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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 私の名前はアイコ、海の王女です

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptySeg 29 Jan 2018, 13:38

Relembrando a primeira mensagem :

私の名前はアイコ、海の王女です

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aiko. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
ADM.Ventus
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptyQua 14 Fev 2018, 19:59



Neve, Gelo e Morte


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Apesar de acabarem de se conhecer a dupla já agia com grande sincronia, os dois notavam que não havia nenhuma vantagem ou ganho para que continuassem com aquela luta sem sentido pela sobrevivência, Sven e Aiko começavam a empurrar o treno e os patrulheiros rapidamente interpretaram quais eram os planos da dupla e se apressavam na tentativa de impedi-los mas a neve mostrou ser sua inimiga, os patrulheiros apressados pisavam e acabavam afogando seus pés na neve interferindo na sua corrida, o patrulheiro amarelo cortava o silêncio em meio a neve com seus disparos contra a dupla, cada disparo era como uma trovoada em meio a um dia chuvoso, devido a neve que caia o patrulheiro não tinha uma boa visão da dupla e nem um ângulo muito favorável para que disparasse seguro de que não atingiria seus camaradas, cada bala disparada ia ao encontro do casco de madeira do treno fazendo que farpas voassem em meio a neve que caia. – Não pensem que vão fugir! Siberian, Anola pegue-os!- Com um grito o patrulheiro vermelho passou a ordem para os cães que avançaram contra a dupla.

Sven brandia sua espada contra os animais que avançavam em direção à eles os obrigando a serem cautelosos com seus movimentos, não demorou muito para perceberem que o treno começava a deslizar por si só e esse era o sinal que a dupla esperava, Bjarke puxou Aiko pela mão e juntos eles entraram no treno em um salto o médico não satisfeito começava a derrubar todas as bolsa e tomou uma para si enquanto o treno deslizava morro a baixo com uma grande velocidade, os cães continuavam tentando segui-los porém foram deixados para trás engolindo nada além de neve não demorando muito para que tudo que eles vissem atrás deles fosse um cenário branco de gelo, neve e vento. Sven parecia formular um plano em sua cabeça enquanto a Kajiyashiki confiava nele perante a atual situação, depois de descer o morro o treno foi perdendo velocidade a cada segundo talvez se não fosse pela perseguição a espadachim poderia lembrar dos tempos em que descia com Noel pelo mesmo morro de neve só que com pequenos trenos infantis.

Quando finalmente o veiculo veio a parar eles se encontravam em um lugar um pouco desértico, apesar da ilha ser pequena o local que eles estavam era um pouco mais distante da aldeia em que ambos haviam passado assim como a hospedaria que se encontrava lá, sem opções se não voltar a caminhar pela neve e pelo gelo a dupla começava a andar a passos lentos devido a dificuldade que a própria ilha apresentava em questões de mobilidade, enquanto caminhavam eles podiam perceber estranhar silhuetas em diversos formatos, algumas eram compridas e finas enquanto outras eram pequenas, umas tinham um formato arredondado e outros quadricular, essas sombras surgiam em meio ao vento e a neve despertando a curiosidade da espadachim sobre o que essas sombras poderiam revelar. O corpo de Aiko já se movia por conta própria até ela esbarrar em algo, ao olhar para baixo ela viu que havia derrubado uma peque cruz de madeira e que debaixo dos seus pés tinha uma placa com uma escritura cravada, ao remover seus pés de cima ela podia ler.

Citação :
Kajiyashiki Aiko
Uma filha, uma irmã, uma criança
“Deixai vir a mim as crianças, não as impeçais, pois o Reino dos céus pertence aos que se tornam semelhantes a elas”
Para sempre a amaremos
De XXXX até XXXX

O vento soprou revelando que todas as silhuetas ali eram túmulos de diversos tamanhos e formatos e naquele momento a Kajiyashiki lembrava de algo que seu pai havia falado e imediatamente veio um pequeno flashback em sua cabeça.
Ventus escreveu:
Sayuri e Kentaro aos poucos começavam abrir um sigilo sorriso, tudo aquilo parecia um sonho para eles finalmente haviam reencontrado sua filha que antes acreditavam estar morta após um gole em sua xicara de chá o pai de Aiko se levantou rapidamente e correu para a cozinha surpreendendo todas na sala – Eu tinha esquecido que tínhamos isso aqui!- O Kajiyashiki voltava com um saco de balas em sua mão. –Só Deus sabe que não aprovo você comer tanto doce mas... Aqui um saco de balas sortidas, eu tinha comprado algumas para... Bem deixa para lá. – Terminou colocando o saco sobre a mesa ao lado da espadachim.
Ao lado da placa de madeira e debaixo de toda neve tinha diversos sacos de bala similar ao que Kentaro havia dado para sua filha, nenhum deles parecia ainda ter alguma condição de consumo, Bjarke poderia não entender o que se passava com Aiko afinal ele sequer sabia o nome da garota a qual acabava de salvar mas para Aiko aquilo estava claro, seus pais deixavam sacos de balas em memória a sua filha que sempre teve um vício por doces, talvez fosse um costume estranho mas ainda assim eles fizeram na tentativa de se redimir com a sua filha que antes estava desaparecida.

Bjarke guiava e auxiliava a Kajiyashiki de volta para a aldeia, suas pegadas começavam a ser parcialmente cobertas pela neve que caia e sem muita dificuldade ou demora eles chegaram a porta da pousada e Sven deu inicio ao seu plano, Aiko não gostava da ideia de se passar por uma donzela em perigo e apesar de todo o sangue e da capa cobrindo parte de seu rosto e de seu corpo Aiko tentava fingir estar desmaiada porém esboçava uma expressão estranha com seus olhos forçadamente fechados, seus lábios se contraiam com força como se fosse uma criança tentando evitar de tomar seus remédios e suor escorria pelo seu rosto mesmo com o clima frio da ilha, Aiko realmente era incapaz de mentir mas o plano tinha que continuar.

Sven entrou na pousada empurrando a porta com seu corpo e mais uma vez dava de cara com a jovem Yennefer atrás do balcão–Ah! Tá bom, vem me segue!- Yennefer guiou o médico subindo a escada direita ao lado do balcão que deu a um corredor com diversas porta, a mulher parou em frente a porta com a placa 05 ao abrir eles podiam ver uma cama de casal, um grande armário duplo de madeira, uma cômoda que dava suporte a um abajur, um espelho do tamanho de uma pessoa na parede e uma segunda porta que dava acesso ao banheiro. –O que eu faço? Pera... Essa é a Aiko a irmã da Succubus e do Noel?- A Kajiyashiki ao ouvir seu nome sendo pronunciado por uma estranha não conseguiu mais manter a sua desastrosa atuação e acabou abrindo os olhos. –Ah ela acordou, desculpa vou deixar que você trate dela, vou buscar umas toalhas no deposito para te ajudar!- Yennefer saiu do quarto deixando Sven e Aiko mais uma vez sozinhos.

Sven deixava Aiko em cima da cama de casal junto que a bolsa que havia furtado e quando olhou dentro dela encontrou um saco de biscoitos confeitados junto com uma pequena caixinha de alumínio com o símbolo de uma cruz verde desenhada em sua tampa que deixava claro ser um pequeno kit médico com algumas ferramentas básicas para primeiros socorros.


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Kajiyashiki Aiko
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Kajiyashiki Aiko

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptyQui 15 Fev 2018, 02:00


A descida morro abaixo com o trenó pareceu um momento a parte no meio de toda aquela guerra que ocorria na ilha, o vento apesar de frio batia contra seu rosto levando seus leves fios dourados a esvoaçarem, seus olhos semicerrados buscavam identificar quaisquer coisas a sua frente, afinal, tudo o que menos desejava naquele momento era confrontar de frente contra alguma pedra, tronco ou pior, humano. Logo a velocidade foi diminuindo, cada vez mais até com que os trilhos do trenó ficassem estáticos sob a neve que insistia em cair cade vez mais. Aiko debateu suas roupas afim de derrubar toda a neve que se acumulava em sua roupa, a sua volta um monte de 'nada', isso porque aquele local estava um pouco distante da vila, num primeiro momento isso pareceu bom, na verdade era ótimo tomar distância daquelas pessoas malucas, a feição de Aiko ao se lembrar do grupo era de profunda estranheza. 'Qual o problema deles?', era o que perguntava a si mesma, em meio a seus passos chutava a neve uma vez ou outra já em clara irritação em relação ao clima de Fernand Ice Island, seus lábios moviam-se rapidamente resmugando coisas impróprias, Aiko possuía a aparência de uma jovem delicada e a alma de um ogro, um constraste entre aparência e atitude que poderia surpreender algumas pessoas.

Curiosa como era não pode deixar de verificar o que eram aquelas coisas que se destacavam pelo menos um pouco no meio daquele cenário completamente branco, quanto mais se aproximava mais aquelas sombras tomavam formas, todas diferentes uma das outras mas iguais num aspecto, eram todos túmidos, lápides deixadas em memórias a aqueles que já se foram, Aiko não gostava de tal ambiente, aquilo sinceramente lhe trazia calafrios e não eram consequências do frio. Envolveu-se nos próprios braços antes de esbarrar contra algo —Ai — Reclamou. Suspirou profundamente antes de dar conta na situação em que estava, ao abaixar-se para apanhar o objeto que havia derrubado seus olhos se fixaram no momento em que encontraram tais palavras, de joelhos levou a mão até a boca incrédula no que estava a sua frente, mais uma vez a vontade de chorar se tornou forte todavia Aiko fez de tudo para conter tal sentimento, não poderia continuar a derrubar lágrimas de forma tão fácil, já estava na hora de crescer. Esfregou os olhos para esconder qualquer lágrima que pudesse ter escapado e cobriu o 'próprio' túmulo com a neve, não queria ter de explicar nada para um estranho.

