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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Retomando um Sonho

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptyQua 21 Fev 2018 - 14:46

Retomando um Sonho

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Yato Ryukage. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptyDom 25 Fev 2018 - 22:03

Retorno a Shells Town





Saudades…não sei se era o que eu poderia dizer que sentia por essa cidade, mas ao mesmo tempo, podia ser, talvez, uma nostalgia, uma sensação indescritível eu diria, afinal, é daqui que eu consegui ter minha maior felicidade, mas também, minha maior tristeza, ainda lembro-me daquela chuva e daquele dia na qual eu estive a ponto de encarar a morte, eu senti medo, talvez por ser mais jovem eu realmente fosse um tolo por achar que poderia realmente vencer naquelas condições, apesar de ter treinado enquanto pequeno, nunca havia participado de um combate real desde aquela vez, e foi algo que marcou minha vida, para sempre, assim como a marca que isso deixou em minha vida, também me deu o maior aprendizado e o maior “presente” que poderia receber, foi algo ruim, que veio para o bem de ambos...falando sobre isso, espero que ela esteja bem, já estou sentindo falta, mas um dia vou vê-la novamente, não estou deixando-a definitivamente, é apenas para retomar aquilo que um dia eu vim buscar nesta ilha e espero conseguir dessa vez, para nossa felicidade.

Deixava aquelas pensamentos de lado e voltaria a realidade, apesar de querer ir para o Quartel General, eu queria antes procurar por alguma loja que vendesse algumas katanas, precisaria comprar, eu poderia dizer que eu era um idiota, chamava a mim mesmo de espadachim, mas não possuía espada, optei por guardar aquele presente e quando eu o merecer, um dia eu o buscarei novamente, então, como um espadachim sem espada, precisaria ir atrás de uma, ou vou me apresentar como tal e vão achar que estarei brincando com a cara deles. Desde meu incidente de alguns anos atrás, eu passaria a treinar com duas espadas, uma em cada uma das mãos, dessa forma consegui um ótimo domínio com ambas as mãos e desde então eu continuaria meu treinamento, com uma espada em cada mão.

Primeiramente iria procurar alguém que pudesse me dar alguma informação sobre alguma loja de armas, na qual eu pudesse adquirir duas katanas, talvez eu ganhasse uma na Marinha se eu conseguisse efetuar meu alistamento, mas eu queria comprar as minhas e usar as minhas, era algo meu, naquele momento. Procuraria alguém que eu pudesse perguntar, de preferência procuraria algum marinheiro e já aproveitaria a situação e o momento para perguntar onde se localizaria o Quartel, entretanto, se não conseguisse avistar um marinheiro, me contentaria em apenas saber a localização da Loja de Armas, e lá perguntaria para o mesmo se ele soubesse.

- Olá, senhor(a), desculpe interromper, mas gostaria de saber se pode me ajudar, gostaria de saber onde eu poderia achar uma Loja de Armas, que vendam Katanas. – Perguntaria com meu habitual temperamento calmo e dando um sorriso de canto

Entretanto se o mesmo não soubesse me informar a localização, apenas agradeceria e iria procurar outra pessoa, preferia não perder tempo andando sem rumo procurando uma loja, seria mais fácil perguntar e alguém me indicar o caminho e eu ir direto, sem ficar perambulando sem um destino certo.
Caso a pessoa me informasse a localização eu agradeceria e iria até o local, chegando lá, iria examinar a loja, observar tudo com calma, se possuísse algum tipo de mostruário de espadas/katanas/cimitarras iria dar uma olhada, após olhar e examinar a loja, iria até o atendente para saber sobre os preços, queria tentar negociar os preços que eu poderia pagar, poderia não ser bom de lábia, mas eu poderia tentar, quem sabe ajudá-lo a fazer algo e em troca receber o que eu estava querendo, afinal de contas, era uma opção até que viável, preferia não gastar muito, mas queria algo de qualidade.

- Com licença, como o senhor(a) vai? Você tem algumas katanas de qualidade para oferecer? Gostaria de saber o preço, por favor.

Caso as katanas que ele oferecesse fosse cinquenta mil berries ou mais iria tentar abaixar o preço ou negociar com ele, algo que ele quisesse na qual eu pudesse conseguir ou talvez ajuda-lo com algo, desde que não fosse nada errado, algo que fugisse da lei.

- Não podemos negociar? Talvez o senhor(a) pudesse abaixar o preço, afinal, eu estarei comprando duas katanas, um desconto seria bom, o que o senhor(a) acha?

Caso o mesmo aceitasse e me desse um desconto de no mínimo uns 10% iria aceitar e pagar, entretanto se ele(a) recusasse, perguntaria se podia fazer algo para que pudesse ganhar esse desconto.

– Bom...pode me dizer se tem algum serviço que o senhor(a) precise fazer? Talvez eu pudesse fazer para o senhor(a), algo que eu faça em troca das katanas ou em troca de um bom desconto?


Caso houvesse algo que ele precisasse e que não fosse nada contra as leis ou algo considerado errado, iria aceitar, desde que também não envolvesse atacar animais ou mulheres, não poderia aceitar nessas condições, entretanto se não envolvesse nada do tipo, eu aceitaria.

Entretanto se não conseguisse o desconto e nem mesmo conseguisse ajuda-lo em algo, então simplesmente aceitaria o preço e pagaria, desde que as duas katanas juntas não ultrapassassem o preço de quinhentos mil berries. Como haveria comprado duas katanas, colocaria uma em cada lado da cintura, enquanto passaria a mãos pelos meus cabelos e observando melhor o local e logo iria atrás de saber onde localizaria o quartel, perguntaria novamente para alguém na rua para eu poder me localizar e me encontrar na cidade, não conhecia o local.

Se alguém pudesse me dar a informação a qual precisava, iria agradecer e fazer uma outra pergunta, se a pessoa não se incomodasse.

- Obrigado pela informação, poderia me dizer também, se não for incomodar,
se o alistamento está aberto?


Assim que me respondesse, também faria uma outra pergunta, havia algo que eu também precisaria ir atrás, descobrir sobre aquilo que ocorrera a alguns anos atrás, precisaria começar por um local, não sabia exatamente onde, tudo o que eu queria, era algum jornal de cinco anos atrás, talvez eu pudesse obter alguma informação do Tritão que matou uma família inteira naquele dia, ou até mesmo os marinheiros poderiam saber, ainda poderia haver alguns que presenciaram a tragédia daquele dia, era o que eu queria que fosse verdade e era por onde eu podia começar.

- Me desculpe novamente...mas sabe se tem algum local por aqui na qual eu possa encontrar jornais antigos? De cinco anos atrás mais ou menos? - Perguntaria agora de forma mais séria.






