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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Critical Acclaim

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MensagemAssunto: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyQui 01 Fev 2018, 14:49

Relembrando a primeira mensagem :

Critical Acclaim

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hari Nnoitra. A qual não possui narrador definido.


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Katsu
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyQua 07 Mar 2018, 09:59

Hari

You can try...
but you will end up

d-e-a-d

PROLOGO


Aparentemente o homem fingia ignorar minha pergunta sobre a pirataria, seguindo logo para o caso do policial que acabava por ser exatamente o que parecia, algum tipo de complô pra um ato de revolução talvez, ou quem sabe o tal aposentado trabalha com algum tipo de venda no mercado negro e por isso precisa da policia fora, mas naquela ilha em nada, o que poderia servir de mercadoria. Apenas acenava com a cabeça quando o homem terminava de falar e entrando na sala podia ver uma grande escultura, provável que o mesmo navio da pintura, uma oportunidade de perguntar novamente.

- Aquele navio, é o mesmo da pintura no quarto, certo? Pode me falar sobre ele?

Já daria para ouvir os gritos de nirvana e de sua maneira, com certeza seria a primeira a me achar, enquanto o projeto de ninja provavelmente estaria a seguindo melancolicamente, se é que ainda eram assim, muita coisa poderia acontecer para mudá-los.

Continuaria ali esperando paciente até que entrassem a tropa, me sentia curioso perante a qual seria a aparência de todos eles e caso Nirvana realmente fosse a primeira a entrar, a irmã mais nova, não manteria formalidade, iria em direção para abraça-la, seria ótimo ver um rosto familiar após tantos anos longe, após tantos problemas.

- Oooh você cresceu bastante!!

Diria rindo para a mesma, deixando sair em minhas palavras toda a empolgação que sentia de acordo com aquele reencontro. Não poderia deixar de notar o machado com alguns traços de design que já me eram familiares de ser da garota, é claro que um ferreiro andaria com seus projetos, mas sem dúvida era uma arma aparentemente muito melhor do que as que eu costumava ver sendo feitas por ela antigamente.


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Nolan
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyDom 11 Mar 2018, 06:46

Nirvana, Shiro, Ada e Hari


Mesmo com todas as explicações e medidas que o ferreiro prometeu tomar para deixar todos relativamente seguros, Shiro continuava apreensivo, para não dizer totalmente contra aquilo tudo. Mas para ele não tinha o que fazer a não ser seguir as duas garotas que já haviam entrado de cabeça na ideia. Percebia-se que a razão do grupo normalmente perderia para o ímpeto e empolgação dos outros membros, mas mesmo assim ele não pararia de tentar. Nirvana era filha demais da sua mãe para recusar algo como aquilo, e parecia que de certa forma a Ada pensava do mesmo jeito que a garota, tornando impossível recusarem.

Só que o garoto, tentando tanto negar a revolução, entendia tudo errado outra vez. Mesmo Hefesto sendo o líder da revolução, o exército não era exatamente dele. O povo obviamente foi treinado pelo ferreiro, mas eles o procuraram por não aguentar mais os mandos e desmandos da fútil e ditadora nobreza local. Só que como já haviam rechaçado uma revolta antiga e tratado-os bem por um curto espaço de tempo, eles pensaram que estava tudo bem. Não é incomum os bem favorecidos não entenderem os problemas que o povo passa, ainda mais se a vida desse povo não valer praticamente nada para eles.

Chegando ao porto vários cheiros e barulhos diversos inundavam os sentidos do grupo. Uma feira pobretona, mas ainda sim uma feira, funcionava a todo vapor. Óbvio que os produtos eram mais escassos e não tinham tanta variação como em outras cidades, mas uma feira é barulhenta não importa sua situação. O barco para onde iam nem era tão luxuoso assim, mas o contraste com as pobres embarcações de pesca dos ilhéus a tornava muito mais bonita.

Como sempre Nirvana era a primeira a tomar a iniciativa, escalando rapidamente o barco e chamando avidamente os outros a segui-la, mesmo sabendo que seu irmão não aumentaria nem um pouco a velocidade de seus passos. Por causa disso, também foi a primeira ao ver Hari, chamando-o de pervertido da forma mais natural do mundo. Ao adentrar na cabine percebeu que estava cortando um pouco a conversa dele com aparentemente o capitão do navio.

— Sim, é o mesmo navio. — O capitão Turner percebia a entrada da garota e se virava para a porta. — Parece que eles já estão aqui dentro. — E sorria, saindo do caminho deles.

Nirvana se atirava no pescoço de Hari visivelmente com saudade do tempo que eles haviam passado distantes. Shiro subia meio quieto e antes de subir, Ada se voltava para Hefesto pedindo para praticar um pouco com ele outrora. O ferreiro sorria para a garota enquanto botava a mão na cabeça dela de forma fraternal.
— Fale primeiro com seu amigo, depois subiremos no convés e praticamos um pouco, tem uns truques que aprendi depois de velho que podem te ajudar. — Ada também tinha outras preocupações, não sabia onde seu irmão estava. Não desejava o mal dele ou algo assim, mas sempre que estavam juntos ele era sempre muito super protetor e aquilo a incomodava muito. Mesmo assim não era hora para tais preocupações, Hari estava logo acima e um reencontro depois de tanto tempo sem se ver é sempre especial para qualquer um.

Lá em cima, Hari respondia aos afagos da garota e percebia o quanto ela havia crescido. Ada chegava no convés do barco e o último, demorando um pouco mais, era o Hefesto, só começando a subir quando a loira estava lá em cima. Ela usava uma saia, então o velho havia sido bem respeitoso naquele momento e aproveitava para dar uma olhada nos arredores para ver se os observavam. Com todos reunidos lá em cima o velho ferreiro sugeria algo interessante:

— Mais amigos estão para chegar, Viper parece estar testando um certo alguém mais ou menos promissor e trará Raul também para cá. Essa garota me chamou para uma disputa amistosa. O que vocês acham de subir no convés e conversarem um pouco, me parece que vocês estão separados a um bom tempo. Bem… A escolha é de vocês, se quiserem conversar aqui dentro ou lá fora tanto faz. — Ele coçava a barba levemente animado com uma disputinha. — Vamos subir garota Ada?

