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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 私の名前はアイコ、海の王女です

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptySeg 29 Jan - 10:38

Relembrando a primeira mensagem :

私の名前はアイコ、海の王女です

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aiko. A qual não possui narrador definido.


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Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptySab 3 Fev - 19:49


—As vezes temos de errar para aprender a lição! — Disse satisfatoriamente ao perceber a surpresa contida no cenho de seu conterrâneo —Eu lhe subestimei e paguei por isso, você me subestimou e é por isso que agora carregara uma cicatriz para sempre em seu corpo. Quando lhe perguntarem 'O que aconteceu?', responda, 'Tive um embate frente a frente com Aiko' — Havia revelado seu nome mas isso tão pouco importava, sabia que se de fato se tornasse uma pirata seu rosto estamparia cartazes por todos os blues e também achou que seria pertinente faze-lo diante tal adversário, estava sendo um desafio e tanto para loira bater de frente com o comerciante. Não tinha recordações do local ou de seu detentor durante sua infância, sentia como se durante toda sua estadia na ilha não tivesse feito nada além de lamentar, visto que desconhecia da capacidade dos residentes de Fernand Ice Island. Mesmo que não fossem todos fortes assim, a jovem nunca suspeitaria que alguém ali pudesse confrontar destemidamente alguém se diz ser pirata, principalmente pela era em que vivemos.

A janela estava aberta a tempos permitindo que o vento frio invadisse o ambiente interno trazendo consigo a neve, tanto o homem quanto a garota muito provavelmente não sentissem o castigar do clima como deveriam por conta do sangue ardente correndo por suas veias, era melhor que tudo aquilo terminasse o mais breve possível, caso contrário ferimentos em conjunto a ágida temperatura formariam uma punição a seus corpos difícil de se lidar. Recuando com dois saltos o velho se aproximou a abertura na parede balbuciando promessas de sofrimento a Kajiyashiki que naquele instante encheu seus pulmões de ar convencida de que poderia vencer, seu semblante claramente estava em expectativas dos passos que viriam a seguir, de uma forma bem dolorida Aiko podia afirmar que estava aprendendo e muito com aquele embate. Detendo de uma maça o velho vinha se mostrando o quão imprevisível e complicado era enfrentar alguém que dominava tantas armas, independentemente que Aiko também o fizesse havia optado por manter-se na sua especialidade que eram as lâminas longas.

Clamando por mais a pequena já se preparava para o cintilar dos fios chocando-se uns contra os outros, mas um surpresa nada grata se colocou em meio a tudo, a porta se abriu permitindo mais uma entrada para a feroz tempestade que se formava, uma voz ecoou pelo ar chegando aos ouvidos da garota que não pode evitar de se virar e fitar mais uma figura, sua face estupefata não era nada surpreendente visto ao que acontecia ali. Parecia ter congelado por alguns segundos mas esse estado logo foi quebrado ao momento que o velho gritou por ajuda. —Droga! — Exclamou Aiko ao perceber a conjuntura que se desenhava ali, o soar do apito junto aos gritos de alarde trariam uma multidão a loja, e que estaria ali em qualquer instante por isso não se podia se dar o luxo de continuar a resolver seus problemas com o detentor do estabelecimento. —Desculpe, mas terminamos isso uma outra hora oji-san! — Não tinha ninguém a porta para lhe impedir de tentar uma fuga e com toda certeza não esperaria pelos civis revoltados para ser presa, antes de fugir não pensou duas vezes antes de mostrar o dedo médio ao comerciante. —Velho irritante.

A ilha era pequena e talvez não houvessem muitos locais para se esconder mas de uma forma meio abrupta aquela tempestade de neve serviria como vantagem a Aiko. Era improvável que os civis fossem atrás dela naquela nevasca, quem sabe um pequeno grupo de 'heróis' se arriscasse a faze-lo mas ainda sim era a melhor opção da jovem. Num primeiro momento apenas se focou em se afastar do lugar, a corrida lhe deixava ofegante e a medida que seu corpo esfriava o frio se tornava mais intenso e a dor tomava conta da região do ombro, um suspiro formou uma nuvem que logo desapareceu a frente do seu nariz. A garota rodava olhando por todos os lados buscando um local para se esconder, não tinha condições de fazer nada e por isso esperaria até o amanhecer. Começava a sentir-se um tanto quanto zonza, sua boca salivava suplicando por glicose, estava começando a sentir falta do açúcar em seu sangue, felizmente fora algo passageiro mas que servia de alerta. Suas pegadas logo sumiam com a tempestade, apenas precisava se preocupar em seguir em frente, a mão desocupada ia a frente de seu rosto evitando o vento e neve enquanto a outra fechava a Claymore entre os dedos com sua lâmina arrastada pelo terreno.

—Natasha, tsc. Como pode um povo confiar em uma pirralha que conversa com animais... — Aiko parou por um minuto, pensou e um malicioso sorriso lhe surgiu. —Ah, o que esse povo não faria para ter sua amada regente a salvo? Se eu a conseguisse tomar como refém conseguiria tudo muito fácil, um barco, dinheiro, espadas e quem sabe um saco de pirulitos? — Delirando em seus próprios pensamentos a garota retornou a sua seriedade, era uma ideia audaciosa mas que no momento era completamente inviável, caminhava sempre próxima as construções tentando ocultar um pouco sua presença das ruas, no momento seguia buscando pelo 'hospital' da ilha que não devia passar de um postinho de primeiros socorros. Esperava que devido ao clima e ao horário as pessoas estivessem todas em suas casas e assim poderia invadir sem demais incômodos.

I. Sempre na evasiva Aiko procuraria pelo posto médico da ilha, caso encontrasse primeiramente tentaria entrar pelo modo convencional, pela frente girando a maçaneta mesmo que pouco provável era uma tentativa válida, caso não se abrisse Aiko rodearia a contrução em busca de alguma janela pela qual pudesse quebrar com o auxílio de sua espada forçando suas astes ou quebrando seus vidros dependendo do material. Uma vez dentro não ascenderia luzes para não chamar atenção mas vasculharia o local em busca de bandagens e álcool para o procedimento de conhecimento de todas as mães, desinfetar com o álcool, cobrir com a bandagem, isso tanto em seu ombro quanto em sua bochecha. A partir de então apenas tentaria relaxar até o amanhecer ou então até que e tempestade lhe desse uma trégua, se forçaria a não dormir ou cochilar, não poderia se deixar ser pega ao amanhecer dormindo entre os remédios e seringas.

