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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Critical Acclaim

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MensagemAssunto: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptyQui 01 Fev 2018, 14:49

Relembrando a primeira mensagem :

Critical Acclaim

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hari Nnoitra. A qual não possui narrador definido.


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Shiro L. Walker
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptyQui 12 Abr 2018, 21:38







The Unseen Blade is The Deadliest




A shade of me is enough to defeat you


Sangrava feito um porco. A dor que irradiava de meu ombro era tamanha que tinha certeza de ter quebrado alguma coisa. Ou de, pelo menos, ter acontecido alguma coisa parecida. Doía como se a bala se mexesse um pouco cada vez que puxava ar, mas pelo menos não tinha sido atingido nas pernas. Dar as costas aos guardas e ao som ensurdecedor foi a parte fácil. Correr por meio ilha até avistar aquele grupo de imbecis, tinha sido muito pior.

Claro que reconheci Nirvana à primeira vista. Estava esvoaçando junto de uma criança que, mais uma vez, reconhecia assim que batia os olhos. Hikari. Tinham também um casal de desconhecidos, mas estes eu apenas passava os olhos, ainda que um deles fosse estranhamente semelhante a alguém que conhecesse, apesar de não saber dizer exatamente quem. O problema de tudo era justamente a ruiva. Por que ela estava na cidade? Gostaria de saber o que se passava na cabeça de minha querida irmã para não ser capaz de ficar parada em um único lugar por um só dia. Ela tinha que sempre fazer algo, não é mesmo?

Quase os perdia em meio à confusão. Até que era puxado para dentro de um beco. Arrastado e sendo bombardeado por perguntas de Nirvana, que me reconhecia assim que me encontrava. Nem ao menos esperaria ela terminar seu discurso sadista quando a interromperia. O que diabos se passava na cabeça daquela garota? Lutar? Contra uma ilha, cheia de guardas loucos para capturarem qualquer um que apresentasse ameaça? O quão louca ela podia estar?

- Bom número, você endoidou de vez? Enfiava a mão por sobre a boca da garota, cortando o discurso pela raiz. – Eu não levei um tiro e acabei com essa droga de revolução para você tentar ir se matar. E por que VOCÊ não está na droga do barco em que te deixei? Revirava os olhos completamente exausto daquele impulso megalomaníaco. – Tem guardas por todos os cantos da cidade. Estamos em um beco. Se formos cercados, com sorte somos só presos. Então você não vai sair por aí dando uma de maluca. Temos a Hikari e temos que encontrou outro barco antes que eles cheguem a droga do porto. Entendidos?

Sim. Havia explodido. Mas convenhamos ela havia pedido por aquilo. Que tipo de maluca iria colocar a uma criança em risco, só para sair por aí girando um machado. Junto do restante do grupo me esconderia em meio as sombras. Esperando com todos para que os guardas saíssem logo do local, para podermos continuar nossa ida até o o porto em busca de um novo navio.

Teria a arma em punho, caso encontrado. Ainda que a prioridade seria sair da frente de prováveis ataques, esquivando-me como as condições estreitas do beco permitisse, seja jogando o peso para baixo para fugir de algum ataque, ou jogando-o para trás, para sair do alcance de algum outro. Tentaria manter-me longe da zona de perigo iminente, apenas atacando caso pudesse fazê-lo sem retaliação.

Para isso golpearia sempre baixo, mirando alvos fáceis como pernas e a parte inferior do tronco. Cada golpe seria leve e seguido do retorno a posição defensiva assim que fosse possível. Sempre atacando com estocadas, a fim de evitar bater a arma nas paredes do beco em que estava tão terrivelmente preso junto do restante do grupo.




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptySex 13 Abr 2018, 11:51


Little piece of shit!!!

Naquele beco, o rapaz de pele morena colocava Hikari no chão, sob os cuidados de Teresa e se recostava na parede. Arfava forte e sem parar, apoiando as mãos nos joelhos, na tentativa de recuperar o fôlego - Cuide dela... Enquanto... Recupero o fôlego! - Dizia para a mulher, percebendo que ela não estava tão abatida quanto a menina e tomando um tempo para si. Arrumava o boné na cabeça enquanto observava o lugar onde estavam, um beco não muito largo, com iluminação precária, porém com apenas duas rotas de fuga convencionais... "Nada bom..." Pensava consigo mesmo, com a sensação de que ali estariam, mais em desvantagem do que fugindo, sabia que Hikari precisaria se recompor para saírem de lá.

A recostaria em um dos recuos das portas ali do beco, de maneira a mantê-la com um pouco de cobertura e se abaixaria a sua frente, enquanto percebia a movimentação de Nirvana - Você precisa se recompor garota, se não Raul vai ter morrido em vão! Tenho certeza que ele desejaria que você saísse daqui com vida! - Diria a sacudindo de leve pelos ombros e provavelmente continuaria fazendo isso, se não houvesse ouvido o que se passava entre Nirvana e o mendigo, que ao que parecia era seu irmão Shiro que estava desaparecido. Leon arregalou os olhos ao entender o que o rapaz alegava e de imediato se viraria para Teresa, ele não esperava uma boa reação dela naquele momento, então a seguraria firme pelo pulso, principalmente se esta fosse sacar sua arma, aquilo só piorava, enquanto aquele bando de amigos de Ada se mostravam cada vez mais complicados do que ele esperava.

- Tsc! - Exclamava enquanto cerrava os dentes e puxava a mulhar a colando contra a parede, a cercando com seu próprio corpo e com um dos braços apoiados na parede a seu lado e o outro levando a mão a seu rosto, olhando direto em seus olhos. Esperava vê-los transbordando de raiva no momento, mas quem não o faria, acabou de perder várias vidas, sem ter explicação nenhuma e agora aparece alguém alegando ser o culpado por aquilo. Tinha de acalmá-la de uma vez, então colando ainda mais seu corpo no dela, para preveni-la de fazer algo impensável e ao mesmo tempo, para fazê-la se concentrar nele e em sua voz, ele diria firmemente - Eu nem estava tão envolvido, mas meu sangue ferveu só de ouvir isso também! Mas você acha realmente acha que um merdinha desses conseguiria acabar com a revolução desse jeito?! O máximo que deve ter feito é ter roubado alguma coisa e por isso os seguiam! Todos aqueles policiais não estavam movimentados por causa dele, você não reparou que os ordenava?! Aquele velho maldito do porto!! Alguma merda aconteceu por lá e se você não recebeu nenhuma notícia deles, só podemos esperar pelo pior! Vamos sair daqui e depois vejo o que faço com aquele ali! Agora se esta pensando em usar sua arma, a guarde para depois, pois temos que torcer praqueles "coxinhas" passarem reto por aqui, se não teremos que lutar novamente e vou precisar de VOCÊ para cuidar da pequenina alí (Hikari)! -

Leon novamente estava sério e iria soltando Teresa aos poucos, ao perceber que ela iria parando de resistir. A verdade é que ele estava "fulo" da vida, queria encher a cara de Shiro de porrada ali, até botar ele pra dormir, como poderia um idiotinha desses cavar tantas covas assim e se gabar com um tom desses?! Nirvana pode se mostrar impulsiva e até mesmo caçar problemas com isso, mas seu irmão, assim como Har, mostrava covardia e provavelmente deveria usar de métodos sem honra alguma. Mas ali não era o lugar e nem o momento para lidar com isso. Batia a mão de forma firma na parede, enquanto tentava colocar Teresa e Hikari recostadas ali e ficar a frente delas, esperando agora para ver o que aconteceria. A eminência de contato com os donos daqueles passos era pesada, fazendo o rapaz engolir a seco. Ele sabia que se estivesse sozinho, provavelmente daria um jeito de escalar para os telhados e fugir de forma mais fácil deles, mas preocupado com as duas, não tinha como fazer aquilo, então serviria de seus escudos e se prepararia para agir se necessário, deixando com que Nirvana ou Shiro fossem os primeiros abordados caso algo acontecesse.

