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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I: Planejamento Ousado

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Remenuf
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptySeg 23 Abr - 2:58

~Narração~



Uma cena de certa forma estranha se seguia ali no bar, ali sentados em uma mesa de canto de quatro lugares se encontravam Chô e Will lado a lado, na outra extremidade da mesa se sentava Tj, e à seu lado, a misteriosa beberrona que adormecera, enquanto inconsciente sua feição era sublime e inocente, se encontrava apoiada de bruços na mesa um pouco apoiada no ruivo que tentava se aproveitar da situação para dar pequenas olhadas em seus “belos olhos”. Will por outro lado tinha os olhares voltado para os arredores e logo percebia que as pessoas realmente não se importavam com aquilo, brigas de bar e piratas estavam em cada esquina e era algo realmente comum de se ver em Loguetown, até mesmo os homens que haviam apanhado já se levantavam para ir embora sem querer causar confusão.

- Um dia eu ainda acerto ela…

Ainda em sua revista pelo local Will notava certas coisas que procurava desde que adentrou ao bar, além da porta, duas janelas frontais de vidro que serviam de iluminação, West estava prestes a terminar suas suspeitas pegando sua cerveja gelada para beber quando cruzou olhares com o que estava procurando, o homem de terno bebendo sozinho que avistara mais cedo agora olhava fixamente para a mesa dos três, desviando abruptamente seu olhar com a percepção de Will.

Um tempo se passava sem que a mulher acordasse mesmo com as tentativas de Willian, este que ainda se sentia desconfortável pela estranha situação com o homem que havia se retirado do local logo após o ocorrido, Por fim ela despertava lentamente abrindo apenas um de seus olhos, seus dentes cerraram e em seu rosto uma expressão de dor era formado enquanto a mulher de cabelos azuis se desencostava de Tj já levando sua mão a cabeça.

- Aahr… - Uma desconfiança ainda era sentida por West enquanto Chô só observava tudo desde que entraram no estabelecimento, deixado toda a interação ao ruivo que colocava se colocava a falar a pergunta que todos queriam fazer. No entanto a feição da moça ao seu lado mudava de dor para angústia enquanto sua mão agora ia para a testa completando ainda mais um sentimento de derrota. - Sim era pra ser um segredo…. Eu não acredito que fiz de novo. - Agora que estava “mais sóbria” sua personalidade parecia ter mudado de uma bêbada agressiva para uma garota meiga e um tanto desastrada quem sabe. - Me desculpem se eu fiz alguma coisa para vocês, eu não me dou bem com essas coisas. - Concluía ela afastando sua garrafa de bebida vazia.

- Espera… Por que estão me perguntando isso? - Um momento de silêncio perdurava por alguns instantes brevemente quebrados ainda pela moça que agora esboçava um misto de surpresa e preocupada. - Vocês são marinheiros? Vieram me prender? - Mas logo se tranquilizava com um descontraído sorriso ao notar as vestes e como os três se portavam. - Não podem ser... hehe… Meu nome é Auster, sou uma aspirante à pirata. - Sua fala era repleta de confiança sem o mínimo temor de dizer aquilo em voz alta. - Imagino que eu já tenha anunciado a alguns minutos atrás então não deve ter problema em contar pra vocês... - Auster coçava a cabeça enquanto pensava em contar ou não, e sua voz claramente demonstrava uma estranha inocência.

- Na verdade eu meio que… oh oh - Neste momento o homem de terno que havia saído retornava com mais quatro figuras ao seu lado, três delas eram soldados da marinha, dois portavam espada enquanto o terceiro usava de um rifle, a quarta figura no entanto era a mais intrigante, uma mulher relativamente alta com roupas pretas de couro, sua blusa deixava boa parte de seu corpo a mostra, além disso usava uma capuz com máscara do mesmo material sendo todo seu traje adornado com pequenas peças de prata além de um chamativo colar tão escarlate quanto seus olhos que se destacavam em meio aos seus cabelos brancos, uma simples olhada para a mesa dos aspirantes a pirata e seus alvos estavam definidos.

- Essa não… - Dizia Auster pegando na mão de Tj instintivamente. - Temos que sair daqui, esses caras não costumam largar o osso tão cedo. - A mesa em que se encontravam ficava no fundo lhe dando algum tempo para pensar, algumas pessoas no bar começavam a se agitar, inclusive um homem alto e forte se exaltava pensando estar sendo procurado pela Marinha e criava uma certa “distração” tentando atacá-los futilmente, pois em questão de segundos caía com uma faca arremessada em seu peito pela mulher de máscara. Os quatro ainda na mesa tinham poucos instantes de raciocínio antes da ação, e em meio a isso Auster já se inclinava a fugir começando a puxar Tj mesmo sem perceber.
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TJ-kun
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptySeg 23 Abr - 18:37

Capítulo 1.24 - Marinha?! Melhor correr!



Como havia pensado anteriormente, esse tipo de situação, de briga e discussões era normal naquela cidade, talvez especialmente naquela taberna, mas isso só será descoberto com o tempo, prova disso era que os homens que haviam apanhado anteriormente já se levantaram para ir embora, uma estranha sensação crescia no médico, ele sentia que era esse ambiente que ele queria, brigas, confusões, bebida e mulher, ninguém pensaria que há pouco tempo atrás ele era apenas um bom filho de um casal de médicos, então ele se lembrou da beberrona que estava adormecida ao seu lado, um pouco apoiada nele...

"Essa mulher aqui do lado... isso não vai prestar... mesmo com essa feição mais calma e tranquila, não sei não, o Will vai ter que dar um jeito nisso, é a única certeza que tenho!

TJ aguardara Will tomar alguma atitude quanto aquela misteriosa mulher, mas infelizmente via as tentativas dele serem em vão e ela continuava a dormir ao seu lado, encostada em seu ombro, que cena mais bizonha, um grande sedutor como o jovem médico mas com um medo danado de uma donzela, tá certo que é uma donzela pra lá de forte, mas isso não muda o fato de ser estranho, enfim, pelo bem ou pelo mal, ela acabou começando a despertar e o espadachim ruivo não perdeu tempo em fazer a pergunta que todos queriam saber e, depois de uma certa desconfiança por parte da mulher de cabelos azuis, ela mudara de feição, pelo visto não era para sair contando a qualquer um, mas o álcool a fez perder o controla, embora não parecesse ser a primeira vez que isso acontecia, então quando ela iria contar o que todos estavam aguardando, acabou interrompendo ao reparar a chegada de marinheiros.

Droga, agora ficarei na curiosidade! Eu vou acabar com esses caras num instante!

Não deu tempo nem de reagir a este pensamento até certo ponto infantil e TJ já sentia sua mão sendo puxada pela donzela, pelo visto ela queria escapar logo dali, aparentava conhecer aqueles que adentraram na taberna, pelo seu desejo de escapar e por dizer que eles não costumam largar o osso, isso não era um bom sinal, só que em sua mente ainda ressoava aquelas palavras da mulher que ela faria algo incrível, ele queria saber o que era, queria participar daquilo se possível, estava engajado na ideia de se tornar um homem forte e famoso, iria trilhar o caminho da pirataria e talvez pudesse ter uma pista de como atingir este objetivo com ela, então o ruivo manteria sua calma para agir corretamente e já ficaria com sua mão na katana para ter uma reação mais rápida caso precisasse sacá-la.

- Will... Chô... vamos fugir, nós não sabemos quem são eles, esta garota deve ter alguma informação, eu vou com ela, pensem rápido!

Após dizer isso, viraria para a jovem moça e diria: - Vamos sair daqui! Eu te acompanho. então seguiria a rota traçada pela donzela para escapar dali, caso os seus companheiros decidissem ficar, diria: - Tenham cuidado e voltem inteiros. ao mesmo tempo que correria para escapar, manteria sua atenção a possíveis ataques já que havia visto um homem ser abatido com apenas uma faca e, se percebesse algum ataque, tentaria esquivar para o lado que tivesse mais espaço com um semi pulo utilizando sua acrobacia, mas com cuidado para não bater em nenhum móvel do local e continuaria sua corrida, no caso de ser atingido, tentaria segurar a dor e não pararia de correr.

