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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 The Fellowship

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MensagemAssunto: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptySex Jan 26, 2018 4:40 pm

Relembrando a primeira mensagem :

The Fellowship

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Alexandra Montecristo e Kumadori Shelby Mustang. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptySab Maio 05, 2018 2:13 am

Kumadori

E finalmente o treinamento de Kumadori havia se completado. Após muito esforço e suor, as três etapas do alistamento estavam, enfim, completas. – Parabéns! Cê passou. Vá até a secretaria que receberá as próximas instruções. Mas cê pode ficar tranquilo, a essa altura do campeonato, já deve haver algo pronto na cantina. – Leonard respondia o aspirante a marinheiro com ânimo, dando um tapinha em suas costas antes de Kumadori se virar e caminhar de volta ao ponto inicial – Essa folha? Nha, pode jogar fora. – O sargento finalizou.

Pela grande quantidade de exercícios realizados em um período de tempo tão curto, tanto nosso protagonista quanto seus colegas marinheiros estavam exaustos, e isso ficava visível para Mary. – Imagino que tenha passado no teste... Meus parabéns – O semblante neutro da secretária mudava com um pequeno sorriso surgindo. – Pode se dirigir ao vestuário, siga o corredor da direita até o final, é a maior porta. E não esqueça disso aqui. –Ela abria uma gaveta e retirava algumas vestes azuis e brancas, entregando-as ao jovem. – Esse treinamento todo te cansou, não? Em breve os cozinheiros devem terminar de preparar as refeições... Você provavelmente perceberá pelo cheiro. Alguma dúvida? – Ela esperava pela resposta de Kumadori.


Montecristo

Alexandra enfrentava outro tipo de dificuldade, precisava preparar uma sopa, sabe-se lá para quantos marinheiros e o tempo que teria para realizar a tarefa, afinal, o neurótico avaliador que arrumara não havia lhe informado sobre – Aqui! – O homem entregava um avental para a morena, cabia-lhe perfeitamente, e em seguida fora auxiliar outros cozinheiros no local. Deixada a própria sorte, Alexandra tomou o primeiro passo e foi a procura dos ingredientes – Sem antes retirar a faixa de sua mão, que já não latejava de dor mais. Montecristo obtinha sucesso parcial, conseguiu encontrar todos os ingredientes, com exceção de dois, mas isso não seria um empecilho, haviam alimentos com igual valor nutritivo e que poderiam facilmente entrar na concepção da sopa.

Todos os passos seguiam como o imaginado na cabeça da jovem e, enfim, havia chegado a hora da avaliação pelo chef da cozinha. Vendo a bandeja próxima, ele gentilmente pegou a bandeja das mãos da cozinheira e sentou-se de forma improvisada em um balcão que havia no local. Levou a colher até sua boca, bebericando várias vezes o caldo com um olhar cínico, até tomar o conteúdo todo da colher. – Está.... Bom, estou impressionado que não seja uma cozinheira profissional, porém, da próxima vez, coloque um pouco menos de tempero, fica melhor para o paladar – Concluída a fala, ele se virava aos outros cozinheiros e bradava.   - Os soldados já devem ter chegado! Levem o que preparam até agora para o refeitório! – Ele enfim se virava para Montecristo. – E você, leve sua sopa também, pode prosseguir com os testes depois, creio que já saiba onde a senhorita Mary fica, certo? – O chef terminava.

Quando Alexandra chegasse ao seu destino, a secretaria indagaria. – Concluiu o teste? Ótimo – Ela mostraria alguns papéis a morena. – Agora você tem duas opções, o teste do combate ou da aptidão física. Já se recuperou dos ferimentos? – Ajeitando os óculos, Mary esperava a resposta da jovem.
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Saffy
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptySab Maio 05, 2018 11:03 pm

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Irmandade
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Após a aprovação de seu prato, assentia para a dica do chefe:  — Entendo o que diz, apesar de não achar que adicionei tantos temperos. Talvez tenha sido a noz moscada — diria mesmo sem necessidade, expressando sua opinião de maneira metódica. Então, quando este anunciou que os cozinheiros deviam se preparar para servir os soldados, não pôde deixar de notar a nova agitação e pensar, com certa surpresa, aquela situação — não imaginava que houvesse garçons, entretanto, não esperava que fossem os próprios cozinheiros que servissem os demais soldados. Não conhecia e tampouco era habituada aos costumes que presenciaria dali a frente numa instituição como a Marinha, e por ter vivido grande parte de sua vida numa família abastarda, era comum que não fosse familiarizada com determinadas situações. É um refeitório, lembrou a si mesma, se bem me lembro do que Sam já me disse sobre isso, as pessoas servem sua própria comida, corrigia seu próprio equívoco. Quando lhe fora orientado para que também levasse a sopa para a outra área, apenas assentia de forma lenta, observando os demais marinheiros. — Sim, certamente ela poderá esperar mais alguns instantes —, respondia com clareza, mesmo que não o encarasse.

Seguiria para onde estava a grande panela que continha a sopa e a tamparia, usando panos para pegá-la com cuidado e iria conforme o fluxo dos demais marinheiros, sendo atenta para que não ocorressem acidentes. Quando chegasse ao refeitório, supondo que havia um local específico onde deixavam as panelas e afins, procuraria um lugar onde pudesse deixar a panela que carregava e, tendo a ajeitado bem, pararia por um segundo para respirar e observar melhor e com curiosidade o refeitório do ponto onde estivesse; daria uma atenção à mais para o caso de notar marinheiros chegando ao salão e novamente atenta às singularidades que pudesse encontrar num ambiente tão diverso quanto ali dentro Quem sabe não vejo aquele rapaz esquisito de mais cedo? Dando-se por satisfeita, seguiria de volta à cozinha e olharia bem ao redor, observando como estava o movimento e abordaria novamente o chef, na intenção de ser prestativa: — Há algo mais que eu possa ajudar aqui? — indagaria e, sendo dispensada, apenas acenaria com a cabeça. Caso lhe fosse solicitado algo a mais, seguiria conforme o pedido de maneira rápida.

Retornaria ao local onde estava antes, a fim de poder prosseguir com seus testes. Quando chegasse à Mary — pelo que lembrava ser o nome da mulher, segundo o chef —, anunciaria sua aprovação e, ouvindo os testes que faltava, dizia: — Sim, já estou bem, não sinto mais dores. — Ajeitaria sua postura, mantendo sua expressão fechada e as sobrancelhas franzidas; os lábios, levemente retorcidos para baixo, indagariam: — Onde eu faço o teste de aptidão física? Vai ser o que farei agora — responderia quando indagada sobre seu próximo passo. Conforme as orientações que recebia, seguiria para onde deveria fazer o próximo teste, e não evitada de sentir os comichões em seu ventre ao sentir que estaria um passo mais próxima de prosseguir com seus objetivos naquele dia. Só mais um pouco, Alex, incentivava a si mesma. Caso perdesse o caminho ou ficasse em dúvidas, pararia algum marinheiro que passasse por ali e indagaria, sua voz imparcial: — Será que pode me dizer onde fica o lugar onde faço o teste de aptidão física? Sinto que me perdi um pouco. — Aguardaria a resposta e, conseguindo a orientação que requeria, seguiria seu caminho; não obtendo a informação, prosseguiria e indagaria a outro que passasse por si até se localizar novamente.