- Se eles nos acharem, acho que teremos que abrir caminho para sair daqui... Teresa, eu vou proteger vocês, espero que sua mira me ajude novamente aqui se for preciso! - Dizia convicto para a moça, esperando que pudesse confiar nela mais uma vez. Ficava preparado para evitar investidas, primeiro tentando se esquivar e se colocar em um aposição melhor para contra atacar e evitar que avançassem contra as duas que protegia. Porém, se percebesse que as investidas pudessem chegar as duas, ele mudaria de conduta e avançaria direto contra o inimigo, aproveitando de sua própria velocidade explosiva, para atacar o alvo antes de ele executar seu ataque, realizando um soco de direita no máximo de seu alcance direto no rosto do inimigo, para desestabilizá-lo. Como último recurso, se não fosse ser possível atacá-lo sem sair impune, principalmente por estarem numa situação como aquelas, ele tentaria usar de seu outro braço para desviar o ataque do oponente, para minimizar danos ou evitar isso, ao combinar uma esquiva de corpo com o bloqueio de braço.

O que iria acontecer ali ele não fazia ideia, por isso se apegava ao que conhecia, a sua simplicidade que sempre o acompanhava por toda a vida. Tentou da melhor maneira possível fazer sua companheira se focar nele e não nos irmãos a frente. Tentou também protegê-las da melhor maneira possível que conseguia pensar ali, naquela urgência. No fim, tudo se resolveria em seus punhos novamente... pelo menos tinha agora soqueiras em seus punhos e ficaria mais fácil amassar a cara desses "cuzões".  



Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptySex 13 Abr 2018, 23:36


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




Apesar das diferenças de opinião que havíamos demonstrado até então, eu percebia naquele momento que não podia desejar estar com ninguém melhor que Hari para me ajudar naquela situação. De fato, vinhamos formando uma bela dupla, descoberta esta que me alegrava ao ouvir o homem dando prosseguimento ao meu teatrinho para convencer os policiais. Avançavamos em direção aquela escuna enquanto eu via diversos soldados correrem para longe dali, provavelmente preocupados com a ameaça ao QG que de fato havia sido genial. Algo me incomodava ao ver que nosso antigo refém, o chefe de polícia, não estava entre os homens que nos abordavam.

"Que droga você fez Herfesto? Contou a ele sobre os planos para hoje?" Pensava indignada e enraivecida por aquele pensamento. Se eu estivesse correta, provavelmente os policiais na cidade nobre haviam sido avisados e neste momento estariam muito bem armados para enfrentar nossos aliados... Só podia torcer pelo bem de meus amigos, e para que os soldados que lutavam pela revolução fossem mais fortes que seus dois líderes patéticos. Tentando abandonar esses pensamentos eu finalmente subia na embarcação e auxiliava enquanto Hari tomava a frente numa rápida negociação com nossos novos reféns. De fato, eu tinha que admitir que o tapa-olho era realmente bom com as palavras, havia provado isso mais de uma vez hoje.

Quando por fim em um tranco o navio começava a se mover, via um Hari sorridente vir até mim e me elogiar por meu pensamento rápido. É claro que senita-me feliz com o elogio, de fato, ficava até um pouco sem graça. Retribuindo o sorriso em meu rosto, eu respondia enquanto levantava a mão direita erguendo meus dedos indicador e médio em um símbolo de "V", de vitória - Formamos uma boa dupla - Retribuia o elogio, sentindo ainda a adrenalina fluir por meu corpo a cada segundo. Agora que aquela breve calmaria havia acabado, voltaríamos a ter problemas.

Alguns policiais entravam em um barco e começavam a vir atrás de nós, uma perseguição ali provavelmente não seria nada bom. Se nossos companheiros realmente estavam com problemas como eu supunha, a ultima coisa que desejava era levar mais policiais até eles. Por sorte Hari parecia ter um plano e tomava a frente desta vez. Eu, por outro lado, naquele momento me incomodava com um dos homens que estava totalmente imóvel, pensava em dar-lhe um susto mas por fim percebia em parte qual era o plano de Hari. Jogava-lhe então o homem que havia tido o tal piripaque, mostrando-se com isso o mais inútil até agora - Vamos dar-lhe uma utilidade aqui! - Gritava enquanto jogava na direção de meu companheiro para que ele o usasse como refém.

Ao ver tudo aquilo que ele falava, todas aquelas ameaças e confiança eu conseguia perceber finalmente que aquele era realmente um discípulo de Ashrya, bem diferente do que havia mostrado ser no porto. A todo momento durante o discurso de Hari eu manteria também um sorriso semelhante ao dele no rosto, típico de quem está muito confiante em sua vitória, e ansiosa para que mais um massacre acontecesse naquele dia - Por favor, decidam subir! Vai ser tããão divertido matar vocês! - Dizia empolgada após o fim das ameaças de Hari, ainda usando da atuação que havia recém aprendido.

Deixaria o resto da conversa com Hari, havia visto que ele era bom nisso e, sinceramente, apreciava que ele tivesse tido também a atitude de tomar a frente, gostaria bastante de ver do que ele era capaz estando na liderança. Ficaria apenas alerta, tomando cobertura se necessário e, assim como Hari, Aproveitaria-me do tempo que os policiais pudessem estar com o equilibrio mais afetado enquanto subiam no navio para tentar atingir-lhes com um corte de minha lâmina em horizontal, por não ser tão piedosa quanto meu companheiro, meu golpe era mirado na garganta, mais especificamente mirando a jugular onde sabia ser um dos pontos mais "sensíveis" no corpo do ser humano.

Por fim, é válido dizer que ficaria atenta a todo momento antes, durante ou após a possível entrada dos policiais no navio. Caso fosse atacada seja por um dos reféns ou por um dos policiais, já com as espadas em mãos, eu tentaria usar a katana da mão esquerda para bloquear o ataque, posicionando-a em diagonal enquanto usaria a da mão direita para disferir uma estocada contra o coração do inimigo (ou contra o estômago caso este fosse um alvo muito mais fácil). Repetiria esta sequencia simples quantas vezes fossem necessárias, apenas variando as mãos usadas para defesa e para ataque caso fossem necessárias repetições.

Finalmente é válido dizer que, caso os policiais concordassem com a rendição proposta por Hari, e tentassem manter os reféns com vida sem subir no navio, eu apenas ajudaria no que fosse necessário para nos movimentarmos mais rápido. A todo momento entretanto manteria os olhos bem abertos para o caso de sermos seguidos, e por fim diria a Hari quando as coisas tivessem se acalmado - Gostei de ver! Você é mesmo discipulo de Ashrya!



Post: 012~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue

Notes: •Ganhos: 2x Katana // Perícias: Luta de Rua e Atuação
•Perdas: 35 mil berries

Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptyDom 15 Abr 2018, 06:50

Sexto post narração


Nucleo do barco
Uma vez que Hari e Ada pensaram que encontrariam um bom caminho de fuga, tudo parecia encaminhar para uma perseguição marítima, estavam  a uma distância moderada da costa de modo que  a partida que  a pequena embarcação tinha devido ao seu motor havia dado vantagem o suficiente para que eles pudessem fugir sem correr riscos, se escolhessem continuar, no entanto eles levariam um grupo de inimigos exatamente na direção de onde planejavam encontrar seus aliados, a batalha era aparentemente inevitável, deveriam lidar com a situação mais cedo ou mais tarde e a abordagem da incomum dupla mais uma vez mostrou-se surpreendentemente efetiva, as águas estavam agitadas e a sincronia entre ambos inclusive os fizeram com que pudessem abusar do homem alto que estava literalmente paralisado de medo como meio de proteger-se ao colocar a sua vida em risco como refém, quando Hari mandou que a embarcação parasse e eventualmente quatro embarcações pareciam aproximaram-se a um ponto de que os cascos de cada pequena embarcação quase chocou-se.