Na hipótese de conseguir escapar, diria: - Para onde vamos agora? e seguiria a moça para onde ela indicasse, não conhecia nada naquela cidade e no momento ela era a única pessoa em que podia acreditar, não tinha tempo para pensar demais, só tinha que escapar para um lugar seguro para depois pensar melhor em uma forma de se safar desta confusão, neste momento estaria com sua espada empunhada, poderia sofrer ataques de qualquer lado então sua atenção seria redobrada naquela situação, sabia que a mulher de cabelos azuis era forte, mas não poderia contar com isso agora, era ele quem deveria lutar se fosse preciso, tinha que confiar em seu poder, se todos escapassem juntos:

- Aqueles caras parecem fortes, temos que bolar um plano para contra atacar, Will, você é o melhor para isso, confio em ti.
Legenda:
 

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Johnny Bear
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Johnny Bear

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptySeg 23 Abr - 23:27

Devoto à honra emparelhada a uma calmaria notória, o Urso estava convicto de que as intenções daquela rapariga partilhavam de sensatez, de prelúdio nada fizera, os braços cobertos por uma grossa pelugem enegrecida apenas eram deixados em repouso por cima da mesa, a fadiga que herdava - em prol do serviço benevolente para aquele velho marujo que se apossara da tarefa de levar o grupo para aquela nova ilha – vinha a ser cuidada, depois de sucessivas puxadas naquela barga de pesca. Os músculos, que depois de tanto se retraírem, agora bambeavam com o pouco esforço, a ardência gerada pela quebra das fibras arrefeciam os braços.

“Trajam fardas, branco e azul, me acometem a remotas lembranças.” Ecoava na mente do Mink, pensamentos mútuos, ideias ou talvez respostas que fossem capazes de dar uma resolução ainda mais plausível, era certo que aquele tipo de roupagem regia algum significado ou simbolismo mais profundo do que aparentava, Chô desconhecia por completo as estórias e nomenclaturas que estavam estabelecidas na cultura humana. Títulos, Classes, Autoridades ou até mesmo Criminosos, ficava a mercê de seus consórcios, identificar ao que seria um inimigo em potencial e aquele rosto amigo bastaria apenas um comando ou ação coordenada por Will ou TJ que Chô os seguiria. “Uniformizados desta forma... São parte de alguma gangue talvez?!” Chegando a uma via principal, cuja qual parecia explicar a todas incoerências na situação como um todo, a rapariga que se dizia uma Pirata admitia uma completa empatia para com aqueles que chegavam, talvez fossem gangues ou até mesmo grupos que disputassem o poderio urbano ou local, dava-se as devidas conclusões baseado no cenário antes recorrente na vila natal, cujo qual era demarcado por diferentes templos que, apesar da comunidade e afeto mútuo para com todos os seus semelhantes, os grupos de diferentes ideologias ainda se dividiam em forma de capitanias hereditárias, cada qual tendo seu próprio pedaço para plantio e fabricação instrumental, adotando os próprios ensinamentos para tal de forma que lhe fosse conveniente.

Se fosse o caso, estando na presença malquista de possíveis baderneiros altruístas, a repulsa que sentira só aumentava conforme a crescente pressão sanguínea também o fazia. Porém, o que faria um homem bem trajado em conjunto com aqueles e outra, ainda mais esotérica que os demais, mulher que traia consigo um traje enfeitado de adornos, porém curto, a pouca presença de material que se tinha era responsável apenas por cobrir parte de seu tronco, quiçá fosse algo bordado em especial para atração e estética, ou talvez fosse apenas uma forma de prender a atenção de olhares esguios e patifes, onde buscavam destituir a atenção através da sensualidade de seu corpo. Passou também a ideia de que ela talvez pudesse simplesmente estar utilizando-o por gosto da própria, sentindo-se a vontade e confortável nos trajes de uma meretriz.

-Will... Fardados, são pessoas que devemos temer? –
Perguntava o virtuoso Urso, já preparado para empunhar aquela que vinha sendo sua principal fonte de determinação até o momento, uma legitimada Katana de Conomi Island que, embora provindo de uma matéria prima rudimentar, era feita com suor e esforço daqueles que partilhavam o mesmo ar aromado por laranjeiras daquela garbosa ilhota. A mente agora não rodeada de questionamentos dava-se um tempo para que pudesse acompanhar a todos os eventos que ocorriam em pequenos intervalos dentro do recinto. Tj sendo impulsionado pela vontade daquela de cabelos azulados, não fazendo muito senão ceder às vontades de seu ser facilmente atraído por senhoritas. Will talvez fosse o único que permaneceria no local adjunto do Urso, e se o espadachim não o fizesse, aquele honroso e brioso Mink que não se deixava fugir em batalha. “Fugir?!” Bradava retumbante com escárnio dentro de seus pensamentos, quase deixava escapar um sorriso saliente no canto de seus lábios com o som de um pigarro que mais parecia uma risada com balbucio. Aguardara pela indagação de Will para com relação à postura que deveria tomar frente ao pequeno grupo.

O baque surdo se dava, o som da lâmina uivando cortando aquele ar gélido, atravessando a carne em um corte fino como em um papel, a morte limpa e altamente proficiente alertavam, os pelos da nuca pareciam arrepiar ao assistir aquele golpe dado com tamanha beldade num homem corpulento como aquele, até mesmo o gigante Urso que detinha de uma estrutura firme e avantajada sentiu-se incomodado com a cena. De imediato, as presas pareciam saltar de dentro da boca, os lábios iam para frente deixando passar aquelas armas naturais pontiagudas que se deleitavam da carne macia.  O instinto, particularmente natural que os Minks herdavam de suas particularidades animalescas, era aberrante mediante aquela situação, o desconforto vinha de imediato juntamente com toda aquela postura ofensiva que o fazia querer recuar, mas ao mesmo tempo avançar sobre o pescoço daquela. “Sinto... Perigo!” Conforme a raiva e a incerteza o consumiam se tornava mais primitivo para com as próprias reflexões e consciência. Aquela índole animalesca não perdurava, uma das principais senão a mais importante doutrina era de nunca ser consumido pela raiva. O sentimento de puro ódio, onde apenas a irracionalidade regia, o estado de fúria e perdição própria da qual as ações se tornavam impensáveis, os conflitos irreversíveis não poderiam ser solucionados doutra forma senão a obliteração. Ser consumido pelo ódio e responder às provocações era uma forma de autodestruição.

A vontade do Espadachim ébrio seria a vontade do Panda, dada um sinal ou comando que deixasse claro a necessidade de colocar-se em arranjo ofensivo, Chô o faria sem depender-se da própria resiliência para com as perquirições do intelecto. A postura, no entanto, singela e primorosa, já podia se notar uma súbita interferência da Dança nos próprios movimentos antecedentes à peleja, os membros para chegarem naquele molde passavam por breves tremulações, balançando-os ao vento como simplórias pétalas, com graça e rigidez com qual a loira havia ensinado. Uivaria aquela lâmina pelo ar, distribuindo por todo este, parte de sua potência, fazia-o enquanto os moldes eram realizados e neste permaneceria até que a convicção irrefutável fosse de que não houvera outra saída senão o confronto. O desejo de fustigar aquele médico biltre que TJ era estava em recorrente crescimento, chegava-se agora a um ponto onde a única coisa que Chô conseguia fazer era de fitar desacreditado, segurando o sorriso nervoso que salientava seus lábios. Como se não bastasse sua rápida debandada junto com aquela rapariga, este confirmara um envolvimento – não existente até então – entre aquele pequeno trio para com aquela que o puxava para fora do recinto.

Vislumbrava ao recinto, tomava para conhecimento próprio cada particularidade que abarcava o cenário, o foco geral se constituía no mapeamento mental de tudo que pudesse usar, quiçá fosse de um caneco de cerveja para atirar em meio a uma investida até mesmo a uma mesa que pudesse ficar á espreita frente a um disparo. Conhecer aos pontos que pudessem lhe dar vantagem também era conhecer a aqueles que poderiam lhe abrir um rombo na defesa, o modo como mapeava estaria por garantir que tivesse erudição de cada elemento que pudesse vir a criar um empecilho. Caçava aos fardados, o aroma que provinha não só destes, mas como dos outros dois que se portavam de indumento divergente. Talvez assimilar o bálsamo de cada qual desse ao Urso uma exata ou rudimentar noção da posição de cada qual e para onde seguiam em meio à peleja. A Postura seria tomada agora – isto caso Will anteriormente não tivesse sugerido tal – não discernindo quase nada do que era proposto anteriormente, embora agora o Panda optasse por portar as duas lâminas ao invés de uma única. - Um combate não é necessário, a meu ver, podemos resolver sem o uso de armas. – Buscava com poucas, porém seletas palavras, arranjar outro caminho para alcançar a concórdia entre os grupos, sendo a rudimento, apenas aquele átimo para conversa sem o uso de outra coisa senão a dicção. Mas não dava o braço aos lobos, planejando proteger-se de um golpe covarde, Chô rolaria para o lado atirando o peso de seu corpo na intenção de espreitar-se à encosta de algum objeto que pudesse aparar o golpe, senão, tentaria o fazer por si próprio ao colocar ambas ou somente uma das lâminas a frente do ombro enquanto girava o tronco para o lado.


