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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Critical Acclaim

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptyQui 01 Fev 2018, 14:49

Relembrando a primeira mensagem :

Critical Acclaim

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hari Nnoitra. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptyQui 26 Abr 2018, 21:27

This is not what I had planned


Meu ato de desabafo era prontamente impedido por Leon, que tomava a besta de minhas mãos enquanto dizia-me palavras de apoio. Não entendia muito bem seu conteúdo, porém.


~ Ainda não é a hora? Quando então devo ser tomada? ~


Apesar de ser algo simples, havia um questionamento interno. A frase me levara a algum lugar tenebroso de minha mente, dificilmente acessável, que me fazia sentir uma sensação diferente. Ainda não era a hora. Mas estava perto. Percebia isso.


Assistia, caída no chão, a luta ocorrer. Observava o dardo atravessar o crânio e o corpo sem vida desabar no solo. Sentia um arrepio percorrer minha espinha. Era medo? Ou prazer?


Recebia a arma de volta e, agora, fitava-a com o olhar longe. O instrumento parecia diferente do que o vira de outras vezes. Sentia uma curiosidade mórbida. Pensava como seria se fosse o meu corpo a receber o projétil. O que sentiria? Qual seria a sensação?


~ Por que a ponta do dardo está se tornando um imã? ~


Semblante vazio, olhar distante. Apenas acompanhava a procissão. Sem rumo. Sem destino. Ou talvez com destino tão certo que não pudéssemos mexer. Com um dardo em mãos, fitava-o. Olhava-o como a quem olha um antigo amor, recém-descoberto. Sentia sua ranhura, sentia seus entalhes. Apreciava aquela simples, porém bela, obra de arte.


~ Uma bela obra, mas não uma obra-prima. Falta algo, mas não sei o que...


Seguia o grupo, bem como seus planos. Mas estava distante, aérea. Não prestava atenção nos detalhes do que acontecia a nossa volta, tampouco seria útil sem receber as instruções adequadas. Mas encontrava-me em tal estado disperso, que poderia executar o que fosse sem perceber que estava fazendo.


~ O que está faltando? ~




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptySab 05 Maio 2018, 00:31


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




Não, remos com certeza não seriam o melhor modo de sairmos dali. Odiava adimitir mas ainda não era forte o suficiente para manusear aquilo de modo que pudessemos sair dali com mais velocidade. Considerando que um dos homens ainda estava paralisado e o outro precisava ficar ao leme, presumia que com aquilo fossemos acabar sendo alcançados pela criatura se tentássemos escapar dali remando. Precisaríamos nos arriscar com a opção burra e barulhenta, se quiséssemos sair vivos daquele lugar... Estava pronta para bradar as ordens quando ouvia Hari fazê-lo primeiro que eu.

Sentia-me aliviada ao ver que mais uma vez meu companheiro havia tido um pensamento rápido, talvez até mais rápido que o meu neste ponto. Nosso refém parecia hesitante em qual ordem seguir, mas aparentemente até mesmo em meio a todo aquele pânico havia sido capaz de perceber qual dos planos era o melhor... Me sentia aliviada ao vê-lo correr para a caldeira. Aquele alívio não durava muito quando quase imediatamente eu me lembrava da ameaça, e sentia todos os pelos do meu corpo se erissarem quando ouvia o barulho ensurdecedor do motor daquele navio. A criatura com certeza não deixaria de escutar aquilo também, e eu sabia que naquele momento as cartas haviam sido jogadas.

Sentia imediatamente as águas embaixo do navio começarem a se agitar, de um modo que já havia sentido antes... Ele estava se movendo de novo! Sentio os calafrios continuarem por meu corpo, eu pegava o cabo da katana em uma tentativa desesperada e ao mesmo tempo corajosa de me agarrar a algo. Sentia verdadeiro pavor ao ver aquela criatura emergir seus olhos e sua forma medonha, mas de modo algum me permitiria render-me ali e morrer sem lutar, por maior que ela fosse. Se quisesse vir, eu morreria lutando "O medo corta mais fundo que a lâmina!" Dizia para mim mesma, determinada a não me render.

Sem mover um músculo, tentando fundir-me ao ambiente, eu via enquanto a embarcação se afastava rapidamente da criatura que tinha os olhos nervosos buscando a fonte daquele som em meio a todo o breu que nos envolvia. Por fim, meus músculos finalmente relaxavam quando a criatura afundava novamente na água e o mar não voltava a se agitar. Sentindo por fim as pernas bambearem, eu me sentava escorada na amurada daquele navio. Após algum tempo respirando, finalmente me punha de pé sorrindo e respirando revigorada a medida que olhava a luz do luar tocar e refletir a água do mar.

-Três... - Dizia voltando-me séria para Hari - Quase morremos três vezes hoje. - Sorria, como se aquilo fosse uma grande conquista - Em todas essas vezes, olhamos na cara da morte e dissemos "Hoje não!" - Por fim abria totalmente um sorriso, e estendia minha mão para Hari - Acredita em destino, Hari? Não termos morrido hoje só pode querer dizer que estamos destinados a grandeza... E eu não poderia ter pedido por parceiro melhor para lutar ao meu lado em tudo isso!


Post: 014~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue

Notes: •Ganhos: 2 Katanas / Perícias: Atuação, Luta de Rua
•Perdas: 30 mil berries

Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


ACHOU QUE A GENTE TINHA PARADO?:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptySab 05 Maio 2018, 01:22


Run Forest, RUN!!!


O baque do corpo do policial ao se chocar ao chão sem vida, fazia Leon ficar estasiado por um momento, o intervale entre o choque de seu punho e logo em seguida o disparo de Teresa novamente faziam uma vítima fatal, como se a dança do casal fosse algo perigoso, algo belo, ritmado e simplesmente mortífero. A contagem de corpos apenas aumentava, formando um caminho sem volta para o rapaz, que nem ao menos havia começado a percorrê-lo. Não sabia se ficava preocupado com aquilo ou maravilhado pelo sincronização que tinha com a mulher. Mas ali não era era o momento para se preocupar com isso, a sensação de urgência não o deixava parar. Havia evitado que Hikari manchasse suas mãos e que seu coração ainda infantil se despedaçasse ainda mais. Haviam vencido mais um obstáculo e deviam seguir em frente e assim o fizeram.

