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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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Saffy
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptyDom 01 Abr 2018, 18:12

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


Podia descrever como alívio o sentimento que lhe atingiu a princípio, quando apenas pôde entrar no quartel e encontrou alguém que pudesse ajuda-la. Mesmo que ainda pudesse sentir as dores em pontos específicos pelo corpo, como Dimitri não falara nada supunha que logo estaria perfeitamente bem, então não via mal algum em estar naquela condição de estar prestes a formalizar e tornar mais concreto seu desejo de se tornar uma marinheira. Mesmo que ocasionais suspiros lhe escapassem quando um movimento provocava a dor em sua costela, sabia que aquilo poderia parar de doer logo, mas a mancha provavelmente perduraria ainda por mais tempo, considerando seu tom de pele muito claro. Qualquer coisa formava uma mancha. Não vai dar pra esconder essa mão enfaixada... Só posso seguir adiante e não forçar.

Afastou os pensamentos ao ouvir o homem que a cumprimentara, e apenas dava um aceno em concordância, dizendo: — Obrigada, irei até lá. — Seguindo as instruções, andaria com os mesmos passos tranquilos, com a mesma expressão fechada, não se importando com a repentina companhia, não fazendo diferença para ela. — Não sei quem é esse sujeito, só sei que decidiu beber demais e causar confusão numa taberna não muito longe. — Era tudo o que diria a princípio, mantendo-se quieta durante o caminho que seguia com o homem, mas podendo vir a responder caso ouvisse algum comentário ou questionamentos. Mantendo-se séria, com sua carranca usual, observaria a parte interior do quartel com curiosidade, procurando guardar detalhes de corredores, a transição dos oficiais e civis, tentando compreender se havia rotina, mecanismos e se os oficiais e soldados seguiam padrões ali dentro; grande parte de sua introspecção para ser atenta àquilo era por, daquele dia em diante, faria parte daquilo, então tentava ver como as coisas funcionavam para desde já, começar a se acostumar.

Quando chegassem até a secretária, supunha que o homem tomaria a frente para informar a situação, mas não se importaria e apenas largaria o prisioneiro no chão, soltando um suspiro aborrecido por se lembrar da confusão que ele causara tão cedo naquela manhã. — Bom dia... Eu acho. Sou Alexandra Montecristo, vim aqui me alistar e entregar esse homem. Não sei quem é, mas ele começou uma confusão depois de beber muito, se tornou ameaçador e o enfrentei. Está nocauteado. O que preciso fazer para me alistar? — daria as informações direta e objetivamente, com sua voz dura e as sobrancelhas franzidas, dando pouca abertura para outras falas até que estivesse concluída. Esperaria outros pronunciamentos para saber o que fazer a seguir, apenas se adiantando em assinar caso fosse necessário e se dirigir aonde lhe indicassem, aguardando para saber o que mais deveria dizer ou fazer em seguida.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptyQua 04 Abr 2018, 19:35

Kumadori


Terminado o teste, Kumadori seguia seu rumo em direção a saída do dojo. Ao visualizar a fila dos aprovados, poderia notar que haviam poucas pessoas, no máximo cinco que, se fossem comparadas com aquelas que haviam feito o teste até agora, era um número irrisório. O aspirante a marinheiro soltava uma frase simpática aos colegas, alguns assentiam com a cabeça, outros não conseguiam reagir a tempo e alguns que não esboçavam reação alguma, olhando com desdém para o garoto de madeixas azuis.

Mesmo suado e cansado, Kumadori vestia o casaco novamente e dirigia-se a recepção. Encontrara Mary, atendendo 3 jovens que pareciam também falar sobre alistamento. Assim que a conversa se encerrou, Mary atendou o jovem. – Hmm, vejo que passou no teste, certo? – Ela analisava o corpo do jovem com o olhar, prestando atenção aos respingos de suor que o recobriam e, mesmo assim, insistia em vestir o casaco. – Você é carpinteiro? Temos um sargento no pátio que pode precisar de sua ajuda. O nome dele é Leonard, um rapaz loiro, musculoso e alto. Você o encontrará facilmente. – Apesar de já ter passado pelo local, Mary apontava o local para Kumadori de novo, e em seguida voltou a mexer com uma papelada que havia no balcão.

Seguindo o caminho indicado, o jovem conseguiria achar o marinheiro sem dificuldades, pelo seu tamanho avantajado e que se destacava em relação aos outros marinheiros. – O que cê tá procurando por aqui, meu bom? Não tem roupa de marinheiro, seja breve, tenho que terminar uns móveis pra ontem. – O homem parecia ocupado, haviam algumas pilhas de madeiras cortadas ao seu lado e, aonde ele estava, havia um balcão com uma serra, um martelo e outros equipamentos de carpintaria sobre a mesa. - Cê vai me ajudar com as cadeiras rapaz, ou vai ficar ai com cara de paisagem? – Esperando alguma reação do garoto, Leonard soltava um comentário provocatório, para logo em seguida voltar a martelar uma tábua de madeira qualquer.




Montecristo


A garota mal-humorada não ficava para trás e também dava seus passos, ainda que lentos, em direção ao seu objetivo inicial. Mesmo com a companhia do corpulento marinheiro, Alexandra continuava indiferente e arrastava o beberrão como um objeto qualquer no chão, até adentrar na torre principal do Quartel-General. O marinheiro abria a porta para a morena, que seguia até a recepção aonde encontrava uma senhora, já de meia-idade, porém surpreendentemente bela, organizando alguns documentos, que se espantava ao ver o homem caído ao chão. – E-Entendo, não temos nenhum registro dele por aqui. – Ela respondia Alexandra, remexendo-se na cadeira e tentando enxergar o homem sem sair de seu assento. – Bom, não podemos te creditar nenhuma recompensa pela sua captura, já que ele não era um procurado, porém, pelo o que vejo, seu confronto com ele te deu alguns arranhões... Se precisar, temos uma ala médica aqui. – A mulher notava a respiração alterada da jovem. – Para se alistar, basta fazer três testes, o de combate, um de aptidão física e outro exercendo seu ofício no quartel-general... Ou auxiliando em alguma tarefa. O teste de combate é realizado no piso acima, o teste de condicionamento físico é realizado no pátio do lado de fora e o último depende das suas qualificações profissionais – Ela finalizava, gesticulando para o marinheiro que acompanhava Alexandra com um olhar de desprezo em seu semblante

