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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 私の名前はアイコ、海の王女です

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptySeg 29 Jan 2018, 13:38

Relembrando a primeira mensagem :

私の名前はアイコ、海の王女です

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aiko. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Meursault
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyQua 28 Mar 2018, 05:59







Ex aspectu nascitur amor ♪






A presença do padre no fim da prece era um bom agouro, ao menos era esse o julgamento do médico. A suposição adquiriu um status de certeza quando conseguiu sentar no bar e se deparou com a bela garçonete, a pele da mulher era alva e suave, como seda, seus cabelos loiros e delicados oscilavam, como graciosos fios de ouro feitos por um hábil artesão, por fim, seus olhos verdes brilhavam de tal forma que não deixavam nada a desejar perante uma esmeralda.

Na medida em que a funcionária do estabelecimento interagia com a dupla e mostrava mais da sua personalidade, Bjarke se sentia cada vez mais encantado. A timidez e ingenuidade da moça o cativavam, com o mesmo efeito que um novelo de lã faria em um felino. As informações sobre os homens feridos no torneio e os piratas eram extremamente úteis, mas ao escutar a voz da mulher, Sven só conseguia pensar sobre coisas menos importantes e mais luxuriosas.

Quando as informações cessassem, o médico permitiria que uma feição de concentração tomasse conta de seu rosto, para passar alguma credibilidade em suas palavras. - É interessante essa informação dos feridos, acho que realmente poderia ajudar com isso. - O homem faria uma pequena pausa, como se refletisse sobre o tópico. - Aproveitando o assunto, eu organizo uma campanha de doação de órgãos, tem algum interesse em doar seu coração pra mim? - Pouco tempo após a tentativa barata de sedução, o homem não conseguiria conter os risos, já que pensava que provavelmente deixaria a mulher constrangida. - É só uma piada, um mau habito meu. Não quero seu coração, só o seu amor. - A explicação, apesar de óbvia, ocorria devido ao nível de inocência demonstrado pela garçonete.    
 
A investigação de Bjarke era igualmente eficaz e prazerosa, de forma que era quase uma obrigação dar algum agradecimento expressivo para Annelise, tanto pelos conhecimentos valiosos quanto pela sua bela imagem. - Catuaba não é? Pode trazer cinco garrafas, é o mínimo que posso fazer por você, Anne. - Diria, esperando que a garçonete se empolgasse com a notícia. Antes que a mulher se afastasse da mesa, Sven falaria novamente, esperando captar sua atenção. - Ah, só mais um coisa, você tem um lápis ai? - O médico esperaria alguma pergunta de sua interlocutora, questionando a razão do pedido, ou até uma negativa, de qualquer forma, prosseguiria. - Pra começar a escrever a nossa linda história de amor. - Diria, se entregando aos risos novamente. - Como eu falei, é um mau hábito. Eu não quero beijar a sua boca, a não ser que você queira, aí eu quero também. - Se a sorte estivesse sorrindo, o médico tomaria a bela moça em seus braços e faria seus lábios se encontrarem, suavemente, em todos os outros casos, simplesmente pediria a conta quando as garrafas de catuaba chegassem, pagando pelas suas bebidas e a de Yennefer.

Ao deixar a taverna, rumaria até o quartel general da marinha, já que, graças a Cody, sabia da presença da organização naquela ilha. Cuidar dos necessitados era tentador, mas matar era muito menos trabalhoso que remendar feridas, além de servir como um teste para as suas habilidades. Alcançando o local desejado, entraria nas instalações procurando por alguma espécie de ajudante, encontrando, perguntaria sobre os procurados. - Soube que tem um grupo causando uns problemas pela cidade, vocês tem algum cartaz pra eu dar uma olhada? - Se a resposta fosse positiva, levaria os cartazes consigo e voltaria as ruas de Lvneel.

O espadachim não fazia a mínima ideia de onde poderia encontrar os procurados, então, simplesmente vagaria pelas ruas mais movimentadas da cidade, observando os pedestres, sempre com a arqueira ao seu lado. - Espero que você já esteja boa o suficiente pra arrumar mais confusão, se quiser ficar fora disso eu entendo. - Os criminosos podiam escolher as ruas mais movimentadas para se locomover, visando se mesclar na multidão, ou poderiam optar por vias menos convencionais, evitando o contato com qualquer um, podiam até estar escondidos em qualquer prédio da cidade, em vez de se preocupar com isso tudo, Bjarke apenas contava com a sorte.



Histórico Bjarke:
 
Considerações:
 
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Kajiyashiki Aiko
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Kajiyashiki Aiko

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptySex 30 Mar 2018, 21:31


RUN!
to jungle!


O
cintilar das espadas bradando uma contra a outra, tornando seu fio cada vez mais afiado tornava o apetite da batalha cada vez mais saboroso, por mais tenso que o confronto se tornava o sorriso de agitação negava-se a deixar os rosados lábios da garota, por mais irracional que fosse o ato, estava longe da insanidade que aquele grupo rival representava, tudo faziam era agir como loucos, monstros ensandecidos buscando o derramar do líquido rubro mesmo que isso lhes custasse o próprio. A marinha fazia-se existir impondo sua presença confrontando os diversos fora da lei que se reuniam para um evento que não tinha recebido autorização.

Pouco a pouco, os chamados 'piratas da Albina' caiam, para os marinheiros - ou para a irracionalidade que os cercava - aos poucos o bando em companhia da loira se via cada vez mais encurralado e envolvidos em uma confusão que simplesmente havia recaído sob suas cabeças assim como uma tempestade faz nos belos dias de sol. Os olhos amêndoa de Aiko se fixaram no seu oponente que continha uma aparência 'punk' digna de vergonha alheia —Agradeço a oferta mas deixo pra uma próxima vez, tudo bem? Se quiser, pode cuidar desses marinheiros primeiro. — Com a claymore em choque contra a espada adversária Aiko utilizaria a força colocada ali por ambos os lados para sua vantagem, diminuiria consideravelmente a força que aplicava ali desequilibrando a ordem do embate com a finalidade de trazer seu inimigo ao chão, instável em seu apoio poderia cair abrindo uma brecha para que a garota prosseguisse junto aos outros e para os marinheiros darem um jeito nele e em seu bando.

O semblante de Aiko era sincero - assim como sua boca -, a ideia de correr para dentro da floresta não lhe agradava, temia muito mais os insetos que podiam residir entre as plantas do que propriamente a marinha, mas não lhe fora dada escolha, era segui-los ou ser levada como criminosa para os confins do QG da Marinha. Uma vez em segurança a jovem sempre se coloria em meio aos homens que lhe acompanhavam - apenas por segurança -, de maneira incisiva a garota demonstrava seu descontentamento. —Sério, 'corram para a floresta?'. Essa foi a melhor ideia que teve? Sinceramente, espero não encontrar nenhuma aranha por aqui, ou, ou...uma cobra. Vamos sair logo daqui e encontrar aquele garoto estranho! — Seus braços cruzavam-se e seus lábios formavam um bico. —E quem eram aqueles loucos? Sinceramente, seu capitão precisa de melhores companhias, nos atacaram sem mais nem menos e nem sabem brigar, essa tal de Albina que apareça na minha frente...

Histórico:
 

Objetivos:
 




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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptySab 31 Mar 2018, 17:53



O Reino de Lvneel e a Albina
O conflito se aproxima!