Leon corria agora puxando Teresa por uma mão, em um aperto forte de confiança e afeto, ao mesmo tempo que Hikari pela outra de maneira protetora e acolhedora. Ele realmente sentia um peso na consciência por ter deixado ela vivenciar algo assim tão jovem, mas... quanto mais cedo ela entender a dura realidade da vida, menos decepção poderá evitar. Percebia também durante o caminho, como carregar Shiro exigia de Nirvana, o que poderia a ficar mais e mais complicado. "Eu vou ter que ajudar ela a carregar esse filho da puta! Eu não queria ajudar esse desgraçado, mas do mesmo modo que não abandonaria Ada por mais que ela fizesse uma merda tão grande... Ela vai fazer o mesmo por ele!" Pensava o rapaz enquanto corriam, ao ponto de cerrar os dentes.

No próximo ponto de parada, estava claro como aquilo estava ficando cada vez mais perigoso. Por um lado estavam conseguindo ganhar terreno e uma fuga definitiva parecia cada vez mais palpável. Enquanto do outro, a situação de Shiro e o cansaço de Nirvana apenas deixavam mais perigoso uma fuga do grupo completo. Ele estava certo de que se fossem se  separar ali, encontrá-los depois iria ser uma tremenda dor de cabeça, muito maior do que a do momento. Ouvindo Teresa, Leon apenas acenaria com a cabeça, estando de acordo com a mulher, deixaria para pensar no destino desse tal de Tintureiro só quando o encontrassem realmente. Então Leon iria ao lado de Shiro, o oposto em que Nirvana se encontrava, e passaria o braço mole do rapaz por seus ombros e tomaria parte do peso do rapaz para si, dizendo a Nivy - Vamos, irei lhe ajudar a carregá-lo! Só trate de bater bem batido nele, quando ele ficar bem, por que ele é um tremendo de um babaca... E olha que sou eu falando isso! - Então olharia firme para Teresa - Leve Hikari na frente que nós a seguiremos, não podemos deixar que aqueles caras nos alcancem nesse estado! Mesmo nós dois teríamos dificuldade no momento! Vamos... - Terminava ajudando Nirvana com o rapaz, certamente com ambos, eles conseguiriam além de ir mais rápido, se cansar menos. A seu ver, o melhor dos casos nessa situação.  



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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptySab 05 Maio 2018, 10:18







Baby let’s go. I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


A ruiva arfava na corrida, o peso de seu irmão fazia com que fosse mais difícil de respirar corretamente e seu peito ardia. Seu corpo parecia começar a enfraquecer em meio a fuga com o peso de dois.

Nirvana não conseguia pensar em nada a não ser em seguir em frente, a continuar tentando até que o último pedaço do seu corpo não aguentasse mais se mexer - e mesmo assim ela tinha a certeza que continuaria mesmo que rastejando com o mais velho em suas costas.

Ao pararem, escorava-se na parede, respirando de forma pesada com o olhar determinado de quem não cederia, os dentes cerrados em um sorriso selvagem, embora exausto. Acompanhava nesse estado próprio de autopreservação, parcialmente, o desenvolvimento de Hikari. A ruiva podia não saber bem o que passava na cabeça da garota, mas reconhecia aquele olhar viciado pela arma, pelo algoz: era como uma besta nascia. Um sorriso torto e cansado surgia em seu rosto, reconhecendo um semelhante e pela primeira vez sentindo algum orgulho da garota.

A garota de cabelos cor de fogo escorava o irmão na parede, e quando via as fraldas sujas indicadas por Teresa, sequer as cogitava. Não colocaria aquilo em seu irmão. Tirava a própria jaqueta, considerando que carregava o maior sobre si deixaria que a febre dele e o calor dele a aquecesse, assim como a corrida, e com isso usava da sua jaqueta para por um pouco de gelo dentro, fechando-a com o conteúdo dentro e colocando sobre o rosto de Shiro, tentando diminuir sua febre.

Ouvia as palavras de Teresa e apenas assentia:

- Ele morrerá então. Farei o necessário para salvar o meu irmão.

Dizia simplesmente, colocando a compressa no rosto de Shiro e prendendo a blusa ali com as mangas ao redor de seu pescoço. Era o que podia fazer, com sua forma rude, e então voltava a passar o braço dele por cima do seu ombro, apoiando-o e respirando fundo.

O peso ficava mais leve, e a ruiva olhava para o lado apenas para ver Leon ali, pegando também Shiro para ajudá-la. Estreitava os olhos com desconfiança a princípio, mas acabava com um sorriso no rosto, desviando o olhar e voltando a focar no caminho: aceitaria a ajuda.

- Ele consegue ser um pé no saco mesmo. Bem, vamos lá. - Concordou simplesmente, começando a seguir o mais rápido que conseguia com o grupo, ainda tentando manter-se sem fazer barulho enquanto andavam. Vez ou outra deixava o corpo do mais velho pesar mais em Leon apenas para que conseguisse recuperar o fôlego perdido na correria anterior, para então segurar o irmão e seguir.





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Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptySab 05 Maio 2018, 19:56

Oitavo post narração

Núcleo do barco

A dupla dinâmica ao qual havia se formado pela necessidade do momento através das consequências de suas escolhas pareceram por um tempo ser incapazes de ter um tempo para respirar desde que o mundo deles pareceu virar de cabeça para baixo a partir da fuga do homem que parecia ser o líder da força policial da ilha, talvez se eles quisessem o real reconhecimento de seus nomes ao alcançar o que eles poderiam chamar de glória, através de atos vilanescos prol  a própria satisfação esse fosse o melhor caminho, como haveria de haver uma maior ameaça à paz do que a dupla literalmente quase ter tomado a cabeça daquele que mantém a paz e a segurança de Dawn Island?

