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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 私の名前はアイコ、海の王女です

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptySeg 29 Jan 2018, 13:38

私の名前はアイコ、海の王女です

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aiko. A qual não possui narrador definido.


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Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptySeg 29 Jan 2018, 14:48



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Ao sentir os pés tocarem novamente aquele solo Aiko não pode e nem quis segurar o singelo sorriso que se desenhou em seus lábios. Fernand Ice Island fora a alguns anos atrás o limite de terra que lhe impedia de evoluir em diversos aspectos, todavia, um relés encontro com um bando pirata num certo dia fora sua passagem para abrir a porta que lhe mantinha encarcerada. A ilha trazia-lhe recordações de sua infância e agora, quando finalmente podia olhar para trás percebia o quão ingênua era e que apenas três anos lhe foram suficientes para que se tornasse muito mais madura, muito mais forte, muito mais decidida. Seus passos gloriosos e convictos encaminhavam-na para o centro da ilha, se perguntava se depois de tanto tempo alguém lhe reconheceria, e curiosamente desejava saber qual teria sido a reação de seus pais depois de nunca mais vê-la nos últimos anos, o que teriam dito aos amigos mais próximos?

Já faziam algumas horas desde que aqueles piratas que lhe auxiliaram tanto a deixaram no local, apesar de terem insistido para que Aiko permanecesse junto ao bando a jovem não pode acatar ao pedido, suas ambições eram enormes, almejava coisas das quais aquele grupo, apesar de experiente, não poderia lhe proporcionar. Seu treinamento fora feito na Grand Line, poderia ter começado sua história por lá, as coisas seriam de certo modo mais 'fáceis', mas Aiko renegava coisas assim. Seu trajeto seria feito por onde tudo havia começado, a ilha de inverno estava destina a ser conhecida como a origem daquela que mais tarde seria a princesa dos mares.

Estava em dúvidas sobre sua primeira parada, a casa dos pais? Talvez, entretanto sentia-se receosa em encontra-los, sempre estavam brigando e depois desse sumiço, sem mais nem menos as coisas poderiam apenas ter se agravado, afinal, Aiko era a ovelha negra dos Kajiyashiki., suspirou e decidiu-se, estava voltando ao passado de vez, iria ao encontro de seus progenitores. Pelo que se lembrava atravessaria os tortuosos caminhos em caminho a sua antiga casa, de toda forma não era mais uma garotinha indecisa, agora tinha convicção em suas ações e bruscamente bateria na porta três vezes. —Saudades? Mamãe, papai? — Clamava a jovem se fosse atendida, o que mais prestaria atenção seria a feição dos mesmos, como eles reagiriam a sua presença e o quão teriam envelhecido.

No entanto, se não fosse atendida deixaria o encontro para um outro momento, para começar sua jornada para tornar-se pirata necessitava de uma preparação, principalmente de equipamento adequado. Em seu andar sempre imponente, Aiko procuraria a loja de armas na busca de uma espada, talvez duas, quem sabe. Para garantir sua chegada ao local sem maiores problemas a garota não se importava em incomodar algumas pessoas. —Você pode me indicar um local onde possa conseguir algumas espadas? — Questionaria a qualquer um na rua sempre na expectativa de ser reconhecida - ou não -, caso conseguisse a informação seguiria ao local sem dizer mais nada, se não, faria o reconhecimento por conta própria, era improvável que a ilha tivesse mudado tanto em três anos.

Se chegasse ao local, entraria com certa pressa sendo direta em sua proposta. —Vende espadas por aqui? — Diria jogando o saco de moedas a frente do comerciante. —Lhe faço a seguinte proposta, uma Claymore e uma Rapieira por B$ 50,000! - Sua voz era firme, como alguém que faz sua presença ser notada, Aiko desejava que seu rosto ficasse marcado na mente das pessoas, para que sempre se lembrassem de quem era.  


Histórico:
 


Objetivos:
 



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Última edição por Kajiyashiki Aiko em Sex 16 Mar 2018, 03:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptyQui 01 Fev 2018, 15:54



Fernand Ice Island


A espadachim voltava para sua terra natal depois de longos três anos afastada da ilha que por sua vez não parecia ter mudado nada, a neve ainda caia forte sobre aquela pequena ilha, para a jovem e os demais habitantes da ilha não era possível ver o sol  mas dava para se perceber que a sua luz se tornava distante enquanto a escuridão da noite se aproximava lentamente, o vento gelado sobrava forte contra aquela jovem, seria essa uma mensagem do destino dizendo bem vinda  de volta ou uma mensagem de vá embora? Aiko estava feliz por voltar sua memória era preenchida  com os momentos em que brincava com seu irmão mais velho e outros bons momentos de sua infância antes dele partir, em seu peito se alojava um medo e uma ansiedade por encontrar seus pais, a menina caminhava contra os ventos gelados segurando o seu casaco enquanto subia com dificuldade um monte de neve seu período no mar e em outras ilhas havia feito ela esquecer como era difícil andar sobre a neve, chegando no grande igloo de formato redondo em que a mesma havia morado junto a sua família lá deu de cara com a grossa porta de madeira fechada, colocou sua mão na aldrava de pedra e bateu contra a porta chamando pelo seus pais mas não houve respostas, o que de certa forma poderia ser considerado suspeito já que não era indicado a ninguém ficar na rua durante o anoitecer em Fernand Ice Island onde a temperatura da noite facilmente ficava abaixo de zero.

