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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I: Planejamento Ousado

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West
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptyTer 06 Mar 2018, 23:48

Novo Trabalho



O tempo estava frio, enquanto caminhava pelas ruas de Conomi Island, Will esfregaria uma mão na outra, de forma que pudesse aquece-las. Não havia muitas pessoas na rua, ou nos arredores, deveria ser pelo tempo frio, pensava  Will enquanto fechava o ultimo botão da sua camisa amarela. Havia algum movimento um pouco a frente, e Will não acreditava em seus olhos, mais jurava ter visto um urso com roupas correndo atrás de uma garota, e ninguém parecia se importar. Tirando isso, achar a loja de espadas não foi difícil, chamava-se Emporio do Armamento.

Will adentrou o local, tinha em mente roubar uma katana, pois não havia muitas pessoas na rua, fugir não seria tão difícil. Uma moça bela, com um decote que chamava atenção, Will não disfarçaria o olhar, beleza era para ser visto, mas não falaria nada, apenas voltaria sua atenção para o rosto da jovem, assim que ela lhe dirigisse a palavra. Após pedir uma Katana, Will iria tentar executar seu plano, assim que a bela atendente lhe mostrou a nova katana, Will iria sair correndo, mas nesse momento, adentrou outra pessoa na Loja, e esbarrou em Willian, lhe pedindo desculpas. Will apenas acenou com a cabeça, mostrando não se importar com esbarrão, mas no fundo sabia que seu plano foi por água abaixo.

Will pegaria a Katana, e pagaria os 30 mil pela espada, estava no preço, Will não reclamaria, apenas tiraria a katana da bainha, e olharia a lamina, comtemplando sua nova espada, agora teria que dar um nome para ela, mas enquanto estava perdido em seus pensamentos, ouvia o rapaz dizer alguma coisa sobre um garoto pedir dardos, mas não dava muita atenção, apenas sentia o peso da espada em suas mãos, foi quando o rapaz lhe dirigiu a palavra, cortando seus pensamentos.

E você garoto? Não é qualquer um que sabe empunhar uma espada, não gostaria de ganhar uma grana?

Will olhava agora para o rapaz, parecia estar falando serio, Will não sabia quem era o rapaz, mas lembrava que a atendente lhe chamou de Drake. Willian guardaria sua nova katana em seu cinto do lado esquerdo, de forma que ao sacar usaria sua mão predominante, que seria a direita.

Olhando para o rapaz, diria:
- Drake não e ? Bem, dinheiro e sempre vindo – diria Will dando um leve sorriso – Qual o Trabalho ?

Independente do trabalho Will iria aceitar, precisava de dinheiro, pois teria que comprar um bote para chegar em Loguetown, e agora tinha apenas 20 mil sobrando. Caso Drake aceite Will como parceiro, Will lhe acompanharia, antes de deixar a loja, iria dar uma leve olhada no decote da vendedora e lhe acenaria com um leve sorriso, como uma forma de despedir.

Ao acompanhar Drake, Will iria tomar cuidado de sempre andar um pouco atrás do homem, sempre com uma mão na sua nova katana, não estava em alerta com o rapaz, mas também não iria baixar a guarda.






Histórico:
 

Legenda: Fala Willian


Última edição por Willian West em Qua 07 Mar 2018, 09:20, editado 1 vez(es)
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Johnny Bear
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Johnny Bear

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptyTer 06 Mar 2018, 23:48

Durante a perseguição os questionamentos e pensamentos o Mink sobre aquela sociedade e sobre as habilidades que cada um desenvolveria naquele meio social só vinham a tona, era visível que a pequena ladra era esguia e esperta, detendo conhecimento sobre boa parte dos caminhos e brechas que podia se atravessar naquela cidade e como se misturar no meio da multidão para dificultar o trabalho daqueles que se encorajavam a segui-la. Mas a convivência e o conhecimento para com o mundo e como a situação podia ser simplesmente resolvidas sem o uso de muitas aptidões era o que definia os verdadeiros vencedores, o que separava os fracos dos fortes não era apenas uma questão de força bruta, mas a capacidade de cada qual possuía para se virar em momentos de aperto apenas usando de recursos simples como os quais Chô utilizara para se virar, não era como se sua inteligência fosse superior ou como se seu conhecimento fosse além dos muitos que viviam pelas ruas, o próprio Panda reconhecera sua falta de aptidão para alguns casos ainda durante a perseguição, mas o amor ao próprio orgulho o impedia de falhar naquela busca.

Enfim depois de algumas desavenças no meio do caminho, o sucesso se encontrava na simples relação que este estabelecia com humanos que por ali também tinha confrontado o mesmo fato, sendo obrigados a apenas aceitar aquela situação desagradável por ninguém nunca tê-la encontrado, mas Chô tentaria reverter isso, compreendendo o dever que tinha não só para com si mesmo, mas por todas aquelas pessoas que sofriam e ainda sofrem com os delitos da pequena, apesar de nenhum ter se posicionado de forma hostil perante as atitudes da mesma, o rapaz já estava com o objetivo de colocar um fim. Depois de uma relativa caminhada rumo a um caminho movido apenas por direções apontadas de um vendedor local, não podia ser feito nada ale de confiar nas palavras do simplório cidadão, deixando o urso mais uma vez a mercê da boa ou má ação dos humanos que o rodeava, era como uma faca de dois gumes que podia qualquer momento se virar contra suas expectativas, considerando até mesmo a capacidade de aquilo tudo ser uma grande armadilha, não era impossível, mas demonstrava ser a princípio uma ideia bastante forçada. O Mink não considerava nenhuma noção de tempo até lá, apenas caminhou até que se encontrasse diante da casa cujas descrições batessem com o que seus olhos podiam captar, com as características apontadas era quase certo de que se tratava da qual mais buscara durante aquele dia cheio de desavenças, era curioso como uma simples viagem para a grande cidade podia trazer a tona tantas emoções diferentes, de modo que pudesse tirar o fôlego até mesmo de um Panda cheio de expectativas. Apesar da situação delicada, Chô não deixou de esboçar um sorriso alegre, não só por ter encontrado o que tanto buscara, mas era como se ele se sentisse feliz por participar de uma aventura emocionante como aquela, o corpo quase correspondia aquilo tudo com emoção, esbanjando vigor e raça para continuar.

Sarjeta era a residência que ficava no fim daquela colina, lar de uma maltrapilha digna de uma vida à mercê de todo aquele trabalho sujo e nefasto, mas um local fúnebre e desgastado como aquele se tornava até mesmo um bom disfarce para alguém que levava a vida com base no crime. Quem pensaria em procurar num local como aquele? Apesar de muito suspeita a forma com qual a casa ainda se mantinha firme diante da ação do tempo sem que ninguém desmontasse interesse em compra-la ou construir naquela região, também só reforçava o fato de como era curioso o homem ter a localidade precisa. Boatos seguiam pela região que diziam aquele ser o tão buscado lar de uma ladra como a qual lhe roubara, mas como sem nem mesmo um justiceiro tivesse dado cabo disso, ou melhor, um marinheiro renomado em busca de aumentar sua reputação para com a cidade se aproveitando daquela fácil tarefa de capturar uma nefasta. Eram realmente pontas soltas em uma história que aos poucos ia se encaixando como um quebra cabeça na mente do rapaz.

Era como se estivesse mergulhando em um profundo riacho, cujas águas da nascente caiam em sua cabeça provocando um choque que o aproximava ainda mais daquela maravilhosa sensação de estar vivo. As ideias lhe vinham à cabeça perturbando os pensamentos, estava inquieto com toda aquela situação e como as coisas seguiriam em diante, atacar ou se manter ali aguardando para emboscar a garota, e se fosse realmente continuar o caminho que havia traçado até ali o que faria então ao passar pó aquela porta? Não era dado mais tempo algum para se banhar naquele rio de ideias, era imprescindível seu destino que gastou tanto tempo para chegar, sendo o momento perfeito também para testar a sua aptidão e sua nova arma que a pouco havia comprado, a Katana, uma lâmina tão noviça e virgem que talvez fosse até mesmo uma desonra banhá-la com sangue de uma criatura de moral tão vil e deplorável como a que estava por fazê-lo, mas não estava só por ofender a garota com seus pensamentos “moralistas”, Chô reconhecia que a garota tinha tamanho talento que talvez pudesse ficar até mesmo mais experiente e profissional naquilo que fazia mais no futuro. Mantendo-se sempre em sua zona de conforto para que não tivesse de lidar com outra situação constrangedora para sua própria moral e orgulho, encontrar a derrota em sua primeira aventura. Não tardava para que o humanoide tomasse a confiança que precisava, faltando apenas um pouco de autoconfiança em seu ser. Não era dado mais nenhum olhar falso para o caminho que viera, apenas visando nadar para frente como um tubarão que seguia no mar para abater sua presa. Era um movimento simplório, não diferente das muitas outras vezes que o fizera, o tronco se inclinava para frente girando o tronco de modo que ficasse com a bainha da Katana para trás do corpo enquanto sua mão se colocava no cabo da espada para enfim tomar uma postura de saque, até então não se aproximando muito da casa para não acarretar em problemas futuros, ele seguia apenas o bastante para que conseguisse enxergar melhor pelos buracos nas paredes daquela cabana mal cuidada, com o uso de sua vantagem de visão na penumbra ele tentaria observa através dos buracos a uma distância agora menor, no entanto ele estaria buscando captar uma movimentação a partir dos poucos raios de luz que entravam pela casa, somente então ele tomaria uma atitude diante de que tipo de situação estava lidando.