O barulho de várias armas de fogo sendo sacadas e apontadas na direção deles poderiam ser ouvidas e vistas, eles estavam por todos os lados e a vida dos civis ali por muito tempo pareceu que seria um custo pequeno, eles poderiam ali parar uma ameaça que poderia ser muito maior no futuro do que eram hoje e com isso muitas vidas poderiam ser salvas ao custo de poucas. As palavras de Hari no entanto, pareciam surtir efeito, todos os homens, por mais que estivessem preparados para realizar com sucesso ali a sua missão por um momento Hesitaram e da embarcação mais próxima deles, Hari e Ada poderiam ver um rosto familiar, aquele era o homem que uma vez foi o prisioneiro deles e a situação, havia se invertido por completo, já que ele parecia ter o poder naquele momento. Seus números e a localização poderiam ali parecer difíceis para que sequer pudessem pensar que poderiam se salvar, sem que a embarcação fosse condenada e afundassem.
O mar estava agitado, tal como poderia estar os corações de Ada e Hari naquele momento, o velho mesmo com o rosto inchado devido aos golpes que levou de Frist, tinha um sorriso sarcástico enquanto ali tinha outro charuto em sua boca e ele levantou a mão direita de modo que todas as travas quase que simultaneamente pareciam ser destravadas para que realizassem o disparo contra a dupla e os três pobres trabalhadores do navio, que nesse momento pareciam aterrorizados. O velho olharia diretamente aos olhos dos dois, enquanto fechou o punho dizendo algumas palavras.

-Vocês foram inteligentes… Hari e Ada, certo? Eu sou o capitão da polícia Wingum… Acabou… Todo o plano da revolução acabou… Todos envolvidos parecem ter sido eliminados, ou pelo menos são esses os relatórios que eu recebi através de meu dendenmushi… Mas ainda parece que há um grupo de fugitivos… Talvez sejam os amigos de vocês e se são eles, eles não tem muito tempo até que sejam pegos. Vocês me pouparam uma vez. Em respeito a isso, homens abaixem suas armas, eles não voltarão a fazer novamente algo a essa ilha, pois no momento que atracarem, eu não vou impedir um segundo fuzilamento.

As palavras do velho eram irritantes, ele planejava cumprir sua promessa se houvessem o deixado ir e talvez agora eles pudessem ver isso com mais clareza, quando foram poupados em uma situação que não parecia ser possível escapar, uma vez que estavam parados em meio ao mar. Sem que pudessem esperar muito, o rapaz mais afeminado do grupo de civis, prontamente antes de ser ordenado, novamente botou o navio a funcionar e eles começaram a se afastar lentamente das três embarcações policiais, que apenas os observavam de longe.

Por um tempo eles continuariam a mover-se seguindo o vivre Card como ponto guia para um possível ponto de encontro, no entanto para que pudessem ir em segurança e certeza total de que não poderiam ser rastreados, acabariam movendo-se primeiramente a uma parte mais aprofundada em meio ao oceano, para assim contornar a ilha.
O mar no entanto, estava começando a ficar cada vez mais agitado, talvez  o clima estivesse bagunçado seria o que o mais cético poderia pensar, mas naquele momento uma embarcação de grande porte com o símbolo do governo mundial em sua bandeira hasteada  parecia vir na direção em que estavam, o navio era grande o suficiente para que por si só pudesse fácilmente partir aquela pequena escuna, algumas lanternas poderiam ser vistas do navio, de pessoas responsáveis provavelmente para evitar acidentes com pequenas embarcações, como única  luz além da lunar naquela noite que fazia parecer com que a escuridão fosse engolir a qualquer momento, principalmente agora que se afastaram da ilha e de suas luzes, estavam distantes, distantes o bastante para que Hari e Ada pudessem pensar que havia pelo menos cinco minutos até uma colisão iminente, parecia impossível pela velocidade da embarcação que eles pudessem ao mudar o rumo evitar que afundassem e no clima gélido em meio a noite, a altura do mar em que já estavam para que pudessem contornar com segurança a ilha, ter a sua embarcação afundada era o equivalente a própria morte.
Ada seria aquela a ver uma movimentação estranha de forma a acreditar que havia visto a forma de algo abaixo do barco, antes de uma forte ondulação fosse capaz de fazer com que a escuna tivesse  sido levada longe e nesse momento gritos desesperados poderiam ser ouvidos, mesmo que estivessem longe, tentáculos gigantes pareciam envolver a enorme embarcação por completo, afundando a grande embarcação que ali havia, criando novamente uma grande ondulação.
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O barco afundando fez com que a escuna encontrasse dificuldade em manter-se em sua direção. Eles só tinham uma certeza naquele momento, aquela criatura grotesca que havia afundado o barco gigantesco se comparação a eles, estava próxima e o motor a deles em meio ao silêncio que se deu ao cessar dos gritos parecia extremamente barulhento. O que fariam Hari e Ada ? Manteriam o motor ligado e arriscariam trazer a criatura para sua embarcação, pela chance de saírem dali mais rapidamente… Ou procurariam outra forma de mover a embarcação que fosse mais silenciosa?



Nucleo da fuga


A situação que se encontravam finalmente havia chegado a uma calmaria onde teriam tempo para que pudessem botar os pingos nos “i”s precisavam ali recompor um pouco de seus fôlegos, não poderiam atravessar a ilha correndo e lutando, por mais que talvez Nirvana pudesse ver com seus olhos brilhando uma situação como essa, uma vez que novamente havia sugerido um caminho violento como a solução. No entanto com as palavras de Shiro o clima ali havia mudado completamente, todos que estavam ali estavam envolvidos de alguma forma com a revolução, fosse por acreditar em seus ideais ou simplesmente pela utilidade que ela teria para que eles realizassem suas ações individuais, no entanto o orgulho com que o rapaz pareceu exibir ao tomar os créditos pelo fim da revolução antes que qualquer um pudesse realmente ter algum benefício pareceriam como um veneno ao ouvido de todos e os mais sensíveis naquele momento a esse veneno eram Teresa e Frist. O olhar triste da garota, que ainda derramava lágrimas pelas pessoas que havia perdido, havia tornado-se vivido como se estivesse em chamas, se Shiro era o responsável por tantas pessoas boas aos olhos da garota tenham morrido, seu destino não deveria ser outro se não a morte. Teresa quase totalmente consumida pela cólera sobre o rapaz pegou a pistola que havia sido dada a ela por Frist,  suas mãos estavam trêmulas, mas naquela curta distância, definitivamente ela não erraria, a situação parecia totalmente montada para que tudo caminhasse para um fim derradeiro. O disparo sem dúvidas poderia ali levar o rapaz que se  disfarçou de mendigo, assim como o seu grupo, que logo seria cercado e capturado. Porém as palavras e as ações de Frist, haviam ali garantido que o futuro do grupo pudesse seguir um caminho diferente.

Shiro estava sangrando, o ferimento que ele teve devido a bala não parecia bom e quanto mais ele se esforçava, mais fazia com que a situação piorasse, a bala ainda estava dentro de seu corpo e um tempo prolongado sem um tratamento certamente poderia causar consequências maiores e Teresa soube disso no momento em que viu o rapaz forçar uma postura ameaçadora, abaixando sua própria arma se limitaria a dizer.

-Pelas minhas mãos, esse leproso nunca vai encontrar a salvação, eu não tenho mais algo a perder… Mesmo que ameaçem a minha vida ou cortem as minhas mãos eu não irei ajudar com algo que não seja o fim de um ser tão baixo.