É surreal pensar que velejei por tanto tempo e finalmente estou seguindo o que pretendia há tanto tempo, pensava conforme caminhasse. Espero um dia poder encontrar Sam novamente, quem sabe ela também não siga para o mar e nos esbarremos por aí?, desejou esperançosa, permitindo-se dar um singelo sorriso. Chegando aonde deveria estar, procuraria por quem fosse o responsável, sempre atenta ao seu caminho e às pessoas ao redor, e diria: — Estou aqui para fazer o teste de aptidão para concluir o alistamento. O que devo fazer? — Buscaria tentar não soar tão rude, apesar de não poder evitar sua maneira bruta de falar, e aguardaria as ordens ou orientações que viesse a receber para prosseguir.
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptyDom Maio 06, 2018 1:58 pm

HORA DE ACALMAR O VENTRE

Voltava de mãos vazias, porém com alegria, para o ponto onde tudo começou, na sala de alistamento. Notava que alguns outros colegas andavam juntos, mas não prestei atenção no que eles diziam. Em meu interno, tentava rechaçar a vontade a de deitar no chão para descansar naquele momento, pois precisava concluir aquela etapa. Briguei contra meu interior até me ver na sala onde se encontrava a Srta Mary. Ela, neste momento parecia mais simpática, deixando de lado aquela expressão neutra e dando um sorriso pequeno. Fico de canto, encostado na parede, esperando que ela atendesse os outros colegas que passaram. Encosto o ombro na parede com a mão na barriga para tentar abafar o som que meu ventre fazia.

~Ah cara! Não como desde hoje de manhã. Durante todo o tempo que fiz os exercícios, consegui esquecer-me desta fome, mas agora que parei, ela ataca-me com facadas no abdômen e a única coisa que posso fazer é sofrer quieto. Que destino cruel~

Quando terminei de pensar, percebi que a Srta Mary já estava terminando de atender os outros meninos, então me adiantaria para perto para participar daquela cerimônia. Chego e quando tenho a possibilidade falo: -Olá! Terminei a ultima etapa do meu teste. Agora eu poderia ir a algum vestiário para tomar um banho antes de começar o serviço e quem sabe comer alguma coisa? Todo esse exercício acabou com minhas forças de certo modo... -

Quando ouço a resposta dela abro um sorriso para disfarçar a dor no estômago. ouço pacientemente o que ela tinha a falar sobre o vestiário, tentando gravar o caminho para lá. Quando ela oferecesse, aceitaria o uniforme sem hesitar e o seguraria contra o peito. Por fim, quando ela faz a pergunta, respondo:

-Depois que eu me trocar e comer, devo ir para algum lugar específico para ser colocado em uma divisão, ou algo assim? Ou aguardo no refeitório até me chamarem?-

Depois que Srta Mary desse-me a resposta que queria ouvir, agradeceria com um sorriso e diria: -Tudo certo então. Obrigado. Qualquer dia vamos sair para beber para comemorar meu alistamento.- Então viraria-me e tentaria ir direto para o vestiário, conforme as instruções.

Ao chegar no vestiário, tomaria um banho rápido, sem prestar muita atenção no que havia a minha volta. A única coisa que estava pensando, era na comida cujo cheiro me alcançava. ~Todos sabem que a comida fica mais gostosa quando estamos com fome, mas esta música tem um cheiro divino. Devo ter perecido de fome e agora estou numa espécie de local pós morte com esse cheiro me atraindo para o paraíso.~ Após esfregar todo meu corpo, colocaria as roupas da marinha que me foram entregues, inclusive o boné, e parti andando apressado para chegar no refeitório.

Por estar andando apressando, quando estivesse próximo a porta do refeitório, tropeçaria em meu próprio pé e cambalearia para dentro do refeitório. Imediatamente me ajeitaria ficando em pé. Depois olharia em volta para ver quem estava me olhando após minha entrada espalhafatosa. Olharia atentamente para os rostos de quem estivesse me olhando, depois, com o rosto rubro, puxaria o boné para baixo tentando esconder o rosto e minha vergonha.

Seguiria para o local onde eu pudesse pegar a comida e pediria por sopa. Pegaria a sopa e iria para uma mesa com espaços vagos. Sentaria cumprimentando quem estivesse à mesa. Comeria com vontade a sopa, deliciando-me com os pedaços de legumes que estavam dentro dela. Quando o prato estivesse próximo do fim, pegaria-o com as duas mãos e beberia o caldo da sopa.

Depois, ficaria alguns minutos sentado antes de sair. Nesses minutos, aproveitaria para puxar conversa com quem estivesse próximo. Levantaria o boné para deixar de esconder meu rosto, daria umas leves batidinhas no ventre dizendo: -Aaaah. Agora sim me sinto melhor. Ei, ei, ei. Você também é novato? Comecei por aqui hoje e sou carpinteiro. Estou louco para fazer alguma missão... Aliás, sou Kumadori. Qual(is) o(s) seu(s) nome(s)?- Depois ficaria ouvindo pacientemente.

Depois, perguntaria: -Aliás, algum de vocês deve saber... Eu recebi as roupas, mas até agora não recebi uma arma. Eu devo pegar em algum lugar ou eu recebo uma arma sempre que sair pra uma missão? Até agora só recebi estas roupas.-

Quando ouvisse as respostas, diria: -Entendo, agora a única coisa que quero é um jornal para relaxar e descansar do alistamento. Algum de vocês tem algum jornal?- Ficaria sentado ouvindo o que os outros estavam falando.

Histórico:
 

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King
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptyTer Maio 08, 2018 11:14 pm

Alexandra



Em meio à confusão que varria o refeitório da marinha, Alexandra conseguia a aprovação em seu teste, mesmo não sendo uma cozinheira profissional. Bastava agora deixar o ensopado na cozinha e prosseguir com os testes. O caminho fora tumultuado, haviam vários cozinheiros que passavam de lá e para cá, havia o temor de não conseguir saciar a fome de todos os marinheiros no local, preocupação essa ainda maior com o extremo frio que a ilha passou recentemente. Quando a sopa finalmente estava na cozinha, num balcão que, milagrosamente, estava vazio, as portas da entrada foram inundadas por homens e mais homens, alguns com o clássico uniforme branco-azul da instituição, enquanto outros apresentavam roupas de ginásticas, inundadas de suor mesmo nesse tempo frio. Se ajeitaram nas cadeiras que haviam e esperavam a permissão. Entre essas figuras, estava o jovem de cabelos azuis que lhe deixara no vácuo.