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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptySeg 26 Fev 2018 - 8:42



Cold and Freeze



Os ventos demonstravam mudanças, coisas novas vinham por aí, mas junto a elas, novos desastres, aquele homem parecia ter vivido por era de escuridão, tendo perdido praticamente tudo o que um dia já havia sido. O ambiente estava agradável, os ventos, mesmo frios, deixavam tudo mais tranquilo e monótono, a camada de neve no chão fazia o ambiente parecer “morto”, mesmo com um grande fluxo de pessoas circulando.

O cheiro de maresia era forte, afinal estava numa ilha e ainda próximo ao mar, as ondas estavam fracas, ainda mais nessa hora da manhã, a água deveria estar bem gelada, afinal a neve caia sobre ela diretamente. Aos poucos era possível de ver um maior fluxo de pessoas, enchendo aquele porto. Era possível de se ver barcos ancorados, com seu tripulantes desembarcando seus pertences. Peixes, vinhos, mercadorias, móveis, roupas. Os mais diversos bens apareciam por ali, mas visualmente falando, não se via uma única arma.

O local onde Yato estava no cais, era feito de madeira e logo embaixo o mar, estava a alguns metros em cima, o suficiente para que as gotas das ondas não os atingisse. Alguns metros a frente a “terra firme”, feito de pequenos paralelepípedos bem encaixados, deixando o visual bem urbano. Mas a neve, ao passar do tempo, começou a cobrir esses pequenos blocos, as vestimentas das pessoas eram claramente para o frio, de forma até exagerada, como aquela localização era sempre bem quente e úmida,  tempo frio causava contradições nas cabeças dos moradores.

O rapaz buscava algum lugar onde poderia encontrar armas, katanas em especial, mas essa tarefa poderia ser um pouco complicado, a neve deixava tudo muito igual, então seria bem fácil de se perder ou até mesmo não ver essa famigerada “loja”. A melhor coisa seria de fato perguntar onde poderia se encontrar os objetos solicitados. Mas para quem?

Todos ali pareciam ocupados e os que não estavam pareciam de mau humor, afinal trabalhar cedo e na neve não deveria ser a melhor coisa, estar numa cama quentinha poderia ser uma opção melhor. Naquela situação havia três ruas centrais, todas recebem certo movimento. Na primeira era possível ver mais homens com trajes simples e sujos, pareciam estar trabalhando, as estruturas ali pareciam um pouco mais precárias e sem detalhamentos, pedras e madeiras cortadas de forma mais grosseira. Na do meio, possui menos pessoas, nela era possível ver trajes já um pouco mais sofisticados, levemente mais social, até para aquele horário, esteticamente falando parecia um pouco mais arrumadinho, as estruturas eram mais detalhadas, com cortes mais específicos e bem desenhados. Na última os trajes eram um pouco mais diferentes, tendo uma pegada mais cultural, eram floridos e bem cortados, como um toque oriental. Algumas mulheres possuíam maquiagens brancas e usavam kimonos, as demais apenas trajes mais a caráter do ambiente, as estruturas eram mais étnicas e coloridas, madeira em grande maioria eram avermelhadas e mais circulares, dando uma visão estereotipada daquela cultura.

Se por acaso, Yato resolvesse interromper alguns dos trabalhadores, seria ignorado ou receberia uma resposta grosseira, como “Sai da minha frente pirralho, não estava vendo que estou trabalhando!”. De onde o rapaz se localizava até onde as ruas estavam existia uma certa distância, lá naquele local, com exceção da primeira rua, todos pareciam mais tranquilos, quem sabe ali ele pudesse receber alguma informação mais útil.

Dicas&Truques:
 

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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptySeg 26 Fev 2018 - 11:23

Busca por Informação




Aparentemente, não conseguiria ajuda de ninguém aqui, era compreensível, com essa neve, frio e manhã são coisas que combinam, combinam também para pessoas que ficam em suas camas quentes e aconchegantes até mais tarde, diferente de trabalhadores como os que haviam por aqui no porto.

Olharia ao meu redor, um pouco pensativo, não sabia por onde poderia seguir, passariam mão em meus cabelos enquanto observaria as ruas na qual encontravam-se em minha frente, elas tinham uma clara diferença, a rua mais próxima a mim era a primeira rua e a qual aparentemente mais humilde e simples, assim como eu era e como sempre fui desde pequeno, não tinha muita coisa, mas o que eu possuía era feliz e ainda hoje sou assim, apesar de tudo.

Enquanto seguiria em direção a primeira rua, observaria melhor o local na qual passaria, já fazia um tempo desde que vim aqui, cinco anos para ser mais exato, muita coisa pode e deve ter mudado, aquilo que houve me traz memórias dolorosas, era difícil lembrar e não lembrar dela, afinal, tudo aquilo havia ocorrido logo após salvar a mesma, e o que parecia estar sendo apenas um dia chuvoso sem muitos problemas, tornou-se um verdadeiro caos ao saber que um Tritão havia devorado toda uma família e em um ato de fúria e desejo de vingança por parte daquela menina, eu tentei enfrenta-lo, mas ele era muito forte...felizmente a menina trouxe alguns marinheiros e a partir daquele momento não soube de mais nada, apenas que iria vê-lo novamente, esta era a única certeza, desde então eu tenho treinado e vivido com a garota que salvei naquele dia, tornando-a praticamente minha filha.

Deixaria um pouco aqueles pensamentos de lado, eles não me traziam uma boa sensação, não era medo, talvez uma certa tristeza, nunca haveria conseguido descrever tal sentimento, era angustiante, mas me fazia lembrar-me sempre e isso era algo bom, de certa forma, fazia eu sempre querer me esforçar mais para encontra-lo novamente, sim, era meu objetivo, um dia encontra-lo.

Junto com aquele vento gélido, meus pensamentos também iriam embora, carregados com o vento, assim como meu longo cabelo, sentiria eles balançando com aquele vento, eu adorava o clima frio, sempre foi algo que me cativou o frio e tudo o que trazia com ele e apesar de gostar e já estar aqui a algum tempo, não havia dado muito conta da neve que caia, muito menos da camada de neve no chão, era algo lindo, mas ao mesmo tempo era simples, imagino que agora, em algum lugar dessa cidade, talvez, crianças sentadas em um aconchegante sofá e tomando algum chocolate quente ou simplesmente estariam dormindo agora, é cedo e não são muito as crianças que acordariam a essa hora em um dia frio como esse, e para minha sorte, estava bem vestido para aquele clima, com uma camisa lisa e de manga comprida branca, por baixo, por cima usava um kimono não muito fino e leve em um tom roxo escuro e por cima do mesmo um sobretudo preto com alguns detalhes em dourados e roxo no mesmo tom do kimono na frente e um cachecol branco, embaixo uma calça escura com uma bota da mesma cor que chegava a três dedos abaixo da minha canela com uma faixa branca amarrada em minha cintura, acreditaria ser o suficiente para aguentar aquele frio que permeava Shells Town.