Teresa era firme e incisiva. Pareceu ali que lutar talvez como uma ultima opção seria o mais inteligente a fazer, de modo que até mesmo  nirvana se mostrou extremamente inteligente ao evitar até mesmo possíveis mendigos caídos ao chão, de modo a garantir que não seria percebida, o caminho não era fácil a nenhum deles, mas parecia que até que se afastassem mais, chamar a atenção seria suicídio. Teresa continuaria a guiá-los e o ritmo mais lento fez com que todos pudessem ter uma fadiga física menor em relação a fadiga mental que só aumentava a cada passo, estavam em uma situação de fuga onde naquela cidade no momento eram os procurados numero um, algo que poderia fazer com que alguns se animassem com a idéia e outros repudiassem ela por completo.

O caminho ainda parecia longo, já que o progresso que haviam feito não  havia os levado muito longe, de beco em beco eles foram driblando aos poucos os esquadrões maiores, ordens em voz alta e o barulho dos passos na neve os ajudariam a perceber a movimentação em grande número que se fazia ao redor, no entanto uma oportunidade de outro havia aparecido. Um único soldado estava ao fim de um dos becos em que eles estavam, se os eliminassem de forma silenciosa teriam a certeza de conquistar uma vantagem larga de distância em relação aos seus perseguidores, fazendo com que se eles tivessem de lutar, não tivessem muitos oponentes a sua frente.

Parecia o cenário ideal, porém duas coisas aconteciam. Shiro havia caido para frente e se ninguém impedisse sua queda seria provável que ele caísse por cima de Hikari, inconciente devido a perda de sangue, qualquer um que tocasse sua pele diretamente poderia sentir sua temperatura elevada como a de uma febre. Não apenas isso, Hikari naquela situação era uma possível chave para o caminho mais fácil para eles, sua arma não era barulhenta e um bom disparo vindo dela poderia ser a diferença entre a vida e a morte em especial do garoto que precisava ter acesso o mais rápido possível a possíveis recursos que houvessem para o local que Teresa havia falado, tentariam eles convencer a garota a sujar as mãos? Ou eles tomariam um outro rumo? O rapaz disfarçado de mendigo, não parecia que acordaria tão cedo e ali novamente havia se tornado um obstáculo ao grupo, alguém deveria carregá-lo, caso quisessem que ele os acompanhasse dali em diante. Por mais que o caminho com o único guarda parecesse ser o mais vantajoso, não era o único, poderiam arriscar um outro caminho ou abordagem mas essa decisão caberia ao grupo, eventualmente o combate viria, mas sabendo do estado debilitado de Shiro, deveriam eles ter a certeza de que caso tivessem de enfrentar uma batalha, que fosse uma que não custasse o tempo precioso para que o rapaz pudesse se estabilizar.

Ferimentos:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptySeg 16 Abr 2018, 10:50







Baby let’s go. I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


O discurso do maior fazia com que a ruiva estreitasse os olhos, principalmente quando ele tampava-lhe a boca, algo que não durava muito tempo com o gênio forte da garota, que rebatia o braço dele para o lado com o cabo do machado. Sentia a raiva e o constrangimento subir em seu peito com as palavras do outro, respondendo basicamente entredentes enquanto tentava manter o tom baixo, embora estivesse basicamente rosnando:

- Você levou um tiro porque QUIS! Eu não te pedi pra fazer porra nenhuma, nem pra sair do porto! Estava te procurando para seguirmos com o grupo, mas você tinha que sair correndo e sendo o diferentão né não? Você não atrapalhou só a eles, atrapalhou a todos nós! – Estalou a língua, e no calor empurrou o irmão mais velho para trás com ambas mãos em seu peito. Tinha dois segundos de admiração pelo irmão que já se convertiam em uma grande indignação e raiva. Que merda ele pensava que era pra falar assim com ela? Pro inferno se era o mais velho, se fosse olhar havia feito com que perdessem todo o saque e fudesse toda a cidade com aquele maldito alarme que havia tocado. Tsc, não era como se estivesse falando pra lutar com todo mundo, mas só com um grupo que os cercasse.

Seus pensamentos entretanto eram interrompidos com a visível falta de compostura de Shiro, que aquela altura já teria se recomposto, e era só com as palavras de Teresa que Nirvana entendia finalmente. O imbecil havia tomado um tiro e feito inimizade com a porra da médica.

- Genial. Tá vendo? Eu que vou ter que te operar se a coisa piorar.

Rodou os olhos, seguindo o rumo junto do grupo enquanto tentava afastar uma parcela de preocupação que parecia martelar em um cantinho da sua cabeça. Só esperava que o irmão fosse mais resistente e aquele tiro não tivesse pego nada, não fazia ideia do que fariam sem um médico daquele jeito.

Apenas tentava se focar nos pequenos detalhes do caminho, não querendo fazer barulho e delatar o grupo, mantendo agora um olho sobre o irmão que estava ferido e ela não sabia o que esperar disso.

Quando paravam vendo o único guarda no fim do corredor, a ruiva sabia que quem deveria fazer aquilo era a pirralha. Os olhos ambares correram para a pequena por um instante, instante em que Shiro começava a cair para frente e fizera com que a bárbara recuasse dois passos para segurá-lo; a pele dele queimava.

- Oe... oe, Shiro. Não faz isso comigo, acorda! Ele está queimando! Merda.. merda.

Nirvana dava uns tapinhas no rosto do maior, que parecia não querer acordar de forma alguma. A preocupação latejava, sentia o desespero de ver seu irmão idiota morrendo, o tempo era curto e ninguém ali ajudaria o maior sem ser ela. Hikari sequer conhecia o ninja para ter qualquer preocupação, não sabia que tipo de postura ela teria depois das palavras dele. Estalou a língua mais uma vez, prendendo, enquanto segurava Shiro para que ele não caísse no chão, o machado na cintura e mantendo o escudo em seu antebraço fino; Passava os braços do grande sobre os seus ombros, ao redor do seu pescoço e deixaria que ele caísse sobre as suas costas. Abaixaria-se de forma ao corpo de Shiro ficar completamenete jogado por cima das suas costas, com ambos braços ao redor de seu pescoço, e pegaria atrás dos joelhos dele, erguendo-o e segurando as pernas dele ao redor da sua cintura Dessa forma ele estaria seguro sobre ela e não cairia no chão. A ruiva estava tensa, e os olhos dourados eram pura preocupação e ansiedade, nunca havia pensado que o cheiro de sangue pudesse causá-la desespero daquela forma.

Ele era grande de mais para que carregasse com facilidade, e aquilo a colocava fora de combate enquanto tivesse que levá-lo consigo. Olhava para Hikari mas não dizia nada, não precisava-se dizer nada. Desviou o olhar para o grupo, não conseguia acreditar mais que a garota teria culhões para aquilo:

- Tem algum outro caminho? Não vou ser muito útil enquanto tiver carregando ele.

Olhou para baixo, não tinha como pedir Teresa para fazer o tratamento, teria? De toda forma... com certeza não ali fora.

Nirvana seguiria o grupo pelo caminho que fosse decidido, arrastando Shiro consigo tentando fazer o mínimo de barulho possível, sempre olhando por onde passava com ele e tentando desviar-se de objetos barulhentos. Sempre que possível apoiá-lo em algum lugar para descansar um pouco, o faria, a fim de conseguir durar mais tempo na fuga, mas de forma alguma deixaria o irmão para trás.




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptyDom 22 Abr 2018, 22:08

Wishing I had strengh to stand


Minha mente encontrava-se distorcida, perdida no fundo do abismo de dor e sofrimento que me encontrava. Apesar de acordada e ciente do que ocorria a meu redor, poucas coisas de fato chegavam a minha consciência. Era como se houvesse barrado a maior parte delas e estivesse apenas capaz de processar meus próprios sentimentos no momento.