Ele se dirigia para o convés enquanto gritos do Turner eram ouvidos lá de longe. Ele dizia que o ferreiro teria que consertar com as próprias mãos todo e qualquer dano causado no barco, o que apenas o fazia rir com a situação. Os jovens dentro do barco tinham a liberdade de fazer o que quisessem, tanto explorar a cidade quanto continuar ali e aprender algo que quisessem, já que haviam muitos livros e o conhecimento tanto do Capitão Turner quanto do Hefesto eram bem amplos.







Leon e Hikari


A jovem Hikari continuava empolgada, agora tocando outra canção animada no violino emprestado pelo músico. Aquilo fazia a garota esquecer de toda a pretensão de explorar a ilha, fazendo com que a garota focasse única e exclusivamente à sua performance. Tal ato não animava apenas os lutadores, mas também a plateia involuntária que assistia dos bares de esquina. Viper dava gargalhadas enquanto falava baixinho:

— Vou levar essa garotinha também, ela é muito divertida e não parece ser uma ilhéu. Qualquer ajuda é bem vinda. — Enquanto isso puxava um mini den den mushi do bolso e ligava para um certo capitão explicando a situação.

Perto da fonte a luta continuava acirrada, fazendo o mulherengo Leon tomar uma atitude drástica. Utilizando toda a sua força com sua melhor técnica, o jovem se lançou contra o policial que percebeu o perigo da ofensiva e tentou desviar. Porém o golpe no seu queixo havia selado seu destino. Suas reações estavam mais lentas e sua única opção foi tentar absorver o golpe, o que acabou não dando muito certo, fazendo-o tomar boa parte do dano mesmo com o bloqueio. Percebendo sua golden chance, Leon não deu espaço para ele se recuperar, acertando um ótimo combo de gancho ascendente e descendente, levando-o a nocaute.

Do outro lado a luta havia acabado também e o policial que Raul Cortez enfrentava estava agora desacordado de barriga para cima dentro da fonte com o supercílio ensanguentado. Ele virava para Leon e falava com um tom de aprovação:
— Você é um bom combatente, quando parece que está motivado por algo. — e olhava para Viper que se aproximava. — Cuidado com essa aí, ela usa seu corpo para conseguir o que quer, se não tiver problema com isso, tudo bem.

Como dizia o músico, a mulher saia da mesa que estava sentada e ia na direção do grupo. Ao chegar perto, dava um olhar estranho direcionado ao Raul e enfim se virava para conversar com o irmão superprotetor.
— Muito bem, cumpriu bem sua promessa, agora venha comigo, irei te levar até onde sua irmã está. — então se virava para o músico e continuava a falar:

— Pegue seu violino e venha logo. Chame a garotinha também. Vai que ela nos anima. —
Aquela proposta o fez negar veementemente no início, falando que ela era apenas uma garotinha, mas a mulher acabou convencendo-o. Ele chegava perto da menina e começava com um agradecimento.

— Você tocou muito bem enquanto lutávamos, tem talento. Aquela mulher ali com cara de piriguete perguntou se você não estava afim de vir conosco. Pelo que ela tinha me contado antes o lugar para onde a gente vai tem uma boa quantidade de pessoas de uma idade mais próxima da sua do que da nossa, vai ser divertido.

Obviamente a garota era livre para fazer o que quiser, mas caso não os seguisse ela teria três ruas para entrar que levavam para regiões diferentes da cidade. Um caminho ia para o porto, outro para a área dos bordéis e um terceiro seguia para a área rica da cidade, que não chegavam a ser nobres, já que haviam perdido a tempos seus títulos de nobreza, mas tinham poder aquisitivo para serem ao menos respeitados por eles. Se os seguissem o caminho daria novamente ao porto, ao navio do Turner que de certo modo ficaria realmente mais animado com a junção de toda aquela gente. Leon finalmente reencontraria sua irmã e caso Hikari lembrasse, ela estaria cara a cara com as pessoas que viveram de certa forma junto dela e compartilhavam basicamente a mesma história de infância.

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Shiro L. Walker
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Shiro L. Walker

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyTer 13 Mar 2018, 18:13







The Unseen Blade is The Deadliest




A shade of me is enough to defeat you


A feira seria o ponto de fuga perfeito. Podia ser pobre no que oferecia para seus compradores, mas uma feira sempre vem acompanhada dos melhores amigos dos gatunos. Multidões. Um grupo pessoas pode ser facilmente usado para sumir. E é ainda melhor se eles estiverem gritando uns com os outros.

Subia até o navio, mas não com a intenção de permanecer. A embarcação claramente se destacava das demais. Consideravelmente maior e de aparência muito mais limpa o navio para o qual Hefesto nos guiava com certeza serviria para uma fuga rápida. Esperava apenas que não fosse chamativo a ponto de atrapalhar enquanto eu me esgueirava para fora.

Desde o momento que avistava a embarcação a fuga começava a ser planejada. Com olhos vasculhava os corredores naturais de gente, a procura de rotas de fuga. Quantos daqueles civis estava mancomunando junto de Hefesto? Me perguntava. Quantos estariam dispostos a abandonar suas vidas quando o combate começasse?

Se houvesse um jeito de impedir aquela insanidade, antes que o sangue corresse, não seria este o caminho certo para tomar? Se pudesse impedir que vidas fossem jogadas fora, ou que qualquer um deles fosse ferido sem necessidade maior, além daquela chamada de aventura, por que não deveria fazê-lo?

Com a mão apoiada levemente a arma, apenas por precaução, eu havia me posto sobre o navio até confirmar a segurança de Hari. Hefesto não havia mentido sobre isto. Ficava aliviado pela presença do mais velho. Com ele por perto as garotas teriam alguém que cuidasse delas. Ainda que este alguém fosse aquele homem. Teria de entender-me com ele se um só fio caísse da cabeça de Nirvana.

Como era o último do grupo a me aproximar não esperava que os cumprimentos tivessem fim. Da mesma maneira que um ninja faria esgueirava-me para fora de vista enquanto todos ainda estivessem preocupados, matando suas saudades. Se não conhecia o caminho poderia assumir que o sabia com base em especulações. Voltava em silencio ao convés e descia para a feira abaixo.

Em meio à multidão iria me perder dos demais. Propositalmente me mesclando enquanto buscava algum trecho que pudesse servir para preparar um novo disfarce. Precisava de um novo rosto que chamasse menos atenção. Algo altivo como de um mercador que havia vindo fazer negócios na ilha. Precisava de um rosto que me desse um ingresso para a região da nobreza. Só com isso seria capaz de colocar o plano do ferreiro em cheque.




