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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Um começo forçado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

Relembrando a primeira mensagem :

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyDom 04 Mar 2018, 23:31




Cross era um espadachim e, como tal, usava uma katana. Mesmo assim, podia ser dito que o tiro havia saído pela culatra. Não só havia errado todos os seus golpes, como não havia desviado de nenhum golpe do Sargento. Não havia subestimado o Sargento, mas sem dúvidas havia calculado errado a distância entre a força dele e a sua, e agora estava pagando por seu erro. Se houvesse um lado positivo em tudo isso, pelo menos agora conseguia ter o mínimo de noção sobre o estilo de luta de seu adversário.

Seu corpo estava dolorido dos golpes sofridos e um pouco de tosse parecia ser inevitável enquanto tentava respirar normalmente, mas mesmo assim tentava se levantar e retomar suas forças. Ao fundo podia ouvir Astrid soltando algumas risadas e Obryan palavras de motivações. Ao se levantar, pegaria a katana de sua cintura desembainhando-a e olhando para Obryan com um breve sorriso e fazendo um rápido aceno com sua cabeça para o mesmo.

Focando-se novamente no Sargento, Cross tomava a mesma posição de quando tentou sua estocada, com as pernas flexionadas e seu centro de gravidade mais baixo, e sua espada no sentido contrário ao Sargento. Tomaria alguns segundos, respirando fundo e devagar, calmamente observando seu adversário. Rapidamente iniciaria uma investida em direção ao Sargento e, assim como quando desferiu sua estocada, subidamente pararia ao se aproximar o suficiente para seu golpe. Desta vez, porém, não se manteria na frente do Sargento, mas em uma posição levemente na diagonal em relação ao mesmo, na intenção de desferir um golpe em movimento circular na altura do tórax do Sargento, parecido aos movimentos de Obryan com seu bastão. Não intencionava cortá-lo como das outras vezes, mas sim atravessá-lo por completo (ex: rebatida de baseball). Caso algum golpe viesse em sua direção, Cross tentaria se esquivar, se viesse um soco tentaria desviar para os lados, ou para trás caso fosse gancho/cruzado, se fosse algum chute utilizaria sua espada com a lamina para fora para tentar bloquear, de modo que ao pará-lo também o cortasse, se de algum modo fosse acertado tentaria encaixar uma estocada rápida enquanto o Sargento o golpeasse.

Continuando seu ataque, se posicionaria de frente para o Sargento, segurando sua katana à frente de seu corpo e na mesma altura da visão do Sargento, utilizando esta técnica básica de espadachim que servia para tornar mais difícil de se identificar o comprimento exato da espada [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Assim, avançava lentamente na direção do Sargento e quando estivesse razoavelmente próximo realizaria um rápido salto na direção do mesmo, levantando sua katana ao alto e realizando um corte na vertical ao mesmo tempo que arqueia seu corpo para baixo, utilizando toda a força do mesmo como se pretendesse partir o Sargento ao meio. Caso sua katana fosse parada com a mesma técnica que havia sido utilizada anteriormente, tentaria sacar o mais rápido possível a bainha de sua cintura e a utilizaria para realizar uma estocada com toda sua força no abdômen do Sargento, imitando o golpe que havia tomado há instantes atrás. Se Riggs fosse lhe golpear com socos tentaria se esquivar  para trás, tomando distância, se tentasse utilizar as pernas Cross usaria a bainha para bloquear o chute e, com a outra mão, utilizaria a espada para cortar, ou mesmo perfurar, a perna do mesmo, logo após tomando distância novamente.

Como último ataque, agora mantinha a bainha na sua mão esquerda e a katana na direita. Iniciaria uma corrida direto na direção do sargento, segurando ambas as "armas" no lado esquerdo do corpo, uma paralela a outra, com o corpo na mesma posição de quando tentou realizar o saque rápido. Desta vez, porém, utilizaria a bainha para realizar uma estocada, esperando até o último momento para fazê-la, de modo a não mostrar qual das mãos usaria primeiro. Esperando que o golpe fosse bloqueado, aproveitaria para imitar o saque rápido que havia falhado na primeira vez, realizando um golpe na horizontal no abdômen do Sargento da esquerda para a direita. Caso não desse certo a sua estocada, daria um passo para trás tentando evitar um possível contra-ataque e ao mesmo tempo efetuaria um corte na diagonal, também da esquerda para a direita e de baixo para cima. Se sentisse que um golpe fosse iminente utilizaria tanto a bainha quanta a katana para bloqueá-lo enquanto tentasse recuar um pouco para sair do campo de alcance do Sargento.





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Última edição por War em Sex 09 Mar 2018, 19:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptySeg 05 Mar 2018, 16:14

~Narração~



O rapaz se levantava um pouco ofegante, e por mais que tivesse acabado de apanhar seu olhar transmitia confiança para aqueles que por ele torciam. Cross tomou a mesmo posição inicial de antes e partiu para cima do sargento que parecia um pouco entediado pelo uso da mesma técnica, mas se surpreendeu ao perceber que a estratégia era outra, Hornigold agora tomava uma posição à diagonal do sargento, este que em meio a surpresa finalmente armava uma posição de luta com uma base mais firme e punhos centrados em sua cintura, o golpe do espadachim já não era mais centrado em técnica, mas sim em força bruta, um corte rápido e diagonal que com certeza mataria se Riggs não tivesse se abaixado a tempo de fazer apenas um novo corte de cabelo.

