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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I: Planejamento Ousado

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Brav
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptyDom 4 Mar 2018 - 19:19

E então, eu sairia vitorioso sobre o meu oponente com uma última jogada. Ela determinava o final da partida, mas mesmo que tivesse perdido, Drake não me parecia ter sua convicção abalada.

Sem muita demora, todos me prestigiavam pela minha vitória. Eu estava muito emocionado, e de alguma forma, consegui não jogar no lixo toda a esperança - e dinheiro - depositada em mim. Já alguns não gostavam tanto da ideia de uma criança vencer um adulto, mesmo que fosse em algo bobo como jogos de tabuleiro. No entanto, não me atreveria a me manifestar contra os que não apreciavam a minha vitória, deixando que eles fizessem o que bem entendessem.

E o que mais me surpreendia eram os elogios com que Drake me lançava, o que me deixaria ainda mais animado e eufórico, mas essas emoções que me subiam à cabeça e a embaralhavam toda não seriam o suficiente para me fazer extravasá-las todas. Apenas converteria elas em um sincero sorriso, mas em instantes tornaria minha atenção para Drake, ouvindo atentemente ao que ele viesse dizer.

Toda a explicação de Drake alcançava meus ouvidos rapidamente, para que eu não perdesse nenhum detalhe de sua fala. Ao terminar, o homem me entregava um bilhete com a localização exata aonde deveríamos nos encontrar, às cinco horas - horário definido pelo mesmo. Eu apenas balançaria a cabeça de cima para baixo, soltando algumas risadinhas e respondendo a ele logo em seguida:

Tá bom. Eu te encontro lá e então iremos atrás desse tesouro! — Sem querer, deixaria a parte que falava sobre procurar pelo tesouro escapulir, fazendo com que todos que estivessem prestando o mínimo de atenção pudessem ouvir. Continuaria — Opa, desculpa... Bom, até logo!

Com local e hora determinados, eu precisaria me aprontar e rápido. Arregaçaria as mangas da blusa, tentando deixar a entender que tudo estava começando a ficar sério com um ar bastante cômico. Logo em seguida, me prepararia para ir até o local indicado com um suspiro muito forte e profundo, seguindo até lá sem parar por nada. Seguiria o mesmo caminho que usei para chegar na taberna.

Ao me aproximar do estabelecimento, empurraria a porta para trás, com a mesma suavidade que usei da última vez. Me viraria para a atendente e a cumprimentaria, mas sem enrolar demais:

Ah, oi, de novo! — Prosseguiria, respirando um pouco de oxigênio já que haveria corrido para chegar até lá — Eu vou ser bem direto, tá? — E então, diria a palavra-chave que Drake havia me passado — "Dardo flamejante", ou seja lá como se pronuncie.

Esperaria por sua resposta pacientemente. Eu não queria ficar parado lá na taberna por 2 horas para ir até o local combinado atrasado, então chegaria antes de todo mundo, aguardando por eles com um sorriso debochado no rosto, mas sem nenhuma malícia.



Histórico - Bravheseer Finn:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptyDom 4 Mar 2018 - 20:37

Era como se o tempo tivesse parado, as estradas não levavam a lugar algum, e os pensamentos fossem a única chave de todas as respostas para os próprios questionamentos, as dúvidas para com o novo mundo rondavam a cabeça daquele animal que o mantivera acordado por conta de uma insônia causada pela sua ansiedade, qualquer tentativa de fechar os olhos para adormecer por alguns instantes e recuperar as energias para prosseguir as léguas que ainda lhe restavam para chegar até a cidade, a vontade de seguir só aumentava mais as expectativas que o impedia de dormir, nos instantes em que conseguia pregar os olhos, era rodeado de visões de uma futura vida, ele podia ver imagens de si mesmo cruzando grandes oceanos, chegando a ilhas e mais ilhas para além do novo mundo. Obvio que sonhos idiotas repletos de fantasias apenas faziam cócegas em sua imaginação, não dando este muita trela para o que as imagens em sua mente revelavam por serem sonhos além de sonhos, figuras abstratas de um futuro que talvez não tivesse nenhuma relação com seu paradeiro daquele instante em diante.

Chô pegara seu chapéu em mãos enquanto seguia, olhando para este com o mais profundo remorso da partida, o símbolo de seu vilarejo natal incrustado no topo de uma protuberância de metal que saltava na parte de cima. Suas roupas até dado o momento eram as únicas coisas que ele levava da vida antiga, as lembranças do vilarejo já não eram bem vindas a mente, apenas guardando o desejo de seu povo para conhecer o mundo a fora, prometendo a si mesmo de que um dia voltaria com canções que pudessem revelar e passar todo o sentimento de emoção que havia passado. Uma lágrima escorria pelo rosto do Mink, era como se seus próprios desejos e ambições parecessem muito fantasiosos para serem levados a serio, sendo que nem mesmo ele considerava chegar a tal ponto de um dia fazer história.

As patas continuavam a arrastá-lo pela trilha, até dado o momento em que se encontrasse no local que buscara, a grande cidade onde este chegaria esguio e cauteloso, apresentando-se aos humanos se mantendo sempre protetor e atento, ele buscava passar despercebido no primeiro momento, não querendo chamar algum tipo de atenção indesejada que pudesse comprometer o resto de sua experiência de conhecer o mundo em que os Humanos viviam. Como primeiro objetivo ele seguiria então para algum local que pudesse gastar suas economias e convertê-las em algum bem que viria a ser útil no decorrer de suas aventuras, uma espada, de preferência uma Katana habitual entre os guerreiros de jade, a arma que ele estava mais acostumado a utilizar e seus anos de proteção ao vilarejo. Procurando por algum estabelecimento que pudesse lhe garantir a arma desejada pelo preço mais em conta, se guiando pelo mostruário e os preços que eles divulgavam de seus produtos. Ele iria começar sua busca utilizando o fluxo de pessoas como um guia para trafegar pelas regiões mais povoadas, provavelmente estas fossem as regiões de comércio que tinham algo bom a oferecer, o povo costumava a perambular por essas regiões em busca de coisas para o dia a dia, uma loja de equipamentos poderia estar bem colocada em alguma rua junto de outros instrumentos para forja ou artesanato. – Olá Senhor (a)! – diria o urso ao entrar na loja que achasse o que procurava. – Estou em busca de uma Katana por um bom preço, o que voe pode me oferecer? – O panda então aguardaria pela melhor oferta que o homem ou mulher viesse a lhe oferecer, não se esquecendo de testar o material antes de pagar e levar.