Assim que chegasse na primeira rua, iria observar o local, tentaria ver se encontrava a loja de armas a qual procurava logo de vista, também tentaria observar as pessoas que ali passavam, ver se estariam com o humor que os homens e mulheres do porto estavam, preferia que estivessem mais tranquilos, mas não os julgaria, eu entendo o lado deles, meu pai sempre acordou-me cedo para trabalhar com ele quando menor. Caso não conseguisse localiza-la apenas de vista, iria perguntar a alguma pessoa que parecesse simpática, o que poderia ser algo difícil logo pela manhã, mas eu não podia ficar parado.

- Como vai? Pode me dizer a localização de alguma loja que venda armas, em especial katanas? – Perguntaria de forma simpática.

Apesar de sempre estar sério, e talvez poderia parecer estar bravo, a verdade é que eu era muito calmo e quieto, imaginaria se alguém se incomodava com meu jeito atual, se talvez o jeito alegre como eu era antes seria melhor para situações como essa, sim, seria possível, mas sinto-me confortável dessa forma.

Caso a pessoa não soubesse me dizer, desistiria de perguntar e eu mesmo iria procurar, se ninguém podia ajudar, então seria mais fácil eu mesmo ir atrás e procurar por contra própria, assim eu poderia conhecer a cidade também, seria uma boa.
Assim que encontrasse a loja, pediria por uma katana, primeiro analisaria o preço e caso achasse justo o preço, pagaria, se não tentaria negociar com ele, de alguma forma, buscando um desconto ou até mesmo alguma tarefa que pudesse ajuda-lo.

Caso comprasse a katana ou mesmo se não achasse a loja, deixaria a mesma de lado caso eu visse algum bar por perto, pretendia obter algumas informações naquele bar e saber sobre o ocorrido de alguns anos atrás, lá poderia ter alguém para me ajudar ou me dar alguma informação relevante e quem sabe eu não encontre alguém lá que me indique a localização da loja de armas, caso eu não a encontre.

Chegaria no bar e pediria uma cola, caso não houvesse, apenas uma cerveja, seria o suficiente, não gostava de bebidas, mas não pediria informações sem antes comprar nada, iria chamar o atendente e perguntar para ele sobre acontecimentos que ocorreram nos últimos anos, algo grave.

- Com licença...mas poderia me dizer sobre incidentes graves que ocorreram nos últimos anos? – Diria dando um gole em sua bebida e olhando-o de forma amigável.


Esperaria o mesmo responder, caso o mesmo soubesse, perguntaria em seguida do que se tratava o incidente e o que ele sabia sobre ele, entretanto se não fosse sobre o incidente no qual eu estava querendo saber, tentaria fazer uma outra pergunta.

- Sendo mais especifico...um incidente a cinco anos atrás, a morte de uma família por um tritão, sabe algo? – Esperaria ele responder. – Se não souber, pode me dizer alguém que saberia? – Dando outro gole em sua bebida.

Esperaria a resposta dele e saber se o mesmo me daria uma boa informação ou não, caso não conseguisse tirar nada de bom, iria pagar a bebida e perguntar o mesmo poderia me indicar um ferreiro ou até mesmo uma boa loja de armas, na qual eu pudesse comprar algumas katanas.

- Saberia me dizer algum bom ferreiro ou uma boa loja de armas que vendam katanas? – Perguntaria pagando a bebida a ele.

Se o mesmo me indicasse iria até lá rapidamente, se não simplesmente desistiria de momento e iria procurar por conta própria o quartel da marinha, já que não estaria adiantando perguntar nada a ninguém, o que me resta é ir atrás, procurar e descobrir o que eu queria sozinho, poderia ser meio complicado, mas nada impossível.





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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptyTer 27 Fev 2018 - 0:27



Cold and Freeze



O clima ainda permanecia estranho, mas o mais estranho era um rapaz buscando uma arma nesta manhã gelada, se dirigia a primeira rua, mais humilde e mais movimentada, onde talvez não fosse a melhor ideia, afinal em um lugar onde só existe trabalhador, o comércio é mais limitado e com menor qualidade, além das pouquíssimas opções de entretenimento que não fossem banais e sujas.

Durante sua busca por alguém que pudesse lhe informar onde estaria a loja de armas mais próxima, uma visão agradável, um rapaz, bonito e bem vestido, claro que na medida do possível, parecia saber como usar de tecidos e vestes simples para um visual mais sofisticado. Sua pele era clara, seus olhos azuis e dóceis, suas orelhas era abertinhas, o que o deixava ainda mais adorável, seus cabelos eram castanhos, lisos na raiz e formam cachinhos nas pontas, seu rosto de uma forma geral era angelical e agradável, seus lábios rosados e pele macia, nariz fino meio arredondado na ponta. Vestia uma blusa azul, com gola, o tecido parecia manipulado, para ficar num tom mais doce e leve, seu botões eram dourados, uma calça marrom chocolate, sua expressão era alegre e contente, até seu modo de andar parecia mais amistoso do que o da grande maioria ali, que de onde Yato observava, olhavam torto para o rapaz.

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Yato foi bem direto, o que poderia ser considerado uma grosseira ou pelo menos agressivo, no primeiro momento o jovem se assustou, mas logo tratou de responder a pergunta do rapaz, parecia levemente intimidado pelo homem.

-Oh.. … Bom, que eu saiba, equipamentos bélicos são encontrados apenas a algumas ruas daqui. Não sei se o senhor chegou a ver, mas é basicamente.. Hum.. Na metade da rua, que está a duas ruas daqui! - O rapaz parecia confiante no que diz, mas o que ele havia dito era completamente confuso e mal direcionado. Depois de alguns segundo em silencio colocou sua mãos direita em seu queixo e olhou para cima, enquanto piscava seus olhos de forma aleatória e graciosa.

-Bom, não sei explicar muito bem, eu estou indo numa direção similar, posso guiá-lo a partir de lá! Mas não garanto que irá encontrar isso que você disse! Como é que se chama? “Cáthana”? Bom, não sei, mas estou indo, fique a vontade para me acompanhar!

O jovem novamente diz com convicção, mesmo que aparentemente ele parece muito confuso, havia saberia em suas palavras, mesmo que não se encaixam tão bem como ele planejou. Se Yato decidir seguir o jovem, eles passariam por um “atalho”, um tipo de beco que atravessava as casas, que passavam da “Primeira Rua” para  a Segunda Rua”, esse beco possuía paredes de pedra grosseiros, a neve não alcançava ali com tanta força devido as telhas das casas que cercavam o ambiente, parecia muito sujo, mas era fácil de ficar longe da sujeira.

Se preferisse procurar sozinho teria uma banquinha de jornal com algumas pessoas mais a frente, na direção oposta ao do garoto. Que sumiria dentro da multidão em poucos segundo e não teria mais volta para encontrá-lo.