~ Isso... Isso é o que a nobreza desse mundo é, oto-san? Era disso que falava quando o rancor aparecia em sua voz? ~


Lembrava-me das histórias contadas por meu pai, especialmente quando ele sumia por alguns meses, em seu trabalho como revolucionário. O conceito de infringir regras e machucar pessoas em busca de um mundo melhor era algo que não me entrava muito bem na cabeça. Mas começava agora a perceber. A podridão tomava conta do mundo. E por isso mesmo era necessário extirpá-la.


Captava poucas palavras do ambiente, mas entendia que o mendigo que correra para nós era Shiro, irmão de Nirvana. E que havia uma discussão, mas não percebera exatamente o que a ocasionara. Estava, de certa forma, agradecida por Leon me carregar, pois, do contrário, teria ficado para trás. Não conseguia pensar o que fariam comigo, mas, vendo o que são capazes de fazer, tinha certeza que nada de bom. Por fim chegávamos a um beco, e Leon deixava-me no chão. Suas palavras eram consoladoras, mas não eram fortes o bastante para extirpar aquela presença sombria que crescia por trás de meus olhos.


Olhos que viam a presença de um único guarda, sozinho, ao final do beco. Percebia o que aquilo queria dizer. Se passássemos por ele, conquistaríamos a liberdade, pois não haviam mais pessoas ao redor. Poderíamos, enfim, nos esconder e esperar a poeira baixar.


~ Ny-chan?


Pensava, ao ver Nirvana correr rapidamente para trás de mim. E só então via que Shiro desmaiara. Olhava para nossa equipe, incapacitada, ao mesmo tempo que havia somente um último obstáculo. Entendia, então, o que precisava fazer. Precisava? Ou queria? No fundo, sentia um pequeno monstro sussurrando palavras coléricas em meus ouvidos. Uma pequena vontade que crescia em meu peito, manifestando-se como um desejo por vingança. Ainda trêmula, tentava erguer minha postura, sacando minha besta e colocando um dardo nela.


~ Vo-você me-me-merece morrer! Pa-pagar pela crueldade! Lixo! TE ODEIO!


Tentava convencer a mim mesmo que estava ok atacar alguém. Ferir alguém. Matar alguém. Mas ainda me doía fazer algo assim. Era certo? Estava errada? O que faria? Hesitava. Minha visão era limpa, ninguém à minha frente para atrapalhar o tiro. Não percebia vento para desviá-lo. Mas tremia. Tremia de medo. Tremia de frio. Sobretudo, tremia de raiva. E, no momento em que recordava-me dos olhos de Raul perdendo o brilho, o meu recuperava. Uma chama acendia por trás de minha visão. Não uma calorosa, como sempre tive. Mas uma fria, cruel e sombria. Mas forte o bastante para acender meu ódio. E, naquele momento de fúria, disparei a arma. Trêmula, sem conseguir mirar perfeitamente, apenas aproveitando o embalo de um único momento de inconsciência, de puro instinto, de puro ódio.


Não via sequer a trajetória do disparo. Não sabia se acertara ou errara. Apenas caía ao chão, soluços saindo de meus pulmões para minha boca, enquanto pensava:


~ O que eu fiz?! O que eu fiz?!




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptySeg 23 Abr 2018, 10:48

Hari

You can try...
but you will end up

d-e-a-d

PROLOGO


Se você não sabe nadar, tenha medo de perseguições em alto mar, isso é praticamente uma regra e por mais que eu soubesse me virar tinha que cair na realidade que ali era um péssimo lugar para lutar. O barco parava e então eu via aquele amontoado de armas apontando para nós, podia muito bem ser o fim ali, quando as armas eram destravadas eu chegava a sentir um arrepio na espinho e também uma tristeza em ver a falta de valor que os policiais davam para seus pescadores, chegava a me desejar realizar a tal revolução sozinho, a policia era feita para os nobres daquela ilha e não para todos os moradores, era um dos motivos para que eu não gostasse do governo, eles eram sempre tendenciosos e seus lacaios espelhavam isso com total maestria.

No meio daquele monte de armas o rosto familiar era impossível de chamar atenção, e enquanto o homem falava eu não podia evitar o comentário.

- Esse cara comeu a teleporte no mi!?!?

Era realmente incrível toda a manobra que o homem havia feito em todo esse tempo, e pior ainda que Hefesto e Turner tinham sequer encostado nele, eu já tinha visto esse tipo de poder antes, com certeza ele era usuário de alguma fruta do diabo, não tinha outra explicação para aquilo tudo.

Mas eu quem não devia reclamar, afinal o homem estava nos dando uma bandeira branca para fugir e isso era muito útil. Suas palavras que remetiam aos outros do grupo me deixavam de certo modo preocupado sim, imaginava que alguém já estivesse morto a uma altura dessas, era triste, mas descobriria mais tarde quando atracássemos novamente na ilha. Pois é, faríamos isso mesmo jurados de morte, e se fossem presos, deveriam soltá-los, pelo menos eu tinha Ada do meu lado, essa mulher filhadaputamente genial.

Por fim o barco começava a se mexer e estávamos seguindo rota, um suor de alivio poderia escorrer de minha testa, pobre iludido eu em achar que toda aquela ação teria fim agora, iamos cada vez mais para longe da ilha enquanto o céu clima mais obscuro e então uma embarcação do governo vinha em nossa direção, e uau, eu devia estar pilotando essa escuna por que o infeliz não tinha desviado a direção antes? Estava com tanto medo assim ou tinha dormido? Era uma colisão eminente e se fosse eu roubaria aquele barco grande assim que nos resgatassem, afinal seriamos destruídos e eles não, eram os mocinhos, obrigação deles resgatarem civis, não? Claro que não, estávamos falando de um governo corrompido por seus próprios interesses. Diversas vezes em minhas viagens eu tinha visto isso acontecer, os agentes mais condecorados ignorando os pobres para irem concluir suas missões... Ok, não tantas vezes assim, mas já vi, e tinha receio de que isso pudesse acontecer ali.

Para nossa sorte ou azar o barco uma criatura gigantesca puxava a outra embarcação para baixo, eu não pensava duas vezes eu gritar com toda a força de meus pulmões.

- ACELEREM ESSA ESCUNA PARA O OUTRO LADO RÁPIDO!!!

Se tínhamos uma chance, essa era sair enquanto aquela coisa estava ocupada se saboreando dos gritos desesperados dos agentes.

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptySeg 23 Abr 2018, 23:55


The way out!!!

Aos poucos Leon via Hikari se recompor, bem aos poucos. A comoção causada pela declaração daquele que aparentava ser Shiro, o irmão que Nirvana tanto tentava achar, acabava por complicar um pouco as coisas, mas de alguma forma Leon conseguia lidar com aquilo temporariamente. Teresa claramente começava a guardar um rancor imenso contra o homem, não só ela na verdade, uma vez que até mesmo sua irmã o repreendia. Mas claramente, assim como o próprio Leon, continuaria se arriscando para salvar a vida de sua irmã, por maior que fosse a merda que ela fizesse, ele sabia que a bárbara também o faria.

"Só espero que não sobre pra mim carregar esse cuzão aí!" Pensava ele enquanto corriam por onde podiam ali, até chegar num ponto onde uma pequena luz no fim do túnel, parecia surgir. Uma aposta arriscada, pois teriam de lidar com aquilo de maneira inteligente e silenciosa... Armas de fogo?! Fora de cogitação, gritos... muito menos. Enquanto algo começava a se formar em sua mente, mais uma vez combinando suas habilidades com as da atiradora de quadris bem definidos, o rapaz de pele morena percebia que Shiro tombava, ouvindo as palavras de lamúria de Nirvana... - Só pode ser brincadeira... Tsc! - Dizia para si mesmo, quando agora via a pequenina Hikari começando a fazer seus sentimentos confusos a tomar uma forma, talvez uma tão feia como poderia vir a ser. Não podia deixar que acontecesse dessa maneira, ela precisava de tempo para digerir tudo que acontecia, ele mesmo ainda não tinha a ficha caída completamente, imagina a pobrezinha.