A começar pelo simples e convencional modo de se lidar com uma situação delicada como tal, os olhos tentando a todo momento captar uma movimentação dentro da casa partindo do instante passado em que tentaria observar, naquele momento o Panda se movimentaria para ainda mais próximo da cabana enquanto ainda tentava observar por dentro para decidir sua próxima ação. Seria então necessária uma concentração maior do Mink para invadir sem chamar atenção, o movimento que ele optaria por realizar a primeiro instante caso observasse a presença de alguém dentro da cabana, graças a sua habilidade de se manter furtivo seria convencional e usual naquela situação, optaria então por deixar seu corpo leve e esguio, como a brisa que dançava em conjunto com a tormenta ou a folha que caia sobre o riacho seguindo a correnteza para chegar até o fim do trajeto, era como uma bela dança, adotando uma passada de perna ainda mais cuidadosa e ligeira, apelando para diversos pontos cegos da casa como forma de se misturar com as sombras ou de se manter atrás objetos ao redor do cenário para que não fosse visto enquanto ele circundaria o perímetro, desviando dos buracos para que não fosse avistado por aqueles ou aquele que estivesse do lado de dentro da mesma forma que ele havia tentado observar a parte de dentro. A principal busca por aquela ronda que tentaria ser executada por passar despercebido seria para encontrar uma forma de adentrar no recinto sem precisar de meios ofensivos e escandalosos, como algum buraco enorme que pudesse passar seu corpo ou até mesmo uma porta nos fundos que estivesse arrombada ou alguma janela que houvesse por ali, quebrada ou até mesmo simples de abrir e capaz de passar o “pequeno” corpo do humanoide. A todo momento de sua busca seria utilizada sua vantagem para com o sentido do Olfato, usaria este então para tentar identificar de onde o odor da garota vinha, optando por dar mais preferência para achar ou observar com atenção o cômodo que prevalecia todo aquele cheiro. Caso as oportunidades de entrada fossem limitadas a apenas aquelas que o Panda tentara evitar, os casos de arrombamento e avanço retumbante.

Levando em conta de que ele poderia avistar mais larápios do lado de dentro, como aliados da garota ou até mesmo pessoas que a protegiam ou para quem ela trabalhasse independente da natureza ou condição física em que estes ou este se encontrassem, a ideia de encontrar alguma abertura prevaleceria mais do que apenas invadir, sendo em ambos os casos apenas uma necessidade de extrema urgência utilizar-se daquele meio. Caso necessário, o movimento utilizado para entrar na cabana seria semelhante ao que seria usado para entrar caso houvesse algum buraco ou janela que desse para invadir, Chõ rolaria seu corpo para frente em direção a entrada, usando o peso total de seu corpo para impulsionar ainda mais sua rotação e tentar afastar aqueles ou aquele que se colocasse a sua frente, com a intenção de derrubar obstáculos e conseguir se levantar após efetuar sua entrada, dessa forma, ganhando um pequeno tempo de vantagem para conseguir voltar a sua postura de combate sem que levasse um ataque de oportunidade no momento em que se levantaria.Caso a ação bem sucedida de adentrar no recinto acontecesse do jeito como planejado, restaria então apenas uma única coisa a se fazer dali em diante, ao assumir a postura de combate já indicando estar pronto para enfrentar aquele que viesse para cima no primeiro instante, aguardando um possível ataque da garota ou de seus companheiros caso tivesse alguém para ajudar a menina no combate. Chô tomaria como prioridade não se manter no meio e sim sempre de costas para alguma parede e de frente para todos os oponentes, não dando as costas para nenhum de modo que conseguisse evitar ser atingido por golpes causados pelo próprio descuido.

Mesmo se tratando de uma oponente tão baixa e vil que utilizaria meios não honestos para seguir com a batalha (caso viesse ocorrer alguma), o panda não a trataria como uma qualquer, sendo este extremamente respeitoso durante seus movimentos e gingados, considerando a hipótese de ser atacado primeiro como ele queria, ele moveria sua Katana com a intenção de parar o golpe, colocando a parte não cortante de sua lâmina em frente ao instrumento que a garota utilizasse para atacar, a partir desse instante sendo então bolado o contra-ataque do guerreiro Lotus. Não tardaria para que este tentasse revidar, os olhos brilhantes do Mink se focariam nos de seu oponente, olhando fundo em sua alma, nesse instante se aproveitando de uma outra de suas vantagens para tentar abrir uma brecha na defesa do inimigo, apenas um olhar capaz de transmitir sua pura intenção matança seria utilizada para intimidar enquanto moveria então seu corpo jogando-o para frente com todo o peso, frisando usar principalmente a lateral para chocar sua cintura e ombro no corpo do adversário. Cho estaria empunhando sua espada naquele instante, com ambas as mãos coladas na cintura do lado oposto ao que ele utilizaria para empurrar, assim, prontificando a lâmina para realizar uma estocada logo após conseguir executar o primeiro movimento, e se necessário, a lâmina seria utilizada para bloquear um ataque no meio de seu movimento, o Mink faria isso movimento seu pulso e seus braços em uma posição que conseguisse colocar sua lâmina contra o instrumento usado para atacar.

Também havendo a possibilidade da garota não estar por lá, sendo esta a mais favorável para o Mink, este tentaria adentrar no recinto verificando se não havia outro alguém por ali, se não tivesse, ele então iria se camuflar no local e aguardar até a chegada da garota, ficando este em alguma região mais escura da casa ou algum buraco na parede ou atrás de algum móvel.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Off:
 

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Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptyQua 07 Mar 2018, 22:26


~Narração~


Bravheseer



Finn levantava com toda sua vontade à mente, o garoto estava determinado a proteger o segredo, por mais que tivesse que apanhar por isso, após dar uma pequena provocada no homem de madeixas brancas o jovem Bravheseer partiu para cima com sua força remanescente, o oponente parecia se irritar com o garoto e avançava em uma fúria descontrolada, aparentemente já não mais com muito juízo, pois sua precisão não era a mesma, e por pouco Finn passava por baixo de um jab esquerdo antes de aplicar um cotovelada no abdômen do homem forte ao ponto de o arquear para frente.

O adversário do jovem bufava de dor, mas Finn não era tolo o bastante de apenas assistir, era a chance perfeita para prosseguir com seus golpes, dito isto o garoto passou para a retaguarda do homem, tendo pela primeira vez a oportunidade de fugir do beco sem saída, mas depois de tudo que sofrera não poderia deixar passar, Braveheseer tentou encaixar um joelhada por trás do homem, mas este foi mais rápido e aplicou um chute para trás, não a ponto de acertar a criança, apenas o suficiente para fazê-lo recuar.

Seu olhar agora era composto de puro ódio, mas suas ações tornavam ao normal, calmas e pacientes, esperando pela próxima ação de Finn, este que não perdeu tempo e logo partiu para cima desta vez com um chute giratório, porém o garoto não tinha maestria o suficiente na arte do Taekwondo, seu golpe era fraco e lento, sem o mínimo fundamento, a brecha perfeita para que o homem agarrasse a criança pela perna logo antes de efetuar um giro de 180º e chocar Finn direto contra a parede. Desta vez o dano havia sido real, o choque da pancada paralisava o garoto momentaneamente e a pressão sobre seus pulmões lhe tirava o ar por completo, Bravheseer agora estava ao chão, prestes a ficar inconsciente e a mercê de seu inimigo, isto é claro se os eventos seguintes não ocorressem.

Spoiler:
 


Will, Brav e Tj (no final)






Willian ouvia a proposta do homem, e enquanto colocava a espada que infelizmente acabara de pagar respondia o homem com nada menos do que o esperado, afinal, quando dinheiro não é bem-vindo? - Nix, dois dardos flamejantes. - Era dito por Drake, a comerciante, no qual percebera os olhares de Will, olhava para seu “amigo” relutante. - Espere Drake, você mandou um garoto desse tamanho certo? - Ela apontava uma altura com a mão. - Usando óculos e um casaco grande? - O homem parava um pouco para pensar e respondia. - Sim, por que? O conhece? -

- Não exatamente… É só que ele passou aqui mais cedo… - Ela dizia preocupada. - E se não chegou ainda algo deve ter acontecido. - Concluía Drake. - Certo. Vamos procurá-lo, eu te conto os detalhes no caminho. - Dizia o homem logo antes de tocar no ombro de Will e sair para a rua. West o seguia logo em diante, mas não antes de dar uma última bisbilhotada pelo decote de Nix, esta que se inclinava no balcão e sorria para o rapaz.