Entendido o recado, ele colocou o homem desmaiado em seus ombros e saiu do local. – Mais um encrenqueiro, e caramba, esse é pesado... – O homem saia murmurando alguns palavrões por ter de carregar o grandalhão. Cabia a jovem mau-humorada decidir qual teste faria primeiro.
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptyDom 08 Abr 2018, 12:53

PROFISSÃO CARPINTEIRO

Após falar com a Srta. Mary agradeceria com um sorriso e sairia para o pátio. Andaria sem um rumo específico esperando encontrar com facilidade o sargento. Em um momento, meu olhar se elevaria por sobre a neve contemplando as pessoas que ali estão e a construção do quartel. Naquele momento a neve se transformou em areia, as construções de pedra do quartel se transformariam em cabanas de madeira e coqueiros espalhados pela praia. Um homem de cabelo azul estava sentado em uma cadeira reclinada e uma mulher alta e loira estava ali também.

Hesitaria uns instantes, mas então, daria o primeiro passo em direção à praia, e perceberia que era apenas um flash, mais uma lembrança solta de um passado que não conseguia me lembrar com muita clareza. Dando um suspiro, que deixava clara minha frustração, caminho na direção da pessoa loira e grande que eu conseguia ver com facilidade.

Aproximar-me-ia cautelosamente do homem que suspeitaria ser o sargento. Ao chegar a uma distância razoável, diria:

-Sa-... Sargento Leonard?! ...-

– O que cê tá procurando por aqui, meu bom? Não tem roupa de marinheiro, seja breve, tenho que terminar uns móveis pra ontem. –

-Hm! Certo! Eu sou um carpinteiro e me alistei hoje. A Srta. Mary disse que eu deveria vir aqui e fazer um teste com o senhor. - Após dizer, ficaria olhando para o homem aguardando até que ele, visivelmente ocupado com o que fazia naquele momento, diz:

- ´Cê vai me ajudar com as cadeiras rapaz, ou vai ficar ai com cara de paisagem? –

- Ah! Claro, deixe comigo. Cadeiras, certo? Vou começar pelo Encosto, depois faço o assento e no final juntarei as partes. Você tem algum desenho técnico ou devo seguir os modelos prontos?-

Caso haja um desenho, pegaria o desenho, o estudaria por uns segundos e então começaria a trabalhar com o desenho me dando suporte. Caso contrário, olharei os modelos prontos e me espelharia neles. Iria para a mesa de trabalho e começaria:

Pegaria um par de pés traseiros e o encosto. Em seguida, procuraria um lápis e uma régua para começar a fazer marcações. Faria círculos pequenos nos locais onde eu deveria furar. Procuraria uma furadeira manual e caso achasse faria os furos nos locais marcados.

Pegaria um pouco de cola de madeira para a finalização. Passaria a cola em um lado dos pinos de madeira (que são usados no lugar de pregos). Usaria um martelo comum para “pregar” os pinos no encosto (nos furos já feitos) tomando cuidado para deixar metade do pino para fora. For fim, passaria cola em volta das partes expostas dos pinos e encaixaria nos pés traseiros da cadeira. Usaria um martelo de borracha para bater nos pés da cadeira, de modo que ajudasse a fixar as partes com firmeza sem deixar a madeira marcada.

Ao terminar o primeiro Encosto, colocá-lo-ia ao lado do balcão para deixar a cola secar. Olharia em volta para pegar na pilha de madeiras cortadas as próximas partes da cadeira: o par de pernas dianteiras, o assento e a tábua que usaria para reforço. Quando chegasse ao lado da pilha de madeira, usaria uma fita para pegar madeiras que fizessem parte do conjunto da cadeira. Se não encontrasse, pegaria pedaços de madeira que fossem de tamanhos próximos aos que eu queria, pois poderia cortar um pouco. Porém, antes de dar continuidade ao trabalho, pararia ao lado da bancada do sargento e diria:

-Chefe, me permite-me uma pergunta? - e antes que ele pudesse responder, continuaria: - Você também trabalha com navios?- Depois de perguntar, começaria a andar para bancada em que estava trabalhando, olhando para o sargento esperando a reposta.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptyDom 15 Abr 2018, 15:22

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Irmandade
"Proteja a irmandade e a união como a coisa mais preciosa" - Josip Broz Tito


Quando, enfim, livrou-se do peso do homem, não podia deixar de soltar uma lufada de ar por sentir-se mais leve — mesmo que, por sua expressão e seu jeito desdenhoso, não deixasse transparecer. Ainda podia sentir as sequelas da batalha e o peso de estar acordada desde cedo começarem a lhe incomodar, mas apenas passaria a mão pelo cabelo e sobrancelhas, ajeitando-as, forçando-se a ignorar aqueles incômodos. Ouvindo as palavras da senhora recepcionista, deixava-se concentrar nas instruções e seus informes, mantendo uma expressão imparcial para não ser de tamanha grosseria com esta. — Não será necessário, já fui tratada antes de vir para cá — declinava, logo, a sugestão de ir à enfermaria do quartel. Apesar de achar que poderia ir para lá, ser tratada por médicos reais, não julgava seus ferimentos necessários de tamanha atenção, principalmente porque Dimitri fez seu trabalho ao limpar e aplicar medicações e curativos. Me pergunto se um dia nos encontraremos novamente, quem sabe na Marinha...

— Preferiria iniciar pelas minhas aptidões profissionais... Apesar de não ser totalmente formada no ofício, sou cozinheira quase completa. Se puder me orientar para a cozinha, acredito que seria de bom tamanho para testar minhas habilidades, entretanto, se for necessária uma qualificação completa de ofício, peço que apenas me oriente para onde devo seguir, senhora. — O pedido soaria formal e direto, e ajeitaria sua postura mantendo os ombros eretos e as costas retas, jogando os braços para trás de si e cruzando as mãos atrás das costas, mantendo a pose para a senhora. Aguardaria as instruções para que pudesse seguir adiante de suas ações, e ouviria com atenção: — Obrigada, seguirei assim então. Com licença — diria quando lhe fosse orientado uma direção.