Sem respostas a garota decidiu voltar para cidade já que seu Igloo era um pouco mais afastado da mesma, a jovem procurava pela loja de armas mas não encontrava ninguém nas ruas que pudesse auxiliar ela com a direção do local desejado, a jovem pareciam andar sozinha naquela ilha coberta de neve, aquele cenário todo branco escurecia aos poucos mas a cidade permanecia iluminada graças a tochas espalhadas pela mesma, em sua solidão a jovem caminhou até encontrar um igloo que se destacava dos outros por ser maior e pelo seu formato quadriculado, havia uma porta dupla de madeira e um grande letreiro em cima da mesma escrita “Armaria Conlock – As melhores e únicas armas e armaduras de toda ilha, sua falta de opção é o nosso prazer.” na porta tinha uma outra pequena placa escrita “Aberto” A garota entrou na loja e pode ver armas de diversos estilos diferentes presas nas paredes e até mesmo umas presas no teto que obviamente não parecia ser um lugar seguro para se pendurar uma espada e até mesmo um machado, do outro lado da sala tinha um balcão com um vendedor velho folheando o jornal, o mesmo tinha um bigode grisalho longo e grosso, usava agasalhos grandes e uma toca no topo de sua cabeça, a garota se aproximou e ofereceu a sua propostas. – E eu vou lhe fazer outra, te vendo uma das duas e ainda lhe dou o troco sem te ofender depois que sair por aquela porta, o que acha? Tentador né? – Balconista mal educado sequer olhava para a menina ou para o saco de moedas, se manteve atento as noticias enquanto aguardava a resposta, se a garota optasse por alguma das duas então o velho simplesmente pegaria o saco de moedas e a espada selecionada pela jovem e entregaria junto com o troco. – Dá próxima vez vê se cumprimenta ou mostra algum respeito pelos mais velho, pirralha mal educada. – Terminaria o velho rabugento antes que a garota saísse da loja fazendo jus a sua proposta de não ofende-la após sair dali.

Caso Aiko terminasse o que tinha para fazer na cidade ela poderia por optar por voltar para o igloo de seus pais, já estava escurecendo e a neve caia com mais força o que para a jovem com conhecimentos sobre meteorologia poderia entender aquela aceleração do vento como uma tempestade de neve que estaria se aproximando.



Considerações I:
 
Considerações II:
 
LEGENDAS:
 

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Kajiyashiki Aiko
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptyQui 01 Fev 2018, 19:10



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Tão afiada quanto as lâminas do local a resposta do velho senhor presente ali de certa forma surpreenderam Aiko que nesse instante levou a mão esquerda apoiando seu queixo entre o polegar e o indicador. Seus olhos percorriam o ambiente e todas as armas presentes, era uma grande variedade, a jovem sorriu pois de fato não esperava uma atitude daquelas, havia colocado tanta fé em suas palavras que tinha plena certeza que o comerciante cederia a sua proposta, todavia sua convicção em possuir ambas as espadas estava muito acima da ríspida atitude do velho. Visou ao nível de sua cintura as folhas do jornal repousando sobre a superfície, folha a folha sendo passada a medida que o homem terminava de ler os conteúdos entre as linhas descritas, era algo a se prestar atenção. —Muito bem, a Claymore me será útil. — Feita sua escolha lhe restou esperar até que o senhor pudesse trazer a espada junto do resto de seu dinheiro, assim que tivesse a lâmina em posse a garota a analisaria minuciosamente, desde sua empunhadura até sua ponta.

Espontaneamente ergueria sua Claymore até o nível da garganta do velho comerciante em clara situação de rendição —Eu quis ser legal, era todo meu dinheiro em troca de duas espadas, mas nem mesmo olhou em minha face. — Pausou um momento avançando um pouco mais fazendo a ponta da arma tocar a pele de seu confraterno —Não pretendia faltar com educação, mas me obrigou a fazer isso, dez mil barries a menos não lhe fariam diferença. Aposto que agora minha proposta pareça tentadora, não? Mas creio ser tarde para você vou levar ambas espadas e todo seu dinheiro. Deveria ter mais cuidado a negociar com piratas, vovô. Erga as mãos e não tente nada, não tenho intenção de tirar sua vida, mas não terei piedade em faze-lo. — Tendo o homem sob sua custódia Aiko atravessaria o balcão, passando por cima do mesmo afim de não perder a distância que tinha do sujeito, apanharia a rapieira e também todo o dinheiro - junto do que havia pago -, conseguindo tudo o que queria voltaria a passos cuidadosos para o outro lado, entretanto antes disso apontaria a rapieira para a coxa do homem, onde buscaria perfurar o local atravessando sua lâmina. Isso lhe daria tempo para poder escapar sem resistência, caso houvesse algo como um pano próximo dali utilizaria para amordaçar o homem e amenizar seus gritos que poderiam chamar a atenção de outros, se não encontrasse nada, apenas apanharia o jornal de cima do balcão e correria do local.

Atravessando a porta Aiko tentaria parecer o mais natural possível, como se nada houvesse acontecido, por mais que fosse difícil - até mesmo por ser a primeira vez que praticava algo do tipo -, e mesmo que na rua não visse ninguém, todo cuidado era pouco. O primeiro crime de um pirata era quase como um ritual de iniciação, era isso que os piratas com quem conviveu nos últimos anos lhe disseram, mas Aiko nunca pensou que se sentiria tão nervosa ao faze-lo, puxou o cachecol até a altura de seu nariz afim de esconder os sentimentos vigentes em sua face. Confortavelmente encaixou suas mãos nos bolsos do casaco e ergueu a cabeça olhando em direção ao céu, boa parte da luz já havia sido tomada por nuvens que preenchiam a imensidão acima de sua cabeça, o vento batia forte contra seu rosto e isso acontecia desde que pisaria na ilha. —Uma tempestade logo agora? — Perguntou a si mesma, girou sob os calcanhares de modo a ficar de fronte a loja onde teve o cuidado de girar a placa que até então descrevia um 'aberto' para um 'fechado', quanto mais tempo levassem para descobrir o que havia feito, melhor.  Andando próxima as construções afim de se defender do clima hostil que se formava a jovem apanharia uma das tochas presas a parede para iluminar o local na esperança que o sopro gelado não a apagasse até que conseguisse chegar a um local seguro.