—O que quis dizer com confiar em você? — Aiko ergueu os olhos buscando agir com naturalidade, realmente não estava com vontade alguma de justificar nada naquele momento, tornou a ficar de pé ao mesmo tempo em que buscava desvencilhar seus pés daquele mar gelo. —Fingir de morta? Você só está buscando uma justificativa para me carregar, eu já saquei a sua, okay? — Num primeiro momento a garota pareceu um pouco irritada com a proposta, sentia nojo das mulheres que se sobrepujavam a mercê de homem deixando-se serem carregadas e protegidas e além disso odiava intimidade as pressas, se deixar ser tocada por alguém que estava em sua companhia a tão pouco tempo mais parecia um pesadelo —O que você tá fazendo, você é masoquista? — Perguntou um pouco espantada com a ação do garoto em cortar a própria mão, uma feição de nojo ficou evidente em seu semblante, muito mais por frescura do que qualquer outra coisa, apesar de desejar mudar era inegável que ainda existia uma garota adolescente com todos defeitos vivendo ali ainda. Por muito tempo Aiko negava o plano e rejeitava todas as tentativas de aproximação, seus braços cruzados e bochechas levemente cheias lhe davam um ar de mimada, algo que nunca fora mas tinha seus momentos.

Decidira ao menos vestir aquele casaco verde que o garoto havia lhe entregue, olhava para baixo enquanto arrumava os botões de sua roupa, podia ver seus pés afundarem no terreno e parte de suas calças tingidas de vermelho - consequência da ferida causada pela mordida -, soltou o ar pela boca formando uma nuvem a frente do rosto, estava pensativa, quanto mais analisava a situação mais se via sem saída e cada vez mais obrigada a seguir aquele plano maluco, não tinha como aquilo dar certo, Aiko já conseguia se ver rindo em meio toda a encenação, sempre fora assim, as pegadinhas que tentava pregar nunca deram certo pois não sabia como lidar em tais situações. —Tudo bem, vamos fazer isso, mas mantenha suas mãos muito bem posicionadas. — Sua face estava corada, evitava de todas as formas um contato entre seus olhares até pois buscava se fazer de morta. 'Como mortos agem?'. Relaxou, fechou os olhos e buscava ter uma respiração suave, seus braços jogados de qualquer forma faziam parecer com que estava inconsciente, isso pelo menos em sua cabeça. Não sabia para onde estava sendo levada, desejava com todas as forças que não estivesse sendo enganada e sendo entregue de bandeja para aqueles homens estranhos, apenas sentia os passos dados até que finalmente o cenário pareceu mudar.

'Abram a porta do meu quarto agora...', disse aquele que lhe carregava nos braços, Aiko era um tanto quanto infantil e  sabia disso, por pouco não riu da frase dita e só não colocou tudo a perder pois ouviu o nome de seus irmãos vindo da boca de uma pessoa que não sabia quem era, de uma voz que não reconhecia, mas ela sabia seu nome. Direcionou seu olhar a face daquela mulher, queria muito saber quem era. Quando esta deixou o quarto Aiko levantou-se, só tinha uma certeza na vida, e essa era de que nunca seria uma atriz na vida. Sentou-se a beirada da cama e deu alguns 'pulinhos' no colchão, apenas verificando se aquilo era melhor do que tinha em casa, ou melhor, ex-casa. Levantou-se e deu uma volta pelo quarto, olhando todas as gavetas e portas de armários que encontrava pela frente além de dar uma espiada rápida pela janela. Encostada a parede próxima da janela Aiko observou o garoto abrir o saco que havia pego junto do trenó, haviam tantos que poderiam ter trazido muito mais consigo mas aquele pareceu ter algumas coisas úteis em seu interior, uma caixa metálica que a jovem não fazia ideia do que era e um pacote de biscoitos que logo lhe enxeram os olhos,  sem perda de tempo a mesma se aproximou já com a mão estendida —Os biscoitos — Disse em tom de exigência. Sentia sua barriga roncar, estava com fome apesar de ter tomado café antes de toda a confusão ainda sustentava a tese de que estava em fase de crescimento, mesmo que sua altura fosse de um pouco mais de um metro e sessenta.

—Aquela garota me conhecia, a mim e a meus irmãos. Não podemos ficar  aqui por muito tempo, vamos ser cercados. — Avisou a loira ainda pensando na forma com que a atendente havia se referido não somente a si, mas também a Noel e a Succubus. Sua família não era famosa na ilha, por mais que ambos tivessem tomado um caminho nobre perante os olhos da sociedade eles não era os únicos e muito menos os primeiros, mas também por seu uma ilha pequena era possível que alguns conhecessem mais sobre algumas famílias do que outras. —Apenas preciso de um barco para navegar até Lvneel. Já estou cansada de neve, frio, vento e malucos me perseguindo. Você não parece ser daqui, de onde veio e como veio parar nesse fim de mundo? Tem um barco por acaso? — Era esperado que eles tivesse seus motivos, por mais que Aiko tivesse perguntado não sabia fato se realmente desejava saber, tomou o pacote de biscoitos em mãos e colocou um deles na boca, mastigando e sentindo o gosto doce de sua massa, jogou-se na cama encarando o teto e deixou com que Sven fizesse o que queria sem intervir em suas ações. —Tudo bem, não seja pego e se for, negue até a morte que me conhece. — Disse cantarolando.                                                                                                                  


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Última edição por Kajiyashiki Aiko em Qui 15 Fev 2018, 21:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptyQui 15 Fev 2018, 18:23



A calmaria que antecede a tempestade


Superstição nunca foi um dos traços de Bjarke, mas aquele sinal com certeza era visto como um mau presságio, tantos lugares e eles tinham que parar justamente naquele cemitério? Ao menos tudo havia dado certo já que conseguiram fugir e não sofreram nenhum acidente na descida do morro, o que era algo muito provável de acontecer, talvez já tivessem gasto toda a sua sorte.

Por um lado, ao menos, o cemitério estava vazio, então não teriam que dar nenhuma explicação pra ninguém do motivo de terem chegado daquela forma e de quem fugiam. O Caminho até a Estalagem era um tanto quanto extenso, então era melhor se apressar, quando estavam prestes a sair, Bjarke foi indagado. - O que quis dizer com confiar em você? - O Jovem olhava para Aiko e sorria. - O ponto principal de confiar em alguém é justamente não ficar fazendo perguntas. - Por fim, os dois partiam do local, desbravando aquele mar de gelo até chegar a Estalagem Ventos do Norte.

Próximos ao local, Bjarke começava a explicar seu plano e encontrava um pouco de resistência. - Fingir de morta? Você só está buscando uma justificativa para me carregar, eu já saquei a sua, okay? - Sven ficava horrorizado, era muita audácia por parte da jovem pirata falar aquilo depois de todo o trabalho que ele teve de resgata-la. - Eu não sou um degenerado, não me aproveita de uma situação como essa, seria desonra, desonra para mim e para o nome de minha família. -  Bjarke pegava sua espada e abria sua mão utilizando a própria lâmina no processo, enquanto o aço rasgava a pele de Sven, a jovem pirata indagava novamente. - O que você tá fazendo, você é masoquista - Bjarke ria para não chorar, tudo que fez até ali foi pelo bem estar de Aiko e sua única recompensa eram doses cavalares de ingratidão. - Você é muito ingrata sabia? Não dava pra ser um pouco mais normal e só dizer algo como ''Muito obrigado moço, você foi um herói e salvou a minha vida enquanto eu estava sendo atacada por um bando de tarados que usavam roupas chamativas e bizarras''. - Bjarke parava por um instante, respirava fundo e refletia, pensando que talvez tivesse ido longe demais, mas era humano afinal de contas. - Desculpe.

A jovem pirata finalmente aceitava a capa de Sven e, depois de muita resistência, concordava em seguir com o plano. - Tudo bem, vamos fazer isso, mas mantenha suas mãos muito bem posicionadas. - Bjarke estendia os braços, aliviado pelo fato dos dois finalmente estarem na mesma página. - Como quiser. - Finalmente a dupla entrava na estalagem e tudo ocorreu mais ou menos como Sven havia antecipado até que Yennefer mencionava nomes que eram totalmente estranhos para ele, mas pareciam significar muito para a jovem Aiko. - O que eu faço? Pera... Essa é a Aiko a irmã da Succubus e do Noel? - A atuação da pirata não era das melhores, mas tinha convencido com certa consistência até aqui, entretanto bastaram tais palavras e seus olhos simplesmente se abriram, como se memórias adormecidas fossem revividas subitamente. - Ah ela acordou, desculpa vou deixar que você trate dela, vou buscar umas toalhas no deposito para te ajudar! - Bjarke ficou nervoso, mas como a jovem não disse nada procurou por um jeito de contornar a situação. - É praticamente um milagre o fato dela ainda estar consciente. - Disse, enquanto Yennefer se retirava do aposento.

A situação finalmente estava sobre controle e tal fato aliviava bastante Bjarke, ele trancaria a porta do quarto e, após ver o conteúdo do saco que roubou, agradecia silenciosamente a Deus, não existia hora mais oportuna para achar aquilo. Pegaria um dos biscoitos e comeria, era uma recompensa merecida depois de todo o trabalho que teve. Antes de colocar o doce na boca, o jovem viu Aiko se aproximar velozmente, com as palmas estendidas em sua direção. - Os biscoitos. - Era claramente um pedido, mas do jeito que aquele mulher falava soava como uma ordem, Bjarke acabaria de comer o biscoito que havia pego e colocaria o saco contendo os outros quatro na mão da jovem.

Sven sabia que Yennefer retornaria e a sua nova companheira de quarto parecia ser um tanto quanto hiperativa, então, o jovem se posicionaria ao lado da porta trancada, encostando seu ouvido na mesma, assim que escutasse sinais da aproximação de Yennefer com as toalhas, faria um sinal para Aiko ficar em silêncio e destrancaria a porta, estendendo apenas sua mão direita, que estava intacta, para fora, esperaria que Yennefer colocasse as toalhas em sua mão e, assim que fizesse, diria. - Obrigado. - Para logo em seguida trancar a entrada do aposento novamente.

