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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Um começo forçado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptyQui 22 Fev 2018, 17:49

I - Um começo forçado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cross Hornigold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptyQui 22 Fev 2018, 18:02




Durante toda sua vida Hornigold sempre fez a mesma coisa: treinou a arte das espadas e trabalhou como ferreiro. Provavelmente se nada houvesse acontecido passaria sua vida toda assim, ou ao menos até que fosse obrigado a fazer outra coisa, situação em que se encontrava no momento. Agora iria se tornar marinheiro, como todos em sua família, não por acreditar que este era seu destino, mas sim como um meio de honrar seu pai.

Agora, já recuperado tanto mentalmente quando fisicamente, estava pronto para começar sua nova aventura, ou melhor, sua primeira. Estava quase sem dinheiro, o que em si não era um problema, mas considerando que precisava de uma espada nova poderia acabar sendo um empecilho. Quem sabe ao se alistar no QG conseguisse resolver isso, sem contar que poderia parar de dormir na casa dos outros. Por isso, se alistar era a próxima coisa que planejava fazer.

Achar o QG não deveria se mostrar uma tarefa difícil. Mesmo que nunca tenho ido pessoalmente até o quartel, morar a vida toda no mesmo lugar pode ajudar em algumas situações. Assim, começou a seguir rumo ao QG. Enquanto caminhava também aproveitava para observar as pessoas, as lojas e as coisas ao seu redor, procurando por nada em específico e passando os dedos ao longo de sua barba, semiconsciente de que o fazia. Logo estaria andando por aquelas ruas como um guarda da lei, seria melhor começar a prestar mais atenção no que acontece na ilha.

Esperava não encontrar dificuldades em chegar até o QG e, se o fizesse, se identificaria com o primeiro soldado que encontrasse - Olá... quero me alistar. Você pode me ajudar? - diria lentamente, como de costume. Caso não conseguisse encontrar, tentaria achar alguém que pudesse lhe informar qual caminho tomar, talvez um soldado, caso tenha sorte de passar por um, ou então em algum estabelecimento, desde que conseguisse chegar no QG, não faria diferença.




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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptyQui 01 Mar 2018, 17:18

~Narração~



As vezes para sairmos da zona de conforto é necessário a intervenção de terceiros, um pequeno empurrãozinho para acordarmos para a vida com aquele susto de queda, infelizmente este era o caso de Cross Hornigold, que uma vez recuperado de seu trauma se sentia obrigado a ingressar como marinheiro em honra a memória de seu pai. O homem agora seguia em direção ao QG da Marinha com o alistamento em mente, não se tratava de algo difícil de se encontrar, todos os  moradores de Toroa Island sabem que basta seguir o curso do rio até encontrar a cachoeira no qual os marinheiros se instalaram.

Cross, que dirigia-se pensativo rumo a seu objetivo, aproveitou o percurso para dar uma boa olhada na cidade que a tanto tempo morara e que agora estava disposto a proteger. O movimento não era o usual, o frio que a estranha geada trazia consigo deixou os habitantes reclusos, pouco se via pessoas que não estivessem em lojas ou tabernas, algumas crianças brincavam na rua, e alguém que não prestasse atenção era capaz de ser acertado em meio a guerra de bolas de neve, uma mulher de cabelo loiro corria de um lado para outro em preocupação as flores que pereciam em meio ao inverno repentino, nos becos se observava o mesmo de sempre, brigas sem sentido, homens vomitando em latas de lixo e alguns sem teto com placas avisando sobre o fim do mundo.

A caminhada foi longa, porém tranquila, ao chegar no QG Cross se dirigiu a recepção no intuito de revelar suas intenções, entretanto o mesmo nem teve a oportunidade de terminar a frase antes que o marinheiro que nem mesmo o olhava interrompia. - Alistamento certo? Preencha isso aqui e depois aguarde junto aos outros. - A voz do homem era completamente desinteressada como alguém que apenas faz seu serviço por obrigação. A ficha de inscrição era bem simples, pedia apenas o nome, idade e ofício, caso tivesse algum. - Caramba, temos muitos candidatos hoje. - Era dito pelo soldado que logo depois voltava a ler seu jornal em voz baixa. - Tensão entre Yonkou e Supernova trazem consigo a nova era do gelo. - Hornigold agora se encontrava com a ficha e caneta em mãos, o local ao lado estava repleto de civis, seis ou sete, alguns conversando e outros parados em seus respectivos cantos, seriam todos eles concorrentes no ingresso a Marinha?



