora da taberna. A supervisora, por sua vez, não compartilhou nada que pudesse ajudar na investigação, mas concedeu acesso ao armário pertencente a Elizabeth, para que procurassem por alguma pista. A primeira vista não parecia haver nada de útil guardado, mas após alguns momentos mexendo nos pertences puderam encontrar um diário e uma foto que havia sido rasgada ao meio, de modo que apenas Elizabeth pudesse ser vista, "Hmm... provavelmente o ex-namorado...", pensava Cross, enquanto observava a foto. Já o diário não revelava nada de útil, ao menos por enquanto, uma vez que tudo estava escrito em código, sendo a única coisa legível um nome: "Gatz".

Com as informações adquiridas Astrid sugeria voltar para o QG, onde conseguiria decifrar o que estava escrito no diário da vítima, para que então voltassem no próximo dia para falar com a Mary, - Hmm... não vejo problema nisso... mas, se você consegue decifrar ainda hoje a tarde, não há como pesquisar no QG onde ela mora e então ir falar com ela hoje mesmo? - comentaria pensando se realmente seria possível fazer isso - Quanto mais tempo o culpado ficar solto, mais difícil vai ser capturá-lo... - concluiria, imaginando se o culpado tentaria escapar ou se estava confiante a ponto de seguir sua rotina normal.

Assim, voltaria para o QG junto de Astrid para que a mesma decifra-se o diário. Enquanto sua atual parceira estivesse trabalhando para quebrar o código, Cross tentaria perguntar para algum superior se seria possível descobrir onde a Mary morava. Embora não soubesse o sobrenome dela, sabia o local de trabalho, o que já poderia servir para alguma coisa. Caso fosse possível, tentaria encontrar o endereço de Mary, pedindo ajuda de outro marine se fosse necessário. Neste caso, aproveitaria para procurar nos registros pelo nome Gatz, tentando encontrar algo de útil, "Não deve haver nada... mas vale a pena tentar...".

Caso não fosse possível, iria para o refeitório almoçar, onde comeria algo leve - ainda que possa ser muito para os outros - e não beberia álcool, para o caso de precisar sair de novo a serviço. Tentaria encontrar Axel e ver como o mesmo estava, lembrando que na casa o rapaz parecia ter ficado um pouco abalado. Se encontrasse os outros calouros perguntaria como estava sendo o primeiro dia de marine deles.

Caso não houvesse mais nada para fazer, iria para seu dormitório descansar até que Astrid ou outro marine fosse lhe chamar.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyTer 13 Mar 2018, 01:30

~Narração~



Após analisarem a situação e ponderar algumas possibilidades Cross e Astrid resolveram retornar para o Qg e fazer algumas pesquisas, o homem demonstrou sua preocupação em buscar logo por Mary, e que o assassino poderia estar fugindo neste exato momento, mas sua parceira por outro lado parecia tranquila quanto a isso. - Não acho que ela vá dar informações de suma importância. - Dizia a loira mostrando o diário de Elizabeth. - A verdadeira mina de ouro está aqui. Eu vou pedir revistas nas embarcações que forem zarpar, o assassino deve ter um tamanho médio entre dezoito e trinta anos com um nome iniciado em A, isso deve bastar de descrição. - Era incrível como Astrid conseguia deduzir tudo aqui com apenas uma foto e a cena do crime. - Eu até te explicaria o porquê, mas vamos deixar esse aborrecimento para mais tarde. - Pelo visto sua arrogância ainda não havia cessado, mas era aparentemente algo natural, que Astrid fazia sem nem ao menos perceber. - E outra… Como omitimos o caso ninguém ainda sabe que descobrimos o corpo, o assassino pode estar sondando por aí se remoendo por dentro ou escolhendo uma próxima vítima. -

Os dois não tardaram muito para voltar ao Qg, quem sabe a conversa tenha diminuído um pouco essa demora. Uma vez lá seus caminhos se dividiram, enquanto Astrid se dirigia para seu quarto decifrar o diário, Cross partia para uma rápida coleta de informações. - Eu te encontro no refeitório mais tarde. - Dizia a loira antes de se separar de vez. O espadachim decidiu então se dirigir a sessão de arquivos, e Maxwell estava lá para ajudá-lo, o rapaz era realmente um faz tudo. - Hmm… Impossível, nós não temos muitos dados sobre os cidadãos, e muito menos com aqueles envolvidos com a Pleiades… Sinto muito novato. - A notícia era até mesmo desanimadora, mas ao contrário do que o esperado, o nome “Gatz” trouxe algo de interessante.