Em posse das toalhas, Bjarke iria até o banheiro, enrolaria uma das toalhas em sua mão esquerda, de forma mais apertada possível, visando conter ou diminuir o sangramento e molharia a outra toalha com um pouco de água morna, em seguida, pegaria o sabão e iria até Aiko. - Você precisa de tratamento, vai ser um saco se esse ferimento na panturrilha não curar direito, se permitir, prometo que vou manter as mãos bem posicionadas. - Bjarke gargalhava e fazia um sinal para que ela subisse na cama. Se Aiko aceitasse o tratamento, Bjarke se ajoelharia perto da cama e olharia o ferimento, que parecia ser bastante simples já que foi apenas uma mordida, mas todo cuidado é pouco. O médico passaria a toalha úmida no ferimento e ao redor do mesmo, depois passaria o sabão que havia trazido e finalizaria com a toalha novamente. O objetivo era apenas diminuir o risco de qualquer infecção reduzindo ao máximo o número de bactérias na área, Sven poderia usar o álcool que havia encontrado a pouco, mas não parecia necessário já que seria um pouco doloroso e os cachorros pareciam bastante saudáveis. Depois de limpar o ferimento ele envolveria a panturrilha de Aiko com uma bandagem, não muito apertada, para não dificultar a circulação sanguínea e julgava que isso já era o suficiente. - Acabou. - Depois de tratar da mulher, daria mais atenção ao seu próprio machucado, pressionando a toalha que havia colocado na mão.

- Aquela garota me conhecia, a mim e a meus irmãos. Não podemos ficar  aqui por muito tempo, vamos ser cercados. - As palavras de Aiko pegavam Bjarke desprevenido. - Yennefer é uma boa mulher, não vai nós entregar se fizer ideia do nosso destino, ao menos eu espero. Fora isso esse um bom lugar pra lutar, só tem duas escadas que levam a esse andar, se ficarmos um em cada escada, a diferença numérica não vai ter impacto algum, já que todas as lutas na escada seriam singulares, pelo espaço, além disso, teríamos o terreno alto e poderíamos fugir pela janela no pior dos casos, uma queda dessa altura não deve machucar muito. - Bjarke começava a se afastar, indo em direção ao banheiro. - Mas, se tiver uma ideia, estou aberto para outras opções. - Chegando ao banheiro Sven ligaria a torneira, esperava que o sangramento já tivesse parado, mas, tendo parado ou não, lavaria as suas mãos com água e sabão. Com as mãos  limpas, observaria se o sangramento tinha cessado, se a resposta fosse positiva, enfaixaria sua palma esquerda com uma bandagem, de forma que ficasse especialmente apertado na área do corte, se o sangramento persistisse, voltaria a pressionar a palma de sua mão esquerda com o outro lado da toalha, colocaria um adesivo curativo sobre o corte e depois enfaixaria o mesmo com a bandagem. Enquanto tratava de seus ferimentos, o jovem médico escutava mais perguntas da pirata. - Apenas preciso de um barco para navegar até Lvneel. Já estou cansada de neve, frio, vento e malucos me perseguindo. Você não parece ser daqui, de onde veio e como veio parar nesse fim de mundo? Tem um barco por acaso? - A pergunta era simples, mas, para Sven, bastante complicada.

- Eu vim de Las Camp, nasci lá, mas não tenho nenhum lugar para chamar de lar, sobre a razão de estar aqui, é por causa da minha mãe, ela nasceu aqui. Não, não tenho um barco, peguei uma carona até aqui, é só ser simpático o bastante, da pra sair do mesmo jeito que cheguei. - Bjarke trancaria a porta do banheiro, se despiria e tomaria uma banho quente, deixando sua mão envolvida pela bandagem fora da água. Depois do banho, se vestiria novamente e sairia para o quarto. - Acho que um banho cairia bem pra você também, se pudesse lavar minha capa, agradeceria. - Sven sentaria na ponta da cama e começaria a pensar em seu futuro, se tivessem o mínimo de inteligência, os patrulheiros estariam nos portos agora já que sair de Fernand Ice Island era a decisão mais óbvia para a dupla. - Eu vou sair agora, preciso pensar um pouco. - Se despediria de Aiko, limparia a lâmina de sua espada em uma das toalhas e desceria até a recepção. - Graças ao bom Deus aquela garota esta bem, Yennefer. - Diria assim que encontrasse a mulher que em tão pouco tempo já havia conquistado seu coração. - Se me lembro bem, você disse que só tinha um médico na ilha certo? Pode me dizer onde encontra-lo? - Bjarke esperaria pelas instruções de Yennefer e, se não existisse uma nevasca insuportável lá fora, iria de encontro ao homem.

 


Histórico Bjarke:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptySex 16 Fev 2018, 00:35



Vento do Passado


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Apesar do plano não ter ocorrido como Sven planejava tudo até o momento pareceu dar certo, Aiko com sua curiosidade explorava todo o quarto observando a estrutura de gelo e o assoalho de madeira, toda a mobília era rustica e bem simples afinal Fernand Ice era uma ilha de grandes desafios e sem nenhum luxo, não tinha nenhum livro, revista ou jornal para que os dois pudessem se distrair ali mas antes que pudessem considerar a ideia Yennefer voltou a bater na porta –Eu trouxe toalhas! E agua quente apesar de você conseguir mais no chuveiro, pensando agora eu acho que trouxe isso atoa não é mesmo! Teria sido bem mais rápido subir as escadas só com a toalha né? – Naquele momento a balconista mostrava um lado novo para Bjarke, um lado meio bobo e atrapalhado mas isso só mostrava sua preocupação perante a situação, o médico pegava tudo que Yennefer havia trago e logo ela saiu para não interferir no tratamento.

Sven começou um breve tratamento em Aiko que já não sangrava como antes, o frio de certa maneira ajudava impedindo o risco de alguma infecção e até menos diminuindo o ritmo da circulação do sangue no ferimento exposto ao frio, tudo que precisou foi uma leve limpeza e uma bandagem, para Sven já não era tão simples devido a profundidade do corte a toalha havia ajudado muito mas como o sangramento persistia o médico não viu escolha se não usar um dos curativos, enquanto Sven se banhava Aiko podia ver da janela o cenário branco e nevoso da ilha, podia ver alguns iglus de formatos e tamanhos diferentes, as ruas estavam vazias mas bem iluminadas com pequenos postes que portavam lamparinas ao longo da aldeia.

Durante o banho Bjarke não conseguia deixar de lembrar de sua mãe Oddleif, o espadachim só tinha ido para a ilha em um gesto simbólico para ver onde sua mãe tinha crescido e conhecer um pouco de suas raízes mas ele acabou se metendo no meio de uma luta para proteger uma jovem dama que se auto proclamava pirata, a vida tinha de suas piadas seria a vontade do destino aproximar um homem culto e formado com uma nórdica rebelde? Esses eram pensamentos para outra hora, Sven saiu do banho e recomendou o mesmo para Aiko junto com um pedido de que ela lavasse sua capa mas obviamente ela não faria isso e no fundo o médico sabia disso ao descer ele via Yennefer que parecia escrever alguma coisa em uma folha de papel pareceu bastante aliviada ao ouvir sobre o estado de Aiko. – Ah sim o "médico" fica seguindo reto depois da porta você vai andar até ver um iglu redondo simples depois da armaria do Conlock.- O médico saiu da pousada despreocupado de ser barrado pela patrulha e simplesmente seguiu por onde havia sido indicado.


Aiko Kajiyashiki

Parando para refletir a jovem kajiyashiki poderia imaginar que sua estadia em Fernand Ice não estava sendo como ela havia imaginado, seus planos eram apenas cumprimentar seus pais e partir na manhã seguinte mas a maneira como tudo havia sido virada de cabeça para baixo por causa de uma pequena tentativa de roubo era absurda, enquanto observava o teto completamente entediada ela ouvi a porta bater antes de uma pequena fresta se abrir e de lá aparecer o rosto de Yennefer. – É bom ver que você acordou, nossa você cresceu...- A balconista abriu a porta e entrou no quarto antes mesmo que fosse convidada ou impedida fazendo o seu caminho até a cama e se sentando. – Você até se parece um pouco com a Succubus sabia? Nossa isso faz tanto tempo, eu e ela costumávamos a brincar hehe- Yennefer dizia aquilo com uma certa nostalgia no olhar, a mulher não parecia ter más intenções no entanto a presença da única funcionaria daquele lugar estar ali perdendo tempo longe da recepção poderia causar alguma estranheza para a pirata.

Aiko pode perceber Yennefer passando o olho no ferimento na perna e a espada da Kajiyashiki e logo após isso um leve sorriso se abriu no rosto da balconista. –Entendo... Uma pirata apareceu ontem, os patrulheiros caçam ela hoje e por acaso a filha morta dos Kajiyashiki entra em minha pousada com uma atuação ridícula daquelas- Yennefer começou a gargalhar com uma de suas mãos em frente a sua boca. –Sabe eu e sua irmã éramos grandes amigas... – Yennefer falava agora em um tom serio com seu semblante fechado enquanto olhava Aiko nos olhos – Antes de Natasha ou de Krieg essa ilha sofria constantemente com os ataques de ursos, lobos e outras criaturas misteriosas, essa ilha sempre foi perigosa mas não é nada comparada com aqueles tempos. – A mulher se levantou e andou em direção de Aiko ficando parada em sua frente. –Homens, mulheres, crianças morriam todos os dias nessa ilha, eu era uma simples criança boba andando na neve quando um urso polar imenso me atacou, eu estaria morta se uma pequena e patética bola de neve não tivesse acertado a cara da criatura e me dado tempo para correr. – Yennefer voltou a abrir um sorriso gentil no rosto depois de dizer tais palavras. – A pessoa que jogou aquela bola idiota foi a Succubus uma menininha sem arma nenhuma hehe, incrível não é? – Yennefer levou uma de suas mãos até o ombro de Aiko e começou a gargalhar em voz alta.