Os anos ausente lhe fizeram voltar a ter dificuldade em andar na neve, sua respiração estava ofegante e suas mãos geladas, principalmente a que utilizava para evitar o vento contra seu rosto, infelizmente aquela situação obrigava a determinada aspirante a pirata a adiar seus planos e ainda pior, a obrigava a voltar a casa dos pais que mais cedo encontrou-se fechada, sem mais opções caminhou mais uma vez até lá, era isso ou ficar na tempestade. Uma vez frente ao local Aiko buscaria entrar no iglu, mesmo que a força. Num primeiro momento Aiko giraria a maçaneta na esperança da porta estar aberta, o que era improvável, todavia se estivesse fechada Aiko desembainharia uma de suas espadas para forçar a fechadura, uma tentativa desordenada de abrir aquela porta.

I. Conseguindo adentrar o local a jovem adentraria cada vez mais ao interior do iglu, olhando cada comodo verificando o lugar, afinal, seus pais poderiam estar presentes mas o que realmente desejava era que o lugar estivesse vazio. Com os mesmos presentes Aiko ficaria indiferente diante deles, por mais de anos a relação com eles fora de simples convivência da qual nunca se pode aflorar qualquer laço afetivo —Olá progenitores. Eu voltei, mas não por muito tempo. — Diria se jogando em um sofá ou cadeira qualquer —Então mamãe, onde estão os doces? — Resumidamente a jovem permaneceria ali até com que a tempestade de dissipasse a ponto de poder voltar a se preparar, dessa vez procurando por um navio nos limites da ilha.

II. Se não conseguisse abrir a porta Aiko estaria sob circunstâncias delicadas, quanto mais passava o tempo mais agressiva se tornaria a tempestade e mais frio o ar. Por mais precária que fosse a jovem naquele instante procuraria por quaisquer locais que lhe servissem de proteção, ao menos por hora, até com que a tempestade passasse por completo, algo como uma cobertura a frente de um comércio, qualquer coisa que pudesse lhe abrigar, ao fim da tempestade Aiko daria o próximo passo de sua jornada, a busca por um barco.


Histórico:
 


Objetivos:
 


Hey:
 



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Última edição por Kajiyashiki Aiko em Sex 16 Mar 2018, 03:50, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptyQui 01 Fev 2018, 23:46



Ação e Reação


A espadachim não acatou os insultos do vendedor e com sua nova Claymore em mãos ela apontava o fio de sua lamina contra o vendedor ela começou a falar mas o vendedor em si parecia calmo e tranquilo demais para uma vítima de assalto, enquanto ouvia a menina falar ele suavemente levou uma de suas mãos para debaixo do balcão e um “Click” podia ser escutado seguido de um sigilo som de linhas se arrebentando, a garota não conseguiu sequer terminar de falar antes das armas presas no teto começassem a cair, a primeira coisa a cair foi um martelo de guerra que veio por cima da lamina recém comprada da garota, sua espada foi forçada para baixo batendo contra o balcão enquanto o velho por sua vez saltou para trás levando sua mão ate as sua costas e arremessando uma kunai no ombro esquerdo de Aiko, outras armas caiam do teto, um machado grande de duas mãos quase caiu em cima da garota a errando apenas por alguns centímetros a sua esquerda, uma outra claymore caiu alguns metros em frente a porta que se encontrava atrás da garota, uma lança caiu no centro da sala e uma maça caia em um canto próximo a uma pequena janela, todas as armas cravavam sua lamina, sua ponta ou seu peso no chão. – Garota amadora você se diz uma pirata? Ótimo, isso significa que posso finalmente matar alguém aqui, realmente achou que eu nunca tinha lidado com ninguém de sua laia antes? Se bem que você deve ser novata porque essa foi a pior tentativa de roubo que já vi na vida. – O velho empunhava uma kunai em cada mão agora, ele estava alguns poucos metros de distância da espadachim porém entra eles tinha o balcão e o obstáculo favorecia o homem por se capaz de disparar kunais. – Seus pais não te ensinaram os perigos de roubar uma loja de armas? Afinal tem muitas armas aqui e eu sou capaz de manusear todas elas. – Terminava o velho com um sorriso malicioso.

Aiko ainda tinha sua espada em mãos mas a kunai ainda estava cravada em seu ombro fazendo o mesmo pingar gotas de sangue pelo chão, a dor no ombro iria representar um desafio maior para a jovem se manter naquele duelo caso fosse isso que ela planejasse, sendo suas opções apenas de lutar ou correr. Um vento muito frio e forte começava entrar pela janela e com ele um pouco de neve era arrastada para dentro daquela loja, a temperatura quente e confortável do lugar caia ao poucos deixando o clima mais tenso que o normal mas para a espadachim ainda não era claro se essa tensão vinha do vento gelado ou da intenção assassina nos olhos de seu oponente.

Uma situação um tanto degradante para uma pirata que havia sido treinada nos mares da Grand Line, fora por três anos treinando e vivenciando a vida no alto mar com uma experiente e forte tripulação para cair de maneira tão fácil na armadilha daquele velho, mas seu erro estava claro havia subestimado o civil daquela pequena ilha de gelo e agora pagava por isso.