Caso não tivesse sucesso em sua busca, o Mink seguiria então para um dos lugares mais comuns para um início de jornada, tornando-se até mesmo clichê ter de seguir até lá para tomar um rumo em sua vida. A taverna seria a segunda parada, no caso a primeira se uma loja de armas não fosse encontrada, o rapaz buscaria por um espaço na bancada para que pudesse se sentar, do contrário, procuraria uma mesa mais ao fundo para se manter quieto e solitário. – Ei senhor! Poderia me servir uma dose de Sakê? – Requisitando então pela bebida que degustaria no bar enquanto traçaria um destino para seguir.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptySeg 5 Mar 2018 - 3:14

~Narração~



Bravheseer




Finn, que escutava tudo com muita atenção e felicidade ao rosto não deixava nenhum detalhe passar, ele concordava com tudo dando apenas pequenas risadas e dizendo até mesmo o que não deveria. Ele saia da taberna com um ar sério e de mangas levantadas, sentindo um considerável frio devido a temperatura, seu caminho estava traçado de volta para a loja de armas que antes comprara suas luvas, a determinação do rapaz podia ser sentida a distância, e ele já estava a poucas casas de seu destino até que o inesperado ocorrera. Um homem, o mesmo que havia perdido para Drake pouco antes de finn enfrentá-lo puxava o garoto pelas roupas e o jogava a parede de um beco. - Ele te contou não foi?! - O homem gritava, e só então Bravheseer conseguia vê-lo, alto de cabelos brancos e olhos radiantes, em seu rosto uma cicatriz transversal ao olho, e em suas mão, manoplas. - Vamos seu fedelho! Me diga onde está a merda do tesouro e eu te deixo ir embora sem apanhar muito! - O ódio do homem parecia maior ou igual de quando ele perdera no xadrez, o que exigia de Finn era impossível, e não restava outra saída para o garoto se não tentar sobreviver.

Spoiler:
 



Lotus




Enquanto isso o panda Lotus Chô andava pela cidade, à suas mão seu chapéu, e em sua mente, a determinação de toda uma aldeia, viajar e conhecer o mundo humano, este era o plano, e por mais que parecesse impossível e sem expectativas o urso seguia em frente pelas ruas de Conomi Island, ele esperava seguir o fluxo de pessoas aos lugares movimentados para que encontrasse seu primeiro objetivo, conseguir uma arma com que se familiariza. A cidade estava quieta e tranquila, e mesmo que estivesse um extremo frio, as pessoas ainda saíam na rua normalmente, não foi difícil para o mink encontrar o que procurava. “Empório do armamento”, era o que dizia a placa, no qual o urso encarava por alguns minutos, um homem que fumava por perto sentia uma certa estranheza de tal criatura por ali, mas nada que o levasse a fazer algo.

Uma vez na loja Lotus não se propôs a perder tempo, prontamente se apresentou dizendo logo o que procurava, a mulher que lhe atendia era alta e bonita, usava um kimono que combinava com seu cabelo de cor púrpura, este que estava amarrado de tal jeito que cobria parte da face da mulher. - Ora, hoje é um dia bem incomum… deixe-me ver o que tenho aqui. - Ela revirava algumas coisas por trás do balcão e então colocava uma katana sobre a mesa. - Aqui está, são trinta mil berries. - O Mink então pegava a lâmina e começava a testar a mesma contra o ar, a vendedora apenas observava normalmente, como se aquilo fosse algo usual, uma vez satisfeito Lotus pagava o dinheiro e ia embora, a balconista sorria e acenava. - Volte sempre. -

O próximo caminho era ainda mais comum do que o primeiro, não há algo nada mais clássico do que uma taberna, entretanto o percurso até lá não foi um dos melhores. Após algumas casas da loja de armas algo levava a atenção do panda, um garoto que era encurralado por um homem mais velho, este parecia irritado com algo, e parecia prestes a descontar no garoto. Por outro lado um momento de distração foi tudo que uma pequena menina de cabelos vermelhos esbarrava em Chô e com maestria roubava seu dinheiro restante, o mink percebia apenas alguns segundos depois, e quando via ela já estava correndo a alguns metros de distância. Uma encruzilhada era posta da frente do panda, tentar recuperar sua pequena fortuna, ajudar o garoto, ou tentar a sorte na taberna sem dinheiro algum? Isto era algo que ele precisa decidir.

Vendedora(Nix):
 


Considerações:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptySeg 5 Mar 2018 - 15:19

Capítulo 1.1 - O momento para fazer escolhas


Há momentos na vida em que temos que fazer escolhas, talvez essas escolham definam todo o nosso futuro, então são marcos importantes e isso não seria diferente com TJ, um jovem de 18 anos que se encontrava em um grande dilema, havia perdido os pais recentemente, de uma forma tão bruta que não desejaria isso ao seu pior inimigo (pelo menos não até aquele dia), foi sequestrado pelos assassinos e abandonado a própria sorte em Conomi Island, será que aquilo era uma brincadeira marota do destino ou somente mais uma história triste neste mundo?

O que será que estou fazendo aqui? Agora sem meus pais, seria mais fácil eu suicidar! Só que isso iria decepcioná-los, aonde quer que estejam agora. Por que eles não me mataram naquele dia? Que droga! Por que isso aconteceu comigo?

Eram muitas dúvidas na mente, uma reviravolta na vida que não estava sendo fácil, mas com certeza a principal dúvida estava na vingança, ir atrás dos piratas que assassinaram seus pais e fazer justiça ou tentar esquecer aquele sentimento? No fundo ele sabia a resposta, queria vingança, só que isso iria contra o que seus pais o ensinaram, então o momento era aquele, teria que fazer escolhas, embora TJ tivesse um físico forte e treinamento com espadas, sua experiência em combates era ínfimo, então ele precisaria de ajuda.

Na marinha não terei permissão para matar aqueles crápulas, então a melhor saída é a pirataria ou talvez virar um caçador de recompensas, só que não sou forte o bastante ainda, tenho que ir para Loguetown, minha mãe sempre comentou sobre a quantidade de piratas que por lá passavam, então lá eu vejo o que faço, mas antes preciso de uma arma, tenho que ficar forte!