Sem dúvidas dificuldades viriam, mas será que a roda do destino havia girado tanto ao ponto de mesmo criaturas no mar tentarem entrar em seus caminhos? A morte havia vindo ao encontro do grupo não só uma, mas pela própria contagem da garota três vezes e diferente do que muitos em uma situação como essa poderiam encarar aquilo parecia lhe dar forças  Ambos naquela situação haviam tomado uma decisão que os levaria para a segurança ou ao menos esse foi o pensamento que poderia ter os feito decidir uma fuga rápida no lugar de uma fuga segura, o titânico animal marinho era uma ameaça tão grande, grotesca e real que talvez sendo eles e os civis as únicas testemunhas de como eles haviam sobrevivido a monumental ameaça da natureza que havia tentado os afundar usando apenas de suas cabeças e da própria sorte poderia a muitos soar até como uma mentira, mas ambos ali saberiam que aquilo era muito real, haviam sobrevivido a aquela situação.


As águas estavam escuras e era difícil de ver devido ao fato de estarem em meio ao mar, caso Hari ou Ada tivessem a idéia de procurar por alguma iluminação ao qual poderia ser fornecida que não viesse do maquinário daquela pequena embarcação provavelmente poderiam usar de lamparinas para que pudessem admirar melhor o caminho que estavam trilhando, enquanto indicavam a direção correta usando do vivre card que tinham como a única base para que pudessem reencontrar o restante de seu grupo ou pelo menos usar do local como seu próprio refúgio até que pudessem encontrar um meio de resgatar os demais. O silêncio perturbador que talvez se fizesse pelo tempo que se passaria até que pudessem aportar em terra firme, talvez levasse eles ao pensamento em meio ao abismo que parecia ser ao mar ao simples raciocínio, raciocínio que parecia guiar seus pensamentos e suas ações, pois a dupla naquele momento não encarava o caos como um abismo desesperador mas sim como uma escada, uma escada que muitos, muitos mesmo tentam escalar e falham, mas diferente destes que na primeira queda desistem a dupla não seria quebrada pela queda. A eles era dada a chance de subir pela tortuosa escada que o caos os levava e diferente daqueles que se agarram a um reino aos deuses ou o amor seria claro para eles que apenas a escada era real, e a escalada era tudo que existe.

A forma como eles aportaram acabou sendo de forma rude, pois  o motor pareceu demorar mais tempo do que deveria para parar de gerar a força impulsiva não foi veloz o suficiente, devido ao próprio nervosismo do responsável por aquela situação e isso talvez gerasse descontentamento a Hari e Ada ao qual poderiam acabar perdendo o equilíbrio pelo impacto, a menos que tenham decidido usar da lamparina anteriormente e pudessem se segurar antes do impacto. Eles tinham uma infinidade de possíveis caminhos a sua frente, conforme poderiam ter a visão de um grande barranco a subir, tarefa que poderia ser cansativa, mas daria a eles a visão de uma casa inteiramente feita de madeira que mais lembrava um barraco, para onde o vivre card os guiaria caso decidissem segui-lo ao redor da casa, não havia mais do que apenas mato e a luz mais próxima da cidade parecia distante, algo que provavelmente os fariam entender o porque aquele era um ótimo lugar para que a revolução usasse como ponto de fuga, era distante, tinham uma visão de campo aberta para que pudessem ver o perigo chegando, caso tentassem entrar na residência, encontrariam um salão iluminado de aparência ainda humilde, no centro da sala havia algo surpreendente, havia um aquário e uma pequena lula de coloração vermelha protegida por uma gaiola, sim uma lula na cadeia. O vivre card apontava diretamente para o aquário, para revelar a eles que tinteiro não era um ser humano, mas sim o animal. Dentro da casa, havia também um desenho ao qual poderia chamar muito a atenção deles, o que parecia ser um projeto inacabado de alguém, que em parâmetros reais se assimilariam muito a um helicóptero e ao final do desenho, havia um rastro do que parecia ser um pó branco estranho que poderia guiar seus olhos até algo que parecia ser um cofre, pelo modo como havia uma trava de segurança, onde eles deveriam introduzir um número de dois dígitos para que algo novo se revelasse a eles, mas o que seria? Como chegariam a essa resposta? Teriam eles chances limitadas de erro? Talvez pudessem chegar a conclusão que a resposta estava dentro da própria sala, fosse o desenho o caminho feito de pó ou até mesmo o animal ao centro da sala, que não parecia ser uma espécie comum e caso algum deles pensasse em olhar melhor a lula mais de perto, poderiam ver de forma mais peculiar, que não só  haviam detalhes de suas ventosas terem um formato parecido a uma estrela do mar, como também havia um número incomum de tentáculos.

Mas antes que pudessem chegar nessa situação, deveriam pensar em o que fariam com o barco e principalmente o que fariam com os tripulantes antes de qualquer coisa.






Núcleo da Fuga

A pessoa que mais parecia abalada em meio a toda aquela situação era Hikari que simplesmente era levada a mais profunda introspecção, talvez poderia estar em apuros caso estivesse sozinha, mas felizmente todas as pessoas que a cercavam a faziam ou ao menos tentavam fazer com que ela pudesse ver que o mundo não havia acabado, que ela ainda teria um caminho a seguir e que o seu grupo não deixaria que ela tivesse um fim prematuro, em especial Frist, que naquele momento havia se provado ser um pilar fundamental para que o grupo pudesse manter-se firme e em pé, não só seus punhos se aliados a Teresa eram magnificamente efetivos para abrir caminho para o grupo como suas palavras e atitudes garantiam a estabilidade emocional e física, tanto da garota que o acompanhava, quanto da mulher ao qual ele foi capaz de prover a estabilidade no momento em que mais precisava.

Ash mostrava-se firme, seu coração pareceu queimar de vontade de liberar-se totalmente suas amarras como uma leoa feroz no campo de batalha, a todos aqueles que ousarem cruzar o seu caminho, mas naquele momento ela tinha de se preocupar com seu irmão, ao qual parecia cada vez mais debilitado, mesmo que  a consciência não mais estivesse nele. E naquele momento talvez lhe viesse na cabeça como modo de guiar suas ações e permitir que permanecesse ali de pé para que salvasse seu próprio sangue no fim, seria a família aquela que perdura, aquela que permanece.Não era a glória pessoal, não só a honra mas… A família. E poderosa como só ela poderia ser naquela situação, como se sua ação fosse um rugido de um leão, ela mostraria que para a leoa, pequenas ovelhas não eram mais do que possíveis presas.