A luta se acentuava, e aproveitando a brecha na guarda de Cross, Riggs desferiu um cruzado de esquerda novamente na barriga do rapaz, este que por vez não fraquejou e virava sua lâmina para aplicar uma estocada de costas no marinheiro, o fio da espada passou de raspão no rosto de Riggs, e o golpe repentino o fazia recuar alguns passos, Hornigold aproveitava a brecha de tempo para tomar uma nova postura de combate, pela primeira vez a luta parecia equilibrada. O espadachim realizava um salto para atacar verticalmente, mas Riggs era mais rápido, e se aproveitando da falta de base de Hornigold desferiu um lariat na perna de Cross levando-o ao chão imediatamente.

Mas Cross não havia desistido ainda, o homem pegava sua bainha e a preparava lado a lado com a katana em uma última investida, Riggs, que sabia que precisava levar o garoto a sério se preparava para o ataque tentando decifrar o plano do jovem. Ao se aproximar o suficiente Cross desferiu uma estocada com a bainha de sua arma, esta que Riggs segurou facilmente e ainda a usou como defesa contra o segundo ataque de Hornigold, que visava um rápido corte horizontal. O choque entre os lutadores causava uma breve pausa, mas o espadachim não perdia tempo, ele dava um passo para trás e usando de seu longo alcance junto a um breve momento de guarda baixa do sargento desferia um golpe exatamente igual ao que demonstrou no treinamento, o primeiro, horizontal, conseguia pegar pela extensão do peitoral do marinheiro, e por mais que não fosse muito profundo começava a sangrar, já o segundo, vertical, era bloqueado por Riggs que ainda usava da bainha de Cross para se defender, um sorriso de satisfação se abria no rosto do marinheiro, e este usava do embate de força para empurrar Cross alguns passos para trás. - Muito bem Hornigold! - A luta parecia ter encerrado, todos ali tinham visto do que o jovem era capaz, Riggs, agora com um indício de respiração acelerada e um pouco de sangue caindo de seu peito jogava a bainha para o espadachim e por fim finalizava. - Eu já vi o bastante… Pode voltar para a formação! -

Todos os recrutas aparentavam impressionados pela luta, e alguns até mesmo felizes por terem que lutar com o sargento aparentemente “enfraquecido”, Astrid tinha uma cara de raiva e frustração, como se estivesse dizendo “Eu também conseguiria fazer o mesmo”, e sempre evitando contato visual com Cross. Obryan, por outro lado, demonstrava um misto de surpresa e felicidade. - Eu não acredito que você lutou tão bem contra o Sargento Riggs. - A comemoração não durou muito, pois logo o Marinheiro tornava a gritar. - OBRYAN!!!! - O garoto se assustava e rapidamente fazia uma posição de sentido. - É a sua vez, um passo a frente!! -

O sargento fazia a mesma pose de superior que mostrava no início da luta contra Cross, e por mais que seu peito estivesse em sangramento este parecia não de importar. Começada a luta todos podiam ver como o marinheiro era mais rigoroso bom o rapaz, seus golpes viam em maior frequência e força do que os antes desferidos contra Cross, ele realmente estava levando a sério, talvez por já ter uma história com o garoto, e sentia a necessidade de cobrá-lo mais. Apesar levar golpes e ser derrubado constantemente Obryan não desistia e sempre se levantava, seus golpes não tinham técnicas, eram simples rebatidas de taco com o máximo de força possível, e aquilo para o sargento não era nada. Alguns recrutas se sentiam mal em ver a cena, e Astrid ria da situação patética do garoto, mas Obyan parecia não se importar, ele simplesmente continuava levantando e avançando contra Riggs, seu vigor era implacável, e sua capacidade de ignorar ferimentos maior ainda, última troca foi um soco tão forte no rosto do rapaz que o fazia cuspir um dente, mas desta vez ele resistia, sobrepondo sua força de vontade contra o físico do sargento Obryan gritava enquanto conseguia desferir seu primeiro e último golpe na cabeça do marinheiro. O som de metal contra crânio ecoou pelo céu aberto e Riggs se ajoelhava devido ao impacto, Obryan recuava de exaustão e se apoiava em seu bastão para não cair, após alguns segundos recobrando os sentidos o sargento se levantava lentamente com um sorriso no rosto e fazendo um sinal positivo com o polegar. - Muito bom Obryan! Agora pode voltar a formação. -

E assim o teste seguia, todos os participantes lutaram um a um contra o Sargento Riggs que aguentou firmemente até o final, a única exceção teria sido a menina de cabelos azuis, esta por usar armas de fogo e já ter se mostrado habilidosa o suficiente foi dispensada da segunda etapa. Uma vez que todos estavam um pouco descansados e de volta da formação o sargento tornava a falar. - Muito bem! A segunda fase de passou, mas para servir a Marinha não basta ser apenas forte, vocês tem que ter alguma utilidade! - Ele pegava as fichas de inscrição e analisava uma a uma. - É por isso que agora vocês vão ser designados para postos de trabalho. Esforcem-se, pois esta parte é muito importante. - Enquanto alguns como Obryan eram mandados limpar o QG e entregar mensagens, aqueles mais especializados recebiam funções de ofício, Astrid ía para o setor de comunicações, enquanto Cross era enviado para a forja.