II. Se Aiko não encontrasse ou então o local estivesse sob patrulha não continuaria com o plano e retornaria a casa dos pais, local onde esteve antes de todo o ocorrido. Bateria a porta do local novamente sem dizer palavra alguma, se não soubessem que era sua filha 'preferida' a porta as chances de a abrirem seriam maiores. Se perguntassem quem estava a bater a jovem também não esconderia o fato. —Aiko, sua filha e herdeira por direito tanto de seu negócio quanto dessa casa. A mínima brecha que permitissem a porta se separar de seu batente a garota forçaria sua entrada impulsionando seu ombro - o intacto - contra a superfície e a fecharia rapidamente. —Supresos?

Para a não resposta de sua insistência a porta a garota faria o mesmo que pensara no caso do 'hospital', tentaria forçar a quebra da janela ou da porta com sua espada, o que fosse mais fácil para realizar e do lado de dentro procuraria por primeiros socorros e também seus amados doces.

III. Se sua incompetência chegasse ao nível de não conseguir nada além de tentativas frustadas a garota partiria em direção a Ilha Sagrada de Freya, pelo que se lembrava monges residiam a área e poderiam cuidar de seus ferimentos e abriga-la antes que seus atos chegassem em seus ouvidos, todavia, estaria muito atenta e pronta para brandir sua Claymore já que ursos rodeiam a vila.                     
            


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptyDom 4 Fev - 16:37



Reunião de família


Aiko não queria se arriscar em uma batalha que talvez não pudesse vencer, se a luta continuasse entre ela e o velho a espadachim definitivamente teria chances mas contra um grupo de pessoas já seria um risco muito grande, sendo assim a jovem fugiu para que pudesse lutar um outro dia. Assim que saiu da porta ela pode ver a distância algumas tochas brilhando e balançando o que indicou ser um grupo de pessoas se locomovendo, a escuridão da noite mais os fortes ventos brancos daquela tempestade de neve a impediam de ver a quantidade de pessoas se limitando apenas em ver três pontos brilhantes de tochas a distância, com aquela patrulha a espadachim sabia que não poderia arriscar a caminhar livremente e graças a tempestade de neve ela não poderia ficar ali fora por mais muito tempo então a jovem não viu escolha se não voltar para a casa de seus pais.

Caminhava com dificuldade pela neve fazendo com que seus pés afundassem alguns centímetros deixando pegadas muito profundas onde pisava, a espadachim resistia a dor e ao frio se forçando a criar distância daquela pequena cidade e chegar ao iglu de seus pais, a temperatura de seu corpo rapidamente abaixou e em sua vista ela começava a ver algumas manchas brancas enquanto sua visão ficava completamente turvada, o mundo parecia estar prestes a se apagar diante dos olhos da jovem que tremia de frio, subir o monte de neve era um desafio em tanto para alguém nas condições de Aiko, com neve até os joelhos a garota já não conseguia mais sentir sua perna se mover já estava prestes a cair quando finalmente ela estendeu seu braço e sentiu a aldrava de pedra da porta de sua antiga casa, novamente ela bateu a aldrava contra a porta mas o vento apagava qualquer palavra dita através da porta, ela percebeu um brecha luz e um pequena brisa de calor em meio ao mundo embaçado enxergado pela espadachim Kajiyashiki forçou sua entrada com as suas ultimas forças e caiu em um chão de madeira. -S-su-supresos? – as palavras pareciam congelar ouviu a porta bater atrás dela.

Sua visão ainda estava turva mas no teto ela podia ver um lustre candelabro simples  tento apenas duas velas, no meio da sala parecia ver uma outra fonte de luz que sua visão turva não lhe permitiu identificar e no final da sala ela pode perceber que havia uma lareira que era a principal fonte de calor naquela residência. – Não pode ser... É-é ela? – A guerreira pode ouvir uma voz feminina familiar, uma voz que havia cuidado dela tantas vezes, a espadachim só via duas silhuetas humanoides e a voz vinha da mais próxima, sentiu uma mão quente em seu rosto passando uma mecha de cabelo para trás da orelha. – Ela está ferida! Precisa de tratamento! – alertou a voz feminina enquanto uma silhueta se afastava a outra se levantou. – Não pode ser... Ela está morta, se controle Sayuri essa não pode ser nossa Aiko! Ela se foi a muito tempo. – Essa voz era máscula, forte e também muito conhecida pela a Kajiyashiki afinal aquela voz já havia lhe dado muitas broncas durante a infância.

As vozes pareciam entrar em uma discussão a qual a jovem não conseguiu entender muito bem mas logo sentiu braços fortes lhe pegarem e ser posicionada ao lado da fogueira, sua visão começava a melhorar e foi então que ela viu a mulher que havia lhe criado durante toda a sua vida exceto no ultimo três anos em que a pirata estivera fora, a mesma trazia uma caixa de primeiros socorros e começou a tratar os ferimentos da espadachim. – É você mesmo não é? Aiko é você não é? – A mulher falava com lagrimas nos olhos, Sayuri estava de joelhos limpando os ferimentos da Kajiyashiki enquanto o pai de Aiko ficava em pé atrás de sua mulher, o pai de Aiko parecia não acreditar na cena em que via, era possível ver as lagrimas em seu rosto, sua expressão era de espanto enquanto Sayuri chorava bastante para esboçar alguma reação.



Considerações I:
 
Considerações II:
 
LEGENDAS:
 


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Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptyDom 4 Fev - 18:50


Aiko nunca havia notado o quanto aquela ilha era cruel, normalmente nesses momentos a garota estava de baixo de suas cobertas tomando uma xícara quente de chá. Ao olhar para trás se perguntava onde foi que havia deixado de ser aquela inocente criança que ao ouvir as histórias sempre torcia para o lado 'mau' e tinha um brilho sincero nos olhos ao contemplar seu irmão mais velho Noel. Em alguma parte os laços uma vez construídos foram rompidos preenchendo o coração da loira de angústia, porque pensamentos assim recorriam a sua mente num momento como aquele? Haviam coisas mais importantes a se pensar, como a multidão que estava marchando a sua procura naquele instante, erguendo tochas acima de suas cabeças como se ainda caçassem bruxas na idade média, suas feridas expostas ao frio tão intenso que poderia até mesmo congelar o líquido carmesim que lhe escorria ao ombro e bochecha.