Andaria em passos tranquilos e determinados, seguindo atentamente as orientações que lhe fossem dadas até o local onde deveria se apresentar. Caso alguém fosse selecionado para orientá-la, apenas acenaria e seguiria ao seu lado, apenas ouvindo caso este falasse algo, mas seguindo direta para seus objetivos. Quando alcançasse o local indicado, bateria na porta e entraria, não entrando muito e observando o lugar rapidamente antes de pigarrear e falar com a primeira pessoa que lhe aparecesse: — Olá, estou aqui para cumprir o teste de aptidão profissional. O que devo fazer e para quem devo me apresentar? — indagaria em seu tom rude, sendo direta e ignorando formalidades iniciais, apenas aguardando seus próximos passos.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptyQua 18 Abr 2018, 18:03

Kumadori


O jovem Kumadori seguia as instruções do carpinteiro e dava início a montagem da mobília de madeira. Leonard não respondia o jovem, porém gesticulava com uma das mãos livres o local em que estavam os desenhos dos móveis. Após analisa-los durante alguns segundos, Kumadori conseguia executar o serviço solicitado pelo sargento com pouca dificuldade, terminando praticamente ao mesmo tempo que seu superior.

- Ce é bom em rapaz! Preciso que faça uma mesa pra mim, não tem desenho, mas cê consegue dar um jeito, certo? -  Ele virava para o jovem Kumadori, entregando um martelo de ferro em suas mãos enquanto repousava a outra em seu ombro, num tom amigável. – Navios? Faz tempo que eu não faço... Com essa nevasca aqui então.... Mas, antes de eu virar marinheiro, eu participei na construção de um, sim... – O homem fitou o céu por um instante, levando a mão que estava sobre o ombro de Kumadori ao queixo. – Mas isso fica pra depois rapaz, termina essa mesa ai, anda! Depois pode voltar lá pra dentro e continuar suas tarefas. – Ele completava, dando de costas ao jovem Kumadori e começando a caminhar por volta do QG.


Montecristo



- Quase.. Completa? – A secretária escutava a jovem Montecristo com atenção, mas assim que aquelas palavras saíram-lhe da boca, ela fitava a jovem com uma expressão um pouco desanimada. – Bom, você tentar ajudar nosso chefe da cozinha, Marcus, ou pode ajudar o QG de uma forma menos... específica. Fica a seu critério decidir, se acha que é boa na cozinha, saía na mesma porta que entrou, vire a direita e siga reto. Encontrará uma porta que leva aos fundos da cozinha, apenas avise o cozinheiro e estará tudo certo. – A senhorita pausou, tossiu brevemente e continuou. – Ou pode seguir a minha direita e dirigir-se para o vestuário, tem alguns aspirantes que estão limpando o QG. – Ela voltava sua atenção aos papéis em cima do balcão, deixando Alexandra responsável pelo que viria a seguir.

Mesmo não sendo uma cozinheira de fato, arriscaria a morena tentar a sorte ajudando o chefe do QG, ou realizaria a tarefa junto a outros recrutas? Talvez as dores que sentia ajudassem-na a escolher.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptySab 21 Abr 2018, 20:16

PROFISSÃO CARPINTEIRO 2

Quando fez a pergunta ao sargento, percebeu que o mesmo olhou para o céu com um tom de quem lembrava de algo. Uma boa memória? Quem saberia dizer além do próprio Sgt. Leonard? Seguraria com firmeza o martelo que o mesmo entregara a mim. A única coisa que pude fazer foi observá-lo sentindo uma energia encorajadora emanando dele.

“Por um instante, os cabelos de Leonard se alongaram e seu rosto afinou. Sua voz tornara-se doce e encantadora, quando ele disse: 'Depois pode voltar lá pra dentro e continuar suas tarefas'. Senti-me embalado por uma sensação nostálgica da qual não me recordava por completo. A mulher, que antes era Leonard, agora dava as costas e se afastava. Tento falar, porém é como se as palavras estivessem presas num lugar em que eu não podia as alcançar.”

Olho para baixo e vejo o martelo em minha mão. Ergo novamente a cabeça e lembraria que deveria trabalhar na mesa para terminar. ~Apesar de não saber do que se trata essa memória, o sentimento é bom... Não consigo saber quem é esta mulher que me aparece, mas sinto por ela algo que eu não sei descrever.~ Meus dedos se apertariam mais ainda em volta do cabo do martelo. Tão forte quanto o aperto surgiria repentinamente e traria ao meu peito uma dor aguda. ~Uma das piores coisas do mundo é ter a própria memória negada. Viver sem ter lembranças viver sem ter motivo para seguir em frente... sem ter um porquê pelo qual lutar.~

Olhando em volta, procuraria o material que precisaria para fazer a mesa. Mesas básicas são mais fáceis que cadeiras e eu poderia fazer sem gastar muito material e sem muito esforço. Porém, as mesas podem ser muito mais ricas e complexas quando dada atenção a elas. Prezaria por fazer algo simples e sem chance de erro, já que queria passar.