Pronto, os objetivos pelo visto estavam meio traçados, nosso jovem estava tendendo a querer se tornar um pirata, entrar em um bando forte e conseguir sua vingança, para isso, iria utilizar seus conhecimentos de espadachim e medicina, talvez isso fosse útil para conseguir entrar em alguma tripulação pirata, infelizmente, sua espada havia ficado em Baterilla, então precisava de outra boa espada para lutar e poder mostrar suas habilidades, então hora de trabalhar!

Andaria pelas ruas de Conomi Island para buscar informações sobre como conseguir uma espada e como conseguir chegar em Loguetown, perguntaria da seguinte forma às pessoas que encontrasse:

Com licença, estou interessado em conseguir uma espada e preciso ir para Loguetown, você poderia me ajudar?

Se conseguisse alguma informação que julgasse útil, iria atrás dela, caso contrário, iria continuar andando pela cidade de Conomi a procura de uma loja de armas, caso encontrasse alguma, seja por conta própria ou por informações de terceiros, tentaria negociar uma espada por um preço baixo ou em troca de algum serviço, afinal, não tinha muito dinheiro disponível - Com licença, não tenho muito dinheiro, mas tenho muita disposição para o trabalho, poderia me ajudar nisso? Preciso de uma espada., em momento algum seria hostil, preferia conseguir a simpatia dos outros neste momento.

Vou seguir este caminho meu pai, não poderei deixar as pessoas que mataram você e a mamãe impunes, mas também honrarei seus ensinamentos médicos, pode ter certeza!


OFF:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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Brav
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptySeg 5 Mar 2018 - 18:09

Faltava pouco para eu alcançar a loja que Drake havia marcado como ponto de encontro para iniciarmos nossa caça ao tesouro. Porém, um contra-tempo um tanto inconveniente e indesejado me impedia de seguir meu caminho, com uma abordagem bastante rude.

Sentiria as dores após ele - o bandido - me levar à força até um beco e me jogar contra a parede, enquanto me perguntava um monte de coisas que eu com certeza não poderia revelar, pois não tinha certeza se era um colega de Drake. Portanto, eu tentaria ao máximo resolver toda aquela confusão pacificamente, me explicando para o homem, buscando ser o mais convincente possível:

Olha só, moço, eu realmente não sei do que o senhor tá falando — Continuaria a encarar o homem nos olhos, fixamente, tentando dar credibilidade à minha mentira. Prosseguiria, um pouco preocupado e com as mãos trêmulas — Eu sei que acabei de vencer Drake num jogo de tabuleiro, mas isso não implica nada, não é? — Encerraria por ali a frase, sem tirar os olhos do bandido.

Em instantes, me lembraria de uma situação constrangedora e que poderia ter sido o motivo pelo qual eu estivesse ali. Eu realmente não deveria ter gritado dentro da taberna sobre o tesouro, e então isso poderia ter sido evitado. Mas seja lá qual fosse o motivo da abordagem do homem, eu não deixaria barato caso ele não respondesse como eu esperava à minha mentirinha esfarrapada.

Se esse fosse o jeito, eu não hesitaria em contra-atacar: morderia o braço dele e me afastaria o máximo que conseguisse. Suspiraria bem profundamente, recuperando o fôlego, me preparando para um pouco de ação.

Reuniria coragem o suficiente para confrontar o bandido, e assim o faria. Começaria com uma arrancada feroz, buscando driblar sua visão partindo para cima dele em zigue-zague e, com proximação o bastante, saltaria e tentaria esmurrá-lo com um soco de cima para baixo, descontando toda minha fúria por te me atrasado, além de me machucar.

Caso ele se esquivasse do meu soco, o jeito seria assumir uma posição de defesa. Colocaria os braços à frente do rosto, mas sem cobrí-lo completamente, me dando uma noção mínima do que estava acontecendo. Se caso ele investisse contra mim e tentasse me atingir com algum golpe, me abaixaria, saindo do alcance dele e logo em seguida, tentaria acertar-lhe uma cotovelada no estômago, acompanhada de uma série incessante de socos.

Chutes baixos também seria uma possibilidade, e ele poderia vir a usá-los, portanto, caso ele partisse para cima de mim com um desses, me afastaria ainda mais, segurando sua perna e desestabilizando seu equilíbrio, buscando fazê-lo cair de alguma forma. Minha tentativa de defesa poderia ser um sucesso, então, apenas faria o possível para rendê-lo, indo para cima do seu corpo no chão e ameaçando ferí-lo ainda mais, mas sob nenhuma circunstância seria capaz de matá-lo; isto estaria claro no meu olhar.

Caso minha defesa não funcionasse como eu esperava, faria o possível para esquivar e atacá-lo quando conseguisse enxergar brechas em sua postura, sempre usando o cenário e minhas habilidades acrobáticas para enganá-lo e driblá-lo, não importando o quão perspicaz fosse.


Histórico - Bravheseer Finn:
 

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Última edição por BravheseerOP em Dom 11 Mar 2018 - 13:05, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptySeg 5 Mar 2018 - 22:36