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Roxanne d’Lamour


Roxanne sentou no corpo de uma das cobras e começou sua tentativa de enrolar seu baseado que acabava por parecer uma pequena bala embrulhada, ou na língua dos usuários um verdadeiro pastel, não teve problemas em acendê-lo enquanto continuava com sua conversa com os demais guardas. -Por acaso um de vocês pode dar o ar da graça aqui embaixo? Preciso de ajuda, essas gracinhas são presentes para um velho amigo.- Os guardas se olhavam questionando sobre o que a mulher poderia estar falando. -Preciso usar o nome, Montblanc?- Os guardas ficaram surpresos com o que Rox falava mas ainda assim pareciam em dúvida sobre tudo aquilo. -Isso é para o Rei Azrel?- Era um blefe arriscado para Rox já que ela conhecia a família apenas pelo o que Cody tinha falado mas ainda assim a mulher tentou abrir os braços ainda sentindo as fisgadas de dor em um de seus ombros. -Caso queiram esperar anoitecer, combinei de encontrar o senhor aqui ao cair da noite. Ele vai adorar jantar comigo nesse estado. Caso estejam curiosos, podem me chamar de D'Lamour, concubina preferida e nas horas vagas, caçadora de seres indesejáveis.- Nisso os guardas já começavam a suspeitar da mulher, um deles levou a mão até sua besta e continuou com a conversa. -Engraçado é que não me lembro do nosso rei possuir uma concubina que também tenha o hábito de caçar…- O segundo homem entendia o que seu companheiro queria dizer e nisso ele também começava a levar sua mão até sua besta. -Verdade, eu não me lembro de já ter te visto antes, me diga quais são suas intenções aqui na cidade?- Pronunciou-se o segundo guarda.

Ali tinham apenas dois guardas mas em solo tinha mais cavaleiros circulando, no momento a mulher não tinha feito nada de errado se não mentir para que conseguisse algum auxílio para levar seus troféus mas os guardas pareciam bastante cautelosos e até mesmo nervosos com aquela situação como se pudesse ter mais coisa por trás dos atos de Roxanne, para a cientista era uma situação completamente desfavorável onde ela estava sem munição, cansada, com o ombro deslocado e começando a criar suspeitas em guardas fortemente armados e equipados, uma terceira figura surgia no lado de cima da muralha, uma mulher usando armadura e um tabardo azul escuro, a guerreira olhou para Roxanne de relance mas ignorou completamente a situação. -Alguns batedores me informaram que o bando da Albina investiu em mais um ataque suicida na aldeia fora do reino, temo que isso possa ser apenas uma distração fechem os portões até a segunda ordem por precaução e se algum vendedor ou cidadão desejar passagem então confiram tudo antes de permitir passagem, entendidos?-  Imediatamente os homens batiam em seus peitos com sua mão esquerda fechada em um punho. -Sim capitã!- Respondeu os guardas.

A guerreira de virou para Roxanne como se por um breve momento analisasse a atiradora. -Alguém ajude essa mulher a tirar este lixo do portão o cheiro já está começando a me incomodar. - Dois guardas no solo se aproximaram e cada um pegou em uma ponta dos animais vinculados. -Para onde você está levando isso? - Perguntava um dos homens.



Sven Bjarke Koza


Na taberna Sven se divertia com a tímida garçonete que havia lhe entregado informações valiosas, agora ele estava ciente que existia um grupo de pessoas causando desordem na cidade tanto que tinham uma certa recompensa por suas cabeças. -Aproveitando o assunto, eu organizo uma campanha de doação de órgãos, tem algum interesse em doar seu coração pra mim?- A surpresa e a vergonha cobriram o rosto da garota em um vermelho tomate ficando incapaz de responder o homem. -É só uma piada, um mau habito meu. Não quero seu coração, só o seu amor.- Por um momento a garota se aliviava mas ao ouvir a parte seu amor seu rosto mais uma vez voltava a se enrubescer. -Tadinha está ficando toda envergonhada, tudo bem querida uma menina linda como você vai ouvir muito isso.- O comentário de Yennefer não ajudava a jovem se acalmar e sim oposto.

-Catuaba não é? Pode trazer cinco garrafas, é o mínimo que posso fazer por você, Anne.- O tom vermelho sumiu do rosto da jovem dando espaço a um sorriso, -Na verdade é Catatuaba, só um segundo que já vou trazer.- A jovem garçonete se afastou da mesa e depois de um tempo voltou trazendo as garrafas em duas sacolas separadas -Ah, só mais um coisa, você tem um lápis ai?- A garçonete colocou as sacolas no chão e já tirou o lápis do bolso de seu avental para emprestar para o médico. -Aqui está…- Sven não esperava conseguir um lápis que se tornava inútil já que ele não tinha nenhum papel, surpreso ele acabou ficando quieto enquanto a jovem ia atender os demais clientes, com seus encantos indo pelo ralo acompanhados das risadas de Yennefer o pirata decidiu pedir as contas e se retirar do -Deu 70.000B senhor, obrigada e volte sempre.- Falou a garçonete pegando seu lápis de volta depois de acompanhá-los até a porta e se curvar solenemente em despedida.

Sven e Yennefer caminhavam pela cidade o médico analisa as informações que havia conseguido na taberna e entendia que a melhor opção seria ir atrás dos piratas que estavam causando tanta discórdia no reino de Lvneel e com isso em mente ele estava decidido a encontrar o QG da marinha, mas isso se mostrou um desafio, mesmo sabendo por Cody que ali tinha o corpo militar marine na cidade ele não encontrava nenhum indício de soldados marinheiros, olhando em volta ele não via marinheiros e sim soldados trajando armaduras simples com tabardos azuis.




Kajiyashiki Aiko


Aiko empurrou o homem que com um salto se colocava em pé mais uma vez. -Não agora eu quero você garotinha!- Mas antes que ele pudesse seguir Aiko em uma perseguição o pirata era alvejado com um disparo no ombro e isso dava a janela de tempo necessária para a garota recuar junto com o grupo. -Sério, 'corram para a floresta?'. Essa foi a melhor ideia que teve? Sinceramente, espero não encontrar nenhuma aranha por aqui, ou, ou...uma cobra. Vamos sair logo daqui e encontrar aquele garoto estranho!- Argus virou seu rosto para Aiko. -Era isso ou ficar presos em um combate dos dois lados e acredite em mim você não vai querer um combate contra os marinheiros daqui, pode brigar com qualquer outro marinheiro dos blues mas não os daqui.- A Kajiyashiki podia não levar as palavras do pirata a sério mas ela podia perceber o quão receoso os piratas estavam em iniciar um confronto com a marinha dali. -E quem eram aqueles loucos? Sinceramente, seu capitão precisa de melhores companhias, nos atacaram sem mais nem menos e nem sabem brigar, essa tal de Albina que apareça na minha frente...- Argus de início pareceu querer contestar a garota mas ele acabou vendo razão no que ela falava. -Bem Cody e o Porco eram tripulantes eram homens do bando da Albina antigamente mas ela é louca e vivia enfiando o bando em missões suicidas como essa, não só isso como ela entregava seus homens para a morte sem pensar duas vezes foi depois de uma incursão com quarenta homens mortos que Cody e o Porco se revoltaram e começaram um motim… Dois homens contra uma tripulação nesse combate o Porco teve seu rosto desfigurado e Cody perdeu a perna mas eles sobreviveram e roubaram o navio… Para a Albina não é difícil conseguir homens, ela os seduz com seu corpo e suas palavras enquanto os droga tornando os seus próprios homens em dependentes químicos.- Argus falava tudo isso enquanto o grupo corria pela floresta.

Esse não era o mesmo caminho que eles faziam anteriormente e a cada metro percorrido as vozes dos piratas e marinheiros ficavam mais e mais distantes até que uma hora já não era mais possível escutá-las, nesse momento Gonzales parou e se virou para os demais do grupo. -Señor, ellos tomaron el Ermos y también creo que ellos están con Arata, debemos dar una manera de ayudarlos- Nesse momento o primo Steven se virou para o grupo. -Ele falou que os homens da Albina estão com Ermos e talvez tenham o Arata…- Traduziu Steven e logo Gonzales voltou a falar. -Ellos nos emboscaron en el puerto, el barco de ellos está anclado allí- Steven se virou mais uma vez para o grupo. -Ele falou que os piratas da Albina fizeram uma emboscada no porto e que o navio deles está lá.- Argus levou sua mão até o queixo apreensivo com o acontecimento já que agora não seria só mais uma pessoa para salvar mas sim duas.

