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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 私の名前はアイコ、海の王女です

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptySeg 29 Jan 2018, 13:38

Relembrando a primeira mensagem :

私の名前はアイコ、海の王女です

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aiko. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyTer 20 Fev 2018, 00:22


—Já estava na hora... — Disse num suspiro ao ver Sven atravessar a porta parecendo já ter resolvidos todos seus assuntos pendentes com a velha fumante. Numa olhada rápida notou que o mesmo carregava com si livros dos quis não tinha antes, talvez toda aquela sua conversa tivesse surtido algum tipo de efeito em cima da idosa que lhe presenteou com aqueles volumes, ou talvez fosse outra coisa, mas Aiko preferia imaginar o ocorrido ao invés de perguntar sobre a verdade. —Sua amiga da pousada me contou algumas coisas interessantes, sabia? — Perguntou retoricamente. —Ela era amiga de minha irmã mais velha, Succubus. Ela tinha o sonho de ser pirata, mas minha irmã desejava o contrário, resumidamente, num tipo de acordo ou desafio entre as duas Yennefer foi obrigada a ficar aqui enquanto Succubus foi server a Marinha, e agora, como uma vingança ela está me ajudando a 'sujar' o nome da minha família. — Um riso debochado brotou nos lábios da loira que não conseguia medir o quão insignificante seria aquele ato diante da primogênita que nem sequer chegou a conhecer a caçula da família, ergueu a carta entre o dedo indicador e médio a altura dos ombros sem sequer olhar para o garoto, mas era uma ação clara para que o mesmo por si mesmo pudesse entender sobre o que divagava até então a jovem.

—Não olhe agora, mas aqueles babacas de mais cedo estão aqui, não nos perceberam ainda. — Aiko não desejava entrar em combate mais uma vez, sua cota de sangue derramado já havia sido quebrada e sua vontade em erguer a espada já não era mais a mesma desde sua luta na loja de armas. —O ideal seria irmos para direto para o porto nesse momento mas com esses idiotas no caminho não conseguiríamos seguir em frente sem um novo combate. — Aiko conversava consigo mesma em voz alta parecendo arquitetar algo em sua mente para aquele momento, sua mão direita estava em seu queixo e seus lábios inferiores levemente mordiscados lhe davam o ar de pensativa, seu olhar fixo num ponto lhe fazia parecer hipnotizada enquanto os sussurros de uma possível estratégia soavam no tom agudo de sua voz. —Já sei. — Mais uma vez falou consigo mesma, um estalar de dedos indicava o fim de sua frenesi. Aiko remexeu em seus bolsos buscando o dinheiro que ainda lhe restava, se não tivesse perdido nenhum centavo na transição de cenários e roupas ainda lhe restava o troco da Claymore que havia comprado, ao encontrar separaria uma pequena quantia desse dinheiro, algo entre 200 e 300 barries e observaria ao seu redor, o que Aiko estava fazendo era 'pagar o preço pela liberdade' de uma forma um pouco literal, seus olhos amêndoa buscavam em meio a população alguma criança, de preferencia sozinha ou livre de algum adulto.

I. No caso de encontrar Aiko seria breve em sua abordagem. —Hey, tá afim de ganhar alguns barries? É bem fácil. — Diria demonstrando o dinheiro a frente da criança em questão. —Eu preciso que você faça algo por mim, eu soube que os piratas estavam hospedados naquela pousada, Ventos do Norte você conhece? E pelo que eu soube aqueles homens ali com os cachorros estão a procura deles, só preciso que você vá até eles e repasse a informação, mas preciso que seja convincente, tem que fazer com que eles vão investigar o local, certo? E mais uma coisa, você nunca me viu, agora vai. — Seu alvo era uma criança por inúmeros motivos, por serem inocentes crianças não estariam a par da situação da ilha e pouco provavelmente reconheceriam Aiko como a pirata da história, 'comprar' uma criança sem malícia era mais barato que um adulto ganancioso e por fim, ninguém se recusa a ajudar uma criança. Por fim tudo que restaria era esperar que a movimentação dos patrulheiros seguissem o curso da pousada deixando o caminho para o porto livre.

II. Todavia sua parte histérica não a deixava confortavel o suficiente para acreditar que aquele plano seguisse a risca tudo o que havia pensando, por isso inconscientemente Aiko se obrigava a repensar em mais inúmeras possibilidades para com que não fosse punida por suas ações mais uma vez, talvez um processo de aprendizado oculto ocorresse em sua mente, ou quem sabe apenas fosse precaução por demais. A Kajiyashiki não sabia o que se passava na mente das pessoas, e por mais que sua intuição lhe dissesse que uma criança não desconfiaria que ela seria a criminosa, a possibilidade não estava descartada, se conseguisse perceber que a criança ao ser abordada buscasse gritar ao recorrer a um adulto Aiko taparia sua boca com a mão direita e com a esquerda levaria o indicador até os próprios lábios fazendo o típico som de quem pede silêncio 'shiu'; —Eu não quero machucar ninguém, então me ajude a te ajudar, okay? Lhe dou 500 barries se fizer o que mandei e poupo sua vida, ou quer morrer aqui? — A garota havia convivido com piratas e por mais que não fosse adepta a ameaças se viu obrigada a faze-la naquele instante, sua falta de prática no assuntos poderia não passar credibilidade, mas se tratando de um ser humano ainda inexperiente como uma criança talvez fosse mais do que o suficiente. Ao ver a trajetória ser traçada até os patrulheiros a garota mudaria de lugar, ao chegar lá talvez suas ações fossem entregues por isso sair do campo de visão dos patrulheiros era o ideal, Aiko poderia se esconder junto de Sven em qualquer local que lhe fosse conveniente, carroças, amontoados de barris, construções... Por lá esperaria a movimentação dos patrulheiros para assim seguir em frente ao porto.

Aos limites da ilha, no porto de Fernand Ice Aiko andaria com a carta em mãos, precisava encontrar Cody, entretanto não tinha mais informações sobre o homem, sua aparência era um mistério do qual deveria resolver ali, naquele mesmo instante. Mas de uma maneira ou de outra os atrativos daquela pequena ilha não eram grandes o suficiente para atrair turistas ou até mesmo piratas tornando as embarcações atracadas ali apenas comerciais e a vida de negócios lhe obriga a ter contato com os demais 'empresários', dessa forma Aiko imaginava que todos ali pudessem de uma maneira ou de outra se conhecerem, por isso não pensou duas vezes antes de indagar o primeiro homem que visse pelo porto. —Estou procurando por um homem chamado Cody, pelo que parece ele é algum tipo de comerciante que traz algumas remessas de comidas e bebidas até a ilha, Yennefer da Pousada do Norte o recomendou, o conhece?                                                                                                                                  


Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyTer 20 Fev 2018, 04:06



Velhos Inimigos


Por educação, Bjarke cedia perante a insistência de Helga e tomava alguns goles de vodka. Para o jovem sempre foi difícil dosar as bebidas alcoólicas, já que para ele todas as bebidas eram extremamente parecidas com água, quando existia alguma diferença costumava ser só pelo gás, ou pela queimação que sentia quando ingeria o líquido, o que indicava obviamente grande concentração de álcool. Sven pegaria o copo e tomaria apenas três goles do destilado, esperando que não fosse demais.

Depois de ingerir a bebida, Bjarke escutaria com atenção as informações que a velha curandeira tinha a dizer, aquela voz rouca e cansada revelava pouco à pouco um passado pelo qual Sven ansiava incessantemente. A cada palavra dita o jovem podia sentir um pouco de peso saindo de seus ombros, mas ao mesmo tempo refletia se era realmente ingrato e egoísta, se tudo aquilo era desnecessário, mas acabava concluindo que não. Não era como se a imagem que tinha de sua mãe não bastasse, como se ela fosse insuficiente ou incompleta, muito pelo contrário, sua relação com Oddleif era a coisa mais importante, preciosa e especial que já tinha tido, mas existiam lacunas em seu passado que precisavam ser preenchidas, tudo que ele descobriu foi uma história triste e sangrenta, mas podia ser diferente, ele poderia ter tios e primos de quem nunca ouviu falar, todo um outro ramo da família, e não ter nenhuma ideia disso, antes dessa conversa não sabia nem mesmo do nome de seu avô.  