Após sair do beco, o visual daquele lugar era completamente diferente, as estruturas muito bem polidas, desde pequenas estátuas  de cimento a estruturas padrão, como portas, janelas e telhas, tudo era mais sofisticado, feito de pedra da melhor qualidade, tendo coloração meio acinzentada com detalhes brancos. O movimento ali pareceria menor e com mais elegância, as pessoas presentes em grande parte vestidas muito bem. Suas expressões eram mais frias e aparentemente esnobes, andavam estranho, como se fossem deuses do mundo. Chegavam na entrada de um outro beco, similar aquele, onde o rapaz parava.

-Bom, se você continuar a seguir esse caminho, sairá na próxima rua. Uma que têm aspecto mais oriental, lá será fácil de encontrar, basta seguir para a esquerda. Vai ver! Tenho certeza! - Dizia de forma tranquila e ao mesmo tempo desligada, fazer uma boa ação parecia ser algo comum, seus olhos brilhavam com a luz que vinha do céus.

Após deixar Yato em seu caminho, continuaria andando, o jovem curva uma outra rua próxima ao beco, e depois de alguns segundos se ouvia uma gritaria, parecia que tinha mais alguém ali. As vozes pareciam ser claramente ofensivas e violentas, mais do que a própria de Yato, mesmo não sendo seu objetivo principal. Um som mais forte pode ser ouvido, como se algo fosse lançado ou entrado em contato depois de grande impulsão.

Poderia continuar a seguir o beco, até então a provável loja de armas, ou poderia ir investigar o que estaria acontecendo. Se optasse em seguir seu caminho, em cerca de alguns minutos estaria na tal “Terceira Rua”, onde haveria um bom movimento, mais vazio que a primeira, mais cheia que a segunda, as estruturas ali eram feita de madeira vermelha com desenhos de tinta, vasos com plantas estranhas e papel. Chegaria rapidamente a loja, onde possuía uma estátua feita de Ouro de um soldado com uma katana.

Entretanto se resolvesse ver o que havia acontecido naquele beco ficaria surpreso. O rapaz que o havia guiado estaria sendo segurado pela gola, por um outro menino, parecia ser mais alto, mas mais novo. Suas vestes eram completamente de segunda mão e sua aparência comum, pele corada pelo sol, aparentemente um pescador jovem, que não tinha como se proteger da luz, suas mãos estavam sujas. Seus olhos eram castanhos e seu cabelo preto, seu rosto era meio redondo e seu corpo relativamente atlético. Atrás dele mais dois meninos, com o mesmo estilo de veste, segunda mão, só que menores. Estavam rindo do rapaz que era segurado no ar, em seu rosto, seu olho esquerdo estava vermelho e possuía um corte em cima, que escorria um pouco de sangue.

-O que faz aqui em “frutinha”? Veio procurar alguma coisa? Finalmente vamos te “pegar” por ter nos dedurado a marinha! - Seu tom de voz era grosseiro e hostil, mas não parecia ter passado da puberdade, ainda não era tão grossa. Os outros dois atrás só faziam rir. O menino segurado pelo pescoço estava meio roxo e sua expressão era de medo, mas parecia estar acostumado com esse tipo de recepção.

Dicas&Truques:
 

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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptyTer 27 Fev 2018 - 19:33

Confusão




Mas que rapaz...estranho, ele é como uma luz no meio da escuridão estando nessa rua, as pessoas parecem tão humildes e simples e ele parece tão arrumadinho, tão certinho, é estranho, as vestes são simples, mas bem ajeitadas, ele parece educado e uma boa pessoa, mas me manteria atento, não poderia julgar ele pela aparência, como poderia dizer...sempre existem lobos em peles de cordeiro, podia não ser o caso, mas preferia me manter atento a todo tempo, era melhor do que acabar tendo uma surpresa futuramente, mas de momento vou segui-lo e confiar nele, mas não sabia seu nome, na verdade eu não sabia nada sobre ele, perguntaria sobre ele para saber melhor quem eu estava seguindo.

- Desculpe, mas qual seu nome e o que está fazendo aqui? A julgar você pelas demais pessoas que estão nessa rua, você é bem diferente. Digo visualmente falando. – Perguntaria a ele enquanto tomávamos o caminho.

Fora tudo isso, aparentemente olhavam de forma torta para ele, como se ele fosse algo ou alguém hostil para eles, como se ele fosse fazer algum mal para alguém, o que é estranho e isso talvez só me deixaria ainda mais pensativo a seu respeito, será que ele havia feito algo para algum deles? É possível, talvez eu pudesse descobrir.

- Desculpe, mas você fez algo de errado ou algo do tipo? – Tentaria perguntar de forma discreta, fingindo-me desentendido.

Atravessamos o beco e o mesmo disse que eu apenas precisava seguir aquele caminho e estaria naquela terceira rua que havia visto anteriormente, por minhas memórias era uma rua oriental, deveriam haver artigos orientais lá, como a Katana que eu buscava e ele pedia apenas para seguir a esquerda que logo chegaria lá, e ele já iria despedindo, e no fim, ele pareceu ser uma boa pessoa, então eu tinha mais que a obrigação de agradece-lo.

- Obrigado, rapaz, estou te devendo uma, cuidado em seu caminho. – Dizia esperando alguma resposta sobre o motivo de estarem olhando para ele e também podia tentar algo contra ele, era uma possibilidade, estaria um pouco preocupado.

Veria o mesmo seguindo seu caminho e assim que ele fosse indo, observaria ele indo até o outro beco e após perceber que o mesmo entrasse no beco, ouviria alguns barulhos, uma gritaria para ser mais exato e aquela rua era onde o mesmo havia entrado...eu não possuía uma arma, nada que eu pudesse usar, caso necessário, mas eu não poderia ignorar, era algo estranho toda aquela gritaria e eu havia jurado que ajudaria quem precisasse, ajudaria quem não poderia defender-se, poderia me arrepender, mas eu tinha e deveria ir até o local.

Correria rapidamente até aquele beco, lá me deparo com a cena daquele jovem rapaz que me ajudou, sendo agredido por um outro garoto, e outros dois atrás observando, era como eu havia imaginado, minha preocupação em fazerem algo contra ele acabou acontecendo, mas aparentemente todos eles seriam jovens, não podia deixar aquilo acontecer, eu iria intervir antes que algo de ruim acontecesse, mas tentaria resolver calmamente, sem nenhum de ambos os lados se exaltarem e acontecer algo pior.

- Solte ele, rapaz, por favor, não precisa fazer isso. – Diria aproximando-se dos dois – Não precisamos resolver dessa forma, podemos conversar – Diria e pararia perto dos dois me manteria tranquilo, era algo meu, ser calmo até mesmo em situações como essa, minha feição aparentaria apenas uma expressão séria e calma.