Mas sabe ela era uma vadia também. – Os olhos de Yennefer miraram no teto como se ali estivesse passando fragmentos de sua memória. –Um dia eu estava decidida a sair da ilha e me tornar uma pirata, viver livre e longe daqui ver lugares diferentes e culturas novas é claro que queria que minha melhor amiga visse comigo mas sabe o que ela falou? “Não”! Eu decidi ir sozinha mas mesmo assim ela não deixou e acabou me desafiando em um duelo. – Seus olhos voltavam a mirar Aiko mas agora com um certo semblante de decepção. –Nós apostamos que se eu vencesse ela viria ser pirata comigo mas se ela ganhasse...- Suspirou Yennefer como se fosse começar a chorar de vergonha. – Eu ficaria presa aqui é seria responsável por proteger a ilha é você não sabe a pior! Aquela piranha no final de tudo acabou indo ser marinheira, isso não é uma sacanagem? Pera acho que você sabe que ela é marinheira né? – Yennefer caminhou de volta para a cama mas dessa vez se jogou lá ficando deitada de braços abertos ocupado todo o lugar na cama enquanto encarava o teto com uma expressão vazia.

Mas você quer saber de uma coisa? Eu vou me vingar hehe eu planejei a vingança perfeita toma! – Yennefer puxou uma carta de dentro de se casaco e ergueu em direção de Aiko –Leva essa carta para o Cody, ele é um amigo meu que me trás recursos e itens de outras ilhas para a minha pousada, essa carta está pedindo para ele te dar uma carona para fora daqui. – Yennefer se levantou e voltou a olhar Aiko nos olhos com um pequeno sorriso no rosto. –Essa vai ser minha vingança com sua irmã maluca! Vou te ajudar a sair daqui para que possa ser a pirata doida que eu não pude ser! – Ela voltou a gargalhar de maneira amigável mas em um estalo voltou sua seriedade. –Ah é eu vou ter que distrair os Patrulheiros... Bem isso não vai ser difícil afinal eu sou a Pink eles confiam em mim então vai ser fácil engana-los, bem quando Bjarke voltar me encontra na recepção tá bom? Se precisar de algo é só chamar.- Yennefer saiu do quarto deixando Aiko sozinha com muita coisa para processar.



Sven Bjarke Koza

Sven caminhava com seus pés afundando levemente sobre a neve gelada, sem sua capa ele acabava ficando exposto ao frio mas não era nada que pudesse lhe preocupar já que pelas instruções de Yennefer ele logo chegaria ao seu destino, no caminho ele pode ver a tal armaria do Conlock com uma pequena placa na porta indicado que o comercio estava fechado para reformas com uma estranha observação dizendo “Pirata boa é pirata morta”. Seguindo até seu destino ele pode ver o iglu simples de formato arredondado que Yennefer havia falado, não era muito chamativo e comparado ao iglu em que Aiko estava e até mesmo aos demais que o médico havia visto aquele se apresentava ser o menor.

Levou sua mão até a aldrava de pedra presa na porta de madeira e bateu a mesma contra a porta de imediato não parecia ter resposta mas depois de algum tempo ele pode ouvir uma voz rouca vindo do outro lado da porta –Quem está ai!? Eu tenho uma arma e vou disparar! Deem cinco passos para trás e levante as mãos se não eu vou atirar!- Ao olhar melhor a porta Sven podia perceber que tinha um pequeno olho magico em cima da aldrava. Quando a porta abriu o médico deu de cara com uma velha idosa que lhe apontava uma escopeta de cano duplo –Você é o tal pirata que tá atacando a nossa ilha é seu miserável? – a velha tinha cabelos grisalhos presos em um coque, usava agasalhos e luvas grossas de cor azul, seu rosto apresentava poucas rugas mas mostrava olheiras profundas e escuras, seus dentes eram amarelados e língua tinha um coloração um pouco mais escura o que indicava que a mulher poderia ser fumante.

A mulher apesar de velha ainda apresentava alguma disposição e agora ela tinha Sven em sua mira que caso fizesse algo suspeito correria um grande risco de tomar um tiro a queima roupa devido a distância que ele tinha com a mulher.


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptySex 16 Fev 2018, 16:51


—Quem sabe um dia? — Disse Aiko jogando a capa verde de Sven ao chão, talvez o garoto tivesse feito o pedido para provoca-la, ou quem sabe por não ter conhecimento completo ainda sobre quem era Aiko. Deixou com que seu novo amigo, se é que poderia chama-lo assim fossse fazer o que tinha de ser feito, não questionou onde ia e nem que horas chegava, isso era o tipo de coisas que sua mãe dizia a seu pai quando desejava sair para beber com desculpas de que ia fazer alguns serviços extras. Seu ferimento estava finalmente tratado, assim como todos os outros, era uma alívio para a loira não ter de se preocupar mais com aquilo principalmente se precisasse mais uma vez confrontar mais pessoas dispostas a captura-la e isso naquela ilha era o que não faltava.

Rispidamente Aiko levantou-se quando ouviu uma voz soar do outro lado da porta e momentos depois invadir o lugar, era a recepcionista, a mulher da qual havia citado o nome de sua família. Aiko a encarava com estranheza, sabia que ela não estava ali apenas para desejar saber sobre seu estado de saúde, mil coisas vinham a sua cabeça e todas levavam para mais um cenário onde seria obrigada a lutar ou fugir, estava fazendo isso a horas e já podia se considerar cansada de faze-lo. —Você era amiga da Succubus? Ah, pensei que fosse uma namorada louca do Noel que não havia aceitado o término. — Por mais debochado que fosse o comentário era o que realmente tinha se passado pela mente da garota que não sentia-se nada confortável com a presença da mulher ainda mais depois de saber que era uma velha amiga de sua irmã mais velha. Se acuava cada vez mais quando Yennefer buscava se aproximar ou fazer contato, escutava atentamente tudo que ela tinha a dizer, quieta Aiko não interferiu em momento algum a história e acabou por saber de coisas novas, das quais seus pais não haviam lhe contado, sempre havia imaginado a filha mais velha como uma garota autoritária, séria e convencida, jamais pensou que escutaria de alguém que foi salva e obrigada a proteger uma ilha de gelo. Era muita coisa para raciocinar.

"Vingança", ao ouvir tal palavra Aiko se moveu lentamente até sua espada, sentia que algo ruim iria acontecer logo em seguida mas a garota apenas se jogou na cama e tirou algo do meio de suas roupas erguendo um pedaço de papel em meio aos dedos, a passos curtos e mantendo grande distância a jovem tomou para si aquilo, voltando passos atrás, encarou aquilo por muito tempo e nem mesmo deu ouvidos as últimas palavras que Yennefer disse, apenas se lembrando de algumas palavras chaves. Aquilo poderia muito bem ser uma armadilha, não tinha motivos para confiar naquela mulher, sua vingança poderia muito bem ser entregar a irmã mais nova da garota que acabou com sua vida para a marinha, era uma decisão muito difícil para se tomar sozinha. De toda forma tomou em mãos sua Claymore e sob os ombros colocou a capa verde, desceu rapidamente as escadas depois de ter certeza que não havia deixado nenhum de seus pertences no quarto, afinal não tinha intenção alguma de voltar a pousada.

—Pra onde foi o garoto? Sabe aquele de cabelo espetado e tudo mais? — Questionava de forma apressada Yennefer, com a resposta ou o silêncio da mesma Aiko não esperaria muito saindo porta a frente. Teria o minimo de cuidado vestindo a capa verde, não era grande coisa mas seria algo a mais para impedir que a reconhecessem logo cara. Caso o encontrasse não perderia tempo em chama-lo —Sven, temos um assunto muito importante para tratar. Não temos tempo. — Diria num primeiro momento, logo em seguida pegaria a carta e entregaria ao mesmo —Aquela mulher, a recepcionista, parece que está tentando nos ajudar nos dando um 'passaporte' pra fora daqui. Mas, devemos confiar nela? — Essa era sua maior preocupação, confiar ou não era a decisão mais importante que devia tomar. Se não o encontrasse insistiria procurando, entretanto não ficaria muito tempo pelas ruas, caso sentisse que estava andando em círculos sem avanço algum voltaria a pousada para aguardar a volta de Bjarke, mesmo que isso resultasse num novo encontro com Yennefer.                                                                                                                                     


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptySab 17 Fev 2018, 02:31



Uma história a ser contada


Os ferimentos eram simples, de forma que Bjarke não encontrou dificuldade alguma ao tratar dos mesmos com os recursos certos. Após tratar as feridas e garantir que a Jovem pirata estava em segurança, o homem se despedia da pousada, com intenção de voltar obviamente, já que seu precioso casaco e uma mulher com quem havia selado seu destino nessa ilha aguardavam ansiosamente o seu retorno. Talvez deixar Aiko com Yennefer não fosse a decisão mais sábia, mas quanto mais conhecia a balconista do Ventos do Norte, mais confiava nela, a bela Yennefer parecia ser uma pessoa confiável com um bom coração, o tipo de pessoa que Bjarke gostaria de ter ao seu lado durante sua jornada, fosse onde fosse. Em relação a Aiko, bem, ele ainda tinha várias dúvidas em relação a jovem, a pirata ainda era uma incógnita para ele em muitos aspectos, mas já havia mostrado que conseguia se virar relativamente bem caso precisasse, então não havia muito com o que se preocupar.