Quando a voz de Helga finalmente cessava, tudo o que o jovem conseguia fazer era sorrir e se sentir extremamente grato, fazia muito tempo desde que o jovem havia se sentido tão feliz. A morte de sua mãe era obviamente um fato que nunca conseguiria esquecer, mas pela primeira vez em muito tempo conseguiu lembrar dela como realmente era, uma pessoa gentil e amável, a luz de sua imagem afastava as sombras de tristeza que atormentavam internamente Bjarke. O jovem se levantaria do toco de madeira e se inclinaria, de maneira a mostrar respeito, em direção a Helga. - Muito obrigado, eu estou eternamente em dívida... Vovó. - Sven não conseguia conter os risos, pela história que ouviu, Helga era, pelo menos, uma figura que se assemelhava com uma tia, mas chama-la de vovó parecia bem mais constrangedor e inapropriado, essa era a forma de Bjarke devolver todos os tons de deboche que tinha aturado com bom humor.

Com seus fantasmas do passado expurgados, Sven analisava os livros de Helga, achando um par que se enquadrava em seus interesses. - Eu acho que vou levar esses dois. - Diria o jovem, mostrando as capas dos livros para a curandeira. - Ah sim, eu uso eles quando eu preciso, se quiser comprar vai ter que pagar um alto preço é difícil para mim consegui-los, são 1.500.000 berries! - Bjarke deixaria os dois livros separados, em cima de um dos tocos de madeira, que agora se encontravam livres, enquanto separava a quantia solicitada. - Tá tudo aqui. - Diria, enquanto estendia a mão com o dinheiro para Helga, esperaria a mulher pegar o dinheiro e guardaria os livros que havia acabado de adquirir. - Você anda com toda essa quantia, eu realmente devia ter estudado. - Sven achava aquilo engraçado, realmente tinha uma quantia considerável de dinheiro, mas nada daquilo veio do seu próprio esforço. - Não foi por mérito meu, talvez tenha esquecido de mencionar, mas meu pai é meio que rico. - Pronto para partir, Bjarke abriria a porta do Igloo e olharia uma última vez para trás, gravando a imagem de Helga em sua mente, qualquer agradecimento que fizesse seria insuficiente, a mulher podia não saber, mas havia curado o jovem. - Adeus, vovó. - Com um sorriso no rosto, ele se despediria e seguiria seu caminho, buscando Aiko.

A jovem pirata se destacava no meio da neve, essa era a primeira vez que Sven realmente prestava atenção na mulher, nas outras vezes ela estava machucada, ou Bjarke estava ocupado com outros problemas um sua cabeça, a mulher era bem mais bonita agora do que quando estava cercada pelos patrulheiros e, de certa forma, parecia mais forte e mais madura. - Para onde vamos agora? - O desinteresse imperava na voz de Bjarke, mesmo que estivesse extremamente feliz, qualquer coisa que acontecesse agora pareceria insignificante quando comparada aos problemas que ele havia acabado de resolver, ao menos era isso que pensava. - Já estava na hora... - Sven tinha pouquíssimas certezas na vida, mas uma delas era que a pirata precisava ser mais simpática. - Sua amiga da pousada me contou algumas coisas interessantes, sabia? Ela era amiga de minha irmã mais velha, Succubus. Ela tinha o sonho de ser pirata, mas minha irmã desejava o contrário, resumidamente, num tipo de acordo ou desafio entre as duas Yennefer foi obrigada a ficar aqui enquanto Succubus foi server a Marinha, e agora, como uma vingança ela está me ajudando a 'sujar' o nome da minha família. - Por um momento, Bjarke pensava que a única coisa que podia levar uma pessoa até Fernand Ice Island era algum problema familiar. - Não olhe agora, mas aqueles babacas de mais cedo estão aqui, não nos perceberam ainda. - Apesar de não gostar de confrontos, a perspectiva de uma luta agora animava Bjarke, fazia tempo que não se sentia tão vivo e leve como agora, um combate podia deixar as coisas mais animadas e poucas coisas motivavam o homem tão bem como a vingança.

O jovem médico deixava a emoção dominar por um momento, mas Aiko se pronunciava, fazendo a razão vir à tona. - O ideal seria irmos para direto para o porto nesse momento, mas com esses idiotas no caminho não conseguiríamos seguir em frente sem um novo combate. - Ao analisar a situação, Sven realmente começava a ver aquele combate como algo negativo, mas não conseguia pensar em nenhuma outra opção, na verdade, para ele, eram apenas questões de segundos até o canino revelar a presença da dupla, julgava que estavam próximos demais para tentar uma empreitada furtiva. - Sendo bem honesto, até que eu ia gostar de uma luta agora, me sinto meio revigorado. - Aiko parecia ver uma saída aonde Bjarke enxergava apenas um combate inevitável - Já sei. - Sven resolvia confiar na jovem pirata, afinal, na tinha nada a perder, na pior das hipóteses teria o combate que desejava.  

O espadachim esperaria e observaria os estratagemas de Aiko, seguindo as ordens e fazendo como ela instruísse se fosse o caso, ajudando no que pudesse, se tudo desse certo, chegariam até o seu destino sem nenhum problema, mas Bjarke sempre se preparava para o pior cenário. Bjarke focaria nos patrulheiros Azul, Verde e o cão, buscando estar sempre atento, mas não podia descartar a possibilidade dos outros patrulheiros estarem por perto, então olharia ao redor procurando sinais do patrulheiro Amarelo, Vermelho e do outro cachorro, visando não ser pego desprevenido. Após determinar os seus inimigos, dedicaria toda sua atenção aos patrulheiros Azul e Verde, e o cão é claro, já que, mesmo se os outros estivessem ali, esses estariam mais próximos.

Se o combate se iniciasse, o primeiro ataque seria obviamente da dupla de patrulheiros, já que não era intuito dos piratas lutar ali. Inicialmente o certo a se fazer seria focar no cachorro, já que ele avançava com mais rapidez na neve que os patrulheiros, Sven ficaria atento em relação a investida do canino, se visse sua aproximação, faria um corte baixo com a espada horizontalmente, na altura da cabeça do cachorro, já que assim o atingiria se avançasse correndo ou pulado, o golpe devia ser o suficiente para ganhar algum tempo livre do animal.

Se tudo ocorresse como Bjarke planejava, agora restariam apenas os dois patrulheiros para lidar em uma curta janela de tempo, não sabia com qual dos dois teria que lidar, mas sabia como enfrentar ambos, o espadachim sacaria sua lâmina, segurando a arma com ambas as mãos e avançaria em direção a um dos seus oponentes, buscando ganhar terreno.

No caso de se deparar com o patrulheiro Azul, Bjarke sabia que a espada e o escudo apresentavam uma fraqueza, era improvável, para não dizer anatomicamente impossível, que um golpe viesse pelo lado da mão que segura o escudo, o patrulheiro podia apenas usar empurrões ou socos com o escudo, mas Sven já havia sofrido com essa estratégia e não costumava cair no mesmo golpe duas vezes. Bjarke esticaria seus braços ao máximo, enquanto não comprometessem sua flexibilidade, visando manter o inimigo o mais afastado possível, o comprimento de sua lâmina tinha uma vantagem contra a espada inimiga. O Patrulheiro Azul podia atacar de quatro formas, um corte horizontal, vertical ou diagonal e uma estocada, os cortes horizontais e diagonais viriam sempre pelo mesmo lado, que seriam o lado da mão da espada, com essa informação em mente, Bjarke tentaria bloquear todos os cortes feitos de tal forma, posicionando com firmeza sua espada entre seu corpo e a lâmina do inimigo na trajetória dos cortes, se o ataque viesse verticalmente, Sven priorizaria a esquiva, se deslocando para os lados, mas ainda manteria sua espada entre seu corpo e a lâmina de seu inimigo nos golpes, visando maior segurança, só restava a estocada. A estocada era a brecha que Bjarke precisava, já tentou contra-atacar seu oponente anteriormente e falhou devido a velocidade do mesmo, mas agora seria diferente, o jovem bloquearia e esquivaria pacientemente até o momento que seu inimigo desferisse uma estocada, quando o golpe fosse lançado, Bjarke pularia para trás, saindo do alcance do golpe, já que sua postura, com espada em mãos e braços estendidos, já davam uma boa distância do oponente desde o inicio, além do alcance da arma do seu rival ser pequeno, após esquivar do golpe o espadachim veria o braço do seu inimigo exposto e tentaria encaixar ,com extrema rapidez. um corte diagonal no antebraço do patrulheiro, sabia que seu inimigo era veloz, mas retrair um braço totalmente estendido, como se é em uma estocada, é uma recuperação muito mais lenta do que simplesmente jogar o braço para trás tentando sair do alcance de um golpe como o patrulheiro havia feito anteriormente. No caso de, no meio de qualquer um dos processos, Sven ver o inimigo avançando para desferir um empurrão ou golpe de escudo, simplesmente recuaria com um pulo, se aproveitando da distância já existente entre os dois devido a sua postura.