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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptyTer 24 Abr - 11:10



Loguetown;
A Marinha Aparece!


Frustradas todas as minhas tentativas de acordar a jovem moça de cabelos azuis, resolvi esperar que ela se levantasse por vontade própria, o que não demorou muito, a moça voltava a ter seus sentidos lentamente, e TJ não perdia tempo, já lhe perguntando o que todos ali queriam saber, o que diabos era aquela mulher.

A moça parecia ter outra personalidade agora, tinha ficado até envergonhada com as perguntas do ruivo – Será que a bebida transforma tanto assim essa garota? – Will pensava enquanto a mulher falava, a coragem que ela havia mostrado anteriormente havia se desvanecido, e agora a única coisa que se via era uma garota aparentemente indefesa.

A jovem de cabelos azuis tinha um nome afinal, Auster, mas a grande informação veio após, a garota realmente queria ser um pirata, assim como o jovem Will, naquele instante, o jovem espadachim mesmo não conhecendo a garota, se simpatizou pela coragem de sua fala. Auster continuava a falar, quando foi interrompida por algumas figuras que apareceram na porta, Will virava toda sua atenção para as figuras que adentravam o estabelecimento, podia-se notar que se tratavam de Marinheiros, dois deles portavam katanas, e o outro uma espingarda, já a moça vestia uma roupa extravagante, que chamava a atenção no meio dos demais – malditos marinheiros, se eu levantar minha katana contra eles, serei um homem procurado nesta ilha – Will segurava o cabo da sua katana que estava embainhada, suas feição era seria, não temia aqueles homens, e nem a instituição que serviam, mas será que poderiam sair dali sem lutar, era o que provavelmente todos pensavam.

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A posição do outrora trio, que agora havia se tornado um quarteto era favorável em relação os possíveis inimigos, sua mesa se encontrava ao fundo, dando-lhes um certo tempo de pensar no que poderiam fazer para escapar dali, como aquele ditado, quem não deve não teme, mas ao que parece, todos no bar tinham o rabo preso, pois se assustavam com a presença dos capangas do governo, um homem em questão, de aparência robusta, tentava uma investida, mas foi parado pela mulher, que num movimento preciso arremessou uma faca no peito do homem – Auster está certa, não podemos ser preso aqui, agora que estou tão perto da Grand Line – Tudo tinha acontecido por causa daquela garota, Will não dava a mínima para ela, mas o jeito que ela havia falado do seu objetivo, era algo que Will respeitava, e sabia o que tinha que fazer.

TJ era puxado por Auster, enquanto nos dizia para fugir – maldito TJ, eu tenho obrigação nenhuma com estas pessoas, mas pelo que passamos em Conomi, sinto como que já fossemos companheiros, merda, merda, merda - Will tinha certeza do que queria fazer, mas sabia que no momento que atacasse aqueles homens, sua vida iria mudar, de um jeito ou de outro. Seu pensamento so era interrompido pela pergunta de Chô, que parecia não entender que seriam aquelas pessoas – Eles garantem a segurança da ilha, mas neste momento, eles pensam que somos bandidos ou coisa do tipo, se eles nos pegar, iram nos colocar atrás das grades.

Will não entendia como aquele Panda não conhecia a Marinha, mas era assunto para outra hora, TJ era puxado pela garota, o Urso poderia não entender aquela situação, pois pensava que poderiam sair dali sem o uso da força, mas so tinha um modo de fugir dali, e Will iria fazer de tudo para que isso fosse possível – Chô, não deixe que ataquem o TJ, eu cuido dos espadachins a frente, se puder me ajudar com atirador, pressinto que aquela moça de cabelos brancos tem uma força anormal, eu vou avançar com tudo que eu tenho- O jovem espadachim franzia seu rosto, sua feição era seria, o momento de mostrar sua força para o mundo começaria naquela cidade, naquela taberna, o momento de desafiar a marinha, começaria ali.

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Will nesse instante, tentaria pegar a mesa que estavam sentados, usaria seus braços para levantar e coloca-la em sua frente, a lembrança daquela faca cravando no peito do homem ainda estava fresca na memória. Pegaria a mesa e usaria de escudo, e caminharia rumo aos marinheiros. Como sua visão estaria coberta, antes de avançar, Will usaria sua visão aguçada para traçar uma rota entre o local, sua noção exata de tempo seria de extrema importância, pois teria que saber a distância em que os inimigos estavam, para que não chegasse próximo demais deles.

Com a mesa em mãos, caminharia a passos curtos, tentaria não esbarrar em nenhuma mesa ou cadeira que estivesse no caminho, seus passos seriam cuidados para que não tropeçasse em nada, se por acaso o homem de espingarda atirasse de imediato, Will não recuaria, mesmo se a bala atravessar a peça de madeira, o jovem espadachim não recuaria ou diminuiria sua velocidade.

Will tinha a noção de onde seus inimigos estariam, e tentaria usar o elemento surpresa para efetuar seu ataque, quando o espadachim estivesse a poucos metros dos marinheiros, Will usaria da força dos seus braços para lançar a mesa sobre eles, tentando fazer com que o grupo caso estivesse todos juntos, se separassem, mas a ideia principal, era chamar a atenção para o objeto que caia sobre suas cabeças, assim, uma brecha seria aberta em suas defesas.

Logo após lançar a mesa sobre os marinheiros, Will sacaria sua katana, e usaria de sua aceleração para avançar contra seus alvos principais, que seriam os marinheiros que portavam katanas. Assim que a mesa saísse de suas mãos, Willian usaria da sua velocidade, avançaria com a Anzol em sua mão direita, e quando estivesse perto do marinheiro, saltaria para efetuar um ataque de cima para baixo, usaria da impulsão do seu salto para que o corte tivesse mais força, pelo conhecimento de acrobacia que o jovem espadachim possuía, tentaria saltar o mais alto que pudesse sem bater sua cabeça no teto.

Durante o seu salto, colocaria sua mão direita na altura do seu ombro, de modo que sua katana ficasse posicionada em suas costas, após saltar, iria fazer um movimento de meia-lua com seu braço, usaria toda a força que seu braço direito possuía, não resguardaria energia, e com este movimento tentaria um corte vertical de cima para baixo, visando o ombro direito do marinheiro. Assim que pousasse no solo, tendo o corte sua eficácia, Will aproveitaria do seu pouso para flexionar seus joelhos, ou seja, assim que pousasse iria agachar de forma que seus dois joelhos ficassem flexionados, como uma mola, e iria usar da impulsão para efetuar uma cabeçada no queixo do marinheiro, de baixo para cima, para que assim o levasse a nocaute.

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Se durante o primeiro corte, o marinheiro se esquivasse ou bloqueasse o ataque, Will iria tentar a cabeçada da mesma forma, so que desta vez, logo após a cabeçada, iria retardar o seu braço direito, alinhando sua katana na horizontal, de modo que ela ficasse reta ao corpo do inimigo, assim que ela estivesse em posição, iria tentar uma estocada no abdômen do homem.

Demonstração da Estocada:
 

Após atacar o homem, tendo algum efeito o ataque, Will iria voltar sua atenção para o segundo marinheiro que portava sua katana. Se o homem tentasse um ataque logo após Will derrubar o seu parceiro, Will iria tentar um contra-ataque, se o homem atacasse de forma descuidada, um ataque de cima para baixo, Will iria tentar quebrar seu ataque, ou seja, com sua katana no alto, havia uma grande brecha, com isso, Will usaria de sua aceleração para encurtar a distância entre ele e a lamina do rapaz, usaria da força de suas pernas, para avançar contra o inimigo, de modo, que mesmo se o homem desferir o gole de cima, o corpo de Will já estaria dentro da sua defesa, sendo assim, mesmo não sendo um boxeador, sabia como era a vida nas ruas, e lembraria do seu tempo de brigas, tentaria efetuar um soco simples no rosto do marinheiro, o soco seria de baixo para cima, como Will estava muito próximo do homem, não colocaria toda a sua força neste soco, seria apenas para quebrar o ataque deste.