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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyQua 14 Mar 2018, 19:32

Lead the way!!

Assim que sentia o corpo do policial ceder sobe meu punho, comecei a ponderar se havia exagerado na luta, mas... nunca fui bom em me segurar, ir contudo é o melhor estilo masculino - Hahaha! Você também leva seu jeito para isso! E já digo, tem duas coisas boas nesse mundo que nada supera, mulheres e boas lutas! Para isso estou sempre motivado! - Dizia a Raul Cortez, já imaginando que seria uma boa luta entre nós - Se tivermos tempo, qualquer hora lutemos entre nós que vai ser bom! E quanto a aquela ali, vejo que ela tem mais em comum comigo do que eu pensava, afinal... Pra que servem nossos corpos se não para aproveitar?! Haha! - Completaria já afiando os olhos ao encarar Teresa, por um segundo podia jurar que começava a salivar discretamente, enquanto minha mente viajava ludibriada pelas curvas que meus olhos contemplavam. Se tudo der certo, a noite poderia ser boa.

Ao que parecia havia cumprido com as expectativas de Teresa e agora me levaria até minha "irmã", mas como poderia ter certeza de que seria Ada quem viria a encontrar?! Além disso, para onde iríamos que não seria lugar para uma criança, segundo Raul?! Precisava esclarecer umas coisas - Você tem certeza de que é minha irmã né? Ada  Spice Rock?! Pequenina como você, cabelos brancos e longos, roupas vulgares que mostram suas curvas, mais do que deveria, eu acho, e provavelmente vai estar carregando uma espada por aí! Talvez esteja acompanhada de mais algumas pessoas com essa idade mais ou menos, ela disse que iria encontrar amigos de infância! é essa irmã que você sabe onde está? Bem... não custa nada ir e ver se é a piriguete certa! - Falei e falei, mas eu acabava concluindo que valia a pena segui-la independente de sua resposta, no mínimo poderia tirar um tempo com Teresa se não fosse Ada mesmo quem ela me mostrasse.

Ao ver que insistiam em levar a pequena violinista, algo parecia meio suspeito, mas lutar ao lado de Raul me fazia confiar nele, ele tinha punhos sinceros, então apenas ajudaria a manter aquela garotinha a salvo, afinal não é seguro deixá-la perambulando por aí assim, não na minha visão de como é a segurança aqui por essas bandas, vai que aparece alguém que gosta dessas novinhas e não liga para as consequências... - Ei pequenina, me chamo Leon Rock e você? Sua música é muito boa, pude sentir bem aqui! - Diria apontando para o peito na altura do coração em mim mesmo - Imagino que minha irmã deveria ser como você quando era mais nova, a verdade é que não crescemos juntos, ela me contou que cresceu com crianças filhas de membros de um bando pirata chamado "Sickles at sea", algo assim... E que iria encontrar com eles aqui nessa ilha! Então só posso imaginar como ela cresceu já que apenas a conheci a pouco tempo! Venha conosco, se eu não encontrar com ela vou acabar tendo que procurá-la pela ilha toda mesmo, posso te fazer companhia! O que acha?! - Eu realmente sou um tagarela, pelo menos quando falo com mulheres e crianças sou assim, percebia isso ao ver que acabara de entregar toda minha história, apenas para convencer uma garotinha a não andar por ai sozinha, mas fazer oque?!

Seguiria com Raul e Teresa, mesmo que a garotinha escolhesse vir ou não, havia dado minha opção de companhia, mas não iria fazer papel de babá atoa. Chegando ao lugar de prontidão olharia em volta a procura de Ada, afinal era meu propósito principal, mas se pudesse claro que tiraria uma casquinha de Teresa ao ter a oportunidade. Cabia agora ver o que aconteceria. Se viesse a encontrar Ada, a daria um pequeno cascudo em sua cabeça e diria - Como assim você me larga com aquelas mulheres e sai por ai assim?! E... você precisa se vestir melhor em!! Ta cheio de tarados por aí! Afinal, encontrou seus amiguinhos?! -

Fora isso, perguntaria para Teresa e Raul - Afinal, por que estão juntando tanta gente por aqui? Não posso deixar de pensar que aquela luta toda na fonte foi uma espécie de teste!! Por acaso quer mais de mim além de meu corpo, Teresa?! -


Histórico:
 

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Última edição por Frist em Qui 15 Mar 2018, 13:23, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyQua 14 Mar 2018, 21:15

... Feeling good


Dispersa em meio a minha música, quase não percebia quando a luta acabava, enfim. Ouvia os agradecimentos de Raul, o que fazia-me sorrir de orelha a orelha, bem como ouvia a sua proposta.


~ Outras pessoas de minha idade... Não me importo muito com isso, mas ele tá me tratando como uma garotinha... Hmph ~


Ficava um pouco bolada com isso. Ficaria emburrada,
provavelmente, mas a frase do homem ao meu lado surpreendeu-me completamente.


~ Ada... Ada Spice Rock... esse nome me traz lembranças... Onde já o ouvi antes? ~


Meu semblante ia ficando mais sério, tentando captar em minhas memórias. O nome me era estranhamente familiar, até demais... Mas se não era alguém da ilha, quem poderia ser?


~ ADA! NÃO! SERÁ MESMO ELA? ~


Quase com um sobressalto, meus olhos arregalados olhavam para Leon, que acabara de apresentar-se. Se fosse mesmo quem me lembrava, não sabia que ela possuía um irmão. Mas a frase seguinte do garoto não deixava mais dúvidas. Sickle at Seas era o bando de meu pai. Só poderia mesmo ser quem eu pensava.


— Hajimemashite! Boku wa Shimizu Hikari desu! (Prazer em conhecê-lo! Sou Hikari Shimizu!)


Apresentava-me, sem, contudo, falar mais nada. Leon era bem aberto para falar de seu passado e de seus pais, coisa que eu preferia não fazer. Não que tivesse vergonha ou medo, mas meu pai me ensinara muito bem a dar o mínimo de informação necessária. E se Leon era um amigo em potencial, ainda não sabia dizer sobre Raul ou aquela mulher. Por hora era melhor deixar minha identidade incógnita




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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Ashrya L. Winter
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyQui 15 Mar 2018, 22:45







Baby let’s go. I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


A garota de cabelos de chama ria para o amigo, e lhe dava um soco no ombro, “de brincadeira”, virando o rosto para o outro lado quando recebia o elogio.
- AAH seu mentiroso! Eu não cresci bosta nenhuma, você e o Shiro-nii viraram postes. - Ela soltava o ar pesarosamente, fechando os olhos por um instante antes de completar, dando de ombros - Mas tá tudo bem, eu supero só porque hoje é O Dia.