Respirando fundo por alguns segundos, tentaria afastar os pensamentos anteriores. ~Eu preciso deixar esse pensamento negativo de lado e focar no futuro. Eu não se lembrar de muita coisa do meu passado, no entanto, se eu sair pelo mundo, poderei juntas as peças do quebra cabeça da minha mente e assim, quem sabe, lembrar sobre de onde eu vim.~

Começaria medindo oito pedaços de tábuas que seriam os pés da mesa para ver se estavam do mesmo tamanho. Se estivessem com tamanhos diferentes cortaria e lixaria para que todos ficassem de tamanhos iguais, sem pressa para que o resultado fosse certeiro. Em seguida, separaria quatro pedaços de madeira iguais, medindo 1 metro e espessura de 4 cm cada, e com uma serra cortaria suas pontas em ângulos de 45º - Assim os quatro pedaços, colocados um encostado aos outros, formariam um perímetro quadrado com a área de 1 metro. Após isso, usaria cola onde as madeiras se encontravam e pregos para garantir que ficariam juntos.
Quando a peça, que se assemelharia a uma moldura, estivesse pronta, pegaria as oito tábuas que havia separado, medido e alinhado. Primeiro pegaria duas tábuas. Passaria cola na lateral de uma delas e colaria na outra formando um “L” e depois usaria dois pregos, em distâncias iguais entre si e as pontas para garantir que o “L” não se desfizesse. Repetiria o processo com as outras seis tábuas até que eu obtivesse quatro “L's” com 1,1 m de comprimento.

Quando terminasse os pés, colocar-vos-ia naquela moldura que antes eu havia preparado. Esta parte era relativamente fácil. Passaria cola e sobreporia os “L's” nas arestas como se encaixasse duas peças de Tetris. Depois martelaria dois pregos, um em cada lado para garantir que a madeira se manteria fixa no lugar. Tomaria cuidado para fazer com que os pés se encaixassem de modo que, quando colocasse aquele “esqueleto de mesa” em pé, não haveria saliências de cola ou de um pé mal posicionado.

Porém, antes de colocar a mesa de pé pegaria um pedaço de madeira da mesma espessura do material que usei para fazer a moldura e o cortaria com 1,5 m de comprimento. Levá-lo-ia para a moldura e o colocaria na diagonal sobre a mesa, indo de uma ponta a outra da mesa sem dificuldade. Com um lápis, marcaria o tamanho ideal para que aquela madeira fosse de uma ponta à outra e cortaria dois pedaços com o tamanho que eu marquei. Estes dois pedaços, eu cortaria as pontas em ângulos agudos, formando pontas que se encaixariam nas arestas da moldura por dentro dela. Além disso, faria um pequeno corte no meio das duas madeiras para encaixar uma na outra em forma de “X”. Depois disso, usaria a cola para prender o “X” de madeira no centro da moldura. Esse X serviria para distribuir o peso dos itens sobre a mesa para a base.

Para finalizar, procuraria materiais para fazer o tampo da mesa, que seria o local onde as pessoas colocariam suas coisas. Naquela situação, seria melhor utilizar uma única e grande folha de madeira, com 1,5 cm de espessura, porém, se eu não encontrasse, poderia usar várias tábuas ou fitas de madeira da mesma espessura. Quando encontrasse o material, cortá-lo-ia de modo que o todo formasse um grande quadrado com lados iguais a 1,2 metros. Pegaria quatro pregos sem cabeça para fixar o tampo à base. Cada prego deveria fica a 12 centímetro lateral próxima de modo que quando finalizasse, os pregos ficariam presos à base da mesa –esqueleto da mesa – sem comprometer a madeira. Centralizaria o tampo sobre a mesa de modo que não ficasse maior de um lado e terminaria de pregar de modo que a mesa ficasse pronta.

Por causa do frio da região, sentiria as gotas de suor congelando sobre meu rosto. Ofegante, jogaria fumaças de ar quente no ar a minha frente. - Pelo visto eu terminei por aqui. Acho que já posso entrar- Veria se o sgt Leonard estava próximo para apresentar meu trabalho, porém, lembraria que ele havia ido embora antes de eu começar, então simplesmente seguiria para o ponto inicial, onde eu procuraria a Srta. Mary para iniciar a ultima etapa do alistamento.

Entraria na recepção onde anteriormente havia me encontrado com a Srta. Mary e iria para perto de quem estivesse recepcionando.

-Oooopa. Terminei a segunda etapa do alistamento. Vou para a terceira ou posso começar a usar a roupa da marinha? - finalizaria com um sorriso brincalhão no rosto.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptySeg 23 Abr 2018, 11:35

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Ao notar o aparente desânimo sobre a expressão da mulher a sua frente, via que sua afirmativa parecia a ter deixado com menos expectativas sobre si mesma, mas não deixava-se abalar por aqui. Não menti, não deveria ser tão inesperado, pensou indiferente, mantendo-se com sua expressão imparcial.

— Obrigada, seguirei assim então. Com licença — diria assim que lhe fosse orientada a direção da cozinha. A dor já passou quase completamente, mas não vai funcionar ficar limpando um vestiário.

Andaria em passos tranquilos e determinados, seguindo atentamente as orientações que lhe foram dadas até a cozinha para se apresentar, prestando atenção nas pessoas ao seu redor e procurando pelas singularidades que pudesse encontrar entre os soldados e oficiais. Uma cozinha militar também deve ser bem movimentada, mas com certeza me exigirá menos que fazer serviço de limpeza, pensava pelo caminho. Quando alcançasse o local indicado, bateria na porta e entraria, ficando à porta e observando o lugar rapidamente antes de pigarrear e falar com a primeira pessoa que lhe aparecesse: — Olá, estou aqui para cumprir o teste de aptidão profissional. O que devo fazer e para quem devo me apresentar? — indagaria em seu tom rude, sendo direta e ignorando formalidades iniciais, apenas aguardando seus próximos passos. Se lhe fosse indicado outra pessoa, como o chefe de cozinha, dirigiria-se a este e se apresentaria, de forma que não atrapalhasse sua movimentação.

— Senhor, estou aqui pelo recrutamento. O que devo fazer adiante? — indagaria, mantendo sua postura. Caso lhe fosse dada alguma ordem, como colocar vestes mais adequadas, seguiria sem pestanejar, aproveitando para prender os cabelos em um coque firme no alto da cabeça. Aguardaria novas ordens para que pudesse seguir, mantendo a postura séria e expressão fechada.