Enquanto procuravam pelo garoto Drake explicava a empreitada para o rapaz. - Bom, eu sou Drake, pra começo de conversa… Não que você não saiba. - Ele esperava um pouco por alguma resposta, e por mais que estivesse procurando por alguém desaparecido seu ritmo não mudava um instante, e este não parecia com pressa. - Já ouviu falar em Mamoru? Um terrível tritão pirata que governou esta ilha por muito tempo, acredite ou não eu fui um dos caçadores que ajudou a expulsá-lo ahaha. - A forma como se gabava parecia verdadeira, entretanto com quase nenhum orgulho, como se aquele crédito fosse uma ofensa. - Certo, os detalhes não importam, o interessante é que o tesouro deste bando ficou para trás, e recentemente eu consegui uma pista do paradeiro, por isso reuni algumas pessoas como você e o garoto que estamos procurando. -

Após algum tempo de caminhada Drake e West se depararam com um homem apontando uma espada para o beco, ele parecia falar com alguém lá dentro esperando por uma resposta. - O que poderia ser? - Se questionava o acompanhante de Will antes de gritar. - EI! Você viu um garotinho por aqui? - A cena que se seguiu foi um tanto quanto estranha, um homem de cabelos brancos saía do local andando rápido e escondendo seu rosto, e o outro que apontava a espada para ele seguia logo atrás.

Drake parecia conhecer o homem de madeixas brancas, e até estranhava a presença do mesmo ali, uma revelação veio até sua mente, e ele subitamente corria até o beco, infelizmente seus pensamentos estavam certos, lá estava o garoto que procuravam, surrado à sarjeta praticamente desmaiado. - Ei garoto, garoto. - O homem sacudia a criança para acordá-la, e recebia alguns grunhidos em retorno, uma vez que verificou que a criança estava viva Drake se virou para Will. - Pode me ajudar em mais uma coisa? - Deveria ser um pedido importante, ele não pararia de salvar uma vida por nada. - Consegue seguir aqueles homens sem ser visto? Precisamos saber o que aconteceu aqui. - Ele logo em seguida erguia a criança nos braços começava a correr. - Eu te encontro na loja de armas! -

Vendedora(Nix):
 

Drake:
 

Spoiler:
 


Tj






Muito antes de tudo isto Tj se encontrava em um diálogo peculiar, após ouvir o pedido de Troy o jovem questionava os detalhes do serviço, e homem parecia esperar por aquilo tudo, no entanto todos pararam com a pergunta sobre trazer o homem vivo, o silêncio estabeleceu por um momento, e logo em seguida foi rompido por altas gargalhadas de todos. - Buahahahahahaha… Acho que todos ficaríamos felizes com o funeral daquele paspalho… Buahaha. - Dizia Troy enquanto os  risos continuavam por mais um tempo antes de cessar totalmente. - Sim… Eu o quero vivo… Mas devo admitir que minha opinião sobre você mudou um pouco após essa pergunta. - Ele andava até Tj aproximando seu rosto com o do rapaz, o olhava sério por alguns instantes e depois voltava a sorrir. - Gostei de você garoto. - Troy dava um forte tapa nas costas de Tj. - O nome dele é Harima, um de meus subordinados, o mandei para coletar algumas informações e ele ainda não retornou, a Ovelha Guerreira é uma taberna na próxima cidade… Agora seja um bom garoto e vá buscá-lo. -

Tj agora saía com uma missão em mãos, sua caminhada até a próxima cidade durou exatos 32 minutos, e após muito perambular pela cidade ele finalmente encontrara o Taberna, que para seu azar não representava a localização atual de Harima, tendo assim que procurar nos arredores. Não demorou muito para Tj, que andava atento percebesse uma confusão estranha nos becos, e ao se aproximar pode ver um homem que batia com as descrições, alto, magro, cabelos brancos, só esqueceram de comentar um detalhe, que Harima estaria surrando uma criança caída ao chão.

O rapaz chamava pelo nome do homem e isto lhe chamava a atenção, mas abordagem de Tj não foi a mais explicativa, e talvez a espada desembainhada não ajudasse muito. Harima apenas parava de bater na criança e se voltava para o rapaz. - O que foi seu desgraçado? Quer brigar? - O homem não parecia ter o temperamento calmo, e se preparava para lutar quando ouvia uma voz familiar. - EI! Você viu um garotinho por aqui? - Ele olhava para a criança caída cuspia na mesma e então começava a andar naturalmente. - Droga! é o Drake. -

Harima saía da cena lentamente, como se não fosse o culpado, Tj que tinha a missão de trazê-lo o seguia, e após algum tempo andando, mas calmo, o homem se virava para o rapaz e perguntava. - E então? O que você quer? E como sabe meu nome? - Ele estava claramente disposto a ouvir, ainda que a espada claramente o alarmasse, sempre pronto para cair na porrada.

Troy:
 

Harima:
 


Lotus






Ainda que chegasse a cova da ladra Lotus se sentia muito aflito, tudo estava fácil demais, uma casa isolada de localização já conhecida pelos locais, como seria possível que a garota ainda estivesse nas ruas. Ele tinha motivos para se preocupar, e isto o fazia ter o máximo de cautela possível, Chô tentava espiar pelos buracos na parede, mas nada conseguia ver, aparentemente estava coberto com algo, neste momento duas possibilidades se passaram pela cabeça do panda, ou era uma emboscada de muitos, ou uma emboscada de poucos, talvez não valesse a pena se o que fora roubado do Mink fossem míseros berries, mas quando se trata de honra, a história é outra.

Não restavam muitas alternativas para o Mink, o local tinha apenas uma porta, janelas? Seladas, entrar pelo óbvio era a única alternativa, mas se fosse para entrar no risco que seja preparado, estas foram as ações de Chô. O panda arrombou a porta e entrou com um rolamento seguido de um corte em meia lua na horizontal, sua expectativa era que chegasse cercado de inimigos, mas o que receberá em troca era muito fora de sua caixinha.

A cabana por fora era velha e mal acabada, mas por dentro parecia um palácio, cortinas vermelhas desciam do teto cobrindo todas as paredes, móveis refinados cercavam o panda, roupas luxuosas, pilhas de jóias, armas e comidas, ao fundo da sala, sentada em algo que aparentava ser um trono real, estava Silk, a larápia que contava os lucros do dia, a garota se assustava com toda a movimentação repentina, e com um sorriso traquino no rosto pegava uma espada bonita incrustada de jóias e apontava para Lotus. - É você o herói que veio roubar meu tesouro? - Chô se preparava para o combate, mas Silk apenas soltava sua arma ao chão logo antes de desaparecer entre as cortinas da cabana. - Você não tem chances pobre criatura. Muahahahaa… O que é você? Um ladrahobbit? - A garota parecia encenar e se divertir com algo ao mesmo tempo em que o Mink olhava para todos os lados atento.

Subitamente a menina vinha por trás de Chô, mas ao invés de atacá-lo ela desferia um forte abraço no peludo panda. - Tãao fofinho!! - Lotus tentava atacar mas quando via a garota já havia sumido e reaparecido em outro canto, Silk tinha na cabeça algo que parecia ser chapéu oriental, em fato, era o chapéu de Chô, que de alguma forma havia sido roubado novamente. - Aaah… Que chapéu legal. Onde estão os anões? Eu sinto cheiro de anões em você! - Mais uma vez o panda tentava pegá-la e a garota simplesmente desaparecia nas sombras deixando apenas o chapéu para trás. - Você ousa tentar roubar de um dragão? Muahahahahaha! -

Silk claramente interpretava algo, como se não levasse a situação a sério, mas uma aproximação descuidada da garota abriu a brecha de que o Mink precisava, usando o peso de seu corpo Lotus dava uma bundada na garota empurrava a garota contra a parede cravando a espada ao lado de seu rosto com uma estocada, seus olhos eram ameaçadores e demonstravam a verdadeira intenção de matar. Silk imediatamente começou a chorar, sua brincadeira havia terminado e quem sabe não muito bem, com o tempo seu choro ia se transformando em risos, era apenas outra atuação, e antes que o Mink percebesse a menina já havia reaparecido atrás de onde os dois estavam.