Depois de um tempo parado em silêncio ele voltou a se pronunciar. -Bem nós realmente não esperávamos encontrar ela aqui e se nossos companheiros estão com ela como refém isso torna tudo mais complicado, precisamos alertar o capitão sobre nossa situação Frank volte para o navio e diga tudo ao capitão eu e os demais tentaremos nos infiltrar no porto e tentar resgatar nossos amigos, todo mundo de acordo?- Terminava o homem se virando para os demais esperando que alguém se pronunciasse apresentando algum plano melhor.




-Bjarke-
-Roxanne-
-Kajiyashiki-

Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
Histórico Luna:
 
FERIMENTOS:
 


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Meursault
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyDom 01 Abr 2018, 05:21







Qui bene perquirunt, promptius inveniunt ♪






Enquanto procurava, sem sucesso algum, por uma base da marinha em meio as ruas de Lvneel, o médico começava a questionar se sua mãe havia o engado durante toda a sua infância. - Minha mãe sempre disse que eu era lindo. - Ele fazia uma pequena pausa, enquanto formulava os seus pensamentos. - Falava a mesma coisa para os meus irmãos também, mas devia ser verdade, já que eles são meio parecidos comigo. - Coberto de incertezas, o jovem levava a mão direta ao queixo enquanto caminhava. - Talvez tenha sido tudo mentira. Quer dizer, a parte da doação de órgãos foi sensacional não foi? Modéstia à parte, foi no mínimo extremamente criativo. - Sven daria espaço para sua parceira fazer alguma consideração, se assim desejasse. - Tipo, mesmo que eu fosse muito feio eu merecia ao menos um beijinho por essa, vocês mulheres são extremamente complicadas. - Enquanto reclamava de sua vida amorosa, o jovem tentava achar alguma forma de contornar a situação dos cartazes.

O contratempo podia ser resolvido, obviamente, Bjarke só não sabia como, ainda. Apesar das palavras de Cody, não havia sinal nenhum da marinha, a organização parecia ser substituída pelos soldados que, ironicamente, trajavam azul. Depois de todas as suas experiências, o espadachim podia dizer com total certeza que a cor azul e justiça andavam de mãos dadas. Para o jovem, era lógico que, se os soldados eram a proteção do local, saberiam quem causava problemas nas redondezas e certamente teriam imagens dos mesmos. O melhor lugar para passar informações sobre pessoas indesejadas era na fronteira, afinal, impedir a entrada de criminosos em um lugar pacífico como aquele parecia uma prioridade, com isso em mente, Sven traçaria seu caminho de volta ao portão da cidade, esperando encontrar os soldados que guarneciam o local.

Ao chegar na abertura da muralha, Sven observaria bem os sentinelas e se dirigiria até aquele que tivesse uma feição mais amistosa, ou se mostrasse menos enfadado com o trabalho, na pior das hipóteses. - Desculpa incomodar, eu soube que tem uns procurados andando pela cidade, acho que vi um deles, você tem alguma foto ou cartaz aí pra confirmar? - Diria com todo o carisma possível, podia simplesmente ter dito a verdade, mas acreditava que a mentira escolhida aumentaria suas chances, afinal, estaria ajudando o soldado a cumprir seu dever e não agindo apenas em benéfico próprio.

Se o vigilante cedesse aos seus pedidos e mostrasse as imagens desejadas, Bjarke se atentaria a cada uma delas, gravando as feições dos procurados em sua memória. - Acho que me enganei, a cor dos olhos era diferente, o cabelo também não é igual. - Diria, após fingir considerar alguma dúvida. Caso não conseguisse convencer o guarda a fornecer alguma ajuda, fitaria Yennefer com um olhar de pedinte. - Você pode tentar? Por favorzinho... - Esperava que os encantos femininos de sua acompanhante pudessem triunfar onde suas mentiras haviam falhado.

Conseguindo alguma forma de identificar os procurados, Bjarke se viraria para a arqueira, após se afastar dos soldados. - Alguma ideia de como achá-los? Eu podia ter perguntado ao soldado, mas achei uma pergunta meio idiota, se eles soubessem já teriam ido atrás. - Se sua companheira fornecesse alguma sugestão útil, seguiria a ideia. No caso de nenhum plano promissor surgir em sua mente, o espadachim caminharia pelas ruas de Lvneel, passando pelos lugares mais movimentados da cidade, grandes igrejas, mercados e até mesmo o porto, tentando destacar os procurados de uma eventual multidão.







Histórico Bjarke:
 
C O N S I D E R A Ç Õ E S:
 

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Luna
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyDom 01 Abr 2018, 14:46



Não fumo, não bebo e não cheiro. Só minto um pouco.



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......."Hoje será o segundo dia desde que parti de Fernand Ice, no caminho para Lvneel, transei, matei alguns animais e fumei um bocado. Durante esse curto tempo o frio não me largou, é estranho como ultimamente as ilhas do North Blue têm estado sob esse clima irregular e pouco acolhedor. Tenho pensado em algumas coisas estranhas, como: arrumar um namorado, um animal de estimação e até mesmo alguns motivos para ser lésbica: afinal, quando se é lésbica os dedos e a língua não encolhem no frio."

..............O par de guardas estava sendo um páreo duro, não davam brecha e aparentemente começavam a assumir uma postura um pouco mais impaciente, indagando, refutando, questionando. Diabos, seria algo tão absurdo assim uma mulher gostar de caçar e transar? — ~ Balas, cinco delas e esse problema estaria resolvido. ~ — Uma expressão de quem sente ranço daquilo que está vendo surgia no rosto de Roxanne e, sem demonstrar muita preocupação, a mulher permanecia ali deitada. — ~ Eles vão ceder antes de mim. ~ — O odor de ambos os animais começava a enfestar o local, um cheiro ocre como o de plantas podres assumia, pouco a pouco, seu entorno. Não obstante, a cientista estava acostumada a isso, parte de ser botânica estava em ter de lidar com matéria orgânica em decomposição e se havia algo que Rox amava, meu amigo, eram as plantas.

..............Uma nova figura chegava, era uma mulher com estilo de machão, aquele tipo que fala e você obedece, que bate e você apanha, que te pisa e você diz: — "Estou muito duro para os seus pés, senhora?" — Maria machadão. — Sussurrava com os olhos entreabertos, observando a apressada movimentação dos guardas que em um instante já estavam ao seu lado. — De dia é maria e de noite é João. — Lentamente a atiradora se erguia, notando a aproximação dos rapazes, sem muita preocupação a mulher novamente tragava seu cigarro, observando a dupla, com certo nojo,  apanhar ambas serpentes. — Ah, como eu amo a sensatez na voz firme de uma mulher. Gostaria que vocês me acompanhassem até uma alfaiataria, quero fabricar um conjunto, essas cobrinhas foram uma ótima companhia na mata.

.......Partiria acompanhando a dupla de guardas e no caminho procuraria observar a tipologia da cidade, como as ruas eram dispostas, onde estavam os edifícios importantes, tavernas, bordéis, hospitais, ferreiros e lojas de produtos químico/naturais. — ~ Se existe alguma beleza no limbo, olha, sou a própria personificação dela. ~ — Tragava seu cigarro e caminhava acompanhando os rapazes. Chegando a alfaiataria, solicitaria ao mestre que preparasse um conjunto de roupas utilizando o couro das serpentes e pagaria o devido valor por isso, que esperava não ser tão absurdo uma vez que estava dando o insumo para a fabricação. — Faço seu serviço sem pressa, senhor, finja que nem estou aqui.~ Não tenho muitas pessoas com quem me encontrar nesse estado mesmo.~ — Ponderaria na sala principal, observando o seu arredor, afinal, como havia sido mal-educada, sequer tinha agradecido ambos guardas por ajudarem-na com os animais. — Se bem... Sabe, hoje foi um dia difícil, por acaso poderia usar o banheiro do senhor para me lavar? — Aguardaria a resposta do atendente e respeitosamente a aceitaria caso fosse um "não", contudo, caso fosse positiva, partiria até seu banheiro e lá tomaria um bom e demorado banho, limpando todos restos mortais, poeira e sangue de minha pele, cabelos e dentes. Tomaria a todo momento cuidado com os movimentos bruscos, meu braço não estava no melhor dos estados e muito provavelmente se banhar seria algo dolorido. — Caso precise de algo, me chame que apresso o banho!! — Abriria os braços na água, o braço esquerdo menos que o direito devido ao ferimento, me deliciando com a sensação de limpeza. Ao terminar, me enrolaria em uma toalha, deixando as roupas sujas para trás e, novamente, voltaria para a sala de espera, aguardando minha veste ficar pronta para instantaneamente a vestir.  — Caso o senhor tenha alguma camisa de algodão branca, eu agradeceria, sinto que ficaria perfeita com as peças de couro. — Terminaria de se vestir com cuidado para não piorar a situação de seu ferimento e, estando devidamente perfumada e alinhada, pagaria o trabalho do alfaiate, dando-lhe um adicional de dez mil pelo banho oferecido, caso esse fosse. — Obrigado pela hospitalidade, senhor. — Começaria a partir, mas antes de sair da loja, pararia e questionaria.  — ]Desculpe incomodar novamente o senhor, mas poderia me explicar como chego ao mestre armeiro da cidade?