Um superior aparecia diante do homem e o guiava até o local necessário. - Eu vi sua luta contra o sargento, nunca antes um novato o havia pressionado tanto. Eu sou Dean, aliás. - O rapaz tinha cabelos médios e claros, seu corpo, todo sujo de fuligem e graxa, características típicas de um ferreiro, algum tempo de caminhada e eles chegavam a sala de forja. - Um bom marinheiro deve ter uma boa arma, é por isso que eu estou aqui. - Dean começava a falar enquanto mostrava a sala para Cross. Tinha tudo que o recruta poderia a vir precisar, bigorna, martelo, fornalha, equipamentos de proteção,e matérias primas como ferro. - Por que você não faz algo para você? Aqui tem tudo que vai precisar, assim se não passar no teste pelo menos leva uma lembrança, ahahaha. - Dean soltava uma piada para descontrair e então continuava. - Bom, eu vou ficar ali te observando, qualquer coisa é só pedir. -
Sargento Riggs:
 
Astrid:
 
Obryan:
 
Garota de Cabelo Azul:
 
Dean:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptySeg 05 Mar 2018, 21:56




Desta vez os ataques de Cross haviam se mostrado mais efetivos. Nem tudo saía como o planejado, porem, o resultado era igualmente satisfatório. Com seu último golpe Cross havia não só atingido seu oponente como também encerrado a batalha, que apesar de ser um treino não lhe parecer ser nem um pouco menos real. O Sargento parecia satisfeito ee o mandava voltar para a formação, assim, Cross batia continência e voltava para seu lugar.

Já em formação Cross tinha a impressão de que o clima entre os recrutas havia melhorado, embora Astrid ainda não parecesse estar feliz. Obryan o recebia tanto alegre quanto surpreso, mas antes que pudessem conversar direito o Sargento logo o chamava para que fosse o próximo a enfrentá-lo, - Boa sorte e não desista, é só manter a calma - falava para o rapaz, como se fosse tão fácil para os outros como era para si. A luta entre os dois começava e logo Cross percebia que o ritmo era completamente diferente da sua. Parecia que os golpes sofridos por Obryan não fossem ter fim, mas mesmo assim o garoto não desistiu, até que finalmente conseguiu acertar um golpe em cheio no Sargento, fazendo o mesmo se ajoelhar "Há, já vi isso antes", pensava Cross entretido com a cena, e assim a luta dos dois também chegava ao fim.
- Yo, parabéns. A luta foi ótima. - comentaria assim que Obryan se aproximasse e seguiria observando as próximas lutas.

Com a segunda fase finalizada os recrutas eram redistribuídos para suas próximas funções, que seriam o terceiro teste. Obryan precisaria limpar o QG e ser mensageiro, "Ainda bem que não preciso limpar nada, se tivesse que usar uma vassoura normal provavelmente ia ficar com dor nas costas" pensava Cross enquanto passava as mãos nas costas, imaginando a situação. A sua função seria forjar uma arma, e assim surgia outro marinheiro para lhe dar orientações. Seu nome era Dean e ele trabalhava na forja da marinha, o que podia sua aparência entregava antes mesmo que ele falasse, assim andou com Cross até a forja e disse para que forjasse algo para si. Cross ouvia tudo sem falar nada, apenas sorrindo com a piada que Dean fazia no final. Com tudo pronto e dito, se preparava para a terceira fase e para começar o seu trabalho.


Começo da criação de arma e terceira fase do alistamento.


Antes de começar Cross retiraria seu casaco e sua camisa, procurando um lugar onde não houvesse risco de serem danificados, então colocaria um capacete para proteger a cabeça e luvas longas para que não queimasse as mãos e os braços, e então começaria o processo de forja. Primeiro pegaria o minério de ferro e o colocaria em um forno específico para a criação de aço, de modo que o aço escorresse através do carvão e formasse pedaços de Tamahagane. Em seguida, pegaria os pedaços frios de Tamahagane e os aqueceria na fornalha, de modo que pudessem ser martelados e achatados na birgona, fazendo com que as impurezas fossem expelidas ao serem liquidificadas devido a alta temperatura. Com todas as peças prontas, Cross as quebra ao meio para identificar qual será o Kawagane - aço com alto nível de carbono -, utilizado para formar o corpo da katana, e qual será o Shingane - aço com baixo nível de carbono -, utilizado como o coração da espada.

Separada as peças, Cross iniciaria então o tratamento do Kawagane, empilhando todas as peças com alto nível de carbono e as envolvendo com papel e argila molhada na volta, rapidamente levando-as ao forno até que fiquem em alta temperatura e possa realizar a consolidação de todas as peças em uma, então retiraria as peças do forno e, com um martelo e utilizando a bigorna como base, procederia ao tratamento do Kawagane, martelando e realizando novamente o processo de aquecimento até que tomasse a forma de uma única barra retangular. Após atingida a forma, Cross iniciaria o processo de "dobra" da barra, e para isso precisaria de ajuda, - Hey você, me da uma ajuda aqui, - Pedia ajuda para um homem que estava parado na forja, que embora meio contra vontade foi ajudá-lo. Assim, enquanto o homem segurava um martelo com ponta fina no meio da barra de aço, Cross martelava sobre a mesma para que a barra fosse se dividindo ao meio e então pudesse ser dobrada ao meio e então fundida novamente. Cross repetia este processo várias vezes, até que não houvesse mais impurezas e o aço houvesse se tornado solido. Com o tratamento do Kawagane pronto, Cross realizaria exatamente os mesmo métodos no tratamento do Shingane, que ao ser finalizado  seria aquecido novamente e moldado em uma forma retangular e fina, para que posteriormente seja inserida dentro do Kawagane.

Agora era a hora da criação do Tsukurikomi. Cross pegava o Kawagane que havia tratado anteriormente e, após o aquecer na fornalha, o moldaria em uma espécie de suporte para o Shingane. Para isso, achataria o Kawagane em uma placa de aço retangular larga, posteriormente a dobrando ao meio, deixando apenas uma pequena fenda para que possa encaixar o Shingane no meio, o que foi feito pelo homem que o ajudava. Feito isto, Cross reaquecia a peça de aço e o martelava na bigorna para que as duas peças se fundissem.