E então a ordem fora dada, os homens podiam se servir. Alguns, mais abatidos pelo cansaço, tiveram a sorte de serem servidos por algumas cozinheiras. Com a diminuição do trânsito na cozinha, Alexandra conseguira um caminho para passar e chegar a recepção. – Pode ir direto para o pátio interno do QG. Basta seguir pela porta que entrou aqui pela primeira vez. – Seguindo as instruções de Mary, Alexandra fora até o local. Diferente da última vez que passara por lá, poderia notar que a precipitação de neve havia aumentado. – H-hey, veio fazer o teste né? – Uma figura corpulenta e loira se aproximara da morena. – Concluir o alistamento? Decidiu passar pelo teste de combate antes desse? Cê só pode tá de brincadeira. Beleza, tá vendo aqueles instrumentos ali? – O grandalhão apontava para figuras distantes, quase sumindo no horizonte. De longe, Alexandra conseguia ver alguns pesos e uma barra de porta. – Não usamos ele normalmente, mas com o aumento da neve, é melhor você fazer os testes lá. Bora, eu vou anotar seu rendimento aqui na minha prancheta. – O homem começava a caminhar em direção aos objetos, esperando que a moça acompanhasse seus movimentos.


Kumadori


Enquanto isso, Kumadori pagava por não ter se preparado para seu alistamento. Após tanto esforço físico, seu estômago rasgava com a fome. Por sorte, todos os testes já haviam se acabado. Agora era um marinheiro, e a única preocupação que tinha, no momento, era comer. – Seus superiores te chamarão para uma missão assim que possível. – Mary respondia o jovem, dava uma pausa e gargalhava. – HHOHOHO, beber? Faz tanto tempo que não me divirto! A risada repentina calava todos os outros que haviam na recepção que, assim como Kumadori, esperavam instruções de como proceder após o término dos testes.

Antes que tivesse a chance de eliminar a fome, Kumadori decidira por passar no vestuário. Era um lugar simples, havia uma divisão de duchas, uma larga pia e vários mictórios. Haviam alguns sabonetes e espelhos também, mas que não se destacavam no ambiente. Após tomar seu banho desatento, decidira passar no refeitório e varrer a fome do seu corpo, também. Depois de um leve tropeção, grande o suficiente para gerar algumas risadas dentre os marinheiros que estavam ali. Sentou-se em uma das várias mesas que estavam espalhadas pelo local e esperou a permissão para comer.

Dada a permissão, dera a sorte de uma das cozinheiras servir o ensopado, Kumadori não estava realmente machucado. Mas sua aparência, nos olhos da cozinheira, estava péssima. – Aqui pequenino, tome um pouco disso! – A simpática senhorita de madeixas rosas terminava de servir o marinheiro.  Após terminar de comer a sopa, decidira conversar um pouco com seus conterrâneos. – Não, eu não sou um novato... Me chamo Cody. – O que estava sentado do seu lado direito respondia ao rapaz, cabisbaixo com um semblante não tão simpático. – Acabei de voltar de uma missão, as águas estão congeladas... Horrível. – Terminava de falar e voltava a beber da sopa. – H-hoi! Eu sou Teresa! Sou uma novata também! – Uma marinheira sentada próxima de Kumadori também respondia, quase desmaiando de euforia. – Não vejo a hora de começar as missões! – Ela bradava, encarando o azulado e o marinheiro ranzinza.

Kumadori continuava a conversa, dessa vez perguntando de alguns termos logísticos. - Sua arma? Não se preocupe! Assim que for convocado pra uma missão você recebe! Foi o que falaram. – A simpática loirinha, Teresa, respondia novamente o rapaz. – Jornal... Tem uns caras no corredor lendo. – O marinheiro respondia, ainda cabisbaixo, enquanto terminava a sopa.


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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Saffy
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptySab Maio 12, 2018 1:40 am

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


A agitação dentro da cozinha fez um sentimento novo preencher Alex, permitindo-lhe dar um sorriso sutil. Algo sobre estar na cozinha e preparar os pratos com excelência sempre a preenchia de um sentimento de algo como felicidade, sendo uma das poucas coisas que quebravam seu mau humor cotidiano, e percebeu que lhe agradava todo aquele movimento e alvoroço, mesmo que fosse adversa a tamanha agitação em seu normal. Quando terminar esse alistamento e me tornar uma oficial, dizia a si em seus pensamentos, será interessante exercer essa função aqui dentro, concluía observando brevemente os marinheiros que chegavam para o almoço, inclusive o esquisitão de cabelo azul, notava com certa estranheza. Ryuko e Sam teriam amado esse lugar, toda essa agitação, pensava com certa melancolia, lembrando-se mais uma vez de sua irmã e amiga. Mas não se permitiu manter o sentimento por muito mais tempo — havia mais o que ser feito.

Antes que pudesse notar, já se encontrava no pátio, lugar onde recordava-se de já ter passado anteriormente, mesmo que agora parecesse possuir mais neve. Ainda não entendo essa reviravolta climática, tocava-se em pensamento, dando-se conta ligeiramente do frio que realmente fazia. Quando encontrou o corpulento homem loiro, não pôde deixar de comprimir os lábios e franzir as sobrancelhas em uma expressão de desgosto, lembrando-se do sujeito que a importunara no início da manhã. E assim, meu velho humor retorna, pensava com sarcasmo. — Ótima primeira impressão —, não conseguia evitar soltar um comentário baixo e em tom indiferente, ouvindo as palavras do homem. — Temo que tenha me expressado mal. Não vim concluir, vim dar continuidade corrigiria sua fala de maneira seca, não olhando-o. Observava para onde ele indicava ser onde os instrumentos estavam posicionados, e era distante o suficiente para que tivesse que apertar os olhos levemente para que pudesse enxergar com maior nitidez — mesmo que fosse incrivelmente distante, fazendo-a indagar o tamanho daquele lugar. Ouvia suas últimas palavras e seguiria andando em seu encalço, se aproximando do maquinário e observando melhor o que lhe era disposto. Daria uma olhada atenta ao local onde era levada, observando se havia cobertura e suas estruturas gerais, além das condições do equipamento que usaria com um olhar afiado.

Não me deu instruções, nem tempo mínimo, devo ter um treino livre, então, concluía em pensamento, olhando o homem de soslaio, mantendo a expressão dura em seu rosto. — Então, Alex, o que fará? —, indagaria em voz alta, começando a maquinar suas ideias, observando a barra e alguns pesos mais de perto e por fim, soltando um suspiro. Retiraria a camisa social que vestia, expondo os músculos dos braços e um pouco das costas que eram possíveis de serem vistos por ter ficado apenas com a regata preta que vestia por baixo da outra camisa — uma das poucas peças pretas que tinha e ainda lhe restavam —, dobrando a camisa com esmero e deixando-a sobre uma mesa ou cadeira ou instrumento de exercício vazio para que pudesse prosseguir sem sujar tanto a peça de roupa — uma vez que, desde que recordava daquela manhã, não tinha muito mais que as roupas do corpo e uns trocados, graças a algum gatuno da madrugada. Não era uma pessoa de perder o controle, entretanto, aquela lembrança, certamente, terminou de estragar o resquício de bom humor que havia ganhado nos breves momentos da cozinha. Conseguindo deixar sua camisa dobrada, voltar-se-ia ao local que supunha ser um tipo de academia. Tudo bem, então, pensaria, dando um suspiro antes de começar a se mover, de fato.