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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptySex 02 Mar 2018, 00:46




Em seu caminho para o QG Cross encontrou uma paisagem diferente da qual estava acostumado. A temperatura estava estranhamente baixa e acompanhada de uma geada que não se lembrava de já ter visto antes. Apesar das crianças se divertirem, percebia que nem tudo eram flores, já que as mesmas pareciam estar morrendo por causa do tempo. Se nas ruas Cross notava grandes mudanças, nos becos percebia que, na verdade, nada havia mudado, "Se eu já fosse da Marinha provavelmente teria que pará-los...", pensou enquanto observava os homens que brigavam no beco, "Sorte que ainda não sou... menos uma coisa". Logo após, seus olhos passaram para a placa que um sem teto segurava e, inevitavelmente, esboçou um sorriso, "Aha, parece que se falar a mesma coisa por muito tempo ela acaba se tornando verdade" pensou rapidamente, observando toda aquela neve caindo, mas logo mudando seu foco e seguindo seu rumo ao QG.

Finalmente no QG, Cross praticamente nem precisou falar com o recepcionista, este rapidamente lhe entregou uma ficha a ser preenchida para que pudesse se alistar, parecendo estar mais interessado no jornal que lia do que nos candidatos a alistamento ali presente. Enquanto preenchia sua ficha pode escutar o breve comentário que o marinheiro fazia, "Nova era do gelo? Será que isso tem a ver com esse tempo estranho?", pensou enquanto terminava de preencher o formulário, "Bom, mesmo que tenha, no fim não faz diferença".

Realmente havia bastante candidatos presentes, mas Cross decidiu não dar muita importância para o que faziam ou falavam, a menos que escutasse algo que não fosse apenas papo. Com o formulário preenchido, voltaria a falar com o marinheiro que havia lhe entregue o mesmo - Aqui está, tudo preenchido. Qual o próximo passo? - falou ao marinheiro, esperando que o mesmo lhe desse novas instruções. Caso lhe fosse dito para ir a algum lugar, seguiria para o local informado, a fim de seguir com seu alistamento. Se lhe fosse dito para esperar, se juntaria aos demais candidatos.

- Todo mundo aqui quer virar marinheiro ou só estão se escondendo da neve? - diria ao grupo, com sua voz calma e lenta, finalmente prestando atenção em cada um dos candidatos. Aproveitaria a espera para observar, também, como eram as instalações ao seu redor, visto ser a primeira vez em que entrava no QG da Marinha.




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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptySab 03 Mar 2018, 03:06

~Narração~



Hornigold terminava de preencher sua ficha e perguntava ao soldado recepcionista o que deveria fazer a seguir, este que apenas o ignorava enquanto lia seu jornal e respondia. - Aham - Assim dito, Cross apenas resolvia esperar junto aos outros candidatos. Por mais que sua família viesse de uma longa linhagem de marinheiros, o mesmo nunca visitou um Qg da Marinha, e parava um momento para observar o local, logo na entrada o espaço era grande, com altas paredes pintadas de branco e azul e alguns detalhes que remetiam a organização em si, a recepção do local era composta de um única mesa central no qual ficava um soldado, além disso havia dois caminhos, um que Cross provavelmente ainda não teria permissão para passar, e o outro que levava a um pátio aberto, este no qual todos os outros candidatos se encontravam debaixo de uma grande árvore central, nos arredores tinha-se diversos equipamentos de treino, sejam eles de armamentos dos mais variados tipos até bonecos e alvos de madeira, e não apenas limitados a equipamentos de treinos de combate, mas também circuitos de exercícios, cordas de escalada e máquinas de halterofilismo, tudo para o aprimoramento do corpo. Por ser a céu aberto e devido as recentes condições climáticas o local tinha o mesmo vento gélido e chão coberto de neve, tudo isso agravado pela montanha em que se encontrava, e ao fundo podia-se ouvir o fluxo da água da cachoeira.

- Todo mundo aqui quer virar marinheiro ou só estão se escondendo da neve? - Era o que era dito por Cross ao se juntar aos demais, como se já não bastasse sua notável altura, sua fala longa e lenta fez a atenção de todos se voltarem para si, porém calados, com exceção de uma garota que decidiu caçoar do rapaz. - Não gracinha, viemos ver o show de aberrações. - A garota era loira com uma forte expressão e roupas mínima, em sua cintura uma espada embainhada, e a única coisa que a protegia do frio era seu casaco, ela claramente se referia a altura e jeito de falar de Hornigold, provocando assim algumas risadas que logo se cessaram transformando-se nas conversas que já ocorriam antes de sua chegada.