Logo após efetuar o soco, Will iria colocar sua mão direita, esta portadora da sua katana para baixo, de modo que sua katana encostasse a ponta no chão, e assim tentaria efetuar um corte de baixo para cima na diagonal, na coxa direita do marinheiro, seria um corte simples, sem colocar muita força, com isso, logo após esse corte, pousaria sua mão na altura do seu ombro esquerdo, pois o corte na coxa seria apenas para tirar o base do inimigo, dito isto, tentaria efetuar um corte horizontal da esquerda para a direita no peito do marinheiro, este corte, Will tentaria finalizar o homem, usaria de sua força, para que o corte fosse profundo o bastante para lhe tirar do combate.

Após derrubar os dois homens, Will iria verificar se TJ havia conseguido fugir com a garota, se ele estivesse preso dentro daquele estabelecimento, Will gritaria para que Chô o ajudasse – Ajude o TJ, eu cuido de tudo por aqui – Will sabia que poderia não dar conta de todos aqueles marinheiros, provavelmente teria que fugir, mas tinha sentia que aquela garota poderia lhes ajudar no futuro.

Logo após suas tentativas de ataques, tendo sucesso nos dois casos, Will iria voltar sua atenção para o homem que portava sua espingarda, se este mirasse em Will, não teria outra forma, o jovem espadachim iria usar de sua acrobacia para saltar sobre o balcão e se esconderia dos tiros que fossem direcionados para seu corpo, e esperaria por uma ação de Chô.


Willian West




Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptyQui 26 Abr - 1:03

~Narração~



O plano de ação, ou melhor, fuga estava traçado, pelo menos por parte do ruivo que se propunha a escapar junto da garota de madeixas azuladas, breves palavras eram ditas e por fim se tinha início à ação. Will virava uma mesa em cobertura investindo com a mesma contra os marinheiros, um tiro era disparado em sua direção de modo que um buraco na madeira era feito bem em frente aos olhos de West que continuava avançando com vigor, apesar de gerar uma boa aproximação o movimento de Will não se sucedia em um ataque vitorioso e era facilmente desviado pelos homens do governo separando o atirador e o homem de terno para um lado e os dois marinheiros espadachins para o outro, quanto a misteriosa mulher de máscara, esta pulava por cima do móvel ficando nas costas de Will pronto para apunhalá-lo, se não fosse por uma garrafa voadora que quebrava em seu rosto atordoando-a por um breve momento.

O míssil de vidro poderia ter vindo de qualquer um de seus companheiros, seja Tj que se colocava a fugir ou até mesmo do urso que apenas analisava a cena parado enquanto percebia as três mesas ao seu redor todas com copos e garrafas de clientes afugentados, no entanto que salvava a pele de Willian era Austin que logo após de ver a brecha criada fugia ainda que por extinto, levando Tj consigo, mais vidro podia se ouvir quebrando em meio a fuga do ruivo e da mulher que atravessavam a janela com tudo.

- Sua…! - Para a sorte do espadachim a mulher de preto parecia um pouco temperamental e agora saía do bar seguindo os dois fugitivos levando consigo o homem de terno. - Berthold! não os deixe fugir! Vocês três cuidem do restante! - Os marinheiros se alertavam para o combate, no entanto um pouco tarde para impedir o primeiro golpe de Will que já descia com sua lâmina em um arco bem no ombro de um dos espadachim seguido de um segundo impulso para uma cabeçada que derrubava o homem na hora. O outro soldado vendo seu parceiro cair vinha desenfreado com um golpe impulsivo que era refletido facilmente por Willian, o rapaz tentava contra atacar se aproximando, no entanto o atirador que devia estar sendo ocupado por Chô se encontrava livre para atirar uma bala que pegava de raspão na perna de West que perdia seu equilíbrio dando a brecha para um chute em seu rosto vindo do marinheiro de tal forma que a queda aparentava ter sido um nocaute.

Todos agora fitavam o Urso que nada havia feito até o momento, marinheiro que antes havia sido derrubado se levantava para o ataque contra o urso iniciado com um breve disparo de espingarda, Lotus desviava a tempo com um rolamento somente para ser atacado pelas espadas dos marinheiros, o primeiro ela bloqueado pela empunhadura dupla do mink, o segundo no entanto se aproveitava da chance para desferir um golpe na horizontal que acabava por cortar o abdômen do panda que caía no chão com o golpe. Chô não estava morto, apenas sem ação, por sorte sua pelugem dava uma impressão maior de tamanho e isso infligiu no motivo de o corte ter sido tão superficial, finalmente as antigas dores de Lotus iam se passando começando por sua perna, tudo isso para ser reposto por novas que se formavam naquela súbita luta.

- Keh… Esses dois eram muito fracos. - Se gabava um dos soldados enquanto eles se dirigiam a saída do bar triunfantes. - Não importa, nosso foco é a garota, vamos! -

Em meio a toda aquela confusão Auster continuava a puxar Tj pelas ruas como se as conhecesse como a palma de sua mão, esta que o ruivo também já estava conhecendo muito bem visto que a garota não o soltava nem mesmo por um instante. A perseguição se seguia com os dois indivíduos de preto atrás, Auster no entanto além de conhecer muito bem a cidade ditava sua corrida de forma que até mesmo Tj conseguia fugir de forma mais eficaz, ainda que algumas adagas voassem em sua direção e quase acertassem diversas vezes.

- Se abaixa! - Gritava a garota de cabelos azuis já puxando o ruivo para baixo no momento em que entravam em um beco.

- Aaaaarhg! - Junto do grito o vulto de um grande objeto passava por cima de Tj que ao olhar para trás percebia uma outra mulher derrubando o homem de terno com o golpe de um volumoso escudo, ela era grande e robusta, ainda maior que o rapaz, duas tranças loiras desciam até suas roupas feitas de pele de animal de uma forma que parecia apropriada para o combate, em suas costas, além de uma mochila haviam duas espadas e um escudo, que por falar nisso tinha um outro de um diferente tipo sendo golpeado contra o perseguidor de preto.

- Illya! - Auster já não se colocava mais a fugir, em fato parecia feliz em ver a loira ali e pela primeira vez soltava a mão de Tj percebendo a situação embaraçosa que havia criado. - Ah me desculpe, eu acabei arrastando você até aqui por impulso. - Seu rosto corava um pouco enquanto alguns grunhidos eram ouvido pelo homem que começava a se levantar enquanto aquela antes chamada de Illya bloqueava com seu escudo uma faca que voava em direção ao ruivo.

- Prestem mais atenção! Um segundo de distração pode custar sua vida. - Bradava a loira. - Vamos acabar logo com isso aqui.

- Si… sim - Auster agora se preparava para a luta e pegava das costas daquela que parecia ser sua amiga um pequeno escudo e uma espada formando uma linha de frente ou um muro de escudos por assim se dizer. - Me desculpe por isso. - ela dizia para Tj. - Mas pode deixar que nós te protegemos a partir de agora. - Com a arma em mãos e escudo levantado as duas mulheres se preparavam para a batalha enquanto o homem de terno já se erguia completamente e a perseguidora também de preto sacava duas adagas em uma empunhadura contrária de forma que se preparava para a luta que estava por vir.
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TJ-kun
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptySex 27 Abr - 9:24

Capítulo 1.25 - O orgulho em prova


Por mais que não tivesse sido a saída mais espetacular do mundo, o objetivo havia sido alcançado e TJ, junto com Auster conseguiram sair daquela taberna e agora se viam em uma corrida pelas ruas de Loguetown, sendo perseguidos pela mascarada e pelo homem de terno que até o momento o espadachim não fazia ideia de quem eram, só sabia que não havia a menor intenção de serem cordiais com ele, que situação complicada ele estava neste momento, como iria se safar?

"Eu queria um pouco de aventura, mas não tive tempo nem de descansar, eu sabia que essa mulher era perigosa, agora é melhor fugir e depressa.