Cross já iniciava o processo conhecido como Sonobe, martelando e reaquecendo a barra de aço para alongar o pedaço de aço formado pela junção do Kawagane e do Shingane, tornando-a em uma longa barra de aço, que será utilizada para dar forma à katana. Com a barra na sua forma definida, Cross começava o processo chamado Hizukuri, onde começaria a dar a forma final da katana. Primeira realizava um corte vertical na ponta da barra de aço, formando assim a Kissaki - ponta da katana. Então, com um martelo começaria a moldar e definir as costas da espada, seguido pela formação da superfície de bloqueio e a lâmina da katana. Após definir a forma da katana, Cross fixava a katana com uma morsa, para que então utilizasse um raspador de aço reforçado para retirar as irregularidades do aço e dar a forma final da katana.

Agora Cross procederia para o último passo do tratamento da lâmina da Katana, chamado Tsuchioki. Com a lâmina pronta, Cross aplicava argila nas costas e na superfície de bloqueio da katana, sendo isto o que vai dar a linha temperada na lâmina da katana. Com a argila apicada Cross leva a katana à fornalha para que seja aquecida, movimentando a lâmina para frente e para trás imersa no carvão, retirando parte da argila. Após, retirava a katana da fornalha e a mergulhava diretamente em óleo, deixando-a então descansar enquanto o resto da argila saía naturalmente da lâmina.

Enquanto isso Cross aproveitava para conseguir uma Tsuba - guarda - e uma Tsuka - cabo - para sua katana. Como não pretendia criar nada customizado, pegava uma pronta e padrão das katanas da marinha, encaixando-as no cabo da katana e, por fim, iniciando o trabalho de costura e trançado de couro no cabo, utilizando um couro marrom que havia na forja, para dar tanto beleza quanto aderência à katana e finalizando a mesma. Agora bastava pegar uma bainha que servisse e tudo estaria pronto.

Agora Cross retirava os equipamentos de proteção e buscava novamente suas roupas, mantenho sua katana recém forjada na cintura, junto com a katana que havia guardado da segunda fase do alistamento.


Fim da criação de arma.


Cross vestiria apenas sua capa, não querendo sujar sua camisa e esperando até que houvesse se limpado para vesti-la novamente, mas caso alguém reclamasse a colocaria rapidamente, pois não queria arrumar problema à essa altura do alistamento.

Cross já podia sentir os músculos começando a doer um pouco, afinal não é pouca força que se utiliza durante todo o processo, mas já era algo que estava acostumado, considerando que passou boa parte de sua vida trabalhando em forja também.

- Yo, terminei. O que você acha? Ainda não dei um nome à ela... - Diria enquanto se aproxima de Dean, puxando a katana da cintura e entregando ao mesmo, esperando pela sua avaliação, bem como informações do que deveria fazer agora. Caso tivesse que ir em algum lugar seguiria direto para lá, considerando que o processo de forja era algo que consumia bastante tempo.




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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyTer 06 Mar 2018, 13:51

~Narração~



Uma vez no local do último teste Cross mostrava o que realmente sabe fazer, qualquer um pode lutar, mas fazer os instrumentos para que isso aconteça é um trabalho para poucos. O jovem conhecia cada passo da forja, desde o refinamento do metal até a técnica correta de modelagem e as composições exatas de uma arma, todo este tempo trabalhando como ferreiro não fora em vão, e Dean, que até auxiliava em pequenas partes parecia impressionado com com a maestria do novato. Uma vez passada algumas horas de trabalho Cross estava cansado e completamente sujo, ele entregava a katana que forjara ao seu superior para que o mesmo a avaliasse. - Sem nome é? - O marinheiro analisava a lâmina da katana, os detalhes temperados que formavam o fio, peso, resistência, cada detalhe, ele era realmente um perito. - É uma ótima espada. - Ele dizia com um sorriso satisfatório no rosto. - Acho que nem preciso dizer que já te considero aprovado… Agora quanto ao nome… - Ele tornava a olhar para a espada. - Uma katana sem nome é igual ao louco, é a mais forte, pois por não ser nada, pode virar qualquer coisa, entretanto também é a mais perigosa. Deixar sem nome algo que você trabalhou de corpo e alma, uma parte de você está aqui… É meio triste, não acha? - Dean devolvia a espada para Hornigold que estava a vestir apenas o casaco, o marinheiro, que percebia os motivos do recruta, ria. - Não se preocupe muito com isso, depois de hoje você só vai usar uniformes branco e azul, ahahaha. -

Após ser levado de volta para o pátio de treinamento Cross pôde ver que o local havia sido rearranjado, os recrutas entravam em formação novamente, a frente deles Estava o Sargento Riggs rente à uma mesa contendo cinco uniformes de marinheiro, um pouco mais ao longe o Capitão Vick, comandante do QG, presenciava a entrada dos novos soldados. - Não foi fácil! - Exclamava o Sargento. - Nem todos serão aprovados hoje, mas que levem esta experiência para casa e se sintam à vontade para tentar novamente quando estiverem mais fortes. - Alguns recrutas pareciam nervosos, principalmente Obryan, que já falhara três vezes, e conhecia muito bem aquela última cena. - Eu irei chamar os aprovados um a um, ao ouvirem seu nome se apresentem ao capitão! - Ele dava uma pausa e começava a falar os nomes com o mesmo rigor de sempre. - Astrid Cornwell! Axel Ross! Cross Hornigold! Belle Ann! E por fim, Obryan Rhodes! - Os aprovados ia à frente a medida que seus nomes eram citados, Astrid ía com toda a confiança do mundo, na certeza de que já estava aprovada desde o início, Axel era o homem ágil que Cross havia notado anteriormente, e por Belle o sargento se referia a garota de cabelos azuis, já Obryan, era o mais surpreso pela a própria aprovação, o jovem não conseguia se conter e lágrimas escorriam por seu rosto. - Contenha os choros Obryan. - Falava o sargento encostando no ombro do rapaz, e pela primeira vez, em um tom baixo. - Tenho altas expectativas em você. -