Suas pernas que já não eram longas afundavam na neve, senti-las ainda era um milagre. Seus dentes batiam uns contra os outros e seu corpo tremulo buscava alternativas para não perder temperatura, ao topo de sua cabeça um monte de neve se acumulava, a visão turva pouco conseguia identificar o cenário, dizem que quando se morre em meio a uma tempestade de neve a travessia não é dolorosa, pelo contrário, um sono reconfortante toma conta de seu corpo e entregar-se a ele é o sinal de que está abrindo mão de sua vida. Aiko recusava-se a morrer ali de uma maneira tão patética, sonhava todos os dias de seu treinamento em fazer coisas grandes, que propagassem seu nome e se fizesse conhecida, temida, admirada. Como poderia sucumbir ali?

Seu braço a frente de seu corpo encontrou algo, seus dedos tocaram uma superfície, bateu contra com a força que conseguia reunir, sua voz abafada pelo vento pouco fazia diferença e sem entender o que aconteceu apenas forçou sua entrada no local. Chocou-se contra o chão envolta da neve que lhe abraçava, engoliu em seco tendo em sua vista apenas duas cores sem formas. Mesmo que o clima fosse de extremo frio algo aqueceu o coração da jovem "Mãe?" tentou dizer sem forças nem mesmo para falar. Naquele instante quis chorar mas era orgulhosa demais para permitir que os outros a vissem derrubar lágrimas, mesmo que essas pessoas fossem seus pais. Uma voz mais grave soou, Aiko teve certeza, eram eles, seus pais. Aqueles que ela sempre renegou por não concordarem com o que tinha como desejo e por sempre trazerem a tona o destino de seus irmãos como o certo, o único caminho a ser tomado pela família, de uma forma rebelde sentiu-se deslocada a vida toda. Succubus - irmã da qual nunca chegou a conhecer - era tratada sempre como uma heroína, seu nome sempre era lembrado durante as refeições e lhe eram rasgados elogios por sua coragem, Aiko sempre revirava os olhos nesse momento, sendo que mais tarde fora a vez de Noel fazer o mesmo, deixar sua família em prol de uma justiça da qual aparentemente apenas Aiko não enxergava.

"Pai?" novamente tentou questionar sem sucesso. Mãos fortes lhe tomavam carregando-a para próxima do fogo que confortavelmente aquecia sua pele, os fios loiros que insistiam em ocultar sua face foram realocados para trás de sua orelha e com um pouco mais de esforço Aiko pode confirmar aquilo que já sabia. —Vocês continuam os mesmos de sempre, nem uma ruga, mãe. finalmente conseguiu colocar para fora de sua garganta o que tanto gostaria de expressar, elevou sua mão até o ombro ferido enquanto demonstrava sua dor em seu semblante —Eu comecei a trilhar meu caminho, — pausava suas falas —mas o mais importante que isso, você ainda esconde os meus doces no mesmo lugar? Atrás da prateleira num potinho marrom? — Baixou seu olhar em tristeza, havia sido um erro voltar ali, eles seriam envolvidos em seu crime e condenados como cúmplices, mordiscou seu lábio inferior ao notar o que fizera. —Eu...só preciso ficar aqui até o amanhecer, cuidar dos meus ferimentos e prometo que vocês não vão se envolver.

Tentou se levantar e se aproximar um pouco mais do fogo, se aquecer. Também se desvencilharia daquelas roupas molhadas que vestia sendo que provavelmente seu antigo quarto e guarda roupas ainda mantinha seus trajes antigos. —Mãe, pode pegar algumas coisas para cuidar desses meus machucados? — Pediria com calma a garota enquanto iria até seus aposentos procurar por roupas secas.                                 
            


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptySeg 5 Fev - 11:18



Reencontro


Era um momento feliz para aquela família, apesar da jovem estar ferida sua mãe chorava de emoção por reencontrar sua filha depois de tanto tempo, a mulher havia terminado de limpar os ferimentos de sua filha fazendo uso de algodão, cotonetes e álcool que sempre ardia quando entrava em contava com o ferimento. –Bobinha, você acha mesmo que íamos guardar tudo aquilo durante todo esse tempo? Tudo aquilo estragou... Achamos que você tinha morrido... – A mulher fazia uma pausa, casos de desaparecimento naquela ilha pequena só indicavam uma coisa “Morte” era comum crianças pisarem em gelo fino enquanto brincavam e acabarem se afogando no mar gelado, ou ataques de ursos polares, lobos e outras criaturas estranhas que viviam nas neves.

O tratamento continuava ate chegar o momento de sua ferida no ombro. –Onde você arrumou esses ferimentos? O que você andou fazendo durante todo esse tempo... Vai doer um pouco, aguente firme. – Sayuri passou uma agulha pela pele da jovem costurando a ferida, a mulher já tinha certa experiência em primeiros socorros depois de tratar dos ferimentos do marido e das três crianças pequenas que viviam se machucando, a agulha passava guiando um fio que fechava o seu ferimento aos poucos – O que você quer dizer com “se envolver”? – Perguntou seu pai de uma maneira despreocupada não dando a devida importância para uma palavra que trazia um motivo tão importante, Kentaro havia escutado parte da conversa mas parecia não aguentar olhar para o tratamento de sua filha e por isso ele se levantou e caminhou até um balcão mais atrás da lareira que dividia a sala e a cozinha.

Depois de completar todos os ponto a mãe de Aiko jogou um pouco mais de álcool por cima do mesmo e colocou um curativo por cima, o ferimento na bochecha da espadachim não era muito profundo então tudo que precisou era de uma limpeza e um curativo rosa com desenhos de pequenos corações brancos. Seu pai havia retornado com três xicaras verdes de chá, um pequeno pote com cubos de açúcar e uma pequena jarrinha com leite – Posso não ter estomago para ferimentos e coisas do tipo mas acho que um chá quente pode ajudar e esquentar um pouco você por dentro. – Sayuri e Kentaro aos poucos começavam abrir um sigilo sorriso, tudo aquilo parecia um sonho para eles finalmente haviam reencontrado sua filha que antes acreditavam estar morta após um gole em sua xicara de chá o pai de Aiko se levantou rapidamente e correu para a cozinha surpreendendo todas na sala – Eu tinha esquecido que tínhamos isso aqui!- O Kajiyashiki voltava com um saco de balas em sua mão. –Só Deus sabe que não aprovo você comer tanto doce mas... Aqui um saco de balas sortidas, eu tinha comprado algumas para... Bem deixa para lá. – Terminou colocando o saco sobre a mesa ao lado da espadachim.