Tratou de tentar impedir que ela disparasse de antemão, assim que via ela tomando a besta, ele agarraria a arma de suas mãos com cuidado para não deixar que ela apertasse o gatilho - Ainda não é o momento de ser tomada por essa raiva! Você não está pensando direito para realizar um disparo agora! - Só podia rezar para que conseguisse pará-la. Entregaria então a besta á Teresa, com olhar firme e acenando positivamente para a companheira. A mulher já havia se provado para ele mais de uma vez, então não teria dúvida alguma ao botar confiança sobre suas habilidades novamente.

- Vamos fazer o seguinte, eu irei correr e chamar a atenção dele. Enquanto eu estiver correndo e chamá-lo, vai haver um momento em que vou pisar com força no chão. Quero que acerte ele nesse momento, não me importo onde, mas se possível um disparo que dificulte que ele grite. Eu acabarei com ele logo em seguida. Estou contando com você mais uma vez e aposto que protegerá minha vida, como protegeria aqueles que hoje caíram! Estou em suas mãos! - Podia até parecer que ele colocava muita pressão sobre os ombros dela, mas na verdade ele fazia isso, para que o sangue da moça ficasse mais estável depois do ocorrido com Shiro e trazê-la com os pés ao chão, um atirador depende e muito de sua calma na hora de um disparo decisivo.

Leon então se abaixou por um momento enquanto dizia a todos ali - Se preparem para correr de uma vez e Nirvana, eu te ajudarei com ele depois que me livrar daquele guarda! Mesmo não querendo, ele é seu sangue e vocês são importantes para Ada! - Então partiria a correr. Correria mais próximo da parede, do lado oposto ao que Teresa se posicionasse para ter sua mira, para assim não ficar na frente de sua linha de tiro. Analisava a cada passada a distância que diminuía entre ele e seu alvo, esperando para o momento exato que precisava, cerca de 2 metros dele e então diria - Ei, você cuzão!! - para o guarda, enquanto pisava forte no chão e já desenhava seu golpe no ar. Cada célula dos músculos de seu corpo inteiro sendo tensionadas, a adrenalina pulsando na eminência da grande explosão muscular e na ânsia do choque que esperava encontrar no momento que seu punho se fundisse com o corpo de seu adversário. Pow!! Executava seu golpe mais poderoso, aquele que ele tendia a usar apenas uma vez em um combate, para obter a maior eficácia possível.

Enquanto projetava seu corpo a frente ferozmente e velozmente, ele esperava que a seta de Teresa acertasse o alvo, ou pelo menos causasse certo espanto nele, para que Leon tivesse a abertura que tanto precisava. Mirava o rosto do rapaz, bem no meio, deforma que o peso de todo seu corpo recaísse sobre aquele golpe. Ao seu término, mesmo desgastado pelo esforço ele continuaria, socando agora a glote(traquéia) de seu oponente primeiro com a mão esquerda e depois com a mão direita em mais dois socos rápidos consecutivos e finalmente soltando seu peso sobre o do homem para leva-lo ao chão. Se precisasse tentaria tapar sua boca, mas esperava que não fosse necessário. Eram ações arriscadas de sua parte, pois sua defesa estaria com diversos pontos abertos, mas talvez fosse um sacrifício necessário para livrar a todos daquela situação. Tentaria ainda não ser tão ferido e/ou prejudicado, caso não hovesse como fugir dos possíveis golpes e investidas do oponente, mesmo em seu susto, primeiramente tentando retirar seu corpo da frente e em ultimo caso desviando/bloqueando seus golpes de forma a que se fosse ser atingido, afetasse áreas não letais e menos cruciais para aquela situação, como seus antebraços ou mesmo um de seus ombros.

Não tinha muito o que fazer, se não se agarrar aquela esperança que ainda flamejava a frente deles, confiava em Teresa, se preocupava com Hikari e Nirvana, e não podia simplesmente largar Shiro para trás. Como sempre, desde que conheceu Ada, teria que ser as costas largas que sustentavam seus companheiros, mesmo que ficassem pesados por seus números aumentassem bastante, era algo que ele tomava responsabilidade.



Pow:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptyTer 24 Abr 2018, 02:23


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




"Como podem ser tantas? Não era um barquinho só?" Pensava incrédula ao ver a quantidade de embarcações que nos abordavam. Em toda a pressa da fuga eu provavelmente havia reduzido a minha vista o número de inimigos que viriam atrás de nós após a escapada do porto. Ao ouvir todas aquelas armas sendo destravadas e ver seus canos apontados para nós eu sentia um arrepio na espinha. O fim viria a mim tão cedo? Não, definitivamente eu não morreria sem lutar, ou meu sonho de me tornar a melhor espadachim do mundo seria apenas uma grande piada! Não sabia como, mas ia dar um jeito de bloquear todas aquelas balas! Todas, até que a munição acabasse ou eu arrumasse um jeito de fugir dali. Se fosse para morrer ali, morreria lutando!

Hari tomava a frente da situação com refém, ficava orgulhosa ao ver que meu amigo de infância tinha adquirido um tipo de raciocínio semelhante ao meu neste aspecto,mas preocupava-me com o valor que aqueles homens davam a vida dos civis, e por isso nunca tirava as mãos dos cabos de minhas espadas. Era então que uma voz conhecida me chamava atenção, e dentre todos aqueles homens eu via aquele que antes era nosso prisioneiro. Como poderia já estar ali? Talvez o comentário de Hari não fosse tão sarcástico, aquele cara simplesmente sumia e depois aparecia onde bem entendesse, era doentio e aquilo me fazia ranger os dentes de raiva. Havia sido ele! Aquele era o rosto do desgraçado que havia posto tudo a perder, que provavelmente havia posto nossos amigos em perigo! E agora ele estava ali para se livrar de seus dois ultimos carcereiros.

Era frustrante dependermos da piedade daquele homem que alegava "retribuir um favor" para nos deixar fugir, com todo aquele seu ar egocêntrico. "Para o inferno com você! E com toda essa maldita ilha!" Era o que eu queria gritar, mas era esperta o suficiente para saber que aquilo ali poderia significar não só o meu fim, como o de Hari também. Por mais que odiasse admitir, sabia que aquele homem provavelmente não precisaria nem de seus soldados para me derrotar, e que infelizmente aceitar sua misericórdia era a única maneira de sair dali. Naquele momento, teria que engolir todo o meu orgulho, e sabia que fazer aquilo significava a minha sobrevivência.

Palavras eram desnecessárias depois que nosso navio começava a partir dali. Havia ouvido bem o que o velho havia falado, e sabia que Hari também tinha prestado atenção. Se existia uma chance de nossos amigos estarem vivos, deveríamos abraçá-la com todas as forças, e seguir aquele Vivre Card parecia a melhor opção no momento. Podendo finalmente respirar um pouco mais calma após a morte eminente, percebia que aquelas águas estavam muito agitadas. Mesmo sem ser uma navegadora, tendo vivido naquele mar por 10 anos sabia dizer que aquilo não era um comportamento normal das águas do East Blue. Talvez uma tempestade se aproximasse? Não sabia bem como essas coisas funcionavam.

Um semblante sério voltava a surgir em meu rosto quando via uma embarcação gigantesca do governo mundial aproximar-se da nossa. Será que o policial havia mentido sobre nos deixar ir em paz? Mais provável seria que estivessem indo para Dawn Island para ajudar a controlar a revolução que havia acabado de ser contida, e suas consequencias no bem estar da cidade e dos nobres. Assustadoramente eles vinham em nossa direção sem parecerem nos enxergar. Provavelmente seria impossível até mesmo que avissassemos de nossa presença, ou saíssemos da rota de colisão. Teríamos passado por tudo aquilo para morrer daquela forma? Malditos agentes desgraçados! Não adiantava, era muito dificil pensar em algo que poderia salvar nossas vidas naquele momento. Talvez se eu pudesse... - O que????!