Iria observar os outros dois, tentar ver se eles fariam alguma coisa ou continuariam quietos, também tentaria observar o local, tentar saber se teria algo naquele lugar na qual eu pudesse usar como arma, talvez achasse, em caso de algo acontecer, não era bom com meus punhos, nunca foi uma arte em que consegui me especializar, passei meu tempo aprendendo como ser um espadachim, mas também poderia utilizar qualquer outra arma que me fosse dada, sempre fui bom com quaisquer armas que utilizava.

Caso o mesmo soltasse o garoto, iria pedir para que o rapaz na qual me ajudou, viesse até mim e ficasse atrás de mim, daria uma olhada no corte dele, eu saberia fazer os primeiros socorros, mas estavam sem nada que pudesse ajuda-lo naquele momento, apenas tentaria rasgar uma manga de minha camiseta e pediria para que o mesmo amarrasse na cabeça, fazendo com que evitasse sair muito sangue e pediria para o garoto sair dali que eu iria resolver a situação da forma que eu achasse que o garoto pudesse ir embora tranquilamente, tentaria falar baixo o suficiente para que os outros três não escutassem, não queria que eles ficassem irritados ou ainda mais exaltados do que já estariam.

Contudo, se atacassem o garoto loiro, ou ele atacasse o mesmo novamente, eu correria até os dois e o faria solta-lo, mesmo que precisasse empurra-lo, na tentativa de fazê-lo solta-lo, se eu conseguisse fazer com que o mesmo fosse solto, mandaria ele ir embora enquanto eu manteria aqueles garotos ocupados, a menos tempo suficiente para que o mesmo fizesse o que eu pediria a ele.

- Veja...melhor você ir embora, ache outro caminho, mas preciso que faça um favor, vá até a loja na qual eu estava indo e compre uma katana e me traga aqui, estarei esperando, tudo bem? – Diria em um tom baixo, ainda olhando para os garotos. - Pegue isto e corra até a loja de armas, apenas peça isso e volte aqui com a mesma, tudo bem? – Diria tirando cerca de 20 mil berries do bolso e entregando-lhe. – Conto com sua ajuda...eu sinceramente espero que retorne, talvez seja nossa única chance se vierem com intenções de me machucarem.

- "Vou tentar para-los caso eles tentem ir atrás do rapaz" - Pensaria comigo encarando os garotos.

Esperaria o rapaz sair dali, assim que o mesmo saísse, tentaria alguma negociação com os três, eles haviam dito algo sobre serem denunciados para as marinheiros, talvez eles tivessem roubado algo ou quisessem algo, era possível, eu poderia tentar negociar com eles e ver se queriam algo

- Me digam o que querem, dinheiro, comida, roupas, posso ajuda-los dependendo do que for, mas devem me prometer deixar aquele garoto em paz.  – Perguntaria encarando aquele que haveria começado a agressão. – Não sei o motivo pelo qual fizeram isso, mas ele me ajudou e parece ser uma boa pessoa. – Observaria se possuía neve no local onde eu estava, seria útil em caso de avançarem. – Não acho que ele faria algo de ruim. – Perguntaria sabendo que se tratava de um denuncia por parte do rapaz loiro para os marinheiros.


Caso eles tentassem avançar contra mim, caso eu encontrasse algo que eu pudesse usar como arma, iria lutar contra eles, porém, utilizaria a neve que estivesse perto de mim e jogaria nos olhos de quem estivesse mais perto e em seguida tentaria empurra-lo com o corpo, para tentar faze-lo cair no chão, seria um pequeno intervalo de tempo que teria, caso conseguisse fazer com que o mesmo caísse.

- "A verdade é que se pudesse, os enfrentaria agora mesmo, mas não tenho muito o que fazer com meus punhos, eu precisaria utilizar alguma arma...eu estou calmo, mas vou acabar levando uma surra se aquele garoto não voltar com o que preciso, mas vou ganhar tempo" - Pensava comigo mesmo dando um sorriso de canto.

Eu era calmo e era bom em analisar o movimentos dos outros, só preciso continuar calmo e tentar defender-me ou esquivar-me dos ataques deles, dependendo da forma que atacarem, posso descobrir algum padrão em seus ataques e assim poderei ter a vantagem, mesmo que eu não possa lutar, eu posso tentar uma defesa e se tudo der certo eu poderia vence-los apenas esquivando, podendo por exemplo empurra-los um contra os outros após esquivar-me ou defender-me, pois devido ao longo balanço que seus corpos poderiam fazer, eles não estariam com o equilíbrio em harmonia e neste momento poderia tentar isso ou até mesmo tentaria empurrar seus punhos para outra direção, utilizando como um tipo de defesa, aparentemente eles seriam ainda crianças, não devem ter experiência em lutas, poderiam, talvez, terem alguma em relação a brigas de ruas com algumas crianças ou jovens de idades semelhante a deles, logo eu poderia ser mais velho, poderia ter um corpo mais forte e mais adulto, então isso poderia me contar como uma pequena vantagem, o importante era apenas conseguir analisar seus movimentos e tentar achar algum padrão.







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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptyQua 28 Fev 2018 - 15:13



Cold and Freeze



O homem, por algum motivo, assimilou tudo o que via, em relação ao jovem, como circunstâncias alarmantes, que talvez pudesse lhe causar perigo, ficou alerta. Os traços do tal rapaz eram muito delicados, mas isso não era condizente com a “forma” que as pessoas o olhavam. Por curiosidade e precaução Yato, fazia uma série de perguntas durante sua caminhada.

-Eu estou indo comprar tecido, pretendo fazer algumas peças de roupa! Me chamo Thomas! E você? Como se chama? - O jovem dizia da forma mais tranquila possível, era extremamente doce e agradável, mas por algum segundo soou alguma preocupação. Quando Yato continuou a perguntar sobre o que possivelmente estava acontecendo.

O jovem fazia uma cara de espantado e começou a acelerar o passo, por algum motivo aquilo o deixou tenso por algum motivo aquela pergunta parecia o incomodar de alguma forma.

-Bom, eu… - Pausa - Não, não fiz nada! - Dizia de forma mesmo triste, parecia cabisbaixo. Após chegarem no momento de “despedida”, após o agradecimento de Yato, Thomas continua - Não.. Não se incomode! - Ainda parecia meio chateado.

Depois da situação já citada, Yato decide ir ver o motivo de toda aquela gritaria, ao observar a cena  e estando desarmado, não haveria muito o que fazer ali. Mas não precisou de muito, quando a figura do homem apareceu no beco falando, os três rapazes já se assustaram e sem jeito deixará Thomas cair no chão. Ele caiu sentado, mas parecia ter se machucado de leve devido a queda. A altura e porte físico do homem foram capazes de intimidar os três rapazes, afinal mesmo sendo mais altos que Thomas, ainda eram mais baixos que ele. Afinal era adolescente. O homem bolava várias formas de tentar ajudar, mas que no final nem precisavam ser executadas, os meninos corriam no “automático” para fora do beco, sem perceber que Yato estava desarmado e sozinho. E que talvez não fosse apresentar ameaça a eles naquele estado.