Deixando o conforto do interior do Ventos do Norte, Bjarke era abraçado pelo frio de Fernand Ice Island. Enquanto deixava suas marcas na neve ao caminhar, refletia sobre tudo que havia acontecido, pisou naquela ilha procurando respostas, uma motivação, algo para fazer seguir em frente, encontrou apenas caos e confusão, as pessoas cobiçavam desesperadamente por respostas, mas, aparentemente, eram as perguntas que moviam o mundo, ao menos o seu mundo. Sven queria trilhas, que levassem ao seu futuro e seu passado, mas tudo que conseguiu foi ajudar uma fora da lei, sujando seu próprio nome, por um momento parecia que aquele era o seu destino. A pirataria não trazia brilhos aos olhos do jovem, para ser mais exato, nenhuma atração, Bjarke achava toda a selvageria, barbárie e violência que acompanhavam esse estilo de vida coisas extremamente desnecessárias, mas não se arrependia de suas atitudes, fez o que julgava certo, se necessário faria novamente e, se só isso fosse o suficiente para fazer um bom homem se tornar um pirata, então que seja.

Segundo as instruções de Yennefer e a distância que havia percorrido, o seu destino estava por perto. No caminho uma placa capturava sua atenção ''Pirata boa é pirata morta'' Bjarke ria sozinho, era engraçado, a alguns momentos atrás seu mundo parecia bem mais simples, era tudo certo ou errado, bom ou mau, branco ou preto, mas agora tudo parecia cinza e sem linhas, ele já sentia falta do maniqueísmo.

Por fim o jovem chegava ao seu destino, um pequeno igloo que não tinha nenhuma característica que chamasse atenção. Suas batidas foram respondidas com uma voz rouca e coberta de ameaças. - Quem está ai!? Eu tenho uma arma e vou disparar! Deem cinco passos para trás e levante as mãos se não eu vou atirar! - O excesso de segurança por parte do morador daquele igloo era totalmente compreensível, se levado em conta o momento da ilha, dessa forma, Bjarke daria cinco passos para trás e levantaria suas mãos, deixando-as a mostra, como solicitado. - Pronto, mãos para cima como pediu. Tenho uma espada, mas por favor não atire. Yennefer me disse como chegar aqui. - Sven tentaria soar o mais simpático e natural possível, não via problema nenhum na atitude e esperava que o nome de Yennefer suavizasse a situação.

A porta se abria lentamente, revelando uma escopeta e uma senhora, que deveria parecer bem mais simpática sem a arma em mãos. - Você é o tal pirata que tá atacando a nossa ilha é seu miserável? - Bjarke abria seu sorriso, talvez deixando um riso ou outro escapar, ele não era o pirata em questão, mas sabia que era provável que tivesse se tornado o mesmo. - Eu sou só um médico e, no momento, um andarilho. Se me deixar entrar, seria um prazer explicar o motivo da minha visita, acredito que busco respostas que a senhora pode dar. - O jovem esperaria um convite para o conforto do igloo, mas caso viesse ou não prosseguiria com a sua história. - Bem, como já disse, sou médico e, pelo que soube, você também é, ou ao menos algo parecido com isso. Não vou tomar muito do seu tempo, nós, que tratamos pessoas, costumamos escutar muito sobre elas, sobre suas histórias, seus sonhos, acabamos conhecendo muitas pessoas, mesmo que superficialmente. Tudo que eu peço é que me conte sobre uma pessoa, se puder é claro. - Bjarke percebia o quão foi rude, ansiava tanto por respostas que esqueceu completamente de se apresentar. - Mil perdões, foi muita falta de educação de minha parte não me apresentar e ir fazendo pedidos assim, me chamo Bjarke, qual o nome da senhora? - O jovem esperaria a resposta para prosseguir.

- Bem, como já disse, meu nome é Bjarke, o motivo de eu ter me tornado um médico foi a morte das pessoas que eu mais amava, uma delas era minha mãe, Oddleif. O motivo de eu ter viajado até aqui é unicamente saber mais sobre ela. conhecer mais sobre sua vida, seus sonhos e carregar tudo isso em meu coração e minhas memórias, então, se pudesse falar qualquer coisa sobre ela, ficaria eternamente em dívida. - O jovem finalmente pararia e perceberia que, mesmo com o tempo, ainda se emocionava um pouco ao falar e lembrar da sua mãe. Escutaria tudo que a senhora tinha a dizer e após isso, se despediria cordialmente e retornaria a estalagem. Se a Senhora se mostrasse extremamente simpática ou disposta a conversar por mais tempo, Sven perguntaria o quão bem a mulher dominava as matérias relativas a Diagnose e Farmácia, se ela se mostrasse competente, Bjarke pediria humildemente que a mesma o ensinasse.

Se a idosa resolvesse atirar, Bjarke simplesmente tentaria desviar do tiro se jogando na neve, para em seguida correr, mas esperava que isso não acontecesse, afinal, ele jamais entraria em combate com uma senhora como aquela.


Histórico Bjarke:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptySab 17 Fev 2018, 15:59



A curandeira


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Aiko Kajiyashiki

A Kajiyashiki descia as escadas e de maneira apressada ela chegou no balcão dando de cara com a Yennefer mexendo em um grande baú como se procurasse algo ao ver a pirata ela passava as mesmas instruções que antes havia passado para o médico, Aiko se cobriu com a capa de Sven e correu na direção que havia sido indicado e no caminho a jovem Kajiyashiki percebia que parava de nevar e que a temperatura começava a subir de uma maneira agradável para os padrões de Fernand Ice, ela passou pela armaria Conlock onde antes havia travado seu duelo com o velho rabugento mas isso não a fazia parar.

Quando Aiko finalmente encontrou o médico mas antes que ela pudesse dar mais um passo “BANG!” um disparo alto e ensurdecedor pode ser escutado, a pólvora derretia a neve no chão bem em frente aos pés de Aiko deixando ela ciente que se tivesse dado um passo um pouco mais além do que já tinha dado ela teria perdido todos os dedos de seu pé isso se não perdesse ele por inteiro, o tiro havia sido dado como um aviso para a garota não se mover e ao ver a origem do disparo ela dava de cara com velha decrepita que fumava um cigarro e na frente da velha estava Sven com suas mãos para o alto, depois que Aiko finalmente digeria a situação a velha deu uma baforada fazendo a fumaça dançar no ar –Eu errei, minha mira já não é mais a mesma.- A mulher jogou o cigarro neve e entrou para dentro do iglu. – Que seja achei que era um lobo, enfim entrem antes que eu congele meus ossos. – A mulher entrou deixando a porta aberta para que seus convidados entrassem.



Sven Bjarke Koza

A idosa parecia ceder perante a educação e a voz de Bjarke sua mira descia de pouco em pouco em que ela ia ouvindo o médico mas ainda não havia sido o bastante para convida-lo para entrar, ela ouviu sobre as intenções dele até que finalmente o médico se apresentava. – Yennefer me dá muito credito, também ela vive se machucando aquela anta.- A mulher posicionou o cano da arma em seu ombro deixando uma de suas mãos livres e com essa mão ela puxava um caixa de cigarros e o levou até a boca puxando com seus dentes amarelados um cigarro que já estava destacado. – Me chamo Helga e eu sou uma curandeira, não tenho seus conhecimentos acadêmicos Doutor- Helga colocava a caixa no bolso e puxou um isqueiro no mesmo bolso acendendo o cigarro.

Bjarke revelava os motivos de sua viagem mas ele percebia uma coisa, assim que havia pronunciado o nome de sua “Oddleif” Helga estreitava seus olhos encarando bem o rosto de Bjarke como se buscasse enxergar melhor ele ou uma semelhança com a mulher mencionada, os dedos da velha se apertavam contra a empunhadura da arma e por um leve momento ela mordia seu lábio inferior. Ela parecia estar cedendo perante a conversa do médico mas de repente era possível ouvir passos apressados na neve, algo se aproximava de maneira rápida e em silencio, os olhos da mulher percorreram a sua volta de maneira atenta e veloz e rapidamente ela posicionou sua arma e disparou.

O disparo rápido e ensurdecedor obrigou o espadachim a fechar os olhos mas quando ele abriu e buscou o alvo de Helga ele via Aiko parada em poucos metros ao seu lado, o disparo havia acertado o chão alguns poucos centímetros na frente do pé da pirata. –Eu errei, minha mira já não é mais a mesma.- a mulher colocou o cano de sua arma de volta no ombro e jogou seu cigarro na neve enquanto entrava em seu iglu. – Que seja achei que era um lobo, enfim entrem antes que eu congele meus ossos. – A mulher entrou deixando a porta aberta para que seus convidados entrassem.



TODOS


Ao entrar no igloo eles davam de cara com uma casa pequena e simples se é que aquilo poderia se chamar de casa em vez de consultório, o lugar tinha um saco de dormir feito de pele de animais no canto do igloo enquanto no outro tinha uma mesa e uma cama de cirurgia, grandes prateleiras e armários cheios de livros que portavam conhecimentos diversos, no meio tinha uma pequena fogueira que servia como fonte de calor para fritar alguns peixes que estavam presos em um espeto, Helga se sentou em um toco de madeira em frente a fogueira que apresentavam mais três tocos livres para que os piratas pudessem se sentar. – Sera que algum de vocês pode fechar a porta antes que o fogo se apague?- o tom de voz rouco da mulher fazia que tudo que ela falasse soasse um pouco rude tornando difícil para os piratas saberem se ela estava realmente sendo grossa ou se pedisse normalmente. –Oddleif né? Esse nome não me é estranho... Ela realmente morreu? E você é o filho dela é?- A ultima pergunta soava como um deboche mas logo a mulher começou a gargalhar mas sua risada logo se tornou uma serie de tosses agressivas.
Me desculpe eu não queria ofender mas é uma surpresa saber que ela teve um filho hahaha- Dessa vez sua risada foi um pouco mais leve e controlada –Mas me diga de uma vez o que você quer saber? – A mulher falou enquanto examinava os peixes presos no espeto, ela se levantou e caminhou para trás deixando que Bjarke falasse quase sozinho, ela cavou um pouco na neve e revelou um baú de madeira ali sendo possível ter acesso apenas a sua tampa, Aiko conhecia esse truque, as pessoas de Fernand Ice costumavam colocar seus pertences ou mantimentos dentro de um bau em baixo da neve para que preservassem ou protegessem, Helga tirou do bau três pratinhos de madeira, três pequenos copos também de madeira e uma garrafa de vidro que Aiko também reconheceu era uma vodca comum em Fernand Ice que as pessoas bebiam para se aquecer no frio.