- Seu bobalhão! Se queria tanto seu dinheiro que dissesse antes, não precisava de tudo isso. - Ela dizia franzindo as sobrancelhas de indignação logo antes de jogar um amontoado de quinze mil berries para o panda. - Toma, pode ir embora agora. - E voltava a sentar em seu trono. - Por deus… Quem faria tudo isso por quinze mil berries? - Ela mentia quanto ao valor na maior cara de pau. - Você deve estar bem desespera… - A expressão mudava completamente, como uma idéia brilhante surgisse em sua mente. - Eei! Você quer dinheiro certo? E é bem forte. - Ela agora se levantava contando nos dedos. - Se for meu subordinado te dou o dobro do que te roubei… não não não, o triplo!... Tá bom… Quatro vezes. - Então a garota subitamente aparecia ao lado de Chô colocando seu chapéu de volta. - Mas é minha última oferta. -
Silk:
 


Considerações:
 
Status:
 

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TJ-kun
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptyQui 08 Mar 2018, 00:21

Capítulo 1.3 - Uma missão



Estranho, aquelas gargalhadas de todos na taberna eram estranhas, queriam tanto este homem morto?! Mas depois que Troy explicou toda a história, tudo ficou mais claro e TJ começou a entender um pouco melhor tudo aquilo, na verdade, começou a imaginar estar entendendo, afinal, talvez nunca ficasse sabendo o que era aquele grupo, mas isso não era o mais importante, o que de fato animou foi ter recebido uma "missão", aquilo talvez fosse um teste para algo maior, não sabia, só que essa empolgação o fez seguir adiante para a próxima cidade a procura de Harima, 32 minutos que pareceram uma eternidade.

Essa cidade não chega nunca? Tenho que completar minha missão, aquele grupo parecia forte, eles poderão me ajudar na minha vingança.

Infelizmente a sorte não parecia estar ao lado do futuro pirata, Harima não se encontrava na taberna ovelha guerreira, sua única escolha era procurar nos arredores e assim o fez, até que parecia tê-lo encontrado, só que não nas circunstâncias imaginadas, ele estava espancando um garotinho, talvez isso tenha levado TJ a ter uma abordagem mais reativa, com a espada desembainhada.

O que foi seu desgraçado? Quer brigar?

Quem esse cara pensa que é?! Agora consigo imaginar porque agiram daquela forma na taberna...

Após andar um pouco sendo seguido pelo aspirante a pirata, Harima disse:

E então? O que você quer? E como sabe meu nome?

Vejo que está disposto a me escutar, isso é bom, pois bem, foi Troy quem me mandou aqui para buscá-lo, por isso sei o seu nome, ele o enviou para coletar informações e você não retornou, ele não parece nada satisfeito com essa situação, então acho melhor você voltar comigo.

TJ tentaria intimidá-lo com o nome de Troy para que ele fosse pacificamente, só que tê-lo visto espancando uma criança ligaria o sinal de alerta no nível máximo, ele parecia ser maléfico então ficaria super atento a qualquer movimento brusco de Harima para não ser pego de surpresa, no caso dele aceitar ir sem causar problemas, o futuro pirata diria aonde Troy está e mandaria ele ir na frente e o seguiria no espaço de ataque da sua katana, mas se ele recusasse:

Bem, ele me pediu para trazê-lo vivo, mas não falou em momento algum que deveria estar ileso, você sabe o que isso significa né? Tem certeza que irá por esse caminho?

Ao dizer isso, entraria em postura de ataque, não tinha intenção de ser bonzinho com alguém daquela estirpe, pernas afastadas na linha dos ombros, levemente flexionadas, seguraria a espada com ambas as mãos de forma frontal, então arrastaria o pé esquerdo para frente ficando apenas um pouco de lado para seu oponente e traria a espada para mais próximo do seu ombro direito, sem perder a calma, estaria mantendo a atenção não apenas em Harima, mas também ao seu redor para o caso de ter algum comparsa que tentasse um ataque surpresa.

Não quero ter que entrar em combate, a não ser que você me obrigue a isso!

Se Harima mudasse de ideia, o escoltaria conforme já descrito, mas se mantivesse a ideia de não ir, TJ iria para o combate, iria avançando a passos curtos, arrastando os pés, até chegar em uma distância na qual sua espada o alcançasse, então atacaria com um sua katana, um corte na máxima velocidade que conseguia, transversal da direita para a esquerda, na altura da cintura, se ele desviasse para trás, faria outro ataque mudando o pé direito a frente e um outro corte transversal, agora da esquerda para a direita e assim sucessivamente por mais 3 vezes, caso continuasse a desviar, iria se afastar e entrar em posição defensiva. Caso o primeiro ataque fosse bloqueado, iria insistir com o mesmo corte da direita para a esquerda por 2 vezes e se continuasse bloqueando, iria para uma única tentativa com um ataque de cima para baixo e depois daria uns passos para trás entrando em modo defensivo, mesmo que o ataque tenha sido bem sucedido. Agora se o primeiro ataque fosse efetivo, daria um segundo ataque mudando a perna direita para frente e um corte transversal da esquerda para a direita e depois recuaria em modo defensivo. Na hipótese de um contra ataque em qualquer uma dessas situações, bloquearia utilizando a espada para ataques laterais e esquivaria para trás mantendo a espada levantada em caso de ataques frontais.

Sua posição final seria defensiva, atento a ataques do Harima ou de algum comparsa que estivesse por perto e quisesse atacá-lo.

Acho que isso não vai nos levar a lugar algum, é melhor me deixar cumprir a missão e irmos ao encontro de Troy, ou você tem algum problema e está com medo de encontrá-lo?
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MensagemAssunto: RPG   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptyQui 08 Mar 2018, 10:56

Busca Implacável




O frio da cidade de Conomi Island era implacável, Will não era costumado a frio, preferia o calor, sua terra nunca havia nevado, lembrava bem do seu pai dizer que era por isso que suas armas eram forjadas mais rápidas, elas dilatavam mais fácil.

Will agora caminhava com o peso da sua nova katana, o que fazia abrir um leve sorriso em seu rosto magro, sabia que sua aventura estava apenas começando. No barco Pirata onde passou 3 meses, aprendeu o manejo da espada, chegando a ser um dos melhores, havia dias que chegava a derrotar ate 2 inimigos por vez, antes de ser nocauteado pelo seu antigo capitão. Mas agora era diferente, ele estava a mercê da sua própria força, ninguém ali iria ajuda-lo caso caísse, e talvez essa sensação fosse uma das melhores que já sentia em tempos.

Enquanto caminhavam Drake se apresentava, como sendo um caçador que expulsou um terrível Pirata Tritão que governava a ilha. Drake não parecia estar mentindo, era um rapaz forte a primeira vista, tinha uma barba que lhe empunha algum respeito.

- Nunca ouvi falar desse tritão, para falar sério, eu nunca acreditei de verdade que essa raça realmente existia dizia Willian pensando como o mundo era realmente grande.

Drake continuava a explicar sobre como ele e outros caçadores expulsaram o Tritão da ilha, e com isso ele deixou um tesouro para trás, e que Drake tinha algumas pistas sobre o seu paradeiro.

- Eu vou precisar de dinheiro, tenho que comprar um barco para ir pra Grand Line diria Will em voz alta, olhando para o céu, tentando imaginar como seria entrar no maior mar de todos.

Enquanto caminhavam, Will não parava de pensar na atendente, será que ela realmente lhe deu um sorriso de despedida, o sorriso na cara do jovem espadachim ia de orelha a orelha, quem passasse na rua, devia pensar que era louco – Eu devia voltar la e chama-la para sair, eu tenho uns trocados no bolso – pensava Will – Não, Não, foca na missão Willian, você não tem tempo para isso – iria recrutar falando baixo para si mesmo.

Will caminhava a passos largos seguindo Drake, quando de repente teve seus pensamentos interrompidos, quando se depararam com um garoto, parecia ter a mesma idade de Will, ou um pouco mais velho, apontado uma espada para o beco, dizendo algo inaudível pela distância que estavam.


Drake chamou pelo homem com a espada, porem quem saiu de dentro do beco, foi um rapaz de cabelos brancos, tampando seu rosto, caminhava a passos largos, quase correndo. O rapaz com uma espada o seguia, e logo ambos sumiram cidade a dentro.


Logo Drake correu até o beco, esperando encontrar algo que Will não entendia. Ao entrar no beco, havia um garoto, parecia estar morto, ou muito machucado. Drake tentava acordar a criança, chamando-a, e em resposta vinham apenas grunhidoPelo menos ele ta vivo- pensava Will.
- Pode me ajudar em mais uma coisa ? – dizia Drake
- Meu Deus, quem faz isso em uma criança?Diria Will, não respondendo a pergunta de Drake.
- Consegue seguir aqueles homens sem ser visto? Precisamos saber o que aconteceu aqui
- Claro, eu vi que um deles segurava uma espada Will tentaria esconder sua alegria, mas parecia ser impossível. Saber que poderia testar sua nova espada lhe alegrava.

Drake pegava a criança no colo, e dizia enquanto saia Eu te encontro na Loja de Armas.

Era tudo que Will queria escutar – Eu vou ver a atendente de novo, não Will, concentre-se pensava Will, enquanto saia atrás dos Espancadores de criança.