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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptySex 27 Abr 2018, 23:11

Alexandra e Kumadori


Kumadori finalizava, finalmente, o trabalho pedido pelo sargento. Pelo esforço colocado, a última mobília saía com um visual mais pomposo que a outra, mesmo que tenha sido feita em tão pouco tempo. Com Leonard fora de vista, o jovem seguiu o caminho de volta, acreditando que o sargento, ocupado no momento em que finalizou seu trabalho, veria a cadeira depois. [color:419c=-yellow]– Já acabou? – A secretária mostrava-se surpresa com o tempo que o jovem levara para passar para o próximo teste. – Bem, agora falta o teste de aptidão física, Leonard será o encarregado por ele também. – Nesse momento, Mary abria uma das várias gavetas que haviam a sua frente, puxou um documento e entregou ao aspirante a marinheiro. – Nessa lista contará uma série de exercícios que você deverá realizar na frente do avaliador. Entregue essa lista para Leonard. – Ela encerrava, despedindo-se do jovem com um pequeno aceno.

Assim que Kumadori voltasse ao campo, poderia notar que Leonard passou aquele pequeno intervalo de tempo organizando uma série de pessoas em algum tipo de atividade física. – SEUS MARICAS! SE PREPAREM QUE EU FAREI VOCÊS SE CANSAREM! VÃO FAZER EXERCÍCIOS ATÉ VIRAREM PÓ DE RABIOLA NYENEYAENYHN – O marinheiro terminava de amedrontar os homens, que possuíam, no geral, uma aparência jovial. Deduzia-se que eram futuros marinheiros também. Ao avistar Kumadori, Leonard se aproximaria dele – Rapaz! Aquelas cadeiras que você fez... Ficaram excelentes! E esse papel na tua mão ai, é da Mary num é? – Ele tomaria-o das mãos de Kumadori. – Se junta com esses frangos, o teste de aptidão física tá prestes a começar! – Com entusiasmo, ele voltava a sua posição original, de frente a grupo de homens. – VAMOS COMEÇAR! 5 VOLTAS NO QG, 50 FLEXÕES, 50 AGACHAMENTOS E 50 ABDOMINAIS, A-G-O-R-A! – O brutamontes bradava a última palavra com tanta força que alguns dos companheiros de Kumadori caíram no chão.

Enquanto isso, do outro lado do QG, era a vez de Alexandra prosseguir com suas avaliações. Levemente ressentida pela reação da secretária, seguia em direção do caminho que julgava melhor. Apesar de não ser uma expert em culinária, confiava em suas habilidades, se julgando capaz de pelo menos passar no teste da marinha. Encaminhou-se com rapidez até o local e, durante o trajeto, esbarrou com um garoto de madeixas azuis, perguntou-lhe o caminho da cozinha mas ele não soube responder, seja por realmente não saber aonde estava o local ou por falta de reação. Um marinheiro que ouvira a pergunta da jovem enquanto passava pelo local gesticulava o caminho, soltando uma leve risadinha ao ver a cara de paisagem do garoto.

Seguindo as instruções, Alexandra encontrara uma porta entreaberta, aonde podia-se ouvir o barulho de panelas, frituras, acompanhado de uma espessa nuvem de fumaça que dava seu jeito de escapulir do local. Procurando por aquele que fosse mais sensato, encontrava um cozinheiro de estatura pequena e com uma longa barbicha percorrendo sua face. – Teste de aptidão? Pois bem! Me prepara uma sopa de legumes, pra ontem! Temos vários soldados com fome, e esse tempo frio só piora a situação. – O anão percorria a pequena cozinha, pegando alguns ingredientes e voltando para a frente de Alexandra, depositando-os numa mesa ao lado, haviam cebolas, tomates, cenouras entre outras leguminosas. – Creio que saiba fazer uma sopa, não? Faça algo que dê forças aos pobres coitados que vão comer aqui! - Com um tom melodramático, o homem terminava de falar e voltava suas atenções para a cozinha.


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptyDom 29 Abr 2018, 01:07

ALISTAMENTO COMPLETO?
Ironia do destino

Encarando a Srta. Mary com um sorriso, responderia à pergunta - Sim. Terminei. - Em seguida, pegaria a lista de exercícios e, sem mais demoras, seguiria meu caminho, despedindo-me com um simples aceno com a cabeça.

Sairia mantendo o sorriso, pois estava prestes a terminar o teste para o alistamento. Ao notar Leonard, aproximar-me-ia do mesmo estendendo a mão com a lista.  -Sgt. Leonard, a Srta. Mary pediu para entregar-te isto.- E então, quando o sargento ordenasse, apressar-me-ia para perto das outras pessoas para o teste de aptidão física.

O pouco tempo que conhecia Leonard fazia-me criar certa afeição pelo mesmo. Quando por fim Leonard manda-nos começar os exercícios com um poderoso grito, enquanto alguns caíam no chão, responderia com um rugido Logo me apressando em iniciar as cinco voltas corridas que deveria dar no QG -YEEEEAAAH-

Ao começar, apenas andaria e, para ditar o ritmo dos meus passos, começaria a cantar, começando de modo tão lento quanto meus passos:


Nós embarcamos no navio mais ansiosamente
Harruu, Harruu
Beber e festejar alegremente
Harruu, Harruu
Pois todos sabíamos onde o navio estava, navegando em busca de ouro e de volta.
Nós éramos mais como um canil de cães do que homens.
Johnny eu mal conhecia você
”.


Então começaria a acelerar o ritmo até que meus passos se transformariam em passos rápidos de corrida. Assim como aumentava minha velocidade, cantaria mais rápido e sem notar, cantaria também mais alto; tomaria para não correr rápido demais e ficar sem ar por cantar e correr.


“Quando choveu na nossa primeira noite no mar
Harruu, Harruu
Envergonhamos um Yonkou
Harruu, Harruu
Ali, o navegador chorou, nosso galeão bateu no navio do imperador
E nossa sede de sangue coincidiu
Johnny eu mal conhecia você”.


Enquanto corria, acabo por esbarrar sem querer em alguém e viro o rosto sem desacelerar para tentar ver quem era. No entanto, no lugar de pedir desculpas, sorriria e cantaria mais alto para a pessoa o próximo trecho, depois, sem prestar muita atenção na pessoa em quem esbarrei, voltaria a prestar atenção no caminho e continuaria correndo em ritmo moderado.