Ela voltou se sentando no mesmo lugar e dividia um peixe para cada prato –Comam e bebam. – Falou com a voz que tornava qualquer palavra em um palavrão, os piratas podiam perceber que a mulher não tinha muito e vivia de uma forma humilde mas mesmo com seu jeito mau humorado ela exibia um pouco de gentileza compartilhando o pouco que ela tinha servindo cada um com um prato de peixe frito e uma dose de vodca.


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptySab 17 Fev 2018, 17:05


Correr na neve era quase impossível mas Aiko insistia naquilo, precisava se apressar não somente por sua ansiedade em relação a possibilidade de sair da ilha mas também por entender que a cada minuto que se passava o cerco ficava cada vez menos, uma ilha minuscula como aquela não lhe proporcionava muitas opções de locais para se esconder ou fugir. Um tiro se ouviu, instintivamente Aiko parou, um passo a mais e a bala que cravou a neve seria alojada em pé, a jovem ergueu os olhos e a sua frente Sven em companhia de uma velha, autora do disparo que estranhamente os convidava para entrar em sua casa. A garota não estava entendendo nada da situação, na verdade estava realmente começando a ficar paranoica e a cada pessoa que entrava em seu raio de visão ela se auto questionava se deveria confiar ou não em suas palavras e atitudes. Naquelas últimas horas tudo que a loira menos sentia era segurança, entretanto se manteve calada e apenas seguiu o curso natural das coisas, passou pela porta e observou o interior daquele iglu, era realmente diferente do que estava acostumada, todos os utensílios, móveis, eram exóticos a seu ver. Como fora a última a entrar, atendeu ao pedido da velha e fechou a porta, lá dentro sentiu-se segura para se livrar do casaco verde, segurou-o em seu antebraço enquanto dava alguns passos pela casa, seus olhos fitavam cada detalhe dos objetos ali mas logo se juntou aos outros dois frente  a lareira.

Esfregou as palmas de suas mãos uma conta a outra e as colocou frente ao fogo, odiava o clima gélido da ilha apesar de ter nascido e crescido junto disso mas nunca se sentiu completamente acostumada a passar frio. Engoliu em seco e ouvia a conversa de Sven com a idosa sem interferir, estava fora de contexto mas tentava entender o sobre o que divagavam com as informações avulsas que pegava a cada frase dita, era como se Aiko fosse apenas um espectro observador, não se envolvia e nem interrompia o dialogo mas se permitiu aceitar o peixe frito diante a fogueira. —Obrigada. — Agradeceu ao ter o prato em mãos. Não fez a desfeita de recusar o copo contendo vodca mas a jovem tinha aversão a bebidas alcoólicas que inundavam sua boca de um paladar amargo, preferindo muito mais o frescor de e adocicado gosto de um chá ou chocolate. Levantou-se com o prato em mãos, voltou a andar pelo ambiente não se contendo em mexer nos pertences de Helga, principalmente a prateleira repleta de livros, Aiko passou seus olhos sobre suas capas laterais lendo o título de cada um, e tomaria algum deles em mãos caso o assunto lhe interessasse como astronomia e coisas relacionadas ao clima e navegação.

Mastigando o alimento a garota tomaria a carta que lhe foi dada por Yennefer e pela primeira vez desde sua aquisição a leria, apesar dela ter citado o nome da pessoa que lhe daria uma carona para fora dali Aiko não se lembrava de detalhes e se antecipando buscaria ter todo as informações necessárias para encontra-lo no momento em que Sven terminasse sua confraternização com a idosa da qual pareciam ter alguma coisa em comum. —Sven, temos assuntos importantes a serem tratados, vou estar esperando do lado de fora quando terminar. — Diante de um suspiro se moveria até a porta e do lado de fora a bateria contra o batente voltando a fecha-la, não se sentia confortável do lado de dentro apesar de estar protegida do frio e servida com peixe frito. Encostada na parede Aiko traçaria uma rota para prosseguirem até o fornecedor da pousada e observaria o movimento do local, tudo para se precaver a momentos futuros.                                                                                                                                                      


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptyDom 18 Fev 2018, 03:40



Um encontro com o passado


A arma mais eficiente de todas era a diplomacia e Sven sabia bem disso, um conjunto de palavras bem ditas podiam fazer uma fortuna surgir, derrubar impérios, selar pactos e, no seu caso, abrir portas. Houve uma certa resistência por parte daquela simples senhora, mas no fim as coisas se encaminhavam como Bjarke havia previsto. - Yennefer me dá muito credito, também ela vive se machucando aquela anta. - O jovem não gostava do jeito com que a mulher se referia quando se tratava da bela balconista que havia ganhado sua simpatia, mas havia notado no decorrer da sua vida que os mais velhos geralmente eram um pouco mais rabugentos, por assim dizer, talvez fosse todo e estresse e cansaço acumulado durante a vida se manifestando, assim sendo, tais atos não criavam nenhum rancor ou antipatia, já que eram absorvidos por sua compreensão.

A escopeta finalmente deixava de ser uma ameaça e o semblante da idosa se tornava muito mais amigável. Bjarke desconfiava, desde o momento que chegou, que o fumo devia ser um hábito bastante comum na ilha e a senhora que se encontrava diante dele confirmava isso, levando um cigarro a sua boca composta de dentes amarelados. O jovem nunca entendeu muito bem qual era o grande prazer de fumar, não podia sentir o cheiro obviamente, mas todos que conheceu falaram que era no mínimo desagradável, entendia o vício e a dependência é claro, mas não sabia o que levava um homem a fumar seu primeiro cigarro, parecer mais adulto talvez, não fazia muito sentido em ilhas mais tropicais, mas aqui em Fernand Ice Island era até compreensível.

Quando foi capaz de deixar a afobação de lado, Bjarke finalmente se apresentou propriamente e a mulher fez o mesmo. - Me chamo Helga e eu sou uma curandeira, não tenho seus conhecimentos acadêmicos Doutor - Sven sorriria ao perceber que havia conseguido quebrar toda a desconfiança que consumia a mulher. - É um prazer imenso conhece-la, Helga. - Um isqueiro finalmente acendia o cigarro que a curandeira segurava com a boca, a fumaça subia, contrastando com a neve que dominava a ilha. Bjarke explicava suas intenções e os motivos de estar ali enquanto a mulher parecia ouvir atentamente, tudo ocorria em paz, até que um disparo de escopeta cortava as palavras de Sven.

Não existiu janela para nenhuma reação, o jovem foi pego completamente de surpresa, pode apenas se virar para ver o que a curandeira atingiu, ou tinha tentando atingir. Seria uma surpresa se fosse qualquer outra pessoa, mas como era Aiko, não era surpresa alguma, aquela jovem pirata parecia atrair todo o tipo de confusão, ao menos o tiro não havia acertado. - Eu errei, minha mira já não é mais a mesma. - Bjarke não acreditava que Helga havia errado, a mulher deveria ter acertado exatamente aonde mirou, conhecia a curandeira a pouco tempo, mas ela não parecia ser o tipo de pessoa que atirava para matar sem ao menos perguntar um nome. - Ainda bem que errou, aquela capa verde é minha e ia ficar bem chateado se ela fosse furada. - Diria em tom de descontração, apenas para ver Helga repousar a arma e fazer o convite que tanto esperava. – Que seja achei que era um lobo, enfim entrem antes que eu congele meus ossos. – O jovem obviamente não recusaria aquele convite.

O fogo que queimava dentro do igloo emanava uma sensação aconchegante, o lugar era simples, mas pequenos detalhes captavam a atenção de Sven, pelos móveis aquela mulher parecia realmente se importar com o que fazia e as prateleiras e estantes repletas de livros diziam que aquela mulher era muito mais que uma simples curandeira sem conhecimento acadêmico. Bjarke sentava em um dos tocos, para logo em seguida escutar um pedido, ou talvez uma reclamação, era fácil de confundir quando se tratava de Helga. - Será que algum de vocês pode fechar a porta antes que o fogo se apague? - Sven fecharia a porta sem problema algum, mas quando começou a se movimentar para tal ato, viu que Aiko já havia tomado iniciativa nessa tarefa. – Oddleif né? Esse nome não me é estranho... Ela realmente morreu? E você é o filho dela é? - O jovem engolia em seco, não se sentia confortável em falar coisas tão pessoais com a jovem pirata ali, mas sabia que tudo isso era besteira. - Isso mesmo, ela morreu devido a uma praga que assolava uma das ilhas em que ancoramos. Eu sou seu terceiro filho, tenho dois irmãos mais velhos que não vejo há anos, teria um irmão mais novo também, mas ele morreu do mesmo jeito que minha mãe logo depois de nascer. - Helga começava a rir e aquilo preocupava um pouco Bjarke, não era bem uma ofensa, mas, no mínimo, era um comportamento extremamente indelicado, de toda a forma o jovem não se deixava abalar, tinha muito mais que ganhar do que perder ali. - Me desculpe eu não queria ofender mas é uma surpresa saber que ela teve um filho hahaha - Sven fazia silêncio por alguns instantes, levemente chateado. - Entendo. - Dizia, mostrando pela primeira vez mais seriedade que descontração.

– Mas me diga de uma vez o que você quer saber? – Era uma pergunta simples, mas ao mesmo tempo complicada, Bjarke queria conhecer sua mãe, não o que ela se tornou, mas o que aspirava ser. Enquanto formulava a pergunta em sua cabeça o jovem observava Helga desenterrar um baú na neve, para em seguida oferecer peixes e vodca aos seus visitantes. – Comam e bebam. – Muitas coisas ocupavam a mente de Bjarke, mas fome não era um delas. - Muito obrigado, parece estar delicioso, mas vou ter que recusar, acabei de comer. - O jovem se ajeitava no toco de madeira e finalmente se preparava para perguntar. - O que eu realmente quero saber é... - Quando Bjarke estava próximo de fazer a pergunta que levaria as respostas que tanto procurava, era interrompido por Aiko. - Sven, temos assuntos importantes a serem tratados, vou estar esperando do lado de fora quando terminar. - O jovem expeliria ar por uma pequena abertura entre seus lábios. - Ok.