Antes que Cross tivesse a chance de retrucar ou algo do tipo um homem vinha abordá-lo, sua estatura média de 1,70 mal tinham comparação perto do espadachim, tinha os olhos um pouco puxados e seu cabelo formava um peculiar topete, sua cara era de felicidade, e seu corpo coberto de marcas e fuligem de treinos. - Não ligue para eles. - O jovem vinha na direção de Cross para consolá-lo, ele dava um pequeno tapa em seu braço (visto que jamais alcançaria o ombro) e então continuava. - Essas pessoas não sabem o que dizem, quando isso aqui começar é que eles vão ver que deveriam estar treinando duro ao invés de fazer piada. - A menina que antes caçoara de Handigold voltava a se apoiar na árvore com uma cara de indignação, e de longe algumas pessoas comentavam baixinho. - Aquele não é o cara que falhou três vezes? -

- Meu nome é Obryan, é um prazer. - O jovem continuava conversando com Cross ignorando os comentários ao fundo. Passado alguns minutos um homem forte, loiro e de corte militar chegava ao local, ele usava uma farda da marinha e se portava como uma figura de autoridade. - Muito bem recrutas! Em formação! - O marinheiro andava de um lado para o outro analisando cada um ali presente. - Temos muitos candidatos hoje então serei bem objetivo! Eu sou o Sargento Riggs e vocês não responderão a mim a menos que tenha um “Senhor” no início e final de cada frase! Estamos entendidos?! Ótimo! - O homem continuava a gritar cada vez mais alto. - A Marinha não é para qualquer garoto que gosta de brincar de herói, é preciso esforço, dedicação, apenas homens de verda… - Então ele dava uma engasgada em suas palavras ao notar as mulheres ali presentes continuando de certa forma constrangido, mas sempre em alto e bom tom. - Como eu ia dizendo! É preciso esforço! Dedicação! E é isso que eu quero que vocês me mostrem hoje. - Ele abria um pouco de espaço demonstrando todo o equipamento ali presente. - Tudo isto estará à disposição! então mexam-se suas mocinhas e mostrem-me um treinamento digno de um Marinheiro! Eu estarei observando e julgando cada um de vocês inúteis. -
Garota Loira:
 
Obryan:
 
Sargento Riggs:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptySab 03 Mar 2018, 12:17




Cross seguiu para o grupo que já se encontrava no pátio, que parecia ser a área de treinamento e, provavelmente, onde seria a próxima fase do alistamento. Assim que chegou na árvore onde se reuniam tentou puxar um assunto qualquer e logo uma mulher lhe respondeu de forma inesperada, e ligeiramente rude, " Huhu, nessa ela me pegou", pensou enquanto os demais riam do comentário. Antes que pudesse falar algo, o que não tinha a intenção de fazer, um rapaz se aproximou de Cross, como se quisesse confortá-lo. Cross não pôde deixar de estranhar as pessoas daquele grupo, não pelas atitudes, mas sim pela aparência de cada um, se mantendo inconsciente para sua própria altura. Enquanto a mulher mal usava roupas naquele tempo, o rapaz parecia ter passado por um treino mais intenso do que o normal.

O jovem havia se apresentando como Obryan. Parecia estar animado, mesmo estando naquele estado e, pelo que Cross pôde escutar e concluir, ser a quarta vez que estava tentando se alistar. - Yo, muito prazer. Eu sou Cross Hornigold. - Cross não estava acostumado a puxar conversa com estranhos, como já se viu antes, então não tinha ideia do que falar - Você é daqui? Pelo jeito a neve não serviu pra acalmar os ânimos de alguns... - Diria após sua breve apresentação, se referindo à mulher e aos demais que haviam feito os comentários - Se precisar de ajuda com alguma coisa é só falar, afinal, marinheiros devem ajudar uns aos outros... né... - Concluiu, lembrando do comentário de que o rapaz já havia falhado três vezes e de como ele havia tentado "consolá-lo", mesmo sem o conhecer.

Sem que passasse muito tempo um homem fardado se apresentava no local. Sua aparência era de um tipo oficial militar, bem como seu estilo de falar. Assim que chegou já começou a gritar ordens no melhor estilo militar. Cross, seguindo as ordens, se colocaria em formação para escutar o que ele havia para dizer. O homem era o Sargento Riggs, e a cada frase parecia gritar mais alto, "Ele fala alto mesmo, hein. Nem parece que tem essa altura...", pensou rapidamente, mas logo voltando a prestar atenção no Sargento, para que não perdesse o foco e acabasse rindo sem querer. No fim de seu discurso "motivacional", Riggs abria o pátio de treinamento para que os candidatos o usassem e demonstrassem aquilo que sabem.