Ela abria um sorriso de lado, selvagem, os olhos dourados brilhando em entusiasmo.

- Tão querendo nos incluir num lance ai, que parece ser lucrativo pra gente. O Shiro-nii e a Ada estão lá fora. A gente tem que beber todo mundo depois disso pra por as coisas em dia e... Oooh... isso aqui parece interessante.
Nirvana falava empolgada, já fantasiando sobre todo mundo bêbado, contando tudo o que haviam treinado e passado nesse tempo, decidindo que ela seria a capitã-manda-chuva-boss-mor, até sua atenção ser chamada por um sistema de pilotagem do barco: seu lado disciplinado não resistindo a curiosidade.

PARTE PARA PERÍCIA PILOTAGEM

Nirvana se esticava, andando pelo porto e procurando pelos outros perto do navio em que estavam anteriormente. Ela bocejava, já meio entediada com ainda não ter se metido em nenhuma briga, e colocava ambas mãos atrás da cabeça.
- Minnaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! CADE VOCÊÊEEEEEEEEEEES...

Gritava pontuamente, procurando por eles de forma meio preguiçosa, ao mesmo tempo que tentava encontrar algo que considerasse interessante ou divertido para quebrar aquele tédio. Havia sido interessante aprender pilotagem, mas em determinado ponto ela ficou com vontade de virar o navio só para ter alguma emoção – O homem havia dito ser sorte não terem encontrado nenhum problema, ela chamava de chatice, mas cada um com suas convicções não é? O povo daquela ilha era cheia da deles, ela era cheia das dela.

- Shirooooooooooo-niiiiiii!! Adaaaaaaaaaaa.... ERooooooo-kun!...



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Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptySex 16 Mar 2018, 01:35


☠️
Ada Spice Rock

We Are Pirates




A verdade é que naquele ponto eu já não estava mais tão ansiosa pelo reencontro com Hari quanto estava para lutar com o ferreiro, mas infelizmente tinha de consentir com as palavras deste segundo quando ele me dizia para primeiro ir reencontrar-me com mais um amigo de infância. Hari na verdade parecia bem ocupado com Nirvana presa em seu pescoço, não havia sido difícil ouvir os gritos da garota dali onde eu estava. Caminhava até onde meus amigos estavam, e escutava o que Herfesto tinha para dizer enquanto acenava alegre mas timidamente para Hari, depois que via que finalmente seria seguro passar pelo furacão Nirvana, eu me aproximava e abraçava o velho amigo.

- Vai se juntar a nós na luta, não vai? - Dizia confiante após soltá-lo do abraço, na verdade eu nem mesmo ouvia bem qual era a resposta dele, pois tinha convicção que o unico velhote estraga prazeres por ali era Shiro. Dando as costas, finalmente seguia o ferreiro quando este me chamava. No caminho eu apertava o cabo da katana ansiosa para finalmente poder usá-la, ainda que fosse em um combate amistoso, e poder também ver se aquele homem era capaz de tudo aquilo que dizia ser. Ao finalmente chegar no convés eu sorria ao mesmo tempo que olhava para Herfesto com um olhar afiado de desafio, pronta para enfrentar-lhe assim que ele se dissesse pronto.

LUTA DE RUA

Havia se provado realmente uma lição valiosa a ser colocada a prova, apesar de eu ainda me sentir um pouco decepcionada por não ter tido ali a oportunidade de testar minha espada. No mínimo, naquele treino percebia que Herfesto não era simplesmente um velho comum, tendo alguns reflexos bem apurados para um homem de sua idade aparente -Muito obrigada Herfesto! Vou adorar testar isso em alguns soldados mais tarde, talvez você até esteja perto pra ver! - Dizia exalando confiança, e também bem mais confortável e amigável quanto a presença daquele homem ali. Estava agora ainda mais ansiosa para lutar naquela revolução e, sim, ajudar-lhes. Se eles desejavam realmente dar suas vidas para lutar por sua liberdade daqueles líderes tiranos, eu adoraria ajudar a abrir o caminho para esta com cada centímetro do fio de minha espada.

Ouvia então o chamado de Nirvana vindo de fora do navio, estava andando próxima dali enquanto procurava por cada um de nós. Sorridente, eu acenava para Herfesto e ia até a beira do navio para gritá-la de volta - Niviiii! Aqui! - Dizia aquilo acenando e sorrindo para ela - Achou alguma coisa interessante por aí? Se não suba de volta, vamos beber alguma coisa. - Continuava sorridente, mas agora parava de acenar. Pensava nas possibilidades do que poderia fazer com o tempo que restava para me divertir com minha velha amiga. Por fim olhava ao redor e dava falta de algo -Aliás, você viu o Shiro? - Dizia confusa com o sumiço do rapaz que eu não via desde que haviamos ido encontrar com Hari.




Post: 007~ Rename: -X- ~ Location: Dawn Island - East Blue7

Notes: •Ganhos: Katana
Perícia: Luta de Rua


•Perdas: 30 mil Berries

Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyTer 20 Mar 2018, 21:44

Leon e Hikari


Leon parecia estar se dando bem com o músico que o acompanhou naquele combate. De maneira animada ele explicava sua paixão por mulheres e brigas, chamando até o Raul para um confronto qualquer dia desses. Ele sorria, achando graça no início, mas percebendo que o cara que estava na sua frente falava era sério ele deu um sorrisinho desleixado e respondeu a altura:

— Não sei se você aguentaria o tranco cara, mas quem sabe um dia. E falo isso tanto de um combate comigo quanto na cama com ela. — Ele sorria para o garoto e dava uma piscadinha, dando a entender que o que ele falou não passava de uma brincadeira. A bem da verdade, ele também pensou como seria enfrentar o garoto se ele estivesse em lados opostos, porém decidiu não falar nada. Enquanto isso Teresa, ou Viper, tanto faz o nome que alguém se referisse a ela, chegava mais perto do grupo e ouvia um pouco Leon sobre a garota ser ou não a irmã dela. Ela assentiu com a cabeça, dando um pouco mais de certeza para ele.