No caso da investida do Patrulheiro Verde, Bjarke seguraria o cabo de sua espada com a mão direita e usaria a palma esquerda nas costas da lâmina de sua arma, visando amparar com mais segurança os ataques feitos com a Claymore do patrulheiro. Os golpes feitos pelo patrulheiro verde seriam levemente mais lentos, mas muito mais potentes, no caso de um corte em horizontal ou diagonal, Bjarke deixaria sua espada entre seu corpo e a lâmina do inimigo, usando as duas mãos, uma no cabo e uma nas costas da lâmina, para segurar o impacto do golpe com mais segurança, o jovem flexionaria os joelhos quando defendesse, visando buscar mais equilíbrio para evitar uma queda causada pela força do patrulheiro, quando detectasse um golpe vertical, Bjarke esquivaria rapidamente para qualquer uma das laterais e, assim que a pesada espada do patrulheiro tocasse o chão, o jovem espadachim colocaria a lateral de sua espada sobre as costas da lâmina inimiga, impedindo que o patrulheiro se recuperasse rapidamente do golpe, e avançaria velozmente, arrastando sua espada sobre a do inimigo, assim que chegasse perto o suficiente para ter certeza do golpe, Bjarke puxaria selvagemente sua espada com a mão direita enquanto girava o peso de seu corpo para esquerda, visando atingir horizontalmente os braços e o peito do inimigo.    


Histórico Bjarke:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyTer 20 Fev 2018, 17:45



Os pestinhas de Fernand Ice


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Devido ao tempo “limpo” e temperatura agradável para os padrões da ilha, era possível sim encontrar pessoas transitando pela aldeia, muitos homens saiam com varas de pesca, redes, lanças e outras ferramentas para se pescar no gelo e um pequeno grupo de crianças conversavam entre si com algumas gargalhadas altas as vezes jogavam neve uns nos outros, Aiko olhava aquelas crianças inocentes brincando e rindo umas com as outras, todos pareciam ser meninos saudáveis e bem agitados, todas as pessoas que passavam pelo grupo de crianças parecia agir como se elas nem estivessem ali as deixando brincar a vontade ou simplesmente tentando ignorar a algazarra que as mesmas estavam produzindo, Bjarke também podia ver aquela cena mas ele aguardava por Aiko revelar seu plano.

A pirata se aproximou das crianças sem nem mesmo elas notarem pois estavam muito distraídas com a sua roda de conversa, Bjarke acompanhou a Kajiyashiki até que ela parou e ofereceu a oportunidade de lucro para as criança, todas pareciam surpresas por um adulto estar falando com elas e por um momento a garotada se encarava um tanto surpresa, todas elas usavam agasalhos grossos de cor azul e pelagem branca em volta do capuz e no fim das mangas, ao se olharem elas começavam a falar. –Eu não sei não, isso é muito pouco não acham?- Falou um garoto careca de olhos cinzas se referindo a quantidade que Aiko oferecia para as outras crianças, quase que imediatamente um garoto mais gordo de cabelo loiro se pronunciava. –É verdade é verdade nossos serviços de uhm.... de entrega! Sim, nosso serviço de entrega cobra 4.000.000 ber... Não! 40.000.000 berries mocinha hehe- Todas as crianças começavam rir uma com as outras, um segundo garoto careca continuava – Ahahahaaha, é isso mesmo pode metendo as mãos no bolsos e nos dar algum ouro garota! Ahaahaha- Ficava claro para Sven e Aiko o porque os outros adultos pareciam ignorar os garotos, o quarto integrante do grupo se pronunciou, um garoto de pele cor de ébano com olhos azuis –OU você pode me dar um beijinho hein? – Falou com uma estranha e engraçada “perversão” em seus olhos, para a pirata já estava claro que as crianças de inocente não tinham nada.

De certa forma Aiko podia entender o comportamento daqueles garotos porque Fernand Ice não fornecia nenhum divertimento para elas, as crianças tinham que produzir sua fonte de diversão mas estava claro que aqueles garotos gastavam suas energias pentelhando os outros –Ei vamos colocar um monte de pinguins no iglu da velha Helga dinovo ahahaha – Falava o segundo rapaz careca de olhos negros. –Oi? Você comeu casca de baratuta de novo? Não lembra da surra que a gente levou ontem por isso!?- A molecada começava uma discussão a parte enquanto o rapaz de pele escura encarava Aiko e Bjarke com seus olhos azuis –Quem é esse aí “gracinha”? – O rapaz se levantou da neve enquanto os outros dois carecas discutiam e o gordo observava seu amigo caminhar ficando de frente para Sven. –Escuta aqui carinha é bom não se engraçar para cima da minha garota não, ouviu bem?- O baixinho passou o braço em volta da cintura de Aiko sendo que à criança sequer alcançava a cintura da pirata sendo forçado a passar o braço em volta da coxa de Aiko mas sem nenhuma malicia, o garoto apontava com seu dedo indicador esquerdo para Sven tentando fazer uso do máximo de ameaça que uma criança pentelha poderia transmitir.

Já o rapaz mais gordo que se encontrava sentado com um sorriso bobo no rosto perguntava para Aiko –Mas por que você quer que a gente faça isso? Mamãe sempre fala para eu não falar com estranhos... e não roubar também, não bater, não fazer xixi nos outros, mamãe fala muito não.- A criança contava com seus dedos a quantidade de vezes que ouvia um não da mãe fazendo uma careta, o primeiro garoto careca com os olhos claros se virou para Aiko ignorando completamente o que o outro careca estava prestes a falar para ele. – É, por que vocês mesmo não falam com eles? Nem gostamos desses caras.- Falou enfiando o mindinho dentro do seu nariz. –O Gunther é o mais irritante deles! Ele coloca aquela roupa verde e começa a se achar o fodão!- Falou o pequeno namorado da Kajiyashiki e os outros começavam a ovacionar com um “OLHA A BOCA AI O CARALHO, FALA PALAVRÃO NÃO TEU MERDA!” e começavam a jogar neve nele fazendo cair um pouco na Aiko.

As crianças começavam a discutir qual dos patrulheiros eram mais irritantes, falavam nomes soltos e outros falavam cores, começavam a imitar a maneira de um andar ou falar –Mas o Siberian e Anola são fofos! – Se referiam aos cachorros e de imediato sorrisos e mais gargalhadas surgiram ali, estava claro que para o plano de Aiko dar certo ela teria que negociar melhor com as crianças.


Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
FERIMENTOS:
 
LEGENDAS:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyQua 21 Fev 2018, 01:57



Tirar doce de criança

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A audácia daquele grupo de crianças entretinha Bjarke, foi uma boa ideia por parte da jovem pirata fazer uso do grupo para tentar distrair os patrulheiros, infelizmente as coisas não seguiram de acordo com o planejado. Sven escutava atentamente as palavras dos infantes e via que o plano de Aiko parecia ficar cada vez mais distante de se concretizar, felizmente, sempre teve facilidade em lidar com condições adversas como essa, nunca teve dificuldade nenhuma em cativar as pessoas, embora não costumasse se aproveitar disso. O segredo para conquistar a simpatia de terceiros era simplesmente focar nos pontos em que tinham em comum, enquanto outros costumavam focar nas diferenças.