Agora era a hora de Cross demonstrar o resultado de seus treinamentos. A dúvida era: como faria isso? Não tinha muitas ideias, então resolveu começar com uma corrida de aquecimento, já que o clima não ajudava. Iria para onde havia o circuito de exercício, caso Obryan estivesse perto daria boa sorte a ele, e começaria a correr o mais rápido que conseguisse sem se forçar muito, até que estivesse bem aquecido e pronto para ir pro próximo exercício.

Já aquecido, iria procurar por alguns pesos que pudesse usar. Preferencialmente, pegaria uma barra de peso, porém deixaria os pesos em apenas uma das pontas, de modo que pudesse segurar a barra como se a mesma fosse uma espada [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Tentaria por peso suficiente para que consiga ao menos impressionar um pouco, mas tomaria cuidado para que ficasse dentro do seu limite, afinal, não adiantaria nada se não conseguisse sequer levantar a barra, e em seguida faria algumas repetições, como se estivesse treinando kendo.

Terminado o treino com a barra, faria uma breve pausa, somente para ver como o Obryan e os demais estavam indo. Se visse que Obryan estava passando alguma dificuldade e precisando de ajuda, iria ver se poderia fazer alguma coisa para ajudá-lo. Caso contrário, retornaria para sua própria demonstração "No fim meio que acabou acontecendo um show de aberrações... quem diria." pensava enquanto se dirigia para o próximo treino.

Agora, para finalizar, pegaria uma das espadas que estavam no local. Caso houvesse mais de um estilo, escolheria uma katana, ou o mais próximo disso. Feito isso, se posicionaria em frente a um dos bonecos de madeira mantendo seu corpo de lado, suas pernas levemente flexionadas e sua espada posicionada reta na linha de sua cintura e em sentido oposto ao boneco [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Respirando fundo, iniciaria um ataque na diagonal, de baixo para cima e da direita para a esquerda em direção ao boneco, em seguida, trocando de base, continuaria com um golpe na diagonal, de cima para baixo e da direita para a esquerda, como se formasse um X. Por fim, realizaria uma estocada onde seria a cabeça do boneco, como uma espécie de golpe final.

Feito isto, guardaria a katana em sua bainha, caso houvesse. Não sabia se poderia mantê-la, por isso não colocaria em sua cintura, mas continuaria a segurando. Agora, sem saber o que mais fazer, permaneceria observando os outros, caso ainda houvesse alguém treinando, e aguardaria novas ordens.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptyDom 04 Mar 2018, 13:08

~Narração~


Era dada início a corrida ao alistamento, os candidatos se espalhavam e começavam a treinar isoladamente, Cross desejava sorte a seu mais novo conhecido Obryan, este que respondia com reciprocidade aspirando o mesmo ao homem. Hornigold decidiu começar o aquecimento de forma leve, primeiro uma corrida, o que era algo realmente comum, apesar de seu jeito de falar suas passadas eram rápidas e longas, mas o que impressionou logo em seguida foi a passagem pelo circuito de obstáculos, muitos dos desafios ele nem ao menos precisava pular, apenas passava por cima deles como se não fossem nada. A próxima demonstração do espadachim era quanto a sua força, usando os pesos de uma forma incomum Cross mostrava não só ter um excelente físico como também uma boa base na espada, em meio a isso ele também observava como ia os outros, principalmente Obryan, que devido a seu histórico de falhas causava uma certa preocupação.

A visão de Hornigold era no mínimo satisfatória, ou quem sabe surpreendente, era evidente agora o porquê de tantas cicatrizes e machucados , enquanto alguns nasciam com o talento, Obryan podia ser chamado como um gênio do trabalho duro, seu treinamento era impecável, tanto força e resistência eram demonstradas com maestria por qualquer atividade que fazia, ele agora usava um bastão de metal para golpear um dos bonecos de treino, o impacto era tamanho que as ondas de choque podiam ser vistas a olho nú se bem concentrado, entretanto era perceptível que o jovem não nascera com aquele poder, e sim que havia adquirido após muita tentativa e erro.

Por outro lado o homem de topete não era o único a chamar atenção, em fato, perto da garota de cabelos loiros, ele nem ao menos era notado. A mulher que antes caçoava de Cross demonstrava uma ferocidade implacável, ela manuseava sua espada de maneira tão bruta porém precisa que decapitava os bonecos de maneira com tamanha facilidade de se partir um pudim, em seu rosto, um sorriso perverso se abria toda vez que um golpe era desferido.