Podia sentir o ar gelado impregnar-lhe os braços anteriormente cobertos pelas mangas, fazendo os pelos eriçarem e um arrepio lhe subir a espinha pela mudança da temperatura do ambiente estar mais forte agora, Mas logo estarei quente novamente. De onde estava, começaria a fazer alguns alongamentos básicos, coisa que era habitual seu fazer toda manhã, mas, graças às desavenças matutinas, não tivera tempo, tampouco disposição, para cumprir seu próprio cronograma. Minha alma metódica chora e se contorce de raiva com tantos imprevistos, pensaria ao começar o alongamento mantendo sua postura ereto e esticando os braços para cima e o máximo que era possível, contando cinco segundos antes de começar a abaixa-los lentamente para os lados até ficar com as mãos ao lado de seu quadril. Prosseguiria a preparação esticando os braços de forma paralela ao peito, quase na altura do pescoço, e contaria dez segundos antes de fazer com o outro braço; depois, faria um movimento de rotação com o pescoço antes de abaixar todo seu tronco, esticando-se para tocar a ponta dos dedos nos pés sem vacilar com os joelhos. Então, sentar-se-ia no chão com as pernas bem esticadas e separadas, movendo seu tronco para encostar as mãos em um pé de cada vez e por fim, abriria as pernas totalmente em paralelo aos ombros, deixando-as bem esticadas, para então esticar seu tronco e braços para frente, ficando um tempo na posição antes de se levantar novamente. Sentiria seus músculos relaxarem conforme repetisse alguns movimentos, mas permaneceria assim por pouco tempo antes de realmente focar no que seria necessário.

Sentindo-se mais preparada, procuraria alguns tatames com os olhos onde pudesse se deitar sem sujar-se muito mais, e conseguindo localiza-los, aproximar-se-ia para que pudesse deitar-se, as pernas dobradas e levemente afastadas, com os punhos fechados paralelos à cabeça. Um, dois, três..., começaria a contar em pensamento, exercitando sua respiração para que não perdesse o fôlego muito rápido nem se cansasse, tendo como objetivo completar quatro séries de vinte e cinco abdominais com pausas de trinta segundos entre cada. Manteria seu semblante concentrado e as sobrancelhas franzidas, esquecendo-se da presença de seu supervisor, apenas se empenhando nos exercícios que pretendia fazer. Durante as pausas, aproveitaria para respirar bem e fazer breves movimentos para alongar os braços e esticar as pernas novamente, antes de voltar ao exercício. Concentrar-se-ia na sensação da contração de seu abdômen, podendo sentir também, mesmo que sutilmente, os demais músculos exercitados sendo contraídos; conforme prosseguisse, poderia sentir o suor se concentrar em determinadas áreas de seu corpo e, apesar do frio, o calor resultante do sangue quente lhe preencher. Ao completar as cem abdominais, que foram divididas para preservar sua disposição física, uma vez que precisaria estar mais disposta que mais cedo na manhã para fazer o teste de combate logo após aquela série de exercícios, mesmo que básicos; enfim faria uma pausa breve para recuperar o fôlego, dando um suspiro baixo. Agora flexão, e então a barra, programava em pensamento.

Poderia sentir seu corpo mais quente e a umidade começar a se fazer presente em sua testa e pescoço, certa de que as bochechas começavam a ganhar uma coloração avermelhada, afinal, não era necessário muito para que seu corpo ganhasse uma pigmentação diferente, fato que se dá por ter uma pele absurdamente clara. Ao terminar a pequena pausa que dava e se debruçaria sobre o tatame com as pernas coladas, apoiando as mãos espalmadas no chão em paralelo aos ombros, mantendo a posição mais básica para uma execução simples que o momento mais necessitava. Soltando o ar, levantaria seu corpo usando sua força para cima, e manteria a respiração controlada também, expirando para subir e inspirando para descer, podendo sentir seus músculos se contraírem a cada levantar e subir de seu próprio peso. Engoliria vez ou outra a saliva condensada em sua boca, mas permaneceria com o mesmo esquema do exercício anterior — quatro séries de vinte e cinco com intervalos entre si para respirar. No primeiro intervalo desse exercício, entretanto, procuraria por água — era necessário — e prosseguiria com os exercícios após se hidratar. Usaria sua própria camisa para secar o suor de sua testa e, eventualmente, ajeitaria seus cabelos em um coque firme novamente à medida que este se desfizesse. Ao fim, faria os alongamentos novamente, dando um tempo para beber água e secar o suor do rosto, dando um suspiro cansado, podendo começar a sentir alguns pontos começarem a dar sinal, mas não iria demorar em seu intervalo, não permitindo que seu sangue sequer começasse a esfriar.

Logo, seguiria em direção à barra, levantando os braços e deixando-os levemente flexionados com os cotovelos para os lados e as mãos paralelas aos ombros, segurando com firmeza. Tomaria uma longa respiração, soltando com leveza antes de tomar impulso para cima e se suspender, suspendendo os pés para trás e cruzando as canelas, começando assim a mesma sequência de séries que fizera anteriormente, com os mesmos intervalos e sequenciamento que vinha fazendo, contando mentalmente. Esquecia-se que era observada, pois assim tornava a tarefa mais simples para si, e seguiria com a expressão concentrada e determinada até o fim das séries, voltando ao chão ao concluir sua meta.

Ao ter concluído todos os seus exercícios, faria uma última sessão de alongamentos. Repetiria duas vezes os mesmos movimentos que fizera antes de começar os exercícios e, por fim, concentrar-se-ia em seu condicionamento — apesar do cansaço físico, sentia-se satisfeita consigo mesma, como em geral ficava quando terminava seus exercícios. Dava-se um momento para, com satisfação, sentir as dores muito suaves que o esforço lhe proporcionava após aquela bateria e olharia ao redor, observando o homem com sua carranca, particularmente mais suave naquele instante. — E então? — indagaria, movendo seu olhar ao redor, a procura de uma toalha para que pudesse secar o excesso de suor que fora produzido pelos movimentos, sabendo que sua camisa estaria impossibilitada de ser usada já que carregava tanto suor quanto seu corpo. — Preciso de uma toalha para secar o suor — solicitaria, independente da resposta. Esperava que pudesse conseguir a toalha e a usaria em seu rosto e pescoço, mesmo que o suor sob a camisa pudesse lhe incomodar — teria tempo para um bom banho depois.

Caso tivesse uma resposta negativa, apenas acenaria com a cabeça em frustração, imaginando que o homem lhe diria o que fazer em seguida.