.......Estando com as devidas instruções em mente, partiria para o próximo destino, assim que encontrasse a ferraria, iria direto para seu interior e solicitaria com educação. — Olá rapaz, quero um par de pistolas e trinta munições para elas, preciso também que você dê uma olhada rápida em meu rifle, ele travou em um de meus disparos. — Mostraria o rifle para o atendente. — Se me fizer o coldre para as pistolas como brinde, compro também mais vinte balas de rifle e aquela pequena pederneira para levar na bota. Ah, levo também dez balas pra ela. — Diria apontando para uma pistola pequena o suficiente para ficar entre sua bota e sua panturrilha. Aguardaria o atendente trazer as coisas e fazer suas contas. — ~ Oitenta mil as três armas, mais uns vinte mil de balas, vinte para o conserto... Deve dar. ~ — Pagaria a quantia se ela não passasse de cento e cinquenta mil berries.  — Sabe, sou nova aqui, mas ouvi falar em diversas ilhas sobre a família Montblanc, o que sabe sobre eles?  —  Ouviria atentamente o atendente, aguardaria suas palavras e prosseguiria.  — E você sabe me informar onde posso encontrar alguns produtos químicos a venda por aqui?  —  Apanharia seus itens e os "vestiria", partindo novamente após obter sua resposta para as ruas de Lvneel, rumo ao destino indicado. Durante todo meu caminho, procuraria pessoas que aparentemente pudessem me ajudar com o braço, médicos, enfermeiras, massagistas, qualquer um que demonstrasse capacitação e, caso encontrasse alguém, pediria para que o mesmo resolvesse meu problema no membro canhoto, por fim, perguntando quanto havia custado tal serviço.

......."A gente quase nunca  escolhe quem quer amar, o amor simplesmente vem como flecha e nos acerta. No meu caso não havia flecha nem nada, o amor vinha como uma bala e acertava direto uma boa dose de venenos e um punhado de maconha. O primeiro deles eu já tinha de sobra, me faltava o segundo."






Objetivos:
 

Histórico:
 

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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


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|Roxanne - Fala|


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyQui 05 Abr 2018, 00:40



Informações e Compras
Referências...


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Roxanne d’Lamour


Roxanne rumava em direção de uma alfaiataria, por não conhecer o caminho os guardas tomavam a liderança da caminhada permitindo a mulher seguir em um ritmo mais brando podendo se permitir apreciar a cultura local, o lugar tinha um ar animado como se materializasse os reinos antigos de conto de fadas, as ruas eram feitas com paralelepipedos e as casas em sua maioria eram feitas de madeira mas ainda assim era possível identificar umas mais trabalhadas em pedra, era possível identificar algumas lojas pelas placas em frente ao estabelecimento como uma placa de madeira circular com a imagem de um caneca de cerveja, outra com um prato de comida e um grande letreiro escrito “Restaurante d’ Lvneel”, os guardas pararam de frente a uma loja rosa com a placa com um desenho de um rolo de linha e uma agulha no fim da linha “Alfaiataria Icarus”, a loja tinha uma vitrine que exibe três manequins trajando conjuntos diferentes de roupas.

Os guardas entraram logo depois de Roxanne o interior da loja tinha quatro pessoas trajando uniforme dando a entender que seriam funcionários do local. -AIN MAIS QUE COISA LINDA!- Uma voz espantada soou de trás do balcão, um homem usando roupas berrantes diferente dos demais funcionários se aproximava e tudo em seu caminho dava a entender que ele ia falar com Rox mas o homem fez seu caminho direto para as cobras. -Deus é pai que escamas linda… Ain danificaram ela toda com chumbo que HORROOOOOR, ain o caçador estragou com algumas partes… Esses guardas são uns amadores mesmo o que houve com as flechas gente, tentem preservar a pele do animal pelo menos ou escama nesse caso- O homem ouviu os guardas falando sobre o motivo de estarem ali e logo ele caminhava em direção de Roxanne em um caminhar pomposo tentando exalar algum charme. -Ola querida eu me chamo Icaro, sou o responsável por esta joia...- O homem movimentava seu braço apontando para toda loja. -Pode deixar comigo que montaria um modelito de arrasar o quarteirão, deixa eu só pegar suas medidas meu bem.- O homem tirava uma fita métrica de seu bolso e começava a tirar as medidas da infame cientista. -Levem as cobras para os fundos… Ain ahahaha cobras para os fundos...- Repetia o comentário rindo. -Muito bem terminei, pode deixar comigo agora, um dos meu anjinhos vai te levar até o vestuário meu bem… VENTUS VEM CÁ CAPETA!- Um homem com mais idade saia de trás do balcão com uma roupa também diferente dos demais funcionários e acompanhou Roxanne até o vestuário a deixando livre para se limpar dos rastros da mata.

O vestuário ficava no segundo piso do estabelecimento onde os clientes não tinham acesso e por isso Roxanne não via problemas em sair de lá enrolada na toalha, ela dava de cara com o tal Ventus que varria o piso de madeira, que não viu problemas em emprestar uma espécie de blusão de mangas longas que chegava a cobrir até um pouco mais abaixo da virilha e das nádegas, o blusão ficava bem desenhado nas curvas femininas de Rox que esperava sentada na sala de espera. Era um serviço demorado já que o homem tinha que esfolar toda a criatura, selecionar e tratar o que poderia ser viável no modelito mas depois de algumas horas ele chamava Rox para experimentar a roupa e dar os pontos finais.

Traje:
 

Rox podia identificar o couro da cobra nas luvas, corselete, botas, cinto e até mesmo na capa que ela havia ganhado de Bjarke tinha agora onde seria os ombros algumas escamas das cobras, o homem não tinha trabalhado sozinho tendo o auxílio de dois funcionários que também ajudavam nos pontos fazendo a cientista ficar alguns minutos parada de frente a um espelho vendo os homens apertando e ajustando o traje.  -Ain… mais uma obra prima meus anjos, muito bem querida aí está um Icarus d’ Angelo para ti, vou lhe dar um desconto em troca do que sobrou das escamas tudo bem? Que tal 170.000 normalmente eu pediria mais de 200.000 mas você me trouxe o material então vou cobrar apenas uma parte do lucro e a mão de obra dos meus docinhos aqui. - A cientista ficava satisfeita com a peça e sequer viu problemas em pagar um adicional pela hospitalidade. -Tem uma armaria mais adiante seguindo por essa rua mesmo, eles vendem todo o tipo de coisa lá.- Falou Icaro se despedindo em um aceno.