Esperaria a saída da jovem pirata e após isso se desculparia. - Peço perdão pela minha amiga, ela poder ser um pouco hiperativa as vezes. - Se ajeitaria no toco novamente e passaria as mãos em cima das coxas, sabia que estava nervoso, mas precisava tirar esse peso de seus ombros. - Voltando, o que realmente quero saber é quem era minha mãe, de verdade. Nós crescemos e somos lapidados pelo tempo, perdemos alguns de nossos sonhos, nossas ambições, nossos traços. Seria idiota dizer que não conheço minha mãe, é óbvio que conheço ela, mas para mim ela se resume a isso, uma figura materna que me cobria de amor e carinho, uma pessoa sempre gentil e caridosa, mas nunca soube qual eram seus sonhos, suas ambições, quem eram seus amigos, não sei nem se ela tinha irmãos. Eu vim até aqui para descobrir mais sobre ela, qualquer informação que você pudesse me dar em relação a isso seria útil. - Ao acabar, Sven escutaria atentamente todas as palavras que saíssem da boca daquela mulher, o passado estava em sua frente e era guiado por uma voz cansada e rouca.

Conseguindo ou não o que desejava, Bjarke se levantaria e se espreguiçaria, alongando os braços e as costas.- Você me disse que era só uma curandeira sem muitos conhecimentos acadêmicos, mas esses livros dizem o contrário. - O jovem riria em tom de descontração, não queria que a mulher pensasse nem por um momento que ele havia chamado-a de mentirosa. - Eu tive de recusar os peixes e a vodca, mas se me deixar dar uma olhada nesses livros e, se for do meu agrado, comprar algum deles, ficaria imensamente grato. - Se a permissão fosse concedida, Bjarke tatearia as prateleiras e instantes em busca de livros sobre Farmácia e Diagnose, se encontrasse, daria dinheiro a Helga como havia prometido e se despediria em seguida. - Obrigado por tudo Helga, sou imensamente grato. - Procuraria Aiko do lado de fora do Igloo. - Para onde vamos agora? - Perguntaria com um tom desinteressado na voz, naquele ponto já havia aceitado que o destino dos dois estavam entrelaçados.


Histórico Bjarke:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptySeg 19 Fev 2018, 00:59



A curandeira


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TODOS

Era uma casa e um consultório um tanto simples mas esperado pelo padrões de Fernand Ice, Aiko bebeu a pequena dose de vodca revelando uma expressão de desgosto pela bebida destilada mas o sabor salgado e tostado do peixe tirava o gosto ruim da boca da jovem revelando a receita de uma boa fonte de sobrevivência em uma ilha de gelo, enquanto a pirata caminhava pelo igloo Bjarke recusava o que era oferecido, Helga apenas levantou os ombros e partiu o peixe com as mãos colocando um pedaço em seu próprio prato e outro no de Aiko – Que seja sobra mais para mim, mas beba a vodca isso vai te manter acordado e as juntas flexíveis...- Fazia uma pausa dando uma mordida e engolindo um pedaço do peixe depois de mastigar. – Isso claro se você quiser manusear essa espada nesse frio, se não pode deixar que eu bebo.- A mulher lambia os seus dedos antes de voltar a falar. – Nossa então ela teve quatro filhos, sinto muito pela sua perda.- Aiko passava os olhos nas prateleiras e até pegava em alguns livros mas ela percebia que nem todos ali eram livros didáticos, passou sua mão por livros como “A pequena princesa e o gigante de gelo”, “O trapaceiro” , “O dragão e a pequena anã” Todos os livros pareciam bem cuidados e os livros sem temática didática apresentava sempre uma bela capa com lindas figuras.

A loira se sentia um pouco desconfortável agora que Sven começava a falar sobre assuntos mais pessoais e buscando um pouco mais de distração ela lia a carta que Yennefer havia lhe entregado.
Citação :
Ei Cody tudo bem com você? Bem eu espero que sim.
Esses são meus amigos aqui da ilha e eles precisam de uma carona para fora daqui, não me pergunte o porque e nem os questione depois que tudo estiver mais calmo eu lhe explico melhor.
Ops: Sera que você pode me arranjar um carregamento de vinhos de Micqueot Island? Eu soube que são muito bons então devem ajudar aqui, quando eu tiver um dinheirinho eu te pago.

Abraços, Yennefer Wrynn

Aiko poderia entender que até agora Yennefer não havia lhe dado motivos para desconfiar dela mas a jovem ainda precisava confirmar mais algumas coisas, mesmo lembrando da balconista dizendo que a encontrassem assim que ela estivesse com Bjarke a Kajiyashiki não via motivos para ficar ali parada, sem mencionar a sua curiosidade coçando para descobrir quem seria Cody e se ele realmente iria ajudar a dupla sair dali, em uma rápida troca de palavras os companheiros concordavam em se separar para cumprir seus determinados objetivos.



Sven Bjarke Koza

Apesar de Sven se desculpar sobre o comportamento de Aiko a velha não parecia se incomodar com aquilo. – Do que você está falando, eu conheço essa garota deste que era pequena nunca precisei trata-la apenas fiz o parto dela, garota sempre teve um parafuso a menos, brincando de pirata, querendo brincar de luta com o irmão mais velho, uma pequena ovelha negra no rebanho impecável dos Kajiyashiki não é mesmo?- Dessa vez ficava claro que a mulher falava de uma maneira zombeteira. – Mas isso é bom eu acho, afinal se as crianças começam a se sentir a vontade para brincar é porque acreditam estarem seguras e se elas acreditam nisso então talvez estejamos vivendo um pouco de paz. – A mulher repouso o copo no chão e acendeu um cigarro.

Ela ouvia o que Sven dizia em silencio e o encarando com seus olhos cansados de quem já havia visto de muito coisa nessa vida, depois de um longo sopro de fumaça ela falava – Essa juventude está mesmo perdida então...- levava o cigarro até a boca mais uma vez e baforou a fumaça. –Você dizer que ela se “resumi” a isso é um insulto a seu esforço de mãe, você precisa vir até este fim de mundo para tentar ter uma imagem melhor de sua mãe? Ela ter sido sua mãe não é o bastante ou ela foi uma mãe horrível? Tenho certeza que para ela ter sido mãe de quatro filhos saudáveis já era o bastante, afinal você é um médico educado e bem aparentado se os outros forem como você tenho certeza que ela morreu sem nenhum arrependimento. - As palavras da mulher eram frias como a ilha em que ela habitava, desprovidas de amor e empatia a mulher cuspia suas palavras em Bjarke enquanto o encarava com seus olhos cinzas e cansados, ela apagou seu cigarro esfregando a ponta acessa contra a neve e continuo. –Mas vocês jovens são orgulhosos e suas cabeças são duras demais para entenderem esse simples fato não é? Pois bem eu lhe contarei sobre o passado de sua mãe, e contarei a história sobre a pequena e indefesa Oddleif a pequena fagulha de Fernand Ice...- Mesmo estando em frente a fogueira Bjarke sentia uma corrente de ar frio correr pela sua espinha ao ficar diante do olhar de Helga.

Oddleif cresceu nessa ilha sozinha com seu pai Balor, a garota nunca conheceu a mãe então ela vivia fazendo o trabalho domestico em casa enquanto seu pai caçava e lutava para defender seu lar, essa ilha nem sempre foi esse “mar de rosas” doutor, hoje Natasha nós protege mas antigamente nós sofríamos com os animais e os outros monstros que vivem por ai...- A mulher se levantou e caminhou até a janela do iglu acendendo outro cigarro enquanto encarava o lado de fora. – Eu devia estar na faixa de dezessete ou dezesseis anos nessa época me lembro como se fosse hoje, sem contar os desafios que já tínhamos nós ainda sofríamos com incursões piratas que usavam nossa ilha como esconderijo, um dia a marinha descobriu e atacou nossa ilha buscando encontrar os piratas e seus tesouros mas obviamente muitos civis foram mortos nessa operação, afinal podem dizer o que quiser mas a marinha e tão suja quanto os piratas que ela caça, enfim...- Helga virava seus olhos de volta para o médico. – Um desses civis foi seu a avô Balor, o bárbaro tentou proteger sua casa mas foi alvejado pelos disparos dos marinheiros que achavam que ele era um pirata, sua mãe viu tudo... Ela devia ter uns onze anos na época... Me pergunto porque ela nunca teria contado uma história tão sangrenta como essa para os seus bons e justos filhos antes de dormir, você consegue imaginar o motivo?- Mais uma vez a mulher zombava só que dessa vez era Bjarke seu alvo. – Eu também perdi meus pais na época, já tinha que cuidar do idiota do meu irmão então não vi problemas em cuidar da sua mãe, pelo menos ela me ajudava nas tarefas e era um boa companhia...- Ela voltava a fitar a janela como se tentasse demonstrar alguma emoção ao revelar aquela informação. – Você diz querer saber os sonhos dela? Esse era o sonho dela- Apontou com seu cigarro para Sven. – Ela sempre quis recuperar o que perdeu naquele dia, o significado de família e eu falhei nisso com ela não fui um "irmã" ou "mãe" boa o bastante, ela sempre quis sair daqui e ir para longe do lugar que lhe trouxe tanto sofrimento, sua mãe era emotiva demais para essa ilha, vivia me trazendo pinguins para que eu trata-se deles uma vez eu matei e cozinhei um e ela quase arrancou os próprios cabelos!- A mulher deu uma longa baforada e um leve sorriso coberto de melancolia. –Você e seus irmãos e seu pai são tudo que ela mais desejou, só mesmo um filho tão ingrato não perceberia isso essa juventude está mesmo perdida.- Ela voltou a encarar a janela. –Eu não pude faze-la feliz aqui, mas tenho certeza que vocês sim.-

Sven tinha muita coisa para absorver a morte de sua mãe sempre pesou e sempre ira pesar em seu peito mas só agora ele percebia que tinha que entender que a morte é uma parte natural da vida e que não poderia entender a morte de sua mãe como o fim dos sonhos dela, porque ele era o sonho dela, um médico formado na academia de Las Camp, um exímio espadachim, educado e belo guerreiro filho de Oddleif e neto de Balor finalmente o jovem espadachim enxergava a verdade que estava todo tempo a sua frente a casa sopro de vida dele a cada dia em que ele acordava sua mãe sorria de felicidade porque ele e sua família eram tudo que ela sempre desejou da maneira em que ela sempre desejou.