Aquele jeito de correr enquanto conseguia se desviar das adagas que insistiam em voar na direção tanto do médico quanto da mulher de cabelos azuis surpreendera o aspirante a pirata até certo ponto, só o fato de acompanhar o ritmo de Auster já tornava a fuga mais eficaz e, no momento que ela gritou para se abaixar ao entrar em um beco, ouvira um grito e vira uma mulher com um imenso escudo, já imaginou que seria uma aliada e se aliviou por um instante, o fato da garota ter se desculpado não foi problema para TJ, ele gostou da sensação de fuga, era mais um aventura que ele havia entrado.

- Não se preocupe doce jovem, eu irei protegê-la com a minha vida!

Mal deu tempo de terminar sua frase e já ouvira xingamentos vindos da loira, realmente aquela situação não era para desleixos e falta de atenção, estavam em perigo, os oponentes estavam dispostos a acabar com todos ali, foi um engano infantil achar que protegeria a mulher com quem escapara momentos antes, seu sentimento de fraqueza voltava a tona, sua confiança desapareceu e todo aquele ímpeto exauria, ainda mais depois de vê-las formando um escudo para ele.

"Sou muito fraco, queria que o Will estivesse aqui neste momento... por que sou tão fraco?! Aquele garoto, Brav, não desistia em momento algum, não posso perder em força de vontade para ele, droga, não vou deixar isso me abalar, não vou deixar a Auster correr perigo, eu vou vencer estes inimigos aqui e agora, custe o que custar, não vou mais me esconder".

- Não me entenda mal mas não serei um fardo para vocês, também irie lutar!

Com o pensamento renovado e sua força retornando, TJ se prepararia para a batalha, empunharia sua katana na mão direita, sabia que além do "muro" estavam 2 oponentes, um deles se demonstrou bastante ágil e forte o outro, ainda desconhecido, mas que já havia sido golpeado anteriormente, então não tinha dúvidas naquele momento, ele precisava derrotar a mulher de máscara, aparentemente era a mais forte dos dois ali, o jovem médico não poderia depender de duas mulheres, isso não era por machismo, mas sim pelo seu orgulho de guerreiro, não poderia continuar a depender dos outros como estava fazendo, teria que ter força suficiente para vencer as batalhas que estavam por vir e ajudar seus companheiros não apenas com tratamentos médicos, mas também nas batalhas.

Com sua mente tranquila e com o objetivo definido, o jovem espadachim partiu em direção a batalha, passaria ao lado de Auster em velocidade, - Eu fico com a mascarada, cuidem do outro. em uma trajetória de zigue zague para dificultar ser acertado na hipótese de ser arremessado alguma adaga ou outro objeto qualquer, ou seja, seria efetuado a esquiva, mas se mesmo assim fosse acertado, caso fosse grave, recuaria para perto das mulheres, se não, continuaria avançando até ficar próximo do adversário, quando isso acontecesse, utilizando de sua acrobacia, pularia a média altura e seguraria a katana com ambas as mãos para aumentar a força do ataque e efetuaria um corte diagonal, de cima para baixo, se sofresse um contragolpe, acreditaria na sua força e velocidade para continuar o ataque pensando que os danos sofridos seriam menores do que no adversário, porém se fosse uma esquiva para o lado, seja direito ou esquerdo, assim que tocasse no chão, efetuaria um corte lateral para o lado da esquiva utilizando a mão direita para a esquiva para o lado direito e a mão esquerda na outra situação, após isso, ficaria a curta distância do inimigo, o suficiente para não perder poder nos ataques com a sua espada e não longe o suficiente para que ela atire as adagas com facilidade. Na hipótese do primeiro ataque surtir efeito ou ser bloqueado, assim que tocasse ao chão, já partiria para uma estocada rumo ao estômago do adversário a fim de perfurar, atento a um contragolpe, nessa situação, pararia o ataque para bloquear com sua espada, depois ficaria a curta distância conforme descrito antes.

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- Acho melhor você parar de ficar seguindo a gente.
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptySex 27 Abr - 11:51



Loguetown
A Marinha Aparece II


O jovem espadachim jazia no chão, seu plano de ataque não havia dado certo, um tiro na panturrilha tirava sua base e sua defesa havia ficado aberta, um golpe acertou em cheio o resto de Will, que agora se encontrava com a face no chão daquele estabelecimento.


FLASHBACK


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7 anos atrás, em alguma base da Marinha no South Blue

- Garoto, sinto em te dizer, mas ninguém da sua vila sobreviveu, infelizmente todos foram mortos pelos piratas – dizia um Marinheiro, sua feição era seria, Will estava em pé, olhava para o mar, a brisa batia em seu rosto fazendo com que seus cabelos negros voassem, o Marinheiro continuava a explicar o que aconteceria com o garoto agora sem lar, mas o pequeno órfã não escutava, seus olhos fitavam o horizonte, não sentia medo do futuro, pra falar a verdade, o garoto parecia não sentir nada, foi quando escutou um nome saindo da boca do Marinheiro – Ragnar O Urso.

- Qual o nome dele? Do Pirata? – Will virava e fitava o homem, seus punhos estavam cerrados, sai feição extremamente seria, o Marinheiro fitava o menino parecendo não acreditar no que via, nos olhos de Willian via-se nenhum brilho – Ragnar o Urso, capitão dos Piratas Do Urso, são um bando em Ascenção, pelo último relatório, eles costumam saquear o East Blue, mas a Marinha vai captura-lo, colocamos uma recompensa alta pela cabeça dele.

Will naquele dia ouviu o nome que jamais sairia da sua mente, naquele dia jurava matar o homem que havia destruído seu mundo, o cheiro da fumaça e o calor ainda era sentido em seu rosto, a sensação de desespero tomava conta da sua cabeça – Vocês deviam ter nos protegido, vocês são os homens que deveriam salvar os inocentes – Nesse momento, o garoto caia em lagrimas, a lembrança dos seus pais pairava em sua mente, e a pressão daquela realidade era sentida em seus ombros, de modo que o garoto caia de joelhos, mas sabia que teria que ficar mais forte, sabia o que devia ser feito.


FIM DO FLASHBACK



Will se levantaria se apoiando em suas pernas para que seu corpo ficasse ereto novamente, tocaria com sua mão direita o local onde o Marinheiro havia lhe acertado o chute apenas para se certificar que não estava sangrando, apos passaria tocaria sua panturrilha e podia sentir o melado quente que saia do ferimento, após uma rápida olhado em seu companheiro podia-se notar que Chô também havia tomada dano, era possível ver o sangue em sua pelugem.
- Desgraçados, como ousam me derrubar aqui, não vou ter piedade – O aspirante a espadachim analisava a situação, e notara que a mulher e o homem de terno já não se encontravam ali – Merda, eles foram atrás do TJ e da garota, temos que terminar isso aqui rápido – Will procuraria sua katana, caso esta tivesse saído da sua mão no momento em que havia caído, e colocaria seu chapéu na cabeça, de modo que a sombra feita pelo chapéu cobrisse seus olhos pretos.

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Os Marinheiros debochavam da dupla, realmente, haviam tido prejuízo no primeiro momento, mas não estavam derrotados. Os homens começavam a sair da loja, provavelmente iriam seguir a moça, e consequentemente iriam encontrar o ruivo, e todo o plano de irem para a Grand Line iria por agua abaixo.

Aquele era uma grande oportunidade, os inimigos confiavam demais em suas forças, pois, deram as costas e começaram a sair do estabelecimento, e era a oportunidade perfeita, nesse instante, Will iria aguardar até que os três começassem a sair da taberna, para então fazer seus movimentos.

Primeiro iria verificar o trajeto que iria percorrer, usaria de sua Furtividade para não ser escutado enquanto corria em direção ao trio, sua aceleração deveria ser suficiente para que tivesse êxito na sua aproximação, tentaria correr sem mancar por causa do ferimento, mas antes de começar a investida iria procurar por alguma caneca de vidro ou garrafa que estivesse próximo, pegaria utilizando sua mão esquerda, de modo que ficasse com sua katana na mão direita e a garrafa ou caneca na mao esquerda.

Sendo assim, o aspirante a pirata iria investir contra o trio, usaria de sua Furtividade para não ser escutado, e de sua aceleração para atingir uma grande velocidade durante a investida, tentaria desviar de possíveis obstáculos, mesas, cadeiras ou corpos que pudessem haver em seu caminho.