Uma vez observado os outros Hornigold precisava fazer seu treino valer a pena, ele escolhia uma katana e a empunhava de forma que sua base era impecável, e por mais que o chão estivesse escorregadio ele não ousava deslizar nem mesmo por um centímetro, à frente, um boneco de madeira que recebia golpes rápidos e precisos, e se isso não provasse a maestria de Cross então ninguém ali naquele pátio seria também merecedor de tal. Uma vez terminada sua rotina o espadachim embainhou sua espada enquanto esperava pelas próximas instruções, Obryan e a loira já haviam terminado a algum tempo, e esta observava Hornigold de longe, ao cruzarem olhares ela desviava o rosto para tentar disfarçar, sua expressão? Indecifrável. Os candidatos restantes já estavam à finalizar seus treinos, entre ele dois em especial chamavam atenção, a primeira era uma garota baixinha de roupas bonitas e cabelos azuis com mechas em violeta, sua expressão era a personificação da inocência, mas tudo isso mudava ao colocar uma arma rente a seu rosto, sua atitude e postura mudavam completamente, cada tiro era na mais perfeita precisão a ponto de várias balas passarem pelo mesmo buraco com facilidade, já o outro era um homem esguio de cabelos negros e um grande cachecol vermelho, sua agilidade era outro mundo, este passava pelo circuito de obstáculos com ainda mais facilidade do que Cross, a diferença era no estilo, baseado puramente em velocidade e acrobacias, o homem também se mostrou extremamente competente com arremesso de facas, e acertava um ponto vital diferente a cada lâmina. Já os outros recrutas não eram muito hábeis, alguns treinavam sem cometer erros porém na normalidade, enquanto outros cometiam tamanhas gafes a ponto de escorregar na neve ou cair de cima da corda de escalada.

O Sargento Riggs se aproximava de Hornigold que a um tempo estava parado observando seus arredores, lado a lado mesmo os dois metros de altura do sargento não eram páreos para Cross, o homem olhava para cima diretamente ao rosto do espadachim, seu olhar, indecifrável por trás dos óculos escuros, e apesar de sempre ter uma feição brava, ele parecia satisfeito. - FORMAÇÃO! - Era dito por ele antes de se afastar um pouco em uma posição e que pudesse olhar todo mundo. - O teste mal começou, da ordem em que terminaram o treinamento vocês irão… - Riggs olhava de um lado para o outro procurando por alguém, a veia em sua testa saltava em proporções horrendas de raiva enquanto ele gritava o mais alto antes escutado pelos recrutas. - MAXWELL!!! - Logo após isso o soldado que antes atendia na sala de recepção chegava de uma forma lenta e preguiçosa, até avistar o sargento e começar a correr até o local. - Perdão o atraso Sargento Riggs. - Riggs, parecia não se importar com a inconsistência temporal do jovem, mas ainda assim pegava o rapaz pelos ombros e lhe aplicava uma cabeçada. - É SENHOR Sargento Riggs SENHOR. - Ele olhava para os recrutas e continuava. - E isso vale para vocês inúteis também… Como eu ia dizendo, o teste mal começou, da ordem de término do treinamento vocês irão lutar com este imprestável um a um, mas isto não quer dizer que se ganharem estarão automaticamente aprovados, e muito menos reprovados em caso de perda. - Ele dava uma pequena pausa para respirar, o capilar que saltava em sua testa agora era menos visível. - Então vamos começar. Astrid Cornwell! Um passo à frente. -

A loira de antes avançava, seu semblante uma mistura de empolgação sádica pela luta e ao mesmo tempo desprezo pelo oponente, enquanto Maxwell empunha uma lança a garota nem ao menos desembainhava a espada, apontando-a para o rapaz. - Tsc… Contra esse fracote eu só preciso disso. - A luta se iniciava, e a declaração de Astrid não era um blefe, ela rebatia a lança e acertava o soldado vez após vez com sua bainha em um estilo veloz e bruto, cada batida gerava uma impacto que podia ser ouvido da linha de formação, Cross, com sua audição aguçada, podia jurar ouvir o som de costelas quebrando logo ao primeiro golpe da loira. Durante o treino anterior a garota usava a mão direita e muitas vezes segura com as duas, mas seu desdém pelo oponente era tão grande que a mesma apenas usava seu braço esquerdo, seu golpe final foi cruel e fatal, ela lançou a espada 20 cm no ar e então lá mesmo sacou a espada rapidamente cortando o abdômen do pobre garoto.