O menino se levantou rápido, estava ferido e sua expressão era completamente angustiante, o menino acessa com a cabeça e continua andando na direção em que pretendia, o beco, para sair mais no centro da cidade. Era possível vê-lo mancar durante seu caminhar, até andar um pouco mais onde chega a cair, ficou de lado, com suas pernas cruzadas, onde começava a chorar, não parecia ser só pelo ferimento, mas sim por seu orgulho, não poderia fazer nada perante aquela cena, afinal era menor e mais fraco que os outros rapazes. Seus olhos estavam virados ao chão para que ninguém pudesse ver seu rosto de humilhação.

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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptyQua 28 Fev 2018 - 19:31

Lágrimas e Dores




Tudo havia se resolvido, não houveram conflitos, os garotos provavelmente assustaram-se com minha presença, talvez não quisessem que ninguém visse o que eles fariam ou algo do tipo, mas não importava agora, o importante era que a situação havia passado e o rapaz aparentemente não se machucou gravemente, ele parecia abalado, aquela situação, pensava se isso já havia acontecido antes, se ele era atormentado frequentemente, era bem possível.

- “Será que ele já sofreu isso mais de uma vez? Por qual motivo exatamente tentariam machuca-lo?” – Pensaria comigo mesmo.

Vejo-o cair logo mais a frente numa falha tentativa de aparentemente seguir o seu caminho e pela forma que o mesmo andava, obviamente machucou a perna, restava saber a gravidade, mas o estado no qual o mesmo encontrava-se era triste, caído ao chão, machucado e aparentaria estar chorando, talvez eu saiba o que ele está sentindo, a cinco anos atrás eu senti algo que talvez fosse semelhante, era algo quase que indescritível, uma impotência, saber que nada do que você fizesse poderia resolver, que existem forças maiores e que se tentasse, iria fracassar, imaginar que mesmo que você tentasse você sempre cairia perante essas forças, mas não era bem isso, e eu descobri isso, mas o mesmo iria descobrir ainda, ou ao menos tentaria descobrir se ele tivesse coragem para se levantar e seguir em frente, mas isso teria que vir dele, as pessoas poderiam ajuda-lo, dar um apoio, um “empurrãozinho”, mas isso não faria ele se erguer, mas sim ele, e eu me sentia no dever de ajuda-lo.

Caminharia lentamente até ele, e pararia próximo a ele, retiraria meu sobretudo e colocaria por cima dele, enquanto manteria meu olhar sobre o mesmo durante alguns segundos, tentando entender melhor o que o mesmo poderia estar sentindo, ele é uma boa pessoa, eu acreditava em justiça e não acreditava que alguém como ele merecesse passar por tal situação, uma pessoa que aparentemente prática sempre o bem ao próximo, que talvez estivesse sempre disposto a ajudar a quem precisa, não, de fato alguém assim não poderia passar por coisas do tipo, precisaria ajuda-lo.

- Escute, por qual motivo deixou que eles fizessem isso com você e a quanto tempo sofre isso? – Perguntaria enquanto inclinava minha cabeça, mantendo meus olhos para o céu, observando a neve que caia – Preste atenção, não pode deixar que façam isso com você e não venha me dizer que é fraco. – Suspiraria e logo voltaria a olha-lo enquanto me abaixaria. – Ninguém é fraco, entenda isso, todos temos a força para levantar e para lutar contra aquilo que tememos, mas é justamente por nós temermos o que nos causa isso que hesitamos em nos tornar forte, pois pensamos que nada será mais forte que aquela coisa e é neste momento que as pessoas costumam perder as esperanças. – Diria enquanto colocaria a mão em seu ombro. – Eu sei o que é ser fraco...sei o que é sofrer e pensar que você nunca poderá ser mais forte do que isso, mas não é verdade, se você quer que isso pare, levante, se torne forte e quando acontecer novamente, você vai e acaba com isso. – Enquanto falaria isso daria um leve sorriso.

Sim, aquele garoto precisava de forças para levantar e eu acreditaria nele, acreditaria que ele levantaria, ergueria novamente suas esperanças e correria atrás de ficar mais forte, que ele deixaria toda a fraqueza ele de lado e tornara-se alguém que nada nem ninguém poderia botar de joelhos novamente. Mas agora, também precisaria tomar conta de suas feridas, iria examinar a perna na qual o mesmo estaria mancando e seu corte que possuía em seu rosto.

- Thomas, deixe-me ver sua perna, eu sou médico, deixe-me lhe ajudar. – Diria enquanto tentaria examinar sua perna, tentar saber se houve alguma fratura ou deslocamento. – Me mostre também seu rosto, não tenha vergonha, todos choram e o choro significa frustração, se está frustrado é porque quer mudar e se realmente quiser isso, está no caminho certo. – Diria tentando faze-lo mostrar-me o rosto.

Caso eu pudesse, iria fazer os primeiros socorros nele, caso fosse algo além do que eu poderia tratar naquele momento, iria pega-lo no colo e perguntar a ele se o mesmo saberia onde localizaria a clinica médica mais próxima para o mesmo poder ser tratado, caso realmente fossemos a clinica e houvesse algum custo o tratamento que o mesmo precisasse eu mesmo cobriria.

Entretanto se fosse algo na qual eu pudesse tratar naquele momento, assim que o mesmo se levantasse iria fazer uma proposta para o mesmo, talvez ele não aceitasse, pois sou um estranho, o que seria muito compreensível, mas queria ajuda-lo.

- Escute, Thomas. Eu posso lhe ajudar um pouco...se estiver disposto, eu poderia treina-lo suficientemente para defender-se sozinho. – Olharia para ele encarando-o e mantendo uma expressão séria – Você não sofreria mais isso e todos aqueles que lhe perturbassem, você poderia revidar sem medo, mas poderia apenas com duas condições. – Falaria para o mesmo enquanto cruzaria os braços. – A primeira você precisa usar para sua autodefesa e a segunda condição é usar quando alguém mais fraco estiver em situação na qual não poderia defender-se, assim como você, justo? – Enquanto perguntaria, estendecria minha mão, como em um cumprimento, mas algo como para selar um acordo, esperaria um aperto de mão do mesmo.

Caso o mesmo recusasse a ajuda, apenas diria para o mesmo tomar mais cuidado e para eles se tornar mais forte e gostaria de vê-lo futuramente, mas de forma diferente, não em aparência, mas em personalidade, força, queria vê-lo mais maduro, sim talvez amadurecimento era o que eu esperaria dele daqui pra frente.