-Me diga minha jovem você prefere morrer ou ser capturada? – Debochava o vendedor pronto para a batalha esperando pela reação da pirata enquanto a kunai no ombro da garota passava uma sensação de ardência e de dor.




Considerações I:
 
Considerações II:
 
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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptySex 02 Fev 2018, 11:33



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Vergonha! Tal sentimento dominava tanto a mente quanto o coração da garota que naquele instante percebia o quão havia sido tola ao pensar que uma ação tão inconsequente pudesse ter algum resultado positivo. Seu maior erro fora ter subestimado uma pessoa por sua aparência e ter colocado a si mesma em um pedestal onde de fato não estava. Seus olhos dilatados ainda não acreditavam no que acontecia - as armas no teto no fim pareciam não servir apenas de decoração -, Aiko teve a certeza de por uns instante sentir o bafo fétido da morte passar próxima de si no momento em que um enorme machado não a dividiu em duas por questão de centímetros. Ainda não era tudo, seu ombro esquerdo tinha uma kunai alocada, a arma havia perfurado e consequentemente trazendo a tona uma dor e ardência que seria um grande incomodo, ao instante em que sentiu o pesar a jovem buscou agir rapidamente, respirou profundamente e com sua mão direita retirou a lâmina de seu ombro, seguidamente desenrolou o cachecol de seu pescoço para utilizar no lugar de uma bandagem afim de impedir que o sangramento continuasse desenfreadamente, era um improviso pelo qual usuária até receber tratamento adequado. O sangramento estava 'resolvido' em partes, a dor era algo com o que deveria lidar.

—Acho que pelo menos em relação a isso estamos em pé de igualdade. — Comentou a garota ao ouvir sobre a capacidade de seu oponente em utilizar todas as armas presentes. Por mais que Aiko não fosse usa-las com exime-a maestria, lhe bastava alguns brandires para aprender o básico —Sinto muito mas eu não posso terminar uma coisa que acabei de começar, e também cometi um enorme erro ao lhe subestimar, irá fazer o mesmo? —  Uma sensação mortal havia cobrido aquela ilha, o frio que entrava na loja parecia tão feroz quanto os olhos do velho que empunhava duas daquelas pequenas facas com que atingiram-a anteriormente, de todo modo fugir não era uma opção. Aos otimistas, naquele cenário a Kajiyashiki tinha a seu dispor mais armas, além da Claymore que havia comprado também se apresentavam um Martelo de Guerra, uma espada de duas mãos, além da kunai suja de sangue que ainda empunhava. Aquele momento era de extrema importância, visivelmente a garota estava em desvantagem por conta de seu ferimento e também por sua confiança ter sido abalada, ser mais machucada apenas consumiria suas chances de vitória.

I. Com a posse da ensanguentada kunai a 'ladra' utilizaria a mesma como iniciação para sua investida, lançando-a para a face do inimigo a garota não esperava que tal fosse ser eficaz a ponto de acabar com tudo, todavia lhe serviria como distração para a ação subsequente, esperando que o tempo que conseguisse lhe fosse suficiente a garota empunharia ambas as mãos no Machado de Guerra a sua frente colocando toda sua força aos braços para poder levanta-lo e descravar sua lâmina do solo sendo assim utilizando-o para uma investida de corte horizontal a altura da barriga do adversário, contudo nesse instante onde a arma estaria já rente a seu corpo Aiko simplesmente soltaria sua empunhadura, em todo caso, sua ideia seria de que caso o comerciante esquivasse para trás a impulsão da arma faria com que a mesma acompanhasse este movimento e pudesse surpreende-lo.

II. Se naquele dia seu azar tivesse subjugado sua sorte e todas/partes de suas tentativas fossem falhas a garota buscaria ter a posse novamente da Claymore a sua frente ou até mesmo a que se encontrava a frente da porta - a que estivesse mais próxima de si -, adotaria uma postura mais defensiva, uma perna a frente da outra com um espaço entre elas, as duas mãos firmes segurando a grande espada. Com um provável avanço do oponente que naquele instante empunhava duas armas de curto alcance - uma em cada mão -, Aiko deveria ter um pouco mais de segurança caso o confronto viesse a se tornar algo corpo a corpo, no entanto, ele poderia estar novamente as utilizando para arremesso, coisa com a qual a loira já estava preparada para lidar. Em situação onde o homem lhe alvejasse a longa distância com as kunais Aiko buscaria bloquear as mesmas com a lâmina, visto que rolar não lhe parecia ideal por conta do tamanho da espada e pelo terreno estar coberto de outras armas que a limitavam os movimento. Moveria sua espada de uma forma semelhante como um relógio faz com seu pendulo, mas de maneira que isso acompanhasse o trajeto dos objetos perfurantes, também se manteria atenta para caso lhe existisse a possibilidade de desviar com passos para o lado ou desviando seu corpo, o faria.

Engajaria um contra ataque no proveito do homem estar desarmado, apesar de poder se reequipar rapidamente, Aiko soltaria sua Claymore e avançaria para apanhar dessa vez a lança que se encontrava ao centro da sala, a arma de longo alcance lhe pouparia o tempo de avançar até o homem lhe dando a possibilidade de agir mais rapidamente do que seu contraditório. Miraria um ataque fatal, o coração do homem, não poderia se dar o luxo de estender mais aquele confronto. A dor talvez fosse amenizada pela adrenalina, mas o estrago apenas ficaria pior se mantivesse se esforçando por mais tempo.