A luta se finalizava, Astrid olhava para o Sargento orgulhosa e com um sorriso de orelha a orelha no rosto, e este apenas levava a mão à testa em decepção ao jovem que agora era carregado até a enfermaria. - Certo! Você! - Ele apontava para a garota. - Pode voltar a formação! - Ela retornava em meio aos concorrente olhando fixamente para eles, como uma espécie de desafio, sua lâmina pingando sangue e os outros abriam todo o espaço do mundo para que ela passasse, Obryan apenas ficava calado mensurando a força de Astrid. O Sargento esperava todos se organizarem e então continuava. - Como aquele imprestável durou menos do que eu pensei vocês irão lutar comigo! - Ele se posicionava mais ao centro do campo de treino. - Cross Hornigold! Um passo à frente. - Riggs não tomava armas e muito menos alguma postura, ele apenas ficava de pé imponente como sempre. - Venha para matar garoto, ou vai se arrepender. -
Astrid:
 
Obryan:
 
Sargento Riggs:
 
Garota de Cabelo Azul:
 
Homem de cachecol:
 
Maxwell:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptyDom 04 Mar 2018, 15:57




A demonstração de Cross parecia ter sido bastante satisfatória, o que também podia ser dito sobre o que observou do treinamento de Obryan. O rapaz podia ter falhado antes, mas agora havia demonstrado uma técnica incrível, fazendo com que Cross acreditasse no recrutamento do garoto. A mulher loira também havia demonstrado ser habilidosa, assim como uma menina baixinha, que Cross poderia jurar ser uma criança normal se a visse em outra situação, e um outro homem que parecia ter saído de um circo, principalmente com sua habilidade de arremesso. Mesmo que nem todos se destacassem, Cross pôde perceber que haviam muitos candidatos habilidosos, cada um com suas peculiaridades, deixando-o animado para o que poderia vir a seguir.

Após um tempo Cross percebeu o Sargento Riggs se aproximando. Após um tempo o observando sem falar nada, deu seu já característico grito para que todos entrassem em formação. Cross tomava seu lugar e escutava o que o Sargento havia para falar. A próxima etapa consistia em uma luta um contra um com ninguém mais, ninguém menos, que o recepcionista. Era uma pequena surpresa para Cross, mas um oponente era um oponente e não pretendia julgá-lo pela aparência. As lutas seguiriam a ordem de término dos treinos e a primeira a lutar seria a mulher loira, cujo nome Cross finalmente descobriu ser Astrid Cornwell.

Astrid mantinha uma expressão que, aos olhos de Cross, não lhe caía muito bem, ou em qualquer pessoa pra falar a verdade. Sua língua afiada não parecia se limitar apenas a Cross, e assim começou a luta com o soldado. Logo no começo Cross pensou escutar algo que lhe deu uma sensação de como aquilo terminaria. Não precisou esperar muito para saber o resultado, pois logo Astrid finalizava o soldado sem a menor piedade, - Oh, acho que ela se empolgou demais... - comentou em voz baixa, mais para si do que para os outros, enquanto a mulher voltava a formação.

Diante do resultado o Sargento Riggs anunciava que a partir daquele momento ele seria o oponente e em seguida gritava para que Cross tomasse sua posição, pois seria o próximo, - Senhor, sim senhor, senhor Sargento Riggs... senhor... - falaria um pouco confuso, tanto com a ideia de chamá-lo de senhor, por não estar acostumado, como por ser o próximo, imaginando que fosse ser a vez de Obryan. Mesmo assim, se posicionou à uma distância razoável e tomando a mesma posição de quando treinou com o boneco, desembainhando a katana e prendendo a bainha no lado esquerdo de sua cintura.

Percebia que o Sargento não aderia a nenhuma arma, muito menos a uma postura. A diferença de altura, somado ao fato de Cross estar utilizando uma katana, o fazia imaginar que havia a vantagem quando o assunto era envergadura e alcance. Desse modo, tentava disparar em direção ao Sargento com o máximo de torque que conseguia ter, porém, antes que pudesse entrar no alcance do mesmo, interromperia sua corrida, tomando cuidado para não escorregar, e dispararia sua katana em uma forte estocada na direção do tórax do Sargento, tentando utilizar o seu alcance para que o acertasse antes que o mesmo pudesse lhe golpear [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Caso o Sargento desviasse, ou não, e prosseguisse com um contra-ataque, tentaria se esquivar recuando e voltando para sua posição inicial. Em último caso tentaria usar sua espada para bloquear e/ou diminuir o impacto.