Toda aquela situação era algo novo para os Kajiyashiki, sua mãe ficava segurando um das mãos de Aiko como se quisesse garantir que aquela situação era real e não mais um de seus sonhos, seu pai não tinha palavras para se expressar e lutava para não chorar mas ficava clara a sua emoção ao ver seus olhos brilhando em lagrimas e o sorriso em seus lábios o silencio se manteve durante um tempo até ser quebrado pela Sayuri. –É melhor você tomar um banho, eu vou esquentar a agua e separar umas roupas para você... Veja como você crescer... – A mulher fazia uma pausa levando sua mão até a própria boca e respirando fundo para segurar as lagrimas. – [color:73ba= lightpink] Vou ver se encontro umas roupas minhas mais antigas.- Sua mãe se levantou e seguiu direto pelo único corredor da casa que haviam três portas, uma a direita que levava ao antigo quarto das crianças, o da esquerda para o quarto dos pais e no fim do corredor tinha o banheiro, lá a mulher abria a torneira da agua quente para encher a banheira e fechou as cortinas do box. – Muito bem pode ir, mas não molhe os curativos deixaria as roupas no seu antigo quarto. – Falou ela se referindo ao antigo quarto em que Aiko havia dividido com seu irmão e antes disso o seu irmão havia dividido com sua irmã.


Considerações I:
 
Considerações II:
 
FERIMENTOS:
 
LEGENDAS:
 
OFF SURPRESA:
 

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Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptyTer 6 Fev - 13:51


Aiko não se lembrava da última vez em que passara um tempo tranquilo com sua família sem desavenças, sem provocações. O gole quente do chá inundava primeiramente sua boca descendo pela garganta e por fim parando em seu estomago; o caminho percorrido trazia um reconfortante calor em seu corpo, calor esse muito semelhante ao que o sol da Grand Line lhe proporcionava durantes as manhãs. Ainda sentia o desconforto em seu ombro, sua  pele estava muito irritada ao ter uma fina agulha perfurando em volta da ferido seguida de uma linha que por fim terminava o curativo. Felizmente seu rosto não precisou sofrer do mesmo, mas mesmo assim não havia escapado de ter um curativo fofo e infantil, a loira estava tão feliz que nem mesmo lembrou-se de reclamar sobre as flores estampadas a sua face, Aiko nunca gostou de rosa ou princesas, achava patético uma mulher ter de esperar um homem para ser salva e então viver um amor eterno e qualquer um podia perceber isso, seja por sua mania de sempre dizer o que pensa sem pudor algum ou por vezes gesticular obscenamente. A garota apenas se concentrava em não perder o contato com a mãe naquele momento, que segurava firme sua mão, talvez fosse difícil de acreditar mas Aiko estava viva. Baixou os olhos ao pensar o quão egoísta fora nos últimos anos, a dor que seus pais sentiram era algo além de sua compreensão e pela primeira vez a caçula se perguntava se o que havia feito havia sido correto. Afim de poupar aqueles dois que pareciam estar tão felizes Aiko preferiu por não dizer o que havia feito mais cedo, eles não mereciam tamanho desgosto.

Aos questionamentos feitos sobre suas palavras anteriores, seus machucados e tudo que envolvesse seus feitos criminosos, preferiu por não comentar mais nada e evitar mais decepções. Seus olhos caramelo se enxeram de cor ao fitar um pacote de balas que seu pai trazia da cozinha, imediante largou a xícara de chá para atacar logo aqueles compostos cheios de açúcar e conservantes, pela vontade que estava até mesmo foi controlada ao ter em sua boca apenas três balas que a medida que derretiam pareciam trazer mais vigor a garota levantou-se de imediato. —Realmente estou precisando. — Concordou a garota cmo a proposta do banho. Deixando o resto de lado, partiu para o banheiro da pequena casa onde demorou longos minutos de baixo da água quente, quando finalmente se deu por satisfeita caminhou até seu antigo quarto, hoje desocupado, coberta por uma toalha, seus longos fios dourados lhe caiam até as costas e um rasto de água ficava pelo caminho que a jovem traçava até seus aposentos. No local, pegaria as roupas deixadas por sua mãe, tinha medo de que não lhe servissem pois odiava coisas que lhe ficassem muito apertas ou muito folgadas, mas de qualquer forma seria só por aquela noite, apesar do bom momento sua decisão ao partir pela manhã continuava.

Renovada Aiko sentia suas pálpebras pesarem, o cansaço da viagem e aquela luta com o velho da loja lhe exauriram de uma forma com que não pudesse se manter acordada por mais tempo, apareceu a porta do quarto olhando para os pais e depois esboçou um longo bocejo demonstrando que naquele instante não tinha cabeça para mais nada além de decansar. —Mãe, pai, estou extremamente cansada. Sei que querem saber mais, mas podemos deixar isso para amanhã, certo? Tudo que quero agora é dormir. — Sorriu timidamente. —E por favor, se aparecem aqui perguntando sobre uma garota, não digam que estou aqui. Explico tudo pra vocês amanhã! — Se jogou na cama se enrolando em meio as cobertas, aquele dia havia sido tão estranho que ao acordar no dia seguinte tudo iria parecer um sonho - ou um pesadelo -, mas não importava. Naquele momento tudo que desejava era adormecer.                                        
            


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptyQua 7 Fev - 14:10



Segredos


Aiko desfrutava do momento calmo aproveitando de seu chá e de suas balas, sem cerimonia a espadachim levou três de uma vez só direto para a sua boca, sua família parecia contente em ver que a garota continuava a mesma e que em alguns aspectos ela não tinha mudado nada, seus pais haviam percebido que a jovem evitava de responder suas perguntas mas eles não pareciam querer força-la demais afinal sua filha tinha finalmente retornado para a casa e por mais que fosse suspeito ela voltar ferida e portando uma arma Sayuri e Kentaro se olharam e parecerem concordar em não fazer mais nenhuma pergunta para a sua filha. Desfrutou de seu banho com cuidado para não molhar seus curativos e quando terminou a jovem saiu do banheiro trajando um grosso roupão até seu quarto, pode ver seu pai ajudando sua mãe a tirar o jogo de chá enquanto conversavam a garota entrou no quarto e colocou a roupa de sua mãe que lhe serviu perfeitamente. –Eerrh... tá legal... – Falou seu pai que virou seus olhos imediatamente para Sayuri como se buscasse alguma outra informação que não tinha percebido, sem falar mais nada a Kajiyashiki fechou a porta de seu antigo quarto e deitou em sua cama.