Na armaria Roxanne era atendida por um homem robusto de monocelhas que se posicionava atrás de um balcão. -Boa tarde moça, em que posso ajudar?- Falou o homem enquanto a mulher se posicionava em sua frente. -Olá rapaz, quero um par de pistolas e trinta munições para elas, preciso também que você dê uma olhada rápida em meu rifle, ele travou em um de meus disparos...Se me fizer o coldre para as pistolas como brinde, compro também mais vinte balas de rifle e aquela pequena pederneira para levar na bota. Ah, levo também dez balas pra ela.- O homem assentiu com a cabeça positivamente pegando o rifle da mulher e a primeira coisa que ele tentava fazer era descarregá-lo mas para sua sorte Rox já tinha feito isso durante sua jornada. -O cilindro está muito danificado… Recebeu alguns golpes está vendo?- Falou ele mostrando um arranhão no corpo da arma que provavelmente tinha sido provocado por uma espada. -Não se preocupe eu posso consertar.- Um rapaz mais jovem e também um pouco robusto trazia um copo de suco para Rox e alguns biscoitos para a mulher apreciar enquanto o homem desmontava todo o rifle para fazer a manutenção e a limpeza da arma.

A manutenção era rápida o homem sequer parava pra pensar no que estava fazendo, todos seus gestos e ações naquela manutenção fluíam como ações naturais do corpo assim como respirar e caminhar, montou o rifle de maneira rápida como se fosse um militar e entregava o rifle de volta para a mulher sem falar nada, se virou para começar os produtos e como esperado ele dava os coldres para Roxanne de brinde. -Um total de 170.000B senhorita, a manutenção é gratuita se me permite um conselho eu recomendo que limpe o rifle mais vezes.- O homem coletava o pagamento pelos serviços e ouviu a pergunta da cientista. -Hm… Bem tem uma loja de especiarias no final da rua virando a direita, lá você vai encontrar algumas ervas, temperos, incensos eu não entendo muito disso mas espero que encontre o quê procura lá.- Falou o homem se despedindo da mulher que seguia seu caminho pela cidade.

Roxanne seguiu as instruções para a terceira loja esperando que lá ela fosse capaz de encontrar as últimas coisas de sua lista de compras, não demorou muito que chegasse em uma loja verde com uma placa de madeira circular expondo o desenho de velas e algumas plantas, dentro da loja ela dava de cara com uma senhora de idade acompanhada de mais dois funcionários mais jovens, o lugar tinha uns cinco clientes analisando os produtos, tinha diversas plantas e medicamentos homeopáticos, alguns incensos e velas aromatizadas multicoloridas. -Olá Miranda tudo bom quanto tempo que não te vejo…- Falou a velha já abraçando a cintura de Rox.  -Oh Miranda temos que pôr as fofocas em dia, mas antes me diga em que posso ajudar?-



Sven Bjarke Koza


Sven e Yennefer caminhavam lado a lado pelas ruas do reino enquanto conversavam a procura da tal base marine. -Minha mãe sempre disse que eu era lindo... Falava a mesma coisa para os meus irmãos também, mas devia ser verdade, já que eles são meio parecidos comigo.- Sua dúvida era clara mas Yennefer ria acreditando que o comentário era uma espécie de piada -Talvez tenha sido tudo mentira. Quer dizer, a parte da doação de órgãos foi sensacional não foi? Modéstia à parte, foi no mínimo extremamente criativo.- Ela cortou as risadas mas ainda com um sorriso no rosto ela tentava simular alguma seriedade para responder o médico. -Não, sim foi genial… Acho que foi incrível com certeza aquela garota vai se lembrar de você.- Era difícil levar Yen a sério já que ela falava aquilo enquanto com uma expressão tão zombeteira. -Tipo, mesmo que eu fosse muito feio eu merecia ao menos um beijinho por essa, vocês mulheres são extremamente complicadas.- A mulher deixou mais uma gargalhada escapar antes de responder. -Ah sim, tenho certeza que o momento era certo… Digo tentar cantar e beijar uma garçonete que estava não só no meio do local de trabalho mas como também estava no meio do expediente… tenho certeza que isso não teve nada a ver...- Por mais que não tivesse conseguido êxito em conquistar a garçonete pelo menos agora ele rendia boas risadas para a arqueira e ganhava bons conselhos amorosos de sua nova amiga.

Ficava evidente tanto para Bjarke quanto para Yennefer que ali não teria uma base da marinha já que mesmo eles caminhando e procurando por todos os cantos daquele reino não era visível sequer uma pessoa portando algum uniforme da marinha, tudo que viam eram homens ou mulheres usando armaduras e tabardos azuis por cima, Sven decidiu voltar para os portões da cidade já que a os guardas da fronteira portavam a responsabilidade de conhecer as ameaças do reino, mais uma vez ele tem a visão da grande muralha que era vigiada por guardas tanto em cima da muralha e nas torres quanto em solo, os guardas no solo tinham acabado de fechar os portões e esperavam o médico se aproximar. -Desculpa incomodar, eu soube que tem uns procurados andando pela cidade, acho que vi um deles, você tem alguma foto ou cartaz aí pra confirmar?- Um dos guardas franziu seu cenho alarmado com a possibilidade enquanto o segundo mantinha sua calma levando a mão até o queixo.

-Entendo, olhe bem rapaz e me diga se são esses.- O segundo guarda mais calmo e visivelmente mais experiente que o outro puxa dois cartazes de dentro de seu tabardo e mostra para a dupla. -Observe bem garoto.- Falou o homem enquanto segurava os cartazes.

cartazes:
 

-Esses dois são os membros confirmados do bando Morte Branca, sua capitã é uma jovem garota conhecida como “Albina” não se deixe enganar rapaz, dizem que ela costuma viciar homens e mulheres até se tornarem meros dependentes químicos para que percam toda noção de medo ou amor sendo leais somente a ela e as drogas… E vou te dizer algo, pelo que vimos alguns dias atrás esse boato parece ser bem verdadeiro.- Falou o homem voltando a guarda os cartazes dentro da veste. -O outro se chama Jason mas atende pela alcunha de Incendiário, acho que não preciso explicar o motivo.- O guarda dava informações valorosas não só sobre os procurados mas também deu alguns detalhes sobre seus crimes. -Acho que me enganei, a cor dos olhos era diferente, o cabelo também não é igual.- O homem dava um sorriso gentil demonstrando bastante paciência. -Bem eu não acho que essas pessoas sejam facilmente confundidas por aí por causa da cor dos olhos ou estilo de penteado não é mesmo hahaha, mas tudo bem pelo menos você não tentou nos fazer sair de nosso posto, tenha uma boa tarde aventureiro.- O gentil cavaleiro curvou levemente sua cabeça mostrando um pouco de solenidade e voltou a seu posto confortando o primeiro guarda como quem dizia “Viu você precisa manter a calma e raciocinar melhor”.

Sven se virou para Yennefer que ficavam parados ali perto do portão fechado. -Alguma ideia de como achá-los? Eu podia ter perguntado ao soldado, mas achei uma pergunta meio idiota, se eles soubessem já teriam ido atrás.- A arqueira assentiu com a cabeça enquanto concordando com o pensamento de Bjarke. -Bem é como o guarda falou essas pessoas seriam facilmente reconhecidas, digo você viu os cartazes… Não acredito que estejam aqui no reino ainda mais se a confusão que eles causaram aqui foi muito grande, devem estar escondidos na floresta ou em seu navio caso possuam um- O pensamento da mulher era rápido e afiado, ela começava a olhar a sua volta vendo a quantidade de guardas e observando que todos pareciam bem armados. -E como se eles esperassem por outra confusão, enquanto você rezava eu via eles patrulhando de um lado para o outro então acho que já teriam encontrado os piratas se eles estivessem aqui- Concluía seu pensamento com um leve sorriso como se estivesse orgulhosa de sua inteligência e sagacidade.




-Bjarke-
-Roxanne-
-Kajiyashiki-

Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
Histórico Luna:
 
FERIMENTOS:
 
OFF CARAI:
 


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyQui 05 Abr 2018, 18:53







Alea jacta est ♪






O jovem Bjarke atribuía invalidez as considerações feitas por sua companheira. - Minha doce Yennefer, não existe algo como uma situação propicia para o amor, todo momento é oportuno para amar. Não existe algo mais importante que isso. - Dizia com seriedade enquanto se aproximava da muralha de Lvneel. - Amor é o que faz os homens serem o que são, é o que faz a humanidade sobrepujar o tempo e continuar contando sua história por meio de suas linhagens, é de onde surge a bondade. Sem amor, não há nada que valha a pena. - Depois de expor seus pensamentos sobre um sentimento tão nobre, o homem adotaria um semblante lacônico ao procurar por um guarda disposto a prestar algum tipo de ajuda.