Com suas armas e rum, e rum e armas
Harruu, Harruu
Com suas armas e rum, e rum e armas
Harruu, Harruu
Com suas armas e rum, e rum e armas
O imperador quase nos matou, Oh Johnny boy você será destruído
Johnny eu mal conhecia você
”.


Cuidaria para que durante a corrida, distribuísse o peso e a força corretamente em toda a extensão da perna, sem forçar demais os joelhos. Quando terminasse a corrida, pararia imediatamente. Se fosse permitido, tiraria um tempo para recuperar o fôlego. Depois de alguns minutos, voltaria a me exercitar. Colocaria as duas palmas contra o chão, flexionando o braço e em seguida empurrando o chão com toda a força, o que faria meu corpo subir. Faria as primeiras vinte e cinco flexões com facilidade, no entanto, após esse número começaria a ficar difícil. Conforme ficasse mais difícil, diminuiria a velocidade da flexão, mas não pararia. Forçaria os músculos de meus braços, costas e peitoral ao máximo para conseguir terminar todas as cinquenta flexões.

Quando terminasse as cinquenta flexões, deixaria meu corpo cair sobre a neve para descansar os braços por alguns segundos, mas logo levantaria para não ficar mal pelo frio. Após levantar, sem demora, começaria a fazer os agachamentos. Sentiria um pouco de peso nas pernas e dificuldade na execução, tendo em vista que teria acabado de correr no QG, mas ainda assim faria o máximo para executar sem pausa. Faria os agachamentos de modo mais lento quando estivesse cansando para deixar o corpo se recuperar, e então voltaria ao ritmo normal.

Por fim, ao terminar os agachamentos, deitaria no chão e começaria os abdominais. Deitado no chão eu flexionaria a perna, de modo que meus joelhos ficariam apontados para o alto. Então, levando as mãos até a nunca, puxaria meu tronco para cima, de encontro aos meus joelhos, depois voltaria a deitar no chão. Repetiria o próximo quantas vezes necessárias até terminar os cinquenta abdominais ou rolar no chão de câimbra.

Quando finalmente terminasse tudo, iria até o sargento para tomar minhas instruções. -Sargento Leonard...- respiraria ofegante -O que devo fazer agora? Meu alistamento está completo?- Caso a resposta fosse positiva perguntaria: -Ah, até que enfim. Eu á estou me sentindo cansado com todo esse trabalho nessa hora e até que estou com fome.- Em seguida, ficaria um pouco envergonhado, pois perceberia que eu, como candidato a soldado, não deveria me dirigir tão informalmente a um superior. -Errr... Mil desculpas senhor sargento, eu não falar realmente desta forma. Foi apenas um momento de animação- Lançaria um sorriso e finalizaria dizendo -Eu vou andando para perguntar a Srta Mary para onde devo me dirigir... Aliás, eu devo levar esta lista que eu trouxe para o senhor?- Depois que obtivesse a reposta agradeceria e seguiria para falar com a Srta Mary, carregando a lista apenas se Leonard dizer que é necessário leva-la de volta.

Com a testa brilhando de suor, chegaria até o local onde a srta Mary se encontrava anteriormente, na ultima vez que a vi. Diria -Olá! Terminei a ultima etapa do meu teste. Agora eu poderia ir a algum vestiário para tomar um banho antes de começar o serviço e quem sabe comer alguma coisa? Todo esse exercício acabou com minhas forças de certo modo... - E então aguardaria em silêncio


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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptyTer 01 Maio 2018, 15:22

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Irmandade
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Alex, agora, sentia-se até mesmo levemente desafiada, inflando-se de confiança para que conseguisse ser aprovada pelo teste. Quando se encaminhava, topou com um rapaz que curiosos cabelos de tom azulado, mas este parecia ser apático ao esbarrão e sua indagação sobre a direção da cozinha, uma vez que não esboçara reação alguma, nem dera-lhe uma resposta, sendo amparada por um marinheiro que passava por ali. Rapaz esquisito, dizia a si em pensamento conforme tomava rumo à cozinha. Quando chegou, foi inevitável não notar a movimentação característica de uma cozinha daquele porte, sentindo-se nostálgica das vezes que trabalhara em pequenos restaurantes como ajudante para que pudesse ter algum dinheiro e continuar com suas viagens, sendo atingida mais uma vez pelas lembranças do tempo que passou com Naomi. O segredo pra se dar bem numa cozinha cheia é ser objetiva, conseguir manter a calma mesmo que o chef esteja gritando, fazer as coisas com maestria e capricho mesmo que o tempo seja apertado, lembrava-se de sua voz suave lhe dizendo.

Quando quem deveria ser o chef da cozinha lhe encarregou da tarefa de preparar a sopa, dar-se-ia ao luxo de dar um sorriso de lado, muito leve e rápido, logo dando vez novamente à sua típica expressão séria e concentrada. Faria um coque no alto de seu cabelo, prendendo-o com firmeza para que não escapasse e não corresse o risco de cair qualquer fio durante o processo em que estivesse de movendo pela cozinha, dando razão para reclamações. ¬— Posso conseguir um avental em algum lugar? — indagaria, esperando que conseguisse ao menos um para que prendesse em sua cintura. Caso a resposta fosse afirmativa, pegaria e o amarraria com firmeza em sua cintura antes de começar a se mexer, caso não houvesse, apenas arregaçaria as mangas longas de sua camisa para que não as sujasse e atrapalhasse seu desempenho. Uma sopa de legumes..., começava a processar, dando uma boa olhada na cozinha, ignorando o caos que era ali dentro, e lembrava-se da receita que pretendia seguir. Uma sopa tem que ser leve pra não pesar e correr riscos dos soldados passarem mal, e também tem que ter todos os nutrientes de uma refeição completa... Começaria a se mover, se aproximando de uma bancada vazia para que pudesse operar sem atrapalhar os demais membros da equipe.