Esperando a resposta — não se via ganhando uma resposta negativa —, acenaria de leve com a respiração ainda um tanto descompassada após todos os exercícios, tomando um momento para desacelerar o coração e tomar seu corpo. Se recebesse a aprovação, acenaria com a cabeça levemente, ajeitando como possível sua roupa e seu cabelo, recuperando sua outra camisa. — Estou indo de volta à moça da recepção, então, para me encaminhar ao teste de combate — diria simplesmente, esperando um pouco caso o homem tivesse algo mais a dizer. Caso tivesse, ouviria antes de fazer algo a respeito; caso contrário, seguiria de volta para a mulher chamada Mary para se apresentar novamente. Usaria o caminho de volta para recuperar sua respiração e descansar seus músculos um pouco, fazendo o caminho um pouco mais devagar do que normalmente apenas para ganhar algum tempo. Terei que me adequar a essa agitação toda, pensava. Ao chegar novamente na secretaria, dirigir-se-ia com um semblante de sorriso sob o olhar sério, dizendo: — Onde faço o teste de combate? É o que me falta, apenas — declararia em tom previamente vitorioso, sabendo que agora era apenas uma etapa para que começasse a utilizar a farda. Aguardaria as demais instruções que deveria seguir, adiantando-se no caminho que deveria seguir assim que fosse orientada, evitando perder tempo daquela vez.

Passaria pelo novo caminho indicado com uma nova onda de ansiedade se apossando. Só mais um, pensava com certa empolgação. Não demoraria a se dirigir a quem se apresentasse ser o responsável pela área, dizendo: — Vim concluir o alistamento com o teste de combate. — Seria simples e sucinta, muito direta com seu tom bruto, apesar do rosto não apresentar as sobrancelhas franzidas como o habitual, mas aquilo apenas porque sentia-se empolgada com a aproximação do fim. Se o homem indagasse como ela lutava, responderia direto: — Uso adagas. Duas de preferência — o tom sério era utilizado. Aguardaria, então, que novas instruções lhe fossem dadas.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptyDom Maio 13, 2018 1:36 am

ROLÊ NO QUÊGÊ

Ao chegar ao refeitório, testaria o bandejão me colocando na fila. Pediria pela comida e uma moça de cabelo rosa falava de modo simpático enquanto servia-me, porém, como dizem os filósofos, o ventre vazio torna qualquer homem em animal e não conseguiria retribuir a simpatia de modo adequado. Parti para a mesa comi. Comi o ensopado com prazer, até estufar a pança e me fazer querer abrir o cinto da calça para aliviar a pressão, mas me conteria nesse quesito.

Virar-me-ia para o lado e perceberia os companheiros que me rodeavam. Dirijo-lhes algumas palavras e os mesmo respondem. Perceberia que o rapaz, chamado Cody, era experiente, ao menos mais do que, pois acabou de voltar de uma missão. Repararia em seu aspecto enquanto ele falava, estava cabisbaixo e quando o mesmo fez uma pausa antes de falar o “horrível”, sentiria um quê de sombrio. ~Me pergunto o que o fez ficar cabisbaixo... O que será que está acontecendo fora da ilha?...~

Em seguida, minha atenção foi chamada por um mulher de cabelos loiros. Quando olhei-a, percebi não só em sua voz, mas também em seus olhos, uma chama que parecia queimar tudo em volta. Por um instante senti-me contagiado por aquela energia e ri-me de felicidade por conhecer alguém como ela.

Após todas as perguntas que eu tinha serem respondidas, olharia para os dois marinheiros. Meus olhos correriam de Cody para Teresa, e então voltariam para Cody. Era um pouco cômica aquela mistura de pessoas no mesmo lugar, uma pessoa cabisbaixa emanando escuridão e mistério, enquanto a outra explodia de luz e euforia. ~Esses dois são estranhamente engraçados...~

Antes de levantar, enquanto Cody ainda parecia terminar a sopa dele, falaria para os dois: -Eu já terminei aqui. Se me dão licença... Aliás, logo-logo eu devo fazer minha primeira missão. Vamos juntos? Eu ainda quero dar um tempo e descansar antes de pedir minha missão, mas acho que seria legal fazer a missão com gente legal...-

Após deixar as palavras no ar, levantar-me-ia e seguiria para o corredor em busca de algum marinheiro com jornal. Quando encontrasse, pediria -O senhor poderia me emprestar o jornal depois que você terminar.- Tentaria até que alguém me emprestasse. Quando estivesse com o jornal em mãos, começaria a ler de modo que quem estivesse próximo também pudesse ler. Leria em voz baixa as partes que chamavam a atenção no jornal
-Muitos recrutas em Shells Town... Anões... Tontattas... - Comentaria com quem estivesse próximo a mim, ou comentaria para o ar -Eu tenho que tomar cuidado por onde piso quando andar por aqui para não pisar nessa anã Jinne Belmont.-. Então voltaria a ler.

-Hm... Um grupo de tritões atacou, mas a marinha repeliu o ataque... Pelo visto Jinne também enfrentou esses tritões. Ela pode ser uma anã, no entanto parece ser forte. Aliás, parece que outros recrutas. Alipheese, Lynn, Kariel e Drake lutaram... Alguns invasores perturbaram a paz de Shells Town. Só espero que minha amiga esteja bem.-

Seguindo para a coluna sobre Loguetown, percebo que o destaque da coluna eram as ações de alguns criminosos, e meus olhos se atentariam muito pouco à notícia ou os acontecimentos, pois estariam sendo seduzidos, de algum modo, pelos nomes dos criminosos: Metza Van Hawthorne, Buki Bijin – A louca, Samantha Evergreen, Levi e Lucius Abadeer – Olho esmeralda. Ficaria parado, imaginando como eles deveriam ser e o tipo de crimes que eles haviam cometido. Sem ter a intenção de falar, algumas palavras escorregariam de minha boca, demonstrando um sentimento que talvez nem eu conhecesse, as palavras eram:

-Humpf! Um dia eu vou fazê-los pagar pelos crimes que cometeram...-
Depois, viraria a página para a parte que falava sobre a Grand Line. Se nada me interrompesse, logo leria sobre o incidente em Alabasta e a participação de um grupo chamado “Red Legion”, do qual eu não teria ouvido falar até ler o jornal.

Cansado da leitura, devolveria o jornal para o dono caso ele ainda estivesse perto. Depois seguiria o caminho um pouco perdido, olhando de porta em porta procurando onde eu poderia começar a missão, no entanto quando eu encontrasse o local onde haja recrutas fazendo teste de combate, pararia para assistir. Olharia em volta para ver se Teresa ou Cody estavam por perto e comentaria: -Vamos assistir os testes de combate? Aliás, como foram os seus? O meu foi legal, mas acabou logo quando eu estava começando a gostar da luta. Ver essa gente fazendo teste dá vontade de lutar... - Depois daria uma risada curta e, sorrindo, voltaria os olhos para onde estiver acontecendo o combate. Ficaria assistindo até que alguém me chamasse.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptyQua Maio 16, 2018 1:08 am

Alexandra

A morena seguia com o treinamento solicitado pelo seu instrutor, o loiro robusto acompanhava-a enquanto ela caminhava pelos caminhos do pátio do QG, dessa vez com bastante neve, em direção ao local de treinamento. Apesar da neve, não havia outro lugar para o teste ser realizado. Mesmo com o clima gélido e um pátio vazio, Alexandra optara por seguir em frente com sua ambição de se tornar marinheira.