O jovem médico captava cada informação soltada pelas crianças, aumentando seu conhecimento sobre o grupo e preparando sua conversa, precisava apenas de uma oportunidade para se inserir, o que não demorou muito. - Quem é esse aí “gracinha”? - Aproveitando a deixa, Bjarke se abaixaria, flexionando os joelhos, para logo em seguida se apresentar. - Meu nome é Sven, eu sou um caçador de recompensas, escutei que tinham alguns piratas na ilha e, já que estava de passagem, resolvi dar uma olhada, mas parece que eles nem tem recompensas ainda. - O espadachim via a criança se dirigir até Aiko e agarrar as coxas da pirata, enquanto fazia ameaças completamente vazias, a vontade de Bjarke era de dar um cascudo na cabeça da criança pela ousadia, mas se fizesse isso a dupla perderia totalmente a chance de passarem despercebidos pelos patrulheiros. - Pode ficar com ela todinha pra você, você não faz noção do trabalho que dá. - Diria, tentando ser o mais simpático possível.  

O jovem espadachim conseguia ler aquelas crianças com facilidade, eram só um grupo entediado, em uma ilha frígida e sem atrativos, em busca de aventura e diversão, planejava dar justamente isso para eles. A criança gorda continuava o diálogo, dificultando ainda mais os planos de Aiko. - Mas por que você quer que a gente faça isso? Mamãe sempre fala para eu não falar com estranhos... e não roubar também, não bater, não fazer xixi nos outros, mamãe fala muito não. - Sven levaria a mão ao rosto, usando-a para tapar a boca e riria. - Desculpa, a gente não sabia que você ainda era um bebezinho, achamos que você já conseguia fazer as coisas sozinho, sem a permissão da mamãe, mas podemos pedir para outro. - Bjarke sabia que os jovens almejavam ser mais velhos, enquanto os velhos sonhavam com o tempo em que eram jovens e não tinham responsabilidades, se aproveitaria disso, o garoto gordo não gostaria que seus colegas o vissem como filhinho da mamãe, fazendo com que fosse mais propenso que ele concordasse com planos futuros.

- É, por que vocês mesmo não falam com eles? Nem gostamos desses caras. - Voltava a dizer o pestinha que tinha se instalado nas coxas de Aiko. - O Gunther é o mais irritante deles! Ele coloca aquela roupa verde e começa a se achar o fodão! - Bjarke riria novamente, dessa vez com total espontaneidade, parecia que ele e aqueles pestinhas tinham muito mais em comum do que ele imaginava. Observaria as bolas de neve voando e depois tentaria se enturmar com os garotos enquanto eles falavam mal dos patrulheiros. - Particularmente eu detesto o patrulheiro Azul, ''eu sou a justiça'', ''pare em nome da justiça'', blá, blá, blá, esse cara é um saco, a única que se salva é a Yennefer, ela é um amor. - Quando ouviu as crianças falando sobre os cachorros, o jovem médico teve uma ideia, se elas gostavam tanto assim dos cachorros, era só dar isso para elas. - Eu tenho um plano, vocês parecem muito comigo quando eu era criança, então acho que vão gostar disso. - Bjarke fazia uma pausa, tentando se lembrar do nome de alguém importante na ilha, lembrou que Helga mencionou uma mulher chamada Natasha, então era essa a carta que usaria.  - Vamos pegar Siberian e Anola pra gente. -  O jovem esperava que o plano cativasse as crianças, surtindo efeito ou não, prosseguiria. - Vocês vão se dividir, dois de vocês vão ir até os patrulheiros e dizer que os piratas fizeram Natasha de refém, mas antes disso, dois de vocês já vão estar posicionados no caminho que eles vão fazer quando forem resgata-la, assim que eles passarem os outros dois vão agarrar o cachorro e correr até aqui com ele, os patrulheiros não vão seguir, já que vão estar preocupados com Natasha, depois é só pegar o outro animal. - Sven faria uma pausa e olharia maliciosamente para eles, com os cantos da boca levemente inclinados em um tímido sorriso. - Se vocês tiverem coragem é claro. Enquanto fazem isso eu posso procurar os outros dois patrulheiros. - Se os infantes concordassem com o plano, assim que surgisse a primeira abertura, Bjarke correria com Aiko até o homem que levaria os dois para fora da ilha.

Se algum dos patrulheiros identificasse Bjarke, ele sacaria sua espada com a mão direita e, com a mão livre, agarraria uma das crianças, segurando ela firmemente pelo braço e apontaria a ponta da arma para o peito do refém. - Acho melhor pensarem duas vezes antes de avançar. - Diria em tom de ameaça.






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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyQua 21 Fev 2018, 02:57


A medida que aquelas crianças prosseguiam com seus dizeres Aiko apenas teve certeza que planejar as coisas não era uma habilidade sua, tudo o que pensava em realizar tomava um rumo completamente diferente. Em sua época de infância nunca tivera comportamento tão ousado quanto daquele grupo, pareciam conter mais malícia em suas mentes do que a garota tinha coletado durante todos seus dezenove anos. Sua vontade naquele momento era de meter a mão na cara de cada um para aprenderem a tratar uma garota da maneira certa, entretanto segurou-se para não faze-lo e acabar por chamar atenção desnecessária pelas pessoas a sua volta. Sua mão remexia o dinheiro dentro do bolso, era tudo que lhe restava, com certeza não cederia a ganancia de alguns pivetes por um trabalho tão simples como o que pedia. —NUNCA! — Disse Aiko sem jeito ao ouvir a proposta de um dos garotos relacionada a beijos. O assunto era delicado e apenas de traze-lo a tona tornava a face de pele pálida da jovem coradas nas bochechas, seu olhar de desviou em um ponto fixo na neve enquanto buscava um local para colocar as mãos que naquele momento estavam perdidas. Beijar era um ato do qual a Kajiyashiki nunca havia experimentado, nunca havia tido a oportunidade para tal mas realiza-lo com uma criança pervertida daqueles estava fora de cogitação, além de tudo Aiko ainda não tinha pressa e nem certeza se desejava por esse momento em sua vida.

Tudo que se perguntava era onde estariam os pais daquelas crianças e se sabiam a maneira errada com que agiam perante os outros. Aiko ao sentir parte de suas pernas serem envolvidas numa especia de abraço sentiu um calafrio correr por todo seu corpo, odiava ser tocada de uma forma tão intima sem autorização, quase que imediatamente se desvincilharia do pirralho em questão se afastando o máximo que podia —Eu não sou sua garota... — Seu punho cerrado mostrava o quão irritada estava ficando com a ações do grupo, não tinha mais pavio para lidar com as brincadeiras, tudo que faria seria desistir de interagir com aqueles pequenos seres humanos e buscar outra alternativa, mas percebeu e observou o modo com que Sven lidava com aqueles pestinhas, talvez ele os compreendesse de alguma forma, afinal eram todos garotos e consequentemente suas cabeças eram um grande pote de 'nada' o que facilitava a comunicação. Durante o período onde o médico buscava manipula-los Aiko se livrava da neve que havia se agarrado em suas roupas durante a briga de bola de neve do qual fora realizada pelos garotos, que de uma maneira estranha possuíam algum carisma, apesar de abusados Aiko se divertia assistindo as idiotices ditas, e isso ficava evidente em alguns momentos onde se permitia rir daquelas cenas.

—Nós não vamos até aqueles patrulheiros por que também temos alguns problemas com eles, além de tudo acho uma grande idiotice eles usarem esses casacos de cores tão chamativas, parecem um bando de palhaços. — Aiko também fazia questão de deixar no ar seu desgosto não somente pelas pessoas que eram aqueles homens como também seu modo de se vestir. Do bolso de sua calça traria uma bala das que havia ganho de seu pai, provavelmente o último presente que receberia de sua família, levaria até a boca para poder adoçar um pouco seu paladar e eliminar os resíduos do azedo de vodca oferecida pela velha da cabana. —Podem ficar com os cachorros mais 1000 barries, nem um pouco a mais. — Incentivar sempre era um bom método ao lidar com crianças e diante a tudo que lhe restava Aiko sabia que mil a menos ou a mais não fariam diferença alguma. A espada que descansava em suas mãos estaria sempre empunhada para caso necessitar confrontar mais uma vez aquele conjunto de benfeitores locais, mas no fundo rezava para com que o plano de Sven ocorresse de maneira clara e sem falhas para que assim pudessem deixar para trás tanto os patrulheiros quanto as crianças e enfim deixar a ilha de gelo.                                                                                                                                        