Em seus poucos instantes de convivência naquele meio o jovem humanoide havia aprendido uma importante lição, cidade não era para amadores, um fato que lhe ocorrera instantes depois que saíra da loja. Durante alguma parte do percurso até o segundo destino, ainda mais simples e convencional do que o primeiro, a viagem se demonstrava sem surpresas como todo começo de aventura, a emoção se agarrando ao sangue se banhando de expectativas boas para aquele dia, afinal, se acreditava que as verdadeiras aventuras fossem começar a partir de uma boa dose de bebida e um brinde com desconhecidos que viriam a se tornar grandes amigos do Panda em uma expedição não tão longínqua. Mas as para como toda boa aventura que se iniciava do nada, um evento premeditado estaria por mudar totalmente o rumo da história que seria traçada pelo jovem.  Tendo em vista de todas as falhas sociais que existiam naquele aglomerado de residências, acreditava-se que nem mesmo um bom samaritano podia se safar das grandes ameaças. No fim a cidade era como a selva, onde a lei dos mais fortes era empregada sobre os mais fracos, na ausência de poder e de recursos sobreviviam os mais espertos a custa dos mais desavisados, aqueles que não tinham conhecimento poderiam facilmente ser vencido pelos que se especializavam. Larápios e valentões, talvez até então, as maiores ameaças que um mero viajante poderia enfrentar ao chegar a um novo território, onde as leis eram diferentes, onde as regras poderiam não fazer mais sentido. Chô entendia muitos dos problemas que poderia enfrentar agora na cidade, mas em nenhum instante lhe ocorrera o que estava prestes a lidar, mesmo não entendendo muito bem como as coisas eram resolvidas ali, ele optou por seguir seus próprios instintos onde, não seria dado um instante perpétuo para que aquela ladra escapasse, as eventuais distrações pelo caminho iam sendo deixadas de lado, não que aqueles pedidos por aventura lhe parecessem medíocres ou desinteressantes, mas sim porque era como uma afronta ao seu código moral e todos aos anos como um grande guerreiro, ser simplesmente vencido e baixar a cabeça para as dificuldades que estavam por surgir, que tipo de guerreiro era este se deixasse que simplesmente o roubassem? Que histórias contaria este para a vila? O modo como foi roubado nos primeiros minutos em que chegara a cidade? Toda aquela situação o deixava cada vez mais em êxtase.

Um sorriso sínico se abria na face do urso como se nem mesmo acreditasse na situação em que estava vivenciando, por um lado sua mente imaginava quão tamanha era a petulância daquela garota ao realizar aquele delito tão vil, por outro lado o rapaz se sentia tão desgostoso com si mesmo por permitir uma situação como aquela, por nem mesmo ter tentado prever algo parecido ou se prevenido de uma coisa como tal. Ele olhava por baixo do chapéu uma ultima vez juntamente com um longo suspiro. A corrida era iniciada nos instantes seguintes, nem mesmo um segundo a mais ou a menos do qual ele havia percebido o furto, era quase que instantâneo o modo como seu corpo se mexia em um avanço, as pernas enormes do animal lhe garantiriam uma passada ainda maior do que a pequena ladra, certa vantagem que - a longo prazo - talvez pudesse lhe garantir um sucesso eventual naquela caçada. Recorria na mente do jovem guerreiro como era difícil lidar com ladrões, nem sempre era uma tarefa fácil ser um homem bem sucedido usando de meios não convencionais para gerar a renda diária, isso requer muita prática e treinamento para conseguir se viver usando apenas o conhecimento das ruas, a menos que o alvo mais aplicado fossem realmente os desavisados e novatos na cidade, simples visitantes e despreparados, Cho não era o melhor mas, também não era o mais burro, ele reconhecia ser apenas um mero visitante da cidade, sem compreender a planta que esta seguia, os becos estreitos que de uma rua para outra seguia e os buracos pelos quais a garota poderia espreitar-se, era como uma brincadeira de pique esconde onde o mais esperto venceria.

Som para a Cena:
 

Com as grossas patas traseiras ele iniciara a corrida em uma caçada para pegar de volta o dinheiro que lhe fora roubado, no entanto, os instintos primitivos martelavam em sua mente a todo instante, como o palpitar de seu coração que ardia em chamas diante de toda aquela emoção, todo aquele êxtase misturado com fúria só fazia o animal dentro daquele ser aflorar ainda mais, até dado momento que nem mesmo ele percebera, mas já estaria correndo como um quadrúpede enquanto dava baforadas pesadas graças ao clima que dificultava a respiração. Chô não se importaria se tivesse que empurrar as pessoas no meio do caminho caso fosse preciso, no entanto, ele optaria por não chamar tanta atenção ao agir de uma forma tão imprudente, sendo somente usado de sua força bruta para afastar aqueles que o impediam de seguir caminho mesmo depois dos avisos sucessivos que ele dava para indicar sua aproximação, sendo estes, rugidos e baforadas pesadas seguidas de seus passos pesados que só fizesse estremecer o chão por onde passava. Obstáculos pelo caminho poderiam aparecer, não sendo necessariamente um problema muito grande para o Mink que seguiria em velocidade, ele optaria por seguir adiante desviando dos que surgissem a sua frente, indo para o lado ou para o outro com a intenção de evitá-los e continuar seguindo sem interrupções, se preciso, ele passaria derrapando por debaixo de alguns que fossem grandes demais para pular e tivessem alguma abertura por baixo para que ele pudesse passar, assim como, saltaria sobre aqueles que não pudesse ser capaz de passar pelos lados e por baixo, sendo inteiramente indispensável o uso de suas garras para escalar aqueles que fossem muito mais altos para que seu salto pudesse cobrir.

A larapia poderia seguir por lugares estreitos, ruas ou buracos que impediriam então o Mink de seguir adiante, algo que nem mesmo com todo seu esforço para saltar e se esquivar fosse capaz de burlar, sendo então esse o caso, o Mink então faria uma estratégia a longo prazo, frisando a todo momento farejar a garota com a ajuda de seu Olfato Apurado para pegar a marca que a garota deixaria para trás, ele então optaria por seguir outros caminhos, pegar estradas diferentes enquanto tentaria seguir o cheiro que sentira da garota, se não fosse capaz de segui-la dessa forma ele então tentaria perguntar para as pessoas. – Olá! Desculpe incomodar, mas você viu alguma garotinha de cabelo vermelho passar por aqui? Ela é uma pequena ladra, sabe de alguma pela cidade? – Seguiria as instruções que lhe fossem dadas, lugares por onde ela supostamente teria passado ou até mesmo por onde ela podia ser avistada, se fosse uma lada já conhecida pela cidade as pessoas saberiam por onde aquele tipo de pessoa poderia ser encontrada, sendo então, indispensável o uso do faro para localizar a garota e tentar recuperar o dinheiro.