Começava com o básico, fazendo algumas flexões para preparar seus músculos a sobrecarga que viria com os exercícios a seguir. Após alguns minutos de dor e já com o cansaço pairando sobre seu corpo, a morena havia terminado os exercícios. Como dito anteriormente, o sargento acompanhara a recruta, fazendo algumas anotações na prancheta conforme o tempo ia passando. Ao final, aproximou-se da moça e disse entusiasmado. – Heh, cê passou, parabéns. – Apesar do tom bem-humorado, a recruta continuava com sua típica expressão mal-humorada, o que quebrara um pouco a confiança de Terry. – É.... Pode ir lá falar com ela. – Ele respondia Alexandra, desconcertado.

Alexandra arrumou-se, colocando sua roupa padrão novamente e ia de encontro a Mary. Conforme caminhava, poderia notar um pequeno incômodo em seus músculos, resultado do esforço que fizera, mas nada que viesse atrapalhar em seu teste de combate. – Muito bem, suba as escadas, primeiro andar. Encontrará um senhor de bigode responsável pelo teste. – Se Alexandra acatasse o conselho, encontraria um piso relativamente cheio, não tão lotado quanto o refeitório, mas ainda assim com um punhado de pessoas. Havia um tatame que cobria boa parte do piso e, em cima destes, um senhor de meia-idade, sentando perto de alguns homens com uniformes azuis/brancos. Ao ver a entrada da jovem, o senhor se levantaria para cumprimenta-la. – Olá, Mon Chéri. Teste de combate? Trés Bien, deixe-me pegar as armas. – Ao ouvir as preferências da jovem, o homem voltava, com duas adagas de madeira e uma espada de bamboo, ele entregava as adagas para a jovem e empunhava a espada. – Me desarme e o teste está concluído. – Ele finalizava, com um sorriso provocativo.



Kumadori

O azulado se encontrava em clima de descontração na cantina, a presença de marinheiros tão diferentes que, mesmo assim, uniam-se em prol de um objetivo em comum, seja pela ganha-pão de cada dia, ou por possuir ideais de justiça e segui-los, não importando o que acontecesse. Mas Kumadori não queria ficar ali, por mais agradável que o ambiente estivesse, o jovem queria estar inteirado sobre o que acontecia ao redor dele, não só em Shells Town, mas no mundo. Foi ai que decidiu se despedir da dupla e falar com alguns marinheiros que liam jornal mais ao fundo. – Seu bobinho! São os superiores que escolhem com que fazemos as missões, não a gente. – Antes de sair, Kumadori se despedia, e era rapidamente respondido pela loirinha que sentara ao lado dele.

Ao se aproximar dos marinheiros que liam o jornal, Kumadori pedia permissão para lê-lo também. – Pode ler, já acabamos. Só estávamos discutindo sobre alguns criminosos. – O homem que carregava os papéis respondia e dava o jornal nas mãos do novo recruta, que rapidamente começara a ler. Podia ver casos de diversos criminosos que assombravam o South, East West e North Blues. Haviam até mesmos alguns que se destacavam e cometiam diversos crimes pela lendária Grand Line. Depois de perder alguns minutos com a leitura, Kumadori procurava pelo dono, mas já havia o perdido pela multidão de marinheiros que saíam do refeitório, já com a barriga cheia. Decidira então assistir o teste de combate de outros recrutas. Para sua surpresa, ao chegar no segundo andar, via tanto Cody quanto a garota entusiasmada sentados próximos ao tatame, assistindo uma luta que estava prestes a começar: Uma morena alta que lutaria com o mesmo avaliador de Kumadori. – Lutar? Luto somente quando é necessário... – Teresa estava entretida demais no que estava prestes a começar e só Cody respondia, com seu típico tom melancólico.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptySab Maio 19, 2018 5:33 pm

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


Antes de sair do local onde fizera seu treino físico, percebia que o homem — seu tutor naquele momento — parecia incomodado com a forma como respondera seu entusiasmo ao se dirigir a ele, mas não que isso importasse, apenas soltando um suspiro entediado conforme retornava à secretaria. O pensamento de que talvez fosse grosseira demais lhe ocorreu, mas não se incomodou, nunca havia se incomodado, por que agora iria?. Levou o pensamento para longe quando chegou novamente onde Mary estava e não demorava em que tivesse a localização do último local do teste e conforme seguia para as escadas, tomaria uma longa respiração, sentindo a ansiedade fazer um sorriso formigar em seus lábios. Vamos lá então.

Ao adentrar o recinto, notava com rapidez o chão coberto de tatames e a quantidade de pessoas que inundavam o salão. Talvez não tão cheio quanto o refeitório — não tinha certeza sobre o quão lotado o local havia ficado, mas tinha uma noção — e, pelo vestuário geral, supunha que fossem todos oficiais; olharia ao redor dos presentes ali, apenas a fim de ver melhor quem a assistiria. Um homem, o que parecia o mais velho e batia na descrição que Mary dera, se dirigia a si, falando de um modo engraçado e não demorando a apresenta-la as adagas solicitadas, empunhando por si sua própria arma, e sorriu de uma maneira que fez Alex arquear uma de suas sobrancelhas em questionamento, soltando uma risada nasal com a tentativa de provocação. — Pode deixar, vamos fazer isso rápido — concordava.

Essas adagas são bem leves..., avaliava rapidamente, movendo-a as suas mãos, isso é bom. Sem peso pra atrapalhar muito, concluía dando um sorriso de lado satisfeito. Com a tarefa dada, pararia um segundo para respirar fundo e tomar uma pose mais atenta, olhando a distância em que estivesse do homem, aumentando sua guarda. Se devo desarmá-lo, então o que receberei serão contra-ataques, começaria a pensar, observando bem a postura de seu oponente. Supõe-se, então, que o primeiro movimento seja meu, chegava a conclusão, pronta para adotar uma postura. Manteria a adaga da mão esquerda com a lâmina paralela ao braço enquanto a da mão direita, empunharia normalmente; poria o pé direito à frente e manteria o outro mais afastado, mantendo uma base firme em seus pés e, por fim, deixaria a mão esquerda na altura do peito e a direita na altura dos olhos. Manteria sua atenção focada no oponente, esquecendo que havia uma plateia ali, e analisaria a postura e porte do velho; pensava em usar uma tática simples, mas que esperava ser eficaz. Sua principal vantagem, analisava, eram seus estilos divergentes de combate, e usaria essas diferenças entre os estilos para conseguir concluir sua meta.