Na sequência, não tomaria para si o ataque inicial. Observaria o Sargento, esperando por seu movimento, tentando conseguir acertá-lo com um contra-ataque. Caso o Sargento viesse para cima, tentaria se utilizar de sua rápida aceleração para que, no instante em que o Sargento fosse lhe desferir um golpe, tentasse se esquivar e se posicionar atrás do mesmo, desferindo um golpe semelhante ao que havia feito no boneco de treinamento, levantando sua katana ao alto com as duas mão e realizando um corte na diagonal, de cima para baixo e da direita para a esquerda, nas costas do mesmo. Se não conseguisse desviar do ataque e acabasse sendo acertado, tentaria resistir o máximo possível ao golpe, para que, ao mesmo tempo, pudesse realizar um rápido corte no torso do homem como forma de contra-ataque.

Por fim, ou caso o Sargento não atacasse, colocaria a katana novamente na bainha, mantendo-a no lado esquerdo da cintura, e permaneceria segurando o cabo da mesma com sua mão direita. Feito isso, correria novamente na direção do Sargento e, apoiando-se em sua perna esquerda, ao se aproximar, sacaria a katana de sua bainha e no mesmo movimento efetuaria um corte na horizontal, da esquerda para a direita, mantendo-se levemente arqueado, para que o corte fosse na altura do abdômen do Sargento. Caso o Sargento bloqueasse, tentaria forçar o máximo possível a katana, para que sofresse ao menos um pouco de dano, cuidando para que a katana não sofresse dano em contrapartida. Se percebesse um contra-ataque em sua direção tentaria, novamente, se esquivar voltando para trás, para que pudesse tomar distância do Sargento.





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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptyDom 04 Mar 2018, 21:03

~Narração~


Era dado o início da luta e Hornigold tomava a iniciativa, o jovem espadachim usava de suas pernas e braços longos para investir rapidamente contra o Sargento, Riggs continuava imóvel, apenas analisando os movimentos do recruta, sua pose imóvel e poder não eram apenas por pura arrogância ou por subestimar seu oponente, ele apenas tinha conhecimento de suas capacidades, no último segundo em que a espada estava prestes a perfurá-lo o marinheiro executou rápidos movimentos tal que Cross mal pôde acompanhar, pressionando com a palma das mãos nas partes laterais opostas da katana Riggs conseguiu pará-la rente ao seu peito.

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O marinheiro apenas segurou a espada por um tempo esperando alguma outra ação que Cross poderia tomar, afinal, aquilo ainda era um teste, e Riggs parecia querer testar cada situação específica, o espadachim ao alto podia finalmente ver através dos óculos do Sargento, seus olhos estavam fixos e determinados, o perigo para Cross era iminente, e no primeiro indício de ataque do oponente ele recuava alguns longos passos para trás. - O que houve Hornigold?! Pretende fugir assim se estiver protegendo alguém?! - Riggs permanecia imóvel no mesmo lugar, desde o início da luta seus pés não haviam se movido, e ele aguardava pela próxima investida do rapaz.

Cross, que percebia a intenção de não atacar do sargento se preparava para sua próxima investida, ele embainhava sua katana na intenção de dar um saque rápido, entretanto no início de seu ataque Riggs era mais rápido e conseguia interromper Hornigold segurando sua mão e o impedindo de realizar o saque. - Seu idiota! - Ele gritava logo antes de desferir um soco tão forte no abdome do espadachim que o fazia arfar de dor chegando quase ao ponto de vomitar, o impacto tirava sua força momentaneamente fazendo-o se ajoelhar, e agora Cross pela primeira vez ficava cara a cara com o Sargento Riggs. - Se não consegue lutar só com os punhos…! - Ele então virava seu pé direito para o lado e então usava da dinâmica de seu corpo em uma rotação que gerava um forte chute em arco com a perna esquerda nas costelas do rapaz, o golpe não causou dano a ponto de causar fraturas, mas com impulso o suficiente para lançar Hornigold através do chão escorregadio do pátio em uma distância de quatro metros de seu oponente. - Então não desarme a si mesmo!! -

O Sargento concluía seu movimento não só com uma incrível demonstração de força, mas também com uma lição para Cross e à todos que estivessem presentes, o espadachim continuava ajoelhado uns instantes para se recuperar, e ao fundo podia ouvir Astrid rir de sua cara enquanto Obryan soltava palavras de motivação mesmo que falasse apenas para que o mesmo escutasse, no entanto a audição de Cross o permitiu ouvir tudo isso. Riggs olhava para o recruta pela primeira vez de cima, e mais uma vez esperava parado pelo ataque de Hornigold.
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MensagemAssunto: Re: I - Um começo forçado   I - Um começo forçado EmptyDom 04 Mar 2018, 23:31




Cross era um espadachim e, como tal, usava uma katana. Mesmo assim, podia ser dito que o tiro havia saído pela culatra. Não só havia errado todos os seus golpes, como não havia desviado de nenhum golpe do Sargento. Não havia subestimado o Sargento, mas sem dúvidas havia calculado errado a distância entre a força dele e a sua, e agora estava pagando por seu erro. Se houvesse um lado positivo em tudo isso, pelo menos agora conseguia ter o mínimo de noção sobre o estilo de luta de seu adversário.