Tudo bem, primeiro, os ingredientes. Olharia ao redor para ver os ingredientes que tinham disponíveis para que pudesse prosseguir com a receita. Vou precisar de alho, cebola, abóbora, chuchu, abóbora cabotiá, abóbora pequena, abobrinha, batatas, cenoura, vagem... Iria listando em pensamento, se movendo agilmente pela cozinha atrás do que precisava e recolhendo em quantidades conforme os encontrava pela cozinha, deixando-os sobre a bancada que estava usando. batata salsa, repolho, alho poró, gengibre, azeite, cheiro verde... Será que tem noz moscada e aveia aqui? Esperava poder encontrar tudo o que procurava ali dentro da cozinha, mas caso não encontrasse todos os ingredientes, optaria por encontrar substituíveis, usando de seus conhecimentos nutricionais básicos que a permitia saber o valor nutricional de determinados alimentos, podendo ter uma base para saber quais deles podem se substituir segundo seu valor e composição, não sendo muito diferente do que o ingrediente original. Sua última busca seria da carne, indo até os refrigeradores para procurar a carne de melhor qualidade, avaliando bem antes de selecionar uma e leva-la a sua área de trabalho.

Tendo todos os ingredientes em mãos, poderia começar a preparar o prato, mas olhou sua mão enfaixada pensativa. Não posso mexer na água com isso, ponderaria, abrindo e fechando a mão algumas vezes para que pudesse sentir. Já não sinto dor, então não deve ter problema desenfaixar... e com essa conclusão, desenfaixaria a mão com cuidado, enrolando a faixa e formando uma bola, deixando-a separada e checando sua mão, lavando-a em seguida. Enfim, começaria lavando bem todos os legumes que pegara, dando uma atenção especial para o chuchu, cenoura e abobrinha, lavando-as particularmente melhor, e tendo concluído isso, buscaria uma boa faca para que pudesse cortar a carne em cubos de tamanho médio, que fossem fáceis de colocar na boca para mastigar. Procuraria uma panela grande de pressão e preencheria com água, jogando os cubos lá dentro e se certificando de que a água cobria toda a carne na altura de dois dedos, levaria o fogo e usaria um timer, caso houvesse algum por perto, marcando os quinze minutos necessário, mas caso não o tivesse, utilizaria um relógio de parede, ficando muito atenta à hora exata em que colocara a carne no fogo. No tempo que seria necessário para que a carne cozinhasse, selecionaria outra faca para que começasse a descascar todos os legumes lavados, deixando à parte a cenoura, a abobrinha, a batata salsa e o chuchu, e logo em seguida picando todo, deixando apenas algumas coisas à parte. Faria todo o processo com agilidade, não perdendo nenhum segundo sequer, sempre atenta ao relógio ou ao timer — dependendo de qual estivesse utilizando para marcar o tempo — e deixaria os legumes picados separados em recipientes separados, pondo-se a picar as iguarias logo após passar um pano na mesma faca utilizada anteriormente, picando o alho poró, a cebola e o alho pequenos, pois usaria de maneira diferente.

Quando desse o tempo para que a carne terminasse de cozinhar, apagaria o fogo da panela e, caso não tivesse terminado com sua tarefa anterior, a concluiria enquanto deixava que a panela perdesse a pressão e procuraria outra panela grande. Usaria um escorredor sobre a panela para passar a água da carne para a panela grande, deixando a carne à parte, e colocaria de volta ao fogo médio, jogando todos os legumes picados em cubos dentro da água, deixando a panela tampada para que cozinhasse os legumes, mantendo o fogo médio; em seguida, pegaria uma panela menor, buscaria o azeite e o jogaria na nova panela, acendendo o fogo no baixo, esperando alguns segundos antes de jogar o alho, o alho poró e a cebola sobre o azeite, mexendo constantemente com uma espátula para que não grudasse no fundo e esperaria dourar, antes de buscar uma concha como as usadas para pegar macarrão, com furos para que a água saísse conforme pegasse a carne de dentro da panela e passasse para a outra; quando conseguisse concluir aquilo, daria mais uma mexida na carne para misturar bem junto dos demais ingredientes na panela, deixando em fogo baixo e tampando para refogar por pouco tempo, mexendo periodicamente. Por fim, adicionaria a noz moscada, se a tivesse encontrado, e jogaria tudo dentro da panela onde os legumes estavam; abaixaria o fogo da panela e usaria o timer ou o relógio para marcar meia hora, usando esse tempo para recolher toda a louça suja que acumulara e levaria para a pia. Caso necessário, ela mesma lavaria sua louça, deixando-as o mais limpa quanto fosse possível desde que não atrapalhasse a função dos outros membros na cozinha.

Orquestraria sua função atenta ao tempo que tinha, mantendo-se em postura fechada e concentrada para que não esbarrasse nem se sujasse, ou fizesse sujeita enquanto trabalhava; ao terminar com a louça, voltaria para onde estava trabalhando e usaria panos para limpar caso houvesse sujeira, descartando o lixo que provavelmente se acumulou conforme se ajeitava, deixando, por fim, a bancada limpa e apresentável, pegando também a faixa que anteriormente deixara ali e, estando bem enrolada e dobrada, apenas a colocaria no bolso de sua calça, para que não jogasse no lixo da cozinha. Tendo ainda tempo, buscaria pães que pudessem ter sobrado do café da manhã e os pegaria, usando uma faca para fatiá-los, buscando uma travessa e os posicionando dentro da mesma, jogando azeite por cima, procurando também, entre os ingredientes, orégano para que jogasse por cima dos pães, levando ao forno por dez minutos. Procuraria pratos fundos, cumbucas e colheres limpas, junto de uma concha grande para que, quando o tempo terminasse, pudesse servir. Assim que olhasse a hora e visse que já estava pronto, apagaria o fogo e checaria as torradas no forno, observando a textura e, julgando-as boas, desligaria o forno também; abriria a tampa da panela, sentindo o cheiro, pegaria uma colher para experimentar o caldo, fechando a tampa em seguida para que preparasse o prato para o chef. Abriria a tampa da panela e usaria a concha para colocar uma quantidade na cumbuca, deixando-a sobre um prato; retiraria as torradas do forno e, com um pegador, selecionaria algumas para que deixasse sobre o prato, bem posicionadas para que ficasse mais apresentável, jogando um pouco do cheiro verde que havia picado sobre o recipiente. Colocaria o prato sobre uma bandeja e posicionaria a colher alinhada ao lado do mesmo, sendo cuidadosa ao pegá-la para poder servir.