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyQua 21 Fev 2018, 14:12



Paus e pedras podem quebrar seus ossos


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Sven se agachava ficando na altura do pretendente Kajiyashiki o garoto imediatamente levantava seu rosto encarando o médico de cima em uma postura de superioridade perante ao espadachim –Pff... é preciso ser um homem para domar uma dessas aqui.- Falou o rapaz dando uns tapinhas de leve nas pernas de Aiko, a pirata cerrou os punhos com seu semblante raivoso diante aquela situação, a petulância daquela criança o irritava afinal a pirata acreditava que gestos tão íntimos deveriam ser praticados apenas com a pessoa certa, o garoto ao ver a reação de Aiko ele imediatamente soltou e deu dois passos para trás com um sorriso largo e bobo na cara, Sven zombou da criança mais gorda que logo exibia sua irritação. –Ei eu sei fazer coisas sozinho! Posso tocar os meus próprios pés olha só! – O garoto esticava o braço fazendo muito esforço mas nenhum sucesso. –Viu, eu posso também amarrar meus sapatos...- Desamarrou as botas mas parecia se atrapalhar quando tentava amarrar –Tipo você faz assim... Não não pera é aqui assim, ai o coelho corre atrás do alce, enrolar isso aqui... pronto.- os cadarços estavam enrolados um no outro simplesmente caiam se desenrolando e continuando desamarrados –Bem não vale a pena eu ensinar isso para vocês- Exibia uma expressão orgulhosa como se tivesse provado o seu ponto. As crianças começavam a gargalhar com a imitação de Sven do patrulheiro azul e a segunda criança careca se juntava a sua imitação completando com mais algumas frases ridículas relacionadas a justiça, Aiko via aquela situação que apresentava um certo “humor” que dava apoio a sua tese de que todos os garotos são cabeças ocas mas ao mesmo tempo podia de certa forma se simpatizar com a visão das crianças sobre os patrulheiros. –Sim a Yennefer é legal ela brinca com a gente nas horas vagas, lembram quando ela acertou aquela flecha na bunda do urso?- As crianças concordavam animadas mas isso só trazia a dúvida para que tipo de “brincadeira” Yennefer envolvia aquelas crianças. –Ela nem gosta de andar com aqueles palhaços por causa das roupas ridículas- Falou a criança mais gordinha, todos acenavam positivamente quando Aiko mencionava as roupas toscas da patrulha. –E ela ainda tem usar rosa tadinha...- Falava o futuro noivo de Aiko.

Os infames pareciam de certa forma terem conquistado a simpatia das crianças mas isso não os deixavam isentos de serem vitimas de alguns deboches, os olhos dos garotos brilhavam ao verem a oportunidade de pegar os cachorros e pentelhar a vida de outra pessoa, eles fechavam uma roda entre eles colocando as mãos por cima dos ombros dos outro e começavam a cochichar entre eles, seus cochichos pausavam com a cabeça de todos se levantando e encarando a dupla mas logo se abaixavam novamente para o centro da roda e assim ficou durante alguns segundos até as crianças se levantarem com expressões neutras como se quisessem criar um suspense, menos para o pretendente Kajiyashiki que mantinha o sorriso bobo para Aiko. –Depois de um longo debate entre as quatro forças... – Falou o segundo careca terminando sua fala de deixando o gordo se pronunciar. -Nós notamos que sua proposta...- Terminava o gordo passando a bola para o careca de olhos claros. –É de nosso interesse. - Terminou o careca mas mesmo assim o garoto de pele escura continuou. –É isso ai bebê, vamos te ajudar.- O garotos começavam a cavar na neve e pegar um embrulho que tinha ali e quando desenrolaram era possível se ver galhos grossos do tamanho das crianças, muitas pedras e garrafas vazias, as crianças começavam a fazer bolas de neve com as pedras dentro da bola enquanto outro pegava as pedras pequenas e tirava do bolso o estilingue.

Os pestinhas agora estavam terrivelmente armados demais para um plano tão simples de Sven –Tá a gente só tem que perturbar alguém né?- Falava o careca de olhos claros liderando o caminho em direção aos patrulheiros. –Isso é o que a gente faz de melhor.- Falou o segundo careca posicionando seu galho entre os ombros. –Hehehe olhe bem para mim bebê para que não perca meus maravilhosos tiros- Declarou o namorado de Aiko esfregando o dedo indicador abaixo de suas narinas e exibindo um largo sorriso no rosto. –Hehehehe vai ser divertido hehehe- Ria o mais gordo de maneira sinistra. Sven tinha composto um plano simples para atrair os patrulheiros e as crianças pegarem os cães mas o plano de Sven de certa forma ia por água a abaixo ao ver o mais gordo acertar a cabeça do patrulheiro azul com uma bola de neve que ao se desfazer revelava uma pedra no meio do projetil fazendo o guerreiro azul se curvar de dor, todas as outras crianças começaram a atacar, os carecas com os bastões improvisados batiam nas pernas do verde e no azul por inteiro que estava curvado ali, o mais gordinho e o mais safado disparavam projeteis contra os dois patrulheiros. O cão que acompanhava aquela dupla parecia entender aquilo como uma brincadeira abanando o rabo e expondo sua língua dando leves latidos para a criançada enquanto corria em meio a elas, os patrulheiros por si não revidavam afinal sua justiça não permitiria que eles batessem em crianças –Seus diabos parem com isso! Estamos em uma missão impor...AI!!- o Homem calava a boca ao receber um cutucão com o bastão em sua costela.

As crianças gargalhavam enquanto perturbavam os patrulheiros vira e mexe o Husky se virava e lábia um dos garotos que torturavam seus donos, apesar de ser uma cena divertida e engraçada de se ver as demais pessoas que transitavam evitavam ficar encarando por muito tempo “Essas crianças não tomam jeito mesmo.” ; “Ai lembram quando eles amarraram bombinhas nos pinguins?” ; “Isso não foi nada, lembra do estouro dos alces?” eram muitos os cochichos das pessoas que transitavam revelando antigos feitos daqueles pestinhas. Aiko e Sven vinham certa beleza em seus inimigos estarem sendo humilhados por um pequeno grupo de crianças mas eles não tinham tempo para isso, os patrulheiros já pareciam muito bem distraídos para que não incomodassem mais os piratas até seu destino porém ainda faltava um dos cães junto do patrulheiro vermelho e o patrulheiro amarelo, ainda não tinha sinal de nenhum dos dois ali.


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyQui 22 Fev 2018, 01:38


A maneira como estavam se referindo a Aiko, como um objeto e nada mais a deixava cada vez mais possessa com aqueles garotos - inclusive Bjarke -, sua insatisfação em relação a aquilo ficava clara em sua face e seu cruzar de braços, seus olhos recaíam sobre o grupinho que se juntavam num canto para 'discutir' se aceitariam a proposta de Sven ou não. Aiko sabia que aquilo não passava de pura cena e enrolação, seus olhos reviravam ao entender que tudo o que eles faziam era apenas um rodeio sem precedentes para no fim de tudo confirmarem sua participação dentro daquele pequeno esquema. Suspirou com certo alívio ao ouvir aquilo, significava que a estratégia de distração aconteceria, se daria certo ou não era um outro assunto. Ficou um pouco assustado ao assistir tantas coisas serem desenterradas da neve e num fração de segundos virarem 'armas' pesadas na mão de crianças, essas que partiram para cima dos patrulheiros como o combinado mas como esperado as coisas não seguiram exatamente a linha traçada que o planejamento pedia.

Como não havia tempo para apreciar aqueles homens sendo extremamente humilhados por crianças, a jovem girou sob os próprios calcanhares tomando um rumo em direção ao porto. Ainda restavam  alguns patrulheiros dos quais a dupla não tinha informação alguma sobre localização, permanecer estático não faria com que surgissem  e nem resolveria os problemas que apenas se acumulavam cada vez mais, cada minuto a mais naquela ilha tornava a saída cada vez mais difícil —Precisamos encontrar um homem chamado...como é mesmo? — Aiko retirou do bolso a carta entregue por Yennefer —Cody, é isso. — Um suspiro de preocupação foi dado pela garota que não sabia o que esperar dos momentos seguintes, estava atenta, sempre atenta, afinal Fernand Ice não lhe era mais um lugar seguro que a recebia com boas-vindas. Sua mente já estava longe, em Lvneel mais precisamente, uma ilha com clima muitas vezes mais agradável e com certeza com mais oportunidades, ao encarar o céu pensava nos diferentes tipos de pessoas que frequentariam a cidade e que tipo de coisas faria por lá, nesse momento um dúvida surgiu em sua mente, olhando ao seu lado enxergava Sven que a algum tempo assim como uma sombra lhe seguia para onde fosse, apesar de desconfiar não tinha certeza se seguiriam dessa forma —Então, o que vai fazer depois de deixar essa ilha? — Questionou a Kajiyashiki —Eu vou para Lvneel, é uma ilha muito próxima da entrada da Grand Line e vários piratas devem atracar por lá antes de irem em direção a Reverse. — Sorriu ao dizer a última palavra —É um caminho bem tortuoso, me lembro do meu desespero ao atravessa-lo, mas enfim, eu vou reunir algumas pessoas para minha tripulação, conseguir um barco e começar minha vida como pirata, quem sabe eu posso reencontrar Noel e finalmente conhecer Succubus.