Seu antigo quarto era dividido em duas partes pois antigamente ela dividia o mesmo com seu irmão que antes dela dividia com a mais velha Succubus, os dois tinha seguido pelo caminho da justiça se tornando bons marinheiros enquanto a mais nova escolheu por sua liberdade, o quarto tinha um única pequena janela redonda na parede bem no centro do quarto a janela não abria tinha o proposito apenas de iluminação, tinha duas camas pequenas no quarto, dois armários e um pequeno baú que ficava os antigos brinquedos das crianças.Devido ao seu cansaço Aiko dormiu rapidamente assim que se pôs debaixo das cobertas e assim o tempo passou, seus pais arrumaram tudo e logo se deitaram, lá fora a tempestade de neve passou e aos poucos o a temperatura voltava ao habitual daquela ilha, em meio a madrugada era possível ouvir o uivar dos lobos mas Aiko não percebia as mudanças a sua volta, estava imersa em seus sonhos deitada em uma confortável cama diferente das redes e dos colchões empoleirados no quais homens do mar eram acostumados a dormir.

Depois de algumas horas o sol começava o cheiro de ovos com bacon invadia o quarto de Aiko, provavelmente seus pais preparando café manhã, o quarto começava a ser iluminado pelo feixe de luz do sol que fazia seu caminho pela janela circular do quarto, assim que acordasse Aiko poderia perceber um conjunto de roupas novas em cima da outra cama. –Sera que deveríamos acordar ela? – Poderia escutar a voz de sua mãe. – Não, é melhor deixa-la descansar não sabemos o que aconteceu para ela ter aqueles ferimentos... Deve ter se envolvido em uma briga, deixa ela recuperar suas forças. – Seu pai falava em um tom mais serio, a garota havia omitido os motivos de seus ferimentos assim como as suas ações nesses anos e seus pais se deixando levar pela emoção do reencontro aceitaram o silêncio de Aiko como resposta mas a garota havia cometido um crime na ilha e existia uma patrulha buscando por ela antes da jovem se deitar quanto tempo demoraria para seus pais descobrirem dos eventos ocorridos ali na noite anterio?


Considerações I:
 
Considerações II:
 
FERIMENTOS:
 
LEGENDAS:
 
OFF SURPRESA:
 

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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptyQui 8 Fev - 11:28


A tempestade da noite anterior finalmente havia ido embora dando lugar ao sol da manhã, Aiko havia dormido bem e sentia-se revitalizada. Naquele instante estava sentada em beira da cama com diversos fios rebeldes em sua cabeça, a cara amassada seguida de um bocejo indicava o despertar da garota que tinha seu nariz invadido por um aroma que lhe dava água na boca, suas últimas refeições tinham como função não deixa-la morrer de fome, não tinham tempero e as vezes nem mesmo gosto, por isso tratou se levantar. Deixou a cama desarrumada, afinal organização nunca foi parte dos hábitos da loira que se encontrava a frente do espelho jogando água no rosto e amarrando um grande laço negro em meio a seu longo cabelo, sorriu para seu próprio reflexo antes de ir para a cozinha. —Bom dia! — Desejou Aiko muito simpaticamente. —Já estou acordada. Não se preocupem, dormi muito bem! — A jovem sentou-se a mesa, afinal, só não havia continuado no quarto ou tentara fugir pela janela por que aquele cheiro de comida bem feita lhe fizera recordar das péssimas comidas que aqueles piratas costumavam consumir, devia lembrar-se de quando reunir o seu bando ter alguém com habilidades de culinária.

Caso fosse possível e a mesa estivesse servida Aiko seria a primeira a tirar a barriga da miséria - afinal ninguém pode viver a base de chá e balas -, era importante manter a boca ocupada, dessa forma conseguiria não ter de dizer nada a eles, pelo menos não naquele momento, sabia que não conseguiria mentir para eles e muito menos negligenciar seu sonho. Limparia a boca pós refeição, um longo suspiro seria tomado, estava sem saída, não podia simplesmente reaparecer após tanto tempo em um estado que levantava várias perguntas, usufruir do que seus pais tinham a oferecer e partir pela manhã, era até injusto. Tomando coragem a jovem iniciou sua fala. —Eu não posso mentir para vocês... — Levantou-se —A três anos parti para Grand Line com um bando de desconhecidos, eu realmente poderia estar morta mas tive sorte daquelas pessoas não serem tão ruins quanto queriam ser. Succubus, Noel, ambos seguiram pela caminho da justiça mas eu não consigo ver dessa forma, eu não entendo por que pessoas tem de colocar sua vida em risco por outras. — Sua voz ficava cada vez mais intensa a medida que lembranças lhe vinham do passado —Eu quero ser livre, eu quero poder conhecer lugares que não poderia se vivesse a custódia de uma ilha ou da Marinha, e eu já defini meu caminho a algumas horas. Desculpe não orgulhar vocês como meus irmãos fizeram, mas eu sou uma pirata, vou ter meu próprio bando e ir até a Grand Line. Estão me procurando nessa ilha nesse momento, por isso não devo ficar mais aqui, como disse ontem a noite não quero envolve-los em meu crimes e pecados e para a segurança de vocês, essa deve ser a última vez que nos encontramos.