Will iria seguir pela direção que ambos haviam corrido, no momento que saíram do beco. Usando de sua visão aguçada, iria procurar por pessoas de cabelo branco, acompanhado de um jovem espadachim de cabelo vermelho. Will iria  usar de sua aceleração para correr o mais rápido possivel, como não havia muitas pessoas na rua, iria correr sempre utilizando de construções que lhe ajudassem a se esconder, utilizando toda a sua furtividade.

Assim que avistassem seus alvos, Will iria observa-los a uma certa distância, que fosse possível escuta-los, mas que não fosse visto. Iria observar se eram realmente comparsas, se portavam armas brancas, e pistolas ou coisas do tipo, utilizando de sua visão aguçada. Caso fossem comparsas, Will não iria ataca-los, iria segui-los para qualquer lado que fossem, sempre se mantendo a uma certa distância para não ser visto.

Caso os dois se desentendam e começasse uma pequena discursão ou desentendimento dos dois, Will iria aguardar pelo resultado da briga, e caso após a discussão, eles se separem, Will mesmo querendo testar suas habilidades contra o espadachim desconhecido, iria seguir o rapaz de cabelo branco, sentia que tinha lhe ensinar bons modos.

Caso tenha realmente uma briga entre os dois, Will iria esperar pelo resultado, não iria se intrometer. Se o espadachim de cabelo vermelho venha a vencer, Will iria se aproximar e diria.
- Muito bem jovem, eu tenho assuntos a tratar com esse vagabundo, se tem alguma coisa contra, sugiro que se afaste- diria Will tocando sua katana para tentar intimidar o jovem espadachim.

Caso o rapaz de cabelo branco vença, Will não se intrometeria, iria esperar pelos próximos movimentos do rapaz de cabelo branco, caso ele continuasse a fugir, Will o seguiria. Porem se o Will entendesse que o rapaz de cabelo branco fosse matar o rapaz de cabelo vermelho, Will iria chamar sua atenção Ei você, vagabundo, porque não pega alguém do seu tamanho? - diria Will saindo do seu esconderijo.


Histórico:
 

Legenda: Fala Willian
               Pensamento Willian
             Fala NPC

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptyQui 08 Mar 2018, 21:28

A pata enorme coberta de pelugem passava pelo cabo da Katana alisando seu fino e composto material, sentia-se aquele ar majestoso que a arma emitia por si só, uma lâmina bem afiada e poderosa capaz de causar um grande estrago com o mais simples e perfeito singelo movimento. O coração do urso palpitava com toda aquela adrenalina lhe correndo pelo corpo naqueles poucos instantes em que estivera na companhia da pequena rapineira. Eram pensamentos que novamente fluíam na cabeça do urso lhe mostrando outra realidade por trás de todos aqueles fatos, uma verdade que buscaria tentar entender acima de todos os outros questionamentos que por ali rondavam: Como aquela riqueza toda estaria ali?

De certo, um fato inegável era sobre a garota ser dotada de grandes habilidades para com a vida gatuna, suas habilidades mostradas não somente em fuga, mas como também na capacidade de ocultar a grande maioria de seus movimentos e emoções tornava ainda mais questionável a origem de toda aquela riqueza, sérios problemas mentais pareciam estar agravados na garota, suas falas ao longo daquele instante demonstrava serem coordenadas por uma grande imaginação aflorada, algo vivo e genuíno como uma pequena muda de esperança, porém além e fantasioso. Em diversos momentos Chô tentou revidar, usando seus instintos para ignorar a tudo, era até mesmo engraçada a forma com qual a garota parecia querer zombar de toda aquela situação, suas encenações fantasiosas já deixavam claras que ela talvez não devesse ser alguém que se pode levar a sério, nem mesmo uma conversa singela e fluída poderia brotar daquela situação. O Panda colocara seu chapéu para frente cobrindo os olhos, sua pata escorregava pelo cabo da Katana enquanto girava-a em pleno ar, a lâmina entrava em contado com a bainha e lentamente começava a escorregar pela madeira até se manter em repouso, os dentes do humanoide se rangiam depois de algumas falas da garota, ela nem mesmo se demonstrava envergonhada por ter efetuado aquele furto, para ela parecia até mesmo ser normal devolver o que havia roubado, abrindo mais um grande leque de questionamentos na cabeça do Urso.

Toda aquela riqueza armazenada em uma fúnebre casa de campo, abandonada e desgasta no meio de uma colina que nem mesmo aparentava estar coberta por outras residências, algumas pessoas da vila sabiam de sua localização, sabiam dos tesouros que a pequena nefasta estava por esconder naquele terreno e ainda sim não diziam ser capazes de recuperarem seus tesouros. As garras das patas inferiores do Mink saltavam para fora, era quase como quando ele entrava em modo de ataque onde estas se tornavam rígidas e firmes, ele escorregaria os pés pela madeira do chão abaixo de seus pés produzindo um retumbante som devido ao corte que as garras produziriam, era como se estivesse querendo ameaçá-la ao demonstrar o potencial de destruição que estas podiam causar.- Você só pode estar me confundindo com algum idiota!  O dinheiro que me deve é de uma exata quantia de 20.000 Berries. – ele fazia uma pausa no aguardo de que o resto de seu dinheiro fosse lhe entregue de volta, do contrário, ele partiria para a ofensiva. A mão do Panda escorregaria então pelo cabo de sua arma, a bainha sendo posicionada na horizontal em relação a garota para que se efetuasse um corte a partir do momento em que a lâmina fosse puxada para fora, caso necessário, o Urso efetuaria uma rolagem para o lado a fim de perseguir a garota caso ela conseguisse escapar do golpe, dessa vez tentando realizar um corte diagonal vindo de baixo para cima a partir do instante em que ele terminasse o rolamento.

Para Chô era inaceitável receber algum tipo de repreensão de uma nefasta, seus princípios não eram tão bondosos como o de um Santo, mas também ainda não se tornaram perversos como os de um Demônio. O rapaz apenas aguardaria então o recibo de sua quantia total, ignorando quaisquer ofertas feitas em sucessão aos fatos, ele apenas queria continuar com seu planejamento e então seguir para uma taverna local, lugar onde esse estaria seguindo agora se já não estivesse ocupado combatendo uma questão de afronta ao seu orgulho e patrimônio. Com o dinheiro em mãos ele seguiria até a taverna desejada, do contrário, talvez ele seguisse para uma loja de Frutas e Hortaliças ou de jardinagem, buscando encontrar instrumentos para plantio e algumas sementes para que pudesse levar em sua viagem. - Olá! Gostaria de uma dose de sakê! – Diria ele se chegasse à taverna, passaria por entre a multidão e então fazendo o pedido, para que só depois fosse a até algum lugar no fundo do recinto para repousar seu corpo em algum banco mais afastado.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptyQui 08 Mar 2018, 21:43

A última coisa de que me lembro é de ter sido espancado por aquele bandido. Eu dei tudo que tinha naquele combate, mas não foi o bastante para sair vitorioso sobre o fora da lei.

Depois de um tempo, despertaria na minha antiga casa, mas não havia ninguém nem nada lá. Estava vazia. Dei uma olhada em cada canto do lugar, mas a única coisa que encontrei foi um papel em branco, sem nada muito revelador, portanto, deixei ele no chão, largado, buscando encontrar algo mais útil.

Passei um tempo lá, procurando por mais coisas, mas não havia mais nada. A janela se abria sozinha, me causando alguns calafrios na espinha. Porém, me recuperava do susto em alguns instantes, indo verificar o que estava provocando aquilo. Surpreendentemente, tudo que estava ao alcance da minha visão era um campo gramado comum, exceto por uma coisa: eu não me lembro de nenhum gramado nos arredores da minha antiga casa.

De qualquer forma, perseverava em achar alguma coisa que me apresentasse alguma informação importante. Conforme girava a maçaneta, ouvia mais alguma coisa descendo as escadas. Não reconhecia o barulho, então tratava de me esconder e rápido, analisando a figura de uma distância segura. Inexplicavelmente, o barulho cessava, me dando ainda mais motivos para ser mais cauteloso.

Minhas mãos estavam trêmulas, e suor escorria do meu rosto, mas lá no fundo ainda dava pra reunir alguma coragem e enfrentar qualquer coisa que ousasse me impedir de seguir meu caminho novamente, mas de nada adiantava.

Um poço se abria debaixo de mim. Eu tentava me apoiar, abrindo as pernas, procurando alguma forma de me safar daquela enrascada. Mas, de toda forma, era inevitável que eu caísse. Minhas pernas cediam ao esforço que eu estava fazendo para me manter vivo, escorregando e me levando junto para o fundo daquele buraco. Não podia determinar o tempo que demoraria para cair, pois de alguma forma, aquele parecia um poço sem fundo, me fazendo afundar mais e mais, desejando que aquilo acabasse alguma hora.