Interrompendo o dialogo repentinamente Aiko diante do porto seguiria a primeira embarcação que visse a sua frente e questionaria a pessoa a bordo da mesma. —Com licença, estou procurando por um homem chamado Coby...ou seria Cody? Algo assim, pode me dizer se ele está por aqui, Yennefer me enviou.   
                                                                                                                                        


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyQui 22 Fev 2018, 03:45



Sebo nas canelas

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Bjarke fazia questão de gravar aquela cena em sua memória, não tinha tempo para ficar apreciando o espetáculo, mas tinha certeza que poderia assistir aquilo por horas antes de perder a graça. A verdade era que desejava uma revanche contra o Patrulheiro Azul que, apesar de se mostrar um tanto quanto obsessivo e irritante em relação ao que concerne a justiça, se revelou como um oponente digno em um combate justo, mas as pauladas e pedradas nas roupas ridículas do homem não deixavam nada a desejar.

A oportunidade, apesar de hilária, não podia ser desperdiçada. Rindo, Sven olharia para a jovem pirata e falaria em um tom amistoso de provocação. - Viu? Você só precisa ser um pouco mais simpática, como eu já disse. Podia aprender um pouco comigo. - Sem perder tempo, o médico começaria a correr em direção ao porto, ou ao menos até onde acreditava ser o mesmo. Durante a trajetória até o destino que os tiraria da ilha, Aiko fazia uma pergunta bastante oportuna. - Então, o que vai fazer depois de deixar essa ilha? - A pergunta pegava Bjarke totalmente desprevenido, o jovem chegou até Fernand Ice Island tão obcecado com o passado de sua mãe que esqueceu completamente de traçar qualquer esboço de seu próprio futuro, antes que tivesse qualquer chance de responder uma pergunta tão complicada, Aiko prosseguia.- Eu vou para Lvneel, é uma ilha muito próxima da entrada da Grand Line e vários piratas devem atracar por lá antes de irem em direção a Reverse. - A excitação que acompanhava a expectativa de uma vida de pirataria era nítida na face da Kajiyashiki.- É um caminho bem tortuoso, me lembro do meu desespero ao atravessa-lo, mas enfim, eu vou reunir algumas pessoas para minha tripulação, conseguir um barco e começar minha vida como pirata, quem sabe eu posso reencontrar Noel e finalmente conhecer Succubus.

Sven sorria ao escutar aquelas palavras, esperanças de um futuro feliz como aquele encantavam o espadachim, a verdade é que o jovem estava perdido, tudo que pensava era em voltar para Las Camp e se aprofundar em seus estudos, sempre quis salvar pessoas e isso não mudou, mas em sua curta estadia em Fernand Ice Island aprendeu que salvar pessoas podia ter um significado muito maior que simplesmente tratar os enfermos. Sem parar de correr, Bjarke passava a mão direita pelos cabelos, próximo a nuca, meio sem jeito. - Eu acho que vou ter que seguir você. - Ele faria uma pausa e olharia para Aiko, buscando dar ênfase na seriedade da proposta. - Afinal você ainda não me devolveu minha capa, é uma boa capa, não posso deixar ela assim. - Como sempre, Bjarke não conseguia permanecer sério por muito tempo. - Bem, então parece que você é a minha capitã agora e, como só tem eu, acho que acabei virando Vice-Capitão, parece um bom começo. - O médico continuaria a correr até chegar no porto, perguntando a si mesmo se havia feito a escolha certa.

Dos quatros patrulheiros que Bjarke havia encontrado anteriormente, apenas dois se faziam presentes naquela parte da ilha, faltavam o Vermelho e o Amarelo, Sven já havia procurado rapidamente pelos dois nas redondezas, sem sucesso, mas, enquanto corria até o porto, permaneceria atento, buscando por sinais de seus inimigos, visando não ser pego de surpresa. Era provável que eles estivessem extremamente longe, visto que, como se separaram para procurar a dupla de piratas, seria idiotice posicionar todos os seus recursos humanos para cobrir um espaço tão pequeno, além disso, Yennefer disse que poderia distraí-los. Ainda existia a hipótese do Patrulheiro Amarelo estar repousando, devido ao corte que sofreu, e, se encontrarem alguém, ser apenas o Patrulheiro Vermelho.

Durante o percurso, Bjarke se prepararia para o pior, se avistasse o Patrulheiro Amarelo e também fosse avistado pelo mesmo, se jogaria na neve, levando Aiko junto, visando desviar de um eventual disparo, depois da queda, procuraria alguma cobertura por perto, se fosse inexistente, continuaria a correr até seu objetivo, rezando para não ser acertado. Se avistasse o Patrulheiro Vermelho e também fosse avistado, um combate seria inevitável. Sacaria sua lâmina, utilizando apenas a mão direita, e entraria em uma postura de combate defensiva, estendendo sua arma e braço ao máximo, em um ponto que não comprometa sua movimentação, para criar o máximo de distância entre os dois, tentaria apenas desviar as estocadas e outros golpes desferidos pelo inimigo, jogando a lança do mesmo para a lateral com sua espada.

Se visse algum dos Patrulheiros, mas não fosse notado, o médico simplesmente chegaria até o porto e gritaria. - Cody! Você tem uma entrega especial pra fazer.  

 



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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptyQui 22 Fev 2018, 21:52



Vermelho e Negro


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A cena era de fato cômica enquanto as crianças gargalhavam e riam os patrulheiros praguejavam, Siberian o cão parecia se divertir com as crianças mostrando um lado que os piratas nunca imaginariam já que o cão perante os criminosos parecia uma fera mortal, Aiko e Sven partiam em direção ao porto trocando algumas palavras durante seu trajeto e naquele momento se oficializava o laço que nasceu em meio de neve e sangue agora forjava mais um bando pirata e naquela frigida ilha de gelo começava o seu legado.

Corriam em grande velocidade em direção ao porto da ilha e enquanto corriam eles encontravam outro dos patrulheiros os esperando no porto, enquanto ainda corriam eles notavam o patrulheiro amarelo já em posição para disparar e mesmo que seu rosto estivesse coberto pelas sombras gerada por seu capuz eles sabiam que ali estava brotado um sorriso largo e um brilho assassino em seus olhos –Peguei você... Toma essa garoto de merda.- Sven notava que o cano da arma estava apontada para ele, o patrulheiro buscava vingança de seu ferimento e da humilhação que havia passado no combate anterior e diante os seus olhos ele já esperava o disparo do rifle de seu algoz mas o que ele ouviu não foi um disparo e sim um zumbido, algo passou do lado de seu rosto em uma incrível velocidade uma flecha havia sido disparada acertando o cano da arma e imediatamente a flecha explodia causando uma pequena cortina de fumaça branca com um cheiro forte que atacava os olfatos de todos que eram pegos por ela, logo a fumaça se expandia e os piratas também acabavam ficando em meio da fumaça sentido o cheiro forte que queimava seus olhos, Sven não se incomodava com o cheiro mas rapidamente sentia seus olhos arderem e começarem a lagrimejar.

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Em meio a fumaça os piratas sentiam uma mão se agarrar a mão deles –Eu falei para me encontrar antes não falei?- A voz de Yennefer se revelava em meio a confusão os puxando e guiando em meio a tensa distração, Yennefer tinha um manto enrolado em seu rosto e usava óculos similar aos que nadadores costumam usar, o trio pode ver o cachorro correr para longe daquela fumaça fugindo dando da mesma quanto deles. –Pink por que você? Cof* cof*- O patrulheiro amarelo apareceu em meio a fumaça, Yennefer rapidamente movia seu arco como se fosse uma espada transferindo uma estocada com uma das pontas da arma direto na boca da barriga do patrulheiro e quando ele se curvou de dor ela recuou o arco para próximo do corpo e transferiu um segundo golpe levanto uma das pontas para cima de sua cabeça e rapidamente o descia em um golpe de cima para baixo acertando a cabeça do patrulheiro amarelo o fazendo desmaiar. –Desculpa Bart, eu já te avisei para não me chamar assim.- Falou com um tom de deboche na voz terminando a frase um som de um doce sorriso.