Palavras duras para um coração amolecido pelo carinho daqueles que tinham tudo para odiá-la, Aiko odiava chorar na frente das pessoas mas não resistiu, as diversas lágrimas escorregavam por seu rosto. Não esperaria que sua dor se intensivasse mais com as palavras que viriam a seu encontro, da maneira mais rápida que conseguiu apanhou sua espada caso estivesse ainda ali e sairia da casa retornando a seu antigo problema. Enxugou o rosto com sua mão, tinha de tomar cuidado, ainda poderiam estar patrulhando a sua procura ou ainda pior, poderiam ter ligado para a Marinha, se havia tido dificuldades contra um civil nem queria saber o que aconteceria caso tivesse de confrontar soldados treinados. Analisando criticamente a situação Aiko deveria agir normalmente, apenas duas pessoas naquela ilha haviam de fato visto seu rosto sendo que uma delas provavelmente não teve tempo de notar detalhes, mas o velho poderia a ter descrito para o demais facilitando seu reconhecimento. De todas as formas, andar sorrateiramente chamaria a atenção, a luz do sol não a ocultaria como a tempestade, mas suas roupas estavam diferentes e poderia soltar seu cabelo daquele laço, para diferenciar-se ainda mais da noite anterior. Foi o que fez, andou naturalmente pelas ruas com seus longos cabelos dourados lhe caindo até as costas, balançando de um lado para o outro. Aiko evitava passar pela região da loja, o movimento por lá deveria estar sendo muito maior, alguns curiosos que não puderam sair ontem a noite talvez fossem verificar hoje o ocorrido.

Caminhando tranquilamente Aiko fazia de tudo para se misturar em meio a todos, não tinha um plano claro, não tinha para onde ir. Tudo o que desejava era deixar a ilha, não tinha mais o que fazer por ali além de ser caçada, seu destino no momento era adquirir alguma forma de ir até Lvneel, havia escutado coisas interessantes sobre a ilha e já que era a mais próxima até a Grand Line seria possível encontrar diversas pessoas dispostas a se filiar a ela em busca do mesmo objetivo.                                                                    
            


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptyQui 8 Fev - 11:31



Origem


Para Bjarke, sempre foi objeto de fascínio a individualidade dos homens. Seus diferentes alicerces morais, escolhas e o jeito como compreendiam toda a vida ao seu redor teciam os fios do destino da raça humana em frenesi, fazendo de tudo ao redor um pandemônio incompreensível. Os pontos comuns entre os seres racionais eram escassos, para não dizer nulos, entretanto existia apenas uma exceção: A origem. Homem, tritão, mink, não importava, todos eram obcecados com a Origem. A origem de si mesmo, a origem da vida, a origem do mundo, não importava. A vontade de alcançar a origem era inflexível e inerte na alma do homem, quem nunca se fez tais perguntas? Claro que com Bjarke não era diferente.

A primeira vista, Fernand Ice Island não era um local muito atrativo, nem atrativo em si na realidade, para qualquer pessoa de fora era só um pedaço de mar congelado que era castigado severamente pelo frio, com o destaque de frequentes contratempos meteorológicos que assolavam constantemente a vida dos habitantes do local. Isso sem mencionar a falta de um quartel da marinha ou um mínimo de civilização em padrões mais refinados. Na melhor das hipóteses era uma ilha inamistosa e selvagem, mas para Bjarke era diferente. As características da ilha pouco importavam, o único motivo de sua visita ao local era o fato de ser a terra natal de sua mãe, ele podia ter permanecido em Las Camp e se aprofundado mais em seu estudo, mas a viagem não era uma opção e sim uma necessidade, o jovem sentia falta de algo que não sabia nem como começar a descrever e acreditava que ali encontraria respostas para as perguntas que ainda não sabia como fazer.

Apesar da fama da Ilha Bjarke não fazia ideia de como estaria o clima quando chegasse ao local, seus pés deslizariam no gelo ou afundariam na neve, não importava. A única certeza que ele tinha é de que precisava de roupas mais apropriadas já que estava acostumado com o clima ameno de Las Camp e o frio nunca o agradou particularmente. Assim que se situasse na ilha o Jovem tentaria identificar uma loja, ou algo parecido com isso, se não conseguisse, bateria na porta do primeiro igloou que encontrasse, pedindo ajuda. - Mil perdões por incomodar, mas eu sou meio novo aqui e preciso de ajuda. - Ele tentaria ser o mais carismático possível no processo. - Você poderia me indicar alguma loja, ou algo perto disso? Preciso de roupas mais adequadas e alguns suprimentos médicos. - Se a resposta fosse negativa, Bjarke perguntaria se poderia passar a noite no local. - Sei que talvez seja um pouco demais, mas eu não tenho lugar para ficar essa noite já que acabei de chegar, ficaria muito grato se me permitisse dividir o teto com você essa noite, me falaram que o frio é insuportável nas noites aqui. -  A recusa do pedido era totalmente compreensível, então se não fosse capaz de ir a nenhuma loja e não conseguisse um teto para lhe proteger dos perigos da noite Bjarke se despediria educadamente, perguntando se existia um hotel ou algo parecido por perto.

Na hipótese de receber instruções e encontrar algum local que venda algum dos itens que procura por perto, Bjarke sorriria para o vendedor assim que entrasse na loja e diria. - Você foi muito bem recomendado, eu preciso de algumas coisas. Um manto de pele para me proteger do frio, um kit médico que contenha coisas básica, como agulha, linha de sutura, esparadrapo e similares. Um isqueiro e, se você tiver é claro, livros sobre medicina, Farmácia e Diagnose me interessam em especial. - Ele coçaria os cabelos, ainda com um sorriso no rosto. - Eu não tenho dinheiro sobrando, então se pudesse fazer um preço um pouco mais camarada ficaria muito grato. - Depois de comprar o que conseguisse considerando disponibilidade e a razoabilidade dos preços, Bjarke perguntaria ao vendedor se existia algum local na Ilha no qual ele pudesse se hospedar, caso a resposta fosse positiva o jovem rumaria até o local e alugaria um quarto aonde se alojaria se o preço não fosse exorbitante.


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptyQui 8 Fev - 18:12



Cheiro de sangue



Fernand Ice Island já apresentava sua manhã de uma maneira mais agradável que a noite anterior, apesar da neve não cair mais no momento ainda assim não era possível ver o sol, o céu continuava branco assim como a neve no chão, o vento soprava de maneira lenta porém ainda gelada mas apesar desse clima bom para os padrões da ilha ainda não tinha uma circulação de pessoas nas ruas, apenas dois iglus apresentavam placas de aberto uma era a clínica da região e outra era a “Pousada Ventos do Norte”. Uma patrulha era vista sendo guiada por dois cães Husky Siberianos que pareciam seguir um rastro enquanto faziam um caminho na neve até uma área um pouco mais afastada da aldeia.