— Acabei de falar com o amigo meu que está com ela e pelo que você falou tão desesperadamente e com uma riqueza tão grande de detalhes, sim, é ela mesmo. — Ao ouvir o nome de Ada, ela achou estranho, havia alguma coisa naquele nome que a fazia lembrar de algo. Só que todas as dúvidas da garota foram sanadas, já que o lutador citava o Sickle at Sea ao cumprimentá-la. Ela se apresentava a ele, mas logo após ficava perdida em seus pensamentos, não decidindo se iria ou não seguí-los. Raul, percebendo tal incerteza, decide ficar com a garota enquanto ela se decidia se ia ou não:

— Podem ir na frente, ficarei um pouco com ela enquanto se decide, eu já sei para onde vocês vão mesmo. — Teresa trocava despedidas com o músico e seguia levando Leon por todo o caminho do centro da cidade até o porto. Naquele momento a cidade estava mais viva e a temperatura mais alta. Pedestres enchiam as ruas e mesmo que vestissem roupas simples e surradas, eles pareciam felizes como se talvez todo aquele martírio que passavam estivesse perto de terminar. Ele seguiu absorvendo esta atmosfera animada e um pouco contagiante até chegar ao porto e avistar seu destino, era o barco mais ajeitadinho do porto, como já havia dito anteriormente. Ao chegar perto ele escutava uma garota ruiva chamando um tal de Shiro e “Ada”, e uma garota em cima do barco respondia tentando tranquilizá-la. Era uma menina loira usando uma boina. Ele tinha encontrado quem tanto procurou.






O resto do bando



Para resumir, Shiro havia sumido. Ele não compactuava com a ideia de revolta de Hefesto e se houvesse um jeito dele evitar aquilo tudo, ele teria a certeza de ao menos tentar. O garoto se aproveitou da distração do reencontro de todos com Hari e desceu rapidamente do barco sem ninguém perceber e foi na direção da feira que se encontrava próximo da sua localização atual. Ao chegar perto, percebeu que o produto mais vendido ali era realmente peixes que ocupava uma boa parte da alimentação do povo mais pobre que vivia ali.

Ele buscava uma oportunidade para se caracterizar e tentar se infiltrar onde os nobres viviam. Pensava em se disfarçar em uma pessoa simples, um mercador de outra ilha que veio negociar com os nobres ou coisa assim. Porém, mal sabia ele que uma oportunidade muito melhor surgiria vinda de uma pessoa muito improvável. Justamente naquele dia um nobre andava sobre as ruas daquela cidade acompanhado por dois guardas pessoais. Eles eram fortes, tinha um elmo fechado, mas todo o resto do corpo vestido com uma roupa de couro batido. Eles o acompanhavam em todo o lugar que ia, porém o moleque que não devia ter mais de 17 anos e parecia estar fazendo uma excursão pela cidade. Ele não parecia ser daquele reino, devia ser um convidado e aquilo poderia ser uma chance para Shiro. Ele seguiria-os pelas ruas da cidade ou continuaria com seus planos de se disfarçar de vendedor?

Enquanto isso, depois das devidas apresentações de todos os envolvidos entre si e o reencontro com o Hari, Ada foi treinar com Hefesto e Nirvana começou a se inteirar mais sobre a pilotagem de meios de transporte. Foi quando a ruiva terminou de aprender que se deu conta que seu irmão, Shiro, havia sumido e não se encontrava em lugar nenhum do barco. Ela descia para procurar, meio entediada por ainda não ter se metido em nenhuma confusão até aquele momento. Ada que ainda estava em cima do barco logo se identificava, mas para onde tinha ido o garoto? Porém a confusão que Nirvana tanto desejava estava chegando. Alguns policiais haviam desmentindo o Jax e sabiam que o policial desaparecido havia sumido depois de patrulhar o porto, e como eles não achavam que os ilhéus fossem loucos o bastante para os atacar, tudo podia recair nos forasteiros. Se aproximavam do barco quatro policiais, dois mais jovens, cerca de 20 anos mais ou menos e dois seniors, suas armas ainda estavam recolhidas, então ninguém ali sabia como lutavam. De cima do barco Ada conseguia identificar tanto o grupo de policiais quanto seu irmão vindo acompanhado de uma mulher e parecia que a direção de ambos os grupos eram a mesma, o barco.


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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptyQua 28 Mar 2018, 14:48







Baby let’s go. I won’t take it slow.




What do you think we're made of?


A ruiva continuava gritando em busca do irmão de forma energética, embora as feições dela estivessem visivelmente entediadas de não ter uma resposta. Mal haviam se reencontrado e o desgraçado havia sumido, qual era o problema dele?! Nirvana chutou a primeira cosa que encontrou no porto para dentro do mar:

- SHIROOOOOOOOOOOOOOOOOOO APARECE!!!!!!!!!

Gritou mais uma vez, começava a realmente ficar irritada. Puxou sua Sedenta das costas e começou a girá-la nas mãos enquanto andava de um lado para o outro de forma impaciente, era quando os olhos ambares encontravam os guardas que vinham em direção ao navio. A Walker sentiu um arrepio de ansiedade subir por suas costas, seu sorriso abriu de forma selvagem e interessada. Se ele não iria aparecer com ela chamando, ia aparecer com o sangue. Ele sempre aparecia quando ela começava a lutar, era uma ÓTIMA tática. Bom, pelo menos na cabeça dela.

Nirvana começou a bater o cabo do machado na outra mão, espaçou levemente os pés e ficou em um espaço mais aberto entre o navio e os marinheiros, como se fosse uma barreira humana de 1,60 no meio do caminho:


- OE, cãezinhos fardados. Vocês viram um idiota alto, de olhos vermelhos, resmungão feito um velho, cabelos grisalhos, com cara de metido a besta? É meu irmão, ele sumiu, e eu tô ficando um pouco irritada dele não me responder, sabe? Será que vocês esconderam ele em algum lugar? - Ela fez uma pausa, o sorriso selvagem em seus lábios crescia mais - Se eu abrir vocês eu acho que ele aparece, e eu ainda melhoro um pouco o meu ânimo. Essa ilha é um porre. O que vocês acham da proposta, hã?