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A fumaça começava a se dissipar mostrando que o porto estaria bem adiante do grupo a sua frente eles podiam ver uma plataforma simples de madeira que dava do gelo até o inicio do oceano de North Blue, em cada lado da plataforma tinha um navio sendo que o navio a na ponta porto parecia estar tendo uma movimentação maior de pessoas enquanto os outros tinha um movimento menor com algumas poucas pessoas circulando, haviam quatro tendas simples algumas pareciam vender peixe enquanto outras vendiam itens de pescas, tinha um fluxo tranquilo de pessoas com algumas poucas carroças sendo transportadas, Yennefer imediatamente se virou para os dois. –Cody está no navio mais adiante.- Ela apontava para o navio na ponta do porto. –Vão e apresentem a carta para el... – A voz da mulher foi cortada com uma expressão de surpresa e medo. -Para onde vocês pensam que vão?- A voz vinha de cima deles e ao levantarem suas cabeças eles viam o patrulheiro vermelho posicionado em cima de um dos postes de luz.

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O imenso homem pulou por cima do grupo e pousou com suas costas levemente curvadas, com um de seus joelho dobrados enquanto o outro estava apenas flexionado fazendo seu pé bater no solo, seu punho esquerdo fechado se batia contra o gelo enquanto a mão esquerda segurava sua lança a apoiando em um de seus ombros. –Não pensem que vão escapar depois de cuspir em nossa justiça, Pink você pagara por sua traição! Não é mais digna de usar o puro manto rosa!- Yennefer parecia nervosa e os piratas podiam notar isso mas aquela mulher era corajosa e com um deboche ela levou uma de suas mãos para frente de sua boca e começou a rir – Ahahaha finalmente concordamos em algo não é mesmo, Edmund- A mulher voltava a gargalhar. –Eu já falei que com esse manto você deve me chamar de RED!- A mulher levou sua mão ate seu casaco e o jogou para o ar, sua capa rosa que antes cobria seu corpo, assim como os oculos que ela usava antes e o manto que estava amarrado em sua boca iam para o ar agora revelava um traje completamente negro, botas de montaria negra, calças negras, casaco, luva tudo em um único tom de negro. –Pois bem, então se preferir pode me chamar de Black – Yennefer exibia um sorriso orgulhoso enquanto seus velhos trajes caiam na neve, logo esse sorriso ia sumindo dando espaço para um semblante de reflexão e logo seu rosto corou em vergonha. –Pensando melhor não me chame assim, é vergonhoso demais!- Suas mãos cobriam seu rosto tentando esconder sua vergonha na frente de todos ali.

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Apesar do constrangimento a mulher se virou para os dois tentando manter alguma seriedade diante deles. –Vão, eu vou distrai-lo pode não parecer mas sou muito habilidosa podem ir eu irei segura-lo, não se preocupem comigo eu vou ficar bem conheço essa ilha melhor que esses idiotas.- Yennefer removia uma flecha de sua aljava e a preparava no arco mirando no patrulheiro, Red por sua vez se posicionava levando suas duas mãos para a lança e flexionando seus joelhos. –Entendi, a pura rosa foi corrompida e manchada pelas trevas da injustiça se tornando Black, muito bem eu irei lhe mostrar a força da justiça, Black arrependa-se de seus pecados enquanto pode. – A dupla poderia se aproveitar daquele momento e correr em direção ao navio de Cody dando a volta pelo Red e deixar que os dois patrulheiros se enfrentassem. O patrulheiro vermelho se encontrava na frente do trio e atrás dele estava as barracas de venda e seguindo em meio as barracas tinha a plataforma de madeira, o navio de Cody era uma escuna que se encontrava no final do porto.


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptySex 23 Fev 2018, 01:57



Liberdade

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Tudo aconteceu muito rápido, Sven já tinha considerado a possibilidade do percurso da dupla não ser tão tranquilo, mas se não fosse por Yennefer, poderia estar morto agora. O jovem sentia que tinha acabado de contrair uma grande dívida, não só teve que ser salvo, mas fez a balconista do Ventos do Norte perder sua segurança e estabilidade para isso. As coisas poderiam ter sido extremamente tranquilas, ele e Aiko só desejavam deixar a ilha para trás, mas os patrulheiros os perseguiam como fantasmas do passado.

A cortina de fumaça fazia seus olhos arderem, de forma que deveria limpar as lágrimas e coçar os olhos, se seguisse seus instintos naturais, mas tudo que conseguiria fazer seria cerrar seus punhos, enquanto suas mãos esboçavam um tremor, ao mesmo tempo que tentaria controlar a sua respiração, visando se acalmar. Bjarke sempre foi uma pessoa calma, mas aquele situação causava um indignação que atormentava o cerne de seu ser, aqueles homens bizarros só sabiam falar sobre justiça, mas os atos que praticavam não podiam estar mais distantes desse objetivo.

Enquanto via Yennefer, com seus cabelos negros em contraste com a neve que dominava o local, desafiar o Patrulheiro Vermelho e dar instruções sobre o navio em que tinham de embarcar, o médico começava a sentir um peso enorme em seus ombros, não podia simplesmente dar as costas e correr, deixando Yennefer se sacrificar pela segurança de duas pessoas que mal conhecia. Bjarke sempre lutou suas próprias batalhas e agora não seria deferente. A raiva ainda se proliferava em seu sangue e sua mente, não suprimida, mas dominada, de forma que se tornava um apoio e não um obstáculo. O espadachim levaria as mãos ao rosto, perto da região dos olhos, e limparia suas lágrimas, não coçaria os olhos para não piorar a situação, apenas tentaria manter os mesmos abertos para que se acostumassem com o ambiente fora da cortina de fumaça e retornassem ao normal, sabia que seria um esforço grande, que a agonia tentaria dominar a situação e que desejaria piscar a cada segundo, mas faria todo o esforço possível para olhar nos olhos de Yennefer.- Aiko me contou a sua história, você não vai distrair ninguém. - Diria o médico em tom imperativo, para depois esboçar um sorriso, ou o mais perto disso que conseguisse. - Que tipo de homem seria eu, se deixasse os outros lutarem as minhas batalhas? Ainda mais se forem mulheres tão bonitas como você. - Bjarke finalmente cederia ao tormento que assolava os seus olhos, tentando dar uma longa piscada, para em seguida lutar contra os instintos de deixar os olhos fechados novamente.

Observando o Patrulheiro Vermelho, Bjarke traçaria vários estratagemas em sua cabeça, já conhecia o estilo de combate de seu oponente e presumia que a força do mesmo era superior quando comparada com a média, de forma que, talvez, lutar em grupo fosse uma opção bem mais sábia. Apesar de não gostar da lutar contra um inimigo que estivesse em desvantagem numérica, sabia que essa luta não era só dele, então viraria o rosto para a Kajiyashiki e diria. - Conto com você, Capitã. - Diria a última palavra com alegria, Aiko ofereceu uma perspectiva de futuro onde Sven enxergava apenas um vazio, já era extremamente grato por isso.

Apenas alguns metros separavam o trio do Patrulheiro, o jovem médico sacaria sua espada, segurando a mesma firmemente com a mão direita, enquanto posicionava seu corpo lateralmente, em relação ao Patrulheiro Vermelho, para diminuir a zona de acerto do inimigo, e projetava seu braço direito para frente, sem comprometer a flexibilidade, criando uma distância entre os dois. - Você e seus amigos patéticos falam muito sobre justiça. - Diria, para o Patrulheiro obviamente. - Mas não parecem ter nenhuma noção do que isso significa. Mesmo que fossem justos, justiça extrema como praticam é igual ou pior que a injustiça, mas, na verdade, tudo o que vocês fazem não passa de tirania. A justiça sem a força é impotente, a força sem justiça é tirana. - Faria esforço para manter os olhos abertos e observar as reações do Patrulheiro. - De toda forma, é um direito seu lutar pelo que quiser, então escolho lutar pela liberdade. - Diria antes de avançar.