III. O comerciante contudo poderia não esperar Aiko ter uma chance sequer e acabar tudo por ali. No eventual dele iniciar o conflito Aiko utilizaria da kunai em sua mão para chocar-se contra a outra e sua mão livre para agarrar o punho do idoso e impedir que continuasse seu avanço - mesmo que lhe corre-se o risco de ferir sua mão -, restando-lhe as pernas para livrar-se da situação a garota atingiria os joelhos do homem procurando por acabar com seu equilíbrio e abrir uma brecha para tomar o controle da coisa. Se lhe aparecesse uma oportunidade usaria a lâmina para ferir mortalmente, algo visando coração ou pescoço. Seu desejo de mata-lo havia crescido exponencialmente. Se seu desejo fosse saciado Aiko apanharia o jornal, o dinheiro que encontrasse a rapieira e sairia do local.


REUTILIZAÇÃO


Atravessando a porta Aiko tentaria parecer o mais natural possível, como se nada houvesse acontecido, por mais que fosse difícil - até mesmo por ser a primeira vez que praticava algo do tipo -, e mesmo que na rua não visse ninguém, todo cuidado era pouco. O primeiro crime de um pirata era quase como um ritual de iniciação, era isso que os piratas com quem conviveu nos últimos anos lhe disseram, mas Aiko nunca pensou que se sentiria tão nervosa ao faze-lo, puxou o cachecol até a altura de seu nariz afim de esconder os sentimentos vigentes em sua face. Confortavelmente encaixou suas mãos nos bolsos do casaco e ergueu a cabeça olhando em direção ao céu, boa parte da luz já havia sido tomada por nuvens que preenchiam a imensidão acima de sua cabeça, o vento batia forte contra seu rosto e isso acontecia desde que pisaria na ilha. —Uma tempestade logo agora? — Perguntou a si mesma, girou sob os calcanhares de modo a ficar de fronte a loja onde teve o cuidado de girar a placa que até então descrevia um 'aberto' para um 'fechado', quanto mais tempo levassem para descobrir o que havia feito, melhor.  Andando próxima as construções afim de se defender do clima hostil que se formava a jovem apanharia uma das tochas presas a parede para iluminar o local na esperança que o sopro gelado não a apagasse até que conseguisse chegar a um local seguro.

Os anos ausente lhe fizeram voltar a ter dificuldade em andar na neve, sua respiração estava ofegante e suas mãos geladas, principalmente a que utilizava para evitar o vento contra seu rosto, infelizmente aquela situação obrigava a determinada aspirante a pirata a adiar seus planos e ainda pior, a obrigava a voltar a casa dos pais que mais cedo encontrou-se fechada, sem mais opções caminhou mais uma vez até lá, era isso ou ficar na tempestade. Uma vez frente ao local Aiko buscaria entrar no iglu, mesmo que a força. Num primeiro momento Aiko giraria a maçaneta na esperança da porta estar aberta, o que era improvável, todavia se estivesse fechada Aiko desembainharia uma de suas espadas para forçar a fechadura, uma tentativa desordenada de abrir aquela porta.

I. Conseguindo adentrar o local a jovem adentraria cada vez mais ao interior do iglu, olhando cada comodo verificando o lugar, afinal, seus pais poderiam estar presentes mas o que realmente desejava era que o lugar estivesse vazio. Com os mesmos presentes Aiko ficaria indiferente diante deles, por mais de anos a relação com eles fora de simples convivência da qual nunca se pode aflorar qualquer laço afetivo —Olá progenitores. Eu voltei, mas não por muito tempo. — Diria se jogando em um sofá ou cadeira qualquer —Então mamãe, onde estão os doces? E também os primeiros socorros? — Resumidamente a jovem permaneceria ali até com que a tempestade de dissipasse, aproveitando para cuidar de seu ferimento no ombro e depois se sentir apta a ponto de poder voltar a se preparar, dessa vez procurando por um navio nos limites da ilha. Se estivesse só no local, agiria da mesma forma, procurando pelos doces e algo do qual pudesse tratar seu ferimento.

II. Se não conseguisse abrir a porta Aiko estaria sob circunstâncias delicadas, quanto mais passava o tempo mais agressiva se tornaria a tempestade e mais frio o ar. Por mais precária que fosse a jovem naquele instante procuraria por quaisquer locais que lhe servissem de proteção, ao menos por hora, até com que a tempestade passasse por completo, algo como uma cobertura a frente de um comércio, qualquer coisa que pudesse lhe abrigar, ao fim da tempestade Aiko daria o próximo passo de sua jornada, a busca por um barco.
            


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptySab 03 Fev 2018, 04:03



Gelo e Sangue


O sentimento de vergonha da espadachim era grande, havia sido facilmente surpreendida pelo seu inimigo caindo em uma armadilha, enquanto a espadachim deixava claro sua frustração com toda a situação o velho vendedor parecia confiante de sua vitória e não esboçava nenhum medo ou preocupação em lutar contra a auto-proclamada pirata.

Aiko sentia seu braço esquerdo falhar e deixar o mesmo com todo o peso da grande espada para que removesse a kunai não parecia ser uma boa ideia e imediatamente sentiu uma grande fisgada em seu ombro que logo se estendeu por todo o braço, havia conseguido remover a kunai mas a soltou para que seu braço direito auxiliasse no peso de sua espada antes que deixasse-a cair no chão, ao puxar seu cachecol outra kunai passou de raspão próximo ao seu rosto deixando um corte em sua bochecha esquerda fazendo um fio de sangue descer pela mesma e cair por cima de seu cachecol, a segunda kunai foi disparada na direção do peito da pirata que dessa vez conseguiu se posicionar e repelir o projetil com sua lamina, mas tudo tinha sido uma distração, o velho pulou para cima do balcão e pegou o martelo de guerra com suas duas mãos e saltou para cima da garota que ainda estava parada em sua postura de defesa, o vendedor saltou e desceu investindo um ataque contra o bloqueio de Aiko que por sua vez foi jogada para trás voando para o outro lado da sala batendo suas costas com força contra o chão ficando apenas alguns passos da porta – Pé de igualdade é? Não consegue nem empunhar a própria espada. - O velho caminhava lentamente em direção a Aiko enquanto arrastava a cabeça do martelo pelo chão da loja. – É uma pena ter que esmagar um rosto de uma garota tão bonita e tão jovem, mas sabe o que dizem né pirata bom é pirata morto. – O vendedor falava em um tom tranquilo seguro de sua vitória.