Não eram uma dupla dinâmica como a que estava no barco, no entanto o trio Teresa, Frist e Asharya se faziam valer pela sobrevivência dos cinco que ali estavam presentes, Shiro graças a atitude de sua irmã pareceu estabilizar-se um pouco com sua ação, a um ponto em que a ruborização de seu rosto começava a diminuir levemente e a sua respiração começou a ser menos inconstante, permitindo que Frist a ajuda-se a levar o rapaz mesmo que a extremo contragosto. Teresa querendo evitar ao máximo ficar ao lado do rapaz caído não hesitou em seguir rapidamente a instrução dada pelo rapaz e assim ofereceria amigavelmente a mão a Hikari, para que pudesse levá-la, mas se não houvesse uma iniciativa por parte da garota e ela precisasse ser puxada, ela o faria como sua ultima opção.

Afastaram-se do local ao caminharem sendo guiados por Teresa em direção ao misterioso tinteiro e após um tempo de calmaria eles poderiam ver de forma bem distante devido a má iluminação uma casa de madeira que parecia mais um barraco e com um tom animado Teresa diria.

- Chegamos, esse é o lugar.

A partir dali as ações dependeriam do grupo, se  decidissem seguir Tereza poderiam dependendo da escolha da outra parte do grupo até mesmo ao abrir a porta encontrar lá Hari e Ada, ao qual caso tivessem escolhido entrar estariam lá pelo menos 10 minutos antes que eles pudessem chegar e o cenário seria o mesmo descrito a dupla dinâmica.
Ferimentos:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptyDom 06 Maio 2018, 11:56


☠️
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Tendo acendido as lamparinas para iluminar o caminho a nossa frente e principalmente admirar melhor aquele mar, deixava para Hari a função de guiar os civis com o vivre card até o nosso objetivo. Ele era, ou almejava ser, um navegador pelo que havia visto o homem praticar naquele dia. Aproveitava aquele tempo livre para finalmente poder respirar um pouco, despreocupada. Ainda sentia meu corpo vibrar com a adrenalina de todas as lembranças naquele dia, o quão incrivelmente poderosa havia me sentido em meio a todo aquele caos no navio em chamas. Havia experimentado o caos em sua natureza pela primeira vez naquele dia, e com certeza havia aprendido a apreciá-lo.

"Espero que fique sabendo disso, papai. A sua filhinha deu o primeiro passo hoje para chutar a sua bunda!" Pensava comigo mesma olhando para as estrelas, e sentindo-me orgulhosa pelo que havia feito naquele dia. Hari também havia se provado um companheiro e tanto para aquela jornada, apesar das desavenças que haviamos tido no modo de tratar com a situação do refém no porto. Sabia que sem ele eu teria tido uma dificuldade muito maior para sobreviver a tudo aquilo, se é que teria de fato conseguido sobreviver.

Por fim voltava meus pensamentos para os companheiros que haviam ido para a guerra. Com a fuga do chefe de polícia e com o que ele havia dito após nos cercar era quase certo que aquela tentativa de revolução havia se tornado apenas uma enorme carnificina para o lado da população. Eu não podia aceitar, simplesmente não acreditava que algum de meus companheiros tivesse caído ali. Por mais que não visse a maioria deles a anos, confiava o suficiente na tripulação para ter a esperança de encontrar todos com vida naquela ilha, nem que precisasse invadir a prisão e matar guarda por guarda até encontrá-los. Se aquele tal "tinteiro" era a nossa melhor pista, iria para lá sem exitar.

Ao aportarmos eu por sorte conseguia enxergar o impacto que teríamos algum tempo antes de este realmente acontecer, e por isso tinha tempo de me segurar bem firme para manter-me de pé após tudo aquilo - Se eu tivesse caído com essa maldita lamparina, juro, vocês teriam um problema - Dizia aquilo mais como uma forma de me divertir amedrontando os reféns que, em meio ao pânico, haviam feito com que o barco acabasse sofrendo aquele impacto. Por fim haviamos aportado, e agora começaria a busca por nossos companheiros. Mas aparentemente Hari e eu tinhamos mais alguns problemas para cuidar antes de deixarmos o navio.

-Se importa de ficar aqui vigiando eles? - Dizia para meu companheiro, em um tom sério - Não podemos deixá-los irem embora enquanto ainda estivermos nessa ilha, podem entregar nosso paradeiro. E já vimos o que acontece quando deixamos prisioneiros no navio sem nenhum de nós vigiar, não é? - Falava em tom irônico, dando um sorriso ao fim daquela frase. Fazia então uma segunda proposta - Claro, se tiver um plano melhor eu posso te ajudar - E não era mentira, caso Hari sugerisse outra ideia para manter os reféns presos, eu faria o que fosse ordenado para ajudá-lo - Se não, vigie o navio que eu vou encontrar o tinteiro! E nossos companheiros! Esteja pronto para uma fuga rápida!

Ao fim de tudo aquilo, caso Hari não fosse me acompanhar, eu pegaria o vivre card que aponta para o tinteiro e o dividiria em dois pedaços menores, dando um deles para o navegador e mantendo o outro comigo. Deixava o barco e logo perdia parte da empolgação ao ver aquele maldito barranco que tinha a minha frente, mas após tudo o que havia passado naquele dia, aquilo era apenas um obstáculo insignificante na minha busca por meus companheiros. Após chegar cansada no fim daquele morro, via uma cabana de madeira que parecia abandonada, ou ao menos era o que eu pensava vendo a localização tão isolada do resto da ilha que esta possuía. De fato, um ponto de fuga ideal para aqueles revolucionários, talvez tivesse sido para este lugar que a namoradinha nova de Leon havia levado a todos quando saíram do porto.

Em todo caso sabia que precisava tomar cuidado para entrar ali, e sacando uma de minhas katanas andava cautelosamente ao redor da casa procurando por inimigos, e por fim não tendo detectado ninguém olhava dentro da janela tentando descobrir o que havia ali e se encontrava os meus companheiros ou no mínimo o tal tinteiro. Vendo tudo vazio do lado de dentro, abria cuidadosamente a porta e encontrava um local mais arrumado do que eu esperava. Olhava em volta, buscando o homem que pudesse ser o tinteiro, até que meus olhos se focavam no animal ao centro daquela sala e faziam com que eu deixasse escapar uma risada com a irônia.