Bjarke fecharia seus olhos uma última vez, visando mitigar os efeitos causados pela fumaça, e os abriria em seguida, não fechando-os mais, a qualquer custo, enquanto impulsionava seu corpo em direção ao inimigo. A distância média de alguns metros entre o Patrulheiro e o trio concedia uma leve vantagem ao seu adversário, então Sven avançaria subitamente, com seu troco posicionado lateralmente em relação ao inimigo e com a espada entre seu peito e a ponta da lança inimiga, utilizando a postura que havia adotado anteriormente. O espadachim tinha certeza que sua tentativa de avanço seria rechaçada, seu inimigo poderia parar seu avanço de muitas formas. Se sofresse com uma estocada, tentaria redirecionar a lança inimiga para os lados, utilizando o lado mais conveniente na ocasião, e desviaria, jogando o seu corpo para o lado oposto da lança enquanto avançava. Se fosse ser atingido por um golpe em uma das laterais do corpo, posicionaria a lâmina da sua espada entre seu corpo e a ponta ou cabo da lança inimiga, realizando o bloqueio, continuaria a avançar.

Realizando qualquer um dos bloqueios com sucesso, Bjarke continuaria a avançar em direção ao inimigo, tanto para dificultar a recuperação da arma, evitando assim um novo ataque, quanto para reduzir a distância entre os dois, já que em média distância o Patrulheiro tinha vantagem, mas, se próximo o suficiente, a situação se invertia. Ganhando distância o suficiente para desferir um golpe, Sven desferiria um corte diagonal contra o inimigo, visando acertar os ombros e peito do mesmo enquanto a lâmina descia da direita para a esquerda. O espadachim sabia que, com a aproximação, existia a possibilidade do Patrulheiro se aproveitar de seu porte físico avantajado e tentar empurra-lo, com o corpo ou com a própria lança, então estaria pronto para tentar resistir ao impacto, fazendo rivalidade a força do Patrulheiro enquanto flexionaria os joelhos para não perder o equilibro e cair na neve devido ao impacto, já que esse movimento de armas travadas criaria uma oportunidade excelente para Aiko.

No caso de tudo ocorrer certo e o golpe desferido ser bloqueado com o cabo da lança, Bjarke aproveitaria a posição comprometida do Patrulheiro, em um sentido de não poder atacar de forma mais elaborada, apenas com empurrões ou golpes com o cabo da arma, e faria sua lâmina descer ainda mais, não competindo em força contra o Patrulheiro, mas fazendo o fio de sua espada ceder perante o cabo da lança e descer para acertar a perna esquerda do oponente, na altura da coxa, em seguida recuaria. Em qualquer momento do combate em que estivesse em curta distância, Sven atentaria para a ponta do cabo da lança, sabia que era um movimento comum usar a ponta do cabo da lança para desequilibrar o inimigo, acertando-o nos pés, quando um lanceiro era pressionado em curta distância, então tentaria antecipar tal movimento, levantando os pés, um de cada vez, se a ponta do cabo da lança passe em um golpe rasteiro e traiçoeiro.

Durante todo o combate, Bjarke sofreria para manter os olhos abertos e atentos, o jovem sabia que era algo que requeria determinação e tinha um certo grau de dificuldade, mas também sabia que a lança do seu inimigo incomodaria muito mais que isso se acertasse. Sven sabia que se concedesse qualquer vantagem para sua parceira, poderia decidir aquele combate, então, se surgisse qualquer janela de oportunidade que julgasse efetiva, usaria sua mão livre para segurar a lança do inimigo, dificultando a movimentação da arma e criando uma brecha para um ataque de Aiko. 
   


Histórico Bjarke:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 5 EmptySex 23 Fev 2018, 16:45


Nunca havia se passado pela cabeça de Aiko que Sven pudesse cogitar ser um membro de seu bando, quando ouviu o rapaz dizer que a seguiria não conseguiu esconder o fato de não saber como reagir, virou o rosto afim de desviar o olhar e num ato de compulsão remexeu os bolsos para encontrar as balas que tinham sido obtidas através de seu pai, empunhou algumas deles e as colocou na boca, eram várias, cerca de quatro ou cinco, era quase tudo o que lhe restava, mas naquele ponto já estava sentindo-se cansada e com extrema vontade de ingerir açúcar, a partir daquilo não disse mais nada, apenas deixou que o silêncio dissesse por si só o que as palavras apenas tornaria mais constrangedor.

Aiko sempre buscava manter o pensamento positivo sobre as coisas, e no fundo do coração clamava por seu caminho até o porto fosse calmo e sem mais confusões mas teve certeza que sua história estava sendo escrita a linhas tortas quando um dos patrulheiros apareceu a sua frente, seus trajes amarelos o destacam em meio ao ambiente alvo e sua arma já mirava seu alvo, daquela distância nada poderia ser feito e desviar de uma bala era praticamente impossível, todavia Fernand Ice se mostrou ser uma ilha totalmente diferente do que era a três anos atrás, tudo havia acontecido tão rapidamente que a jovem num piscar de olhos se viu em meio a uma fumaça com um forte cheiro e que incomodava seu olhos, era impossível não levar as mãos ao rosto e esfregar os punhos contra os olhos e nariz, era uma sensação totalmente incomoda que lhe provocava até mesmo tosses.

Ainda estava tentando entender o que estava acontecendo, aquilo aparentava ser obra dos patrulheiros - o que não era de todo errado -, Yennefer que era parte desse esquadrão surgiu do nada e se contrapôs a seus próprios amigos, nocauteando aquele que foi revelado como Bart, entre tosses a mais tosses a loira buscava ainda proteger seu rosto do composto no ar que aos poucos sumia revelando aos olhos de todos o cenário a sua volta —Não importa o que você disse, eu não recebo ordens, eu dou ordens. — Contradisse Aiko em meio a pausas nas quais limpava seus olhos irritados, ergueu o rosto e direcionou seu olhar ao porto, estavam tão próximos que conseguia sentir que sua saída da ilha já não era tão difícil, eis que num entrada triunfal apareceu o provável líder daquele esquadrão, Red ou Edmund como revelou Yennefer que parecia não se importar em explanar o nome de todos aqueles homens que insistiam em serem reconhecidos pelas cores que trajavam.

Sem pensar duas vezes a loira atenderia a 'suplica' da atendente da pousada e seguiria em direção ao navio deixando com que a mesma lidasse com os problemas que tinha arranjado no processo, mas Sven não parecia compartilhar de tal pensamento, suas palavras sempre cobertas de mel o faziam realizar atos dos quais ele não precisava se envolver, assim como fez com Aiko estava disposto a fazer com Yennefer. Um suspiro de indignação fora exalado pelas pequenas narinas da garota que logo erguia sua espada para por fim lutar sua última batalha. Sven sempre tomava a iniciativa, talvez até nisso ele quisesse ser cavalheiro e por isso Aiko sempre agia como uma sombra em seus movimentos, sua força bruta nunca foi algo que pudesse tomar como ponto forte, todavia seu corpo pequeno lhe proporciona mais facilidade em se mover. Enquanto o garoto montava em sua mente toda uma estratégia de avanço Aiko agia por impulso e deixava que seu corpo se movesse e respondesse as investidas por instinto.

Logo atrás do avanço de Sven estaria Aiko, apenas alguns passos atrasada em relação aos dele, sua Claymore estava cortando a neve enquanto sua portadora adotava uma postura baixa, não estava se preocupando em se defender já que Bjarke fazia a linha de frente todo seu foco era na ofensiva. Seus olhos ainda sofriam com o lacrimejar e era inevitável piscar várias vezes mas naquele processo estava fazendo o máximo para manter-se o mais focada possível. Esperando com que o garoto conseguisse um bloqueio, um desvio de movimentação da lança a loira daria um passo para o lado direito saindo por de trás do jovem rapaz e avançaria com um corte vindo da lateral na horizontal antes que o homem pudesse tomar qualquer medida contra Aiko buscaria rolar na neve para trás do grande alvo onde tentaria atingir com um chute a fossa poplítea na busca de desequilibra-lo, no caso de atingir seu objetivo alvejaria o braço com que o homem mais utilizava para manusear sua lança com um corte profundo próximo ao ombro.    


Histórico:
 


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