Meus olhos se arregalavam quando eu via aquilo embaixo do barco. Tinha algo... Definitivamente tinha algo ali, e eu sabia que não era nada bom. Sentia nosso navio sendo jogado para trás pelas ondas a medida que tentáculos envolviam o navio do governo e começavam a puxa-lo para a água. Mais uma vez gritos de agonia e desespero tomavam meus ouvidos, a sinfonia que tinha naquele dia não era nada agradável e, mais do que nunca, eu precisaria pensar rápido! O motor de nosso navio fazia um inferno de barulho e aquilo poderia mostrar para a criatura que ela havia se esquecido do tiragosto. Mas eu não entendia de navios, o que fazer? O que fazer?

- Rápido, precisamos sair daqui! Tem algo que não vá fazer tanto barulho? Estamos tentando sobreviver! Se não tiver, deixe o motor a todo vapor e vamos sair daqui já! - Não fazia ideia de como seria o melhor modo para sairmos dali silenciosamente, ou mesmo se havia um. Seguiria quaisquer ordens dadas a mim pelo piloto ou outros tripulantes do navio para encontrar uma forma melhor de escaparmos, não estava em condições de dar ordens naquele momento em um assunto do qual claramente não entendo. Caso não houvesse nada que eu pudesse fazer para ajudar, ou não houvesse outro meio de sairmos, apenas ajudaria e torceria para que aquele motor barulhento pudesse nos afastar o máximo possível daquele monstro.


Post: 013 LULA DE NOVO~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue

Notes: •Ganhos:
•Perdas:

Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptyTer 24 Abr 2018, 06:44

Sétimo post narração


Nucleo do barco


Hari e Ada estavam vivendo naquele momento o que poderia ser chamado de filme de terror em especial por terem de aceitar a rendição e engolir o próprio orgulho, algo que poderia naquela noite ser tão assustador quanto o monstro que havia afundado aquele barco talvez, esperar pelos policiais não fosse a melhor  das decisões ou talvez tenha sido justamente aquilo que havia os salvo de terem seu navio naufragado pelos tentáculos do que haviam acabado de ver, quando o navio havia se afundado um silêncio aterrador pareceu tomar conta do ambiente e tanto Ada quanto Hari naquele momento puderam sentir um medo que talvez pudesse naquele momento tirar deles a sua calma e a sua racionalidade, eram completamente opostos, mas completavam um ao outro até então de forma genial e até mesmo seus planos para que pudessem seguir o caminho usando do vivre card para um local que estava coberto de mistérios dependiam mais uma vez de suas decisões, que poderiam determinar a sua sobrevivência.

Ada havia se colocado a procurar algum meio de mover a embarcação sem que pudessem fazer muito barulho, tendo a voz como seu maior princípio ativo e prontamente o rapaz de feições mais afeminadas correndo de forma estabanada segurava alguns remos  que tinham quase mesmo tamanho que ele, no entanto ao ouvir o que Hari havia sugerido o rapaz ficou confuso, estava com medo e talvez tenha tomado ali a pior decisão de sua vida ao tentar cumprir as duas ordens ao mesmo tempo, acabou soltando os remos e correu para a sala do maquinário para fazer o motor funcionar na velocidade máxima e quando o fez o motor começaria a levá-los adiante em uma velocidade grande o som do motor no entanto em meio ao silêncio pareceu pelo menos dez vezes mais alto para todo mundo que estava acima da embarcação e isso se devia muito provavelmente ao medo da criatura os notar, as águas tornaram-se extremamente agitadas naquele momento e a má iluminação naquele momento pareceu agir ao favor deles, quando a criatura emergiu parte de seu corpo, fazendo com que eles pudessem presenciar parte do horror que era aquela criatura, eles poderiam ver os olhos da criatura e parte de uma forma que era gelatinosa, completamente desconfortável para os olhos.
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Seus olhos tinham um tamanho grande o suficiente para que Ada e Hari pudessem ser pequenos se comparados a proporção do animal, que por um tempo procurou a origem do som movendo apenas os olhos, se Hari e Ada naquele momento permanecessem quietos a criatura não os terá notado e acabaria por afundar novamente ao mar, enquanto a embarcação continuava a avançar, não sabiam dizer quanto tempo havia se passado desde que a criatura ali havia desaparecido, mas poderiam respirar aliviados eventualmente já que nenhum perigo ali pareceu os ameaçar o luar começou a brilhar com intensidade se refletindo sobre o mar, dando ali a Hari e Ada uma bela visão para que pudessem enfim colocar os pensamentos no lugar e se organizarem como fariam, eles haviam saído um pouco da rota mais próxima e por onde olhassem só pareciam haver  as águas escuras do oceano com a tranquilidade estabelecida,  um deles teria de constantemente ajustar o curso para a direção onde o vivre card lentamente começava a voar, poderiam pensar naquele momentos quem diabos era “Tinteiro”ou até mesmo pensarem sobre suas ações anteriores, os civis estariam as ordens dos dois para que continuassem a seguir diretamente ou talvez pudessem tomar uma rota mais segura, não sabiam o seu destino mas sabiam que o perigo estava sobre a terra firme.


Núcleo da  Fuga


Os acontecimentos ainda estavam muito recentes na cabeça de todos, mas talvez quem mais precisasse de forças para continuar naquele momento era Hikari, emoções como o medo e até mesmo o rancor pareceram correr sobre seu pequeno coração, sua mente e seu corpo pareceram em uma luta interna, mesmo que as palavras de Leon pudessem ter um papel fundamental para despertá-la pelo menos um pouco e a queda súbita de Shiro devido ao seu ferimento anterior, viria como um obstáculo indesejado, precisavam não só tratar do rapaz, sua febre ardeu com intensidade e talvez não pudessem determinar a gravidade dessa situação por completo. Nirvana havia se colocado a carregar seu próprio irmão, por mais que todos pudessem ali estar sofrendo devido a uma decisão egoista do garoto, ele ainda compartilhava de seu sangue e a ruiva não teve opção que não fosse levá-lo. Eles tinham uma oportunidade que parecia perfeita, havia um homem que não só não havia visto suas posições, como poderia ser a chave para um caminho muito mais livre.

Era de fato conveniente, talvez até demais mas, naquela situação eles tinham de aceitar qualquer chance que pudessem ter de naquele momento escapar, e algo que poderia surpreender a todos ali era a iniciativa de Hikari, que naquele momento era provavelmente a segunda pessoa que mais sofreu emocionalmente com as perdas após Teresa, com a morte daqueles que estavam lutando pelo que acreditavam ser o certo, empunhou sua besta e pareceu estar disposta a realizar o disparo para salvar o grupo, mas suas mãos tremiam, assim como seu corpo o ódio a fez até mesmo pensar em coisas que ela odiaria poder se tornar, sendo aquela que pregou pela paz em todos os momentos, mostrando que o mundo era cruel até mesmo para fazer com que a inocente garota estivesse apertada contra seus próprios princípios para que pudesse tentar alongar um pouco mais a sua vida, porém naquele momento Leon havia sido quase como o cavaleiro que vem a cavalo branco em contos de fada e a impediu por completo de cometer um ato que talvez pudesse assombrá-la pelo resto de seus dias, não só pelo ato de tirar a vida de alguém diretamente, mas por ter feito isso impulsionada por um sentimento de raiva, como se clamasse pela justiça ao pobre Raul, que por mais que estivesse ali envolvido não era um guerreiro, apenas um artista que acreditava que sua cidade poderia ver dias melhores.