Aiko Kajiyashiki

A Kajiyashiki acordava cumprimentando os seus pais que logo sorriam e respondiam o cumprimento de maneira gentil, rapidamente um sorriso se abria no rosto dos dois e como uma família eles começavam a comer o café da manhã e bebiam um doce suco de laranja para acompanhar, mas o clima agradável se desmanchou quando a jovem começou a revelar a verdade sobre seu período afastada de casa mas a garota foi cortada assim que ela tocou no nome de Noel e Succubus. – Os seus irmãos lutam por uma coisa muito além do que somente pela vida dos outros! Como você pode se tornar uma pirata!? Você sempre teve essa “coisa” por vilões mas como pode se tornar um CRIMINOSA!? – A garota continuo com suas palavras enquanto sua mãe chocada tentava absorver tudo aqui. – Liberdade? Sua liberdade significa matar, roubar, pilhar cidades? Você quer sequestrar crianças como esses piratas fizeram com você? Quer separar uma família e trazer dor para os pais de uma criança? – Seu pai vociferava enquanto Sayuri tentava acalma-lo. – Kentaro calma ainda dá para resolver isso... – Falou a mulher colocando a mão no ombro de seu marido.

Lagrimas caiam dos olhos da pequena Kajiyashiki, em todos esses anos com a empolgação e agitada vida de pirata a garota nunca tinha considerado os sentimento de seus pais e nunca tinha escrito sequer uma carta para os mesmo e hoje ela sentia o peso de suas atitudes, antes que a situação se prolongasse a garota pegou sua espada mas antes sequer de chegar na porta ela pode ouvir um grito – SABEMOS QUE ESTÁ AI PIRATA! SE ENTREGUE E NÃO IREMOS TE MACHUCAR! – seguido do aviso ela pode ouvir latido de cães do outro lado da porta, Kentaro fuzilou sua filha com o seu olhar repleto de raiva e vergonha para o que a jovem havia se tornado. – O que você fez!?- Suas palavras saíram em um escarro, sua mãe parecia repetir as palavras “Isso não está acontecendo” para si mesmo como se estivesse em algum tipo de pesadelo. – Eu vou lá fora resolver isso. – falou seu pai jogando seu guardanapo sobre o prato e saindo do iglu fechando a porta atrás dele.




Sven Bjarke Koza


O médico caminhava por Fernand Ice Island criando uma trilha de pegadas atrás de si mas a sua frente ele via sua cidade natal porém ninguém transitava as ruas, podia notar um grande número de pegadas de pessoas e algumas de animais para um pouco mais distante do centro mas isso não lhe dizia a respeito, o rapaz procurava um lugar para descansar e conseguir mantimento então bateu na porta do primeiro iglu que viu mas não teve nenhuma resposta o que não lhe deu escolha se não continuar com sua caminhada, percebia que todos os iglus pareciam trancados mas sempre que via uma janela ele podia perceber cortinas fechadas ou pessoas o olhando de maneira suspeita mas depois de muito caminhar encontrou um iglu maior que os demais em formato de uma pequena torre de neve e gelo com porta dupla de madeira e uma placa presa em uma das portas “Aberto” enquanto em cima da porta tinha um outra placa maior de madeira com a inscrição “Pousada Ventos do Norte”.

Assim que entrou na pousada um sino podia ser escutado vindo de trás da porta o que indicava a entrada de Sven a sua frente teria um balcão de madeira com uma pequena jovem de cabelos escuros e olhos verdes como esmeralda, em cada lado do balcão tinha um escada que dava acesso ao segundo andar do lugar. – Seja bem vindo ao Vento do Norte, em que posso ajuda-lo? - Dizia a jovem de maneira gentil para o espadachim. O interior da pousada era basicamente composto de neve e madeira, o chão era bem trabalhado com pisos de madeira entalhados de maneira que o cliente não derrapasse, era possível ver quatro vigas grosas de madeira segurando a estrutura e mantendo a iluminação com duas lamparinas presas em cada viga, as paredes pareciam se formar a partir de tijolos de grossos tijolos de gelo assim como o balcão em que a jovem estava, as escadas de madeiras subiam levando a duas portas de madeira também muito bem entalhadas.

A jovem balconista ria de maneira gentil para o médico – O senhor não deveria ficar na rua, estão caçando uma pirata perigosa que atacou o velho Conlock, que tal se hospedar aqui hoje? – terminava a balconista em um tom de verdadeira preocupação com o visitante, isso explicava o motivo das ruas estarem vazias e de ter recebido alguns olhares suspeitos pelos habitantes da ilha. A beleza da balconista poderia mexer com o lado sedutor de Sven que mesmo apreciando as loiras de olhos claros, não teria como dizer que aquela jovem não era portadora de uma beleza deslumbrante possuindo um corpo bem desenhado que se destacava mesmo naquelas roupas de frio que os habitantes daquela ilha usavam.


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptySex 9 Fev - 12:19


—Já me encontraram. — Disse a jovem fitando a porta da casa, o clima dentro da casa se tornara pesado, muito parecido com as discussões que a família praticava de forma constante - algumas coisas nunca mudam -, sua mãe Sayuri parecia transtornada com a situação e seu pai claramente irritado com suas  palavras, de acordo com ele mesmo iria resolver tal  situação. Seu punho segurava firmemente o punhal de sua espada, estava praticamente encurralada, não existia uma segunda saída e as janelas eram muito pequenas para se atravessar, Aiko até olhou para a lareira, mas sem chance. O que estaria acontecendo por trás daquela porta? A curiosidade da garota era muito maior do que o bom senso que lhe dizia para procurar  uma saída o mais rápido e fugir, decidida a garota carregava em sua destra a enorme espada e com a mão livre viraria a maçaneta revelando o que acontecia do outro lado.