A formatura dava continuidade e o próprio capitão ía a cada novo soldado entregar pessoalmente o uniforme junto de sua primeira medalha. - Vocês agora servem a Marinha, honrem a medalha que está em seus peitos e protejam aqueles que necessitam. - O capitão terminava com uma continência que era correspondida igualmente por todos os marinheiros. - E aos que não conseguiram, é como o Sargento Riggs disse, e boa sorte na próxima vez. - Terminada a cerimônia Vick voltava à seus afazeres enquanto Riggs concluía. - Maxwell os mostrará seus dormitórios, comam, durmam, tomem um banho… - Nesta última fala ele olhava diretamente para Cross que estava todo sujo de seu ofício. - O dia na Marinha começa cedo, acostumem-se com isso. -

O soldado que antes recepcionara os participantes chegava com a barriga toda enfaixada, ele guiava os novos soldados pelo QG apresentando-os cada local importante, ficando todo o percurso longe de Astrid, que o causava certo incômodo. A última parada era os dormitórios, este no qual Cross teria que dividir com Obryan e Axel. - Vocês três fiquem a vontade - Dizia Maxwell. - Eu vou mostrar o dormitório feminino agora. - E então ele e as garotas partiam dali. Axel quase que imediatamente jogava suas coisas em uma das beliches de cima e depois ia ao banheiro, Obryan por outro lado parecia muito animado, em seus 4 anos de tentativa esta era a primeira vez que ele chegava ali. - Parece que vamos ser parceiros de quarto. - Ele exclamava para Cross. - O que devemos fazer agora? Jantar? -
Dean:
 
Sargento Riggs:
 
Astrid:
 
Obryan:
 
Belle Ann:
 
Axel Ross:
 
Maxwell:
 


Considerações:
 
Status:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyQua 07 Mar 2018, 00:09




Dean demonstrava ter gostado da criação de Cross, embora a mesma ainda não houvesse nome, e sem rodeios lhe dizia que havia sido aprovado. Cross escutava o que seu superior lhe ensinava em relação ao nome de uma katana - Hmm... então vou chamá-la de Yukifuri (Snowfall), me parece um nome apropriado... - concluía guardando sua nova katana na cintura, agora nomeada de modo a jamais se esquecer dos acontecimentos daquele dia.

Cross retornava ao pátio de treinamento e, percebendo que os recrutas já estavam em formação, tratou de fazer o mesmo, notando que à frente estava o Sargento Riggs junto a uma mesa contendo cinco uniformes. Após algumas palavras de inspiração àqueles que não passaram, o Sargento começava a chamar os aprovados, primeiro era Astrid, então Axel, o homem que havia notado durante a segunda fase, e finalmente Cross, "Espero que o tamanho esteja certo..." pensava enquanto se dirigia até o Capitão. Logo após Riggs chamava pela Belle Ann, referindo-se a garota de cabelos coloridos que Cross também havia visto na segunda fase e, por último, Obryan, que não demorava muito para começar a chorar, fazendo com que Cross sorrisse um pouco.

Seguindo a cerimônia de formatura, Cross recebia seu uniforme e sua primeira medalha, por ter completado o alistamento, enquanto o Capitão complementava as palavras de Riggs, finalizando com uma continência, a qual Cross retribuiu. Feito isso Maxwell, o recepcionista que agora carregava várias bandagens na barriga, tratava de mostrá-los as instalações e levá-los até seus dormitórios. Pelo jeito Axel e Obryan seriam seus colegas de quarto, e Axel mostrava mais uma vez sua agilidade rapidamente pegando a cama de cima do beliche antes de qualquer um e indo direto para o banheiro. Obryan, por outro lado, estava animado querendo saber o que fariam a seguir.

Primeiro Cross iria procurar se havia alguma cama normal vaga, onde colocaria suas coisas, caso contrário tentaria a cama de cima de algum beliche, e em último caso a cama de baixo, pois a chances de bater a cabeça ao se levantar seriam altas. Então, enquanto alisava sua barba, observaria se havia outro banheiro no quarto, - Pode ir na frente que te encontro no refeitório, primeiro preciso de um banho - diria a Obryan, caso houvesse, e iria tomar seu banho para então vestir seu mais novo uniforme, um pouco incomodado por não poder usar sua capa. Caso não houvesse outro banheiro, diria e faria a mesma coisa, mas esperaria Axel sair para que pudesse entrar.

No refeitório, se serviria uma quantia generosa de comida, afinal o homem media 2,88 metros e pesava 172 kg, dando preferência para carnes, independente de qual tipo. Tentaria se servir cerveja ou sake se fosse permitido, caso contrário pegaria qualquer coisa que houvesse para tomar. Feito isso se sentaria junto de Obryan, caso ele já estivesse sentado, ou o convidaria para se sentar na mesma mesa, caso estivesse por perto. - Então... qual o motivo de tanta vontade de se alistar? - perguntaria enquanto aproveitava sua refeição e observava o refeitório e as pessoas nele, tentando encontrar Astrid e os outros recrutas aprovados.

Por fim, se nada acontecesse, retornaria ao dormitório para que finalmente pudesse dormir e descansar, "Imagino se preciso avisar que sou sonâmbulo... bom, amanhã eu conto" pensaria por fim, enquanto ia dormir.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyQui 08 Mar 2018, 01:34

~Narração~




Cross, agora em seu dormitório com Obryan e Axel escolhia a parte de cima da outra beliche por motivos óbvios, o garoto de topete ia na frente logo antes de Axel que já saía do banheiro e tomava o mesmo rumo. Uma vez de banho tomado Hornigold partia para se encontrar com seus colegas no refeitório, primeiramente ele colocava um bom prato de pedreirouma janta reforçada acompanhada de um delicioso sakê, o homem sentava em uma mesa com seus companheiros de dormitório enquanto observava os arredores.