A garota havia sido arremessada para alguns metros além da lança fazendo a arma ficar entre ela e o vendedor, atrás da espadachim estava a segunda claymore e um pouco mais atrás a porta pela qual a garota havia entrado, o velho por si andava lentamente arrastando o martelo com apenas sua mão direita enquanto a esquerda por si ficava livre, já era a segunda vez que a garota havia sido dominada pelo vendedor que se revelava um verdadeiro guerreiro que ainda sequer havia sentido o gosto do fio daquela lamina da espadachim. – Ei garota você ainda não respondeu a minha pergunta, prisão ou morte? - Ameaçava mais uma vez com segurança e certo de sua vitória.

O clima ficava cada vez mais tenso, a garota estava no chão com sua espada em mão, a dor em seu rosto podia ser algo a ignorar mas a de seu ombro afetava a maneira como a garota empunhava a sua espada deixando seus movimentos mais lentos e mais fracos enquanto o vendedor por si ainda estava sem um arranhão.



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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptySab 03 Fev 2018, 16:37


Tudo estava dando errado. Aiko ficava cada vez mais encurralada a medida que tentava reagir, suas costas chocaram-se contra o chão, sua mente trabalhava freneticamente buscando alguma saída visto que manter-se na defesa lhe levaria a uma derrota  eminente e partir para o ataque abriria brechas para ter ainda mais ferimentos marcados em sua pele. O corte em sua face permitia uma cortina de sangue quente descer pela sua bochecha. Seu coração palpitava em nervosismo, naquele instante sentia até mesmo indecisão em seus próximos passos, da última vez apesar de ter claramente um cenário desenhado em sua mente tudo havia ido por água a baixo, como se tudo não estivesse ruim o suficiente seu ombro era um agravante que lhe atrapalharia em manusear sua espadas que necessitava de ambas as mãos, se pudesse empunhar algo mais leve conseguiria poupar seu lado esquerdo e confrontar apenas com sua destra, mas a jovem já havia entendido que as coisas ali nunca seguiriam um curso a seu favor.

Arrastando a grande arma pelo salão a segurança de ter a vitória garantida por parte do homem irritava a jovem que precisava agir rapidamente. —Não me venha com essa conversa, se por algum acaso eu permitir que você viva, ainda poderá ler muito sobre mim nos jornais no futuro. — Aiko apoiou-se sob o joelho para novamente se colocar em pé, limpou o liquido rubro que lhe pintava o rosto com o antebraço e ponderou o ambiente a sua volta, cogitou tentar tomar pose da lança a sua frente mas acabou por desistir por sua localização, o velho não a deixaria fazer o quisesse tão fácil - teve certeza disso quando tentou utilizar seu cachecol para estancar o sangue de seu ombro -, manteve a posse de sua lâmina jogando todo o peso para seu lado direito permitindo que seu ombro não fosse tão forçado assim e sua esquerda lhe servisse apenas de apoio.

I. Sempre tentando tomar o controle Aiko avançaria de imediato, buscando inverter a pressão de lado para poder finalmente transformar aquela feição convencida de seu adversário em algo mais condizente com a realidade. Iniciou a incursão com a máxima velocidade em linha reta que poderia alcançar naquele terreno. A arma em sua mão estaria sendo segurada a frente de seu corpo na horizontal numa altura um pouco abaixo de seu peito, quando estivesse no alcance para lançar um ataque este viria da esquerda para a direita, isso porque este lado do homem estaria de uma maneira ou de outra 'aberta'. Aiko esperava que a resposta do inimigo seria mais lenta uma vez que seu machado de guerra estaria em pose da outra mão. Durante o movimento deixaria que a impulsão da arma se deixasse ser conduzida apenas pela sua mão direita, seu ombro esquerdo até então era o seu maior adversário.

No fato do velho conseguir puxar seu machado de guerra e conseguir um bloqueio a Kajiyashiki daria um passo para trás e firmaria sua mão esquerda novamente na empunhadura, com esforço e pesar em sua ferida elevaria a lâmina acima de sua cabeça deixando com que o próprio peso mais a impulsão de seus músculos mostrassem o caminho até o ombro direito do antagonista.

II. Ainda que Aiko não gostasse de ser encurralada, e principalmente tivesse o ritmo ditado pelo inimigo nada poderia fazer ao ver seu inimigo se prontificar a atacar sempre, era esperada que dessa vez não houvessem mais surpresas, a única coisa em sua mão era o grande machado e talvez devesse se preocupar com a lança entre seus corpos. Esperando que o golpe viesse da direita, posição de onde seu adversário segurava sua arma Aiko não exitaria em chocar os equipamentos para se defender, sua mão direita sempre forneceria a força para o impacto e sua esquerda ficaria para o apoio, no momento a jovem via aquilo como a melhor estratégia para lidar com a dor do local que dependendo do movimento ficava clara em seu rosto.

Aiko não manteria o impacto das lâminas, tanto por saber que não poderia prevalecer sobre a força de seu adversário tanto quanto isso não lhe levaria em lugar nenhum. Puxaria a Claymore para trás, rente a seu corpo daria um passo para trás abrindo espaço para tentar uma estocada e assim causar um grande ferimento no estomago do idoso.            
            