Seu corpo estava dolorido dos golpes sofridos e um pouco de tosse parecia ser inevitável enquanto tentava respirar normalmente, mas mesmo assim tentava se levantar e retomar suas forças. Ao fundo podia ouvir Astrid soltando algumas risadas e Obryan palavras de motivações. Ao se levantar, pegaria a katana de sua cintura desembainhando-a e olhando para Obryan com um breve sorriso e fazendo um rápido aceno com sua cabeça para o mesmo.

Focando-se novamente no Sargento, Cross tomava a mesma posição de quando tentou sua estocada, com as pernas flexionadas e seu centro de gravidade mais baixo, e sua espada no sentido contrário ao Sargento. Tomaria alguns segundos, respirando fundo e devagar, calmamente observando seu adversário. Rapidamente iniciaria uma investida em direção ao Sargento e, assim como quando desferiu sua estocada, subidamente pararia ao se aproximar o suficiente para seu golpe. Desta vez, porém, não se manteria na frente do Sargento, mas em uma posição levemente na diagonal em relação ao mesmo, na intenção de desferir um golpe em movimento circular na altura do tórax do Sargento, parecido aos movimentos de Obryan com seu bastão. Não intencionava cortá-lo como das outras vezes, mas sim atravessá-lo por completo (ex: rebatida de baseball). Caso algum golpe viesse em sua direção, Cross tentaria se esquivar, se viesse um soco tentaria desviar para os lados, ou para trás caso fosse gancho/cruzado, se fosse algum chute utilizaria sua espada com a lamina para fora para tentar bloquear, de modo que ao pará-lo também o cortasse, se de algum modo fosse acertado tentaria encaixar uma estocada rápida enquanto o Sargento o golpeasse.

Continuando seu ataque, se posicionaria de frente para o Sargento, segurando sua katana à frente de seu corpo e na mesma altura da visão do Sargento, utilizando esta técnica básica de espadachim que servia para tornar mais difícil de se identificar o comprimento exato da espada [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Assim, avançava lentamente na direção do Sargento e quando estivesse razoavelmente próximo realizaria um rápido salto na direção do mesmo, levantando sua katana ao alto e realizando um corte na vertical ao mesmo tempo que arqueia seu corpo para baixo, utilizando toda a força do mesmo como se pretendesse partir o Sargento ao meio. Caso sua katana fosse parada com a mesma técnica que havia sido utilizada anteriormente, tentaria sacar o mais rápido possível a bainha de sua cintura e a utilizaria para realizar uma estocada com toda sua força no abdômen do Sargento, imitando o golpe que havia tomado há instantes atrás. Se Riggs fosse lhe golpear com socos tentaria se esquivar  para trás, tomando distância, se tentasse utilizar as pernas Cross usaria a bainha para bloquear o chute e, com a outra mão, utilizaria a espada para cortar, ou mesmo perfurar, a perna do mesmo, logo após tomando distância novamente.

Como último ataque, agora mantinha a bainha na sua mão esquerda e a katana na direita. Iniciaria uma corrida direto na direção do sargento, segurando ambas as "armas" no lado esquerdo do corpo, uma paralela a outra, com o corpo na mesma posição de quando tentou realizar o saque rápido. Desta vez, porém, utilizaria a bainha para realizar uma estocada, esperando até o último momento para fazê-la, de modo a não mostrar qual das mãos usaria primeiro. Esperando que o golpe fosse bloqueado, aproveitaria para imitar o saque rápido que havia falhado na primeira vez, realizando um golpe na horizontal no abdômen do Sargento da esquerda para a direita. Caso não desse certo a sua estocada, daria um passo para trás tentando evitar um possível contra-ataque e ao mesmo tempo efetuaria um corte na diagonal, também da esquerda para a direita e de baixo para cima. Se sentisse que um golpe fosse iminente utilizaria tanto a bainha quanta a katana para bloqueá-lo enquanto tentasse recuar um pouco para sair do campo de alcance do Sargento.





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