- Você disse Gatz? - O marinheiro parecia surpreso com a pergunta de Cross. - Como assim não o conhece? Gatz foi um famoso revolucionário, ele já se infiltrou no submundo e libertou dezenas de escravos, isso já faz alguns anos, e não se tem mais notícias dele. - Apesar de ser uma informação notável Maxwell nem se importava, ele na verdade mal olhava aos olhos de Cross quando falava com o mesmo enquanto se entretinha em seu jornal.

Indo então pensativo ou refeitório Cross sentava em sua mesa habitual junto de Obryan de Axel, este último parecia bem agora, como se nada tivesse acontecido, e até perguntava como ia o caso enquanto que Obryan contava animado sua missão apreensão à piratas ao lado do Sargento Riggs. Cross no entanto parecia pensativo naquela noite, e se perdia em grande parte da história. O horário de janta havia acabado e os marinheiros começaram a se dirigir aos dormitórios, e este seria o caso de Hornigold se Astrid não chegasse naquele momento para passar-lhe as informações. - Não consegui decifrar tudo ainda, mas parece que Elizabeth não tinha medo apenas do homem que a perseguia, ela aparentemente estava presa à taberna de alguma forma, temia por sua vida praticamente todos os dias. Esse tal de Gatz ia ajudar ela a escapar da ilha… Pelo visto não conseguiu a tempo. -

Um silêncio era tomado no local então, só quem restava no ambiente eram Cross, Astrid e uma garota que parecia concentrada em alguma tarefa na mesa ao lado. A loira esperava por alguma consideração de Hornigold, e por fim se despedia. - Certo, estou indo dormir. Amanhã investigamos essa tal de Mary. - Ela então se retirava de lá, sobrando apenas Cross, a menina ao lado usava óculos e tinha cabelos castanhos, sua roupa no entanto era da Marinha. - O que acha? - Perguntou ela. E ao perceber que o homem não a havia reconhecido ela tirava seu acessório e peruca e se revelava como Belle Ann. - Estou fazendo algumas fantasias, gostaria que as veteranas parassem de me adular um pouco então estou me disfarçando. O que achou? - Sua voz era doce e serena, nem parecia ter a ferocidade que demonstrara mirando uma arma, ao seu lado haviam variedades de tecidos, acessórios, perucas e até mesmo maquiagem, a garota apenas olhava para Cross esperando alguma opinião do mesmo.
Astrid:
 
Maxwell:
 
Axel Ross:
 
Obryan:
 
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyTer 13 Mar 2018, 10:58




Astrid não parecia esperar muito do que Mary poderia compartilhar, mas estava confiante acerca do conteúdo contido no diário de Elizabeth. Também demonstrava ter tudo planejado sobre o que deveriam fazer com o caso, até mesmo deduzindo a aparência do suspeito, realmente parecia ser bem experiente no assunto, se Cross não tivesse feito o alistamento com ela, jamais imaginaria que havia acabado de entrar na Marinha.

Já no QG Cross seguia para a sessão de arquivos, tentando encontrar algumas informações enquanto Astrid cuidava do diário. Já nos arquivos acabou por encontrar Maxwell, o homem que parecia trabalhar em todos os lugares ao mesmo tempo, "Imagino se ele tem tempo para descansar...", pensava Cross, curioso com a presença do homem. A busca por informações de Mary não eram muito produtivas, e novamente a taberna parecia ser um tabu, mas quando Cross mencionou Gatz o rapaz que lhe ajudava demonstrou ter algo a compartilhar, "Um revolucionário que libertava escravos... este caso está cada vez mais estranho...", ponderava enquanto terminava suas pesquisas e ia para o refeitório.