Quando estivesse próximo o suficiente do trio, iria tentar saltar usando algo como base, seja uma cadeira ou mesa, para que saltasse mais alto, assim sendo, durante o salto iria tentar cair próximo das costas de um dos espadachins, usando sua mão esquerda iria desferir um golpe na nuca do marinheiro, sua intenção seria que o barulho da garrafa chamasse atenção dos outros dois, para que possivelmente abrisse uma brecha para o Urso investir.

Após dar a garrafada na nuca do marinheiro que portava a katana, iria tentar uma estocada no pé do outro marinheiro usando a ponta da espada, e usaria do seu ombro para dar um jogo de corpo, de modo que o marinheiro com o ferimento em seu pé se desequilibrasse, impossibilitando de atacar, entretanto, se o inimigo esquivasse da estocada, o jovem não desistiria da sua investida, e levantaria o cabo da sua katana com um movimento vertical de cima para baixo, para que o cabo da espada acertasse o nariz do marinheiro, logo após, Will iria abaixar e tentaria dar um golpe em 360° giraria seu corpo em seu próprio eixo com a katana empunhada na horizontal, sua intenção seria tirar a base dos dois marinheiros que portavam espadas.

Caso o marinheiro que tivesse sido acertado com a garrafada não tivesse se desequilibrado com o golpe, e tentasse algum ataque enquanto Willian investia contra seu parceiro, o jovem tentaria se esquivar ao lado contrário do golpe, ou seja, se viesse um golpe da direita a média altura, iria se agachar e tentar se esquivar para a esquerda, e vice-versa, se o golpe viesse de baixo, iria usar de sua acrobacia para saltar sobre a katana ou possíveis chutes.

Se por acaso, o golpe desse certo, e Will conseguisse fazer um corte no tornozelos dos homens, e estes viessem a cair, o espadachim iria voltar sua atenção para o atirador, se o Urso por ventura não tivesse êxito em derrubar o atirador, o jovem iria procurar abrigo em algum lugar, seja atrás de uma mesa, ou de um pilar que houvesse no bar, mas caso não houvesse um lugar para se esconder, tentaria usar de sua acrobacia para tentar se esquivar de possíveis tiros em sua direção, utilizaria de saltos e cambalhotas até que Urso nocauteasse o inimigo.

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- Eu poderia acabar com suas vidas agora, mas tenho outros planos para vocês, se tentarem alguma gracinha, vou cortar suas mãos, eu não estou brincando – Durante sua fala, Will iria ficar com um semblante sério, suas sobrancelhas franzidas, estaria apontando sua katana para os homens que agora estariam no chão, tentariam intimida-los pelo aço em sua mão – Encostem na parede, vamos bater um papo.


Willian West



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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptyDom 29 Abr - 18:31



Sob o joelho esquerdo, ainda com ambas as espadas empunhadas que agora estavam estocadas no assoalho a fim de impedir que o corpo todo fosse ao chão, prostrado que quase por pouco não perecia, aquela dor que o pungia vinha aguda, aquecendo-lhe a pelugem como emplasto regado pela umidade do rubro visco. Apalpando aquele talho, com descuido após sentir a fisgada, o fez como instantâneo reflexo após o golpe, o Urso nada fez senão lamentar por si, trazia em seu peito o urro de uma dor eloquente.

Quis bradar, quiçá pudesse fazê-lo, para despojar-se daquela agonia detivera de um comportamento aversivo, nutria por aqueles uniformizados algo ainda mais figadal do que para com os tritões que há não muito tempo havia confrontado, sentimentos que eram esboçados em sua expressão de forma clara, não só o repúdio, mas como também a raiva e ferocidade. Vociferou, Chô caçou forças para que, do fundo da garganta, oriundo poder para aquele som, esboçando destemor através deste enquanto caçou forças para voltar a ficar de pé, empunharia aquelas armas fincadas em protesto ao desdenho.

O brado que retorquia, a adrenalina que bulia, Chô bem sabia das perícias que cada qual usufruía. De longe já via o que Will vinha bolando, espreitava ao negrume pronto para o próximo movimento, desde cedo buscando um desfecho assimétrico, estranhamente agora adotado pelo Urso, decidido que somente encontraria paz quando um dos grupos viesse a perecer ao relento, aquecido pelo algibe rubro melancólico. Averiguou, tratou de seguir em segurança, por meio de giros e saltos ornamentais para os lados, em que somente caia com o corpo de forma garbosa e minuciosa, até perto de duas ou mais mesas. Investindo contra duas destas, projetando ambas as lâminas para diagonal, empalaria a exatas duas mesas das muitas que haveriam por ali, estocando no centro de cada qual com a ponta das Katanas, e em seguida arrojando para frente os utensílios que sob estas repousavam.

Em atroz investida, seguia o Panda que retumbara aos lancinantes urros, buscara tornar langorosos aqueles que de fraco espírito portavam-se, utilizando daqueles sons em conjunto com o movimento fugaz e a medonha aparência que enaltecia, por meio das afiadas presas e garras que cravariam o assoalho por onde pisara visando rasgá-lo com fúria, a avidez pelo sangue. A barreira improvisada, que mais pareciam um par de tapumes, era colocada a frente do corpo, formando deste uma ponta que viria a empurrar para o lado tudo que viesse a colidir com tal até que Chô estivesse perto o bastante daquele que viria a ser sua vítima, o atirador.

Ao passo, aquele Panda carregava aos objetos, tendo em plena consciência o que Will viria a tentar, com clareza nada do que fizera vinha por acaso a ser introduzido, como qual aquele brado que vinha para chamar ainda mais a atenção daqueles para com a sua figura amedrontadora, a investida com os Tapumes viria a ser feita paralela com o avanço daquele rapaz que a penumbra se movia. O traçado era curvado, buscava chegar pelo lado oposto ao que Will atacaria, como os tapumes nada fariam senão empurrar ou afastar aquilo que estivesse a frente, a investida com estes talvez pudesse garantir a distração dos espadachins, fazê-los recuar para mais próximo do alcance galgaz companheiro.Duas situações se ramificavam dali, o pensamento consentia na ideia de sempre avançar seguro naquela proteção, mas caso viesse a perecer com furos de projéteis ou os espadachins se tornassem um entrave, uma das mesas seria arremessada, um movimento sagaz e ligeiro com o braço direito, colocara para trás e com um solavanco despenderia a Katana, caso incapaz, a arma seria arremessada juntamente com o pedaço de madeira.

Bastando ao alvo, agora o fitando com o mordaz olhar, deixara o fidalgo espírito para banhar-se do pudor da Razão pura, criando pela abstração do próprio egocentrismo e egoísmo, se ainda as mesas perdurassem inteiras a poderio do Panda, uma ou quiçá as duas, seriam atiradas em direção ao Homem, sem pretensão a alguma distância mínima, apenas máxima, o ideal sendo a distância que a lâmina em conjunto com a/as mesa/mesas pudessem cobrir. Obtendo sucesso ou não nos arremessos, a verdadeira ação se basearia somente no desfrutar dos golpes exequíveis com as lâminas, o uso ligeiro com o balbucio de praguejas ao atirador, um corte genuíno, embora não ataviado com ornamentos físicos, a princípio era comum, porém na medida em que o movimento se desenvolvia, revelava ter um enfeite e acuidade superior do que um simples corte, oscilava, indo com giro para o lado oposto enquanto curvaria ainda mais o tronco, buscava com este ficar na altura do joelho – por mais que aquele homem pudesse ser menor que o corpulento Panda – a fim de projetar aquele golpe naquela frágil região. Não dando demasiado tempo de colapso ou suspiro, outro garboso movimento seria realizado, agora erguendo mais o tronco e seguindo para direção oposta a fim de marcar a cintura com um talho, semelhante ao que os outros fizeram, porém, embebedado de fúria proveniente de uma fera descontrolada, que grunhiria em satisfação com cada ação feita em perfeição.

Caso fosse atacado, por um projétil ou outro espadachim, Chô viria a postar a arma a frente a fim de apará-lo, a bala sendo necessária uma concentração e foco ainda mais superior, onde, usufruindo dos sentidos como um todo, tentaria se prontificar para colocar a lâmina em posicionamento perfeito antes mesmo do disparo ser realizado, se atentando principalmente a direção onde o cano da arma apontava, tentando por si só, calcular a descida ou subida que esta viria a formar caso o disparo fosse feito em um ângulo oblíquo.