- Tudo bem, Thomas. Quero que se cuide, torne-se forte, talvez nos encontremos algum dia e gostaria de vê-lo mais maduro, boa sorte.
– Diria enquanto daria as costas e levantaria minha mão um pouco acima da minha cabeça, como dando um aceno de despedida.

Deixaria ali naquele beco meu sobretudo e além disso um rapaz possivelmente com uma dúvida na cabeça e que poderia se tornar alguém forte, era o que esperaria, deixaria mais do que apenas essas coisas, deixaria esperanças para aquele garoto, e novamente tomaria meu rumo em direção a loja de armas para comprar minha katana, algo no qual estaria atrás desde minha chegada, mas não estaria frustrado, conheci Thomas, um ótimo rapaz e além de tudo, também seria graças a ele que saberia o caminho no qual estaria seguindo neste momento.





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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptySex 2 Mar 2018 - 20:12



Cold and Freeze



Yato podia ver o estado do rapaz, completamente abalado por sofrer de forma tão gratuita, podia de certa forma criar uma conexão com o que havia acontecido com ele no passado, aquela sensação amarga de não poder fazer nada, mesmo quando se é necessário. Ele vai em direção ao rapaz. Colocaria sua vestes sobre ele, que por alguns segundos foram capazes de trazer um certo “aconchego”, algo como se estivesse protegido, de alguma forma, coisa que não era real, apenas uma sensação após o trauma.

-Eu...Eu não sou forte para poder impedi-los, eles nunca me ouvem! Eu não posso fazer nada! - Sua voz parecia trêmula e era possível ouvir seus suspiros pós choro - Não é como.. Como se eu quisesse, eu não posso fazer nada!

As palavras seguintes do homem mudariam completamente o rumo da história, por algum motivo o rapaz olha para frente e seus olhos ficam mais secos, pararia de chorar naquele momento, seu rosto ainda avermelhado devido ao soco, o sangue havia secado, mas a ferida ainda estava ali. Thomas então olha para os olhos de Yato, eles pareciam tristes e solitários, o brilho que vinha deles não era tão belo e tranquilo quanto sua aparência, era pesada.

-...Eu … Não.. Eu posso ser forte? - O rapaz dizia desacreditando e ainda suspirando, parecia de fato não ter fé em si mesmo, como se houvesse uma barreira que não pudesse quebrar, ultrapassar. Seu rosto fica um pouco vermelho, ele parece fica um pouco mais aliviado.

O jovem mudava de posição para que Yato pudesse avaliar sua condição física, sua perna tinha um pequeno corte meio roxo, mas que não era nada demais, em seu rosto o corte já havia ficado seco o suficiente para melhorar sem precisar de muito esforço, mas ele ainda sentia dores depois daquela surra. Se levantava com um pouco de dificuldade, mas sua expressão estava um pouco mais leve. Após a proposta do homem, ficou completamente chocado, uma explosão de sensações vieram a tona, afinal aquele desconhecido de certa forma via algum potencial nele, que ele mesmo não era capaz de ver, então foi um momento bem feliz, sorria de forma sem graça, mas seus olhos brilhavam.

-Eu..Eu. EU  aceito! Eu gostaria muito.. De.. De ser treinado por você! - Agora já falava mais empolgado e sem nenhum resquício de choro ou frustração, parecia se adaptar rápido aquela situação.

Ambos apertavam as mãos, o rapaz então sorria novamente, só que agora com mais intensidade, aquele parecia um dos poucos momentos felizes que existiam em sua realidade.

-Eu,.. Eu vou levar você até a loja de armas! Você veio me ajudar… Então… - Dizia o rapaz, começava a caminhar, teria um pouco de dificuldade no início, mas aos poucos voltava a sua postura habitual, aquele beco, minutos depois chegaria até a terceira rua, assim como o que Thomas havia indicado anteriormente, após ver a movimentação da rua, o garoto se direciona a esquerda, onde haveria uma grande grande estátua de um soldado com uma katana, que seria a mesma arma desejada por Yato.

-Chegamos! É aqui! - Indicava com sua mão direita, a loja era feita basicamente  de madeira, com dizeres estranhos, com frases escritas em outra língua, as paredes era feita com um tipo de papel de parede branco, mas possui pequenos detalhes de pétalas de flores em algumas extremidades. A loja possuía uma grande porta para se entrar. Já dentro várias bancadas de madeira com armas apoiadas, lanças, espadas, machados, escudos, soqueira, facas, diversidade era o que não faltava ali.

Então um homem surgia atrás do balcão, também de madeira. Parecia ser da mesma faixa etária de Yato, mas sua expressão era mais séria e tensa, ou estava emburrado ou nervoso, mas de fato não parecia estar tendo um bom dia. Sua pele era corada, parecia tomar muito sol, seus cabelos eram castanhos médio, seus olhos era da mesma coisa, possuía uma par de sobrancelhas grossas, possuia marcas de expressão em seu rosto, como se sempre estivesse zangado. Seus lábios eram finos e não esboçaram um sorriso. Usava um típico traje oriental, quimono vermelho com “labaredas” desenhadas em seus ombros e extremidades inferiores, por baixo uma roupa branca.

-Sua encomenda ficou pronta garoto, o pagamento já foi feito! - O homem dizia para Thomas, que se aproximava e pegava um grande pacote, era como uma grande sacola sem cor e completamente lacrada, parecia um pouco pesada, lodo depois se dirigia ao homem, com sua expressão séria e voz grossa, parecia bem firme - Seja bem vindo, o que você procura?

Se  Yato falasse sobre seu interesse em Katanas, rapidamente ele responderia com clareza e eficiente. Pegaria dois modelo que estariam embaixo do balcão. Uma parecia mais simples e a outra um pouco mais sofisticada, com acabamento melhor.

-Esses são os dois modelos que mais saem ultimamente, nunca ouvimos reclamações sobre elas, mas se o senhor estiver interessado, temos lâminas melhores só que mais caras! - Seu tom de voz era monótono, não haviam muitas variações no som de suas palavras.

Katanas:
 


-Então o senhor se interessa por alguma? - Dizia o vendedor.

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MensagemAssunto: Re: Retomando um Sonho   Retomando um Sonho EmptySex 2 Mar 2018 - 22:59

Uma Árdua Jornada




Ele parecia empolgado, sim, era muito mais do que perceptível, um rapaz jovem como ele tem muito futuro, muito chão pela frente eu diria, mas não seria fácil, se ele realmente queria ser forte e impedir tudo aquilo de continuar novamente ele teria que ser forte, aguentar tudo e a todos, pois a jornada seria longa e pesada, mas apesar de tudo isso, precisava descobrir algum local na qual eu pudesse treina-lo, algo em ar livre e onde fosse ser possível que qualquer pessoa interferisse nos treinos e além do mais, precisaria morar em algum lugar, meu objetivo primário era me alistar na Marinha, mas agora preciso deixar um pouco de lado, mesmo que por pouco tempo, precisaria me dedicar a ajudar esse garoto e assim que o mesmo fosse capaz de defender-se sozinho seria o suficiente e logo seguiria meu caminho e neste momento, precisaria saber um poucos mais sobre Thomas e se ele conhecia algum local como eu imagino para podermos treinar, perguntaria a ele no caminho que tomaríamos até a loja de armas.