Histórico - Bravheseer Finn:
 

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Última edição por BravheseerOP em Dom 11 Mar 2018, 13:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptySex 09 Mar 2018, 02:13


~Narração~

Tj e Will


Após toda a confusão no beco a cena que se seguia era a de Harima perguntando à Tj quem diabos era o rapaz e por que estava ali procurando por ele, o jovem não tardou a se explicar, no momento em que citara o nome de Troy o homem de madeixas brancas parecia se acalmar. - Ah… Era só isso. - Ele coçava a cabeça olhando para baixo refletindo um pouco. Em meio a isso Will já havia alcançado os dois homens, ele se escondia à uma distância segura, e por mais que seus pensamentos estivessem divididos entre os seios de Nix a bela comerciante e a missão, ele conseguia ouvir ainda que por pouco a conversa.

- Sinceramente… - Continuava Harima um pouco frustrado. - Eu quase consegui o que precisava - O homem tinha um olhar um tanto quanto odioso à Tj, mas sabia que a culpa não era do garoto, e sim de Drake que chegara logo depois. - Vamos! Troy não vai ficar muito satisfeito, é melhor que a gente não se atrase. - Tj até contava o local para o homem, mas este já aparentava saber muito bem, e até o guiava por um caminho mais curto em direção ao bar. O percurso durou cerca de quinze minutos, enquanto os dois homens iam à frente, Tj agora com sua arma guardada aliviando o stress do outro, Will os seguia prontamente sem nem sequer levantar suspeitas, um verdadeiro mestre furtivo.

Uma vez no local de destino os dois que seguiam a frente entravam no estabelecimento, enquanto West, para não levantar muitas suspeitas apenas forçava um pouco a audição para ouvir o que se passava no local, não era algo difícil na realidade, o fato de todos lá dentro gritarem durante suas falas ajudava um bocado. - E não é que o garoto conseguiu! E ainda o trouxe vivo! Buahahaahaha! - Troy era o típico homem bruto e escandaloso, mas sabia ser sério quando necessário. - E então? - Perguntava o homem para Harima, deixando a existência de Tj de lado por uns instantes.

O rapaz de cabelos brancos relutava por um momento antes de falar. - Foi mal… Não consegui nada de útil. - Troy levantava calmamente e andava em direção ao outro homem enquanto este tentava se explicar. - Eu teria arrancado a informação de um moleque se Drake não tivesse aparecido. - O grande careca apenas silenciava Harima colocando a mão em seu rosto. - Hari… Hari… Hari… - Sua fala era pausada, com um certo tom de decepção ao meio. - Falhou em minha tarefa… E ainda por cima bateu em uma criança… - Por algum motivo o homem de cabelos brancos suava frio, seu medo por Troy era evidente, e não era por nada.

O homem desferiu dois pequenos tapinhas no rosto de Harima, seu próximo movimento no entanto era tão rápido que nem mesmo Tj ou Will, que esperava do lado de fora, podia acompanhar direito, um poderoso direto de direita que derrubava o pobre rapaz em instantes, sua boca agora repleta de sangue, alguns dentes eram cuspidos e o jovem de cabelos brancos se levantava novamente. - Vou deixar passar desta vez... - Continuava Troy mostrando um pequeno den-den-mushi. - Sua sorte é que mandei outra pessoa para me avisar da movimentação de Drake. - Ele sentava de volta em seu canto habitual e terminava, desta vez se dirigindo à Tj. - Leve esse inútil para o doutor F., ele sabe onde é. - O aspirante à pirata começava a ajudar Harima que parecia incomodado com sua presença ali, Will havia observado toda a cena, e parecia que já era hora de tomar sua próxima decisão. - E Hari… Não bata mais em crianças, elas são nosso futuro. -

Na sala seguinte Harima se deitava em uma maca enquanto um homem surgia, alto, magro e de cabelos ruivos, usava uma casaco preto e luvas de operação. - Parece que você apanhou feio dessa vez não é mesmo? - Ele percebia a presença de Tj e começava a falar com o mesmo também. - Ora, você é novo por aqui, eu sou Alfred, o cara que remenda esses arruaceiros. - O homem parecia gentil e simpático, não fazia muito sentido que o mesmo estivesse em um ambiente tão hostil. - Bom, se me dá licença tenho que cuidar desses malandros. - Ele mostrava outros dois homens deitados, com ferimentos. - Sinta-se a vontade. -
Troy:
 
Harima:
 
Alfred:
 

Bravheseer


Enquanto isso, Finn, que acabara de sonhar com um sonho no mínimo peculiar, acordava ainda um pouco atordoado pelo o ocorrido anteriormente, o garoto se encontrava em uma sala relativamente pequena, estava deitado em um sofá, e aos seus pés se encontravam Drake e Nix, preocupados, mas ao mesmo tempo com alívio de Bravheseer ter acordado tão cedo, seus ferimentos aparentemente não eram tão graves. Além do móvel em que repousava Finn conseguia avistar, mesmo que ainda embaçado, uma mesa com uma jarra de água e copos ao seu lado, um tapete vermelho cobria o chão e candelabros nas paredes iluminavam o local, mais adiante na porta em que Nix se mantia de pé era possível ver armas pregadas à parede, aparentemente aquele era um quarto dentro do Empório do Armamento, o garoto estava seguro agora. - Você está bem garoto? - Perguntava Drake ajudando Finn a se levantar. - O que aconteceu? Como foi parar naquele beco? -

- Não pressione ele Drake. - Interrompia Nix. - Descanse mais um pouco, você não precisa reviver o momento agora. Conte-nos quando estiver preparado. - O sorriso da moça era gentil como sempre, demonstrava uma real preocupação, Drake também também não ficava para trás, mas o que mais lhe intrigava era saber o que realmente havia acontecido.
Nix:
 
Drake:
 

Lotus


Enquanto os outros adentravam cada vez mais nos perigos que cercavam esta expedição Lotus parecia não querer se envolver com nada, o panda percebia que seu dinheiro ainda estava errado e exigia ele por completo, ignorando totalmente a oferta de Silk de faturar ainda mais. A garota fingia não saber o que se passava, mas ao perceber a seriedade do Mink devolvia seu dinheiro sem tardar, ainda que com um rosto de extrema decepção. - Aahn… Você não é nada esperto não é? - Dizia a garota ao jogar o resto do dinheiro para o Mink. - Poderia ganhar muito mais. -

Uma vez com o dinheiro em mão Chô simplesmente partiu dali sem prestar atenção nas palavras da garota, por mais que ela continuasse a oferecer uma oportunidade ao urso, mesmo que em seu jeito estranho. - Estou procurando alguém para compartilhar uma aventura! - Ela gritava enquanto Lotus saía da cabana cada vez mais distante. - Não posso prometer que irá retornar! Mas se retornar não será o mesmo!. - E lá seguia o Mink, rumo à um copo de Sakê.

A perseguição levava Lotus muito longe de seu ponto de partida, tardou para encontrar a cidade, e quando a achou, por mais que procurasse não encontrava por nenhuma Taberna, por que não perguntou a alguém? O panda se demonstrara muito orgulhoso, e isso talvez fizesse que este caminhasse sem rumo esse tempo todo.
Silk:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptySex 09 Mar 2018, 10:39

Capítulo 1.4 - Os ensinamentos médicos



Aquela cena de Troy acertando um poderoso direto de direita haveria surpreendido TJ, o homem era mais forte do que imaginava, mas ao adentrar na sala e encontrar outros 2 feridos e aparentemente um médico chamado Alfred, sua mente já começava a trabalhar naquilo que ele precisava no momento, aumentar seus conhecimentos médicos, afinal, era o seu "trunfo" para entrar em um bando, queria aproveitar toda e qualquer oportunidade de aumentar suas habilidades, era até dificil de explicar, nosso futuro pirata tinha conhecimentos em técnicas relativamente avançadas, como cirurgia, mas situações básicas como primeiros socorros, ele não possuía, isso é porque ele não chegou a finalizar seu treinamento com seus pais, mas agora iria começar a tentar arrumar isso.

Naquela sala haviam alguns livros de medicina, eles poderiam ser úteis para o propósito, então TJ iria conversar com o Alfred:

Senhor, desculpe-me por incomodá-lo, mas meus pais eram médicos e eu tenho alguns conhecimentos, eu poderia ajudá-lo? Em troca, percebo que você tem bastante experiência, então gostaria que o senhor me auxiliasse e me ensinasse técnicas de primeiros socorros.

Alfred perceberia que precisava de ajuda, embora fossem ferimentos relativamente simples, ainda eram 3 pessoas para tratar, então aceitaria de bom grado a proposta.

Início do aprendizado

Pois bem, você poderá me ser útil, ali naquela estante tem bons livros, como você já tem conhecimento prévio, o Harima está tranquilo, então avalie primeiro aquele da esquerda, quando descobrir o que ele tem, procure como tratar em algum livro, me procure para dizer seu prognóstico e depois irei ver você executando o procedimento, estamos entendidos? Não se esqueça que você deverá fazer apenas os procedimentos iniciais, o resto será comigo.

Sim senhor! Muito obrigado!