Se fossem poucas as pessoas frente a casa - três no máximo -, Aiko não descartaria a possibilidade de lutar apesar de já se sentir bem, não poderia ignorar o fato de ter seu ferimento recentemente tratado, se esforçar demais poderia abrir os pontos. —Se querem algo comigo, resolvam exclusivamente comigo, não envolvam essas pessoas. — A garota, apesar de desejar se tornar algo tratado como escória pela sociedade ainda colocava o bem estar de alguns a frente do seu, talvez fosse essa a tal justiça pelo qual seus irmãos lutavam? Claro que Aiko não se entregaria, sua espada estaria pronta para reagir a qualquer ofensiva contra si, todavia, evitar um combate seria o mais inteligente, tanto pelo seu braço quanto pela desvantagem numérica acerca de si. Sua única saída naquele momento era fazer algo do qual não se orgulharia. Puxaria seu pai mais para perto de si e envolveria a lâmina a frente de sua garganta. —Me desculpe, não vou te machucar, só preciso sair daqui. Colabore,
por favor!
— Sussurrou ao ouvido do mais velho.—Se não quiserem ter o sangue desse homem em suas mãos larguem suas armas e façam o que vou dizer. Me arrumem um barco, um barco decente, nada de botes, eu vou deixar essa ilha o mais rápido possível. Vocês se livram de mim, e eu de vocês, todo mundo sai ganhando!

Uma ação ousada e corajosa, uma vez que fizera algo parecido anteriormente e o resultado fora algo desastroso. Avançaria no terreno para que todos abrissem espaço, tomar o próprio pai como refém era algo do qual nunca pensou que precisasse fazer, entretanto foi a única saída que enxergou naquele momento. Seus passos lhe levavam para o centro da cidade onde esperaria pela sua exigência.                                                           
            


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です - Página 2 EmptySex 9 Fev - 15:13



Amor e Razão


A primeira impressão era a mais importante, já que costumava prevalecer em relação as seguintes, e os primeiros momentos de Bjarke na Ilha não foram muito prazerosos. Os locais se mostraram um tanto quanto inospitaleiros e insensíveis quando o tópico era sobre visitantes desabrigados, Sven rapidamente adotou a ideia de que todos ali eram tão frios quanto o local em que moravam depois de suas primeiras tentativas frustradas. O que incomodava o jovem não eram as recusas em si, mas o fato das pessoa não se darem nem ao trabalho de abrirem as portas para saber o que era, quando claramente estavam dentro do conforto de seus Igloos.

Não existia muita opção a não ser continuar caminhando até achar uma alma bondosa o suficiente para ajudar naquela situação, a cidade estava vazia, mesmo que existissem algumas pegadas aqui e ali, mas não era de se estranhar devido ao clima, Bjarke vagava sozinho cercado por uma imensidão branca. Quando os pés de Sven já começavam a cansar finalmente algo se destacou, um Igloo maior que os outros, em forma de torre e os dizeres ''Aberto'' em suas portas de madeira, que no meio daquele mar de gelo e neve pareciam extremamente aconchegantes. As esperanças de Bjarke reacendiam e ele acelerava em direção ao local.

Assim que o jovem passava pela porta, sinos tilintavam, anunciado sua chegada, o interior da pousado era simples, mas refinado, o contraste de gelo e madeiram criavam um ar de certa elegância no lugar. Os olhos de Bjarke corriam pelo local, gravando os detalhes em sua mente, até que simplesmente paravam, mas não foi só isso. Seus olhos paravam, focando apenas a pessoa que se localizava em sua frente, seu coração acelerava e, mesmo no frio, ele começava a suar levemente, seu corpo parecia mais leve de um momento para o outro e suas energias pareciam ter se restaurado depois da longa caminhada, seus sentidos lhe enganavam, com seus conhecimentos médicos Bjarke sabia que isso só podia significar uma coisa: Infarto. Ou paixão, é, é bem mais provável que fosse paixão.

Os olhos verdes da balconista enfeitiçavam Bjarke e faziam seu coração de refém em segundos. - Seja bem vindo ao Vento do Norte, em que posso ajuda-lo? - O jovem não sabia como reagir, ele simplesmente ficava parado, fitando a jovem que o atendia com uma gentileza extremamente acolhedora, vendo a situação a mulher dava um sorriso e, a cada sorriso, o coração de Bjarke acelerava mais. – O senhor não deveria ficar na rua, estão caçando uma pirata perigosa que atacou o velho Conlock, que tal se hospedar aqui hoje? – O jovem começava a tentar se recompor, apelando para sua calma, afinal, eram as primeiras impressões que contavam, ele se aproximaria do balcão e se apoiaria nele com o antebraço, sorriria, sendo o mais amigável possível e, por fim, diria. - Seria um prazer imenso me hospedar aqui, gostaria de reservar um quarto para dois. - Ele faria uma pequena pausa, para absorver as informações que a bela dama havia acabado de lhe dar. - Então quer dizer que tem uma pirata na ilha e vários homens estão caçando ela, que... - Covardia, era a primeira palavra que vinha na mente de Bjarke, mas ele achou melhor não dizê-la mesmo achando inaceitável o fato de vários homens se juntarem para perseguir uma única mulher, ele precisava fazer algo sobre isso e pensando bem, se agisse de forma heroica talvez conquistasse o coração da bela jovem da pousada no processo, ele começava a fantasiar, mas voltava rapidamente para a realidade. - Horrível. - Completava. - Sou médico, se eles vão mesmo caçar essa mulher é provável que se machuquem no processo, acho que eu deveria ir, poderia ajudar. - Bjarke tateava os bolsos, procurando um pouco de dinheiro. - Eu gostaria de deixar o quarto pago se fosse possível, já que planejo voltar em breve. - Sven faria o pagamento da reserva assim que o valor fosse informado e, depois de pagar, perguntaria para a balconista. - Eu não tenho uma roupa de frio para ir ajudar, talvez seja demais, mas tem alguma sobrando aqui? Eu posso comprar, se tiver algum lugar próximo que venda também serve. Acho que preciso de uma espada também, afinal não deve ser bom andar desprotegido com um perigo desses assolando a ilha. - Mesmo sendo improvável Bjarke tinha esperanças de conseguir esses itens na pousada, mesmo que emprestados, se não conseguisse, sairia do local do mesmo jeito e pouco antes de passar pela porta olharia para trás e sorriria. - Me desculpe pelos meus modos, eu nem me apresentei, me chamo Bjarke, e você? - Esperaria a Balconista dizer seu nome e assim que dissesse se despediria - Foi um prazer conhecê-la. - E dispararia em direção a cidade, tentando encontrar o grupo de homens que caçavam ou a pirata em si, não devia ser muito difícil avistar um grupo grande, afinal de contras a paisagem não atrapalhava muito, até ajudava deixando rastros na neve macia e o resto dos habitantes trancados em suas casas deixava tudo mais fácil ainda.



Histórico Bjarke:
 

Off:
 

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