Ainda absorvendo oque ele havia escutado o jovem fala sobre os livros e a mulher levanta uma de suas sobrancelhas – Ah sim, eu uso eles quando eu preciso, se quiser comprar vai ter que pagar um alto preço é difícil para mim consegui-los, são 1.500.000 berries!- Ao pagar a mulher parecia um pouco surpresa – Você anda com toda essa quantia, eu realmente devia ter estudado.-  Ao se despedir a mulher apenas acenou para o espadachim sem nem mesmo o encara-lo mas Sven percebia que dessa vez a mulher parecia segurar um leve sorriso.



Aiko Kajiyashiki

A jovem Kajiyashiki parecia estar um pouco receosa com a sua saída da ilha, na verdade deste o momento que ela havia pisado ali ela nunca tinha considerado como sair de lá e agora que a oportunidade se apresentava para ela a pirata sabia que tinha que tomar cuidado para não perder a chance ou cair em uma armadilha. Yennefer tinha declarado abertamente que era uma das patrulheiras e ainda falava sobre vingança seria a balconista tão confiável quanto o médico acreditava ou ele já tinha caído nos encantos da bela morena de olhos claros? Para Aiko aquela pergunta não tinha respostas e sua curiosidade não permitiria que ficasse assim por muito tempo.

De onde estava Aiko sabia que poderiam chegar ao porto seguindo em linha reta mas a loira percebia entre os iglus e o monte de neve um dos cães dos patrulheiros coloridos, atrás do Husky siberiano tinha dois patrulheiros, azul e o verde caminhando lado a lado nenhum deles e muito menos o cão parecia perceber a jovem que se encontrava bons metros de distância daquele grupo, ao analisar o território em que estava a garota conseguia traçar uma rota alternativa de volta para a pousada e tudo parecia ocorrer bem até pois assim que ela desenhou o caminho em sua mente a porta do iglu se abriu revelando Bjarke com a expressão mais natural e inocente possível se indagando com um “Para onde vamos agora?” revelando total desinteresse sobre qualquer coisa que a garota pudesse revelar.



TODOS

A pequena patrulha se encontrava cruzando o caminho da dupla estando alguns nove a onze metros de distância da dupla, nenhum dos patrulheiros ou o cão percebia a presença deles mas a dupla podia perceber pelo fato do verde carregar uma tocha e de suas cores vibrantes se destacarem em meio ao branco da neve, caso a dupla quisesse iniciar combate eles teria a vantagem de até o momento não terem sido notados pelo cachorro mas tinha a desvantagem do cão notar sua aproximação e a desvantagem numérica.


Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
FERIMENTOS:
 
LEGENDAS:
 
OFF SURPRESA:
 

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Kajiyashiki Aiko
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Kajiyashiki Aiko

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 4 EmptyTer 20 Fev 2018, 00:22


—Já estava na hora... — Disse num suspiro ao ver Sven atravessar a porta parecendo já ter resolvidos todos seus assuntos pendentes com a velha fumante. Numa olhada rápida notou que o mesmo carregava com si livros dos quis não tinha antes, talvez toda aquela sua conversa tivesse surtido algum tipo de efeito em cima da idosa que lhe presenteou com aqueles volumes, ou talvez fosse outra coisa, mas Aiko preferia imaginar o ocorrido ao invés de perguntar sobre a verdade. —Sua amiga da pousada me contou algumas coisas interessantes, sabia? — Perguntou retoricamente. —Ela era amiga de minha irmã mais velha, Succubus. Ela tinha o sonho de ser pirata, mas minha irmã desejava o contrário, resumidamente, num tipo de acordo ou desafio entre as duas Yennefer foi obrigada a ficar aqui enquanto Succubus foi server a Marinha, e agora, como uma vingança ela está me ajudando a 'sujar' o nome da minha família. — Um riso debochado brotou nos lábios da loira que não conseguia medir o quão insignificante seria aquele ato diante da primogênita que nem sequer chegou a conhecer a caçula da família, ergueu a carta entre o dedo indicador e médio a altura dos ombros sem sequer olhar para o garoto, mas era uma ação clara para que o mesmo por si mesmo pudesse entender sobre o que divagava até então a jovem.

—Não olhe agora, mas aqueles babacas de mais cedo estão aqui, não nos perceberam ainda. — Aiko não desejava entrar em combate mais uma vez, sua cota de sangue derramado já havia sido quebrada e sua vontade em erguer a espada já não era mais a mesma desde sua luta na loja de armas. —O ideal seria irmos para direto para o porto nesse momento mas com esses idiotas no caminho não conseguiríamos seguir em frente sem um novo combate. — Aiko conversava consigo mesma em voz alta parecendo arquitetar algo em sua mente para aquele momento, sua mão direita estava em seu queixo e seus lábios inferiores levemente mordiscados lhe davam o ar de pensativa, seu olhar fixo num ponto lhe fazia parecer hipnotizada enquanto os sussurros de uma possível estratégia soavam no tom agudo de sua voz. —Já sei. — Mais uma vez falou consigo mesma, um estalar de dedos indicava o fim de sua frenesi. Aiko remexeu em seus bolsos buscando o dinheiro que ainda lhe restava, se não tivesse perdido nenhum centavo na transição de cenários e roupas ainda lhe restava o troco da Claymore que havia comprado, ao encontrar separaria uma pequena quantia desse dinheiro, algo entre 200 e 300 barries e observaria ao seu redor, o que Aiko estava fazendo era 'pagar o preço pela liberdade' de uma forma um pouco literal, seus olhos amêndoa buscavam em meio a população alguma criança, de preferencia sozinha ou livre de algum adulto.

I. No caso de encontrar Aiko seria breve em sua abordagem. —Hey, tá afim de ganhar alguns barries? É bem fácil. — Diria demonstrando o dinheiro a frente da criança em questão. —Eu preciso que você faça algo por mim, eu soube que os piratas estavam hospedados naquela pousada, Ventos do Norte você conhece? E pelo que eu soube aqueles homens ali com os cachorros estão a procura deles, só preciso que você vá até eles e repasse a informação, mas preciso que seja convincente, tem que fazer com que eles vão investigar o local, certo? E mais uma coisa, você nunca me viu, agora vai. — Seu alvo era uma criança por inúmeros motivos, por serem inocentes crianças não estariam a par da situação da ilha e pouco provavelmente reconheceriam Aiko como a pirata da história, 'comprar' uma criança sem malícia era mais barato que um adulto ganancioso e por fim, ninguém se recusa a ajudar uma criança. Por fim tudo que restaria era esperar que a movimentação dos patrulheiros seguissem o curso da pousada deixando o caminho para o porto livre.

II. Todavia sua parte histérica não a deixava confortavel o suficiente para acreditar que aquele plano seguisse a risca tudo o que havia pensando, por isso inconscientemente Aiko se obrigava a repensar em mais inúmeras possibilidades para com que não fosse punida por suas ações mais uma vez, talvez um processo de aprendizado oculto ocorresse em sua mente, ou quem sabe apenas fosse precaução por demais. A Kajiyashiki não sabia o que se passava na mente das pessoas, e por mais que sua intuição lhe dissesse que uma criança não desconfiaria que ela seria a criminosa, a possibilidade não estava descartada, se conseguisse perceber que a criança ao ser abordada buscasse gritar ao recorrer a um adulto Aiko taparia sua boca com a mão direita e com a esquerda levaria o indicador até os próprios lábios fazendo o típico som de quem pede silêncio 'shiu'; —Eu não quero machucar ninguém, então me ajude a te ajudar, okay? Lhe dou 500 barries se fizer o que mandei e poupo sua vida, ou quer morrer aqui? — A garota havia convivido com piratas e por mais que não fosse adepta a ameaças se viu obrigada a faze-la naquele instante, sua falta de prática no assuntos poderia não passar credibilidade, mas se tratando de um ser humano ainda inexperiente como uma criança talvez fosse mais do que o suficiente. Ao ver a trajetória ser traçada até os patrulheiros a garota mudaria de lugar, ao chegar lá talvez suas ações fossem entregues por isso sair do campo de visão dos patrulheiros era o ideal, Aiko poderia se esconder junto de Sven em qualquer local que lhe fosse conveniente, carroças, amontoados de barris, construções... Por lá esperaria a movimentação dos patrulheiros para assim seguir em frente ao porto.

Aos limites da ilha, no porto de Fernand Ice Aiko andaria com a carta em mãos, precisava encontrar Cody, entretanto não tinha mais informações sobre o homem, sua aparência era um mistério do qual deveria resolver ali, naquele mesmo instante. Mas de uma maneira ou de outra os atrativos daquela pequena ilha não eram grandes o suficiente para atrair turistas ou até mesmo piratas tornando as embarcações atracadas ali apenas comerciais e a vida de negócios lhe obriga a ter contato com os demais 'empresários', dessa forma Aiko imaginava que todos ali pudessem de uma maneira ou de outra se conhecerem, por isso não pensou duas vezes antes de indagar o primeiro homem que visse pelo porto. —Estou procurando por um homem chamado Cody, pelo que parece ele é algum tipo de comerciante que traz algumas remessas de comidas e bebidas até a ilha, Yennefer da Pousada do Norte o recomendou, o conhece?                                                                                                                                  


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