A empolgação do jovem era clara, medicina o instigava mais do que qualquer outra coisa, estava no sangue talvez, mas isso não importava, ele seguiu as orientações de seu recente tutor e verificou o primeiro paciente, parecia um homem forte, mas ao visualizar o seu peito, percebeu um grande e profundo corte, estava com um pouco de barro no corpo e o paciente estava semi consciente.

Isso é caso de cirurgia, tenho que fazer alguma coisa... mas espere, o doutor não me pediu isso, será um teste? Foco TJ, foco TJ, o que as enfermeiras do papai faziam? Droga, não consigo me lembrar!

Ele não conseguia se lembrar, infelizmente é comum não prestar atenção no que os auxiliares fazem, então só havia algo a ser feito, pesquisar sobre cortes profundos, então TJ foi até a estante e procurou no índice por algo que lhe fosse útil, pegou o livro que julgou ter o conteúdo necessário e em pé mesmo começou sua leitura.

"Cortes profundos: Confira o corte. Caso seja possível observar gordura, músculos ou ossos, você provavelmente precisará de pontos. Cheque a situação com um médico caso não tenha certeza. Nessa situação você deverá limpar o local do ferimento com água corrente independente se o corte estiver ou não sujo. Feito isso, estanque com gaze ou um pedaço de pano ou toalha limpa. Não coloque nada dentro do ferimento e procure um médico imediatamente."
Não parece tão complicado, terei que limpar o ferimento para ter uma melhor visualização do ferimento, então depois avaliar a gravidade da lesão e se tem algum corpo estranho, por fim basta utilizar um pano limpo e manter assim até que o Alfred possa vir, mas eu posso ter dificuldades com relação aos pontos, diz para checar com o médico, mas e se não tiver médico? Quant de gordura é necessário estar a mostra para garantir que preciso dar pontos? Ih, complicou um pouco.


Alfred, esse primeiro paciente tem um corte aparentemente profundo em seu peito, terei que lavar primeiro com água corrente, vi que tem um barril de água ali do lado, poderei usar ele, então poderei ver o quão profundo é o corte para poder te passar, depois pegarei uma toalha limpa, vi que você guarda elas na estante do lado e por fim é só aguardar o senhor vir, imagino que tenha que dar pontos porque acho que vi um pouco do músculo a mostra, só que fiquei na dúvida, poderia me explicar melhor?

Alfred ficou surpreso com o nível de detalhes que o garoto havia passado apenas lendo um pouco, é notório que já havia um pré-conhecimento, isso era animador, mas como qualquer iniciante, havia dúvidas e esclarecê-las era o papel do tutor.

Você pensou tudo correto e sua dúvida é normal, primeiro vamos falar sobre os tipos de feridas, elas são classificadas em escoriações, lacerações, perfurações e avulsões, cada qual com a sua particularidade, no caso deste paciente, como você pôde observar, ele sofreu uma laceração no peito, a profundidade eu não consegui ver por causa do sangue, tem que verificar isso com bastante clareza, mas enfim, para saber a necessidade de dar ponto, observamos se está a vista alguma parte interna, como gordura, tendão, osso ou músculo, nesse caso, obrigatoriamente iremos dar ponto, mas caso você não visualize, então terá que verificar a profundidade da ferida, se ela for maior que 6 mm, então vamos dar ponto, se estiver sangrando muito e não seja uma ferida muito superficial, também daremos ponto, conseguiu entender?
E quanto a água para limpar, você se esqueceu de um detalhe importante, a água deve ser limpa, você acha mesmo que aquela está limpa? Utilize a água que está aqui do meu lado, ficarei te observando daqui.


Disse isso afanando sua cabeça, estava orgulhoso mas não queria demonstrar muito.

Acho que sim, talvez eu tenha dificuldade em determinar a profundidade, se é maior ou menor do que 6 mm...

A cabeça do seu dedão é 25,4 mm, então você imagina 1/4 disso, só que não precisa se preocupar, isso vem com a experiência, você está aprendendo, é normal essas dúvidas e receios.

Então, com as dúvidas esclarecidas, mesmo ainda com receio com relação a profundidade do corte, TJ pegou a água e seguiu em direção ao paciente, utilizou a água para limpar o melhor possível e viu que o ferimento estava bem aberto, mas aparentemente não tinha nenhum corpo estranho, era só a sujeira mesmo, pegou a toalha e colocou sobre o ferimento, pressionando para tentar entrar um pouco.

Pare! Você não leu direito pelo visto, a toalha é só para cobrir o ferimento, você não deve em hipótese algum colocar ela dentro do ferimento, isso pode piorar a situação, no mais está tudo correto, continue.

Agora só falta dar pontos, você poderia me auxiliar para ver se está tudo correto?

Alfred se colocou ao lado de TJ, que mostrou o ferimento e disse que realmente precisaria dar ponto, mostrando a gordura e mostra e um pequeno pedaço do músculo, Alfred concordou com a cabeça e disse os procedimentos para dar o pontos.

Primeiro você deve utilizar o álcool para esterilizar a agulha, depois utilize esse cordão para poder fechar o machucado, é como se estivesse costurando uma roupa mesmo, tem várias formas e cada médico tem sua técnica, você deverá desenvolver a sua.

Embora parecesse simples, nosso futuro pirata ainda estava com medo, mas não poderia acovardar naquele momento e então seguiu em frente, esterilizou a agulha, passou a corda e começou a dar ponto, com calma para não deixar muito espaçado e nem tão próximo, Alfred estava ao seu lado, dizendo quando estava próximo ou longe, isso deu mais confiança a TJ e ele conseguiu terminar o procedimento.

Meu Deus, as auxiliares dos meus pais eram demais, faziam isso com uma facilidade extrema, pena que não tenho como elogiá-las mais...

Você se saiu muito bem, agora vá para o próximo.

O segundo estava desmaiado, mas antes mesmo de analisar muito, TJ já percebeu do que se tratava, era uma fratura no braço esquerdo, estava feio, então correu direto para os livros para pesquisar.

"Em situações como entorse ou até mesmo fraturas, pode-se improvisar uma tala com madeira, uma revista grossa ou mesmo com jornal, colocando gelo no local e evitando massagear. Após isso, com a área imobilizada procure ajuda médica." Parece simples, mas é isso mesmo, o médico quem fará o maior trabalho, eu estarei apenas auxiliando.

Alfred, este aqui está com o braço quebrado, não está exposta, vou chegar o osso no lugar e depois vou utilizar estes jornais que estão aqui no chão para imobilizar o braço, será fácil.

Agora nessa você não foi muito bem, não tem muito o que você possa fazer, para chegar o osso no lugar não é tão simples, envolve alguns detalhes que você deve deixar comigo, o seu prognóstico será apenas de imobilizar o braço, tenha certeza de não piorar a lesão. De qualquer forma, você entendeu como deve se imobilizar? Não é somente colocar a tala e pronto.

Eu achei que era diz TJ meio envergonhado Poderia me explicar então? Estou aprendendo bastante com o senhor

Primeiramente, a tala deve ser maior do que o membro fraturado, isso irá auxiliar na imobilização, você não poderá deixá-la nem muito apertada, mas também não poderá ficar muito folgada, após a colocação da tala, você pode pegar um pano comprido e enfaixar, assim ficará bem fixada, só que dependendo do membro afetado, você não pode deixar simplesmente com isso, terá que cortar outro pano comprido para fazer uma tipóia, o importante é deixar confortável para que o paciente movimento o mínimo possível

O prognóstico estava claro, então seguiu conforme dito por Alfred, deu o seu máximo para não errar de novo, já tinha errado na execução de um procedimento e um pouco no prognóstico de outro, teria que ter mais atenção, concluiu, mas Alfred estava sendo paciente e ajudando bastante, então pegou alguns jornais no chão, os dobrou para deixá-los o mais rígido possível e então colocou em volta do braço fraturado, utilizou um pano limpo que estava na mesa e o rasgou para travar, depois pegou outro pano e deixou preparado para utilizar como tipóia, como o paciente estava deitado, não iria utilizar no momento, com isso finalizou a sua parte, estava tudo ok, até que o rapaz começou a acordar, mas logo em seguida começou a gritar de dor e se balançar muito, depois simplesmente apagou.

Doutor! Doutor! Venham logo, acho que ele teve uma parada cardíaca!

Alfred não estava escutando e TJ sabia que precisava agir rápido, não teria tempo de ler desta vez, teria que recorrer as suas memórias, sua mãe já havia feito este procedimento inúmeras vezes. Não deu outra, em sua mente conseguiu ver sua mãe fazendo todo o procedimento, foi então que ele levantou um pouco o queixo do paciente, com as mãos espalmadas, uma sobre a outra, pressionando a região bem no meio do tórax, os dedos estavam para cima, toda a força concentrada na palma das mãos, fazia movimentos, de baixo intervalo, com forte compressão do coração, então enquanto fazia isso, continuava a gritar por Alfred.