Cross pode perceber naquele momento que refeitórios são na verdade muito parecidos com tabernas, diversas pessoas sentadas às mesas comendo, falando, cantando e brigando enquanto terceiros passavam constantemente com bandejas. Pôde notar também como Belle Ann era bem recepcionada pelas marinheiras, sua beleza de boneca era encantadora aos olhos das outras mulheres, e seu recorde de tiro no teste de admissão não era de se jogar fora. Astrid por outro não era recebida da mesma forma, por mais que tenha sido a primeira colocada todos os outros pareciam ter medo dela, e a mesma ainda procurava algum lugar para sentar.

Hornigold perguntava a Obryan o motivo de ter virado marinheiro, e o garoto começava a contar sua história. - Não é nada de mais na verdade. - O jovem dava uma risada descontraída. - Eu sou órfão, e quando era mais novo vivia me metendo em confusão com as outras crianças, certo dia fui salvo de piratas por um marinheiro com um cabelo assim igual ao meu. - Ele ajeitava seu topete com todo o orgulho do mundo. - Desde então tento honrar aquele homem da melhor forma possível, e por isso tento entrar na marinha desde meus quinze anos. E vo… - Obryan tentava retribuir a pergunta mas era interrompido por Astrid que batia sua bandeja à mesa ao se sentar. - Ridículo! - Ela a única palavra que saía de sua boca fora uma risada de escárnio.

- Como assim ridículo? - Ele parecia ofendido com a mulher, era um dos poucos que não tinha medo dela. - E qual seria seu nobre motivo então? - E Axel que apenas comia calado esse tempo todo falava pela primeira vez. - E por que sentou com a gente? - Astrid naturalmente parecia tão ofendida quanto Obryan, isso misturado ao seu modo arrogante de ser, ela olhava para os três tendo como última vista Hornigold. - Isso não interessa pra vocês inúteis. - Dizia virando o rosto para o lado e logo depois tornando a comer.

A noite chegava ao seu fim e os marinheiros retornavam aos dormitórios, Cross, que é sonâmbulo, se mantia calado sobre o assunto, e acabava sendo surpreendido acordando do meio da noite encenando a luta contra o Sargento Riggs, Axel estava parado observando toda a situação, e quando percebia o despertar de Hornigold não podia deixar de comentar. - Cara… O que diabos foi isso, se pegarem a gente aqui vamos ter problemas. - Os dois soldados retornavam ao quarto, Obryan dormia como uma pedra todo emaranhado nos lençóis, e Axel amarrava Cross para que não houvessem outras surpresas.

Hornigold despertava novamente com o toque de alvorada, o som era de um trompete, Obryan acordava todo atrapalhado se confundindo na hora de colocar o uniforme. - Vamos vamos! Temos que ir para a formatura matinal, não quer se atrasar em seu primeiro dia. - E saía correndo dali, voltando novamente para por as calças que havia esquecido. Axel por outro lado estava frio e tranquilo como sempre, ele desamarrava as cordas que prendiam Cross e então saía do local em direção ao refeitório para só então entrar em forma como tanto apressava Obryan.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyQui 08 Mar 2018, 10:16




Já no refeitório Cross se surpreendia com o clima que o ambienta emanava, completamente descontraído e vibrante. Junto no refeitório também estavam as outras duas recrutas que haviam se formado. Ann parecia ser bastante popular com as marinheiras, mas Astrid parecia não ter a mesma sorte, "Hmm... acho que ela não consegue se enturmar muito bem...", pensava enquanto observava a mesma procurando uma mesa para sentar.

Logo sua atenção era tomada por Obryan, que começava a contar sua história de como decidiu virar um marine. O rapaz não parecia ter uma vida fácil, o que tornava as conquistas do garoto ainda mais merecidas, e parecia estar orgulhoso do caminho que havia tomado, mas logo era interrompido por Astrid, que por fim se juntava a eles na mesa, com seu mesmo jeito de sempre.

A chegada da mulher mudava o clima da mesa e logo todos pareciam estar mais exaltados que o normal, embora Cross se mantivesse apenas observando a mulher e o pequeno argumento entre os outros, no qual até o normalmente quieto Axel se juntou. Assim como havia começado, rapidamente a discussão acaba, - Ohh, vocês são bem animados... - diria Cross, enquanto apanhava seu sake - No fim somos todos soldados e estamos no mesmo navio, o resto não importa... - diria com seu jeito naturalmente arrastado e olhando para os três, encarando por fim Astrid assim como ela havia feito, finalmente tomando seu sake.

Sem mais nada para fazer Cross finalmente pôde dormir e descansar, mas no meio da noite despertava no meio do que parecia ser uma reencenação de sua luta com o Sargento Riggs. Um pouco desorientado, Cross para um minuto para descobrir onde estava, acabando por encontrar Axel o observando, - Aha, na verdade eu sou sonâmbulo... mas o que você está fazendo aqui? - falava enquanto acompanhava Axel de volta ao quarto, curioso do porque ele também estava ali. Já no quarto, Obryan não parecia ter percebido nada e Axel decidia amarrar Cross a cama - Yo, em caso de incêndio não vai me esquecer aqui... - diria a Axel, não se importante muito com aquilo.