Chô acreditava em seus instintos e seguiria ferozmente tentando alcançar a garota, mesmo que contando com o seu fracasso a desistência não estaria em seu dicionário. Tendo em vista sempre as condições favoráveis ele então não deixou de considerar os movimentos que faria caso conseguisse alcançar a garota no meio da corrida, com movimentos sutis e leves ele iria mover seu corpo de modo que conseguisse desestabilizar a garota, usando a para ou até mesmo o peso de seu corpo com o ombro ou a cabeça para empurrar as pernas ou o tronco, tudo isso com a intenção de fazê-la cair no meio da corrida, em nenhum momento partindo para a agressividade caso não fosse preciso, sendo apenas ofensivo se fosse tratado de forma hostil, isso se demonstraria a partir do momento em que ela puxasse algo que tirasse o Mink de sua zona de conforto, como lâminas ou qualquer outro tipo de arma. Ele tentaria recuperar o mais rápido possível o dinheiro perdido sem ferir a garota, mas se preciso se defender e depois atacar, o movimento realizado pelo Mink seria de um rolamento padrão para o lado ou para trás, usando sempre o peso do corpo ao seu favor de modo que conseguisse efetuar sempre a rolagem em grande velocidade para que pudesse contra-atacar rapidamente. Seu movimento ofensivo consistia basicamente em atacar com garras e dentes inicialmente, indo de um lado para outro buscando uma abertura para que pudesse realizar um corte diagonal vindo de baixo para cima, não dando espaço para que uma abertura fosse criada a partir de seu ataque, o Mink tentaria parar qualquer movimento usando sua boca com as presas afiadas.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: O Novato   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptyTer 6 Mar 2018 - 15:56

A Nova Katana


Will acabara de chegar em Conomi Island, uma ilha no east blue, ficava próxima a Loguetown, onde era a proxima parada do jovem espadachim. Will originário de uma pequena vila no South Blue, foi trazido muito jovem pela Marinha para alguns orfanatos no South Blue, já que sua terra natal havia sido devastada por um Pirata, onde a família de Will sucumbiu, marcando para sempre a vida do espadachim.


Os orfanatos não eram ruins, mas para um passarinho que vive solto, ficar preso e a morte, Will sempre achava um jeito de fugir, mas nenhuma família o adotava, e para piorar, Will tinha constantes pesadelos sobre a fatídica noite em que seus pais morreram. Acordava sempre assustado, mas nunca se deixou abater, sabia que assim que tivesse idade suficiente fugiria para o mar; E  foi que aconteceu, quando completou 17 anos, foi aceito como novato num pequeno bando Pirata que navegava pelas aguas do East Blue.


Nesse Barco, Will aprendeu o manejo da espada, aprendeu como e difícil a vida no mar, e aprendeu que para se tornar mais forte, iria precisar de companheiros que o ajudassem a atingir seu objetivo. Após 3 meses navegando no East Blue, soube de uma notícia que mudaria sua vida. O Pirata que matou seus pais, havia ingressado na Grand Line, Ragnar O Urso, o homem pelo qual Will jurou se vingar, agora se encontrava longe, num mar perigoso.


Ao saber que seu alvo estava ficando cada vez mais forte, Will decidiu partir para a Grand Line, juntar alguns companheiros, pois Will sabia que sozinho não realizaria sua vingança, com essa premissa, chegou na ilha de Conomi Island, onde se despediu do seu antigo Capitão, este lhe deu 50 mil berries, como forma de pagamento pelo trabalho que Will prestou durante os 3 meses que navegou junto deles, lhe deu um grande abraço, e um tapa na costas, como se dissesse para seguir em frente.

Agora em terra firme, Will caminhava sempre atento ao seu redor, acostumado a vida difícil, sabia que naquele momento sem uma katana, seria um alvo fácil para possíveis ladrões. Primeiramente Will iria observar se havia alguma Loja de Katanas ao seu redor, sempre atento a movimentação para saber se havia algum Marinheiro por perto. Caso Will na veja nenhuma loja, iria caminhar ate um civil, e lhe perguntaria Ei, sabe me dizer onde posso achar uma espada por aqui ?Caso a resposta fosse positiva, Will iria agradecer com um aceno leve com sua cabeça, e iria caminhar rumo a Loja, caso a resposta fosse negativa, iria procurar outro civil, e lhe perguntaria a mesma pergunta anterior.

Assim que chegasse a Loja, Will iria observar o interior, não entraria de imediato, iria procurar por possíveis seguranças, e usando sua visão aguçado e sua furtividade iria observar se havia clientes dentro da loja, quantos vendedores iriam ter, se seriam homem ou mulher, se estavam armados ou não.

Caso tivessem seguranças dentro da loja, Will iria caminhar ate o balcão pediria uma katana, se o preço fosse 30.000, retiraria o dinheiro do seu bolso, colocaria sobre o balcão e sairia da loja com a katana em mãos. Caso fosse um pouco mais caro, Will iria tentar barganhar, mas se não obtivesse sucesso, pagaria ate 50 mil pela espada

Se não houvesse nenhum segurança, nenhum cliente, e apenas um vendedor(a), Will, iria adentrar a loja e pediria um katana para o atendente, assim que pegasse a Katana, Will iria fazer leves movimentos cortando o ar, como se tivesse testando o fio da espada. Depois iria dizer – Me perdoe, teria alguma outra Katana, apenas para comparar o corte das duas, sinto que está esta meio cega.

Assim que o atendente virasse as costas para pegar a nova katana, Will iria sair correndo , usando sua aceleração, e furtividade para tentar não ser ouvido pelo atendente, correria o mais rápido possível, assim que saísse da loja utilizaria sua visão aguçada para procurar por possíveis Marinheiros em seu caminho, e correria no caminho contrario ao qual eles estivessem.

Caso tenha mais de um vendedor, e nenhum segurança, o espadachim não arriscaria tentar nada imprudente, Will caminharia ate o balcão e diria –
Quero uma Katana ate 30 mil berries Colocando o dinheiro sobre o balcão. Assim que a entregasse a Katana, agradeceria e sairia da loja com sua nova arma.