Ela provocava abertamente, falando alto de sua forma exagerada. Parecia despreocupada, mas sua postura estava pronta para iniciar um combate e mover-se se necessário. Em caso de ser atacada tentaria se esquivar lançando-se para um dos lados em um impulso com ambos os pés, já manejando o machado com uma das mãos para descê-lo em um golpe horizontal em arco, cortando o que tivesse no caminho junto da sua esquiva. Tentaria se esquivar sempre para o lado de onde viesse o golpe do oponente, e no caso de ser em um golpe aberto horizontal ou que a esquiva fosse algo mais complicado, seguraria o cabo do machado com ambas mãos para bloquear e giraria o corpo, deixando o golpe deslizar para fora dela e manejando o machado com um corte vertical de baixo para cima, pegando o que viesse de seu oponente sem escrúpulos.

Apesar de tudo, ela não iniciaria o combate, e sim reagiria à ele. Independente de quantos golpes viessem, tentava se esquivar sempre de forma a ter um dos oponentes no meio do caminho dos outros, para não se deixar ser cercada, enquanto gritava:

- ONII-CHAN... APAREÇA! OU EU VOU RASGAR TODO MUNDO AQUI!




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Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptySex 30 Mar 2018, 02:21


Piri... cof cof... ADA!!! Ai está você!

Leon realmente havia se dado bem com Raul, ainda mais quando ouvia a brincadeira dele sobre não aguentar o tranco. Por outro lado, não entendia em nada o que se passava na cabeça da pequenina Hikari ao perceber que ela se perdia em seus devaneios, realmente a coincidência de encontrar com Teresa que sabia onde Ada estava e Hikari ser uma amiga de infância da irmã, era de deixar qualquer um com a pulga atrás da orelha. Mesmo assim, ele não era do tipo que iria ficar correndo atrás da verdade assim, dava de ombros ao ficar sabendo que Raul acompanharia a pequena e poderia seguir com Teresa.

O ar de simplicidade que a cidade passava, aquecia o coração do rapaz nesses tempos de ventos gélidos e frio constante. Ele nunca fora do tipo possessivo de bens materiais e tampouco tinha muito poder aquisitivo, pelo contrário, se importava mais com o delicado e belo balançar das curvas de Teresa que andava a seu lado e do cheiro que sua pele passava enquanto seus cabelos alvoraçavam ao ar... para Leon, aquele dia só melhorava. Com certeza estaria a galantear Teresa e se tivesse a oportunidade faria propostas a convencendo de que ambos sairiam ganhando, mas ao chegar ao porto, outra pessoa tomava a atenção de todos. Cabelos vivos como a brasa e voz potente ao chamar um tal de Shiro, uma beleza jovem e extremamente inquieta ao que parecia. Leon meio que se identificava com ela, não sabia dizer direito o por quê, mas era algo que estava presente, principalmente ao ver sua Irmã no barco atrás dela, deduzindo que pela idade a moça parecia mais um dos amigos de infância de Ada, do que companheira de Teresa, Raul e sua trupe.

Um sorriso largo era a única coisa que dava tempo de expressar para Ada, ao fazer contato visual, pois logo aquela grande muralha que talvez chegasse a altura dos ombros de Leon se ficasse nas pontas do pé, se empunha entre eles e o barco, mas não apenas entre eles dois, já que quatro policiais pareciam chegar ao mesmo momento em que a dupla, naquele pier. Com um pequeno toque de cotovelo em Teresa, Leon a alertaria dos policias que estavam chegando e ao que aparentava estar por vir - Se você me der cobertura agora, mais tarde te retribuo de maneira que sua cabeça vai acabar nas nuvens! - Indagaria sugestivamente, enquanto já estalava as juntas das mãos. O badalar do metal contra as mãos da ruiva, o sorriso em seu rosto e seu discurso efervescido, apenas fazia com que Leon se identificasse com ela mais ainda. "Talvez ela de uma boa namorada também!" pensava consigo mesmo.

Quatro homens contra uma garotinha e seu brinquedo não parecia algo justo para Leon, então ele estava pronto novamente para dar cabo de mais um policial. Com mais um contato visual com Ada, ele sorria novamente, agora de um jeito mais sapeca, como quem a dizia "Vai ficar só ai olhando?!" e então novamente partiria contornando por trás de Teresa, para chegar pelas costas dos policiais. Não sabia que tipo de armas usavam, por isso pediu pela cobertura de Teresa, já que essa possuía uma arma de fogo. O rapaz se aproximaria e saltaria alto pelas costas do policial mais próximo, caindo quase sobre ele com um soco forte na lateral de seu rosto, visando derrubá-lo e surpreender os demais policiais nesse primeiro momento - Oe!!! Pequena dos cabelos de fogo, gostei de você! Eu amasso e você corta?! - Diria para a garota, logo antes de saltar para trás atento contra as reações dos policiais, que provavelmente não deixariam barato sua afronta a autoridade.

Observaria bem os mais próximos, para poder escapar das investidas que viriam, como não fazia ideia do tipo de armas que usavam, em um primeiro instante buscaria apenas se esquivar mantendo a distância deles, procurando por uma abertura para se aproximar e conectar mais golpes visando seus queixos, como eram quatro e por enquanto só parecia que ele e a garota com o machado realmente estavam prontos para lutar, acertar no queixo e fazer com que perdessem capacidade de reação e equilíbrio, serviria para mais tarde equilibrar um pouco as coisas. Era algo simples e básico quando se luta em desvantagem, atacar e se afastar, sempre tentando usar das posições dos próprios oponentes para que se atrapalhassem, ainda mais que se houvesse uma arma de fogo, isso serviria para não ser um alvo fácil.