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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptySab 03 Fev 2018, 20:26



Imprevistos


A guerreira se levantou com dificuldades sendo obrigada a fazer uso da ponta de sua lamina para a jovem se reerguer, em pé ela limpou seu rosto mas lentamente outro filete de sangue começou a escorrer pela ferida, mais uma vez a garota assumiu sua postura de combate enquanto o velho por sua vez parou e riu – GYASHIASHIASHI! Você me permitir viver? Perceba sua situação garota! – A espadachim não tolerava aquele vendedor e em um rompante ela disparou em direção ao velho pronta para a batalha, o vendedor começou a girar seu corpo buscando fazer uso de sua rotação para acertar a espadachim com seu martelo em meio de seu trajeto mas a garota foi mais rápida e parou imediatamente e executou um pequeno salto para trás esquivando do golpe, em um pico de adrenalina a espadachim conseguiu erguer sua espada e descer contra o ombro do vendedor que gritou de dor enquanto um pouco de seu sangue era espirrado no ar, mais uma vez o vendedor se mostrou um exímio lutador pois corte só não havia sido mais profundo porque o velho havia aproveitado que a espadachim permitiu que o golpe concluísse seu trajeto e com sua outra mão ele segurou a outra ponta do bastão de seu martelo apenas alguns centímetros a baixo da cabeça da arma, com isso o bastão da arma se encontrava na horizontal e batendo contra a lamina alguns poucos centímetros da empunhadura.

O corte não tinha sido muito profundo mas o golpe teve um peso maior que apenas dano, o velho arregalou o olho de dor e parecia estar surpreso de ter sido golpeado pela espadachim que tanto menosprezou, a espadachim continuou recuou um pouco a lamina e tentou acertar com uma estocada mas o velho simplesmente recuou em dois saltos velozes para trás se posicionando próximo a janela. – Maldita... Você vai pagar caro com isso, terei sua cabeça pendurada em minha sala de troféu! – O vendedor soltou o martelo e pegou a maça de apenas uma mão e assumiu sua postura de combate, os dois se encaravam intensamente enquanto o vento gelado entrava pela janela carregando diversos flocos de neve, mas toda a tensão passou quando a porta se abriu. – Ei Conlock que bom que ainda esta aberto, acho que vou me abrigar aqui... – A voz do homem vacilou a ver aquela cena de uma garota e um velho ensanguentados empunhando armar, a loja com armas encravadas no solo enquanto outras estavam jogas, neve no chão próximo a janela, os dois oponentes pareciam surpresos com a aparição de um novo sujeito  -Christian rápido chame os outros, essa pirata tentou me matar! – O velho gritou rapidamente e Christian puxou um apito de seu bolso e o assoprou enquanto começava a correr pelas ruas. – É o seu fim, logo mais pessoas vão estar aqui e quando Natasha chegar você estará morta!-

A pirata podia ouvir o apito nas ruas junto com o gritos de alerta dizendo “Pirata!”, “Roubo na armaria do Conlock”, a porta atrás da espadachim estava aberta então era possível para ela ver que estava a noite e a neve caia com força seguindo o fluxo do vento, estava muito escuro e o breu só não era total graças a presença das tochas posicionadas em frente de cada um dos igloos, a jovem não sabia quanto tempo tinha até os reforços chegarem ela poderia tentar continuar lutando contra Conlock que finalmente havia tirado o sorriso do rosto ou adentrar em meio a tempestade de neve e fugir daquela loja.





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MensagemAssunto: Re: 私の名前はアイコ、海の王女です   私の名前はアイコ、海の王女です EmptySab 03 Fev 2018, 22:49


—As vezes temos de errar para aprender a lição! — Disse satisfatoriamente ao perceber a surpresa contida no cenho de seu conterrâneo —Eu lhe subestimei e paguei por isso, você me subestimou e é por isso que agora carregara uma cicatriz para sempre em seu corpo. Quando lhe perguntarem 'O que aconteceu?', responda, 'Tive um embate frente a frente com Aiko' — Havia revelado seu nome mas isso tão pouco importava, sabia que se de fato se tornasse uma pirata seu rosto estamparia cartazes por todos os blues e também achou que seria pertinente faze-lo diante tal adversário, estava sendo um desafio e tanto para loira bater de frente com o comerciante. Não tinha recordações do local ou de seu detentor durante sua infância, sentia como se durante toda sua estadia na ilha não tivesse feito nada além de lamentar, visto que desconhecia da capacidade dos residentes de Fernand Ice Island. Mesmo que não fossem todos fortes assim, a jovem nunca suspeitaria que alguém ali pudesse confrontar destemidamente alguém se diz ser pirata, principalmente pela era em que vivemos.

A janela estava aberta a tempos permitindo que o vento frio invadisse o ambiente interno trazendo consigo a neve, tanto o homem quanto a garota muito provavelmente não sentissem o castigar do clima como deveriam por conta do sangue ardente correndo por suas veias, era melhor que tudo aquilo terminasse o mais breve possível, caso contrário ferimentos em conjunto a ágida temperatura formariam uma punição a seus corpos difícil de se lidar. Recuando com dois saltos o velho se aproximou a abertura na parede balbuciando promessas de sofrimento a Kajiyashiki que naquele instante encheu seus pulmões de ar convencida de que poderia vencer, seu semblante claramente estava em expectativas dos passos que viriam a seguir, de uma forma bem dolorida Aiko podia afirmar que estava aprendendo e muito com aquele embate. Detendo de uma maça o velho vinha se mostrando o quão imprevisível e complicado era enfrentar alguém que dominava tantas armas, independentemente que Aiko também o fizesse havia optado por manter-se na sua especialidade que eram as lâminas longas.