- Escute Thomas, e seus pais, onde estão e o que fazem? – Perguntaria analisando seu rosto em busca de qualquer traço que pudesse indicar algum tipo de tristeza, alegria ou até mesmo raiva. – E também gostaria de saber se você sabe algum lugar na qual poderíamos treinar, um local com espaço, ao ar livre, onde ninguém pudesse interromper, quanto antes soubermos um bom local, mais cedo começamos. – Perguntaria a ele virando meu rosto novamente para a frente, prestando atenção ao meu redor. – Thomas...uma última coisa, ainda não me disse o motivo pelo qual fizeram isso com você, aconteceu algo?

Após chegarmos a loja e ouvir os preços e ver as duas espadas, poderia ver que ambas eram de boa qualidade, a verdade é que preferia a espada mais cara, mas não pretendia pagar tanto por tal espada, não valia tanto a esse ponto, sim, seria um valor muito alto, tentaria ao menos alguma negociação, ver se conseguiria um preço menor, a final, não compraria apenas uma, se pudesse ganhar algum desconto, talvez ajudasse na compra da mesma.

- Eu gostei das duas...o que acha de negociarmos a Katana Boa, eu levo três Katanas dessas se o senhor puder fazer as três por 1,000,500, levo três delas. – Tentaria conseguir abaixar o preço e precisaria de mais algo. – Também gostaria de saber se o senhor possui espadas de madeira, para treino. – Perguntaria analisando a loja procurando localizar as espadas de madeira. – Caso eu leve as três Katanas mais as duas Espadas de Madeira o senhor poderia fazer tudo sair por 1,300,000? O que o senhor acha, é um ótimo negócio. – Falaria tentando convence-lo a vender por esse valor.

Caso o comerciante aceitasse a proposta, fecharia negócio e levarias as cinco katanas, mas se o mesmo não aceitasse essas condições, e também não houvesse espadas de madeira, compraria duas Katanas Simples. Logo após sair da loja, daria uma Espada de Madeira para Thomas, para o mesmo levar com ele e ir praticando até começarmos nossos treinos, não poderia dar a ele uma Katana de verdade agora, ele não sabia manusear ainda, então poderia acabar se ferindo ou até mesmo ferindo alguém, principalmente em casos como os que ocorreram a pouco tempo, pretendia fazer os treinos acontecerem três vezes por semana por mais ou menos cerco de quatro a seis meses, talvez seria o suficiente para o mesmo aprender o básico para se defender.

- Thomas, treinaremos três vezes por semana, tudo bem? O treino durara em média cinco meses, tudo bem? Tem certeza disto? – Perguntaria, não queria que o mesmo voltasse atrás no que ele havia dito. – Prometa que se aprender a utilizar a Katana, não vai ferir ninguém por vingança, raiva, use apenas para se proteger e proteger as pessoas, estamos entendidos? – Diria olhando-o seriamente.

Bom, tudo estaria resolvido por enquanto, então poderíamos começar, caso Thomas me falasse algum local na qual descrevi a ele, iriamos para aquele local, queria começar imediatamente, quanto antes ele aprende, mais ele se torna forte o suficiente para poder se cuidar sozinho, sem que ninguém precise interferir. Porém, caso o mesmo não soubesse algum local, iria procurar junto a ele, poderia não ser o local exatamente como detalhado, mas desde que tivesse espaço suficiente, já seria de grande ajuda, talvez ninguém fosse interferir.

Se chegássemos ao local na qual pretendia, iria começar ensinando o básico a ele, primeiro precisaríamos começar com a postura, era fundamental o mesmo ter uma postura firme e sem aberturas.

- Thomas, vamos começar por sua postura. – Dizia enquanto chegaria perto do mesmo, ficando ao seu lado. – Primeiramente, junte seus pés e com suas duas mãos, segure sua Katana a frente do seu corpo, deixe-a a 90° graus de seu corpo, dessa forma. – Diria enquanto mostraria minha postura. – Em um combate real, não será apenas isso, você vai ter a pressão de ter um oponente do outro lado, então deve-se manter a calma e é isso que vamos treinar agora. – Dizia tomando distância do mesmo e ficando a pouco mais de três metros de frente para ele.

- Primeiramente, acalme-se, esvazie sua mente de quaisquer problemas que lhe atormente, foque no seu oponente. – Dizia para o mesmo enquanto tomaria minha postura na frente dele. – Agora, vamos pelo balanço da espada, um balanço longo e aberto, lhe de muitas aberturas, fazendo com que o oponente possa atacar. – Diria enquanto faria um balanço longo para a direita e mostrando pontos onde ficaria vulnerável. – Observe, com esse balanço, fiquei extremamente exposto, todo meu tronco ficou aberto para qualquer golpe. – Dizia enquanto voltaria a minha postura. – Balanços longos não são um pouco inviáveis em algumas circunstâncias, pois é um maior balanço e uma maior força, pois coloca-se mais peso em seu golpe, por isso são mais pesados e mais forte, mas deixam-no vulnerável em alguns casos. – Diria enquanto olharia diretamente em seus olhos. – Já os balanços curtos, são menos pesados, mas se bem compactados, são bem efetivos, podendo desferir golpes rápidos e curtos, fazendo com que seu oponente tenha que agir com muita inteligência e velocidade. – Diria dando uma pequena demonstração de balanços curtos. – A diferença entre eles é a hora de usa-los, os balanços curtos você pode conseguir mais velocidade por ser algo mais compacto, menos força por não utilizar tanto o peso do corpo e menos aberturas, já os balanços longos são mais fortes e mais pesados, mas causam mais aberturas.

Daria toda uma instrução básica para Thomas, o suficiente para ele poder entender como funcionariam nossos treinos práticos, mas os treinos com a espada não eram tudo, ele precisaria treinar seu corpo e sua mente, o corpo para poder aguentar golpes e dar golpes mais fortes e a mente para não deixar-se levar por provocações ou não perder a calma enquanto estiver em uma luta. Chamaria o mesmo e especificaria alguns exercícios na qual faríamos, seriam três séries de trinta abdominais, três séries de vinte flexões, correríamos em média trinta minutos pela cidade, de momento isso poderia ser o suficiente, não poderia exagerar, aquele seria apenas o começo de uma longa e dura jornada para ambos.




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