Se uma chace surgisse como ele esperava, não perderia tempo e se aproximaria de maneira rápida e leve, como todo bom boxeador faz, pode não parecer, mas quem pratica esse estilo marcial tem pés bem ágeis e uma coordenação de sua movimentação das mais complexas. Tomaria a distância necessária e desferiria dois golpes consecutivos e rápidos, o primeiro um Jab, para medir a distância e testar a defesa do oponente da vez e o segundo mais forte debaixo para cima visando o queixo, para então se afastar e continuar a movimentação de saltos curtos e consecutivos.
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MensagemAssunto: Re: Critical Acclaim   Critical Acclaim - Página 5 EmptySex 30 Mar 2018, 15:11

~~~~ Narração  Primeiro post~~~~


Geral:

O Clima em Dawn Island mostrava-se completamente diferente da temperatura amena de seu clima primaveril padrão e todos que já estivessem a um tempo na ilha ou até mesmo pudessem ter crescido nela poderiam se espantar com o incomum evento que era a forte presença da neve naquele local, assim como a temperatura era muito abaixo do que os habitantes poderiam considerar como frio, fazendo com que mesmo aqueles que fossem mais friorentos não  estivessem preparados para lidar com a tempestade de neve que agora começou a formar-se. Aos poucos as cores da cidade davam espaço a uma imensidão branca monótona e entediante aos olhos. Diante de tal situação onde a temperatura estava extremamente baixa, aqueles que não estivessem devidamente vestidos para encarar os gélidos ventos que agora eram tão fortes que pareciam uivos teriam um obstáculo imenso a sua frente.

Dentro do navio, talvez devido a própria estrutura de madeira sólida estariam ali protegidos do frio aqueles que permanecessem dentro da parte coberta, mas mesmo esses poderiam ouvir o forte barulho que o vento fazia ao bater contra o casco do navio, algo que poderia gerar curiosidade sobre o que estava acontecendo ao lado de fora.

Nirvana:





A ruiva tinha em sua cabeça a busca pelo seu irmão ao qual havia tão subitamente desaparecido da vista não só delas como aparentemente de todos que ali o cercavam como um verdadeiro ninja, uma vez que pareceu que ninguém que estava próximo a eles poderia definir seu paradeiro.A chama de sua vontade ou talvez seus incessantes movimentos por um momento pareciam aquecer o seu corpo de modo suficiente para que em um primeiro momento não pudesse sentir ou se importar com a congelante temperatura que estava do lado de fora do navio e em meio ao que estava fazendo naquele momento havia lhe surgido uma “ luz”, estavam vindo quatro policiais na direção do barco, algo que seria extremamente conveniente no momento para Nirvana, teria ali a oportunidade de não só procurar por mais informações, como também de matar o seu tédio, no entanto, pela atitude da garota ao iniciar sua interação com uma provocação, ela havia excluído a possibilidade de receber alguma informação deles, se é que eles tinham alguma. Dois dos quatro policiais em meio a primeira frase da ruiva levaram a mão a cintura, enquanto se avançaram para frente, como se fossem golpear a ruiva e nesse momento, devido a distância que estavam, era possível devido ao cabo e a bainha para a ruiva deduzir que ambos ali eram espadachins, mas antes que o golpe pudesse ser feito, pelos policiais mais novos um dos policiais mais velhos havia erguido uma das mãos ao seu lado direito e não houve a necessidade de palavras para que os dois policiais mais novos pudessem parar por completo o seu movimento antes que pudessem fazer algo a ruiva. No entanto, mesmo em uma situação de desvantagem numérica como aquela em uma coragem ensandecida ou talvez movida por uma imensa sede pelo sangue ou pelo próprio combate a garota havia se anunciado como uma ameaça à frente dos quatro homens, e diferente do que era esperado, ela seria aquela a reagir ao invés de iniciar o combate.


O mesmo homem que havia parado ambos os rapazes mais novos, abaixou o braço de forma súbita e assim que havia feito isso um dos policiais avançou rapidamente contra a garota, sacando sua espada de forma veloz para aplicar-lhe um corte mas, não era veloz o suficiente para golpear a garota, antes que ela pudesse se impulsionar com a força de suas pernas para o lado direito de  modo a fazer com que o rapaz não só passasse reto em seu golpe, como também ficasse completamente aberto para o movimento que se seguiria, por um momento poderia sentir o gosto da vitória, que rapidamente por um som de disparo havia tornado o doce sabor no mais amargo possível. A sua movimentação de combate era inteligente e dificilmente todo o seu plano de batalha poderia ir por água abaixo caso todos fossem combatentes físicos e tivessem um mesmo nível de força e experiência. Ali ela havia cometido um erro ao qual seu corpo seria aquele a pagar, o rapaz que havia avançado contra ela era claramente jovem, inexperiente e assim como o outro que também era um espadachim prepotente e isso em um combate individual daria a vitória para a ruiva sem que ela tivesse muitas dificuldades mas, em contraponto, por mais que os policiais mais velhos não fossem tão ágeis, a experiência não lhes faltava e o policial mais velho que até então não havia se destacado, havia aproveitado o momento em que a garota estava diminuindo a aceleração de seu impulso, pronta para executar o pobre rapaz que havia caído em sua armadilha para realizar não só um, como dois disparos contra Nirvana que a acertaram em uma região próxima de seu pulso, mas para o azar do jovem espadachim a garota naquele momento estava tão movida pela adrenalina, que ali ainda havia conseguido completar parcialmente o seu movimento, fazendo com que o golpe ainda fosse finalizado, mas sem a precisão ou a mortalidade ao qual a garota havia planejado aplicar.

O espadachim caiu ao lado da garota, com um profundo corte mas ainda respirava, poderia se mover com dificuldades mas definitivamente estava fora de combate por não conseguir se colocar de pé ou segurar  sua espada.Após completar o seu golpe no entanto, Nirvana derrubaria o seu machado pela falta de firmeza naquela mão para que pudesse segurá-lo usando apenas uma das mãos. A dor de ambos os disparos que havia recebido era intensa e ela poderia perceber que estava perdendo muito sangue o frio começava a lhe afetar de forma intensa, de modo que um sentido de urgência poderia apitar em sua cabeça, definitivamente precisaria terminar aquele combate rápido ou sua situação se tornaria ainda pior. Caso tentasse segurar sua arma com apenas uma das mãos, pelo ferimento no pulso não conseguiria a estabilidade e a dor seria o suficiente para que ela acabasse largando novamente sua arma, no entanto ela ainda teria uma chance de lutar se segurasse usando ambas as mãos para segurar o cabo. A situação no entanto para ela não era boa, havia incapacitado um dos soldados mas havia ali outros três, sendo o autor do disparo aquele que poderia mostrar-se claramente agora visar a sua cabeça como alvo e visto a precisão demonstrada anteriormente o fim precoce da garota poderia vir a passar pela sua cabeça caso ela continuasse a lutar sozinha.