Histórico:
 


Legenda: Fala Willian

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptyTer 6 Mar 2018 - 20:04


~Narração~


Bravheseer



Bravheseer era prensado contra a parede enquanto o homem fazia questionamentos, o garoto tentava ao máximo se explicar de que não sabia de nada, que apenas jogara um jogo com Drake e fim da história. - Ah sim… Então foi isso. - O homem já não mais pressionava Finn, e mostrava arrependimento batendo a neve dos ombros do garoto. - Foi só um mal entendido, me desculpe por isso garoto. - O homem começava a se virar para dar meia volta. - ATÉ PARECE!!! - Voltando com tudo em um soco na face do garoto que o derrubava imediatamente a alguns metros do homem. - Eu sei que vocês estão atrás do tesouro! Não faça gracinhas comigo! -

Finn, que levantava do chão e se recuperava da pancada na cabeça se preparava para a luta, seu lábio sangrando ao canto. O garoto começava a correr em zigue-zague na direção do homem que se indignava com a petulância do garoto. - Acha que pode me enfrentar?! - O jovem Bravheseer iniciava sua sequência com um salto, gerando um [strike]cocão[strike] golpe vertical com toda sua força, porém o homem desviava com um simples passo para trás e aproveitava da criança ainda no ar para desferir um golpe de palma semi-aberta no estômago do rapaz. Finn cuspia seja lá o que estivesse em sua boca e então retornava ao chão de joelhos aos pés do homem. - Seu merdinha!! - O homem de madeixas brancas desferiu um chute baixo no garoto, este que tentava bloquear para desestabilizá-lo, no entanto sua velocidade não foi o bastante e o golpe acertou em cheio.

A luta estava unilateral, mas a força de vontade de Finn era grande, e o garoto se levantava novamente, agora com uma postura defensiva levando os punhos ao rosto. O homem avançava rapidamente com um gancho de direita, e o jovem Bravheseer até tentava se esquivar, embora que no entanto tenha sido para a mesma direção do golpe que vinha de baixo, e Finn agora era acertado em cheio no queixo indo mais uma vez ao chão. - Eu vou perguntar uma última vez. - Dizia o homem sério. - Onde está o tesouro!! - A dor que o garoto sentia era imensa, e isso o desestabilizava um pouco, mas ainda que estivesse perdendo, ele não podia deixar sua aventura acabar ali.
Spoiler:
 

Lotus


Enquanto uma frenética luta se iniciava no beco o panda Lotus preferia manter a integridade de sua honra, não acreditando que baixara a guarda a tal ponto e muito menos na audácia da pequena ladra, o mink corria agora atrá de seu dinheiro, suas pernas podiam ser de fatos mais largas, mas a garota tinha algo de especial que a fazia correr como uma maratonista sem a menor dificuldade, seu corpo pequeno e esguio a permitia passar por multidões sem o menor esforço, Chô por outro lado já corria em quatro patas, tanto para acelerar sua velocidade como também por ter cedido à seus instintos primitivos, pessoas não eram o problema, pois estas corriam de medo do urso que parecia aterrorizante correndo e bufando como estava. Perseguir alguém tão ágil não era fácil, principalmente se este alguém conhecer bem as ruas, as com o passar da perseguição Lotus era capaz de alcançar a larápia, e na primeira tentativa de derrubá-la esta pulava em um mortal para trás montando nas costas do urso momentaneamente logo antes de sumir em um beco.

A situação que se passava já não se tratava de uma perseguição, e sim de uma caça, o mink saia pela cidade farejando e perguntando às pessoas se haviam avistado a ladra, não demorou muito até que alguém respondesse. - Ahaha, você deve estar falando da Silk Mãos de Seda. - Quem lhe respondia era um comerciante local. - Eu já tive muitos problemas com aquela pestinha, soube que se esconde em um casarão abandonado na colina… - Ele apontava para a direção. - Mas duvido que consiga recuperar algo dela, ninguém nunca o fez. - O homem retornava ao seu trabalho e Chô mantia a busca, ao chegar no local apontado podia sentir o cheiro da larápia, era uma cabana velha de madeira, a altura era como se possuísse primeiro andar, e havia marcas e buracos nas paredes. Lotus encarava aquilo por alguns instantes, estava mais próximo do que nunca de recuperar suas riquezas e ensinar uma lição na pequena ladra.
Ladra:
 

Willian


Will por outro lado tinha um início tranquilo, ele andava pelas ruas de Shirotown, o movimento não era grande, a baixa temperatura trancava as pessoas em casas ou tabernas, e mesmo as principais ruas de comércio tinham o mesmo movimento de todos, isto se não fosse por uma única confusão que repercutia por ali, uma enorme besta de dois metros perseguia uma pobre garota, os moradores da região já conheciam de quem se tratava e pouco se importaram, a atitude de West não era muito diferente, e por mais que ele quase posse atropelado pelo urso apenas continuava seu caminho normalmente.

“Empório do Armamento” era o local que encontrava, um pequena passada de olhos e pode perceber a falta de pessoas ali, a única vendedora se tratava de uma mulher alta e bonita, seu busto se destacava no decote do kimono, e seu cabelo, preso para um lado, parecia um alvo perfeito para a pirataria do rapaz. Ao adentrar o local Will prontamente foi recebido pela moça. - Olá, em que posso ajudá-lo. - O jovem pedia por uma katana, e ela rapidamente sumia no balcão por uns instantes e retornava com a arma em mãos. - Acho que nunca tive um dia tão movimentado. - Ela dizia ao entregar a katana ao rapaz, este que pedia por mais uma de teste, e se preparava para correr no primeiro vacilo que a moça demonstrasse.

Ela sumia de volta ao balcão, e o plano seria um sucesso, se não fosse por um homem que entrava ao local esbarrando com o rapaz. - Opa, me desculpe amigo, não te vi parado aí. - O homem era alto com cabelos castanhos e uma barba que cobria seu rosto, suas roupas eram de frio e este levava uma espada na cintura. - Drake, estava esperando por você. - A mulher saía de trás do balcão com mais uma espada. - Ah querido, já ia esquecendo, cada uma são trinta mil berries. - E jogava a segunda katana para Will.

Drake, como fora chamado pela comerciante agora adentrava completamente à loja, e começava a conversar com ela. - Nix! Algum garoto veio aqui procurar pelo dardo?. - Ela pensava um pouco antes de responder. - Não, um garoto veio aqui mais cedo, mas não por causa disto. - Will apenas ficava parado ali sem reação seus planos não haviam dado certo, e sem alternativa pagava o dinheiro necessário. - Isso não é bom… - Continuava o homem. - Eu precisava de mais um comigo. - Drake então em uma idéia de iluminação olhava para o rapaz que pagava por sua arma e se dirigia a ele. - E você garoto? Não é qualquer um que sabe empunhar uma espada, não gostaria de ganhar uma grana? -

Vendedora(Nix):
 
Drake:
 