O moreno disse algumas palavras para Teresa que prontamente aceitou a proposta do rapaz, estava abalada e isso não seria surpresa, talvez por isso Leon tenha sugerido ser uma distração para que pudesse dar uma chance a mais da moça realizar o disparo com uma arma ao qual não estava acostumada, para quem pudesse naquele momento olhar para Teresa, a veria secar as próprias lágrimas como se não quisesse perder mais ninguém com quem se importava, odiava ainda profundamente o rapaz que estava sendo carregado por Nirvana naquele momento mas, de muitas formas o rapaz que lhe entregou a besta havia se provado alguém que ela definitivamente não queria perder e com isso, suas mãos trêmulas ganharam firmeza, tanto pelo sentimento positivo, como também pelo sentimento negativo que viviam em seu coração.
Leon executaria então seu plano chamaria a atenção de seu alvo que até então não havia o percebido se aproximar, era possível vê-lo começar a movimentar sua mão na direção da arma que tinha em sua cintura, mas o golpe de Leon ali era certeiro e o pegou antes que ele pudesse causar qualquer mal ao rapaz, porém aquilo não o teria finalizado porém havia ali aberto a oportunidade para um disparo fácil de Teresa que lhe atravessou a cabeça o fazendo cair de imediato ao chão e naquele momento a moça devolveria a arma para Hikari de imediato, não tinham tempo a perder e precisavam garantir que pudessem sair daquele local o quanto antes, a ruiva sabendo de sua condição evitou a todo custo qualquer tipo de barulho que pudesse fazer e mesmo que ela fosse muito forte, carregar seu irmão não tinha ali apenas o peso físico, como possivelmente  o peso emocional, naquele momento ela poderia ouvir a respiração do rapaz sobre as suas costas  e não só estava pesada, como também tinha intervalos longos onde ele parava de respirar e isso poderia afetar muito a garota naquela situação, que a forçou a ser forte pelos dois, se quisessem sair dali juntos. O caminho que eles haviam aberto os fizeram caminhar por alguns minutos sem que pudessem sequer ouvir o barulho de algum esquadrão, poderiam eles respirar aliviados? Encontravam-se naquele momento escondidos em meio a uma área residencial, onde todas as janelas e portas pareceram bem fechadas, um possível arrombamento seria possível, porém sem dúvidas os revelariam caso ainda houvesse algum homem que os caçava próximo porém aquela situação era a todos  exaustiva, Nirvana seria no momento a segunda pessoa que mais precisava descansar, a posição em que carregava Shiro dificultava a  respiração de ambos e naquela situação, mesmo que tivessem pressa, precisavam ter a certeza de que todos sairiam dali com vida e o tempo se fez necessário, Teresa apontaria para um local onde havia alguns pedaços de pano ao qual poderiam ser usados para que nirvana ou aquele que pudesse se dispor a tentar diminuir um pouco a temperatura de Shiro pudesse usar, a temperatura local era extremamente conveniente para tal, no entanto talvez lembrassem de mesmo com a temperatura, tomar cuidado para que não pudessem piorar o estado do rapaz. Algumas luzes do que pareciam lanternas percorriam o final da rua, não pareciam muitas pessoas, mas sem dúvida faziam parte daqueles que os procuravam e a situação poderia piorar muito se eles não fossem rápidos e tomassem uma decisão ali. A ruiva definitivamente não teria o fôlego para encarar algum oponente naquele momento e pior do que isso, não havia alguém além dela que provavelmente iria se dispor a tentar diminuir os efeitos que a febre dada a possível inflamação no braço de Shiro causava, deveriam se dividir? Deveriam ali apenas se esconder? Todas opções pareciam arriscadas e caso o grupo se aproximasse dos panos, poderiam sentir um cheiro fétido, eram fraldas de pano descartadas, provavelmente pela impossibilidade de total remoção das fezes ou algo do tipo, caso os panos fossem usados, aquele que fosse usar poderia apoiar a própria mão sobre a parte limpa, porém inevitavelmente o rapaz teria contato com a parte mais suja e Teresa definitivamente não ajudaria com o rapaz com algo que não fosse instruções, caso alguém a perguntasse algo, havia a possibilidade de rasgarem também o pedaço da roupa que o rapaz usava ou a própria, porém isso provavelmente acabaria por deixar a pessoa mais exposta ao frio. Antes que o grupo pudesse tomar qualquer decisão Teresa diria:
-Ainda falta um tempo para que possamos chegar… Lá deve ter alguns remédios que podem ajudar o lixo a sobreviver, mas eu dúvido que ele desperte… Eu já fui ao tinteiro uma vez, sei como chegar lá mesmo sem o vivre card...Porém há uma situação que vocês devem pensar que eventualmente discutiremos… Tinteiro precisa morrer no momento em que chegarmos ao esconderijo, do contrário vamos nos colocar em risco de sermos descobertos…

E com essa frase, caberia a eles tomarem a decisão sobre o que fariam em relação às luzes, em relação ao possível cuidado com Shiro e em relação a Nirvana precisar de um tempo para que pudesse continuar a andar ao lado deles, carregando seu irmão. Hikari, teria um tempo melhor para que pudesse digerir um pouco a situação, caso escolhesse se esconder ou ajudar a ruiva no lugar de lutar ou talvez fosse coagida pelo rapaz a juntar-se a ele, deveriam eles contar totalmente com a sorte para que não fossem notados? De todas as formas a situação poderia ser frustrante naquela situação, fugir e se esconder não parecia para muitos ali presentes a primeira escolha em uma batalha, mas em prol a sobrevivência e com uma pessoa com a saúde debilitada, eles tinham ali decisões mais delicadas a tomar do que simplesmente avançar para além do limite do corpo, ainda itnham um  caminho a percorrer e sequer poderiam imaginar o que havia acontecido a embarcação que poderia ser o ponto de fuga deles naquele momento, que já não mais existia.


Ferimentos:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 9 EmptyQui 26 Abr 2018, 21:27

This is not what I had planned


Meu ato de desabafo era prontamente impedido por Leon, que tomava a besta de minhas mãos enquanto dizia-me palavras de apoio. Não entendia muito bem seu conteúdo, porém.


~ Ainda não é a hora? Quando então devo ser tomada? ~


Apesar de ser algo simples, havia um questionamento interno. A frase me levara a algum lugar tenebroso de minha mente, dificilmente acessável, que me fazia sentir uma sensação diferente. Ainda não era a hora. Mas estava perto. Percebia isso.


Assistia, caída no chão, a luta ocorrer. Observava o dardo atravessar o crânio e o corpo sem vida desabar no solo. Sentia um arrepio percorrer minha espinha. Era medo? Ou prazer?


Recebia a arma de volta e, agora, fitava-a com o olhar longe. O instrumento parecia diferente do que o vira de outras vezes. Sentia uma curiosidade mórbida. Pensava como seria se fosse o meu corpo a receber o projétil. O que sentiria? Qual seria a sensação?


~ Por que a ponta do dardo está se tornando um imã? ~


Semblante vazio, olhar distante. Apenas acompanhava a procissão. Sem rumo. Sem destino. Ou talvez com destino tão certo que não pudéssemos mexer. Com um dardo em mãos, fitava-o. Olhava-o como a quem olha um antigo amor, recém-descoberto. Sentia sua ranhura, sentia seus entalhes. Apreciava aquela simples, porém bela, obra de arte.


~ Uma bela obra, mas não uma obra-prima. Falta algo, mas não sei o que...


Seguia o grupo, bem como seus planos. Mas estava distante, aérea. Não prestava atenção nos detalhes do que acontecia a nossa volta, tampouco seria útil sem receber as instruções adequadas. Mas encontrava-me em tal estado disperso, que poderia executar o que fosse sem perceber que estava fazendo.


~ O que está faltando? ~




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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