-Tinteiro, claro! - Ria comigo mesmo daquilo, enquanto apontava o vivre card para a criatura apenas para confirmar que realmente se tratava dele. Olhava em volta daquele salão em busca de mais alguma coisa que chamasse a atenção, e logo um desenho estranho de algo que parecia o projeto de uma máquina me chamava a atenção... Não que eu entendesse algo do que aquilo queria dizer ou poderia fazer, mas pelo seu formato atípico com hélices semelhantes as de um moinho de vento. O pó branco "Giz?!" que seguia ao fim daquele desenho era como uma trilha até um cofre fechado, com um cadeado cuja senha possuía dois números. Para uma pirata, você deve imaginar que algo como um cofre desprotegido e com seu conteúdo desconhecido é um atrativo irresistível.

Olhava em volta naquela sala, se estivesse certa, minha experiência com contos de crimes e assaltos diziam que a senha daquele cadeado estaria dentro da sala. O que poderia ser? O número de hélices daquela máquina no desenho? Era então que olhava para o Tinteiro. Era óbvio, aquela era sua casa afinal, e aquela quantidade de tentáculos certamente não era comum numa lula. "É 13 Porra!" Pensava comigo mesma, ouvindo uma voz estranhamente máscula em minha cabeça após contar o número incomum de tentáculos da lula presa. Pobre animal, talvez depois eu devesse soltá-la, com certeza era inoscente! No momento, apenas me voltaria para o cadeado e colocaria o número "13", tentando abrí-lo para ver o que havia ali dentro.


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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptyDom 06 Maio 2018, 12:12







Baby let’s go. I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


A fuga continuava e o frio não parecia chegar perto de atingir Nirvana enquanto toda aquela tensão continuava. Cada passo pesava como cinco, mas teimosa como era não hesitava ou reclamava momento algum: não era de seu feitio mostrar fraqueza.

A casa de madeira era como um farol para que finalmente tivessem descanso e para que a ruiva pudesse cuidar do moribundo que arrastava cidade afora. Os olhos ambares se permitiam enxergar mais do que a fuga naquele instante, e iam de imediato para a semelhante que havia reconhecido em Hikari. Um semelhante que ainda se mostrava como fraco, como se lutasse contra aquilo, como se resistisse e assim ficasse estático. Se aproximou da violinista, e inclinando-se um pouco para frente, segredava-lhe:

- Para de resistir. Aceite cada parte de você, não há vergonha nenhuma nisso. Está bem sentir raiva, sentir nojo deles e sentir vontade de fazê-los pagar do jeito que quiser. Todos são animais quando as máscaras caem, quando o desespero chega, por isso nós somos um bando e protegemos os nossos. – Pausava e a olhava nos olhos de forma indomável como sempre – Nossos pais escolheram esse caminho, e o nosso sangue ruge por seguir pelo mesmo. Faça a sua escolha. Se escolher seguir assim, tenha certeza que estaremos sempre ao seu lado.

Sorriu para ela de forma travessa, seguindo atrás de Teresa com Shiro e já chegava apoiando-o contra a parede de madeira, descendo-o no chão e o deitando ali com sua jaqueta diminuindo a febre. Estava suja com o sangue do ninja e só piorava sua própria situação quando limpava o suor da testa e fazia uma marca com o vermelho em seu rosto.

Vasculhava o lugar com os olhos:

- Onde está o tinteiro? – Era o momento que seus olhos viam a lula em uma gaiola. Riu pelo nariz em deboche, sério que era aquilo? Puxava o machado da cintura e fazendo o prateado dele brilhar enquanto girava entre os dedos da mão direita, recuperando seus movimentos finalmente e posicionando o escudo com a mão esquerda perto do corpo, vai que aquele bixo tivesse algum truque, nunca era bom subestimar seu oponente (mesmo que esteja em uma jaula). Era então que notava pela primeira vez a silhueta de Hari e Ada no lugar, seu movimento parando no ato.

Soltava o ar pesadamente pela boca, aliviada, antes de abrir um enorme sorriso no rosto:

- Ah seus desgraçados, vocês não morrem mesmo hein? – Abriu ainda mais o sorriso – Como chegaram aqui? As coisas deram todas erradas porque o Shiro-nii fudeu a revolução e levou um tiro e... – Ela piscava, como se entendesse algo finalmente e corria até Ada, pegando-a pela mão:

- Você precisa cuidar dele! Eu não consigo baixar muito a febre e ele parece que está com a bala alojada. E eu não acho que meu machado vá ser algo muito bom para remover isso dali.

Perdia o foco em matar o bixo esquisito, lembrando-se do estado do seu irmão e como a espadachim podia ser a solução. De perto seria possível notar certo nervosismo nos olhos da ruiva, mesmo que ela não parecesse demonstrar isso de outras formas.




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptySeg 07 Maio 2018, 00:22

It's out of my control


Já sentiram como se algo, ou alguém, estivesse te observando há muito, muuuuito tempo, mas só agora você começava a notar sua presença. E pior, sente como se estivesse bem perto de você, mas é incapaz de notar os detalhes à sua volta?


~ Pois bem, não sou eu que sinto essa tração pelo dardo. Mas ela está aqui, sem dúvidas... O que é isso então? ~


Meus olhos aos poucos iam se desanuviando, notando as nuances outrora ignoradas. Não as do mundo externo, pois essas pouco me importavam no momento. Referia-me a mim mesma. Eu era inteligente. Podia ter sido cega e ingênua, mas era esperta o bastante para montar as peças do quebra-cabeça que ia, enfim, se formando.


Olhava novamente para o dardo, sentindo suas ranhuras em minha mão, enquanto seguia Teresa. Havia sentido que algo faltava, mas não tinha certeza do que. Porém, lembrando da cena do guarda caindo, sentia um animal dentro de mim regozijando-se, um urro de alguém que estava, enfim, conquistando a liberdade. Sentia um gosto metálico em minha boca e, enfim, sabia o que faltava para a obra-prima.


Meu olhar adquiria um tom maníaco e, se alguém me fitasse nesse instante, provavelmente sentiria medo. Medo do desconhecido. Medo da loucura. Medo da doce garotinha que transformava-se naquele momento.