Por sorte, um dos soldados se mostrava extremamente prestativo, revelando as faces dos procurados sem qualquer condição ou contratempo. Os rostos daquela dupla eram difíceis de se esquecer ou confundir, o Incendiário tinha sua pele marcada pelas chamas em vários pontos e um olhar lúgubre, Albina, por outro lado, se destacava pela sua aparente insanidade, além da cor de sua pele e seus cabelos.  

Além da aparência, Sven conseguia algumas informações sobre o modo de agir dos criminosos, que poderiam ser extremamente úteis no futuro. Ao perceber que o espadachim não foi exatamente honesto, o guarda não se sentia ofendido, demonstrando maturidade e gentileza, Bjarke se sentia feliz por isso e, ao se afastar do portão, tinha certeza de que não se esqueceria das feições daquela dupla, o Incendiário era grotesco demais para ser esquecido ou confundido e, sobre Albina, um bom galanteador jamais se esqueceria do rosto de uma mulher.  

A primeira etapa havia sido concluída com sucesso, agora restava localizar um deles, preferencialmente o Incendiário, sozinho, e convencê-lo educadamente a se entregar para as forças da lei, sem uso de meios coercitivos. Infelizmente, o belo médico não tinha a menor ideia de como encontrar qualquer um deles, mas as palavras de Yennefer fizeram tudo ficar mais fácil. - Bem é como o guarda falou essas pessoas seriam facilmente reconhecidas, digo você viu os cartazes… Não acredito que estejam aqui no reino ainda mais se a confusão que eles causaram aqui foi muito grande, devem estar escondidos na floresta ou em seu navio caso possuam um. - Depois de refletir sobre as palavras da arqueira, Sven deixava um sorriso escapar e começava a rumar em direção ao porto da cidade. - Você é genial, Yen, nós não precisamos encontrar eles, só precisamos fazer eles nos encontrarem.

Fazer o caminho dos procurados se cruzarem com o seu próprio era algo tão simples que fazia o Jovem se sentir um pouco envergonhado de não ter pensado na hipótese antes. Quando se estava em uma ilha, sendo procurado por duas forças da lei, existiam dois cenários possíveis: Ou você se esconde como um rato, ou luta como um homem. De qualquer forma, com covardia ou coragem, você precisa abandonar a ilha depois disso e, nesse momento, o mar que o cercava era seu maior inimigo, um barco precisava estar pronto quando as coisas dessem certo ou errado.

Cody tinha disciplina para ancorar sua embarcação em um ponto distante e fazer seus homens adentrarem na ilha furtivamente, mas, se o bando da Albina fosse realmente composto por homens dominados pelas drogas, não teriam a organização necessária para fazer tal manobra e, como só dois membros tinham recompensa, um deles provavelmente seria responsável por manter a nau em segurança e garantir uma saída, restava apenas torcer para que esse fosse o papel do Incendiário.

Bjarke tentaria alcançar o porto, não esperava encontrar uma bandeira negra tremulando contra o vento, afinal, os soldados daquele local não pareciam ser tão incompetentes a ponto de deixar tal cenário ocorrer. Ao chegar no porto, o médico se alocaria em algum ponto confortável e observaria as pessoas que passavam por aquele local, se a tripulação de Albina fosse realmente formada por viciados, uma hora ou outra, o estoque do navio acabaria, a abstinência atacaria e algum deles abandonaria seu posto para conseguir mais da substância que dependia. Os sintomas de abstinência eram fáceis de serem notados por alguém que tinha o mínimo de conhecimento médico, dado o tempo necessário, o vício implantado por Albina se voltaria contra ela, revelando a localização da sua embarcação.  




Histórico Bjarke:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptySex 06 Abr 2018, 17:51



A aparência pouco diz sobre seu passado.



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......."Sobre hoje? Não tenho muito a dizer, fiquei sem palavras, chocada. O mundo é muito louco e, sem sombra de dúvidas, o mais louco dele somos nós. As pessoas."

..............Apesar do tempo de espera, as vestes havia ficado perfeitas, o atendente no mínimo singular, tinha feito um ótimo trabalho com o couro das serpentes. Cada ínfimo pedaço do traje se encaixando, curvando, delineando milimetricamente as curvas da atiradora.  — ~ Bem melhor que aquele blusão. ~ — Sorria, lentamente acariciando o corpo, quase sensualmente, quase sexualmente explicita.  — ~ Que dupla esses dois fazem, que dupla. ~ — Sorria, e com afeto, agradecia ambos os homens com um apertado e entusiasmado abraço, tanto o bigodudo quanto o alfaiate. — Vocês são demais!! Muito obrigado pelo serviço e pelo banho, pode deixar que indicarei a Alfaiataria Icarus para todo mundo!! — Completava, dando um beijo no rosto de cada homem, pagando por tudo e partindo para as ruas de Lvneel.

..............As ruas de Lvneel eram belas, varias lojas, calçamento, pessoas, edifícios, uma verdadeira cidade que, se não fosse desenvolvida ainda, logo se tornaria.  — Ah, como um banho faz bem para o c... — Sentia o braço fisgar, como podia ter esquecido daquilo? O membro ainda estava fora do lugar, a água quente apenas amenizara sua dor, relaxando os músculos, mas agora enquanto caminhava tornava-se claro que não poderia permanecer naquele estado por muito mais tempo. — Prioridades primeiro. — A armaria estava lá, como Icaro lhe dissera, de longe o local parecia ser um tanto quanto rústico, mas logo após deixar uma alfaiataria, até mesmo um pomar de rosas pareceria bruto.

.......Um homem grande e musculoso a atendia e começava a tratar de suas tarefas. Rapidamente o mesmo consertava o rifle, aplicava uma sermão típico de amantes de armas e partia, em busca do que faltava, nesse meio tempo, Rox conseguia pensar em apenas uma coisa. — ~ Como uma pessoa pode ter uma sobrancelha só? ~ — Bebericava um gole de seu suco enquanto provava os biscoitos, o ajudante do armeiro parecia ser um jovem um tanto mais novo e menos musculoso que o mestre, sem dúvidas também mais gentil. — Está vendo essa roupa? Eu cacei as donas desse couro com aquele rifle. — Se gabava, as pernas cruzadas, esticando cada pedacinho do traje. — ~ Não foi opcional, mas isso é outra história... ~ — Levantava deixando o suco e o restante dos biscoitos para trás ao notar que seus bens haviam chego. Por fim se armava, prendendo os coldres e as armas as vestes, pagando e partindo novamente para as ruas da cidade.

.......~ Banho tomado, barriga cheia, roupas novas, pistolas na bota e nos coldre, rifle nas costas... Isso, só falta uma coisa. ~ — A Loja de especiarias parecia uma casa de herbalista, lá dentro Roxanne pode confirmar o que suspeitava, haviam bem mais coisas que simplesmente temperos e incensos à venda. — Olá!!

......."À esse momento cabe uma pausa. Sabe aquelas tipicas cenas de filme em que ocorre um tiroteio e tem um cego nele? Ou quando uma moça grita desesperada no quarto ao lado pedindo socorro ao ser atacada e morre, sem saber que sou vizinho é surdo? Então, esses são exemplos de que nem tudo que aparenta ser algo, de fato é. Quer outro exemplo? COMO DIABOS UMA MULHER COMO EU FOI CONFUNDIDA COM ALGUÉM QUE SE CHAMA MIRANDA?!!!"