O som do trompete acordava Cross, que desta vez ainda estava deitado em sua cama. Obryan parecia estar tão animado quanto de costume, "Formatura matinal? Isso é novidade ...", pensaria ao escutar o rapaz falando. Uma vez solto da cama colocaria seu uniforme com calma e deixaria o dormitório. "O Sargento Riggs disse que o dia começava cedo, mas não o que devíamos fazer quando começasse... Obryan parecia saber das coisas, talvez devesse acompanhá-lo..." pensaria por fim e seguiria para onde o rapaz havia ido.

Caso não conseguisse encontrar o caminho por onde Obryan havia ido iria para o refeitório se encontrar com Axel, aproveitando para comer alguma coisa e tomar café, para então segui-lo até onde fosse acontecer a tal formatura matinal. Caso fosse apenas uma cerimônia normal, esperaria até o final da mesma para que então fosse falar com o Sargento Riggs e perguntar o que deveria fazer a seguir.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyQui 08 Mar 2018, 12:16

~Narração~


O sol nem havia nascido ainda e os dois novos soldados caminhavam a noite de volta à cama, Cross explicava para Axel seu caso de sonambulismo, perguntando logo depois o motivo de o rapaz também estar ali, o jovem de cachecol parava um momento para refletir, demorando para perceber a pergunta de Hornigold. - A sim… Eu te vi levantando no meio da noite. Achei estranho e resolvi te seguir. - Sua fala era fria e calma como sempre, de certa forma parecida com de Cross.

Era dado o início do dia na Marinha, Cross, em seu jeito calmo de sempre não ligava muito para a pressa de Obryan, que apesar de animado parecia um tanto quanto confuso, decidindo assim por seguir os passos de Axel rumo ao refeitório. Lá a mesma cena da noite anterior se repetia, Cross com um enorme prato de comida sentado à mesa novamente com Axel e Astrid, e a única exceção era Obryan, que aparentemente se adiantou demais para a formatura matinal. A loira surpreendia todos com seu uniforme de marinheira nada usual, era composto pela camisa de manga e chapéu convencional da Marinha, o resto no entanto tendia a uma certa liberdade inadimplente da mesma, no lugar do lenço ela usava um cachecol que se estendia até a cintura, e quanto a parte de baixo, novamente um short curto e desta vez complementado de botas militares. - Você tem certeza que pode se vestir assim? - Questionava Axel um pouco frustrado por não estar usando um cachecol e ela sim. Astrid nem se dava ao trabalho de responder, estava concentrada demais em seu prato quase tão grande quanto o de Hornigold.

Uma vez de café tomado os três iam para o pátio central do Qg onde recebiam suas primeiras instruções, as informações diárias eram passadas naquele momento e logo após isso a divisão de funções, o Capitão Vick estava presente ali novamente, mas quem passava as instruções aos soldados era o Sargento Riggs. As funções eram divididas, e os novatos pareciam ser separados em dupla com os veteranos, Obryan acompanharia o próprio sargento, Axel ficaria a cargo de Maxwell, que aparentava ser o faz tudo da Marinha, enquanto Ann ficava com uma das superiores que a bajulava na noite anterior, por falta de pessoal, ou por pura ironia do destino, Cross e Astrid acabavam formando dupla, e Riggs concluía suas instruções. - Estou confiando em vocês dois sem nenhum superior, não façam nenhuma besteira. - E neste momento ele já olhava o “uniforme” de Astrid deixando ela passar por algum motivo que seja. - Sua missão de hoje é patrulhar a cidade. Dispensados. - A loira não parecia muito contente, não que ela já tenha demonstrado felicidade em algum momento fora de lutas, mas não parecia muito conformada com isso. - Tsc… Vamos logo seu esquisitão! Não fique aí perdendo tempo. - Segurando sua espada pela bainha em uma mão e fazendo um sinal com a outra ela apressava Cross enquanto se dirigia para a saída em direção a cidade.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptyQui 08 Mar 2018, 23:49




Cross acabava por ir primeiro ao refeitório tomar café antes de seguir com o planejamento do dia. A imagem que via era basicamente a mesma da noite anterior, tirando Obryan que havia decidido pular esta parte. Cada aparição de Astrid parecia ser sucedida por um momento de surpresa, desta vez a garota estava vestindo um uniforme da marinha, no mínimo, eclético. Além disso, devorava um prato com tanta comida que poderia alimentar até mesmo Cross. - Oh... pelo jeito o cozinheiro não vai poder baixar a guarda - comentava enquanto olhava o prato da garota.

Finalizando o café da manhã, todos se dirigiam ao pátio central do QG, onde recebiam algumas informações e o Sargento Riggs começava a dividir as funções, separando os novatos em duplas, cada um com um veterano. Por fim Cross acabava não formando dupla com um veterano, mas sim com Astrid, devendo ir patrulhar a cidade. A garota não parecia ter gostado muito e logo mandava Cross se apressar, sua língua afiada como sempre, - Antes você deveria por umas calças... vai ser um problema se as tuas pernas congelarem e eu tiver que te carregar... - comentaria enquanto a acompanhava rumo à cidade.

Como de costume, Cross manteria suas duas katanas no lado esquerdo de sua cintura, apoiando a mão esquerda no cabo da Yukifuri, mais por habitualidade do que outra coisa. Ficaria atento para qualquer coisa estranha que escutasse ou visse, bem como para o que Astrid fazia, considerando que a mesma parecia ser bem imprevisível. - Yo... porque você ta sempre mal humorada? - comentaria assim que percebesse que a patrulha estava calma - Ou melhor, quase sempre. Se me lembro bem, você deu risada quando o Sargento me derrubou... - completaria, passando a mão direita ao longo de sua barba, lembrando de sua luta. Assim continuaria sua patrulha junto a Astrid até que fosse hora de voltar ao QG, ou então, até que algo acontecesse e tivessem que tomar alguma atitude.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptySex 09 Mar 2018, 19:43

~Narração~


Os dois marinheiros partiam para a patrulha à cidade, Cross até tentava retribuir as “brincadeiras” de Astrid, mas ela simplesmente ignorava virando o rosto de indignação. A caminhada dos dois estava tranquila, a cidade continuava fria, mas não tanto quanto no dia anterior, e isso trazia mais pessoas à rua, e ainda que o dia mal começara, já se via uma certa movimentação. O clima entre os dois não era muito confortável, Astrid evitava ao máximo o contato visual, focada em sua tarefa, enquanto Hornigold, despreocupado como sempre tentava puxar assunto.