No refeitório se juntava com seus colegas habituais, percebendo que Axel estava melhor do que a última vez que o vira, este que lhe perguntava sobre o caso, - Esta cada vez mais misterioso... - respondia, um tanto absorto em seus pensamentos enquanto revisava tudo que haviam descoberto até o momento, acabando por não prestar muita atenção na história de Obryan. Quando todos já estavam se retirando Astrid finalmente apareceu, desta vez com informações muito mais do que úteis, embora ainda não houvesse terminado de decifrar o diário. - Essa taberna de novo... acho que esta na hora de parar com a vista grossa, goste o Capitão ou não... - comentava em um tom baixo à Astrid - E esse Gatz é um revolucionário famoso... talvez você já saiba, mas ele ajudou a libertar escravos alguns anos atrás... - falava por fim.

Após a conversa dos dois Astrid se retirava para ir dormir. Cross permanecia mais um pouco no refeitório, observando uma menina que não lembrava de já ter visto no QG ainda, que após alguns instantes se revelou como Belle Ann. A garota estava se disfarçando para que evitasse a atenção das veteranas, - Ohh, ficou muito bom... sabe, isso pode ser bem útil... se não tiver problema, eu poderia aprender um pouco com você? - responderia a garota, um pouco surpreso por não ter nem desconfiado que ela estava disfarçada.


Início da aula de Disfarce


To Be Continued...


Fim da aula de Disfarce


Cross havia levado algumas horas até terminar sua aula com Belle, de modo que estava cansado não só fisicamente como mentalmente, "Acho melhor ir dormir de uma vez, acho que amanhã o dia vai ser cheio... ". Assim, Cross retornaria para seu dormitório para finalmente dormir, - Boa noite Ann... - diria antes de sair do refeitório e ir para seu quarto.

No quarto tentaria fazer o menor barulho possível, para que não incomodasse aqueles que já estivessem dormindo, se deitando em sua cama e esperando que não houvesse problemas naquela noite.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyTer 13 Mar 2018, 23:01

~Narração~



Cross ficava umas boas horas aprendendo a técnica do disfarce, o assunto interessava o rapaz, e isso auxiliava em sua aprendizagem, Ann, parecia uma perita no assunto, seu jeito gentil e meigo abrangia uma paciência até mesmo para a fala pausada de Hornigold. O marinheiro nunca havia tido um tempo com a garota, mas após essas poucas horas se tornou evidente o porquê de ela ser tão amada pelos outros. - Até outra hora. - Era resposta de Ann para a despedida de Cross, e enquanto o homem se dirigia ao seu dormitório a garota parecia querer permanecer ali mais uns instantes, mexendo em seus materiais.

Chegando no dormitório a mesma cena da noite anterior se repetia, Obryan enrolado nos lençóis roncava mais alto que os gritos do Sargento Riggs, enquanto que Axel, que não conseguia dormir, abria apenas um olho para ver quem chegara e depois o fechava novamente. Cross então deitava em sua cama esperando ter um sono tranquilo para o dia cheio de amanhã, mas mal sabia ele que o simples ato de repousar poderia ser sua ruína.

O sonambulismo atacava novamente, e o homem parecia agora acordar em um lugar que já não era mais o Qg, Cross se encontrava em uma sala escura, o dia já aparentava ter amanhecido, mas as cortinas bloqueavam os raios de sol, assim como a casa de Elizabeth, o lugar no qual o marinheiro despertava era pequeno e com poucos móveis, uma única janela estava aberta, e ao canto, em cima de uma estante, se encontrava uma foto igual a que Cross achara no quarto de Liz, representando as funcionárias do Pleiades. Acordar em lugares diferentes da noite para o dia não era algo incomum para Hornigold, o problema no entanto, era a situação que ele se encontrava.

Cross se via no centro da sala rodeado por algumas poltronas acolchoadas, ele estava ajoelhado, e em suas pernas, Lyly, morta da mesma forma que Elizabeth, seu sangue no entanto se encontrava espalhado pelo local, e uma luta parecia ter sido encenada com móveis cortados e derrubados, e como se o dia já não tivesse começado ruim o bastante Cross podia ouvir ao longe alguns passos que se aproximavam, subitamente a porta caía, era Astrid a abrindo com tudo, a loira parava em choque ao observar a cena que ali se encontravam, outros marinheiros no entanto adentrava o local e se preparavam para a apreensão. Hornigold tinha duas alternativas, se entregar e explicar o mal entendido, ou fugir, e provar sua inocência.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyQua 14 Mar 2018, 00:28




Cross ia dormir esperando que pudesse repousar bem e acordar descansado para o próximo dia de trabalho, mas o sono lhe trazia mais do que apenas o descanso esperado. O homem acordava em um local totalmente estranho, mas que de algum modo lhe trazia a sensação de já ter visto. O ambiente estava escuro, mas pôde perceber que o cômodo se parecia com aquele onde haviam encontrado Elizabeth, na verdade, havia até mesmo uma foto igual a encontrada na casa dela, "Ohh... onde eu vim parar dessa vez...", pensou enquanto olhava em sua volta.