~ SANGUE! ~


Pensava, pegando o dardo e fincando-o em meu ombro direito. Estávamos entrando em uma casa e, coincidentemente, eu saía de meu lar. Dava espaço àquela que estivera sempre ali, de perto, me vigiando e esperando pela hora. Não era de surpreender, afinal, que houvesse uma segunda personalidade dentro de mim. Podia ser uma Shimizu, mas meu pai também era Akuma. E a dor repentina, advinda da perfuração, finalmente rompia a última amarra que me prendia. A fala de Nirvana havia caído como uma luva sem que a ruiva sequer se desse conta disso.


~ ISSO, HIKARI, FINALMENTE COMPREENDEU. NÃO HÁ LUZ SEM TREVAS, ASSIM COMO NÃO HÁ ANJOS SEM DEMÔNIOS!


Levantava o braço esquerdo, sentindo o movimento pela primeira vez. Agora eu comandava esse corpo, ao menos no momento. Removia o dardo alojado em meu ombro direito e lambia-o, sentindo o gosto do meu próprio sangue em minha boca. Olhava, enfim, para meus colegas, revelando-me a eles:


— Olá! Eu sou Akuma Yami. Deixem a Hikari comigo!




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptyTer 08 Maio 2018, 12:26


Takoyaki?!

Leon soltava uma risada discreta enquanto via a atitude com que Nirvana se prostrava, claramente era difícil para ela conter todo aquele fogo e sede de sangue... "Essa viciada em batalha! Eu gosto de uma boa luta, mas essa aí... Parece que é a única coisa que ela se importa, tirando esse zé ruela!" Ele pensava enquanto carregavam Shiro, enquanto para Leon, Teresa e até mesmo Hikari, os sentimentos quanto ao rapaz fossem mais desgostosos, parecia que para sua irmão, ele não passava é de um estraga prazeres que estava a atrapalhar ela, a fazendo negar a própria natureza para salvar a pele dele. Carregava o homem de forma a não atrapalhar a mulher que o segurava do outro lado, a diferença de altura de ambos podia atrapalhar muito o ritmo, então ele foi forçado a tentar se sincronizar com as passadas menores e mais rápidas dela.

Talvez fosse por estar tão concentrado em conseguir fazer com que todos fugissem, sem largar nem menos Shiro para trás, que Leon não percebia a estranheza nas atitudes de Hikari. Quando estavam a chegar, mais perto do destino que tanto almejavam naquele momento. Quando já não ouvia mais as vozes e passadas apressadas dos policiais, nem via suas lanternas que perambulavam pela paisagem a procura de uma de suas silhuetas. Que finalmente pode reparar na garota a qual Teresa puxava pela mão. Seu olhar vidrado na arma, como se segurasse algo totalmente diferente que antes. Ela estava quieta, o rapaz podia jurar que via diversas emoções diferentes passarem por seu olhar e rosto pequenino. O que diabos estaria matutando naquela cachola?! Tomava um tempo também para observar Teresa, seus olhos amendoados, por mais concentrados que parecessem naquele momento, ele tinha certeza que carregavam um fardo que ninguém merece e cedo ou tarde, ele teria de confortá-la para que finalmente possa buscar alguma aceitação no luto.

Quando chegaram ao tal lugar onde estava o Tinteiro, ele não esperava, mas muita coisa ainda o fariam se surpreender. Entraria na casa junto dos demais e ajudaria Nirvana a colocar Shiro encostado na parede, se surpreendia com a ansiedade dela de ceifar uma vida, sem nem mesmo saber quem era... ou o que?! Ao ver Ada lá, alívio percorria seu corpo, depois descobriria direito o que aconteceu com ela no porto, mas ali naquele momento, só conseguiria suspirar e finalmente relaxar um pouco seus ombros e massagear o pescoço - Puta cara, que dia!! - Dizia enquanto isso. Até que via os passos de Nirvana em uma certa direção e finalmente avistava o animal em cárcere. Seus olhos correriam pela sala a procura dos de Teresa e com expressão de interrogação, levantando uma das sobrancelhas e apontando para aquilo ele a diria - Isso é sério?! E eu achando que iriamos ter de dar cabo de um velhaco ou coisa do tipo! Bem, dizem que frutos do mar são afrodisíaco! Oe, Ada... Entre teus amigos tem algum cozinheiro?! - Terminaria ironicamente. Talvez um mecanismos de defesa dele mesmo, para lidar com todo o clima pesado que poderia tomar conta do local.

Mas só então via a cena mais marcante do lugar, enquanto observava o que Hikari fazia com aquela seta - Mas que diabos... - Começava a indagar, ao ser interrompido, enquanto se aproximava de Teresa, por aquela visão bisonha. O que diabos aquela criança estava fazendo?! Antes que pudesse fazer qualquer coisa, percebia que os olhos dela mudavam, seu próprio semblante era totalmente diferente do que havia visto até agora e finalmente aquela fala - Mas que porra... - Começava a dizer, mas se continha a apenas seus pensamentos... "... é essa?! Essa ai pirou de vez agora! Esse Shiro merece apanhar, estragou a criança!". Leon olhava novamente para Teresa, como quem perguntava se ela entendia aquilo, mas sem dizer uma palavra, ele literalmente não fazia ideia de como lidar com aquilo.

Ele então, esgotado de todos os acontecimentos subsequentes, tanto físico, como emocionalmente se recostaria sobre a parede. Parecia que teriam um breve momento onde poderiam descansar, então ele puxaria Teresa pela cintura e a envolveria num abraço, apoiando a cabeça dela sobre seu peitoral e lhe dizendo baixo - Não precisa mais se forçar a manter essa postura, sei que hoje seu mundo desabou! Eu nunca tive nada na vida ao que me apegar mesmo, então não posso imaginar direito como é essa sua perda, mas saiba que você pode contar comigo... afinal não é todo dia que eu encontro uma mulher como você! Haha! - Ele iria dizendo pausadamente entre as frases e tentando fazer com que a moça finalmente pudesse se soltar um pouco e começar a lidar com o peso a suas costas - Venha comigo! Já não lhe resta mais nada, certo?! Pois digo de novo, "Venha comigo"! Vamos viver ao máximo como alguém que não tem mais nada a perder! Encher a cara de porrada, desses nobres mundo a fora, desses policiais que encontrarmos no caminho! Tenho certeza que essa seria uma boa terapia, não? O que me diz? - Terminava ele, fazendo um convite para Teresa, não queria larga-la ali, mas sim levá-la consigo.