Leon/Ada

Mesmo com a temperatura baixa, o clima ao qual Leon estava vivendo naquele momento era extremamente agradável, mesmo que houvesse a dúvida em sua cabeça ela não pareceu tomar a prioridade em relação aos seus sentidos que eram inebriados pela aparência, pelo aroma ou pela voz de Teresa que ali havia ganhado o destaque na mente do rapaz mas, acima de tudo o que talvez fosse o ponto principal para que a relação de ambos funcionasse era o fato não só da garota dar corda para o que ele falava, como também tentar-lhe ainda mais ao caminho libidinoso ao qual ele parecia tanto buscar e mesmo que talvez soubesse que a garota estava usando de seu desejo para realizar o próprio não parecia que ambos tinham algo além de ganhar naquela situação.No entanto, ao chegar na região portuaria algo ganharia destaque aos seus olhos e esta era a imponente ruiva que bradava o nome daquele que ela procurava e por mais que não fosse alta a forma como ela bravamente agia aos olhos de Leon poderiam fazê-lo a enxergar como alguém muito maior do que a estatura da garota poderia mostrar. Seus olhos ao encontrar os de sua irmã, Ada poderiam ali demonstrar junto ao seu sorriso um sentimento doce e simples, por menor que fosse o momento em relação ao tempo, não pareceu menos intenso a nenhum dos dois.

Percebendo a confusão que parecia se formar o rapaz por mais que parecesse ser alguém simples, havia tomado ali uma postura inteligente ao pedir para Teresa que pudesse o cobrir naquela situação uma vez que este poderia se provar um imenso diferencial a poucos momentos, por mais que o rapaz naquele momento talvez só pudesse se focar no quanto era belo o movimento que os lábios da garota ali tinham ao abrir a ele um sorriso e com um olhar que pareceu lhe penetrar a alma por um momento a garota havia assentido  ao balançar a sua cabeça. Seu olhar novamente se voltaria a Ada, que do local onde estava tinha a visão geral sobre tudo que estava acontecendo ali e poderia eventualmente alertá-los de perigos, assim como também tinha a possibilidade de tentar se juntar ao campo de batalha. Com isso o rapaz prosseguiu com o seu plano e teve sucesso em se colocar longe do olhar dos policiais no entanto tanto a ruiva como a batalha não pareciam esperar por ele e talvez isso fosse o fator essencial para que seu elemento surpresa fosse aproveitado por completo, sua idéia era a de atacar o policial que estava mais próximo de si e este parecia o plano perfeito, Teresa poderia dar-lhe cobertura caso não fosse cem por cento efetivo e o rapaz havia sido bem prevenido contra os mais diversos tipos de arma, mas o próprio campo de batalha exigiu que ele tivesse de mudar o rumo de sua primeira investida quando viu Nirvana não só ser atingida por dois tiros, como uma possível vítima de um terceiro, se ele não agisse naquele momento seria o fim da garota, todo o clima que parecia extremamente controlado aos poucos havia se pintado com os tons da realidade e ela não seria agradável se o rapaz não agisse naquele momento.

Leon/Ada/Nirvana

No momento decisivo, onde Nirvana talvez já pudesse ter visto o próprio fim uma volta completa em como os eventos seguirão aconteceu, antes que o senhor pudesse realizar o disparo que seria mortal, Leon havia feito a sua entrada com um grande salto que terminou com um soco no lado do rosto do algoz, que sem que pudesse reagir apropriadamente apenas havia sido vítima da estratégia do rapaz, caindo agora contra o chão o atirador era prontamente executado por Teresa que realizou um disparo em perfeita sincronia com o rapaz de modo a eliminar ali mais uma das ameaças que se colocavam contra eles. Sua introdução não poderia vir sem aquilo que poderia vir a ser novamente algo que pudesse trazer de volta o calor da batalha a Nirvana, de modo que talvez novamente na adrenalina de estar lutando a pudesse fazer se erguer e lutar novamente com uma efetividade próxima ao seu potencial máximo. Haviam agora dois oponentes no campo de batalha que poderiam ser capazes de lutar e o primeiro deles, sendo o espadachim jovem, avançou contra a ruiva antes que ela pudesse se estabelecer por completo, pelo modo como ele avançava contra ela seu estilo de luta, por mais que fosse um espadachim parecia diferente do primeiro que ela havia eliminado e ela não poderia esperar que a mesma estratégia pudesse funcionar contra o rapaz, em especial por ele ter visto o que aconteceu ao seu parceiro, este policial tinha em sua feição uma clara expressão de fúria, o que talvez indicasse proximidade ao rapaz que havia caído.

Leon no entanto, tinha a sua frente um dos soldados mais velhos que ainda parecia de pé, seu semblante era tranquilo e não pareceu ali estar abalado pelo que havia acontecido, este havia dado alguns passos para trás de modo que pudesse ver tanto a autora do disparo que havia executado seu parceiro, como também pudesse vê-lo, sua postura parecia firme para alguém de sua idade e o seu olhar parecia debochado, talvez a um ponto que pudesse incomodar ao boxeador inimigo que não poderia ver nenhuma arma junto ao policial o que poderia fazer com que ele pensasse no policial como um artista marcial mas, a quebra de expectativa se veio, quando subitamente o velho olha-se para baixo e disesse:


-Oh, como sou desastrado. Esqueci de amarrar meus cadarços, quão distraído posso eu ser?

E prontamente ele se colocou ao que pareceria aos olhos de todos que estava a amarrar os sapatos, abrindo a oportunidade perfeita para que Leon pudesse realizar o seu movimento mas teria sido isso a melhor decisão? No momento seguinte ele iria descobrir, aproveitando-se da neve que caia o policial reuniu um punhado e levantou-se de forma muito mais rápida do que alguém de sua idade pareceria capaz evitando a investida do jovem enquanto jogou-lhe o punhado de Neve aos olhos de Leon de modo que sua guarda por um momento ficaria completamente aberta, algo que poderia ter sido usado pelo policial para que ele realmente tivesse lhe aplicado um golpe decisivo mas ele não o fez, aproveitou-se da visão prejudicada do rapaz apenas para que com a outra mão pudesse empurra-lo com força, o fazendo cair com força com as nádegas ao chão, algo que não lhe causava algo além de uma forte dor no cóccix e possivelmente uma profunda irritação pelo desrespeito que o velho tinha. A batalha contra ele parecia ter voltado a estaca zero, com a diferença que velho agora tinha uma feição ainda mais debochada com o arquear de suas sobrancelhas. Este pegou um isqueiro e um charuto de seu bolso o acendendo rapidamente, enquanto olhava para o rapaz caído dando uma longa tragada, guardando o isqueiro dentro do bolso. Visto essa situação, como Leon reagiria? Claramente o  Policial ali não usava meios limpos para seu modo de lutar, como Leon lidaria com isso em sua estratégia?

Imagem do Policial velho:
 
Ferimentos:
 

considerações:
 

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Última edição por Alipheese em Sex 30 Mar 2018, 15:23, editado 1 vez(es) (Razão : Erro de formatação)
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