Momentos após despertar, finalmente começou a ter noção da situação que estava. Percebia estar ajoelhado em meio a algumas poltronas, e não estava só, Lyly jazia em suas pernas, morta da mesma forma que Elizabeth. Olhava pelo cômodo, na tentativa de entender o que havia acontecido, notando claros sinais de lutas na sala e, consequentemente, olhando para si procurando por algum machucado, "Hmm... acho que sei o que aconteceu... mas esta situação não é nada boa..." pensava rapidamente, com uma calma que desafiava até mesmo o bom senso, logo sendo surpreendido pelo barulho de passos que se aproximavam cada vez mais.

Astrid era a primeira a irromper pela porta da casa, parecendo se chocar com a cena, o que era compreensível, sendo seguida por outros marinheiros que entravam logo após, - Yo... é meio clichê, mas eu posso explicar... eu acho... - falaria para Astrid, levantando as mãos na altura dos ombros, como sinal de que não faria nada, - Quando acordei já estava aqui, na verdade sou sonâmbulo... imagino que o Axel possa confirmar... - continuaria, mesmo que os marines estivessem lhe imobilizando.

Faria tudo que lhe pedissem para fazer, mas continuaria sua explicação, - Olhem o estado da sala... não combina com o ferimento que causou a morte dela... - diria, esperando que conseguissem entender seu raciocínio - As vezes quando estou sonâmbulo eu repito o que fiz durante o dia... ontem Axel me encontrou reencenando minha luta com o Sargento Riggs... - continuaria com sua fala lenta e pausada costumeira - Imagino que dessa vez acabei repetindo a patrulha e vindo parar aqui, onde devo ter encontrado o culpado pela morte da Elizabeth, e agora da Lyly, no meio do assassinato e tentei impedi-lo, obviamente sem sucesso... quando acordei estava ajoelhado, do mesmo jeito que me encontraram, e o resto vocês já sabem... - terminava sua explicação, imaginando se realmente tinha razão.

Sem nada que pudesse fazer, faria o que lhe fosse ordenado, repetindo a história para quem fosse necessário, se fosse necessário.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyQui 15 Mar 2018, 00:10

~Narração~



A cena que se seguia era um tanto quanto inconveniente, Cross tentava explicar a situação para Astris que até parecia disposta a ouvir o jovem, mas o mesmo não podia ser dito dos outros marinheiros, que desmaiavam Hornigold com um golpe na nuca antes que o mesmo conseguisse explicar lentamente a situação. O jovem acordava em uma cela de prisão, seu cômodo era composto apenas por uma cama sem acolchoamento e um sanitário, um relógio estava na parede além das grades e marcava por volta das 9:40, Riggs observava o jovem soldado do lado de fora, Obryan, que acompanhava o homem apenas permanecia cabisbaixo, enquanto Maxwell, que aparentemente havia sido designado para a guarda se distraía em seu jornal.

- Você causou uma confusão e tanto não é rapaz? - Dizia o sargento pela primeira vez em um tom baixo. - Dois corpos em duas noites… Se saísse impune daqui, haveria um terceiro amanhã também? - Cross permanecia extremamente calmo perante a situação, explicando cada detalhe de suas justificativas enquanto Riggs escutava pacientemente. - É muito conveniente não acha? Imitar a patrulha e aparecer em um apartamento que nunca esteve antes? E isso logo depois de perguntar ao Maxwell aqui o endereço de uma moça? - O soldado apenas escondia seu rosto por trás do jornal. - Mary estou certo? Seria sua próxima vítima? E por que todas serventes do Pleiades?- O sargento então se aproximava das grades. - Sim… o soldado Axel confirmou seu caso de sonambulismo, mas quem garante que você não mata dormindo. Sinto muito garoto, vai ficar aqui até que tudo se resolva, e até lá… Será o suspeito principal. - O marinheiro então se retirava do local acompanhado de Obryan, que nem mesmo olhava para Cross.