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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptyTer 08 Maio 2018, 21:22

Nono post narração

Núcleo do  Esconderijo



Ter a noção de que eles haviam ali chegado era para alguns do grupo quase como a própria visão de um oasis em meio ao deserto,  precisavam de um lugar para que pudessem tratar Shiro de sua febre, um lugar  para reorganizar as idéias por fim, um lugar para que pudessem respirar fundo e decidir o próximo passo, pelas próprias ações do rapaz desmaiado não havia muito o que pudessem aproveitar mais naquela ilha, haviam construído um caos sem precedentes ao custo de muitas vidas que tinham esperança de mudar sua própria ilha, enquanto o grupo poderia se lançar por meio do saque e por meio do ataque a região onde os nobres daquela ilha se encontravam, no entanto havia um policiamento forte demais para que eles pudessem fazer com que aquilo pudesse valer a pena, as melhores recompensas tinham seus portões fechados e cada segundo que permanecessem ali era um risco constante para que fossem descobertos. Nesse momento a Pequena Akuma, ainda era assombrada pelos demônios de sua própria mente, o modo como os acontecimentos sangrentos aconteceram a sua volta pareciam até mesmo capazes de manchar a sua luz ao mergulhá-la na escuridão, escuridão essa que era capaz de fazer com que ela se auto-mutila se em um ato de profunda insanidade, quando todos haviam ali adentrado a misteriosa sala.

A visão inusitada, pareceu trazer reações inusitadas mas ali finalmente aconteceu o reencontro do grupo, algo que  poderia ser um alívio tremendo a todos ali envolvidos. Enquanto a pequena criança escolheu o caminho do auto-flagelo a ruiva ali ao ver o polvo teve a violência correndo através de seu sangue despertado, talvez por pensar que uma lula ser um tinteiro fosse uma piada de mal gosto ou simplesmente pela lula parecer o alvo perfeito para que pudesse descontar sua própria frustração do stress causado por aquele dia, a razão não importava mas, seu primeiro impulso não continuava, uma vez que seu próprio irmão ainda precisava de ajuda e assim realizaria um pedido a Ada em relação a saúde do próprio irmão seria difícil para que ela pudesse atender sem que tivesse as ferramentas necessárias mas, se esse realmente era um ponto de segurança para todos ali envolvidos na revolução teria de haver suprimentos, medicações e condições mínimas para a sobrevivência.


Teresa em meio a aquela situação parecia um pouco desconfortável, era a sua primeira vez visitando esse lugar e era claro que estar ali não era algo bom, uma vez que aquele era um lugar ao qual estava suposta a conhecer apenas na derrota, sendo um lugar indesejado por ela de todas as formas de terminar, Frist parecia ser em alguns momentos a razão no local e mesmo que o reencontro com a sua irmã pudesse ser reconfortante a insanidade parece cercá-lo, uma vez que a pequena garota pareceu perder os próprios trilhos, enquanto a sua frente havia notado a nuvem negra que parecia se formar sobre a garota, que tinha o olhar distante até que as palavras do moreno pareciam aos poucos dar um motivo para que mesmo que deixasse algumas lágrimas caírem, conseguisse sorrir de canto a fazendo olhar para ele, seu semblante era de certa forma frágil, devido a forma como seus lábios tremiam ou como as lágrimas finalmente não pareciam mais tímidas em seu rosto, algumas poucas palavras seriam ditas pela garota.

-Eu… Eu irei com você, desculpa por não acompanhá-lo na risada mas… Ainda parece que eu não deixei o cenário onde eu vi meu mundo ruir… Eu quero ser capaz de viver e parece que segui-lo pode me levar a um bom lugar, de várias maneiras… Mas talvez eu ainda precise de um tempo, para absorver isso, antes que eu possa sorrir de forma sincera e ver que há outros caminhos que ainda posso seguir, eu não vejo nessa ilha muito mais que possamos fazer, a revolução começou e foi destruída assim que se colocou a luz e… Talvez nunca tivéssemos chance… De qualquer forma, é melhor checarmos como estão indo para tentar destravar a segurança do local.

Seu tom de voz tinha pouca força, no entanto era audível a todos, seus olhos pela maior parte de suas palavras tentavam ir de encontro aos do moreno, mas assim que ela havia ali terminado, sua atenção iria para Ada.


Ada já estava no local pouco antes de  todos pareceu ter a idéia perfeita para que finalmente pudesse destrancar o que parecia um cofre e de fato a resposta seria dada pelo número incomum de tentáculos da lula, um barulho alto de click poderia ser ouvido por todos dentro da sala, assim como um barulho de maquinário alto, como se várias engrenagens estivessem trabalhando de forma veloz  o local onde estava a lula se chocava contra o teto, eliminando o pobre animal de forma indolor e bem veloz, uma passagem de escadas de madeira se revelavam ao centro da sala e os vivre cards queimam rapidamente e se desfazem.  Todos ali poderiam estar perplexos com o misterioso caminho ao qual eles poderiam tomar, caso descessem pela escada, que seria bem mal iluminada ao fim, poderiam se chocar contra uma porta se fossem descuidados, ou poderiam apenas tela aberto caso fossem mais cautelosos, no momento em que abriram a porta, eles poderiam ver um pequeno armazém,  havia latas de comida enlatada, alguns frascos de medicação adversas e o mais interessante, havia uma prateleira com diversas joias que poderiam ser convertidas em dinheiro posteriormente, assim como um pequeno baú aberto, convenientemente bem posicionado ao lado da prateleira, talvez não soubessem determinar mas  ali havia  aproximadamente 6kk de bellys em forma de jóias, que talvez pudessem ajudá-los em sua jornada.