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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptySeg 30 Abr - 16:13

~Narração~



Ao mesmo tempo que Will puxava forças de seu passado e Chô retomava o controle de seu corpo ainda que agoniado com a dor os marinheiros saíam triunfantes da taberna ao som de algumas vaias de civis ou quem sabe piratas que comiam ali em meio a taberna, isto no entanto era completamente ignorado devido ao seu foco para o objetivo de capturar Auster e seu mais novo acompanhante Tj que haviam fugido na direção em que os recente trio havia chegado anteriormente. Este desprezo no entanto acabava por ser uma faca de dois gumes onde os marinheiros não percebiam o urso se reerguendo e muito menos o fato de o corpo “desmaiado” de William já não estar no mesmo canto.

A medida que West se escondia em um flanque pela esquerda dos soldados Chô seguia o exemplo deste para formar uma blindagem de mesas em mais uma furiosa investida atropelando e empurrando tudo que estivesse no caminho, a perna do urso já não o incomodava mais de forma que toda sua energia era posta no ataque que assim como um touro furioso era percebido com um certo medo dos marinheiros ao ver aquela figura enorme tentando “esmagá-los”. Um golpe antes usado já não funcionaria duas vezes contra os oponentes que já desviavam em pinça ao mesmo tempo em que tiros eram disparados e por pouco não acertando o mink, em um súbito movimento Chô arremessava a mesa direto junto de sua espada para uma maior distração, quando fazia aquilo no entanto podia perceber que sua guarda se encontrava aberta para os dois espadachins que se colocavam à atacar o panda.

A luta no entanto não era de um urso contra três marinheiros, e no momento que a mesa era arremessada Will surgia saltando por cima da mesma já atacando os dois marinheiros que ameaçavam o urso, o primeiro era acertado por uma garrafa de vidro bem na nuca enquanto que o outro paralisado pela movimentação repentina levava uma estocada em seu pé ao mesmo tempo em que tentava andar para trás caindo em sua tentativa, um disparo era feito contra West, este que por sua vez já havia aberto a brecha para que Lotus não só avançasse contra o atirador como também desviasse a trajetória da bala que mirava William. Sabe-se lá se era por sorte ou o instinto da batalha que fazia aqueles dois lutarem sincronizados como se já se conhecessem a tempos, tendo até mesmo suas finalizações parecidas em ataques giratórios, Chô se movia de uma forma que lembrava uma valsa ao rotacionar para trás de seu oponente já cortando sua perna para que caísse, Will por sua vez circundava em seu próprio eixo de forma que o marinheiro que se encontrava de pé caía na mesma hora com o golpe nas pernas enquanto que o que já se encontrava no solo tentava bloquear com sua espada que era expurgada de suas mãos.

O pequeno confronto acabava de uma certa forma em humilhação para os soldados que tinham agora o tiro solto pela culatra, aplausos eram direcionados para o demonstrado pelos dois que agora colocavam os marinheiros em saia justa apontando-lhes as lâminas jogando-os na parede enquanto estes imploravam por suas vidas.

- Por favor não me mate! Eram só ordens!

- Sim isso mesmo, por favor nos poupe eu nem mesmo uma família tenho ainda!

Enquanto isso no beco Tj junto as duas escudeiras se preparavam fitando seus inimigos, a mulher com as adagas em mãos e o homem ajeitando luvas em seus punhos, com poucos dizeres o rapaz já partia atacando a misteriosa gatuna mascarada que nada fazia apenas esperando o golpe do rapaz que ia em um salto seguido de um corte na diagonal, sua guarda no entanto, completamente aberta devido a suas confiança no ataque, e com um simples mas rápido movimento cravou uma adaga no braço de Tj em algum ponto que o ruivo desconhecia mas que drenava a força de seu braço de forma que seu ataque era simplesmente aparado, não só isso como também o homem que aparentava ser um boxeador surgia ao lado do espadachim pronto para golpeá-lo junto da mulher que já iniciava um movimento de arremesso, Tj parecia perdido e aquela provavelmente seria a luta e morte mais rápida de toda sua vida se não fosse pela interrupção de suas desconhecidas aliadas.

- Seu Idiota! Isso aqui não é… - Gritava Illya ao mesmo tempo em que não só bloqueava como também empurrava o homem de terno com seu grande escudo.

- Uma luta individual! - Completava Auster que vinha correndo em uma surpreendente velocidade usando a parede de apoio para saltar por cima do ruivo salvando-do da adaga arremessada com um corte vertical, com seu escudo menor que o Illya preso ao ombro e a espada empunhada nas duas mãos ela continuava forçando o recuo de sua oponente até ser interrompida pelo boxeador que mais uma vez tentava desferir um soco, este que no entanto era bloqueado por Auster com sua proteção, seu movimento não parava por aí, circundando seu adversário ela o flanqueava junto da loira que mais uma vez investia com um estrondoso grito.

- Aaargh! - Com uma poderosa investida e com um escudo a frente Illya imprensava seu oponente junto de Auster que servia de apoio do outro lado, a dor do homem transparecia em seu rosto por mais que este ainda resistisse e conseguisse afastar as duas mulheres. A inimiga mascarada partia novamente para o combate dessa vez mirando Auster que se encontrava de costas com a guarda aberta, seja por coincidência ou por talvez ter entendido o sentido de um trabalho em equipe Tj aproveitava-se dessa chance para dar uma estocada na mulher que percebia seu movimento usando de seu próprio impulso para saltar por cima de seu talho prendendo seu pescoço em uma chave de perna de forma que com com alguns giros acrobáticos derrubava o rapaz antes que ele mesmo percebesse.

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Por mais que a sua provável assassina estivesse por cima de seu corpo prestes a cravar uma adaga em seu coração Tj ainda se encontrava em uma posição “privilegiada”, sua oponente apesar de esconder a face tinha um corpo muito esbelto com uma roupa reveladora, e quem sabe fosse isso que distraía o rapaz em meio ao conflito. Mais uma vez era a espadachim de mechas azuladas que salvava do o ruivo da morte afastando a mulher com sua lâmina, atrás mais na entrada no beco Illya parecia ter o boxeador que mais parecia um boneco de pano de tão sacudido sobre controle, Tj continuava deitado quem sabe em meio a devaneios com sua bela visão enquanto Auster se colocava entre este a assassina de preto que apenas sacava mais uma adaga em preparação para mais um assalto, a troca inicial parecia não ter dado em muita coisa, mas luta de verdade começava agora.
Auster:
 
Illya:
 
Mulher de máscara:
 


Ferimentos:
 
Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptySeg 30 Abr - 23:18



Loguetown
A Marinha Aparece III


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A luta parecia ter acabado, Chô como esperado era um bom lutador e tinha uma força que espantava o jovem Will – Ainda bem que ele está do meu lado – Os olhos negros do espadachim estavam contemplando o Panda ao seu lado, quando era interrompido pela dor advinda da sua panturrilha, o sangue escorria para fora do corte, possivelmente pioraria se não fosse cuidado adequadamente – Quando a gente precisa daquele Ruivo, ele foge com uma estranha – Willian agacharia, e tocaria no sangue com sua mão esquerda, com sua  mão direita embainharia a Anzol, e olharia no fundo dos olhos do Marinheiro, mesmo com a dor que sentia por causa do machucado, o rapaz tentaria não demonstrar o que sentia – Eu não dou a mínima pra vocês seus inúteis, se escolheram levantar suas espadas, sabiam que sua vida estaria em jogo – enquanto falava, passaria sua mão ensanguentada no rosto do marinheiro havia dito sobre ter feito aquilo por ter recebido ordens.

- Não movam um músculo ou o Urso vai mata-los – Enquanto diria tais palavras, o jovem caminharia pelo bar e pegaria duas cadeiras, feito isto, voltaria para sua posição anterior e colocaria um perto de Chô e sentaria na outra, o Urso também havia machucado naquele breve combate, talvez pelo seu orgulho ele se recuse a sentar, já haviam dito uma discussão no fundo do rio uma vez sobre orgulho, e Will não tinha intenção de ter outra naquele momento.

Já devidamente sentado, o jovem espadachim cruzaria seus braços e ficaria com um semblante sério, tiraria seu chapéu e o deixaria pendurado em suas costas – Quem era aquela garota de cabelo azul? Por que vocês queriam prende-la? Respondam com cuidado, se eu sentir que estão mentindo cortarei suas cabeças e darei de comer aos tubarões – Will sabia que não poderia demorar ali, TJ poderia estar em perigo e agora precisava daquele ruivo para fazer algo a respeito dos machucados que Chô e ele haviam recebido.