Como seu estilo era de uma distância curta e, certamente, bem mais corporal que o do outro, enquanto a dele era mais a média distância e usaria desse fator como vantagem. É só chegar perto, e com esse pensamento, começaria seu primeiro movimento. Utilizando-se de sua facilidade em ganhar velocidade e conseguir fazer os movimentos rápidos em pouco tempo, avançaria categoricamente em sua direção, ganhando a distância entre os corpos; seus movimentos seriam sequenciados e sem pausas entre eles, tornando-os fluídos. Estando a menos de um metro em relação à espada, daria seu primeiro passo para dar início ao movimento, utilizando de seu pé direito e avançando primariamente numa passada larga — mas não o suficiente para ser muito prejudicial à sua base — indo para a direita de seu oponente e, ao mesmo tempo em que movia seu corpo para frente, lançaria a adaga da mão destra na diagonal para baixo, num ângulo para atingir a espada do homem. Sua intenção era desviar a “lâmina” para baixo, então, o movimento seria limpo, preciso e firme, além de persistente ao passo em que utilizaria sua força para que, enquanto prosseguisse com sua invasiva, a espada estivesse apontando para baixo. Quando seu pé direito estivesse firme no chão e sua adaga já estivesse chocada contra a espada adversária, daria mais um passo para frente, pretendendo ficar bem próxima do corpo de seu oponente, e ao mesmo tempo em que movesse seu pé, levantaria sua mão esquerda — em que a lâmina da adaga estava virada em paralelo ao braço — e faria um movimento para baixo, mais veloz, direcionando o ataque à dobra do cotovelo para enfraquecer sua pegada na espada; a esse ponto, estaria com seu corpo de lado em relação ao corpo do homem. Para finalizar, moveria a adaga destra sobre a espada, transferindo a lâmina da parte de cima para a parte de baixo, puxando-a na direção de seu corpo e, por fim, alcançaria a mão do homem com a lâmina e faria um movimento para cima, puxando a adaga com força o suficiente para que fizesse a mão do oponente vacilar, terminando tudo num movimento de pés que a faria ficar de frente para o sujeito, mas logo se afastando seguramente em passos para trás. Se quando estivesse próxima, o homem tomasse à ofensiva, esquivar-se-ia com agachamento, saindo da altura da espada e mudando o lado o qual utilizaria os movimentos, executando-os do lado esquerdo. Se fosse inviável que conseguisse prosseguir os movimentos do lado oposto, apenas utilizaria do agachamento para ir ao lado oposto de onde estivesse e se moveria afastamento.

Sendo a primeira tentativa falha, ajeitaria sua postura e retornaria à frente do homem de maneira concentrada para dar sua próxima investida. Empunhando as duas adagas da maneira padrão, com as pontas para frente, manteria a mesma postura anterior: com as pernas inclinadas e separadas, o pé direito à frente, usaria sua destra com a adaga empunhada na altura de seus olhos enquanto a lâmina da outra era empunhada na altura de seu peito. Estando de sobrancelhas franzidas, concentrada e atenta, avançaria velozmente contra seu oponente assumindo uma ofensiva diferente da anterior; dando o primeiro passo com o pé esquerdo, moveria as lâminas para deixa-las com as bases encostadas, formando um “x”, e ao passo em que se aproximasse do homem, moveria as lâminas juntas para arrastarem-se na parte de baixo da lâmina da espada, empurrando-a para cima para criar uma abertura, e usaria sua velocidade somada a sua força bruta para fazer uma espécie de encontrão, empurrando seu corpo contra o do homem a fim de fazê-lo perder sua base. Durante esse movimento, muito mais bruto que o do primeiro caso, ao conseguir impulsionar a espada para cima, separaria as adagas desfazendo o “x”, fazendo os braços se moverem em arcos para fora, sem seguida, faria um movimento ofensivo, levando a adaga destra em direção à parte perto da axila esquerda do homem num movimento preciso e rápido e, sequencialmente, giraria a adaga canhota para que a lâmina fosse para o lado de trás e, assim, movê-la-ia para que atingisse o braço do velho, finalizando o movimento.

Caso não tivesse sido bem sucedida em suas jogadas e o homem permanecesse armado, ajeitar-se-ia com tranquilidade, voltando à postura inicial para que tornasse a observar melhor o homem, utilizando de um sorriso irônico na face, enquanto pensava em outras maneiras de tentar desarmá-lo.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptyDom Maio 20, 2018 8:12 pm

LUTA CONTRA O SONO
Procrastinador profissional

Ao tentar devolver o jornal, noto que o dono havia desaparecido em meio a onda de pessoas que saía do refeitório. Por isso, me atentaria apenas em enrolar o jornal como um cilindro, depois amassá-lo e guarda-lo no bolso de trás. Depois seguiria adiante até chegar numa sala que era onde os recrutas fazem os testes de combate. Logo repararia que o homem com quem eu havia feito o teste lutava contra uma morena alta. Tentaria reparar nas feições da mesma para ver se a reconhecia de algum lugar.
Sentado próximo a Cody e Teresa, assistiria a luta com um ar descontraído. Quando Cody respondesse, assentiria e deixaria o silêncio penetrar entre nós enquanto assistia os movimentos dos dois lutadores no tatame. Surpreender-me-ia com a capacidade de aceleração da menina que estava no tatame, deixando escapar um “uau” dos lábios. Reconhecia a facilidade que ela tinha de ganhar velocidade tão rapidamente e enxergava na mesma um potencial interessante.
Durante a batalha, tentando evitar que o silêncio se prolongasse por muito tempo, olharia para onde Cody estivesse e diria, tentando não falar muito alto para não atrapalhar aos outros. -Amigo, você disse que acabara de voltar de uma missão. Do que se tratava dessa missão? Li no jornal sobre uma invasão de tritões que foi repelido pela marinha... você estava lá?-
Depois começaria a olhar em volta aguardando a resposta de Cody. Olharia em volta para ver se havia outros recrutas ou outros marinheiros no local e tentaria reparar em seus rostos, quando fosse possível. ~Rostos tão diferentes... me pergunto o que passa por dentro de cada uma dessas pessoas... que tipo de segredos eles têm e guardam para si~ Depois meus olhos se estacionariam por uns segundos em Cody e em Teresa ~A vida de cada um moldou-os dessa forma, é meio entediante não lembrar da minha vida direito, pois em momentos como esse eu não tenho em nada no que pensar, a não ser pensar em que não tenho nada pra pensar.~
Depois voltaria a olhar para o tatame para me entreter com luta sentindo as pálpebras ficando um pouco pesadas. Tentaria evitar da melhor forma possível aquele sono que sentimos depois de comer olhando para a luta. Beliscaria meu braço, levantar-me-ia e me esticaria, depois voltaria a sentar.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptySex Maio 25, 2018 9:35 pm