O local era pequeno, tinha forte cheiro de mofo e a lanterna piscava a cada dois minutos, caso procurassem  frascos que pudessem ajudá-los notariam que a frente deles estava escrito para que servia o conteúdo dentro de cada frasco e o prazo de validade, não parecia  haver uma grande necessidade de conhecimentos médicos para determinar a dose, já que o tamanho de cada frasco pareceu ser do tamanho exato do que a pessoa deveria tomar, diante daquele lugar, eles tinham a oportunidade de enquanto pilhavam o local  e procuravam por um remédio que pudesse ajudar a Shiro, de organizar quais seriam os próximos passos a seguir, uma vez que Katsu ainda estava do lado de fora com um navio ao qual poderiam usar para partir para uma ilha mais próxima da Grand Line e quem sabe ter mais sucesso em cada um de seus planos.

Ferimentos:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 10 EmptyTer 08 Maio 2018, 23:00


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




A análise do salão levava alguns minutos, até que por fim eu conseguia descobrir qual seria a senha que me faria abrir aquele cofre e partia para digitá-la. Chegava a encostar as mãos no cadeado para começar a por os números, mas neste momento a minha atenção era totalmente tomada pela porta que se abria e fazia com que minha paz de espírito novamente fosse substituída pela adrenalina e pela seriedade, fazendo com que eu imediatamente levasse a mão até uma das katanas e encarasse para ver quem entraria ali.

A tensão era liberada e me permitia soltar o cabo da katana quando eu via o rosto de Nirvana a frente daquele grupo. Todos estavam ali, vivos! Nunca havia duvidado de meus companheiros. Um sorriso aliviado surgia em meu rosto a medida que eu começava a analisá-los em busca de ferimentos, Nirvana, meu irmão, Hikari, aquela mulher, todos pareciam bem exceto... -Shiro! - Exclamava preocupada, vendo que o companheiro vinha sendo carregado por outros dois, e era deixado deitado no chão. Só com minha exclamação que os presentes ali pareciam me perceber. Em um primeiro momento, Nirvana que parecia sorridente e feliz em me ver finalmente aparentava lembrar-se da condição do irmão, e preocupada vinha até mim com um pedido que apertava o meu coração.

Eu não podia, odiava admitir mas ainda era muito verde e não fazia a menor ideia de como poderia ajudar Shiro. Ainda precisava trabalhar meus conhecimentos em medicina, que até então eram tão escassos e faziam com que eu pela segunda vez não pudesse ajudar um amigo em necessidade - Nivy... Me desculpe... Eu não tenho os conhecimentos para cuidar dele. - Dizia com claro pesar na voz, sem conseguir olhar para os olhos nervosos da ruiva. Envergonhada, corria os olhos por meus outros companheiros e ouvia Leon fazer um comentário que tentava quebrar todo aquele gelo, não que tivesse muito sucesso. Por fim meu olhar voltava-se para Hikari, que parecia estranha - O que você está...!??? - Exclamava preocupada vendo, quase em câmera lenta, o dardo se aproximar do ombro da garota que parecia com um estranho desejo de se auto mutilar.

Com força, desferiria um tapa contra o rosto da garotinha atormentada que parecia falar coisas estranhas e dizer ser outra pessoa - Eu não me importo com quem você é! - Dizia trocando toda a decepção que tinha antes por fúria - Mas se ferir a Hikari novamente, eu mesma te tiro daí! - A fúria era evidente em meus olhos, talvez fosse um modo de descontar toda a frustação por não poder tratar de Shiro, mas eu tinha mais do que um motivo para fazer o que fiz. Para começo de conversa, já tinhamos um companheiro ferido, não poderíamos arriscar ter outro, e como médica, era uma afronta ver alguém se ferir assim, não poder ajudar apenas servia para que eu ficasse mais furiosa com a garota e desse as costas para esta, dando-lhe um ultimo olhar ameaçador.

Perguntava-me no que a garota estava pensando, por sorte não havia atingido nenhum ponto grave com aquela porcaria de dardo. Meu irmão vinha sendo estranhamente... Fofo com aquela mulher, me perguntava se ela sabia no que estava se metendo, ou mesmo se meu irmãozinho finalmente estava tomando algum jeito na vida. A unica coisa que eu tinha certeza no momento era que precisava tratar de Shiro, mas ainda perguntava-me como poderia fazê-lo sem ter os conhecimentos. Talvez naquele cofre tivesse ao menos um medicamento para estabilizar a febre até encontrarmos um médico em outra ilha, era o ponto de encontro dos soldados da revolução afinal - Revistem tudo! Talvez possamos encontrar algum remédio para estabilizar a febre de Shiro! - Dizia em tom mandante, andando até o cofre. Chegando lá, eu finalmente digitava a senha que havia deduzido, e algo semelhante ao mecanismo na loja de Herfesto era ativado.

Repentinamente o suporte do aquário subia em velocidade e chocava-se contra o teto, matando a pobre criatura. Aquilo me dava um pouco de pena, queria ter tido a chance de livrá-la dali, mas não fazia ideia que fosse acabar acontecendo algo assim quando eu abrisse o cofre. Engolindo aquele sentimento eu via uma escadaria surgir no centro da sala para o subsolo, e sentia o vivre card queimar-se em meu bolso com a morte da criatura - Vamos! - Dizia ao grupo em tom sério, curiosa para saber o que tinha ali e sentindo a urgência de achar um medicamento para Shiro. Seguia a escadaria com cuidado, não sabia o que havia ali e também não desejava acabar caindo devido a pouca iluminação no local. Ao fim do caminho alcançava uma porta que estava destrancada, e ao abrí-la encontrava uma espécie de armazém.

Revistava o local rapidamente, achando comida, joias e outros mantimentos. O mais importante, os remédios, também estavam ali. Não sabia quem havia deixado aqueles medicamentos tão bem etiquetados, mas só podia agradecê-lo. Procuraria pelo medicamento necessário para tratar de Shiro, e ao encontrá-lo levaria o remédio rapidamente até o companheiro ferido -Hari está em um navio logo aqui na frente, saqueiem tudo e levem para lá. Cuidarei de Shiro! - Dizia apressada e preocupada, mas por mim lembrava-me de algo e me voltava para a namorada de Leon - Você! Pode cuidar da Hikari? Não sei o que aconteceu mas ela não parece bem, e deve precisar de um curativo na idiotice que fez. - Dizia ficando zangada ao fim por lembrar-me da atitude da garota. Por fim voltaria a andar com cuidado até o ninja ferido, chegando até ele eu daria a dose necessária de remédio, e torceria para que funcionasse.


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