.......~ Miranda... ~— Fitava com ranço a cara da senhora, me enojava ser confundida, ora, Roxanne era única, bela, estonteante, sedutora, era eu. — Bom, sim, preciso de ajuda com meu braço. Hoje cedo tive de enfrentar essa mata fechada e acredito ter tirado ele do lugar. Você pode consertar isso? — Aguardaria a resposta da senhora e a possível execução do processo que sem dúvidas seria extremamente dolorido. Por fim, tendo ou não o braço posto no lugar, prosseguiria.  — Preciso de algumas coisinhas suas, minha querida. Por acaso você teria um litro de petróleo para vender? Gostaria de algumas bolinhas de fisioterapia também, umas dez, ocas por dentro de preferência. Ah, preciso de Tiopental sódico, alguns exemplares de peiote, cipós Banisteriopsis caapi, folhas de Psychotria viridis e fenciclidina. Caso você tenha alguns gases inflamáveis por aqui, levo todos. — Sorriria, percebendo agora o quão velha aquela senhora parecia ser.



Tentativa de compra da perícia armadilha.


.......Sorria, aproximando-se da velhota. — Sabe, minha mãe me ensinou que as pessoas mais velhas sãos aquelas que sabem de quase tudo, demonstrando não saber de nada. — Com tom mais educado, quase como respeitoso, continuava. — Tenho um profundo interesse em aprender sobre armadilhas. A curta passagem pela floresta me mostrou que entender o que os outros pensam e acima de tudo, sobreviver ao que nos é imposto, é essencial. — Aguardaria a resposta da senhora e caso fosse positiva, acompanharia seus ensinamentos, aprender era algo fácil para mim, principalmente quando havia um tutor para me ensinar.


Fim da tentativa de compra da perícia armadilha.

......."Parece loucura, eu sei, mas aquela mulher algum dia foi jovem como eu, quem garante que ela em seus dias áureos não curtia mexer com a mente das pessoas e caçar uns animais? Por exemplo, minha mãe mesmo sendo uma prostituta, com meia idade sabia fazer ótimos pratos e ao mesmo tempo, com precisão lhe dizer quando e onde iria chover. Eu? Bem, eu sou jovem demais para dizer que sei de algo."









Objetivos:
 

Histórico:
 

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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyDom 08 Abr 2018, 19:14



Lvneel
Final?


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Roxanne d’Lamour

Roxanne parecia ter conseguido tudo que ela almejava desde os últimos dias, roupas novas, armas e erva, no entanto para o último item a mulher ainda estava insatisfeita e por isso chegou naquela loja onde estranhamente tinha sido confundida com alguma Miranda que provavelmente tinha uma intimidade muito grande com a senhora tendo em visto o tratamento que a cientista estava recebendo da senhora, a mulher pegou Rox pela mão no correspondente ao braço bom e começou a andar com a atiradora pela loja. - Oh Miranda tenho tanto para te falar, você lembra da Vitória? Ela aprontou de novo menina você acredita nisso? Essa menina não toma jeito mesmo… - Reclamava a mulher levantando Rox para se sentar próximo de uma mesa pequena circular com dois lugares vagos. - Bom, sim, preciso de ajuda com meu braço. Hoje cedo tive de enfrentar essa mata fechada e acredito ter tirado ele do lugar. Você pode consertar isso? - A velha estreitava os olhos por trás de seus óculos de lentes grossas encarando os ombros de Rox, a velha se levantou do seu lugar e se pôs no lado esquerdo da infame mulher pegando no braço deslocado trazendo de imediato uma sensação de uma grande fisgada. - Ei Miranda você acha que o Adalberto tá usando enchimento dentro da cueca? - Antes mesmo que Roxanne pudesse se virar para analisar o volume do documento de um dos atendentes da loja a velha puxou o braço de Rox e passou sua outra mão por debaixo das axilas da mulher fazendo um movimento para cima, tudo aconteceu muito rápido em um supetão de imensa dor incapacitante fazendo a mulher urrar de dor chamando atenção de todos naquela loja.

- Pronto, pronto a dor já passou… e vai durar mais um pouco na verdade… mas está melhor! Sim muito melhor… - A voz da mulher tinha algumas oscilações entre uma óbvia incerteza para uma confiança duvidosa em suas habilidades, o ombro da infame estava totalmente dolorido agora que tinha sido posto no lugar ainda sendo possível sentir as fisgadas sempre que tentava um movimento muito abrupto mas ficava claro que aos poucos as dores iriam cessar, Rox naquele momento tinha um certo espaço para fazer seus pedidos para a velha vendedora. -Preciso de algumas coisinhas suas, minha querida. Por acaso você teria um litro de petróleo para vender? Gostaria de algumas bolinhas de fisioterapia também, umas dez, ocas por dentro de preferência. Ah, preciso de Tiopental sódico, alguns exemplares de peiote, cipós Banisteriopsis caapi, folhas de Psychotria viridis e fenciclidina. Caso você tenha alguns gases inflamáveis por aqui, levo todos.- A idosa virou seu olhar para o teto pensando no que ela teria daquela lista para vender. - Humm… Bem eu tenho as sementes para cipó mariri, tenho chacrona e as bolinhas de fisioterapia eu não tenho autorização para vender cacto peiote assim como essas outras coisas que você pediu! Para que você quer tanto anestésico assim Miranda? Tá envolvida com droga outra vez Mi, poeira da lua é sério isso? - Questionou a velha com uma certa suspeita no pedido de Roxanne mas ainda assim a senhora se levantou da cadeira e foi para trás do balcão recolher o que ela tinha para oferecer do pedid

- As bolinhas de fisioterapia ficam a 10.000B no total se quiser as sementes eu vendo 500g por 15.000B sendo que eu só tenho restando aqui 2kg de sementes e a Chacrona eu vendo as folhas vai querer levar? - A mulher refletia pensando no que poderia levar daquela já que ficava óbvio que não seria em qualquer esquina que ela encontraria anestésicos, psicodélicos ou até mesmo petróleo. - Sabe, minha mãe me ensinou que as pessoas mais velhas sãos aquelas que sabem de quase tudo, demonstrando não saber de nada. -  Dizia Roxanne demonstrando algum respeito pela vendedora que cutucava o nariz com o dedo mindinho.  - Tenho um profundo interesse em aprender sobre armadilhas. A curta passagem pela floresta me mostrou que entender o que os outros pensam e acima de tudo, sobreviver ao que nos é imposto, é essencial.- A velha limpou o seu dedo em sua própria blusa refletindo sobre as palavras da mulher e nisso ela caminhou para uma das prateleiras e de lá tirou um livro de couro com nenhum título ou gravura em sua capa. - Este é um exemplar bem antigo, um manual na verdade que ensina muita coisa sobre armadilhas das mais simples para as mais complexas, ele custa 500.000B vai querer levar?  - Perguntou a mulher mostrando o livro para Roxanne em suas mãos.



Sven Bjarke Koza

Bjarke via sentido no que sua companheira falava e de fato os dois procurados possuíam características muito únicas para serem confundidos com qualquer um o que lhes tornava facilmente reconhecidos por alguém que de fato os procure e com esse raciocínio lhe sendo apresentando o médico tinha um ideia que acendia em sua cabeça assim como uma lâmpada, com o plano de irem para o porto na esperança de conseguirem encontrar o barco pirata a dupla começou a rumar em direção aos portões que já tinham sido fechados, um guarda diferente dos anteriores que haviam abordado a dupla se aproximou curioso com a intenção dos dois.- Me desculpem mas os portões estão fechados é claro que não posso obrigá-los a ficarem aqui dentro no reino, no entanto devo informá-los que lá fora neste momento está muito perigoso e se ainda assim quiserem sair eu terei e revista-los e saber o motivo de desejarem sair mesmo cientes do perigo lá fora. - Falou o soldado de armadura e tabardo similar ao dos demais no entanto este homem portava uma lança em uma de suas mãos.