Primeiro, teria que achar o chef, e uma vez o localizando, aproximar-se-ia com cautela e sutileza para que não se atrapalhasse, usando de sua boa postura e equilíbrio para evitar acidentes, e o cumprimentaria: —Senhor, terminei a sopa. Vim servi-lo para que pudesse experimentar — diria séria, deixando a bandeja sobre onde o chef estivesse e permitindo que este se servisse.

Manteria numa distância razoável do homem, esperando que este desse seu veredito, aproveitando o tempo para retirar o suor da testa com a manga da camisa, apreensiva, mas confiante em sua receita. Agora é a hora da verdade, pensava, mantendo uma postura ereta, com os braços atrás das costas, entrelaçados, esperando. Caso o homem lhe desse uma resposta positiva, a aprovando no teste, soltaria um suspiro, relaxando os ombros e acenando com a cabeça. — Obrigada. Fico contente que tenha gostado — responderia, assumindo um tom mais arrogante ao terminar de dizer: — Ainda sobrou bastante. O que faço agora? — Aguardaria pelas instruções e, caso fosse mandada de volta para a mulher que antes a atendera, seguiria o percurso do qual usou para chegar ali e seguiria até a mulher.

Caso fosse reprovada, ouviria, frustrada, o que o homem teria a dizer a mais, mantendo-se séria ao dizer: — O que posso mais fazer, então? — Esperaria que este lhe orientasse ao que fazer depois dali, frustrada demais para evitar o tom duro em sua voz ao aguardar as demais instruções. Se fosse orientada a voltar a recepção, seguiria pelo mesmo caminho que veio, mas caso ele olhe desse outra chance, esperaria para saber o que deveria fazer a seguir.

Chegando à recepção, chegaria perto da mulher e anunciaria, em seu tom comumente seco: — Concluí a prova de aptidão e fui aprovada — diria particularmente presunçosa, possuindo uma expressão dura se fosse o caso, concluindo em seguida: — Pra onde me dirijo agora? — indagaria, sendo inundada por uma descarga de ansiedade pela próxima etapa. Se tivesse sido reprovada e dispensada, assumiria, a contra gosto: — Não fui apta na cozinha, então o que devo fazer? — indagaria rude. Aguardaria as novas orientações, dependendo do caso, para que pudesse prosseguir com o que lhe restasse para ser feito.
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MensagemAssunto: Re: The Fellowship   The Fellowship - Página 4 EmptySex 04 Maio 2018, 23:13

Kumadori

E finalmente o treinamento de Kumadori havia se completado. Após muito esforço e suor, as três etapas do alistamento estavam, enfim, completas. – Parabéns! Cê passou. Vá até a secretaria que receberá as próximas instruções. Mas cê pode ficar tranquilo, a essa altura do campeonato, já deve haver algo pronto na cantina. – Leonard respondia o aspirante a marinheiro com ânimo, dando um tapinha em suas costas antes de Kumadori se virar e caminhar de volta ao ponto inicial – Essa folha? Nha, pode jogar fora. – O sargento finalizou.

Pela grande quantidade de exercícios realizados em um período de tempo tão curto, tanto nosso protagonista quanto seus colegas marinheiros estavam exaustos, e isso ficava visível para Mary. – Imagino que tenha passado no teste... Meus parabéns – O semblante neutro da secretária mudava com um pequeno sorriso surgindo. – Pode se dirigir ao vestuário, siga o corredor da direita até o final, é a maior porta. E não esqueça disso aqui. –Ela abria uma gaveta e retirava algumas vestes azuis e brancas, entregando-as ao jovem. – Esse treinamento todo te cansou, não? Em breve os cozinheiros devem terminar de preparar as refeições... Você provavelmente perceberá pelo cheiro. Alguma dúvida? – Ela esperava pela resposta de Kumadori.


Montecristo

Alexandra enfrentava outro tipo de dificuldade, precisava preparar uma sopa, sabe-se lá para quantos marinheiros e o tempo que teria para realizar a tarefa, afinal, o neurótico avaliador que arrumara não havia lhe informado sobre – Aqui! – O homem entregava um avental para a morena, cabia-lhe perfeitamente, e em seguida fora auxiliar outros cozinheiros no local. Deixada a própria sorte, Alexandra tomou o primeiro passo e foi a procura dos ingredientes – Sem antes retirar a faixa de sua mão, que já não latejava de dor mais. Montecristo obtinha sucesso parcial, conseguiu encontrar todos os ingredientes, com exceção de dois, mas isso não seria um empecilho, haviam alimentos com igual valor nutritivo e que poderiam facilmente entrar na concepção da sopa.

Todos os passos seguiam como o imaginado na cabeça da jovem e, enfim, havia chegado a hora da avaliação pelo chef da cozinha. Vendo a bandeja próxima, ele gentilmente pegou a bandeja das mãos da cozinheira e sentou-se de forma improvisada em um balcão que havia no local. Levou a colher até sua boca, bebericando várias vezes o caldo com um olhar cínico, até tomar o conteúdo todo da colher. – Está.... Bom, estou impressionado que não seja uma cozinheira profissional, porém, da próxima vez, coloque um pouco menos de tempero, fica melhor para o paladar – Concluída a fala, ele se virava aos outros cozinheiros e bradava.   - Os soldados já devem ter chegado! Levem o que preparam até agora para o refeitório! – Ele enfim se virava para Montecristo. – E você, leve sua sopa também, pode prosseguir com os testes depois, creio que já saiba onde a senhorita Mary fica, certo? – O chef terminava.

Quando Alexandra chegasse ao seu destino, a secretaria indagaria. – Concluiu o teste? Ótimo – Ela mostraria alguns papéis a morena. – Agora você tem duas opções, o teste do combate ou da aptidão física. Já se recuperou dos ferimentos? – Ajeitando os óculos, Mary esperava a resposta da jovem.

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