Alexandra e Kumadori


Antes que pudessem perceber, o pequeno centro de treinamento lotava-se com marinheiros, recrutas e outros funcionários do QG. Depois da farta refeição que tiveram não havia muito para o que fazer, assistir a luta da novata parecia ser o passatempo de todos que estavam ali. Alexandra tirava suas próprias conclusões da situação, uma ofensiva rápida que não permitisse que o bigodudo criasse espaço. Sem mais delongas, a morena partia em alta velocidade contra seu oponente, este por sua vez continuava com seu sorriso cínico nos lábios, vendo a ambição nos olhos da sua oponente e, em simultâneo, corria com sua espada paralela ao corpo, em direção a adversária. Quando chegou a distância que planejara, Alexandra tentou atacar o homem que, reagindo ao ataque, estocava a garota em sua barriga. Por sorte ou planejamento, a morena conseguira desviar jogando-se para a direita, em conjunto com seu movimento ela acertava a lâmina da espada, empurrando-a para baixo. O marinheiro olhava para a situação incrédulo. Foi então que a ofensiva continuou, um ataque que, se tivesse atingido, poderia ter encerrado a luta por ali, mas não foi o que aconteceu. Ao tentar atingir o cotovelo do homem, ele rapidamente jogava-se para trás em um jogo de pernas impressionante de tão rápido, criando espaço que a recruta tanto temia.

- Merci, se tivesse me acertado aquela hora, e não a espada, esse teste teria acabado. – Ajeitando a postura, o homem entrava em posição de guarda. A plateia ao redor vibrava com a resposta do homem. – Arrebenta com ela, vovô! – uma das recrutas que estava ali, de cabelos loiros, parecia se entusiasmar mais que os demais. Seu comentário fora de ora quebrava um pouco a concentração do bigodudo e arrancava algumas risadas daqueles que estavam assistindo tudo. Alexandra não se dava por vencida e tentava outra ofensiva, dessa vez lutando de um jeito diferente com suas adagas. Novamente ela corria em disparada contra o oponente, que dessa vez permanecia parado, observando os movimentos da adversária. Quando Alexandra deu de encontro com o homem, um grande choque aconteceu e, junto com ele, o ataque da morena. Com um “x”, ela empurrara o homem e fizera sua defesa quebrar, tentando conter o impacto, ele pisava com força contra o solo, mas sem sucesso. Como resultado, sua espada saíra voando no ar. A plateia reagira de imediato, soltando um uníssono UAU quando viu a situação que o avaliador se encontrara. Dando seu jeito, o homem conseguia se afastar da morena e agarrar a espada no ar, antes que ela caísse de encontro ao chão. Alexandra ainda tentara outro ataque, mas o homem foi rápido o suficiente para se afastar, acertando de raspão. Ele ainda tentou um rápido contra-ataque, movendo a espada da esquerda para a direita na horizontal, a morena se agachava a tempo, fazendo o golpe acertar poucos fios de seu cabelo.

- Nada mal, Mon Cheri. Mas eu ainda vejo a espada em minhas mãos. – O bigodudo acariciava o bigode, enquanto esperava uma resposta da morena. Enquanto a batalha entrava em seu ápice, uma silhueta adentrava na sala. Seus passos de salto alto quebravam o silêncio que ecoava na sala. – Soldados que se inscreveram hoje, apresentem-se no pátio, por favor. - Era uma figura já conhecida de todos ali, senhorita Mary, que começou a pronunciar alguns nomes em sua lista. – HOI, ela chamou a gente, vamos!- A garota que acompanhava Kumadori puxou-o pelo braço, levando até o andar de baixo. Mais alguns soldados saíam da sala conforme eram chamados pela funcionária.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 5 EmptySab Maio 26, 2018 8:50 pm

MOVIMENTO NO PÁTIO
O recruta se prepara

Assistia atentamente a luta, de modo que nem percebi que Cody não havia respondido minha pergunta. Depois de algum tempo olhando os movimentos, por mais interessante que fosse, meus olhões fecharam-se e deslizei num abismo que se abriu abaixo de mim.
“Olhava para todos os lados em busca do que me segurar, a sensação de estar caindo era presente, no entanto, o ar não se movia ao meu redor. Levanto os olhos e percebo que meus cabelos dançavam suavemente ao redor de minha cabeça. O 'céu' estava escuro, exceto por uma grande bola branca e turva que estava acima de mim, da qual dela saíam feixes de luz que cortavam o ambiente ao meu redor como uma floresta de árvores fantasmas. Sem que eu notasse, a sensação de queda havia desaparecido. Tentei andar, mas não havia chão abaixo de mim. Movi os braços para frente e para trás nadando por aquela floresta de luz.
Nadei até chegar no limite numa floresta de pinheiros. Coloquei a mão esquerda no troco mais próximo e o usei como base para dar um impulso para frente. Entre as árvores era escuro e os feixes de luz eram raros. Um ou outro feixe atravessava a copa e fazia sei caminho através do infinito que se estendia abaixo de mim. Continuei nadando até chegar à um clareira de luz abundante. Soltei uma exclamação inaudível. Usei um tronco para dar um novo impulso para frente em direção à clareira. No centro da clareira havia uma pedra chata flutuando e sobre ela um pequeno baú.
Parei em frente à pedra, nadei em volta dela atento até voltar à sua frente. Ousei me adiantar-me na direção dela. Toque sua fechadura e notei que já estava aberta, comecei a levantar a tampa, no entanto a floresta de pinheiros começou a se agitar. Logo corri para ver logo o que havia dentro do baú, mas não consegui. Uma voz conhecida soou no ar à minha volta e logo uma corrente me empurrou para trás. A voz dizia: 'HOI, ela chamou a gente, vamos. ‘“.
Quando fui arrastado, acordei subitamente sem saber bem o que estava acontecendo. Daria um último vislumbre na sala e repararia na luta que estava assistindo. Depois deixar-me-ia ser arrastado por Teresa até o primeiro andar, andando ao lado dela meio sonolento. Passaria pela Srta. Mary lançando um sorriso simpático para cumprimenta-la.
Depois de sair da sala, diria no meio do caminho:
-Aaaaah Teresa-kun, acordou-me de um belo sonho. Pergunto-me o que havia naquele baú que eu vi.-
Depois ficaria em silêncio, absorvendo-me em pensamentos, relembrando o sonho que havia acabado de ter. Quando chegasse ao pátio, iria para a formação, tomando cuidado para manter-me ao lado de Teresa. Quando enfim estivéssemos parados, virar-me-ia discretamente para Teresa e diria baixo, mas de forma clara para que ela me entendesse.
- Eu estava dormindo quando você começou a me puxar. Vamos, me diga, por que me arrastastes até aqui? -
Dito isto, olharia em volta, atento a qualquer som, ordem ou pergunta. Provavelmente as pessoas estariam em algum tipo de formação, então tentaria imitá-los. Se não estivessem em formação alguma, ficaria parado em pose de sentido aguardando para saber o que aconteceria depois dali.

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