Tj


Enquanto alguns lutavam, corriam e se metiam em confusões na pacífica Shirotown, Tj andava pensativo pelos arrozais de Hiirotown, em sua mente? Vingança, e a necessidade de poder para alcançá-la, se tornar um pirata era seu objetivo, mas até o próprio rei da pirataria teve de começar de algum lugar, era o que o jovem fazia a procura de uma arma que pudesse usar. Tj andava pelas ruas procurando onde conseguir por tal instrumento, e a resposta que ouvia não era tão satisfatória assim. - Armas? Desculpe garoto, só na próxima cidade. - Quem lhe respondia era um velho que parava sentado em sua varanda. - Se o que procura é só uma espada e não uma loja, talvez deva falar com Troy no bar adiante. - Ele apontava para o estabelecimento da frente. - Ele pode te ajudar. -

Ao entrar no estabelecimento Tj pode perceber que não passava de uma taberna comum, pessoas nas mesas conversando e bebendo, e música tocando ao ar, mas com a entrada do jovem tudo parava e a atenção se tornava a ele. Tj repassava as informações que recebera procurando por Troy, que poderia lhe prover uma arma. Um homem alto, forte e careca se levantava jogando uma katana aos pés do jovem. - Eu, sou Troy. - Ele se aproximava se Tj com um sorriso malicioso. - Mas que quiser isto aqui vai ter trabalhar. - O homem dava as costas ao rapaz, virava uma bebida e tornava a falar. - Tem um inútil que estou esperando, e ele ainda não retornou, costuma ficar na região da ovelha guerreira, não tem como errar, é alto magro, cabelo branco, e feio, buahahahaahhaa! - Alguns começavam a rir também enquanto outros debochavam da mentira quanto a feiura. - Traga ele pra mim, e me ajude em uma “caçada”, e vou te dar muito mais do que uma katana. -
Troy:
 


Considerações:
 
Status:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptyTer 6 Mar 2018 - 20:59

Mesmo com minhas tentativas de ferir o bandido, ele as devolvia todas com golpes que me atingiam em cheio, me deixando cada vez mais machucado, me aproximando da exaustão completa.

De toda forma, eu não poderia deixar que minha aventura acabasse por ali. Reuniria as poucas forças que me restavam e me reerguiria, tentando confrontá-lo ao menos mais uma vez. O sangue escorria por todo o meu corpo, enquanto minha energia cada vez mais se esgotava.

Fosse o caso eu desmaiasse ou não, lutaria até o último minuto, sem hesitar, buscando defender o segredo de Drake, nem que isso custasse a minha vida. Minhas pernas e braços mal se moviam, mas eu ainda conseguiria provocá-lo com minhas palavras:

Eu nunca vou te contar! — Cuspiria um pouco de sangue. Continuaria, tentando irritá-lo ainda mais, mesmo que fosse uma ideia bastante idiota — Você nunca vai chegar a botar as mãos no NOSSO tesouro, seu canalha metido à besta! — Terminaria a frase por ali, abrindo um pequeno sorriso, mostrando que estaria disposto a ser espancado mais uma vez, mas sob nenhuma circunstância revelar-lhe qualquer informação que Drake havia me passado.

Eu não deixaria que minha última tentativa de sair vitorioso sobre o meu oponente fosse em vão, principalmente contra aquele tipo de pessoa. Portanto, trataria de me preparar para mais uma rodada.

Firmaria bem os pés no chão, enquanto colocaria toda a minha força no meu braço direito. Arrancaria - mais uma vez - ferozmente contra meu adversário, sem nunca tirar os olhos dele, a fim de acompanhar toda a sua movimentação. Assim que a distância entre nós bastasse para eu atacá-lo, assim o faria: tentaria encaixar uma cotovelada com o braço direito - em que estaria reunida toda a minha força - em seu estômago, e aproveitaria o pequeno intervalo de tempo que ele teria pra reagir para intercalar com mais um golpe. Partiria para sua retaguarda rapidamente, fazendo o possível para  atingí-lo com uma joelhada potente em sua coluna. Se ele tentasse se esquivar, faria o mesmo, me afastando e retomando da onde havia parado, indo para cima dele à toda velocidade com um chute giratório procurando atingí-lo bem no abdômen.

Caso ele conseguisse contra-atacar meus golpes e tentasse vir para cima de com um soco, me abaixaria novamente, mas desta vez, subiria com um uppercut direto no queixo dele logo após ter evitado seu golpe. Se ele resolvesse partir para cima com um chute - alto ou baixo -, responderia o mais rápido que pudesse com uma cambalhota para trás, correndo para cima dele logo em seguida, aproveitando que seu chute tinha passado em vão para derrubá-lo no chão. Tiraria proveito do momento para acertar-lhe com uma série de incessantes de socos, buscando levá-lo a nocaute sem demora.



Histórico - Bravheseer Finn:
 

Objetivos:
 

Nota:
 


Última edição por BravheseerOP em Dom 11 Mar 2018 - 13:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptyTer 6 Mar 2018 - 23:08

Capítulo 1.2 - A busca pela arma



O início do caminho traçado havia sido determinado, TJ estava convicto do que precisava fazer e reunia forças para se convencer a todo momento que aquilo era o certo, a arma seria o passo ideal nesse caminho, mas a procura por ela não estava saindo como ele desejava, um velho havia dito que só teria na próxima cidade, isso não era o que o aspirante a pirata almejava, tinha que ter uma outra alternativa, então eis que a luz aparece.

Se o que procura é só uma espada e não uma loja, talvez deva falar com Troy no bar adiante. Ele pode te ajudar.

Era uma oportunidade de encontrar o que tanto queria naquele momento e, sem exitar, iria seguir a informação dada pelo velho e ir a procura de Troy, ao adentrar na taberna, foi surpreendido pela katana jogada a seus pés e o homem se identificando como Troy.

Tem um inútil que estou esperando, e ele ainda não retornou, costuma ficar na região da ovelha guerreira, não tem como errar, é alto magro, cabelo branco, e feio, buahahahaahhaa! Traga ele pra mim, e me ajude em uma “caçada”, e vou te dar muito mais do que uma katana.

A oferta parecia boa a primeira vista, mas havia algo estranho, TJ não saberia explicar o que ainda, só que isso não seria um empecilho, sua determinação era enorme e não deixaria essa oportunidade passar.