Algumas horas se passavam e o relógio já marcava 11:30, uma confusão era ouvida do lado de fora e Cross podia ver o pobre soldado Maxwell sendo jogado ao chão, era Obryan, que vinha ao resgate, o jovem trazia consigo as duas espadas de Hornigold e sua capa, entregando ao mesmo logo antes de abrir a cela. - Escute Cross, você tem que sair daqui. - O jovem falava apressado e com medo do que podia acontecer se eles perdurassem ali por mais tempo. - Eu não acredito que você tenha feito aquela coisa horrível, os superiores por outro lado já te consideram culpado, todas as evidências te apontam como culpado, e o Capitão Vick não parece nada contente de as vítimas terem sido funcionárias daquele bar. - Cross estava livre para ir se assim desejasse, e enquanto falava Obryan arrastava Maxwell para a cela na tentativa de não levantar suspeitas. - Se não quiser ser preso vai ter que provar sua inocência e achar o verdadeiro assassino o quanto antes. - Cross agora se via em outra oportunidade de escolha, mas agora isso tudo não envolvia apenas ele, mas também Obryan, que acabara de arriscar a carreira que tanto trabalhou para conseguir.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 3 EmptyQui 15 Mar 2018, 10:51




A situação era complicada e Cross tentava se explicar, mas mesmo que Astrid se mostrasse inclinada a escutar, os outros marinheiros não compartilhavam desta ideia e logo o nocauteavam. Depois de ser nocauteado o homem finalmente acordava e se via em uma cela de prisão. Sargento Riggs já o observava do lado de fora da cela, junto de Obryan, e logo começou a falar com Cross, que tentava explicar toda a situação para o seu superior, mas logo percebia que isto não serviria para nada, - Enquanto vocês suspeitam de mim, outras pessoas podem estar em perigo... - comentava por fim, enquanto Riggs se retirava do local.

Não havia nada que pudesse fazer, então permanecia deitado por um bom tempo, as vezes tentando ler algo que estivesse escrito no jornal que Maxwell estivesse lendo e então se deitando novamente. Após algumas horas parecia ser dado inicio a uma confusão no QG e logo Obryan aparecia e jogava Maxwell no chão. O rapaz carregava as katanas de Cross, bem como seu casaco, e rapidamente o soltava da cela. Obryan lhe explicava o que estava acontecendo com o caso e como os superiores já haviam decido pela culpa de Cross, - Ohh... acredito que não tenha escolha então... obrigado por fazer isso... - diria, diante das novas informações, "Se eu não fizer nada Obryan vai ficar com mais problemas que eu..." pensaria por fim, vestindo seu casaco e prendendo suas katanas no lado esquerdo da cintura.

- Se vamos fazer isso, é melhor evitar lutar com alguém... afinal, ainda somos marines... - diria assim que estivessem pronto para sair - Já passa das 11:30, então todos devem estar indo ou já estão almoçando no refeitório... precisamos evitar chegar muito perto... mas você deve saber melhor que eu como esta o movimento, então vá na frente... - falaria antes que começassem sua fuga do QG.

Tentaria evitar ser visto por qualquer um, pois não queria ter que entrar em combate contra outro colega marinheiro, sempre cuidando quando estivesse na borda de um corredor e prestando o máximo de atenção que conseguisse para sons de passos e pessoas se aproximando, de modo a evitar que cruzassem caminhos, e avisando Obryan se fosse o caso.

- Não acredito que tenha sido coincidência a segunda vítima ter sido a mesma mulher que nos ajudou com a investigação... e se for o caso, de algum modo o culpado soube do que aconteceu quando Astrid e eu fomos na taberna... - diria caso conseguissem sair sem problemas do QG, - Acho que devemos investigar com mais cuidado o que acontece na Pleiades... imagino que o assassino só vá fazer seu próximo movimento quando a noite cair... - falaria sem muitas ideias de por onde começas, "A casa da Lyly deve ser um beco sem saída... a marinha deve ter cuidado de tudo já..." pensava enquanto tentava encontrar outras pistas a serem seguidas, - Você tem mais alguma ideia do que fazer? Imagino que tenha ouvido algo enquanto acompanhava o Sargento Riggs... - diria por fim, imaginando se havia algo mais que pudesse ajudá-los a sair daquela situação.





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