Yennefer foi a primeira a responder. - Bem nós temos uma amiga lá fora que está esperando o nosso retorno e como já terminamos o que tínhamos que fazer aqui por que não ir embora? Com o senhor falando essas coisas só nós dá mais vontade de ir ao encontro de nossa amiga. - Mesmo Yenn falando essas coisas para conseguir a passagem deles para fora da cidade isso não transformava suas palavras em mentiras afinal o médico tinha prometido encontrar Aiko no velho farol, o soldado acreditou nas palavras da mulher e também não parecia suspeitar das intenções da dupla no entanto ele seguia as ordens que lhe foram dadas e pediu para que cada um fosse para um lado ser revistado, a arqueira era revistada por uma mulher que era dificilmente reconhecida devido a armadura e Sven seria revistado por um homem.  - Vocês não são daqui me diga de onde são e por que vieram para Lvneel? Quanto tempo estão aqui e como vieram para cá? - Perguntou o guarda antes de começar a revistar Sven.




-Bjarke-
-Roxanne-
-Kajiyashiki-

Histórico Aiko:
 
Histórico Bjarke:
 
Histórico Luna:
 
FERIMENTOS:
 
OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyTer 10 Abr 2018, 05:04







Non omnia quae vera sunt recte dixeris ♪






Após todas as experiências que Bjarke pode vivenciar desde o momento que pisou em Fernand Ice Island, a colocação do soldado não intimidava nem um pouco. - Perigo? Eu rio na cara do perigo. - Diria em tom jocoso, com um sorriso no rosto. Sven via Yennefer se pronunciar, correta em suas palavras. Ser um homem envolvia muitas coisas, entre elas, cumprir com a sua palavra sempre que possível. Ao ver uma mulher revistar sua companheira e um homem se dirigir ao seu corpo, o médico pensava em como aquele tratamento era injusto.

Separado de sua dupla, o espadachim prestava atenção nas palavras do guarda de Lvneel. - Vocês não são daqui me diga de onde são e por que vieram para Lvneel? Quanto tempo estão aqui e como vieram para cá? - A abordagem parecia seguir um padrão, mas a mente de Bjarke se ocupava com coisas mais importantes nesse momento. - Antes de responder essas coisas triviais, gostaria de fazer uma sugestão, vocês tem alguma caixinha ou algo do tipo? - O médico prosseguira, sem esperar uma resposta. - Então, é meio injusto um homem revistar um homem e uma mulher revistar uma mulher, o tratamento devia ser igual para todos. Entendo que não é muito cortês e nada cavalheiresco fazer com que um homem reviste uma mulher, então seria muito melhor deixar as mulheres revistarem todo mundo não acha? Se quiser, posso esperar a sua parceira ficar livre sem problema nenhum. - O jovem falava sério, mas não queria testar a paciência das forças locais, assim sendo, após completar seu raciocínio, fornecia as respostas requisitadas.  

Por incrível que pareça, ''de onde são'' era uma pergunta bem complicada, mas Sven não deixaria esse empecilho se colocar em seu caminho. - Eu sou de lugar nenhum na verdade, mas passei o últimos anos em Las Camp, a minha acompanhante é de Fernand Ice Island. Eu vim parar aqui meio arrastado mesmo, não teve nenhum motivo específico não, acho que aqui é caminho pra onde a gente tá indo, mas a verdade é que eu nem sei pra onde a gente vai, essas coisas de mapa e localização são meio complicadas pra mim. - Inicialmente, a vontade era de responder seriamente os questionamentos, mas a irreverência corria com muita força em suas veias. - Estou aqui a algumas horas só, eu acho. A gente veio de navio, não sei se tem outra forma de chegar na verdade. - Bjarke tentaria ser o mais simpático possível no processo, apesar de suas respostas não ortodoxas.

Chegando ao fim do diálogo, o espadachim não ofereceria nenhuma resistência para a revista, torcendo fortemente para que sua sugestão fosse considerada.
   





Histórico Bjarke:
 

Isso é tudo pessoal!:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 13 EmptyQua 11 Abr 2018, 15:25



Começo do Fim.



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......."Prazer e Dor são representados com os traços gêmeos, formam uma unidade dependente e se colocam um de costas para o outro, porque se opõem um ao outro. Nunca vi dor sem prazer ou prazer sem dor, quando J. me batia? Eu sentia ela ali comigo, a dor estava em cada hematoma, o prazer só vinha ao longo da noite enquanto fantasiava diversas formas de me vingar, de ver ele morrer. Mas veja só, apesar do tempo, os ferimentos que ele me fez e me fez fazer já não doem, são apenas cicatrizes. O que dói mesmo é não ter sido eu a última pessoa a olhar para seus olhos enquanto a vida escorria pela buraco em sua garganta. Ah, é, minha mãe morreu, estuprada e espancada por guardas enquanto cumpria a pena pela morte de John.

Antes que eu me esqueça, existe uma promessa que nunca lhes contei, um dia eu ainda irei libertá-la, não de sua pena, porque já não posso mais, irei libertá-la do mundo que deixou pra trás."


..............PUTA QUE PARI!!! — A dor invadia e embriagava meu corpo, caía levemente para o lado e me apoiava com a testa no peito da velinha, suando frio e rindo entre pequenos tremeliques. — ~ Essa foi boa, a cueca dele parece a de uma criança. ~ — Um largo sorriso se abria, os cabelos em parte cobrindo meu rosto e se colando a testa. — ~ Doeu bem menos que o esperado, bem menos do que antigamente. ~ — Lançava a cabeça para trás, engolindo as lágrimas que pareciam querer escapar, eram lágrimas de macho, aquela dor não era só física, trazia lembranças também. — Gihihihi... Putinha levada, me pegou nessa. — Sorria, olhando fraternalmente para a mulherzinha no fim da carreira. — Obrigada!!

..............Inclinava o corpo para trás, a mulher era inteligente, sabia de meus objetivos para cada matinho que havia solicitado. Objetivos mais impuros que o próprio satanás.  — As únicas drogas em minha vida são a maconha e os homens com quem eu durmo, querida. — Via a pequenota sumir por trás de seus exemplares e em instantes voltar, trazendo tudo que podia vender. — Você é bem careirinha, mas levo tudo sim. — Guardava cuidadosamente os pertences em minhas coisas enquanto a senhora trazia o livro, dizendo seu preço e recebendo um acenar de cumplicidade vindo de minha parte.


Tentativa de compra da perícia Psicologia.



.......Agora minha querida meninha, vamos a última coisa. — Me levantava, estalando o pescoço lentamente, como se pesasse as palavras. — Tem algumas coisinhas aqui, sabe, aqui dentro da minha cabeça. Umas coisas feias, sujas e um pouco proibidas. Você tem algum livro para  ajudar a cuidar disso antes que sua amiga se torne uma louca? — Aguardaria a resposta da senhora e caso fosse positiva, pagaria o valor que fosse anunciado pela mesma, a mulher não era nada abusada em seus valores, eu é quem gostava de barganhar mesmo.



Fim da tentativa de compra da perícia Psicologia.






.......Olharia o que me fosse entregue, guardaria e pagaria o devido valor, no último momento segurando o dinheiro para que a senhora me olhasse. — Venha aqui, tem mais uma coisa que quero pagar. — Se abaixaria, dobrando e apoiando meu corpo em cima de um dos joelhos. — Muito obrigado por tudo, muito obrigado mesmo. — As lágrimas escorriam em meu rosto, enquanto abraçava a pequena mulher, a minuscula herbalista. Se levantaria, sem olhar para trás, partindo para a saída, abrindo e parando na porta, de costas para o fundo da loja.  — Não sou Miranda, me chamo Roxanne d'Lamour, e você ainda vai ouvir falar de mim.


......."Bom, estamos encerrando por aqui essa primeira parte da jornada de Rox, euzinha. Não entenda isso como um fim, mas sim como apenas o começo da caminhada de uma mulher que terá: sexo, drogas, paixões, traições, dores, tiros e vingança, vingança contra tudo e contra todos. Vingança contra o mundo."












Histórico:
 

OFF para o Ventus:
 

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Você não me vê na batalha?
É claro que estou lá, veja só o terror e o medo neles.


||Legenda||

|- "Roxanne - Intervenção" - |
|~Roxanne - Pensamentos~ |
|Roxanne - Fala|


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