Clamando por mais a pequena já se preparava para o cintilar dos fios chocando-se uns contra os outros, mas um surpresa nada grata se colocou em meio a tudo, a porta se abriu permitindo mais uma entrada para a feroz tempestade que se formava, uma voz ecoou pelo ar chegando aos ouvidos da garota que não pode evitar de se virar e fitar mais uma figura, sua face estupefata não era nada surpreendente visto ao que acontecia ali. Parecia ter congelado por alguns segundos mas esse estado logo foi quebrado ao momento que o velho gritou por ajuda. —Droga! — Exclamou Aiko ao perceber a conjuntura que se desenhava ali, o soar do apito junto aos gritos de alarde trariam uma multidão a loja, e que estaria ali em qualquer instante por isso não se podia se dar o luxo de continuar a resolver seus problemas com o detentor do estabelecimento. —Desculpe, mas terminamos isso uma outra hora oji-san! — Não tinha ninguém a porta para lhe impedir de tentar uma fuga e com toda certeza não esperaria pelos civis revoltados para ser presa, antes de fugir não pensou duas vezes antes de mostrar o dedo médio ao comerciante. —Velho irritante.

A ilha era pequena e talvez não houvessem muitos locais para se esconder mas de uma forma meio abrupta aquela tempestade de neve serviria como vantagem a Aiko. Era improvável que os civis fossem atrás dela naquela nevasca, quem sabe um pequeno grupo de 'heróis' se arriscasse a faze-lo mas ainda sim era a melhor opção da jovem. Num primeiro momento apenas se focou em se afastar do lugar, a corrida lhe deixava ofegante e a medida que seu corpo esfriava o frio se tornava mais intenso e a dor tomava conta da região do ombro, um suspiro formou uma nuvem que logo desapareceu a frente do seu nariz. A garota rodava olhando por todos os lados buscando um local para se esconder, não tinha condições de fazer nada e por isso esperaria até o amanhecer. Começava a sentir-se um tanto quanto zonza, sua boca salivava suplicando por glicose, estava começando a sentir falta do açúcar em seu sangue, felizmente fora algo passageiro mas que servia de alerta. Suas pegadas logo sumiam com a tempestade, apenas precisava se preocupar em seguir em frente, a mão desocupada ia a frente de seu rosto evitando o vento e neve enquanto a outra fechava a Claymore entre os dedos com sua lâmina arrastada pelo terreno.

—Natasha, tsc. Como pode um povo confiar em uma pirralha que conversa com animais... — Aiko parou por um minuto, pensou e um malicioso sorriso lhe surgiu. —Ah, o que esse povo não faria para ter sua amada regente a salvo? Se eu a conseguisse tomar como refém conseguiria tudo muito fácil, um barco, dinheiro, espadas e quem sabe um saco de pirulitos? — Delirando em seus próprios pensamentos a garota retornou a sua seriedade, era uma ideia audaciosa mas que no momento era completamente inviável, caminhava sempre próxima as construções tentando ocultar um pouco sua presença das ruas, no momento seguia buscando pelo 'hospital' da ilha que não devia passar de um postinho de primeiros socorros. Esperava que devido ao clima e ao horário as pessoas estivessem todas em suas casas e assim poderia invadir sem demais incômodos.

I. Sempre na evasiva Aiko procuraria pelo posto médico da ilha, caso encontrasse primeiramente tentaria entrar pelo modo convencional, pela frente girando a maçaneta mesmo que pouco provável era uma tentativa válida, caso não se abrisse Aiko rodearia a contrução em busca de alguma janela pela qual pudesse quebrar com o auxílio de sua espada forçando suas astes ou quebrando seus vidros dependendo do material. Uma vez dentro não ascenderia luzes para não chamar atenção mas vasculharia o local em busca de bandagens e álcool para o procedimento de conhecimento de todas as mães, desinfetar com o álcool, cobrir com a bandagem, isso tanto em seu ombro quanto em sua bochecha. A partir de então apenas tentaria relaxar até o amanhecer ou então até que e tempestade lhe desse uma trégua, se forçaria a não dormir ou cochilar, não poderia se deixar ser pega ao amanhecer dormindo entre os remédios e seringas.

II. Se Aiko não encontrasse ou então o local estivesse sob patrulha não continuaria com o plano e retornaria a casa dos pais, local onde esteve antes de todo o ocorrido. Bateria a porta do local novamente sem dizer palavra alguma, se não soubessem que era sua filha 'preferida' a porta as chances de a abrirem seriam maiores. Se perguntassem quem estava a bater a jovem também não esconderia o fato. —Aiko, sua filha e herdeira por direito tanto de seu negócio quanto dessa casa. A mínima brecha que permitissem a porta se separar de seu batente a garota forçaria sua entrada impulsionando seu ombro - o intacto - contra a superfície e a fecharia rapidamente. —Supresos?

Para a não resposta de sua insistência a porta a garota faria o mesmo que pensara no caso do 'hospital', tentaria forçar a quebra da janela ou da porta com sua espada, o que fosse mais fácil para realizar e do lado de dentro procuraria por primeiros socorros e também seus amados doces.

III. Se sua incompetência chegasse ao nível de não conseguir nada além de tentativas frustadas a garota partiria em direção a Ilha Sagrada de Freya, pelo que se lembrava monges residiam a área e poderiam cuidar de seus ferimentos e abriga-la antes que seus atos chegassem em seus ouvidos, todavia, estaria muito atenta e pronta para brandir sua Claymore já que ursos rodeiam a vila.                     
            


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