Se o Marinheiro começasse a gaguejar ou não quisesse responder, o jovem se inclinaria e daria um soco na lateral do rosto do homem, e depois sentaria da posição anterior, se o Urso tentasse uma investida mais bruta, não o impediria de formal alguma, se os homens demonstrassem medo por aquela fera, Will daria uma gargalhada alta o suficiente para zombar do trio.

Caso o homem lhe respondesse tudo o que sabia sobre aquela moça, o jovem balançaria a cabeça de forma positiva e estamparia um breve sorriso – Muito bem, infelizmente eu tenho outros planos em mente, e precisarei que vocês tirem suas roupas – Por mais estranho que possa parecer, Will sabia que poderia usar aquele uniforme para se infiltrar em alguma base da marinha, mas como dito, iria precisar de apenas um, com a roupa dos outros ele pegaria e jogaria para dentro do bar, o mais longe que conseguisse, se algum deles se negarem a tirar a roupa, o jovem espadachim iria dar um soco no estomago do infeliz para que este obedeça suas ordens – NÃO TENHO O DIA TODO, VAMOS SEUS MERDAS, OS SAPATOS TAMBÉM, FIQUEM APENAS DE CUECA.

Quando finalmente ficassem apenas de cueca, o jovem pegaria um uniforme completo (camisa, calça, cinto, sapato, chapéu, todo o conjunto), e embrulharia tudo e colocaria sobre a mesa – Chô, eu não tenho vontade de matar estes inúteis, você se importaria de deixá-los irem embora? – Se o Urso concordasse, Will daria um sorriso, e daria um leve aceno com a cabeça para seu parceiro – Agora caminhem em fila para fora daqui eu não quero desculpas que não podem andar, que rastejem então.

Quando os Marinheiros estivessem caminhando para fora do estabelecimento, o jovem pegaria a trocha de roupas e colocaria debaixo do braço, e gritaria para as pessoas que estavam dentro do local – Algum de vocês por acaso teria uma bolsa ou sacola, qualquer coisa para por isso dentro? – Se alguma vivalma lhes oferecesse o objeto, pegaria e agradeceria com um aceno com a cabeça, e colocaria o uniforme de qualquer jeito dentro do objeto, caso ninguém ali dispusesse de tal artefato, colocaria a trocha de roupa embaixo do seu braço esquerdo.

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Finalmente quando o trio estivesse saindo do estabelecimento Will daria um pontapé nas costas do último forte o suficiente para que o empurrasse para frente e trombasse no seu companheiro, o jovem sairia do local logo atrás do trio, quando estivesse finalmente fora do local, verificaria se TJ estaria próximo, se o ruivo não estivesse ali, viraria para os homens – voltem para o QG, e digam que Willian West e Chô estão na cidade hahaha – O espadachim não tinha pretensão de fazer um grande furdunço ali, mas agora que já levantara sua espada contra a Marinha, não tinha o porquê ficar quieto, estava na hora de fazer seu nome ficar famoso – Vamos Chô, temos que achar o TJ para que ele cuide dos nossos ferimento – diria Will enquanto caminhava para o lado oposto dos marinheiros, tentaria não por o peso do seu corpo na panturrilha machucada, de modo tentaria andar mancando para não forçar a perna.


Willian West


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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 13 EmptyTer 1 Maio - 20:38

Capítulo 1.26 - O ataque desastroso


O ataque não saiu como imaginado, TJ, no auge de seu devaneio, havia tomado decisões precipitadas que colocaram não somente a ele, mas também a dupla de mulheres que estavam dispostas a lutar junto com ele em um grande perigo, muito embora essa atitude até certo ponto desesperada tenha sido motivada pela vontade em mudar sua personalidade em batalha, deixar de ser tão dependente dos outros para o defender e inverter isso, passar a ser quem defende os outros, havia encontrado companheiros importantes nos quais ele queria ser útil.

"Não posso continuar sendo dependente dos outros para me defender, mas fraco como estou, não tenho muitas escolhas, preciso treinar mais para ficar forte o suficiente".

Presunçoso... talvez essa seja a melhor definição de seu estado de espírito no momento do ataque, havia aprendido uma dura lição naquele momento, a de que não deveria partir do pressuposto de que era mais forte do que o adversário, uma luta nem sempre é definida apenas pela força, há muita coisa envolvida que separa uma vitória gloriosa de uma derrota humilhante e, naquele momento, o que havia era apenas humilhação, tanto pelo ataque sofrido quanto também por novamente ser salvo pelas mulheres que acabara de conhecer.

Enfim, sua cabeça estava mais confusa do que nunca, talvez pelo conflito entre proteger ou ser protegido, pode ser também devido ao ataque sofrido em seu braço ou mesmo a visão que teve ao levar uma chave de perna no pescoço, se bem que este ponto ficou muito marcado na cabeça do jovem médico, aquele corpo esbelto... "Ah como eu amo Loguetown, aqueles desgraçados deveriam ter me trazido para cá ao invés daquela roça, mas foi lá que conheci a Nix, ah que saudade dela... peraí, estou no meio de uma batalha, apanhei, estou no chão e fico pensando nisso?!? Relaxe e pense direito TJ... ah, que visão, quero outra chave de perna, droga :X". Esse conflito de "interesses" estaria deixando o aspirante a pirata mais confuso ainda, estava coberto com a vergonha da falha, caído no chão após um ataque, mas isso não poderia mais abalar aquele guerreiro, seu estado espiritual inexplicavelmente estaria mais forte e determinado, sua batalha não acabaria ali.

- Sinto muito, não irei cometer o mesmo erro, vamos trabalhar em conjunto.

Tentaria se levantar para retornar a batalha, agora convicto de que não era o mais forte, mas estava com guerreiras poderosas e o trabalho em equipe seria o mais importante, então ficaria em posição de ataque, sua katana em seu braço esquerdo, já que o direito não estava em boas condições, manteria a calma para não se afobar novamente e prestaria atenção aos movimentos de Auster, teriam que ser ataques sincronizados, então a atenção deveria ser redobrada, já havia percebido o poder de defesa dela, então confiaria essa parte nela e focaria em aproveitar as aberturas que a mulher de cabelos azuis conseguisse, o boxeador estava controlado aparentemente.

- Vamos nessa Auster, trabalharei em equipe desta vez, pode confiar.

Ficaria na retaguarda da guerreira aliada "Acho que foi a melhor escolha mesmo, essa garotinha tem um bumbum hein... porra TJ, concentração, respire, tenha foco!", no caso da mascarada lançar algumas adagas, se Auster não bloqueasse, tentaria esquivar para o lado, simultaneamente iria avançando para diminuir a distância entre eles, assim deixaria o primeiro ataque para a aliada e, no momento que ela o fizesse, atacaria pelo lado contrário para dificultar a defesa do adversário, seu ataque consistiria em um corte transversal, de cima para baixo em sentido contrário ao ataque de sua aliada, depois recuaria para a retaguarda, o intuito era cansar o adversário com a tática de “bate e corre”, sempre alterando os ataques, de cima para baixo, de baixo para cima, na altura do ombro, na altura do peito e também alternaria a velocidade de ataque para evitar que ela se acostumasse, aproveitaria de sua noção exata de tempo para determinar o tempo de reação do adversário a cada ataque, isso poderia ajudar em ataques posteriores, no caso de sentir que algum dos ataques fosse bastante efetivo, tentaria um segundo ataque com um corte lateral em sentido contrário aonde estaria Auster, na altura do estômago para dificultar a esquiva.

No caso de conseguirem derrotar a mascarada, verificaria com cuidado para ter certeza de que ela estaria inconsciente, isso seria feito com o máximo de cautela, colocaria a mão em seu peito para ver o batimento cardíaco e a respiração - Eu sou médico, não vou deixar que ela me engane. "Uma última apalpada antes de partir dessa para uma melhor, excelente ideia.", claramente essa atitude seria apenas para satisfazer um pouco do seu desejo mundano, pois iria dar uma estocada em seu peito sem a menor misericórdia independente do estado dela, então iria chamar Auster para auxiliar a Illya contra o boxeador.

- Agora temos que ajudar ela, vamos logo!

TJ havia apreendido o verdadeiro sentido em se trabalhar em equipe, não iria cometer o mesmo erro, pelo menos era o que queria, seu espírito estava fortalecido.

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