O motivo de tanto mal humor, era a pergunta do rapaz, aquilo de fato o incomodava, uma moça tão bonita seria muito mais atrativa se não fosse tão irritada, Astrid simplesmente parava de andar e olhava para o rapaz, desta vez ela não desviava o rosto, sua feição era uma mistura de surpresa com dúvida, um tipo de inocência que a mesma nunca mostrara antes, completamente diferente de seu gênio forte. - Como assim mal humorada? - Ela não parecia se ofender, apenas não entendia a pergunta. O golpe final era a observação de Cross sobre o único momento em que Astrid sorriu, seu rosto ficou avermelhado no mesmo instante, ela tornava a virar sua cara, e balbuciava uma resposta. - Se… seu i… idiota. Mesmo que eu explique seu cérebro de lesma não vai acompanhar. -

O diálogo constrangedor que se passava era interrompido pelo grito de uma mulher, ambos correram quase que imediatamente, vinha de dentro de uma casa. Astrid sacou sua arma e arrombou a entrada com um chute, Cross entrava logo em seguida, mas a cena que se presenciava ali não era a que muito provavelmente esperariam de uma primeira missão, não se tratava de piratas saqueando, extorquistas ou alguma mulher pedindo por ajuda, e sim um assassinato.

A sala que se encontravam era pequena, com poucos móveis, típico de uma casa de solteiro, apenas uma mesinha de centro e um sofá, neste em que se encontrava uma mulher morta, seu ferimento era na barriga e sangue era o que não se faltava, ela era bela, de longos cabelos loiros e olhos azuis, estes que se encontravam abertos e moribundos, seus seios eram fartos, e em seu corpo, uma roupa de empregada. Ao canto do local estava uma mulher baixa e gordinha encolhida no canto da sala, tinha o cabelo curto, usava roupas e chapéu rosa, e levava consigo uma bolsa, estava acuada e chorando, muito provavelmente a origem do grito, enquanto Hornigold ficava parado ali observando o local Astrid comunicava ao Qg sobre o ocorrido.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado - Página 2 EmptySex 09 Mar 2018, 21:54




Apesar do maior movimento nas ruas a patrulha estava calma e Cross conseguia aproveitar para conversar um pouco com Astrid, que pela primeira vez mostrava uma expressão que lhe caía bem, chegando até mesmo a ficar vermelha durante a conversa, o que acabava por divertir Cross, entretanto o momento era quebrado pelo grito de uma mulher vindo de dentro de uma casa, fazendo com que ambos corressem até o local e, após Astrid arrombar a porta da casa, averiguassem o que havia acontecido.

Cross entrava logo depois de Astrid e se deparava com algo que jamais imaginaria ser o rumo de sua patrulha, que estava resumida a uma simples caminhada pelas ruas calmas da cidade, mas agora ele era um marinheiro e estas coisas começariam a ser parte do seu dia a dia, embora ainda não esperasse que fosse ser parte logo no seu primeiro dia. A casa não era muito grande e num dos poucos móveis que ali haviam se encontrava a vítima de, a princípio, um assassinato. Não se importava muito com a aparência da mulher, mas observaria o ferimento com certo cuidado, tentando identificar qual tipo de objeto havia causado o mesmo.

Astrid estava falando com o QG, então Cross resolvia ir falar com a mulher que estava encolhida no canto da sala. - Yo, você está bem? Quem é esta mulher... e como você se chama? - perguntaria com seu mesmo jeito de sempre e se abaixando próximo a mulher - Você viu ou sabe quem poderia ter ser o culpado? Ou então para onde o meliante foi? -, ao fazer as perguntas observaria a mulher com cuidado, procurando por algum machucado ou algo fora do comum, ou quem sabe até mesmo suspeito, - Logo vão chegar os outros marinheiros, você vai ficar bem... e conte tudo que você sabe a eles... -, comentaria por fim.

Caso a mulher soubesse para onde, ou por onde, o culpado havia fugido, tentaria seguir pelo mesmo caminho buscando encontrar alguma pista que pudesse ajudar a identificá-lo ou encontrá-lo, mantendo-se atendo para a possibilidade de uma emboscada ou um ataque surpresa - Yo, Astrid, tome conta dela até o pessoal chegar e depois venha me encontrar - diria à garota antes de seguir pelo caminho indicado, esperando que ela não o ignorasse como de costume.

Caso a mulher não conseguisse dar nenhum informação, fosse pelo choque ou por outro motivo, faria uma busca pelos cômodos da casa, procurando por algo que pudesse servir de pista ou indicar por onde o homem havia entrado, considerando que Astrid teve que arrombar a porta para que pudessem entrar, por onde o homem havia fugido, ou até mesmo se havia algo revirado, considerando a possibilidade daquilo ter sido um roubo que havia dado errado. Feito isso voltaria para a sala, onde a vítima se encontrava, procurando novamente por algo que pudesse ter deixado passar na primeira vez, - O QG falou sobre alguma atividade suspeita acontecendo pela volta? Se o culpado fugiu pelas ruas alguém deve ter visto algo... - diria à Astrid assim que voltasse para a sala.





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