Passados exatos 1 minuto e 25 segundos, Alfred aparece.

Eu estava aqui do lado observando, vi o que você fez, está de parabéns, agiu corretamente, se tivesse esperado chegar ajuda, talvez ele tivesse morrido, só tenho algumas observações, seus braços não estavam muito esticados, isso diminui a força e aumenta o cançaso, imagina você fazendo isso por 1 hora? Ah, e o ideal são 2 compressões por segundo, isso também é importante.

Obrigado, fiquei desesperado a principio, mas me acalmei, afinal, nós estamos aqui para salvar vidas, não é? Só que o coração dele voltou a bater depois de 1 minuto e 25 segundos, sou muito bom com tempo, mas como vou saber quando "desistir"? Tem alguma outra coisa que eu possa fazer?

Entendi sua dúvida, ela é normal, como ele acordou não terá como você praticar, mas no caso, você deverá fazer respiração boca a boca intercalando com a massagem cardíaca, poderá utilizar 5 massagens para 2 respirações, é só tampar o nariz e assoprar na boca, não é qualquer médico quem faz... mas se quiser treinar, pode ser com o Harima

Muito obrigado pelas explicações, consegui absorver muita informação, mas o resto vem com a vivência mesmo... quanto a respiração boca a boca, no Harima eu dispenso, quem sabe com uma mulher, não é

Fim do aprendizado

Estaria orgulhoso de suas ações, então agora que ambos estavam tratads por Alfred, só restava ficar ao lado de Harima, e assim o fez, iria para perto dele:

Você poderia me falar o que está acontecendo? O que vocês estão procurando? Se envolver dinheiro, eu quero participar!
Legenda:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: O Mensageiro   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptySex 09 Mar 2018, 10:42

O Mensageiro


Will continuava sua perseguição aos dois elementos que havia entrado no beco, assim como Drake havia pedido, queria descobrir mais sobre o que realmente acontecia, por que diabos haviam espancado uma criança.

O vento frio uivava pela cidade, devia estar nevando, os dedos do jovem espadachim já começavam a doer, tanto que teve que colocar as mãos nos bolsos para poder aquece-los.
- Que diabos de cidade friapensava Will enquanto se esgueirava pelos becos e vielas em busca dos seus alvos. Usando de sua furtividade, o jovem não teve muitos problemas para segui-los, era acostumado a roubar comida dos depósitos dos orfanatos por onde passou, andar de fininho era um dos talentos do jovem espadachim.

Will conseguia ouvi-los, pela conversa dos sujeitos, Will não sabia se eram aliados, ou amigos, ou inimigos, simplesmente conversavam sobre um tal de Troy.Este deve ser o chefe desses vagabundos – pensava.

A caminhada seguia, por quase 15 min, até que finalmente chegaram num Bar, onde prontamente os sujeitos adentraram, enquanto Will para não levantar suspeita esperou pelo lado de fora
Um rum cairia muito bem agora, ta um frio da porra pensava Will enquanto tentava entender o que se passava dentro do estabelecimento.

Não era difícil escutar o que se passava dentro do Bar, todos pareciam gritar. Uma voz se sobressaia sobre as outras – Este deve ser o tal do Troy.
Pelo que conversavam, Will não conseguia entender com quem o suposto Troy conversava, se era com o jovem espadachim ruivo ou o rapaz de cabelo branco. Mas sabia que a missão era tentar arrancar alguma informação da pobre criança que havia sido espancada no beco.
- Quem nos 7 mares espanca uma criança por informação, era mais fácil ter dado um doce.

Will continuava a escutar a conversa, escutou um nome Hari, qual dos dois sujeitos era Hari, Will não saberia dizer. Troy ou suposto Troy continuava a falar com o tal do Hari; Will jurava ter escutado um soco, não tinha uma audição tão aguçada, mas reconhecer o som de um soco e de um corpo caindo, era algo que todo homem sabia reconhecer.


Logo após o suposto soco, Will pode escutar que havia outra pessoa seguindo Drake, Will já teria em mãos informações para contar a Drake, mas a conversa não ter terminado ainda. Troy continuava a falar com outra pessoa, parece que iriam levar o sujeito que apanhou até o Doutor F Ele mandou o cara para o doutor com apenas um soco, ele não e um sujeito comum – Pensava Will assustado.

Quando Will já se preparava para sair, foi quando ouviu uma frase que lhe chamou atenção, pelo que parece, foi Hari que bateu na criança – Assim que eu souber quem e Hari, eu vou espancar esse filho da puta – pensava Will enquanto se levantava para voltar a loja de armas.

Willian iria voltar para o local onde Drake havia lhe dito para se encontrarem, a Loja de Armas onde Will havia comprado sua katana. Will iria correr o mais rápido que conseguia rumando para o ponto de encontro. Caso Will se perca no caminho por não se lembrar mais a direção, iria para e perguntar para alguém que estivesse na rua – Ei você, sabe pra que lado fica a loja de armas onde a atendente e super gata? – Assim que o sujeito lhe desse a resposta, Will não iria agradecer, iria simplesmente seguir para o rumo que haviam lhe dito.

Assim que chegasse a loja de armas, Will iria adentrar o local, limpando toda sujeira ou neve que teria em sua roupa com leves tapas. Ao entrar no local, iria procurar primeiro por Drake, caso não veja ninguém, Will iria chamar por Drake, assim que tivesse um resposta, iria seguir a voz, assim que o avistasse iria contar tudo que sabia.

- Drake, o garoto? Ele morreu? Bem, e o seguinte, eu segui os dois até um bar, não muito longe do beco onde nos separamos, uns 15 minutos talvez. Chegando la eles entraram no Bar, eu fiquei do lado de fora, mas dava para escutar perfeitamente. O chefão deles ou o cara que parecia mandar ali, chama-se Troy, ele parece ser bem forte, pois colocou um dos vagabundos no chão com um soco, mas voltando ao caso, o tal do Troy disse que colocou outro individuo no seu rastro, para saber seus movimentos. Ahhh e o rapaz que bateu no moleque chama-se Hari, isso foi tudo que deu para descobrir – diria Will ofegante por falar sem pausas.

Assim que Will acabasse o seu relatório, iria procurar pelo garoto, para saber se estava tudo bem como ele. Se o garoto estivesse acordado, Will iria se aproximar do jovem.
- Garoto, o tal do Hari que te espancou, ele tomou um puta soco na cara, então não precisa se preocupar, ele teve o que mereceterminaria a frase sorrindo.

Após procurar pelo garoto, Will iria caminhar até a Atendente, seria suave em seus movimentos, mas tentaria mostrar que era um homem forte. Ao se aproximar, tiraria seu chapéu da cabeça, e diria a jovem.

- Você não me disse seu nome? Meu nome e Will West, sou um famoso espadachim – diria Will, sabendo que a moça não acreditaria, seria apenas uma forma de fazer ela rir.



Histórico:
 



Legenda: Fala Willian
               Pensamento Willian
             Fala NPC

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 3 EmptySex 09 Mar 2018, 22:35

Minhas memórias estavam embaralhadas e minha cabeça girava, me confundindo bastante. Estaria aterrorizado com aquele pesadelo, tentando esquecê-lo.

Depois de me recompôr de toda aquela maluquice, levantaria, ainda  um pouco atordoado, mas me esforçaria ao máximo para transmitir a ideia de que eu estava bem, apesar dela não ganhar muita credibilidade dada a situação em que eu me encontrava. Todos me recebiam como se eu houvesse morrido e ressuscitado logo depois, e eu não entendia nada daquilo.

Nix não deixava de me lançar palavras de preocupação, com aquela voz calorosa de sempre. Drake também apresentava alguns sinais de que estava preocupado comigo, e isso era algo inusitado para mim. Havia mais alguém ali. Eu não conhecia aquela pessoa, mas trataria de cumprimentá-la o quanto antes:

Ah, e aí estranho! — Dirigiria a palavra para o esquisitão da sala, aquele com chapéu e tudo mais. Continuaria a falar, buscando não ser interrompido por ninguém — Eu nunca te vi. Você é outro amigo do Drake? — Terminaria a frase, analisando a figura dos pés à cabeça.

Seja lá o que ele decidisse responder, eu não perderia tempo em explicar o que aconteceu antes deles me encontrarem possivelmente largado naquele beco, aonde travei minha primeira luta contra aquele bandido.

Então... Drake, desculpa por não conseguir chegar a tempo — Seguiria com a frase, cabisbaixo e decepcionado comigo mesmo por não ter cumprido o acordo entre eu e Drake — Eu espero que ainda dê tempo de caçarmos aquele tesouro! — Encerraria a frase, levantando um pouco mais cabeça, apresentando sinais de alguma alegria e empolgação, mesmo que poucos.



Histórico - Bravheseer Finn:
 

Objetivos na Aventura:
 


Última edição por BravheseerOP em Sab 10 Mar 2018, 13:04, editado 1 vez(es)
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