Muito bem, aceitarei o trabalho de bom grado, mas preciso que me indique a direção dessa região da ovelha guerreira, não sei aonde fica. Se for possível passar mais informações a respeito deste homem e do local, seria de grande ajuda, se ele é forte, como luta, se é uma floresta, qual o seu nome, coisas assim, ah, e não posso me esquecer, tenho que trazê-lo vivo?

TJ diria tais palavras de forma serena e confiante enquanto pegaria a katana, tentando não demonstrar receios quanto ao trabalho, até o momento da pergunta sobre trazê-lo vivo, nesta hora ele tentaria fazer um olhar frio. Caso Troy ou algum outro homem informasse a direção do local, iria seguir a orientação até encontrar a tal região, caso não falassem, tentaria conseguir essa informação pela cidade e, quando conseguisse, seguiria até o local indicado.

Quando estivesse próximo a região da ovelha guerreira, iria começar a andar de forma mais cautelosa, observaria os arredores para não ser pego de surpresa Odeio locais que não conheço nada, tenho que me precaver, bobear neste momento não seria um boa ideia!, manteria essa postura defensiva até chegar no local, tentaria encontrar o tal homem sem que ele o percebesse, mas nada muito sorrateiro, não tinha intenção de fazer um ataque surpreso, porém não tinha intenção de sofrer um também, então manteria a atenção ao seu redor enquanto fazia a busca.

Caso o encontrasse, tentaria observar se o homem possuía alguma arma, seja espada, pistola, adaga, ou qualquer outra coisa, após isso, iria ao seu encontro de forma frontal, andando normalmente até estar a alguns metros de distância, mas ao alcance de sua espada.

Ei, (chamaria pelo nome caso soubesse) você aí, precisamos ter uma conversa, vim te buscar e espero não precisar usar a força!

Diria isso ao mesmo tempo que sacaria sua katana, tinha a intenção de colocar um pouco de medo naquele momento e conseguir levá-lo sem maiores problemas, ficaria em posição de ataque aguardando sua resposta/ação, não tomaria a iniciativa, caso ele atacasse, usaria a espada para tentar bloquear e daria um passo para trás ganhando distância e continuaria tentando bloquear com sua espada cada ataque, sempre dando um passo para trás, não tinha intenção de contra atacar naquele momento. Se ele possuísse uma arma de fogo, então no momento que ele sacasse a arma, usaria a espada para bater em sua mão e tentar fazê-lo derrubar a arma, se fosse bem sucedido, o atacaria com um corte diagonal de cima para baixo na direção de sua coxa para fazer um corte, se ele bloqueasse, giraria o punho e desta vez faria um corte transversal na altura de sua cintura, se ao invés de bloquear ele esquivasse, chutaria a arma para longe e ficaria me posição defensiva para o caso de contra ataque. Caso o ataque na mão não surtisse efeito e arma fosse sacada, daria um passo para o lado e o atacaria novamente na mão para tentar tirar a pistola.

Na hipótese dele aceitar ir pacificamente, mandaria ele ir na frente enquanto ficaria com a espada sacada em direção a suas costas observando qualquer movimento brusco da parte dele Você fez a melhor escolha.
Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Planejamento Ousado   Ato I: Planejamento Ousado - Página 2 EmptyTer 6 Mar 2018 - 23:48

Novo Trabalho



O tempo estava frio, enquanto caminhava pelas ruas de Conomi Island, Will esfregaria uma mão na outra, de forma que pudesse aquece-las. Não havia muitas pessoas na rua, ou nos arredores, deveria ser pelo tempo frio, pensava  Will enquanto fechava o ultimo botão da sua camisa amarela. Havia algum movimento um pouco a frente, e Will não acreditava em seus olhos, mais jurava ter visto um urso com roupas correndo atrás de uma garota, e ninguém parecia se importar. Tirando isso, achar a loja de espadas não foi difícil, chamava-se Emporio do Armamento.

Will adentrou o local, tinha em mente roubar uma katana, pois não havia muitas pessoas na rua, fugir não seria tão difícil. Uma moça bela, com um decote que chamava atenção, Will não disfarçaria o olhar, beleza era para ser visto, mas não falaria nada, apenas voltaria sua atenção para o rosto da jovem, assim que ela lhe dirigisse a palavra. Após pedir uma Katana, Will iria tentar executar seu plano, assim que a bela atendente lhe mostrou a nova katana, Will iria sair correndo, mas nesse momento, adentrou outra pessoa na Loja, e esbarrou em Willian, lhe pedindo desculpas. Will apenas acenou com a cabeça, mostrando não se importar com esbarrão, mas no fundo sabia que seu plano foi por água abaixo.

Will pegaria a Katana, e pagaria os 30 mil pela espada, estava no preço, Will não reclamaria, apenas tiraria a katana da bainha, e olharia a lamina, comtemplando sua nova espada, agora teria que dar um nome para ela, mas enquanto estava perdido em seus pensamentos, ouvia o rapaz dizer alguma coisa sobre um garoto pedir dardos, mas não dava muita atenção, apenas sentia o peso da espada em suas mãos, foi quando o rapaz lhe dirigiu a palavra, cortando seus pensamentos.

E você garoto? Não é qualquer um que sabe empunhar uma espada, não gostaria de ganhar uma grana?

Will olhava agora para o rapaz, parecia estar falando serio, Will não sabia quem era o rapaz, mas lembrava que a atendente lhe chamou de Drake. Willian guardaria sua nova katana em seu cinto do lado esquerdo, de forma que ao sacar usaria sua mão predominante, que seria a direita.

Olhando para o rapaz, diria:
- Drake não e ? Bem, dinheiro e sempre vindo – diria Will dando um leve sorriso – Qual o Trabalho ?

Independente do trabalho Will iria aceitar, precisava de dinheiro, pois teria que comprar um bote para chegar em Loguetown, e agora tinha apenas 20 mil sobrando. Caso Drake aceite Will como parceiro, Will lhe acompanharia, antes de deixar a loja, iria dar uma leve olhada no decote da vendedora e lhe acenaria com um leve sorriso, como uma forma de despedir.

Ao acompanhar Drake, Will iria tomar cuidado de sempre andar um pouco atrás do homem, sempre com uma mão na sua nova katana, não estava em alerta com o rapaz, mas também não iria baixar a guarda.






Histórico:
 

Legenda: Fala Willian

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Última edição por Willian West em Qua 7 Mar 2018 - 9:20, editado 1 vez(es)
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